Ficha Corrida

16/09/2016

Tolstói explica caça a Lula

Filed under: Caça ao Lula,Fascismo,Fábulas,Nazismo,Tolstói — Gilmar Crestani @ 9:35 am
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FASCISTAS

Um camponês entrou com uma ação contra o carneiro. A raposa ocupava naquele momento as funções de juíza. Ela fez comparecer na sua presença o mujique e o carneiro. Explicou o caso.
— Fale, do que reclamas, oh camponês?
— Veja isso, disse o ele, na outra manhã eu percebi que me faltavam duas galinhas; eu não encontrei delas nada além dos ovos e das penas, e durante a noite, o carneiro era o único no quintal.
A raposa, então, interroga o carneiro. O acusado, tremendo rogou graça e proteção à juíza.
— Esta noite, disse ele, eu me encontrava, é verdade, sozinho no quintal, mas eu não saberia responder a respeito das galinhas; elas me são, aliás, inúteis, pois eu não como carne. Chame todos os vizinhos, ajuntou ele, e eles dirão que jamais me tiveram por um ladrão.
A raposa questionou ainda o camponês e o carneiro longamente sobre o assunto, e depois ela sentenciou:
— Toda noite, o carneiro ficou com as galinhas, e como as galinhas são muito apetitosas, a ocasião era favorável, eu julgo, segundo a minha consciência, que o carneiro não pôde resistir à tentação. Por consequência, eu ordeno que se execute o carneiro e que se dê a carne ao tribunal e, a pele, ao reclamante”.

Quando a Justiça vira política, a defesa é na política – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

04/09/2016

Maria (Antonieta) vai com as outras

Filed under: Chacota,Lírio Parisotto,Marcela Temer,Maria Antonieta — Gilmar Crestani @ 7:49 pm
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Marcela TemerA Maria Antonieta brasileira, vista da Suíça, foi antecedida pelas Antonietas albergadas nas velhas mídias.

Não existiria Marcela Temer sem a “massa cheirosa” da Eliane Cantanhêde. Antes de reencarnar em Marcela Temer, Maria Antonieta incorporou em Danusa Leão e sua ojeriza em dividir viagens de avião com filhos de porteiros e empregadas domésticas.

No Brasil, não existindo um Luís XVI, Maria Antonieta não destoaria ao lado destes dois luíses: Luis Carlos Prates e Luis Carlos Heinze. Para ficar entre os gaúchos, Ana Amélia Lemos, o Louro José do Senado, padece da alegria das Marias Antonietas golpistas. Sua parceria com Janaína Paschoal deixa Maria Antonieta, a original, nos chinelos.

No país dos Lírio Parisotto, Maria Antonieta passaria ao largo de Luiza (Erundina) em busca de uma Joice Hasselmann, se antes não topasse com uma Rachel Sheherazade.

Os efeitos da passagem da Maria Antonieta pelo Brasil, mais precisamente na mídia, foi vista hoje na capa da Folha de São Paulo. A Folha, no afã de se perfilar ao lado da Rede Globo no golpe, adotou a lei Rubens Ricúpero e disparou contra o Bolsa Família para indígenas. 

Não fosse um jornalismo Maria Antonieta, a Folha buscaria respostas para o sumiço dos 450 kg de cocaína encontradas no heliPÓptero. A Folha jamais aprofundou investigações a respeito do Tarja Preta.

Não tivesse incorporado o espírito da esposa de Luís XVI, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium, já teriam destinados alguns minutos de atenção às informações vazadas pelo Sérgio Machado. Afinal, quem é mais Maria Antonieta, Marcela Temer ou Andrea Neves? A concorrência é tanta que até Cláudia Cruz, se pudesse ser localizada, poderia ostentar o título de Maria Antonieta…

Não existiria uma “brasilianische Marie Antoniette” sem a construção do golpe paraguaio pelos derrotados das últimas eleições. A Maria Antonieta da plutocracia inaugura um novo regime à brasileira, a cleptocracia.  

Mas só nossa Maria Antonieta pode, cheia de energia, gritar: MiShell!

 

Jornal suíço compara Marcela Temer a Maria Antonieta.

Por Jari da Rocha, colaboração para o Tijolaço · 04/09/2016

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Um dia após a consumação do golpe no Brasil, o jornal suíço “Tagesanzeiger”, ironiza o mais famoso ‘conto de fadas’ brasileiro: Die brasilianische Marie Antoinette.

Marcela Temer é comparada à rainha francesa Maria Antonieta, cujos hábitos extravagantes, de luxo e riqueza, contrastavam com a miséria a que o povo fora submetido.

Filha do imperador Francisco I, Maria Antonieta se casou com Luís XVI aos 14 anos. A ideia era fortalecer a aliança franco-austríaca.

No dia 14 de julho de 1789, fartos por não conseguirem comer nem o pão que o diabo amassou e, após ouvirem a suposta resposta da rainha sobre sua condição de miséria extrema (Se não têm pão, que comam brioches), os camponeses resolveram por abaixo a Bastilha (para onde eram mandados os ‘inimigos do reino’).

Luiz XVI que, segundo consta, não conseguia conter os gastos astronômicos da esposa, acabou guilhotinado. Nove meses depois foi a vez de Maria Antonieta perder, de vez, a cabeça.

A comparação feita pelo jornalista suíço Beat Metzler, é curiosa e só reforça o que já sabemos:  viramos uma espécie de piada de mau gosto do mundo político contemporâneo.

Leia, abaixo, o artigo do Tagesanzeiger, que não é nenhum jornalzinho: tem “só” 133 anos de circulação…

A Maria Antonieta brasileira

A nova primeira-dama Marcela Temer gasta com prazer o dinheiro dos outros. Ela ocupa em sua residência 50 empregados. Às custas do Estado.

Marcela Temer, desde a última quarta-feira primeira-dama do Brasil, poderia ter saído de um catálogo de desejos cunhado por uma publicação voltada para o público masculino. Foi descrita por uma revista como “bela, recatada e do lar”. E isso foi entendido como elogio.

O afastamento da presidente de esquerda Dilma Roussef por Michel Temer divide o país. A esposa de Temer, Marcela, aprofunda o abismo. Para seus críticos, ela incorpora o caráter reacionário do novo governo, ocupado apenas por homens brancos, grisalhos e ricos.

Marcela escolheu o caminho mais rápido para subir: ela casou-se com um homem branco, grisalho e rico. E tinha apenas 19 anos, quando encontrou Michel Temer. Ele tinha 62. Marcela cresceu como filha de classe média em uma cidade do interior de São Paulo. Além de carregar o título de vice-rainha-da-beleza, trabalhava na recepção de um jornal local, quando, em 2002, acompanhou parentes a um evento do PMDB. Foi onde viu Michel Temer, milionário conhecido e há muitos anos deputado pelo PMDB. Ela pediu para tirar uma foto com ele, o que de fato ocorreu. E pediu também seu número de telefone. A mãe acompanhou-a no primeiro encontro e um ano depois eles já se casavam. Foi uma festa secreta, pois o abismo de 43 anos entre os dois não era exatamente apresentável.
“bela, recatada e do lar”

Os pais de Marcela não estão incomodados: “Isso é só o choro dos invejosos” disse a mãe.

Marcela disse recentemente: “É como se Michel tivesse 30 anos. A idade não importa ” .

Quando Michel Temer ainda era Vice- Presidente, em 2011, rapidamente sua esposa se tornou a queridinha dos tablóides.

Louvavam seu bom estilo e ela chegou até a ser comparada com Carla Bruni e Jackie Kennedy. Temer publicou um livro de poemas sobre sua vida amorosa, fotos eróticas de Marcela foram divulgadas. Ela faz o papel de uma dona de casa fiel, que leva seu filho para a escola e tem « Michel » tatuado em seu pescoço.

Marcela desfrutava da riqueza. Na residência oficial do vice-presidente, ela mandou executar reformas milionárias “para que seu filho se sentisse em casa”. A família de três membros ocupa 50 funcionários, entre eles quatro empregadas, que cuidam apenas de lavar e passar roupas. Tudo isso pago pelo Estado. Além disso, Marcela viajou ao lado da mãe e de uma irmã, em voo de primeira classe rumo a Nova York e Miami, para fazer compras durante um dia – o que ela própria documentou alegremente na internet. Durante um encontro de cúpula da ONU, cujo tema era a sustentabilidade, ela mandou organizar um desfile de moda de jóias.

Jornal suíço compara Marcela Temer a Maria Antonieta. – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

22/08/2016

Covarde!

Filed under: Covardes,Golpe,Golpe Paraguaio,Michel Temer,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 11:56 am
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Ousadia no golpe, covardia em assumi-lo. Este é o retrato da cleptocracia que tomou, sob as bênçãos da Rede Globo, o erário de assalto.

Temer: o verbo que dá vida a um covarde

22 de agosto de 2016 Tadeu Porto

temer no carro

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Por Tadeu Porto*(@tadeuporto), colunista do Blog O Cafezinho
Gosto muito do Jeferson Monteiro e reconheço a maneira com que ele revolucionou a comunicação na política com sua personagem Dilma Bolada. Entretanto, dentre milhares de acertos, Jeferson pecou numa analogia, coisa rara se tratando do publicitário, ao comparar o golpista Michel Temer ao vilão da série Harry Potter, o Lord Voldemort.

Bom, essa comparação rendeu ótimos memes como “fora você-sabe-quem”, todavia, como sou fã do bruxinho mais querido do mundo, acabei sentindo certo incomodo ao ver o usurpador comparado com o Lorde das Trevas, afinal, Temer é covarde demais para ser comparado à um vilão tão soberano.

Dentro as personagens imaginadas por J.K. Rowling acredito que somente uma se enquadra no perfil do vice decorativo: o animago Pedro Pettigrew, que vive anos na forma de um roedor na família dos Wealsey, um rato traidor tão medíocre que não consegue adquirir simpatia nem de um psicopata, pois é sujo e baixo demais para tal.

Um vilão, muitas vezes, desperta o interesse e até respeito de seus espectadores. De certa forma, é até comum admirar características muitas vezes associadas à antagonistas (por favor, não associem com outro rato, Diogo Mainardi), como a frieza, a inteligência, a destreza e a perspicácia a ponto de muitos entretenimentos apostarem em anti-heróis ou mesmo na própria vilania como centro do enredo (vide o atual Esquadão Suicída).

Mas com Michel isso não acontece, pois nem mesmo a empatia – um sentimento que devemos cultivar e praticar no dia a dia – um traidor desse nível consegue cativar. Aliás, dos milhares de sentimentos que demostramos como seres humanos, de uma escala que vai da "repulsa total" até a "amor cristão", um ser tão pequeno como o presidente golpista não consegue passar da marca "nojo".

Temer é como o Gollum no Senhor dos Anéis, Efialtes nos 300 de Esparta, as irmãs invejosas da Cinderela ou Salvatore Tessio do clássico O Poderoso Chefão: um traidor que todos torcem contra, até adolescente passando pela fase de rebeldia (na minha fase, eu tinha um apreço enorme pelo Vegeta do Dragon Ball Z).

O presidente golpista nunca vai ser como Scar, do Rei Leão, capaz de fazer um discurso épico juntando Hienas e Leões para uma nova era. Não conseguiria sequer segurar um gato como Ernst Blofeld do 007 (afinal, o felino ia parecer mais malvado que ele), ser admirado por espalhar o caos como o Coringa e nem mesmo pode ser comparado a Frank Underwood, da série House of Cards. Temer é fraco e ordinário demais para ser algum tipo de vilão e, se não fosse a mídia conveniente e interessada em seu pacote de maldades contra o povo brasiliero, não sobreviveria um ano a frente da presidência da república (ainda sim, é arriscado ele não durar).

Nesse sentido, o encerramento das olimpíadas apenas confirmaram o que todos já sabiam: que Temer não tem a menor capacidade de se mostrar para o mundo, tamanha é sua insignificância perante o legado deixado pelo governo popular que ele assaltou, construído pelo presidente Lula e pela presidenta Dilma Rousseff.

Foi triste ver um evento vitorioso ser finalizado com tamanho vexame, no qual o Brasil foi incapaz de apresentar ao mundo o seu chefe de Estado (que estava com medo de algumas vaias). Além disso, a deselegância e a mal educação que o país sede apresentou com os próximos anfitriões, os japoneses, será algo que marcará negativamente toda história dos jogos olímpicos. É como receber um hóspede em casa, servi-lo com um café frio e um pão de queijo duro e sequer levá-lo até a porta no fim da visita (aqui em Minas isso é impensável).

Ademais, ainda mais triste é pensar que boa parte da população brasileira é conivente com um rato roendo a faixa da presidência por estar altamente contagiada com ódio e intolerância, criada pela elite mais vira-lata do mundo, e sem pensar nas mazelas que um covarde como Temer, um traidor desprovido de honra, pode fazer para colocar em prática os objetivos baixos e mesquinhos da burguesia que o controla, a verdadeira vilã do nosso contexto.

E assim segue a vida de um golpista que chega ao poder pela porta de trás e vive pelas sombras da plutocracia: hora após hora, dia após dia, sempre temendo. Teme vaias, público e críticas, não tendo coragem sequer de enfrentar o povo que, supostamente, deveria ser o responsável por escolher o cargo que ele usurpou.

Temer, nunca um verbo serviu tão bem como sobrenome.

*Tadeu Porto é diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense

Temer: o verbo que dá vida a um covarde – O Cafezinho

28/09/2015

Figurinha Padrão FIFA

FIFA PANINIOs caras não tem colhão para sair do Brasil de medo do FBI, mas se acham no direito de nos dar lição administrativa. Já conhecemos os suficiente em termos de choque de gestão e meritocracia à moda tucana. Os exemplos de Amir Gabriel e Simão Jatene, no Pará; Yeda Crusius, no RS; Cássio Cunha Lima, na Paraíba; Geraldo Alckmin, em São Paulo; Aécio Neves, em Minas; e Beto Richa, no Paraná são mais do que o suficiente para entendermos do que se trata “o novo modelo de gestão”. Aliás, o novo modelo de gestão do PSDB está há mais de 20 anos em São Paulo, e gerou duas grandes novidades para o Brasil: o PCC e racionamento d’água.

Na copa da corrupção Padrão FIFA, o FBI tem o álbum quase completo. Há um figurinha solta, João Dória Jr, que ousa levar a administração de São Paulo para mais próxima de seu povo: José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero.

JOÃO DORIA

Novo modelo de gestão para São Paulo

São Paulo merece uma radical mudança em seu modelo de administração, tornando o poder mais descentralizado e mais próximo da população

Comunidade, participação, descentralização. Esse é o triângulo que forma a base de uma moderna gestão municipal em nosso país, principalmente em metrópoles com grande população e vasto território.

Seria essa uma abordagem inovadora, revolucionária? Não. Basta lembrar o ex-governador André Franco Montoro, um dos principais precursores e defensores do municipalismo no Brasil, com a recorrente pregação sobre as vantagens da administração descentralizada.

Montoro dizia que "o indivíduo não mora no Estado, na União; mora no município, onde ocorre todo o processo político. Logo, tudo o que for administrado em menor escala será mais bem administrado". A descentralização foi um dos eixos de seu bem-sucedido governo do Estado de São Paulo, tendo como suporte conselhos por áreas de administração, como a da infraestrutura, a econômica e a social.

Infelizmente, nas últimas décadas, a gestão descentralizada perdeu força na esteira de pressões políticas e conveniências eleitorais, resultando –quase sempre– na indicação de quadros para comandar as estruturas administrativas.

É o caso, por exemplo, do município de São Paulo, com suas 32 subprefeituras, 96 distritos e diferentes densidades eleitorais. Cada qual com demandas específicas, a exigir do prefeito o extraordinário esforço de contemplar a globalidade metropolitana, de modo adequado e justo às regiões. Convenhamos, é missão quase impossível, até mesmo para administradores talhados para a função e imunes a pressões.

Tem sido impraticável alcançar índices de eficiência administrativa, em uma metrópole de quase 12 milhões de habitantes, tendo como modelo a centralização –ainda que se proclame que as subprefeituras têm Orçamento próprio e autonomia e que são responsáveis pelo planejamento e execução de serviços nas áreas de sua jurisdição.

O clima político competitivo e polarizado, como tem sido o da capital, confere ao prefeito o poder de nomear subprefeitos, definir obras, alocar recursos. Enfim, concentra em uma só pessoa o atendimento de todas as demandas da cidade.

Imprime-se às subprefeituras um viés político, sem levar em conta currículo, histórico, capacidade de gestão e comprometimento com a transparência. O resultado é péssimo. Nem sempre os empreendimentos planejados obedecem a uma ordem de prioridades, determinada por prementes demandas sociais. Falta agilidade no atendimento à população, eficiência e comprometimento com a coisa pública.

É preciso eliminar a "propinópolis" que se esconde sob o manto da administração municipal. Mais uma vez lembro Franco Montoro, que alertava: "O escândalo das propinas na administração do município de São Paulo constitui um quadro impressionante de corrupção generalizada: máfia do lixo, dos ambulantes, da saúde, do comércio, das construções, dos loteamentos". Foi ontem, mas parece hoje.

São Paulo merece uma mudança radical em seu modelo administrativo. A começar pela transformação das subprefeituras em prefeituras regionais, descentralizando e fornecendo força e responsabilidade aos prefeitos de cada região. O poder ficará próximo de quem mais precisa: a população. Dará maior agilidade à gestão, melhor controle e responsabilidade executiva.

O novo modelo, ancorado em descentralização, controles mais rigorosos de prazo de execução, maior transparência, qualidade e agilidade de serviços, atenderá ao anseio das comunidades de participar, com mais intensidade, do processo decisório na administração pública. Dessa forma, garantirá à população o legítimo direito de ter serviços públicos de melhor qualidade.

JOÃO DORIA, 57, é presidente do Grupo Doria e pré-candidato pelo PSDB à Prefeitura de São Paulo

27/09/2015

Lula teria feito 124 viagens de Minas ao Rio, usando um heliPÓptero

Filed under: Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Mistério Púbico,MPF — Gilmar Crestani @ 3:04 pm
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Se Lula cair, quem assume o cargo do ex-Presidente mais popular da história do Brasil é o Aécio Neves ou algum aloprado o MPF?!

Imagine o Lula fazendo 124 viagens ao estilo Aécio Neves. Quando digo estilo, falo do que publicou a revista norte-americana, TMZ. Imagine um amigo do Lula com helipóptero carregado com 450 kg de cocaína sendo apreendido pela Polícia Federal.

Quer dizer. Transportar cocaína, pode. Ir ao carnaval ou namorar com o avião do Estado, pode. Só não pode viajar para promover o Brasil no exterior. Só faltou investigarem o Lulinha pela compra da Nasa…

Isto não é Ministério Público, é Mistério Púbico! Virou vergonha alheia.  

Investigado por viagens, Lula tem direito de ir e vir

Ricardo Stuckert/ Instituto Lula: Belo Horizonte- MG- Brasil- 06/02/2015- Ex-presidente Lula discursa em evento que comemora os 35 anos do PT. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Alvo de uma investigação do MP do Distrito Federal em decorrência de suas viagens, o ex-presidente Lula esclarece que "nas viagens de natureza partidária, os custos são pagos pelo partido; nas viagens para atividades de campanha, os custos são pagos pelas campanhas; em atividades de palestrante, como é de praxe, os custos são pagos pelas entidades que contrataram a palestra"; segundo nota do Instituto Lula, no exterior, "o ex-presidente fez atividades políticas, divulgando a importância de políticas sociais para combater a pobreza no mundo, divulgando o Brasil, conversando com autoridades e personalidades estrangeiras e fazendo palestras, remuneradas ou gratuitas"; a investigação do MP, que vasculha detalhes da agenda de viagens nacionais e internacionais nos últimos anos, está em fase final de coleta de informações

27 de Setembro de 2015 às 11:01

247 – Alvo de uma investigação do Ministério Público Federal do Distrito Federal em decorrência de suas viagens, o ex-presidente Lula diz ter o direito de ir e vir. Em nota enviada ao Estadão para comentar reportagem que tratou do assunto, o Instituto Lula diz que "desde janeiro de 2011, o ex-presidente não ocupa mais nenhum cargo público, e tem pleno direito de ir e vir". "Assim como antes da Presidência da República, o ex-presidente se desloca de carro, barco, helicóptero, trem, ônibus, avião de carreira ou fretado, de acordo com as necessidades e convites para viagens que recebe", esclarece.

A investigação do MP do Distrito Federal, que vasculha detalhes da agenda de viagens nacionais e internacionais nos últimos anos, está em fase final de coleta de informações. Levantamento do Instituto Lula aponta que, de 2011 a 2014, ele participou de 174 reuniões com 107 chefes de Estado, autoridades, empresários e dirigentes de organismos multilaterais e organizações sociais, 63 deles no Brasil e 111 no exterior.

Em ofício de maio, a procuradora Mirella de Aguiar, que está afastada por licença maternidade, assinou pedido de apuração da movimentação de Lula pelo mundo para “aferir-se se encontram adequação típica no ordenamento jurídico nacional, caso em que poderá ser instaurada ou requisitada investigação”. A procuradora substituta indicada, Anna Carolina Resende Maia Garcia, porém, não pretende assumir a tarefa tão cedo e permanece na Procuradoria-Geral da República trabalhando na equipe do procurador-geral Rodrigo Janot.

O caso das viagens de Lula ganhou peso no MPF/DF em julho quando o procurador Valtan Timbó Martins Furtado, interino no 1º Ofício, fez andar despacho sobre uma Notícia de Fato solicitada pelo procurador do 4º Ofício, Anselmo Lopes, que recolheu material de imprensa sobre as viagens de Lula e as relações dele com empreiteiras investigadas na Lava Jato. A investigação quer “elucidar suspeitas” de ligações do ex-presidente com empresas patrocinadoras de viagens e compradoras de palestras.

Na nota enviada ao Estadão, o instituto Lula esclarece que "nas viagens de natureza partidária, os custos são pagos pelo partido; nas viagens para atividades de campanha, os custos são pagos pelas campanhas; em atividades de palestrante, como é de praxe, os custos são pagos pelas entidades que contrataram a palestra".

E relata que em 2013, Lula deu uma palestra no Rio contratada pela Infoglobo: "Eles pagaram a palestra e demais custos – deslocamento e hospedagem. Publicamos a lista completa de empresas (41) que contrataram palestras do ex-presidente. Os dados bancários da empresa do ex-presidente de palestra foram vazados, de forma criminosa, e apesar de O Estado de S. Paulo não considerar de interesse público e jornalístico esse crime, há uma investigação em curso sobre o vazamento dessas informações".

A nota ainda informa que "quando o ex-presidente é convidado por uma entidade, em geral e se possível para essa entidade, ela paga em parte ou totalmente os custos de deslocamento e/ou hospedagem".  "Todas as viagens do ex-presidente ao exterior foram divulgadas para a imprensa por release desde a constituição da equipe de comunicação do Instituto, em abril de 2011, e puderam ou poderiam ser acompanhadas pela imprensa se ela tivesse interesse, apesar dele como ex-presidente não ter obrigação nenhuma de divulgar tais viagens. Também há uma ampla gama de informações sobre elas no site do Instituto. Nenhuma delas, e nenhum dia delas, foram para férias. No exterior, o ex-presidente fez atividades políticas, divulgando a importância de políticas sociais para combater a pobreza no mundo, divulgando o Brasil, conversando com autoridades e personalidades estrangeiras e fazendo palestras, remuneradas ou gratuitas", relata.

Investigado por viagens, Lula tem direito de ir e vir | Brasil 24/7

29/06/2014

Vergonha alheia

Filed under: Assas JB Corp,CNJ,Joaquim Barbosa — Gilmar Crestani @ 10:31 am
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E pensar que tem gente que o tem por herói! Como diria aquele vira-latas, só no Brasil…

Barbosa agora desmoraliza Conselho Nacional de Justiça

28 de junho de 2014 | 23:55 Autor: Miguel do Rosário

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Olha aí o que o “justiceiro” agora está fazendo.

Joaquim está barrando a transição no CNJ

sab, 28/06/2014 – 14:23

Por Luis Nassif, no jornal GGN.

Joaquim Barbosa ainda não completou sua vingança particular, de desmoralizar o Judiciário. Seu alvo agora é o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Quando estava para sair do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ, Ayres Britto aceitou a nomeação de gente de Barbosa para preparar a transição.

Na sua vez, Joaquim Barbosa não aceitou o pedido de Ricardo Lewandowski, de nomear um juiz auxiliar na Secretaria Geral do órgão, para facilitar a transição.

É sabido, internamente, que o Secretário Geral titular vai rodar. Trata-se de Fábio César dos Santos Oliveira que passou grande parte do mandato nos Estados Unidos, fazendo cursos mas recebendo pelo CNJ.

O interino é do tempo de Ayres Britto. Mas a decisão de não aceitar um único cargo de Lewandowski foi de Barbosa.

Aliás, ninguém sabe como será o CNJ em agosto. Joaquim pediu férias em julho, e ainda não entregou o pedido de aposentadoria.

O clima é de paralisia, porque todo o pessoal dele está largando o barco, entrando tarde e saindo cedo, sem querer se comprometer com nada.

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