Ficha Corrida

22/02/2016

FIFA no fiofó da Globo

 

Para entender o braço da FIFA no Brasil

seg, 22/02/2016 – 00:13 – Luis Nassif

Nos anos 70 a TV a cabo começou a ganhar força, assim como as transmissões esportivas internacionais. As redes de TVs tornam-se globais. E os eventos esportivos ganharam dimensão internacional. Ao mesmo tempo, a inclusão da África e da Ásia no negócio futebol ampliaram de forma inédita seu alcance.

É nesse novo quadro tecnológico que o futebol se torna um negócio bilionário. Na hora certa, no lugar certo, o cartola brasileiro João Havelange ajudou a dar forma final à FIFA. Desde os anos 20 o esporte já se constituía nos eventos de maior audiência do rádio. Com os avanços tecnológicos, os grandes espetáculos esportivos passaram a dispor de uma audiência global. E, dentre todos os esportes, nenhum chegou perto da popularidade e abrangência do futebol.

Em pouco tempo monta-se a rede global, com os seguintes personagens:

1.     A FIFA.

2.     As confederações

3.     Os clubes

4.     Os grupos de mídia hegemônicos em cada país filiado.

A parte econômico-financeira é composta do patrocínio aos torneios globais, torneios regionais e campeonatos nacionais. E os eventos os financeiros ocorrem na compra de direitos de transmissão para cada um dos eventos e nos patrocínios, e no mercado de jogadores.

A partir desses elementos teceram-se as relações de influência que acabaram resultando na organização criminosa desbaratada pelo FBI.

A base do poder na FIFA são as confederações nacionais.

Para garantir a perpetuidade do poder, há uma aliança simbiótica entre os dirigentes da FIFA, os grupos de mídia nacionais e os dirigentes das Confederações.

Em parceria com a FIFA os grupos de mídia conseguiram a exclusividade para os grandes eventos, que garantem os grandes patrocínios. E conseguiram os patrocínios para os eventos regionais e nacionais. O dinheiro captado serviu para irrigar os clubes e garantir a perpetuidade política dos grupos que controlam as confederações.

Por seu lado, a parceria sempre se dá com os grupos de mídia politicamente mais influentes. E garante a blindagem dos dirigentes das confederações – não apenas perante os governos nacionais como perante os sistemas de investigação locais.

Esse modelo criou tal blindagem político-policial que acabou transbordando para outras formas de ação de crime organizado, como a lavagem de dinheiro através do superfaturamento dos contratos e do comércio de jogadores.

Segundo dados da OCDE, o mercado de jogadores movimenta US$ 4 bilhões/ano, dos quais US$ 1 bilhão proveniente de lavagem de dinheiro. Parte relevante do dinheiro lavado vem dos subornos pagos por emissoras de televisão e patrocinadores aos dirigentes esportivos.

A internacionalização do futebol

A ampliação da globalização acabou introduzindo novos elementos nessa equação.

O primeiro, o da criação da cooperação internacional para o combate ao crime organizado, que ganhou ênfase após os atentados das torres gêmeas.

Como as organizações criminosas atuavam em nível global, havia a necessidade de uma cooperação em nível internacional. E aí sobressaiu a maior competência dos órgãos de investigação norte-americanos, especialmente devido à integração entre o FBI e as forças de segurança, conforme anotou Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra, em entrevista ao GGN, sobre o seu livro “Política, propina e futebol: Como o PADRÃO FIFA ameaça o esporte mais popular do planeta”.

E aí entraram em cena os interesses geopolíticos norte-americanos, a noção histórica de interesse nacional amarrado aos interesses dos grandes grupos que se internacionalizam.

Um dos últimos mercados nacionais protegidos era o das comunicações. E, nesse mercado fechado, as transmissões de partidas de futebol sempre foram um fator crítico para a hegemonia das emissoras. Basta conferir a imensa luta da Record para tentar romper com o monopólio das transmissões da Globo.

A entrada do FBI nas investigações coincide com a ofensiva internacionalizante dos grandes grupos de mídia norte-americanos e, também – segundo Chade – com as manifestações de junho de 2013 no Brasil, que passaram a percepção de que a opinião pública nacional não mais aceitaria passivamente a corrupção dos dirigentes esportivos.

Quando o FBI entrou na parada, o jogo passou a virar. A imensa organização criminosa começou a ruir. E, no rastro desse desmonte, teve início a invasão final dos grupos de mídia norte-americano sobre os superprotegidos mercados nacionais de mídia.

Segundo Chade, empresas como a Time Warner, Disney, ESPN montaram estratégias inicialmente fechando contratos com países e clubes menores, de maneira a cercar os esquemas dos clubes maiores, que dominavam as confederações.

Para se ter uma ideia do impacto do fim do monopólio das transmissões esportivas, analise-se o mercado britânico. Com a pulverização dos canais pagos, o único evento que consegue chegar em 15 pontos de audiência são as transmissões de partidas de futebol. O restante não passa de 5 pontos.

O papel da Globo na corrupção da Fifa

O imenso poder político desses grupos garantirá algum tempo a mais de blindagem, antes que a longa mão do FBI chegue até aqui. Em alguns casos, o que garante é a aliança com os governos nacionais.

Segundo Chade, a primeira reação dos dirigentes teria sido lamentar que as prisões tivessem ocorrido na Suíça. “Se isso acontecesse na América Latina, já tínhamos resolvido tudo e estaríamos em casa”, comentou um argentino, membro da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).  “Mas eles não estavam no Brasil nem em outra república latino-americana. As prisões ocorreram justamente na Suíça, país que passou a colaborar de forma estreita com os EUA”, continua Chade.

No caso brasileiro, a Globo estreitou relações com o MPF, tornando-se a principal âncora da Lava Jato. No seu horizonte estratégico, certamente estavam os problemas que vinham pela frente.

As principais operações identificadas foram compra de votos para a Copa de 1998, para a Copa de 2010 e a compra de apoio para a eleição de Blatter em 2011. E, importante, “a realização de acordos para a Taça Libertadores, a Copa América, a Copa do Brasil e as suspeitas sobre os Mundiais de 2018 e 2022”.

Continua o livro:

“De uma maneira constante, segundo a Justiça, a propina teria sido paga a Teixeira e Havelange para que influenciassem a Fifa na decisão de quem ficaria com os direitos de transmissão das Copas de 2002 e 2006, incluindo o mercado brasileiro”.

Continua o livro:

“Uma rede de televisão no Brasil é citada como uma das envolvidas no suborno, ainda que seu nome tenha sido mantido em sigilo no documento público, uma vez que o processo não era contra ela. Naqueles Mundiais, os direitos de transmissão eram da Rede Globo. Para os suíços, o serviço dos dois cartolas teria sido comprado por essa e outras empresas que queriam manter contratos e relações com a Fifa. O documento revela uma movimentação milionária nas contas de Teixeira e Havelange. Ambos receberam subornos no valor total de pelo menos 21 milhões de francos suíços, depositados em contas abertas em paraísos fiscais. Os pagamentos ocorreram entre 1992 e 2004, e o tribunal decidiu processar os brasileiros por “atos criminosos em detrimento da Fifa”.

Prossegue a denúncia que “subornos compravam influência na Fifa e garantia de contratos no Brasil”.

Esse esquema começou a operar em 1970, segundo o procurador Thomas Hildbrand, quando Havelange assumiu o poder. Testemunhas ouvidas por ele sustentaram que “o dinheiro vinha, em grande parte, de empresas que pagaram pela transmissão das imagens das Copas de 2002 e 2006. No caso do Brasil, o valor do contrato era de US$220 milhões. Outros contratos chegavam a US$750 milhões”.

Segundo eles, Teixeira e Havelange agiram com tal impunidade porque, por conta da “cultura” brasileira, as propinas equivaliam a suplementação de verbas

“Seria essa a suposta “cultura” dos brasileiros”, constata Chade. “Mais do que um absurdo e uma ofensa a milhões de pessoas, a estratégia da defesa revela, no fundo, a imagem que a entidade tem do país e de seus representantes. Essa imagem, de tão enraizada, foi usada até mesmo diante da Justiça”.

O melhor exemplo da forma como a FIFA agia foi na imposição do estádio de Brasília.

“Poucos dias após a final da Copa do Mundo, o estádio mais caro do Brasil e o terceiro mais caro do mundo recebeu outro momento de decisão: cem casais realizaram suas festas de bodas no palco que havia servido ao Mundial. O evento chegou a ser transmitido pela TV Globo, que pagou parte dos direitos da Copa e apagou qualquer tipo de crítica ao evento. Na reportagem, a emissora insistia que o casamento coletivo tinha sido uma “grande emoção” e que o estádio havia criado novas oportunidades. Com apenas dois times e ambos na quarta divisão do futebol brasileiro Brasiliense e Luziânia , o Distrito Federal passou a ser a imagem do escândalo da Copa do Mundo e de seu legado inexistente. Meses depois do final do Mundial, a falta de jogos no estádio Mané Garrincha levou o governo do DF a transferir parte de sua burocracia para o local e ocupou as salas com suas diferentes secretarias. Do lado de fora, o estacionamento feito para as torcidas se transformou em garagem para os ônibus da cidade. Um ano depois da Copa, o rombo no estádio era de mais de R$ 3,5 milhões”.

Sobre a corrupção cultural

O combate à corrupção exige mudança de padrões culturais. Não se pode aceitar passivamente conviver com empresas sobre as quais pairam suspeitas de atividades criminosas.

Afinal, como declarou o procurador Deltan Dallagnol “o nosso parâmetro para lidar com a corrupção deve ser o crime de homicídio. Quem rouba milhões, mata milhões”. A declaração foi dada na Globonews.

Segundo ele, o simples combate às pessoas corruptas não vai fazer com que a corrupção acabe no Brasil. “Nós precisamos mudar o sistema”, declarou no Programa do Jô.

O mesmo bordão foi brandido pelo procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, para criticar a Lei de Leniência:

“Infelizmente, a despeito de todas as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil, as primeiras e únicas tentativas do Governo após a publicação da Lei Anticorrupção foram sempre no sentido de contorná-la, de desrespeitar o mínimo ético imposto por essa legislação”.

Carlos Fernando é vice-secretário de cooperação internacional do MPF, setor incumbido de buscar apoio nas investigações internacionais e de fornecer elementos solicitados pelos parceiros. Segundo Chade, o Brasil tem sido o país latino-americano que menos atendeu aos pedidos do FBI até agora.

Para entender o braço da FIFA no Brasil | GGN

28/09/2015

Figurinha Padrão FIFA

FIFA PANINIOs caras não tem colhão para sair do Brasil de medo do FBI, mas se acham no direito de nos dar lição administrativa. Já conhecemos os suficiente em termos de choque de gestão e meritocracia à moda tucana. Os exemplos de Amir Gabriel e Simão Jatene, no Pará; Yeda Crusius, no RS; Cássio Cunha Lima, na Paraíba; Geraldo Alckmin, em São Paulo; Aécio Neves, em Minas; e Beto Richa, no Paraná são mais do que o suficiente para entendermos do que se trata “o novo modelo de gestão”. Aliás, o novo modelo de gestão do PSDB está há mais de 20 anos em São Paulo, e gerou duas grandes novidades para o Brasil: o PCC e racionamento d’água.

Na copa da corrupção Padrão FIFA, o FBI tem o álbum quase completo. Há um figurinha solta, João Dória Jr, que ousa levar a administração de São Paulo para mais próxima de seu povo: José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero.

JOÃO DORIA

Novo modelo de gestão para São Paulo

São Paulo merece uma radical mudança em seu modelo de administração, tornando o poder mais descentralizado e mais próximo da população

Comunidade, participação, descentralização. Esse é o triângulo que forma a base de uma moderna gestão municipal em nosso país, principalmente em metrópoles com grande população e vasto território.

Seria essa uma abordagem inovadora, revolucionária? Não. Basta lembrar o ex-governador André Franco Montoro, um dos principais precursores e defensores do municipalismo no Brasil, com a recorrente pregação sobre as vantagens da administração descentralizada.

Montoro dizia que "o indivíduo não mora no Estado, na União; mora no município, onde ocorre todo o processo político. Logo, tudo o que for administrado em menor escala será mais bem administrado". A descentralização foi um dos eixos de seu bem-sucedido governo do Estado de São Paulo, tendo como suporte conselhos por áreas de administração, como a da infraestrutura, a econômica e a social.

Infelizmente, nas últimas décadas, a gestão descentralizada perdeu força na esteira de pressões políticas e conveniências eleitorais, resultando –quase sempre– na indicação de quadros para comandar as estruturas administrativas.

É o caso, por exemplo, do município de São Paulo, com suas 32 subprefeituras, 96 distritos e diferentes densidades eleitorais. Cada qual com demandas específicas, a exigir do prefeito o extraordinário esforço de contemplar a globalidade metropolitana, de modo adequado e justo às regiões. Convenhamos, é missão quase impossível, até mesmo para administradores talhados para a função e imunes a pressões.

Tem sido impraticável alcançar índices de eficiência administrativa, em uma metrópole de quase 12 milhões de habitantes, tendo como modelo a centralização –ainda que se proclame que as subprefeituras têm Orçamento próprio e autonomia e que são responsáveis pelo planejamento e execução de serviços nas áreas de sua jurisdição.

O clima político competitivo e polarizado, como tem sido o da capital, confere ao prefeito o poder de nomear subprefeitos, definir obras, alocar recursos. Enfim, concentra em uma só pessoa o atendimento de todas as demandas da cidade.

Imprime-se às subprefeituras um viés político, sem levar em conta currículo, histórico, capacidade de gestão e comprometimento com a transparência. O resultado é péssimo. Nem sempre os empreendimentos planejados obedecem a uma ordem de prioridades, determinada por prementes demandas sociais. Falta agilidade no atendimento à população, eficiência e comprometimento com a coisa pública.

É preciso eliminar a "propinópolis" que se esconde sob o manto da administração municipal. Mais uma vez lembro Franco Montoro, que alertava: "O escândalo das propinas na administração do município de São Paulo constitui um quadro impressionante de corrupção generalizada: máfia do lixo, dos ambulantes, da saúde, do comércio, das construções, dos loteamentos". Foi ontem, mas parece hoje.

São Paulo merece uma mudança radical em seu modelo administrativo. A começar pela transformação das subprefeituras em prefeituras regionais, descentralizando e fornecendo força e responsabilidade aos prefeitos de cada região. O poder ficará próximo de quem mais precisa: a população. Dará maior agilidade à gestão, melhor controle e responsabilidade executiva.

O novo modelo, ancorado em descentralização, controles mais rigorosos de prazo de execução, maior transparência, qualidade e agilidade de serviços, atenderá ao anseio das comunidades de participar, com mais intensidade, do processo decisório na administração pública. Dessa forma, garantirá à população o legítimo direito de ter serviços públicos de melhor qualidade.

JOÃO DORIA, 57, é presidente do Grupo Doria e pré-candidato pelo PSDB à Prefeitura de São Paulo

25/09/2015

Mascote dos coxinhas na CBF perde por WO

marcha dos zumbis2Quem diria, a Marcha dos Zumbis se encontra numa encruzilhada. Se Del Nero viajar, perde de goleada. Se ficar, perde por WO. Um a um, os mascotes do MBL estão sendo desmascarados em praça pública. No fim, sobrarão as bundas moles da gang mirim.

Pensando bem, o uniforme dos golpistas não poderia ter outro emblema que não o da CBF. São golpistas padrão FIFA, de fazem coro ao José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero. Tutti buona gente!

Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero

Membros do alto escalão da Fifa afirmam que não aceitarão a terceira ausência do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero nas atividades da entidade; ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial

25 de Setembro de 2015 às 07:46

247 – A Fifa deu um ultimato ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Membros do alto escalão da entidade afirmaram a Jamil Chade, do ‘Estado de S. Paulo’, que não aceitarão a terceira ausência dele nas atividades do grupo.

Ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial.

Del Nero deixou Zurique um dia após a prisão de Marin e não compareceu ao Congresso da Fifa que reconduziu Joseph Blatter. Também não participou da reunião de julho sobre as reformas na instituição e de outra sobre a Copa da Rússia.

Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero | Brasil 24/7

18/09/2015

A corrupção boa

globo2O Brasil tem esta criatividade. Este corrupção boa e corrupção ruim. Boa é a nossa; ruim, a dos outros. Desde Judith Brito, o PIG defende a corrupção boa e ataca a concorrência como sendo má. Por exemplo, porque a RBS não fica indignada com a corrupção da sonegação denunciada na Operação Zelotes? Afinal, com tantas empresas gaúchas envolvidas em sonegação seria mais fácil para a RBS defender seu governo títere no RS. Se as empresas envolvidas na corrupção do CARF tivessem pago o que deveriam, o RS não estaria, como quer nos fazer crer para aumentar ainda mais a corrupção, o Tiririca da Serra.

Qualquer brasileiro medianamente informado sabe da Lista Falciani, que contém o rol dos brasileiros que usaram o HSBC para lavar dinheiro. Nela aparecem os cães  mais raivosos da mídia. Passam os dias rosnando contra a corrupção, mas usaram o HSBC para lavar dinheiro na Suíça. Não bastasse isso, também corromperam funcionários do CARF para favorecer sonegação trilionária. E como se tudo isso não bastasse, a Rede Globo, CBF, J. Hawilla estão envolvidos na sonegação internacional, padrão FIFA. Por que a delação premiada neste caso não provoca prisão preventiva nem linchamento nos meios mafiomidiáticos? Simples, porque os grupos mafiomidiáticos assoCIAdos ao Instituto Millenium são os maiores corruptos e corruptores do Brasil.

EUA caçam Del Nero, Suíça acusa acordo de TV e Brasil finge investigar

Augusto Diniz– -sex, 18/09/2015 – 06:45 Atualizado em 18/09/2015 – 07:05

Por Augusto Diniz

Procuradores responsáveis pelo caso FIFA nos Estados Unidos e Suíça informaram nesta segunda (15/9), que indiciarão mais dirigentes envolvidos em corrupção no futebol – especula-se que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, é presença certa na lista. A autoridade suíça disse que as investigações não chegaram nem ao fim do primeiro tempo.

O canal de TV público SRF, da Suíça, acusou dias atrás o presidente da FIFA, Joseph Blatter, de ter vendido ao ex-presidente da Concacaf, Jack Warner, direitos de transmissão das duas últimas Copas do Mundo, por 5% do valor de mercado – ao contrário da imprensa brasileira, que costuma acusar sem provas consistentes, os suíços mostraram os contratos sob suspeita assinados por Blatter. Warner usou empresa em paraíso fiscal para revender os direitos por pelos menos US$ 18 milhões.

As investigações do FBI apontam que este prática (de venda de direitos de transmissão de competições por valores abaixo do mercado) foi recorrente na FIFA. As motivações vão desde revenda ilegal por valores infinitamente maiores, passando por sonegação fiscal, até pagamento de suborno.

A CPI do Futebol no Senado faz duas semanas que não se reúne. Nesta terça-feira (15/9) aconteceria uma audiência reunindo ex-jogadores (Pelé, Zico, Cafu, Roque Júnior, Ricardo Rocha e Juninho Pernambuco) e representante do Bom Senso FC (Paulo André), mas foi cancelada (a CPI alegou que não conseguiu reunir todos os convidados) – na verdade, o que tem a dizer esses profissionais em uma CPI que investiga a CBF?

Alguns deles mantem relações promíscuas com a entidade há anos. Além disso, todos jamais se contraporiam a patrocinadoras e emissoras de televisão, cujos acordos são objetos de investigação do FBI, da Suíça e “provavelmente” da CPI -, simplesmente por que estes profissionais são também beneficiários de alguma forma dos possíveis acusados, por meio de patrocínios, direitos de imagem e participação constante como comentaristas em jogos e programas esportivos da TV.

A CPI, com mais de um mês em funcionamento, ainda não conseguiu levar um suspeito para falar ao colegiado, nem tampouco apresentou dados relevantes sobre as operações da CBF.

A Polícia Federal também diz que investiga contratos entre a CBF e a Globo, mas não há nenhuma notícia sobre o caso há pelo menos três meses.

Como disse o depoente da CPI do Futebol, quando a comissão caminhava melhor, o jornalista Leandro Cipoloni, o que mais o chama atenção desde que produziu um livro sobre corrupção no futebol, é a conivência das autoridades com os malfeitos de dirigentes do esporte no País. Está aí mais uma prova.

EUA caçam Del Nero, Suíça acusa acordo de TV e Brasil finge investigar | GGN

14/09/2015

Corrupção Padrão FIFA? O PSDB tem!

Se a ligação direta, como faz Geraldo Alckmin, já é um jogo sujo, pior ainda é o finanCIAmento cruzado. São os tais de patrocinadores ideológicos. Eles investem em publicidade nos assoCIAdos do Instituto Millenium para que estes se encarreguem de patrocinar a bandidagem. Eu até diria que, no jogo político os partidos “têm direito” a métodos heterodoxos. É do jogo de forças. O que não se admite é que a imprensa e o judiciário compactuem e atuem com os mesmos métodos. Aí vira lumpenjornalismo e inJustiça.

Por exemplo, a RBS ainda existiria sem o patrocínio dos parceiros da Agenda 2020? João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo del Nero existiriam sem a participação da CBF na Rede Globo?

A distribuição das milhares de assinaturas de Veja, Folha, Estadão tem o mesmo sentido da distribuição de estatuetas pela Rede Globo. Pode mudar o objeto, o objetivo final é o mesmo: a captura. Por exemplo, FHC foi captura pela Rede Globo via Miriam Dutra. Para que serviam aqueles R$ 70 mil que Fernando Gouveia recebia?

O que é mais espantoso nestes golpistas do CANSEI é que são mais sujos que pau de galinheiro. Então é com este tipo de gente que a direita quer melhorar o Brasil? Não. Eles querem tirar a Dilma, botar um Rodrigo de Grandis na PGR, ou Geraldo Brindeiro, encontrar um novo Gilmar Mendes para o STF e continuar fazendo o que sempre fizeram antes dos governos republicados do Lula e Dilma. O déficit civilizatório desta gente só não é repudiada por quem compartilha dos mesmos métodos. Os midiotas da Marcha dos Zumbis só fazem por segui-los, bovinamente!

O tucano de estimação de Alckmin é o maior “blogueiro sujo” do Brasil?

Por Fernando Brito · 13/09/2015

caviar

Já sei o que vou propor no próximo encontro do Centro de Mídia Alternativa Barão de Itararé.

Vou sugerir  a eleição de João Dória Júnior, candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, como nosso presidente honorário (com o devido perdão pelo uso do adjetivo).

Assim, paramos de sofrer com dois problemas: sermos acusados de enriquecer (pausa para gargalhar) com anúncios do governo e com a escassez completa de anunciantes, que abundam nas publicações do promoter Dória e seus eventos “papa-fina” em Comandatuba.

fotodoriaNão seríamos acusados de favorecimento político, pois  tudo seria totalmente impessoal e “técnico”, pois nada tem a ver com a sustentação tucana da candidatura de Dória à Prefeitura de São Paulo, como você pode ver na foto do seu twitter, sob o modesto apelo de que é “um time forte para uma nova história”. (Depois do estrondoso sucesso como chefe da delegação da Seleção Brasileira na Copa América, Dória não devia usar a palavra “time”, não é?).

E vai ser uma eleição merecida pelos “blogueiros sujos”, que – mesmo quando arrumamos um anunciozinho, perto dele somos uns “porqueras”. Pois, como mostra hoje reportagem da Folha – daquelas do tipo “uma no cravo, trinta na ferradura” – Dória “papou” R$ 501 mil por um anúncio na revista (repare o nome) Caviar Lyfestyle, publicação “doriana”,  para ressaltar a importância da água.

Não, não é da água Perrier. É daquela que falta nas torneiras paulistas e que vem branquinha de cloro na hora em que volta.

Estou pensando em fechar o Tijolaço e abrir o Feijão&Arroz Lifestyle e ver se Alckmin me dá um anúncio destes.

Afinal, o Tijolaço tem mais acessos até o meio-dia de cada uma das voltas que a Terra dá do que a Caviar Lifestyle tem em um ano, que é a periodicidade das edições. Ou seja, nem tem custos fixos, é montada à base de frilas e de tarefa

Nem precisa ser de R$ 500 mil, não, com R$ 5 mil eu já “lamberia os beiços”.

E faço todo dia um “publieditorial” sobre as obras de Alckmin para o abastecimento hídrico de São Paulo.

É tão pouco que não vai dar quase trabalho.

doria1Já prometo, para o primeiro número, um especial sobre as gambiarras instaladas para chupar o fundo lamacento das represas.

Ou será que Alckmin preferiria uma “reportagem” mostrando que apesar dos temporais de setembro, São Paulo está com menos água que há um mês? Que o maior dos reservatórios, o Jaguari-Jacareí, estava, em 11 de setembro de 2014 com um nível de 816,94  metros  e anteontem estava  a 810, 79 metros,  seis metros abaixo?

Tudo ilustrado com o lamaçal que se tornou o  Cantareira, ou com os tocos secos que brotam das represas do Alto Tietê.

Se quiser, ainda dou de brinde uma promoção, para os leitores escolherem qual o dirigente paulista que merece integrar o Hall of ‘Lame’: o próprio Governador, a ex-presidente da Sabesp Dilma Pena, ou aquele diretor da empresa que disse para o pessoal ir tomar banho em Santos…

E não vou ser ingrato com meu inspirador. Ofereço, pela ideia que me deu Dória Jr., anúncios gratuitos de cada uma de suas dez empresas, as nove do quadro aí ao lado e mais a Dória Associados. que não parece nesta lista da Junta Comercial do Estado de São Paulo.

Todas dele e dele mesmo, com a participação – em várias delas – da Max Marketing e Produções, da qual é o único sócio  e que desde 1990 sofre alterações na sua finalidade que só mesmo um gênio de ecletismo seria capaz de realizar.

Já registrou na Junta Comercial, desde então, que a empresa se destinava à compra e venda de imóveis, auditorias financeiras, serviços de advocacia, consultoria, publicidade, editoração  de livros e manuais científicos, didáticos, literários, etc, atividades de rádio,atividades de televisão aberta, gestão de propriedades imobiliárias e até mesmo uma curiosíssima, objeto de alteração contratual registrada na Jucesp em 16 de maio de 1997:

“Alteração da atividade econômica/ Objeto Social da Sede para comércio varejista de produtos saneantes domissanitários”.

Prova maior de que tudo deve ser “limpinho” não poderia haver.

O tucano de estimação de Alckmin é o maior “blogueiro sujo” do Brasil?TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

13/09/2015

Saiba quanto cu$ta o acobertamento do PSDB?

sonegando o psdbO PSDB tem imunidade para praticar qualquer obscenidade. Como já disse o impoluto tucano gaúcho, Jorge Pozzobom, não sendo petista, tem imunidade. Além das milhares de assinaturas da Veja, Folha, Estadão distribuídos pelas escolas públicas de São Paulo, além dos R$ 70 mil mensais pagos ao antipetista, Fernando Gouveia, agora aparece mais este político padrão FIFA, digo, CBF.

Por muito menos, Genoíno foi preso. É assim que funciona o Brasil dos golpistas. E se alguém pensar que este é um problema restrito aos tucanos está muito enganado. Portanto, o problema não é o PSDB, são os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. São eles que criaram este clima de ódio, de perseguição a Lula, Dilma e ao PT. A criminalização da esquerda é uma forma de limpar o campinho para que eles continuem saqueando o Brasil. Alckmin é apenas um ventríloquo dos grupos mafiomidiáticos. De nada adianta tirar ele de lá. Há que se mudar seus financiadores ideológicos, e bloquear o papel golpista da Veja, Estadão, Folha, Globo, RBS. São estes grupos que criam e alimentam o clima de ódio na sociedade brasileira. Eles não são contra a corrupção. Eles são contra a concorrência na corrupção.

Taí, ó, não precisa domínio do fato. Onde está o MPF, a PF? Cadê os carrascos da corrupção?

Gestão Alckmin paga R$ 1,5 mi a Doria Jr.

Governo usou verba em 2014 e 2015 para fazer anúncios em revistas do pré-candidato tucano à Prefeitura de SP

Nas propagandas, valor pago por página é maior que em revistas de grande circulação, como ‘Exame’ e ‘Época’

ALEXANDRE ARAGÃODE SÃO PAULO

O governo do Estado de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, pagou R$ 1,5 milhão ao empresário João Doria Jr., um dos pré-candidatos do PSDB à prefeitura paulistana, por anúncios veiculados em sete revistas da Doria Editora, entre 2014 e abril deste ano.

Os pagamentos foram intermediados por duas agências publicitárias contratadas pelo governo, a Mood e a Propeg, escolhidas por licitação, e seguiram os trâmites que regulam a publicidade estatal.

Doria é presidente do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), que organiza eventos para empresários de diversas áreas, como o Fórum de Comandatuba, na Bahia. Sua editora possui 19 títulos, que em boa parte são atrelados aos encontros que promove.

Em um dos casos, o governo pagou R$ 501 mil por um publieditorial –formato em que o anúncio é semelhante a uma reportagem– de nove páginas na revista "Caviar Lifestyle", que declara circulação de 40 mil exemplares.

Há casos em que os valores pagos pelo governo foram proporcionalmente maiores em anúncios da editora do que em revistas consolidadas, que passam por verificação independente de circulação.

No dia 5 de dezembro, o governo pagou R$ 259 mil por um anúncio de oito páginas na revista "Meeting & Negócios". Em 15 de janeiro, repassou R$ 202 mil por um anúncio de quatro páginas na revista "Líderes do Brasil".

Uma propaganda com o dobro do tamanho na "Exame", da Editora Abril, custou R$ 292 mil. Também em janeiro, por um anúncio de duas páginas na "Época", da Editora Globo, o governo pagou R$ 71 mil. Já a Editora Três cobrou R$ 479 mil do governo por 18 páginas na "IstoÉ".

Nenhuma das revistas da Doria Editora é certificado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), que audita a distribuição das principais publicações –como as outras revistas citadas.

PROXIMIDADE

Doria é filiado ao PSDB desde 2001, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ele foi secretário de Turismo na prefeitura de Mário Covas (1983-86), mas nunca disputou eleições. O empresário mantém relação próxima com Alckmin, a quem apoiou na campanha à reeleição no ano passado.

Durante a disputa, o grupo organizou encontros entre empresários e os três principais candidatos. Além de Alckmin, foram convidados Paulo Skaf (PMDB), presidente da Fiesp, e Alexandre Padilha (PT), hoje secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo.

Mesmo nos encontros organizados para os adversários falarem a empresários, Doria ressaltava ao microfone que apoiava a candidatura de Alckmin.

Três semanas antes do primeiro turno, Doria organizou um jantar em homenagem ao governador em sua casa. Além dos principais expoentes do PSDB, como o senador Aécio Neves (MG) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, empresários foram ao evento demonstrar apoio a Alckmin.

Neste ano, em maio, Doria homenageou Alckmin em Nova York, durante encontro organizado pelo Lide em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Na semana passada, o governador compareceu a dois encontros do grupo de empresários, na capital paulista.

ELIO GASPARI
O colunista está em férias

17/08/2015

Movimento travesti

Filed under: CBF,Coxinhaço,Travestis — Gilmar Crestani @ 9:22 am
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Não é mera coincidência que Ronaldo Nazário seja um entusiasmado partidário do Napoleão das Alterosas. A dificuldade em distinguir mulher de travesti não é exclusividade do parceiro da Rede Globo & CBF. Por isso também não é mera coincidência que nas manifestações dos coxinhas, um travesti com peitos fabricados com o mesmo material com que médicos fabricam digitais para fraudar o cartão ponto, tenha servido de égua madrinha para entusiasmar a tropa. O peito é tão natural quanto o movimento dos sem votos.

travesti

Com tanto coxão por aí, foram logo se amarrar nessa coxinha aí. Eis uma “mulher” Padrão FIFA….

12/08/2015

Quando fatos e fotos prescindem do domínio do fato, nem MP nem PF aparecem

OBScena: famiglia dei capitani, sotto i capi dei capiTutti buona gente

Não há o menor movimento dentre os bravos procuradores e delegados para investigar este Clan. E olha que o volume movimentado ultrapassa em muito algumas das operações espalhafatosas. Esta parcialidade joga luz sobre o verdadeiro interesse no combate à corrupção.

A máfia do futebol brasileiro prescinde do bom ou mau uso da teoria do domínio do fato. Sobejam provas. Falta colhão e hombridade a quem deveria zelar pelo bom nome das instituições Ministério Público e Polícia Federal.

Operação Zelotes dorme em berço esplêndido. No mesmo quarto onde dormiram os papéis mandados da Suíça para o Rodrigo de Grandis.

Trata-se de uma ala do museu, como os círculos do inferno de Dante, onde se encontram a Lista de Furnas, a Lista Falciani do HSBC, a Operação Pavlova, a compra da reeleição, o Caso Raytheon, a doação da Vale do Rio Doce, o limite da responsabilidade na Embratel…

É uma parte do museu que tem mais alas que escola de samba. Por coincidência, os direitos televisivos do carnaval, comandado pelo jogo do bicho, e do futebol,  comandado pelos parceiros José Maria Marin, Ricardo Teixeira e J. Hawilla,  sempre estiveram com a Rede Globo.

Lá ficam guardados os casos de corrupção envolvendo parceiros ideológicos destes delegados e procuradores Padrão FIFA… 

A súbita revolta de Galvão Bueno com a CBF é uma história mal contada. Por Kiko Nogueira

Postado em 24 jul 2015 – por : Kiko Nogueira

Tutti buona gente

Galvão Bueno tem feito o que colunistas de TV chamam de “duras críticas” ao presidente da CBF, Marco Polo del Nero, em seu programa “Bem, Amigos”.

A mais recente delas foi por ocasião da ausência do cartola na reunião da Fifa em Zurique. Depois de se lamentar “como atleta que fui”, alguém que “ vive o esporte desde que se entende por gente”, Galvão pontuou que estava indignado.

“Ele tem vários cargos de importância na Fifa: é presidente do Comitê do Futebol de Areia, terminou ontem o Campeonato Mundial em Portugal e ele não foi”, falou.

O comentarista Caio Ribeiro, como sempre no papel de escada, pediu a renúncia do dirigente. “A verdade é uma só: ele não tá pensando no dia seguinte, tá pensando na sobrevivência dele, então talvez hoje, nesse momento, não esteja apto a ocupar o cargo que ocupa’’.

Então Galvão Bueno, locutor das partidas da seleção desde tempos imemoriais, está revoltado com os escândalos do futebol brasileiro. Mas por que agora?

O motivo mais óbvio é o prejuízo que a derrocada do time causa à Globo. Graças ao fiasco na Copa América, a Globo não terá o Brasil na Copa das Confederações em 2017.

Os direitos para transmitir os mundiais da Rússia e do Catar foram garantidos numa boa, numa negociação sem licitação, como um reconhecimento da antiga e rentável parceria entre CBF, Fifa e Globo. E se a equipe de Dunga não se classificar?

Agora, simular aversão às práticas de Del Nero é um pouco demais. Se ele é ladrão, Ricardo Teixeira é o quê? Sem Teixeira não haveria Marin ou Del Nero. Ele fez miséria durante anos, sem que Galvão Bueno ou qualquer de seus colegas abrisse o bico.

O recado agora, antes de ser de alguém preocupado com os rumos do esporte, é de um sócio — ou porta-voz da sócia, a Globo.

A diatribe de GB é tão estapafúrdia quanto a de Zeca Camargo. Zeca é autor de um dos mais formidáveis besteirois do jornalismo moderno. A “crônica” na Globo News em que misturou a comoção pela morte de um cantor sertanejo que ele não conhecia com o nosso suposto “abismo cultural”, fechando com a mania de livros para colorir, é um clássico do nonsense.

Zeca, veja bem, apresenta um programa de bastidores de novelas. A exploração da tragédia com Cristiano Araújo foi enorme, sem dúvida — principalmente na Globo. O G1, por exemplo, está dando até agora qualquer coisa remotamente relativa a isso, como uma entrevista com familiares da namorada do rapaz.

Galvão e Zeca fariam um favor a seu público, e sobretudo a si mesmos, se parassem de fingir que não trabalham onde trabalham.

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Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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30/07/2015

Pegando os corruptos da CBF, Romário põe pá de cal no túmulo da Globo

CBFGloboHawillaA CBF é aquela entidade que veste os manifestantes Padrão FIFA. A marcha dos Zumbis, com as cores do José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero é a última esperança destas pessoas, do J. Hawilla e da Rede Globo.

Se der certo o golpe, todos saem ganhando sem ter de dar satisfações à Justiça. O objetivo é derrubar o governo e chamar de volta Geraldo Brindeiro, quiçá um Rodrigo De Grandis, para proteger os pulhas. Como sabemos, os zumbis da CBF e Globo querem eliminar a concorrência na corrupção e implantar o Padrão FIFA: só pode roubar quem tiver conta na Suíça. Senão, como explicar a solidariedade dos golpistas com Eduardo CUnha, esta pessoa de reputação ilibada? Tão ilibada quanto a do Fernandinho Beira-Mar

De  lambuja, todos os corruptos que aparecem na Lista Falciani do HSDB serão nomeados para o Tribunal de Contas de São Paulo, para fazerem companhia ao Robson Marinho. Se não der certo, a última saída será se filiarem ao PSDB. Como sabemos, a filiação ao tucanos, como assevera Jorge Pozzobom, é garantia de imunidade.  Mas para isso, para não levar um balãozinho, terão de passar rasteira também no baixinho.

Vamos ver quem saca primeiro, se aquele que não sabe diferenciar mulher de travesti, Ronaldo, o melhor amigo do Galvão Bueno e do Aécio Neves, ou o Romário?

 

Entrevista. Romário

CPI do Futebol será profunda, garante senador

‘Del Nero é corrupto. Deve, tem de pagar’, diz Romário

Jamil Chade – 29 Julho 2015 | 19h 00

Às vésperas do início dos trabalhos da CPI do Futebol, em agosto, o senador e ex-jogador de futebol Romário (PSB-RJ) parte para o ataque contra os dirigentes do futebol brasileiro. Em entrevista exclusiva ao Estado, Romário aponta que o foco será investigar Marco Polo Del Nero, José Maria Marin e Ricardo Teixeira, o atual e os dois presidentes anteriores da Cofederação Brasileira de Futebol (CBF), e não economiza ataques contra os cartolas.

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O senador esteve em Genebra, na Suíça, até ontem para esclarecer a polêmica em relação a uma suposta conta bancária não declarada em seu nome. Mas fez questão de denunciar quem hoje manda no futebol brasileiro. "Vou até as últimas consequências, como presidente da CPI.”

Romário ainda desqualificou a capacidade de Ronaldo para assumir a CBF e sugeriu que o cargo seja dado para o ex-lateral Leonardo.

Como o senhor avalia a CBF hoje?

O que ocorre na CBF é lamentável e triste para o futebol brasileiro. Olha a situação que chegamos. O presidente (Del Nero) tem medo de viajar para não ser preso fora do País. Isso é… no mínimo ele sabe que é culpado. A não saída dele do País implica no fato de que ele sabe que pode ser preso a qualquer hora em qualquer lugar. Isso é muito ruim. Perdemos toda aquela paixão que existia pela seleção. Isso sem contar com os péssimos resultados dentro de campo. Fora, é esse desastre.

Romário garante que a CPI vai investigar a CBF desde a administração Teixeira

Romário garante que a CPI vai investigar a CBF desde a administração Teixeira

Para um jogador impacta?

Eu posso falar por mim. Vesti por muitos anos a camisa da seleção e nunca isso teve um impacto, apesar de esses casos já serem antigos. Nunca me atrapalhou em nada. Mas, dependendo de cada jogador, ele pode sofrer pressão ou não se sentir bem com tudo que ocorre fora de campo. Esses resultados ruins podem também ser reflexo de uma situação fora de campo.

Qual é a solução que o senhor sugere? A renúncia do presidente?

Não. A solução é a sua prisão. Ele é corrupto, ladrão, ele não faz bem para a seleção, ele deve, tem de pagar por isso. Comete coisas ilícitas dentro da CBF e é por isso que ele não sai do País. A CPI vai ser aberta a partir do dia 4 de agosto e com certeza Del Nero, Ricardo Teixeira e José Maria Marin serão os três alvos principais desse processo.

A bancada da bola pode ser um obstáculo na CPI?

Precisamos esclarecer. Eu também sou da bancada da bola. O problema é que existe a bancada da CBF. Isso sim me preocupa. Mas a força que a CBF tem na Câmara não se repete no Senado. Também vejo que os senadores têm interesse em moralizar o futebol e estou entusiasmado. Queira ou não, Del Nero é novo. Se estivéssemos falando apenas de Ricardo Teixeira, que montou toda uma rede de corrupção dentro de Brasília, de um modo geral, o problema seria maior. Mas em se tratando desse atual, o poder e força política dele ainda não chegaram ao mesmo nível. O que eu posso te afirmar é que vou até as últimas consequências, como presidente da CPI.

Muita gente diz que essa CPI terminará em pizza...

Tomara que sim. Mas essas pizzas vão servidas para esses caras que estarão na cadeia. Para que possam se alimentar. Teremos um resultado positivo.

Como o senhor planeja os trabalhos da CPI?

Vou me reunir com Polícia Federal, Ministério Público, TCU e outros órgãos para coordenar os trabalhos. Vamos convocar ainda o Pelé, Zico, Ronaldo e muita gente. Não vamos só chamar bandido. Mas eu estou comprometido a mudar muita coisa. Essa CPI terá resultados concretos.

Existe espaço para um ex-jogador assumir a CBF?

Não é porque foi o melhor do mundo ou é ídolo que você tem condição de ser presidente. Na verdade, do jeito que está, qualquer um pode assumir. Pois basta manter a sacanagem. Sacanagem todo mundo sabe fazer. Mas assumir a CBF, mudá-la, moralizar o futebol, nem todos podem fazer.

O Ronaldo seria alguém que poderia assumir essa função?

Ronaldo não. Longe disso.

Por quê?

Ele não faz parte da sacanagem do futebol. Ele tem uma história bonita no futebol. Infelizmente, na Copa, ele escolheu o lado errado. No final, meteu o pé e entende que esses caras não são o que ele pensava que eram. Mas, para ser presidente da CBF, ele não tem condições nenhuma em termos de preparação. Para eu não dizer que não tenho nome, uma pessoa que atuou em todas as posições no futebol foi o Leonardo. Não estou dizendo que ele deva assumir. Mas ele é uma pessoa que tem condições. Já teve experiência e seria um nome interessante.

O (Michel) Platini anunciou sua candidatura para a presidência da Fifa. Ele representa uma mudança?

Eu não acredito que vá mudar muito saindo (Joseph) Blatter e entrando Platini. São da mesma escola. A Fifa é corrupta e precisa ser alguém de fora do círculo. Não digo que Platini seja corrupto. Mas o sistema é corrupto e ele precisa estar fora do vício para romper com tudo isso.

Zico também busca apoio. Ele tem chances?

Não sei se ele teria condições de assumir a Fifa. Por ser brasileiro e por ter um nome positivo, pode ajudar. Mas vai ser difícil ele emplacar.

Zico pediu o apoio da CBF. Mas até agora não obteve.

Ele sabe que não pode depender da CBF para isso. A CBF vai votar em quem Blatter mandar votar. É assim que funciona.

Por que essa relação de Del Nero e Blatter?

Dois ladrões se combinam. Devem até dividir o dinheiro em contas em paraísos fiscais. O que tem de comum entre os dois é ainda a Copa. Ambos se enriqueceram muito, inclusive com dinheiro público.

Mas a Fifa anunciou que daria US$ 100 milhões como legado para o Brasil.

Era para fazer campos em Estados que não receberam a Copa. Mas não era para deixar na mão da CBF. É isso que fizeram. Aí você vai perguntar para a CBF onde está o dinheiro e eles dizem que 46% do valor precisa ir para pagar impostos. Eles nunca pagaram impostos e agora querem pagar? Isso é piada.

21/07/2015

Mobilidade padrão FIFA: medo do FBI impõe prisão “doméstica a Del Nero e famiglia Marinho

CBF GLOBO foraricardoteixeiraFBI dá, sem querer, Prêmio Inovare à Rede Globo pela decisão de só fazer viagens domésticas… Ironia do destino, Marco Polo, conhecido pelas suas viagens, cuja mais famosa foi à China, de repente, como nas brincadeiras de criança, virou estátua. Mas a Rede Globo não sabia de nada…

Os corruptos Padrão FIFA, que no Brasil têm Justiça Padrão FIFA, já não podem viajar ao exterior. Os Bem Amigos da Rede Globo perderam a mobilidade. José Maria Marin está vendo o sol nascer quadrado e Ricardo Teixeira está em lugar incerto e não sabido. E o parceiro da Rede Globo, J. Hawilla virou delator… Os três filhos do Roberto Marinho já não podem mais viajar ao EUA para aparecer na Revista Forbes como os três mais ricos do Brasil. O medo do FBI tirou-lhe a mobilidade.

De agora em diante deixam de ser vira-latas para adorarem a Justiça Brasileira.  E assim fica fácil de entender porque a Rede Globo anda distribuindo a torto e a direito estatuetas para quem tem de alguma forma poder de investigá-la. 

Dos 27 membros do comitê, só Del Nero não foi

DO ENVIADO A ZURIQUE

O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, foi o único ausente entre os 27 membros do Comitê Executivo.

Del Nero evita sair do Brasil desde que abandonou o congresso da Fifa na Suíça em maio, dia seguinte à prisão de sete cartolas, entre eles, José Maria Marin.

As investigações nos EUA, que levaram os dirigentes à cadeia, apontam indícios de envolvimento de Del Nero em um esquema de propina –o dirigente nega. Ele já havia se ausentado de outra reunião, no dia 30 de maio.

O gesto causou perplexidade e irritação na Conmebol, que dirige o futebol sul-americano e que o indicou para uma das três vagas a que tem direito no órgão.

A ausência enfraquece não só a CBF nos bastidores da cartolagem mundial, mas a Conmebol, liderada pelo paraguaio Juan Angel Napout, que foi à reunião.

Em tese, a Conmebol pode substituir Del Nero no comitê se ele renunciar à CBF, o que parece distante. O outro representante no comitê é o colombiano Luis Bedoia.

O presidente Joseph Blatter mostrou indiferença a Del Nero. Disse que cabe a ele explicar o motivo de não ter ido à Suíça. "Todos os membros foram convidados, e um não veio. Mas isso não teve influência nas decisões do comitê", disse.

Numa carta à Fifa, Del Nero alegou que não poderia viajar por causa da abertura da CPI sobre a CBF no Senado e a medida provisória que parcelou a dívida dos clubes. Afirmou, ainda, que sua ausência não prejudicaria o futebol brasileiro.

O Comitê Executivo se reúne novamente entre os dias 24 e 25 de setembro, em Zurique. Uma terceira ausência do brasileiro pode agravar ainda mais o desgaste político do país dentro da Fifa.

(LC)

03/07/2015

FBI aperta o cerco aos bandidos padrão FIFA

 

Televisa, "a Globo do México", é alvo do FBI por corrupção na Fifa. PF investiga CBF-Globo.

http://www.futbolpasion.mx/index.php?seccion=noticias&idn=32636

A TV Globo não pode mais dizer que "as empresas de mídia (TVs) não são alvo das investigações do FBI no escândalo de corrupção da FIFA". São sim.
O FBI adotou a linha de investigar diretamente as emissoras de TV, suspeitando que as empresas de marketing que intermediavam os direitos televisivos funcionam apenas como "fachada" para viabilizar e despistar o pagamento de propinas. Os verdadeiros corruptores seriam algumas emissoras de TV.
O FBI identificou que no México a FIFA vendeu os direitos de transmissão para a empresa de marketing Mountrigi. Esta vendeu para a Televisa. Só que a empresa Mountrigi é do próprio grupo Televisa. Para que criar uma empresa de fachada em vez da Televisa comprar diretamente da FIFA, perguntam os investigadores?
No Brasil também ocorreu um esquema de negociação semelhante. Federações de Futebol filiadas à Fifa venderam para o grupo Traffic direitos televisivos, que revendeu para a Globo. J. Hawilla, o dono da Traffic, é sócio de donos da Globo em afiliadas da TV Globo.
Chama atenção também a FIFA ter dispensado de fazer licitação no Brasil e vendeu diretamente para a Globo os direitos de transmissão das Copas de 2018 e 2022, alegando parceria de 40 anos com a emissora brasileira. A Record ameaçou processar a Fifa por conduta nociva à livre concorrência.
Segundo a coluna de Ricardo Feltrin, a Polícia Federal investiga os contratos da Globo com a CBF.
"Trata-se, inclusive, de parte da colaboração que o país vem fazendo com as investigações do FBI, que jogaram parte da cúpula do futebol mundial na cadeia (…) como sua relação [da Globo] com a CBF, especialmente a gestão Ricardo Teixeira, foi e ainda é atávica, ela entra no foco da investigação também", diz o colunista.

http://celebridades.uol.com.br/ooops/ultimas-noticias/2015/07/02/pf-investiga-relacoes-entre-cbf-e-globo.htm

Televisa, "a Globo do México", é alvo do FBI por corrupção na Fifa. PF investiga CBF-Globo. | Os Amigos do Presidente Lula

28/06/2015

João Dória Jr, o Rei Midas do PSDB

Filed under: CANSEI,CBF,Geraldo Alckmin,João Dória Jr.,LIDE,Padrão FIFA,PSDB,Rei Midas — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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Eles

Conta a lenda que tudo o que o Rei Midas tocava virava ouro. Parecia ótimo. Mas aí até o alimento em que tocava se transformava em ouro. No final, tendo já sido abandonado pelo toque de ouro, o deus Apolo deu a ele, por merecimento, orelhas de burro.

João Dória Jr, a égua madrinha dos corruptos de Comandatuba, fundou o CANSEI. O CANSEI morreu.

Reuniu empresários entorno da LIDE, e os empresários foram pegos na Operação Zelotes. Ou estão na Lista Falciani do HSBC. O CARF sabe nome, sobrenome, e a quantia.

As vestais do PSDB, José Maria Marin e Del Nero, escolheram Dória para chefe da delegação brasileira na Copa América. E ele, igual ao Del Nero na Suíça, fugiu par ao Brasil. Antes tocou a mão em Neymar e o craque se esfacelou. Daí a Seleção foi eliminada pelo país do Álvaro Dias, o Paraguai.

Abandou a Seleção do Chile para vir ser Conselheiro da Saúde do Geraldo Alckmin, exatamente para combater, no Estado Campeão da Epidemia de Dengue, a saúde.

Imagine o que seria de Lula hoje se João Dória fosse alguém ligado o PT?!

Dois Toques

No meio do ‘furacão Neymar’, chefe de delegação João Dória retorna ao Brasil mais uma vez

Publicado em 18/06/2015, 12:27 /Atualizado em 18/06/2015, 12:44Dois Toques

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ESPN.com.br

O repórter do Pânico ao lado do chefe de delegação João Dória em Temuco

O repórter do Pânico ao lado do chefe de delegação João Dória em Temuco

No meio do ‘furacão’ envolvendo a expulsão de Neymar e o risco de suspensão do atacante até o fim da Copa América, o chefe de delegação da seleção, João Dória Jr., retornou mais uma vez ao Brasil e deixou o Chile ao redor das 4h (de Brasília) da madrugada desta quinta-feira, após a derrota de 1 a 0 para a Colômbia.

Ele já havia feito o mesmo roteiro no dia seguinte à estreia brasileira, contra o Peru, em Temuco, e surpreendeu a todos.

A CBF assegura que havia sido comunicada anteriormente sobre as necessidades de João Dória se ausentar ao longo da competição devido a compromissos particulares.

O chefe de delegação sempre permanece durante todo o tempo com a delegação, principalmente em compromissos no exterior. O cargo é simbólico, nãotem peso no dia a dia do time, mas é necessária a sua presença para representar a CBF em eventos.

O empresário é aguardado de volta a Santiago na próxima sexta-feira.

Representantes da CBF ressaltam o "esforço" que João Dória Jr. está fazendo para acompanhar a seleção e, internamente, defendem até mesmo que a experiência seja repetida com profissionais de outras áreas, como, por exemplo, cientistas e parlamentares.

O Brasil volta a campo no próximo domingo, contra a Venezuela.

24/06/2015

Com João Dória, Alckmin impõe seu padrão FIFA

Filed under: CBF,Geraldo Alckmin,João Dória Jr.,Padrão FIFA,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:45 am
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A desfaçatez do governador Geraldo Alckmin tem nome: senso de impunidade. A cada dia que passa o PSDB fica mais afoito, sente que pode fazer ou desfazer qualquer coisa que nada lhe acontece. É um partido menor, no sentido de inimputável…

Tem imunidade para roubar, já que mesmo tendo sido mencionado por Alberto Youssef, Aécio Neves jamais foi denunciado. Tem razão o deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom. Seu partido tem carta branca tanto junto às instituições encarregadas de investigarem como junto aos a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

Mesmo com todos os escândalos envolvendo a FIFA, CBF, José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Del Nero ainda assim Alckmin dá um choque de gestão nos paulistas, e, por meritocracia, encarrega o notório da LIDE para dar conselhos sobre assuntos de saúde aos paulistas.

Além de brilhar na CBF, João Doria é nomeado conselheiro na área da saúde por Alckmin. Por Kiko Nogueira

Postado em 22 jun 2015 -por : Kiko Nogueira

Eles No último Dia dos Namorados, 12 de junho, o governador Geraldo Alckmin nomeou os membros do Conselho Superior de Gestão em Saúde do Estado de São Paulo.

Entre os vinte contemplados no Diário Oficial, “na qualidade de representantes de áreas da iniciativa privada e do setor público”, está um nome que trafega com desenvoltura em várias plataformas: João Doria Jr.

Tucano desde quando isso não existia, Doria é dono da Lide, que se define como uma “associação de empresários, destinada a fortalecer o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos de governança corporativa no Brasil”. Na prática, ele organiza reuniões para aproximar governos de empresários. O encontro anual em Comandatuba, na Bahia, é tradicional.

Tem também uma editora de revistas para divulgar as atividades do grupo e, principalmente, as dele mesmo. Essa editora recebeu 600 mil reais do governo Alckmin por um contrato de seis meses em 2014.

O mesmo Doria organizou um jantar em Nova York em torno de Fernando Henrique Cardoso no mês de abril. No dia seguinte, com o apoio da Câmara de Comércio dos EUA, levou empresários para tomar um café da manhã com Geraldo Alckmin. De acordo com o site Glamurama, estava lá o “top do top” (é inacreditável a capacidade que esse tipo de jornalismo tem de se superar na indigência sabuja).

Em maio, por indicação de Aécio Neves, amigo de Marco Polo del Nero e José Maria Marin, João Doria assumiu como chefe de delegação da seleção brasileira. No dia seguinte à estreia do time no Chile, voltou ao Brasil. Acabou retomando o “trabalho” depois de dois dias.

Doria não tem qualquer intimidade com o futebol e muito menos com a saúde, a não ser a própria — mas não é disso que se trata, obviamente. Em 2013, Alckmin afirmou o seguinte sobre o tal conselho: “Essa heterogeneidade é muito positiva porque conta com a presença de vários setores da sociedade”.

Geraldo anunciou um programa de ajuste fiscal em 2015. Cortou em várias pontas, menos na área que precisa estar vitaminada para divulgar seus feitos: a propaganda.

Despesas com assessoria de imprensa subiram mais de 24% em relação ao ano anterior e os gastos com “serviços de publicidade institucional” cresceram 140% nesse mesmo período.

O povo de São Paulo fica aliviado com a nomeação de João Doria Jr. como conselheiro num setor tão sensível. Parabéns aos envolvidos.

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Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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19/06/2015

Os constantes e sucessivos golpes do PSDB só envergonham quem tem vergonha

Filed under: Aécio Neves,CBF,FIFA,João Dória Jr.,Juca Kfouri,Máfia,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:01 am
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duplapapelaoE ainda temos de ficar sabendo das putarias do PSDB por meio de um tucano, Juca Kfouri. Está ficando enfadonho ter de combater o rídiculo de personagens emplumadas mas que são acobertados pelo MP com imunidade garantida no Poder Judiciário. Como diria o inefável Jorge Pozzobom, só a imunidade justifica a marcha da insensatez do PSDB, para delírio dos 12%, rumo à pornô chanchada. Só uma manada amestrada pode continuar dando trela a esta cavalgadura de triste e deplorável figura. Até quando ficaremos atrelados às fanfarronadas de capachos dos EUA e ventríloquos do Instituto Millenium?!

Esta é a verdadeira LIDE do João Dó e do NaPÓleão das alterosas.

Aécio e Doria: duas faces da mesma moeda, por Juca Kfouri

18 de junho de 2015 | 20:25 Autor: Fernando Brito

O Juca Kfouri, que é contrário a agressões, seja em campos de futebol, seja a namoradas numa festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio, publicou uma nota em em seu blog  com uma dupla que anda fazendo o Brasil passar vergonha.

Vale a pena ler, embora não dê pra rir de quem anda “representando” o Brasil assim.

Ficamos sabendo quem indicou o chefe da nossa delegação na Copa América, onde perdemos ontem da Colômbia que, apesar do James Rodríguez, perdeu para a a fraca seleção venezuelana.

Dória foi escalado para o papel por Aécio.

Pra fazer papelão, também.

Aécio e Doria: duas faces da mesma moeda

Juca Kfouri, em seu blog

João Agripino Doria Jr. é o desfrutável chefe da delegação da Seleção Brasileira na Copa América, mas que não fica no Chile nem mesmo quando Neymar será julgado.

Aécio Neves é o corajoso senador que no primeiro obstáculo que encontra ao chegar na Venezuela para se solidarizar com os oposicionistas presos  toma o jatinho da FAB de volta ao Brasil.

Foi Neves quem indicou Doria a Marco Polo Del Nero e José Maria Marin.

Tutti buona gente!

Aécio e Doria: duas faces da mesma moeda, por Juca Kfouri | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

16/06/2015

João Dória Jr.: CANSEI, volto ao Brasil antes que seja preso

Filed under: CANSEI,CBF,FIFA,João Dória Jr.,LIDE — Gilmar Crestani @ 9:43 am
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Hoje na Folha, João Dória Jr, da LIDE sai-se mais ou menos assim: “- CANSEI de passar medo de ser preso no Chile, volto ao Brasil nos braços de Samuel Johnson!

cansei_doriaEssa turma que pulula e viceja à sombra da CBF e Rede Globo me deixa encaFIFAdo!  Só me resta o poema do Fernando Pessoa:

Mas em torno à tarde se entorna 
A atordoar o ar que arde
Que a eterna tarde já não torna !

De repente, não mais que de repente, o fundador do CANSEI, canta Vinicius de Moraes em homenagem ao José Maria Marin:

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Esses representantes da direita tupiniquim só não são mais engraçados porque também se envolvem com ditaduras, torturas, assassinatos de reputação. Este é o modelo que os grupos mafiomidiáticos escalam para atacar Lula e a esquerda. Como diria  Jesus apontando para Judas, eis um não homem! Ou, atualizada para os tempos de Ricardo Teixeira, a lembrança do conceito de nacionalismo de Samuel Johnson… O Brasil virou o último refúgio dos canalhas!

SELEÇÃO BRASILEIRA

Chefe da delegação, João Dória Jr. deixa o Chile e volta ao Brasil

DOS ENVIADOS A SANTIAGO – Chefe de delegação da seleção brasileira na Copa América, o empresário e jornalista João Dória Jr., 57, foi embora da concentração do Brasil nesta segunda (15), um dia depois da estreia do time.

Ele havia comunicado à comissão técnica e à diretoria da CBF que precisaria voltar ao Brasil durante o torneio.

A decisão surpreendeu, porque o chefe de delegação sempre fica o tempo todo com o grupo, principalmente em torneios oficiais no exterior.

O cargo é simbólico, não interfere no dia a dia do time, mas a presença é necessária para representar a CBF. Sem Dória, quem fala pela entidade é o diretor de marketing, Gilberto Ratto, já que o secretário-geral, Walter Feldman, também voltou ao país. O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, não foi ao Chile.

De acordo com a assessoria do empresário, Dória tem compromissos do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), que ele preside. A expectativa é que ele volte ao Chile nesta quarta-feira (17) para o jogo Brasil x Colômbia.

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