Ficha Corrida

10/12/2016

Saiu mais uma lista de delatados, e mais uma vez Lula e Dilma não aparecem

FSP 10122016A Folha de São Paulo, a mais tucana entre tucanos, seguiu a revistinha dos fascistas e relaciona alguns dos políticos que estão na Lista Odebrecht. Praticamente são os mesmos que aparecem na Lista Falciani do HSBC, na Lista de Furnas e no Panama Papers. A Folha, que não deu na capa o checão de um milhão pro Temer, quando sai os nomes do PSDB na delação da Odebrecht, só fala no  “amigo do Temer”. Estão lista mais uma vez, como não poderia deixar de ser, toda turma do golpe.

A Folha pensa que nos engana trocando um cheque nominal por uma “empresa de amigo”?!

Não é engraçado que a Revista Istoé, agora batizada “Quanto CUsta”, tenha antecipado, via premiação, os principais caciques da Lista Odebrecht?! Lá já estavam o “primeiro a ser comido”, o santo, o Tarja Preta

Aliás, deve ser por isso que a manada de otários se vestiu de verde-amarelo para destituir aquela que não só não aparece em nenhum lista ou delação, como também para apoiarem essa gente aí, se defenda com o pior tipo de argumento possível. Quando você mostra isso pra algum conhecido do Parcão, a resposta do imbecil é a mesma, um padrão recorrente: “os políticos são todos iguais”. Sim, os políticos em quem ele vota são sempre iguais… a ele. Agora veja se ele fala do Bolsonaro, do Aécio, do Padilha. Não, ele só dá o nome e o partido se for do PT.

Diante da desfaçatez com que perseguem Lula, inventando toda sorte de estratagemas para ataca-lo, não tenho provas mas tenho convicção que isso se deve ao fato de Lula não constar nas delações, pois os amigos dos que o acusam, estão. As acusações contra Lula, em comparação com o que pesa contra seus adversários políticos, é de um nonsense sem precedentes. Diante de tão desabrida falta de respeito com a inteligência alheia, estou tomando alguma precauções. Neste natal não aceito  panetone, peru, pedalinho ou stand up. Mas estão liberados os pacotes em dinheiro vivo ou mesmo depositados na Suíça, Liechtenstein, Cayman

A plutocracia que botou esta cleptocracia no governo que lave a boca antes de falar da Dilma ou Lula.

Adivinha quem são os partidos com o maior número de políticos delatados pela Odebrecht?! Se pensou no PT, errou. PSDB & PMDB, a dobradinha do golpe, dá de goleada.

Delator da Odebrecht cita Temer, Renan, Maia e mais de 20 políticos

LEANDRO COLON
DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

09/12/2016 20h44 – Atualizado em 10/12/2016 às 01h41

Um ex-executivo da empreiteira Odebrecht afirmou em acordo de delação premiada que entregou em 2014 dinheiro no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer.

O site de notícias BuzzFeed divulgou o material nesta sexta-feira (9). A Folha confirmou seu conteúdo e teve acesso às informações.

Os recursos, segundo a empreiteira, faziam parte de um valor total de R$ 10 milhões prometidos ao PMDB na campanha eleitoral naquele ano de maneira não contabilizada.

A informação foi dada por Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empreiteira, na negociação de acordo com a Lava Jato.

Segundo ele, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, apelidado de "primo" pela empresa, foi quem orientou a distribuição de pelo menos R$ 4 milhões dos R$ 10 milhões acertados em um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, que contou com a presença de Temer e de Marcelo Odebrecht, herdeiro do grupo e preso em Curitiba.

Foi Eliseu Padilha, inclusive, segundo os termos da delação, que pediu para que parte dos recursos fosse entregue no escritório de Yunes, em São Paulo.

"Um dos endereços de entrega foi o escritório de advocacia do sr. José Yunes, hoje assessor especial da Presidência da República", diz trecho do documento.

Melo não apontou quem teria recebido o dinheiro entregue no escritório de Yunes em São Paulo.

Segundo ele, R$ 6 milhões dos R$ 10 milhões foram para a campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo, em 2014.

Nas palavras do delator, Temer solicitou, "direta e pessoalmente para Marcelo", recursos para as campanha do PMDB em 2014. Segundo ele, o peemedebista se utilizava de "seus prepostos para atingir interesses pessoais".

O ministro da Casa Civil é classificado de "arrecadador" pelo delator.

Melo Filho não detalha quem entregou o dinheiro em cada lugar especificado por Padilha. A expectativa é que outros executivos da Odebrecht, sobretudo os ligados à chamada Área de Operações Estruturadas (que concentrava a verba de caixa dois e de propina a ser distribuída aos políticos), detalhem tais informações.

Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo Temer, também é chamado de arrecadador, mas "em menor escala". Melo diz ter conhecido Temer em 2005, por meio do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

POLÍTICOS

Além de Eliseu Padilha e José Yunes, ao menos 20 políticos são citados, entre eles o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), apelidado de "justiça" pela empreiteira, Romero Jucá (PMDB-RR), o "caju", Eunício Oliveira (PMDB-CE), o "índio", Moreira Franco, chamado de "angorá".

De acordo com Melo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apelidado pela empresa de "Botafogo", recebeu R$ 100 mil.

Segundo o delator, Jucá centralizou a distribuição de pelo menos R$ 23 milhões dentro do PMDB.

O senador é apontado como o "homem de frente" para negociar medidas no Congresso de interesse da Odebrecht.

Sobre o papel de Renan, o delator afirmou: "Acredito que em todos os casos que envolveram as atuações de Romero Jucá em defesa de pleitos da empresa, o senador Renan Calheiros também atuava no mesmo sentido".

Melo Filho disse às autoridades da Lava Jato que o jantar ocorreu no Jaburu como forma de "opção simbólica" para dar "mais peso" ao pedido feito por Temer e seus aliados.

Padilha, diz o ex-executivo, atua como "verdadeiro preposto de Michel Temer".

"E deixa claro que muitas vezes fala em seu nome".

Temer, no entanto, segundo o delator, atua de forma "mais indireta".

"Não sendo seu papel, em regra, pedir contribuições financeiras para o partido, embora isso tenha ocorrido de maneira relevante no ano de 2014."

Para corroborar suas afirmações de que era próximo da cúpula do PMDB, ele entregou às autoridades, por exemplo, comprovação de que visitou Temer, quando era vice-presidente, no dia 27 de junho de 2011, na companhia de Marcelo Odebrecht.

Outra informação dada pelo delator refere-se a um recado de Marcelo Odebrecht que ele diz ter dado a Temer: Graça Foster, então presidente da Petrobras, o questionou sobre pagamentos em nome da empresa a nomes do PMDB na campanha de 2010.

A Odebrecht assinou no dia 1º de dezembro o acordo de leniência com os procuradores da Lava Jato. No dia seguinte, foi concluído o processo de assinatura de acordos de delação premiada de 77 executivos do grupo.

Os dados integram os anexos da pré-delação e precisam ser ratificados em depoimentos. Para que as delações sejam homologadas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, os executivos precisam prestar depoimentos detalhando o que apresentaram de forma resumida na negociação, nos chamados anexos. Também terão que apresentar provas.

Entre os citados na delação do ex-executivo da empreiteira, apenas Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) tem doação direta da Odebrecht ou Braskem registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2010 ou 2014.

Lima recebeu contribuição oficial de R$ 30 mil da Braskem em 2014, segundo os dados divulgados pelo tribunal em seu site.

OUTRO LADO

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto disse que a contribuição de campanha acertada com o empresário Marcelo Odebrecht, no valor de R$ 10 milhões, foi feita por meio de transferência bancária e registrada na Justiça Eleitoral, referente à campanha eleitoral de 2014, e que não houve recebimento destes recursos em dinheiro.

Em relação ao assessor José Yunes, a assessoria disse que ele nega ter recebido da Odebrecht qualquer quantia em dinheiro na campanha de 2014 e que não se reuniu com Cláudio Melo Filho em seu escritório, em São Paulo.

O Palácio diz ainda que o presidente não se lembra da presença de Cláudio na reunião no Palácio do Jaburu, com o empresário Marcelo Odebrecht, quando foi acertada a doação de campanha da empreiteira para o PMDB.

O presidente também afirmou repudiar "com veemência as falsas acusações".

"As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente."

O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que não foi candidato em 2014 "Nunca tratei de arrecadação para deputados ou para quem quer que seja. A acusação é uma mentira! Tenho certeza que no final isto restará comprovado." O ex-ministro Geddel Vieira Lima afirmou que as doações da Odebrecht em suas campanhas estão declaradas à Justiça Eleitoral.

"É mentira. Reitero que jamais falei de política ou de recursos para o PMDB com o senhor Claudio Melo Filho", disse o secretário-executivo do PPI, Moreira Franco.

A assessoria do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o senador jamais credenciou, autorizou ou consentiu que terceiros falassem em seu nome".

"Reitera ainda que a chance de se encontrar irregularidades em suas contas pessoais ou eleitorais é zero."

Em nota, a assessoria do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma que todas as doações eleitorais recebidas foram legais e devidamente declaradas ao TSE.

"O deputado nega com veemência a acusação de ter participado de qualquer tipo de negociação com a Odebrecht para aprovação de medida provisória ou de outra proposta legislativa. Ele afirma que as declarações veiculadas pela imprensa são absurdas e que nunca recebeu nenhuma vantagem indevida para votar qualquer matéria."

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse desconhecer a delação e nega ter recebido recursos para o PMDB.

Jucá também diz que todos os recursos da empresa ao partido foram legais e que ele, na condição de líder do governo, sempre tratou com várias empresas, mas em relação à articulação de projetos que tramitavam na Casa.

Em nota, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) disse que "nunca autorizou o uso de seu nome por terceiros e jamais recebeu recursos para a aprovação de projetos ou apresentação de emendas legislativas". "A contribuição da Odebrecht, como as demais, fora recebidas e contabilizadas de acordo com a lei. E as contas aprovadas."

O senador José Agripino Maia (DEM-RN) disse que não foi candidato em 2014 e que repele os fatos citados. O advogado do ex-deputado Eduardo Cunha, Pedro Ivo Velloso, disse que refuta "veementemente" qualquer suspeita relacionada ao tema. O deputado Heráclito Fortes confirmou ter recebido doações da Odebrecht em campanhas eleitorais, mas que todo o valor foi pago legalmente e registrado na Justiça Eleitoral. (COLABORARAM CAMILA MATTOSO, JÚLIO WIZIACK, RUBENS VALENTE, DÉBORA ÁLVARES, WÁLTER NUNES E FLÁVIO FERREIRA)

04/12/2016

PSDB, que já foi CUnha, agora é Temer

Os Santos do ConclaveAté a Folha, uma espécie de porta-voz oficial do PSDB, admite que seu partido é o partido do golpe. O PSDB tinha como favas contadas, como se administrasse o código do programa das urnas eletrônicas, a eleição do Napoleão das Alterosas. O playboy do Leblon perdeu. E não soube perder. O PSDB não soube perder. Abraçou-se aos seus amigos de sempre, Folha, Estadão, Veja, Rede Globo & RBS, para sabotar o governo de forma a tornar heroína, acredite se quiser, chamada de Janaina Paschoal. No momento, não ninguém mais parecido com o que se tornou o PSDB do que a pomba gira dos 45 mil.

Se por trás do finanCIAmento do MBL está o PSDB, por trás do PSDB está os que se locupletaram e se locupletam nos governos do PSDB, a velha mídia. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium é a mão que balança a democracia. A velha mídia brasileira tem um histórico de parceria com o totalitarismo. Dizer isso parecer chover no molhado, mas, infelizmente, a velha mídia continua adestrando pessoas com baixo QI. Seu exército de midiotas é capaz de portar cartazes do tipo “Somos Todos CUnha”, ou sonegação não é crime.

Sem falar nos débeis mentais que usam a democracia para pedir o retorno da ditadura. Usam a liberdade de expressão para pedir a proibição da liberdade de expressão. Parece caso para psiquiatras, mas, pelo que se sabe, psiquiatras não tratam de mau caratismo.

A cada novo Catão desnudo, fica mais patente que é a plutocracia que não mede esforços para impor essa plutocracia aí. Se ela se instalou no Planalto e de lá opera, é porque alguém a pôs lá. E a destruição do PT fez parte desta engrenagem. Destruir quem poderia se contrapor à cleptocracia para que ela pudesse atuar com desassombro e desfaçatez.

Não é por acaso que, até agora, todos os delatores, apesar do esforço em tentar envolveram  Lula, negaram. Ao contrário, todos envolvem Aécio Neves. E no entanto, ele continua aí, como todo inimputável, tramando… sorridente.

 

A cabeça de Temer e o PSDB

Pedro Ladeira – 27.abr.2016/Folhapress

Temer, se reúne com o presidente do senado, Renan Calheiros, e o presidente do PSDB, Aécio Neves

Michel Temer e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do PSDB, Aécio Neves (MG)

04/12/2016 02h00

Mais opções

Recaída foi o assunto da semana. A recaída da economia em ritmo acelerado de recessão. A recaída na crise política aguda. A recaída de um presidente, pois se discute de modo aberto se Michel Temer resistirá no cargo.

Quanto ao destino de Temer e da crise política, que não é apenas do governo, a conversa se concentrou na atitude do PSDB, o que não é lá trivial, pois há mais times no jogo (o que faria o PMDB? Qual seria o preço do Centrão?). Mas assim foi.

Geraldo Alckmin, Aécio Neves e FHC declararam em público ou nem tanto, mas para quem quisesse ouvir, que estão fechados com Temer. Mais ainda, que vão ajudar a remendar a economia de modo a evitar que o país não chegue mais arrebentado em 2019, primeiro ano do próximo governo.

PSDB e PMDB estão unidos, pois, até que a morte os separe. Mortal seria ver Temer e seu grupo atingidos em cheio pela Lava Jato, um tumulto terminal nas ruas ou uma recaída caótica no pior da recessão, dizem tucanos. Como ver tais coisas? Não dá. Há um nevoeiro na ponte para o futuro até 2017, que talvez não se dissipe antes do Carnaval de 2017, antes de março, no mínimo.

Cruzar os braços até lá sem se afastar de Temer implica o risco de naufragar com o presidente. O grupo de Aécio se anima a recompor o governo, não apenas substituindo as cabeças cortadas do grupo do presidente, as de hoje (Geddel Vieira Lima) ou de amanhã (Eliseu Padilha).

Pretende levar assessores, economistas em particular, para ajudar no remendo. Além do mais, está "de bem" com os PMDBs de Câmara e, ainda mais, Senado. Renan Calheiros sabe que a casa cai sem o PSDB e tem dito tal coisa a Temer –tudo sempre segundo tucanos, claro.

Esses tucanos e gente ligada a FHC não acreditariam mais na "solução TSE" (condenação da chapa Dilma-Temer e convocação de eleição indireta), "a princípio". Alckmin, correndo por fora da cozinha do governo Temer, concorda, sem maiores compromissos.

Em suma, seria melhor deixar Temer e o PMDB na linha de frente do tiroteio da impopularidade e trabalhar na retaguarda, sem assumir o governo

O que fazer para remendar a economia? Acelerar as "reformas" no Congresso ("teto", Previdência), acelerar privatizações e concessões de infraestrutura, o de sempre.

De imediato? Dar um jeito no endividamento das empresas. Ao menos um economista na Fazenda, ao menos um no BNDES e seus amigos na academia ou em bancos acham que empresas poderiam estar produzindo mais se não estivessem estranguladas até no capital de giro.

Haveria já mais demanda do que produção. Faltaria um dinheirinho para refazer estoques. Seria um estímulo pequeno, mas que poderia barrar a onda de desânimo e outra recaída em ritmo acelerado de recessão. De onde viria o dinheiro? Resta apenas o BNDES.

Impostos ou reoneração não são ideias bem aceitas, "por ora": afetam consumo, investimento, inflação. Melhor seria buscar logo receita de privatizações e concessões a fim de abater o deficit.

Esses economistas estão assustados, mas acham que há uma onda de ansiedade. Que 2017 não está dado e que, apesar do surto de pessimismo, ainda há "dispersão nas boas previsões" (de estagnação a crescimento de 1,5% no ano que vem).

26/11/2016

A plutocracia que sustenta a cleptocracia

Coincidentemente, mas só coincidência mesmo, todas figurinhas carimbadas do PSDB.

Pacto 1 Pacto_2

Pacto_3Pacto_4

Pacto_5

Pacto_6

19/11/2016

Apedrejamento pela mídia talibã

Garotinho Alckmin fora LulaGarotinho e Cabral não só não votaram na Dilma como apoiaram o golpe. Aliás, também fizeram, como José Sarney, José Ivo Sartori e tantos outros peemedebistas, campanha pelo Aécio Neves. Portanto, nenhuma simpatia pelos golpistas, muito menos pelo PMDB. Aliás, no processo conduzido pela Rede Globo, que alterou uma rodada do Brasileirão para apoiar os trabalhos do Eduardo CUnha no Congresso, tanto Cabral como Garotinho trabalharam arduamente pela substituição de Dilma pelo Temer. Que interesses uniu Globo, Garotinho & Cabral na troca da Dilma pelo Temer? Pode ter sido José Sarney ou FHC, mas com certeza não foi o agora chefe da casa civil, Eliseu Padilha. Poderia ter sido Gilmar Mendes, na famosa reunião preparatória com Arminio Fraga e José Serra?

Alguém ainda há de lembrar da gravação do Sérgio Machado que mostrava Romero Jucá ansioso por dar logo o golpe e assim estancar a Lava Jato. Todos os que já tinham alguma delação, ou mesmo algum processo em andamento, ou mesmo aqueles que, mesmo sem um processo formal, sabendo ter culpa no cartório, foram agraciados com cargos para garantir foro especial. Não é só a nomeação recente do Romero Jucá como líder do governo, como também José Serra, aquele que a Lava Jato colocava uma Tarja Preta todo vez que seu nome aparecia nas delações, passam a ocupar cargos para terem foro privilegiado. José Serra, o ator da bolinha de papel da Rede Globo, virou Ministro das Relações Exteriores exatamente porque teria recebido 23 milhões depositados em conta no exterior. A arca do Temer abriga toda sorte de suspeitos porque foi pra isso que ele traiu e golpeou Dilma. Por que será que o dono do heliPÓptero virou ministro do Temer? Por que será que Aécio Neves, que seu colega de partido dizia que seria, caso não houvesse o golpe, o primeiro a ser comido por ser campeão das delações, nunca foi sequer intimado a explicar porque aparece em tantas delações? Compare-se as acusações contra Garotinho com aquelas contra Aécio Neves. Perto deste, Garotinho é um principiante. Um garotinho. Mas quanto diferença no tratamento! Por quê?!

De novo, não tenho a menor simpatia tanto por Cabral, muito menos por Garotinho. Muito antes pelo contrário. Mas o que a mídia está fazendo com eles não difere em nada com o que faziam e fazem aqueles países muçulmanos que apedrejam em praça pública as mulheres adúlteras. Como se no adultério só existisse a mulher, sem participação de homem. Se o crime do Garotinho foi compra de votos, deve ser julgado e punido por isso, igual a todos os que compram votos. Qual foi o tratamento dado àquele que comprou votos para a reeleição? O mesmo dado ao João Dória Jr, acusado por pessoas de seu partido, o PSDB, de ter comprado votos. Ambos, Dória e FHC, por serem do PSDB, ninguém investiga, imagina então prende-los com cobertura da Rede Globo. Inimaginável, não!? É por isso que o deputado gaúcho, Jorge Pozzobom, se vangloria da imunidade/impunidade pelo simples fato de pertencer ao PSDB.

Se alguém tinha alguma dúvida das razões que levaram a Rede Globo a lincharem Garotinho basta comparar o comportamento dela na prisão do Eduardo Cunha. A se julgar pela cobertura da Rede Globo, a prisão do CUnha mais parecia uma encenação da crucificação de Cristo. Imagina se CUnha delata como foi que ele conseguiu da Rede Globo a mudança de uma rodada do Brasileirão para que sua encenação no Congresso fosse transmitida ao vivo pela Rede Globo?! Entendeu agora o porquê da diferença de tratamento entre Eduardo CUnha versus Antony Garotinho ou ainda precise que desenhe?

Ora, aos parceiros, a discrição; aos inimigos, o apedrejamento. Como nas repúblicas fanáticas comandadas por talibãs!

Só para lembrar, Cabral apoiou Aécio em 2014 e apoiou o Impeachment de Dilma

aecio-e-cabral

Posted By: Admin November 18, 2016

Aliado? Bem até 2010, poderíamos até dizer que Cabral era um “aliado interesseiro” nos 80% de aprovação do ex-presidente Lula, no entanto  depois de 2013, o PMDB do Rio e o PT estavam quase que com relações cortadas, porque a popularidade de Dilma baixou, devido aos protestos de junho de 2013, mas vamos aos fatos, Cabral apoiou Aécio e não Dilma em 2014 e ainda orientou votação pelo Impeachment da ex-presidenta.

Cabral em ato de apoio a Aécio

Revista Valor Econômico, mostra a ida do ex-governador do Rio a evento que oficializava apoio de partidos a Aécio no Rio de Janeiro.

Cabral luta para fortalecer chapa PSDB PMDB no Rio

Revista VEJA, inimiga histórica do petismo e de Lula, mostra que Cabral desistiu do Senado para fortalecer a chapa  “Aézão”  que seria aliança entre Aécio e o candidato Pezão do PMDB.

Aliados de Aécio ganham secretarias no governo Cabral

O movimento estava sendo costurado antes mesmo das eleições de 2014 com aliados próximos de Aécio ocupando secretarias do governo do Rio de Janeiro.

Cabral frustrado porque PMDB todo não seguiu sua orientação

Outra notícia mostra que Sérgio Cabral e Dornelles ficaram frustrados porque Dilma cresceu na reta final e parte do PMDB resolveu apoia-la e não Aécio como foi a costura de Cabral, Dornelles e Picciani.

Filho de Cabral é Aécio

Filho de Cabral subiu no palanque com Aécio e seu material de campanha pedia todo apoio a Aécio Neves.

Festa de Casamento de Picciani vira beija mão de Aécio

Cabral em casamento de Picciani defendeu a aliança com Aécio como um líder a altura do Brasil.

Aécio votou contra convocação de Cabral em CPI

Aécio votou contra convocação do ex-governador Sérgio Cabral a CPI do Cachoeira, que iria perfazer todas relações de corrupção do lobista com o mundo político.

Cabral comandou mudança do PMDB do Rio em apoio ao Impeachment de Dilma

Cabral convenceu o PMDB do Rio, junto com Cunha e Dornelles a votarem em massa pelo Impeachment de Dilma.

Só para lembrar, Cabral apoiou Aécio em 2014 e apoiou o Impeachment de Dilma – Falandoverdades

08/11/2016

Sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra

Filed under: José Ivo Sartori,PMDB,PSDB,RBS,RS,Sonegação Fiscal — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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sartori tumeleiro terraPor que não vemos matéria como essa nos múltiplos veículos da RBS? Ora, porque a RBS é teúda e manteúda deste modelo. Aliás, por que não se ouve mais falar nas operações Zelotes e Ouro Verde (Portocred)?! Ora, pelos mesmos motivos que saiu do noticiário a Lista de Furnas, a Lista Odebrecht, a Lista Falciani do HSBC, a Panama Papers (Mossack & Fonseca). Toda vez que surge um escândalo de corrupção envolvendo parceiros dos velhos grupos de mídia, e os próprios grupos, o assunto vira pó. Basta ver o que aconteceu com um heliPóptero com 450 kg de cocaína. Sumiu. Virou pó. E ninguém, muito menos a dupla personalidade MPF/PF, abre a boca para tocar no assunto. Quem fim deram aquelas gravações do Sérgio Machado denunciando o complô do PMDB para derrubar a Dilma e assim se safarem?

Um diálogo muito ilustrativo dizia que Aécio Neves seria o primeiro a ser comido. Não foi, nem será. E todos sabemos porque. Pelo mesmo motivo que 23 milhões lavados na Suíça não fazem José Serra motivo de investigação, muito menos de denúncia. O silêncio do Jornal Nacional sobre a lavanderia suíça de Serra é tem os mesmos decibéis das reportagens sobre as peripécias internacionais de outro personagem favorito das organizações Globo. Por quê? Ora, pelos mesmos motivos que Eduardo CUnha só foi afastado depois de derrubar, com o apoio da Rede Globo, que mudou uma rodada do Brasileirão, Dilma. A pá de cal deu-se antes de sua prisão, que se deu somente após ter limpado as contas. A bagatela de 220 milhões de pixulecos… A justificativa era de que ele tinha foro privilegiado. Claro, mas e a mulher a filha? Tinham foro privilegiado tanto quanto a Andrea Neves!

Essa mesma lógica seletiva que impera no RS. Alguns, como a GERDAU, se beneficia de grande programas de incentivo ou isenções fiscais. O ralo por onde some o dinheiro público tem nome, sobrenome, conta bancária e CNPJ. São sempre os mesmos. O CARF sabe.

Impera no mercado de informações a mesma lógica com que tratam a educação. Quanto menos o povo souber, mais fácil de adestra-lo. Por isso o maior investimento do PMDB, copiado do PSDB, tem sido em marketing, uma forma limpa de se pagar a fatura aos seus benfeitores midiáticos.

Os números não mentem, já a RBS…

A crise fiscal e dos serviços públicos do Rio Grande do Sul, por Róber Iturriet e João Batista Santos

A crise fiscal e dos serviços públicos do Rio Grande do Sul, por Róber Iturriet e João Batista Santos

Brasil Debate

ter, 08/11/2016 – 07:41

As desonerações fiscais do estado, muitas das quais poderiam ser revistas, somaram R$ 8,98 bilhões em 2015, representando 29,68% da arrecadação. Ao mesmo tempo, houve redução no número de servidores, o que pode estar relacionado à piora dos serviços públicos

do Brasil Debate

A crise fiscal e dos serviços públicos do Rio Grande do Sul

por Róber Iturriet Avila e João Batista Santos Conceição

1.Os gaúchos merecem saber o retorno dos “incentivos fiscais”

Os incentivos fiscais são renúncias previstas na legislação tributária, reduzindo, portanto, a arrecadação do Estado que é formada por meio do recolhimento de impostos dos cidadãos. Esses incentivos fiscais não são homogêneos[1].

As desonerações fiscais do estado do Rio Grande do Sul no ano de 2015 totalizaram R$ 8,98 bilhões, representando 29,68% da arrecadação tributária. Somente o ICMS representou 89,99% dessas desonerações[2]. Ao passo que o IPVA e o ITCD representaram 8,84% e 1,44% das desonerações fiscais (RIO GRANDE DO SUL [a]; 2016).

Muitas dessas desonerações fiscais estão previstas na Constituição Federal e na Constituição Estadual. Ao mesmo tempo, o Poder Executivo, seja em nível nacional ou em nível estadual, pode enviar um projeto de lei para revisar tais desonerações fiscais. Há algumas desonerações de caráter social, envolvendo produtos da cesta básica, trigo, medicamentos, entre outros. Por outro lado, existem desonerações mais questionáveis, como a isenção do ICMS e do IPTU para igrejas e templos religiosos, desoneração sobre a produção de vinho e de sacolas plásticas, por exemplo.

Há uma parte importante dessas desonerações fiscais sobre a qual o Estado gaúcho tem ingerência. É o caso dos créditos presumidos. Em 2015, esse segmento das desonerações foi de R$ 2,51 bilhões. São desonerações concedidas pelo Estado com o intuito de atrair investimentos e estimular determinados setores da economia. Assim, é “presumido” o ICMS de uma empresa que pretende se instalar ou ampliar a produção.

Entram na categoria do crédito presumido o Fundopem e o Fomentar. Conforme os restritos dados divulgados pela Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, o Fundopem recebeu mais de R$ 570 milhões de desonerações fiscais via crédito presumido no referido ano.

Em um momento de escassez clara de recursos e de dificuldades de o estado prestar os serviços mais básicos, caberiam revisões de desonerações fiscais concedidas, algumas das quais com pouca transparência e rara informação sobre o retorno social e econômico dessas renúncias.

O gráfico abaixo explicita que as desonerações fiscais em relação à arrecadação total do estado do Rio Grande do Sul são ascendentes no período exposto.

grafico desoneraçoes

2. Servidores públicos na ativa no Estado do Rio Grande do Sul

Não é incomum identificar certo desconforto de membros da sociedade com reposições salariais de funcionários públicos e com os serviços prestados pelo Estado. Essa temática é complexa e envolve uma miríade de variáveis que não serão exauridas neste pequeno texto. Ainda assim, um olhar sobre alguns dados auxilia em uma reflexão mais lúcida.

O número de servidores públicos na ativa no estado do Rio Grande do Sul é um deles. No gráfico abaixo é possível observar a trajetória de queda nos servidores ativos, incluindo servidores da administração direta dos três poderes, Ministério Público, autarquias e fundações. O Gráfico explicita também que a relação funcionários públicos estaduais/população total cai persistentemente ao logo do período, com uma exceção leve em 2012[3].

grafico vinculos

Entre janeiro de 2015 e agosto de 2016 (20 meses), o número de servidores ativos na secretaria de educação (majoritariamente professores) caiu 9.987 (-10,0%). No mesmo período, os inativos aumentaram em 5.625, ou seja, 4.367 saíram da folha de pagamento. Na Brigada Militar houve uma redução de 3.994 servidores (-16,8%). Os brigadianos aposentados aumentaram em 2.567, assim, 1.427 saíram da folha por outros motivos. Já na Polícia Civil a redução foi de 685 servidores (-11,1%). No mesmo período, os servidores ativos vinculados à secretaria da saúde diminuíram em 452 (-9,9%), já os inativos aumentaram 139.

Nessa medida, ignorando-se os óbitos de inativos, 43% daqueles que saíram da secretaria da educação não se aposentaram. Já na Brigada Militar, foram 35%. Na secretaria de saúde foram 69,24%.  Não é descabida a hipótese de que o corte de horas extras, o não pagamento de promoções, o fim do abono que policiais militares aposentáveis recebiam para continuar a ativa e o parcelamento de salários incentivaram o desligamento voluntário (RIO GRANDE DO SUL [b], 2016).

Alguns dados de 2016 ainda não estão fechados, sobretudo das autarquias e fundações. Entretanto, de janeiro a agosto, 8.148 pessoas saíram da ativa apenas na admiração direta. Desses, 4.354 se aposentaram, os demais 3.794 se exoneraram ou faleceram. Cabe destacar que os servidores da área da segurança, incluindo agentes penitenciários e instituto geral de perícias, e os da secretaria da educação representavam 81,68% de todos servidores públicos ativos do estado do Rio Grande do Sul em agosto de 2016.

Verificando-se os dados desde 2000, é notável que a taxa de variação negativa no número de servidores ativos se repete em dois anos consecutivos (2015 e 2016) e com índice não observado na série. Tais informações podem embasar reflexões acerca dos impactos deste expressivo processo de desligamento sobre os serviços básicos prestados à população, tanto no presente, quanto no futuro, uma vez que alterações na educação, por exemplo, são percebidas em um período mais extenso.

grafico vinculos1

No intuito de subsidiar conclusões acerca do retorno dos tributos pagos, é interessante observar os custos de algumas categorias dos servidores. Atualmente os salários de todos estão disponíveis. Os dados abaixo consideram as médias nos valores totais das vantagens, excluindo contribuições de assistências médicas, encargos e 13º salário. Eles se referem a agosto de 2016. Nos dados da Assembleia Legislativa, não estão computados os salários dos deputados estaduais.

– Tribunal de Contas do Estado: R$ 19.751,95

– Ministério Público: R$ 17.463,61

– Assembleia Legislativa: R$ 14.276,93

– Poder Judiciário: R$ 12.341,30

– Polícia Civil:R$ 9.820,72

– Secretaria da Saúde: R$ 6.428,24

– Brigada Militar: R$ 5.833,43

– Poder Executivo (média geral): R$ 4.262,65

– Secretaria da Educação: R$ 2.625,84

As disparidades salariais são bastante nítidas. Há diferenças também nos níveis de qualificação e do serviço em si. Ainda assim, frisa-se que a queda de servidores ocorreu de maneira expressiva nas áreas de educação, segurança e saúde, as quais possuem médias salariais menores com relação aos demais poderes. Saliente-se, também, que nas categorias que não estão submetidas ao parcelamento de salários não houve alteração importante no quadro.

O debate aqui proposto é extenso e envolve outros elementos não considerados com a devida profundidade. De toda sorte, as informações acima auxiliam em algumas reflexões acerca da crise do estado do Rio Grande do Sul, traz também indicativos de fontes de receitas possíveis, caso algumas desonerações sejam revistas. A crise das finanças públicas ocorre ao tempo em que há redução de servidores públicos e elevação das desonerações fiscais.

Além disso, a redução do número de servidores sinaliza que uma eventual piora dos serviços públicos tem relação com a redução de pessoal nas respectivas áreas. Cabe aventar que a referida alteração esteja associada ao desalento monetário, uma vez que foram nas áreas com menores salários que se observam quedas acentuadas em servidores ativos.

Notas

[1]No Rio Grande do Sul, eles acontecem através de quatro formas: i) isenção de impostos; ii) base de cálculo reduzida; iii) crédito fiscal presumido e; iv) estatutos da microempresa e da empresa de pequeno porte (Simples Nacional).

[2]Para se ter um comparativo, em São Paulo, as desonerações fiscais do ICMS no ano de 2015 foram de 11,30% da arrecadação potencial. A arrecadação potencial no Rio Grande do Sul foi de 22,94% no ano de 2015.

[3] Os dados englobam os três poderes do estado do Rio Grande do Sul, mas não incluem as empresas e outras instituições de economia mista, as quais possuem receitas próprias e, na maior parte, são lucrativas.

Referências

RIO GRANDE DO SUL (a).  Demonstrativo das isenções fiscais do RS.Setembro – 2016. Disponível em:  http://www.al.rs.gov.br/FileRepository/repdcp_m505/CFPFC/Nota%20T%C3%A9cnica%20e%20Demonstrativo%20Desonera%C3%A7%C3%B5es%202015.pdf. Acesso em 05 out. 2016.

RIO GRANDE DO SUL (b). Secretaria da Fazenda. Transparência fiscal. Disponível em: <https://www.sefaz.rs.gov.br/Site/MontaMenu.aspx?MenuAlias=m_bp_bip_a2008>. Acesso em 27 out. 2016.

Róber Iturriet Avilla – Doutor em economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, pesquisador da Fundação de Economia e Estatística e diretor sindical do SEMAPI

João Batista Santos Conceição – É graduando em ciências econômicas na Unisinos e bolsista FAPERGS/FEE

A crise fiscal e dos serviços públicos do Rio Grande do Sul, por Róber Iturriet e João Batista Santos | GGN

01/11/2016

Pó pará, pixuleco!

Filed under: Impunidade,Imunidade,José Serra,PSDB,Tarja Preta,Xico Sá — Gilmar Crestani @ 5:47 pm
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OBScena: Jorge Pozzobom vangloriando-se da imunidade do PSDB

pozzobom

José Serra é o autor intelectual do artigo do Mauro Chaves no Estadão que atacava a carreira do Napoleão das Alterosas: “Pó pará, governador”. Muito antes de aparecer o heliPÓPtero, tratava-se da disputa dentro do PSDB para ver quem seria o representante da sigla na corrida presidencial. O Tarja Preta tentou, pelas mãos do Mauro Chaves, detonar a candidatura do altruísta construtor de aeroportos em terras de familiares (Cláudio e Montezuma). O jornal porta-voz do irmão da Andrea Neves, O Estado de Minas, respondeu: “Minas a reboque, não”.

O blindagem tucana só quebra quando as placas tectônicas se movem. Os gaúchos chamamos isso de briga de bugio.

O que são dois pedalinhos perto dos 23 milhões de reais? Pixulecos, ora! Por isso não há powerpoint nem condução coercitiva. Aliás, até hoje não descobri qual foi o nome da operação que prendeu Eduardo CUnha. Constrangimento com um parceiro ou acabou o estoque de nomes esdrúxulos para operações da PF?!

Mas não gastemos nosso latim com pouco mau defunto. Gilmar Mendessaiu em defesa de Eduardo CUnha. Se faz isso com alguém do PMDB, o que não fará por alguém do PSDB? Já vimos que ele não permitiu que o primeiro a ser comido fosse comido. Se fez isso com Aécio Neves, o que não fará por José Serra.

A pergunta que não quer calar: se Aécio pode lavar em Liechtenstein por que $erra não pode lavar na Suíça?! Até que ponto o vazamento da lavanderia do $erra não é uma vindita pelo vazamento da lavanderia do Aécio?!

Sempre que aparece a bandidagem tucana e sua eterna impunidade não há como não lembrar do deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom. A ideia de que todo dinheiro doado ao PSDB é lavado e limpo mas aquele doado às outras siglas é sujo explica porque o PSDB só perdeu pros votos brancos e nulos nestas eleições. Note que as falcatruas, provadas, do PSDB não ganham um segundo no Jornal Nazional da Rede Goebbels. Tirem as cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Rede Globo & RBS) e o PSDB só ganharia eleição entre presidiários.

Xico Sá chama Serra de $erra e tenta entender quebra de blindagem

"Trabalhei cem anos na imprensa paulistana. Não acho estranho a mídia esconder os 23 milhões do $erra. Fico pasmo é como isso vazou. Milagre?", questionou o jornalista, ex-colunista da Folha; "Entendam, amigos, quando falo que admiro $erra estar no noticiário, é porque esse cara sempre foi 100% blindado nos jornais de São Paulo. Não tô protegendo", explica ele, pelo Twitter; ministro das Relações Exteriores, José Serra foi acusado em delação da Odebrecht de receber R$ 23 milhões em propina por meio de conta na Suíça; a denúncia foi capa da Folha, mas os demais jornais e colunistas mantiveram silêncio sobre o caso

1 de Novembro de 2016 às 12:46 // Receba o 247 no Telegram

247 – Em comentários sobre a denúncia contra José Serra nesta terça-feira 1º, pelo Twitter, o jornalista Xico Sá chama o chanceler do governo Temer de $erra e tenta entender como se quebrou a blindagem a ele na imprensa para que o caso fosse tornado público.

"Trabalhei cem anos na imprensa paulistana. Não acho estranho a mídia esconder os 23 milhões do $erra. Fico pasmo é como isso vazou. Milagre?", questionou Xico Sá, que é ex-colunista da Folha de S.Paulo. "Juro que estou tentando entender o vazamento. Impensável na mídia brasileira. Tem algo errado", acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores foi acusado em delação premiada da Odebrecht de receber R$ 23 milhões em propina por meio de conta na Suíça. A denúncia foi capa da Folha, mas o restante dos jornais e colunistas mantiveram silêncio sobre o caso.

"Entendam, amigos, quando falo que admiro $erra estar no noticiário, é porque esse cara sempre foi 100% blindado nos jornais de São Paulo. Não tô protegendo", explica Xico Sá.

"Mesmo depois escondendo, louve-se a @folha que manchetou $erra no caixa 2 de 23 milhões. Ñ vi em outra mídia, jamais veremos", diz ele em outro post. "Tento entender o vazamento dos 23 milhões do $erra por alguma briga interna c/ a mídia. Isso ter saído na imprensa é impensável, pensa Serra", especula.

Xico Sá chama Serra de $erra e tenta entender quebra de blindagem | Brasil 24/7

31/10/2016

Filha da puta não tem filiação

Filed under: Ana Júlia Ribeiro,Estudantes,Fascismo,MBL,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:57 am
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Meu pai, João, era gremista e da ARENA. Eu nunca seria da ARENA, embora tenha flertado com seu gremismo.

Lembro, lá na roça, ouvindo seu radinho de pilha, “Plante que o João garante”, lema de uma campanha do ditador de plantão para os agricultores. De João para João, parecia dois em um. Ou um em dois. Era o tempo de João Batista Figueiredo, aquele que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo.

Aliás, a direita tem essa do cheiro. A Eliane Cantanhêde tem essa de que o povo do PSDB é uma massa cheirosa. Já os CUritibanos elegeram neste domingo Rafael Greca, aquele dos tubos, que vomitou com o cheiro de povo.  

Pois é novamente do Paraná que vem mais uma pérola fascistóide. A estudante, ainda adolescente, Ana Júlia Ribeiro é uma farsa porque é filha de petista. Claro, para quem o ódio é a medida para todas as coisas, só poderia ver com veneno o fruto da árvores envenenada.

O ataque parte da Milícia dos Bundas Liberadas à menina se deve ao simples fato de que ela é filha de petista. É compreensível que assim o façam. Eles medem os outros tomando a si por parâmetro. É que entre eles, são assim, o filho é uma mera extensão do pai. Na cabeça dos anencefálicos não há absolutamente nenhum livre arbítrio. O que não é doutrinado pelo pai, é pela Rede Globo e acabou o assunto. Sempre amei meu pai, mas nunca fui sua extensão. Nem ele quis que o fosse. Será que FHC quis que Luciana Cardoso e Paulo Henrique Cardoso fossem iguais a ele? Seguissem as mesmas ideologias e as mesmas práticas? Eduardo CUnha também sonhou com filhos à sua imagem e semelhança?

Parece que a direita fascista concebe filhos não em úteros, mas em formas. As boçalidades que li pelo simples fato de a menina ser filha de petista não é um retrato da atualidade brasileira. É uma filosofia onde quer que haja fascistas! É a manifestação pura e simples de seres abduzidos para serem meros robôs. Até papagaio teria mais cérebro.

Como não há limite para a imbecilidade, como não lembrar do sambista Dicró: “Todo filho de piranha parece com o pai”.

A secundarista Ana Julia e o inquisidor rabugento

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O Brasil conheceu esta semana, na figurinha frágil, chorosa mas convicta de uma menina de 16 anos, um comovente motivo de ter esperança no futuro.

Ana Júlia Ribeiro confrontou aqueles engravatados e mal-encarados deputados da Assembleia Legislativa do Paraná para explicar a eles porque os secundaristas do Estado – e, agora, pelo Brasil afora – estão ocupando suas escolas.

A garota começou com uma pergunta óbvia mas cortante: afinal, a quem pertencem as escolas? Por que, então, chamar aquele movimento de baderna?

Por dez minutos, Ana Julia fez engolir em seco aquele rebotalho da velha, velhíssima política num pedaço do  Paraná que parece sonhar com o IV Reich.

Velha política que, arriscando-se a uma comparação arriscada, se manifestou pela voz do presidente da, digamos, casa, um Ademar Traiano.

Ilustre desconhecido no Brasil, embora seja dono de sete mandatos estaduais no Paraná, Traiano, do PSDB, quis censurar a menina com a arrogância típica dos truculentos, dos reacionários e dos machistas.

De repente, graças às redes sociais, Sua Senhoria obteve seus 15 minutos de fama. Ao frescor juvenil, honesto, franco, corajoso de Ana Julia, contrapunha-se o ridículo porta-voz do passado.

Fico imaginando o massacre midiático que Ana Júlia irá sofrer, por parte dos escribas de aluguel. Na idade dela, Joana d’Arc também apanhou muito da Inquisição , dos ingleses invasores e do status quo dos franceses traíras.

Ana Julia e sua geração não têm sonhos de heroísmo nem de santidade. Só pretendem um pouquinho de justiça e de bom senso num país que aderiu definitivamente à marcha da insensatez.

Blog do Nirlando Beirão – R7

28/10/2016

Saiba de onde vem o dinheiro que finanCIA o ódio a Lula

Folha 28102016O Movimento Bundas Liberadas é finanCIAdo por fontes externa e internas. Áudios provam que PMDB e PSDB deram dinheiro para o MBL adestrar os usuários de camisas da CBF para derrubarem a Presidente honesta para colar em seu lugar Michel Temer, Romero Jucá, José Sarney, advogado do PCC, Eliseu Padilha, Alexandre Frota,  Alexandre Moraes, Eduardo CUnha, José Serra. Esta plêiade de homens brancos e ricos contou com a turba de midiotas amestrados pela Rede Globo para retirar Dilma e assim se safar. As instituições estão funcionando, por isso haviam colocado Tarja Preta sobre o nome do novo Chanceler Brasileiro, aquele que acha que ser bravo com a Venezuela libera para lavar na Suíça.

A Folha coloca na capa mas não pinta com as cores apocalípticas de quando ataca o PT. Nestas horas não aparece seu partido. O suborno vira caixa dois e tudo parece como se fosse um evento da natureza.

O ódio ao Lula se deve ao fato de que, após mais de vinte  anos de investigação, nada conseguem provar. (Não seria o caso destes pantera-cor-de-rosa devolverem os gastos na perseguição ao Lula?!) E aí, como tomam a si por parâmetro, vendo comportamento daqueles que, tendo o mesmo poder que Lula, se locupletam, formam convicção que Lula tem de ser igual aos seus partidários. Foi tomando a si por parâmetro que Serra e FHC foram ao Uruguai com a intenção de comprar o Presidente daquele país.

O motivo por trás da perseguição ao grande molusco faz lembrar a passagem da biografia de Alexandre Magno contada por Plutarco. O  Rei Dario III da Pérsia fizera generosa oferta aos macedônios e o General Parmênio tenta convencer Alexandre em aceitar a proposta:

" – Se eu fosse Alexandre, aceitaria."

Alexandre lhe responde:

“ – E eu também, se fosse Parmênio aceitaria, mas sou Alexandre".

O ódio ao Lula é porque ele não tem contas na Suíça. Se ele tivesse conta na Suíça talvez também colocassem sobre seu nome uma tarja preta. Ou quiçá o tratariam como Eduardo CUnha. Se lavasse em Liechtenstein, seria adorado…

Quando a perseguição é só movida pelo ódio, a falta de provas vira prova de que ele é culpado.

Odebrecht diz que caixa dois para Serra foi pago em conta na Suíça

O ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB)

BELA MEGALE
DE BRASÍLIA – 28/10/2016 02h00 – FOLHA DE SÃO PAULO

A Odebrecht apontou à Lava Jato dois nomes como sendo os operadores de R$ 23 milhões repassados pela empreiteira via caixa dois à campanha presidencial de José Serra, hoje chanceler, na eleição de 2010.

A empresa afirmou ainda que parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça.

O acerto do recurso no exterior, segundo a Odebrecht, foi feito com o ex-deputado federal Ronaldo Cezar Coelho (ex-PSDB e hoje no PSD), que integrou a coordenação política da campanha de Serra.

O caixa dois operado no Brasil, de acordo com os relatos, foi negociado com o também ex-deputado federal Márcio Fortes (PSDB-RJ), próximo de Serra.

Os repasses foram mencionados por dois executivos da Odebrecht nas negociações de acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, e a força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba.

Um deles é Pedro Novis, presidente do conglomerado de 2002 a 2009 e atual membro do conselho administrativo da holding Odebrecht S.A. O outro é o diretor Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP, que atuava no contato junto a políticos de São Paulo e na negociação de doações para campanhas eleitorais.

Ambos integram o grupo de 80 funcionários (executivos e empregados de menor expressão) que negociam a delação. Mais de 40 deles, incluindo Novis e Paschoal, já estão com os termos definidos, incluindo penas e multas a serem pagas. Falta apenas a assinatura dos acordos, prevista para ocorrer em meados de novembro.

A Folha revelou em agosto que executivos da Odebrecht haviam relatado à Lava Jato o pagamento de R$ 23 milhões (R$ 34,5 milhões, corrigidos pela inflação) por meio de caixa dois para a campanha de Serra em 2010, quando ele perdeu para a petista Dilma Rousseff.

Foi a primeira menção ao nome do político tucano na investigação que apura esquema de desvio de recursos na Petrobras.

Para corroborar os fatos relatados, a Odebrecht promete entregar aos investigadores comprovantes de depósitos feitos na conta no exterior e também no Brasil.

Segundo informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a empreiteira doou oficialmente em 2010 R$ 2,4 milhões para o Comitê Financeiro Nacional da campanha do PSDB à Presidência da República (R$ 3,6 milhões em valores corrigidos).

Os executivos disseram aos procuradores que o valor do caixa dois foi acertado com a direção nacional do PSDB, que depois teria distribuído parte dos R$ 23 milhões a outras candidaturas.

Segundo a Folha apurou, os executivos afirmaram também que o pagamento de caixa dois não estava vinculado a nenhuma contrapartida.

Pedro Novis e José Serra são amigos de longa data. O tucano é chamado de "vizinho" em documentos internos da empreiteira por já ter sido vizinho do executivo. O ministro também era identificado como "careca" em algumas ocasiões.

O nome de Serra é um dos que apareceram na lista de políticos encontrada na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, o BJ, preso durante a 23ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Acarajé, em fevereiro deste ano.

Benedicto Júnior também está entre os delatores e fechou o foco de sua colaboração com os investigadores.

Os depoimentos dos funcionários da Odebrecht começarão após a assinatura dos acordos de delação.

Depois de finalizados, o material será encaminhado ao relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Teori Zavascki, para homologação.

OPERADORES

Atualmente filiado ao PSD, o empresário Ronaldo Cezar Coelho foi um dos fundadores do PSDB nos anos 80, tendo presidido o partido no Rio de Janeiro.

Durante os mais de 20 anos em que permaneceu na sigla, elegeu-se deputado federal pelo Estado, despontando como um dos políticos mais ricos da Câmara.

É amigo de José Serra e chegou a emprestar seu avião particular para o tucano usar durante a eleição de 2010.

Devido ao bom trânsito no mercado financeiro, teria atuado também como "tesoureiro informal", segundo participantes do comitê eleitoral.

Já Márcio Fortes é conhecido como homem forte de arrecadação entre o tucanato por causa da boa relação que mantém com empresários.

Ele atuou nessa área em campanhas de Fernando Henrique Cardoso à Presidência, na década de 1990, na campanha de 2010 de Serra e na de 2014 de Aécio Neves, todos do PSDB.

OUTRO LADO

Procurado para se manifestar sobre as informações dadas pela Odebrecht à Lava Jato, o ministro de Relações Exteriores, José Serra (PSDB), disse, por meio de sua assessoria, que "não vai se pronunciar sobre supostos vazamentos de supostas delações relativas a doações feitas ao partido em suas campanhas".

"E reitera que não cometeu irregularidades", afirmou.

O empresário Ronaldo Cezar Coelho declarou que não comentará o assunto até ter acesso aos relatos feitos pelos executivos da empreiteira que citam o seu nome.

Por meio de seu advogado, o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, Cezar Coelho afirmou que participou da coordenação política da campanha de José Serra à Presidência, em 2010, na qual o tucano foi derrotado pela afilhada política do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff (PT).

No entanto, Cezar Coelho negou que tenha feito arrecadação para o tucano.

"Como fundador do PSDB, Ronaldo Cezar Coelho participou de todas as campanhas presidenciais da sigla", disse Mariz de Oliveira.

Em agosto, quando a Folha publicou que a Odebrecht relatou o pagamento de R$ 23 milhões via caixa dois, José Serra disse que a campanha de 2010 foi conduzida de acordo com a legislação eleitoral em vigor.

Afirmou ainda que as finanças de sua disputa ao Palácio do Planalto foram todas de responsabilidade do seu partido, o PSDB, e que ninguém foi autorizado a falar em seu nome.

"A minha campanha foi conduzida na forma da lei e, no que diz respeito às finanças, era de responsabilidade do partido", escreveu em nota na época.

A reportagem tentou contato com o ex-deputado Márcio Fortes por meio de telefone celular e de sua empresa, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição.

A Odebrecht afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não irá se manifestar sobre a reportagem.

Desde que a empresa passou a negociar acordos de colaboração premiada e leniência (espécie de delação da pessoa jurídica), em março deste ano, ela deixou de se pronunciar publicamente sobre fatos investigados na Lava Jato ou que serão relatados por seu funcionários.

A expectativa de envolvidos nas negociações é que a assinatura dos acordos de delação ocorram em meados de novembro e a homologação deles seja realizada até o final do ano.

Nas conversas preliminares da Lava Jato com a Odebrecht, além de Serra, vários políticos foram mencionados, entre eles o presidente Michel Temer, os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, governadores e parlamentares. Todos os citados negam a prática de irregularidades.


26/10/2016

A guerra é deles, que se matem!

Filed under: Eleições 2016,MBL,PMDB,PSDB,RBS — Gilmar Crestani @ 8:24 am
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Tinha me decidido a votar contra o neofascismo, achando que havia menos pior. Dois acontecimentos me fizeram mudar de idéia. Primeiro a cavalaria do Tiririca da Serra contra os estudantes. A criminalização dos movimentos sociais sempre foi uma reivindicação da RBS. Se a RBS e a cavalaria do Sartori estão do mesmo lado, não há escolha decente que não seja o outro lado. O problema é que do outro lado está o neofascimo em estado bruto, que se assume e age como tal. As crescentes demonstrações de ódio tem as digitais dos dois partidos que se matam, literalmente, pela prefeitura de Porto Alegre. Aliás, Porto Alegre bem que está merecendo sofrer as consequências de suas escolhas. A violência desenfreada e a população mantendo seus votos nos que dão causa, por ação ou omissão, à violência.

Não bastasse isso, os partidos dos dois candidatos estiveram juntos no golpe e estão juntos na aprovação da PEC 241.

E por último, como o voto de 54 milhões de brasileiros são facilmente trocados por alguns minutos de fama na Rede Globo, pra que mesmo votar!

As instituições estão cagando pros nossos votos! Fodam-se todos!

Em guerra com MBL no RS, PMDB apoiou protestos do grupo contra Dilma

Em gravações divulgadas em maio deste ano, um dos coordenadores nacionais do MBL afirmou ter recebido apoio do PMDB e de outros partidos para organizar e divulgar os atos em defesa do impeachment de Dilma Rousseff. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Em gravações divulgadas em maio deste ano, um dos coordenadores nacionais do MBL afirmou ter recebido apoio do PMDB e de outros partidos para organizar e divulgar os atos em defesa do impeachment de Dilma Rousseff. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Marco Weissheimer

A deputada estadual Juliana Brizola (PDT) denunciou nesta terça-feira (25) que foi agredida por dois homens que seriam integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) durante uma atividade da campanha de Sebastião Melo, candidato do PMDB à Prefeitura de Porto Alegre. Candidata a vice na chapa de Melo, Juliana Brizola anunciou, no início da tarde, que registraria um Boletim de Ocorrência para denunciar o episódio que virou tema de debate na sessão plenária da Assembleia Legislativa. O MBL, por meio de sua conta no Twitter, negou que algum integrante do grupo tenha agredido a deputada e afirmou: “Novamente, políticos de caráter flexível inventam histórias mirabolantes para acuar o MBL”.

Segundo Juliana Brizola relatou na Assembleia Legislativa, ela e sua assessora de 22 anos foram atacadas “por dois homens covardes”, que seriam do MBL. “Sou mulher, não ando com segurança, tenho dois filhos pequenos. Sabe qual o meu crime para o MBL? Foi ter votado na presidenta Dilma”, afirmou. Falando sobre o fato de o MBL ser “contra a política e os políticos”, ela questionou: “Isso não é uma ideologia?”. A deputada concluiu sua fala dizendo que, se alguma coisa acontecesse com ela, isso teria nome: MBL.

O deputado Tiago Simon (PMDB) também se manifestou sobre o episódio, dirigindo-se aos integrantes do MBL. “Respeito a mobilização do grupo, que tem posicionamento liberal e defende suas ideias. Tinham uma causa, que era derrubar o governo do PT. Conseguiram, mas o que temos visto agora é a radicalização de um grupo autoritário, articulado com candidaturas e que tem se infiltrado de maneira sórdida com práticas fascistas, destruindo a dignidade, a imagem e a vida das pessoas. Esse movimento, da forma que está, não pode ficar. Já passamos de todos os limites”.

A coligação “Porto Alegre pra Frente”, do candidato Nelson Marchezan Jr. (PSDB), divulgou nota oficial manifestando solidariedade à deputada Juliana Brizola pela agressão relatada no centro da Capital. “Repudiamos com veemência o fato e consideramos inaceitável qualquer ato de violência, especialmente contra mulheres. Acreditamos que as imagens das câmeras de segurança da Esquina Democrática e do Largo Glênio Peres devem ser disponibilizadas imediatamente para que sejam identificados e responsabilizados os autores da agressão, independente de quem sejam”, diz a nota.

A origem do conflito entre MBL e PMDB no RS

A briga do PMDB gaúcho contra o MBL ganhou visibilidade a partir do segundo turno da campanha eleitoral em Porto Alegre. O MBL decidiu apoiar a candidatura do deputado federal Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, e acabou adquirindo um protagonismo polêmico na campanha. Sebastião Melo acusou o movimento de perseguir um dos coordenadores de sua campanha, Plínio Zalewski, que acabou sendo encontrado morto no banheiro do comitê de campanha da candidatura do PMDB.

Na abertura do segundo turno, Melo questionou os métodos de campanha utilizados por Marchezan e criticou a ligação entre o tucano e o MBL. “Tens que parar, Marchezan. Tens que parar e explicar qual a tua relação com o Movimento Brasil Livre, o MBL, que persegue pessoas como fizeram com o nosso querido amigo Plínio, que acabou perdendo a sua vida”, afirmou o candidato do PMDB, que acrescentou: “O mais grave neste movimento é que ele não respeita quem pensa diferente”. Até a campanha deste ano, porém, não havia registro de conflitos entre o MBL e o PMDB. Pelo contrário. O movimento e o partido colaboraram na organização de alguns protestos em defesa do impeachment de Dilma.

Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio e relatou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB. (Foto: Reprodução/Facebook)

Renan Santos, da coordenação nacional do MBL, relatou apoios e  confirmou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB. (Foto: Reprodução/Facebook)

No processo do impeachment, MBL e PMDB estiveram aliados

Criado em novembro de 2014, logo após a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, o MBL nasceu apresentando-se como uma organização não-governamental apartidária e defensora do ideário liberal. Ao longo de 2015, o movimento desempenhou um papel central na organização de protestos que levaram milhares de pessoas às ruas em várias cidades do Brasil, em defesa do impeachment de Dilma. O MBL sempre negou ter vinculação partidária, mas, em maio deste ano, o portal UOL divulgou gravações, onde um líder do movimento reconhecia ter recebido apoio material, como panfletos e carros de som, de partidos de oposição ao governo Dilma, como DEM, PMDB, PSDB e Solidariedade.

Em uma destas gravações, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz a um colega do movimento que teria fechado um acordo com alguns partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando “as máquinas” desses partidos para tanto. Renan Santos confirmou ao UOL a autenticidade do áudio e relatou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB.

PMDB ajudou a financiar pixulecos, panfletos e viagens, diz ex-líder do MBL

Em entrevista concedida ao site Diário do Centro do Mundo, em junho deste ano, o ex-dirigente do MBL do Espírito Santo, Bráulio Fazolo, confirmou que o movimento recebeu auxílio financeiro do PMDB. Fazolo deixou a coordenação do MBL no dia 12 de junho dizendo estar decepcionado com os rumos que o movimento estava tomando e por não concordar com o financiamento que estava recebendo de partidos. Nesta entrevista, Bráulio Fazolo afirmou: “Uma coisa que eu quero que fique clara é que o movimento recebeu dinheiro do PMDB. Não só do PMDB mas de alguns outros partidos, mas vou citar o PMDB em especial porque o nome do partido foi falado internamente nas reuniões. É um assunto que a gente nunca levou para fora dos grupos internos, dos núcleos”.

Ainda segundo Fazolo, o fato de o PMDB ter “destinado fundos para pixulecos, panfletos, movimentação de pessoas que foram a Brasília acompanhar o impeachment sempre foi tratada com bastante tranquilidade, porque eles passavam para a gente que o PMDB era uma peça fundamental no impeachment”. “Todas as pessoas que faziam parte da coordenação, da parte interna do MBL sabiam que esses repasses existiram”, acrescentou.

A partir de setembro deste ano, o presidente Michel Temer realizou alguns encontros com “movimentos sociais que apoiaram o impeachment de Dilma”, entre eles, o MBL. O objetivo desses encontros seria pensar “formas de convencer a população” a aceitar propostas como as reformas da Previdência e do Trabalho. No dia 22 de setembro, Renan Santos foi recebido por Moreira Franco, secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Segundo Santos, o objetivo do encontro foi aproveitar a “expertise de mobilização, a sensibilidade, o fato de o MBL estar sentindo o pulso das ruas” para ajudar na formulação de políticas de comunicação do governo Temer.

Em guerra com MBL no RS, PMDB apoiou protestos do grupo contra Dilma « Sul21

20/10/2016

Eduardo CUnha & João Dória Jr

Filed under: Compra de Votos,Eduardo Cunha,João Dória Jr.,PMDB,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:46 am
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joao doria jr latuffComo publica hoje  o insuspeito Ricardo Noblat, n’O Globo, jornal da mais longeva família golpista brasileira, Eduardo CUnhapara chegar à presidência da Câmara, financiou a campanha de mais de 100 deputados do PMDB e de outros partidos. Montou uma bancada que, no seu auge, chegou a reunir pouco mais de 200 deputados". Na política da plutocracia, na se destrói, na se cria, tudo se transforma. De mão em mão vão nos passando a mão.

Se é verdade que Eduardo CUnha foi um bom aluno de PC Farias, tendo adentrado ao submundo da política pelas mãos de distinto defunto alagoano. Seus métodos foram aperfeiçoados sob o “olhar vigilante” da Rede Globo, quando esteve à frente da TELERJ. Se a Globo capturou o governo FHC com os atributos da Miriam Dutra, não foi diferente com Eduardo CUnha. Outra funcionária da Globo, desta feita Cláudia Cruz, serviu para ligar os pausinhos mandados.

A compra da reeleição está na origem dos métodos usados por Eduardo CUnha na montagem de uma bancada para chamar de sua ou nesta revelação da Folha em relação ao João Dória Jr.

O pecado de CUnha, visto a partir de sua prisão, foi não ter se filiado ao PSDB. É o único partido que pode comprar reeleição, entregar empresa de energia ao filho do presidente, colocar o genro na CSN, fazer aeroporto em terras de familiares, amigar-se com traficantes, advogar para traficantes, montar um bancada de vereadores que nada vai lhe acontecer. O suprassumo disso tudo pode ser entendido por uma das já famosas tentativas de beatificação do PSDB: o dinheiro das empresas doados para as campanhas do PSDB já limpos, para os demais partidos são sujos. Não deveria haver esta diferença. E ela só pode ser admitida se aceitarmos que o uso das lavanderias do HSBC, Liechtenstein e Panama Papers deixam o dinheiro da corrupção mais limpos.

No caso do estagiário à CUnha não há só convicção. Seus próprios correligionários e agora também a porta-voz do PSDB, Folha de São Paulo, mostram do que é feito. Não será por falta de denúncias. As privatizações, seja de FHC sejam as que ameaçam JD (é só uma sigla que pode dizer respeito a José Dirceu ou a João Dória…), é a forma por excelência com que o PSDB monta bancadas de apoio.

Espera-se que não demorem para prenderem João Dória Jr tanto quanto demoraram para encarcerar o ventríloquo do golpe paraguaio.

O único problema é que ele pertence ao PSDB, partido sobre o qual só se pode escrever hagiografias.

Eduardo CUnha & João Dória Jr: são frutos dos mesmos métodos, mesmos apoios, prestam o mesmo serviço e têm a mesma proteção!

9 dos 55 vereadores de SP foram eleitos com doações de Doria

Nove dos 55 vereadores eleitos em São Paulo contaram com doações próprias do futuro prefeito da cidade, João Doria (PSDB); o tucano tirou do do próprio bolso nas últimas eleições R$ 2,9 milhões como pessoa física, segundo balanço parcial da Justiça Eleitoral; ele aparece como o maior doador individual na disputa paulistana e entre os dez maiores do país. Um terço desse valor foi empregado no financiamento dessa "bancada própria"

20 de Outubro de 2016 às 06:33 // Receba o 247 no Telegram

SP 247 – Nove dos 55 vereadores eleitos em São Paulo contaram com doações próprias do futuro prefeito da cidade, João Doria (PSDB). O tucano desembolsou do próprio bolso nas últimas eleições R$ 2,9 milhões como pessoa física, segundo balanço parcial da Justiça Eleitoral. O empresário aparece como o maior doador individual na disputa paulistana e entre os dez maiores do país. Um terço desse valor foi empregado no financiamento dessa "bancada própria", diz reportagem da Folha de S.Paulo.

"Este tipo de financiamento, permitido pela legislação, mas apontado como uma distorção que beneficia os mais ricos, ajudou a garantir a maior bancada para os tucanos a partir de 2017. Além dos nove eleitos para o Legislativo, cinco candidatos que receberam o financiamento de Doria serão suplentes.

O levantamento da Folha em dados da Justiça Eleitoral considera quantias nas quais Doria aparece como doador originário, mesmo que o repasse tenha sido feito por meio de sua campanha. Só doações acima de R$ 5.000 foram contabilizadas.

A legislação impede doação de pessoas jurídicas, mas não prevê limite para autodoação. Pelo sistema eleitoral, sempre que um candidato repassa para outro, é necessário preencher o doador originário.

O investimento com recursos próprios ajudou a garantir 11 cadeiras ao PSDB, duas a mais que nas eleições anteriores. Os dois novatos são Aline Cardoso, com R$ 78,6 mil de Doria, e Daniel Annenberg, com uma contribuição mais humilde, de R$ 15,4 mil.

Seis vereadores receberam quantias na casa dos R$ 100 mil: Eduardo Tuma, Gilson Barreto, Mario Covas Neto, Patrícia Bezerra, Claudinho de Souza e Salomão Pereira (este último não se reelegeu)."

9 dos 55 vereadores de SP foram eleitos com doações de Doria | Brasil 24/7

03/10/2016

Estupro, absolvição de assassinos, compra de votos explicam o berço da cultura do golpe de estado

OBScena: imagens das prévias que explicam a vitória de João Doria Jr em São Paulo

doria previas-psdbO que aconteceria se Marco Feliciano fosse do PT? Basta comparar o que aconteceu com José Genoino!

Os capos de algumas instituições se perfilam com o PSDB, daí que não admira que notórios do crime organizado, como o primeiro a ser comido, não sejam “coercitados”. Para evitar respingos ao PSDB, até seu parceiros são protegidos.

A glorificação do estupro, para não macular a imagem divina do PSDB paulista, fica por conta dos autores da hagiografia. Nem falo do delega que busca incriminar a vítima, como se já não bastasse o Cel. Telhada,  deputado também do PSDB. Ambos são a cara do PSDB paulista. Sem a omissão os grupos mafiomidiáticos estas personagens não sairiam das sombras em que se criaram.

A Rede Globo é a égua madrinha que conduz a imprensa na condenação de uns para que outros possam desfilar incólumes. Quem mais poderia sufragar João Dória Jr em São Paulo? Não por acaso São Paulo é a sede das duas principais filiais da Rede Globo: a Globo São Paulo, e aquela do oeste paulista, nas mãos de outro notório comparsa da Rede Globo, J. Hawilla. Mas São Paulo berço e ninho da serpente, também tem a glória de hospedar o Grupo Abril, que edita a Revista Veja, desde sempre cabo eleitoral do PSDB. Também é de São Paulo a Folha de São Paulo, que não só chama a ditadura de ditabranda como também, para criminalizar o PT e beatificar o PSDB, publicou uma ficha falsa da Dilma. E por último, mas não menos importante, o Estadão, que tinha na Direção da Redação, Pimenta Neves, o assassino da colega que assediava moral e sexualmente sob as barbas da famiglia Mesquita, Sandra Gomide. Para coroar, choca o ninho das serpentes o Instituto Millenium.

Portanto, não é de admirar que São Paulo, terra do Feliciano, eleja aquele que foi denunciado pelos próprios correligionários por compra de votos, aliás uma prática recorrente no PSDB.

A revelar a natureza da simbiose paulista está o fato de que a eleição do João Doria Jr ocorra na mesma semana em que os assassinos de 111 presos do Carandiru foram absolvidos. Descortina-se uma recorrência em culpar a vítima para eximir os criminosos de seus crimes. Se no assassinato é assim, imagine-se nos casos de estupro. Há duas violências explícitas: o estupro, e culpabilização da vítima. Será que esses facínoras não tem, na própria família, ao menos mãe?!

São fatos como estes que explicam a eleição de Dória Jr em São Paulo! Porque, diante do estupro ou do assassinato coletivo, quem iria se importar com compra de votos?!

Exclusivo: uma nova prova contra Feliciano no caso Patrícia. Por Nathali Macedo

Postado em 01 Oct 2016 -por : Nathali Macedo

Patrícia Lélis

Patrícia Lélis

A estudante de jornalismo Patrícia Lélis, que acusa Marco Feliciano de tentativa de estupro, tem sofrido todos os tipos de represálias por parte da equipe do deputado desde que resolveu denunciar a violência que sofrera.

A nova prova de que a estudante está sendo silenciada é um print em que o assessor Emerson Biazon a ameaça e diz que ela “merece ser estuprada até a morte”. O print foi descoberto pela polícia em perícia ao computador e celular de Patrícia Lélis.

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Eis exatamente o que acontece com mulheres que não se calam diante de algozes poderosos como Feliciano, que, com seu escudo de “homem de Deus e da família”, tem cometido verdadeiras atrocidades para tentar silenciar a vítima e poupar-se do escândalo de ser chamado daquilo que os fatos indicam que é: estuprador.

Assim como esteve nos prints apresentados na denúncia de Patrícia contra Feliciano, está agora claro que o pastor e seus comparsas já ameaçaram a vítima em outros momentos, a despeito do que diz a grande mídia, que parece empenhada em demonizar a imagem de Patrícia.

Ainda nos primeiros dias após a denúncia, Talma Bauer, Chefe de Gabinete de Feliciano, disse em depoimento à polícia, em São Paulo, ter dado R$ 20 mil a Emerson Biazon, que acompanhava a vítima em sua visita à capital paulista na primeira semana de agosto, para que entregasse à estudante em troca de seu silêncio.

A intenção de Bauer – nas palavras dele próprio – era “evitar o mal maior, o escândalo”. Como se ainda houvesse tempo para isso.

Bauer disse à polícia que a estudante pedira o dinheiro. Ela declarou que o Pastor Everaldo, ligado ao partido de Feliciano (PSC), foi quem lhe ofereceu a quantia.

A jovem declarou ainda ter sido mantida em cárcere privado por Bauer, que tentou comprar o seu silêncio. Fala-se em trezentos mil reais (um preço alto para comprar o silêncio de uma denunciadora caluniosa, não?)

“Evitar o escândalo” continuou sendo o objetivo principal da equipe de Feliciano. Nos meses seguintes à denúncia, a perseguição à vítima – à moda do machismo brasileiro – continuou a todo vapor.

Veículos de mídia duvidosos – é claro que nós estamos falando da Rede Globo – noticiaram que a vítima fora diagnosticada como mitomaníaca (mentirosa compulsiva) e portadora de Transtorno de Personalidade Histriônica (necessidade excessiva de chamar a atenção para si mesma.)

O delegado Luiz Roberto Hellmeister, responsável pela investigação, garantiu que a polícia tinha provas de que Patrícia não fora mantida em cárcere privado, e que, portanto, caluniara Bauer. Foi ele quem procurou a imprensa para apresentar um laudo contendo a informação de que Patrícia seria mitomaníaca e histriônica.

O blog Coluna da Esplanada, do UOL, entretanto, publicou outro laudo feito no ano passado pelo IML, que desmentia a versão apresentada pela Polícia Civil de São Paulo .

Isto não é nada diferente do que se faz com a maioria das vítimas de crimes sexuais no Brasil, só que em uma versão mais sofisticada, graças à eficiência de Feliciano e seus cúmplices: dizer que vítimas de estupro são mentirosas e querem chamar a atenção é um truque antigo, mas usar laudos (conseguidos sabe-se lá a que custo) para conferirem alguma legitimidade a esta acusação é coisa fina. Coisa que, no Brasil, só os poderosos da Bancada Evangélica conseguem.

Até o ex-namorado de Patrícia foi contatado para acusá-la. Está claro, desde o início deste escândalo, que Feliciano e seus cúmplices estão fazendo todo o possível para fragilizar a palavra da vítima e o que é pior: culpabilizá-la.

Atingiram êxito em seu intento: Lélis foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão, e já se fala em pedido de prisão preventiva para a vítima.

Hellmeister, responsável pelo indiciamento de Patrícia, é bom lembrar, foi afastado do caso por ter manipulado informações e provas. Seu histórico, aliás, fala por ele: acusado de agredir uma jornalista, o delegado, com toda a imparcialidade típica do Judiciário brasileiro, é filiado ao PSDB.

Eis a declaração de Patrícia sobre o episódio:

“Quando cheguei na delegacia de SP minha oitiva já estava pronta. O delegado me perguntou por que eu não filmei as agressões e afirmou diversas vezes que eu estava mentindo. Me chamou de vagabunda, mentirosa, um perigo para a sociedade. Disse que eu era pior que Suzane Von Richthofen. Na hora ele me deu duas opções: ou eu assinava um termo dizendo que era tudo mentira ou ele me encaminharia para um hospício. Meus advogados me aconselharam a assinar a indiciação para que o caso fosse para o Ministério Público, já que o delegado não tem poder para investigar um deputado.”

Os dispositivos eletrônicos da estudante (computador e celular) permanecem sob perícia, e as provas contra Feliciano continuarão a serem levadas a público em primeira mão pelo Diário do Centro do Mundo.

Evitar o mal maior, o escândalo, é tudo o que a sórdida equipe de Feliciano não conseguirá (ao menos no que depender de nós.)

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Nathali Macedo

Sobre o Autor

Colunista, autora do livro "As Mulheres que Possuo", feminista, poetisa, aspirante a advogada e editora do portal Ingênua. Canta blues nas horas vagas.

Diário do Centro do Mundo Exclusivo: uma nova prova contra Feliciano no caso Patrícia. Por Nathali Macedo

07/09/2016

Moral da história: quando Aécio morrer suas vítimas serão denunciadas

Filed under: Aécio Neves,Inimputável,PSDB,Sérgio Guerra — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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Com o PSDB a obsessão persecutória vira piada. Só é denunciado depois de morto e decomposto . Pior, invertem até a culpa. Culpado não é quem escroque, mas o extorquido. Neste ritmo, a primeira denúncia contra Aécio Neves só depois de seus netos também estarem mortos. E ainda assim serão contra suas vítimas.

Dizer isso, apesar da redundância lógica, é quase um despropósito, tamanha a clareza meridiana da proteção dispensada ao PSDB. Royalties ao deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom.

Bastaria atentar com o que acontece com o primeiro a ser comido. Deletado por todos até agora, com gravação de ex-colega de partido, Sérgio Machado, Aécio Neves e sua operadora, a irmã Andrea Neves, continuam posando de arautos da moralidade e curtindo a vida adoidados por Liechtenstein, Cláudio e Montezuma. Aliás, cadê a Lista de Furnas? Cadê o Mensalão do PSDB? Por que FHC não é denunciado pelo uso da Brasif para sustentar a bisca da Rede Globo na Espanha?

E, but last not least, por último mas não menos importante, cadê Cláudia Cruz?

Pela rapidez da diligência, devem estar com o Rubinho Barichello do MP, Rodrigo de Grandis. Quando chegar ao STF, se chegar, Gilmar Mendes, beneficiado com a enésima emenda constitucional que estabelece 120 anos para aposentadoria compulsória de Ministros, vai devolver à primeira instância…

Denunciados empresários por propina de R$ 10 mi ao ex-presidente do PSDB

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O Ministério Público Federal denunciou Ildefonso Colares Filho, ex-executivo do grupo Queiroz Galvão, e Erton Medeiros, empresário ligado à Galvão Engenharia, que foram alvos da 33ª fase da operação deflagrada em agosto deste ano, na Operação Lava Jato; segundo a Procuradoria da República, os dois empresários são acusados pelo crime de corrupção ativa pelo oferecimento de R$ 10 milhões em propina, no segundo semestre de 2009, ao então senador Sérgio Guerra (presidente do PSDB, falecido em 2014) e ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para que a CPI)da Petrobras, instalada no mesmo ano, não tivesse resultado efetivo

6 de Setembro de 2016 às 21:19 // Receba o 247 no Telegram

247 – O Ministério Público Federal denunciou Ildefonso Colares Filho, ex-executivo do grupo Queiroz Galvão, e Erton Medeiros, empresário ligado à Galvão Engenharia, que foram alvos da 33ª fase da operação deflagrada em agosto deste ano, na Operação Lava Jato. Segundo a Procuradoria da República, os dois empresários são acusados pelo crime de corrupção ativa pelo oferecimento de R$ 10 milhões em propina, no segundo semestre de 2009, ao então senador Sérgio Guerra (presidente do PSDB, falecido em 2014) e ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, instalada no mesmo ano, não tivesse resultado efetivo.

A informação é do blog de Fausto Macedo.

A CPI tinha o objetivo de apurar, no prazo de 180 dias, irregularidades envolvendo a Petrobrás e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o que não ocorreu. Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) elaborado em 2008 apontou indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. As obras no Complexo Industrial e Portuário de Suape, no município de Ipojuca (local onde está localizada a Refinaria Abreu e Lima), foram orçadas no Plano Plurianual de 2008-2011 com o valor de R$ 10,1 bilhões.

Na época, em um dos contratos da refinaria, firmado no valor de R$ 429.207.776,71 pelo Consórcio RNEST (integrado pelas empresas Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Construtora Norberto Odebrecht S.A e Construções Camargo Corrêa S.A.), o TCU identificou indícios de superfaturamento de R$ 58,5 milhões.

A partir de depoimento prestado na colaboração premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, começou-se a investigar o oferecimento e a promessa de pagamento de propina no valor de R$ 10 milhões aos partidos de oposição e da base aliada do governo federal na época, para que a CPI que investigava a estatal não levasse à responsabilização de nenhum envolvido.

Segundo o ex-diretor da estatal, durante o segundo semestre de 2009, período no qual a CPI desempenhava seus trabalhos, ocorreram encontros reservados com os parlamentares Eduardo da Fonte (PP-PE) e Sérgio Guerra (PSDB-PE) em pelo menos quatro ocasiões, nos quais foi discutido o pagamento de propina para que a comissão não tivesse efetividade.

Segundo os delatores, o registro da negociação da vantagem indevida ocorre mais claramente quando Ildefonso Colares menciona querer dar “um suporte” ao então senador Sérgio Guerra. O empresário se manifesta com a seguinte frase: “dando um suporte aí ao senador”, numa referência aos valores espúrios que seriam pagos ao parlamentar. Na sequência da gravação o político responde: “conversa aí entre vocês”, deixando claro que caberia às duas empresas acertarem a divisão e a forma de pagamento da propina.

De acordo com a Procuradoria, ’embora o crime tenha se consumado com a mera promessa de oferecimento de vantagem indevida, segundo Paulo Roberto Costa a propina foi devidamente paga, o que foi também confirmado por Alberto Youssef, responsável por gerenciar o caixa de propina do Partido Progressista’. O relatório final da CPI da Petrobrás em 2009 não indiciou ninguém ou sequer mencionava as empresas Queiroz Galvão e Galvão Engenharia.

Para a força-tarefa, “a referida CPI não chegou a resultados efetivos devido ao grande esquema criminoso que já existia na época dentro da Petrobras, tanto que este se manteve ao longo dos anos seguintes, até ser comprovado pela operação Lava Jato”.

Além da denúncia pelo crime de corrupção ativa, os procuradores ainda pedem a fixação de R$ 10 milhões como o montante mínimo para reparação dos danos causados.

Denunciados empresários por propina de R$ 10 mi ao ex-presidente do PSDB | Brasil 24/7

21/08/2016

Se Dória não quer foto comendo, imagine no Panama Papers

OBScena: nas prévias do PSDB, cabos eleitorais de João Dória Jr ganham medalha de ouro em jogo sujo

doria previas-psdbBasta um bueiro entupido ou um pouco de luz que as ratazanas aparecem por inteiro em sua mediocridade. João Dória Jr é mais uma destas personagens que ganha notoriedade quando o fascismo sai do anonimato. Quando a boçalidade perde a modéstia. Acusado de fraude e compra de votos na convenção do PSDB pelos próprios correligionários, uma reincidência típica das organizações golpistas, lança propostas todas num mesmo sentido, trata a capital como se fosse uma propriedade particular, um feudo, uma capitania hereditária, como aliás fazem no âmbito estadual. O homem do bunker de do Panama Papers, não quer acabar com a pobreza, quer acabar com os pobres. Se isso não for possível, que pelos menos sejam dificultados os acessos aos caminhos e serviços. Melhor foi a explicação para suas boçalidades: “não tenho compromisso com o erro”. Claro, se acertar o mérito é dele, se errar, é do estagiário…

A censura às fotos dele comendo é coisa pequena, de um anão moral. Se insere no mesmo contexto de outras personagens que colaboraram com o clima de golpe conduzido pela Rede Globo, como Danusa Leão, Rachel Sheherazade, Miriam Leitão, Luis Carlos Prates, Luis Carlos Heinze… Dória tem todo direito de não gostar das coisas do povo. Aliás ele se insere no contexto em que outra prócer tucana, Eliane Cantanhêde, alocou os eleitores do PSDB fora do povo, na massa cheirosa. O povo tem todo o direito de saber qual é a envergadura moral daquele que pretende conduzi-lo. Bem que a plutocracia gostaria de voltar ao voto censitário, mas enquanto não mudarem a forma de escolher nossos governantes, o povo vota. Aliás, qual é a diferença deste lombroso de Aécio Neves? Dois playboys intoxicados pelos holofotes.

Depois de proibir fotos, que outras coisas mais ele quer fazer em privacidade, sem que se possa mostra-lo completo e por inteiro, do tamanho de sua indigência política.

Não profeta, nem Cassandra, mas não há nenhuma surpresa no surgimento desta triste figura. A política de São Paulo já revelou coisas ainda piores. E Dória pode muito bem ter saído da mesma incubadora que produziu Ademar de Barros, Jânio Quadros, Orestes Quércia, FHC, José Serra, Paulo Salim Maluf, Celso Pitta, Kassab, Geraldo Alckmin. Como diria o velho Barão de Itararé, de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada. E é exatamente por isso que toda plutocracia se perfila ao seu lado.

Em São Paulo, cleptocracia é título nobiliárquico, com status hereditário. Nem poderia ser diferente numa terra que é sede da Revista Veja, da Folha de São Paulo e do Estadão, top ten do golpe, Instituto Millenium.

Fotografar ele comendo não pode, e sendo comido pelo Haddad, pode?!

Assessoria de Doria não quer foto dele comendo

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A assessoria de imprensa do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) não quer que ele seja fotografado enquanto come; em comunicado a jornalistas, um dos auxiliares do  tucano solicitou que não sejam tiradas fotos ou feitas filmagens “quando ele estiver se alimentando”; fotos do empresário fazendo careta ao comer um pastel e ao tomar um cafezinho viraram piadas na internet

20 de Agosto de 2016 às 21:34 // Receba o 247 no Telegram

SP 247 – A assessoria de imprensa do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) não quer que ele seja fotografado enquanto come. Em comunicado a jornalistas neste sábado (20), um dos auxiliares do  tucano solicitou que não sejam tiradas fotos ou feitas filmagens “quando ele estiver se alimentando”. O pedido foi feito por meio do WhatsApp a um grupo de jornalistas que cobre a campanha de Doria à Prefeitura de São Paulo.

Fotos do empresário fazendo careta ao comer um pastel na rua e ao beber um cafezinho viraram piadas na internet. Segundo a campanha, o candidato está disposto a atender a todos, mas gostaria de ter “este momento de privacidade”.

Assessoria de Doria não quer foto dele comendo | Brasil 24/7

08/08/2016

Cortina de fumaça por queima de estrume

Bastou começar a assar a batata dos quadrilha que tomou de assalto o cofre do Planalto Central que a mídia começa abrir as cortinas para jogar fumaça. Puro diversionismo. Todo mundo já sabe das patifarias do PSDB. Como gravou o Sérgio Machado, ficou dez anos no PSDB, não sobra ninguém. Mas como fazem parte da cleptocracia aceita pela plutocracia, diversionismo foi feito pra isso, sim

O PSDB, o inimputável, não rouba só os cofres públicos. Rouba também a merenda das crianças pobres da periferia. Mas a notícia ganha novos ares apenas para camuflar outros propósitos. Para os grupos mafiomidiáticos o golpe paraguaio não pode naufragar.

Nestas horas sempre lembro do deputado Jorge Pozzobom, do PSDB gaúcho. “- Podem me processar, como não do PT não corro o risco de ser preso”…

Pelo andar dos vazamentos vem aí a criação de grande factóide para justificar a prisão do Lula. Sim, Lula, sendo de São Paulo, deveria saber que o PSDB estava roubando a merende. Se sabia e não fez nada para impedir, é cumplice. É a prova que faltava para justificar sua prisão.

Cheque mostra propina da merenda, diz investigação

REYNALDO TUROLLO JR.
DE SÃO PAULO

08/08/2016 02h00

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Um cheque apreendido pela Operação Alba Branca, que apura um suposto esquema de desvios na compra de merenda para escolas públicas em São Paulo, demonstra, segundo investigadores, que a cooperativa suspeita de fraudar licitações pagou a ex-assessores do presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez (PSDB).

O cheque da Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar) no valor de R$ 50 mil, ao qual a Folha teve acesso, foi feito em nome de José Merivaldo dos Santos, assessor do gabinete de Capez de 2010 a 2011 e da liderança do PSDB na Assembleia de 2013 a 2015.

Editoria de Arte/Folhapress

CAMINHO DO DINHEIROInvestigados na máfia da merenda, assessores de Fernando Capez (PSDB) teriam recebido pagamento de propina

Além do cheque, há um contrato de gaveta feito entre a Coaf e outro ex-assessor de Capez, Jéter Rodrigues Pereira, que trabalhou no gabinete do tucano de 2013 a 2014.

Pelo contrato, de R$ 200 mil, a Coaf conferiu a Pereira a "condição de consultor para sua relação comercial junto à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo".

Para os investigadores, tratam-se do cheque e do contrato de parte da propina.

Editoria de Arte/Folhapress

CAMINHO DO DINHEIROInvestigados na máfia da merenda, assessores de Fernando Capez (PSDB) teriam recebido pagamento de propina

A Alba Branca investiga negócios entre a Coaf e a Secretaria de Educação do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para fornecimento de R$ 11,4 milhões em suco de laranja. A operação apura também negócios entre a entidade e dezenas de municípios.

A parte da investigação relativa ao governo está sob responsabilidade da Procuradoria-Geral de Justiça, órgão máximo do Ministério Público, por envolver Capez, que tem foro especial.

PARCELADO E SIGILOSO

O contrato de gaveta entre a Coaf e Pereira, assessor de Capez à época, é de 25 agosto de 2014, período eleitoral.

O documento menciona o cheque de R$ 50 mil que seria para pagar a primeira parcela do valor acordado. Isso indica, ainda segundo a investigação, que Merivaldo e Pereira atuariam juntos.

Embora tenha sido emitido pela Coaf em 2014, o cheque era pré-datado para 20 de março de 2015. Conforme depoimento do ex-presidente da cooperativa Cássio Chebabi, esperava-se que nessa data o Estado já estivesse pagando pelo suco e o caixa da Coaf estivesse "cheio".

A entidade havia vencido um edital da Secretaria de Educação, mas o negócio estava travado e só foi efetivado a partir de abril de 2015, após uma nova concorrência.

O cheque chegou a ser depositado por Merivaldo em sua conta pessoal, mas voltou porque não tinha fundos, segundo a investigação.

A cláusula sétima do suposto contrato de propina estipulava que os repasses seriam feitos à medida que o Estado pagasse pelo suco.

"As partes obrigam-se a manter a mais absoluta confidencialidade de todas as informações, dados e documentos", estipulava a cláusula nona do contrato.

Ainda conforme o documento, os negócios fechados entre a Coaf e o governo deveriam ser informados à Paciello Consultoria, atribuída à advogada Vanessa Paciello Laurino, para que fossem feitos os pagamentos a Pereira.

Vanessa é apontada por investigadores como cunhada do lobista Marcel Ferreira Julio, que atuava para a Coaf nos negócios junto ao Estado.

FILHOS

Em abril, Pereira revelou à Folha a existência do contrato de gaveta. Ele disse que aceitou assinar porque, posteriormente, o negócio passaria para a Thiago Merivaldo dos Santos Biodegradáveis, empresa de um dos filhos de Merivaldo, cujo objeto social vai de venda de perfumaria e eletrônicos a "preparação de documentos".

Essa firma chegou a ter as atividades cassadas em 2013, mas permanece aberta na Junta Comercial e na Receita.

Servidor de carreira da Alesp, Merivaldo é conhecido na Assembleia como "Doutor". Seu filho Thiago e sua filha, Ana, tiveram cargos comissionados na Casa –ela, na liderança do PSDB até abril passado.

OUTRO LADO

O ex-assessor do deputado estadual Fernando Capez (PSDB), José Merivaldo dos Santos, negou que o cheque seja de propina ou relacionado à Coaf. "Esse cheque foi de uma dívida que me deram", afirmou.

Confrontando com a informação de que a reportagem tinha uma cópia do cheque, o ex-assessor indicou seu advogado para falar, mas não forneceu nome nem contato dele.

Merivaldo, que está de licença médica há cerca de cinco meses, recusou-se a falar sobre a empresa de seu filho –que, segundo o outro ex-assessor, Jéter Rodrigues Pereira, assumiria os negócios do contrato com a Coaf.

Segundo Merivaldo, essa empresa já está fechada.

Pereira não quis comentar o teor do contrato de gaveta que, segundo a investigação, foi assinado por ele.

Em abril, em entrevista à Folha, ele havia dito que firmou o documento sob orientação de Merivaldo, que tinha "mais experiência nesse tipo de trabalho" de consultoria.

A assessoria de Fernando Capez, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, afirmou que o deputado "tem todo o interesse na apuração, sempre esteve e sempre estará à disposição para esclarecer o que estiver a seu alcance".

A Secretaria Estadual de Educação afirmou, em ocasiões anteriores, que o negócio fechado com a Coaf, após a abertura do segundo edital, foi mais vantajoso para os cofres públicos do que teria sido após o primeiro edital.

"Em setembro de 2013 houve uma chamada pública que foi cancelada. Um ano depois, a [nova] chamada registrou uma redução no preço de 8,3% para unidades de 200 ml –saindo de R$ 1,56 para R$ 1,43– e de 1,61% nas unidades de 1 litro, saindo de R$ 6,20 para R$ 6,10", afirmou.

A Folha não localizou a advogada Vanessa Paciello.

Outro mau negócio: Odebrecht comprou pato por Serra

Filed under: Delação Premiada,José Serra,Odebrecht,Paulo Preto,PSDB,Tarja Preta — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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Tanto mais procuram pelas digitais de Lula, mais encontram as dos parceiros ideológicos. Do primeiro a ser comido a José Serra, sem falar na Brasif de FHC, o PSDB é completo é o por inteiro o teúdo e manteúdo da corrupção. O PSDB, não fosse a blindagem que goza na plutocracia, não existiria sequer pra lotar um Fiat 147.

Isso explica o ódio da cleptocracia ao PT, a Dilma e Lula. E há uma “boa” explicação: enquanto caçam Lula, Dilma e o PT, a quadrilha pode continuar atuando, a ponto de perpetrarem um golpe paraguaio. Sim, viu-se muito político blindado, do PMDB e do PSDB, na Lista de Furnas, na Lista Falciani, na Lista Odebrecht, no Panama Papers, em Liechtenstein. Só não se viu Dilma e Lula!

Embora seja trágico, não há como não citar o hilário Barão de Itararé: “Homem que se vende sempre recebe mais do que vale”…

Odebrecht comprou Cerra por R$ 34 milhões

A propina era entregue aqui e "lá fora"…

publicado 07/08/2016

bessinha cerra.jpg

Saiu na Fel-lha:

O Padim Pade Cerra recebeu da Odebrecht aqui e lá fora o que, em dinheiro de hoje, equivale a R$ 34,5 milhões!

É um guloso!

Recebeu para a campanha presidencial (e a derrota fulgurante) de 2010.

As doações "legais" eram a décima parte do "por fora".

Recebeu também uma mixaria pelas obras do "Roubanel Tungano", quando foi "governador" de SP.

Cerra está incurso na Lista de Furnas e nos múltiplos esquemas do metrô de São Paulo – em que os MPs e a Justiça não conseguem encanar ninguém.

O Conversa Afiada sustenta que Cerra deve ser um dos homens mais ricos do Brasil.

Entre outros motivos, porque ele é suspeito de roubar desde quando foi Secretário do Planejamento do Governo Montoro, em 1983, em São Paulo.

São 33 anos de militância suspeita, segundo a denúncia do então deputado Fábio Bierrembach.

Como se sabe, então, Bierrembach chamou Cerra de ladrão, Cerra o processou, o Juiz Walter Maierovitch concedeu a Bierrembach a "exceção da verdade" e Cerra impediu a Justiça de provar que ele não era ladrão…

Precisa desenhar, amigo navegante?

Ontem, a Veja – a Veja! – mostrou que o Temer e seu fiel escudeiro, aquele a quem o ACM se referia como o Eliseu "Quadrilha", também recebiam dinheiro (vivo!) da Odebrecht.

A denúncia da repórter Bela Megale, da Fel-lha, certamente provocará o primeiro fenômeno extra-terrestre dessa Olimpíada: o olho direito do Cerra sairá de órbita em direção ao espaço sideral!

Em tempo: ah … é disso que ele vive!

(Em parte…)

PHA

Odebrecht comprou Cerra por R$ 34 milhões — Conversa Afiada

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