Ficha Corrida

08/01/2016

Amigos da Rede Globo: PSDB só tem Padrão FIFA

A cada dia que passa fica mais evidente a origem do ódio da direita golpista aos governos Lula e Dilma e ao PT. Com isto não se está querendo eliminar ou justificar os seus erros, que não foram poucos. O leitmotiv dos que defendem o golpe paraguaio é o ódio às investigações. Como atacar Lula e Dilma e o PT se estão presos tantos do PT e nenhum do PSDB. A “liberdade de ação ao PSDB” não escapou nem à Folha de São Paulo, ardorosa e maior apoiadora do PSDB. Os fatos são tantos e tão notórios que por vezes escapa por entre os dedos melindrosos dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

Os que dizem lutar contra a corrupção, como o MPF, não se vexam em arquivar por três anos as informações da Suíça que comprometem o PSDB, Alstom & Siemens  no Propinoduto Tucano. A contribuição do Judiciário está mais do que evidente no julgamento do Mensalão Mineiro. Os fatos são anteriores à Ação 470, mas Joaquim Barbosa sentou no processo e, não satisfeitos com isso, devolveram à primeira instância.

Apesar da proteção mafiosa ao PSDB, que conta com a participação do STF, PF, MPF & TCU, algumas informações são por demais evidentes para serem menosprezadas. A seguir, o decálogo da besta:

1) o principal mote do candidato do PSDB em sua candidatura à Presidência era o choque de gestão e a meritocracia. Hoje uma notícia explica como isso funciona: STF mandou exonerar os 60 mil cabos eleitorais efetivados sem concurso;

2) depois de 17 anos o Mensalão Tucano foi julgado e o então Presidente da sigla foi condenado a mais de 20 anos de prisão;

3) os aeroportos de Cláudio e Montezuma, construídos com dinheiro público nas terras do Tio Quedo, e as centenas de viagens com aeronaves do Estado para si e para amigos & CIA Ilimintada não são nada diante do sumiço de um heliPÓptero com 450 kg de cocaína. Quando Mauro Chaves perpetrou o antológico artigo “Pó pará, governador” já se poderia adivinhar o porquê dos interesses em construir aeroportos clandestinos e a pouca importância na apreensão recorde do pó sem dono.

4) Aécio Neves também estrelou o novo filme da série 300, mas não ganhou capa da Veja nem segundos no Jornal Nacional;

5) apesar de todo desinteresse da associação Amigos do Alheio, presidida por Rodrigo de Grandis, a Suíça encaminhou as informações necessárias a comprovação dos negócios escusos da Alstom e Siemens com o PSDB;

6) o tCU, que sempre foi nota de rodapé nos jornais, quando se viu acossado por denúncias contra Augusto Nardes, pego na Operação Zelotes, e Aroldo Cedraz, do teleférico Tiago Cedraz, virou braço armado dos faz de conta;

7) todos grupos de comunicação, que se especializaram em espalhar ódio contra Lula, Dilma e o PT, estão na Lista Falciani do HSBC. Também estão na Operação Zelotes e nos escândalos de sonegação Padrão Fifa na Suíça. O mais escandaloso nestes casos é que os criminosos não são importunados pelos órgãos fiscalizadores no Brasil, mas não ousam viajar para o exterior com medo de serem presos. Isso explica tudo a respeito do viés partidário com que são perseguidos Lula, Dilma e o PT ao mesmo tempo em que seus adversários gozam de total impunidade;

8) o garoto propaganda do Napoleão das Alterosas, mascote do golpe paraguaio, hoje aparece ainda gordo, na FIFA FAN FEST do Jerôme Valcke….

9) alguém pode explicar porque pode ser presidente alguém que ganha o troféu de pior senador no ranking da Veja? Isso não explica porque Aécio perdeu pra Dilma exatamente onde é mais conhecido: Minas e Rio de Janeiro?!

10) O que a direita golpista quer fazer de Aécio Neves nosso Maurício Macri: aparelhar tudo por decreto, e salvar os grupos mafiomidiáticos, que, com a derrota do playboy, estão em coma…

Diante disso, que é muito mas não é tudo, entende-se porque os bandidos nazi-fascistas perderam o pudor e saíram das sombras vestindo camisas verde-amarelas  Padrão FIFA para atacar Lula, Dilma e o PT. A marcha dos zumbis, com o lema somos todos Cunha, explica o golpe paraguaio, mas também e principalmente o nível, o caráter e a ética dos que propagam o ódio contra Lula, Dilma e o PT.

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quadrilhao

Ronaldo Aécio Alckmin Ronaldo Neves Fora

Valcke fez a Fifa pagar US$ 150 mil para alugar apartamento de Ronaldo, diz jornal

JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE NA SUÍÇA – O ESTADO DE S. PAULO

07 Janeiro 2016 | 23h 18 – Atualizado: 08 Janeiro 2016 | 07h 31

Fifa havia alertado que reserva de hotel sairia mais barata

O ex-secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, obrigou a entidade a pagar cerca de US$ 150 mil para alugar um apartamento de luxo do ex-craque Ronaldo no Rio de Janeiro para que, em 2013, pudesse se hospedar no Rio de Janeiro para preparar a Copa do Mundo de 2014.

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Os dados foram publicados na edição de sexta-feira de um dos principais jornais suíços, o Tages Anzeiger. Valcke foi suspenso de seu cargo, depois que a reportagem do Estado revelou como ele manobrou a venda de entradas para a Copa de 2014. Se condenado, pode pegar uma suspensão do futebol de nove anos.

Segundo o jornal suíço, porém, a Fifa alertou que alugar uma suíte de hotel sairia mais barato que alugar o apartamento de Ronaldo, que na época fazia parte do Comitê Organizador Local, presidido por José Maria Marin. "Mas Valcke insistiu no apartamento. A Fifa pagou", escreveu o diário suíço.

A reportagem também conta como Valcke usou o jato privado da Fifa para viagens pessoais, levando inclusive seu filhos. Em 2012, o francês embarcou até Nova Delhi para uma reunião com a federação local. Mas aproveitou para dar um pulo também no Taj Mahal. Naquele momento, a Fifa não tinha regras sobre como os dois jatos da entidade deveriam ser usados. Agora, uma das prioridades da reforma de Domenico Scala foi a de estabelecer diversas regras, inclusive para o uso dos jatos.

Filho – Segundo o jornal, Valcke também ajudou seu filho, Sébastien a fechar acordos com a Fifa. Um deles se referia à empresa EON Reality, dos EUA. A companhia é especializada em hologramas e a ideia da Fifa era de trazer a tecnologia para o futebol. O contrato ficaria em US$ 700 mil.

Mas a EON, segundo o jornal, contratou justamente o filho de Valcke. Para completar, ele ficaria com 7% (cerca de US$ 50 mil) como comissão por ter aproximado a empresa da Fifa, dirigida por seu pai.

Durante a Copa do Mundo de 2014, a Fan Fest no Rio de Janeiro trouxe um stand justamente com um holograma da taça.

26/10/2015

José Maria Marin e os assassinatos da ditadura

Por que será que os golpistas usam camiseta Padrão FIFA da CBF? Por que será que levam cartazes para pedir saúde Padrão FIFA? Por que Padrão FIFA? Aliás, só poderia ser Padrão FIFA. A corrupção é o padrão golpista. A ditadura é a essência da corrupção, razão pela qual os golpistas tanto a defendem. Por que os golpistas não combatem a corrupção na CBF, na FIFA, mas odeiam o Mais Médicos, o Bolsa Família e todo e qualquer programa social?

O tiro no pé, por Marcelo Rubens Paiva

O tiro no pé, por Marcelo Rubens Paiva

dom, 25/10/2015 – 18:36

do Estadão

O tiro no pé, por Marcelo Rubens Paiva

Em 24 de outubro de 1975, há 40 anos, o diretor de jornalismo da TV Cultura Vladimir Herzog se apresentou ao DOI-Codi, depois de convocado. Os deputados da Arena, braço civil do regime militar, Wadih Helu, malufista veterano, e José Maria Marin, este mesmo que está preso na Suíça, acusado de participar de uma rede de suborno e lavagem de dinheiro nas entidades superiores do futebol, tinham discursado incriminando o jornalista a operar uma célula do Partido Comunista na emissora financiada pelo Estado.

Agentes do DOI estavam já à caça do PCB desde 1974, quando o general Ernesto Geisel tomou posse e anunciou a abertura política lenta e gradual, que levantou a ira da linha-dura, que achava cedo, já que “a missão dada pela sociedade civil” de combater o comunismo, ideal da “Revolução” (Golpe de 1964), não se havia completado.

O comandante do II Exército, general Ednardo D’Ávila Mello, denunciava que tinham comunistas infiltrados no governo de São Paulo, chefiado pelo banqueiro interventor Paulo Egydio Martins. O Exército já tinha desbaratado as organizações de esquerda que defendiam a luta armada e atuavam desde 1967 em guerrilha rural e urbana, como ALN, MR-8 e VPR. Quem não morreu estava no exílio ou preso ou na selva do Araguaia, como os guerrilheiros do PCdoB.

Faltava o velho inimigo dos militares, o PCB, que, em 1935, promoveu o Levante Comunista, a Intentona, chegou a ficar dias no poder em Natal, em que foi instaurado um governo revolucionário provisório. A luta foi sangrenta no Recife e, especialmente, no Rio de Janeiro. Derrotado, o movimento foi destroçado. O partido voltou à legalidade em 1945. Elegeu um senador, Luiz Carlos Prestes, e 17 deputados constituintes, como Jorge Amado e Carlos Marighella. Com duzentos mil filiados, teve seu registro cassado novamente em 1947.

Na “ilegalidade”, liderou o movimento sindical, apoiou o Governo Jango, mas não aderiu à tese da luta armada. Rachou a esquerda. Comunistas históricos e uma juventude inspirada pela Revolução Cubana montaram organizações de esquerda armada. O PC ficou fazendo seu trabalho pragmático de panfletagem, pichações, rodando o jornal Voz Operária, sem causar sérios danos ao regime.

Mesmo assim, os aparelhos de repressão, ociosos depois de anos de “combate ao terror”, como diziam, com uma máquina de moer carne à espera de qualquer inimigo, elegeu o PCB a vítima e fez um rapa. A impressão que se tinha era de que os militares pensaram numa “solução final”: eliminar opositores antes de devolver o poder aos civis.

Só da minha escola, Colégio Santa Cruz, em que, aliás, estudavam os filhos do governador e do prefeito, Olavo Setúbal, dois professores foram presos diante dos estudantes, que acompanharam perplexos seus mestres de literatura e história algemados caminharem escoltados de cabeça baixa pelos gramados da escola, até viaturas de chapa fria. Eram do PC.

A perseguição não fazia sentido. Mesmo em países da OTAN, no auge da guerra fria, partidos comunistas participavam da vida democrática, como França e Itália. Até nos Estados Unidos, que os combatiam, o PCUSA (Partido Comunista dos Estados Unidos) tinha sede em Nova York e registro desde 1919. Edita até hoje a (boa) revista Political Affairs e o jornal Peoples’s World, agora diário na web. Apoiou Obama nas eleições, como toda a esquerda americana (sim, ela existe e é grande). O capitalismo inteligente preferia ver seus adversários na legalidade.

Herzog ficou preso com Rodolfo Konder, que, de 1993 a 96, virou (um bom) secretário Municipal da Cultura de Paulo Maluf, levou um monte de comunista para trabalhar com ele, continuou com Celso Pitta até 2000 e morreu em 2014. Konder ficou pendurado tanto tempo no pau de arara que contava, com uma dolorida ironia, que se acostumara a ver as horas de cabeça pra baixo, já que tinha um relógio de parede na sala de tortura do DOI.

Konder viu Herzog e ouviu seus gritos. E ouviu o silêncio posterior. No dia seguinte, o SNI recebeu a mensagem: “O jornalista Vladimir Herzog suicidou-se no DOI-Codi II Exército”. Fotos foram distribuídas mostrando a cadeira em pé da qual ele teria se jogado. Pelo laudo do IML, instituto acostumado a forjar laudos para abafar casos de tortura, Herzog se enforcou com a cinta do macacão de preso, que amarrou na grade da janela a 1m63 de altura.

Quem passou pelo DOI logo notou a farsa: o macacão dos prisioneiros não tinha cinto, e tudo que se parecesse com uma corda era retirado, como cadarços. O rabino Henry Sobel, junto com especialistas na preparação do corpo para funerais judaicos, viu as marcas da tortura.

No dia 31, uma massa de pessoas marchou silenciosamente para a Praça da Sé. Na Catedral, um ato inter-religioso, liderado por Dom Paulo Evaristo Arns, rezou a missa com Sobel e o pastor James Wright. Não cabia mais ninguém na abafada catedral. O secretário de Segurança Pública, coronel Erasmo Dias, bloqueou a cidade com barreiras, travando o trânsito.

Na praça, Tropa de Choque cercava a igreja com cavalos e cachorros. Pedíamos educadamente licença e entrávamos. Dez mil pessoas se acotovelaram dentro. “Ratos”, como chamávamos os agentes do DOPS, nos fotografavam e filmavam. Parte dos manifestantes ficou pelas escadarias, encarando a polícia sem provocar. Ninguém estava com medo. O regime se esgotara. A nossa paciência, também. Foi primeira grande manifestação da sociedade civil unida contra a ditadura, que começava a ruir lenta e gradualmente.

O PCB assim com seu racha, o PCdoB, estão na legalidade já há décadas. O PCdoB até participa do governo federal. Já o PPS, oriundo do PCB, é oposição ao governo. Como o PSB, Partido Socialista Brasileiro. O PSTU, PSOL e o PCO seguem uma cartilha de esquerda independente. E o mundo continua a girar.

A morte de Herzog teve um propósito: nos uniu. Suicidaram a ditadura naquele dia. A intolerância ideológica persiste em poucos bolsões. Mas sob regras de um debate democrático que o Estado (e as Forças Armadas) garante.

O tiro no pé, por Marcelo Rubens Paiva | GGN

28/09/2015

Minas a cabresto, sim!

OBScena: reunião de cópula do PSDB

FHC, Aécio Neves, José Maria Marin & Marco Polo del NeroQuando a Folha corta as asas de um tucano, temos que dar asas à imaginação…

A Folha abandona o Napoleão das Alterosas e abraça de vez a candidatura dos amigos do Marcola. Nesta manhã, ao lerem o editorial da Folha o pessoal do PCC deve ter tido a mesma sensação de Júlio César ao cruzar o Rio Rubicão: alea jacta est! O editorial vem casado com o artigo do ilibado membro da CBF/FIFA, João Dória Jr.

Como não lembrar de José Serra no Caso Lunus ou no artigo do Mauro Chaves no Estadão, “Pó pará, governador!”?!

Aliás, duvido que O Estado de Minas gaste pólvora com este chimango com outro “Minas a reboque, não”. Só os coxinhas e o MBL ainda acreditam em Aécio Neves e sua louca cavalgada em busca do santo Planalto Central. De modo que o abandonado o peso morto do tapetão do aviazinho mineiro, a Folha e demais membros do Instituto Millenium começam a edulcorar outro nome.

Os dados foram lançados. João Dória Jr. se lançou hoje, via Folha, para a Prefeitura de São Paulo.

Em breve deve ser lembrado do Marcola para o Governo do Estado de São Paulo. Ricardo Teixeira para o governo do Rio de Janeiro. E José Maria Marin e José Serra ou Geraldo Alckmin para o Planalto.

EDITORIAIS

editoriais@uol.com.br

Asas de um tucano

Oscilando entre a vulgaridade confessa e a sugestão picante, uma copiosa literatura de entretenimento se produz na Grã-Bretanha em torno da vida íntima da casa real.

A curiosidade e a titilação não se limitam aos atuais herdeiros do trono –estando a rainha Elizabeth 2ª, pelo que se sabe, acima de pecadilhos mundanos–, mas também a figuras do passado.

Um típico exemplar do gênero, de autoria de Stephen Clarke, dedicou-se recentemente às não muito discretas escapadas daquele que seria o futuro Edward 7º, rei da Inglaterra entre 1901 e 1910.

Submetido ao controle rigoroso de sua mãe, a rainha Vitória, o jovem Albert Edward encontrou maneiras de entregar-se a movimentados, e não propriamente discretos, lazeres em Paris.

A crônica histórica tende a tratá-lo, hoje, com salaciosa indulgência –a que se pode acrescentar uma dose de diplomacia, uma pitada de geopolítica. As sendas de uma produtiva "entente" entre França e Inglaterra puderam abrir-se, em parte, graças à desenvoltura do membro da realeza nos estabelecimentos alegres da cidade luz.

As relações entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro, sem dúvida, não se mostram tão tensas como as que marcaram França e Reino Unido ao longo da história. No papel de governador de Minas, e de herdeiro reluzente nas ordens do tucanato, o atual senador Aécio Neves aprimorou com garbo, mesmo assim, os contatos interestaduais.

Foram 124 viagens suas ao Rio de Janeiro, nos sete anos e três meses em que foi governador (2003-2010), a maioria delas entre quinta-feira e domingo. Partissem os voos do aeroporto de Cláudio, ao menos Aécio teria tirado aquela obra, construída com dinheiro público em terras familiares, do triste abandono em que se encontra.

Embora feitas em avião oficial, o fato é que não se registraram justificativas de Estado para tanta movimentação. Decreto assinado pelo próprio Aécio Neves permitiu seu acesso a aeronaves públicas em deslocamentos pessoais, "por questões de segurança".

Não será fora de propósito, em todo caso, invocar o antigo mote da mais alta condecoração britânica, a Ordem da Jarreteira: "honni soit qui mal y pense". Abominado seja quem pensar mal de tudo isso. Os ingleses entendem do assunto.

    Figurinha Padrão FIFA

    FIFA PANINIOs caras não tem colhão para sair do Brasil de medo do FBI, mas se acham no direito de nos dar lição administrativa. Já conhecemos os suficiente em termos de choque de gestão e meritocracia à moda tucana. Os exemplos de Amir Gabriel e Simão Jatene, no Pará; Yeda Crusius, no RS; Cássio Cunha Lima, na Paraíba; Geraldo Alckmin, em São Paulo; Aécio Neves, em Minas; e Beto Richa, no Paraná são mais do que o suficiente para entendermos do que se trata “o novo modelo de gestão”. Aliás, o novo modelo de gestão do PSDB está há mais de 20 anos em São Paulo, e gerou duas grandes novidades para o Brasil: o PCC e racionamento d’água.

    Na copa da corrupção Padrão FIFA, o FBI tem o álbum quase completo. Há um figurinha solta, João Dória Jr, que ousa levar a administração de São Paulo para mais próxima de seu povo: José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero.

    JOÃO DORIA

    Novo modelo de gestão para São Paulo

    São Paulo merece uma radical mudança em seu modelo de administração, tornando o poder mais descentralizado e mais próximo da população

    Comunidade, participação, descentralização. Esse é o triângulo que forma a base de uma moderna gestão municipal em nosso país, principalmente em metrópoles com grande população e vasto território.

    Seria essa uma abordagem inovadora, revolucionária? Não. Basta lembrar o ex-governador André Franco Montoro, um dos principais precursores e defensores do municipalismo no Brasil, com a recorrente pregação sobre as vantagens da administração descentralizada.

    Montoro dizia que "o indivíduo não mora no Estado, na União; mora no município, onde ocorre todo o processo político. Logo, tudo o que for administrado em menor escala será mais bem administrado". A descentralização foi um dos eixos de seu bem-sucedido governo do Estado de São Paulo, tendo como suporte conselhos por áreas de administração, como a da infraestrutura, a econômica e a social.

    Infelizmente, nas últimas décadas, a gestão descentralizada perdeu força na esteira de pressões políticas e conveniências eleitorais, resultando –quase sempre– na indicação de quadros para comandar as estruturas administrativas.

    É o caso, por exemplo, do município de São Paulo, com suas 32 subprefeituras, 96 distritos e diferentes densidades eleitorais. Cada qual com demandas específicas, a exigir do prefeito o extraordinário esforço de contemplar a globalidade metropolitana, de modo adequado e justo às regiões. Convenhamos, é missão quase impossível, até mesmo para administradores talhados para a função e imunes a pressões.

    Tem sido impraticável alcançar índices de eficiência administrativa, em uma metrópole de quase 12 milhões de habitantes, tendo como modelo a centralização –ainda que se proclame que as subprefeituras têm Orçamento próprio e autonomia e que são responsáveis pelo planejamento e execução de serviços nas áreas de sua jurisdição.

    O clima político competitivo e polarizado, como tem sido o da capital, confere ao prefeito o poder de nomear subprefeitos, definir obras, alocar recursos. Enfim, concentra em uma só pessoa o atendimento de todas as demandas da cidade.

    Imprime-se às subprefeituras um viés político, sem levar em conta currículo, histórico, capacidade de gestão e comprometimento com a transparência. O resultado é péssimo. Nem sempre os empreendimentos planejados obedecem a uma ordem de prioridades, determinada por prementes demandas sociais. Falta agilidade no atendimento à população, eficiência e comprometimento com a coisa pública.

    É preciso eliminar a "propinópolis" que se esconde sob o manto da administração municipal. Mais uma vez lembro Franco Montoro, que alertava: "O escândalo das propinas na administração do município de São Paulo constitui um quadro impressionante de corrupção generalizada: máfia do lixo, dos ambulantes, da saúde, do comércio, das construções, dos loteamentos". Foi ontem, mas parece hoje.

    São Paulo merece uma mudança radical em seu modelo administrativo. A começar pela transformação das subprefeituras em prefeituras regionais, descentralizando e fornecendo força e responsabilidade aos prefeitos de cada região. O poder ficará próximo de quem mais precisa: a população. Dará maior agilidade à gestão, melhor controle e responsabilidade executiva.

    O novo modelo, ancorado em descentralização, controles mais rigorosos de prazo de execução, maior transparência, qualidade e agilidade de serviços, atenderá ao anseio das comunidades de participar, com mais intensidade, do processo decisório na administração pública. Dessa forma, garantirá à população o legítimo direito de ter serviços públicos de melhor qualidade.

    JOÃO DORIA, 57, é presidente do Grupo Doria e pré-candidato pelo PSDB à Prefeitura de São Paulo

    25/09/2015

    Mascote dos coxinhas na CBF perde por WO

    marcha dos zumbis2Quem diria, a Marcha dos Zumbis se encontra numa encruzilhada. Se Del Nero viajar, perde de goleada. Se ficar, perde por WO. Um a um, os mascotes do MBL estão sendo desmascarados em praça pública. No fim, sobrarão as bundas moles da gang mirim.

    Pensando bem, o uniforme dos golpistas não poderia ter outro emblema que não o da CBF. São golpistas padrão FIFA, de fazem coro ao José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero. Tutti buona gente!

    Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero

    Membros do alto escalão da Fifa afirmam que não aceitarão a terceira ausência do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero nas atividades da entidade; ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial

    25 de Setembro de 2015 às 07:46

    247 – A Fifa deu um ultimato ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Membros do alto escalão da entidade afirmaram a Jamil Chade, do ‘Estado de S. Paulo’, que não aceitarão a terceira ausência dele nas atividades do grupo.

    Ausente das reuniões após a prisão de José Maria Marin, em Zurique, ele continua a receber um salário de R$ 1,2 milhão por fazer parte do diretório do futebol mundial.

    Del Nero deixou Zurique um dia após a prisão de Marin e não compareceu ao Congresso da Fifa que reconduziu Joseph Blatter. Também não participou da reunião de julho sobre as reformas na instituição e de outra sobre a Copa da Rússia.

    Fifa dá ultimato a Marco Polo Del Nero | Brasil 24/7

    18/09/2015

    A corrupção boa

    globo2O Brasil tem esta criatividade. Este corrupção boa e corrupção ruim. Boa é a nossa; ruim, a dos outros. Desde Judith Brito, o PIG defende a corrupção boa e ataca a concorrência como sendo má. Por exemplo, porque a RBS não fica indignada com a corrupção da sonegação denunciada na Operação Zelotes? Afinal, com tantas empresas gaúchas envolvidas em sonegação seria mais fácil para a RBS defender seu governo títere no RS. Se as empresas envolvidas na corrupção do CARF tivessem pago o que deveriam, o RS não estaria, como quer nos fazer crer para aumentar ainda mais a corrupção, o Tiririca da Serra.

    Qualquer brasileiro medianamente informado sabe da Lista Falciani, que contém o rol dos brasileiros que usaram o HSBC para lavar dinheiro. Nela aparecem os cães  mais raivosos da mídia. Passam os dias rosnando contra a corrupção, mas usaram o HSBC para lavar dinheiro na Suíça. Não bastasse isso, também corromperam funcionários do CARF para favorecer sonegação trilionária. E como se tudo isso não bastasse, a Rede Globo, CBF, J. Hawilla estão envolvidos na sonegação internacional, padrão FIFA. Por que a delação premiada neste caso não provoca prisão preventiva nem linchamento nos meios mafiomidiáticos? Simples, porque os grupos mafiomidiáticos assoCIAdos ao Instituto Millenium são os maiores corruptos e corruptores do Brasil.

    EUA caçam Del Nero, Suíça acusa acordo de TV e Brasil finge investigar

    Augusto Diniz– -sex, 18/09/2015 – 06:45 Atualizado em 18/09/2015 – 07:05

    Por Augusto Diniz

    Procuradores responsáveis pelo caso FIFA nos Estados Unidos e Suíça informaram nesta segunda (15/9), que indiciarão mais dirigentes envolvidos em corrupção no futebol – especula-se que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, é presença certa na lista. A autoridade suíça disse que as investigações não chegaram nem ao fim do primeiro tempo.

    O canal de TV público SRF, da Suíça, acusou dias atrás o presidente da FIFA, Joseph Blatter, de ter vendido ao ex-presidente da Concacaf, Jack Warner, direitos de transmissão das duas últimas Copas do Mundo, por 5% do valor de mercado – ao contrário da imprensa brasileira, que costuma acusar sem provas consistentes, os suíços mostraram os contratos sob suspeita assinados por Blatter. Warner usou empresa em paraíso fiscal para revender os direitos por pelos menos US$ 18 milhões.

    As investigações do FBI apontam que este prática (de venda de direitos de transmissão de competições por valores abaixo do mercado) foi recorrente na FIFA. As motivações vão desde revenda ilegal por valores infinitamente maiores, passando por sonegação fiscal, até pagamento de suborno.

    A CPI do Futebol no Senado faz duas semanas que não se reúne. Nesta terça-feira (15/9) aconteceria uma audiência reunindo ex-jogadores (Pelé, Zico, Cafu, Roque Júnior, Ricardo Rocha e Juninho Pernambuco) e representante do Bom Senso FC (Paulo André), mas foi cancelada (a CPI alegou que não conseguiu reunir todos os convidados) – na verdade, o que tem a dizer esses profissionais em uma CPI que investiga a CBF?

    Alguns deles mantem relações promíscuas com a entidade há anos. Além disso, todos jamais se contraporiam a patrocinadoras e emissoras de televisão, cujos acordos são objetos de investigação do FBI, da Suíça e “provavelmente” da CPI -, simplesmente por que estes profissionais são também beneficiários de alguma forma dos possíveis acusados, por meio de patrocínios, direitos de imagem e participação constante como comentaristas em jogos e programas esportivos da TV.

    A CPI, com mais de um mês em funcionamento, ainda não conseguiu levar um suspeito para falar ao colegiado, nem tampouco apresentou dados relevantes sobre as operações da CBF.

    A Polícia Federal também diz que investiga contratos entre a CBF e a Globo, mas não há nenhuma notícia sobre o caso há pelo menos três meses.

    Como disse o depoente da CPI do Futebol, quando a comissão caminhava melhor, o jornalista Leandro Cipoloni, o que mais o chama atenção desde que produziu um livro sobre corrupção no futebol, é a conivência das autoridades com os malfeitos de dirigentes do esporte no País. Está aí mais uma prova.

    EUA caçam Del Nero, Suíça acusa acordo de TV e Brasil finge investigar | GGN

    30/07/2015

    Pegando os corruptos da CBF, Romário põe pá de cal no túmulo da Globo

    CBFGloboHawillaA CBF é aquela entidade que veste os manifestantes Padrão FIFA. A marcha dos Zumbis, com as cores do José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero é a última esperança destas pessoas, do J. Hawilla e da Rede Globo.

    Se der certo o golpe, todos saem ganhando sem ter de dar satisfações à Justiça. O objetivo é derrubar o governo e chamar de volta Geraldo Brindeiro, quiçá um Rodrigo De Grandis, para proteger os pulhas. Como sabemos, os zumbis da CBF e Globo querem eliminar a concorrência na corrupção e implantar o Padrão FIFA: só pode roubar quem tiver conta na Suíça. Senão, como explicar a solidariedade dos golpistas com Eduardo CUnha, esta pessoa de reputação ilibada? Tão ilibada quanto a do Fernandinho Beira-Mar

    De  lambuja, todos os corruptos que aparecem na Lista Falciani do HSDB serão nomeados para o Tribunal de Contas de São Paulo, para fazerem companhia ao Robson Marinho. Se não der certo, a última saída será se filiarem ao PSDB. Como sabemos, a filiação ao tucanos, como assevera Jorge Pozzobom, é garantia de imunidade.  Mas para isso, para não levar um balãozinho, terão de passar rasteira também no baixinho.

    Vamos ver quem saca primeiro, se aquele que não sabe diferenciar mulher de travesti, Ronaldo, o melhor amigo do Galvão Bueno e do Aécio Neves, ou o Romário?

     

    Entrevista. Romário

    CPI do Futebol será profunda, garante senador

    ‘Del Nero é corrupto. Deve, tem de pagar’, diz Romário

    Jamil Chade – 29 Julho 2015 | 19h 00

    Às vésperas do início dos trabalhos da CPI do Futebol, em agosto, o senador e ex-jogador de futebol Romário (PSB-RJ) parte para o ataque contra os dirigentes do futebol brasileiro. Em entrevista exclusiva ao Estado, Romário aponta que o foco será investigar Marco Polo Del Nero, José Maria Marin e Ricardo Teixeira, o atual e os dois presidentes anteriores da Cofederação Brasileira de Futebol (CBF), e não economiza ataques contra os cartolas.

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    O senador esteve em Genebra, na Suíça, até ontem para esclarecer a polêmica em relação a uma suposta conta bancária não declarada em seu nome. Mas fez questão de denunciar quem hoje manda no futebol brasileiro. "Vou até as últimas consequências, como presidente da CPI.”

    Romário ainda desqualificou a capacidade de Ronaldo para assumir a CBF e sugeriu que o cargo seja dado para o ex-lateral Leonardo.

    Como o senhor avalia a CBF hoje?

    O que ocorre na CBF é lamentável e triste para o futebol brasileiro. Olha a situação que chegamos. O presidente (Del Nero) tem medo de viajar para não ser preso fora do País. Isso é… no mínimo ele sabe que é culpado. A não saída dele do País implica no fato de que ele sabe que pode ser preso a qualquer hora em qualquer lugar. Isso é muito ruim. Perdemos toda aquela paixão que existia pela seleção. Isso sem contar com os péssimos resultados dentro de campo. Fora, é esse desastre.

    Romário garante que a CPI vai investigar a CBF desde a administração Teixeira

    Romário garante que a CPI vai investigar a CBF desde a administração Teixeira

    Para um jogador impacta?

    Eu posso falar por mim. Vesti por muitos anos a camisa da seleção e nunca isso teve um impacto, apesar de esses casos já serem antigos. Nunca me atrapalhou em nada. Mas, dependendo de cada jogador, ele pode sofrer pressão ou não se sentir bem com tudo que ocorre fora de campo. Esses resultados ruins podem também ser reflexo de uma situação fora de campo.

    Qual é a solução que o senhor sugere? A renúncia do presidente?

    Não. A solução é a sua prisão. Ele é corrupto, ladrão, ele não faz bem para a seleção, ele deve, tem de pagar por isso. Comete coisas ilícitas dentro da CBF e é por isso que ele não sai do País. A CPI vai ser aberta a partir do dia 4 de agosto e com certeza Del Nero, Ricardo Teixeira e José Maria Marin serão os três alvos principais desse processo.

    A bancada da bola pode ser um obstáculo na CPI?

    Precisamos esclarecer. Eu também sou da bancada da bola. O problema é que existe a bancada da CBF. Isso sim me preocupa. Mas a força que a CBF tem na Câmara não se repete no Senado. Também vejo que os senadores têm interesse em moralizar o futebol e estou entusiasmado. Queira ou não, Del Nero é novo. Se estivéssemos falando apenas de Ricardo Teixeira, que montou toda uma rede de corrupção dentro de Brasília, de um modo geral, o problema seria maior. Mas em se tratando desse atual, o poder e força política dele ainda não chegaram ao mesmo nível. O que eu posso te afirmar é que vou até as últimas consequências, como presidente da CPI.

    Muita gente diz que essa CPI terminará em pizza...

    Tomara que sim. Mas essas pizzas vão servidas para esses caras que estarão na cadeia. Para que possam se alimentar. Teremos um resultado positivo.

    Como o senhor planeja os trabalhos da CPI?

    Vou me reunir com Polícia Federal, Ministério Público, TCU e outros órgãos para coordenar os trabalhos. Vamos convocar ainda o Pelé, Zico, Ronaldo e muita gente. Não vamos só chamar bandido. Mas eu estou comprometido a mudar muita coisa. Essa CPI terá resultados concretos.

    Existe espaço para um ex-jogador assumir a CBF?

    Não é porque foi o melhor do mundo ou é ídolo que você tem condição de ser presidente. Na verdade, do jeito que está, qualquer um pode assumir. Pois basta manter a sacanagem. Sacanagem todo mundo sabe fazer. Mas assumir a CBF, mudá-la, moralizar o futebol, nem todos podem fazer.

    O Ronaldo seria alguém que poderia assumir essa função?

    Ronaldo não. Longe disso.

    Por quê?

    Ele não faz parte da sacanagem do futebol. Ele tem uma história bonita no futebol. Infelizmente, na Copa, ele escolheu o lado errado. No final, meteu o pé e entende que esses caras não são o que ele pensava que eram. Mas, para ser presidente da CBF, ele não tem condições nenhuma em termos de preparação. Para eu não dizer que não tenho nome, uma pessoa que atuou em todas as posições no futebol foi o Leonardo. Não estou dizendo que ele deva assumir. Mas ele é uma pessoa que tem condições. Já teve experiência e seria um nome interessante.

    O (Michel) Platini anunciou sua candidatura para a presidência da Fifa. Ele representa uma mudança?

    Eu não acredito que vá mudar muito saindo (Joseph) Blatter e entrando Platini. São da mesma escola. A Fifa é corrupta e precisa ser alguém de fora do círculo. Não digo que Platini seja corrupto. Mas o sistema é corrupto e ele precisa estar fora do vício para romper com tudo isso.

    Zico também busca apoio. Ele tem chances?

    Não sei se ele teria condições de assumir a Fifa. Por ser brasileiro e por ter um nome positivo, pode ajudar. Mas vai ser difícil ele emplacar.

    Zico pediu o apoio da CBF. Mas até agora não obteve.

    Ele sabe que não pode depender da CBF para isso. A CBF vai votar em quem Blatter mandar votar. É assim que funciona.

    Por que essa relação de Del Nero e Blatter?

    Dois ladrões se combinam. Devem até dividir o dinheiro em contas em paraísos fiscais. O que tem de comum entre os dois é ainda a Copa. Ambos se enriqueceram muito, inclusive com dinheiro público.

    Mas a Fifa anunciou que daria US$ 100 milhões como legado para o Brasil.

    Era para fazer campos em Estados que não receberam a Copa. Mas não era para deixar na mão da CBF. É isso que fizeram. Aí você vai perguntar para a CBF onde está o dinheiro e eles dizem que 46% do valor precisa ir para pagar impostos. Eles nunca pagaram impostos e agora querem pagar? Isso é piada.

    21/07/2015

    Mobilidade padrão FIFA: medo do FBI impõe prisão “doméstica a Del Nero e famiglia Marinho

    CBF GLOBO foraricardoteixeiraFBI dá, sem querer, Prêmio Inovare à Rede Globo pela decisão de só fazer viagens domésticas… Ironia do destino, Marco Polo, conhecido pelas suas viagens, cuja mais famosa foi à China, de repente, como nas brincadeiras de criança, virou estátua. Mas a Rede Globo não sabia de nada…

    Os corruptos Padrão FIFA, que no Brasil têm Justiça Padrão FIFA, já não podem viajar ao exterior. Os Bem Amigos da Rede Globo perderam a mobilidade. José Maria Marin está vendo o sol nascer quadrado e Ricardo Teixeira está em lugar incerto e não sabido. E o parceiro da Rede Globo, J. Hawilla virou delator… Os três filhos do Roberto Marinho já não podem mais viajar ao EUA para aparecer na Revista Forbes como os três mais ricos do Brasil. O medo do FBI tirou-lhe a mobilidade.

    De agora em diante deixam de ser vira-latas para adorarem a Justiça Brasileira.  E assim fica fácil de entender porque a Rede Globo anda distribuindo a torto e a direito estatuetas para quem tem de alguma forma poder de investigá-la. 

    Dos 27 membros do comitê, só Del Nero não foi

    DO ENVIADO A ZURIQUE

    O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, foi o único ausente entre os 27 membros do Comitê Executivo.

    Del Nero evita sair do Brasil desde que abandonou o congresso da Fifa na Suíça em maio, dia seguinte à prisão de sete cartolas, entre eles, José Maria Marin.

    As investigações nos EUA, que levaram os dirigentes à cadeia, apontam indícios de envolvimento de Del Nero em um esquema de propina –o dirigente nega. Ele já havia se ausentado de outra reunião, no dia 30 de maio.

    O gesto causou perplexidade e irritação na Conmebol, que dirige o futebol sul-americano e que o indicou para uma das três vagas a que tem direito no órgão.

    A ausência enfraquece não só a CBF nos bastidores da cartolagem mundial, mas a Conmebol, liderada pelo paraguaio Juan Angel Napout, que foi à reunião.

    Em tese, a Conmebol pode substituir Del Nero no comitê se ele renunciar à CBF, o que parece distante. O outro representante no comitê é o colombiano Luis Bedoia.

    O presidente Joseph Blatter mostrou indiferença a Del Nero. Disse que cabe a ele explicar o motivo de não ter ido à Suíça. "Todos os membros foram convidados, e um não veio. Mas isso não teve influência nas decisões do comitê", disse.

    Numa carta à Fifa, Del Nero alegou que não poderia viajar por causa da abertura da CPI sobre a CBF no Senado e a medida provisória que parcelou a dívida dos clubes. Afirmou, ainda, que sua ausência não prejudicaria o futebol brasileiro.

    O Comitê Executivo se reúne novamente entre os dias 24 e 25 de setembro, em Zurique. Uma terceira ausência do brasileiro pode agravar ainda mais o desgaste político do país dentro da Fifa.

    (LC)

    30/05/2015

    Pecunia non olet?

    OBScena: estatueta que pode ter sido comprada com dinheiro sujo

    jb marinhoVespasiano foi cobrado por ter instituído imposto sobre as latrinas romanas. Afinal, não seria sujo o dinheiro obtido de atividade também suja?! O jurisconsulto respondeu: “pecunia non olet”, o tilintar das moedas não cheira… De onde saiu o dinheiro usado para comprar as estatuetas distribuídas aos que vestem a carapuça de Carrascos Voluntários da Rede Globo?

    Está fácil demais de entender porque a Rede Globo amestrou a Marcha dos Zumbis em busca do golpe contra Dilma. Eles queriam continuar como nos tempos em que José Maria Marin podia mandar assassinar Vladmir Herzog. Eram os áureos tempos da ditabranda. A Globo fazia editorial saudando a ditadura e a folha emprestava as peruas para desovar o que restava dos cadáveres violados nas valas clandestinas do Cemitério de Perus.

    A cobertura dos grupos mafiomidiáticos insuflando o MBL e os coxinhas que pediam golpe militar tinha por objetivo desviar o foco da roubalheira que participavam. Era o que se pode dizer uma “cortina de fumaça”. Secundados pela égua madrinha do Jardim Botânico, a manada seguiu bovinamente para o saladeiro. Cegos de ódio a Lula e Dilma não se deram conta que era ela verdadeira massa de manobra.

    Focadas no PT, Ministério Público e Poder Judiciário se deixaram seduzir por medalhas e troféus de captura. Os Carrascos Voluntários de Hitler tinham desculpas menos esfarrapadas para justificarem o deplorável papel. Hoje, qualquer manifestação de ódio a Lula e ao PT catapulta qualquer magarefe para as capas de jornais e revistas. Enquanto desfilam babando de ódio ao PT, personagens sinistras domo Del Nero, Marin, JB, Teixeira circulam desenvoltas pelos mesmos corredores. Não se dão conta que a medalha e a estatueta da condecoração podem ter sido obtidas com o dinheiro sujo da sonegação.  Assim como é o consumo da droga que alimenta tráfico, o recebimento de troféus retira do julgador a imparcialidade do julgador. Afinal, foi o próprio Joaquim Barbosa quem ousou dizer que “juiz deve ter remuneração muito elevada para não ter preocupações de ordem material. É fator primordial de sua independência”. Na foto, quem depende de quem?

    A literatura jurídica me permite questionar: Quem foi mais nocivo às instituições públicas, Joaquim Barbosa conspurcando o STF ao dar legitimidade social aos sonegadores ou a família Marinho capturando o capitão-de-mato do STF?

    No início de maio, diretor da Globo se emocionou em discurso elogioso a Teixeira, Marin e Del Nero

    Postado em 29 de maio de 2015 às 5:19 pm

    Da ESPN:

    Uma das principais cenas da festa de encerramento do Paulista foi o discurso de Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esporte. Convidado para subir ao palco para entregar um dos prêmios da noite, o executivo aproveitou o momento para passar uma mensagem. Falou do atual momento do futebol, fez agradecimentos e se emocionou com o microfone na mão.

    Marcelo lembrou de cada um dos últimos presidentes da CBF, fazendo elogios a todos eles, desde Ricardo Teixeira a Marco Polo Del Nero, que assumiu em abril. Disse que José Maria Marin inscreveu o nome na história do futebol brasileiro e que um dos seus grandes acertos foi a mudança de formato da Copa do Brasil.

    “2015 vai entrar na história do futebol brasileiro como um grande ano. O ano em que há poucas semanas o presidente José Maria Marin passou o bastão para o presidente Marco Polo. Presidente Marin, em nome do grupo Globo, em meu nome, eu gostaria de agradecer todo o carinho, toda a atenção com a qual o senhor sempre nos brindou, sempre aberto a discutir os temas que interessam ao futebol brasileiro, dos quais me permito destacar, o novo formato da Copa do Brasil, que deu mais charme a essa competição promovida pela CBF, que é a verdadeira competição do futebol brasileiro”, disse o diretor.

    As lágrimas nos olhos e a voz embargada vieram quando Campos Pinto desejava sorte a Reinaldo Carneiro Bastos, novo presidente da Federação Paulista de Futebol. Os convidados se surpreenderam com a reação do executivo.

    “Querido Reinaldo (pausa). Fico até um pouco emocionado em lhe homenagear como um pai de família, como um amigo carinhoso, como uma pessoa que veio construindo seu nome no futebol e que sabe realmente o alfabeto do futebol que é tão complexo”, discursou.

    “O parabenizo [a Reinaldo], e também ao Marco Polo, pelo Campeonato Paulista de 2015, recorde de público e de renda quebrados, jogos eletrizantes, semifinais inacreditáveis, com estádios lotados, duas finais de tirar a emoção de todos nós, com públicos presentes e audiências jamais vistas. Parabéns a todos vocês”, seguiu.

    Diário do Centro do Mundo » No início de maio, diretor da Globo se emocionou em discurso elogioso a Teixeira, Marin e Del Nero

    FBI prende na Suíça bandidos brasileiros ligados a govenador do PSDB

    O Quatrilho na FIFA Fan Fest: FHC, Aécio Neves, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero

    A Folha não perde oportunidade de praticar bandijornalismo, uma espécie de prestação de serviço ao banditismo. Não fosse isso, a Folha também teria dito que José Maria Marin não é só amigo mas é “ligado” a José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Fez com e para eles campanha. Se não fosse apenas banditismo, a Folha também teria dito que o dono do helipóptero, Zezé Perrella, não foi só fornecedor de quentinhas para os presídios de Minas durante a gestão de Aécio Neves, como também com ele dividiu inúmeras vezes os camarotes do Mineirão nos jogos do Cruzeiro. Aí, sim, houve uma amizade que, de repente, para o tipo de jornalismo praticado pela Folha, numa passe de mágica, virou pó e sumiu com a menor brisa do esvoaçar das hélices. Por que a Folha nunca pôs em manchete que o dono do helicóptero com 450 kg de cocaína era ligado ao governador do PSDB? Por que a Folha tem tanto prurido em tratar do narcotráfico quando envolve figuras de suas relações políticas? Por que o narcotráfico, quando praticado por amigos dos amigos não é tratado como crime?

    Por que será que a Folha não conseguiu fazer nenhuma reportagem mostrando aos brasileiros este paulista preso pelo FBI, José Maria Marin, amigo e parceiro de tantos políticos do PSDB?!

    Por que a Folha nunca disse que o autor do famoso libelo “Pó pará, governador!”, Mauro Chaves, era amigo de José Serra?! Por que a Folha nunca associou o assassino Pimenta Neves a famiglia Mesquita, para quem prestava serviços como Diretor do Estadão quando assassinou Sandra Gomide?! Por que a Folha nunca publicou que FHC tinha como amante Miriam Dutra, jornalista da Rede Globo utilizada como isca para captura-lo? À Folha não causa espécie que um Presidente da República seja capturado mediante a chantagem de que a amante teria um filho dele?! É apenas meia verdade a declaração D. Judith Brito de que a Folha pratica a verdadeira oposição. Não, D. Judith, a Folha faz bandijornalismo. Ou alguém já leu alguma machete: Robson Marinho é ligado ao governador do PSDB?!

    A Folha não faz a mesma sorte de associação quando seus parceiros comerciais, como a Rede Globo, com quem dividido o jornal Valor Econômico, é pega sonegando ou fazendo parcerias com a FIFA, a CBF, João Havelange, Ricardo Teixeira ou J. Hawilla?! Afinal, a Folha não é também assoCIAda ao Instituto Millenium, onde divide espaço com José Hawilla os irmãos Marinho? O mesmo José Hawilla que é amigo e parceiro de FHC, José Serra e Geraldo Alckmin!

    Por que a Folha não faz manchete dizendo que é ligada, via Instituto Millenium, à famiglia Sirotsky, dona da RBS, pega, junto com a Gerdau, na Operação Zelotes? Ou que a Folha não diz que o Márcio Fortes, pego na Lista Falciani sonegando no HSBC da Suíça é não só ligado ao José Serra, Geraldo Alckmin, FHC e Aécio Neves, como também foi o operador financeiro das campanhas do PSDB?

    Por que a Folha nunca publicou manchete, por ocasião da Operação Rodin, dizendo que as pessoas presas eram ligadas à governador do PSDB? Ou que a governadora do PSDB denunciada na Operação Rodin era ligada ao Grupo RBS?

    Por que será que a Folha odeia tanto a Dilma? Não basta a Folha ter apoiado a ditadura, inclusive emprestando peruas para transportar os corpos dilacerados pelos tarados que torturavam e estupravam, de tentar nos convencer que a ditadura foi ditabranda, de ter inventado um ficha falsa para a Dilma?

    Seria porque a Dilma, ao contrário do FHC, não joga a corrupção para debaixo do tapete? Seria porque ao contrário do PSDB, que inventou Geraldo Brindeiro, o PT de Lula e Dilma não nomeiam Engavetador Geral?!

    Polícia prende empresário ligado a governador do PT

    Amigo de Fernando Pimentel é investigado por suspeita de associação criminosa

    Empresas de Benedito Oliveira receberam R$ 525 milhões por contratos com governo federal desde 2005

    RUBENS VALENTENATUZA NERYDE BRASÍLIA

    A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (29), sob suspeita de associação criminosa, um empresário ligado ao PT e ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, conhecido como Bené, cujas empresas receberam pelo menos R$ 525 milhões em contratos com o governo federal desde 2005.

    A PF também prendeu um assessor que trabalhou na campanha de Pimentel em 2014, Marcier Trombiere Moreira, e fez buscas em um apartamento em Brasília usado até o ano passado como residência da mulher de Pimentel, Carolina Oliveira. Eles se casaram em abril passado.

    Não foram divulgados os resultados das buscas no endereço da primeira-dama. Ela é próxima de Bené e montou uma empresa de comunicação, a Oli, que, segundo a revista "Época" informou em 2014, prestou serviços ao PT.

    A casa do ex-deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG) também foi alvo de buscas em Belo Horizonte.

    Investigadores do caso detectaram indícios de crime eleitoral, e é possível que parte da investigação siga para um tribunal com prerrogativa de processar autoridades com foro privilegiado.

    Indagado sobre Pimentel ser alvo da apuração, o delegado Dennis Cali afirmou que "até o momento o governador não é objeto da investigação" e "nenhum partido político" é investigado.

    Bené atua nos ramos de gráfica, publicidade e organização de eventos e manteve contratos com pelo menos dez ministérios nos últimos dez anos. Os negócios tiveram uma ascensão vertiginosa.

    Em 2005, sua Gráfica e Editora Brasil recebeu apenas R$ 400 mil na Esplanada dos Ministérios. Em seguida o faturamento explodiu, atingindo, segundo os valores apresentados pela PF, pouco mais de meio bilhão de reais desde 2005 por meio de só duas empresas, a gráfica e a Dialog.

    Levantamento da Folha indica que os principais clientes das empresas foram os ministérios da Saúde, com R$ 105 milhões, das Cidades (R$ 56 milhões) e do Desenvolvimento Social (R$ 21 milhões).

    Em 2010, Bené esteve na berlinda quando a imprensa revelou que ele pagava o aluguel de uma casa no Lago Sul usada na primeira campanha da presidente Dilma Rousseff.

    Em outubro passado, a PF apreendeu R$ 113 mil em notas de reais e dólares em um avião turboélice King Air, pertencente a Bené, que pousou em Brasília vindo de Belo Horizonte. No voo estavam Bené e Marcier Moreira, que fora assessor do Ministério das Cidades, sob controle do PP.

    Na campanha de Pimentel em 2014, o PT pagou R$ 3,2 milhões por serviços prestados pela gráfica de Bené.

    O delegado Dennis Cali afirmou que há provas de desvio de recursos públicos, mas a PF ainda não sabe esclarecer o destino do dinheiro.

    "Sabemos que houve sobrepreço, que ocorreu a inexecução dos contratos, que houve o desvio do recurso público. O objeto da investigação é justamente rastrear para onde esses valores transitaram, por quem transitaram e como transitaram", disse.

    Segundo a PF e o Ministério Público Federal, os suspeitos movimentaram recursos fracionando valores para despistar as autoridades e usando empresas fantasmas.

    Colaborou ANDRÉIA SADI, de Brasília

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