Ficha Corrida

08/08/2016

“Somos todos quadrilha”

A marcha dos zumbis revelou que todo midiota, aquela gente vestida com camisas da CBF, apoiava Eduardo CUnha. Convocados pela Rede Globo e suas filiais, a manada abraçou a causa do golpe paraguaio. A imbecilidade perdeu o pudor quando assumiu a bandeira “Somos Todos Cunha”. E o resultado está aí. Eram todos da mesma quadrilha. Não é Padrilha?!

Nesta segunda, com ressaca das Olimpíadas, as cinco irmãs (Folha, Estadão, Veja, Globo & RBS) ressuscitam a Lei Rubens Ricúpero: “o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde. Ninguém mais toca no assunto. A ordem do Instituto Millenium é concentrar no afastamento da Presidenta honesta e colocar em seu lugar verdadeiros cleptomaníacos.

A plutocracia brasileira prefere uma cleptocracia à uma democracia. Para os honestos, a pior democracia é sempre preferível a qualquer golpe. Os golpistas ganham medalha de ouro em assalto aos cofres públicos.

Temer, Serra e Padilha estão nas mãos de Janot

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Depois da explosiva delação de Marcelo Odebrecht, o procurador-geral da República não terá como não denunciar dois dos principais ministros de Michel Temer, José Serra (caixa dois de R$ 23 milhões mais contas no exterior) e Eliseu Padilha (R$ 4 milhões em dinheiro vivo), bem como o próprio interino, que pediu dinheiro à empreiteira em pleno Palácio do Jaburu; se "pau que bate em Chico também bate em Francisco", como disse Janot ao tomar posse na PGR, o governo Temer chegou ao fim; a questão é saber se a queda ocorrerá antes ou depois do impeachment

7 de Agosto de 2016 às 21:46 // Receba o 247 no Telegram

247 – "Pau que bate em Chico também bate em Francisco". Essa foi a frase mais marcante de Rodrigo Janot, ao tomar posse na procuradoria-geral da República.

Portanto, se Janot for mesmo fiel às suas próprias palavras, em breve ele denunciará dois dos principais ministros de Michel Temer – o chanceler José Serra e o chefe da Casa Civil Eliseu Padilha – bem como o próprio interino.

O motivo: todos foram abatidos pela explosiva delação de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da maior empreiteira do País.

Sobre Serra, Marcelo disse que doou R$ 23 milhões à sua contabilidade clandestina, inclusive realizando depósitos no exterior (leia mais aqui). O empreiteiro também prometeu entregar provas de corrupção no Rodoanel, citando os operadores de Serra.

Em relação a Padilha, Marcelo disse ter lhe dado R$ 4 milhões em dinheiro vivo, após um encontro no Palácio do Jaburu em que o próprio Temer pediu ajuda à empreiteira – o que resultou num caixa dois, em dinheiro vivo, de R$ 10 milhões (leia mais aqui).

Se Janot denunciou o ex-presidente Lula apenas porque o ex-senador Delcídio Amaral o acusou de lhe pedir para calar Nestor Cerveró, o que fará com Serra, Padilha e Temer?

E se a denúncia contra Lula foi aceita pelo Judiciário, será difícil imaginar que o Supremo Tribunal Federal fechará os olhos para um caixa dois de R$ 33 milhões – R$ 23 milhões de Serra e R$ 10 milhões do PMDB.

Portanto, o governo Temer chegou ao fim. A única dúvida é saber se a queda ocorrerá antes ou depois da votação definitiva do impeachment no Senado.

Temer, Serra e Padilha estão nas mãos de Janot | Brasil 24/7

24/12/2015

Das coisas que o MPF foge como o diabo da cruz

Filed under: Aécio Neves,Francisco Dornelles,José Sarney,MPF,Paulo Roberto Costa,Quadrilha — Gilmar Crestani @ 9:31 am
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Quadrilha
Carlos Drummond de Andrade

Sarney amava Dornelles que amava Costa
que amava Aécio que amava Cunha que amava Temer
que não amava ninguém.
Aécio foi para os Estados Unidos com André Esteves, Costa para o presídio,
Cunha morreu de golpe, Temer ficou para tia decorativa,
Cunha suicidou-se com Lewandowski e Temer casou com Marcola
que não tinha entrado na história

Francisco Dornelles é primo de Aécio Neves. Ele propôs uma mamata federal. Isso deveria ser relevante para o jornalismo “amigo de Lula”

publicado em 23 de dezembro de 2015 às 17:10

dornelles

Da Redação

Não existe crime por associação. Existem crimes de imprensa por associação.

Como em “Médico que atendeu Lula é suspeito de assassinato“, da Veja.

O pecuarista José Carlos Bumlai confessou a doação de R$ 12 milhões ao PT, mas isentou o ex-presidente. Você pode acreditar ou não. Não nos consta que ele seja filantropo. Portanto, é mesmo de desconfiar.

É justo contextualizar a história de Bumlai e suas relações com Lula, mas sem deixar de fora o fato de que o pecuarista também foi sócio de Galvão Bueno e de João Carlos Saad, dono da TV Bandeirantes e amigo de muita gente.

Por isso, “o amigo do Lula” insistente, incluído em todas as manchetes e citações feitas pelos jornais ao pecuarista, deu nos nervos do próprio Bumlai: “Até meu nome mudaram. Sou José Carlos Bumlai, não amigo do Lula“, declarou ao depor em uma CPI.

Bem, se são estes os critérios jornalísticos adotados pelo GAFE (Globo, Abril, Folha, Estadão), por que não Francisco Dornelles, primo de Aécio Neves?

Neste caso, afinal, temos uma relação de parentesco que inclui uma nomeação política! O gráfico acima, dos Amigos do Presidente Lula, é esclarecedor.

Dornelles já foi três vezes ministro: da Fazenda sob José Sarney, quando Aécio foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal aos 25 anos de idade; do Trabalho e Desenvolvimento, sob Fernando Henrique Cardoso.

Hoje é vice-governador do Rio, tendo feito em 2014 campanha pelo primo na chapa Aezão, que pedia votos para Aécio e Pezão, eleito governador.

Em sua carreira política, Dornelles passou pelo PFL, PDS, PPR e PPB. Presidiu o PP, o partido que indicou Paulo Roberto Costa diretor da Petrobras.

Na agenda de Paulo Roberto, apreendida pela PF, aparece um encontro dele com Francisco Dornelles, então presidente do PP, em 25 de maio de 2012, pouco depois de deixar a diretoria da Petrobras. Questionado, Dornelles respondeu que “sempre o considerou um técnico da maior competência”.

Técnico? Sim, ele é engenheiro, mas a PGR acusa o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás de ter repassado R$ 62,1 milhões a parlamentares do PP. Se for comprovado, Costa era o caixa das campanhas enquanto o primo de Aécio tocava o partido, do qual ainda é presidente de honra.

Mas, não fica nisso.

Na madrugada do último dia 17 o Viomundo foi um dos primeiros a noticiar, a partir da leitura da íntegra do documento em que a PGR pede o afastamento de Eduardo Cunha do mandato e da presidência da Câmara, que Francisco Dornelles foi citado como um dos parlamentares que apresentaram emendas em nome de Cunha.

Funcionou assim, segundo a PGR: a OAS escrevia as emendas e Cunha as destinava, através de aliados, para apresentação no Congresso.

Dornelles, por exemplo, apresentou 15 emendas à MP 584, de 2012, que se converteu na Lei 12.780, de 09/01/2013.

(Investigue, clicando aqui, as 64 emendas apresentadas)

A MP tratava de benefícios fiscais relativos às Olimpíadas do Rio 2016: isenção de IPI, imposto de importação, PIS-Pasep importação, COFINS importação e outros.

A Lei contempla a Globo, já que permite a importação de equipamentos de TV pelas emissoras credenciadas.

Os irmãos Marinho têm, portanto, todos os motivos para fazer com as Olimpíadas do Rio o mesmo que fizeram durante décadas com Ricardo Teixeira, homenageado com uma reportagem inacreditável no Jornal Nacional, quando se despediu da CBF: não investigar absolutamente nada.

O que Dornelles, o primo de Aécio, pretendia fazer?

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Por exemplo, através de uma das emendas, estender às obras de infraestrutura urbana vinculadas aos Jogos os benefícios do REIDI — Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infra-Estrutura.

E o que prevê o tal do REIDI?

Isenção no recolhimento do COFINS importação (alíquota geral de 7,6%) e do PIS-Pasep importação (alíquota geral de 1,65%).

Ou seja, as empreiteiras envolvidas nas obras do Rio poderiam importar “máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos, novos, e materiais de construção para utilização ou incorporação em obras de infra-estrutura” deixando de recolher quase 10% do valor em impostos.

Não, não estamos falando do Parque Olímpico, mas de qualquer obra remotamente associada aos Jogos.

[Para saber sobre a mamata do Parque Olímpico, veja a reportagem no pé da página]

É o “trem da alegria” de 2016. Tremenda mamata!

O interesse específico da OAS era no Porto Maravilha, que não tem relação direta com os Jogos mas foi incorporado ao “pacote olímpico” do PMDB carioca.

Em novembro de 2010, o prefeito Eduardo Paes havia assinado o maior contrato de Parceria Público Privada do Brasil, no valor de R$ 7,6 bilhões, com a OAS e a Odebrecht.

Pelo contrato da PPP, as duas empreiteiras se tornaram “donas” da região portuária do Rio durante 15 anos. Uma oportunidade ímpar para a especulação imobiliária.

Descrição das obras do Projeto:

– Essa PPP inclui todo o processo de recuperação da infraestutura da região portuária. E isso inclui a demolição do Elevado da Perimetral, que representa um muro entre a cidade e o mar, causando sombra, barulho, poluição. A idéia, além da demolição do elevado, é trazer para a cidade veículos mais amigáveis ao meio ambiente, como é o caso dos VLTs (Veículo Leve sobre Trilhos). Além disso, o contrato prevê a construção das avenidas que vão substituir o elevado, a implantação de redes de esgoto e de iluminação. Ou seja, as pessoas que moram na região e seus visitantes terão uma qualidade de vida infinitamente superior à atual – explicou o secretário [de Desenvolvimento, Felipe Góis].

[…] Na segunda fase das intervenções do Porto Maravilha, serão 70km de vias construídas e reurbanizadas, além da implantação de redes de infraestrutura urbana com serviços de pavimentação, drenagem, sinalização, iluminação, arborização, recuperação do sistema de água e esgoto. Também serão construídos 17km de ciclovias. Além disso, entre os serviços que ficarão sob responsabilidade do consórcio, estão a conservação e manutenção de vias públicas e monumentos históricos, iluminação pública, limpeza urbana e coleta de lixo domiciliar.

Agora, por favor, respondam: o que a rede de esgotos do Porto Maravilha tem a ver com as Olimpíadas de 2016?

Mas, pela emenda de Francisco Dornelles, o primo de Aécio, a OAS poderia importar tijolos da Argentina, lixeiras da China ou lâmpadas do Chile com um belo desconto. Os exemplos que escolhemos, obviamente, são tão bizarros quanto a emenda.

A proposta de Dornelles foi aprovada no Congresso mas, posteriormente, vetada pela presidente Dilma Rousseff.

O cúmulo da hipocrisia é que, enquanto de um lado pretendia desonerar a OAS e a Odebrechet, reduzindo a arrecadação de impostos, Francisco Dornelles pregava austeridade fiscal ao governo.

A hipocrisia não é uma exceção no PP, um partido que, como o PMDB, é ao mesmo tempo da base de Dilma e não é.

O partido indicou seis deputados pró-impeachment à comissão “produzida” por Eduardo Cunha na Câmara e enterrada pelo STF: Jair Bolsonaro (RJ), Jerônimo Goergen (RS), Luis Carlos Heinze (RS) e Odelmo Leão (MG) e mais os suplentes Renzo Braz (MG) e Roberto Balestra (GO).

Dois deles, Jerônimo Goergen e Luis Carlos Heinze, estão na lista de investigados da Operação Lava Jato.

O PP de Dornelles, aliás, é recordista: tem três senadores, 18 deputados e 11 ex-parlamentares sob investigação da PGR.

Agora tem um ex-senador e vice-governador, com a inclusão de Dornelles, o primo de Aécio.

O que apenas reforça nossa tese: a frente que pretende derrubar Dilma — que não é acusada de corrupção — é formada por “moralistas” sem moral, oportunistas sem votos, um vice ressentido que advoga em causa própria e empresários que se dividem em duas turmas.

Uma, a dos corruptores que querem enterrar a Operação Lava Jato por motivos óbvios; outra, a dos financiadores de patos de plástico amarelos que não querem pagar impostos (muitas vezes, as turmas se confundem).

Muitos deles mamaram nos R$ 100 bilhões em desoneração concedidos pelo governo federal e agora, num cenário pós-Dilma, pretendem atropelar a Constituição de 88 para continuar a transferência de renda da base para o topo da pirâmide, via retirada de direitos sociais.

Aécio, obviamente, ocupa posição de destaque nesta turma. Sem dar um pio sobre o primo do PP. Com a garantia de que jamais será associado a Dornelles nas manchetes. Nem a Azeredo. Nem à lista de Furnas. Nem àquele dinheiro que, segundo o delator Alberto Yousseff, ele recebeu da prestadora de serviços Bauruense.

O presidente do PSDB jamais vai dizer que o sistema político apodreceu graças ao dinheiro grosso que, além de financiar campanhas, caixa dois e enriquecimento ilícito, escreve emendas parlamentares para esta caricatura do Congresso que é Eduardo Cunha, caricatura que usou o primo de Aécio como marionete parlamentar — sempre segundo a PGR.

Aécio precisa deles — dos homens do dinheiro, de Cunha e do jornalismo “amigo de Lula” — para derrubar Dilma. O resto são as lixeiras chinesas do Porto Maravilha.

PGR pede afastamento de Cunha from Luiz Carlos Azenha

http://pt.slideshare.net/lcazenha/pgr-pede-afastamento-de-cunha?ref=http://www.viomundo.com.br/politica/francisco-dornelles-e-primo-de-aecio-neves-ele-propos-uma-mamata-federal-isso-deveria-ser-relevante-para-o-jornalismo-amigo-de-lula.html 

Francisco Dornelles é primo de Aécio Neves. Ele propôs uma mamata federal. Isso deveria ser relevante para o jornalismo "amigo de Lula" – Viomundo – O que você não vê na mídia

20/08/2015

Para Eduardo CUnha e a manada de fascistas golpistas, templo é dinheiro

OBScena: flagrante do momento em que Eduardo CUnha pede aos cúmplices para levantarem o dedo. Pela teoria do domínio do fato, eis a prova de quem finanCIA o MBL do Kim Kataguiri.

Eduardo Cunha, musa do MBLNão há nenhum político do PT denunciado na Lava Jato. Mas foi pego por inteiro todo o PP Gaúcho. Ninguém da imprensa ousa criminalizar o PP gaúcho. Agora aparecem o operador do PMDB e o Presidente dos 300 picaretas, Eduardo CUnha. Quem ousa criminalizar o PMDB do Pedro Simon, do José Sarney, do Tiririca da Serra?

Por que os golpistas da velha mídia, sempre tão rápida para criminalizar o PT, e defender o Eduardo CUnha não criminaliza o PMDB?

O ódio da Direita Golpista ao PT, que semeou fascistas pelas redes sociais e que amadrinhou na Marcha dos Zumbis, é porque eles precisam de diversionismo. Como já dizia o velho tucano Ricardo Semler, nunca se roubou tão pouco. Mas o que importa não são os fatos, são as versões. O compadrio golpista que capturou parte do MPF e Polícia Federal direciona todas as fichas na criminalização do PT. E assim desviam o olhar para os verdaeiros bandidos. Por que MPF e PF não veem nada de mal que o PSDB sente e negocie com nacrotraficante Marcola e o PCC? Não é mera coincidência que tenha virado pó um helipóptero com 450 kg de cocaína. Imagine o helicóptero ou o piloto ou se a fazenda tivesse qualquer relação, mesmo que muito distante com o PT, se os assoCIAdos do Instituto Millenium não fariam campanha de criminalização até a quinta geração de Dilma, Lula e o PT. Como são crimes praticados por parceiros, o silêncio é ensurdecedor. A manipulação grosseira é a única aliada dos movimentos sociais. Até os seres mais obtusos percebem o auê que fazem encima da FRIBOI e o silêncio entorno dos escândalos do PSDB, DEM & PMDB é reflexo da aplicação da velha Lei Rubens Ricúpero.

Cunha pediu para receber propina por meio de doações à Assembleia de Deus

qui, 20/08/2015 – 18:24

Atualizado em 20/08/2015 – 18:36

Cíntia Alves

Jornal GGN – O presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) pediu ao lobista Julio Camargo, investigado pela Operação Lava Jato, para receber propina em forma de dinheiro vivo que teria sido disfarçada por meio de doações à Assembleia de Deus. A igreja tem como diretor perante a Receita Federal o irmão do presidente da igreja evangélica Assembleia de Deus Madureira, do Rio de Janeiro, instituição frequentada por Cunha.

Segundo denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da Repúblia, Rodrigo Janot, na tarde desta quinta-feira (20), Cunha teria usado a Câmara Federal para pressionar Julio Camargo a pagar propinas a ele e ao operador do PMDB na Lava Jato, Fernando Soares, em função de contratos da Petrobras com a Samsung pelo fornecimento de navios sonda. 

Os pagamentos a Cunha e a Soares por Camargo teria ocorrido entre 2006 e 2009. Em 2012, Julio Camargo foi procurado por Fernando Soares para que fizesse os pagamentos que restavam a Cunha por meio da Assembleia de Deus. O Ministério Público Federal detectou duas transferência em nome da instituição: uma de R$ 125 mil, da empresa Piemonte, e outra de mesmo valor, por parte da Treviso, ambas com a falsa justificativa de "pagamentos a fornecedores", escreveu Janot.

Luis Nassif Online | GGN

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’

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O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que a denúncia contra o presidente da Câmara é "acachapante"; "Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, Fernando Baiano, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões. A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Camargo foram escritos por Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa. Mostra, uma a uma, as transferências que Camargo fez a Baiano, para que fossem repassadas a Cunha. E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente", afirma

20 de Agosto de 2015 às 21:17

Fernando Brito, do Tijolaço

Acabo de ler as mais de 80 páginas do texto (aqui e aqui) com que o Procurador Geral da República pede que seja aceita a denúncia contra Eduardo Cunha – e também contra sua cúmplice Solange Almeida – por corrupção e lavagem de dinheiro, e que paguem nada menos que R$ 277 milhões de reais como devolução de dinheiro desviado e multa pelo crime.

É acachapante.

Descreve as reuniões entre o lobista Júlio Camargo, o operado de Cunha, Fernando Baiano, o ex-diretor internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró e, pelo menos uma vez, na presença de Eduardo Cunha, com descrição em detalhes (e registros) do automóvel em que foi conduzido ao encontro, onde colocou a faca no pescoço do pagador de comissões.

A denúncia prova, com fartura de dados, que os tais requerimentos assinados por Solange Almeida para pressionar Júlio Camargo foram escritos por Eduardo Cunha, em seu computador na Câmara, com o uso de sua senha privativa.

Mostra, uma a uma, as transferências que Julio Camargo fez a Fernando Baiano, para que fossem repassadas a Cunha.

E, como a cereja do bolo fétido, o depósito direto na conta da igreja evangélica a que Cunha se filiou, recentemente.

Embora a defesa de Cunha diga que a acusação é “facilmente derrubável” – interessante que não falou por ela o ex-procurador Antonio Fernando de Souza – por se basear apenas na palavra do delator, não é assim.

Além da materialidade do fato, há provas de autoria (os requerimentos achacadores), tipicidade da conduta criminosa, agravantes, dolo, percepção de vantagem e conexões evidentes.

Cunha, cuja carreira começou como operador do mercado financeiro (e, ironicamente, na firma de auditoria Arthur Andersen) sabe como fazer o despistamento dos vestígios do dinheiro.

Mas não sabe como fazer todos os crimes perfeitos.

Logo ele, que herdou dos tempos de cabo eleitoral de Fernando Collor o espírito do “bateu, levou”, está tomando fôlego para responder.

Resta saber se o tem, e que não se o subestime, porque sua carreira – leia o perfil que dele traça o repórter Chico Otávio – é pródiga em transformar desastres em bons negócios.

Agora, porém, parece ter ido além das próprias pernas.

Tijolaço: denúncia de Janot contra Cunha é ‘devastadora’ | Brasil 24/7

Cunha é ‘tirano que parece invencível, mas cai’

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Frase célebre de Mahatma Gandhi foi citada na epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolada nesta quinta (20); "Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto; a frase tem total relação com Cunha, que, mesmo denunciado, já avisou que não deixará o comando da Câmara; na denúncia, o deputado é acusado de receber propina de, ao menos, US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras; na ação, o procurador diz que Cunha usou até a igreja Assembleia de Deus para disfarçar o recebimento de R$ 500 mil em propina

20 de Agosto de 2015 às 19:54

247 – A epígrafe da denúncia do procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cita uma clássica frase do líder da independência indiana, Mahatma Gandhi, segundo a qual "tiranos e assassinos" parecem "invencíveis", mas "sempre caem".

"Quando me desespero, eu me lembro de que, durante toda a história, o caminho da verdade e do amor sempre ganharam. Têm existido tiranos e assassinos, e por um tempo eles parecem invencíveis, mas no final sempre caem. Pense nisto: sempre", diz o texto.

A Procuradoria-Geral da República protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), no início da tarde desta quinta-feira 20, denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Na denúncia, o deputado é acusado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de receber propina de ao menos US$ 5 milhões e vantagens indevidas para viabilizar a contratação do estaleiro Samsung, responsável pela construção de navios-sonda para a Petrobras.

"O denunciado Eduardo Cunha ocultou e dissimulou a natureza, origem, localização, disposição, movimentação e propriedade de valores provenientes, direta e indiretamente, do crime contra a administração, mediante o recebimento fracionado de valores no exterior, em contas de empresas offshore e por meio de empresas de fachada, mediante simulação de contratos de prestação de serviços e, ainda, pagamento de propina sob a falsa alegação de doações para Igreja", diz a denúncia, que complementa que a Igreja Evangélica Assembleia de Deus intermediou o recebimento de pelo menos R$ 500 mil a Cunha (PMDB-RJ) em 2012.

Janot pede ‘restituição do produto e proveito dos crimes no valor de US$ 40 milhões e a reparação dos danos causados à Petrobras e à Administração Pública também no valor de US$ 40 milhões’.

Neste link a primeira parte da denúncia. Aqui o restante do texto.

18/07/2015

A verdadeira terceirização

OBScena: gêmeos siameses separados no berço

Cunha & Marinho Gêmeos SiamesesComo no poema Quadrilha, do Drummond, Eduardo CUnha é e sempre foi pau mandado da Rede Globo. E agora, a mesma Globo, revolve os próprios intestinos e cospe que Celso Pansera se assume como pau mandado de Eduardo CUnha. Ora, há tempos que corre pela internet, mas não nos sites dos assoCIAdos do Instituto Millenium, que CUnha tem uma legião de testas de ferro que agem em nome dele. Como a prefeita de Rio Bonito, por exemplo.

A Globo aplicava com Eduardo Cunha a Lei Rubens Ricúpero que instituíra, com o pau mandado Carlos Monforte, no famoso Escândalo da Parabólica.

De nada adianta pegar pilantras como Cunha se as serpentes que os desovam continuam pilotando concessões públicas.

Ver os zumbis saindo das trevas e pelas páginas d’O Globo dá ainda mais prazer. Fica assim provado que os golpistas amestrados pela Globo e demais grupos mafiomidiáticos são mais sujos que pau de galinheiro. Até aí, nenhuma novidade, em todas as sujeiras da política brasileira sempre houve, pelo menos desde a Getúlio Vargas, o dedo sujo da imprensa.

Deputado reage a denúncia de Youssef: ‘Não sou pau mandado de ninguém’

Celso Pansera diz que pedido de quebra de sigilo bancário de familiares do doleiro não é ameaça

por Tiago Dantas e Thais Skodowski, especial para O GLOBO

17/07/2015 18:07 / Atualizado 17/07/2015 18:27


CURITIBA E SÃO PAULO — Um dia após o doleiro Alberto Youssef afirmar, em depoimento à Justiça Federal de Curitiba, que está sendo intimidado na CPI da Petrobras por um “deputado pau mandado de Eduardo Cunha”, o parlamentar Celso Pansera (PMDB-RJ) reagiu dizendo, nesta sexta-feira, que está apenas cumprindo seu papel de integrante da CPI. Nos últimos meses, Pansera solicitou duas vezes à CPI a quebra de sigilo bancário da ex-mulher e de duas filhas do doleiro. Os pedidos foram interpretados como uma forma de intimidação pelos advogados que defendem Youssef.

— Não sou pau mandado de ninguém. Não devo favor nenhum a Eduardo Cunha. Ele é líder do partido, presidente da Câmara, mas fui eleito como resultado do meu trabalho. Fazer os requerimentos à CPI foi uma decisão minha. E só fiz isso porque foi o próprio Youssef quem falou dos patrimônios das filhas na delação dele — afirmou Pansera ao GLOBO.

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro nesta quinta-feira, Youssef afirmou que suas filhas e a ex-esposa estavam sofrendo initmidação na CPI. Sem citar nomes, disse que as ameaças viriam de “um deputado pau mandado de Eduardo Cunha”. Na delação, o doleiro afirmou que Cunha também se beneficiava do esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava-Jato.

— Fazer requerimento faz parte do papel de um deputado. Ele (Youssef) se sentir ameaçado com isso é ridículo. Se aquele recado foi para mim, ele é quem está me ameaçando e a Justiça tem que me proteger — disse Pansera.

O primeiro requerimento feito por Pansera foi aprovado pela CPI em 11 de junho. Os advogados do doleiro conseguiram uma decisão no Supremo Tribunal Federal (STF) que impedia que o sigilo bancário dos familiares do delator fossem quebrados pela CPI. No dia 9 de julho, a comissão aprovou um novo requerimento de Pansera, dessa vez pedindo que o sigilo que já foi quebrado pela Justiça seja compartilhado com os deputados.

Deputado reage a denúncia de Youssef: ‘Não sou pau mandado de ninguém’ – Jornal O Globo

02/06/2015

Graças a sicários como Marin os Marinho da Globo figuram na Forbes

marinesCom a prisão dos totens dos coxinhas brasileiros na Suíça, a mando do FBI para tentar melar a Copa da Rússia, lavamos a alma pelo simples fato de que, só assim, nossos verdadeiros bandidos vão parar atrás das grades. Por coincidência, o mesmo país responsável por homens como Marin na ditadura, também vira seus algoz. Nada mal se acontecesse, para deixar de ser vira-lata, algo semelhante a outros ex-parceiros dos EUA. Saddam Hussein, Bin Laden e Muammar Kadafi também foram, enquanto úteis, parceiros dos EUA. Depois de chuparem o suco, jogaram-nos foram como bagaços. Os três foram assassinados. Um destino igualmente merecido para um sicário como Marin.

Vai-se Marin, chega Eduardo Cunha. A Globo tem esta capacidade de repor suas peças para manter engraxada a engrenagem da corrupção. E com algumas estatuetas ainda consegue se blindar junto ao Poder Judiciário. Não fosse assim, não precisaria contrabandear da Alemanha a teoria do domínio do fato. Há fatos, provas, testemunhas, mas nada disso se aplica quando se trata da Rede Globo. Para conhecerem os rigores da lei só mesmo se um dos filhos se filiar ao PT. Se for petista, aí até a cunhada da empregada do vizinho corre o risco, se for filmada sacando da própria conta bancária, ir presa…

Infelizmente temos visto Maluf, Robson Marinho e outros brasileiros condenados lá fora mas festejados no Brasil. São eles que sempre encontram um Habeas Corpus, ou dois, do Gilmar Mendes. Resta mais uma vez provado que no Brasil só se condena os membros do movimento dos quatro “P’s”: preto, pobre, puta e petista. Na contramão de todos os países que restauraram a democracia, até hoje ainda não vimos nenhum bandido da ditadura ser condenado. Esta mancha ainda está marcada na paleta das instituições mais à direita, MP, PF e PJ. O Executivo se renova, o Legislativo se renova, só no Judiciário e MP ainda impera uma mentalidade de castas, do tempo da República dos Doutores. A censura ao livro que denunciava as relações da CBF com a Nike é apenas mais um exemplo do desserviço da parcela mais retrógrada do Poder Judiciário.

O caso de José Maria Marin é emblemático porque foi, de alguma forma, homenageado pela Marcha dos Zumbis e pelo MBL. Flagrado roubando medalhas, nada lhe aconteceu. As ruas foram inundadas com camisas custando entorno de R$ 400,00, com o brasão da CBF que ele presidia, pedido um golpe de Estado, e até a reimplantação da ditadura. Candidatos a Presidente que apoia golpistas é o quê? E o pedido de golpe não infringe a Constituição? Não é crime? Se as instituições nãos e defendem, para que servem, afinal?

Aliás, poucas pessoas sabem, porque isso é conveniente a quem sempre fez parceria com a ditadura, porque os cinco principais grupos de mídia brasileiros nada informam a respeito do passado do agora presidiário. Afinal, quantas pessoas sabem que José Maria Marin tem nas costas pelo menos um assassinato, o do jornalista Vladmir Herzog?! Pois bem, este é o homem que ocupou a Presidência da CBF e a usou, para além de roubar medalhas, para fazer campanha para seus afiliados políticos. Não é segredo de ninguém as relações promíscuas de Marin com a Rede Globo, Geraldo Alckmin e com Aécio Neves. Como admitiu Judith Brito, a Folha, Veja, ANJ, Instituto Millenium, Rede Globo, RBS fazem oposição. Por isso é que aplicam tão descaradamente a Lei Rubens Ricúpero revelada no Escândalo da Parabólica. A cunhada do Vaccari foi presa por ser cunhada; Marin, mesmo sendo um larápio, ou por isso mesmo, sempre foi recebido com festas pela mesma casta que prendeu a cunha porque a “literatura jurídica permite”….

BESTIÁRIO

rede globo compensaComo diz a Wikipédia, os bestiárioseram catálogos manuscritos realizados por monges católicos que reuniam informação sobre animais reais e fantásticos, tal como o aspecto, o habitat em que viviam, o tipo de relação que tinham com a natureza e a sua dieta alimentar.

No zoológico em que habitava Marin havia outros animais. Formavam um habitat intransponível devido ao locupletamento das instituições públicas brasileiras. Como nas fábulas, ratazanas e víboras conviviam em perfeita simbiose. Uma redoma de vidro criada pelo maior grupo de comunicação, uma espécie de Vênus Platinada da corrupção, mantinha a fauna na lei da selva. Os nomes são importantes porque definem os bois. E os bois vivem ajoujados na corrupção.

Assim como entender uma língua significa adentrar na cultura de um povo, conhecer os termos comuns a um determinado grupo é também apropriar-se de seu status associativo.

A Cosa Nostra siciliana usa termos de difícil compreensão para quem não seja iniciado. Há um longa tradição de onde brotam termos como “pizzu”, “omertà”, “capo di tutti i capi”. E o beijo estalado nas bochechas funciona como código entre mafiosos, mais ou menos como a distribuição de medalhas por Aécio Neves ou as estatuetas que a Rede Globo aos seus capitães-de-mato. São códigos, à moda maçônica, de identificar as pessoas com as quais seus parceiros podem contar. Funciona mais ou menos como o cartel das empreiteiras nas licitações da Petrobrás ou na construção do metrô mais lento do mundo. De mesma orientação é a linguagem usada no tango, o Lunfardo.

A prisão da fina flor da FIFA deu-nos a conhecer o grau de proximidade que existe entre nome e objeto.

A começar pelo notório José Hawilla. Poderia ter dado outro nome para o tráfico de suborno do que TRAFFIC? Quem TRAFFIC faz qualquer outra coisa, não é mesmo?!

Onde mais um rato como Ricardo Teixeira, que esteve sempre nas bocas, iria se esconder senão em Boca Ratón?!  Se falamos de Futebol, caiu na Rede (Globo), mesmo que for ratão, é peixe para seu aquário.

Em época de Lava Jato Del Nero sacou primeiro  e tirou o nome José Maria Marin da sede da CBF. E como poderia alguém que rapidamente queima Marin  ter outro nome senão Nero. Embora Del Nero tenha o nome do primeiro mercador ocidental a fazer negócio na China, nosso Marco Polo não é o único a fazer negócio da China.

Por tudo isso a trupe brasileira na FIFA e na CBF, associados à Rede Globo desde os tempos da ditadura, parecem saídos do filme Os Bons Companheiros. Quem via os regabofes do Galvão Bueno com Havelange ou Ricardo Teixeira entende porque a Rede Globo odeia qualquer coisa que não sejam seus capachos. Não haveria uma quadrilha tão bem fornida não houvesse por traz dela a blindagem da Rede Globo.

30/05/2015

Em São Paulo todo Mistério é Púbico

FHC DepedenteNo Púbico só tem chato, piolho e medalhas escondidos. Assim fica fácil entender porque um larápio condenado na Suíça pode ser Presidente do Tribunal de Contas em São Paulo. Ou um ladrão de medalhas possa, impunemente, comandar a CBF. Com um Ministério Público que premia ladrão o PCC pode virar símbolo de política de segurança. Não é mero acaso que o piores bandidos sejam paulistas. Que os grupos mafiomidiáticos mais manipuladores (Veja, Folha Estadão) sejam paulistas.

O que estes paulistas tomam para brotar tantos Ademar de Barros, Paulo Salim Maluf, Orestes Quércia, FHC, José Serra, José Maria Marin, Robson Marinho, Marco Polo Del Nero?! Será desta convivência pacífica com o crime que faz brotar PCC por lá?! Por será que em São Paulo um assassino, como Pimenta Neves, pode ser Diretor de Redação?

Ou seria por que em SAMPA um bom magistrado, do tipo José Renato Nalini, precisa comprar ternos em Miami? Aliás, é de lá que nasceu aquela teoria defendida por Joaquim Barbosa segundo a qual “juiz deve ter remuneração muito elevada para não ter preocupações de ordem material. É fator primordial de sua independência”. Resumindo a tese de JB, rico é honesto; pobre, corrupto.

Se nas margem do Ipiranga D. Pedro pode gritar Independência ou Morte, os marginais do Tietê seguem o teórico da dependência, FHC: Dependência ao Norte! Em terra que manda Lalau, Nalini, Rodrigo de Grandis et caeterva não admira que prosperem Lalaus, Marins, Malufs, FHCs, Serras, Alckmins.

A escola Nicolau dos Santos Neto, o Lalau, cresceu e prosperou a ponto de grupelhos como MBL e Instituto Millenium pregarem aberta e escancaradamente, como durante as manifestações golpistas contra Dilma, a sonegação.

Com instituições públicas como o MP paulista o negócio é cantar com Chico Buarque: CHAME O LADRÃO!

MP de São Paulo vai tirar a medalha de Marin?

29 de maio de 2015 | 10:58 Autor: Fernando Brito

micomp

Parece que não é só da sede do prédio da CBF que o nome de José Maria Marin terá de ser apagado.

O Ministério Público de São Paulo também terá de passar um “photoshop” no Colar de Mérito que deu ao “boleiro” da CBF.

Concedida, aliás, por unanimidade  pelo  Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça.

A comenda o tornou “membro honorário do Ministério Público do Estado de São Paulo.”

Foi em 2008, não na pré-história de Marin.

Ou então fazer coo o próprio Marin fez com a medalha que embolsou dos jogadores do Corinthians, campeões da da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em 2012.

Discretamente, sumir com a medalha.

Claro que não se acusa o MP de São Paulo de nada, a não ser de não desconfiar de quem todo mundo já tinha um hipopótamo atrás da orelha há muitos e muitos anos.

MP de São Paulo vai tirar a medalha de Marin? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

01/03/2015

Coisas do DEMo!

Todo mundo sabe que a velha mídia e seus correligionários da direita não estão interessados em acabar ou diminuir a corrupção. O que direita quer é acabar com a concorrência na corrupção, até porque tinham, durante quinhentos anos, o monopólio. Agora, quando alguém de outro partido põe as garras de fora, os que sempre se locupletaram com a corrupção ficam ouriçados. Os campeões da ficha suja são do PSDB, seguidos de perto pelo DEM. Contudo, na hora de descer o sarrafo, a Globo e sua manada de seguidores preferem incriminar o PT. Só o ódio explica, mas não justifica.

Desde a parceria da Veja com Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, Policarpo Jr e Gilmar Mendes, passando pela do José Roberto Arruda, o Instituto Millenium adotou a regra Rubens Ricúpero: mostrar o que é ruim para o PT e esconder o que é bom; ou mostrar o que é bom para o DEM/PSDB e esconder o que lhes é ruim. Tanto é assim que depois de 30 anos de administração, o PSDB deixou dois legados em São Paulo: o PCC e a crise d’água. No Paraná não é diferente. A maior contribuição do Paraná no panteão da pátria é a patota do Alberto Youssef: Álvaro Dias, Fernando Francischini e Beto Richa.  Se é a proximidade do Paraguai que explica o surgimento de tantos personagens de malavida, o que explica José Agripino senão sua parceria com grupos mafiomidiáticos?!

José Agripino foi sócio de grande empreiteira investigada na Lava Jato

De acordo com a revista Istoé, José Agripino foi sócio cotista da EIT até agosto de 2008. E mais: nas eleições de 2010, o senador recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira

Na declaração de bens apresentada à Justiça federal em 2002, o senador José Agripino Maia (DEM-RN) era sócio da Empresa Industrial Técnica (EIT). A empreiteira é investigada na Operação Lava Jato. A Petrobras até incluiu a empresa entre as "impedidas de contratar" enquanto procede as investigações. José Agripino foi sócio cotista da EIT até agosto de 2008. E mais: nas eleições de 2010, o senador recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira. “Empresa privada, a EIT é o terceiro maior destino de recursos do estado nas mãos de Rosalba… Continue lendo aqui

Os Amigos do Presidente Lula

Tem mais bandidos na Veja que no Presídio Central

A quadrilha Abril usa o braço Veja para achacar. Foi assim com Policarpo Jr em parceria com Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira. Desta feita o ataque coube ao trombadinha Ulisses Campbell. Por vezes a Veja conta com o braço do jagunço de Diamantino, em outras terceira aos demais a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Hoje a maior quadrilha do Brasil, que tem ódio aos brasileiros e tudo de bom que por aqui se constrói, está alcovitada no coronelismo eletrônico. Agem como verdadeiros grupos mafiomidiáticos.

Nem a máfia siciliana, nem Al Capone foi tão longe no assassinato de reputações. Pior do que o comportamento de quadrilha do Grupo Abril é a passividade das autoridades. Segundo o código penal, tanto o executor como o mandante devem ser punidos. Mas, como o ódio de classe, ao PT, Lula e Dilma está liberado, as autoridades que deveriam dar um basta ao comportamento criminoso são capturados pelas penas de aluguel destes veículos.

O covil da Veja já deveria ter sido desbaratado. No mínimo, dedetizado!

Repórter da Veja se comporta como assaltante no prédio do irmão de Lula e é detido pela polícia.

Na última quarta-feira (25), por volta das 10hs da manhã, a babá dos netos de Frei Chico (irmão do presidente Lula) atendeu um sujeito que se identificou pelo interfone como entregador de livro.
Ao abrir a porta, o elemento anotou o nome, RG e CPF dela, e passou a ter um comportamento suspeito. Em vez de entregar livro como havia dito, começou a perguntar sobre os horários de chegada dos moradores.
Percebendo o comportamento típico de assaltante, a babá trancou a porta e avisou a portaria. A Polícia Militar foi chamada.
O elemento fugiu das dependências do condomínio, sendo detido nas redondezas pela PM, quando se identificou como Ulisses Campbell, jornalista da Veja.
A família de Frei Chico registrou boletim de ocorrência na delegacia de polícia.
Esse é o final da história de assédio pelo elemento da Veja, que começou dias antes com telefonemas e ameaças.
Ulisses Campbell é o elemento que publicou uma mentira absurda revista Veja de Brasília, dizendo que "Thiago, que seria sobrinho do ex-presidente Lula, terá uma festa de aniversário de três anos com custo de 220 mil reais e Ipads de presente para os convidados".
Lula desmentiu em seu instituto. Sequer tem sobrinho com este nome residindo em Brasília.

O elemento da Veja, pego na mentira, tentou fabricar outra matéria. Viajou de Brasília para o estado de São Paulo, e passou a usar nomes falsos e assediar a família de Frei Chico.
No boletim de ocorrência, o filho de Frei Chico relatou:

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Os Amigos do Presidente Lula

28/02/2015

A matilha de tocaia

Insuflados pela velha mídia, PSDB veste a fantasia golpista. Como ventríloquos do Instituto Millenium, os três patetas rasga a máscara democráticas e veste a carapuça da marginalidade. Haverá só lanchinhos para a manada ou o pó daquele helipóptero será distribuído em papelotes?!

Por trás de toda quadrilha há um mentor disfarçado de cidadão de benz! Mercedez Benz! O mesmo instituto beneficiado com dinheiro da SABESP (Estatal doou R$ 500 mil a instituto de FHC), que faltou para investir na ampliação dos serviços de fornecimento de água para os cidadãos mais pobres, agora, com aquele dinheiro, patrocina movimento golpista.

Estes são os quadrilheiros sem voto que o velho coronelismo eletrônico pretende, usando uma manada de imbecis, darem o golpe em Dilma para entregarem a Petrobrax à Chervron…

Para FHC, PSDB deve agir na moita pelos protestos

:

Em reunião com dirigentes tucanos, ex-presidente orientou o partido a estimular o movimento golpista convocado para o dia 15 de março, mas sem dar apoio institucional ao ‘Fora, Dilma’; "Tem que ficar claro que nós apoiamos, mas não somo promotores"; dos caciques tucanos, apenas o senador Aloysio Nunes garantiu presença na manifestação: "Temos que estabelecer esse limite, ter esse cuidado. Não será iniciativa partidária", disse Aécio Neves

28 de Fevereiro de 2015 às 06:37

247 – Um dos maiores articuladores do golpismo tucano contra a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente FHC pediu cautela aos dirigentes do partido.

Em almoço na sede do seu instituto, em São Paulo, o ex-presidente orientou o partido a estimular o movimento pró-impeachment, convocado para o dia 15 de março, mas sem dar apoio institucional ao ‘Fora, Dilma’: “Tem que ficar claro que nós apoiamos, mas não somo promotores”, disse segundo reportagem de Pedro Venceslau, do ‘Estado de S. Paulo’.

Dos caciques tucanos, apenas o senador Aloysio Nunes garantiu presença na manifestação: "Temos que estabelecer esse limite, ter esse cuidado. Não será iniciativa partidária", disse Aécio Neves.

Apesar de negar golpismo, partido de FHC o parecer capenga de Ives Gandra Martins, que defende o impeachment da presidente Dilma por omissão no caso Petrobras. Ele foi pedido pelo advogado José Oliveira Costa, que atua no Instituto FHC (leia mais).

Para FHC, PSDB deve agir na moita pelos protestos | Brasil 24/7

17/01/2015

Indignação tardia, posto que conveniente

Sartori, a coerencia segundo Pedro SimonDe repente uma onda de indignação conveniente, posto que tardia, toma conta do Rio Grande. Os mesmos que agora falam da incoerência do atual governador não se manifestam tão radicalmente contra seu partido e os que o lá colocaram. Por que não criminalizam o partido e seus correligionários, como fazem quando se trata do PT? Por que esta diferença de tratamento?

A Folha, por exemplo, fala da Sartori, mas não criminaliza seu partido. Se Sartori fosse petista, a manchete seria muito diferente. Primeiro atacaria o partido e depois ainda daria um jeito de citar Lula e Dilma.

Atacar o PT é só uma forma de diversionismo, para desviar o foco dos próprios corruptos. São os que se dizem contra a corrupção não por que sejam contra a corrupção, mas por que não querem concorrência na corrupção.

Toda vez é a mesma história. Meu partido é o Rio Grande. E a manada entra, bovinamente, no brete. De que adiante indignar-se com o leite derramado e deixar o fogão sujo? E o que é pior nisso tudo é que são os mesmos sempre de dedo em riste para apontar as incoerências dos outros.

Pedro Simon, de dentadura paga pelos cofres públicos, é o verdadeiro canastrão de aluguel. Tem opinião sobre tudo e todos, mas sempre soube como abençoar aqueles que a RBS endeusa. De Antonio Britto, Yeda Crusius, Germano Rigotto lá sempre este o Catão da moralidade alheia fazendo discursos homéricos contra a falta de ética. Diversionismo. Pedro Simon é o legítimo coronel da polícia do início do século passado, aquela que passava de pai para filho. A renovação ficava sempre dentro do próprio curral. Como tem gente que pensa com a cabeça da RBS, mais uma no rabo não faz a menor diferença. Talvez até gostem.

É até engraçado ouvir alguns dizerem que estão decepcionados com o PT. Por que será que eles só se decepcionam com o PT e jamais com o PDMB?! E aí sempre aparece um mentecapto para dizer: então por que o PT se alia ao PMDB? Ora, como se governa um país cujo sem maioria, sendo que os partidos mais corruptos, segundo o ranking do TSE são exatamente os mais votados para o Congresso?

Eu gostaria de falar dos corruptos que o PT acaba abrigando nos seus governos, como os correligionários do PMDB do Pedro Simon, Eliseu Padilha Rima Rica, Eduardo Cunha e seus cabedal de casos de corrupção, Renan Calheiros e suas amantes, o parceiro do Roberto Marinho, donatário do Maranhão e eleitor do Aécio Neves, José Sarney…

Só que os que se dizem contra a corrupção votam neles! Os jornais jamais criminalizam o PMDB, o PSDB, o DEM! Por quê? Por que eles sabem como comprar a velha mídia e a velha mídia também sabe captura-los. Uma mão lava a outra; as duas, a bunda.

Rio Grande do Sul

Publicado em 16/01/2015 – 17h16
Última atualização em 16/01/2015 – 19h15

Sartori sanciona aumento de salário para o cargo de governador e demais poderes

Em nota, Estado justificou que ”o projeto tem origem na Assembleia Legislativa e foi aprovado no período anterior”

Amilton Belmonte – amilton.belmonte@gruposinos.com.br

Porto Alegre – Discursos nem sempre são práticas, ainda mais no meio político, onde bons exemplos, quase sempre, ficam apenas no campo das intenções. É o que se pode pensar do reajuste salarial sancionado pelo governador José Ivo Sartori e publicado nesta sexta-feira, no Diário Oficial do Estado.

A medida beneficiou ele mesmo, seu vice, José Paulo Cairoli, e os demais Poderes (Assembleia Legislativa, Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública), elevando o tom das críticas ao novo governo, que desde sua assunção prega um cenário de austeridade econômica em função do déficit nas contas públicas do Rio Grande do Sul, chegando a editar decreto de corte de gastos e contrações. O impacto da alta nos salários de Sartori, Cairoli e dos 55 deputados da Assembleia Legislativa foi calculado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) em R$ 22 milhões pelos próximos quatro anos, ou R$ 5,5 milhões ao ano. O gasto maior, no cálculo anual, será com os deputados (R$ 3,5 milhões), aparecendo em segundo lugar o secretariado (R$ 1,8 milhões).

O acréscimo nos vencimento do governador e de seu vice serão de R$ 103 mil e R$ 98 mil, respectivamente. Na crueza dos números, Sartori e os parlamentares passarão a encher a guaiaca com R$ R$ 25.322 mensais, com o vice-governador e os secretários recebendo a bolada de R$ 18.661/mês. No Judicário, os salários dos magistrados deverão ficar na casa dos R$ 30 mil, visto o recente reajuste nos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que baliza a questão. ”Vou assumir esta decisão e as suas consequências”, disse Sartori nesta manhã, em Horizontina, onde participou da abertura da Colheita do Milho. E terá que se preparar. Na prática, os reajustes abriram espaço para que todas as categorias de servidores estaduais que negociam reposição salarial com o governo, caso dos professores, tenham munição e justificativa para exigir aumentos nos subsídios.
Nota oficial
A repercussão negativa da sanção dos salários foi sentida no Palácio Piratini, que resolveu emitir nota oficial. No documento, o governo justifica que ”o projeto tem origem na Assembleia Legislativa e foi aprovado no período anterior”. Argumenta também que ”o conteúdo teve aprovação unânime dos deputados de todos os partidos, de situação e oposição” e que o reajuste acontece a cada quatro anos e estava sem tal atualização. ”No caso do governador e do vice, ambos sem reajuste há oito anos, houve apenas uma atualização com base na inflação”, explica a nota, finalizada com os seguintes dizeres: ”O Governo respeita a autonomia dos demais poderes e instituições na deliberação sobre seus vencimentos, até porque tal entendimento está juridicamente solidificado”. Já o líder do governo na Assembleia, deputado Alexandre Postal também saiu em defesa do reajuste e de Sartori. ”Quando foi
debatido, alguns acharam que tinha de vetar, em especial, o salário do governador, mas seria uma grande demagogia o governador receber menos que um deputado, um secretário, menos do que um gerente de banco, com a responsabilidade que tem”, justificou.
Antagonismos
Questionados sobre o aumento, dois ex-governadores gaúchos mostraram posições distintas sobre a questão. O petista Olívio Dutra foi enfático: ”Na minha gestão não fizemos ou encaminhamos nenhum aumento para o primeiro escalão e fizermos uma política de reajuste para o funcionalismo”, disse, defendendo que diretriz era de que os maiores salários fossem reajustados pela inflação e os menores acima dela. Já a tucana Yeda Crusius, mostrou outro posicionamento. ”Passei por isso, herdei um governo em crise financeira grave. Eu tinha salário inicial de 4 mil reais, tinha porteiro que ganhava mais. O Sartori foi muito macho em assinar e seria demagogia se retirasse apenas o dele, pois promulgou o que já estava definido”, resumiu, mas elogiando que Sartori, desde a campanha, sempre disse que faria sua gestão de modo transparente.
Tuitada de Tarso
Em férias no Uruguai, o ex-governador Tarso Genro também não se furtou de falar sobre o reajuste, aprovado ao final da sua gestão pela Assembleia. ”Não aumentei o salário do Governador nem dos Secretários. Aumentei a cobrança da dívida pública e pagamos o dobro dos precatórios herdados”, postou.
R$ 7,1 bilhão de déficit
A confirmação de que daria o reajuste salarial a todos os Poderes, mas que precisaria de respaldo junto à opinião pública para medidas impopulares que virão, foi verbalizado pelo governador em encontro na última quinta-feira, onde falou para deputados da base aliada do governo, no Galpão Crioulo do Palácio Piratini. Na ocasião, Sartori tirou da manga números impactantes da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), que fez um diagnóstico das contas públicas gaúchas. E teve gente caindo da cadeira com a revelação de que o déficit gaúcho para o ano é estimado em R$ 7,5 bilhão, bem além dos R$ 5,5 bilhão anunciados pelo secretário da Fazenda, Giovani Feltes, e mais distante ainda do projetado pelo então secretário da pasta no governo Tarso Genro, Odir Tonolier, de R$ 1,5 bilhão.
Quadro dos aumentos
Governador: de R$ 17.344,14 para R$ 25.322,25 (+ 45,97%);
Vice-governador e secretários: de R$ 11.564,76 para R$ 18.991,69 (+ 64,22%);
Deputados: de R$ 20.472 para R$ 25.322,25 (+ 26,34%).
Poder Judiciário: impacto anual estimado em R$ 63 milhões
Ministério Público: impacto anual estimado em R$ 33 milhões
TCE: impacto de R$ 2,8 milhões.

24/05/2014

A Folha, para livrar a cara do PSDB, incrimina instituições

AlstomPSDBUm dia a culpa é crise d’água, noutra do TCE, senão da Alstom ou da Siemens. Nunca a Folha põe na manchete o PSDB ou um dos seus políticos. Tudo é dito para parecer um evento da natureza, sem intervenção humana. O Metrô pressionou o TCU… Hilário!  Em linguagem melifluente, cheia de eufemismos e tergiversações, vai desviando o foco dos partidários da d. Judith Brito para mostrar sem revelar, sem entregar seus correligionários. E depois o Genoíno é que corrupto…

O texto da Folha é mais sinuoso que os caminhos usados pelo PSDB para abarrotarem os próprios bolsos com dinheiro público. Mário Covas aparelhou as instituições públicas de São Paulo com uma quadrilha mantida pelos que vieram depois. E tudo acobertado pela imprensa amiga. Se Veja, Folha e Estadão, mesmo sendo de São Paulo, de nada sabiam, como podem ser considerados órgãos de informação?!

Quer dizer que o Metrô saiu dos trilhos, invadiu a calçada pegou o elevador e adentrou ao TCE sem crachá?! Façam-me o favor!

Pressão política fez TCE liberar licitação, diz e-mail da Alstom

Mensagem de executivo afirma que ‘esquema político’ provocou mudança no tribunal durante governo Alckmin

Multinacional venceu concorrência com proposta acima do valor do orçamento elaborado pelo Metrô

DE SÃO PAULO

O Metrô paulista pressionou o TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo para que a corte liberasse uma licitação de interesse da Alstom, aponta e-mail encontrado na multinacional por autoridades federais. Uma semana após a mensagem, o TCE cassou uma decisão que bloqueava a concorrência e deixou que ela prosseguisse.

O tribunal paulista resolveu o caso todo em 15 dias, com rapidez incomum. Em geral, processos como esse demoram de 30 a 60 dias.

Posteriormente, a Alstom venceu a licitação com uma proposta acima do valor do orçamento elaborado pelo Metrô, o que é também inusual em concorrências com livre disputa entre empresas.

O e-mail trata da licitação de 2005 da linha 2-verde do Metrô para implantação dos sistemas de trens do trecho entre as estações Ana Rosa e Alto do Ipiranga, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

A Alusa, concorrente da Alstom, pediu ao TCE para barrar a concorrência no dia 16 de fevereiro de 2005.

Segundo a empresa, o Metrô colocou em um só pacote da licitação quatro sistemas de equipamentos que podiam ser vendidos separadamente. Esse tipo de concentração, de acordo com a Alusa, violava a Lei de Licitações.

A legislação determina que os fornecimentos devem ser divididos sempre que possível, para aumentar a disputar e reduzir os preços.

Em 19 de fevereiro de 2005, o então conselheiro do TCE Eduardo Bittencourt acolheu o argumento e suspendeu provisoriamente a licitação. Bittencourt chegou a ser afastado do TCE pela Justiça, sob suspeita de enriquecimento ilícito, em ação judicial sem ligação com o Metrô, mas depois reassumiu o cargo.

Três dias depois, o diretor da Alstom Wagner Ribeiro enviou e-mail à colega Stephanie Brun para informar sobre a situação da concorrência.

Disse que a apresentação das propostas da licitação estava bloqueada no TCE em razão da impugnação da Alusa, e que o "cliente" (o Metrô) havia colocado em ação um "esquema político" para liberar a entrega das ofertas.

"A apresentação de propostas foi bloqueada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo em razão de ação judicial da Alusa (empresa brasileira) contra o processo licitatório. O cliente colocou em prática um esquema político para liberar a apresentação das propostas", afirmou Ribeiro no e-mail.

No dia seguinte, o plenário do TCE confirmou decisão favorável à Alusa. Porém, em 2 de março o plenário cassou a liminar concedida por ele mesmo e liberou a licitação, como queria a Alstom.

O TCE aceitou o argumento técnico do Metrô de que a divisão no fornecimento dos equipamentos poderia comprometer a segurança e a confiabilidade dos sistemas.

A decisão foi unânime. Um dos votos foi o de Robson Marinho, investigado sob suspeita de beneficiar a Alstom em contrato de 1998.

Dois meses depois do julgamento, a empresa francesa venceu a licitação em consórcio com a alemã Siemens.

Segundo delação feita pela Siemens em 2013 ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica, ela, a Alstom e outras empresas formaram um cartel para fraudar a licitação da linha 2.

(FLÁVIO FERREIRA E MARIO CESAR CARVALHO)

19/01/2014

Para a Globo, é Rede: prá mim, quadrilha!

A Rede Globo, montada durante a ditadura, com ajuda dos milicos, reuniu a fina flor do fascio. Roberto Marinho, capo dei tutti i capi. No RS, Sirotsky; na Bahia, ACM. Em Alagoas, Collor. No Maranhão, Sarney. E mesmo tendo uma Rede de Televisão, Sarney ocupou por longos anos espaço cativo na Folha de São Paulo. Com ajuda de Roberto Marinho, chegou a Academia Brasileira de Letras. Todas estas famiglias não eram ninguém antes da ditadura. Depois, multi-milionários.

E depois bandido é o Genoíno!

Afiliada, Roseana reclama cada vez mais da Globo

:

Uma das proprietárias da afiliada da Rede Globo no Maranhão, a TV Mirante, governadora Roseana Sarney (PMDB) se diz vítima de perseguição da grande mídia, desde o início da crise no sistema prisional no Estado; ela está extremamente desconfortável com a cobertura da TV dos irmãos Marinho; matéria de cinco minutos no Jornal Nacional na quarta-feira passada sobre problemas indicadores sociais foi considerada um exagero pela governadora

19 de Janeiro de 2014 às 12:03

247 – A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), ficou extremamente desconfortável com as sucessivas reportagens sobre a crise prisional e sobre os indicadores sociais do Maranhão veiculadas pela Rede Globo nas últimas semanas. Roseana é uma das proprietárias das ações da TV Mirante, afiliada da Rede Globo no Estado, e ficou surpresa com a forma como a emissora tratou o assunto. Além de Roseana, o empresário Fernando Sarney, seu irmão, e o senador José Sarney (PMDB-AP), seu pai, são proprietários da afiliada.

Segundo matéria do portal IG, a governadora do Maranhão se diz perseguida da grande mídia. Ela teria ficado surpresa com reportagem de cinco minutos do Jornal Nacional da última quarta-feira sobre os problemas sociais do Maranhão. Aliados da governadora informaram que ela classificou como “exagero” a exposição que o Estado vem tendo nos últimos dias.

No entanto, essa não é a primeira vez que Roseana tem que enfrentar desconfortos por matérias veiculadas pela Rede Globo. No ano passado, a emissora citou problemas na saúde do Maranhão no programa “Profissão Repórter”, mostrando falhas do programa “Saúde é Vida”, que previa a construção de 62 hospitais, mas sem nenhum concluído.

Afiliada, Roseana reclama cada vez mais da Globo | Brasil 24/7

18/01/2014

Dançando quadrilha

Estadão, que amava José Serra, que era amado por Roberto Freire, magarefe abduzido por Tuca Pinheiro, que era casado com Andreza Matais.

Estadão em estado lamentável, usa Freire, que já foi biruta da Ditadura no INCRA, para Tuca cutucar Genoíno, via Andreza: – mintais e, se puderes, também Matais!

Do helicóptero dos Perrellas à casa de Genoino: a mídia brasileira como ela é

por : Paulo Nogueira

A mídia não gosta deles

A mídia não gosta deles

O critério do que é notícia, para a mídia brasileira, é peculiar.

Notícia é, essencialmente, aquilo que é ruim para os adversários. Pode ser um fato, pode ser um rumor, pode ser até uma mentira descarada – mas é “notícia”.

Do outro lado, tudo aquilo que seja considerado problemático para os amigos, e para os próprios donos das empresas jornalísticas, não é notícia.

Por exemplo: o helicóptero dos Perrellas. Meia tonelada de pasta de cocaína não comoveu a mídia brasileira. O assunto, nem bem chegou, sumiu do noticiário.

A mídia não produziu uma única reportagem decente sobre os Perrellas.

O DCM publicou, dias atrás, uma denúncia do Wikeleaks segundo a qual Roseana Sarney tem 150 milhões de dólares em Caimãs.

Nem uma só linha sobre o assunto, como se 150 milhões de dólares fossem 150 reais. O motivo não é muito nobre: como Roseana, alguns barões da mídia têm, também, reservas em paraísos fiscais.

Silêncio sobre este tema, portanto.

Em compensação, alguns personagens não saem do noticiário. Uma publicação dá alguma coisa, verdadeira ou mentirosa, manipulada ou objetiva – e todos os veículos reproduzem.

Genoino é um desses personagens.

Agora mesmo: você pode ler, em toda a mídia, uma notícia sobre uma casa que Genoino alugou por dois meses em Brasília. Ele alugou porque, num capricho, Joaquim Barbosa proibiu que ele ficasse em sua casa em São Paulo no período de prisão domiciliar.

Sobre o helicóptero a mídia não fala nada

Sobre o helicóptero a mídia não fala nada

E então tudo que a mídia economizou sobre o helicóptero ela gasta com Genoino.

O valor do aluguel é usado para tentar desmoralizá-lo: 4 000 reais, segundo o Estadão. Se são dois meses, são 8 000 reais.

Gastar 8 mil reais para que ele tenha o mínimo de conforto, nos próximos dois meses, vira uma barbaridade.

A mídia se vale dos analfabetos políticos, e estes, sempre manipulados, respondem como se espera. Dizem, nas redes sociais, que está provado que Genoino tem muito dinheiro, e que é uma farsa a vaquinha para pagar a dívida – outro capricho da Justiça – de 660 000 reais que impuseram a ele.

Repórter nenhum vai atrás dos fatos.

Ouçamos Miruna, a combativa filha de Genoino. Ninguém faz isso, embora ela esteja à disposição da mídia para esclarecimentos.

Nós a procuramos.

“Estamos arcando toda a família com essa despesa”, diz Miruna. “Estou deixando o apartamento onde moro com meu marido e meus filhos e mudando-me para a casa dos meus pais para reduzir os gastos e podermos fazer frente a esta situação. Em vez de denunciarem que estamos tendo de pagar para meu pai cumprir a domiciliar, ficam especulando com a casa. É o fim do mundo…”

Para entender os bastidores das redações, uma repórter do Estadão, particularmente, faz um cerco obstinado a Genoino, e também a Dirceu.

Foi ela que falou na casa, assim como tinha falado na “empresa de Dirceu no Panamá”. Ela se chama Andreza Matais, e é casada com Tuca Pinheiro, assessor de Roberto Freire, presidente do PPS.

Freire se dedica a combater o “lulopetismo”, o “lulodilmismo”, o “lulismo”, o “dilmismo” e todas as variações do gênero.

Freire, recentemente, levou a sério, ou fingiu, a afirmação de um ex-delegado segundo a qual Lula fora informante da ditadura.

Nem FHC, que abomina Lula, alimentou isso. Como se sabe, num programa Manhattan Connection FHC desfez a tentativa de Diogo Mainardi de criar barulho em torno da “denúncia”. FHC negou a calúnia peremptoriamente, o que decretou a morte prematura de um livro que iria “sacudir o Brasil”.

A “informação” sai de Andreza já devidamente envenenada pela militância política do marido. É um conflito de interesses mascarado – mas claríssimo.

E toda a mídia reproduz Andreza bovinamente, ou melhor, malandramente. Checar “informações” negativas para adversários ninguém, na imprensa, faz. Todos as publicam às cegas para leitores analfabetos políticos que vão consumi-las sem triagem nenhuma e espalhá-las em sua triunfal ignorância.

A mídia brasileira, de certa forma, pode ser resumida naquilo que ela não deu sobre o helicóptero dos Perrellas e naquilo que ela dá, e dá, e dá, sobre os suspeitos de sempre.

Andreza não perdoa Genoino e Dirceu

Andreza não perdoa Genoino e Dirceu

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

05/01/2014

O crime só é organizado quando tem gente da elite

Filed under: Helicóptero,Narcotráfico,Quadrilha,Zezé Perrela — Gilmar Crestani @ 9:38 pm
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perela midia engaveta poA ralé não sabe organizar nada. Profissional é quem engaveta um assunto enrolado em 450 kg de cocaína.

Imagine o Fernandinho Beira-mar usar um helicóptero para transportar 450 kg de cocaína. Ideia de jerico, diriam.

Agora, se for um senador, com amigo muito influente, e tiver bom trânsito na mídia, a grande consumidora, usar helicóptero não só é natural como recomendável. Para compreender melhor, imagine se Fernandinho Beira-Mar colocaria de piloto um funcionário seu, se abasteceria o veículo com dinheiro público. E levaria a cocaína para uma fazenda sua só provaria seu total amadorismo. É um pé-de-chinelo…

Com profissionais é isso aí, não acontece nada, a mídia não pia. Cá pra nós, com Casagrande e outros ex(?)-cocainômanos fazendo parte do staff da Globo, acham mesmo que a Vênus Platinada se interessaria pelo assunto? Só se fosse para saber o destino do pó!

O big brother que estão fazendo com a vida de Genoíno deve ter alguma explicação que explique tamanha obsessão. De  quem transformou uma bolinha de papel em objeto contundente na eleição passada pode se esperar qualquer coisa. Não duvidem, durante as eleições a Globo ainda vão botar uma camiseta do PT no piloto e provar que José Genoíno é o verdadeiro chefe da quadrilha. Já viram este filme antes, não viram?!

PGR investiga crime organizado em Minas

PGR pede a quebra dos sigilos de Zezé Perrella

247 – Envolvido recentemente na polêmica do helicóptero que foi apreendido no Espírito Santo com 445 kg de pasta-base de cocaína, o senador Zezé Perrela (PDT-MG) terá mais problemas pela frente em 2014. A Procuradoria-Geral da República defende a quebra de sigilo bancário e fiscal do parlamentar para aprofundar investigação contra ele e seu irmão, Alvimar de Oliveira Costa, em inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal.

Ex-presidentes do time mineiro Cruzeiro, os dois são investigados por suposta lavagem de dinheiro na venda do zagueiro Luisão ao Benfica, de Portugal. A negociação envolveu um clube uruguaio e é considerada suspeita pela Polícia Federal, que indiciou Perrella em 2010 pelo caso. O caso foi retomado agora, dez dias depois de a polícia encontrar cocaína no helicóptero da empresa do filho de Perrella.

O STF enviou o caso o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu que o ministro Ricardo Lewandowski reconsiderasse a decisão de não autorizar a quebra de sigilo bancário. Advogados do Cruzeiro, que também defendem o senador, alegam haver erros na petição do Ministério Público, e Lewandowski desautorizou parte da quebra do sigilo bancário e fiscal.

Em 2003, Luisão foi vendido por 2,5 milhões de dólares ao clube uruguaio Central Español e logo em seguida repassado por cerca de 1 milhão de dólares a menos ao Benfica. Investigadores suspeitam que parte do valor declarado na negociação com o time uruguaio voltou irregularmente ao Brasil e teria sido pulverizado em contas de empresas ligadas à Perrella e ao irmão dele.

Perrella assumiu a presidência do Cruzeiro em 1995. Ele já foi deputado por três vezes e era suplente do senador Itamar Franco. Ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Perrella informou ter R$ 490 mil em bens, mas adquiriu uma fazenda estimada em R$ 60 milhões. Sobre isso, o Ministério Público Eleitoral investiga a evolução patrimonial do parlamentar. Seu filho é o deputado estadual Gustavo Perrela, que, oficialmente, é mais rico que o pai. Declarou à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 1,9 milhão.

Já o helicóptero que foi apreendido pela PF, deverá ser confiscado. O governo do Espírito Santo e a própria PF manifestaram oficialmente, em juízo, interesse na utilização do helicóptero da família do senador. Em despacho do juiz federal Marcus Vinícius Figueiredo de Oliveira Costa, antes do recesso de fim de ano do judiciário, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e o comando da Superintendência da PF daquele estado declararam que pretendem ficar com o helicóptero modelo Robinson 66, avaliado em R$ 3 milhões. Pela legislação, qualquer meio de transporte utilizado para o tráfico de drogas pode ser confiscado para uso do Estado, caso comprovado o interesse público e responsabilidade de conservação do bem.

SQN

17/12/2013

Veja esta

Filed under: DEMo,José Roberto Arruda,Policarpo Júnior,Quadrilha,Veja — Gilmar Crestani @ 8:56 am
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Justiça condena Arruda e deputada a pagar R$ 1,1 mi

Ex-governador do DEM foi condenado por improbidade administrativa em Brasília

DE BRASÍLIA

O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) –filha do ex-governador Joaquim Roriz– e outras duas pessoas foram condenadas por envolvimento no mensalão do DEM.

A decisão é da primeira instância. Eles foram condenados a pagar R$ 1,1 milhão de multa, entre ressarcimento e danos morais, e estão impedidos de concorrer a eleições por oito anos. Apesar disso, cabe recurso da decisão, e a pena pode ser suspensa.

Foram ainda condenados o marido de Jaqueline Roriz, Manoel Neto, e o delator do esquema, Durval Barbosa, que foi beneficiado por ter colaborado com a investigação e não foi punido. Todos foram condenados por improbidade administrativa, na 2ª Vara da Fazenda Pública do DF. Cabe recurso da decisão.

A deputada Jaqueline Roriz foi flagrada em vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa. Processada por quebra de decoro parlamentar, ela foi absolvida no plenário por 265 votos contra 166.

Na ação judicial, o Ministério Público acusa Jaqueline Roriz e o marido dela de receberem propina das mãos de Durval Barbosa para apoiar a candidatura de Arruda ao cargo de governador do Distrito Federal. Em depoimento à 2ª Vara da Fazenda Pública, Durval Barbosa confirmou todas as acusações.

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