Ficha Corrida

04/11/2016

Os grupos mafiomidiáticos engordam os patos, com ajuda da FIESP, para depois come-los

Caixa Dois x Propina

EBC vai voltar a comprar conteúdo da Globo

Sob o comando de Laerte Rimoli, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) vai voltar a comprar conteúdo produzido pela rede Globo, em detrimento do investimento na produção própria; a prática tinha sido abolida durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff

4 de Novembro de 2016 às 05:39 // Receba o 247 no Telegram Telegram

247 – No governo Temer e sob o comando de Laerte Rimoli, a EBC (Empresa Brasil de Comunicação) vai voltar a comprar conteúdo produzido pela rede Globo, em detrimento do investimento na produção própria. A prática tinha sido abolida durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, informa a Coluna do Estadão.

Confira a nota:

“A EBC decidiu comprar conteúdo da TV Globo, retomando uma política abandonada na gestão petista. Justificativa é que a programação é mais barata e de qualidade. O presidente da EBC, Laerte Rimoli, esteve no Rio para encontro na emissora. "

EBC vai voltar a comprar conteúdo da Globo | Brasil 24/7

01/07/2016

PSDB financiou movimento “Somos Todos CUnha”

Filed under: Eduardo Cunha,MBL,Midiota,PSDB,RBS,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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OBScena: faixa do MBL, fiannCIAdo pelo PSDB, registra o clímax da parceria entre PSDB & Eduardo CUnha. Uma foto que é uma confissão, não estivesse o MPF ocupado em caçar Lula.

somos todos cunhaA Brasif sustentou a funcionária da Rede Globo, Miriam Dutra, amante, dentre outros, de FHC, na Espanha. Heráclito Fortes sustentou, com dinheiro do Senado, Luciana Cardoso, a tricotadora filha de FHC. A Petrobrax, pelas mãos do Cerveró, priponou Paulo Henrique Cardoso, filho do mais famoso parceiro de Merval Pereira, José Sarney & Roberto Marinho na Academia Brasileira de Letras, FHC. Eu não sei se FHC tem outros filhos. Mas se tiver, todos foram religiosamente sustentados com dinheiro público. É ou não é motivo para acusar os filhos do Lula? Isso não é motivo suficiente para caçar Lula? O ódio ao grande molusco é diretamente proporcional ao envolvimento do PSDB em falcatruas. Todos os parceiros ideológicos do PSDB têm ódio mortal ao Lula. Caçam-no deste quando era sindicalista. Neste tempo todo, não conseguiram apresentar uma única acusação aceita pela Justiça. O MPF e a PF deveriam dar um atestado de honestidade e devolverem todo dinheiro gasto neste anos todos no esporte mais praticado pela dupla: caça ao Lula. Foram eles, desde que os sequestradores do Abílio Dinis, com participação ativa e passiva dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, foram vestidos com camisas do PT, que demonizam o PT ao passo que sempre santificam o PSDB. O acobertamento da corrupção do PSDB denunCIA a parceria dos mesmos que sempre demonizaram o PT, a Cleptocracia Brasileira, hoje personificada no homem da Rede Globo que comanda os destinos do país, EDUARDO CUNHA!

Compare-se a quantidade de minutos que o Jornal Nacional a Rede Globo dedicou aos pedalinhos dos netos do Lula e a tempo dedicado ao parceiro Eduardo CUnha, casado com uma sua funcionária, Cláudia Cruz?! Aliás, porque a cunhada do Vaccari pode ser presa mas a mulher do CUnha, não?!

Aqui em Porto Alegre os midiotas amestrados pela RBS, frequentadores verde-amarelos do Parcão, penduraram nas grades do Terceiro Exército o registro pronto e acabado do tamanho da bandidagem que golpeou Dilma e vive da caçar Lula e o PT:

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PSDB entra no acordão para salvar Cunha

“Fiel da balança na Comissão de Constituição e Justiça, o PSDB não trabalhará para que seus deputados votem pela cassação de Eduardo Cunha”, afirma a colunista Natuza Nery; segundo ela, apesar do desgaste que a posição implica, o discurso é que o peemedebista prestou um “serviço relevante para o país” ao dar celeridade ao impeachment de Dilma Rousseff e não merece a condenação institucional da sigla; “A percepção dos tucanos é que o Planalto caminha na mesma direção: se quisesse se livrar de Cunha, já o teria feito”

1 de Julho de 2016 às 05:34

247 – “Fiel da balança na Comissão de Constituição e Justiça, o PSDB não trabalhará para que seus deputados votem pela cassação de Eduardo Cunha”, afirma a colunista Natuza Nery.

Segundo ela, apesar do desgaste que a posição implica, o discurso é que o peemedebista prestou um “serviço relevante para o país” ao dar celeridade ao impeachment de Dilma Rousseff e não merece a condenação institucional da sigla.

“A percepção dos tucanos é que o Planalto caminha na mesma direção: se quisesse se livrar de Cunha, já o teria feito”, diz.

O presidente interino Michel Temer tem agido pessoalmente para promover um acordo com partidos pela salvação de Cunha.

PSDB entra no acordão para salvar Cunha | Brasil 24/7

29/02/2016

A beatificação dos toxicômanos

O Bumlai é amigo do Lula, mas Aécio, Alckmin e Perrela são inimigos…

helipóptero tO músico, compositor e articulista Aldir Blanc expõe a céu aberto, veja reprodução abaixo, a beatificação dos toxicômanos do PSDB pela velha mídia e seus ventríloquos do MPF/PF. Salve a avis rara na imprensa! O massacre midiático contra Dilma e Lula é uma grande cortina de fumaça para esquecermos o probo Eduardo CUnha. Enquanto caçam Lula ninguém lembra de José Maria Marin, Ricardo Teixeira ou Marco Polo del Nero, todos amicíssimos da famiglia Marinho com quem faziam grandes negócios.

Enquanto se ocupam de Lula, CUnha dá as cartas e joga de mão. Desde 2002 viram Lula no avesso para ver se descobrem um grão de pó que possa incrimina-lo. Enquanto isso, um helicóptero com 450 kg de pó some misteriosamente dos noticiários. Este sumiço pode explicar porque só há suspeita em relação ao dinheiro das campanhas petistas, mas ninguém tem dúvida de onde vem o dinheiro limpinho, bem lavadinho, que financia as campanhas do Napoleão das Alterosas

É sabido até pelo reino mineral que na capitania hereditária do PSDB, São Paulo, os governantes sentam para fazerem acordos com o líder do PCC mas se negam a fazer o mesmo com estudantes. E eles têm bons motivos para assim se portarem; vai que um aluno resolva perguntar pela merenda… O PSDB pode conversar com Marcola, pode comprar do Fernandinho Beira-Mar, pode se locupletar com a Brasif ou com Alstom e Siemens, que nada lhes é cobrado.  Graças a servidores públicos como Rodrigo de Grandis, a mídia continua escrevendo a hagiografia dos seus ventríloquos.

A velha mídia não move uma palha para falar da Lista Falciani, da lavagem do HSBC, do Márcio Fortes, e dos envolvidos na Zelotes. Por quê?! Ora, porque ninguém é obrigado a se auto incriminar…

Isso explica o compadrio alcoviteiro da velha mídia com o PSDB. O que vem do PSDB já não espanta mais ninguém, e muito menos o que produzem seus finanCIAdores ideológicos. Tirar o apoio dos assoCIAdos do Instituto Millenium ao PSDB equivale a retirar os aparelhos de alguém em estado de coma. Na vida real, o PSDB é um poodle que ruge como leão, porque os leões lhes dão guarda e guarida. PSDB e mídia golpista formam uma simbiose em perfeita harmonia.

E tudo isso é possível porque há dois grandes partidos financiados por dinheiro público antes mesmos deste modelo ter virado lei. Trata-se  da coligação MPF/PF que recebem do erário mas usam do cargo para fazerem, com seus vazamentos seletivos, politicagem. Deve-se a seletividade destes maus servidores públicos o sumiço de um helipóptero com 500 quilos de cocaína, até hoje sem dono. Um jatinho esfacelado sobre casas, em que viajava um candidato com dono, também não só não tem dono como não há o menor movimento no sentido de encontra-lo. De repente, o triplex dos Marinho também ficou sem dono. E nada de apuração para saber a quem pertence. Nestes tempos em que um exame de DNA prova muita coisa, de repente há também um filho sem pai e sem dono. Neste rumo ainda vão provar que Thomas é filho do Lula com Dilma…

Aqui no RS, a Rede Bunda Suja também tenta nos vender uma violência sem dono: há violência, não há responsável por ela. Já ouvi funcionários da RBS botando a culpa da violência, que mata no RS mais que na Síria, na Dilma. Falam da Segurança Pública gaúcha como se fosse um ente abstrato, como um evento da natureza. E toda incompetência dos atuais inquilinos do Piratini, passados mais de ano, continua sendo atribuída ao governo anterior. E não é Sartori que faz isso, não. São seus donos, os donos da RBS. Exalte-se a competência da RBS, que conseguiu emplacar dois funcionários como Senadores: Lasier Martins e Ana Amélia Lemos. A RBS têm dois senadores; os gaúchos, nenhum.

São dois senadores que nunca, jamais, se pronunciaram a respeito da Operação Zelotes. Afinal, como diz o ditado, não se fala em corda em casa de enforcado. Lasier Martins deve ao Gerdau a Agenda 2020. E tudo isso só é possível porque o povo gaúcho tanto a RBS quanto os gregos no Oráculo de Delfos… Só completos midiotas se deixam amadrinhar de forma tão bovina pela RBS!

Falei em Fla-Flu, mas o jogo é Fla-Fla, só um time joga, dá pontapés. O resto apanha. Não acontece nada com os crapulosos tucanos. Podem roubar durante décadas nos trens de São Paulo, comprar votos, se meter em negociatas de um bilhão de dólares com refinarias argentinas e até roubar na merenda escolar. Também podem, sendo políticos drogados de alto bordo, espancar mulheres, pois não serão queimados como outros. Vai dar pizza com Samarco e a privada Vale. São frutos tucanos. Eles podem até mesmo pretextar uso político quando são comprometidos em pensões e compras de apês na Europa para filhos — ou não —, fora dos casamentos exemplares, cujas mães foram perseguidas. O sub-relator da CPÍnfima do BNDES, o tucano Alex Baldy Cheio de M quer prender o Lula. Se ele for criminoso, tudo certo, mas, em nome da decência, prendam o Azeredo, a quadrilha no Paraná, os espancadores de esposas que são candidatos à Presidência da Ré-pública.

A escória em ascensão, por Aldir Blanc – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

21/12/2015

Comprovado: além de vira-latas, os golpistas também são deficientes mentais

 

Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

Postado em 20 dez 2015 – por : Diario do Centro do Mundo

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Todo mundo vê, nas manifestações contra o governo em São Paulo, a figura exótica de um homem fantasiado com as cores da bandeira americana, de um lado, e as da bandeira brasileira, de outro.  Seu uniforme é complementado por uma vistosa cartola que evoca também os Estados Unidos e por óculos escuros. Ele está sempre segurando a bandeira americana.

É o personagem ideal para ser fotografado, e se tornou, por isso, um dos ícones dos protestos.

Mas quem é ele?

Há muitas fotos, mas nenhuma informação. Um leitor do DCM preencheu um vazio num email que nos mandou.

Ei-lo:

“Ele passa o dia (todos os dias) nas principais esquinas das avenidas da cidade de Mauá (SP). Fica vestido o tempo todo assim. Não perturba nenhum motorista. Apenas passa o dia assim. Não pede absolutamente nada pra ninguém. Tive a oportunidade de conversar por alguns minutos com ele. E sim, ele deve ter algum distúrbio mental.

Os assuntos são confusos. Pra todos ele diz que podem chamá-lo de Tio Sam mas que seu nome é Luís Carlos Santos. Me falou sua idade, mas não recordo.

Diz que será candidato a vereador nas próximas eleições, e que em seu mandato trará a politica americana para nosso país. E esse é o motivo pelo qual passa o dia vestido assim, para se “promover”. Faça sol ou chuva. Quando digo que é todos os dias, é todos os dias.

Questionei sobre como  se alimenta, já que passa o dia todo na rua. Me contou que apenas toma o café da manhã e come algo quando alguém oferece (ele não pede) e no fim do dia vai para casa jantar.

Há alguns anos ele andava pela cidade com um carrinho e duas renas feitas de papel. Nesse carrinho havia caixas de som nos quais ele sempre tocava todos os ritmos musicais e entre eles o Hino Nacional. Porém deixou as renas e o carrinho de lado porque eram pesados.

É muito fácil de encontrá-lo. Sempre nas principais avenidas da cidade. Principalmente em frente à prefeitura da cidade ou em cima do Viaduto da Saudade.

Diário do Centro do Mundo » Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

26/10/2015

Midiota

Filed under: Amestrados,Ódio de Classe,Celene Carvalho,Déficit Civilizatório,Midiota — Gilmar Crestani @ 12:48 am
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Midiota é um termo usado para designar o público que é teleguiado pela mídia. Dos que conheço, nenhum consegue formular um parágrafo com sujeito, verbo e predicado. Só sabem usar adjetivos e pontos de exclamação. Foi a mídia que recrutou a marcha dos zumbis. E foi a mídia que chocou o ovo da serpente. A cada dia que passa, mais víboras, como esta, estão aparecendo em locais públicos. Há uma parcela de amestrados que perdeu o pudor de mostrarem que não têm pudor.  Vendo figuras como esta não é difícil entender as hordas nazistas entrando em lojas de judeus para bater e destruir. Pelo andar da carruagem, Bolsonaro terá mais facilidade para recrutar SS do que Hitler.

Por que será que tudo de estranho ou acontece no Paraná ou em São Paulo? Paraná se explica, pela proximidade com o Paraguai e seus produtos falsificados. Mas São Paulo? Seria a água do Tietê que a SABESP anda fornecendo? Ou seria uma demência exatamente pelo racionamento d’água?!

Os sites e os blogueiros que fazem a cabeça da mulher que agrediu Suplicy. Por Paulo Nogueira

Postado em 25 out 2015 – por : Paulo Nogueira

O ídolo

O ídolo

Onde buscam suas informações desvairados como a mulher histérica que hostilizou neste sábado o ex-senador Suplicy na Livraria Cultura de São Paulo?

Quem turva a cabeça deles? Quem os enche de uma mistura brutal de ódio e ignorância?

São questões que vinham de ocorrendo desde que assisti a vídeos de manifestações de direita em que os presentes, diante de um microfone, falavam coisas desconexas, num tom de quem não tem nenhum controle emocional, os olhos arregalados e uma expressão de doidos.

Tive, agora, a oportunidade de responder a muitas de minhas dúvidas.

Um amigo do Facebook, Alexandre, me enviou a conta ali da mulher que estrelou o vídeo da agressão a Suplicy na Livraria Cultura.

Seu nome é Celene Carvalho, 50 anos.

Ela já ganhara notoriedade ao perturbar o casamento do médico Roberto Kalil, ao qual Dilma e Lula compareceram.

Na linha do tempo de Celena você encontra diversas menções ao site O Antagonista, dos jornalistas Diogo Mainardi e Mário Sabino.

Não surpreende.

O Antagonista é um vulcão em permanente erupção de ódio ao progressismo. Mainardi é Mainardi. Sabino é aquele ex-redator chefe da Veja que mandou um subalterno escrever uma crítica glorificadora de um romance dele mesmo que desapareceu no tempo e no espaço, pela irrelevância literária.

A Veja também é muito citada por Celene. Mais uma vez, nenhuma surpresa.

Num vídeo da Veja compartilhado por ela, Augusto Nunes e Marco Antônio Villa discorrem sobre “a organização criminosa”, o PT.

Em outro, Marcelo Madureira convoca as pessoas para uma manifestação pelo impeachment.

Mas seu ídolo, para usar sua própria expressão, é Reinaldo Azevedo. Ela publicou no Facebook, com visível orgulho, uma foto em que está ao lado de Azevedo. Parecem ter sido feitos um para o outro. (Tolstoi jamais se gabou dos romances que escreveu. Tinha sérias restrições a Ana Karenina. Mas Azevedo não se cansa de lembrar à humanidade que cunhou a palavra “petralha”, amplamente empregada por analfabetos políticos e obtusos de toda natureza.)

Moro é outro heroi de Celene. Uma de suas fotos mais curtidas e comentadas no Facebook ao traz com a mulher de Moro.

Com a mulher de Moro, seu heroi

Com a mulher de Moro, seu heroi

Publicações em geral elegem uma pessoa como seu personagem símbolo, para que os editores calibrem melhor seus textos e atinjam o público alvo.

O personagem símbolo da Veja e do Antagonista é Celene Carvalho. Isto conta tudo sobre o conteúdo de ambos.

Lauro Jardim, ex-Veja e atual Globo, também aparece na página de Celene. De novo, era previsível.

Fica claro, pela leitura do Facebook de Celene, que é a mídia que foi criando figuras como ela, gente que vai espalhando seu ódio doentio por todos os lados.

São os filhos da mídia.

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Celene aparentemente é solteira. Não se vê nenhuma menção a filhos ou a marido ou namorado em seu Facebook. Tampouco amigos são vistos lá. Nada de livros, nada de filmes.

Tudo é dominado pelo antipetismo.

Provavelmente ela encontrou na militância de direita um substituto para uma vida pessoal vazia, solitária e sem sentido.

Ela se apresenta como hoteleira. Uma pesquisa no Google a aponta como dona do hotel Dona Balbina, de uma estrela, no Espírito Santo.

Aparentemente, ela não tem tido tempo para cuidar de seu negócio. No site TripAdvisor, um hóspede relata que a água do chuveiro estava fria, que a cama de casal era dura e muito estreita e que o telefone do quarto não se comunicava com a recepção.

“Além do mais falta frigobar no quarto”, disse o hóspede. “Acho que no verão deve ser impossível dormir pela falta de ar condicionado.”

O hotel parece ser uma das últimas prioridades de Celene. Além de insultar outras pessoas, Celene se entreteve nos últimos meses em atividades como a feitura do boneco Pixuleco.

Penso comigo que já é hora de ela acrescentar uma nova atividade a sua rotina: providenciar um advogado para defendê-la num processo.

Até aqui, ela tem tido mãos livres para disseminar injúrias e atormentar pessoas pacíficas como Suplicy.

Torço que Suplicy se incumba de dar esta nova atividade a Celene Carvalho.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Os sites e os blogueiros que fazem a cabeça da mulher que agrediu Suplicy. Por Paulo Nogueira

14/10/2015

Folha já tratava impeachment como jogo jogado

OBScena: flagrante do momento em que, logo após soltar nota contra Eduardo CUnha, os taradinhos do impeachment se reúnem com o condutor do golpe paraguaio no Clube dos Cafajestes.

Embusteiro da FolhaA manchete de capa da Folha de São Paulo é uma confissão de jogador viciado: “Decisões do STF embaralham rito do impeachment de Dilma”. Esconde dois embustes e revela a a tradição de proteger mau caráter.

Primeiro embuste é que se trata a destituição de um Presidente eleito com mais de 54 milhões de votos, contra a qual não pesa a denúncia de um único crime. Não é um conto de gata borralheira e o Planalto não é um sapatinho de cristal.

O segundo embuste da Folha consiste em querer fazer crer aos seus midiotas que o Supremo, ao apontar o blefe do Eduardo CUnha, fez chicana. Depois que a oposição deu as cartas a público, correu à privada. A nota contra Cunha era mais suja que o papel higiênico deixado no chão do puteiro. A Folha desvia o foto como parte do jogo de cena, a tentativa de blefe do Carlos Sampaio revelada pelo Estadão.

O comportamento açodado dos taradinhos do impeachment revela a atualidade da velha lição do gaúcho Pinheiro Machado: "Nem tão devagar que pareça afronta, nem tão depressa que pareça medo!"[7] A rapidez com que correram à alcova do varão de Plutarco, Eduardo CUnha, é prova suficiente do jogo de cartas marcadas.

O que o Supremo diz é que até na suruba há de manter boa aparência. Por exemplo, não se deve sair correndo com a “camisa fora das calças”…

Cada sujeira a seu tempo. Fica para outra ocasião uma leitura semiótica das razões, sempre revelando ódio, que levam a Folha a botar na capa esta imagem do Lula.

1528754Supremo trava marcha do impeachment na Câmara

Tribunal suspende regras definidas por Cunha para encaminhar denúncias

Decisão ajuda Dilma a ganhar tempo para defender seu mandato e atrapalha estratégia adotada pela oposição

MÁRCIO FALCÃOMARINA DIASVALDO CRUZDE BRASÍLIA

O Supremo Tribunal Federal freou a estratégia traçada pela oposição com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para deflagrar um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Em três decisões de caráter provisório, os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber suspenderam nesta terça-feira (13) a aplicação das regras estabelecidas por Cunha para dar andamento aos pedidos de afastamento de Dilma.

Com isso, a presidente poderá conseguir mais tempo para articular politicamente a defesa do seu mandato.

Até a manhã desta terça, o cenário considerado mais provável pelos políticos para o andamento do impeachment era uma manobra conjunta da oposição e de Cunha.

O plano era usar um pedido apresentado pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal. Cunha arquivaria a petição, para não deixar suas digitais na iniciativa, e em seguida a oposição recorreria ao plenário da Câmara para dar andamento ao processo.

Os procedimentos para a execução desse roteiro foram definidos por Cunha em setembro, mas deputados governistas recorreram ao STF contra alguns dispositivos.

Os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber acolheram as ações dos governistas, aceitando o argumento de que Cunha inovou em relação ao que está disposto na Constituição, na lei dos crimes de responsabilidade e no Regimento Interno da Câmara.

As regras para o impeachment já foram aplicadas contra o ex-presidente Fernando Collor (1990-1992). No entanto, há detalhes sobre os quais nem o Regimento Interno da Câmara é considerado claro.

Entre as questões formais levantadas está, por exemplo, o prazo de cinco sessões para apresentação do eventual recurso ao plenário da Câmara. As regras definidas por Cunha também permitem que ele interfira na comissão especial encarregada de analisar um pedido de impeachment admitido pela Câmara.

Outro procedimento que desperta dúvidas é a inclusão de novos argumentos nos pedidos de afastamento. A oposição pretendia acrescentar irregularidades atribuídas a Dilma em 2015 na peça de Bicudo, Reale Jr e Paschoal.

DÚVIDAS

Em sua decisão, Teori disse que o rito de impeachment não é apenas uma questão interna da Câmara. O ministro disse ter concedido a liminar para evitar "a ocorrência de possíveis situações de dano grave à ordem institucional".

"Em processo de tamanha magnitude institucional, que põe a juízo o mais elevado cargo do Estado e do governo da nação, é pressuposto elementar a observância do devido processo legal, formado e desenvolvido à base de um procedimento cuja validade esteja fora de qualquer dúvida de ordem jurídica", disse.

Weber escreveu que sua decisão teve o propósito de determinar a Cunha "que se abstenha de receber, analisar ou decidir qualquer denúncia ou recurso contra decisão de indeferimento de denúncia de crime de responsabilidade contra presidente da República com base naquilo em que inovado [em relação à lei]".

Segundo a Folha apurou, a interpretação dos ministros chegou a ser contestada internamente no STF. Teori, no entanto, disse a interlocutores que as deliberações não pretenderam impedir a Câmara de analisar os pedidos de impeachment, mas assegurar que a medida siga a lei.

POSSIBILIDADES

Segundo ministros do Supremo ouvidos sob a condição de anonimato, uma saída para retomar a articulação pelo impeachment seria a apresentação de um novo pedido, em vez de aditamentos a pedidos já apresentados.

Ao presidente da Câmara ainda resta a possibilidade de aceitar um pedido seguindo o procedimento adotado no caso Collor. Ele decidiria sozinho e encaminharia o pedido a uma comissão especial.

Em qualquer situação, Dilma só será afastada se a abertura do processo de impeachment for aprovada por ao menos 342 dos 513 deputados federais. Se isso ocorrer, a presidente será processada e julgada pelo Senado, que terá 180 dias para decidir o caso.

28/07/2015

Onde o PSDB se elege, o PCC governa

póVeja só que coincidência. Ontem a Folha de São Paulo publicou entrevista com Alexandre de Moraes, Secretário de Segurança Pública de São Paulo (veja texto completo logo abaixo). Nela o estafeta do Geraldo Alckmin manifestava interesse do seu chefe de retirar das rodovias federais paulistas a Polícia Rodoviária Federal.  No mesmo dia, o Estadão publicava que o PSDB havia feito um acordo Marcola. O líder do PCC conseguira do Geraldo Alckmin o que os professores nunca conseguiram: uma audiência para ouvir as reinvindicações.

Hoje há desdobramento nas informações que talvez expliquem uma coincidência que ronda o PSDB de Marcola, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, José Serra. É a matéria do Estadão logo a seguir. Nela está dito que a Polícia Rodoviária Federal, que o PSDB quer ver longe das estradas onde governa, apreendeu 62 quilos de pasta de cocaína.

E, de repente, como num joguinho de ligar pontos, como aquela notícia de Minas Gerais havia se tornado, nos governos do PSDB, centro de distribuição de drogas para o nordeste, como publicou a ADPF. Os aeroportos clandestinos, construídos com dinheiro público mas em terras de parentes, como fez Aécio Neves em Montezuma e Cláudio, cidades do interior de MG, ajudam a explicar o fenômeno que fez virar pó um helipóptero com 450 kg de cocaína.

Quando ainda nas prévias para definir quem seria o candidato do PSDB, Aécio ou José Serra, o Mauro Chaves publicou o antológico artigo “Pó pará, governador”, e o Estado de Minas, caudatário da família Neves, respondeu com “Minas a reboque, não”, já se tinham uma ideia que rolava nos bastidores das convenções do PSDB. As notícias de agora, fresquinhas de ontem e hoje, reproduzidas abaixo, dão a entender que o segmento que o PSDB postula para o desenvolvimento do Brasil, além do PCC, se depender da PRF, pode virar pó. 

Com a distribuição de milhares de assinaturas de Veja, Folha, Estadão e o pagamento de R$ 70 mil reais para um idiota criminalizar o PT, Lula e Dilma, se explica o surgimento de Kataguiris e do MBL. E de midiotas, os idiotas amestrados pela mída. Veja que nesta horas publica-se o milagre mas não entregam o santo. Como já disse o Jorge Pozzobom, o PSDB tem imunidade e só os idiotas não percebem.

Deve ser só coincidência…

PRF apreende 62 quilos de pasta de cocaína na Régis Bittencourt

O ESTADO DE S. PAULO + 28 Julho 2015 | 18h 11

Droga, que era transportada em um fundo falso no porta-malas de um carro, é avaliada em R$ 12,5 milhões

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu mais de 62 quilos de pasta base de cocaína, na altura do quilômetro 439 da Rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo ao Paraná, nesta terça-feira, 28. Segundo a PRF, a droga está avaliada em aproximadamente R$ 12,5 milhões. A cocaína era transportada em um fundo falso no porta-malas de um carro. Esta foi a maior apreensão de cocaína feita no ano na Régis Bittencourt.

RELACIONADAS

Um jovem, de 25 anos, conduzia o veículo, acompanhado de uma vendedora, de 21 anos. O casal, morador de Cascavel, no Paraná, foi preso em flagrante. De acordo com a PRF, os dois estavam nervosos durante a entrevista inicial. Após buscas ao veículo, os policiais perceberam que o porta-malas tinha um fundo falso.

Policiais encontraram a droga em fundo falso no porta-malas 

Policiais encontraram a droga em fundo falso no porta-malas

Segundo o motorista, a droga seria levada de Foz do Iguaçú para São Paulo, onde seria refinada e transformada em pelo menos 625 quilos de cocaína. Pelo transporte, o casal ganharia R$ 5 mil. Se condenados, os jovens podem ficar presos de 5 a 15 anos pelo crime de tráfico de drogas e de 3 a 10 anos por associação para o tráfico.

Neste ano, a PRF no Estado de São Paulo apreendeu 8,7 toneladas de drogas. Só na Rodovia Régis Bittencourt, foram mais de 7 toneladas. A droga mais aprendida nas rodovias de São Paulo foi a maconha. A PRF confiscou 8,5 toneladas da droga. 133,7 quilos de cocaína foram retidos.

Governo de SP não quer agente federal em estradas no Estado, diz secretário

REYNALDO TUROLLO JR.
GUSTAVO URIBE
DE SÃO PAULO – 27/07/2015 02h00

Ouvir o texto

Secretário da Segurança Pública de São Paulo, o advogado Alexandre de Moraes (PMDB) assumiu a pasta em janeiro, em meio a uma escalada de roubos que já durava 19 meses, um aumento das mortes causadas por policiais e um crescimento dos casos de roubo de carga.

Para melhorar as estatísticas oficiais, que desde então passaram a registrar queda nos principais crimes, ele diz ter feito mudanças no policiamento, como melhoria na mobilidade dos policiais e investimento em ações de inteligência.

Em junho, no acumulado dos 12 meses anteriores, os homicídios no Estado chegaram à menor taxa da série histórica –9,38 casos por 100 mil habitantes. Agora, para dar um "salto" de qualidade na segurança, Moraes quer retirar a Polícia Rodoviária Federal das rodovias federais que cruzam o território paulista, para assumir o policiamento na Dutra e na Régis Bittencourt.

Luiz Carlos Murauskas – 20.jun.2014/Folhapress

Secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, diz que governo paulista não quer agentes federais em estradas no Estado

Secretário Alexandre de Moraes diz que SP quer agentes federais fora de estradas no Estado

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Folha – O número de homicídios tem se mantido estável no Estado. Isso é fruto de quê?
Alexandre de Moraes – O Estado terminou 2014 com 10,06 homicídios por 100 mil habitantes. É o único Estado do país que conseguiu chegar a dez, que é o tolerável pela ONU. São Paulo saiu, em 1999, de 36 homicídios por 100 mil habitantes e chega agora a quase um quarto do que era [9,38 em junho]. Isso se deve ao mapeamento de locais onde há mais incidência [de mortes] e ao combate ao tráfico de drogas, que é um diferencial na minha gestão, já que um dos fatores do homicídio é o tráfico. Um ataque mais forte ao tráfico evita o homicídio da briga entre quadrilhas. O fator mais difícil de combater é o passional, o crime dentro de casa.

Não há também o fator de que, hoje, quase todo o tráfico em São Paulo está na mão de uma única facção, o PCC? Isso acaba diminuindo a disputa.
Não existe essa hegemonia. O PCC, assim como outras organizações criminosas, não domina nenhum crime. Basta ver que, em alguns locais onde o policiamento não depende só de São Paulo, como no Deinter-1 [São José dos Campos], o homicídio é um pouco mais elevado que no resto do Estado. Por causa, principalmente, da briga entre Rio e São Paulo. E a Dutra não é nosso policiamento.

Eu já falei ao ministro [da Justiça] José Eduardo [Cardozo], e vou reiterar em agosto, que quero assinar um convênio para que São Paulo fique responsável pelas rodovias que hoje não são de nossa responsabilidade: Dutra e Régis Bittencourt, principalmente, para que a gente possa fazer o policiamento com a Polícia Militar Rodoviária. Aí nós vamos dar outro salto.

A ideia é cooperar com a Polícia Rodoviária Federal [responsável por essas rodovias]?
Não. A ideia é assumir [o policiamento]. Obviamente, estou pedindo contrapartida em tecnologia, mas a gente assume [as estradas federais]. Agradece à Polícia Rodoviária Federal, mas permite até que ela possa ir para as outras rodovias federais. Aqui em São Paulo, o efetivo da PRF é baixo, porque ela tem que pegar outros Estados.

Qual a razão dessa medida?
Em função do tráfico de drogas, porque a droga não é produzida em SP, e do tráfico de armas, porque os fuzis não são fabricados em SP. E também do roubo a carga, porque onde há mais roubo a carga em SP é na Régis Bittencourt.

O sr. avalia que o policiamento federal não é eficiente?
Eu não diria que o policiamento federal não é eficiente. Eu diria que, se pudermos também pegar isso, é mais fácil o nosso planejamento. Eu pedi [ao ministro] em maio e agora quero ver se, em agosto, a gente fecha isso já.

O senhor assumiu em um contexto de alta de roubos. Que ações adotou para reverter isso? O policiamento mudou?
Antes, vou fazer um introito do que seriam os pilares da minha política. O primeiro, que venho insistindo bastante, são as alterações legislativas. Fui com o governador [Geraldo Alckmin] a Brasília e levamos duas propostas de delegação legislativa que vão ser uma revolução.

Eu pedi duas delegações [para SP]: uma para [criar regras estaduais para] toda investigação pré-processual, procedimento de inquérito e cautelares para crime organizado, e outra para execução penal, para poder criar nosso regime de execução da pena, disciplina, remissão e aproveitar o trabalho do preso.

O segundo pilar é a cooperação com o Ministério Público e o Poder Judiciário. E o terceiro ponto é uma coordenação maior entre as polícias.

Em relação a roubos, nos cinco primeiros meses deste ano, conseguimos a queda de quase 6%. Verifiquei que havia pontos com mais policiais, como Moema [área nobre da zona sul], e pontos com menos, como Capão Redondo [periferia da zona sul], e fiz uma reformulação. Anos atrás, o crime contra o patrimônio era no centro expandido. Com o aumento da classe média e do consumo, isso se expandiu. Outra medida importante foi dar mais mobilidade à polícia. Tiramos, por exemplo, uma base fixa [da PM] que tinha na frente do jóquei e passamos a utilizar aqueles policiais rodando.

Há relatos de vítimas que não estão conseguindo registrar roubo de celular sem fornecer o IMEI [um número exclusivo de cada aparelho]. Isso não tem ajudado as estatísticas?
Isso não corresponde à verdade. Uma coisa é a delegacia eletrônica [pela internet], que, desde que surgiu, em 2013, exige o IMEI, até para evitar que alguém infle os dados erroneamente. Nas delegacias, a pessoa registra qualquer roubo ou furto sem necessidade de dar nada. Tanto é que, no semestre, furto e roubo de celular aumentaram 3,2%, apesar de roubo e furto [em geral] terem caído.

Falamos da queda dos roubos em geral, mas os roubos de carga cresceram.
Temos dois tipos de roubo de carga: o oportunista, que ocorre muito na capital durante carga e descarga, e o de quadrilhas especializadas, geralmente de eletroeletrônicos e remédios. Temos que fazer dois tipos de combate. No oportunista, intensificar o policiamento nas regiões com maior incidência. Em maio, no Estado, diminuímos o roubo a carga em quase 9%. Já para combater as grandes quadrilhas, precisamos de informação do setor [de transportes]. O que ocorre é que não há nenhum grande roubo de carga que não tenha gente infiltrada, seja da própria empresa que transporta, seja do depósito. Sempre tem pessoa de dentro.

No primeiro trimestre, as mortes por PMs subiram 18% em relação a 2014, indo de 157 para 185. Combatê-las é prioridade?
Temos que verificar por que estão ocorrendo. Tem casos que são inevitáveis. É uma realidade [os criminosos irem para o confronto].

Mas não é curioso o número de policiais mortos, nesse período, só ter ido de 3 para 4?
O número de PMs mortos subiu de 3 para 4, mas o número de feridos aumentou [segundo as estatísticas, porém, o número de PMs feridos em serviço caiu de 70, no primeiro trimestre de 2014, para 43 em 2015]. O que eu fiz? Editei uma resolução determinando, entre outras coisas, aviso imediato ao Ministério Público quando houver morte de policial ou causada por policial. Da parte do gabinete, não vai ter condescendência com nenhum exagero.

Quando o Detecta [programa de inteligência policial] sairá da fase de testes?
Pretendo, depois dos testes, fazer uma apresentação ao governador e, neste semestre, vamos ter o Detecta.

O sr. consultou o governador sobre a possibilidade de se filiar ao PSDB?
Não consultei ninguém, eu fui consultado pelo presidente estadual do PSDB, Pedro Tobias. Assumi a secretaria estadual, que é técnica, e minha preocupação é tocá-la.

Mas o sr. não descarta a possibilidade de ir para o PSDB?
O futuro a Deus pertence.

Como constitucionalista, o sr. considera que há espaço para discutir o impeachment da presidente Dilma Rousseff?
Hoje é um absurdo discutir o afastamento dela, que não está sendo investigada. Assim como falar no afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha [PMDB], é outro absurdo. Se o Ministério Público oferecer denúncia e o Supremo Tribunal Federal aceitar, aí a Corte vai decidir.

RAIO-X: ALEXANDRE DE MORAES, 46

Formação Graduou-se em Direito na USP em 1990

Especialidade Direito de Estado, tendo publicado livros sobre o tema

Cargo É secretário da Segurança Pública de São Paulo desde janeiro de 2015. Já foi secretário municipal de Transportes e promotor de Justiça, entre outros cargos

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