Ficha Corrida

15/10/2015

Reporcagem da Folha desafia a lógica mais elementar

folha1Em sua louca cavalgada em direção ao golpe paraguaio contra Dilma, a Folha desafia a lógica. Deu-se o mesmo no governo Lula quando da defenestração do Severino Cavalcanti. Ambos, Eduardo CUnha e Severino Cavalcanti, só chegaram à Presidência da Câmara graças ao apoio ostensivo dos assoCIAdos dos Instituto Millenium aos seus midiotas do PSDB/DEM.

Eduardo CUnha é um produto exclusivo dos golpistas da mídia e de uma oposição com síndrome de abstinência eleitoral. Capitaneando todos, o Napoleão das Alterosas e seu mentor, FHC. Carlos Sampaio e Paulinho da Força Sindical são meros estafetas. Eduardo Cunha não só não foi apoiado pelo PT como é o condutor de todas as iniciativas do “quanto pior melhor” exatamente para destruir o Governo Dilma.

A marotagem da Folha tem nome: Judith Brito!

Então que dizer que logo agora que o STF interrompeu a marcha golpista do melhor  amigo da Rede Globo, que está nas cordas jogado pela Suíça, Dilma salvaria o herói do MBL e da marcha dos zumbis? Ora, Dilma não move um dedo sequer para salvar seus próprios correligionários, porque o faria para salvar um crápula, o maior dentre todos os que se aliaram aos grupos mafiomidiáticos exatamente para golpea-la?!

A Folha deveria era perguntar ao MPF por que ainda não pediu a prisão da mulher do Eduardo Cunha. Cobrar do MPF porque, por mera semelhança, pediu a prisão da cunhada do Vaccari mas nada fazem  com aquela cujas provas já foram produzidas pela Suíça e encaminhadas prontinhas ao Brasil? Seria porque o MPF, sob o guarda-chuva da velha mídia, virou um imenso Rodrigo de Grandis?! Todo mundo sabe que hoje o esporte mais popular no MPF é caça ao Lula Gigante. Deve ser por isso que não pediram a prisão preventiva de Eduardo Cunha.

Cunha negocia acordo com governo para salvar mandato

A contrapartida do peemedebista seria barrar os pedidos de impeachment

Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que precisam de um acerto para sobreviver à crise

DE BRASÍLIA, para a FOLHA

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o governo negociaram os termos de um acordo para de um lado, salvar o mandato do deputado e, de outro, evitar um processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

Cunha e assessores presidenciais vinham ensaiando essas negociações nos últimos dias. Nesta quarta (14), elas foram acertadas na busca do que é classificado, dentro do governo, de um "armistício" visando tirar a temperatura da crise política.

O acordo tácito foi tema de um almoço entre o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e gira em torno de dois pontos básicos.

O primeiro é a garantia pelo governo e pelo PT de que o Conselho de Ética não vai aprovar um parecer pela cassação de Cunha. O pedido, feito pelo PSOL e pela Rede e assinado por 34 dos 62 petistas, começará a tramitar no final do mês no colegiado.

O segundo é que o presidente da Câmara, do seu lado, deixaria de tomar decisões sobre pedidos de impeachment contra a petista, inviabilizando a tramitação de processos do gênero.

O almoço entre Temer, Cunha e Renan foi realizado depois que o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) pediu ao vice que ajudasse numa aproximação com o presidente da Câmara. Durante o encontro dos peemedebistas, Cunha teria dito que não tem "nenhum interesse" em sacrificar Dilma se o PT também não sacrificá-lo no Congresso.

Um assessor do governo disse à Folha que as negociações não visam fechar um acordo formal, o que seria impossível politicamente, mas uma "trégua ou armistício" para acalmar os ânimos. E, alguns reconhecem, é um acordo que pode ter vida curta dependendo do que vier pela frente contra ambos.

À noite, Temer relatou a Wagner a conversa com Cunha. Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que, neste momento, precisam desse acordo para sobreviverem politicamente. Até o ex-presidente Lula, um dos entusiastas da tática de não agressão à Cunha, desembarcou em Brasília para traçar estratégias visando barrar um eventual impeachment.

Nas palavras de um assessor palaciano, o "patrimônio de Cunha hoje é não decidir nada" sobre o impeachment. Do lado do peemedebista, a avaliação é que, pela primeira vez, ele precisa buscar confiar no governo, com o qual esteve em guerra, para não ter seu mandato cassado.

O governo, com o PMDB, tem maioria para travar a tramitação de um processo de cassação no Conselho de Ética. O órgão tem 21 integrantes, sendo 9 do bloco comandado pelo PMDB. Somados os 7 do bloco liderado pelo PT, há número suficiente para barrar o processo contra o peemedebista.

Cunha tem apelado a aliados e ao governo para que não seja aprovada a sua cassação no colegiado. O parecer do conselho, aprovando ou rejeitando a cassação do deputado, precisa ser submetido ao plenário da Casa, em votação aberta, de qualquer maneira.

Mas, na avaliação de aliados de Cunha, se o colegiado votar contra a cassação, há mais chances de o plenário fazer o mesmo. Para que haja a cassação, é preciso apoio de pelo menos 257 dos 512 colegas de Cunha na Casa.

O presidente da Câmara é acusado de integrar o esquema de corrupção na Petrobras, sob suspeita de ter recebido dinheiro de propina em contas secretas na Suíça. Em depoimento à CPI sobre a estatal, ele negou ter dinheiro no exterior. Se ficar comprovado que Cunha mentiu aos colegas, sua situação se agravará.

Nas tratativas sobre o acordo, segundo assessores presidenciais, o peemedebista foi avisado de que o governo não tem condições de oferecer ajuda para barrar processos contra ele no STF ou no Ministério Público.

Cunha também pressiona Dilma a demitir o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). A petista, porém, resiste a afastar seu auxiliar.

Resultado dessas negociações, líderes petistas já estão articulando para que o partido não feche questão no Conselho de Ética sobre o processo de Cunha. Questionado nesta quarta sobre as negociações com o governo, Cunha disse que não "há nem guerra nem trégua" com nenhum dos lados. (RANIER BRAGON, DÉBORA ÁLVARES, MARINA DIAS, GUSTAVO URIBE E VALDO CRUZ)

21/10/2014

Sabe com quem está falando? Sim, com um porco!

Filed under: 171,Aécio Neves,Carteiraço,Falsidade Ideológica,Policial — Gilmar Crestani @ 10:37 pm
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Rodrigo Lopes: Como “secretário” do avô, Aécio tinha carteira de policial

publicado em 21 de outubro de 2014 às 13:19

aecio neves

por Rodrigo Lopes, especial para o Viomundo

Sem nunca ter tido formação policial, o senador e candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), já teve e utilizou carteira da polícia mineira para dar a famosa “carteirada”.

Aécio aproveitou da influencia do clã familiar para obter a carteira de polícia de número 8.248, emitida em 19 de abril de 1983 pela Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais (SSP-MG), que assegurava ao seu portador poderes de polícia.

A carteira foi obtida por Aécio quando ele tinha 23 anos, na mesma época em que seu avô, Tancredo Neves, governava o Estado de Minas Gerais.

Cópia do documento publicada neste blog encontra-se arquivada na sede do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon).

Para requerer o seu registro profissional de economista junto ao Corecon, Aécio optou por utilizar a carteira policial em vez da carteira de identidade oficial.

Aécio exerceu o cargo de secretário de gabinete parlamentar da Câmara dos Deputados dos 17 aos 21 anos, entre 1977 e 1981.

No mesmo ano em que “deixou” a Câmara, começou a trabalhar na campanha para o governo de Minas Gerais com o avô. Em 1983, foi nomeado secretário particular de Tancredo Neves.

PS do Viomundo: Aécio admitiu que morava no Rio quando exerceu o cargo de assessor parlamentar em Brasília. Além de neto de Tancredo, ele é filho do falecido deputado federal Aécio Ferreira da Cunha, que serviu à Arena, o partido de sustentação da ditadura militar. Aos 25 anos de idade, depois da morte de Tancredo, Aécio foi indicado diretor da Caixa Econômica Federal pelo então ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, primo dele. Era o governo Sarney, do qual Aécio também obteve concessão pública de uma emissora de rádio em Minas Gerais.

Rodrigo Lopes: Como "secretário" do avô, Aécio tinha carteira de policial « Viomundo – O que você não vê na mídia

30/08/2014

Toda falsidade vem do PSDB

graziano_filhoNão é mero acaso que o PSDB virou um traço nas pesquisas eleitorais. Coordenados pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, o PSDB não sabe como chegou ao Poder, via FHC, nem como poderia voltar. Mas tem se especializado em desconstruir a imagem do PT e de suas principais figuras. Claro, também do patrimônio público. Ninguém há de esquecer que só com o leilão de três aeroportos  Dilma arrecadou mais que FHC com a venda da Vale do Rio Doce. E os aeroportos, depois de 20 anos, voltam ao Governo, e a Vale não volta mais.

O PSDB passou o tempo todo tentando desconstruir a imagem de Lula, falsificando histórias a respeito do filho de Lula (que era dono da FRIBOI, que tinha castelos, aviões, isso e mais aquilo).

E conseguiram, mais pela inoperância do PT que bovinamente contemplou sem reagir, do que pela competência do que faziam Daniel Graziano, filho do Xico Graziano, todos funcionários do PSDB. Leandro Lima do Nascimento fez agora o que vinham fazendo seus superiores, caluniar, uma especialidade da velha mídia em parceria com o PSDB.

Tivesse havido contra ataque mais contundente por parte do PT e talvez o ovo da serpente não tivesse sido chocado. Infelizmente o PT reagiu tarde, como sempre, na área da comunicação. Muito tarde, aliás. O estrago está feito e nem a prisão dos caluniadores pode consertar o prejuízo.

Os grandes grupos de mídia desde sempre vêm demonizando o partido e seus principais políticos. Foi assim com Olívio Dutra, quando a RBS transformou o Piratini numa Faixa de Gaza. E não só PT matou no osso do peito, como se diz, bovinamente, como algumas figuras ainda continuaram legitimando os ataques, como fez Maria do Rosário nos microfones do Congresso Nacional.

Cria cuervos

Vídeo falso de Lula pedindo voto em Marina foi criado por tucano

Militante do PSDB afirma que montagem foi ‘brincadeira’, sem nenhuma intenção eleitoral

Edição foi feita a partir de peça publicitária da campanha ao Senado da candidata Marina Sant’Anna (PT-GO)

ALEXANDRE ARAGÃODE SÃO PAULO

Motivo de desentendimento entre as campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), o vídeo falso em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece declarando apoio à candidata pessebista tem como autor um blogueiro filiado ao PSDB.

Leandro Lima do Nascimento, 26, admite ser o responsável pela montagem, mas diz não ter tido intenções eleitorais. Segundo ele, o site em que foi publicado é humorístico e isso consta de mensagem no rodapé da página.

Postado no YouTube na noite de quarta-feira (27), o vídeo veio à tona no dia seguinte e é uma edição feita a partir de peça publicitária da candidata ao Senado Marina Sant’Anna (PT-GO).

Lula aparece dizendo: "Eu conheço a Marina há mais de 30 anos. Por isso, tenho certeza de que ela é hoje a candidata mais preparada para ajudar a combater as desigualdades sociais". No original, o trecho termina com "em Goiás" –palavras suprimidas na montagem.

"Vi o vídeo da candidata a senadora Marina e vi a oportunidade de fazer uma piada", diz Nascimento, que é natural de Porto Alegre do Norte (MT), mas mora em Goiânia. "É pela piada, pela brincadeira. Como se diz na internet, pela zoeira."

Questionado pela Folha sobre sua filiação partidária, o blogueiro a princípio negou fazer parte de qualquer sigla. Entretanto, os registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram Nascimento como integrante do diretório mato-grossense do PSDB.

Confrontado com a informação, Nascimento disse não ser filiado mais –informação que não consta no TSE. "Acredito que na política partidária brasileira tanto faz quem ganhar, será a mesma coisa."

Após a repercussão, as campanhas de Dilma e Marina defenderam inquérito para apurar a autoria da peça. A montagem foi retirada do ar pelo YouTube, a pedido da coligação liderada pelo PT.

Os petistas também entraram com ação no TSE por propaganda eleitoral irregular e pediram que o Ministério Público investigue o caso. Em nota, o PSB definiu o vídeo como "tosco e fraudulento" e defendeu a apuração.

    01/04/2014

    Jornalismo mau caráter também é com a Folha!

    AlstomPSDBVeja como é modus operandi da Folha. Quando seus parceiros botam a mão na grana, a culpa é da grana. Quando há denúncia contra algum dos seus adversários do PT, a culpa é sempre do PT. Por que esta diferença de tratamento? É só ódio ao PT ou ódio à concorrência?

    O tamanho da “máteria” para tratar dos crimes dos seus parceiros é do mesmo tamanho do caráter da Folha & CIA!

    CASO ALSTOM

    Suíça vai enviar documentos sobre conta de Robson Marinho

    DE SÃO PAULO – Os advogados de Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, sofreram nova derrota na Suíça e, com isso, as autoridades daquele país vão enviar ao Brasil documentos sobre uma conta bancária cuja titularidade é atribuída a ele. A decisão é final.

    Segundo documentos das autoridades suíças, passaram US$ 1,1 milhão (R$ 2,5 milhões hoje) pela conta aberta no Credit Lyonnais Suisse. A existência da conta foi revelada pela Folha em 2009.

    O advogado de Marinho, Celso Vilardi, afirma desconhecer a conta suíça.

    Marinho é investigado sob suspeita de ter ajudado a Alstom a obter contrato com a Empresa Paulista de Transmissão de Energia e a Eletropaulo sem a realização de nova licitação.

      14/02/2012

      Burgos, a versão espanhola de José Serra

      Filed under: Espanha,Falsidade Ideológica,Tomás Burgos — Gilmar Crestani @ 11:39 am

       

      Burgos falseó su currículum durante tres legislaturas en el Congreso

      El secretario de Estado de la Seguridad Social declaró de 1993 a 2004 que era “licenciado en Medicina”

      Miguel González Madrid14 FEB 2012 – 10:57 CET260

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      Tomás Burgos, durante su toma de posesión. / EFE

      Un portavoz del Ministerio de Empleo y Seguridad Social atribuyó a “un error técnico, un fallo de coordinación o de comunicación” el hecho de que en la biografía del secretario de Estado de la Seguridad Social, Tomás Burgos, que se difundió en la referencia oficial del Consejo de Ministros del pasado 30 de diciembre, tras su nombramiento, se le atribuyera la condición de “médico”; un título que no tiene, ya que no completó los estudios de Medicina en la Universidad de Valladolid. “Burgos nunca ha dicho que sea médico, ni ha falseado su currículum, ni ha actuado de mala fe. Está lo suficientemente cualificado como para no tener que atribuirse méritos de los que carece”, añadió.

      Fuentes de Moncloa indicaron que la referencia del Consejo de Ministros se confeccionó a partir de la información facilitada por el departamento que dirige Fátima Báñez, que el mismo 30 de diciembre difundió una nota de prensa en la que se definía a Burgos como “médico y experto en gestión sanitaria”.

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      El problema, sin embargo, no radica en si el origen del error estuvo en Presidencia del Gobierno o en el Ministerio de Empleo, sino en la responsabilidad del propio secretario de Estado.

      Un rastreo por los archivos de la página web del Congreso revela que no es la primera vez que Burgos se atribuye falsamente la condición de médico. En su ficha personal correspondiente a la legislatura 1993-96, la primera en la que fue diputado, se dice que es “licenciado en Medicina”. En su currículum de la legislatura 1996-2000 se añade a lo anterior: “y Cirugía”. Y en su ficha de diputado de la legislatura 2000-04 vuelve a la denominación más simple de “licenciado en Medicina”. Es decir, durante 11 años, desde 1993 a 2004, Burgos declaró al Congreso que tenía un título del que carecía. La mención desapareció de su ficha en las legislaturas 2004-08 y 2008-11, para reaparecer, aunque de forma más lacónica, en su currículum de la legislatura actual, en la que solo se dice: “Medicina y Cirugía. Universidad de Valladolid”.

      Los datos que figuran en las fichas del Congreso los aportan los propios diputados al inicio de cada legislatura, cuando rellenan y firman un formulario en el que autorizan su difusión a través de la página web. La actualización es obligada pues, por ejemplo, Burgos hizo constar a partir de 1996 su estado civil: soltero.

      “Uno puede poner que es Premio Nobel de Medicina. Nadie se ocupa de comprobarlo. Se presume la veracidad”, explica un veterano parlamentario.

      El PAÍS pidió este lunes al secretario de Estado de la Seguridad Social su versión sobre estos hechos, pero no obtuvo respuesta.

      A última hora de la tarde, la Secretaría de Estado de Comunicación corrigió la referencia del Consejo de Ministros del pasado 30 de diciembre. Donde antes decía que Burgos era “médico”, ahora pone que “tiene formación universitaria en Medicina por la Universidad de Valladolid”.

      Burgos falseó su currículum durante tres legislaturas en el Congreso | Política | EL PAÍS

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