Ficha Corrida

23/08/2016

O Câncer que a RBS ajuda espargir

Sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra: o amestramento dos gaúchos fez com que os gaúchos trocassem Olívio Dutra por dois funcionários da RBS: Lasier Martins e Ana Amélia Lemos

olivio x lasssie RBS Ana AL

Toda vez que alguém e esquerda é denunciado, a RBS brande seu tacape midiático. Arvora-se em legalista para defender as instituições e dura lex para seus adversários ideológicos. Lembro, por exemplo, do caso José Bové, militante europeu que esteve no Fórum Social em Porto Alegre. A RBS escalou toda sua matilha amestrada para vasculhar toda e qualquer hipótese de torna-lo um bandido da pior espécie.

Contrário senso, quando houve a constatação de grandes latifundiários estavam usando semente transgênica contrabandeada, foi a RBS a primeira  sair a campo para defender os criminosos. A justificativa não era apenas simplória, mas de uma desfaçatez do tamanho da RBS. A melhor forma de combater o contrabando das sementes transgênicas e respectivos agrotóxicos era a legalização. Fez às vezes de advogada da Monsanto. Aliás, nada mais parecido com a Monsanto do que a RBS.

No RBS há outro tipo de câncer, tão antidemocrático quanto os agrotóxicos que atingem os agricultores e os consumidores de seus produtos, que é a RBS. Todas as iniciativas do governo Olívio Dutra foram odiosamente atacadas porque visava mudar o destino do RS. Na contramão do que existia no Brasil, o RS sob Olívio Dutra investia em educação e na produção de alimentos saudáveis. A FARSUL, a farsa do Sul, emulou a RBS e juntos fizeram jornalismo de guerra contra as iniciativas contra o uso de agrotóxicos na produção de alimentos.

A difusão maciça de ódio pela Veja, Folha, Estadão e Globo contra Lula, Dilma e o PT foi precedido pela experiência bem sucedida da RBS contra Olívio Dutra. O ódio sobre os governos de esquerda não começou no RS.

São dois os cânceres pendem, como a espada de Dâmocles, sobre a cabeça dos gaúchos!

Agricultores gaúchos têm câncer por causa de agrotóxicos

ter, 23/08/2016 – 10:31 – Atualizado em 23/08/2016 – 10:32

Jornal GGN – Desde 2009, o Brasil é líder mundial no consumo de agrotóxicos. Um estudo realizado pelo Laboratório de Geografia Agrária da USP mostra que o noroeste gaúcho é campeão nacional no uso dessas substâncias. E a incidência de câncer entre os trabalhadores rurais da região demonstra uma relação direta entre a utilização do veneno e a doença.

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul realizou um estudo comparando o número de mortes por câncer na região de Ijuí com as registradas no Estado e no País. A taxa de mortalidade local supera a gaúcha, que já é alta, e a nacional.

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o brasileiro consome até 12 litros de agrotóxico por ano. O trabalhador rural está exposto na alimentação e na aplicação do produto.

Da Folha de S. Paulo

Alto índice de agricultores gaúchos com câncer põe agrotóxicos em xeque

Por Paula Sperb

O agricultor Atílio Marques da Rosa, 76, andava de moto quando sentiu uma forte tontura e caiu na frente de casa em Braga, uma cidadezinha de menos de 4.000 habitantes no interior do Rio Grande do Sul. "A tontura reapareceu depois, e os exames mostraram o câncer", conta o filho Osmar Marques da Rosa, 55, que também é agricultor.

Seu Atílio foi diagnosticado há um ano com um tumor na cabeça, localizado entre o cérebro e os olhos. Por causa da doença, já não trabalha em sua pequena propriedade, na qual produzia milho e mandioca. Para ele, o câncer tem origem: o contato com agrotóxicos, produtos químicos usados para matar insetos ou plantas dos quais o Brasil é líder mundial em consumo desde 2009.

"Meu pai acusa muito esse negócio de veneno. Ele nunca usou, mas as fazendas vizinhas sempre pulverizavam a soja com avião e tudo", diz Osmar.

O noroeste gaúcho, onde seu Atílio mora, é campeão nacional no uso de agrotóxicos, segundo um mapa do Laboratório de Geografia Agrária da USP, elaborado a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Para especialistas que lidam com o problema localmente, não há dúvidas sobre a relação entre o veneno e a doença. "Diversos estudos apontam a relação do uso de agrotóxicos com o câncer", diz o oncologista Fábio Franke, coordenador do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) do Hospital de Caridade de Ijuí, que atende 120 municípios da região.

Um dos principais problemas é que boa parte dos trabalhadores não segue as instruções técnicas para o manejo das substâncias.

"Nós sempre perguntamos se usam proteção, se usam equipamento. Mas atendemos principalmente pessoas carentes. Da renda deles não sobra para comprar máscaras, luvas, óculos. Eles ficam expostos", diz Emília Barcelos Nascimento, voluntária da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Ijuí.

Anderson Scheifler, assistente social da Associação de Apoio a Pessoas com Câncer da cidade (Aapecan), corrobora: "Temos como relato de vida dessas pessoas um histórico de utilização excessiva de defensivos agrícolas e, na maioria das vezes, sem uso de proteção".

‘ALARMANTE EPIDEMIA’

Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) comparou o número de mortes por câncer da microrregião de Ijuí com as registradas no Estado e no país entre 1979 e 2003 e constatou que a taxa de mortalidade local supera tanto a gaúcha, que já é alta, como a nacional.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Rio Grande do Sul é o Estado com a maior taxa de mortalidade pela doença. Em 2013, foram 186,11 homens e 140,54 mulheres mortos para cada grupo de 100 mil habitantes de cada sexo.

O índice é bem superior ao registrado pelos segundos colocados, Paraná (137,60 homens) e Rio de Janeiro (118,89 mulheres). O Estado também é líder na estimativa de novos casos de câncer neste ano, também elaborada pelo Inca –588,45 homens e 451,89 mulheres para cada 100 mil pessoas de cada sexo. Em 2014, 17,5 mil pessoas morreram de câncer em terras gaúchas –no país todo, foram 195 mil óbitos.

Anualmente, cerca de 3.600 novos pacientes são atendidos na unidade coordenada por Franke. Se incluídos os antigos, são 23 mil atendimentos. Destes, 22 mil são bancados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) –os cofres públicos desembolsam cerca de R$ 12 milhões por ano para os tratamentos.

Segundo o oncologista, a maioria dos doentes vem da área rural –mas o problema pode ser ainda maior, já que os malefícios dos agrotóxicos não ocorrem apenas por exposição direta pelo trabalho no campo, mas também via alimentação, contaminação da água e ar.

"Se esses números fossem de pacientes de dengue ou mesmo uma simples gripe, não tenho dúvida de que a situação seria tratada como a mais alarmante epidemia, com decreto de calamidade pública e tudo. Mas é câncer. Há um silêncio estranho em torno dessa realidade", afirma o promotor Nilton Kasctin do Santos, do Ministério Público da cidade de Catuípe.

"Milhares de pessoas estão morrendo de câncer por causa dos agrotóxicos", acrescenta ele, que atua no combate aos produtos.

Procurado pela BBC Brasil, o Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal), que representa os fabricantes de agrotóxicos, encaminhou o questionamento para a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que responde basicamente pelas mesmas empresas.

Em nota, a Andef afirma que "toda substância química, sintetizada em laboratório ou mesmo aquelas encontradas na natureza, pode ser considerada um agente tóxico" e que os riscos à saúde dependem "das condições de exposição, que incluem: a dose (quantidade de ingestão ou contato), o tempo, a frequência etc.". O texto afirma ainda que "o setor de defensivos agrícolas apresenta o grau de regulamentação mais rígido do mundo".

SALTO NO CONSUMO

A comercialização de agrotóxicos aumentou 155% em dez anos no Brasil, apontam os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), estudo elaborado pelo IBGE no ano passado –entre 2002 e 2012, o uso saltou de 2,7 quilos por hectare para 6,9 quilos por hectare.

O número é preocupante, especialmente porque 64,1% dos venenos aplicados em 2012 foram considerados como perigosos e 27,7% muito perigosos, aponta o IBGE. O Inca é um dos órgãos que se posicionam oficialmente "contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil" e "ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer".

Como solução, recomenda o fim da pulverização aérea dos venenos, o fim da isenção fiscal para a comercialização dos produtos e o incentivo à agricultura orgânica, que não usa agrotóxico para o cultivo de alimentos.

Márcia Sarpa Campos Mello, pesquisadora do instituto e uma das autoras do "Dossiê Abrasco – Os impactos dos Agrotóxicos na Saúde", ressalta que o agrotóxico mais usado no Brasil, o glifosato –vendido com o nome de Roundup e fabricado pela Monsanto – é proibido em toda a Europa. Segundo ela, o glifosato está relacionado aos cânceres de mama e próstata, além de linfoma e outras mutações genéticas.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% dos casos de câncer são atribuídos à exposição de agentes químicos. Se os agrotóxicos também são esses agentes, o que já está comprovado, temos que diminuir ou banir completamente esses produtos", defende.

Procurada, a Monsanto afirma que "todos os usos de produtos registrados à base de glifosato são seguros para a saúde e o meio ambiente, o que é comprovado por um dos maiores bancos de dados científicos já compilados sobre um produto agrícola".

A empresa diz ainda tratar-se de "um dos herbicidas mais usados no mundo, por mais de 40 anos e em mais de 160 países", e que "nenhuma associação do glifosato com essas doenças é apoiada por testes de toxicologia, experimentação ou observações".

TRÊS VEZES MAIS

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o brasileiro consome até 12 litros de agrotóxico por ano. A bióloga Francesca Werner Ferreira, da Aipan (Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural) e professora da Unijuí (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul), alerta que a situação é ainda pior no noroeste gaúcho, onde o volume consumido pode ser três vezes maior.

Ela conta que produtores da região têm abusado das substâncias para secar culturas fora de época da colheita e, assim, aumentar a produção. É o caso do trigo, que recebe doses extras de glifosato, 2,4-D, um dos componentes do "agente laranja", usado como arma química durante a Guerra do Vietnã, e paraquat.

Segundo o promotor Nilton Kasctin do Santos, este último causa necrose nos rins e morte das células do pulmão, que terminam em asfixia sem que haja a possibilidade de aplicação de oxigênio, pois isso potencializaria os efeitos da substância.

"Nada disso é invenção de palpiteiro, de ambientalista de esquerda ou de algum cientista maluco que nunca tomou sol. Também não é invenção de algum inimigo do agronegócio. Sabe quem diz tudo isso sobre o paraquat? O próprio fabricante. Está na bula, no rótulo", alerta o promotor.

No último ano, 52 pessoas morreram por intoxicação por paraquat em terras gaúchas, segundo o Centro de Informação Toxicológica do Estado. No Brasil, 1.186 mortes foram causadas por intoxicação por agrotóxico de 2007 a 2014, segundo a coordenadora do Laboratório de Geografia Agrária da USP, Larissa Bombardi.

A estimativa é que para cada registro de intoxicação existam outros 50 casos não notificados, afirma ela. A pesquisa da professora aponta ainda que 300 bebês de zero a um ano de idade sofreram intoxicação no mesmo período. A Syngenta, fabricante do paraquat, não se manifestou sobre os casos de intoxicação e afirmou endossar o posicionamento da Andef.

Agricultores gaúchos têm câncer por causa de agrotóxicos | GGN

28/12/2015

Flagrado no golpe, Nardes diz que vai relatar na privada

nardes na zelotes Na reunião dos sete anões, só Eduardo CUnha não apareceu no retrato. Estava ocupado demais em chantagear.

Eu estive na Sicília e em muitos lugares vi reuniões como essa em bares, restaurantes. No caminho de Agrigento para Palermo, parei em Corleone. Vi naquele mítico lugar senhores mais honestos do que estes. Como diria minha avó, o melhor não dá sabão… em pó! Se isso aí não é tráfico de influência então não sei o que seja.

Para se ter uma ideia do tamanho do Nardes, ele está Ministro do tCU graças ao famigerado Severino Cavalcanti, o breve. Nardes ainda precisa explicar não apenas a Operação Zelotes, que goza de um silêncio ensurdecedor de seus parceiros mafiomidiáticos, mas porque todos seus correligionários do PP gaúcho foram pegos na Operação Lava Jato. Seu ódio à Dilma deve-se ao fato de que ela, ao contrário de FHC, não quer engavetamento de investigações.

São personagens como Augusto Nardes, Lasier Martins, Luis Carlos Prates, Ana Amélia Lemos, Luis Carlos Heinze,  José Otávio Germano e Afonso Motta que levam os midiotas gaúchos pedirem a separação do RS do resto do Brasil, cantando: “Sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra…”

Como não sou Presidenta, que espera não sobrar pedra sobre pedra, desejo-lhe boa cobertura, de pedra sobre pedra…

    Pedro Maciel

    Advogado, sócio da Maciel Neto Advocacia, autor de “Reflexões sobre o estudo do Direito”, Ed. Komedi, 2007

    ¿Por qué no te callas Augusto Nardes?

    27 de Dezembro de 2015

    Por qué no te callas? Foi uma frase dita pelo rei Juan Carlos da Espanha ao presidente Hugo Chaves durante a XVII Conferência Ibero-Americana que acontecia no Chile em 2007.

    O motivo da malcriação do rei coroado pelo Franquismo foram as interrupções de Chaves durante a resposta do primeiro-ministro espanhol Jose Luis Rodriguez Zapatero emdefesa do ex-primeiro-ministro José Maria Aznar, a quem Chávez criticou duramente devido ao suposto apoio de Aznar ao fracassado golpe de estado contra o presidente Chaves em 2002.

    Lanço mão da frase do rei Franquista, jocosamente, pedir aos Ministros do TCU que se calem, pois o trabalho “técnico” deles acabou com a entrega do parecer que sugeriu a reprovação das contas de 2014 da Presidente Dilma Rousseff, não cabe a eles nenhuma critica pública ao senador Gurgacz, pois o trabalho agora é do congresso. A questão técnica será considerada, mas a questão não é apenas técnica, nunca foi.

    Um registro. Fico espantado ao ver o espaço que o tal Relator das contas de Dilma, Augusto Nardes, ainda tem na mídia tradicional e não tradicional, afinal esse senhor está envolvido no escândalo do CARF, por exemplo… O relatório produzido por investigadores da Operação Zelotes que aponta indícios sérios de que Augusto Nardes teria recebido R$ 2,6 milhão no contexto do escândalo do CARF; a Operação Zelotes investiga possíveis fraudes para comprar decisões no conselho. E o “impoluto” Nardes teria recebido a quantia de uma empresa de lobby, entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, quando Nardes já era ministro do TCU.

    E essa não é a única “arte” de Nardes… O gaúcho João Augusto Ribeiro Nardes legitimo herdeiro da UDN, foi vereador pela ARENA, deputado estadual pelo PDS em 1986, e já com a democracia vigente no Brasil, 1990, foi reeleito pelo PPR, um dos braços da ARENA que tinha como liderança Paulo Maluf; seu partido se tornou PPB e, depois, o que até hoje é denominado como PP. Por essas siglas, Nardes foi deputado federal de 1994 a 2005, quando renunciou para assumir a cadeira no TCU.

    Na sua primeira visita como réu no STF, Nardes foi processado em agosto de 2004 por crime eleitoral, peculato e concussão, por omissão de declaração em prestação de contas, quando concorreu à deputado federal, na Ação Penal 363. Na época, o ministro relator Marco Aurélio acatou a sugestão do então procurador-geral da República, Claudio Fonteles, propondo um acordo com Augusto Nardes, por não possuir antecedentes criminais, não foi absolvido, foi bem defendido. Há ainda o alegado envolvimento do ministro do TCU com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), mais especificamente com o esquema de controle e direcionamento de dinheiro público para as obras do Ministério dos Transportes, tem base no posto assumido por seu irmão, Cajar Nardes, em 2008, na gerência de projetos do Dnit.

    Ou seja, seria bom o Ministro Nardes calar-se e fazer uma análise de sua própria trajetória e do órgão técnico ao qual ele está vinculado, pois deve ser incomodo às pessoas de bem conviver com a suspeição que paira sobre a rápida ascensão do filho do presidente do TCU Tiago Cedraz, advogado que em menos de oito anos tornou-se milionário e que até ação da Policia Federal circulava sem constrangimentos pelos corredores do TCU ao lado de seus clientes famosos.

    Ademais, o argumento do Senador Gurgacz é sério: "é preciso ter cuidado para não criar, ao se reprovar as contas, uma jurisprudência que possa trazer um engessamento das administrações públicas nos três níveis: federal, estadual e municipal", e segue dizendo, "Temos 14 estados que nesse ano não cumpriram a meta fiscal. Estados governados por vários partidos. Por isso a importância de fazermos um relatório baseado na legalidade, na Constituição e não só baseado na presidente atual, mas na condição de gestão dos governos” e eu acrescento, um relatório baseado no interesse público, pois é sobre esse principio que os demais se sustentam.

    Pedro Benedito Maciel Neto, advogado, sócio da MACIEL NETO ADVOCACIA, autor de “Reflexões sobre o estudo do Direito”, Ed. Komedi, 2007.

    ¿Por qué no te callas Augusto Nardes? | Brasil 24/7

    21/12/2015

    Rede Bunda Suja no mercado de bundas limpas

    zelotes 87365_nUm midiota, aquele que acredita em tudo o que os grupos mafiomidiáticos dizem, jamais se pergunta: quem paga a conta dos eventos aos quais a RBS se faz presente? Os cidadãos daquela cidade. A RBS não vai a lugar algum sem que morda o erário.

    Veja-se o caso do funcionário da RBS, Lasier Martins. Com uma Agenda 2020 e um partido de aluguel, se elegeu-se senador. E assim Vieira da Cunha virou secretário do Tiririca da Serra… Nos tais de encontros pelo interior, a RBS ganhava duplamente. Fazia-se presente na comunidade e a comunidade arcava com os custos de sua estadia aí. Os financiadores ideológicos, autores da Agenda 2020 do Lasier Martins & RBS, são os mesmos que financiam gente como Eduardo CUnha e são favoráveis ao finanCIAmento privado das campanhas. Eles estão acostumados a adquirirem democracia à sua feição. Se não forem, vão atrás de golpe. Os golpistas, de 1954, 1964 e de agora tem origem nos recursos dos que se locupletam com o Estado em parceria com o PIG.

    O mercado de eventos da RBS no Litoral é uma parceria entre esta empresa e políticos da estirpe de Eduardo CUnha do Litoral. De um lado, a feira de tóxico e bebidas alcoólicas para jovens em Atlântida, de outro o açougue de bundas em Capão da Canoa. No meio, uma turba de midiotas que são cavalgados e seguem bovinamente o que a  Baita Rede Sonegadora diz.

    Possível desvio de recursos da Prefeitura de Capão da Canoa à RB$

    Por jloeffler – No dia 20/12/2015

    Possível desvio de recursos da Prefeitura de Capão da Canoa à RB$

    Jorge Loeffler
    20:17 (Há 1 minuto)</JORGE.LOEFFLER@GMAIL.COM>

    para Ministério
    http://praiadexangrila.com.br/grupo-busca-reduzir-salarios-de-prefeito-e-vereadores-de-tramandai/

    Grupo busca reduzir salários de prefeito e vereadores de Tramandaí

    Por jloeffler – No dia 20/12/2015

    Eis aí o resultado da campanha da RB$ contra o Legislativo de Tramandaí. Uma empresa desonesta como a RB$ que costuma não somente deixar de pagar o IR assim como acertar-se com corruptos para não pagar nem mesmo aquilo que declara tem a pretensão de ditar normas de conduta em municípios praianos. Isto a RB$ não faz em Capão da Canoa por que em meados de março ali realiza a maior feira de ovelhas deste país onde papais e mamães ‘zelosos’ colocam suas crias à disposição do mercado. A ‘honesta e proba’ RB$ leva daquela Prefeitura a modesta quantia de MEIO MILHÃO DE REAIS, dinheiro dos contribuintes que é desviado de sua finalidade. Vou encaminhar o link dessa post ao MP da Comarca de Capão da Canoa na expectativa de que o mesmo faça o seu dever, evitando assim esse desvio de recursos públicos de sua finalidade que não é pagar festas à REDE BAITA $ONEGADORA.
    O Editor

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    by Gastão Muri

    Ação aconteceu na Praça Leonel Pereira

    Hoje à tarde o grupo “Tramandaí em Ação” realizou coleta de assinaturas na Praça Leonel Pereira, centro de Tramandaí, visando reduzir os salários do prefeito e vereadores.

    BOBOS À SERVIÇO DA RB$
    O grupo considera que o Legislativo do município não vem realizando um trabalho que contente à comunidade, o que se reflete na contrariedade de diversos segmentos da comunidade em relação aos salários dos vereadores. Moradores de Tramandaí e da Região Metropolitana assinaram o manifesto.
    O grupo também aponta o elevado gastos em diárias por parte da Câmara como uma afronta à comunidade.

    Fonte: https://gastao30.wordpress.com/2015/12/20/grupo-busca-reduzir-salarios-de-prefeito-e-vereadores-de-tramandai/

    Praia de Xangri-Lá | Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

    26/10/2015

    RBS & Globo, muito além da corrupção

    RBS Ana ALCada dia que passa fica mais fácil de entender porque a RBS e a Rede Globo tanto apoiaram a Marcha dos Zumbis. A divulgação da Agenda 2020 também ajudam a entender o modus operandi da RBS. Com tudo isso, ainda não está fácil de entender como um grupo pode por tanto tempo corromper tanta gente.

    A manada de midiotas amestrados, que se perfilam ao padrão de sonegação da RBS, a ponto de defenderem que sonegação não é crime, é ainda algo inexplicável à luz da razão. Mas, no mundo dos mortais, há explicações que a própria razão desconhece. O ódio desmedido com que a RBS se atirou contra Olívio Dutra e Diógenes de Oliveira é como meia palavra a bom entendedor. A RBS, cria da ditadura, não tem aptidão para viver na democracia. Alguns fatos provam isso. Quando Luis Fernando Veríssimo chamou Fernando Collor de Mello de ponto de interrogação bem penteado, a Zero Hora suspendeu-o. Como explicar que um jornal não só sobreviva a uma ditadura como cresce com ela, sem nunca ser importunado por ela, a ditadura, mas seja apreendido nas primeiras eleições livres após a ditadura? Simples, a RBS é fruto podre da ditadura. A caçada ao Olívio Dutra se explica pelo mau costume da RBS vive das tetas do Estado. A mudança na distribuição das verbas publicitárias foi uma facada nas costas da RBS.

    O ódio ao Olívio começou quando desbancou o cavalo paraguaio, Antonio Britto, que havia doado a CRT à RBS.

    A RBS conseguiu em Vieira da Cunha, uma pessoa com sobrenome e costume parecidos com o atual Presidente da Câmara Federal, para tentar desmoralizar o Governo Olívio. Afinal, como podia um governador do RS não só se negar a transferir recursos públicos a uma montadora, como também criar uma Universidade Estadual, a UERGS? Então inventaram uma CPI da Segurança. E foi nela que apareceu pela primeira vez que a RBS tinha uma subsidiária nas Ilhas Cayman…

    Para resumir, Vieira da Cunha trouxe para o PDT quem fazia com ele dobradinha na RBS, Lasier Martins. Vieirinha virou Secretário do pior governo de Estado que já tivemos, e olha que Yeda Crusius, outra cria da RBS, já foi um desastre estupendo. E Lasier Martins é o segundo senador da RBS em Brasília. Já tinha Ana Amélia Lemos, cujo passado se confunde com a RBS.

    O ódio a Lula, Dilma e ao PT pode ser explicado pela derrocada econômica da RBS, mas muito mais pela derrocada moral. Como não odiar quem disse que, para combater a corrupção, não deixará “pedra sobre pedra”, doa a quem doer?!

    As provas: Globo (RBS) deu R$ 12 milhões na Zelotes

    publicado 24/10/2015 –

    A Zelotes tem muito mais roubalheira que toda a Vara do Moro – PHA

    operação zelotes

    O Conversa Afiada reproduz matéria de Najla Passos, na Carta Maior:

    RBS, afiliada da Globo, pagou R$ 11,7 milhões para conselheiro do CARF

    A Operação Zelotes apura o envolvimento de funcionários públicos e empresas no esquema de fraude fiscal que pode ter causado um prejuízo de R$ 19,6 bilhões
    Najla Passos
    Documentos sigilosos vazados nesta quinta (22) comprovam que o Grupo RBS, o conglomerado de mídia líder no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pagou R$ 11,7 milhões à SGR Consultoria Empresarial, uma das empresas de fachada apontadas pela Operação Zelotes como responsáveis por operar o esquema de tráfico de influência, manipulação de sentenças e corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga administrativamente os recursos das empresas multadas pela Receita Federal.
    A SCR Consultoria Empresarial é umas das empresas do advogado e ex-conselheiro do CARF, José Ricardo da Silva, indicado para compor o órgão pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e apontado pela Polícia Federal (PF) como o principal mentor do esquema. Os documentos integram o Inquérito 4150, admitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na  última segunda (19), que corre em segredo de justiça, sob a relatoria da ministra Carmem Silva, vice-presidente da corte.
    Conduzida em parceria pela PF, Ministério Público Federal (MPF), Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda e Receita Federal, a Operação Zelotes, deflagrada em março, apurou o envolvimento de funcionários públicos e empresas no esquema de fraude fiscal e venda de decisões do CARF que pode ter causado um prejuízo de R$ 19,6 bilhões aos cofres públicos. Segundo o MPF, 74 julgamentos realizados entre 2005 e 2013 estão sob suspeição.
    As investigações apontam pelo menos doze empresas beneficiadas pelo esquema. Entre elas a RBS, que era devedora em processo que tramitava no CARF em 2009. O então conselheiro José Ricardo da Silva se declarou impedido de participar do julgamento e, em junho de 2013, o conglomerado de mídia saiu vitorioso. Antes disso, porém, a RBS transferiu de sua conta no Banco do Rio Grande do Sul, entre setembro de 2011 e janeiro de 2012, quatro parcelas de R$ 2.992.641,87 para a conta da SGR Consultoria Empresarial no Bradesco.
    Dentre os documentos que integram o Inquérito 4150 conta também a transcrição de uma conversa telefônica entre outro ex-conselheiro do Carf, Paulo Roberto Cortez, e o presidente do órgão entre 1999 e 2005, Edison Pereira Rodrigues, na qual o primeiro afirmava que José Ricardo da Silva recebeu R$ 13 milhões da RBS. “Ele me prometeu uma migalha no êxito. Só da RBS ele recebeu R$ 13 milhões. Me prometeu R$ 150 mil”, reclamou Cortez com o então presidente do Carf.
    Suspeitos ilustres
    Os resultados das investigações feitas no âmbito da Operação Zelotes foram remetidos ao STF devido às suspeitas de participação de duas autoridades públicas com direito a foro privilegiado: o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes. O deputado foi vice-presidente jurídico e institucional da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. Os termos de sua participação no esquema ainda são desconhecidos.
    Nardes, mais conhecido por ter sido o relator do parecer que rejeitou a prestação de contas da presidenta Dilma Rousseff relativa ao ano de 2014, por conta das polêmicas “pedaladas fiscais”, é suspeito de receber R$ 2,6 milhões da mesma SGR Consultoria, por meio da empresa Planalto Soluções e Negócios, da qual foi sócio até 2005 e que ainda hoje permanece registrada em nome de um sobrinho dele.
    Processo disciplinar
    Nesta quinta (22), a Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda anunciou a instalação do primeiro processo disciplinar suscitado pelas investigações da Operação Zelotes. Em nota, o órgão informou que o caso se refere a uma negociações para que um conselheiro do CARF pedisse vistas de um processo, sob promessa de vantagem econômica indevida, em processo cujo crédito tributário soma cerca de R$ 113 milhões em valores atualizados até setembro.



    As provas: Globo (RBS) deu R$ 12 milhões na Zelotes — Conversa Afiada

    23/10/2015

    Ai que saudade da ditadura, quando se roubava com lisura

    OBScena: santinho da santinha da RBS 

    RBS Ana ALAgora, não. Depois do Geraldo Brindeiro, o Engavetador Geral da República, sétimo na lista dos procuradores, primo do Marco Maciel, não tivemos mais a mesma compreensão. Se pelo menos fosse o Roberto Gurgel… Agora, não. É azar por cima de azar. Apesar de não termos tido a sorte de ter sido o Rodrigo de Grandis, ainda assim tiramos leite de pedra com o Ricardo Leite, mas aí o PT manipulou para botar lá outro juiz. Ah, como odeio o PT, a Dilma e principalmente o Lula. Eles só pensam em punir quem rouba. Basta ver que todos os homens honestos deste Brasil querem o impeachment da Dilma e também odeiam o Lula. Veja a lista de homens honoráveis que estão do nosso lado: Eduardo CUnha, Aécio Neves, Demóstenes Torres, Agripino Maia, Lasier Martins, Ana Amélia Lemos, Luis Carlos Prates, José Maria Marin, FHC, Marco Polo del Nero, Ricardo Teixeira, J. Hawilla, Fernando Francischini, Beto Richa, Geraldo Alckmin, Ronaldo Caiado, Augusto Nardes, todo o PP gaúcho, Yeda Crusius, Jorge Pozzobom. Uma legião de anjos como esta é difícil de reunir outra vez. Se não for agora, quando?!

    Para ver como são as coisas, os R$ 113 milhões sonegados eles jogariam fora pois pagariam a bagatela de 1.547.945 (um milhão, quinhentos e quarenta e sete mil, novecentos e quarenta e cinco) Bolsas Família. É muito dinheiro para esses miseráveis.  

    Temos de exigir que nossos dois senadores ressuscitem a marcha dos zumbis para ver se conseguimos derrubar a Dilma e atiçar nossos parceiros do MPF para caçar o Lula. Seria um desastre para nossos interesses mais quatro anos de Lula. Vai que ele mande investigar o dinheiro da Lista Falciani lavado no HSBC.

    RBS pagou R$ 11,7 milhões para conselheiro do Carf

    Documentos sigilosos vazados nesta quinta (22) comprovam que o conglomerado de mídia do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e afiliada da Rede Globo repassou o dinheiro à SGR Consultoria Empresarial, uma das empresas de fachada apontadas pela Operação Zelotes como responsáveis por operar o esquema; empresa pertence ao advogado e ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva, apontado pela PF como o principal mentor da venda de decisões do órgão que pode ter causado um prejuízo de R$ 19,6 bilhões aos cofres públicos

    23 de Outubro de 2015 às 17:53

    Najla Passos, da Carta Maior – Documentos sigilosos vazados nesta quinta (22) comprovam que o Grupo RBS, o conglomerado de mídia líder no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pagou R$ 11,7 milhões à SGR Consultoria Empresarial, uma das empresas de fachada apontadas pela Operação Zelotes como responsáveis por operar o esquema de tráfico de influência, manipulação de sentenças e corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga administrativamente os recursos das empresas multadas pela Receita Federal.

    A SCR Consultoria Empresarial é umas das empresas do advogado e ex-conselheiro do CARF, José Ricardo da Silva, indicado para compor o órgão pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e apontado pela Polícia Federal (PF) como o principal mentor do esquema. Os documentos integram o Inquérito 4150, admitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na  última segunda (19), que corre em segredo de justiça, sob a relatoria da ministra Carmem Silva, vice-presidente da corte. 
    Conduzida em parceria pela PF, Ministério Público Federal (MPF), Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda e Receita Federal, a Operação Zelotes, deflagrada em março, apurou o envolvimento de funcionários públicos e empresas no esquema de fraude fiscal e venda de decisões do CARF que pode ter causado um prejuízo de R$ 19,6 bilhões aos cofres públicos. Segundo o MPF, 74 julgamentos realizados entre 2005 e 2013 estão sob suspeição. 
    As investigações apontam pelo menos doze empresas beneficiadas pelo esquema. Entre elas a RBS, que era devedora em processo que tramitava no CARF em 2009. O então conselheiro José Ricardo da Silva se declarou impedido de participar do julgamento e, em junho de 2013, o conglomerado de mídia saiu vitorioso. Antes disso, porém, a RBS transferiu de sua conta no Banco do Rio Grande do Sul, entre setembro de 2011 e janeiro de 2012, quatro parcelas de R$ 2.992.641,87 para a conta da SGR Consultoria Empresarial no Bradesco. 
    Dentre os documentos que integram o Inquérito 4150 conta também a transcrição de uma conversa telefônica entre outro ex-conselheiro do Carf, Paulo Roberto Cortez, e o presidente do órgão entre 1999 e 2005, Edison Pereira Rodrigues, na qual o primeiro afirmava que José Ricardo da Silva recebeu R$ 13 milhões da RBS. “Ele me prometeu uma migalha no êxito. Só da RBS ele recebeu R$ 13 milhões. Me prometeu R$ 150 mil”, reclamou Cortez com o então presidente do Carf.
    Suspeitos ilustres
    Os resultados das investigações feitas no âmbito da Operação Zelotes foram remetidos ao STF devido às suspeitas de participação de duas autoridades públicas com direito a foro privilegiado: o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes. O deputado foi vice-presidente jurídico e institucional da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. Os termos de sua participação no esquema ainda são desconhecidos.
    Nardes, mais conhecido por ter sido o relator do parecer que rejeitou a prestação de contas da presidenta Dilma Rousseff relativa ao ano de 2014, por conta das polêmicas “pedaladas fiscais”, é suspeito de receber R$ 2,6 milhões da mesma SGR Consultoria, por meio da empresa Planalto Soluções e Negócios, da qual foi sócio até 2005 e que ainda hoje permanece registrada em nome de um sobrinho dele.
    Processo disciplinar
    Nesta quinta (22), a Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda anunciou a instalação do primeiro processo disciplinar suscitado pelas investigações da Operação Zelotes. Em nota, o órgão informou que o caso se refere a uma negociações para que um conselheiro do CARF pedisse vistas de um processo, sob promessa de vantagem econômica indevida, em processo cujo crédito tributário soma cerca de R$ 113 milhões em valores atualizados até setembro.


    RBS pagou R$ 11,7 milhões para conselheiro do Carf | Brasil 24/7

    15/09/2015

    Quando envolve a Rede Baita Sonegadora, ninguém Motta…

    Cadê o Vieirinha, moleque de recados da RBS. Que vergonha para o PDT, uma sigla que já foi grande e hoje vive de aluguel na RBS. A parceria do Vierinha com a RBS na CPI da Segurança Pública, vejam só, para atingir Olívio Dutra, um dos homens públicos mais probos deste Estado, granjeou-lhe simpatia a ponto de alugar a sigla para o funcionário Lasier Martins, numa preparação para a candidatura ao senado, levar a Agenda 2020 da RBS pelos quatro cantos.

    Um Estado onde a RBS detém 80% do mercado de mídia só poderia resultar numa manada de midiotas. Cabresteados pela RBS, elegeram o PP gaúcho, todinho na Lava Jato, Afonso Motta, prestes a botar a tornozeleira, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos, o que dá a RBS dois Senadores. E, hors concours, o Tiririca da Serra, SARTORI…  Todos eles aliados de Aécio Neves. Essa é a gente que vive de disseminar ódio a Lula, Dilma e ao PT. O que o pitt bull Lasier Martins tem a dizer a respeito de seu colega de RBS, em breve de tornozeleira eletrônica, e de partido?!

    Na véspera do 20 de setembro, quando a gauchada comemora uma revolução da casa-grande perdida para o Império, cantemos o Hino Rio-Grandense: “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”.

    PF cita deputado Afonso Motta na operação Zelotes

    Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf

    Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf | Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara/CP

    Inquérito apura suspeitas sobre participação do Grupo RBS em suposta fraude no Carf | Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara/CP

    O deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) foi citado nas investigações da Polícia Federal sobre o esquema de corrupção no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, de acordo com o Jornal Folha de São Paulo. O nome do parlamentar surgiu no inquérito aberto para apurar as suspeitas de participação do Grupo RBS. Motta foi vice-presidente jurídico e institucional da empresa até 2009, antes de se eleger à cadeira na Câmara.
    Nesta terça-feira, Motta confirmou ter atuado em defesa da RBS ao longo de oito dos 11 anos em que as ações são investigadas. “Após minha saída, houve decisão desfavorável à empresa. A reversão da sentença ocorreu depois. Vejo a citação do meu nome como algo natural, pois trabalhei no período que corresponde a etapa da investigação. Porém, não posso comentar sobre a investigação, porque não fui notificado de nada”, afirmou. Como é deputado federal, ele tem foro privilegiado e só pode ser investigado com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar o material coletado pela PF e decidirá se pedirá ou não abertura de inquérito ao STF.
    As fraudes investigadas no Carf foram descobertas a partir da Operação Zelotes, deflagrada pela PF em abril. O Carf funciona como tribunal administrativo, responsável por julgar recursos de empresas autuadas pela Receita Federal por deverem impostos. Segundo investigações, conselheiros recebiam propina para votar em favor de redução e até do perdão das dívidas. O contato era feito por intermediários. Lobistas, escritórios de contabilidade ou de advocacia eram responsáveis por cooptar empresas dispostas a pagar propina a conselheiros do esquema, em troca de influência nos resultados dos processos.
    Em nota, o Grupo RBS informa que Motta deixou a empresa em 2009 para exercer carreira política. O grupo não comentou a investigação da Polícia Federal sobre a atuação da RBS junto ao Carf.

    Correio do Povo | Notícias | PF cita deputado Afonso Motta na operação Zelotes

    05/09/2015

    Agenda 2020 da RBS

    zelotesLasier Martins é o projeto da RBS para o Piratini em 2020. À moda Cosa Nostra, a RBS utilizou o braço da Rádio Gaúcha para levar o pitt bull a pastorear sua manada de bovinos pelo interior do RS. Não bastava ter uma Ana Amélia Lemos no PP gaúcho, a RBS também precisa de uma sigla de aluguel. Foi Vieira da Cunha que entregou a barriga de aluguel para que a RBS pudesse parir outro senador. Assim, a RBS é o único grupo de comunicação que não precisa de intermediários, já tem só pra si dois senadores. Por pouco não conseguiu emplacar a Miss Lagoa Vermelha no Piratini. Não funcionou, então montou o plano B e emplacou o Tiririca da Serra. A estratégia foi criminalizar o PT e Tarso Genro. Poderia ser qualquer um menos alguém do PT. Por quê a RBS tem tanto medo do PT? Claro, o sonho da RBS é ter alguém que lhe entregue, seja em marketing ou facilidades públicas aos finanCIAdores ideológicos, uma CRT a cada quatro anos.

    A parceria da RBS com prefeituras do interior, mediante o finanCIAmento de parceiros ideológicos, explica porque o RS está muito atrás de Santa Catarina. Outra explicação está na presença do latifúndio no RS. Em Santa Catarina impera a pequena propriedade.

    O atraso gaúcho atende pela união do lumpempresariado  com o lumpenjornalismo. Em que outro estado um grupo de jornalismo criminalizaria um governo que “ousasse” criar uma Universidade Estadual? Olívio Dutra foi diabolizado pela RBS.

    Claro, contou com meninos de aluguel, que se venderam pois dois minutos de presença, ao vivo, no Jornal Nacional. Vieira da CUnha, que pelo sobrenome não se perca, alugou seu PDT em troca do acobertamento da RBS. Hoje é Secretário, da cota da RBS,  de Educação. Não é sem motivos que a RBS faz vistas grossas ao abandono de Porto Alegre por José Fortunati. Assim, a RBS mediante seus muitos braços mafiomidiáticos detém dois senadores (Ana Amélia & Lasier), um ventríloquo no governo do Estado, um estafeta na Secretaria de Educação, e um palerma de Prefeito de Porto Alegre.

    Só os midiotas não entendem. Para entender bastaria ver quem são os que estão na Lista Falciani do HSBC, no CARF, na Operação Zelotes, Operação Rodin, Operação Pavlova. Por que, vira e mexe, o Gerdau é figura presente para ditar o que é bom ou ruim para o Estado? Será porque o Gerdau, como a RBS, tem interesse no CARF?! Por que eles não param de lorotas, deixem de sonegação e paguem em dia os impostos?!

    E ainda há quem não entenda porque o RS está tão mal.

    Um relato sobre a misteriosa Agenda 2020

    Postado por Juremir em 24 de agosto de 2015

    Há nomes que surgem do nada e começam a ter grande influência nos bastidores da administração pública formulando sugestões de políticas que vão se fixando como entidades misteriosas. Por toda parte, ouve-se falar na tal Agenda 2020. De onde surgiu? O que é? Em princípio, é a plataforma de um grupo de empresários que busca implementar Estado mínimo, apostar em políticas de incentivos fiscais para empresas e fazer lobby para os seus amplos interesses. Recebi um interessante e-mail de sobre a Agenda 2020 de uma fonte que não pode ter o seu nome divulgado por medo de sofrer represálias muito óbvias.

    Uma fonte entranhada.

    “Existe uma empresa que é onde funciona a Agenda 2020, a Polo RS, coordenada por Ronald Krumenauer, e os projetos dela são mantidos por colaboração dos voluntários da Agenda, voluntários esses todos empresários de alta classe do Estado. O que sempre me chamou atenção foi o fato de que a Agenda não tinha nenhuma atividade específica. Mesmo assim eles mantém um corpo de funcionários até pequeno, mesmo assim nunca vi um lugar onde o dinheiro saia de forma tão fácil. A atividade principal deles foram os Debates RS, onde visitavam diversas cidades a apresentaram sua agenda junto com o senador Lasier Martins a equipe da Rádio Gaúcha. Outro fato interessante se refere à sugestão de uma pauta sobre sonegação de impostos, já que sempre escutei discursos indignados contra os impostos no Brasil. A resposta foi bastante clara de porque aquela pauta não deveria ser levantada: ‘Tu queres pegar mais da metade do conselho da Polo’. O presidente da Agenda 2020 é uma figura meramente figurativa, quase nunca aparece no local e nas poucas vezes que vai fica menos de 10 minutos no local em conversa reservada com Ronald. Bom há outras questões sobre a Agenda que podemos levantar, especialmente de onde vem o dinheiro que sustenta aquela estrutura, já que o escritório está localizado em uma região muito cara da cidade, sem contar os gastos com pessoal, viagens e etc”.

    A Agenda 2020 é parceira da RBS.

    Nada de irregular. Só desconhecido do público mais amplo. O time da Polo é pesado.

    Esta notícia, recuperada na Internet, dá uma ideia da densidade econômica do pessoal e da sua capacidade de influência: “Conselheiros e associados da Polo RS – Agência de Desenvolvimento, reunidos nesta segunda-feira, dia 19 de agosto, em Porto Alegre, elegeram o empresário Humberto César Busnello como o novo presidente do Conselho de Administração da entidade, período 2013/2015. O encontro foi liderado por Bolivar Baldisserotto Moura, presidente do conselho da Polo RS entre 2007 e 2013. A reunião contou com os conselheiros Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau), Heitor Müller (Fiergs), Zildo De Marchi (Fecomércio), Ricardo Russowsky (Federasul), Paulo Vanzetto Garcia (Sinduscon), José Eduardo Cidade (Walmart) e Vagner Calvetti (Ipiranga), Anton Karl Biedermann e as presenças de Renato Gasparetto e Luiz Carlos Bohn”. Tropa de choque.

    Eleito, Busnello declarou: “Vamos intensificar nosso relacionamento com o Executivo, com Legislativo e o Judiciário. Temos estudos e propostas sobre o futuro do Rio Grande do Sul que precisamos apresentar a todos os gaúchos”.

    Apresentou-as a Sartori.

    Será que o máximo de gaúchos quer o Estado mínimo?

    Juremir Machado da Silva – Blogs – página 3 – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

    21/06/2015

    Milagre, do ovo da serpente nasceram gêmeos

    rbs lasier-ana-amelia-rbs-eleicoes-rio-grande-do-sulPor que os filhotes da RBS não usam o púlpito do Senado para denunciar as empresas pegas na Operação Zelotes, Operação Pavlova ou na Lista Falciani do HSBC? Por exemplo, o que Ana Amélia Lemos tem a dizer a respeito do PP gaúcho, seu partido, pego inteiro e por completo na Operação Lava Jato? O que Lasier Martins tem a dizer a respeito do envolvimento de seu partido nas falcatruas da Assembleia Legislativa Gaúcha?!

    O correligionário de Lasier Martins, Gilmar Sossella foi cassado pelos malfeitos praticados na campanha eleitoral. Lasier, como jornalista metido a saber e ter opinião sobre tudo, sabia das práticas de seu colega? Se sabia e nada fez, é cúmplice. Se não sabia, é ignorante. Mas é uma ignorância conveniente típica de funcionário da RBS.

    Era uma vez um deputado chamado Diógenes Basegio que tinha um Gatto, mas o gato, nas palavras do Gatto era ele, Basegio. Dúvida shakespeariana, qual dos dois é mais gato? Com a palavra o filhote da RBS, Lasier Martins. Mas o silêncio fala mais alto.

    Os filhos gêmeos da RBS poderiam falar a respeito das Operações Leite Compensado, Queijo Condensado. Contra bandidos que envenenam alimentos, os dois acocam. Sempre que aparece alguém metido em falcatrua no sul os dois desnorteiam. Para não falar dos patrões e de seus financiadores ideológicos, os dois imaturos representantes da manada bovina gaúcha atacam Maduro.

    Senadores gaúchos Ana Amélia e Lasier Martins se associam a pataquada do Aécio e dos três patetas na Venezuela

    Published junho 20, 2015

    Lasier Ana AméliaProposta da senadora Ana Amélia conseguiu apoio de apenas 27 senadores, entre os quais Lasier Martins
    Com informações da  Agência Senado

    A senadora Ana Amélia (PP-RS) propôs ao Plenário do Senado nesta quinta-feira (18) uma moção de repúdio ao tratamento recebido pela comitiva de senadores brasileiros em missão na Venezuela. Apesar de não obter o apoio de 27 dos senadores (um terço dos 81) para votação no Plenário, como prevê o Regimento Interno, a proposta foi acatada e encaminhada às autoridades venezuelanas.

    Comentário do Blogueiro: Na verdade a Ana Amélia chamou de “moção”, mas é uma cartinha assinada por ela e meia duzia de Senadores, já que não foi homologada pela ampla maioria dos senadores. Com esta ridícula “moção”, Ana Amélia e Lasier Martins, que apoiou, como se pode ver nesta matéria da Agência Senado, se associam a pataquada do demo tucanato na Venezuela.

    O líder do governo, Delcídio do Amaral (PT-MS), foi um dos senadores que resistiu à aprovação da proposta. Ele reiterou que já havia feito contato com o Palácio do Planalto e com os ministros da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores. O parlamentar considerou suficiente a nota do presidente do Senado, Renan Calheiros, condenando os acontecimentos narrados pelos senadores da comitiva.

    — Acho que com qualquer outro tipo de atitude, sem que tomemos um conhecimento claro do que efetivamente aconteceu, poderemos estar nos precipitando desnecessariamente — disse Delcídio, sem descartar medidas mais incisivas se houver confirmação de “algo efetivamente grave”.

    O primeiro-vice-presidente do Senado, Jorge Viana, também avaliou que a nota divulgada por Renan seria suficiente. Ele acrescentou que, segundo relatos do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a Venezuela estava recebendo hoje da Colômbia um acusado de matar um parlamentar chavista, o que causou confusão em Caracas, que prejudicou os senadores brasileiros.

    — A informação é que estão liberando uma das pistas de acesso à cidade de Caracas e há a possibilidade de terem o trânsito [liberado] para que possam chegar a Caracas — disse Viana, reiterando solidariedade aos colegas.

    Também a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirmou que o melhor seria aguardar notícias mais completas de Caracas. Ela lembrou que, há uma semana, esteve em Caracas o ex-presidente espanhol Felipe González, crítico de Hugo Chávez.

    — E nada disso aconteceu. Foi recebido com muito respeito pela população e desenvolveu todas as atividades — disse Vanessa.

    Diante da resistência, Ana Amélia, que chegou a receber apoio de Dalírio Beber (PSDB-SC) e Lasier Martins (PDT-RS), pediu a aprovação do requerimento apenas em seu nome, o que foi acatado pelo presidente Renan Calheiros. O expediente seguiu para publicação e envio às autoridades.

    Pelo Regimento Interno (art. 222), o senador pode apresentar voto de aplauso, repúdio ou louvor que será encaminhado em nome do autor, após a leitura no Plenário. Se disser respeito a ato público ou a acontecimento de alta significação nacional ou internacional, o voto poderá ser encaminhado em nome do Senado Federal, mediante requerimento subscrito por um terço dos senadores e aprovação pelo Plenário. [Agência Senado]

    26/04/2015

    Sinal de limpeza: ratos fogem aterrorizados

    Filed under: Carlos Lupi,José Fortunati,Lasier Martins,PDT,Porto Alegre,RBS,Sigla de Aluguel — Gilmar Crestani @ 10:02 am
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    Foi simbólica a soltura de ratos no Congresso. Eles ficaram por lá e votaram a favor da terceirização. No RS, o PDT virou sigla de aluguel, alugado pela RBS. A parceria que entregava pontos essenciais do mercado imobiliário da Capital aos interesses da RBS era uma venda casada com a entrada do seu funcionário, Lasier Martins, no PDT. O PDT gaúcho fez campanha e votou com Aécio Neves. E só o Carlos Lupi não sabe disso porque se comporta como ratazana roendo o chocolate do Governo Federal. Pior do que fazem, é sair a público, depois de hibernarem em esgotos com este tipo de raciocínio.

    Como pode se chamar de trabalhista um partido que vota a favor da precarização das relações do trabalho? O PDT consegue ser um bando ainda pior que o PMDB. Vem, achacam, e depois saem atirando. Ou não é achacar pedir um “naco de poder” maior? Querem mais poder para destruir mais rapidamente a agenda social.

    O chororô de partido nanico é de fazer inveja ao Ronaldo Caiado. Ao primeiro sopro de aragem no porão do navio, os ratos entram em polvorosa. Depois de roerem o chocolate, ficam com síndrome de abstinência, se revoltam e saem a nado. Desde que Brizola se foi, o PDT nada. Nada na lama. Vivia pendurado nas tetas do Governo Federal. A menor oxigenação, entram em estertores.

    Carlos Lupi é só o chefe das ratazanas. Gilmar Sossella, ex-presidente da Assembleia Legislativa do RS, explica o fenômeno ratazada do Carlos Lupi. É de Sossella que Lupi tirou a imagem de ratazana.

    A administração de Porto Alegre, sob o comando do PDT, dá uma boa ideia do que fazem as ratazanas no poder.

    Carlos Lupi: ‘o PT roubou demais e se esgotou’

    :

    Presidente do PDT, Carlos Lupi, anuncia que o partido deixará, em breve, a base governista; "A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar", afirmou

    26 de Abril de 2015 às 09:04

    247 – Em entrevista à jornalista Isadora Peron, do jornal Estado de S. Paulo (leia aqui), o presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi atacou duramente o PT.

    "O PT exauriu-se, esgotou-se. Olha o caso da Petrobras. A gente não acha que o PT inventou a corrupção, mas roubaram demais. Exageraram. O projeto deles virou projeto de poder pelo poder", disse ele.

    Lupi criticou ainda a relação do PT com os partidos da base aliada. "A conversa com o PT, com o meu amigo Lula e com a presidente Dilma, é qual o naco de poder que fica com cada um. Para mim, isso não basta. Eu não quero um pedaço de chocolate para brincar como criança que adoça a boca. Eu quero ser sócio da fábrica, eu quero ajudar a fazer o chocolate."

    Por fim, anunciou o desembarque do governo Dilma. "A gente não quer ser um rato, que foge do porão do navio quando entra a primeira água, mas também não queremos ser o comandante do Titanic, que ficou no barco até ele afundar".

    Carlos Lupi: ‘o PT roubou demais e se esgotou’ | Brasil 24/7

    21/04/2015

    Por que o PDT virou sigla de aluguel?

    Filed under: Lasier Martins,PDT,Preconceito,RBS,Terceirização — Gilmar Crestani @ 10:38 am
    Tags:

    Lasier Martins Indio

    Do casamento do Vieira da Cunha com a RBS nasceu Lasier Martins. Serviu de testemunha José Fortunati e suas possibilidades imobiliárias pela cidade. A empresa que é ávida por todos os lados encontrou no Paço Municipal o aval para uma simbiose muitas vezes tentadas mas poucas vezes vista. As parcerias públicas são descarregadas na privada.

    As relações na privada resultaram na defecção partidária. Fortunati se licenciou do PDT. Quando terminar, voltará para que o PDT o limpe com papel higiênico. Assim vai parecer distância entre força e resultado. Para uma boa negociada há sempre a possibilidade da conversão de papel imprensa em papel higiênico. Onde há bundão, abunda! Quando um partido é cabresteado pela mídia, descanta o verso com a mesma naturalidade com que uma criança faz xixi na cama.

    Parodiando a maior filosofada do PJ da RBS, “quantos jornalista no Brasil e particularmente no Rio Grande do Sul deixaram de ser jornalistas e são hoje políticos respeitados e qualificados?” Muitos. Mas Lasier Martins, com certeza, não é um deles. Por isso está no PDT. Por isso o PDT o acolheu. Por isso o PDT “erra” mas não é!

    PDT-RS muda e agora é contra terceirização

    Deputados federais da sigla dizem que irão votar para restringir proposta

    Cherini diz que a questão não é ideológica | Foto: Lúcio Bernardo Jr / Câmara

    • Iuri Ramos

    A volta da Lei das Terceirizações para a pauta da Câmara dos Deputados, amanhã, promete uma nova rodada de polêmicas entre os pedetistas gaúchos. Os deputados já aprovaram o texto-base da proposta, mas precisam concluir a análise dos destaques e das emendas apresentados ao projeto. Após dois dos três deputados federais votarem a favor da lei que amplia a possibilidade terceirização nas empresas, lideranças do PDT gaúcho se revoltaram com a posição da bancada em Brasília. Agora, para as votações de amanhã, os três parlamentares pedetistas do RS dizem que irão restringir ao máximo a abrangência da lei.
    O deputado Giovani Cherini garante que não mudou de opinião e quer esclarecer até onde pode se estender a atividade-meio. “Não é uma questão ideológica, é pela segurança dos trabalhadores que estão à mercê dessa regulamentação”. Segundo ele, as críticas deveriam ser encaminhadas ao Tribunal Superior do Trabalho. “Eles que criaram a lei, agora são contra.”
    O pedetista Afonso Motta se diz sensível ao debate criado em torno do tema. “Fizemos esforço para que não entrasse na pauta, e votamos contra a urgência. Agora teremos posição bastante restritiva. Sabíamos das pressões que viriam”, declarou.
    Para o deputado Pompeo de Mattos, presidente estadual do partido, o PDT teve coragem. “O primeiro voto que o PDT deu foi para desprecarizar os 12 milhões de trabalhadores terceirizados. E agora, na segunda rodada de votos, é para não permitir a precarização dos mais de 40 milhões formalizados. Não há trabalhadores mais importante que os outros”, afirmou, acusando a bancada petista de dar o “voto covarde” contra os trabalhadores terceirizados. “Demos a cara a tapa. Quem questionou, não entendeu, mas aos poucos vão compreender”, disse aos correligionários insatisfeitos.

    Correio do Povo | Notícias | PDT-RS muda e agora é contra terceirização

    11/04/2015

    Terceirização, na prática

    terceirizaçãoUm exemplo bem didático para se explicar a terceirização aconteceu esta semana.

    Trabalhadores sindicalizados terceirizaram sua representatividade, mediante mensalidade, à Força Sindical. A Força Sindical terceirizou sua representação no Congresso ao Paulinho, do Solidariedade. O terceirizado sindical terceirizou a um funcionário seu, cujo salário é terceirizado aos cofres públicos, para apresentar sua primeira inciativa legislativa depois de muitos anos de parlamento: soltar ratos no Congresso. Conclusão, os trabalhadores filiados ao Força Sindical terceirizaram sua representação no Congresso Nacional a ratos. Faz todo sentido: quem se relaciona com ratos, ratos serão seus representantes.

    Os inimigos dos trabalhadores estão nus. Os ratos roeram suas fantasias.

    Para resumir o que significa a Força Sindical basta dizer que foi criada por Collor de Mello, para servir-lhe de base de sustentação em oposição à CUT. Seus finanCIAdores todos sabem quem são.

    Roendo o pão que o Paulinho amassou, os filiados ao Força Sindical é que se chama de uma grande massa de manobra. Pior, dão mostras de sofrerem da Síndrome de Estocolmo. Como pode apoiarem um Sindicado que luta pela precarização das relações de trabalho, transferindo ao patrão direitos a duras penas conquistadas na democratização. Mesmo nos setores mais conservadores da classe média há um desconforto com a proposta levada a cabo por Eduardo Cunha. Fica ainda mais gritante o acinte quando se sabe que a mulher de Eduardo Cunha entrou contra a Rede Globo, de quem era funcionária, pelo fato de ter sido constrangida a se tornar pessoa jurídica para trabalhar como prestadora de serviço à Globo. Aliás, o que era uma prática dos grupos mafiomidiáticos tornou-se lei para a sociedade. Tomou-se um mau exemplo, uma prática ilegal, que a Justiça do Trabalho vinha reiteradamente condenando, em lei.

    O que assunta, mais até do que a precarização das relações de trabalho, que devolve o Brasil ao período pré-república, é o fato de que isso só foi possível graças ao apoio, não do PSDB, DEM, SDD, mas do PTB e PDT. Estes dois últimos, se tivessem vergonha na cara tirariam o “T” da sigla. Trabalhador que ainda vota no PDT e no PTB bem que merece este pontapé na bunda. Quem não se valoriza, merece que seja tratado  com desprezo. Se tendo vencido Dilma, o Congresso ainda consegue impor uma derrota deste tamanho, imagine se Aécio tivesse ganho. Ao invés de Bolsa Família, o Congresso teria capacidade para aprovar até bolsa pó. O PSDB demonstrou, ao votar em peso pela terceirização, o quanto tem de respeito pelas relações de trabalho. Assim como terceiriza à imprensa a defesa de suas ideias, também terceiriza a responsabilidade social aos seus finanCIAdores ideológicos.

    O que tudo isto prova é que a nossa sociedade, seja por ignorância seja por má fé, é muito conservadora.

    Se está ruim com Dilma, imagine com Aécio Neves, onde o despudor seria a medida de todas as coisas. Construir aeroporto nas terras do Tio Quedo ou sumir com helipóptero com 450 kg de cocaína passaria a ser coisa de amador. Ele faria pó do Brasil, para consumo próprio.

    11/03/2015

    PP gaúcho prova que na ditadura não havia corrupção

    PRBSMal informados e mal intencionados, unidos na ignorância, estufam o peito para dizer que na ditadura “pelo menos não havia corrupção”. Talvez lembrando que havia uma forte participação de generais gaúchos.

    O Paulo Salim Maluf talvez seja o mais ilustre representante da ditadura. Foi com ele que Tancredo Neves concorreu na eleição indireta. Tancredo ganhou mas não levou. Quem ficou foi um parceiro da ditadura e de todos os que vieram depois, José Sarney. Sarney fez uma parceria com a Rede Globo que já havia emplacado o porta-voz, Antônio Britto, e que também emplacaria o Ministro das Comunicações, Antônio Carlos Magalhães. Todos filhotes da ditadura. Todos abraçados pela Rede Globo e suas filiais de norte a sul. No sul, pela RBS.

    Por razões óbvias, o cavalo do comissário seria sempre albergado na RBS. Olívio derrotou, mas RBS fez gato e sapato para derruba-lo.

    O PP gaúcho esteve aliado a todos os partidos com quem o PT disputou as eleições. Mesmo estando na base do governo federal, o PP se perfilou ao lado de Aécio Neves. O PP gaúcho é cara da RBS. Está envolvido em todos os casos de corrupção levados a público, não pela RBS, no RS. Lembrem-se da última funcionária da RBS a ocupar o Piratini. Yeda Crusius foi o pior governo estadual que já tivemos. Mas para a RBS foi maravilhoso. Ganhou uma sobrevida com a publicidade estadual. E por aí se explica todo ódio que a RBS nutre por Olívio Dutra e Tarso Genro. Até parece que os anencefálicos já esqueceram a Operação Rodin, mas ela continua, apesar de todo silêncio da RBS a respeito.

    Nas últimas eleições, a RBS quase emplacou a funcionária Ana Amélia Lemos no comando do Estado. Não conseguiu, mas como prêmio de consolação logrou, que palavra, sufragar, graças à manada gaúcha que segue bovina e cegamente a RBS, colocar Lasier Martins no Senado. Reitero, todos ao lado de Aécio Neves.

    De repente, não mais que de repente, descobre-se que o único partido de linhagem direta da ditadura (ARENA, PDS, PP), aliado de todas as horas da RBS, cuja candidata ao Piratini, é prata da casa, Ana Amélia Lemos, está todo enrolado na Operação Lava Jato.

    Por aí se explica todo ódio ao PT e aos Governos de Lula e Dilma: não tem mais essa de jogar para debaixo do tapete a corrupção, como se fazia na ditadura. Na ditadura, quem denunciava era  preso, torturado e morto. Os grupos mafiomidiáticos davam cobertura aplicando o método que, na democracia, recebeu o nome de Rubens Ricúpero, descoberto no Escândalo da Parabólica: o que era bom para seus parceiros, a Globo mostrava, o que era ruim, escondia.  A RBS continua faezendo isso até hoje ou alguém acha que a Ana Amélia Lemos e o PP estão sofrendo todo tipo de acusação com que a RBS costuma atacar o PT?! O que prova que a RBS não é contra a corrupção, mas contra a concorrência na corrupção. Vimos isso no governo da Yeda Crusius. As denúncias só saíram na Folha, a RBS repercutia, de forma ligeira e sem acusar, depois.

    Agora está lá o corpo do PP estendido no chão. Quem lê, ouve ou assiste os veículos da RBS, descobre que seus funcionários ficaram ainda mais histéricos com o Governo Federal. Por quê? Por que descobriram que seus heróis estão no PP e eles estão todos na Lava Jato.

    Ou o RS acaba com o rebotalho da ditadura, ou eles ainda acabarão por reimplantar a ditadura nos pampas. Para quem ainda pensa em separatismo, imagine o PP comandando o Estado com a RBS na retaguarda… Até o tiririca gaudério, José Ivo Sartori, viraria  estadista…

    04/10/2014

    RBS torce e, com isso, distorce

    rbs eleiçõesA capa do site da RBS hoje traz esta distribuição na imagem printada aí ao lado.

    A desculpa da informação da pesquisa IBOPE revela o método operacional da RBS, e desnuda de vez a apelação pela eleição de seus funcionários.

    Por que cargas d’água as imagens de Ana Amélia Lemos e Lasier Martins deve aparecer em primeiro? Se fosse apenas um, vá lá,coincidência, mas os dois? Se justificaria se ambos estivessem em primeiro lugar nas pesquisas, mas não estando, a escolha foi proposital.

    A RBS confunde desejo com informação, por isso não é nem uma coisa nem outra. Não é desejo, posto que é torcida. Nem informação, posto que é manipulação.

    Vou repetir o que já disse tantas vezes, ou os gaúchos deem um basta na RBS, o RBS ainda vai nos tratar a capim, como se fôssemos sua manada.

    É engraçado também como ela informa o posicionamento do Olívio Dutra na pesquisa. Olívio “aparece”, como se estivesse desaparecido. Logo Olívio Dutra, que tem uma história de participação política neste Estado. Olívio sempre esteve onde o povo está, do seu lado, na hora boa e na ruim. Sempre lutando pelas causas populares. Ao contrário do Lasier Martins, cuja contribuição foi sempre por a culpa pelos problemas dele e da RBS, no povo.

    O dato relevante nem é a subida de 5 pontos percentuais de Olívio Dutra, mas o padrão de manipulação do IBOPE, que em todas as eleições começa favorecendo a manada (o cavalo e a égua madrinha) do Comissário Sirotsky, para, na véspera, trazer para mais próximo da realidade. O fato novo, pelo menos em termos de pesquisa, seria dizer que tanto Olívio como Tarso crescem, seus adversários, decrescem.

    O contorcionismo da RBS só não é evidente para anencefálicos.

    Outro fato importante é a subida do José Ivo Sartori, que pode alijar do segundo turno a CC fantasma do Senado. Do jeito que as coisas anda, a tesoura vai pegar valendo. Afinal, a RBS não poderá contar com o cofre do Estado para resolver sua incompetência administrativa.

    Como diz o ditado, a RBS pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; … algumas pessoas todo o tempo; mas não será possível enganar pra sempre"…

    01/10/2014

    Precisamos falar de Lasier Martins

    Lasier Martins PressaPelo menos desde 2001 a RBS já sabia que Lasier Martins vinha cultivando uma imagem de candidato a Senador. Só estava faltando uma barriga de Aluguel. E não é que o “incompetente” consegue, sabe-se lá a que preço, o PDT.

    A parceria franca, aberta e escancarada entre a RBS e o governo FO-FO produziu esta simbiose entre duas ervas daninhas: a especulação imobiliária com o acobertamento do descalabro administrativo. Se parecia estranho demais a contubérnio, o lançamento de Lasier Martins pelas hostes pedetistas é prova pronta e acaba das relações costurados pelo Vieira da Cunha desde os tempos da CPI da Segurança, quando Vieirinha entrava ao vivo da Assembleia Legislativa em todos os noticiários da RBS, inclusive o Jornal Nacional. E a montanha pariu um rato.

    Aliás, uma ninhada, pegos que foram na gestão de uma ex-funcionária da RBS. Vejam só, Yeda Crusius, com pompa e circunstância pariu os ratos que a RBS e Vieirinha juravam se encontrar no governo Olívio Dutra.

    A dobradinha Vieira da Cunha & Lasier Martins é o encontro da fome com a vontade de comer, da RBS com capachos da política. O silêncio sobre o descalabro administrativo do Fortunati ajuda a explicar a dobradinha RBS X Prefeitura; Lasier x Vieirinha.

    Costurando as pontas, vê-se um projeto amalgamado nos corredores da RBS, para Lasier Martins como cavalo de Troia pelo interior do RS. O microfone da Rádio Gaúcha servia de álibi. O programa se chamava Debates pelo Rio Grande, e o custo da caravana contava com a “boa vontade” do poder público onde os eventos se realizavam. A ideia concebida pela RBS de popularizar ainda mais, com um contato de candidato diretamente com o povo antes mesmo de se-lo foi genial. Enquanto ninguém sabia do outro lado, Lasier nadava de braçadas. Aos poucos os segredos de polichinelo do candidato dublê de mediador de debates foram sendo levados ao público. Lasier, no seu papel de leitor de notícias, não enfrentava o contraditório. Fazia e acontecia ao seu jeito, sem que ninguém pudesse contestar. Useiro e vezeiro do monólogo, Lasier Martins deitou e rolou na falação de dono da verdade.

    A candidatura ao Senado parecia ir às mil maravilhas. De repente, apareceu Olívio Dutra e o cavalo do comissário teve que aprender na marra que o capim do contraditório é muito diferente dos seus monólogos. Lasier imediatamente ressuscitou todo o receituário de seus patrões contra Olívio Dutra e até a FORD exumou do cemitério. De nada adianta dizer que a Justiça já deu ganho de causa ao Estado do RS, obrigando a ex-futura anunciante da RBS a devolver aos cofres públicos a prodigalidade de outro ex-funcionário da RBS, Antonio Britto, que anda mais escondido que supositório.

    A jogada preparada pela RBS para tomar conta dos cofres públicos do Estado seria determinante para suspender as ações das mãos de tesoura que andam podando o emprego de centenas de funcionários da RBS; no Estado, uma das mais fiéis e identificadas com o ideário patrimonialista da RBS, Ana Amélia Lemos. No Senado, aquele que foi adestrado para deitar lição de moral na hora do almoço, atando as pontas no Congresso.

    A eleição da Ana Amélia foi gestada para garantir mais anúncios do Governo do Estado nos mais variados veículos da RBS. Exatamente o motivo que levou a RBS a desencadear uma guerra sem quartel contra o então Governador Olívio Dutra. Como sabemos, o galo missioneiro tivera a ousadia de distribuir as verbas do marketing pelos veículos pequenos do interior, onde os projetos estavam sendo, coisa que ofendeu profundamente os sanguessugas.

    Se o PDT, agora que o Brizola morreu, pode tapar o nariz e dar guarida ao valente dos microfones sem contraditório, os gaúchos temos o direito de saber mais sobre o caráter daquele que pretende ser Senador da República. Ainda mais que do outro lado temos um concorrente como Olívio Dutra.

    Precisamos fala de Ética

    Há um filme muito interessante, “Precisamos falar de Kevin”, que fala da importância de tomar determinada precauções a fim de se evitar um mal maior. Aquela pessoa aqui, do nosso lado, está tendo comportamento que pode causar problemas logo ali. O negócio é então evitar que o pior venha acontecer.

    Primeiro foi Antonio Britto. Ele entregou a CRT de mão beijada a RBS. Ainda lembro as capas furiosas mas impotentes do Correio do Povo denunciando a tramoia. A Telefônica depois passou a perna da RBS, mas aí já é outra história. Como todos sabemos, Britto saiu pelos fundos do Piratini e hoje ninguém sabe por onde anda. A última que tive notícia foi a de que tinha, a serviço do Opportunity, do Daniel Dantas, derrubado o jornalista d’O Globo, Ricardo Boechat…

    Não aprendemos nada com desmanche do Estado e o longínquo ostracismo do ventríloquo da RBS. Tanto não aprendemos que aceitamos que a RBS nos enfiasse goela abaixo sua também funcionária Yeda Crusius. O que foi seu governo não houve antes e, esperemos, muito dificilmente virá depois. Mas a RBS conseguiu trazer de Brasília Ana Amélia e, não fosse o horário eleitoral jamais teríamos ficado sabendo, apesar dos tantos veículos que tem a RBS, por outros meios do CC fantasma no Senado e dos bens sonegados na declaração. A RBS não sabia de nada… INOCENTE!

    Britto se foi e Ana Amélia Lemos está caindo pela própria boca, mas Precisamos falar de Lasier!

    Já sabemos que antes de ser funcionário da RBS, Lasier Martins foi da juventude da ARENA, o partido que dava sustentação à ditadura. Isso lhe granjeou a simpatia dos Sirotsky e a condição para ser serviçal da casa.

    Há outro aspecto que precisamos levar em conta nesta escolha. Um Senador não é o representante de uma empresa, de um partido. É representante da Federação, do RS.

    Vou explicar porque Lasier Martins não reúne as credencias para se-lo.

    Lasier Martins foi funcionário da Caldas Junior (Guaíba e Correio do Povo), no tempo em que pertenciam ao Breno Caldas. Saiu quando passou para as mãos do Renato Ribeiro, que agora vendeu para Record.

    Conta Lasier, numa entrevista à Revista PRESS nº 12  de 2001, uma episódio elucidativo de seu caráter.

    Vou transcrever para que você, leitor, possa tirar as próprias conclusões:

    Lasier Martins vingativo“Revista PRESS – O que gerou aquele editorial  na capa do Correio do Povo, assinado pelo Renato Ribeiro, contra ti?

    LASIER – Ah, isso foi bem depois. Bem, quando saí da Guaíba, apresentei a um advogado um projeto de reclamatórias e fragmentei em três ações, com provas diferenciadas. Ele se irritou, porque tinha me pago as indenizações triviais, como décimo terceiro proporcional, férias proporcionais, mas eu tinha muita coisa para reclamar. Equiparação salarial, porque eu era diretor operacional e ganhava a metade do diretor financeiro, horas extras aos montes, e muito mais. Ganhei as três reclamatórias, integralmente. Sendo que a última, a equiparação salarial, ganhei há pouco, dois anos.

    PRESS – Quantas sacas de soja deu isso?

    LASIER – Ganhei um bom dinheiro da Caldas Junior. Tinha me esquecido de dizer que quando ele me demitiu, demitiu à tarde a Marla, e o Lupi, que estava no Estádio Olímpico, foi chamado e demitido.  Demitiram toda a família. Bem, quando entrei na Gaúcha, comecei a ser um coringa. Substituía o Mendes Ribeiro, o José Antônio Daudt, o Flávio Alcaraz Gomes, mas entrei como comentarista esportivo e substituto dos programas jornalísticos. Quando o Mendes Ribeiro foi eleito deputado federal, abriu-se uma espécie de concurso para âncora do Jornal do Almoço. Vários foram testados, mas a Vera Zílio (jornalista, ex-dirigente da RBSTV) e o Presidente Nelson Sirotsky optaram por mim, o que foi muito bom porque recebi um considerável aumento.  Bem, aí o deputado estadual João Augusto Nardes (PPB) (atual Presidente do TCU), que tinha conflitos com a Caldas Junior, me procurou um dia, na tv, dizendo que tinha obtido na Secretaria da Fazenda do Estado a relação dos 40 maiores devedores do Estado. E entre os primeiros cinco está a Imcobrasa (empresa de Renato Ribeiro, também presidente da Caldas Junior). Claro que eu queria divulgar aquela relação, porque era um furo, ninguém consegue. Peguei a lista dele e sem falar para ninguém, abri o Jornal do Almoço afirmando que dentro de instantes iria divulgar a lista dos 40 maiores devedores do Estado. Aí li 20 nomes e no final do programa li os 20 que mais deviam impostos, ICMS. E dei com ênfase a Imcobrasa. Fui para a Rádio, para apresentar a Gaúcha Repórter, dei a lista d enovo, e entrevistei o Nardes, que deu um pau tremendo na Imcobrasa. Aquilo ali valeu a raiva do Renato Ribeiro. Ele, aí, publicou um editorial  na capa do Correio, dizendo que eu havia sido demitido por incompetência. Eu não liguei para aquilo. Isso foi por 87, 88, não lembro bem. A raiva dele foi extravasada naquele artigo, de capa, mas eu não dei a mínima pelota. Uma coisa que não me ofende é me chamar de incompente.”

    Acho que não preciso dizer mais nada, né. Numa frase ele diz tudo sobre seu caráter, o caráter do tipo de informação com o qual a RBS trabalha, ao mesmo tempo que também entrega o caráter do atual Presidente do TCU, a Augusto Nardes.

    Precisamos falar de Lasier. E tem de ser antes das eleições.

    Não queremos este tipo de Senador representando o RS. Até porque temos alternava com muita mais idoneidade e ética.

    Mais sobre Lasier leia Almoço do Espanto, que publiquei no Observatório da Imprensa, em 2003.

    25/09/2014

    Lasier Marins: não tenho pena deste apenado!

    Filed under: Ficha Suja,Lasier Martins,RBS — Gilmar Crestani @ 9:40 am
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    EXCLUSIVO – LASIER MARTINS É CONDENADO PELA JUSTIÇA POR OFENDER SERVIDOR PÚBLICO

    O candidato ao Senado Lasier Martins (PDT-RS), ex-funcionário da RBS e ex-integrante da Mocidade da ARENA, foi condenado em última instância a indenizar o agente da Polícia Federal Gilnei da Costa Carvalho por ofensas pessoais no exercício de suas funções. A ação já transitou em julgado e o pagamento da indenização foi feito no início deste ano. A imprensa corporativa gaúcha fez questão de ocultar o caso da opinião pública.

    Tudo começou quando o porta-voz das oligarquias guascas compareceu a um posto da Polícia Federal, no bairro Azenha, em Porto Alegre, para pedir dois passaportes em nome de suas filhas menores de idade. A certa altura do procedimento, o agente federal que o atendia solicitou que Lasier apresentasse seu RG, como determina a lei. Sem portar o documento, Lasier tentou isentar-se deste quesito, alegando que todo mundo sabia quem ele era. Diante da irredutibilidade do funcionário em relevar a exigência legal de apresentar a cédula de identidade, Lasier Martins rodou a baiana e surtou, passando a ofender o servidor, aos gritos.

    De acordo com os depoimentos de Gilnei Carvalho e de mais duas testemunhas, Lasier proferiu frases chulas, como “Burocrata, vagabundo, filho da puta, recalcado, vai à merda”, entre outros impropérios. Não contente com o discurso injurioso no local de trabalho do agente federal, naquele mesmo dia Lasier ocupou o microfone da Rádio Gaúcha, durante seu programa Gaúcha Repórter, e passou toda a tarde difamando e achincalhando o servidor público, citando seu nome no ar.

    O processo teve início em 1998, com três ações judiciais, sendo duas delas no âmbito da Justiça Federal. Graças ao poder econômico e a uma inacreditável sequência de chicanas jurídicas, Lasier safou-se delas, sendo beneficiado acintosamente pela ex-ministra tucana do STF (na época, ainda no TRF-4) Ellen Gracie. A ação indenizatória, no entanto, prosperou, a despeito das dezenas de recursos protelatórios impetrados pelos rábulas do radialista.

    Em sua sentença, o juiz Luís Gustavo Pedroso Lacerda, da 13ª  Vara Cível de Porto Alegre, fez a seguinte alusão: “Destaco que foi oportuna a menção à expressão “Você sabe com quem está falando?”, bordão infelizmente incrustrado em nossa sociedade de “pessoas” e não “indivíduos iguais perante a lei”, sabiamente abordado na magistral obra do antropólogo Roberto da Matta (in Carnaval, Malandros e Heróis).”

    A condenação judicial também alcançou a Rádio Gaúcha, do Grupo RBS. O valor da indenização, corrigido, atingiu a casa dos R$ 100 mil, para cada um, mais os honorários advocatícios.

    Se tiver paciência para ler a íntegra dos processos, clique aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

    Cloaca News

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