Ficha Corrida

21/11/2016

Caiado por fora, merda por dentro!

caiado por foraSe você, que a marchou ao lado do Movimento de Bundas Liberadas ainda não vomitou, não se preocupe. Eu vomito por ti! Pedro Taques, outro da turma turma do Ronaldo Caiado e do Demóstenes Torres, é também parceiro do Napoleão das Alterosas. Como disse o Rodrigo Duvivier, Dani Schwery tem jeito de quem limpa o chão merda. Não bastasse a pomba gira da Janaína Paschoal e da “mulher selva” dos cogumelos alucinógenos, agora aparece Dani Schwery posando de Madalena Arrependida

Nem a República de Saló reuniu tanta gente escrota.

O resultado disso tudo é esse cheiro insuportável. De Geddel Vieira Lima à Rede Globo, passando por José Sarney, Gerdau, RBS, Lista de Furnas, Lista Falciani, Lista Odebrecht e Panama Papers.

Tem razão o Michel Temer, como se sentir normal com tanta ânsia de vômito. Agora, se o Mi Shell resolver proibir nosso vômito teremos de defeca-lo!

Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

Postado em 20 Nov 2016 -por : Mauro Donato

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Um plano encabeçado e financiado por Aécio Neves e Ronaldo Caiado; eleições indiretas são para salvar FHC; movimentos pró impeachment como o MBL são fantoches.

Quem afirma é Daniela Schwery, uma das primeiras manifestantes a conclamar a população a ir para as ruas ‘contra a ditadura comunista que seria a reeleição de Dilma’, cujos vídeos atingiam 70 mil views.

Dizendo-se enganada pelo PSDB, hoje Schwery desfiliou-se do partido e ganha a vida como assessora do humorista Juca Chaves. Ela conversou com o DCM na última sexta-feira. A seguir, os principais trechos da entrevista.

DCM: Esses grupos sempre se disseram independentes, espontâneos, apartidários que não recebiam dinheiro de partidos ou de políticos. Mesmo quando todo mundo já sabia que o Vem Pra Rua, por exemplo, tinha dinheiro do Jorge Paulo Lehmann, sócio da cervejaria Ambev.

Schwery: Espontâneo o cacete. Eu fui a uma reunião quando o Vem Pra Rua estava querendo surgir no cenário com o Rogerio Chequer. Era gente que não queria aparecer, sempre ficou escondida, não subia nos carros de som. Essa turma é PSDB.

DCM: Você diz que MBL, Vem Pra Rua e afins não são movimentos sociais? O que são então?

Schwery: Eles são profissionais da comunicação. Eles estudam as massas e tal. Rogério Chequer é um profissional da comunicação. Quando ia a eventos ele orientava até na hora de tirar fotos. A Carla Zambelli é amiga do Augusto Nunes. A cúpula do PSDB é toda ligada ao Reinaldo Azevedo. Eles foram se infiltrando e forjando ser algo espontâneo. Mas nós nunca reconhecemos nenhum desses grupos como liderança. A gente criticava o Lula por não ter estudo e daí vem o Kim Kataguiri? Me poupe.

Mas você não fazia parte? A todo momento usa termos como ‘nós’ e ‘eles’. Quem são os ‘nós’ e os ‘eles’?

‘Eles’ são essa turma liberal. Eles caíam matando em cima de mim porque eu era do PSDB e para eles PT é igual PSDB. Eu também acho isso, mas eles são uns hipócritas porque fazem esse discurso enquanto a cúpula deles… Humm.

Tudo encenação?

O que foi aquela marcha a pé até Brasília? Ridículo. Saíam da marcha, comiam bem, dormiam em hotéis e voltavam para a estrada para fazer fotos. A Carla Zambelli é amicíssima do Danilo Amaral do ‘Acorda Brasil’, um cara que ia para manifestação contra corrupção mas que foi citado 18 vezes na Lava Jato.

Quem então é a cúpula, quem puxou todo esse processo?

Aécio e Caiado. No começo houve um acordo ‘todo mundo com todo mundo’ para unir forças, ignorando nossas diferenças. Mas a cúpula dessa galera não era clara pras pessoas. E quem conduziu dessa maneira foi o Aécio junto ao Caiado, que fizeram um acordão para que o pedido de impeachment produzido pelo Helio Bicudo fosse adiante numa grande jogada. Caiado pagou a Carla Zambelli para liderar esse processo todo de empurrar o impeachment do Bicudo, por isso queremos CPI desses ‘movimentos’.

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mas impeachment não era o desejo de vocês?

A gente queria novas eleições, derrubar o Temer também, mas depois começaram a fantasiar a coisa toda, separar as contas da Dilma e do Temer, do PT e do PMDB. Pegaram a pior argumentação, que era a das pedaladas. Nós ficamos putos.

As coisas que vocês (referindo-se ao DCM) criticam, nós concordamos. Temos a autocrítica de que tudo que serviu para Dilma serviria para o Alckmin também. Nós sempre alertamos que se o PT fosse derubado a Lava Jato iria chegar no PSDB também. Repare que no começo o PSDB se dizia contra o impeachment.

Havia vários pedidos de impeachment. Por que brigaram para fazer valer o capitaneado por Helio Bicudo, Janaína Paschoal e Reale Junior?

O primeiro pedido de impeachment quem fez foi o Bolsonaro. Tinha fundamentação para derrubar os dois, a chapa. Apoiamos. Não se tratava de ser pró Bolsonaro ou não. Mas já tinha um pedido lá, então que fosse aquele. Mas a cúpula depois entrou com outros pedidos para retardar o processo enquanto construía o marketing todo. Foi então que apareceram a Carla Zambelli, a Janaína Paschoal, para fazer toda essa engrenagem em torno do pedido do Helio Bicudo.

Tudo ficou aparelhado. Conseguiram o ‘aval’ de 43 ‘movimentos sociais’ e pronto. Mas que movimentos? Alguém que tinha uma página no facebook com 600 curtidas era um ‘movimento’. Um grupinho de WhatsApp era um ‘movimento’, tinha um nome, assinaram lá e pronto. Muita gente foi enganada, não concordou depois de ter assinado, mas a Carla dizia ‘agora já era, sua assinatura já foi’.

Tudo isso com qual a intenção?

Eleições indiretas. A gente alertava sobre isso. O FHC, se você perguntar ele vai dizer que não, mas ele aceita voltar. Deve estar com o c… na mão com o avanço da Lava Jato e já fez as continhas de que antes de 2018 a operação chegaria nele. Então o Xico Graziano [um dos principais assessores do ex-presidente, autor do artigo “Volta, FHC”] já veio arquitetando isso, visando o foro privilegiado.

Quando então a ficha caiu? Há uma mensagem entre vocês de Heduan Pinheiro de um tal Movimento Brasil Melhor instruindo como fazer para a mobilização ‘parecer’ democrática, que deveria ‘parecer’ espontânea perante a mídia… termos explícitos revelando que tudo sempre foi uma farsa. Por que demorou tanto para perceber?

É difícil. Eu era uma idiota, iludida. Essa turma de Aécio Neves, Ronaldo Caiado, eles iam enfiando os assessores de imprensa nos grupos de WhatsApp. A gente não sabia quem era quem.

O DEM aos poucos ‘contratava’ essas lideranças dos grupos como assessoria de comunicação, mas era pagamento pois eles não podiam falar claramente: “Vou te dar uma grana para você fazer o que eu quero”. Mas somos umas formigas contra o poderio. Eu tentava alertar as pessoas. Dizia: “O populismo mudou de lado, gente. Vamos tomar cuidado, vamos raciocinar”, poucos percebiam. Eu fiquei tomando porrada e agora muita gente me dá razão.

Em meu artigo sobre a rixa atual entre os movimentos, creditei a falta de vaga no camarote como um dos motivos. Argumento que você concorda em sua réplica. Você diz que o pessoal da Movimentomania conseguiu o que queria. Quem conseguiu o quê?

Não está vendo que agora todos são pró Temer? O Kim Kataguiri não conseguiu a coluna dele na Folha? Jornalistas sem emprego e aquele menino vazio escrevendo na Folha, não é uma conquista? Do Vem Pra Rua, nove pessoas conseguiram cargos na FIESP. O tal Forum Internacional da Carla quem financiou foi o DEM.

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Só o DEM?

Tem dinheiro da Companhia Suzano também, os Feffer.

Neste domingo ocorrerá uma manifestação puxada pelo Vem Pra Rua em defesa da Lava Jato e das 10 Medidas Contra a Corrupção. É mais uma mentira então?

Sobre eles eu concordo quando você diz que posam de indignados. Eles são profissionais. Sentam com o pessoal do PSDB e começam a contar prazo, eles sabem quando irá acontecer tal coisa e se mobilizam previamente para as datas ficarem próximas. Eles fazem uma coisa bem trabalhada, com profissionalismo, com marketing.

Esse negócio das 10 Medidas é tudo palhaçada, Onyx está sendo populista. Quem não gosta de ouvir aquilo? Se querem reconhecer caixa 2 como crime agora é porque querem deixar todo um passado para trás. Só agora é crime? Isso é para salvar o rabinho deles. Por isso o pessoal da intervenção militar entrou de sola na última quarta-feira e a gente entrou para defendê-los.

Defendê-los?

Eu os admiro porque são resilientes. Pode ser que o mote deles não seja o mais adequado, mas para quebrar essa estrutura que está aí, eles são loucos o suficiente. É um desespero. A gente vê que a Lava Jato está murchando e que o PSDB vai sair ileso e ainda mais fortalecido disso tudo… não é de ‘emputecer’? Sei que não é ideal nem adequado, mas é desespero.

Tem recebido ameaças?

Sim, já foram atrás até da minha mãe. Sinceramente, tenho mais medo do pessoal do PSDB que do pessoal do PT. Eles são ardilosos, são requintados na maldade.

Diário do Centro do Mundo Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

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31/10/2016

Filha da puta não tem filiação

Filed under: Ana Júlia Ribeiro,Estudantes,Fascismo,MBL,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:57 am
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Meu pai, João, era gremista e da ARENA. Eu nunca seria da ARENA, embora tenha flertado com seu gremismo.

Lembro, lá na roça, ouvindo seu radinho de pilha, “Plante que o João garante”, lema de uma campanha do ditador de plantão para os agricultores. De João para João, parecia dois em um. Ou um em dois. Era o tempo de João Batista Figueiredo, aquele que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo.

Aliás, a direita tem essa do cheiro. A Eliane Cantanhêde tem essa de que o povo do PSDB é uma massa cheirosa. Já os CUritibanos elegeram neste domingo Rafael Greca, aquele dos tubos, que vomitou com o cheiro de povo.  

Pois é novamente do Paraná que vem mais uma pérola fascistóide. A estudante, ainda adolescente, Ana Júlia Ribeiro é uma farsa porque é filha de petista. Claro, para quem o ódio é a medida para todas as coisas, só poderia ver com veneno o fruto da árvores envenenada.

O ataque parte da Milícia dos Bundas Liberadas à menina se deve ao simples fato de que ela é filha de petista. É compreensível que assim o façam. Eles medem os outros tomando a si por parâmetro. É que entre eles, são assim, o filho é uma mera extensão do pai. Na cabeça dos anencefálicos não há absolutamente nenhum livre arbítrio. O que não é doutrinado pelo pai, é pela Rede Globo e acabou o assunto. Sempre amei meu pai, mas nunca fui sua extensão. Nem ele quis que o fosse. Será que FHC quis que Luciana Cardoso e Paulo Henrique Cardoso fossem iguais a ele? Seguissem as mesmas ideologias e as mesmas práticas? Eduardo CUnha também sonhou com filhos à sua imagem e semelhança?

Parece que a direita fascista concebe filhos não em úteros, mas em formas. As boçalidades que li pelo simples fato de a menina ser filha de petista não é um retrato da atualidade brasileira. É uma filosofia onde quer que haja fascistas! É a manifestação pura e simples de seres abduzidos para serem meros robôs. Até papagaio teria mais cérebro.

Como não há limite para a imbecilidade, como não lembrar do sambista Dicró: “Todo filho de piranha parece com o pai”.

A secundarista Ana Julia e o inquisidor rabugento

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O Brasil conheceu esta semana, na figurinha frágil, chorosa mas convicta de uma menina de 16 anos, um comovente motivo de ter esperança no futuro.

Ana Júlia Ribeiro confrontou aqueles engravatados e mal-encarados deputados da Assembleia Legislativa do Paraná para explicar a eles porque os secundaristas do Estado – e, agora, pelo Brasil afora – estão ocupando suas escolas.

A garota começou com uma pergunta óbvia mas cortante: afinal, a quem pertencem as escolas? Por que, então, chamar aquele movimento de baderna?

Por dez minutos, Ana Julia fez engolir em seco aquele rebotalho da velha, velhíssima política num pedaço do  Paraná que parece sonhar com o IV Reich.

Velha política que, arriscando-se a uma comparação arriscada, se manifestou pela voz do presidente da, digamos, casa, um Ademar Traiano.

Ilustre desconhecido no Brasil, embora seja dono de sete mandatos estaduais no Paraná, Traiano, do PSDB, quis censurar a menina com a arrogância típica dos truculentos, dos reacionários e dos machistas.

De repente, graças às redes sociais, Sua Senhoria obteve seus 15 minutos de fama. Ao frescor juvenil, honesto, franco, corajoso de Ana Julia, contrapunha-se o ridículo porta-voz do passado.

Fico imaginando o massacre midiático que Ana Júlia irá sofrer, por parte dos escribas de aluguel. Na idade dela, Joana d’Arc também apanhou muito da Inquisição , dos ingleses invasores e do status quo dos franceses traíras.

Ana Julia e sua geração não têm sonhos de heroísmo nem de santidade. Só pretendem um pouquinho de justiça e de bom senso num país que aderiu definitivamente à marcha da insensatez.

Blog do Nirlando Beirão – R7

29/10/2016

Se fazem isso na democracia, imagine na ditadura

Filed under: Ditadura,Exército,MBL,Milícia — Gilmar Crestani @ 7:25 am
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Golpe Militar (2)

Por que este tipo de crime não ganha capa de jornais nem segundos no Jornal Nacional? Simples, por que o Exército tem sido o grande parceiro da cleptocracia brasileira. Nem um membro do Exército foi punido pelos crimes na ditadura. O resultado é a ignorância do povo a respeito das falcatruas perpetradas por membro do Exército. Sequer se dão conta de que o MBL é uma milícia típica daquela que ia jogar bomba no Riocentro.

STM – Capitão do Exército é condenado a mais de 5 anos de reclusão por desviar mais de um milhão de cartuchos usados

Por jloeffler – No dia 28/10/2016 – Publicado em 28 de Outubro de 2016 às 10h11

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de um capitão do Exército, por peculato-furto, a cinco anos e nove meses de reclusão. Ele foi acusado de desviar e vender a empresas privadas mais de um milhão de cartuchos de munição usados, de diversos calibres, pertencentes ao Exército Brasileiro e que foram vendidos como sucata.

O oficial era o comandante da 2ª Companhia de Suprimento, sediada na cidade de Palmeira (PR) e vinculada ao 5º Batalhão de Suprimento (5º B Sup), em Curitiba (PR). O militar usou das facilidades propiciadas pelo cargo que ocupava em proveito de enriquecimento ilícito, segundo restou apurado. Depois de inúmeros recursos impetrados pela defesa do reú, inclusive durante a fase de investigação, o caso foi apreciado novamente no STM nesta terça-feira (25).

A denúncia do Ministério Público Militar (MPM) conta que capitão exerceu, no período entre janeiro de 2002 a dezembro de 2004, a função de comandante do quartel e lhe cabia, dentre outras atribuições, a guarda dos estojos vazios encaminhados pelas Unidade Militares apoiadas pelo 5º B Sup até o seu recolhimento ao Depósito Central de Munição, em Paracambi (RJ), para recarga e reutilização novamente pela Força.

Mas segundo a acusação, mesmo tendo conhecimento do destino final dos cartuchos deflagrados, alienou, por diversas vezes, grandes quantidades do material para empresas privadas, contrariando o Regulamento de Administração do Exército.

O regulamento, além de vedar aos Comandantes de Subunidade a prática de atos administrativos patrimoniais, exige que todo o material, inclusive aquele considerado inservível, seja alienado mediante procedimento licitatório. De acordo com a perícia feita pelo Exército, foram desviados e vendidos pelo oficial mais de 800 mil cartuchos de calibres 7,62 milímetros, usados nos fuzis automáticos leves (FAL) e nas metralhadoras MAG; mais de 60 mil de cartuchos de calibre .50 além de 19 mil cartuchos utilizados em pistolas 9 mm.

O Ministério Público disse que, no segundo semestre de 2003, o réu, utilizando uma viatura e sob o falso pretexto de que encaminharia os estojos para o Parque Regional de Manutenção/5 (Curitiba/PR), alienou, mediante pagamento em dinheiro, grande quantidade de estojos para uma das empresas.

Com o objetivo de conferir a legitimidade às suas ações perante seus subordinados, o capitão afirmou que os estojos recolhidos pelos veículos civis diziam respeito à licitação ocorrida no ano de 2001 e que os estojos transportados para Curitiba destinavam-se ao Parque Regional de Manutenção/5, para a confecção de brindes, falsificando, inclusive, a assinatura de um outro capitão, em um recibo, que atestaria que o Parque Regional de Manutenção teria recebido estojos vazios, denunciou a promotoria na peça de acusação.

Além disso, informou o representante do Ministério Público, para impedir que as alienações fossem descobertas por seus superiores, o réu teria recebido diretamente os estojos vazios encaminhados por diversos quartéis e determinou ao Chefe da Seção de Estojos Vazios a não inclusão do material nas Fichas de Estoque. Depois, destruiu as Guias de Recolhimento que deveriam ter sido arquivadas na Companhia e determinou também que que fossem destruídas todas as fichas de serviço com registros de saídas e entradas de viatura até o ano de 2004, que indicavam as múltiplas missões com destino a Curitiba para entregar os estojos vazios. Os prejuízos aos cofres públicos foram da ordem de R$ 51 mil reais.

Assim agindo, o réu violou, de forma continuada, o comando normativo insculpido no artigo 303, § 2° do Código Penal Militar, consistente no crime de peculato-furto, pois, valendo-se da facilidade que lhe proporcionava a função de Comandante da 2ª Cia Sup subtraiu e alienou estojos vazios de munição, recolhidos na Companhia, em proveito próprio, não obstante o material pertencesse à União Federal e estivesse sob a Administração Militar, arguiu a promotoria.

Também foram denunciados, em coautoria, três civis, que eram proprietários das empresas que negociaram a compra dos cartuchos vazios. A denúncia contra o capitão foi recebida na Justiça Militar da União, na Auditora de Curitiba (5ª CJM) em junho de 2006. Desde então, a defesa do réu impetrou diversos recursos, junto à própria Auditoria e também junto ao Superior Tribunal Militar, a exemplo de mandados de segurança, correições parciais e mandados de segurança.

Em 31 de março de 2015, Conselho Especial de Justiça para o Exército da Auditoria da 5ª Circunscrição Judiciária Militar decidiu absolver os réus civis – por considerar que não incidiram em infração penal – e condenar o capitão, como incurso no art. 303, §2°, do CPM (Peculato-Furto), à pena de 5 anos, 9 meses e 3 dias de reclusão, com o direito de apelar em liberdade, e, na eventualidade do cumprimento da pena em estabelecimento civil, o regime inicial semi-aberto.

A defesa do capitão interpôs recurso de apelação junto ao Superior Tribunal Militar, em Brasília, argumentando a ausência de elementar proveito próprio do tipo penal do peculato-furto. Relata que o acusado incidiu em erro administrativo e que não poderia ter subtraído os estojos vazios, uma vez que era detentor do material. Aduz também que não restou comprovado nos autos a ocorrência do peculato-furto em toda a sua inteireza, pedindo a absolvição.

Ao analisar o recurso, o ministro Odilson Sampaio Benzi disse que o oficial do Exército, exercendo a função de Comandante da 2ª Companhia de Suprimento do 5º Batalhão de Suprimento, desviou, por diversas vezes, em proveito próprio, estojos vazios de munições pertencentes ao Exército Brasileiro nos anos de 2002 a 2004. Fundamentou que a materialidade do delito restou demonstrada nos autos, em laudos técnicos, pelos recibos de pagamento de venda de sucata em nome da empresa do ano de 2003 e 2004 e pelas declarações contidas no interrogatório dele e dos outros denunciados.

Como se vê, a prova testemunhal confirmou em Juízo que o acusado prosseguiu alienando os estojos de munições vazios após o desfecho da licitação de 2001 até o ano de 2004. No mesmo sentido, os civis absolvidos, proprietário e funcionários da empresa que adquiriu os estojos de munições vazias, confirmaram em Juízo que, após o desfecho da licitação de 2001, adquiriam sem licitação, entre os anos de 2002 a 2004, estojos vazios de munições pertencentes ao Exército, os quais foram enviados pelo acusado, disse o magistrado.

O ministro relator também informou que os recibos de pagamento de venda de sucata em nome da empresa do ano de 2003 e 2004, assinados pelo acusado, também confirmam que ele foi beneficiado pelo pagamento.

Portanto, embora não seja possível se chegar com exatidão ao valor recebido com a venda da res, uma vez que os expert não precisaram qual foi a quantidade de estojos alienados, demonstra os depoimentos colhidos nos autos, a prova testemunhal, documental e pericial que a elementar do delito em proveito próprio restou configurada, uma vez que foi o Apelante o maior beneficiado pelo delito. Registre-se, também, que o Peculato-Furto tutela o patrimônio público, a regularidade e a probidade administrativas, sendo que o principal bem jurídico protegido no delito é a confiança depositada pela Administração no seu agente, e não apenas o patrimônio.

O ministro concluiu seu voto dizendo que se conclui dos depoimentos do acusado militar e dos civis absolvidos, da prova testemunhal, documental e pericial, que a autoria e a materialidade delitiva restaram demonstradas nos autos, confirmando que o apelante, exercendo a função de Comandante de um quartel do Exército, desviou, dolosamente, por diversas vezes, em proveito próprio, estojos vazios de munições pertencentes ao Exército Brasileiro nos anos de 2002 a 2004.

O magistrado manteve a íntegra da sentença de primeira instância, expedida pela Auditoria de Curitiba, com o direito de apelar em liberdade e o regime prisional inicialmente aberto. Os demais ministros do STM, por maioria, acataram o voto do relator.

Fonte: Superior Tribunal Militar

Copiado de:   http://www.sintese.com/noticia_integra_new.asp?id=403144

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

26/10/2016

A guerra é deles, que se matem!

Filed under: Eleições 2016,MBL,PMDB,PSDB,RBS — Gilmar Crestani @ 8:24 am
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Tinha me decidido a votar contra o neofascismo, achando que havia menos pior. Dois acontecimentos me fizeram mudar de idéia. Primeiro a cavalaria do Tiririca da Serra contra os estudantes. A criminalização dos movimentos sociais sempre foi uma reivindicação da RBS. Se a RBS e a cavalaria do Sartori estão do mesmo lado, não há escolha decente que não seja o outro lado. O problema é que do outro lado está o neofascimo em estado bruto, que se assume e age como tal. As crescentes demonstrações de ódio tem as digitais dos dois partidos que se matam, literalmente, pela prefeitura de Porto Alegre. Aliás, Porto Alegre bem que está merecendo sofrer as consequências de suas escolhas. A violência desenfreada e a população mantendo seus votos nos que dão causa, por ação ou omissão, à violência.

Não bastasse isso, os partidos dos dois candidatos estiveram juntos no golpe e estão juntos na aprovação da PEC 241.

E por último, como o voto de 54 milhões de brasileiros são facilmente trocados por alguns minutos de fama na Rede Globo, pra que mesmo votar!

As instituições estão cagando pros nossos votos! Fodam-se todos!

Em guerra com MBL no RS, PMDB apoiou protestos do grupo contra Dilma

Em gravações divulgadas em maio deste ano, um dos coordenadores nacionais do MBL afirmou ter recebido apoio do PMDB e de outros partidos para organizar e divulgar os atos em defesa do impeachment de Dilma Rousseff. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Em gravações divulgadas em maio deste ano, um dos coordenadores nacionais do MBL afirmou ter recebido apoio do PMDB e de outros partidos para organizar e divulgar os atos em defesa do impeachment de Dilma Rousseff. (Foto: Guilherme Santos/Sul21)

Marco Weissheimer

A deputada estadual Juliana Brizola (PDT) denunciou nesta terça-feira (25) que foi agredida por dois homens que seriam integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) durante uma atividade da campanha de Sebastião Melo, candidato do PMDB à Prefeitura de Porto Alegre. Candidata a vice na chapa de Melo, Juliana Brizola anunciou, no início da tarde, que registraria um Boletim de Ocorrência para denunciar o episódio que virou tema de debate na sessão plenária da Assembleia Legislativa. O MBL, por meio de sua conta no Twitter, negou que algum integrante do grupo tenha agredido a deputada e afirmou: “Novamente, políticos de caráter flexível inventam histórias mirabolantes para acuar o MBL”.

Segundo Juliana Brizola relatou na Assembleia Legislativa, ela e sua assessora de 22 anos foram atacadas “por dois homens covardes”, que seriam do MBL. “Sou mulher, não ando com segurança, tenho dois filhos pequenos. Sabe qual o meu crime para o MBL? Foi ter votado na presidenta Dilma”, afirmou. Falando sobre o fato de o MBL ser “contra a política e os políticos”, ela questionou: “Isso não é uma ideologia?”. A deputada concluiu sua fala dizendo que, se alguma coisa acontecesse com ela, isso teria nome: MBL.

O deputado Tiago Simon (PMDB) também se manifestou sobre o episódio, dirigindo-se aos integrantes do MBL. “Respeito a mobilização do grupo, que tem posicionamento liberal e defende suas ideias. Tinham uma causa, que era derrubar o governo do PT. Conseguiram, mas o que temos visto agora é a radicalização de um grupo autoritário, articulado com candidaturas e que tem se infiltrado de maneira sórdida com práticas fascistas, destruindo a dignidade, a imagem e a vida das pessoas. Esse movimento, da forma que está, não pode ficar. Já passamos de todos os limites”.

A coligação “Porto Alegre pra Frente”, do candidato Nelson Marchezan Jr. (PSDB), divulgou nota oficial manifestando solidariedade à deputada Juliana Brizola pela agressão relatada no centro da Capital. “Repudiamos com veemência o fato e consideramos inaceitável qualquer ato de violência, especialmente contra mulheres. Acreditamos que as imagens das câmeras de segurança da Esquina Democrática e do Largo Glênio Peres devem ser disponibilizadas imediatamente para que sejam identificados e responsabilizados os autores da agressão, independente de quem sejam”, diz a nota.

A origem do conflito entre MBL e PMDB no RS

A briga do PMDB gaúcho contra o MBL ganhou visibilidade a partir do segundo turno da campanha eleitoral em Porto Alegre. O MBL decidiu apoiar a candidatura do deputado federal Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, e acabou adquirindo um protagonismo polêmico na campanha. Sebastião Melo acusou o movimento de perseguir um dos coordenadores de sua campanha, Plínio Zalewski, que acabou sendo encontrado morto no banheiro do comitê de campanha da candidatura do PMDB.

Na abertura do segundo turno, Melo questionou os métodos de campanha utilizados por Marchezan e criticou a ligação entre o tucano e o MBL. “Tens que parar, Marchezan. Tens que parar e explicar qual a tua relação com o Movimento Brasil Livre, o MBL, que persegue pessoas como fizeram com o nosso querido amigo Plínio, que acabou perdendo a sua vida”, afirmou o candidato do PMDB, que acrescentou: “O mais grave neste movimento é que ele não respeita quem pensa diferente”. Até a campanha deste ano, porém, não havia registro de conflitos entre o MBL e o PMDB. Pelo contrário. O movimento e o partido colaboraram na organização de alguns protestos em defesa do impeachment de Dilma.

Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio e relatou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB. (Foto: Reprodução/Facebook)

Renan Santos, da coordenação nacional do MBL, relatou apoios e  confirmou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB. (Foto: Reprodução/Facebook)

No processo do impeachment, MBL e PMDB estiveram aliados

Criado em novembro de 2014, logo após a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, o MBL nasceu apresentando-se como uma organização não-governamental apartidária e defensora do ideário liberal. Ao longo de 2015, o movimento desempenhou um papel central na organização de protestos que levaram milhares de pessoas às ruas em várias cidades do Brasil, em defesa do impeachment de Dilma. O MBL sempre negou ter vinculação partidária, mas, em maio deste ano, o portal UOL divulgou gravações, onde um líder do movimento reconhecia ter recebido apoio material, como panfletos e carros de som, de partidos de oposição ao governo Dilma, como DEM, PMDB, PSDB e Solidariedade.

Em uma destas gravações, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz a um colega do movimento que teria fechado um acordo com alguns partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando “as máquinas” desses partidos para tanto. Renan Santos confirmou ao UOL a autenticidade do áudio e relatou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, Solidariedade e PMDB.

PMDB ajudou a financiar pixulecos, panfletos e viagens, diz ex-líder do MBL

Em entrevista concedida ao site Diário do Centro do Mundo, em junho deste ano, o ex-dirigente do MBL do Espírito Santo, Bráulio Fazolo, confirmou que o movimento recebeu auxílio financeiro do PMDB. Fazolo deixou a coordenação do MBL no dia 12 de junho dizendo estar decepcionado com os rumos que o movimento estava tomando e por não concordar com o financiamento que estava recebendo de partidos. Nesta entrevista, Bráulio Fazolo afirmou: “Uma coisa que eu quero que fique clara é que o movimento recebeu dinheiro do PMDB. Não só do PMDB mas de alguns outros partidos, mas vou citar o PMDB em especial porque o nome do partido foi falado internamente nas reuniões. É um assunto que a gente nunca levou para fora dos grupos internos, dos núcleos”.

Ainda segundo Fazolo, o fato de o PMDB ter “destinado fundos para pixulecos, panfletos, movimentação de pessoas que foram a Brasília acompanhar o impeachment sempre foi tratada com bastante tranquilidade, porque eles passavam para a gente que o PMDB era uma peça fundamental no impeachment”. “Todas as pessoas que faziam parte da coordenação, da parte interna do MBL sabiam que esses repasses existiram”, acrescentou.

A partir de setembro deste ano, o presidente Michel Temer realizou alguns encontros com “movimentos sociais que apoiaram o impeachment de Dilma”, entre eles, o MBL. O objetivo desses encontros seria pensar “formas de convencer a população” a aceitar propostas como as reformas da Previdência e do Trabalho. No dia 22 de setembro, Renan Santos foi recebido por Moreira Franco, secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Segundo Santos, o objetivo do encontro foi aproveitar a “expertise de mobilização, a sensibilidade, o fato de o MBL estar sentindo o pulso das ruas” para ajudar na formulação de políticas de comunicação do governo Temer.

Em guerra com MBL no RS, PMDB apoiou protestos do grupo contra Dilma « Sul21

24/10/2016

Dia 30, vote contra o ovo da serpente

Filed under: Eleições 2016,Fascismo,Marcos Rolim,MBL — Gilmar Crestani @ 8:53 am
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Fascismo - Bertold BrechtNão adianta tergiversar, o fascismo está entre nós. Como já disse antes, o incompetente tem cura. O mau caráter, não. Contra o mau administrador tem a fiscalização, já o fascismo só se combate retirando os indivíduos contaminados do convívio, isolando os corpos doentes. Não deixe eclodir  o ovo da serpente!

Em 1933 Hitler era jovem e tinha todas as soluções para a Alemanha. Em 1945 estava morto, e a Alemanha em escombros.

Não dê chances ao azar!

O ambiente dos tigres – Por jloeffler No dia 23/10/2016

by Luiz Müller

Por Marcos Rolim no seu Facebook

A morte de Plínio Zalewski diz algo importante sobre a política que se pratica no Brasil. Plínio foi um sujeito particularmente inteligente e sensível. Iniciou sua militância na Causa Operária, em um tempo de radicalismo e luta contra a ditadura. Foi militante do PT por muitos anos, tendo participado da experiência da corrente Nova Esquerda que ofereceu um importante balanço crítico do marxismo e da tradição socialista, ainda que sem qualquer audiência no partido. Naquela época, Plínio foi meu assessor na Assembleia Legislativa e nos tornamos amigos. Depois disso, desiludido com o PT, se filiou ao PPS e, posteriormente, ao PMDB. Adquiriu experiência na gestão pública, tendo coordenado iniciativas estratégicas na prefeitura, com Cézar Busatto e, no governo do Estado, com Fernando Schüller. Leitor de Hannah Arendt, Victor Serge e Robert Musil, sempre impressionou as pessoas pela qualidade de suas reflexões e por sua integridade moral. Em 2012, candidatou-se a vereador em Porto Alegre, tomando a decisão de não aceitar contribuições de empresas (quando isso era legal). Para ele, tratava-se de afirmar os princípios em favor de uma nova política. “Todo conteúdo tem sua forma”, dizia. Apaixonado pela Luciane, era sempre sorriso e orgulho cada vez que falava das filhas, Elleonora, do primeiro casamento, e Marina e Carolina. Por que uma pessoa assim tomaria a decisão de se matar? Natural que a história toda parecesse estranha, incompreensível, inaceitável. De alguma forma, sempre o será. As evidências, não obstante, apontam para suicídio.

As pessoas que estavam ao lado de Plínio na campanha de Sebastião Melo relatam que ele se abalou muito com o vídeo que o MBL fez. MBL é a sigla de um grupo de extrema direita, uma espécie de UDN jovem com prestígio entre os tigres. Um sujeito, vindo de São Paulo, montou um vídeo nojento, acusando Plínio de fazer campanha no horário do expediente da Assembleia. O material foi postado nas redes sociais e teve milhares de acessos. A campanha de Nelson Marchezan entrou com três processos judiciais contra Plínio e ele passou a relatar que sua página no Facebook havia sido invadida e que estaria sendo seguido e filmado. Para o advogado Ricardo Giuliani, Plínio disse que se sentia ameaçado e que temia por seus familiares, registrando ocorrência policial nesse sentido. As pessoas reagem de forma diferente a situações do tipo e é possível que o quadro tenha disparado o gatilho para a desistência. Caso tenha sido isso, já não era exatamente Plínio quem decidia suspender a palavra, o recurso no qual sempre acreditou. Havia ali, no sujeito em retirada, alguém trucidado previamente pelo tipo de disputa que se tornou comum no Brasil e que fez da política um espaço privilegiado para a atuação de grupos mafiosos.

Políticos tradicionais, escolados pela guerra e orientados pela destruição do outro, costumam não se abalar com acusações que envolvem sua reputação. Para muitas pessoas honestas, entretanto, acusações morais – que implicam a integridade do sujeito, não suas ideias ou posições políticas – podem ser aterrorizantes. Vivemos em um ambiente social onde se tornou comum que as pessoas agridam moralmente as demais sem qualquer embaraço. A estupidez que se repete nas redes sociais, onde ignorantes convivem em bolhas degradadas pelo ódio e pelo preconceito, transforma a intolerância em paisagem. Esse fenômeno obscuro começou a ser mimetizado na esfera pública com a mesma naturalidade. Assim, a ausência de conteúdo é preenchida pelo açoite moral; o espaço deixado vago pela falta de referências culturais é ocupado pelo achincalhamento e a fala se transforma em um regurgitar de chavões cujo tom jocoso só denuncia a ausência de pensamento. Plínio não suportava isso.

Por sua memória, pela dignidade de sua postura, em nome da delicadeza com a qual Plínio sonhava com a boa política, votarei contra a imbecilidade e o fascismo no próximo dia 30. Um voto contra uma possibilidade trágica inscrita no futuro de um país que parece ser, cada vez mais, o ambiente ideal para os tigres.

Comentário do Blogueiro: O fascismo está entre nós de forma virulenta. Começou com a permanente campanha subliminar e nas linhas e entrelinhas da grande mídia, vendendo a insegurança e mostrando o lao mais ruim a cada dia. A insegurança disseminada, virou medo. O medo fomenta a a violência de quem vive dela. O fascismo se instala\ e avança. Se antes xingavam e exalavam ódio seletivo na internet, tal qual o ódio do povo alemão aos judeus. Depois virou ataques verbais e até físicos nas ruas e hoje as mortes já acontecem. Em Porto Alegre, ao que tudo indica, esta foi a morte provocada pelo fascismo. Mas no RJ são conhecidas as notícias de que mais de uma dezena de candidatos foi assassinada m cidades do RJ, pelo tráfico e por milícias. A desorganização e o desmonte do Estado de Direito, com o golpe contra a constituição, avalizado pelo STF, abriu as porteiras para as ondas fascistas cada vez mais violentas.Ou compreendemos agora que precisamos montar frentes de resistência anti fascista, ou sucumbiremos diante da desordem e da violência patrocinadas pelos “Tigres” imperialistas. Há quem votará em Melo nas eleições de Porto Alegre especificamente. Há outros que votarão nulo. Boa parte dos que votam nulo, votam nulo ou se abstêm, o fazem para denunciar o Sistema Eleitoral atual, ou por que já não lhe confiam mais. Então este é o tempo de construir a Resistência e discutir as alternativas.

Copiado de:  https://luizmuller.com/2016/10/23/o-ambiente-dos-tigres/

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

20/09/2016

MBL – Movimento de Boys Larápios

Filed under: Eduardo Cunha,Kim Kataguiri,MBL — Gilmar Crestani @ 12:21 pm
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OBScena: MBL expondo suas ideias

cunhas (3)

A CASSAÇÃO DE CUNHA E O APARTIDARISMO DE FACHADA DO MBL

Publicado em setembro 19, 2016 por Luiz Müller 2 Comentários

cataguiriPor João Filho no The Intercept_

JAMAIS ESQUECEREI QUANDO câmaras da TV Amapá registraram, sem querer, o voto de Sarney nas últimas eleições. Com o adesivo de campanha de Dilma colado no peito, esse dinossauro brasileiro não teve dúvidas na hora de votar: apertou 4, 5 e confirma. O peemedebista fez campanha para Dilma, mas votou em Aécio no escurinho da urna. Uma cena que é praticamente um resumo da política partidária brasileira, em que se prega uma coisa em público, mas se faz diametralmente o oposto nas sombras.

O ex-deputado federal Eduardo Cunha é um grande expoente dessa tradição. Seu discurso de defesa na votação pela sua cassação foi um exemplo magnífico. Apreciemos este trecho:

“Estamos aqui vivendo um processo de natureza política, dentro de um conceito de denúncias do chamado petrolão, que é um esquema criminoso montado pelo governo do PT para financiar as campanhas eleitorais e para o seu enriquecimento próprio.”

Não é maravilhoso? Este homem de Deus, que recebeu propinas no esquema do Petrolão, se mostrou indignado com…as propinas no esquema do Petrolão!

Contrariando expectativas, Cunha foi massacrado na votação. O processo de cassação durou quase 11 meses e se tornou o mais longo da história da Câmara dos Deputados. Cumprida a missão do impeachment, praticamente todos os aliados abandonaram seu líder ferido na estrada. O senhor Jair Messias Bolsonaro, por exemplo, chegou a fazer uma efusiva homenagem ao proprietário da Jesus.com durante votação do impeachment na Câmara:

”Nesse dia de glória para o povo brasileiro, tem um nome que entrará para a história nessa data, pela forma como conduziu os trabalhos nessa Casa. Parabéns, presidente Eduardo Cunha!”

Qual fato novo aconteceu nesse ínterim para Jair votar a favor da cassação de Cunha? Absolutamente nenhum. Durante todo o processo de impeachment, quando Cunha liderou boa parte dos deputados, a acusação pela qual foi cassado (e muitas outras) já existia.

E onde estão os movimentos apartidários que lutavam contra a corrupção de todos os partidos? Não foram às ruas para comemorar a cassação de Cunha, mas demonstraram felicidade nas redes sociais. Uma felicidade pra inglês ver, pra Bolsonaro nenhum botar defeito.

Em sua coluna na Folha, o líder do MBL, Kim Kataguiri, disse que nunca teve ligação com o ex-deputado. Reclamou da insistência na divulgação da jáclássica foto em que aparece sorridente ao lado de Cunha, levantando o dedinho. Segundo ele, a imagem registrou apenas uma relação institucional. Cunha era o presidente da Câmara, e só ele poderia aceitar o pedido de impeachment. Ele tem razão, a foto não prova nada. O que prova a ligação do MBL com Cunha e seu grupo político são outros fatos muito mais comprometedores.

Capturar

Tweet de maio de 2015 que foi deletado

Tirando uma declaração ou outra contra Cunha para tentar manter um verniz de coerência no movimento, nunca vimos uma campanha massiva contra ele. Pelo contrário, o que se viu foi uma ligação bastante amistosa com o ex-deputado e seu partido.

Em julho do ano passado, o MBL acampou na casa de Eduardo Cunha, mas não foi para protestar contra suas contas na Suíça, mas para pedir o impeachment de Dilma e tirar selfies com o nobre deputado. Destaco esse trecho da reportagem do Estadão:

“Os ativistas chegaram ao local por volta das 20h da quarta-feira, 30. Quando Cunha chegou à residência, cumprimentou os ativistas e fez selfies com eles. ‘Ele está bastante popular. Já que o governo está impopular, e ele rachou com o governo, ele está popular’, disse o estudante de economia Maurício Bento, 23, coordenador do MBL Brasília.”

Em áudio vazado em fevereiro deste ano, Renan dos Santos, líder do grupo, afirmou:

“O MBL acabou de fechar com PMDB, PSDB, DEM uma articulação para eles ajudarem…ah, e também com a Força Sindical do Paulinho…pra divulgar o dia 13 (manifestação) usando as máquinas deles também. Enfim, usar uma força que a gente nunca teve. E foi o MBL que montou isso. A gente costurou agora com todos eles.”

O MBL estava ligado a PMDB, PSDB, DEM e a Paulinho da Força, do Solidariedade. Haja apartidarismo! Paulinho da Força era nada mais, nada menos que o principal aliado de Cunha na Câmara, um dos poucos fiéis que restaram. O sindicalista preferido dos patrões é o autor da célebre frase“Cunha é a pessoa mais correta que eu já encontrei na vida”.

Um ex-integrante do MBL se desligou do grupo após questionar “a falta de transparência e o apoio repentino do MBL ao PMDB e ao governo Temer”. Ementrevista ao DCM, Braulio Fazolo confirma o apartidarismo peemedebista do grupo:

“O movimento recebeu dinheiro do PMDB. Não só do PMDB mas de alguns outros partidos (…) É um assunto que nunca foi tratado muito bem, mas a gente sabia que existia o dinheiro que vinha do PMDB, a gente não sabia quanto, da mão de quem ele vinha e como esse dinheiro estava sendo aplicado. Para onde ele estava indo? Como ele estava sendo movimentado, na conta de quem? Ficavam sempre perguntas sem resposta.”

Entretanto, em entrevista ao The Guardian ano passado, seus líderes disseram: “Infelizmente, nós não temos nenhum grande patrocinador”.

Mas a coisa não fica só nisso. Nossos coleguinhas apartidários fizeram diversos outros brothers na política. Kim foi até a Bahia e fechou aliança com José Carlos Aleluia do DEM, famoso pelo envolvimento nos escândalos das Ambulâncias e dos Anões do Orçamento. A amizade é tão grande que eles já até se encontraram em Nova Iorque pra protestar juntinhos contra Dilma.

Outro líder do grupo, Fernando Holiday, entrou para o DEM – partido partido que lidera o ranking da corrupção – apadrinhado por Pauderney Avelino que, segundo Sérgio Machado, é o “homem mais corrupto que existe”. Não sei se é possível ser mais corrupto que Cunha, mas ele chegou a ser condenado a devolver R$ 4,6 milhões de reais aos cofres públicos por desvios da Educação quando era secretário em Manaus. Foi Pauderney também que forneceu de forma irregular crachás para os líderes do MBL circularem pela Câmara nas vésperas da votação do impeachment – com autorização de Eduardo Cunha, claro.

Capturar2

Foto: Facebook

Além de apoiarem as principais ações do governo não-eleito, o MBL jáanunciou que nas próximas eleições irá apoiar 42 candidatos dos seguintes partidos: PMDB, DEM, PSDB, PP, PTB. Parece que o dinheiro repassado para os meninos apartidários protestarem foi um excelente investimento.

O MBL escolhe bem os amigos e já se adequou perfeitamente aos modos da política brasileira que finge combater. Diferente do que pregam, usufruíram das “máquinas” dos partidos para alavancar seus interesses. É essa juventude que vai renovar a política?

O grupo parece seguir com afinco a mais tradicional característica da política brasileira: a dissimulação, o peemedebismo. Se dizem apartidários, mas são financiados por partidos e irão lançar e apoiar vários candidatos nas próximas eleições. Posam de liberais modernos, avessos à politicagem tradicional, mas lançarão candidatos pelo DEM, ex-PFL e ex-Arena – o partido que sustentou a ditadura militar e hoje abriga um conservadorismo tacanho.

A verdadeira intenção do grupo não é renovar ou moralizar a política, mas contribuir para a implantação de uma agenda neoliberal no país. Nem que pra isso seja preciso se aliar a políticos corruptos que estejam alinhados à sua ideologia.

Não é difícil compreender a lógica do movimento. Ele é apartidário na fachada, mas por dentro é um PMDB de terno e tênis. O MBL é a versão yuppiedo Sarney.

A CASSAÇÃO DE CUNHA E O APARTIDARISMO DE FACHADA DO MBL | Luíz Müller Blog

20/08/2016

MBL comprova que movimento apartidário é como escola sem partido, só bandidos

Filed under: DEMo,Eduardo Cunha,Golpe,Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Kim Kataguiri,MBL — Gilmar Crestani @ 11:32 am
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O MBL é uma destas ongs que recebem dinheiro não contabilizado para tirar a ideologia das instituições. São promotores e promovedores do combate à corrupção dos outros. Tanto que este movimento apartidário recebia dinheiro do PSDB e do DEM para arrebanhar e adestrar os anencefálicos com camisas verde-amarelas com escudo da CBF, padrão FIFA. As camisas amarelas repetiram, em método e ideologia, as “Camicia Nera” do fascismo. E agora as práticas das SS. Foram tão bem adestrados que portavam cartazes escritos na escolas sem partido “Somos Todos CUnha”.

Para não me sujar falando em merda, há um velho ditado que diz: ”Diga-me com quem andas que direi quem és”. O MBL anda com Aécio Neves, FHC, Renan Calheiros, José Tarja Preta Serra, Alexandre Frota, Kim Kataguiri, Romero Jucá, Eduardo CUnha, Michel Temer, Janaina Paschoal, Jair Bolsonaro, Marco Feliciano, Eliseu Rima Rica et caeterva.

O movimento que convenceu idiotas de que era apartidário tem seu líder candidato a vereador em São Paulo. Pelo DEMo! 

Líder do MBL é preso depois de dar baixaria na Câmara Municipal de SP

Postado em 19 de agosto de 2016 às 6:41 pm

Do repórter PEDRO ZAMBARDA:

O ativista Fernando Holiday, candidato a vereador pelo DEM e um dos dirigentes do Movimento Brasil Livre (MBL) de Kim Kataguiri, foi preso em flagrante na tarde desta sexta-feira (19).

Na companhia de um coleguinha, ele tentou agredir os presentes numa sessão de homenagem aos 90 anos de Fidel Castro na Câmara Municipal de São Paulo.

Holiday interveio no discurso do vereador Jamil Murad (PCdoB), gritando que era “membro do DEM” e “abaixo a ditadura castrista”.

Depois, tentou arrancar um banner. Houve confusão. A segurança da Câmara levou a dupla para a delegacia, onde Holiday fez um vídeo se orgulhando de alguma coisa que ninguém sabe muito bem o que é. Foram pedidos depoimentos por acusação de agressão e desrespeito de uma atividade oficial da cidade.

Não é a primeira vez que os membros do MBL se envolvem em baixarias públicas. Kim Kataguiri invadiu a festa de aniversário da deputada Maria do Rosário no final de 2015, em Porto Alegre, depois de uma caminhada de São Paulo até Brasília para tirar selfies com Jair Bolsonaro e Eduardo Cunha.

Diário do Centro do Mundo Líder do MBL é preso depois de dar baixaria na Câmara Municipal de SP

01/07/2016

PSDB financiou movimento “Somos Todos CUnha”

Filed under: Eduardo Cunha,MBL,Midiota,PSDB,RBS,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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OBScena: faixa do MBL, fiannCIAdo pelo PSDB, registra o clímax da parceria entre PSDB & Eduardo CUnha. Uma foto que é uma confissão, não estivesse o MPF ocupado em caçar Lula.

somos todos cunhaA Brasif sustentou a funcionária da Rede Globo, Miriam Dutra, amante, dentre outros, de FHC, na Espanha. Heráclito Fortes sustentou, com dinheiro do Senado, Luciana Cardoso, a tricotadora filha de FHC. A Petrobrax, pelas mãos do Cerveró, priponou Paulo Henrique Cardoso, filho do mais famoso parceiro de Merval Pereira, José Sarney & Roberto Marinho na Academia Brasileira de Letras, FHC. Eu não sei se FHC tem outros filhos. Mas se tiver, todos foram religiosamente sustentados com dinheiro público. É ou não é motivo para acusar os filhos do Lula? Isso não é motivo suficiente para caçar Lula? O ódio ao grande molusco é diretamente proporcional ao envolvimento do PSDB em falcatruas. Todos os parceiros ideológicos do PSDB têm ódio mortal ao Lula. Caçam-no deste quando era sindicalista. Neste tempo todo, não conseguiram apresentar uma única acusação aceita pela Justiça. O MPF e a PF deveriam dar um atestado de honestidade e devolverem todo dinheiro gasto neste anos todos no esporte mais praticado pela dupla: caça ao Lula. Foram eles, desde que os sequestradores do Abílio Dinis, com participação ativa e passiva dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, foram vestidos com camisas do PT, que demonizam o PT ao passo que sempre santificam o PSDB. O acobertamento da corrupção do PSDB denunCIA a parceria dos mesmos que sempre demonizaram o PT, a Cleptocracia Brasileira, hoje personificada no homem da Rede Globo que comanda os destinos do país, EDUARDO CUNHA!

Compare-se a quantidade de minutos que o Jornal Nacional a Rede Globo dedicou aos pedalinhos dos netos do Lula e a tempo dedicado ao parceiro Eduardo CUnha, casado com uma sua funcionária, Cláudia Cruz?! Aliás, porque a cunhada do Vaccari pode ser presa mas a mulher do CUnha, não?!

Aqui em Porto Alegre os midiotas amestrados pela RBS, frequentadores verde-amarelos do Parcão, penduraram nas grades do Terceiro Exército o registro pronto e acabado do tamanho da bandidagem que golpeou Dilma e vive da caçar Lula e o PT:

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PSDB entra no acordão para salvar Cunha

“Fiel da balança na Comissão de Constituição e Justiça, o PSDB não trabalhará para que seus deputados votem pela cassação de Eduardo Cunha”, afirma a colunista Natuza Nery; segundo ela, apesar do desgaste que a posição implica, o discurso é que o peemedebista prestou um “serviço relevante para o país” ao dar celeridade ao impeachment de Dilma Rousseff e não merece a condenação institucional da sigla; “A percepção dos tucanos é que o Planalto caminha na mesma direção: se quisesse se livrar de Cunha, já o teria feito”

1 de Julho de 2016 às 05:34

247 – “Fiel da balança na Comissão de Constituição e Justiça, o PSDB não trabalhará para que seus deputados votem pela cassação de Eduardo Cunha”, afirma a colunista Natuza Nery.

Segundo ela, apesar do desgaste que a posição implica, o discurso é que o peemedebista prestou um “serviço relevante para o país” ao dar celeridade ao impeachment de Dilma Rousseff e não merece a condenação institucional da sigla.

“A percepção dos tucanos é que o Planalto caminha na mesma direção: se quisesse se livrar de Cunha, já o teria feito”, diz.

O presidente interino Michel Temer tem agido pessoalmente para promover um acordo com partidos pela salvação de Cunha.

PSDB entra no acordão para salvar Cunha | Brasil 24/7

02/10/2015

Agora só uma saída para Eduardo CUnha, se filiar ao PSDB

OBScena: vejo onde se localiza o cérebro dos midiotas

CUNHA'SAcabou, pero no mucho. Ainda há uma saída para Eduardo CUnha, filiar-se ao PSDB. Caso ainda tenha alguma dúvida, CUnha deveria consultar o deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom.

Sabe aquele momento vergonha alheia? É ver tanto moralista de puteiro se aliando ao Eduardo CUnha para combater a corrupção. Começa por Aécio Neves, passa pelo MBL até chegar em Mart Suplicy e Hélio BiCUdo. Todos querem derrubar Dilma, não porque conseguem apontar um único desvio ético, mas para que possam limpar a área e continuarem fazendo que sempre fizeram sem nunca terem sido molestados pelo vazadores da Lava Jato.

Não duvide se o MPF designar o Rodrigo de Grandis para cuidar de mais este caso suíço, haja vista a maneira como ele se desincumbiu da tarefa de investigar o Robson Marinho… Se depender desta gente que vive de perseguir Lula, Eduardo CUnha ainda pode acabar no TCE/SP.

Ora, desde quanto ter contas na Suíça é negativo para a imagem de homens públicos amados pelos assoCIAdos do Instituto Millenium?! Por acaso os grupos mafiomidiáticos fazem algum escândalo com a relação à Lista Falciani do HSBC ou com os pegos na Operação Zelotes (RBS)?!

É claro que a velha mídia prefere mil vezes um Collor, um FHC, um Eduardo CUnha, um Aécio Neves,  um Severino Cavalcanti, um Augusto Nardes a um Lula  a uma Dilma…

Dá para entender agora porque querem derrubar a Dilma e criminalizar o Lula ou ainda precise que desenhe?

Suíça diz que Eduardo Cunha tem controle de quatro contas

Uma das contas tem o presidente da Câmara e sua mulher como beneficiários

Revelação feita por procuradores suíços constrange deputado, que em março negou ter dinheiro fora do Brasil

DE SÃO PAULO DE BRASÍLIA

Procuradores da Suíça informaram seus colegas brasileiros que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem o controle de ao menos quatro contas secretas, segundo a Folha apurou com investigadores que atuam no caso.

Uma dessas contas tem como beneficiários Cunha e sua mulher, a jornalista Claudia Cordeiro Cruz, que foi apresentadora de telejornais da Rede Globo ente 1989 e 2001.

A revelação feita pelas autoridades suíças criou constrangimento para Cunha, que é acusado pela Procuradoria-Geral da República de receber propina do esquema de corrupção descoberto pela Operação Lava Jato na Petrobras.

Cunha foi questionado sobre o assunto no plenário da Câmara nesta quinta (1º), mas se recusou a responder. A pergunta foi feita da tribuna pelo líder da bancada do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ).

"O presidente Eduardo Cunha tem ou não tem contas na Suíça?", perguntou Alencar. "Será que esse assunto vai ficar abafado aqui na Câmara?".

Cunha, que presidia a sessão, não olhou para o deputado em nenhum momento. Quando Alencar concluiu o discurso, Cunha ignorou a pergunta e limitou-se a dar continuidade à votação de um projeto na área de segurança pública: "Como vota a Rede?".

O presidente da Câmara desistiu de uma viagem à Itália que estava marcada para esta quinta. Ele explicou a deputados que resolveu cancelar a viagem para "enfrentar a situação" e não ser acusado de "estar fugindo" agora.

Os valores depositados nas quatro contas associadas a Cunha foram bloqueados pelas autoridades suíças, que não revelaram o valor total.

As contas foram abertas em nome de empresas sediadas em paraísos fiscais, países que, diferentemente da Suíça, não costumam colaborar com investigações sobre lavagem de dinheiro e corrupção.

O Ministério Público da Confederação Suíça começou em abril a investigar a suspeita de que Cunha escondera dinheiro no país. Nesta semana, transferiu o caso para as autoridades brasileiras, como fez antes com outras pessoas investigadas pela Lava Jato.

Os lobistas Julio Camargo e Fernando Soares, que fizeram acordo de delação premiada e colaboram com as investigações, dizem ter repassado US$ 5 milhões em propina a Cunha para garantir um contrato com a Petrobras.

Outro lobista ligado ao PMDB, João Augusto Henriques, preso em 21 de setembro, disse à Polícia Federal que depositou recursos numa conta de Cunha, sem saber que pertencia ao deputado.

Qualquer brasileiro pode manter contas bancárias no exterior, mas a lei exige que elas sejam declaradas à Receita Federal, se o saldo no fim do ano for igual ou superior a R$ 140, e ao Banco Central, para quem tiver mais de US$ 100 mil fora do país.

Em março deste ano, em depoimento à CPI da Petrobras, Cunha afirmou que não possuía nenhuma conta fora do Brasil. "Não tenho qualquer tipo de conta em qualquer lugar que não seja a conta que está declarada no meu Imposto de Renda", disse.

Na declaração entregue à Justiça Eleitoral em 2014, Cunha indicou patrimônio de R$ 1,65 milhão, incluindo uma única conta bancária, no Itaú, com saldo de R$ 21,6 mil.

De acordo com o Código de Ética da Câmara, a omissão de informação patrimonial relevante é um dos motivos que "constituem procedimentos incompatíveis com o decoro parlamentar, puníveis com a perda do mandato".

Qualquer deputado pode pedir a abertura de um processo de cassação do mandato de Cunha, mas ele só seguiria adiante se fosse aceito pelo Conselho de Ética da Câmara, colegiado hoje controlado por deputados fiéis a Cunha.

O advogado de Cunha, Antonio Fernando de Souza, disse por meio de nota que não faria comentários sobre as contas encontradas na Suíça e que o deputado pretende se defender no Supremo Tribunal Federal, que ainda não decidiu se aceita a denúncia apresentada pela Procuradoria contra Cunha.(MARIO CESAR CARVALHO, AGUIRRE TALENTO, DÉBORA ÁLVARES, MÁRCIO FALCÃO E RANIER BRAGON)

27/09/2015

MBL toma Rogerio Jelmayer por Fernando Gouveia

Filed under: Fascismo,Fernando Gouveia,Fernando Haddad,hiPÓcrita,Macarthismo,MBL — Gilmar Crestani @ 2:37 pm
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O MBL tem tanta autoridade para falar da honestidade do funcionário do The Wall Street Journal quanto Aécio Neves tem de falar do uso de verbas públicas para uso particular. Seria interessante saber qual é a opinião do MBL a respeito da distribuição, pelos sucessivos governos paulistas, de milhares de assinaturas da Veja, Folha, Estão pelas escolas públicas de São Paulo. Qual será o opinião do MBL a respeito do Fernando Gouveia, que recebia R$ 70 mil mensais do Governo Alckmin para atacar o PT, Dilma e Lula?

A matéria da Folha de São Paulo de hoje é caudatária do pensamento MBLiano

A posição do MBL a respeito do jornalista ianque me autoriza pensar que o MBL tomou a si a medida para julga-lo.

A pergunta que não quer calar, quem finanCIA o MBL? O fascismo brasileiros já esteve em “melhores” mãos…

Gentili e o MBL lincham nas redes o jornalista que escreveu sobre Haddad no WS Journal. Por Kiko Nogueira

Postado em 26 set 2015 por : Kiko Nogueira

O macartismo fora de lugar do MBL

O macartismo fora de lugar do MBL

. ”Siga o dinheiro”. Tá com cheiro de matéria encomendada

. Pra quem eu mando e-mail pra mandar ele TOMÁ NO CU?

. Mas que filho da puta!!! Levou quanto da prefeitura ?

. Esse ‘’jornalista” (olha a foto que ele tem ao seu lado) deve ser um imprestável mesmo, não teve dados suficientes para saber o custo, qualidade e o projeto em si e o seu ínfimo uso.

Esses insultos são dirigidos aos jornalista Rogerio Jelmayer, um dos autores da matéria do Wall Street Journal que chamou o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, de “visionário”.

Jelmayer está sendo enxovalhado pelo Movimento Brasil Livre, o grupo de extrema direita que teve seus 15 minutos de fama no auge dos protestos anti Dilma e agora atrai anônimos paranoicos.

Na melhor tradição macartista, os cafajestes do MBL se deram ao trabalho de pescar uma foto de Jelmayer em seu Facebook para acusá-lo de desonesto.

Na imagem, Jelmayer está posando ao lado de uma foto de Che Guevara, emulando o olhar distante do registro de Alberto Korda. A foto não significa, rigorosamente, nada.

Mas para esse tipo de boçal é a prova de que se trata, provavelmente, de um comunista e só isso explica o texto que perpetrou.

A legenda fala o seguinte:

O jornalista do Wall Street Journal (e fã do Che Guevara) Rogerio Jelmayer, produz peça de propaganda para tentar alavancar a já defunta gestão de Haddad na prefeitura de São Paulo. Tendo como base seus passeios dominicais de bicicleta, o brilhante jornalista chegou à conclusão que nosso alcaide seria considerado visionário em cidades como Berlim ou São Francisco.

Ficamos um pouco confusos. Veja por quê.

COISAS QUE UM PREFEITO DE BERLIM JAMAIS FARIA:

-Ter um secretário de transportes aliado à mafia de transportes;

-Negociar com traficantes da cracolândia;

-Negligenciar obras na periferia;

-Gastar mais do que devia e tentar equilibrar suas contas criando uma indústria da multa;

-Estar envolvido no escândalo do Petrolão.

A fotografia foi postada no Twitter e imediatamente replicada por Danilo Gentili. O ex-humorista que vive se queixando da ditadura bolivariana e do cerceamento de sua liberdade de expressão achou justo “denunciar” para seus seguidores o esquerdopata.

Claude Chabrol apontou que a estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência. A inteligência tem seus limites, a estupidez não, afirmou. Quando ela se junta com a má fé, a combinação é explosiva.

A necessidade de ser dedo duro fez com que um meliante invadisse uma conta privada para roubar uma foto. Se existisse um comitê para entregar o sujeito, ali estariam os justiceiros. Qualquer um que discorde do pensamento único tem uma agenda oculta e obedece a uma cartilha inimiga. Mais eficiente do que discutir é tentar assassinar uma reputação.

É essa a canalha democrática que quer tomar o poder pendurada em Eduardo Cunha.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo » Gentili e o MBL lincham nas redes o jornalista que escreveu sobre Haddad no WS Journal. Por Kiko Nogueira

25/09/2015

Mascote dos coxinhas na CBF perde por WO

marcha dos zumbis2Quem diria, a Marcha dos Zumbis se encontra numa encruzilhada. Se Del Nero viajar, perde de goleada. Se ficar, perde por WO. Um a um, os mascotes do MBL estão sendo desmascarados em praça pública. No fim, sobrarão as bundas moles da gang mirim.

Pensando bem, o uniforme dos golpistas não poderia ter outro emblema que não o da CBF. São golpistas padrão FIFA, de fazem coro ao José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero. Tutti buona gente!

Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero

Membros do alto escalão da Fifa afirmam que não aceitarão a terceira ausência do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero nas atividades da entidade; ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial

25 de Setembro de 2015 às 07:46

247 – A Fifa deu um ultimato ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Membros do alto escalão da entidade afirmaram a Jamil Chade, do ‘Estado de S. Paulo’, que não aceitarão a terceira ausência dele nas atividades do grupo.

Ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial.

Del Nero deixou Zurique um dia após a prisão de Marin e não compareceu ao Congresso da Fifa que reconduziu Joseph Blatter. Também não participou da reunião de julho sobre as reformas na instituição e de outra sobre a Copa da Rússia.

Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero | Brasil 24/7

20/09/2015

Qual a diferença entre FHC e Tarkhan Batirashvili?

FHC e CIA LtdaNenhuma. Ambos foram treinados pelos EUA. Assim como Bin Laden. a Diferença que aqueles depois se revoltam e lutam contra os EUA. No Brasil, não. Fazem jus à lição do Barão de Itararé, de quem se vende sempre recebe mais do que vale.

FHC foi finanCIAdo pela Fundação Ford. Com dinheiro dos EUA criou o CEBRAP. Foi um investimento com retorno garantido, seja via Raytheon, seja na tentativa de entregar a Petrobrax à Chevron. Aliás, ainda não desistiu. A piada que corre é que os EUA não teriam motivos para terem mandado para cá os espiões da NSA, como revelou Edward Snowden. Não foi mero acaso que em seu governo nossos diplomatas tinham de tirar os sapatos para entrarem nos EUA.

Somos um país de quinta colunas sempre prontos para defender a tese de “o que é bom para os EUA é bom para o Brasil”. Só vira-latas e invertebrados para não se revoltarem com isso.

Alguém sabe de onde vem o dinheiro que sustenta o MBL? Coincidentemente, são grupos iguais aos que foram finanCIAdos na Líbia, Egito, Ucrânia, Venezuela, Síria.

Os Verdadeiros culpado pela crise dos refugiados, EUA treinaram comandantes do (EI) Estado Islâmico

Published setembro 18, 2015 

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Um dos líderes da organização terrorista internacional Estado Islâmico Tarkhan Batirashvili, mais conhecido como Abu Omar al-Shishani ou Omar al-checheno, recebeu treinamento militar sob supervisão de oficiais das Forças Especiais do Exército dos EUA nos anos em que serviu as Forças Armadas da Geórgia, revelou o portal McClatchy.

Do Portal SPUTNIK

A informação foi prestada por um militar georgiano que foi colega de al-Shishani e que preferiu não ter o seu nome revelado. Ele destacou que no período em que os dois serviram juntos o exército ucraniano, entre 2006 e 2010, al-Shishani era a grande “estrela” do seu destacamento, que por sua vez era treinado sob supervisão de militares norte-americanos. O atual comandante do EI teve parfticipação ativa no conflito armado na Ossétia do Sul, onde teria demonstrado “habilidades excepcionais de combate assimétrico”.

“Ele passou por um bom treinamento conosco, e os EUA nos ajudaram muito. (…) Na verdade, o único motivo pelo qual ele não foi ao Iraque para lutar ao lado dos norte-americanos era que suas habilidades eram necessárias aqui, na Geórgia” – declarou a McClatchy um ex-oficial militar georgiano, que também preferiu manter o anonimato por preocupação diante da “importante posição ocupada por Tarhan al-Shishani na hirarquia do EI”.

O artigo destaca que no final do conflito georgiano-osseta al-Shishani foi preso por 15 meses por posse ilegal de armas, perdendo a partir de então qualquer contato com as forças armadas georgianas. Em 2012, o terrorista pegou um voou da Geórgia para a Síria.

Nascido na Geórgia, Abu Omar al-Shishani é considerado um dos líderes militares mais influentes das forças da oposição síria. Antes de aderir ao EI ele foi líder da Brigada Muhajirun e mais tarde da Jaish al-Muhajireen wal-Ansar.

Segundo relatórios do Departamento de Estado dos EUA, em meados de 2013 al-Shishani foi nomeado comandante do setor norte da Síria pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Unidades sob seu comando participaram de grandes ataques contra bases militares sírias em torno de Alepo, incluindo a captura da base aérea de Menagh em agosto de 2013. Além disso, ele já teria dirigiu uma prisão do EI onde eram mantidos reféns estrangeiros e trabalhou no setor financeiro do EI.

Luizmuller’s Blog | Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

MPF: Movimento Proto-Fascista

DITADURAnDepois de pregar em Igrejas usadas para lavar dinheiro, Dallagnol dá outro exemplo de valorização das instituições republicanas, desenha para movimento golpista.

Como escreveu Umberto Eco,  "o protofascismo germina a partir da frustração social ou individual. É por isso que um dos traços mais típicos dos fascismos históricos foi o apelo a uma classe média frustrada, sofrendo sob alguma crise econômica ou humilhação política, assustada com a pressão dos grupos sociais inferiores".

Será que precisa desenhar para que Deltan entenda o significado de “classe média frustrada” ou “humilhação PÓlítica”?

Agora falta uma visita à AssoCIAção das Caçarolas do Jardins, em São Paulo, e Bela Vista, em Porto Alegre. E porque não uma visita ao Demóstenes Torres, um impoluto colega que no Senado também bradava contra a corrupção?

Infelizmente, nossa imprensa é comandada pelo velho coronelismo eletrônico. Notícias como estas só aparecem em veículos externos, como o El País. A parceria da mídia com o moralismo de aluguel é coisa nossa. Assim como levou Getúlio ao suicídio, também elegeu a vassourinha do Jânio Quadros.

Eu nunca confio nos moralista de dedo em riste. A seletividade é sua única regularidade, ataca adversários e silencia a respeito de parceiros.

Quem quer entender como isto funciona basta assistir o vídeo do escândalo da parabólica ou então o documentário “Inimigo do meu inimigo”.

Como diz o ditado, que fala demais dá bom dia a cavalo….

Lobby da Lava Jato contra corrupção apela a movimento pró-impeachment

Deltan Dallagnol foi a ato organizado pelo Movimento Liberal Acorda Brasil

Gil Alessi São Paulo 18 SEP 2015 – 13:05 BRT

O procurador Dallagnol apresenta detalhes do esquema. / STRINGER/BRAZIL (REUTERS)

Deltan Dallagnol, 34, é um dos nove procuradores de República encarregados das investigações da Lava Jato. Destaque nas apresentações dos resultados da operação – é ele quem comanda o power point onde são exibidos os fluxos de propinas envolvendo a Petrobras -, o jovem servidor já foi alvo de críticas de defensores do Governo por supostamente ter partidarizado as investigações. Em julho ele participou de eventos ligados a pastores anti-Dilma, que convocavam fiéis para atos contra a mandatária. Esta semana o procurador, que também está na linha de frente da campanha do Ministério Público Federal pela coleta de assinaturas para a aprovação de um projeto de lei chamado Dez Medidas Contra a Corrupção, se envolveu em nova polêmica com relação ao impeachment.

Na noite de terça-feira (15) ele compareceu a um evento organizado por Rosangela Lyra, presidente da Associação dos Lojistas dos Jardins e uma das lideranças do Movimento Liberal Acorda Brasil, organização que defende abertamente o impeachment de Dilma Rousseff. Outro expoente do grupo é o empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança, sobrinho de Luís Gastão de Orleans e Bragança, que seria imperador do país caso o regime monárquico ainda vigorasse. Em sua carta de princípios, o MLAB afirma que é “o cúmulo” acreditar que no Brasil o direito à propriedade privada é assegurado, tendo em vista “a demora de reintegração de posse de imóveis e veículos".

Realizado no bairro dos Jardins, área nobre de São Paulo, e contando com um público hostil ao PT, o evento aconteceu no dia em que o juiz federal Sérgio Moro aceitou denúncia contra o ex-ministro da Casa Civil de Lula José Dirceu por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. O petista, que está preso em Curitiba, agora é réu na Lava Jato por participação em organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O evento já contou, em edições anteriores, com a presença do vice-presidente Michel Temer (PMDB), que deixou escapulir, na ocasião, que caso a popularidade de Dilma continuasse baixa, seria difícil completar o mandato. Dallagnol compareceu para receber das mãos de Lyra as 30.000 assinaturas em prol do projeto contra a corrupção coletadas pelo grupo – grande parte delas durante os atos contra o Governo realizados na avenida Paulista. Ele aproveitou para falar para as cerca de 60 pessoas presentes sobre a expansão da Lava Jato, que “hoje vai muito além da Petrobras”.

Lyra fez questão de desvincular o ato com a presença do procurador à luta pelo impeachment: "Não é um projeto de lei contra o PT nem para tirar a Dilma. Pessoas com camisa da CUT assinaram, com boné do MST também”, afirmou, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

O procurador, que já havia dito anteriormente não se posicionar com relação ao impeachment – “não nos manifestamos sobre isso” – tem se esforçado para dar pluralidade à campanha em prol das dez medidas contra a corrupção. “Não estamos indo apenas a igrejas: já fui em centros espíritas, tratei com a igreja católica, com maçons, falei em congressos de farmacologia… Queremos esclarecer para a sociedade que o projeto das dez medidas é bom”, disse em entrevista ao EL PAÍS.

Na semana passada o MLAB endossou o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff feita pelo advogado Hélio Bicudo, que já esteve nos quadros do PT. O texto, cuja argumentação gira em torno das pedaladas fiscais no mandato passado, é a maior aposta da oposição para conseguir o impedimento da petista.

A reportagem tentou, sem sucesso, entrar em contato com o Ministério Público Federal para falar sobre a presença de Dallagnol no evento do MLAB.

Lobby da Lava Jato contra corrupção apela a movimento pró-impeachment | Brasil | EL PAÍS Brasil

16/09/2015

FinanCIAdores ideológicos da perseguição à Lula

anaueOs grandes veículos de comunicação publicam para agradar quem os finanCIAm. Por isso, em nenhum destes veículos encontrará algum tipo de cobrança à Volkswagen por ter participado ativamente na ditadura. Seria mero acaso a atual aliança da Volks com a CBF, outra entidade íntegra…

A Volks, assim como outros 70 grandes empresas brasileiras, se aliaram aos ditadores para imporem violência e morte aos brasileiros. São os mesmos que finanCIAm o MBL.

Há um documentário que mostra como a CIA funcionava na América Latina: “Inimigo do meu inimigo”. Por meio deste documentário fica-se sabendo que Klaus Barbie, o açougueiro de Lyon, foi recrutado pela CIA para desestabilizar governos populares na América Latina.

Já em 2005 o melhor jornal argentino, Pagina12, denunciava: “En los ’60 y ’70, empresas de primera línea cooperaron con las dictaduras de Brasil y Argentina para reprimir a sindicalistas.” No Brasil, quando se trata de punir criminosos há sempre a possibilidade de eles contarem com um Geraldo Brindeiro, um Gilmar Mendes ou um Rodrigo de Grandis para a impunidade.

A matriz paulista do nazi-fascismo

No Brasil não foi diferente. Além das 6 malas de dólares com que a CIA, via FIESP, comprou o General Amaury Kruel, também houve a participação direta do chefe do campo de extermínio de Treblinka durante o nazismo, Franz Paul Stangl, via Volkswagen, no Dops paulista.

Não é mera coincidência que o maior foco golpista esteja em São Paulo. Lembremos do sequestro do Abílio Diniz, quando a polícia paulista vestiu a camisa do PT no sequestrador para botar a culpa no Lula. O então presidente da FIESP, Mário Amato, falou que “Se Lula for eleito, 800 mil empresários deixarão o País.” O movimento CANSEI, do João Dória Jr, também patrocinado pela Philips, também é de São Paulo. O MBL é da terra da garoa. Sem contar a TFP do Plínio Corrêa de Oliveira e o movimento integralista, do Plinio Salgado. Os reis dos camarotes vips do Itaquerão, que xingaram Dilma na abertura da Copa do Mundo de 2014, foram patrocinados por ilustres empresas paulistas: AMBEV, Multilaser e Banco Itaú.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/38816/cnv+sistema+da+volkswagen+para+vigiar+funcionarios+na+ditadura+foi+criado+por+criminoso+nazista.shtml

Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal por colaborar com a ditadura

Metalúrgicos são rendidos e presos por fazerem greve, durante os anos de chumbo da ditadura. ICONOGRAPHIA/MEMORIAL DA DEMOCRACIA

Metalúrgicos são rendidos e presos por fazerem greve, durante os anos de chumbo da ditadura. ICONOGRAPHIA/MEMORIAL DA DEMOCRACIA

Da RBA

A Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, na próxima terça-feira (22), por colaboração e apoio à repressão durante a ditadura civil-militar de 1964. O coletivo Memória, Verdade, Justiça e Reparação, formado por integrantes de centrais sindicais, movimentos sociais e outras entidades, farão a denúncia com base em documentos que comprovam a participação da montadora em casos de tortura e violação dos direitos dos trabalhadores.

A expectativa é que o MPF aceite a denúncia e que a empresa reconheça sua responsabilidade institucional, por meio de pedido de desculpas e indenização das vítimas. Processo semelhante foi adotado por outros países, como a Argentina e a Alemanha, por exemplo.

Em entrevista à repórter Camila Salmazio, da Rádio Brasil Atual, Álvaro Egea, advogado e secretário da CSB, relata vários episódios em que a empresa agiu em apoio à repressão. Um dos casos envolveu o ferramenteiro Lúcio Belantani, que foi detido sob acusação de conspirar contra o regime, e começou a ser torturado ainda nas dependências da montadora. Egea conta que Lúcio ficou 42 dias preso e incomunicável nas dependências do Dops, e era levado à fábrica para que delatasse os demais companheiros, tudo isso com a anuência do chefe de segurança da Volkswagen.

“É importante que uma grande corporação como a Volkswagen, que tem muitos acionistas na Alemanha que vão acompanhar isso, seja chamada à responsabilidade. Primeiro, para reconhecer os seus erros; segundo, para pedir desculpas, pedir perdão aos trabalhadores e ao povo brasileiro, e por fim, para indenizar suas vítimas”, detalha o advogado.

O coletivo também confirmou a existência de uma lista de nomes de lideranças sindicais ativas na luta contra a repressão, que era compartilhada pelas empresas do cinturão industrial de São Paulo, para impedir que conseguissem empregos. Segundo Egea, além de fazer uso dessa lista, a Volkswagen “secretariava” as reuniões em que os nomes eram discutidos. “Há evidências documentais muito concretas da participação da Volkswagen não só na repressão dos seus trabalhadores, mas como na delação e colaboração estreita com os órgãos de repressão.”

O trabalho do coletivo é realizado desde janeiro, dando continuidade às apurações realizadas no âmbito da Comissão Nacional da Verdade, que investigou crimes e violações cometidas durante a ditadura civil-militar também no movimento sindical.

Para Egea, ações como as denúncias propostas agora contra a Volkswagen, que visa a identificar e responsabilizar responsáveis por torturas, é uma forma de completar o processo de transição da ditadura para a democracia. Ele pede também que o Supremo Tribunal Federal reveja a interpretação da Lei da Anistia, para que os torturadores sejam punidos. O advogado diz ainda que outras empresas, como a Petrobras, a Embraer, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, de Santos) e o Metrô de São Paulo também devem ser denunciados por colaboração.

“A democracia formal foi conquista. Agora, a punição aos torturadores, o processo de busca da verdade, o processo de preservação dessa memória, de autoeducação da sociedade brasileira, esse processo ainda está em curso.”

Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal por colaborar com a ditadura « Sul21

20/08/2015

Para Eduardo CUnha e a manada de fascistas golpistas, templo é dinheiro

OBScena: flagrante do momento em que Eduardo CUnha pede aos cúmplices para levantarem o dedo. Pela teoria do domínio do fato, eis a prova de quem finanCIA o MBL do Kim Kataguiri.

Eduardo Cunha, musa do MBLNão há nenhum político do PT denunciado na Lava Jato. Mas foi pego por inteiro todo o PP Gaúcho. Ninguém da imprensa ousa criminalizar o PP gaúcho. Agora aparecem o operador do PMDB e o Presidente dos 300 picaretas, Eduardo CUnha. Quem ousa criminalizar o PMDB do Pedro Simon, do José Sarney, do Tiririca da Serra?

Por que os golpistas da velha mídia, sempre tão rápida para criminalizar o PT, e defender o Eduardo CUnha não criminaliza o PMDB?

O ódio da Direita Golpista ao PT, que semeou fascistas pelas redes sociais e que amadrinhou na Marcha dos Zumbis, é porque eles precisam de diversionismo. Como já dizia o velho tucano Ricardo Semler, nunca se roubou tão pouco. Mas o que importa não são os fatos, são as versões. O compadrio golpista que capturou parte do MPF e Polícia Federal direciona todas as fichas na criminalização do PT. E assim desviam o olhar para os verdaeiros bandidos. Por que MPF e PF não veem nada de mal que o PSDB sente e negocie com nacrotraficante Marcola e o PCC? Não é mera coincidência que tenha virado pó um helipóptero com 450 kg de cocaína. Imagine o helicóptero ou o piloto ou se a fazenda tivesse qualquer relação, mesmo que muito distante com o PT, se os assoCIAdos do Instituto Millenium não fariam campanha de criminalização até a quinta geração de Dilma, Lula e o PT. Como são crimes praticados por parceiros, o silêncio é ensurdecedor. A manipulação grosseira é a única aliada dos movimentos sociais. Até os seres mais obtusos percebem o auê que fazem encima da FRIBOI e o silêncio entorno dos escândalos do PSDB, DEM & PMDB é reflexo da aplicação da velha Lei Rubens Ricúpero.

Cunha pediu para receber propina por meio de doações à Assembleia de Deus

qui, 20/08/2015 – 18:24

Atualizado em 20/08/2015 – 18:36

Cíntia Alves

Jornal GGN – O presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) pediu ao lobista Julio Camargo, investigado pela Operação Lava Jato, para receber propina em forma de dinheiro vivo que teria sido disfarçada por meio de doações à Assembleia de Deus. A igreja tem como diretor perante a Receita Federal o irmão do presidente da igreja evangélica Assembleia de Deus Madureira, do Rio de Janeiro, instituição frequentada por Cunha.

Segundo denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da Repúblia, Rodrigo Janot, na tarde desta quinta-feira (20), Cunha teria usado a Câmara Federal para pressionar Julio Camargo a pagar propinas a ele e ao operador do PMDB na Lava Jato, Fernando Soares, em função de contratos da Petrobras com a Samsung pelo fornecimento de navios sonda. 

Os pagamentos a Cunha e a Soares por Camargo teria ocorrido entre 2006 e 2009. Em 2012, Julio Camargo foi procurado por Fernando Soares para que fizesse os pagamentos que restavam a Cunha por meio da Assembleia de Deus. O Ministério Público Federal detectou duas transferência em nome da instituição: uma de R$ 125 mil, da empresa Piemonte, e outra de mesmo valor, por parte da Treviso, ambas com a falsa justificativa de "pagamentos a fornecedores", escreveu Janot.

Luis Nassif Online | GGN

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’

:

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que a denúncia contra o presidente da Câmara é "acachapante"; "Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, Fernando Baiano, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões. A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Camargo foram escritos por Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa. Mostra, uma a uma, as transferências que Camargo fez a Baiano, para que fossem repassadas a Cunha. E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente", afirma

20 de Agosto de 2015 às 21:17

Fernando Brito, do Tijolaço

Acabo de ler as mais de 80 páginas do texto (aqui e aqui) com que o Procurador Geral da República pede que seja aceita a denúncia contra Eduardo Cunha – e também contra sua cúmplice Solange Almeida – por corrupção e lavagem de dinheiro, e que paguem nada menos que R$ 277 milhões de reais como devolução de dinheiro desviado e multa pelo crime.

É acachapante.

Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, o operado de Cunha, Fernando Baiano, o ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões.

A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Júlio Camargo foram escritos por Eduardo Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa.

Mostra, uma a uma, as transferências que Julio Camargo fez a Fernando Baiano, para que fossem repassadas a Cunha.

E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente.

Embora a defesa de Cunha diga que a acusação é “facilmente derrubável” – interessante que não falou por ela o ex-procurador Antonio Fernando de Souza – por se basear apenas na palavra do delator, não é assim.

Além da materialidade do fato, há provas de autoria (os requerimentos achacadores), tipicidade da conduta criminosa, agravantes, dolo, percepção de vantagem e conexões evidentes.

Cunha, cuja carreira começou como operador do mercado financeiro (e, ironicamente, na firma de auditoria Arthur Andersen) sabe como fazer o despistamento dos vestígios do dinheiro.

Mas não sabe como fazer todos os crimes perfeitos.

Logo ele, que herdou dos tempos de cabo eleitoral de Fernando Collor o espírito do “bateu, levou”, está tomando fôlego para responder.

Resta saber se o tem, e que não se o subestime, porque sua carreira – leia o perfil que dele traça o repórter Chico Otávio – é pródiga em transformar desastres em bons negócios.

Agora, porém, parece ter ido além das próprias pernas.

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’ | Brasil 24/7

Cunha é ‘tirano que parece invencível, mas cai’

:

Frase célebre de Mahatma Gandhi foi citada na epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolada nesta quinta (20); "Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto; a frase tem total relação com Cunha, que, mesmo denunciado, já avisou que não deixará o comando da Câmara; na denúncia, o deputado é acusado de receber propina de, ao menos, US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras; na ação, o procurador diz que Cunha usou até a igreja Assembleia de Deus para disfarçar o recebimento de R$ 500 mil em propina

20 de Agosto de 2015 às 19:54

247 – A epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cita uma clássica frase do líder da independência indiana, Mahatma Gandhi, segundo a qual "tiranos e assassinos" parecem "invencíveis", mas "sempre caem".

"Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto.

A Procuradoria-Geral da República protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), no início da tarde desta quinta-feira 20, denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Na denúncia, o deputado é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de receber propina de ao menos US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras.

"O denunciado Eduardo Cunha ocultou e dissimulou a natureza, origem, localização, disposição, movimentação e propriedade de valores provenientes, direta e indiretamente, do crime contra a administração, mediante o recebimento fracionado de valores no exterior, em contas de empresas offshore e por meio de empresas de fachada, mediante simulação de contratos de prestação de serviços e, ainda, pagamento de propina sob a falsa alegação de doações para Igreja", diz a denúncia, que complementa que a Igreja Evangélica Assembleia de Deus intermediou o recebimento de pelo menos R$ 500 mil a Cunha (PMDB-RJ) em 2012.

Janot pede ‘restituição do produto e proveito dos crimes no valor de US$ 40 milhões e a reparação dos danos causados à Petrobras e à Administração Pública também no valor de US$ 40 milhões’.

Neste link a primeira parte da denúncia. Aqui o restante do texto.

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