Ficha Corrida

09/06/2016

Das duas, uma

OBScena: o símbolo do combate à corrupção é tão corrupto quanto os que com ele tiraram selfies

NEWTON ISHI/PLENARIO DA CAMARAOu usaram o japonês por ignorância a respeito de seus antecedentes, ou usaram-no exatamente em virtude dos seus antecedentes no “descaminho”. Há uma terceira hipótese, de tentativa de obstrução da justiça, mas aí seria desfaçatez jamais. Em todo caso, não evitaram a condenação nem a prisão. Nenhuma das razões dignifica os envolvidos. É também emblemático que o golpe paraguaio tenha entre seus símbolos um agente que atuou no contrabando na fronteira do Paraná com o Paraguai. E também não é mero acaso que o único representante diplomático recebido por Michel Temer até hoje seja exatamente um empresário paraguaio que financiou o golpe contra Lugo

O uso do japonês como símbolo do combate à corrupção se assemelha em método ao uso do General Etchegoyen, no GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Como se diz nos piores restaurantes, é o que a plutocracia tem para o momento.

Michel Temer escolheu a dedo um filhote da ditadura para dar ao Alvorada um remake de DOI-CODI. Ou, no mínimo, fazer Dilma relembrar os tempos de tortura, estupro e morte, únicos legados da ditadura.

Assim como não há almoço grátis, o japonês e os filhotes da ditadura são alçados à condição de símbolo da hiPÓcrisia reinante. Bolsonaro, que fazia dobradinha de pantera cor-de-rosa quando Lula foi “coercitado”, eleveu Ishii à ídolo, modelo a ser seguido. Pois é, aqui se prende aviãozinhos do tráfico que rendem manchetes em revistas e jornais, longos minutos no Jornal Nacional, mas há um silêncio ensurdecedor a respeito da apreensão de 450 kg de pasta base de cocaína. Aqui se escolhe japonês, pato, filhote e mascotes pelos métodos errados porque as razões por trás das escolhas são ainda piores.

As Marchas dos Zumbis e os panelaços eram apenas uma forma de alçar Eduardo CUnha à regência do Rei Michelzinho. O próximo passo será, aos moldes de D. Pedro II, o golpe maioridade.

Moral da história: uma quadrilha tomou de assalto o Planalto Central, um símbolo do moralismo de ocasião vai preso por corrupção e o Pré-Sal está abrindo o apetite dos lobos ianques.

Caso do “japonês” expõe a hipocrisia do moralismo

Por Fernando Brito · 08/06/2016

Marcelo Auler, em seu blog, conta que, para evitar o constrangimento das fotografias sendo conduzido à cadeia, o agente Newton Hidenori Ishii, o famoso “o Japonês da Federal” entrou discretamente na sede da Polícia Federal de Curitiba, para ser levado ao xadrez.

É direito seu e o que importa é que a ordem judicial tenha sido cumprida, 13 anos depois de ser preso por corrupção,  não que ele tivesse sido humilhado em rede nacional.

O mesmo direito que , em tese, teriam aqueles que ele, tantas vezes, conduziu espetacularmente ao cárcere.

O “Japonês”, desde muito tempo antes metido em encrencas que justificariam que ele estivesse em serviços discretos, administrativos ou de apoio, não se tornou “”estrela” por sua vaidade, embora tenha pego carona na popularidade para, quem sabe, servir-se dela para “aliviar a própria “barra””.

Não, Polícia, Ministério Público e políticos viram que era um personagem útil para fazerem demagogia e promover a ideia de que, agora, qualquer um poderia amanhecer com o “Japonês da Federal” em sua porta.

Marketing puro.

No facebook das tais 10 medidas contra a corrupção, que serve  como promoção do Ministério Público, ele é exibido ao lado de Sérgio Moro e de Deltan Dallagnol como um dos “super-heróis” da moralização.

Políticos como os Bolsonaro usaram fotos com ele para projetar imagem de incorruptíveis.

Coxinhas se fantasiaram de “Japonês da Federal” nas manifestações e no carnaval.

Não estavam avisados? No Blog do Marcelo Auler você pode rememorar quantas vezes e desde quando se adverte sobre o  personagem de que se utilizaram.

Sabiam de tudo e  deliberadamente não ligaram.

E porque não ligaram?

Por uma razão muito simples: a corrupção foi apenas um pretexto para seus objetivos políticos.

O “Japonês” foi só uma máscara de suas intenções.

PS. post atualizado

Caso do "japonês" expõe a hipocrisia do moralismo – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

20/08/2015

Para Eduardo CUnha e a manada de fascistas golpistas, templo é dinheiro

OBScena: flagrante do momento em que Eduardo CUnha pede aos cúmplices para levantarem o dedo. Pela teoria do domínio do fato, eis a prova de quem finanCIA o MBL do Kim Kataguiri.

Eduardo Cunha, musa do MBLNão há nenhum político do PT denunciado na Lava Jato. Mas foi pego por inteiro todo o PP Gaúcho. Ninguém da imprensa ousa criminalizar o PP gaúcho. Agora aparecem o operador do PMDB e o Presidente dos 300 picaretas, Eduardo CUnha. Quem ousa criminalizar o PMDB do Pedro Simon, do José Sarney, do Tiririca da Serra?

Por que os golpistas da velha mídia, sempre tão rápida para criminalizar o PT, e defender o Eduardo CUnha não criminaliza o PMDB?

O ódio da Direita Golpista ao PT, que semeou fascistas pelas redes sociais e que amadrinhou na Marcha dos Zumbis, é porque eles precisam de diversionismo. Como já dizia o velho tucano Ricardo Semler, nunca se roubou tão pouco. Mas o que importa não são os fatos, são as versões. O compadrio golpista que capturou parte do MPF e Polícia Federal direciona todas as fichas na criminalização do PT. E assim desviam o olhar para os verdaeiros bandidos. Por que MPF e PF não veem nada de mal que o PSDB sente e negocie com nacrotraficante Marcola e o PCC? Não é mera coincidência que tenha virado pó um helipóptero com 450 kg de cocaína. Imagine o helicóptero ou o piloto ou se a fazenda tivesse qualquer relação, mesmo que muito distante com o PT, se os assoCIAdos do Instituto Millenium não fariam campanha de criminalização até a quinta geração de Dilma, Lula e o PT. Como são crimes praticados por parceiros, o silêncio é ensurdecedor. A manipulação grosseira é a única aliada dos movimentos sociais. Até os seres mais obtusos percebem o auê que fazem encima da FRIBOI e o silêncio entorno dos escândalos do PSDB, DEM & PMDB é reflexo da aplicação da velha Lei Rubens Ricúpero.

Cunha pediu para receber propina por meio de doações à Assembleia de Deus

qui, 20/08/2015 – 18:24

Atualizado em 20/08/2015 – 18:36

Cíntia Alves

Jornal GGN – O presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) pediu ao lobista Julio Camargo, investigado pela Operação Lava Jato, para receber propina em forma de dinheiro vivo que teria sido disfarçada por meio de doações à Assembleia de Deus. A igreja tem como diretor perante a Receita Federal o irmão do presidente da igreja evangélica Assembleia de Deus Madureira, do Rio de Janeiro, instituição frequentada por Cunha.

Segundo denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da Repúblia, Rodrigo Janot, na tarde desta quinta-feira (20), Cunha teria usado a Câmara Federal para pressionar Julio Camargo a pagar propinas a ele e ao operador do PMDB na Lava Jato, Fernando Soares, em função de contratos da Petrobras com a Samsung pelo fornecimento de navios sonda. 

Os pagamentos a Cunha e a Soares por Camargo teria ocorrido entre 2006 e 2009. Em 2012, Julio Camargo foi procurado por Fernando Soares para que fizesse os pagamentos que restavam a Cunha por meio da Assembleia de Deus. O Ministério Público Federal detectou duas transferência em nome da instituição: uma de R$ 125 mil, da empresa Piemonte, e outra de mesmo valor, por parte da Treviso, ambas com a falsa justificativa de "pagamentos a fornecedores", escreveu Janot.

Luis Nassif Online | GGN

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’

:

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que a denúncia contra o presidente da Câmara é "acachapante"; "Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, Fernando Baiano, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões. A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Camargo foram escritos por Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa. Mostra, uma a uma, as transferências que Camargo fez a Baiano, para que fossem repassadas a Cunha. E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente", afirma

20 de Agosto de 2015 às 21:17

Fernando Brito, do Tijolaço

Acabo de ler as mais de 80 páginas do texto (aqui e aqui) com que o Procurador Geral da República pede que seja aceita a denúncia contra Eduardo Cunha – e também contra sua cúmplice Solange Almeida – por corrupção e lavagem de dinheiro, e que paguem nada menos que R$ 277 milhões de reais como devolução de dinheiro desviado e multa pelo crime.

É acachapante.

Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, o operado de Cunha, Fernando Baiano, o ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões.

A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Júlio Camargo foram escritos por Eduardo Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa.

Mostra, uma a uma, as transferências que Julio Camargo fez a Fernando Baiano, para que fossem repassadas a Cunha.

E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente.

Embora a defesa de Cunha diga que a acusação é “facilmente derrubável” – interessante que não falou por ela o ex-procurador Antonio Fernando de Souza – por se basear apenas na palavra do delator, não é assim.

Além da materialidade do fato, há provas de autoria (os requerimentos achacadores), tipicidade da conduta criminosa, agravantes, dolo, percepção de vantagem e conexões evidentes.

Cunha, cuja carreira começou como operador do mercado financeiro (e, ironicamente, na firma de auditoria Arthur Andersen) sabe como fazer o despistamento dos vestígios do dinheiro.

Mas não sabe como fazer todos os crimes perfeitos.

Logo ele, que herdou dos tempos de cabo eleitoral de Fernando Collor o espírito do “bateu, levou”, está tomando fôlego para responder.

Resta saber se o tem, e que não se o subestime, porque sua carreira – leia o perfil que dele traça o repórter Chico Otávio – é pródiga em transformar desastres em bons negócios.

Agora, porém, parece ter ido além das próprias pernas.

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’ | Brasil 24/7

Cunha é ‘tirano que parece invencível, mas cai’

:

Frase célebre de Mahatma Gandhi foi citada na epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolada nesta quinta (20); "Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto; a frase tem total relação com Cunha, que, mesmo denunciado, já avisou que não deixará o comando da Câmara; na denúncia, o deputado é acusado de receber propina de, ao menos, US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras; na ação, o procurador diz que Cunha usou até a igreja Assembleia de Deus para disfarçar o recebimento de R$ 500 mil em propina

20 de Agosto de 2015 às 19:54

247 – A epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cita uma clássica frase do líder da independência indiana, Mahatma Gandhi, segundo a qual "tiranos e assassinos" parecem "invencíveis", mas "sempre caem".

"Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto.

A Procuradoria-Geral da República protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), no início da tarde desta quinta-feira 20, denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Na denúncia, o deputado é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de receber propina de ao menos US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras.

"O denunciado Eduardo Cunha ocultou e dissimulou a natureza, origem, localização, disposição, movimentação e propriedade de valores provenientes, direta e indiretamente, do crime contra a administração, mediante o recebimento fracionado de valores no exterior, em contas de empresas offshore e por meio de empresas de fachada, mediante simulação de contratos de prestação de serviços e, ainda, pagamento de propina sob a falsa alegação de doações para Igreja", diz a denúncia, que complementa que a Igreja Evangélica Assembleia de Deus intermediou o recebimento de pelo menos R$ 500 mil a Cunha (PMDB-RJ) em 2012.

Janot pede ‘restituição do produto e proveito dos crimes no valor de US$ 40 milhões e a reparação dos danos causados à Petrobras e à Administração Pública também no valor de US$ 40 milhões’.

Neste link a primeira parte da denúncia. Aqui o restante do texto.

03/07/2015

O nazismo começou assim

Filed under: Banditismo,Grupos Mafiomidiáticos,Igor Gilly Teles,Jair Bolsonaro,Sexualidade — Gilmar Crestani @ 9:40 am
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O amor enrustido que não ousa dizer seu nome, do grandalhão e seu gurizinho, descasca o ovo da serpente posto pelos grupos mafiomidiáticos. Igor, assuma que dói menos. E seja feliz com Bolsonaro ou outro Tonton Macoute qualquer.

Fanático que insultou Dilma nos EUA ‘precisa responder criminalmente’

Postado em 3 de julho de 2015 às 8:48 am

Debi e Loide

Debi e Loide

Do blog do iram:

Fascistas que possuem perfis na rede social passaram do limite. Infiltrado na comitiva da presidente Dilma Rousseff que foi à Flórida (EUA), o ativista de direita Igor Gilly Teles passou a insultar a presidente. Chamou-a de ladra, assassina, terrorista e comunista de me…. Uma atitude que fere frontalmente nossos preceitos democráticos.

O ignóbil jovem, que aparece na foto acima ao lado de ninguém menos que o deputado Bolsonaro, não fez um simples protesto. Ele invadiu um espaço para cometer no mínimo um crime contra a honra da principal mandatária do país, tipificado no código penal como calúnia, injúria e difamação.

Com essa atitude fascista, ele pode até responder por outros crimes, além de ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional por ter colocado em risco a integridade física da presidente.

Premeditadamente, ele filmou tudo e colocou há pouco no seu perfil do facebook. Material comprometedor e que já pode ser utilizado pelo Ministério Público Federal (MPF) como instrumento necessário para uma futura ação.

Diário do Centro do Mundo » Fanático que insultou Dilma nos EUA ‘precisa responder criminalmente’

17/12/2014

Quem é Bolsonaro, mascote dos descerebrados?

Filed under: Ditabranda,Ditadura,Jair Bolsonaro — Gilmar Crestani @ 9:56 am
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Cedo ou tarde acabam se revelando o pé que deu a fruta. Graças aos que não querem rever a lei de anistia, energúmenos como Bolsonaro preenche os sonhos fascistas de boa parte da manada de anencefálicos.

Revista Veja denunciou em 1987. Bolsonaro planejou explodir bombas no país

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Veja e o croqui da bomba que Bolsonaro iria explodir contra a Adutora do Guandu, que abastece o Rio

(Revista Veja – Acervo Digital – Edição de 28 out 1987 / págs 40 e 41/ LINK)

Em sua edição de 28 de outubro de 1987, a revista Veja publicou uma reportagem denunciando que o capitão Jair Messias Bolsonaro e um outro identificado apenas como Xerife iriam explodir bombas “em várias unidades da Vila Militar, da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no interior do Rio de Janeiro, e em vários outros quartéis”.

Bolsonaro criticou o ministro do Exército da época Leônidas Pires Gonçalves, a quem chamou de incompetente e racista por ter chamado os militares de “uma classe de vagabundos mais bem remunerada do país”. Bolsonaro concordou em parte com a crítica do ministro e disse: “Só concordamos em que ele está realmente criando vagabundos”. A parte salarial era a questão de fundo do seu descontentamento.

Ele afirmou à repórter que iriam explodir bombas para “mostrar a insatisfação com os salários e criar problemas para o ministro Leônidas”.

A reportagem é que caiu como uma bomba no colo do ministro. O general procurou pelos dois conspiradores, mas Bolsonaro e Xerife negaram tudo e tentaram jogar a bomba no colo da repórter. O ministro convocou a imprensa e afirmou:

“Os dois oficiais envolvidos, eu vou repetir isso, negaram peremptoriamente, da maneira mais veemente, por escrito, do próprio punho, qualquer veracidade daquela informação.”

Só que Bolsonaro cometeu um erro. Havia desenhado , do próprio punho o croqui da bomba que seria colocada na Adutora do Guandu, que abastece de água o Rio de Janeiro. E a repórter ficou com o croqui.

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A revista entregou o material ao ministro e este, após quatro meses de investigação, concluiu que a reportagem estava correta e os capitães haviam mentido.

A revista se vingou da fonte colocando foto de Bolsonaro ilustrando o reconhecimento do ministro, com a seguinte legenda: “Bolsonaro: mentira”.

O caso foi entregue ao Superior Tribunal Militar. A expectativa era de que Bolsonaro seria expulso do Exército, segundo um oficial do STM declarou à revista. Mas, contra todas as provas, Bolsonaro foi absolvido.

Por que absolvido? Pelo mesmo motivo que o tornou conhecido, que o elegeu e elege até hoje: a luta por melhores salários e pensões para os militares. É também por esses votos que ele dá as declarações que dá. E adora a repercussão.

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Revista Veja denunciou em 1987. Bolsonaro planejou explodir bombas no país « Poços10 – Poder e Política

15/12/2014

Bolsonaros é melhor e único produto de qualquer ditadura

Bolsonaro por SantiagoComo explicar que todos os principais grupos de comunicação estiveram do lado dos ditadores, golpeando a democracia e os direitos humanos, e agora queiram cantar de defensores da liberdade? Graças às cinco irmãs (Globo, Veja, Folha, Estadão & RBS) coordenados pelo Instituto Millenium, a OBAN do século XXI, há uma fábrica de bolsonaros nas redações. Pergunte ao Estadão quem foi seu Diretor de Redação, Pimenta Neves, o assassino de Sandra Gomide? E na Globo, com Ali Kamel, o  mentor de que “Não somos racistas”. E na RBS & Veja com Augusto Nunes… 

Basta ver como eles tratam os movimentos sociais, como o MST, e como tratam as manifestações para implantarem um regime que impede a existência de manifestações.

RICARDO MELO

Bolsonaros não existem por acaso

Concessões diante da barbárie na ditadura alimentam cotidiano das delegacias e banditismo parlamentar

À luz do bom senso mais prosaico, nenhum argumento contra a revisão da Lei da Anistia fica em pé. O mais utilizado: a lei prega o esquecimento e se aplica "aos dois lados".

A Lei da Anistia foi aprovada em plena vigência do regime militar. Só havia dois partidos autorizados a funcionar: Arena e MDB. Um terço dos senadores era biônico, indicado pelo regime na engenharia do pacote de abril de 1977. Em votação apertada, 206 a 201 votos no Congresso, os generais e o alto empresariado que os sustentava obrigaram um parlamento castrado a engolir a absolvição dos algozes. Chamar isso de acordo é abusar da estupidez alheia. O maior interesse do texto sempre foi inocentar facínoras e seus mandantes, que se deleitavam com a barbárie cometida nas câmaras de tortura.

Ah, mas os mortos vítimas dos "terroristas"? A tentativa de simetria peca por todos os lados. Nunca se pode, pelo menos do ponto de vista da democracia, colocar no mesmo plano o poder de Estado e o de seus opositores –até por serem absolutamente desiguais. Claro que isso não alivia a perda de familiares, seja de que lado for. Mas omite-se o importante: os oposicionistas daquela época foram "julgados" e presos –na melhor das hipóteses. Outros tantos simplesmente desapareceram do mapa, nos porões militares, nos combates forjados ou executados a sangue frio. Foram mais do que "punidos".

Já o batalhão de choque do regime, do Planalto à rua Tutoia, pretendeu escapar ileso com a lei 6683/79. Tenta até hoje, com a ajuda de um Supremo Tribunal Federal cujos veredictos são para lá de controversos. Nada disso esconde a hipocrisia do enredo, e a vergonha de o Brasil ser o único país do continente a avalizar práticas de torturas.

"Ah, mas isso é remexer no passado; com todo respeito aos mortos, vamos cuidar dos vivos." Ocorre que é justamente pelos vivos que se defende a punição de quem institucionalizou a tortura. Por trás das humilhações cometidas cotidianamente contra acusados nas delegacias, inocentes ou culpados, está a jurisprudência de que maus-tratos fazem parte do dia a dia policial. A certeza da impunidade de quem maltrata em nome do Estado sobrevive "em nome da lei".

Pode-se até entender que muitas iniciativas políticas dependam da chamada "relação de forças". É o jogo democrático. Preocupa perceber, no entanto, que a democracia esteja sendo usada para defender a barbárie. É inaceitável, por exemplo, que chefes militares simplesmente se recusem a liberar documentos e informações sobre a violência nos quartéis. E nada acontece. Pense num ministro refratário a fornecer dados sobre tal ou qual projeto. Num país civilizado, o cidadão seria imediatamente demitido.

Aqui, não. Os militares, constitucionalmente submetidos ao poder civil no papel, pintam e bordam. Pior: a presidente da República, chefe deles, não dá um pio. O mínimo a esperar era que, diante de um relatório como o da Comissão da Verdade, a presidente repudiasse publicamente os responsáveis pelos anos de chumbo. Em nome das Forças Armadas. Isto mesmo. Militar que não gostasse teria de se submeter, ou então vestir o pijama –para dizer o mínimo.

As concessões diante de um passado abominável têm alto preço no presente e no futuro. O deputado Bolsonaro está aí para provar. Por muito menos, por se deixar fotografar de cueca, um deputado certa vez teve o seu mandato cassado. Bolsonaro idolatra o estupro, ofende colegas e faz pouco dos direitos humanos sempre que pode. Um bandido. Seus herdeiros seguem pelo mesmo caminho, clamando pela intervenção militar. Num belo dia, a história pede licença para se repetir.

11/12/2014

Bolsonaro não é FDP, é filho do PIG!

Filed under: Estupro,Grupos Mafiomidiáticos,Instituto Millenium,Jair Bolsonaro — Gilmar Crestani @ 10:57 pm
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Cria cuervos… Quem chocou o ovo da serpente que o cuide. Quem protege quem defende estupro também pode defender estuprador. Possivelmente Bolsonaro goste de estuprar e, quiçá, ser estuprado. Mas é algo tão abjeto que mesmo sendo algo das preferências dele, não é coisa para ser defendida sob o manto da impunidade parlamentar.

Se este é um deputado Para Lamentar, pior são os falsos moralistas dos grupos mafiomidiáticos que plantaram o ódio mas agora não querem reconhecer seus filhos de chocadeira.

Filho do PIG!

bolso naziLelê Teles: Bolsonaro, um dos “filhos” da mídia brasileira

publicado em 10 de dezembro de 2014 às 15:49

O QUE DISSE BOLSONARO QUANDO DISSE O QUE DISSE?

por Lelê Teles, via e-mail

Ouçamos isso primeiro, com atenção.

A Hidra tem inúmeras cabeças, os gregos as contaram lá na antiguidade.

Alguns desmiolados na grande mídia, pretendendo agradar os patrões bilionários, decidiram chocar um ovo da velha Hidra que estava perdido por aí, sentaram-se sobre ele – revezando – e o aqueceram até que o monstrinho ganhou vida e ganhou as ruas.

Agora não há quem o detenha.

Outro dia, Noblat se queixou quando o seu filho, o repórter comediante Guga Noblat, foi atacado pela fera durante uma passeata.

Tarde demais.

Agora, Noblat se queixa novamente ao ouvir o caricato deputado carioca falar em estuprar. Seus leitores o chamaram de petralha.

Tarde demais.

Como jornalista, Noblat ajudou a chocar o monstro. Agora, como pai, viu que colocou a vida do filho em risco. E como avô, percebe também que sua netinha está a perigo. Há parlamentar fazendo, abertamente, apologia ao estupro.

Noblat pede a cassação de Bolsonaro, mas tá pensando nos dele, nos de casa, quando teve que pensar no Brasil ele pouco se lixou.

Voltemos a Bolsonaro, uma das cabeças da besta policéfala, cujo filho vai à manifestações com pistola na cinta.

Ouçamos o que disse o monstrengo na noite de ontem à Maria do Rosário, sua colega de parlamento: “há poucos dias, ‘tu’ me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece”.

Com isso, o deputado não disse apenas que poderia estuprar alguém, disse sobretudo que estupraria alguém que merecesse.

Para Jair, há mulheres que merecem ser estupradas. E ele afirma que sabe distinguir bem, quando olha para uma mulher, as que merecem e as que não merecem o estupro.

O que ele merece?

Cassá-lo por quebra de decoro é justo e é um imperativo. Mas arrancar uma cabeça não vai matar o monstro. Há Lobões, Mervais, Jabores, Mainardis, Azevedos, Waacks… todos mergulhados no pântano a alimentá-lo.

A Hidra de Lerna, quem não o sabe, tinha o corpo de dragão e sete cabeças de serpente, que sempre se regeneravam ao serem cortadas.

O monstro era tão horrendo que só o seu hálito já matava. Habitante do pântano, exalava um odor mortífero e aterrorizante.

Hércules, e apenas Hércules, conseguiu matá-la.

No entanto, mesmo sabendo que temos um trabalho hercúleo pela frente, é sabido que não temos nenhum Hércules por essas paragens.

E agora, quem poderá nos salvar?

Palavra da salvação.

PS do Viomundo: Lelê vai ao encontro do que temos dito repetidamente, que uma mídia de extrema-direita produz “heróis” da extrema-direita.

Leia também:

Abaixo-assinado que pede cassação de Bolsonaro chega a 90 mil adesões

Lelê Teles: Bolsonaro, um dos "filhos" da mídia brasileira « Viomundo – O que você não vê na mídia

10/12/2014

Bolsonaro defende estupro como estilo de vida

BolsonaroRenatoAroeiraSinceramente, não entendo o espanto com Jair Bolsonaro (PP/RJ). Ele está dizendo exatamente o que se fazia na ditadura. Prender sem ordem de prisão, torturar por ódio, estuprar por prazer, esquartejar por método, esconder os pedaços de corpos por medo de vingança. Quem ousasse informar, era morto, como fizeram com o jornalista Vladmir Herzog e com Rubens Paiva.

Tudo isso, que é muito, não é tudo.

Infelizmente Maria do Rosário parece que contraiu a Síndrome de Estocolmo, pois ainda não aprendeu a lidar com víboras. Se soubesse não ocuparia os microfones do Congresso Nacional para tecer elogios às empresas, como o fez por ocasião do aniversário da RBS, que são a razão da existência de Bolsonaros. Se a Maria do Rosário não souber reconhecer as árvores que produzem frutas como Bolsonaro estará sempre sujeita, por proximidade, que lhe caiam na cabeça. Um fruto pode ser facilmente eliminado, difícil é eliminar as árvores que os produzem.

Aliás, quando ouviu as barbaridades ditas pelo estuprador das casernas, ficou em silêncio. Não reagiu à altura como merecia.

Não existiriam animais como Bolsonaro se os membros do Instituto Millenium por vezes se indignassem com os crimes da ditadura. Mas acontece exatamente o contrário. Tudo o que disse Bolsonaro é silenciosamente desfrutado por quem com ele se compraz. Ninguém foi mais beneficiado por este tipo de energúmeno do que os que defendem a ditadura, como fizeram Globo, Folha, Estadão, RBS e que hoje batem contra quem luta pelo direito de: 1) saber onde estão seus familiares desaparecidos e 2) quem foram seus estupradores e assassinos. Será que Bolsonaro agiria com tanta desfaçatez se não existisse políticos como Aécio Neves, que o albergou durante a última campanha eleitoral?!

Por que a RBS não questiona Ana Amélia Lemos e demais gaúchos correligionários de Bolsonaro a respeito das razões que os reúnem sob a mesma sigla, o PP?! Se Bolsonaro fosse petista a RBS cobraria explicações de Tarso, Olívio, Lula e Dilma. E até de Gilmar Mendes colheria impressões sobre o fenômeno. Como é do partido da sua funcionária, aplica a lei Rubens Ricúpero. Os famosos colunistas sempre de dedo em riste para apontar a imoralidade alheia hoje, diante do que perpetrou Bolsonaro, encontram-se num estrondoso silêncio.

A única dúvida é se Bolsonaro defende o estupro como investimento, na medida que possa esperar, por retribuição, ser estuprado. Vai saber o que se passou com ele no meio de tantos homens na caserna…

Vendo por lado positivo, acho que a existência de Bolsonaro nos oportuniza conhecer quem são os que têm no estupro seu estilo de vida. Quem o defende talvez esteja esperando ser estuprado.

20/07/2013

Tratamento dado a Roger Abdelmassih provoca peregrinação médica ao STF

Procurei no Google e não encontrei nenhuma manifestação da Federação Nacional dos Médicos a respeito do colega Roger Abdelmassih. Seria apenas coincidência ou o a FENAM quer de Gilmar Mendes o mesmo tratamento, usando da mesma receita, com que medicou juridicamente o respeitável doutor estuprador?! Por que será que a FENAM não se incomoda com a parceria humanitária do Jair Bolsonaro no uso corporativista do STF contra quem precisa de médicos?

Médicos rompem com governo e vão ao STF

:

Federação Nacional dos Médicos (Fenam) anunciou que vai deixar seis comissões que integra na esfera do governo e outros cinco colegiados do Conselho Nacional de Saúde em reação à medida provisória que criou o programa Mais Médicos e aos vetos da lei do Ato Médico, que regulamenta a medicina; entidade informou ainda que vai ingressar com duas ações judiciais no Supremo para suspender os efeitos da medida provisória do Mais Médicos; eles criticam falta de diálogo do governo com a categoria; sindicatos se mobilizam para greves

Brasil 24/7

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