Ficha Corrida

16/12/2015

Rubnei Quícoli e o jornalismo que “faz diferença”

Antes da “Marice Corrêa de Lima” teve o Rubnei Quícoli. E desde sempre haverá algum “amigo do Lula”, mas nunca haverá o amigo do Gilmar Mendes, amigo do FHC, amigo do Aécio Neves. Nem mesmo Zezé Perrella, depois da apreensão do heliPÓptero, será considerado amigo do Napoleão das Alterosas.

O melhor adubo e a melhor estufa para desenvolver e proteger criminosos está nas mãos dos grupos mafiomidiáticos. É o que os assoCIAdos do Instituto Millenium fazem de melhor. Se há bandidos nas instituições públicas que roubam inpunemente, agradeça às cinco famiglias (Civita, Frias, Mesquita, Marinho & Sirotsky) mafiomidiáticas. Eles sabem como recrutar, mediante estatuetas compradas com sonegação, capitães de mato que atendam a seus intere$$es.

Furtado: A imprensa está pautada por bandidos

: <p>Porto Alegre - Entrevista com Jorge Furtado na sede da Casa de Cinema - Foto Eduardo Seidl - 10.05.10</p>

Cineasta Jorge Furtado afirma que a irresponsabilidade da mídia alimenta o espírito golpista da sociedade, na medida em que não oferece uma correta leitura da realidade brasileira: “Os jornais estão impregnados de ideologia. A infâmia e a fama são absolutas nessa era da mídia”, lamentou; ele cita nomes como o do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) e de delatores da Lava Jato e diz: “São bandidos que alimentam diariamente a imprensa, são eles que fazem as capas de jornais diariamente”

16 de Dezembro de 2015 às 06:03

Por Naira Hofmeister, da Carta Maior

A memória prodigiosa para “lembrar de nomes esquisitos” somada à curiosidade investigativa permitiu ao cineasta Jorge Furtado criar uma pequena enciclopédia de casos que exemplificam como a imprensa trai seu compromisso de informar o cidadão no Brasil.
Ele deu uma amostra disso ao público que assistiu a sua palestra na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, no último sábado, 12 de dezembro. Disse mais: que a irresponsabilidade da mídia alimenta o espírito golpista da sociedade, na medida em que não oferece uma correta leitura da realidade brasileira.
“Os jornais estão impregnados de ideologia. A infâmia e a fama são absolutas nessa era da mídia”, lamentou.
Apesar de sua crítica da imprensa, Furtado tinha uma perspectiva positiva, graças à novíssima lei que garante o Direito de Resposta àqueles que se sintam prejudicados por uma matéria distorcida ou mal apurada. “É uma novidade que pode mudar muita coisa”, exaltou o cineasta, apontando o episódio.
Mal sabia Furtado que dois dias após sua fala, a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) – que representa os conglomerados de comunicação do país – entraria com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para cassar a recém-editada lei, nesta segunda-feira (14).
Segundo o portal especializado Jota, a Ação Direta de Inconstitucionalidade tenta anular cinco dos 12 artigos que regulamentam o Direito de Resposta. A justificativa da ANJ é que a norma “afronta garantias constitucionais a exemplo do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa”, entre outros.
“Na prática, o instituto do direito de resposta, ao invés de pluralizar o debate democrático, converteu-se em instrumento capaz de promover grave e inadmissível efeito silenciador sobre a imprensa”, defendem os jornalões.
O cineasta não sabia ainda da iniciativa dos empresários da comunicação, mas de sua palestra pode-se concluir que daria uma gargalhada diante dos argumentos.
“A imprensa publica o que quer, sem checar nenhuma denúncia. Depois, quando elas não se confirmam, ninguém volta para retificar”, condenou no sábado.
Além da investida contrária da ANJ, a força da medida ficou evidente quando O Globo publicou uma errata na capa do jornal, desmentindo uma informação que havia sido manchete em outubro e que vinculava o filho de Lula à corrupção investigada pela Operação Lava Jato – não por força da Justiça, mas por iniciativa própria do jornal, dado que a norma estava por ser assinada pela presidenta Dilma Rousseff.

O caso Rubnei Quícoli
Um dos “nomes estranhos” que Jorge Furtado nunca apagou da memória é Rubnei Quícoli – “já pensou um personagem com nome desses?”, introduziu.
Rubnei Quícoli protagonizou uma ficção em 2010, mas ela saiu no jornal como verdade e Furtado lembra do episódio com detalhes. “Deram uma foto de meia página dele com um terno preto em cima de um edifício muito alto. Parecia assim uma campanha da Hugo Boss”, comparou.
A imagem ilustrava uma reportagem em que Quícoli acusava a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra de ter cobrado propina para negociar um empréstimo do BNDES a um empreendimento seu na área de energia eólica.
Erenice chegou a ser investigada, mas nada sendo provado contra ela, o processo foi arquivado. A Folha de S.Paulo se limitou a noticiar o fim do inquérito.
A indignação de Furtado, entretanto, recai sobre o inusitado fato de que o denunciante, Quícoli, era um bandido com extensa ficha criminal. “Ele tinha várias passagens pela polícia. Chegou a tentar vender um caminhão e sua carga roubada ao antigo dono e depois tentou matar o motorista que o entregou”, recordou.
“E esse sujeito ocupa a capa da Folha de S.Paulo”, surpreende-se, passados já cinco anos do episódio.
Furtado coloca no mesmo cesto outros nomes que memórias ordinárias são capazes de reconhecer: o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) ou os delatores da Lava Jato. “São bandidos que alimentam diariamente a imprensa, são eles que fazem as capas de jornais diariamente”, conclui.

A corrupção na Petrobras
O cineasta – que levou às telas de cinema seu olhar sobre a imprensa brasileira no documentário O Mercado de Notícias (fragmentos podem ser assistidos aqui;http://www.omercadodenoticias.com.br/) – condena a partidarização da imprensa no Brasil, coisa que, aliás, foi assumida pela ex-presidente da ANJ Judith Brito, quando ainda comandava a entidade: “Os meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada”, ela explicou em 2010.
“Neste caso, a imprensa assume que deixa de fazer jornalismo e passa a fazer política. Não se dedica mais a buscar a verdade factual e isso é um grave problema para a democracia”, defendeu.
Furtado exemplificou, com o caso da Petrobras, que o senso comum já se acostumou a relacionar a uma desvalorização e desmonte que seriam consequências diretas da corrupção ocorrida nestes 13 anos de governo do PT.
“Só que outro dia descobri que a Petrobras se tornou a maior petrolífera do mundo este ano! Que bateu o recorde de exploração de petróleo, alcançando 1 bilhão de barris. Esse ano!”, repetiu.
Ele também leu manchetes dos jornais dos anos 60, nas quais eram relatados problemas de corrupção graves na estatal. Lembrou ainda que as denúncias dos jornalistas Paulo Francis, na década de 90, e Ricardo Boechat ainda nos anos 80 sobre os desvios de verba para uso pessoal na Petrobras. Boechat, hoje no grupo Bandeirantes, ganhou o prêmio mais respeitado do jornalismo brasileiro com sua investigação, O Esso.
Mesmo analisado o atual escândalo, Furtado lembra que em seus depoimentos, os delatores dizem que “essa quadrilha” operava na Petrobras desde 1997 – antes, portanto, de o PT assumir o Palácio do Planalto.
Outro elemento que lhe causou estranhamento foi ver uma reportagem sobre o pagamento de propina na estatal ilustrada com a imagem de uma lista dos receptores de dinheiro. O jornal borrou um trecho onde aparecia a inscrição “15M para JS”, seguidos do endereço e do telefone do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB).
“Puseram uma tarja preta para não mostrar a vinculação com Serra. Mas quando o Bumlai (José Carlos Bumlai) foi preso, ele era o ‘amigo do Lula’”, comparou.

“A eleição não terminou”
O bate-papo com Jorge Furtado foi uma promoção dos gabinetes dos deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) Stela Farias (estadual) e Henrique Fontana (federal).
Era um momento que vinha sendo acalentado desde o ano passado, ainda quando se discutia a reforma política que acabou saindo de maneira enviesada. Na ocasião, se achou melhor deixar “para depois da eleição”.
“Só que a eleição ainda não terminou, ela não termina nunca”, lamentou o cineasta.

Furtado: A imprensa está pautada por bandidos | Brasil 24/7

23/10/2015

Helicóptero de amigo do …. com 450 kg de cocaína

folha spDas manchetes que jamais verás nos assoCIAdos do Instituto Millenium: Helipóptero de amigo do Aécio, com 450 kg de cocaína, foi apreendido no Espírito Santo. Mas podemos tirar, se achar melhor… Para os golpistas, a caça ao Lula enfrenta qualquer tipo de lógica. Nem se fala de isonomia de tratamento ou de respeito ao fatos. É manipulação grosseira feita por boçais cujo único objetivo é criminalizar Lula para esconder o apoio a traficantes  e toxicômanos.

Como já dizia o velho Barão de Itararé, de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada. Aliás, sai. É da Folha que saía as peruas que transportariam os corpos dilacerados dos presos sem mandado, torturados por prazer nos DOI-CODI, estuprados na frente dos finanCIAdores da OBAN, e depois escondidos no Cemitério de Perus. A Folha tinha participação nisso, por isso que ela saiu-se com a definição antológica da ditadura: ditabranda! Não bastasse isso, resolveu publicar um ficha falsa da Dilma. Está no DNA da Folha, o golpismo cínico, escancarado, e sempre para proteger traficantes, golpistas, corruptos.

Nesta mesma edição da Folha, por mais paradoxal que parece, em relação a Eduardo CUnha, a Folha ainda usa a linguagem na condicional. Deputado do PP está envolvido, mas o nome não apare…

Pecuarista amigo de Lula diz que repasse de lobista foi empréstimo

Eurides Aok – 16.mai.10/Correio do Estado

O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula

MÔNICA BERGAMO
DE COLUNISTA DA FOLHA

23/10/2015 02h00

O pecuarista José Carlos Bumlai, acusado pelo delator Fernando Soares, o Baiano, de receber propina para mediar negócios no setor de petróleo e repassá-los a uma nora do ex-presidente Lula, afirma que os recursos que recebeu do lobista serviram, na verdade, para pagar empregados de suas fazendas.

Bumlai repetiu a versão a mais de uma pessoa. Segundo a Folha apurou, ele diz que contratou Baiano para ajudá-lo a vender uma termelétrica. Pela corretagem, lhe pagaria uma comissão milionária.

Como estava precisando de recursos com urgência, já que seus negócios no setor agropecuário passam por dificuldades, Bumlai pediu a Baiano, na ocasião em que o contratou, um empréstimo para quitar dívidas com trabalhadores de suas terras.

O lobista aceitou, segundo a versão do pecuarista. Como tinha recursos para receber de uma empresa ligada à OSX, de Eike Batista, para quem prestava serviços, Baiano pediu que a companhia repassasse o crédito a Bumlai.

O dinheiro teria sido então depositado na conta de uma empresa da família do fazendeiro. Ou seja, o que Baiano diz ser propina não passaria de um empréstimo a Bumlai, sem contrato assinado e jamais saldado.

O fazendeiro diz a interlocutores que, ao contrário do que sugere o delator, os recursos depositados na tal empresa não foram repassados a uma nora do ex-presidente Lula, mas sim a ele próprio, por meio de um contrato de mútuo. Ele teria usado o dinheiro para então pagar seus empregados.

O fazendeiro rebate ainda os valores revelados por Baiano nos depoimentos que deu às autoridades em acordo de delação premiada. Ele diz que não recebeu R$ 2 milhões do delator, e sim R$ 1,5 milhão.

DELAÇÃO

Baiano afirmou em seus depoimentos que o ex-presidente Lula participou de reuniões com Bumlai, de quem é amigo, e o presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz, sobre contratos da Petrobras.

A reunião com Lula foi marcada durante as tratativas de Baiano, que atuava em nome da OSX, de Eike, e Bumlai para conseguirem um contrato de construção de navios-sonda com a Sete Brasil.

Segundo a versão do delator, Lula teria prometido "ajudar a dar mais velocidade", mas os negócios supostamente intermediados por Bumlai não prosperaram.

Mesmo assim, meses após a reunião, que teria ocorrido em 2011, Baiano diz ter repassado R$ 2 milhões em propina a Bumlai, que teria solicitado para uma nora de Lula.

Lula disse que nunca autorizou o amigo a pedir dinheiro em nome dele e negou que alguma nora tenha recebido favor de Baiano. Nesta quinta (22), o ministro do STF Teori Zavascki negou um pedido de Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula, para ter acesso à delação de Baiano.

15/10/2015

Diante do Instituto Millenium, o PCC é uma legião de anjos

midia golpistaBasta ver o que está nas capas dos jornais de hoje. Como se tivessem sido produzidos e impressos num mesmo lugar, as oficinas do Instituto Millenium, todas as manchetes buscam jogar o facínora no colo de Dilma e Lula. Embora afronte a lógica mais comezinha, só a desfaçatez e o total senso de impunidade explicam porque cargas d’água o sujeito mais daninho a Lula e Dilma e ao próprio PT vira, pela mágica dos bandidos das redações, aliado de ocasião.

O comportamento dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, como já previra Judith Brito, é o último suspiro do golpe paraguaio. Só midiotas para não virem nas manchetes das cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS) os estertores do demônio sendo exorcizado. Diante destes grupos, o PCC do Marcola, com quem Geraldo Alckmin senta e faz acordos, vira uma legião de anjos benfazejos…

E, pior, não há nenhuma novidade nisso. Até porque, como na fábula da rã e do escorpião, o golpismo é da natureza dos grupos mafiomidiáticos. Estiveram juntos em 1964, estiveram antes, depois e sempre.

O financiamento midiático das campanhas, por Marcus Ianoni

Por Fernando Brito · 14/10/2015

Marcus Ianoni é  professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense e pesquisador associado da Universidade de Oxford. No Jornal do Brasil, escreveu ontem um artigo que merece ser lido por quem acha que o Brasil precisa – e faz tempo – de mecanismos de regulação da mídia.

Ianoni faz uma comparação interessante entre o financiamento privado que desequilibra a disputa eleitoral e o desequilíbrio de mídia que, igual, interfere no processo de formação de consciência política e de definição de voto do eleitor: “é a disputa pela opinião pública entre quem tem ou não voz”

Leia  que ele diz:

Mídia e golpe branco

Marcus Ianoni, no Jornal do Brasil

Na tentativa de golpe branco em curso no país, o papel de liderança da grande mídia salta aos olhos. O termo grande mídia diz respeito ao reduzido número de poderosas corporações de imprensa que controlam os meios de comunicação, em desacordo com determinações da Constituição de 1988 (carentes de regulamentação), que proíbem monopólio ou oligopólio nesse setor. Algumas dessas corporações – proprietárias, simultaneamente, de redes de televisão aberta e fechada, emissoras de rádio (AM/FM), jornais, revistas e portais na Internet- lideram, na esfera sociopolítica, sobretudo desde o início da Operação Lava Jato, uma campanha de oposição ao governo federal, que tem funcionado como alavanca-chave de poder do movimento de deposição da presidente Dilma Roussef, por impeachment ou renúncia.

Essa campanha da grande mídia articula-se com forças partidárias e do Congresso Nacional, procurando fornecer legitimidade às ações da frente institucional da coalizão do golpe branco, os políticos de oposição, o movimento parlamentar pró-impeachment. A crise política está evidenciando como nunca o quanto a concentração da propriedade da mídia compromete a igualdade política como fundamento da democracia. No limite, é a disputa pela opinião pública entre quem tem ou não voz, mesmo sabendo que o governo, formalmente, não é mudo. As corporações midiáticas e seus aliados estão promovendo uma campanha desigual contra um partido político e suas lideranças, cuja síntese é o movimento para tentar derrubar uma presidente da República eleita há menos de um ano sem que ela tenha cometido crime de responsabilidade. Isso tudo é tão danoso à igualdade política democrática quanto o financiamento empresarial das eleições. Uma outra regulação da comunicação política é fundamental para a democracia brasileira evoluir.

A grande mídia tem feito a cobertura da corrupção através de um sensacionalismo seletivo e partidarizado, praticamente sem discutir suas causas. Ela se omite, por exemplo, sobre a questão do financiamento empresarial de campanhas eleitorais (só muito recentemente abolido da legislação). Não discute a relação entre desigualdade política e captura do Estado pelo interesse econômico das grandes corporações, sendo o financiamento empresarial da política um meio de produção da síntese das duas primeiras variáveis e, assim, elo para a corrupção ativa e passiva. Motivo da omissão: é preciso manter a política como uma espécie de escrava a ser perversamente usada e maltratada pelo senhor, o poder econômico. Motivo do sensacionalismo: corrupção é escândalo, gera audiência, atrai anunciantes, vende jornal. Motivo do partidarismo: um partido de esquerda, que promoveu mudanças sociais importantes em um dos países mais desiguais do mundo, não interessa à coalizão neoliberal, do rentismo e da financeirização, à qual a grande mídia se vincula. Combater a pobreza e, se possível, a desigualdade social, tem custos que os supostos defensores da sociedade meritocrática não querem bancar. A ideologia liberal informa a grande mídia em relação a temas como inflação, juros, orçamento público, Estado, políticas sociais e segurança pública. Por outro lado, corrupção é um mal a ser universalmente combatido, doa a quem doer, mas a mídia tem abordado o problema com a velha máxima: aos amigos, tudo, aos inimigos, a lei. Para Eduardo Cunha e suas contas milionárias na Suíça, com recursos provenientes de desvios na Petrobras, tolerância. Para o mensalão e trensalão tucanos, tolerância também. E por aí vai.

Continue lendo no Jornal do Brasil.

17/09/2015

Escola do Marcola, ou do porque o PCC é tão forte em São Paulo

Não se trata só de incompetência ou de truculência. Se trata de forma de vida, de sistema de governo, de violência gratuita e por prazer. A cada dia que passa a Política de Segurança pública do PSDB reinventa as SS dos nazistas. Só um ódio incomensurável pode explicar a degradação das pessoas responsável por dar “segurança” à população. E não é um fato isolado. O simples fato de o governador, Geraldo Alckmin, dialogar com Marcola mas se negar a negociar com os favelados da Pinheirinho diz tudo sobre o déficit civilizatório deste mais de 20 anos de tucanato em São Paulo.

E São Paulo também não é um caso isolado. Nos demais governos do PSDB vige a mesma truculência, basta se observar o que acontecia na Paraíba do Cassio CUnha Lima, no Paraná da dupla Beto Richa & Fernando Francischini, ou no RS da dupla Yeda Crusius & Cel. Mendes. São governos ensandecidos contra pequenos mas condescendentes com donos de heliPÓpteros.

“Matem estes filhos da puta que eu arquivarei o inquérito”

Por Fernando Brito · 16/09/2015

zagallo

“Alguém poderia avisar a Tropa de Choque que essa região faz parte do meu Tribunal do Júri e que se eles matarem esses filhos da puta eu arquivarei o inquérito policial”.

O autor desta “pérola”, Rogério Leão Zagallo, é membro do Ministério Público de São Paulo e é ele, como revelam hoje os repórteres Rogério Pagnan e Lucas Ferraz, da Folha, quemserá [o] responsável pela investigação dos PMs suspeitos de terem assassinado duas pessoas já rendidas na zona oeste da capital paulista“.

Inacreditável.

Mesmo que tivesse  sido um “chilique” de engarrafamento, não é algo que se possa admitir em quem tem obrigação de zelar pelo cumprimento da lei.

Seria como um médico dizer que se “fulano fosse meu paciente eu cortaria suas tripas na mesa de operação”.

Mas isso não é tudo.

Em 2011, recorda a reportagem, aconselhou um policial civil que, para evitar um assalto, tinha baleado e matado um dos dois ladrões que “melhorasse sua mira” para matar logo os dois.

Não importa, a não ser para lamentar, quais sejam as convicções íntimas doentias do sr. Zagallo,mas é impossível que alguém capaz de expressar assim o seu “desejo de matar”não apenas criminosos, mas até mesmo manifestantes que lhe causaram um dissabor possa atuar como promotor de Justiça (?!?) e muito menos quando isso envolve o assassinato de bandidos já rendidos por policiais.

Não é possível que o espírito corporativo do Ministério Público faça a instituição tolerar este absurdo, em nome de sua independência.

E mais: é impossível que uma instituição, qualquer uma, tenha o poder de ser a única fiscal de si mesma, ainda mais quando como é, hoje, o Ministério Público, que tem o “direito” onipotente sobre toda a vida brasileira.

Porque – e qualquer um que trabalhe no campo do Direito e da Justiça sabe disso – trabalham em “dobradinha” (inclusive corporativa e salarial) com os juízes, e desgraçar-se com um promotor é quase escrever sua própria sentença.

Infelizmente não é só ao Dr. Zagallo que este país está tendo de engolir.

“Matem estes filhos da puta que eu arquivarei o inquérito”TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

23/07/2015

Saiba como funciona uma fábrica de bandidos

Ao bom entendedor meio título basta. Quanto aos demais, não gasto pólvora ignorantes.

Brito bomba: Fel-lha combina  perguntas com Odebrecht !

O Estadão põe tarjas pretas no Cerra … a Fel-lha … Viva o Brasil !

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, no Tijolaço:

O que há debaixo das “tarjas brancas” do texto da Odebrecht ? A conversa com a Folha que “só fale para mandar recados”

O leitor CM fez o mesmo que Stanley Burburinho, que identificou o autor das “tarjas pretas” com que a Polícia Federal (ou o Estadão) ocultaram alguns nomes – e divulgaram outros – nos textos de e-mail contidos nos celulares do empresário Marcelo Odebrecht.
Desta vez, porém, tirou as tarjas brancas que apagam, no arquivo divulgado pelo Estadão, os trechos das páginas 23,24 e parte da 25 do relatório da Polícia Federal – arquivo do jornal aqui –  e nos permite saber do que elas tratam.
Mas o amigo leitor teve um trabalho que qualquer um pode fazer, sem qualquer conhecimento maior de informática.
Basta selecionar o texto “em branco” e colar num editor de texto ou mesmo no bloco de notas e…bingo! Lá está todo o “conteúdo secreto” que omitiram dos leitores.
E o que é?
Um belo exemplo do jornalismo “podemos tirar se achar melhor”…
São e-mails entre Marcelo e seus assessores combinando entrevistas, com conhecimento prévio do conteúdo – que beleza! – com a Folha de S. Paulo  que só serviria se fosse “para mandar recados”.
Transcrevo os “arquivos confidenciais de Polichinello”, para que os leitores possam ter acesso a tudo . Porque, se é pra vazar, não vamos usar o “método Ricúpero”, de esconder o que não interessa à mídia, não é? Apenas preservo o nome dos repórteres, que podem ter entrado de inocentes nessa história , simplesmente e aqui, ao contrário do que se faz na grande imprensa, não se acusa ninguém de algo se não estiver comprovado.
Os trechos “censurados” pelo Estadão, não têm, como se lerá, nada de ilegal, apenas o registro da intimidade e do favoritismo de Odebrecht na imprensa e o fato de, embora falem tanto de sua independência, ter sido feita com perguntas previamente formuladas e em nenhum momento citando a Lava-Jato.
Até mesmo o agente da Polícia Federal  que faz o relato diz que “(em) Marcelo e seus colaboradores, verifica-se a intenção de conceder a entrevista somente se as perguntas forem antecipadas e sem conteúdo polêmico. Inclusive Sergio Bourroul argumenta que só vale a pena a entrevista se for possível mandar recados, não mencionando para quem, nem que tipo de recado seria, inclusive instrui Marcelo a capitalizar a concessão da entrevista, dizendo que que “abriu uma exceção em consideração ao pedido da direção do jornal”.
Eis o que foi “cortado” (e não foi, mas apenas pintado de branco, para que não se lesse) no arquivo divulgado pelo Estadão.

Assunto: Entrevista Folha de São Paulo (Repórter “A” e
Repórter “B”),
Assistentes:
Localização: sala reuniões DP – 15º andar
Detalhes:
SB na coordenação.
Marcelo,
a primeira entrevista da série será com Abilio Diniz, a ser
publicada neste domingo, dia 24. A sua será a segunda, no
dia 31.
A reportagem estava aguardando as confirmações de Murilo
(Vale), Roberto Setubal (Itaú) e Joesley (JBS). Não sei se
emplacou todos.
Você receberá dois repórteres (A e B), que virão acompanhados de um fotógrafo.
Confirmado às 9h00 de amanhã e eu te acompanharei.
Abaixo, repasso os principais pontos que nortearão a
conversa:
O país deve crescer abaixo de 1% este ano e os anteriores
não foram muito melhores. Quais são os principais gargalos
que impedem o crescimento?
O que é preciso mudar para que os empresários voltem a
investir?
Na sua opinião, quais deveriam ser as três prioridades do
governo logo no primeiro ano?
Independente de quem venha a ser eleito, a previsão geral
é de um ajuste duro em 2015. Qual é a sua expectativa?
Os preços públicos, como gasolina, energia e tarifa de ônibus
estão represados. Qual seria a melhor estratégia para ajustar
a economia: um tarifaço logo de cara ou aumentos graduais?
O Banco Central vem fazendo intervenções no mercado para
segurar o real. O sr. acha que seria possível voltar ao câmbio
flutuante de fato ou isso teria um impacto muito forte sobre a
inflação?
O desemprego, que até agora estava controlado, começou a
aparecer aqui e ali. O sr. acha que pode haver uma onda de
demissões pela frente?
A campanha de Dilma se queixa de que o mercado faz
terrorismo eleitoral quando aposta contra ela na bolsa e que
não é a primeira vez que isso acontece no Brasil. Qual é sua
opinião? O mercado faz terrorismo?
O Supremo está a um passo de acabar com o financiamento
privado de campanhas políticas. Na sua opinião, isso é bom
ou ruim?
O setor privado vive pedindo ajuda do governo, como
benefícios fiscais e recursos do BNDES. Por que os
empresários no Brasil dependem tanto do governo?
Abs,
De: Marcelo Bahia Odebrecht
<mbahia@odebrecht.com<mailto:mbahia@odebrecht.com>>
Data: 6 de agosto de 2014 22:19:14 BRT
Para: Sergio Bourroul
<sergiobourroul@odebrecht.com<mailto:sergiobourroul@odebrecht.com>>
Cc: Daniel Villar
<dvillar@odebrecht.com<mailto:dvillar@odebrecht.com>>,
Leonardo Sa de Seixas Maia
<lsmaia@odebrecht.com<mailto:lsmaia@odebrecht.com>>,
Zaccaria Junior
<zaccaria@odebrecht.com<mailto:zaccaria@odebrecht.com>
Assunto: Re: pedido da Folha de S.Paulo
Ok
From: Sergio Bourroul
Sent: Wednesday, August 6, 2014 19:14
To: Marcelo Bahia Odebrecht
Cc: Daniel Villar; Leonardo Sa de Seixas Maia; Zaccaria Junior
Subject: Re: pedido da Folha de S.Paulo
Marcelo,
A sugestão de DV é boa.
Você fala se o repórter antecipar as perguntas. Vou solicita-las, ok?
E capitalizar dizendo que vc abriu uma exceção em
consideração ao pedido da direção do jornal.
Enviada do meu iPhone
Em 06/08/2014, às 19:05, “Marcelo Bahia Odebrecht”
<mbahia@odebrecht.com<mailto:mbahia@odebrecht.com>>
escreveu:
Se fosse uma entrevista apenas minha (e não uma serie) e
como foco geral em nós, eu negaria. Não apenas pelo
momento, como porque temos negado para todos.
Mas se o foco eh nas prioridades para o País nos próximos
anos, e não em nós, e como parte de uma série de poucos
empresários, minha tendência seria aceitar.
From: Daniel Villar
Sent: Wednesday, August 6, 2014 18:58
To: Sergio Bourroul; Marcelo Bahia Odebrecht
Cc: Leonardo Sa de Seixas Maia; Zaccaria Junior
Subject: RES: pedido da Folha de S.Paulo
Marcelo,
O que acha da demanda abaixo?
Já fui mais reativo no passado recente a uma participação
sua, mas pelo contexto descrito pela CDN, e pela provocação
de SB, pode haver espaço para mensagens da Organização,
desde que enviem previamente as perguntas e que as
mesmas não sejam politizadas.
De: Sergio Bourroul
Enviada em: terça-feira, 5 de agosto de 2014 19:11
Para: Daniel Villar
Cc: Leonardo Sa de Seixas Maia; Zaccaria Junior
Assunto: RES: pedido da Folha de S.Paulo
Daniel,
Favor avaliar a solicitação abaixo, da Folha de S. Paulo. Acho
que devemos preservar MO, mas é possível que ele queira
aproveitar para mandar algum recado. O repórter garante que
não haverá questionamentos polêmicos e que envolvam
diretamente a Odebrecht (Petrobras, BNDES, contratos,
doação para campanha, preferências políticas etc). Quer
apenas abrir espaço para a opinião de MO sobre os gargalos do crescimento
do Brasil e as prioridades do próximo governo.
Só vale se for para mandar recados. Caso contrário,
declinamos com tranquilidade.
Obrigado,
Abs,
De: Zaccaria Junior
Enviada em: terça-feira, 5 de agosto de 2014 18:58
Para: Sergio Bourroul
Cc: Leonardo Sa de Seixas Maia; Elea Cassettari Almeida
Assunto: pedido da Folha de S.Paulo
Sérgio, o “repórter A“  da Folha me procurou. Ele informou que o jornal
vai aproveitar o período pré-eleitoral para discutir o futuro do
país por meio de uma série de entrevistas com os principais
empresários brasileiros. Eles devem abordar quais serão os
desafios do próximo governo, independente de quem venha a
ser eleito, para o país voltar a crescer, recuperar o otimismo,
atacar os gargalos que , segundo eles, “impedem o país de
deslanchar”. Palavras do “repórter A“ : “A ideia é publicar uma
entrevista por semana, como parte de uma série, e
preparamos uma lista com os empresários mais respeitados
do país. O jornal gostaria muito de contar a seus leitores o
que o Marcelo Odebrecht pensa disso. A retomada do
crescimento passa por mais investimentos e portanto pelo
setor de infraestrutura e a Odebrecht tem tido um papel
central nessa área. Nossa ideia é começar a publicar as
entrevistas já no início deste mês. Estamos convidando
Roberto Setúbal, Luiz Carlos Trabuco, Murilo Ferreira, Abilio
Diniz, Pedro Passos, entre outros. Mas é uma lista restrita.”
Sérgio, acrescentando, David contou ainda que o secretário
de redação (…)passou na mesa dele dia desses
para falar das entrevistas e perguntou: “E o Marcelo
Odebrecht, que seria a cereja do bolo?”. Mais uma vez,
palavras do David: “Queria que vocês soubessem e reafirmar
que uma entrevista com ele teria espaço nobre e seria bem
tratada”.
Abs,
Zacca

Brito bomba: Fel-lha combina perguntas com Odebrecht ! | Conversa Afiada

19/07/2015

Conheça a lista dos bem amigos da Rede Globo

J. Hawilla , José Maria Marin, Ricardo Teixeira , Marcelo Odebrecht, Collor de Mello; a lista de amigos da Rede Globo só não menor do que a Lista Falciani dos amigos da Rede Globo. E no CARF?

A Rede Globo já admitiu que errou ao apoiar a ditadura com aquele famigerado editorial. Admitiu mas não devolveu o que roubou em parceria com a ditadura, nem pediu perdão pelos estupros e mortes que a parceira, a ditadura, causou. A Folha admite que errou, mas, na medida que repete o apoio a golpistas, mantém-se fiel à sua natureza e a de seus parceiros, de serem “oposição ao Brasil”.

A desfaçatez da Rede Globo é proporcional à falta de enfrentamento não só do PT, mas de toda esquerda, que ainda não viram quem são os responsáveis pelos maus costumes no Brasil.

Por tudo isso, se você gosta de corrupção, agradeça à Rede Globo. Eles os mentores.

Hipocrisia: dono da Globo jantou com Odebrecht

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No momento em que o jornal O Globo, de João Roberto Marinho, tenta criminalizar as atividades internacionais do ex-presidente Lula, surge uma informação interessante; no jantar oferecido por Marcelo Odebrecht em torno do ex-presidente, um dos convidados foi o próprio João Roberto; "Por que nenhum veículo se preocupou em registrar isso? Por que até agora ele não foi ouvido para que possa responder sobre o que se tratou no jantar? Por que o jornal dos Marinho esconde essa informação e todo o resto da mídia também?", questiona o jornalista Renato Rovai, que publicou a lista dos convidados

19 de Julho de 2015 às 15:53

Do Jornal GGN – Em seu Blog o jornalista Renato Rovai chama a atenção para um dado muito importante, nem um pouco explorado pelos grandes meios de comunicação. Em um dos documentos vazados da investigação da Polícia Federal que trata de um jantar organizado, em 2012, por Marcelo Odebrecht para receber Lula, também estava presente João Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo. A lista também contém outros nomes publicamente conhecidos sugerindo, portanto, que o evento se tratou, apenas, de um encontro de negócios reunindo Abilio Dinis, Roberto Setubal, Jorge Gerdau, Luis Carlos Trabuco, Eike Batista, além  do ex-ministro Antonio Palocci, Sérgio Nobre (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) e Juvandia (presidente do Sindicato dos Bancários).

Do Blog do Rovai

Documento da PF traz João Roberto Marinho na lista do jantar com Lula
O jantar para Lula organizado por Marcelo Odebrecht, fruto de investigação da PF e que o jornalismo “investigativo” brasileiro está tratando como um indício claro das relações espúrias da empreiteira com o ex-presidente teria reunido 15 pessoas na casa do anfitrião, no Condomínio Jardim Pignatari.

Até agora, porém, os colegas que estão buscando restos do que se comeu na ocasião para ver se acham o DNA dos participantes revelaram apenas três nomes, além do de Marcelo Odebrecht e Lula, o do ex-ministro Antonio Palocci, o de Sérgio Nobre (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) e  o da Juvandia (presidente do Sindicato dos Bancários).

Pois bem, como você pode perceber no fac-simile acima, de um dos documentos vazados, João Roberto Marinho, era um dos 15 nomes da lista.

Por que nenhum veículo se preocupou em registrar isso? Por que até agora ele não foi ouvido para que possa responder sobre o que se tratou no jantar? Por que o jornal dos Marinho esconde essa informação e todo o resto da mídia também?

Além dele, outros grandes empresários também estavam lá. Bolivarianos como Abilio Dinis, Roberto Setubal, Jorge Gerdau e Luis Carlos Trabuco. Ou seja, não foi um evento da Odebrecht com Lula. Mas de empresários e dois importantes sindicalistas a pedido de Lula.

O que se comeu no jantar? O que se discutiu no jantar? Simples, é só perguntar pro João Roberto Marinho.

Hipocrisia: dono da Globo jantou com Odebrecht | Brasil 24/7

18/07/2015

Direita golpista cospe mais um bagaço: Eduardo CUnha

EduardoCunhaJornalNacionalFoi-se o poder da velha mídia em dar golpes. Nunca antes neste país os golpistas tiveram tanto apoio dos grupos mafiomidiáticos como agora, mas ainda assim, como num castelo de cartas, um a um vão ganhando o ostracismo. A mídia venal está caindo de pobre, como uma fruta temporã.

Será que agora os coxinhas vão se dar conta de que seu ódio ao PT, Dilma e Lula deve-se mais aos acertos do que aos erros, que os há, mas jamais pelos motivos a velha mídia divulga?!

O caso Eduardo CUnha é emblemático para entender o modus operandi dos assoCIAdos do Instituto Millenium. Note que sempre que algum político do PT é denunciado os jornais, rádios e tvs logo buscam demonizar o denunciado e o partido, linkando-os à Dilma e Lula. Quando o denunciado é ligado aos partidos de sustentação da bandidagem mafiomidiáticas, há apenas o fato. Nada de demonizar. Se puderem, ainda dão um jeito de ligarem a Lula e Dilma.

É a sempre lembrada Lei Rubens Ricúpero, revelada por Carlos Monforte no Escândalo da Parabólica: o que é bom para a direita golpista os jornais mostram; o que é ruim eles escondem!

Este bagaço que a direita está cuspindo não é pelos malfeitos, que a mídia escondeu enquanto pode. São notórios os vínculos de CUnha com a Rede Globo, desde os tempos de Collor/PC Farias. No entanto, tudo o que ele fazia a Globo acobertava. Os demais parceiros da Globo seguem as orientações do Instituto Millenium. Só divulgam o que não os prejudicam.

Aqui no RS, por exemplo, a RBS sempre dá um jeito de incriminar o PT por qualquer denúncia de alguém político ligado à sigla. Quando os denunciados são de sua base, faz de conta que é com ela. Quando Tarso Genro era governador os veículos dos Sirotsky sempre davam um jeito de ligar o nome do governador às denúncias. Agora, com um governador que é uma piada de mau gosto, em nenhum momento liga Cunha ao PMDB, muito menos ao governador José Ivo Sartori. E ainda são capazes de dizer que o PMDB é da base do governo federal esquecendo que o PMDB gaúcho esteve sempre ao lado de Aécio Neves.

Mas o tempo é senhor da razão. Se ainda houver justiça, os golpistas, larápios de todos os matizes, incluindo os do CARF, da Operação Zelotes, Operação Pavlova, da Lista Falciani e do HSBC se encontrarão na prisão. Espero que Jorge Pozzobom esteja errado e ainda veremos alguém do PSDB sendo investigado e punido.

Cunha rompe com governo; PMDB e oposição silenciam

Presidente da Câmara retalia o Planalto ao autorizar criação de CPI do BNDES

Acusado de ter recebido US$ 5 milhões do petrolão, deputado corre risco de ficar isolado, dizem aliados

DE BRASÍLIA

Acuado pela acusação de que recebeu US$ 5 milhões de propina do petrolão, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), elevou a temperatura da crise política ao anunciar seu rompimento com o governo Dilma Rousseff e começar a tomar medidas de retaliação contra a presidente.

Desafeto do governo desde que chegou à presidência da Câmara, no início do ano, Cunha acusa os petistas de incentivar as investigações sobre as suspeitas de que foi beneficiado pelo esquema de corrupção na Petrobras, revelado pela Operação Lava Jato.

Mas o deputado chegou ao fim da sexta-feira (17) sem receber o apoio do próprio partido à decisão de romper com o governo, e com aliados temendo que ele fique isolado –apenas com seu grupo mais fiel– na trincheira que abriu contra o governo Dilma.

O peemedebista começou o dia cumprindo as ameaças feitas na véspera, quando foi divulgada a informação de que o lobista Julio Camargo afirmou ter pago a ele propina de US$ 5 milhões por contratos feitos com a Petrobras.

"Estou oficialmente rompido com o governo a partir de hoje. Teremos a seriedade que o cargo ocupa. Porém, o presidente da Câmara é oposição ao governo", afirmou em entrevista às 11h de sexta, último dia antes do recesso do Congresso, que só voltará ao trabalho em agosto.

Cunha disse que sua posição não o levará a patrocinar o "fim da governabilidade". Nos bastidores, ele indicou que pretende criar desconforto para a presidente, mandando organizar e atualizar os vários pedidos de impeachment de Dilma apresentados à Câmara neste ano.

Minutos depois da entrevista de Cunha, o PMDB veio a público dizer que continuará apoiando o governo. Principal aliado dos petistas no Congresso, o partido afirmou por meio de nota que a escolha do deputado é "a expressão de uma posição pessoal, que se respeita pela tradição democrática do PMDB".

A nota do partido enfatizou que a decisão de deixar a base governista só poderia ser tomada "após consulta às instâncias decisórias do partido: comissão executiva nacional, conselho político e diretório nacional".

CALMA

Eduardo Cunha sabia que não teria a companhia da cúpula do seu partido ao abandonar o barco governista. Na noite de quinta (16), ele foi ao encontro do vice-presidente Michel Temer, principal articulador político do governo e presidente do PMDB, na base aérea de Brasília, onde ele embarcaria para São Paulo.

Acompanhado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Cunha foi logo propondo a Temer que o PMDB fosse para a oposição. A seu estilo, o vice-presidente pediu calma ao deputado e disse que essa era uma decisão que não podia ser tomada de forma isolada por eles.

Presente ao encontro de quinta-feira, Renan preferiu não endossar o tom bélico de seu colega nesta sexta e desmarcou entrevista que convocara para fazer um balanço das atividades do semestre.

Em conversas reservadas, Renan, que tem imposto seguidas derrotas ao governo no Senado, confidenciou que prefere manter-se em silêncio temporariamente.

Principal alvo da ira de Cunha, que acusou o Planalto de abrigar um "bando de aloprados", o governo Dilma começou o dia sabendo da opção pelo rompimento do peemedebista e baixando ordem para que ninguém respondesse às provocações de Cunha.

Em nota divulgada no início da tarde, o Planalto disse esperar que a posição de Cunha "não se reflita nas decisões e nas ações" da presidência da Câmara, que "devem ser pautadas pela imparcialidade e pela impessoalidade".

Indiferente ao apelo do Planalto, Cunha autorizou na tarde de sexta a criação de duas CPIs que podem criar constrangimento para o governo, com a missão de investigar o BNDES e os fundos de pensão das empresas estatais. Elas devem começar a funcionar em agosto.

SILÊNCIO

A oposição, que tem andado de mãos dadas com Cunha desde que ele derrotou o PT e o governo e conquistou a presidência da Câmara, em fevereiro, também não saiu em defesa do peemedebista.

Líderes oposicionistas classificaram como grave o anúncio do rompimento, afirmando temer uma crise institucional no país. "Há uma instabilidade institucional agravada", afirmou o líder do Democratas na Câmara, deputado Mendonça Filho (PE).

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), não se manifestou. Até a noite desta sexta-feira, Cunha havia obtido o apoio oficial apenas do Solidariedade. Já o PSOL pediu o seu afastamento da presidência da Câmara.

O maior temor do peemedebista é que lhe seja retirada a principal fonte de seu poder, a presidência da Câmara. O deputado recebeu a informação de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir seu afastamento do cargo.

O argumento seria que Cunha usa a posição para intimidar testemunhas e atrapalhar as investigações da Lava Jato. Se isso ocorrer, Cunha ficaria isolado e mais vulnerável às acusações feitas pelos delatores contra ele.

O aumento da tensão entre o governo e o Congresso gerou preocupação no meio empresarial. Dois empresários de grande porte disseram à Folha que Eduardo Cunha, para não afundar sozinho, está querendo levar quase todo mundo junto. O problema, segundo eles, é que a crise econômica já é grave o suficiente e pode ficar ainda pior se houver uma crise institucional.(MARIANA HAUBERT, VALDO CRUZ, GABRIELA GUERREIRO, ANDRÉIA SADI E MARINA DIAS)

    13/07/2015

    Para os assoCIAdos do Instituto Millenium, um político vale quanto paga

    Nossa velha mídia é milhares de vezes mais corrupta do que o político mais corrupto. Sabe por quê? Porque quem corrompe o político é a mídia.  Hoje, quando se lê um a reportagem, a primeira pergunta que deve ser feita é: quanto custou ou este não pagou o preço cobrado. Se pagou, só elogios. Não pagou, pau nele. Por isso que se diz que pau que dá em PT não dá em PSDB. E nisso não está só a imprensa, mas também o Poder Judiciário.

    kassab

    Para quem ainda tinha dúvidas a respeito de quem são os verdadeiros bandidos está ai mais uma prova. E não é o vendido, mas o comprador. É tal de Lei Rubens Ricúpero, forjada na Rede Globo e divulgada por Carlos Monforte, é regra entre os assoCIAdos do Instituto Millenium.

    Como já dizia o velho Hélio Fernandes na moribunda Tribuna da Imprensa, no Brasil pratica-se um jornalismo celular pré-pago. Se você paga, tem crédito. Se não paga, descrédito. A mídia e seus donos são muito mais perniciosos que uma quadrilha só de Fernandinhos Beira-Mar. Pelo menos Beira-Mar entregava o que prometida. A mídia só entrega depois de pago.

    Na Rede Globo a entrega de estatueta equivale ao beijo de mafioso. É código de identificação. Não faz muito foi descoberto que o Governo do Geraldo Alckmin pagava R$ 70,00 reais para um tal de Fernando Gouveia jogar a culpa de tudo no PT. Bonito né. Esse é o pessoal que quer ganhar no tapetão para continuarem fazendo a mesma merda de FHC. E, pelo que pagam aos grupos mafiomidiáticos, deveriam estar melhores no IPOBE. Este é o segredo de sucesso dos golpistas.

    No RS, neste momento, Farid Germano ganhou em cala-boca na TVE e é só elogios ao governo Sartori. A sabujice a cara de pau não tem limites. Em nenhum outro lugar se encontra mais vendáveis do que entre jornalixos. É por isso que estou com o Barão de Itararé e não abro: o homem que se vende sempre recebe mais do que vale!

    Jovem Pan recebia R$ 10 mil por reportagens pró-Kassab, diz revista

    seg, 13/07/2015 – 17:17

    Da Carta Capital

    A Rádio Jovem Pan, emissora paulista que produz conteúdo jornalístico e esportivo, veiculou propagandas estatais “disfarçadas” de conteúdo em sua programação durante a gestão Gilberto Kassab (PSD). É o que afirma reportagem de capa da revista Piauí deste mês. Segundo a publicação, durante a gestão de Kassab (PSD), atual ministro das Cidades, os repórteres da rádio recebiam até 10 mil reais extras por reportagens que enaltecessem programas ou ações da prefeitura.

    “Na gestão de Gilberto Kassab, do PSD, a prefeitura costumava pagar cachê aos repórteres da [Jovem] Pan por esse tipo de serviço, e um jornalista poderia receber até 10 mil reais extras fazendo uma reportagem pautada pelos marqueteiros da prefeitura”, informa a edição de julho da Piauí.

    De acordo com a revista, propagandas de empresas ligadas ao governo Geraldo Alckmin (PSDB), como Metrô e Sabesp, aparecem na programação em formato de “publieditorial” sem a devida identificação. Nesses casos, o ouvinte não é informado de que se trata de publicidade e não de jornalismo. Neste ano, o Metrô investiu 235 mil reais na Jovem Pan. Em 2014, esse valor chegou a um milhão de reais.

    A reportagem de Piauí é centrada na guinada ideológica da Jovem Pan, ao longo dos últimos meses. Segundo a publicação, a emissora optou por um discurso conservador na tentativa de recuperar a audiência, visando o eleitorado antipetista. Desde novembro de 2014, o Jornal da Manhã, um dos principais programas da rádio, conta com comentários da jornalista Rachel Sheherazade. Quem também tem um programa na emissora é Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja e do jornal Folha de S.Paulo.

    Jovem Pan recebia R$ 10 mil por reportagens pró-Kassab, diz revista | GGN

    12/07/2015

    Caiado por fora, Demóstenes por dentro

    Filed under: Bandidagem,Demóstenes Torres,Direita Hidrófoba,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 8:58 pm
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    Quem seria, hoje, a face paradigmática da direita? Quem pensou em Aécio Neves está engando. Aécio é um paspalhão, uma pilhéria ambulante, um Napoleão de Hospício. Para mim, é Ronaldo Caiado. A desfaçatez vem chancelada pelo próprio colega de partido, Demóstenes Torres. Encarna a face mais fascista, da violência pura e gratuita, aliadas de uma corja da imprensa que aplaude seu histrionismo boçal. Caiado tem cara e jeito de animador de estupro, do tipo que aplaude e tira saro do defeito físico de Lula. O costume de andar a cavalo, de lidar com bovinos facilita a condução de uma manada. Mentiroso contumaz, compraz-se com a diminuição do outro se isso lhe servir de pedestal.

    Ronaldo Caiado e os "bandidos frouxos"

    Por Altamiro Borges
    O ex-presidente Lula ingressou nesta semana com um pedido de queixa-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Seus advogados pedem a condenação do demo pelos crimes de "calúnia, injúria e difamação". Em fevereiro último, o senador escreveu em sua conta no Twitter uma mensagem típica de um jagunço, fundador da organização criminosa União Ruralista Democrática (UDR): "Lula tem postura de bandido. E bandido frouxo! Igual à época que instigava metalúrgicos a protestar e ia dormir na sala do delegado Tuma".

    Para a defesa do líder petista, a postagem configura crime de calúnia e difamação. No documento, os advogados argumentam ainda que a afirmação de Ronaldo Caiado extrapola a imunidade parlamentar – com isto, eles tentam evitar que o senador fuja de suas responsabilidades e use o seu mandato para se eximir de culpabilidade pela mensagem criminosa nas redes sociais. O pedido de queixa-crime foi protocolado nesta quarta-feira (8) e ainda aguarda distribuição para um ministro relator. Se depender da maioria dos ministros do STF, o líder dos demos no Senado não deverá sofrer qualquer punição.

    Em abril passado, o ex-senador Demóstenes Torres – um dos criadores da patética figura de Ronaldo Caiado – acusou seu filhote ruralista de "roubar, mentir e trair". Em texto publicado no jornal goiano Diário da Manhã, ele garantiu que o líder do DEM recebeu dinheiro do mafioso Carlinhos Cachoeira nas suas campanhas eleitorais e que curtia suas férias as custas da construtora OAS. Num dos trechos, o "mosqueteiro da ética" da Veja ainda desafiou o "frouxo" Ronaldo Caiado, a quem rotulou – numa definição preciosa – de "uma voz a procura de um cérebro":

    "Quero ver se você é homem mesmo… Você diz em seus discursos que Caiado não rouba, não mente e não trai. Você rouba, mente e trai. Talvez o meu silêncio tenha sido entendido por você como um sinônimo de covardia, de pusilanimidade. Essas palavras não existem no meu dicionário. Não posso dizer que você seja um mau-caráter, pois você simplesmente não o possui. É , na verdade, um espécie de Zelig oportunista e bravateiro… Me deixe em paz senador… Toque sua vida, se fizer troça comigo novamente não o pouparei. Continue fingindo que é inocente e lembre-se que não está na sarjeta porque eu não tenho vocação para delator. Tome suas medidas prudenciais e faça-se de morto".

    Até hoje, nenhuma providência foi tomada contra o líder dos demos e outros "bandidos frouxos". Os ministros do STF, os integrantes do Ministério Público e os delegados da Polícia Federal, que adoram os holofotes da imprensa tucana, nada fizeram para investigar as graves denúncias do ex-compradre de Ronaldo Caiado. Tudo indica que a queixa-crime apresentada pelo ex-presidente Lula também não dará em nada. A mídia tucana, com a sua escandalização seletiva, fará de tudo para abafar o caso. O jagunço que se projetou como líder de uma milícia ruralista seguirá impune como vestal da ética. A conferir!

    *****

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    Postado por Miro às 22:58

    Altamiro Borges: Ronaldo Caiado e os "bandidos frouxos"

    04/07/2015

    O fascismo é o cavalo de batalha da velha mídia

    Alguém ainda há de lembrar do caso de racismo da torcida do Grêmio com o goleiro Aranha do Santos. Os racistas foram defendidos por funcionários da RBS, de que são exemplo Cacalo e Paulo Sant’ana.  Ilustres celetistas do Grupo RBS saíram em defesa dos atos, buscando minimizar. É algo muito parecido com o que  fez outro funcionário da RBS, só que desta vez em Santa Catarina, Luis Carlos Prates. Não é possível que não se tenha visto o ódio com que Arnaldo Jabor incitava um dia e cobrava noutro os manifestantes de 2013, a ponto de ser ridicularizado pela TV Argentina. Foi usado pelas universidades de Buenos Aires como exemplo de como não se deve fazer na tv. No entanto continuou como funcionário da Rede Globo.

    O fascismo da sociedade é adubado pelos grupos mafiomidiáticos. Se for mau caráter, tem emprego garantido. Ronaldo Caiado só foi contratado pela Folha depois que Demóstenes Torres definiu-o como um cérebro a procura de uma idéia. Se não tivesse se revelado mau caráter não teria conseguido emprego na Folha. Nesse ritmo e depois que até Casagrande conseguiu ser protegido da Rede Globo, Fernandinho Beira-Mar pode vir a ser novo colunista da Folha para tratar da animação de eventos sociais. É pelas mesmas razões que Policarpo Junior é funcionário da Veja, como Diego Escosteguy é funcionário da Época/Globo.

    Hoje, os grupos mafiomidiáticos são os maiores concorrentes do PCC no campo do emprego.

    A influência de Danilo Gentili no caso de racismo contra Maju Coutinho. Por Paulo Nogueira

    Postado em 04 jul 2015 – por : Paulo Nogueira

    Inspirador

    Inspirador

    Sabe por que fanáticos se atreveram a publicar insultos à luz do dia contra a jornalista Maju Coutinho?

    Porque eles viram o que aconteceu com Danilo Gentili – herói deles – quando, numa discussão numa rede social, ele mandou um homem negro comer bananas.

    Nada. Aconteceu nada.

    O insultado foi à Justiça e perdeu. Numa das sentenças mais infames da República, o juiz considerou que não havia ofensa na atitude de Gentili.

    Bons exemplos prosperam, e maus ainda mais.

    Tivesse Gentili recebido a devida punição, os racistas que atacaram Maju guardariam seu ódio e seu fascismo para si próprios.

    Você tem que castigar exemplarmente manifestações de racismo.

    Não muito tempo atrás, no Twitter, um internauta postou comentários racistas sobre a agonia de um jogador de futebol que tivera uma parada cardíaca súbita em pleno jogo.

    A Inglaterra instantaneamente se comoveu com o caso, mas o internauta começou a fazer piadas com bananas e outras coisas.

    Na manhã seguinte, a polícia estava na sua casa para prendê-lo. Rapidamente julgado, foi condenado a prestar serviços comunitários.

    A opinião pública se revoltou com o engraçadinho, e a mídia deu amplo espaço para a história.

    Ninguém mais fez nada parecido nas redes sociais na Inglaterra.

    No Brasil, o caso Gentili teve o desfecho oposto, e acabou inspirando outros sociopatas.

    Sociedades avançadas utilizam a técnica, em situações como esta, do name and shame. Você publica o nome do agressor para envergonhá-lo.

    A leniência brasileira está cobrando um preço alto.

    E não houve punição nenhuma

    E não houve punição nenhuma

    Como observou sabiamente o professor brasileiro da universidade em que Dilma foi atacada nos Estados Unidos, manifestações de caráter fascista não podem ser toleradas, ou a sociedade se esgarça.

    O fascismo está no racismo, na homofobia e em coisas do gênero.

    O professor chamou a atenção para uma coisa interessante: não é um problema apenas do governo, mas também da oposição.

    Oposição democrática e civilizada é uma coisa. Oposição fascista – em cuja agenda figura a cruzada pela volta da ditadura militar – é outra coisa.

    O fascismo tem que ser exemplarmente reprimido pelo governo, e uma oposição decente tem que condená-lo.

    Mas cadê as ações enérgicas do governo? Onde palavras em favor da civilização da parte de homens como FHC?

    A oposição, a começar por Aécio, fica calada, criminosamente calada, porque acha que a ação dos sociopatas de alguma forma a ajuda na tentativa de eliminar por vias sujas 54 milhões de votos.

    Mas é um erro absurdo. Não é um partido que está sendo insanamente atacado. É a decência. É a ideia de um país civilizado.

    Numa mesma semana, tivemos os adesivos pornográficos, os insultos a Dilma nos EUA e o racismo despejado contra Maju Coutinho.

    São coisas que fazem parte de uma sociedade que se adoentou.

    Os sinais já estavam claros quando um juiz – refletindo a mentalidade dominante na Justiça — inocentou Danilo Gentili de um crime racial.

    Gentili saiu impune, e hoje arrasta seu Ibope miserável na emissora de Silvio Santos.

    Que o mesmo não aconteça com os celerados que brutalizaram Maju Coutinho — e nem com os responsáveis pelos adesivos e pelo ataque a Dilma nos Estados Unidos.

    (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

    Paulo Nogueira

    Sobre o Autor

    O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

    Diário do Centro do Mundo » A influência de Danilo Gentili no caso de racismo contra Maju Coutinho. Por Paulo Nogueira

    03/07/2015

    FBI aperta o cerco aos bandidos padrão FIFA

     

    Televisa, "a Globo do México", é alvo do FBI por corrupção na Fifa. PF investiga CBF-Globo.

    http://www.futbolpasion.mx/index.php?seccion=noticias&idn=32636

    A TV Globo não pode mais dizer que "as empresas de mídia (TVs) não são alvo das investigações do FBI no escândalo de corrupção da FIFA". São sim.
    O FBI adotou a linha de investigar diretamente as emissoras de TV, suspeitando que as empresas de marketing que intermediavam os direitos televisivos funcionam apenas como "fachada" para viabilizar e despistar o pagamento de propinas. Os verdadeiros corruptores seriam algumas emissoras de TV.
    O FBI identificou que no México a FIFA vendeu os direitos de transmissão para a empresa de marketing Mountrigi. Esta vendeu para a Televisa. Só que a empresa Mountrigi é do próprio grupo Televisa. Para que criar uma empresa de fachada em vez da Televisa comprar diretamente da FIFA, perguntam os investigadores?
    No Brasil também ocorreu um esquema de negociação semelhante. Federações de Futebol filiadas à Fifa venderam para o grupo Traffic direitos televisivos, que revendeu para a Globo. J. Hawilla, o dono da Traffic, é sócio de donos da Globo em afiliadas da TV Globo.
    Chama atenção também a FIFA ter dispensado de fazer licitação no Brasil e vendeu diretamente para a Globo os direitos de transmissão das Copas de 2018 e 2022, alegando parceria de 40 anos com a emissora brasileira. A Record ameaçou processar a Fifa por conduta nociva à livre concorrência.
    Segundo a coluna de Ricardo Feltrin, a Polícia Federal investiga os contratos da Globo com a CBF.
    "Trata-se, inclusive, de parte da colaboração que o país vem fazendo com as investigações do FBI, que jogaram parte da cúpula do futebol mundial na cadeia (…) como sua relação [da Globo] com a CBF, especialmente a gestão Ricardo Teixeira, foi e ainda é atávica, ela entra no foco da investigação também", diz o colunista.

    http://celebridades.uol.com.br/ooops/ultimas-noticias/2015/07/02/pf-investiga-relacoes-entre-cbf-e-globo.htm

    Televisa, "a Globo do México", é alvo do FBI por corrupção na Fifa. PF investiga CBF-Globo. | Os Amigos do Presidente Lula

    02/07/2015

    Se comparado à Rede Globo, Fernandinho Beira-Mar deveria ser canonizado

    O ódio a Lula, Dilma e ao PT pela Rede Globo está vazando mais que a Lava Jato. E, vindo de onde vem, é perfeitamente explicável. Afinal, quem fez editorial saudando a chegada da ditadura senão uma concessão pública a bandidos?!

    Globo dá vexame na Casa Branca e leva chinelada de Obama.

    A repórter Sandra Coutinho, da GloboNews, foi questionada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, durante coletiva de imprensa concedida por ele e pela presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (30/06), na Casa Branca.

    Sandra Coutinho tinha feito uma pergunta maldosa a Dilma: “O Brasil se vê como um ator global e liderança no cenário mundial, mas os EUA nos veem como uma potência regional. Como você concilia essas duas visões?.”

    Obama interveio, pediu licença para responder à pergunta feita a Dilma, e disse à repórter brasileira:“Responderei em parte a pergunta que você acabou de fazer à presidenta. Nós consideramos o Brasil como uma potência mundial, e não como uma potência regional, como você disse

    O vexame da jornalista da Globo começa no minuto 23.

    Que vexame passou a GloboNews na coletiva de imprensa dada pela presidenta Dilma e pelo presidente Obama, após o encontro para assinatura de acordos na Casa Branca.
    A jornalista Sandra Coutinho, da GloboNews, já começou fazendo uma piada depreciativa sobre a desclassificação da seleção brasileira na Copa América, mas isso passa.
    O vexame veio depois. Fez duas perguntas, uma a cada presidente. Mas as perguntas foram de quem tem complexo de barata.

    Perguntou para Obama: "O senhor falou de uma nova relação baseada na confiança e a presidenta Dilma mencionou que quando cancelou a viagem anterior era por uma questão de confiança [referindo-se a espionagem denunciada por Edward Snowden na pergunta anterior]. E o Brasil também está no meio de uma crise política e econômica muito profunda. O senhor pode confiar neste momento em construir este novo capítulo?"
    [Observe que a repórter tentou induzir Obama a falar em desconfiança da economia e do governo brasileiro].
    Perguntou para Dilma: "Presidenta, o Brasil se vê como um líder global no cenário mundial, e os Estados Unidos vêem o Brasil como um líder regional. Como conciliar essas duas visões?"
    Obama respondeu "nocauteando" Sandra Coutinho:
    "Bem, eu vou responder em parte a questão que você só perguntou para a presidenta. Vemos o Brasil não como uma potência regional, mas como uma potência global. Se você pensar sobre o fórum econômico proeminente para a coordenação entre as principais economias – o G20 – Brasil é um grande voz nisso. As negociações que vão ter lugar em Paris em torno das alterações climáticas só pode ter sucesso com o Brasil como um líder-chave . E os anúncios que foram feitos hoje sobre os seus objectivos em matéria de energia renovável é indicativo da liderança do Brasil. O Brasil é um importante player global."
    – Vemos o Brasil não como um poder regional, mas como potência global (…) O Brasil é um grande player global – afirmou o presidente Barack Obama. – Reconhecemos que não podemos fazer sozinhos. Se quisermos ser bemsucedidos em saúde global, mudança climática, combate ao terrorismo, redução da extrema pobreza, consideramos o Brasil um parceiro absolutamente indispensável nesses esforços. 
    E continuou falando sobre outros temas em que o Brasil tem exercido papel fundamental no cenário global como combate à pobreza e à fome, cooperação em saúde, esforços pela paz.
    Depois prosseguiu na resposta sobre confiança:
    "Com relação à confiança, eu digo que a presidenta Dilma Rousseff e eu tivemos um excelente relacionamento desde que ela assumiu o cargo. Eu confio nela completamente . Ela sempre foi muito sincera e franca comigo sobre o interesse do povo brasileiro e como podemos trabalhar juntos. Ela cumpre compromissos. Quando nos conhecemos no Panamá discutimos, por exemplo, os acordos de cooperação de defesa que acabamos de mencionar. Ela conseguiu aprovar no Congresso. Como alguém que conhece algo sobre Congressos, eu sei que nunca é fácil. Então, para ela usar capital político a fim de obter esse feito eu acho que é indicativo do tipo de parceiro confiável que ela é.
    E por isso acreditamos que esta reunião que tivemos esta semana baseia-se em uma série de passos que continuaram a aprofundar a cooperação entre os nossos dois países. Há e ainda vai haver diferenças ocasionalmente , mas isso ocorre com cada um de nossos amigos e aliados. Nenhum país vai ter interesses idênticos. Existirão sempre alguns atritos . Mas os nossos valores comuns, as fortes relações pessoa- a-pessoa de que dispomos , o fato de que somos os maiores países do hemisfério com histórias semelhantes – Eu acho que tudo isso significa que devemos ser parceiros muito fortes para os próximos anos
    ".
    A jornalista da Globo saiu da coletiva igual a uma barata cascuda depois da chinelada.

    Os Amigos do Presidente Lula

    E ABAIXO A MATÉRIA SOBRE A TENTATIVA DE GLOBO DE DEMONIZAR LULA PARA CANONIZAR FHC EM PARIS

    Na Carta Capital em 2011:

    Lula em Paris: imprensa sabuja dá vexame


    Circula há alguns dias na internet um debate sobre o mérito de o ex-presidente Lula ter recebido o título de Doutor Honoris Causa do Instituto de Estudos Políticos de Paris, mais conhecido como Sciences-Po, na terça-feira 27.

    Em seu blog Balaio do Kotscho, no R7, o experiente jornalista resume a vergonhosa cobertura dos colegas brasileiros. Confira:
    Por que Lula e não Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor, para receber uma homenagem da instituição?
    Começa assim, acreditem, com esta pergunta indecorosa, a entrevista de Deborah Berlinck, correspondente de O Globo em Paris, com Richard Descoings, diretor do Instituto de Estudos Políticos de Paris, o Sciences- Po, que entregou o título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente Lula, na tarde desta terça-feira. Para outro colega, pareceu estranho premiar um presidente que se orgulha de nunca ter lido um livro.
    Resposta de Descoings:
    “O antigo presidente merecia e, como universitário, era considerado um grande acadêmico (…) O presidente Lula fez uma carreira política de alto nível, que mudou muito o país e, radicalmente, mudou a imagem do Brasil no mundo. O Brasil se tornou uma potência emergente sob Lula, e ele não tem estudo superior. Isso nos pareceu totalmente em linha com a nossa política atual no Sciences- Po, a de que o mérito pessoal não deve vir somente do diploma universitário. Na França, temos uma sociedade de castas. E o que distingue a casta é o diploma. O presidente Lula demonstrou que é possível ser um bom presidente, sem passar pela universidade.”
    A entrevista completa de Berlinck com Descoings foi publicada no portal de O Globo às 22h56 do dia 22/9. Mas a história completa do vexame que a imprensa nativa sabuja deu estes dias, inconformada por Lula ter sido o primeiro latino-americano a receber este título, que só foi outorgado a 16 personalidades mundiais em 140 anos de história da instituição, foi contada por um jornalista argentino, Martin Granovsky, no jornal Página 12.
    Tomei emprestada de Mino Carta a expressão imprensa sabuja porque é a que melhor qualifica o que aconteceu na cobertura do sétimo e mais importante título de Doutor Honoris Causa que Lula recebeu este ano. Sabujo, segundo as definições encontradas no Dicionário Informal, significa servil, bajulador, adulador, baba-ovo, lambe-cu, lambe-botas, capacho.
    Sob o título “Escravocratas contra Lula”, Granovsky relata o que aconteceu durante uma exposição feita na véspera pelo diretor Richard Descoings para explicar as razões da iniciativa do Science- Po de entregar o título ao ex-presidente brasileiro.
    “Naturalmente, para escutar Descoings, foram chamados vários colegas brasileiros. O professor Descoings quis ser amável e didático (…). Um dos colegas perguntou se era o caso de se premiar a quem se orgulhava de nunca ter lido um livro. O professor manteve sua calma e deu um olhar de assombrado(…).
    “Por que premiam a um presidente que tolerou a corrupção”, foi a pergunta seguinte. O professor sorriu e disse: “Veja, Sciences Po não é a Igreja Católica. Não entra em análises morais, nem tira conclusões apressadas. Deixa para o julgamento da história este assunto e outros muito importantes, como a eletrificação das favelas em todo o Brasil e as políticas sociais (…). Não desculpamos, nem julgamos. Simplesmente, não damos lições de moral a outros países.”
    Outro colega brasileiro perguntou, com ironia, se o Honoris Causa de Lula era parte da ação afirmativa do Sciences Po. Descoings o observou com atenção, antes de responder. “As elites não são apenas escolares ou sociais”, disse. “Os que avaliam quem são os melhores, também. Caso contrário, estaríamos diante de um caso de elitismo social. Lula é um torneiro-mecânico que chegou à presidência, mas pelo que entendi foi votado por milhões de brasileiros em eleições democráticas.”
    No final do artigo, o jornalista argentino Martin Granovsky escreve para vergonha dos jornalistas brasileiros:
    “Em meio a esta discussão, Lula chegará à França. Convém que saiba que, antes de receber o doutorado Honoris Causa da Sciences Po, deve pedir desculpas aos elitistas de seu país. Um trabalhador metalúrgico não pode ser presidente. Se por alguma casualidade chegou ao Planalto, agora deveria exercer o recato. No Brasil, a Casa Grande das fazendas estava reservada aos proprietários de terra e escravos. Assim, Lula, silêncio por favor. Os da Casa Grande estão irritados.”
    Desde que Lula passou o cargo de presidente da República para Dilma Rousseff há nove meses, a nossa grande imprensa tenta jogar um contra o outro e procura detonar a imagem do seu governo, que chegou ao final dos oito anos com índices de aprovação acima de 80%.
    Como até agora não conseguiram uma coisa nem outra, tentam apagar Lula do mapa. O melhor exemplo foi dado hoje pelo maior jornal do País, a Folha de S. Paulo, que não encontrou espaço na sua edição de 74 páginas para publicar uma mísera linha sobre o importante título outorgado a Lula pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris.
    Em compensação, encontrou espaço para publicar uma simpática foto de Marina Silva ao lado de Fernando Henrique Cardoso, em importante evento do instituto do mesmo nome, com este texto-legenda:
    “AFAGOS – FHC e Marina em debate sobre Código Florestal no instituto do ex-presidente; o tucano creditou ao fascínio que Marina gera o fato de o auditório estar lotado.”
    Assim como decisões da Justiça, critérios editoriais não se discute, claro.
    Enquanto isso, em Paris, segundo relato publicado no portal de O Globo pela correspondente Deborah Berlinck, às 16h37, ficamos sabendo que:
    “O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido com festa no Instituto de Estudos Políticos de Paris – o Sciences- Po -, na França, para receber mais um título de doutor honoris causa, nesta terça-feira. Tratado como uma estrela desde sua entrada na instituição, ele foi cercado por estudantes e, aos gritos, foi saudado. Antes de chegar à sala de homenagem, em um corredor, Lula ouviu, dos franceses, a música de Geraldo Vandré, “para não dizer que eu não falei das flores”.
    “A sala do instituto onde ocorreu a cerimônia tinha capacidade para 500 pessoas, mas muitos estudantes ficaram do lado de fora. O diretor da universidade, Richard Descoings, abriu a cerimônia explicando que a escolha do ex-presidente tinha sido feita por unanimidade.”
    Em seu discurso de agradecimento, Lula disse:
    “Embora eu tenha sido o único governante do Brasil que não tinha diploma universitário, já sou o presidente que mais fez universidades na história do Brasil, e isso possivelmente porque eu quisesse que parte dos filhos dos brasileiros tivesse a oportunidade que eu não tive.”
    Para certos brasileiros, certamente deve ser duro ouvir estas coisas. É melhor nem ficar sabendo.

    21/06/2015

    Entenda porque bandidos odeiam Lula

    Lula HavanO que impressiona é que Lula seja odiado por seus acertos e não pelos seus erros, que os cometeu. Basta ver quem são os que manifestam mais ódio ao Lula. Dá para ver no vermelho dos olhos a síndrome de abstinência. E apesar de toda perseguição, Lula jamais processa seus caluniadores. E isso foi e continua sendo o grande erro do PT. É claro que o PT não é, diante do Poder Judiciário, nenhum PSDB. Nem Lula é Jorge Pozzobom. Mas deixar barato para caluniadores tem funcionado a favor deles e contra o Lula e o PT.

    A loja de departamentos HAVAN fez mais pelo PT que o próprio PT. Cobras peçonhentas como este Zenildo são chocadas pelos grupos mafiomidiáticos. Afinal, tudo o que diz respeito ao Lula são dissecadas com lupa, ao passo que nada do que fazem Aécio, Serra, FHC e seus filhos merecem a mesma atenção. Por quê? Por que os bandidos, como se vê na máfia, se protegem. Os constantes ataques a Lula é uma forma de diversionismo. Enquanto atacam Lula, os verdadeiros bandidos depositam no HSBC.

    Tenho mais respeito ao traficante Fernandinho Beira-Mar que aos seus consumidores. Ele apenas segue as leis do mercado, do mercado cujos consumidores são endeusados pela mídia. Basta aparecer um ex-drogado que logo ele lança um livro e ganha espaço na mídia. Onde mais o Casagrande poderia conseguir um emprego senão na empresa onde ele consumia sem nunca ter sido denunciado? Afinal, o Galvão não sabia de nada? Os patrões do Galvão e do Casagrande não sabiam de nada? Por que não investigavam quem vendia a cocaína pra ele, não denunciavam os entregadores do pó à polícia? Quem protege, dá abrigo, é cúmplice. Não é por acaso que na máfia o silêncio tem um nome próprio: Omertà! É por isso que a máfia prefere um toxicômano do um defensor do direitos humanos na Presidência. Simples assim!

    E são estes viciados que têm ódio ao Lula.

    Veja no final uma lista parcial das principais honrarias que fazem o horror dos invejosos e despeitados.

    Lula recebe Prêmio Nelson Mandela de Direitos Humanos

    Published junho 20, 2015

    Lula Canadá

    Lula recebe prêmio Nelson Mandela de Direitos HumanosPremiação reconhece contribuição do ex-presidente para a inclusão social e o combate à fome

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta terça-feira, 6, o prêmio Nelson Mandela de Direitos Humanos, concedido pela Canadian Auto Workers (CAW), a Associação Canadense de Trabalhadores da Indústria Automotiva. A entrega ocorreu na sede da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A entidade canadense mantém relações de correspondência com a brasileira Central Única dos Trabalhadores (CUT). Lula participou da abertura da Conferência Nacional de Negociação Coletiva Metalúrgica e discursou no evento.

    Durante a entrega, foi apresentado um vídeo com saudação do presidente nacional da CAW, Ken Lewenza, para quem o prêmio é um reconhecimento à contribuição do ex-presidente do Brasil para a inclusão social e o combate à fome. “Você deu enorme esperança a todos nós, mundo afora, mostrando que há alternativas ao modelo conservador de tantos governos hoje em dia”, diz Lewenza na gravação.

    Lula também discursou no evento. O prêmio, oferecido a cada três anos a uma personalidade mundial, foi concedido a Lula em agosto deste ano. Como a agenda do ex-presidente não permitiu a viagem ao Canadá, a entrega foi transferida para a cidade onde Lula reside.

    Luizmuller’s Blog | Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

    Lista

    19/06/2015

    Folha, modus operandi

    procusteToda vez que a falcatrua brota de um esquema tucano, a Folha entrega o ovo mas esconde a serpente. Se o esquema encontrado no ninho tucano fosse em algum governo petista, a manchete daria o nome do político, a filiação partidária, com acusações à Dilma, Lula, Haddad, e ainda diria se tratar de um esquema bolivariano. Como é sob o nariz da Folha, num governo que distribui milhares de assinaturas nas escolas públicas, a Folha dá o milagre mas não entrega o santo. Se dependesse dos assoCIAdos do Instituto Millenium e da Opus Dei, Geraldo Alckmin, apesar do PCC, do racionamento d’água e epidemia de dengue ainda assim seria canonizado. A PM paulista deve ter Robson Marinho de patrono para se sentir tão à vontade para, ao invés de combater bandidos, roubar o lugar deles.

    E se ao invés da maioridade penal o PSDB empunhasse a bandeira da criminalização de seus bandidos? Até porque criminalizar bandidos concorrentes eles o fazem muito bem!

    Toda vez que veja estampados os pesos e medidas da Folha lembro-me do bandido da mitologia grega, Procusto. Espicha ou corda segundo o interesse, que, no  caso tucano, é a aplicação da Lei Rubens Ricúpero.

    É brochante ter de vir todos os dias apontar as patifarias dos representantes de 12% da população. Até porque sabemos que estes 12% só leem manchete, jamais conseguem chegar ao final do primeiro parágrafo. É por isso que não formulam, apenas grunhem. Gostaria de não precisar fazer isso, o que me daria mais tempo e liberdade para atacar Dilma e sua languidez nos braços da direita mequetrefe.

    Esquema em licitações da PM foi mantido por empresas de fachada

    Fraude em compras da polícia chega a R$ 10 milhões; firmas não funcionam em endereços citados

    Empresas recebiam os pagamentos antes mesmo de prestarem os serviços; por ora, só um policial é investigado

    REYNALDO TUROLLO JR.ROGÉRIO PAGNANDE SÃO PAULO

    Um esquema de fraudes em licitações no Comando-Geral da Polícia Militar de São Paulo foi sustentado por uma rede de empresas de fachada ou com ligações entre si.

    Como a Folha revelou nesta quinta (18), uma sindicância interna da PM confirmou fraudes estimadas em ao menos R$ 10 milhões em compras de itens diversos –de clipes a autopeças– e contratações de serviços, como obras e reparos, entre 2009 e 2010.

    As suspeitas, por ora, recaem sobre o tenente-coronel José Afonso Adriano Filho, que admitiu parte do esquema e disse ter usado os recursos desviados para pagar contas da própria PM, jamais para enriquecimento ilícito.

    Segundo a Secretaria da Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB), esse oficial, que já está na reserva, pode perder a patente e todos os seus benefícios.

    O esquema, durante as gestões tucanas de José Serra e Alberto Goldman, incluía a compra de produtos que não eram entregues, o fracionamento das licitações (para escapar da fiscalização externa) e a contratação de empresas derrotadas nos certames.

    FANTASMAS

    A sindicância da PM, agora em poder do Ministério Público, não investigou as empresas envolvidas. A Folha visitou as supostas sedes de cinco delas, conforme os registros na Junta Comercial.

    Três são residências, e os vizinhos nunca ouviram falar das firmas. Além disso, algumas já estiveram registradas no mesmo endereço de outras.

    A Rogep Auto Peças, por exemplo, que recebeu R$ 1,7 milhão por peças que não foram entregues, já esteve registrada no mesmo endereço da Rali Comércio e Serviços, contratada com frequência para reparos no Comando-Geral.

    Já a Construworld Materiais para Construção, que ganhou ao menos R$ 222 mil para pequenas obras e fornecimento de pisos de granito, está registrada numa casa na periferia da zona norte.

    Antes, esteve registrada no mesmo endereço da Comercial das Províncias, na zona leste, firma contratada para a instalação de rede de dados.

    Outra empresa sem sede é A Luta Comércio e Serviços de Equipamentos Eletrônicos –que, apesar do nome, também era contratada para pintar esquadrias de ferro e consertar a rede de esgoto. Fica numa casa em Osasco (Grande SP), onde a moradora afirmou desconhecê-la.

    Conforme a documentação reunida pela sindicância da PM e obtida pela reportagem, as empresas recebiam os pagamentos antes mesmo de prestarem os serviços.

      30/05/2015

      Escola do crime

      Um evento a moda paulista. É o Nicolau dos Santos Neto fazendo escola sob patrocínio da Gerdau. Como diz o lema da RBS, não basta sonegar, tem de patrocinar. O convescote do Instituto Millenium não poderia acontecer em outro lugar que não fosse a terra do Robson Marinho, José Maria Marin, FHC, Serra.

      Como não entender a simbiose entre os a$$oCIAdos dos Instituto Millenium com as manifestações golpistas dos coxinhas com a filosofia da paulicéia desvairada reunidas entorno de grupelhos como o MBL e o PCC?! A competição entre PCC e Instituto Millenium faz da Chicago de Al Capone um convento de Carmelitas perto da São Paulo atual.

      Não é mera coincidência que os membros do Instituto Millenium estejam na Lista Falciani de sonegação do HSBC e na Operação Zelotes. Nem em Corleone houve tanta afoiteza no crime organizado. Só na terra onde o Ministério Público homenageia corrupto pode ocorrer, livre e abertamente, eventos como este.

      mille

      Millenium patrocina evento em homenagem à sonegação

      29 maio 201529/05/2015Miguel do RosárioCorrupção31 comentários

      Estamos lascados.

      Ao invés de fazer uma grande campanha educativa pela importância dos impostos, única fonte de renda do Estado para investir em infra-estrutura, saúde e educação.

      Ao invés de fazer uma campanha pela redução das mordomias do serviço público, a começar pelo Judiciário, que consomem uma parte considerável dos recursos.

      Ao invés de esclarecer a sociedade, informando que a arrecadação fiscal per capita é baixa no país, e que isso explica a deficiência orçamentária do Estado.

      Ao invés disso, o instituto Millenium gastará alguns milhares de reais para subsidiar gasolina num posto de Vila Isabel, Rio de Janeiro.

      Tudo com objetivo de jogar a opinião pública contra os impostos.

      Ou seja, uma campanha criminosa que fomenta a sonegação.

      Partindo da elite do país que mais sonega impostos no mundo, não nos surpreende…

      Entre os “mantenedores” do Instituto Millenium vê-se a Gerdau, capturada na Operação Zelotes, que investiga corrupção fiscal da ordem de R$ 20 bilhões.

      mille

      *

      Instituto Millenium promove ação para marcar o Dia da Liberdade de Impostos

      Postado por: Comunicação Millenium 29/05/2015

      Nesta terça-feira, dia 2, o Instituto Millenium (Imil) promoverá a 7ª edição do Dia da Liberdade de Impostos. Para aumentar a percepção do consumidor sobre a incidência de impostos indiretos no Brasil, o Imil vai subsidiar a venda de 2 mil litros de gasolina no Posto Bacellar (Rua Teodoro da Silva, 422 – Vila Isabel), entre 8h30 e 11h30. Na ocasião, o motorista poderá adquirir até 20 litros de gasolina por R$1,51/litro, sem os 56,09% de impostos. Sem a ação, o preço da gasolina no posto custa R$ 3,44. Serão distribuídos 100 números a partir das 8h, somente para quem estiver de carro. O pagamento só poderá ser feito no cartão de débito ou em dinheiro. No posto, o motorista poderá conhecer melhor sobre todos os impostos que incidem sobre a gasolina, brincando em um jogo de amarelinha.

      De acordo com Priscila Pereira Pinto, diretora-executiva do Instituto, o objetivo da ação é esclarecer o consumidor sobre os tributos pagos e exigir transparência no uso desses recursos. “A ação não é contrária à cobrança de impostos, a intenção é conscientizar o consumidor da importância em acompanhar e cobrar a finalidade dos tributos, exigindo melhores serviços públicos e maior transparência”, afirma a diretora.

      No preço final da gasolina, estão inclusos impostos como PIS, Cofins, ICMS e outros. Com base no valor de R$ 3,44 por litro do combustível, o consumidor paga R$ 1,93 desse total exclusivamente de impostos e contribuições.

      O Instituto Mises realizará no dia 2 a mesma iniciativa em São Paulo.

      PIS- 4,23%
      COFINS- 19,53%
      ICMS- 25%
      IPI- 0
      ISS- 0
      OUTROS- 7,33%
      TOTAL – 56,09%
      Fonte: IBPT
      Serviço

      Dia da Liberdade de Impostos – Rio de Janeiro
      Data: segunda-feira, dia 2/06
      Endereço: Posto Ipiranga Bacellar (Rua Teodoro da Silva, 422 – Vila Isabel) – esquina com Rua Sousa Franco
      Horário: Distribuição de 100 senhas a partir das 8h. Abastecimento: entre 8h30 e 11h30

      Millenium patrocina evento em homenagem à sonegação | o cafezinho

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