Ficha Corrida

21/11/2016

Caiado por fora, merda por dentro!

caiado por foraSe você, que a marchou ao lado do Movimento de Bundas Liberadas ainda não vomitou, não se preocupe. Eu vomito por ti! Pedro Taques, outro da turma turma do Ronaldo Caiado e do Demóstenes Torres, é também parceiro do Napoleão das Alterosas. Como disse o Rodrigo Duvivier, Dani Schwery tem jeito de quem limpa o chão merda. Não bastasse a pomba gira da Janaína Paschoal e da “mulher selva” dos cogumelos alucinógenos, agora aparece Dani Schwery posando de Madalena Arrependida

Nem a República de Saló reuniu tanta gente escrota.

O resultado disso tudo é esse cheiro insuportável. De Geddel Vieira Lima à Rede Globo, passando por José Sarney, Gerdau, RBS, Lista de Furnas, Lista Falciani, Lista Odebrecht e Panama Papers.

Tem razão o Michel Temer, como se sentir normal com tanta ânsia de vômito. Agora, se o Mi Shell resolver proibir nosso vômito teremos de defeca-lo!

Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

Postado em 20 Nov 2016 -por : Mauro Donato

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Um plano encabeçado e financiado por Aécio Neves e Ronaldo Caiado; eleições indiretas são para salvar FHC; movimentos pró impeachment como o MBL são fantoches.

Quem afirma é Daniela Schwery, uma das primeiras manifestantes a conclamar a população a ir para as ruas ‘contra a ditadura comunista que seria a reeleição de Dilma’, cujos vídeos atingiam 70 mil views.

Dizendo-se enganada pelo PSDB, hoje Schwery desfiliou-se do partido e ganha a vida como assessora do humorista Juca Chaves. Ela conversou com o DCM na última sexta-feira. A seguir, os principais trechos da entrevista.

DCM: Esses grupos sempre se disseram independentes, espontâneos, apartidários que não recebiam dinheiro de partidos ou de políticos. Mesmo quando todo mundo já sabia que o Vem Pra Rua, por exemplo, tinha dinheiro do Jorge Paulo Lehmann, sócio da cervejaria Ambev.

Schwery: Espontâneo o cacete. Eu fui a uma reunião quando o Vem Pra Rua estava querendo surgir no cenário com o Rogerio Chequer. Era gente que não queria aparecer, sempre ficou escondida, não subia nos carros de som. Essa turma é PSDB.

DCM: Você diz que MBL, Vem Pra Rua e afins não são movimentos sociais? O que são então?

Schwery: Eles são profissionais da comunicação. Eles estudam as massas e tal. Rogério Chequer é um profissional da comunicação. Quando ia a eventos ele orientava até na hora de tirar fotos. A Carla Zambelli é amiga do Augusto Nunes. A cúpula do PSDB é toda ligada ao Reinaldo Azevedo. Eles foram se infiltrando e forjando ser algo espontâneo. Mas nós nunca reconhecemos nenhum desses grupos como liderança. A gente criticava o Lula por não ter estudo e daí vem o Kim Kataguiri? Me poupe.

Mas você não fazia parte? A todo momento usa termos como ‘nós’ e ‘eles’. Quem são os ‘nós’ e os ‘eles’?

‘Eles’ são essa turma liberal. Eles caíam matando em cima de mim porque eu era do PSDB e para eles PT é igual PSDB. Eu também acho isso, mas eles são uns hipócritas porque fazem esse discurso enquanto a cúpula deles… Humm.

Tudo encenação?

O que foi aquela marcha a pé até Brasília? Ridículo. Saíam da marcha, comiam bem, dormiam em hotéis e voltavam para a estrada para fazer fotos. A Carla Zambelli é amicíssima do Danilo Amaral do ‘Acorda Brasil’, um cara que ia para manifestação contra corrupção mas que foi citado 18 vezes na Lava Jato.

Quem então é a cúpula, quem puxou todo esse processo?

Aécio e Caiado. No começo houve um acordo ‘todo mundo com todo mundo’ para unir forças, ignorando nossas diferenças. Mas a cúpula dessa galera não era clara pras pessoas. E quem conduziu dessa maneira foi o Aécio junto ao Caiado, que fizeram um acordão para que o pedido de impeachment produzido pelo Helio Bicudo fosse adiante numa grande jogada. Caiado pagou a Carla Zambelli para liderar esse processo todo de empurrar o impeachment do Bicudo, por isso queremos CPI desses ‘movimentos’.

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mas impeachment não era o desejo de vocês?

A gente queria novas eleições, derrubar o Temer também, mas depois começaram a fantasiar a coisa toda, separar as contas da Dilma e do Temer, do PT e do PMDB. Pegaram a pior argumentação, que era a das pedaladas. Nós ficamos putos.

As coisas que vocês (referindo-se ao DCM) criticam, nós concordamos. Temos a autocrítica de que tudo que serviu para Dilma serviria para o Alckmin também. Nós sempre alertamos que se o PT fosse derubado a Lava Jato iria chegar no PSDB também. Repare que no começo o PSDB se dizia contra o impeachment.

Havia vários pedidos de impeachment. Por que brigaram para fazer valer o capitaneado por Helio Bicudo, Janaína Paschoal e Reale Junior?

O primeiro pedido de impeachment quem fez foi o Bolsonaro. Tinha fundamentação para derrubar os dois, a chapa. Apoiamos. Não se tratava de ser pró Bolsonaro ou não. Mas já tinha um pedido lá, então que fosse aquele. Mas a cúpula depois entrou com outros pedidos para retardar o processo enquanto construía o marketing todo. Foi então que apareceram a Carla Zambelli, a Janaína Paschoal, para fazer toda essa engrenagem em torno do pedido do Helio Bicudo.

Tudo ficou aparelhado. Conseguiram o ‘aval’ de 43 ‘movimentos sociais’ e pronto. Mas que movimentos? Alguém que tinha uma página no facebook com 600 curtidas era um ‘movimento’. Um grupinho de WhatsApp era um ‘movimento’, tinha um nome, assinaram lá e pronto. Muita gente foi enganada, não concordou depois de ter assinado, mas a Carla dizia ‘agora já era, sua assinatura já foi’.

Tudo isso com qual a intenção?

Eleições indiretas. A gente alertava sobre isso. O FHC, se você perguntar ele vai dizer que não, mas ele aceita voltar. Deve estar com o c… na mão com o avanço da Lava Jato e já fez as continhas de que antes de 2018 a operação chegaria nele. Então o Xico Graziano [um dos principais assessores do ex-presidente, autor do artigo “Volta, FHC”] já veio arquitetando isso, visando o foro privilegiado.

Quando então a ficha caiu? Há uma mensagem entre vocês de Heduan Pinheiro de um tal Movimento Brasil Melhor instruindo como fazer para a mobilização ‘parecer’ democrática, que deveria ‘parecer’ espontânea perante a mídia… termos explícitos revelando que tudo sempre foi uma farsa. Por que demorou tanto para perceber?

É difícil. Eu era uma idiota, iludida. Essa turma de Aécio Neves, Ronaldo Caiado, eles iam enfiando os assessores de imprensa nos grupos de WhatsApp. A gente não sabia quem era quem.

O DEM aos poucos ‘contratava’ essas lideranças dos grupos como assessoria de comunicação, mas era pagamento pois eles não podiam falar claramente: “Vou te dar uma grana para você fazer o que eu quero”. Mas somos umas formigas contra o poderio. Eu tentava alertar as pessoas. Dizia: “O populismo mudou de lado, gente. Vamos tomar cuidado, vamos raciocinar”, poucos percebiam. Eu fiquei tomando porrada e agora muita gente me dá razão.

Em meu artigo sobre a rixa atual entre os movimentos, creditei a falta de vaga no camarote como um dos motivos. Argumento que você concorda em sua réplica. Você diz que o pessoal da Movimentomania conseguiu o que queria. Quem conseguiu o quê?

Não está vendo que agora todos são pró Temer? O Kim Kataguiri não conseguiu a coluna dele na Folha? Jornalistas sem emprego e aquele menino vazio escrevendo na Folha, não é uma conquista? Do Vem Pra Rua, nove pessoas conseguiram cargos na FIESP. O tal Forum Internacional da Carla quem financiou foi o DEM.

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Só o DEM?

Tem dinheiro da Companhia Suzano também, os Feffer.

Neste domingo ocorrerá uma manifestação puxada pelo Vem Pra Rua em defesa da Lava Jato e das 10 Medidas Contra a Corrupção. É mais uma mentira então?

Sobre eles eu concordo quando você diz que posam de indignados. Eles são profissionais. Sentam com o pessoal do PSDB e começam a contar prazo, eles sabem quando irá acontecer tal coisa e se mobilizam previamente para as datas ficarem próximas. Eles fazem uma coisa bem trabalhada, com profissionalismo, com marketing.

Esse negócio das 10 Medidas é tudo palhaçada, Onyx está sendo populista. Quem não gosta de ouvir aquilo? Se querem reconhecer caixa 2 como crime agora é porque querem deixar todo um passado para trás. Só agora é crime? Isso é para salvar o rabinho deles. Por isso o pessoal da intervenção militar entrou de sola na última quarta-feira e a gente entrou para defendê-los.

Defendê-los?

Eu os admiro porque são resilientes. Pode ser que o mote deles não seja o mais adequado, mas para quebrar essa estrutura que está aí, eles são loucos o suficiente. É um desespero. A gente vê que a Lava Jato está murchando e que o PSDB vai sair ileso e ainda mais fortalecido disso tudo… não é de ‘emputecer’? Sei que não é ideal nem adequado, mas é desespero.

Tem recebido ameaças?

Sim, já foram atrás até da minha mãe. Sinceramente, tenho mais medo do pessoal do PSDB que do pessoal do PT. Eles são ardilosos, são requintados na maldade.

Diário do Centro do Mundo Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

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12/11/2016

Se fazem isso na democracia, imagine na ditadura

ditadura e roberto marinhoA ditadura militar é um regime que tem na sua gênese a corrupção, porque não nasce de parto natural, mas por fórceps. Sem contar que o filho é fruto de estupro institucional. Quem acredita que algo gerado nestas condições pode ser melhor que a democracia deveria procurar tratamento. Imediatamente!

Matéria do insuspeito, já que parceiro, O Globo, de 2015, dizia que a União gastará R$ 3,8 bi com pagamento de pensões vitalícias a filhas de militares este ano”. Precisa desenhar?

A ditadura não surge do embate de ideias, mas da força bruta das armas em compadrio com a manipulação pelos grupos mafiomidiáticos, que serão seus parceiros e maiores beneficiários. Pensar que o silêncio sobre casos de corrupção é ausência de corrupção é de uma imbecilidade tão grande que não há adjetivos suficientes para qualificar tão baixo nível de cognição. Por exemplo, em protesto contra a PEC 241 foram ocupadas centenas de escolas e universidades por todo o país. Pense porque isso não interessa às velhas mídias? A Folha de São Paulo, envolvida na briga de bugio do PSDB, revelou que José Serra estava lavando 23 milhões na Suíça. Quantos minutos sobre isto viste no Jornal Nacional? Quantas capas da Veja? Viu alguma reportagem no Jornal Zero Hora? Pergunte-se, por quê!?

A única contribuição que regimes ditatoriais lega a pessoas desacostumadas à transparência é a ignorância. É uma espécie de embotamento que mata ou atrofia neurônios.

Se tudo isso não é suficiente para saber que nenhuma ditadura é boa, bastaria pensar quem são aqueles que apoiam golpes ditatoriais. Tome-se o exemplo da Rede Globo. Buscou por todas as formas dar o golpe em 1954. Não conseguiu. Mas não perdeu as esperanças. Graças ao golpe bem sucedido em 1964, a famiglia Marinho dona da Rede Globo é considerada a mais rica do Brasil pela Revista Forbes. Há dezenas de livros que explicam como a Rede Globo construiu seu império na ditadura. Posso citar duas fontes de cabeça para quem se interessar: Muito Além do Cidadão Kane e A História Secreta da Rede Globo.

Se você é gaúcho, nem precisa se interessar pela história da Rede Globo para entender como se captura capachos mediante distribuição de estatuetas. Embaixo do seu nariz está a RBS. Graças a ditadura a RBS tornou o RS e Santa Catarina sua capitania hereditária. Não por acaso só é considerado bom governante aqueles que se submetem aos seus interesses. Os demais não prestam.

Assim se explica porque não verás crítica à ditadura militar na velha mídia pelo simples fato de que eles, como vazou no famoso escândalo da Parabólica, não criticam parceiros. É até uma questão de gratidão. Então, para saber se está sendo enganado, basta observar para que lado apontam a Rede Globo e a RBS e seguir no sentido oposto. Não há erro, pode acreditar!

Se tudo isso não bastasse, pense no fato de que os militares são julgados por seus parceiros de farda. Imagine médico julgando médico, professor julgando professor, polícia julgando polícia. Bandido julgando bandido, mídia julgando mídia. Aliás, já viste um grupo de mídia, nem digo criticar, mas noticiar sobre outro grupo de mídia?! Captou!?

STM – Tribunal aumenta pena de três majores e um capitão que desviaram quase R$ 2 milhões do Exército

Por jloeffler – No dia 12/11/2016

Publicado em 11 de Novembro de 2016 às 08h51

O Superior Tribunal Militar (STM) aumentou a pena aplicada a quatro oficiais do Exército – três majores e um capitão-, acusados de montarem um esquema fraudulento, que desviou cerca de R$ 1,7 milhão do Centro de Pagamento do Exército (CPEx). O major, tido como chefe do esquema, vai cumprir quase 10 anos de reclusão, em regime fechado.

Em um voto extenso, o ministro relator, Cleonilson Nicácio Silva, disse que a conduta do major se revelou egoísta, com meios inescrupulosos e modus operandi improbo, o que implicou na majoração da pena aplicada.

Segundo a denúncia do Ministério Público Militar, em de abril de 2002, o Centro de Pagamento do Exército (CPEx) identificou a realização de vários pagamentos, a pensionistas, processados indevidamente. Durante as investigações, foi constatada a implantação de mais de 50 pensionistas laranjas.

A promotoria informou que fichas-cadastro implantadas no Sistema de Pagamento do Exército tinham erros grosseiros, como pensionistas e instituidores não cadastrados no sistema da Seção de Inativos e Pensionistas (SIP), processos não localizados, contas invertidas e valores indevidos, inexistência de desconto de Imposto de Renda, melhoria de pensão e pensão ainda não julgada, saques de parcelas remuneratórias não cumulativas, alteração de compensação orgânica com base na mudança de posto de referência e inexistência no banco de dados do CPEx dos endereços desses pensionistas.

Perícia -Os peritos de informática constataram que as pessoas haviam sido implantadas supostamente no Comando da 1ª Região Militar (Cmdo 1ª RM), situado no Estado do Rio de Janeiro. Todavia, após a análise dos arquivos, comprovou-se que as implantações estavam associadas ao Órgão Pagador da 15ª Circunscrição de Serviço Militar (15ª CSM), situado no Estado do Paraná.

Foram implantados, de forma irregular, 54 pensionistas fantasmas. Todas as contas bancárias identificadas nos cadastros dos falsos pensionistas foram abertas na Caixa Econômica Federal, em agências situadas principalmente nos Estados de Pernambuco e da Paraíba, sendo que todas, com exceção de três contas, foram abertas no primeiro trimestre de 2002. Dos 54 falsos pensionistas, apenas quatro não tiveram seus nomes utilizados na execução de qualquer pagamento, disse a denúncia.

Os peritos de informática verificaram que, para a realização da fraude, foi necessária a criação de programas, que alteravam as rotinas previstas feitas dentro do Sistema de Pagamento de Pessoal do Exército (SIAPES) e com códigos pessoais de militares do próprio CPex.

Duas frentes criminosas

Em depoimento, um sargento da unidade militar afirmou que fez as modificações, cumprindo ordem verbal de um major, utilizando planilhas que lhe foram entregues por ele, também, por outro oficial, o major chefe do esquema. Depois das inserções das planilhas, os arquivos de pagamento eram transferidos para o computador de grande porte, instalado no Centro Integrado de Telemática do Exército (CITEx).

Dos pensionistas que receberam pagamentos irregulares do Exército, verificou-se que muitos eram parentes por afinidade de um dos oficiais, residentes principalmente nos estados de Pernambuco e da Paraíba.

Ainda de acordo com Ministério Público, a fraude foi feita em duas frentes: a primeira, realizada no CPEx, foi responsável pelo planejamento e pela execução das mudanças na rotina de pagamento do Exército por parte dos oficiais; e a segunda, em algumas cidades dos Estados de Pernambuco e da Paraíba, onde foram recrutadas diversas pessoas, para abrirem contas de caderneta de poupança na Caixa Econômica Federal, com a promessa de receberem um benefício do Governo ou um emprego futuro, dentre outros argumentos apresentados, sob a condição de não ficarem com a posse dos cartões magnéticos.

Esse recrutamento, informou a promotoria, teve a participação direta de seis civis, todos cunhados de um dos militares do CPEx, e, ainda, a participação de outros dois civis. O grupo ficava com a posse dos cartões magnéticos das contas de poupança dos falsos pensionistas, possibilitando os diversos saques e movimentações bancárias que foram realizados.

De acordo com o laudo pericial contábil, foram desviados para as contas de poupança dos falsos pensionistas o montante de R$ 1.767.924,13, sendo revertido para o CPEx a quantia de R$ 971.886,23, restando como prejuízo para o Exército Brasileiro o valor original de R$ 796.037,90. Ainda de acordo com o Ministério Público, com os valores corrigidos, a fraude causou um prejuízo de R$ 3,4 milhões, em valores atuais.

Dos diversos saques efetuados nas contas dos falsos pensionistas, vários foram filmados pelas câmaras da Caixa Econômica Federal , o que possibilitou a identificação de alguns dos autores dos saques, bem como de algumas movimentações financeiras, realizadas nessas contas dos réus.

Denúncia -Diante das provas coletadas, o Ministério Público Militar (MPM) denunciou diversos militares e civis, que foram identificados como integrantes do esquema criminoso operado dentro do quartel do Exército. O Cpex é o órgão do Exército responsável pelo pagamentos de todos os militares da Força, pensionistas e servidores civis.

Agindo em co-autoria, sustentou a acusação, os réus obtiveram vantagem pecuniária ilícita em prejuízo do Exército Brasileiro, que foi mantido em erro, mediante modificações fraudulentas nos programas do Sistema de Pagamento; crimes de estelionato praticados pelos civis, crimes de receptação e peculato, por parte dos militares.

Todos foram denunciados à Justiça Militar da União (JMU), na Auditoria de Brasília, em 21 de janeiro de 2003. E, desde então, o processo se arrastou com inúmeros recursos, inclusive pedidos diversos de perícias. Somente a Sessão de julgamento foi adiada 17 vezes, muitas delas em virtudes do não comparecimento dos réus ou de suas defesas.

Julgamento -Em Sessão de 25 de novembro de 2014, o Conselho Especial de Justiça da 1ª Auditoria da 11ª CJM julgou e condenou quatros oficiais do Exército e dois civis. O major, considerado chefe do esquema, recebeu a pena de cinco anos e cinco meses de reclusão. Um outro major foi condenado à pena de cinco anos e quatro meses de reclusão; um capitão e outro major, ambos, à pena de três anos e nove meses de reclusão, todos por estelionato, crime previstos artigo 251 do Código penal Militar, em regime semiaberto e o direito de apelar em liberdade.

Dois civis também foram condenados à pena de três anos de reclusão, também por peculato. Foram absolvidos, um capitão, um subtenente, dois sargentos e dois civis por não terem cometido crime algum, decidiu os juízes de primeiro grau.

Inconformadas com as condenações, as defesas dos quatros oficiais resolveram apelar junto ao Superior Tribunal Militar (STM).

Ao analisar o recurso, nesta terça-feira (9), em um julgamento longo, de mais de 8 horas de duração e finalizados às 22h30, e com 14 recursos preliminares, o relator, ministro Cleonilson Nicácio Silva, resolver manter as condenações e aumentar a pena aplicada a todos os quatro oficiais.

Em seu voto, o ministro destacou a participação de um deles, o major tido como chefe do esquema montado dentro do CPex para desvio de dinheiro público. A defesa do oficial pediu a absolvição dele, sustentando a (…) falta de prova material do cometimento da infração (…) ao argumento de que (…) não há nada, nestes autos, que demonstre que o acusado (…) tenha, de alguma forma, causado qualquer prejuízo ao erário pela inclusão de falsos pensionistas no sistema de pagamento (…).

Para o relator, a defesa não tinha razão, uma vez que foram comprovadas a autoria, a materialidade e a culpabilidade do réu. Ele sustentou também que os autos comprovam que o acusado foi um dos idealizadores e principais executores da empreitada criminosa. Afinal, ordenou a criação de programas que alteravam a rotina de pagamento da Força Terrestre, possibilitando a inclusão de falsos pensionistas.

Além de manter a condenação, o ministro decidiu por aumentar a pena imposta ao major para 9 anos, 8 meses e 20 dias de reclusão e definiu o regime fechado para o cumprimento da pena.

Sopesaram em seu desfavor a intensidade do dolo ou grau da culpa, o modo de execução, os motivos determinantes e a insensibilidade, a indiferença ou o arrependimento após o crime. Impõe-se o reconhecimento desfavorável dessa circunstância, afinal, o réu manipulou seus subordinados para a criação de programas de informática que alteravam a rotina do pagamento dos pensionistas do Exército Brasileiro, evidenciando o elevado juízo de censura de sua conduta.

O acusado agiu de forma premeditada, organizando e planejando a prática delituosa, atuando, até mesmo, na cooptação de indivíduos humildes para que abrissem contas correntes na Caixa Econômica Federal com objetivo de receber indevidamente importâncias em prejuízo da Administração Militar, fundamentou o relator.

O segundo major, foi condenado à pena de 8 anos e 9 meses de reclusão, em regime fechado; o terceiro major, à pena de pena de 5 anos de reclusão, em regime semiaberto e o capitão, à pena de 4 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão, em regime semiaberto.

Os demais ministros do STM, por maioria, acompanharam o voto do relator, que manteve a condenação e exasperou a pena impostos aos militares do Exército.

Fonte: Superior Tribunal Militar

Copiado de:  http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=404025

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

01/11/2016

Pó pará, pixuleco!

Filed under: Impunidade,Imunidade,José Serra,PSDB,Tarja Preta,Xico Sá — Gilmar Crestani @ 5:47 pm
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OBScena: Jorge Pozzobom vangloriando-se da imunidade do PSDB

pozzobom

José Serra é o autor intelectual do artigo do Mauro Chaves no Estadão que atacava a carreira do Napoleão das Alterosas: “Pó pará, governador”. Muito antes de aparecer o heliPÓPtero, tratava-se da disputa dentro do PSDB para ver quem seria o representante da sigla na corrida presidencial. O Tarja Preta tentou, pelas mãos do Mauro Chaves, detonar a candidatura do altruísta construtor de aeroportos em terras de familiares (Cláudio e Montezuma). O jornal porta-voz do irmão da Andrea Neves, O Estado de Minas, respondeu: “Minas a reboque, não”.

O blindagem tucana só quebra quando as placas tectônicas se movem. Os gaúchos chamamos isso de briga de bugio.

O que são dois pedalinhos perto dos 23 milhões de reais? Pixulecos, ora! Por isso não há powerpoint nem condução coercitiva. Aliás, até hoje não descobri qual foi o nome da operação que prendeu Eduardo CUnha. Constrangimento com um parceiro ou acabou o estoque de nomes esdrúxulos para operações da PF?!

Mas não gastemos nosso latim com pouco mau defunto. Gilmar Mendessaiu em defesa de Eduardo CUnha. Se faz isso com alguém do PMDB, o que não fará por alguém do PSDB? Já vimos que ele não permitiu que o primeiro a ser comido fosse comido. Se fez isso com Aécio Neves, o que não fará por José Serra.

A pergunta que não quer calar: se Aécio pode lavar em Liechtenstein por que $erra não pode lavar na Suíça?! Até que ponto o vazamento da lavanderia do $erra não é uma vindita pelo vazamento da lavanderia do Aécio?!

Sempre que aparece a bandidagem tucana e sua eterna impunidade não há como não lembrar do deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom. A ideia de que todo dinheiro doado ao PSDB é lavado e limpo mas aquele doado às outras siglas é sujo explica porque o PSDB só perdeu pros votos brancos e nulos nestas eleições. Note que as falcatruas, provadas, do PSDB não ganham um segundo no Jornal Nazional da Rede Goebbels. Tirem as cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Rede Globo & RBS) e o PSDB só ganharia eleição entre presidiários.

Xico Sá chama Serra de $erra e tenta entender quebra de blindagem

"Trabalhei cem anos na imprensa paulistana. Não acho estranho a mídia esconder os 23 milhões do $erra. Fico pasmo é como isso vazou. Milagre?", questionou o jornalista, ex-colunista da Folha; "Entendam, amigos, quando falo que admiro $erra estar no noticiário, é porque esse cara sempre foi 100% blindado nos jornais de São Paulo. Não tô protegendo", explica ele, pelo Twitter; ministro das Relações Exteriores, José Serra foi acusado em delação da Odebrecht de receber R$ 23 milhões em propina por meio de conta na Suíça; a denúncia foi capa da Folha, mas os demais jornais e colunistas mantiveram silêncio sobre o caso

1 de Novembro de 2016 às 12:46 // Receba o 247 no Telegram

247 – Em comentários sobre a denúncia contra José Serra nesta terça-feira 1º, pelo Twitter, o jornalista Xico Sá chama o chanceler do governo Temer de $erra e tenta entender como se quebrou a blindagem a ele na imprensa para que o caso fosse tornado público.

"Trabalhei cem anos na imprensa paulistana. Não acho estranho a mídia esconder os 23 milhões do $erra. Fico pasmo é como isso vazou. Milagre?", questionou Xico Sá, que é ex-colunista da Folha de S.Paulo. "Juro que estou tentando entender o vazamento. Impensável na mídia brasileira. Tem algo errado", acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores foi acusado em delação premiada da Odebrecht de receber R$ 23 milhões em propina por meio de conta na Suíça. A denúncia foi capa da Folha, mas o restante dos jornais e colunistas mantiveram silêncio sobre o caso.

"Entendam, amigos, quando falo que admiro $erra estar no noticiário, é porque esse cara sempre foi 100% blindado nos jornais de São Paulo. Não tô protegendo", explica Xico Sá.

"Mesmo depois escondendo, louve-se a @folha que manchetou $erra no caixa 2 de 23 milhões. Ñ vi em outra mídia, jamais veremos", diz ele em outro post. "Tento entender o vazamento dos 23 milhões do $erra por alguma briga interna c/ a mídia. Isso ter saído na imprensa é impensável, pensa Serra", especula.

Xico Sá chama Serra de $erra e tenta entender quebra de blindagem | Brasil 24/7

17/10/2016

Porto Alegre decide entre uma retroanta e um neofascista

Filed under: Eleições 2016,Neofascismo,Ovo da Serpente,Porto Alegre,RBS — Gilmar Crestani @ 8:14 am
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qual_deles.jpegHaja o que houver, aconteça o que acontecer, o resultado das eleições em Porto Alegre em 2016 já tem vencedor, a RBS. A criminalização constante dos movimentos sociais de um modo geral, e a esquerda em particular, fez da capital do Fórum Social Mundial sua Capitania Hereditária. Ajuda e eleger funcionários e a criminalizar seus adversários. Não por acaso, tem pra chamar de seus, dois senadores.

Qualquer dos dois candidatos a prefeito atende aos projetos da RBS. Já domina o Estado, alimenta as hienas do separatismo e agora também vai continuar comandando Porto Alegre. Ontem, durante o jogo do Inter com o Flamengo, os funcionários da Gaúcha faziam propaganda do Sartori na Alemanha. Buscavam associar a vitória do Inter ao nome do segundo terceiro pior governador deste Estado, pois só fica atrás do Brito e Yeda, não por acaso ambos filhos diletos da RBS. Não precisa ser expert em semiótica para entender a propaganda subliminar. A Rede Globo fez o mesmo com o amante da Miriam Dutra durante a Copa do Mundo de 2004. Para a Globo, só FHC era Real…

As serpentes põem os ovos, não vá choca-los!

Neste segundo turno das eleições de 2016 o  dilema dos porto-alegrenses aumenta proporcionalmente ao tamanho da dificuldade de se escolher entre as opções que se apresentam.

De um lado, um arrivista, bipolar, com transtorno de personalidade. Alguém poderia dizer que se trata de um Napoleão de Hospício. Acontece que os napoleões de hospício tem mania de grandeza mas são pacíficos.  Não é o caso do personagem em questão. Se estivesse hospício, seria do pavilhão dos esquizofrênicos, na ala dos psicopatas. Mas, como diz o ditado, quem sai ao seus não degenera,o autoritarismo é sua maior herança genética.

Do outro lado, um sobrevivente do próprio caos que lutou para criar. Chama-lo de incompetente é eufemismo, até porque  é partícipe direto na transformação da capital da qualidade de vida em cidade-lixão da violência. Não se transforma um cidade deste jeito. Há muito método e perseverança neste descalabro. Mas que se apresente como se fosse um marciano que nada tivesse a ver com isso.

O restolho que nos é servido segue a lógica de um Estado que prefere um funcionário da RBS ao ex-governador Olívio Dutra, que legitima o parcelamento dos salários dos servidores mas preserva o seu e dos seus. Até o mais empedernido psicopata sabe que Olívio Dutra prestou serviços à comunidade gaúcha sem se deixar contaminar pelo poder, seja no âmbito das vaidades seja no âmbito econômico. O RS parece odiar o republicanismo e amar o compadrio. O que explica a preferência por um senador, um funcionário da RBS. Exatamente por aquela parcela de gaúchos que se acha a mais politizada do Brasil e que, por isso, também quer o separatismo. Para esta turma, a urna é sua privada.

Mas, ao contrário da grande maioria da esquerda porto-alegrense, voto, de nariz tapado, no menos podre. Prefiro uma anta do que um fascista. Penso que é preferível descer ao quinto dos infernos na companhia do demônio do que sufragar para a cidade um projeto cujo único objetivo para a acabar com a pobreza tem sido o do extermínio dos pobres. A limpeza social se tornou ainda mais perigosa porque também já apresenta indícios de simpatia com a limpeza étnica.

De um lado um candidato que poderá ser cobrado, investigado e até punido. Do outro, aquele de um partido que nunca é investigado, e quando é, não vai a julgamento. E sé é julgado, o crime é dado por prescrito.  Pertence a uma agremiação de gente muito viva, em que apenas os mortos são punidos.

Voto no incompetente porque o incompetência tem cura. Já o de projeto fascista, mesmo que ainda bonsai, pois tem postura e não estatura do Führer, impõe um risco ainda maior.  O autoritarismo desassombrado casado com o moralismo de ocasião faz dos canalhas, facínoras.

A limpeza dos moralistas de ocasião não deu certo na Alemanha, porque daria em Porto Alegre! O moralismo, como se vê também no resto do país, é a única ferramenta dos canalhas.

Anular o voto equivale a dar uma oportunidade ao ovo da serpente. Como diz o ditado espanhol, cria cuervos

Tchê, nestas eleições, só não marCHE boboeira, não entre nesta história do novo. Em 1935 Hitler era novo, em 1945 estava morto, mas destruíra a vida de milhões. Nunca é cedo para se destruir o ovo da  serpente.

18/09/2016

Deu química

Lavoisier - hotel parisAlém de ternos em Miami, nossa plutocracia também importa powerpoint made in USA! Quem resolve seguir os script da CIA, só tem de se adaptar o roteiro. Não é só o dedo, Tio Sam já estão com a mão enterrada nesse buraco.

Guardei na memória dos meus tempos de colégio uma frase do químico francês, Lavoisier: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Está dando química entre os quinta coluna tupiniquins e seus mentores ianques. Mas acho que seja uma outra frase das vítimas do terror francês que faz a obsessão da caça ao grande molusco: “Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo."

Eles acreditam que decepando a cabeça do Lula a esquerda demoraria um século para se reconstruir no Brasil.

"Nada se cria, tudo se transforma"

A inspiração de Dallagnol para seu power point velhaco. Por Paulo Nogueira

Postado em 17 Sep 2016 – por : Paulo Nogueira

Imitador barato

Imitador barato

O procurador Deltan Dallagnol não é apenas espalhafatoso, exibicionista e, convenhamos, tolo.

É um também um plagiador. Um imitador. E o que é pior: um copiador de coisas ruins.

Veja a imagem abaixo.

image

É parte de um power point apresentado, algum tempo atrás, por um procurador americano para condenar um acusado. Reparou na semelhança?

A sentença foi anulada exatamente por causa daquele slide. Foi considerado uma peça destinada a “manipular os jurados”.

O uso de power points nas acusações tem sido crescente criticado nos meios jurídicos americanos. Num artigo, essa estratégia foi classificada, no título, como a “maneira mais vil para os procuradores conseguirem um veredito de culpa”. Você pode ver o texto aqui.

Pelo menos dez sentenças foram anuladas, nos últimos anos, porque os tribunais americanos consideraram que as regras do julgamento justo foram violadas pelo emprego de power points “altamente inflamáveis”.

O expediente já está sendo chamado de “advocacia visual” pelos acadêmicos americanos da área de direito.

Um advogado definiu assim os power points. “Todos nós sabemos o que os comerciais publicitários podem persuadir as pessoas num nível subconsciente. Mas não me parece que a justiça criminal tenha interesse em ingressar nessa esfera.”

E é dentro desse quadro que Dallagnol e companheiros trazem para o Brasil uma prática que nos Estados Unidos é cada vez mais questionada.

Dallagnol achava que estava sendo “moderno”. Não. Estava sendo inepto. Estava chegando com atraso a um expediente que onde surgiu, os Estados Unidos, já resulta em anulações de sentença e é objeto de estudos críticos dos estudiosos do Direito.

Por tudo isso, mereceu todo o esculacho que recebeu, expresso nos memes que inundaram as redes sociais.

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Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo A inspiração de Dallagnol para seu power point velhaco. Por Paulo Nogueira

17/09/2016

Acabo de cancelar minha conta de Netflix

Cancelei a assinatura da NetFlix porque descobri que a única parte sensível desta empresa é o bolso.

NetFlix

Netflix2

O que parecia ser uma alternativa se tornou mais dos mesmos. E como não poderia deixar de ser, é mais uma empresa de comunicação predadora, não por acaso com origem nos EUA.

Estou determinado a boicotar qualquer produto ou serviço de empresas que tenham participado, incentivado ou se beneficiado com o golpe.

Todas as pessoas de bem, que tenham respeito pela inteligência alheia, tem obrigação de boicotar produtos e empresas que atentam contra a democracia e, principalmente, contra a inteligência alheia.

Não bastasse o banditismo na política, agora também temos que aguentar o banditismo empresarial.

Por que será que ninguém se pergunta por que há mais empresários que políticos presos pela Operação Lava Jato? Por que há mais empresários que políticos na Lista Falciani do HSBC? Por que há mais empresários que políticos no Panama Papers? Basta ver quantos políticos e quantos empresários há na Operação Zelotes, nas falcatruas do CARF?  Seria porque são sempre eles os corruptores? Isso não explica porque eles tem ódio a tudo o que é público?!  O nome utilizado para a iniciativa deles é paradigmático e elucidativo: iniciativa privada. Então, é só dar descarga!

Não por acaso, todas as empresas midiáticas estão em pelo menos numa destas falcatruas aqui referidas.

Se a plutocracia quiser fazer politicagem, ao pior estilo Rede Globo, e assim proteger a cleptocracia que tomou o Brasil de assalto, que o faça com o dinheiro dos outros. Não com o meu.

Depois da série Narcos, Netflix volta os olhos para a política

sex, 16/09/2016 – 17:19

Luis Nassif Online | GGN

12/07/2016

RBS cospe seu bagaço

Filed under: Golpistas,José Fortunati,Operação Zelotes,RBS — Gilmar Crestani @ 8:54 am
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ZelotskyFoi bom, para a RBS, enquanto durou. Muita especulação imobiliária, jornalismo de aluguel feito por ventríloquos em troca da liberdade de faturar encima de sua manada de midiotas. Até a Rede Globopediu desculpas por ter apoiado a Ditadura, mas a RBS continua chamando o golpe militar de revolução. Sim, revolucionou a vida da famiglia Sirotsky. Já elegeu governadores, ganhou um CRT de mão leve, caça petistas e dá ração para Eliseu Rima Rica, Pedro Parente e amestra funcionários para serem seus porta-vozes no golpe. Todos os golpes!

O caso do Fortunati deveria servir de exemplo, mas parece que os consumidores do “Diarreia Gaúcho”  são como passarinhos cevados, voltam sempre para debaixo da arapuca. E ela continua navegando por suas Ilhas, como já denunciara Diógenes de Oliveira, de Santa Catarina às Ilhas Cayman, passando por Zelotes, Carf. Mas as amizades com gente boa, como Eliseu Rima Rica, enseja sua participação ativa no “Somos todos CUnha” do Parcão.

O desrespeito pelos gaúchos pode ser medido pela preferência em passar, nos domingos à tarde, jogos do Flamengo ou Coríntias, em detrimento da dupla Grenal. É aí que vemos onde mora todo seu amor pelos gaúchos…

O que a RBS tem a dizer a respeito de suas relações com Eliseu Padilha, Pedro Parente, José Ivo Sartori, Michel Temer & Eduardo CUnha? Ela já se perguntou porque sua funcionária Ana Amélia Lemos escolheu o PP gaúcho para se lançar a Senadora? O que a RBS tem a dizer a respeito de suas relações com Augusto Nardes?

Fortunati foi chupado pela RBS, e ele gozou de nós com isso, mas agora chutam-no como cachorro morto, como se sua morte política não derivasse do conluio com a RBS.

Rede Baita $onegadora bota seus “investigadores na rua” para ferrar Fortunati

Por jloeffler – No dia 11/07/2016 -Em Noticias

Agora a RB$ revela em seu jornal ao meio dia que ocorreram fraudes na limpeza de bueiros de esgotamento pluvial em Porto Alegre.
Sabem os que não são burros que onde mais é desviado o dinheiro do contribuinte é nas mais de 5.500 Prefeituras assim como em suas Câmaras Municipais. E isto vem, digamos assim desde sempre. Afora a corrupção óbvia concorre aos problemas no esgotamento pluvial a óbvia falta de educação de nosso povo que descarta tudo o que se possa imaginar e isto acaba sempre na rede de esgotamento pluvial.
Porque essa preocupação agora?
Por que agora não haverá desvio de dinheiro dos contribuintes ao patrocínio do FAVELÃO FARROUPILHA que sempre é realizado no Parque da Harmonia que a RB$ diz ser Parque $irot$ki.
Todo o dinheiro retirado do orçamento das Prefeituras e destinado em nosso Estado em quase todas as cidades às festas “gáuchas” que rendem e muito aos cofres dessa empresa.
Não faz muito tempo essa RB$ caiu de pau tanto na Câmara Municipal de Tramandaí quanto na de Imbé.
O mesmo não foi feito em Capão da Canoa ou mesmo Xangri-Lá por que as Prefeituras de lá com recursos dos contribuintes pagam tais festanças destinadas aos tolos urbanos que por um final de semana se julga “fazendeiros de verdade”.
A imoralidade é tamanha que até mesmo boiadas são alugadas para que os tolos maltratem esses animais.
Capão foi poupada por que sempre ao final da temporada, ou seja, em meados de março realizava a MAIOR FEIRA DE OVELHAS DO PLANETA onde papais e mamães colocavam suas crias à mostra num mercado rentável apenas a algumas, pois as demais só encontrariam o “sucesso” nos lupanares da vida.
Encerrada essa feira a RB$ recebia em dinheiro vivo dos cofres daquela Prefeitura a bagatela de MEIO MILHÃO DE REAIS. Nesse ano tal feira deixou de ser realizada, mas tudo indica que buscaram outros caminhos para carrear o dinheiro dos contribuintes de Capão à RB$.

Por falar em água lembro o estrago feito pelos AGENTES do MP que se juntam com os guardas do Sartori e saem a brincar de ser AUTORIDADE POLICIAL, algo reservado apenas aos DELEGADOS DE POLÍCIA e partiram para cima de uma engarrafadora de água mineral do Vale do Taquari assim como um CC do PMDB do Sartori na área de saúde naquela região. O CC devido a todo o estardalhaço feito nos meios de comunicação teve morte decorrente de problemas cardíacos obviamente agravados com a tal operação. Não estaria o MP assim agindo para pressionar Sartori que vai vetar aumento de salários também a esses AGENTES já muito bem pagos?
Por que esses AGENTES do MP e seus guardas de quarteirão do Sartori não prendem o pessoal do DMAE que está vendendo água aparentemente podre aos que habitam Porto Alegre?

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

14/06/2016

Globo rege a banda Ré Pública

OBScena: ditadura, golpe e boçalidade à moda Globo

Globo Ressurge a Democracia

Quando tenho dúvida a respeito de determinados fatos políticos, observo o posicionamento da Rede Globo e de seus ventríloquos no RS. E opto pelo oposto. Não erro nunca. Quem tem no seu DNA uma conjunto de procedimentos todos voltados contra os interesses sociais, e que trabalha com afinco para negar qualquer direito que não seja do seu grupo de interesse, não merece respeito, muito menos credibilidade. Desde sempre, todas as iniciativas que foram tomadas em benefícios dos desvalidos, a Globo tem se posicionado contra. Todos os governos que priorizam a educação, a Globo vê como concorrente, porque pensa que ela detém o direito de educar o povo brasileiro. Desde sempre, a educação começa pelo exemplo. O exemplo que a Rede Globo dá é de total desrespeito à inteligência alheia. Trama, dá golpe, sonega, mente, incrimina, julga e condena, mas só seus adversário ideológicos. Para a Globo, CUnha é um anjo, um bênção.

Mais uma vez na história deste país, sob o comando da Rede Globo é instalada a Cleptocracia. Na orquestra que a Rede Globo montou para tocar o baile da Ilha Fiscal os músicos são todos réus. A escolha da Globo se deu exatamente segundo a ordem crescente de denúncias.  A menor acusação que pesa sobre eles é a tentativa de golpe para acabar com as investigações que os tornam réus. Nenhuma investigação pode ser feita sobre os golpistas, pelos menos não antes de consuma-lo. A ordem, em forma de método e prática, às vezes implícita mas quase sempre de forma bem explícita, percorrem os múltiplos braços do polvo siciliano também conhecido como Cosa Nostra, no popular, Máfia. Nossa velha mídia forma verdadeiro grupo mafiomidiático sob coordenação do Instituto Millenium.

O termo república nasce com Cícero, no seu De Re Publica, inspirada nos diálogos de Platão. O filósofo grego concebia uma forma ideal de organização política. O romano, usando o método socrático, via na Re Publica (a coisa pública) medida para um bom governo. Pelas páginas de O Globo e via Jornal Nacional, o Grupo Globo também vende sua concepção de governo. É a ré pública. Todos os que ela apoia são foram, são ou serão réus públicos. As escolhas obedecem uma lógica. E tem história, está incrustrado no seu DNA. É uma longa construção que remonta à sua origem mas que aparece claramente como “ré pública” em 1954, e confirma com o conjunto da obra perpetrada em 1964. Ali estavam todos os artigos com quais trabalharia ao longo do tempo até os dias de hoje. Nos governos instaurados sob os auspícios da Rede Globo os principais personagens, sejam em 1964 ou em 2016, nunca passam pelo crivo popular. Quando passam, como Collor de Mello, só com grosseira manipulação. E ainda assim, não sobrevivem por que são tão honestos quanto quem os engendram.

globo diadurad

Nada mais parecido com os jornais de 1964 que as repetidas edições de 2016. Até o apoio à Marcha dos Zumbis se parece com aqueles da famiglia, tradição e propriedade de 1964. Recentemente a Rede Globo omitiu, escondeu, uma manifestação de centena de milhares de pessoas pela paulista, exatamente como fizeram com o comício pela Diretas-Já, em 1984, no Vale do Anhangabaú.

É sintomático que a Rede Globo já tenha admitido em editorial que foi um erro o apoio à Ditadura. Não pediu perdão, nem disse que não o faria de novo. Pior, jamais admitiu que foi um erro ter escondido os comícios que pediam Diretas-Já, nem que não mais manipularia debates, como fez com o debate entre Lula x Collor. Mas Boni, 22 anos depois, confessou a manipulação. Está gravado em vídeo.  E o que se fez diante das palavras de Boni? Nada. A mídia não se mexeu. A justiça não se mexeu. O governo não se mexeu. O MPF não se mexeu. Então, se tudo o que se faz de errado não é questiono, resta a lição de que se pode continuar cometendo o mesmo crime. A Globo entendeu o recados das instituições e permanece com as mesmas práticas. Da mesma forma acontece em relação aos crimes da ditadura. Quando o STF decide que não se deve mexer com os crimes praticados pela ditadura, é porque está cultivando e adubando Bolsonaro. Bolsonaro, hoje, é filho da omissão covarde do STF em relação aos crimes da ditadura. Entende-se, pois, para condenar os crimes praticados pela ditadura, o STF chegaria na Rede Globo, nas peruas da Folha e nas valas clandestinas do Cemitério de Perus. Chegaria aos mandantes e beneficiados das sessões de tortura, estupro, morte e esquartejamento. Paulo Malhães confessou, e nem por isso houve punição. Brilhante Ustra morreu inocente… Por essas e outras que há ainda imbecis que pedem a volta da ditadura. A existência destes boçais é a contribuição silenciosa do STF à grande famiglia de Bolsonaros.

Globo x 13 salario

A Rede Globo sabe que a verdade só pode ser obtida pelo conhecimento. Está na alegoria da Caverna, na República de Platão. Por isso a mentira na forma de informação. A verdade é conhecimento, a Globo depende da mentira para sobreviver. E por isso a vende como verdade. A ignorância é a mãe do atraso, e o atraso é uma mãe para a Globo.

Quanto ao papel do Globo, basta verificarmos, por exemplo, edições da época. O golpe militar foi festejado com o “Ressurge a Democracia”. Se no princípio da ditadura a Globo vendia que o 13º aos trabalhadores seria uma tragédia, em 2016 fez publicar, para atacar as políticas sociais e raciais, o famigerado “Não somos Racistas”.  Os editorias de antes agora se somam aos livros e articulistas proxenetas que fazem às vezes de voz do patrão.

Toda vez que um governo resolve implantar políticas sociais, as organizações Globo partem para o golpe. Foi assim com Getúlio Vargas em 1954, com Jango em 1964, com Brizola (Proconsult) em , com Lula (Rubens Ricúpero & Carlos Monforte) e as estatuetas ao Assas JB Corp, e agora com a parceria com Eduardo CUnha para derrubar Dilma e “Restaurar a Cleptocracia”. FIES, PROUNI, Mais Médicos, tudo foi duramente combatido pela mesma plutocracia que finanCIA a Globo. E, pela ignorância, muitos dos beneficiados com estas políticas, sequer se dão conta do quanto foi difícil implementá-las, de quem trabalhou para que elas existissem, e também dos que trabalharam para que elas não vingassem. É o caso do ENEM, por exemplo, que sobrevive apesar da luta diuturna dos privatistas.

globo (4)

Simbolicamente, a República de Platão denuncia que a cicuta a Sócrates é a forma com que a plutocracia chega ao poder. Faz-se necessário conspirar, atacar diuturnamente, injetando cicuta na forma de ódio de classe, como se viu nas manifestações convocadas pela Rede Globo. Sócrates foi acusado pela plutocracia ateniense de enganar os jovens. Qual a diferença entre os acusadores de Sócrates com o papel desempenhado Bolsonaro, Silas Malafaia, José Serra, Michel Temer, Aécio Neves, Merval Pereira e Eduardo CUnha, todos na mão da Globo, nas manifestações em apoio ao golpe!?

Da Alegoria da Caverna saem as semelhanças com o baile dos vampiros da plutocracia brasileira. Nem tudo é o que parece.

A Rede Globo não tem Platão no seu manual. Outro personagem da mitologia grega casa melhor com o método Globo, Procusto.

Golpistas (8)

Este bandoleiro grego tinha um estilo de  aplicar justiça igual aos métodos empregados pela Rede Globo. Suas vítimas eram espichadas sobre uma cama. As mais curtas, espichava. As maiores, cortava para que ficassem do tamanho da cama.

Assim são as informações da Rede Globo, corta ou espicha dependendo da vítima. Por exemplo, se preocupa com os pedalinhos do Lula mas silencia a respeito dos envolvidos com um heliPÓptero com 450 kg de pasta base de cocaína. Nada diz a respeito da Lista Falciani do HSBC, da Lista de Furnas, da Lista Odebrecht, do Panama Papers, onde aliás está de corpo, alma e triplex (sob o manto da Mossack & Fonseca). A Globo entende tudo dos filhos do Lula, mas nada diz a respeito do filho de FHC com a funcionária Miriam Dutra, ou de Paulo Henrique Cardoso, de Luciana Cardoso. A Rede Globo nunca deu espaço em seu Jornal Nacional para falar da participação de sua filial RBS, pega na Operação Zelotes, ou Zelotsky como carinhosamente apelidam os gaúchos, decorrente dos escândalos no CARF.

Golpistas (4)

Sonegação, Meritocracia, Choque de Gestão são assuntos tratados ao melhor estilo Procusto. Meritocracia acontece quando um estudante no Rio de Janeiro, com apenas 17 anos, ganha emprego em Brasília. Quando ganha de presente de parentes emprego de vice-presidente das Loterias da Caixa. Quando constrói aeroportos com dinheiro público em terras de familiares. Quando uso o helicóptero do estado para transportar familiares e amigos. Quando é preso bêbado, sem carteira de trânsito e ainda assim não vira escândalo.

Para quem se interessa, há um livro disponível em “.pdf” na internet, a História Secreta da Rede Globo, escrita por Daniel Hertz. Há também um documentário que a Globo conseguiu proibir sua divulgação no Brasil, mas que também está disponível para quem quer conhecer um pouco melhor a respeito do modus operandi da famiglia mais siciliana do Brasif, Muito Além do Cidadão Kane.

grupos mafiomidiaticos

Dado o golpe, a Globo recomeça um período de purificação. Aos poucos entrega os anéis para ficar com os dedos. Mas jamais entrega o rubi, o PSDB. Estes são monstros sagrados. E não só para a Globo, mas também para o Estadão, Folha, RBS, Poder Judiciário, MPF. Como confessou o deputado gaúcho Jorge Pozzobom, o PSDB tem imunidade e, por isso, pode traficar, dirigir embriagado, ser decadelatado, que continuará como se fosse um partido de vestais.

Despois do Golpe, o STF afasta CUnha. Depois do Golpe, a Rede Globo ataca CUnha. Depois do Golpe, a Folha e Estadão, sempre a serviço do José “tarja preta” Serra, soltam pequenas notas contra Aécio Neves. Depois do golpe, cospem em quem sujou as mãos por eles.

Grupos Mafiomidiaticos

Os EUA invadiram a Itália pela Sicília. Não foi uma escolha aleatória. Houve um acordo com a máfia. Foram recebidos com tiros de festim. É mais ou menos isso que está acontecendo no Brasil.

Os cleptocratas adentram ao Palácio do Planalto sob tiros de festim. O Paraguai os reconhece.

Ressurge a Cleptocracia!

21/12/2015

Rede Bunda Suja no mercado de bundas limpas

zelotes 87365_nUm midiota, aquele que acredita em tudo o que os grupos mafiomidiáticos dizem, jamais se pergunta: quem paga a conta dos eventos aos quais a RBS se faz presente? Os cidadãos daquela cidade. A RBS não vai a lugar algum sem que morda o erário.

Veja-se o caso do funcionário da RBS, Lasier Martins. Com uma Agenda 2020 e um partido de aluguel, se elegeu-se senador. E assim Vieira da Cunha virou secretário do Tiririca da Serra… Nos tais de encontros pelo interior, a RBS ganhava duplamente. Fazia-se presente na comunidade e a comunidade arcava com os custos de sua estadia aí. Os financiadores ideológicos, autores da Agenda 2020 do Lasier Martins & RBS, são os mesmos que financiam gente como Eduardo CUnha e são favoráveis ao finanCIAmento privado das campanhas. Eles estão acostumados a adquirirem democracia à sua feição. Se não forem, vão atrás de golpe. Os golpistas, de 1954, 1964 e de agora tem origem nos recursos dos que se locupletam com o Estado em parceria com o PIG.

O mercado de eventos da RBS no Litoral é uma parceria entre esta empresa e políticos da estirpe de Eduardo CUnha do Litoral. De um lado, a feira de tóxico e bebidas alcoólicas para jovens em Atlântida, de outro o açougue de bundas em Capão da Canoa. No meio, uma turba de midiotas que são cavalgados e seguem bovinamente o que a  Baita Rede Sonegadora diz.

Possível desvio de recursos da Prefeitura de Capão da Canoa à RB$

Por jloeffler – No dia 20/12/2015

Possível desvio de recursos da Prefeitura de Capão da Canoa à RB$

Jorge Loeffler
20:17 (Há 1 minuto)</JORGE.LOEFFLER@GMAIL.COM>

para Ministério
http://praiadexangrila.com.br/grupo-busca-reduzir-salarios-de-prefeito-e-vereadores-de-tramandai/

Grupo busca reduzir salários de prefeito e vereadores de Tramandaí

Por jloeffler – No dia 20/12/2015

Eis aí o resultado da campanha da RB$ contra o Legislativo de Tramandaí. Uma empresa desonesta como a RB$ que costuma não somente deixar de pagar o IR assim como acertar-se com corruptos para não pagar nem mesmo aquilo que declara tem a pretensão de ditar normas de conduta em municípios praianos. Isto a RB$ não faz em Capão da Canoa por que em meados de março ali realiza a maior feira de ovelhas deste país onde papais e mamães ‘zelosos’ colocam suas crias à disposição do mercado. A ‘honesta e proba’ RB$ leva daquela Prefeitura a modesta quantia de MEIO MILHÃO DE REAIS, dinheiro dos contribuintes que é desviado de sua finalidade. Vou encaminhar o link dessa post ao MP da Comarca de Capão da Canoa na expectativa de que o mesmo faça o seu dever, evitando assim esse desvio de recursos públicos de sua finalidade que não é pagar festas à REDE BAITA $ONEGADORA.
O Editor

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by Gastão Muri

Ação aconteceu na Praça Leonel Pereira

Hoje à tarde o grupo “Tramandaí em Ação” realizou coleta de assinaturas na Praça Leonel Pereira, centro de Tramandaí, visando reduzir os salários do prefeito e vereadores.

BOBOS À SERVIÇO DA RB$
O grupo considera que o Legislativo do município não vem realizando um trabalho que contente à comunidade, o que se reflete na contrariedade de diversos segmentos da comunidade em relação aos salários dos vereadores. Moradores de Tramandaí e da Região Metropolitana assinaram o manifesto.
O grupo também aponta o elevado gastos em diárias por parte da Câmara como uma afronta à comunidade.

Fonte: https://gastao30.wordpress.com/2015/12/20/grupo-busca-reduzir-salarios-de-prefeito-e-vereadores-de-tramandai/

Praia de Xangri-Lá | Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

18/11/2015

Deu no New York Times

Depois desta resta aos vira-latas sarnentos arrastarem o traseiro no chão para coçar o rabo. Acabou a política subserviente daquele que mandava seus diplomatas tirarem os sapatos para entrar nos EUA. E foi com esta altivez que os EUA começaram a respeitar o Brasil. Barack Obama declarou que Lula é o cara. Dilma, após a revelações de Edward Snowden, deu o troco e deixou os EUA rastejando. Nossos vira-latas estão morrendo de ódio, o que só faz aumentar a perseguição ao Lula e à Dilma.

Mas também se equivoca o NYT, pois a Rede Globo só ilude seus midiotas. Qualquer pessoa dotada de um mínimo de inteligência já sabe que uma vez golpista, golpista sempre. O povo não é bobo!

The New York Times detona a Globo: "TV que ilude o Brasil"

The New York Times faz crítica-denúncia à Rede Globo: "TV irrealidade que ilude o Brasil"

Globo New York Times

A jornalista Vanessa Barbara apresentou uma dura crítica à Rede Globo em sua coluna no The New York Times na última semana.

No artigo traduzido e veiculado no Brasil pelo UOL, a também colunista do Estadão e editora do site literário “A Hortaliça”, analisou um dia de programações da emissora e descreveu o ato de assistir ao canal como “se acostumar a chavões e fórmulas cansadas”.

As críticas vão dos telejornais aos talk shows e novelas.

Veja o texto na íntegra:

No ano passado, a revista “The Economist” publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que “91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e apenas para a emissora detentora dos direitos naquele ano de transmitir a partida do Super Bowl, a final do futebol americano”.

Esse número pode parecer exagerado, mas basta andar por uma quadra para que pareça conservador. Em todo lugar aonde vou há um televisor ligado, geralmente na Globo, e todo mundo a está assistindo hipnoticamente.

Sem causar surpresa, um estudo de 2011 apoiado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que o percentual de lares com um aparelho de televisão em 2011 (96,9) era maior do que o percentual de lares com um refrigerador (95,8) e que 64% tinham mais de um televisor. Outros pesquisadores relataram que os brasileiros assistem em média quatro horas e 31 minutos de TV por dia útil, e quatro horas e 14 minutos nos fins de semana; 73% assistem TV todo dia e apenas 4% nunca assistem televisão regularmente (eu sou uma destes últimos).

Entre eles, a Globo é ubíqua. Apesar de sua audiência estar em declínio há décadas, sua fatia ainda é de cerca de 34%. Sua concorrente mais próxima, a Record, tem 15%.

Assim, o que essa presença onipenetrante significa? Em um país onde a educação deixa a desejar (a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico classificou o Brasil recentemente em 60º lugar entre 76 países em desempenho médio nos testes internacionais de avaliação de estudantes), implica que um conjunto de valores e pontos de vista sociais é amplamente compartilhado. Além disso, por ser a maior empresa de mídia da América Latina, a Globo pode exercer influência considerável sobre nossa política.

Um exemplo: há dois anos, em um leve pedido de desculpas, o grupo Globo confessou ter apoiado a ditadura militar do Brasil entre 1964 e 1985. “À luz da História, contudo”, o grupo disse, “não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”.

Com esses riscos em mente, e em nome do bom jornalismo, eu assisti a um dia inteiro de programação da Globo em uma terça-feira recente, para ver o que podia aprender sobre os valores e ideias que ela promove.

A primeira coisa que a maioria das pessoas assiste toda manhã é o noticiário local, depois o noticiário nacional. A partir desses, é possível inferir que não há nada mais importante na vida do que o clima e o trânsito. O fato de nossa presidente, Dilma Rousseff, enfrentar um sério risco de impeachment e que seu principal oponente político, Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, está sendo investigado por receber propina, recebe menos tempo no ar do que os detalhes dos congestionamentos. Esses boletins são atualizados pelo menos seis vezes por dia, com os âncoras conversando amigavelmente, como tias velhas na hora do chá, sobre o calor ou a chuva.

A partir dos talk shows matinais e outros programas, eu aprendi que o segredo da vida é ser famoso, rico, vagamente religioso e “do bem”. Todo mundo no ar ama todo mundo e sorri o tempo todo. Histórias maravilhosas foram contadas de pessoas com deficiência que tiveram a força de vontade para serem bem-sucedidas em seus empregos. Especialistas e celebridades discutiam isso e outros assuntos com notável superficialidade.

Eu decidi pular os programas da tarde –a maioria reprises de novelas e filmes de Hollywood– e ir direto ao noticiário do horário nobre.

Há dez anos, um âncora da Globo, William Bonner, comparou o telespectador médio do noticiário “Jornal Nacional” a Homer Simpson –incapaz de entender notícias complexas. Pelo que vi, esse padrão ainda se aplica. Um segmento sobre a escassez de água em São Paulo, por exemplo, foi destacado por um repórter, presente no jardim zoológico local, que disse ironicamente “É possível ver a expressão preocupada do leão com a crise da água”.

Assistir à Globo significa se acostumar a chavões e fórmulas cansadas: muitos textos de notícias incluem pequenos trocadilhos no final ou uma futilidade dita por um transeunte. “Dunga disse que gosta de sorrir”, disse um repórter sobre o técnico da seleção brasileira. Com frequência, alguns poucos segundos são dedicados a notícias perturbadoras, como a revelação de que São Paulo manteria dados operacionais sobre a gestão de águas do Estado em segredo por 25 anos, enquanto minutos inteiros são gastos em assuntos como “o resgate de um homem que se afogava causa espanto e surpresa em uma pequena cidade”.

O restante da noite foi preenchido com novelas, a partir das quais se pode aprender que as mulheres sempre usam maquiagem pesada, brincos enormes, unhas esmaltadas, saias justas, salto alto e cabelo liso. (Com base nisso, acho que não sou uma mulher.) As personagens femininas são boas ou ruins, mas unanimemente magras. Elas lutam umas com as outras pelos homens. Seu propósito supremo na vida é vestir um vestido de noiva, dar à luz a um bebê loiro ou aparecer na televisão, ou todas as opções anteriores. Pessoas normais têm mordomos em suas casas, que são visitadas por encanadores atraentes que seduzem donas de casa entediadas.

Duas das três atuais novelas falam sobre favelas, mas há pouca semelhança com a realidade. Politicamente, elas têm uma inclinação conservadora. “A Regra do Jogo”, por exemplo, tem um personagem que, em um episódio, alega ser um advogado de direitos humanos que trabalha para a Anistia Internacional visando contrabandear para dentro dos presídios materiais para fabricação de bombas para os presos. A organização de defesa se queixou publicamente disso, acusando a Globo de tentar difamar os trabalhadores de direitos humanos por todo o Brasil.

Apesar do nível técnico elevado da produção, as novelas foram dolorosas de assistir, com suas altas doses de preconceito, melodrama, diálogo ruim e clichês.

Mas elas tiveram seu efeito. Ao final do dia, eu me senti menos preocupada com a crise da água ou com a possibilidade de outro golpe militar –assim como o leão apático e as mulheres vazias das novelas.

Adnews

The New York Times detona a Globo: "TV que ilude o Brasil"

17/11/2015

Perseguição a Lula servem para esconder isso

Filed under: Educação Pública,El País,Geraldo Alckmin,Perseguição,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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É claro que não vais encontrar isso na mídia venal brasileira. O PSDB faz bem o serviço de comprar os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Mas o El País parece que ainda não entrou no rol dos veículos distribuídos, como as milhares de assinaturas da Veja, nas escolas públicas de São Paulo.

Não tivéssemos no comando da mídia brasileira verdadeiras máfias familiares e não estaríamos tendo de buscar informação no exterior. Em relação ao PSDB, o acobertamento, a bem da verdade, não se deve exclusivamente à mídia. Há um compadrio, uma verdadeira relação umbilical de mútua proteção, com procuradores do tipo Rodrigo de Grandis. Os vazamentos seletivos, sempre buscando incriminar Lula e seus familiares é também parte deste compadrio.

A perseguição a Lula, ao PT e à Dilma é diversionismo para esconder a verdadeira bandidagem com a qual os acusadores se locupletam.

Por que isso não dá manchete nos jornais nem capa da Veja?

Por que a reforma que afeta 300.000 alunos em SP virou caso de polícia?

Para especialistas, falta de planejamento do Governo estadual agravou a crise

Gil Alessi São Paulo 14 NOV 2015 – 21:14 BRST

Escolas ocupadas em SP

Estudantes acampam em frente a escola ocupada. / R. Rosa (AgBr)

A mais nova dor de cabeça do governador Geraldo Alckmin não tem relação com as torneiras secas devido à falta de água, tampouco foi provocada por chacinas cometidas na periferia por policiais militares. Esta crise foi gestada quando o Governo decidiu efetuar uma reforma no sistema de educação, que fechará 94 escolas, mas vai mexer com a vida de 300.000 alunos de escolas estaduais de São Paulo. Para especialistas, teve como ingrediente principal a falta de diálogo do Governo com a comunidade escolar.

A tensão explodiu em outubro, quando alunos da rede pública tomaram as ruas para protestar contra o plano de reforma do sistema educacional no Estado – que até então não havia sido explicado claramente para os envolvidos. A insatisfação dos estudantes alcançou outro patamar na terça-feira, quando dezenas deles resolveram ocupar a escola Fernão Dias, no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. “Nós gritamos e ninguém nos ouviu”, disse um dos ocupantes.

O movimento se espalhou para outras unidades, e na quinta-feira já eram seis os centros de ensino tomados pelos alunos. Na sexta-feira, houve outras adesões. A reação do Governo, de pedir na Justiça a reintegração de posse dos terrenos e acionar a polícia militar para sitiar algumas delas – no entorno da Fernão eram mais de 100 PMs e culminou com cenas de repressão com gás de pimenta – jogou mais gasolina em uma situação já inflamada. “É uma questão política, não de polícia!”, cantavam os estudantes que acampavam em frente à escola na noite de quinta-feira, sob o olhar atento da tropa de choque da corporação. Mexer com direitos básicos, como educação, tem um peso grande num país que ainda cobra pela melhoria da qualidade para sair das piores estatísticas do mundo.

No final de outubro, o plano de reforma de Alckmin, que será implementado a partir de 2016, foi detalhado pela Secretaria de Educação. Ele prevê o fechamento de 94 escolas (1,8% do total de rede), que terão seus prédios cedidos para outras finalidades educacionais, como creches e ensino técnico. Além disso, haverá o remanejamento de turmas em 754 unidades, para que haja apenas um ciclo educacional em cada – mais de 300.000 estudantes serão transferidos. Hoje, o ensino é dividido em três ciclos. O primeiro, agrega alunos do 1º ao 5º ano do Fundamental (entre seis e onze anos); o segundo, do 6º ao 9º ano do Fundamental (entre 12 e 14 anos); e o terceiro, alunos entre 15 e 17 anos no Ensino Médio.

A reforma pretende que o número de escolas que hoje recebem alunos dos três ciclos, as chamadas ciclos mistos, diminua. E as instituições que recebem apenas um dos três ciclos, aumentem. Os maiores receios da população são que com o novo plano os estudantes sejam obrigados a migrar para escolas com desempenho inferior à atual, mais distantes, e com salas superlotadas.

Não há comprovação de que a unificação do ciclo é benéfica

A medida do Governo foi anunciada alguns meses após o término de uma das maiores greves de professores do Estado, que durou 82 dias, de março a junho deste ano, e reivindicava melhorias salariais, que não foram atendidas. Tudo soma-se a este caldo de insatisfação, uma vez que muitos professores não sabem se continuarão a dar aulas nas escolas onde estão empregados atualmente. A Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo é contra a reforma, sob a alegação de que professores serão demitidos e haverá uma precarização nas unidades. A entidade convocou uma paralisação contra a medida para o dia 27 de novembro, sob o lema "Nenhuma escola fechada, nenhuma sala superlotada", e em seu site afirmou estar "em estado de greve contra a bagunça na rede de ensino" – o estado de greve é um indicativo de que os professores podem cruzar os braços novamente em breve.

A comunicação oficial para os familiares será neste sábado (14), quando as escolas ficarão abertas para que os diretores e supervisores esclareçam eventuais dúvidas dos pais. A Secretaria Estadual de Educação afirma que a medida foi adotada em um contexto de redução de demanda – o número de alunos caiu de 6 milhões em 1998 para 3,8 milhões atualmente. As razões apontadas são uma queda na natalidade da população e a absorção de boa parte dos alunos pelas redes particular e municipal. Além disso, a pasta informa que “o modelo [de ciclo único] é utilizado em outros países referências em educação”, e que escolas de segmento único do ensino médio “têm um rendimento até 28%s superior às demais”.

Especialistas discordam, e dizem que faltou diálogo por parte do Governo antes de tomar a medida. “A decisão veio de cima para baixo, e agora você vê como a comunidade está reagindo”, afirma Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. De acordo com o cientista social, a justificativa para a unificação de ciclo é “muito superficial do ponto de vista pedagógico”, uma vez que “não existe nenhuma conclusão” de que o modelo é mais eficiente. Segundo ele, as melhores escolas são as com maior diversidade: “É importante que um aluno do ensino médio saiba interagir com um aluno mais novo. Isso enriquece o processo educacional”.

Cara é crítico do processo de fechamento – ou cessão de escolas para outro fim, termo adotado pelo Governo -, e aponta o que considera o “caminho ideal” a ser trilhado pelo Brasil, seguindo um modelo adotado nos países desenvolvidos: “Escolas que têm ociosidade [salas vazias e poucas turmas] devem avançar para a educação integral e ensino técnico para o ciclo médio na mesma unidade”. De acordo com o coordenador, “uma medida de gestão boa na área de educação precisa ser producente, facilitar o acesso à formação, e não restringir, que é o que o secretário fez”, diz o coordenador. Ele destaca que existe uma demanda pelo ensino estadual, comprovada por unidades com salas de aula lotadas. “O conjunto da história do país não tem sido de ampliação do direito à educação, e do nosso ponto de vista, é inaceitável o fechamento de escolas”, afirma.

É preciso debater publicamente a reforma para obter consensos mínimos

Das escolas que serão fechadas, 30 apresentaram desempenho superior à média do Estado no Idesp de 2014 – principal indicador de qualidade da educação paulista -, segundo reportagem do jornal o Estado de São Paulo.

João Cardoso Palma Filho, professor da Unesp e integrante do Conselho Estadual de Educação, acredita que faltou diálogo, e que a comunidade escolar “foi pega de surpresa” pelo anúncio da reforma. “Não vou dizer que apenas o diálogo resolveria, mas pelo menos neutralizaria a ação de pais, que saberiam que seus filhos estudariam perto de casa [o Governo afirmou que a distância entre a escola antiga e a nova não superará 1,5km], e que eles ainda teriam escolas”, diz. “No escritório, com uma planilha de Excel no computador, se resolve tudo. ‘Falta combinar com os russos’”, afirma, parafraseando o jogador Mané Garrincha.

Ele também critica a justificativa de que o ciclo único é positiva para o desempenho dos alunos. “Não há comprovação de que a unificação do ciclo é benéfica”. Cardoso diz que o argumento se baseia em alguns bons resultados da medida obtidos após a municipalização de parte do ensino nos anos 90. “Muitas escolas de ciclo único apresentaram bons resultados, mas essa separação não é garantia de bom desempenho da escola”, afirma, lembrando que “a secretaria estadual investiu pesadamente nisso”, mas que em muitos casos “o resultado foi péssimo, principalmente no ensino médio”.

"Sem consenso não há reforma"

“A educação, e sobretudo a mudança em educação, precisa ser preparada”, afirma o professor da Universidade de Brasília e ex-consultor da Unesco para a Educação Célio da Cunha. Segundo ele, resistências às mudanças são parte do processo, uma vez que educação envolve os valores da sociedade. “É preciso debater publicamente a reforma para obter consensos mínimos. Nenhuma reforma na educação no mundo avança hoje sem consenso”, diz.

O professor afirma que existem inúmeros exemplos na história brasileira e mundial de propostas de mudanças educacionais que eram boas, “mas que não foram devidamente apresentadas e discutidas com alunos, professores e pais, acabaram redundando em fracasso”. De acordo com Cunha, para dar certo, “é preciso que a reforma entre no imaginário da sociedade de modo geral”.

Escolas ocupadas em São Paulo: Por que a reforma que afeta 300.000 alunos em SP virou caso de polícia? | Brasil | EL PAÍS Brasil

15/10/2015

Reporcagem da Folha desafia a lógica mais elementar

folha1Em sua louca cavalgada em direção ao golpe paraguaio contra Dilma, a Folha desafia a lógica. Deu-se o mesmo no governo Lula quando da defenestração do Severino Cavalcanti. Ambos, Eduardo CUnha e Severino Cavalcanti, só chegaram à Presidência da Câmara graças ao apoio ostensivo dos assoCIAdos dos Instituto Millenium aos seus midiotas do PSDB/DEM.

Eduardo CUnha é um produto exclusivo dos golpistas da mídia e de uma oposição com síndrome de abstinência eleitoral. Capitaneando todos, o Napoleão das Alterosas e seu mentor, FHC. Carlos Sampaio e Paulinho da Força Sindical são meros estafetas. Eduardo Cunha não só não foi apoiado pelo PT como é o condutor de todas as iniciativas do “quanto pior melhor” exatamente para destruir o Governo Dilma.

A marotagem da Folha tem nome: Judith Brito!

Então que dizer que logo agora que o STF interrompeu a marcha golpista do melhor  amigo da Rede Globo, que está nas cordas jogado pela Suíça, Dilma salvaria o herói do MBL e da marcha dos zumbis? Ora, Dilma não move um dedo sequer para salvar seus próprios correligionários, porque o faria para salvar um crápula, o maior dentre todos os que se aliaram aos grupos mafiomidiáticos exatamente para golpea-la?!

A Folha deveria era perguntar ao MPF por que ainda não pediu a prisão da mulher do Eduardo Cunha. Cobrar do MPF porque, por mera semelhança, pediu a prisão da cunhada do Vaccari mas nada fazem  com aquela cujas provas já foram produzidas pela Suíça e encaminhadas prontinhas ao Brasil? Seria porque o MPF, sob o guarda-chuva da velha mídia, virou um imenso Rodrigo de Grandis?! Todo mundo sabe que hoje o esporte mais popular no MPF é caça ao Lula Gigante. Deve ser por isso que não pediram a prisão preventiva de Eduardo Cunha.

Cunha negocia acordo com governo para salvar mandato

A contrapartida do peemedebista seria barrar os pedidos de impeachment

Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que precisam de um acerto para sobreviver à crise

DE BRASÍLIA, para a FOLHA

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o governo negociaram os termos de um acordo para de um lado, salvar o mandato do deputado e, de outro, evitar um processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

Cunha e assessores presidenciais vinham ensaiando essas negociações nos últimos dias. Nesta quarta (14), elas foram acertadas na busca do que é classificado, dentro do governo, de um "armistício" visando tirar a temperatura da crise política.

O acordo tácito foi tema de um almoço entre o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e gira em torno de dois pontos básicos.

O primeiro é a garantia pelo governo e pelo PT de que o Conselho de Ética não vai aprovar um parecer pela cassação de Cunha. O pedido, feito pelo PSOL e pela Rede e assinado por 34 dos 62 petistas, começará a tramitar no final do mês no colegiado.

O segundo é que o presidente da Câmara, do seu lado, deixaria de tomar decisões sobre pedidos de impeachment contra a petista, inviabilizando a tramitação de processos do gênero.

O almoço entre Temer, Cunha e Renan foi realizado depois que o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) pediu ao vice que ajudasse numa aproximação com o presidente da Câmara. Durante o encontro dos peemedebistas, Cunha teria dito que não tem "nenhum interesse" em sacrificar Dilma se o PT também não sacrificá-lo no Congresso.

Um assessor do governo disse à Folha que as negociações não visam fechar um acordo formal, o que seria impossível politicamente, mas uma "trégua ou armistício" para acalmar os ânimos. E, alguns reconhecem, é um acordo que pode ter vida curta dependendo do que vier pela frente contra ambos.

À noite, Temer relatou a Wagner a conversa com Cunha. Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que, neste momento, precisam desse acordo para sobreviverem politicamente. Até o ex-presidente Lula, um dos entusiastas da tática de não agressão à Cunha, desembarcou em Brasília para traçar estratégias visando barrar um eventual impeachment.

Nas palavras de um assessor palaciano, o "patrimônio de Cunha hoje é não decidir nada" sobre o impeachment. Do lado do peemedebista, a avaliação é que, pela primeira vez, ele precisa buscar confiar no governo, com o qual esteve em guerra, para não ter seu mandato cassado.

O governo, com o PMDB, tem maioria para travar a tramitação de um processo de cassação no Conselho de Ética. O órgão tem 21 integrantes, sendo 9 do bloco comandado pelo PMDB. Somados os 7 do bloco liderado pelo PT, há número suficiente para barrar o processo contra o peemedebista.

Cunha tem apelado a aliados e ao governo para que não seja aprovada a sua cassação no colegiado. O parecer do conselho, aprovando ou rejeitando a cassação do deputado, precisa ser submetido ao plenário da Casa, em votação aberta, de qualquer maneira.

Mas, na avaliação de aliados de Cunha, se o colegiado votar contra a cassação, há mais chances de o plenário fazer o mesmo. Para que haja a cassação, é preciso apoio de pelo menos 257 dos 512 colegas de Cunha na Casa.

O presidente da Câmara é acusado de integrar o esquema de corrupção na Petrobras, sob suspeita de ter recebido dinheiro de propina em contas secretas na Suíça. Em depoimento à CPI sobre a estatal, ele negou ter dinheiro no exterior. Se ficar comprovado que Cunha mentiu aos colegas, sua situação se agravará.

Nas tratativas sobre o acordo, segundo assessores presidenciais, o peemedebista foi avisado de que o governo não tem condições de oferecer ajuda para barrar processos contra ele no STF ou no Ministério Público.

Cunha também pressiona Dilma a demitir o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). A petista, porém, resiste a afastar seu auxiliar.

Resultado dessas negociações, líderes petistas já estão articulando para que o partido não feche questão no Conselho de Ética sobre o processo de Cunha. Questionado nesta quarta sobre as negociações com o governo, Cunha disse que não "há nem guerra nem trégua" com nenhum dos lados. (RANIER BRAGON, DÉBORA ÁLVARES, MARINA DIAS, GUSTAVO URIBE E VALDO CRUZ)

21/09/2015

Como diria aquele Procurador da Lava Jato, tudo foi planejado na Casa do Civil

Os justiceiros do Brasil pariram uma versão da Ku Klux Klan. O que falta agora? Por Kiko Nogueira

Postado em 21 set 2015 – por : Kiko Nogueira

Enquanto isso, em Niterói

Enquanto isso, em Niterói

Para combater os arrastões nas praias da Zona Sul carioca, moradores resolveram arregaçar as mangas e fazer o que Rachel Sheherazade chamou de “compreensível”: estão caçando “marginais”.

Marginais é uma forma carinhosa de definir todo os que vêm dos ônibus do subúrbio em direção a Copacabana, Ipanema, Leme ou Leblon. No domingo, 20, um coletivo foi parado por um grupo de jovens que tentou partir para o linchamento. “Meliantes” fugiram pela janela.

Tudo foi combinado numa comunidade do Facebook, “Copacabana Alerta”. Após a pancadaria, os elogios pipocavam: “Só assim temos alguma chance de mudar a situação”, dizia um sujeito.

Não é algo isolado. Um pessoal no WhatsApp promete o seguinte: “Próximo fim de semana, já sabem. Porrada vai comer e a chinela vai cantar. Esses pivetes vão ver que aqui se faz, aqui se paga”.

Um policial civil sugeriu algumas medidas: “Em caso de violência contra esses marginais, se alguém atirar e matar um merda desses, não forneçam imagens à polícia! Apaguem imediatamente! Digam que o sistema está com defeito!”

O sistema que está com defeito é outro. Num país em que um ministro do STF se sente absolutamente à vontade para criminalizar quem quiser, atirando gasolina na fogueira das instituições, por que o cidadão comum deveria ser mais civilizado?

O surgimento de gangues em redes sociais é absurdo. Na Alemanha, o discurso do ódio contra refugiados chegou ao limite. Na semana passada, o Facebook anunciou que vai trabalhar em conjunto com as autoridades para coibir manifestações de racismo e xenofobia.

O ministro da Justiça Heiko Maas acusou a rede de agir com rapidez apenas para remover posts com seios nus. Foi montada uma força tarefa. A argumentação é cristalina: segundo a lei alemã, comentários públicos incitando a violência baseados em preconceito religioso e étnico dão até três anos de cadeia. O Facebook não pode ficar acima da lei.

Por aqui, a página Morte ao Lula, por exemplo, criada por um advogado, segue firme e forte. Você conhece milhares de outros casos. Se alguém achava que chegamos ao fundo do poço, sempre é possível dar uma cavada. Um bando resolveu fazer uma versão brasileira da Ku Klux Klan.

Em Niteroi, uma praça amanheceu com cartazes de um tal “Imperial Klans of America Brasil” nos postes.

“Comunista, gay, judeu, muçulmano, negro, antifa, traficante, pedófilo, anarquista. Estamos de olho em você”, lê-se num deles. “Antifa”, caso você esteja curioso, é uma abreviação de antifascista.

Tias andam com cartazes perguntando “por que não mataram todos em 1964?” e os passantes oferecem um copo d’água. Tá tudo liberado.

Mais uma vez, ouça o bom conselho da jornalista alemã Anja Reschke, que denunciou a resposta tímida da sociedade diante dessa loucura crescente: “Você deve se fazer ouvir, se opor, tomar uma atitude, abrir a boca”.

Deve. Ainda que não dê em nada.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

19/09/2015

Cadê o Deltan Dallagnol, o Igor Romário? Também viraram pó?!

A corrupção boa, abençoada, apareceu. Mas podemos tirar, se achar melhor…  Como disse El País, Deltan está mais preocupado em fornecer elementos aos golpistas do que investir em busca da verdade. Depois dos cultos evangélicos, agora ele se coloca como Cristo, a verdade e a vida…

Oremos!

Tesouraria de Aécio foi montada em escritório de fornecedora da Cemig

Como se não bastasse ter como tesoureiro oficial de campanha um primo (Frederico Pacheco de Medeiros) e que se manteve durante a campanha eleitoral no cargo de diretor da Cemig, a estatal de eletricidade do governo de Minas, o comitê do tucano onde o tesoureiro dava como endereço não era nenhuma sede do PSDB. Foi um imóvel de fornecedores da Cemig.

O imóvel na Rua Iguatemi 192, conjunto 192, no Itaim Bibi, na capital paulista, pertence à Patrymonyal Participações Ltda, segundo a própria prestação de contas do tucano declarando a doação do valor equivalente ao aluguel. Esta empresa tem como sócios a Engeform Construções e Comércio Ltda e seus donos, conforme documento da Junta Comercial do Estado de São Paulo. Continue lendo aqui

Tesouraria de Aécio foi montada em escritório de fornecedora da Cemig | Os Amigos do Presidente Lula

18/09/2015

Golpe Paraguaio, agora na Argentina

O Gilmar Mendes argentino foi mais competente que o similar nacional…

Depois da Líbia, Egito, Ucrânia, Síria, a CIA invade a América Latina. Já deu golpe em Honduras e Paraguai. Está ensaiando no Brasil e acaba de encenar na Argentina. Depois do bem sucedido golpe paraguaio, os golpistas latino-americanos se ouriçaram. A histeria do Ministro Gilmar Mendes ontem no STF é sintoma deste viés. A síndrome de abstinência com que o Napoleão das Alterosas tem conduzido seus passos após a derrota nas eleições, se inscreve neste mesmo sentido. O verniz jurídico é uma forma de lavagem, como fazia o HSBC

El voto es lo de menos

Por Mario Wainfeld

La sentencia de la autodenominada “Excelentísima” Cámara Nacional de Apelaciones en lo Contencioso Administrativo de Tucumán es peor que pésima: arbitraria. La diferencia es cualitativa. Hay arbitrariedad cuando los jueces fallan contra el derecho vigente sin sostener una argumentación razonada. La decisión es mero producto de su voluntad aunque tenga el formato de una sentencia.

La consecuencia es una grave situación institucional sin precedentes desde la restauración del sistema democrático en 1983. Las soluciones a las preocupantes secuelas deben buscarse dentro del propio sistema legal que, a pesar de lo que quieran tres magistrados y muchos factores de poder, debe defenderse con sus propias herramientas.

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El autor de esta nota es abogado, recibido en una universidad pública hace más de cuarenta años. Ejerció la profesión durante más de veinticinco. Es, entonces, un profesional formado y baqueteado aunque no pretende ser un jurista, un teórico de alto nivel. Esta columna aspira a la divulgación y por eso ahorra al lector promedio ciertos tecnicismos.

Anular una elección es excepcional: requiere presupuestos de enorme dimensión. En líneas generales, los jueces deben preservar la validez de los actos de otros poderes y, en este caso, del pronunciamiento ciudadano. Todo sistema legal prescribe qué debe hacerse en cada caso si hay dudas o ambigüedades. En esta situación sólo puede anularse el comicio si se violaron las reglas constitucionales de modo flagrante y con efecto en el veredicto popular. Es la proyección concreta de un criterio general: no hay sanción ni condena, menos una nulidad total, sin plena prueba. En concordancia, no se debe condenar penalmente si hay duda ni se debe hacer lugar a una demanda civil por daños si el actor no prueba plenamente los hechos y la responsabilidad del otro.

Los jueces deben limitar su afán intervencionista, imperativo válido hasta para los referís de fútbol.

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Los “considerandos”, esto es, los fundamentos cabales de la decisión, son relativamente cortos. Mucho más escuetos que el relato de los hechos.

No es banal ni cínico preguntarse qué impacto produjeron las circunstancias que la Cámara enumera o el contexto de clientelismo sobre el que divaga. Lo serio y legal es ponderar la gravitación de las anormalidades en el resultado. En este caso, cabe inferir, no se hizo porque es clavado que la cantidad de mesas impugnadas en detalle (aun con fundamentos opinables) ni remotamente puede alterar el resultado final.

En la nutrida historia de elecciones desde 1983, que registra episodios de violencia, falta de boletas, maniobras, cortes de luz, escrutinios suspendidos y otras irregularidades distintos tribunales apelaron a remedios más sensatos y acotados. Por ejemplo a elecciones complementarias en mesas, escuelas o ciudades íntegras.

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Pasemos, casi, por alto la adjudicación de la competencia del Tribunal. La Cámara se la arrogó declarando la inconstitucionalidad de una norma que le deniega entender en este pleito. Todo apesta a “forum shopping”, a que la oposición política provincial eligió un tribunal afín y este validó la maniobra. Pero ese aspecto, que podría sellar la invalidez de la decisión, es quizás menos grave que el fondo de la sentencia, al que dedicaremos más espacio.

Dos ejes sustentan la sentencia. El primero es la existencia de clientelismo que vicia el acto electoral. El segundo, una cantidad de supuestas irregularidades.

La Cámara alude “a las consecuencias enormemente perniciosas que las prácticas clientelares tienen sobre los principios fundamentales del régimen representativo y, en particular, sobre la genuina expresión de voluntad del elector que es su presupuesto”. El alegato es interesante para un coloquio. En Tribunales sólo procede a condición de sopesar cabalmente cuán perniciosas son dichas prácticas, si existen.

El Tribunal, revelando un pobre o nulo conocimiento de la nutrida bibliografía nacional sobre el tema, acumula reflexiones generales, dogmáticas, plagadas de soberbia. Se autoerige en custodia de los sectores “desamparados” a cuyo voto le pasa por arriba. La categorización de “desamparados” no está escrita en ningún texto legal: es un arrebato ideológico, sintomático de las clases dominantes. La compasión –superioridad– niega la autonomía de los sujetos. Enumera algunos hechos tan comunes cuan transversales a todas las fuerzas políticas (la oposición tucumana gobierna San Miguel). Pero ni se esfuerza en valorar cuál es su gravitación en el resultado, ni siquiera en el plano más especulativo.

Su fundamento es que las prácticas clientelares vician irreparablemente el comicio.

No entraremos acá a discurrir a fondo sobre el clientelismo ni aun polemizar sobre el uso opinable de ese vocablo. Cualquier abordaje comprueba que no se habla de una acción aislada sino de un sistema de relaciones. Sea que se la apode “clientelismo” o sea que se elija una taxonomía más compleja y seria no es una praxis que surge y se extingue en las jornadas electorales. Si Tucumán padece “clientelismo” que ejerce el efecto de mancha venenosa, el contexto continuará dentro de semanas o meses, cuando deberían realizarse las nuevas elecciones que la sentencia impone. La proyección de lo resuelto (o de la cosmovisión que lo nutre) es que nunca podrá votarse en Tucumán con la libertad hipotética que “exigen” los magistrados.

La relación entre los votantes, los punteros, los dirigentes locales y las autoridades puede y debe analizarse, eventualmente criticarse. Su solución o tratamiento no es potestad de un patriarcado de clase, de una elite endógama, (los jueces en general) sino de la emancipación popular que les ajena.

Aseverar que los pobres son esclavos, masas inermes o que su voluntad ha sido subyugada por la entrega de un puñado de bienes se asemeja demasiado a la narrativa de ciertas fuerzas o referentes de la derecha argentina.

La viga fundante del fallo es antojadiza, tributaria de una perspectiva aristocrática y sesgada de la sociedad. Cero análisis empírico hay acerca del efecto en la elección anulada. Sobre eso debían expedirse los jueces sin hacer (se dice en sentido figurado) ejercicio ilegal de las ciencias sociales.

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Lo primero que revela la reseña del fallo sobre incidentes e irregularidades es la enumeración de las mesas supuestamente viciadas. Son un puñado, irrelevante para torcer la diferencia final.

Hay una perla reveladora cuando se habla de la quema de urnas y otros actos vandálicos. Se omite que está probado que, cuanto menos en parte sustantiva, los cometió un dirigente de la oposición que promueve el amparo y lo gana. La Cámara no se da por enterada del hecho que por ser “notorio” (sabido por la opinión pública) tiene el deber de conocer y valorar. Tal vez se deba a que su fuente de información son programas de televisión y notas de la prensa hegemónica que encubrió el dato. Los magistrados premian la conducta aviesa de quien ensució el comicio y reclama su nulidad. Desconocen que nadie puede alegar su propia torpeza y que la mala fe no debe ser premiada.

Corresponde investigar esas y otras anomalías, investigarlas, sancionarlas si son delitos pero no extrapolar o des dimensionar sus consecuencias concretas.

Exorbitante es la sentencia, un precedente antidemocrático. Les viene como anillo al dedo a quienes están generando un escenario pre golpista, con el ansia casi confesa de descalificar un resultado nacional si el candidato oficialista Daniel Scioli gana “apretadamente” por más de diez puntos y superando el cuarenta por ciento de los votos.

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Corre el plazo para recurrir a la Corte Suprema provincial. Se actúa contra reloj: es factible que no haya tiempo para que se expida antes de la fecha fijada para el cambio de autoridades. En Tribunales, el que quiere demorar o dilatar usualmente gana. He ahí el primer objetivo de la oposición nacional y tucumana.

Cabe suponer –porque es lo ajustado a derecho y por su composición– que la Corte provincial revocará la decisión. La oposición podría plantear recurso extraordinario ante la Corte Suprema nacional. Este no es automático como una apelación común. Puede considerarse improcedente, lo que primero dirime el supremo tribunal provincial y en definitiva el nacional. Si el provincial rechazara el recurso podría quedar un lapso en que la sentencia que comentamos quedara sin efecto, suspendida. En ese plazo, podría asumir José Manzur.

Lo más verosímil es que no se llegue en fecha y que la provincia quede acéfala en octubre. Una indeseable intervención federal es un desenlace factible que puede devenir inevitable. Todos los escenarios lucen insatisfactorios. Son consecuencia de la irresponsabilidad de la Cámara. Se discute si los jueces deben tomar en cuenta las consecuencias sociales y políticas de sus decisiones o si deben ignorarlas con olímpico desdén. Es un bizantinismo de juristas, enfrascados en su arrogancia y torres de cristal. Max Weber lo expresó mejor: todos los que hacen política son responsables de las consecuencias de sus acciones, aun de las no queridas (que no es el caso). Una grave conmoción deriva de la arbitrariedad.

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Entre tanto la Cámara Nacional Electoral Nacional ha ordenado medidas para preservar y mejorar las elecciones de octubre. Puede discreparse parcialmente aunque todas son sistémicas y ponderadas. Algunos ejemplos son mejorar la dotación de autoridades de mesa, la expedición de certificados, precaver que se sustraigan o escatimen boletas, capacitar a los ciudadanos.

Una movilización ciudadana que incluya a fiscales aguerridos debería sumarse al combo de movidas.

El autor de esta nota no concuerda con la mirada política de los camaristas nacionales, que cuestionó en una nota reciente. Nobleza obliga: lo que hacen hasta hoy es manejarse dentro del sistema, valerse de su experiencia para evitar problemas conocidos, con acciones reformistas y factibles. Claro que son camaristas electorales y no una terna de improvisados cuya mala praxis armoniza, en chocante sintonía, con un clima desestabilizador al que contribuyeron.

mwainfeld@pagina12.com.ar

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