Ficha Corrida

16/11/2016

Fica Temer, se saíres a velha mídia ainda põe Marcola em teu lugar

globo_temerOs golpes, todos eles, são preparados, conduzidos e usufruídos pelos grandes grupos de mídia. Desde 1954 que a Rede Globo vem se aperfeiçoando em golpes. Acertou em 1964 e agora em 2016. Filial e parceira, a RBS também se locupletou em ambos.

De nada adianta tirar Temer, a Rede Globo mudará o calendário do futebol, e, se necessário, também o calendário gregoriano, só para fazer coincidir o golpe com a reunião de sua manada de midiotas adestrados. Se tirarem Temer, a Rede Globo pode colocar quem ela quiser. Se faz parceria com João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero, por que não poderia apoiar qualquer um destes no lugar do Temer. Pode ser ainda pior. Colocar lá Fernandinho Beira-Mar ou Marcola. Afinal, para quem apoiou Aécio Neves e nada diz sobre os 450 kg de cocaína apreendidos no heliPÓptero. O que a Rede Globo tem a dizer a respeito do parceiro Eduardo CUnha no golpe contra a Dilma? O que a Rede Globo diz do cheque de um milhão depositado na conta do Michel Temer? Já fez alguma reportagem para o Jornal Nazional a respeito dos 23 milhões depositados na conta do seu ator da Bolinha de Papel na Suíça? O que a Rede Globo tem a dizer a respeito do sumiço de mais de 220 milhões das contas do parceiro dominical Eduardo CUnha?

A existência da Rede Globo, filiais e demais a$$oCIAdos do Instituto Millenium tiram qualquer possiblidade de nos tornarmos uma democracia respeitável. Seremos sempre uma República das Bananas, com jornalistas como estes pagando boquete jornalístico. Há que elogiar a capacidade dos entrevistadores de, com a boca cheia entre as pernas do entrevistado, ainda conseguirem formular perguntas.

As estrelas da mídia encontram seu presidente, por Glenn Greenwald e Thiago Dezan

As estrelas da mídia encontram seu presidente, por Glenn Greenwald e Thiago Dezan

qua, 16/11/2016 – 07:36

do The Intercept

Fofocas, gargalhadas, romance e diversão de montão: as estrelas da mídia encontram seu presidente</p">

por Glenn Greenwald e Thiago Dezan

SEIS JORNALISTAS ENTREVISTARAM o Presidente Michel Temer ontem à noite no programa Roda Viva da TV Cultura. Cinco deles eram estrelas da mídia dominante que incitaram incansavelmente o impeachment da Ex-presidente Dilma Rousseff e, portanto, foram responsáveis pela ascensão de Temer ao poder: O Globo, Folha, Estadão (um representante do jornal e outro do conglomerado do qual o jornal faz parte) e Veja (cujo representante é também âncora do Roda Viva). O sexto jornalista faz parte da própria TV Cultura, rede de televisão pública que já foi vítima de pressões de políticos de importância como José Serra, o chanceler do governo Temer, e cuja verba de publicidade foi reduzida pelo governo.

A lista de jornalistas escalados para a entrevista foi bizarra, mas previsível. Quando um presidente empossado é entrevistado somente por veículos que defenderam o processo de impeachment que o levou ao poder, é inevitável que a conversa decorrente mais se assemelhe a um churrasco animado entre amigos do que a uma entrevista contenciosa (um deles, Ricardo Noblat, d’O Globo, já havia submetido tanto o Presidente quanto sua esposa a esta implacável apuração jornalística):

Blog do Noblat ✔@BlogdoNoblat Uma coisa que eu jamais observara: como Temer é um senhor elegante. Quase diria bonito. A senhora dele, também.

Outra jornalista presente, Eliane Cantanhêde, do Estadão, certa vez saiu em defesa de Temer sugerindo que seus críticos estariam traindo o país: “Mas o esforço para derrubar Temer, neste momento, é trabalhar contra o Brasil”.

Além disso, qual o propósito de uma rede de televisão pública como a TV Cultura – supostamente uma alternativa à mídia dominante com fins lucrativos – se acaba por oferecer uma plataforma para esses mesmos veículos de comunicação corporativos em momentos jornalísticos de tamanha importância?

A entrevista foi iniciada com um tom relativamente sério, porém, extremamente amigável. No primeiro bloco, foram feitas diversas perguntas relevantes, como: por que o grande aliado de Temer, Romero Jucá, comprometido pelas gravações de Sérgio Machado, se tornará líder do governo no Senado e se são verdadeiras as alegações de que Temer recebeu R$ 10 milhões da Odebrecht em doações de campanha ilegais. Ainda assim, não foram realizadas perguntas complementares após as respostas do presidente, nenhum pedido de esclarecimento foi feito sobre as perguntas que foram descaradamente evadidas e muito pouco esforço foi colocado na elucidação das diversas contradições e alegações infundadas de Temer. Essa foi a parte boa da entrevista.

A PARTIR DAÍ, O ENCONTRO decaiu para um nível tão fútil e constrangedor que foi preciso assistir à entrevista diversas vezes para crer no que os olhos viam. Com o passar dos minutos, ficava cada vez mais claro que o político e os jornalistas, que evidentemente o adoram, se inclinavam a um terno abraço coletivo. Quando a entrevista chegou ao terceiro bloco, já estavam todos gargalhando e rindo com considerável pujança das piadas insossas do presidente, como fazem empregados de baixo escalão na primeira semana de emprego para agradar o patrão. Assistindo à entrevista, era possível se sentir como uma mosca na parede de um coquetel de gala da família real, onde os convidados de honra – não completamente bêbados, mas relaxando à medida que incrementavam o nível etílico com taças e mais taças do mais requintado Chardonnay – exploravam os limites da decência no comportamento social.

No quarto e último bloco, as estrelas da mídia pareciam tão cansadas de manter a máscara jornalística, que optaram por deixá-la cair, libertando-se completamente. Ao fim do caloroso bate-papo, o grupo fofocava com o presidente sobre seu palácio preferido, seu estilo antiquado de oratória que lhe confere um charme invejável, o primeiro encontro com a esposa Marcela e como se apaixonou por aquela que viria a ser mãe de seu filho, e seus ousados planos para o mundo literário.

✔@BlogdoNoblat Por pouco, Temer não perdeu o contato com Marcela, sua atual mulher, depois de tê-la conhecido. É o q ele conta no Roda Viva, logo mais.

Se um desavisado começasse a assistir à entrevista sem saber quem é Temer, poderia facilmente achar que o entrevistado era um vovô simpático, famoso por suas melodias delicadas de Bossa Nova, em vez do líder político profundamente impopular que chegou à presidência através do controverso impedimento de uma presidente eleita democraticamente, que milhões de brasileiros consideram um golpe, e diversas instituições e líderes de todo o mundo considerem um ataque à democracia.

COMO RESULTADO DA CONVERSA FIADA, inúmeras questões cruciais foram ignoradas. Os jornalistas perguntaram diversas vezes a Temer se ele pretendia concorrer à eleição em 2018, mas ignoraram – como a mídia dominante sempre faz – o fato inconveniente de que o TRE o declarou “ficha suja”. Embora tenham mencionado Serra quando falaram dos problemas da Venezuela, não demonstraram interesse no depoimento de Odebrecht, em que o Ministro das Relações Exteriores de Temer é acusado de receber R$ 23 milhões em um banco suíço, uma vez que o assunto não foi mencionado. A confissão recente de Temer a banqueiros internacionais em Nova York, de que o impeachment foi motivado por Dilma se recusar a aceitar as reformas econômicas propostas pelo PMDB, também foi completamente ignorada (acompanhando o completo descaso da mídia perante essa importante revelação).

O fato de que a maioria do país rejeita Temer e deseja seu impeachment foi algo que também escapou ao julgamento dos jornalistas. Embora o atual colapso financeiro do Rio de Janeiro tenha sido mencionado, isso serviu apenas para perguntar a Temer qual é seu plano para salvar os cariocas, ignorando o fato de que foi seu partido que governou tanto o estado quanto a cidade nos últimos anos. Os jornalistas tampouco encontraram tempo para perguntar ao presidente sobre o consenso entre economistas ocidentais que acreditam que o caminho mais perigoso que pode ser tomado por um país enfrentando crescimento econômico baixo ou negativo é a austeridade: exatamente o que está sendo imposto por Temer.

Mesmo que a entrevista tenha sido trágica, o que se seguiu conseguiu superá-la nesse quesito. Em uma transmissão ao vivo pelo Facebook, todos os jornalistas elogiaram e parabenizaram uns aos outros pelo excelente trabalho, como se comemorassem a vitória de seu time do coração. No meio da celebração da conquista do campeonato, o próprio Temer, sorrindo como pinto no lixo, olhando direto para a câmera, ofereceu ao público da rede social uma das poucas declarações honestas do encontro: “Eu cumprimento vocês por mais essa propaganda.” Arrancando, mais uma vez, gargalhadas subservientes de seus subalternos jornalistas.

No começo do ano, a respeitada organização Repórteres Sem Fronteiras rebaixou o Brasil para a 104ª posição em seu ranking de liberdade de imprensa – atrás de países como Chile, Argentina, El Salvador, Nicarágua, Peru e Panamá – em parte, porque a mídia dominante é controlada por um número ínfimo de famílias extremamente ricas, além de serem usados para fins de propaganda e ativismo político, em vez de jornalismo. Fora a reconstituição dramática com ares de novela das oito das gravações de Lula e Dilma, a palhaçada vergonhosa que foi transmitida ontem à noite foi a caracterização mais fiel, e lamentável, dessa triste dinâmica até o momento.

As estrelas da mídia encontram seu presidente, por Glenn Greenwald e Thiago Dezan | GGN

28/12/2015

Milhões de brasileiros pelados, é a comprovação da crise vendida pela mídia

fsp 28122015

A praia da Escandinávia é assim?

Por Fernando Brito · 28/12/2015

O primeiro domingo de verão, quentíssimo, “bombou” no Rio de Janeiro.

Moro perto de uma praia – embora perto de de uma praia “longe” –  e não havia espaço para parar uma bicicleta.

Havia, na orla do Rio de Janeiro, algo como dois milhões de pessoas.

Mas a notícia,  segundo os jornais, foi uma tentativa de assalto, da qual saíram 10 pessoas presas, possivelmente algumas só pela confusão.

Mas que fossem todas assaltantes, que seja…

Um assalto em dois milhões de pessoas, dez presos nessa multidão, seria índice de fazer cair o queixo de dinamarqueses ou suecos. Seria, provavelmente, a menor incidência criminal do planeta.

Como a cidade do Rio de Janeiro tem seis milhões de habitantes, seria dizer que há aqui três tentativas de assalto por dia e apenas 30 presos sendo levados à delegacia.

É evidente que isso não é verdade, senão aqui seria o céu.

Assaltou-se hoje, como se assalta, não foi só um que perdeu seus pertences. E prende-se aos magotes, muito mais que os só dez que foram levados ao “doutor delegado”.

Ninguém quer fingir que aqui é a Noruega.

Mas aqui não é o Iraque, nem dos pobres das favelas desce um “Exército Islâmico” para degolar os passantes.

Mas está evidente que o Rio – e o Brasil, por expansão – é vitima do poder do foco da Globo.

É, aliás, há anos.

A taxa de criminalidade escandinava que seria uma tentativa de assalto entre dois milhões de pessoas é transformada numa guerra civil não declarada, na barbárie, no terror.

Criou-se um ambiente de pânico, e com ele se alimenta o ódio, tal como se mostrou no dia das manifestações da direita, quando aquele grupo de skatistas negros e mulatos foi identificado como uma horda esquerdista que iria atacar as senhoras da nova UDN.

O Rio teve um dia de quentíssima festa.

Mas é preciso estragá-la, colocar a cidade e clima de guerra civil, o que muito agrada aos brutos de todos os lados; aos bandidos, porque de chefetes os faz generais; à policia, porque os faz salvadores, em lugar de servidores,

E no lugar da alegria, uma crise.

A CBN, é verdade, noticia: Rio de Janeiro bate recorde de turistas no feriado de fim de ano. E mais:  “Cidade deve receber 850 mil visitantes, economia deve ter movimentação de R$ 686 milhões e hotéis têm taxa de ocupação de até 94%. Pontos turísticos estão lotados.”

Mas é preciso acrescentar um porém: “Turistas, no entanto, buscam formas de economizar e se hospedam em casas de amigos ou albergues.” Como se ficar em casas de amigos (quando se os tem ) e em albergues (onde os há, e em toda parte os há mais que por cá) fosse novidade em qualquer cidade turística do mundo.

É isso o que se quer dizer quando se fala que a Globo molda a a política no Rio de Janeiro.

Não é possível deixar crer que dois milhões de pessoas, ricas, pobres, brancas, negras, das coberturas e das favelas possam partilhar em paz de um mesmo pedaço da Terra (e do mar).

E, olhe, quase peladas!

Seria admitir o inadmissível: que somos todos humanos e, pior…civilizados!

A praia da Escandinávia é assim? – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

24/12/2015

Falha de São Paulo

fsp 24122015Neste ano de 2015, muitos foram os problemas enfrentados por todos os governos estaduais. Quase todos ganharam manchetes negativas da Folha, nenhuma contra o PSDB. E não faltaram motivos.

A começar pelo racionamento d’água em São Paulo, que nas internas a Folha chamou de crise d’água, e assim a Folha terceirizou a culpa ou a São Pedro ou ao PT. Da mesma sorte, não faltaram problemas no Paraná, onde a parceria do Beto Richa com Fernando Francischini conseguiram uma façanha de violentarem mais de 200 professores. Nenhuma capa incriminadora.

Voltando a São Paulo, violência contra alunos. As milícias treinadas pelo PCC e a serviço do soldado da Opus Dei baterem sem dó nem piedade nos alunos que se manifestavam contra o fechamento de suas escolas. Unindo as duas ações não estava apenas a mesma sigla, mas também o mesmo método e com o mesmo sentido: atingir de forma implacável que as pessoas tenham acesso à informação. O PSDB demonstrou com estas ações que odeia quem tenha discernimento.

O retrocesso educacional é uma política de estado do PSDB pelo menos desde que FHC ocupou por dois mandatos o Governo Federal. Todos os que não sejam completos midiotas amestrados devem saber que foi FHC que proibiu a criação de Escolas Técnicas, impediu a renovação das Universidades e impôs o PDV. Com o dinheiro economizado, investiu no PROER. No RS, Yeda Crusius, que conseguiu o pior governo que este Estado já teve, tentou fechar, com a parceria da RBS, a UERGS, criada pelo Olívio Dutra.

As tentativas de destruir as instituições que podem melhorar o país contaram sempre com as bênçãos da Veja, Folha, Estadão, Rede Globo & RBS. Estas cinco irmãs se fundem e se confundem ideologicamente com o PSDB. Se acham escolhidos por direito divino para conduzirem os destinos do Estado, por isso nunca perdem uma eleição: pra velha mídia e o coronelismo do PSDB e aliados ou eles ganham ou são roubados. Não é sem motivo que ao longo de mais de 20 anos de PSDB em São Paulo a única iniciativa que não mudou foi o de distribuir milhares de assinaturas da Veja, Folha, Estadão para as escolas públicas.

E para se colorarem no governo se unem e com eles toda sorte de milícias. Eduardo CUnha, por exemplo, não passa de um chefe de milícia. A mesma milícia que atacou Guido Mantega e agora Chico Buarque, um bando de desocupados que são diuturnamente excitados pela mídia golpista. Nem as famigeradas milícias da SS ou do fascismo usaram de tanta violência contra pessoas honestas. Ninguém viu eles molestarem bandidos como Marcola ou o próprio Eduardo CUnha. No entanto, a velha mídia preferiu jogar seu manto protetor aos fascistas e responsabilizou a vítima, Chico. Como sempre, os jornais ficaram ao lado dos bandidos.

A manchete da Folha desta véspera de Natal explica o critério que norteia o jornalismo dos Frias. Ataca e busca denegrir, nem importa se com ou sem razão, o Rio de Janeiro. Por quê? Por que o Rio de Janeiro jogou ao mar Eduardo CUnha. O PMDB do Rio abandonou o arauto da moralidade que subia aos píncaros da glória com sua louca cavalgada para tirar Dilma e colocar em seu lugar o Napoleão das Alterosas. Bastou aos peemedebistas do Rio tirarem os votos do Eduardo Cunha que a Folha se volta contra o Rio. Não fossem estes motivos, a Folha teria dado o mesmo tratamento nem digo aos governos de São Paulo e Paraná, mas ao governo do RS. Também o Tiririca Gaudério é peemedebista como Pezão. A diferença está em que José Ivo Sartori, como todo ventríloquo da RBS, esteve e, diferentemente de Pezão, está com Aécio Neves.

Nem todo mundo é um midiota que compra versão pronta e acabada. Antes de engolir tudo o que estes grupos mafiomidiáticos tentam nos impingir como oráculos temos de nos lembrarmos que eles sempre estiveram ao lado da plutocracia e contra os avanços sociais. Eles não praticam jornalismo, mas lumpenjornalismo. Os Associados do Instituto Millenium, como a SIP, têm uma única preocupação: manter o controle do Estado para garantir enriquecimento e poder, não necessariamente nesta ordem.

24/11/2015

Jornalixo

jornalismo_independenteO jornalixo praticado no Brasil não nasceu espontaneamente. É de caso pensado  e amestrado com mão de ferro. E a seleção acontece de tal forma que o casamento da genuflexão com o arriamento das calças se dá de forma natural e espontânea. Arriar as calças pra que o patrão se sirva é o traço comum encontrado nas redações dos assoCIAdos do Instituto Millenium. Na Folha, por exemplo, só o patrão pode falar mal do Aécio. Mas só quando isso pode favorecer algum correligionário da Judith Brito do PSDB paulista.

Como hoje, em editorial, a Folha abordou o que seus articulistas não têm culhão para publicarem: MPF/PF e Judiciário são parceiros passivos do PSDB. É mais fácil uma tartaruga chegar em Marte que o Mensalão do PSDB ou mesmo o Tremsalão sejam julgados antes da prescrição. A Argentina investigou, processou e puniu os bandidos da ditadura. Aqui, graças ao hímen complacente de parcela do MPF/PF e Judiciário, Brilhante Ustra morreu inocente. Paulo Malhães, mesmo admitindo os crimes praticados na ditadura, jamais foi processado. Aqui, um candidato notadamente toxicômano, não só não sabe perder, como põe em cheque, com o apoio ostensivo da mídia, a credibilidade do TSE.

No Brasil, um empresa de comunicação pode pagar R$ 11 milhões para sonegar  R$ 110 milhões e não aparece ninguém para dar nome aos bois. No Brasil, todo investigado ou é filho, nora ou amigo do Lula. Paulo Preto e Zezé Perrella não são amigos de ninguém… Deve ser por isso que não são investigados. É muita hiPÓcrisia!

A nossa imprensa é abjeta porque seus parceiros, desde seus finanCIAdores ideológicos, às autoridades com quais mantém uma relação de mancebia, são abjetos.

Vale para as relações da imprensa o que se diz das más companhias: as más companhias tem o costume de andar com as más companhias…

 

Que redação teria peito para repudiar um editorial como fizeram os argentinos? Por Paulo Nogueira

Postado em 24 nov 2015 – por : Paulo Nogueira

Jornalista é jornalista, dono é dono: o protesto da redação do La Nación

Jornalista é jornalista, dono é dono: o protesto da redação do La Nación

Viralizou nas redes sociais uma foto em que jornalistas do diário argentino La Nación manifestam sua rejeição a um editorial.

Nele, os donos do jornal sustentam que é hora de perdoar, ou coisa parecida, os militares que cometeram atrocidades durante a ditadura.

A redação se incomodou. O repúdio se espalhou e disso resultou uma imagem épica, na qual os jornalistas aparecem com cartazes em que dizem o que pensam.

Nas redes sociais no Brasil, a pergunta que mais se fez foi esta: você consegue imaginar isso na Folha, no Globo ou em qualquer redação?

Claro que não.

Minha hipótese é que o similar brasileiro seria uma foto na qual os jornalistas diriam em cartazes: “Eu apoio o editorial!” (Com exclamação, provavelmente.)

Isso mostra quanto as redações brasileiras foram aparelhadas pelos donos e seus prepostos.

É uma lástima, uma vez que se perde o debate de ideias e visões que mesmo na ditadura militar vigorava nas redações. É destruído, também, um certo equilíbrio de forças do qual o beneficiário foi sempre o leitor.

A situação clássica no jornalismo, no Brasil e em qualquer parte, é mais ou menos a seguinte. Os donos são conservadores, por razões óbvias. E os jornalistas são progressistas, por motivos igualmente óbvios.

Internamente, os dois lados esgrimam em torno de seu pensamento. Uma síntese sai daí.

Alguns casos notáveis: a Folha nos anos 1970, quando teve no comando da redação o jornalista Claudio Abramo, de esquerda. Claudio negociava o espírito do jornal com Frias, de direita.

Durante muitos anos, a coexistência na Folha de duas mentalidades tão diferentes em posições-chave resultou num jornal interessante. A Veja no período Mino Carta-Civitas é outro bom exemplo.

Mas o que se viu nos últimos anos foi a virtual eliminação do progressismo nas redações.

Começou com os diretores – não mais Claudios, não mais Minos. E seguiu pelos escalões inferiores.

Os colunistas, hoje, repetem as opiniões dos donos. Todos falam, basicamente, as mesmas coisas. Você lê um e não precisa ler os outros.

E os repórteres publicam o mesmo tipo de vazamento, sempre contra aqueles dos quais seus patrões não gostam.

Há histórias icônicas. O diretor de mídias digitais da Globo, Erick Bretas, é mais Marinho que a família Marinho. Em sua conta no Facebook, ele convocou os seguidores a aderir às manifestações pelo golpe no auge delas. Bretas avisou que iria para a rua, e colocou como avatar no Facebook esta frase sepulcral: “Game Over”.

Acabou, numa tradução livre. Quer dizer, Bretas derrubou Dilma alguns meses atrás.

Este tipo de jornalista patronal ocupou as redações. São centenas de Bretas que diariamente produzem o conteúdo que chegará ao público da grande mídia.

É dentro desse quadro que se instalou o desequilíbrio que marca hoje jornais e revistas.

Já não há confronto de ideias. Vigora uma ideia única, a dos donos.

A foto da redação do La Nación mostra que na Argentina é outra a realidade – e muito mais arejada.

Existe algo de profundamente errado numa redação em que o repórter acha exatamente as mesmas coisas que o dono.

E é isso o que acontece nas redações brasileiras.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Que redação teria peito para repudiar um editorial como fizeram os argentinos? Por Paulo Nogueira

22/10/2015

Jornalismo de aluguel

Temos um notório corrupto na Presidência da Câmara, mas a Folha entende que não vem ao caso. Prefere não desviar o foco de seu ódio eterno, Lula. Apesar de todas as provas contra Eduardo CUnha, a Folha ainda não fez uma boa reportagem explicando aos brasileiros o histórico deste filhote de PC Farias. As relações de Lula e Dilma estão em abalo sísmico, mas as revelações da Suíça a respeito da corrupção do Eduardo Cunha não provoca nem coceira no jornalixo da Folha.

folha spA Folha de São Paulo mantém-se na cruzada de caça ao Lula. E para isso não medem esforços exatamente porque faz jornalismo sem escrúpulos. As contínuas e sucessivas tentativas de contraporem Lula e Dilma baseia-se exclusivamente na fonte dos desejos. Não há nunca um único fiapo de prova. Pior, os fatos provam exatamente o contrário, mas para o jornalismo de aluguel do golpe paraguaio, se os fatos não estiverem de acordo com as intenções golpistas pior para os fatos.

Alguém consegue imaginar jornais alemães vinculando os crimes praticados pela Volks ao governo da Angela Merkel. Alguém vinculou à famiglia Mesquita o assassinato da jornalista Sandra Gomide pelo Diretor de Redação do Estadão, Pimenta Neves?! Alguém cobra a família Sirotsky pelo estuprador de Florianópolis? Alguém cobra da Rede Globo por abrigarem em seu seio inveterados consumidores de cocaína? Ou o consumo de cocaína não alimenta o narcotráfico?

Então estamos assim, o ex-presidente FHC admite que não só sabia da corrupção na Petrobrás como nada fez para punir os corruptos como pretendia usar a corrupção para vender a empresa. Chegou a dar o primeiro passo, transformando para Petrobrax. A corrupção no governo FHC chegou a provocar pelo menos uma morte, a de Paulo Francis.

O ódio ao PT, Lula e Dilma se inscreve ao fato de adotarem, em termos de combate à corrupção, uma política bíblica de não deixar “pedra sobre pedra”. Dá para ver a diferença ou precise que desenhe?!

Aliados de Lula reprovam frase de Dilma Rousseff sobre corrupção

POR PAINEL – 22/10/15 02:00

Abalo sísmico Pegou muito mal no Instituto Lula o bate-boca de Dilma Rousseff com o chefe da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para interlocutores do petista, a frase “meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção”, proferida pela presidente da República em resposta ao peemedebista, soou como indireta à gestão de seu antecessor. As irritações de Lula com sua sucessora há muito deixaram de ser segredo. Mas o episódio tende a ampliar a fissura na relação entre criador e criatura.

Temperatura Um petista de São Paulo assim resumiu o humor no partido sobre a declaração de Dilma: “O cara no meio de uma saraivada, e ela parece jogar o tema da corrupção no colo dele”.

16/10/2015

O Globo já não choca o ovo, compra a serpente

ovo da serpenteÉ impressionante a fábrica de bandidos que os velhos grupos de mídia teimam em popularizar. Dia após dia, como na fábula da rã e do escorpião, a natureza peçonhenta dos assoCIAdos do Instituto Millenium teima em se fazer presente.

Pode-se perdoar Eduardo CUnha por ser um político sem escrúpulos, é da natureza da política.

Pode-se perdoar Marcola pelo tráfico, ele é traficante.

Agora, porque perdoar jornalista que pratica crime, se a profissão dele não é o crime?

Não tenho e menor dúvida, o ódio a Lula, Dilma e ao PT é criação das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) que diuturnamente disseminam preconceito, mentiras e ódio.

Ou o Brasil elimina as serpentes, ou elas desovarão víboras ainda mais peçonhentas das que já infestam as redações.

Filho de Lula prepara ação contra Globo e colunista

:

O motivo: não há, na delação premiada do lobista Fernando Soares, nenhuma referência ao nome de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula; em sua estreia no jornal O Globo, no último domingo, o colunista Lauro Jardim, egresso de Veja, cravou que "Lulinha" era um dos alvos de Fernando Baiano, como suposto beneficiário de pagamentos de R$ 2 milhões; por meio de seus advogados, ele pediu que fosse apresentada a delação – o que o colunista se negou a fazer; agora, o próprio jornalista encampa uma nova versão: a de que os R$ 2 milhões teriam sido pagos à esposa de Fábio Luís, uma das quatro noras de Lula; "requeremos a íntegra da delação não porque tenhamos qualquer preocupação com seu teor, mas apenas para instruir as ações judiciais", diz o advogado Cristiano Zanin Martins, que representa Fábio Luís

16 de Outubro de 2015 às 17:59

247 – A estreia retumbante do colunista Lauro Jardim no jornal O Globo renderá processos judiciais contra o jornalista e a publicação. O motivo: ao contrário do que foi noticiado no último domingo na capa do periódico (relembre aqui), o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, não fez qualquer menção ao nome de Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, em sua delação premiada homologada pelo ministro Teori Zavascki.

Baiano citou, de fato, o nome do pecuarista José Carlos Bumlai, tido como amigo pessoal do ex-presidente Lula. Nesta sexta-feira, em sua manchete, a Folha de S. Paulo noticiou que Baiano teria mencionado um suposto pagamento pedido por Bumlai para uma "nora do ex-presidente Lula". No entanto, não foi feita qualquer referência ao nome de Fábio Luis.

Nesta sexta-feira, Lauro Jardim tentou consertar o erro do último domingo, com a seguinte nota:

Renata, a nora de Lula citada na delação premiada de Fernando Baiano é a mulher de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

Lula tem três noras e Baiano não dá, em sua delação, o nome de quem seria a beneficiária do pedido supostamente feito pelo pecuarista José Carlos Bumlai.

Mas pelo relato do caso, ou seja, o dinheiro serviria para quitar dívidas de um apartamento, quem conhece a família não tem dúvida em apontar a mulher de Lulinha como a nora referida.

Como se vê, é uma informação bem diferente da publicada no último domingo, em que o colunista cravava que "Lulinha era um dos alvos":

Delação explosiva

"Está destinada a causar um estrondoso tumulto a delação premiada de Fernando Baiano, cuja homologação foi feita na sexta-feira pelo ministro Teori Zavascki. O operador (de parte) do PMDB na Petrobras pôs no olho do furacão nada menos do que Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Baiano contou que pagou despesas do primogênito de Lula no valor de cerca de R$ 2 milhões. Ao contrário dos demais delatores, que foram soltos logo após a homologação das delações, Baiano ainda fica preso até 18 de novembro, quando completa um ano encarcerado. Voltará a morar em sua cobertura de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca. A propósito, quem teve acesso à delação conta que Eduardo Cunha é, sim, citado por Baiano. O operador admite ter relações com o presidente da Câmara, mas não entrega nada arrasador contra Cunha.

Fábio Luis garante que nem sequer conhece Fernando Baiano. Seu advogado, Cristiano Martins, afirma que pediu acesso ao inteiro teor da delação do lobista não porque tenha qualquer preocupação com seu teor. "Queremos os documentos apenas para instruir as ações judiciais contra quem difundiu informações falsas e levianas", disse ele.

Leia, abaixo, a nota divulgada pelo advogado de Fábio Luis:

Diante do ataque sistemático à honra e reputação do sr. Fábio Luís Lula da Silva, sua defesa requereu na data de hoje (16.10) ao Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, acesso à íntegra da delação premiada do lobista Fernando Soares. 

A providência tem por objetivo instruir ações que serão promovidas contra os que, pela imprensa, encabeçaram a divulgação, desde o último dia 11, de notícias falsas sobre pagamentos de contas de nosso cliente pelo citado delator.

De forma sistematizada, põe-se em pé uma operação jornalística que, a cada dia, coloca na mira de suas manchetes o personagem da vez, eleito alvo da ofensa. Surge, agora, uma entidade primeiramente nominada a “nora de Lula". Após 24h, divulga-se que a “nora” citada é a mulher do sr. Fábio Luís, sob o alegado argumento de que “quem conhece a família não tem dúvida em apontar” sua esposa.

A verdade não pode estar no mero repasse de informações fornecidas e colhidas a bel prazer, pingadas a conta-gotas de uma delação sob sigilo, que, a cada dia, muda sua versão dos fatos, para tornar mais verossímil a narrativa. O que se identifica são irresponsáveis ilações daqueles que foram, depois, desmentidos no decorrer do processo.

Filho de Lula prepara ação contra Globo e colunista | Brasil 24/7

15/10/2015

Reporcagem da Folha desafia a lógica mais elementar

folha1Em sua louca cavalgada em direção ao golpe paraguaio contra Dilma, a Folha desafia a lógica. Deu-se o mesmo no governo Lula quando da defenestração do Severino Cavalcanti. Ambos, Eduardo CUnha e Severino Cavalcanti, só chegaram à Presidência da Câmara graças ao apoio ostensivo dos assoCIAdos dos Instituto Millenium aos seus midiotas do PSDB/DEM.

Eduardo CUnha é um produto exclusivo dos golpistas da mídia e de uma oposição com síndrome de abstinência eleitoral. Capitaneando todos, o Napoleão das Alterosas e seu mentor, FHC. Carlos Sampaio e Paulinho da Força Sindical são meros estafetas. Eduardo Cunha não só não foi apoiado pelo PT como é o condutor de todas as iniciativas do “quanto pior melhor” exatamente para destruir o Governo Dilma.

A marotagem da Folha tem nome: Judith Brito!

Então que dizer que logo agora que o STF interrompeu a marcha golpista do melhor  amigo da Rede Globo, que está nas cordas jogado pela Suíça, Dilma salvaria o herói do MBL e da marcha dos zumbis? Ora, Dilma não move um dedo sequer para salvar seus próprios correligionários, porque o faria para salvar um crápula, o maior dentre todos os que se aliaram aos grupos mafiomidiáticos exatamente para golpea-la?!

A Folha deveria era perguntar ao MPF por que ainda não pediu a prisão da mulher do Eduardo Cunha. Cobrar do MPF porque, por mera semelhança, pediu a prisão da cunhada do Vaccari mas nada fazem  com aquela cujas provas já foram produzidas pela Suíça e encaminhadas prontinhas ao Brasil? Seria porque o MPF, sob o guarda-chuva da velha mídia, virou um imenso Rodrigo de Grandis?! Todo mundo sabe que hoje o esporte mais popular no MPF é caça ao Lula Gigante. Deve ser por isso que não pediram a prisão preventiva de Eduardo Cunha.

Cunha negocia acordo com governo para salvar mandato

A contrapartida do peemedebista seria barrar os pedidos de impeachment

Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que precisam de um acerto para sobreviver à crise

DE BRASÍLIA, para a FOLHA

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o governo negociaram os termos de um acordo para de um lado, salvar o mandato do deputado e, de outro, evitar um processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

Cunha e assessores presidenciais vinham ensaiando essas negociações nos últimos dias. Nesta quarta (14), elas foram acertadas na busca do que é classificado, dentro do governo, de um "armistício" visando tirar a temperatura da crise política.

O acordo tácito foi tema de um almoço entre o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e gira em torno de dois pontos básicos.

O primeiro é a garantia pelo governo e pelo PT de que o Conselho de Ética não vai aprovar um parecer pela cassação de Cunha. O pedido, feito pelo PSOL e pela Rede e assinado por 34 dos 62 petistas, começará a tramitar no final do mês no colegiado.

O segundo é que o presidente da Câmara, do seu lado, deixaria de tomar decisões sobre pedidos de impeachment contra a petista, inviabilizando a tramitação de processos do gênero.

O almoço entre Temer, Cunha e Renan foi realizado depois que o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) pediu ao vice que ajudasse numa aproximação com o presidente da Câmara. Durante o encontro dos peemedebistas, Cunha teria dito que não tem "nenhum interesse" em sacrificar Dilma se o PT também não sacrificá-lo no Congresso.

Um assessor do governo disse à Folha que as negociações não visam fechar um acordo formal, o que seria impossível politicamente, mas uma "trégua ou armistício" para acalmar os ânimos. E, alguns reconhecem, é um acordo que pode ter vida curta dependendo do que vier pela frente contra ambos.

À noite, Temer relatou a Wagner a conversa com Cunha. Apesar da desconfiança mútua, os dois lados avaliam que, neste momento, precisam desse acordo para sobreviverem politicamente. Até o ex-presidente Lula, um dos entusiastas da tática de não agressão à Cunha, desembarcou em Brasília para traçar estratégias visando barrar um eventual impeachment.

Nas palavras de um assessor palaciano, o "patrimônio de Cunha hoje é não decidir nada" sobre o impeachment. Do lado do peemedebista, a avaliação é que, pela primeira vez, ele precisa buscar confiar no governo, com o qual esteve em guerra, para não ter seu mandato cassado.

O governo, com o PMDB, tem maioria para travar a tramitação de um processo de cassação no Conselho de Ética. O órgão tem 21 integrantes, sendo 9 do bloco comandado pelo PMDB. Somados os 7 do bloco liderado pelo PT, há número suficiente para barrar o processo contra o peemedebista.

Cunha tem apelado a aliados e ao governo para que não seja aprovada a sua cassação no colegiado. O parecer do conselho, aprovando ou rejeitando a cassação do deputado, precisa ser submetido ao plenário da Casa, em votação aberta, de qualquer maneira.

Mas, na avaliação de aliados de Cunha, se o colegiado votar contra a cassação, há mais chances de o plenário fazer o mesmo. Para que haja a cassação, é preciso apoio de pelo menos 257 dos 512 colegas de Cunha na Casa.

O presidente da Câmara é acusado de integrar o esquema de corrupção na Petrobras, sob suspeita de ter recebido dinheiro de propina em contas secretas na Suíça. Em depoimento à CPI sobre a estatal, ele negou ter dinheiro no exterior. Se ficar comprovado que Cunha mentiu aos colegas, sua situação se agravará.

Nas tratativas sobre o acordo, segundo assessores presidenciais, o peemedebista foi avisado de que o governo não tem condições de oferecer ajuda para barrar processos contra ele no STF ou no Ministério Público.

Cunha também pressiona Dilma a demitir o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). A petista, porém, resiste a afastar seu auxiliar.

Resultado dessas negociações, líderes petistas já estão articulando para que o partido não feche questão no Conselho de Ética sobre o processo de Cunha. Questionado nesta quarta sobre as negociações com o governo, Cunha disse que não "há nem guerra nem trégua" com nenhum dos lados. (RANIER BRAGON, DÉBORA ÁLVARES, MARINA DIAS, GUSTAVO URIBE E VALDO CRUZ)

14/10/2015

Folha já tratava impeachment como jogo jogado

OBScena: flagrante do momento em que, logo após soltar nota contra Eduardo CUnha, os taradinhos do impeachment se reúnem com o condutor do golpe paraguaio no Clube dos Cafajestes.

Embusteiro da FolhaA manchete de capa da Folha de São Paulo é uma confissão de jogador viciado: “Decisões do STF embaralham rito do impeachment de Dilma”. Esconde dois embustes e revela a a tradição de proteger mau caráter.

Primeiro embuste é que se trata a destituição de um Presidente eleito com mais de 54 milhões de votos, contra a qual não pesa a denúncia de um único crime. Não é um conto de gata borralheira e o Planalto não é um sapatinho de cristal.

O segundo embuste da Folha consiste em querer fazer crer aos seus midiotas que o Supremo, ao apontar o blefe do Eduardo CUnha, fez chicana. Depois que a oposição deu as cartas a público, correu à privada. A nota contra Cunha era mais suja que o papel higiênico deixado no chão do puteiro. A Folha desvia o foto como parte do jogo de cena, a tentativa de blefe do Carlos Sampaio revelada pelo Estadão.

O comportamento açodado dos taradinhos do impeachment revela a atualidade da velha lição do gaúcho Pinheiro Machado: "Nem tão devagar que pareça afronta, nem tão depressa que pareça medo!"[7] A rapidez com que correram à alcova do varão de Plutarco, Eduardo CUnha, é prova suficiente do jogo de cartas marcadas.

O que o Supremo diz é que até na suruba há de manter boa aparência. Por exemplo, não se deve sair correndo com a “camisa fora das calças”…

Cada sujeira a seu tempo. Fica para outra ocasião uma leitura semiótica das razões, sempre revelando ódio, que levam a Folha a botar na capa esta imagem do Lula.

1528754Supremo trava marcha do impeachment na Câmara

Tribunal suspende regras definidas por Cunha para encaminhar denúncias

Decisão ajuda Dilma a ganhar tempo para defender seu mandato e atrapalha estratégia adotada pela oposição

MÁRCIO FALCÃOMARINA DIASVALDO CRUZDE BRASÍLIA

O Supremo Tribunal Federal freou a estratégia traçada pela oposição com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para deflagrar um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Em três decisões de caráter provisório, os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber suspenderam nesta terça-feira (13) a aplicação das regras estabelecidas por Cunha para dar andamento aos pedidos de afastamento de Dilma.

Com isso, a presidente poderá conseguir mais tempo para articular politicamente a defesa do seu mandato.

Até a manhã desta terça, o cenário considerado mais provável pelos políticos para o andamento do impeachment era uma manobra conjunta da oposição e de Cunha.

O plano era usar um pedido apresentado pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal. Cunha arquivaria a petição, para não deixar suas digitais na iniciativa, e em seguida a oposição recorreria ao plenário da Câmara para dar andamento ao processo.

Os procedimentos para a execução desse roteiro foram definidos por Cunha em setembro, mas deputados governistas recorreram ao STF contra alguns dispositivos.

Os ministros Teori Zavascki e Rosa Weber acolheram as ações dos governistas, aceitando o argumento de que Cunha inovou em relação ao que está disposto na Constituição, na lei dos crimes de responsabilidade e no Regimento Interno da Câmara.

As regras para o impeachment já foram aplicadas contra o ex-presidente Fernando Collor (1990-1992). No entanto, há detalhes sobre os quais nem o Regimento Interno da Câmara é considerado claro.

Entre as questões formais levantadas está, por exemplo, o prazo de cinco sessões para apresentação do eventual recurso ao plenário da Câmara. As regras definidas por Cunha também permitem que ele interfira na comissão especial encarregada de analisar um pedido de impeachment admitido pela Câmara.

Outro procedimento que desperta dúvidas é a inclusão de novos argumentos nos pedidos de afastamento. A oposição pretendia acrescentar irregularidades atribuídas a Dilma em 2015 na peça de Bicudo, Reale Jr e Paschoal.

DÚVIDAS

Em sua decisão, Teori disse que o rito de impeachment não é apenas uma questão interna da Câmara. O ministro disse ter concedido a liminar para evitar "a ocorrência de possíveis situações de dano grave à ordem institucional".

"Em processo de tamanha magnitude institucional, que põe a juízo o mais elevado cargo do Estado e do governo da nação, é pressuposto elementar a observância do devido processo legal, formado e desenvolvido à base de um procedimento cuja validade esteja fora de qualquer dúvida de ordem jurídica", disse.

Weber escreveu que sua decisão teve o propósito de determinar a Cunha "que se abstenha de receber, analisar ou decidir qualquer denúncia ou recurso contra decisão de indeferimento de denúncia de crime de responsabilidade contra presidente da República com base naquilo em que inovado [em relação à lei]".

Segundo a Folha apurou, a interpretação dos ministros chegou a ser contestada internamente no STF. Teori, no entanto, disse a interlocutores que as deliberações não pretenderam impedir a Câmara de analisar os pedidos de impeachment, mas assegurar que a medida siga a lei.

POSSIBILIDADES

Segundo ministros do Supremo ouvidos sob a condição de anonimato, uma saída para retomar a articulação pelo impeachment seria a apresentação de um novo pedido, em vez de aditamentos a pedidos já apresentados.

Ao presidente da Câmara ainda resta a possibilidade de aceitar um pedido seguindo o procedimento adotado no caso Collor. Ele decidiria sozinho e encaminharia o pedido a uma comissão especial.

Em qualquer situação, Dilma só será afastada se a abertura do processo de impeachment for aprovada por ao menos 342 dos 513 deputados federais. Se isso ocorrer, a presidente será processada e julgada pelo Senado, que terá 180 dias para decidir o caso.

11/10/2015

A última cartada da Folha

Filed under: Folha de São Paulo,Jornalismo de Aluguel,Manipulação,Ombudsman Folha — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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folha mente, diaria mente, cotidiana mentte, covarde mente, criminosa mente putariaNão podendo mais disfarçar seu jornalismo de aluguel, Folha decide construir hotel para hospedar seus patrocinadores. E assim a “informação”  made in Folha põe seu preço na praça. Para despistar, decide que os lençóis dos finanCIAdores ideológicos serão de cores diferentes. É uma escolha que aposta no leitor daltônico. É o jabá acompanhado de justificativa.  Sorte da Folha que ainda há espaço para amestrar midiotas. Azar da Folha é que seu tempo, como o da Globo, está acabando. O expectador passivo está acabando. E a mentira ficou com pernas ainda mais curtas.

Como seus varões da república estão todos no puteiro, restou à Folha a busca por uma saída à francesa. De qualquer sorte, fica provado que os grupos mafiomidiáticos sempre prontos a darem lição de administração, estão falindo.

Pedalada na ética é sua última quimera.

ombudsman

    VERA GUIMARÃES MARTINS – ombudsman@uol.com.br@folha_ombudsmanfacebook.com/folha.ombudsman

    Parece, mas não é

    Em busca de novas fontes de renda, jornal anuncia núcleo para produzir conteúdo patrocinado

    A FOLHA anunciou nesta semana a criação do Estúdio Folha, um departamento independente destinado a produzir conteúdo feito sob medida para anunciantes. Segundo reportagem publicada na quarta (7), trata-se de uma unidade totalmente desconectada da Redação, com equipe própria e subordinada à superintendência da empresa, instância responsável pelo departamento de venda de publicidade.

    A iniciativa se filia a um movimento feito por veículos de comunicação de várias partes do mundo (incluindo os só digitais) de buscar novas fontes para compensar o faturamento perdido nos últimos anos.

    É questão de sobrevivência. A internet provocou uma disrupção no modelo de negócio dos jornais, com consequências aparentemente contraditórias: ao mesmo tempo em que multiplicou exponencialmente seus leitores, solapou sua estrutura de sustentação financeira –registre-se que com a ajuda dos próprios meios, cujos sites num primeiro momento passaram a entregar de graça o conteúdo até então vendido.

    E não dá nem para dizer que foi um erro. O potencial e as incógnitas da tecnologia pareciam então não deixar saída, assim como as interrogações sobre o futuro do impresso parecem não deixar agora. O digital é caminho sem volta, mas ainda não desenvolveu musculatura para sustentar os custos da produção de notícias. A conta precisa fechar.

    A entrada dos jornais na seara do conteúdo pago é um terreno delicado, que esbarra no que o jargão jornalístico costuma chamar de "separação entre Igreja-Estado", metáfora que simboliza a independência da Redação diante do departamento comercial (não me perguntem quem é quem na metáfora). A criação de uma unidade à parte é um imperativo para sinalizar ao leitor que a separação continua e não pôr em risco a credibilidade do jornal.

    A rigor, o que essas unidades produzem é publicidade embalada em técnicas e aparência jornalística: é reportagem, mas pauta e conteúdo são aprovados pelo anunciante.

    Explica a direção: "O material produzido tem apresentação (o formato e o tamanho da letra, a diagramação da página) diferente da exibida no conteúdo editorial. Além disso, ele sempre destaca o patrocínio do anunciante e ostenta o selo do Estúdio Folha. Tudo isso é feito para que o leitor compreenda que esse material não é um produto da Redação, e sim um conteúdo de natureza publicitária."

    Tenho sérias dúvidas sobre essa compreensão. Primeiro porque não creio que a maioria do leitorado consiga fazer distinção entre sutilezas gráficas. Depois porque a própria Folha adota diagramações diferentes em especiais tradicionais, embora mantenha sempre a mesma letra no texto.

    Além disso, o termo "patrocinado por" já é tradicionalmente usado com outra conotação: patrocinar não implica poder de interferir no conteúdo, como ocorre na chamada publicidade nativa –que continua sendo publicidade, só que produzida pelo próprio veículo com figurino de texto noticioso.

    Não acho que o conteúdo por encomenda seja um problema per se, desde que sua condição seja exposta de forma transparente e com clareza tal que não haja risco de o leitor confundir gato com lebre. Minha impressão é que essa clareza está longe de ter sido garantida.

    Ombudsman tem mandato de 1 ano, renovável por mais 3, para criticar o jornal, ouvir os leitores e comentar, aos domingos, o noticiário da mídia
    Fale com a Ombudsmanombudsman@grupofolha.com.br / tel. 0800-015 9000

    14/09/2015

    José Serra detona Alckmin

    Há, na denúncia que a Folha publicou ontem, as digitais do José Serra. É o mesmo tipo de denúncia que fez o Mauro Chaves no Estadão: “Pó pará, governador”, para detonar o então concorrente do Serra dentro do PSDB.  Se isso tudo já é muito, não é tudo. Não foi muito diferente do Caso Lunus, não é? Este é o método José Serra de detonar potenciais concorrentes.

    Consegues imaginar o que faria José Serra com o poder de Presidente?!

    E então Alckmin pôs meio milhão na “Caviar Lifestyle” de João Doria. Por Kiko Nogueira

    Postado em 13 set 2015 – por : Kiko Nogueira

    Eles

    Eles

    Caviar Lifestyle.

    Conhece?

    Oficialmente, é uma revista lançada em agosto. Fala de “gastronomia e luxo elevados à máxima potência”. Nada?

    Pois deveria. O governo paulista colocou mais de 500 mil reais em anúncios na Caviar Lifestyle, da editora de João Doria Jr. A publicação, como todas as do grupo de Doria, não é auditada. A circulação alegada, nesse caso, é de 40 mil exemplares.

    Não que signifique alguma coisa, mas é mais do que a Playboy vende em banca.

    A Caviar é distribuída nos eventos do grupo Lide, de Doria. O número é inflado, como é inflado o ego do dono. O PSDB tem dois nomes fortes para disputar a prefeitura paulistana em 2016: Andrea Matarazzo, da turma de Serra, e João Doria, homem de Alckmin.

    A relação de ambos é um poço de conflito de interesses e o dinheiro que circula é apenas o sintoma mais evidente. No primeiro trimestre, JD organizou dois eventos em Nova York: um jantar em torno de Fernando Henrique Cardoso (ele ganhou o prêmio “Person of the Year”) e um café da manhã para Geraldo.

    Na ocasião, Alckmin teve a oportunidade de “vender” o estado. Por que nos EUA?, você há de perguntar. Jamais saberemos a resposta. Em tese, deveria haver empresários americanos.

    O Harvard Club, porém, só tinha brasileiros, com exceção de um ou outro diplomata. De acordo com uma matéria lambe botas do site Glamurama, “as mesas eram batizadas com nomes dos patrocinadores do evento, superconcorrido. Pequenos discursos de dois minutos foram feitos por Rubens Ometto, da Cosan, João Carlos Brega, presidente da Whirlpool, Carlos Terepins, da Even, Zeco Auriemo, da JHSF, Fabricio Bloisi, da Movile, José Luís Cutrale, da fábrica que leva seu sobrenome, Sylvia Coutinho, da UBS, e Luiz Furlan, da BRF, entre outros.”

    O governo Alckmin não acha necessário prestar contas à sociedade. (Eu espero há mais de uma semana uma resposta da secretaria de saúde sobre a censura ao DCM num dos maiores hospitais da rede estadual, o Pérola Byington. A ordem “partiu de cima”, contou uma diretora. A alegação oficial do assessor Gabriel Costa é que eles estão “apurando o caso”.)

    O único interesse público atendido nos convescotes armados por João Doria Jr em torno de Geraldo Alckmin é o dos dois senhores.

    Doria já tem, ao menos, um novo trunfo para sua campanha: é o sujeito que conseguiu meio milhão para uma piada denominada “Caviar Lifestyle”. Imagine o que eles não farão juntos em SP.

    O lançamento da Caviar Lifestyle foi um sucesso

    O lançamento da Caviar Lifestyle foi um sucesso

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    Sobre o Autor

    Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

    Diário do Centro do Mundo » E então Alckmin pôs meio milhão na “Caviar Lifestyle” de João Doria. Por Kiko Nogueira

    Corrupção Padrão FIFA? O PSDB tem!

    Se a ligação direta, como faz Geraldo Alckmin, já é um jogo sujo, pior ainda é o finanCIAmento cruzado. São os tais de patrocinadores ideológicos. Eles investem em publicidade nos assoCIAdos do Instituto Millenium para que estes se encarreguem de patrocinar a bandidagem. Eu até diria que, no jogo político os partidos “têm direito” a métodos heterodoxos. É do jogo de forças. O que não se admite é que a imprensa e o judiciário compactuem e atuem com os mesmos métodos. Aí vira lumpenjornalismo e inJustiça.

    Por exemplo, a RBS ainda existiria sem o patrocínio dos parceiros da Agenda 2020? João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo del Nero existiriam sem a participação da CBF na Rede Globo?

    A distribuição das milhares de assinaturas de Veja, Folha, Estadão tem o mesmo sentido da distribuição de estatuetas pela Rede Globo. Pode mudar o objeto, o objetivo final é o mesmo: a captura. Por exemplo, FHC foi captura pela Rede Globo via Miriam Dutra. Para que serviam aqueles R$ 70 mil que Fernando Gouveia recebia?

    O que é mais espantoso nestes golpistas do CANSEI é que são mais sujos que pau de galinheiro. Então é com este tipo de gente que a direita quer melhorar o Brasil? Não. Eles querem tirar a Dilma, botar um Rodrigo de Grandis na PGR, ou Geraldo Brindeiro, encontrar um novo Gilmar Mendes para o STF e continuar fazendo o que sempre fizeram antes dos governos republicados do Lula e Dilma. O déficit civilizatório desta gente só não é repudiada por quem compartilha dos mesmos métodos. Os midiotas da Marcha dos Zumbis só fazem por segui-los, bovinamente!

    O tucano de estimação de Alckmin é o maior “blogueiro sujo” do Brasil?

    Por Fernando Brito · 13/09/2015

    caviar

    Já sei o que vou propor no próximo encontro do Centro de Mídia Alternativa Barão de Itararé.

    Vou sugerir  a eleição de João Dória Júnior, candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, como nosso presidente honorário (com o devido perdão pelo uso do adjetivo).

    Assim, paramos de sofrer com dois problemas: sermos acusados de enriquecer (pausa para gargalhar) com anúncios do governo e com a escassez completa de anunciantes, que abundam nas publicações do promoter Dória e seus eventos “papa-fina” em Comandatuba.

    fotodoriaNão seríamos acusados de favorecimento político, pois  tudo seria totalmente impessoal e “técnico”, pois nada tem a ver com a sustentação tucana da candidatura de Dória à Prefeitura de São Paulo, como você pode ver na foto do seu twitter, sob o modesto apelo de que é “um time forte para uma nova história”. (Depois do estrondoso sucesso como chefe da delegação da Seleção Brasileira na Copa América, Dória não devia usar a palavra “time”, não é?).

    E vai ser uma eleição merecida pelos “blogueiros sujos”, que – mesmo quando arrumamos um anunciozinho, perto dele somos uns “porqueras”. Pois, como mostra hoje reportagem da Folha – daquelas do tipo “uma no cravo, trinta na ferradura” – Dória “papou” R$ 501 mil por um anúncio na revista (repare o nome) Caviar Lyfestyle, publicação “doriana”,  para ressaltar a importância da água.

    Não, não é da água Perrier. É daquela que falta nas torneiras paulistas e que vem branquinha de cloro na hora em que volta.

    Estou pensando em fechar o Tijolaço e abrir o Feijão&Arroz Lifestyle e ver se Alckmin me dá um anúncio destes.

    Afinal, o Tijolaço tem mais acessos até o meio-dia de cada uma das voltas que a Terra dá do que a Caviar Lifestyle tem em um ano, que é a periodicidade das edições. Ou seja, nem tem custos fixos, é montada à base de frilas e de tarefa

    Nem precisa ser de R$ 500 mil, não, com R$ 5 mil eu já “lamberia os beiços”.

    E faço todo dia um “publieditorial” sobre as obras de Alckmin para o abastecimento hídrico de São Paulo.

    É tão pouco que não vai dar quase trabalho.

    doria1Já prometo, para o primeiro número, um especial sobre as gambiarras instaladas para chupar o fundo lamacento das represas.

    Ou será que Alckmin preferiria uma “reportagem” mostrando que apesar dos temporais de setembro, São Paulo está com menos água que há um mês? Que o maior dos reservatórios, o Jaguari-Jacareí, estava, em 11 de setembro de 2014 com um nível de 816,94  metros  e anteontem estava  a 810, 79 metros,  seis metros abaixo?

    Tudo ilustrado com o lamaçal que se tornou o  Cantareira, ou com os tocos secos que brotam das represas do Alto Tietê.

    Se quiser, ainda dou de brinde uma promoção, para os leitores escolherem qual o dirigente paulista que merece integrar o Hall of ‘Lame’: o próprio Governador, a ex-presidente da Sabesp Dilma Pena, ou aquele diretor da empresa que disse para o pessoal ir tomar banho em Santos…

    E não vou ser ingrato com meu inspirador. Ofereço, pela ideia que me deu Dória Jr., anúncios gratuitos de cada uma de suas dez empresas, as nove do quadro aí ao lado e mais a Dória Associados. que não parece nesta lista da Junta Comercial do Estado de São Paulo.

    Todas dele e dele mesmo, com a participação – em várias delas – da Max Marketing e Produções, da qual é o único sócio  e que desde 1990 sofre alterações na sua finalidade que só mesmo um gênio de ecletismo seria capaz de realizar.

    Já registrou na Junta Comercial, desde então, que a empresa se destinava à compra e venda de imóveis, auditorias financeiras, serviços de advocacia, consultoria, publicidade, editoração  de livros e manuais científicos, didáticos, literários, etc, atividades de rádio,atividades de televisão aberta, gestão de propriedades imobiliárias e até mesmo uma curiosíssima, objeto de alteração contratual registrada na Jucesp em 16 de maio de 1997:

    “Alteração da atividade econômica/ Objeto Social da Sede para comércio varejista de produtos saneantes domissanitários”.

    Prova maior de que tudo deve ser “limpinho” não poderia haver.

    O tucano de estimação de Alckmin é o maior “blogueiro sujo” do Brasil?TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    05/09/2015

    Agenda 2020 da RBS

    zelotesLasier Martins é o projeto da RBS para o Piratini em 2020. À moda Cosa Nostra, a RBS utilizou o braço da Rádio Gaúcha para levar o pitt bull a pastorear sua manada de bovinos pelo interior do RS. Não bastava ter uma Ana Amélia Lemos no PP gaúcho, a RBS também precisa de uma sigla de aluguel. Foi Vieira da Cunha que entregou a barriga de aluguel para que a RBS pudesse parir outro senador. Assim, a RBS é o único grupo de comunicação que não precisa de intermediários, já tem só pra si dois senadores. Por pouco não conseguiu emplacar a Miss Lagoa Vermelha no Piratini. Não funcionou, então montou o plano B e emplacou o Tiririca da Serra. A estratégia foi criminalizar o PT e Tarso Genro. Poderia ser qualquer um menos alguém do PT. Por quê a RBS tem tanto medo do PT? Claro, o sonho da RBS é ter alguém que lhe entregue, seja em marketing ou facilidades públicas aos finanCIAdores ideológicos, uma CRT a cada quatro anos.

    A parceria da RBS com prefeituras do interior, mediante o finanCIAmento de parceiros ideológicos, explica porque o RS está muito atrás de Santa Catarina. Outra explicação está na presença do latifúndio no RS. Em Santa Catarina impera a pequena propriedade.

    O atraso gaúcho atende pela união do lumpempresariado  com o lumpenjornalismo. Em que outro estado um grupo de jornalismo criminalizaria um governo que “ousasse” criar uma Universidade Estadual? Olívio Dutra foi diabolizado pela RBS.

    Claro, contou com meninos de aluguel, que se venderam pois dois minutos de presença, ao vivo, no Jornal Nacional. Vieira da CUnha, que pelo sobrenome não se perca, alugou seu PDT em troca do acobertamento da RBS. Hoje é Secretário, da cota da RBS,  de Educação. Não é sem motivos que a RBS faz vistas grossas ao abandono de Porto Alegre por José Fortunati. Assim, a RBS mediante seus muitos braços mafiomidiáticos detém dois senadores (Ana Amélia & Lasier), um ventríloquo no governo do Estado, um estafeta na Secretaria de Educação, e um palerma de Prefeito de Porto Alegre.

    Só os midiotas não entendem. Para entender bastaria ver quem são os que estão na Lista Falciani do HSBC, no CARF, na Operação Zelotes, Operação Rodin, Operação Pavlova. Por que, vira e mexe, o Gerdau é figura presente para ditar o que é bom ou ruim para o Estado? Será porque o Gerdau, como a RBS, tem interesse no CARF?! Por que eles não param de lorotas, deixem de sonegação e paguem em dia os impostos?!

    E ainda há quem não entenda porque o RS está tão mal.

    Um relato sobre a misteriosa Agenda 2020

    Postado por Juremir em 24 de agosto de 2015

    Há nomes que surgem do nada e começam a ter grande influência nos bastidores da administração pública formulando sugestões de políticas que vão se fixando como entidades misteriosas. Por toda parte, ouve-se falar na tal Agenda 2020. De onde surgiu? O que é? Em princípio, é a plataforma de um grupo de empresários que busca implementar Estado mínimo, apostar em políticas de incentivos fiscais para empresas e fazer lobby para os seus amplos interesses. Recebi um interessante e-mail de sobre a Agenda 2020 de uma fonte que não pode ter o seu nome divulgado por medo de sofrer represálias muito óbvias.

    Uma fonte entranhada.

    “Existe uma empresa que é onde funciona a Agenda 2020, a Polo RS, coordenada por Ronald Krumenauer, e os projetos dela são mantidos por colaboração dos voluntários da Agenda, voluntários esses todos empresários de alta classe do Estado. O que sempre me chamou atenção foi o fato de que a Agenda não tinha nenhuma atividade específica. Mesmo assim eles mantém um corpo de funcionários até pequeno, mesmo assim nunca vi um lugar onde o dinheiro saia de forma tão fácil. A atividade principal deles foram os Debates RS, onde visitavam diversas cidades a apresentaram sua agenda junto com o senador Lasier Martins a equipe da Rádio Gaúcha. Outro fato interessante se refere à sugestão de uma pauta sobre sonegação de impostos, já que sempre escutei discursos indignados contra os impostos no Brasil. A resposta foi bastante clara de porque aquela pauta não deveria ser levantada: ‘Tu queres pegar mais da metade do conselho da Polo’. O presidente da Agenda 2020 é uma figura meramente figurativa, quase nunca aparece no local e nas poucas vezes que vai fica menos de 10 minutos no local em conversa reservada com Ronald. Bom há outras questões sobre a Agenda que podemos levantar, especialmente de onde vem o dinheiro que sustenta aquela estrutura, já que o escritório está localizado em uma região muito cara da cidade, sem contar os gastos com pessoal, viagens e etc”.

    A Agenda 2020 é parceira da RBS.

    Nada de irregular. Só desconhecido do público mais amplo. O time da Polo é pesado.

    Esta notícia, recuperada na Internet, dá uma ideia da densidade econômica do pessoal e da sua capacidade de influência: “Conselheiros e associados da Polo RS – Agência de Desenvolvimento, reunidos nesta segunda-feira, dia 19 de agosto, em Porto Alegre, elegeram o empresário Humberto César Busnello como o novo presidente do Conselho de Administração da entidade, período 2013/2015. O encontro foi liderado por Bolivar Baldisserotto Moura, presidente do conselho da Polo RS entre 2007 e 2013. A reunião contou com os conselheiros Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau), Heitor Müller (Fiergs), Zildo De Marchi (Fecomércio), Ricardo Russowsky (Federasul), Paulo Vanzetto Garcia (Sinduscon), José Eduardo Cidade (Walmart) e Vagner Calvetti (Ipiranga), Anton Karl Biedermann e as presenças de Renato Gasparetto e Luiz Carlos Bohn”. Tropa de choque.

    Eleito, Busnello declarou: “Vamos intensificar nosso relacionamento com o Executivo, com Legislativo e o Judiciário. Temos estudos e propostas sobre o futuro do Rio Grande do Sul que precisamos apresentar a todos os gaúchos”.

    Apresentou-as a Sartori.

    Será que o máximo de gaúchos quer o Estado mínimo?

    Juremir Machado da Silva – Blogs – página 3 – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

    03/09/2015

    Encontradas as digitais dos grupos mafiomidiáticos

    millor imprensa brasileiraROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, na FOLHA

    De quem é a culpa?

    O mea-culpa de Dilma deveria ter começado pela oposição, pelo Congresso e pela mídia, também responsáveis pela recessão que vive o país

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso candidamente sugeriu à presidente Dilma Rousseff que tenha "a grandeza de renunciar" –ainda que defenda agora que sua fala tenha sido mal interpretada.

    As razões para a renúncia seriam o declínio de sua popularidade, a recessão e consequente queda de governabilidade. Esquece-se o ex-presidente de que já esteve em posição idêntica com dificuldades iguais, e não renunciou.

    Todavia, o que melhor evidencia a sua pequenez como homem público e como intelectual é a falta de originalidade, pois sua proposta não é nada mais que um plágio impudente, para não dizer descarado, do que lhe foi referido pelo ex-presidente Lula quando lamentou que o então presidente FHC não tivesse tido a grandeza de renunciar.

    De fato, é verdade que o Brasil está com grandes dificuldades no setor econômico e que há problemas sérios de governabilidade e que, em parte, esta condição é de responsabilidade da atual administração que, como reconheceu recentemente a presidente Dilma, deve-se em parte à demora com que o governo percebeu a gravidade da situação.

    Pois bem, aproveitando-se das dificuldades, membros do PSDB, do DEM e outros partidos da oposição, em consonância com a grande mídia escrita, falada e televisada, exigiram um reconhecimento explícito da presidente Dilma de responsabilidade pela crise, uma espécie de mea-culpa.

    É, portanto, indispensável que antes de culparmos alguém verifiquemos quem são os verdadeiros culpados e quais os mecanismos que foram necessários para que acontecesse esse particular debacle econômico e político.

    Façamos como o famoso detetive Sherlock Holmes. Quais seriam as razões principais para os problemas que enfrentamos na economia e na política nacionais.

    1) A recessão mundial com a preponderância da China, que vem reduzindo suas compras de produtos brasileiros nestes últimos anos. Desse e de outros países não podemos cobrar uma mea-culpa por razões óbvias. Acho que não há economista decente que não concorde com essa escolha. Talvez até José Serra.

    2) O "mensalão" e as revelações da Operação Lava Jato, pois desmoralizam o PT e suas administrações.

    3) A voracidade pelo poder e pelo dinheiro e os despudorados métodos de chantagem da maioria dos membros do nosso infeliz Congresso Nacional, capitaneada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, discípulo e apaniguado de Paulo César Farias.

    4) A campanha colérica, apoplética, vociferante da oposição.

    5) A obsessão dos meios de comunicação, da mídia elitista pelo debacle do poder político alcançado pelo operariado, pela plebe.

    Ora, parece haver consenso de que a recessão é em grande medida resultado da falta de investimento como consequência da derrocada da confiança do cidadão e do capital no futuro do país.

    Há, portanto, uma culpa compartilhada pela oposição, pelo Congresso, pela administração do PT e pela grande mídia por essa recessão em que se encontra o país. O mea-culpa deve começar por aqueles que dos outros estão a exigi-la.

    ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 84, físico, é professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia e do Conselho Editorial da Folha

    Anastásia: “podemos tirar, se achar melhor”

    JB Estatueta GloboQuando o suspeito é adversário do PT, Lula e Dilma, nem confessando vai preso. Há casos em que o corruptor admite, mas o corrompido continua gozando de imunidade. O exemplo mais notório, porque atual, é Robson Marinho. Nestas horas surgem aqueles papos “não vem ao caso”, “podemos tirar, se achar melhor”, “foi feito pra isso, sim”, a “literatura jurídica me permite”. Quando o suspeito é a cunhada do Vaccari, primeiro vai presa, depois verificam se era ela mesma ou outra pessoa.

    O cuidado jornalístico é levado ao extremo para não ferir suscetibilidades. Não se acusa, e a linguagem é sempre na condicional. Se por do PT, a primeira palavra é Petralha. Se é do PSDB, mesmo sendo canalha, não vem ao caso.

    Diante desta seletividade canhestra não basta insistir aos poderes para levarem ao cabo as investigações. Como o julgamento começa por meio dos AssoCIAdos do Instituto Millenium, a única forma de mudarmos este quadro é redirecionarmos as baterias contra as cinco famiglias: Civita, Mesquita, Frias, Marinho & Sirotsky. São elas que ditam a pauta da PF, MPF e Judiciário.

    A Cosa Nostra tem uma forma de auto reconhecer, entre eles se cumprimentam com um beijo. A Rede Globo aperfeiçoou os métodos da Cosa Nostra, evoluiu da captura mediante a gravides de uma funcionária (Miriam Dutra) para a entrega de estatuetas.

    PETROLÃO

    PF reivindica continuação de apuração sobre tucano

    Em ofício ao STF, Polícia Federal diz ter novidades sobre o caso Anastasia

    Solicitação foi feita logo após o procurador Janot pedir arquivamento; PF cita um e-mail enviado ao gabinete de Dilma

    RUBENS VALENTEMÁRCIO FALCÃO, DE BRASÍLIA, para a FOLHA

    A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal o prosseguimento das investigações sobre o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), ao contrário do que havia decidido o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

    Em ofício na terça (1º) ao relator do caso no STF, Teori Zavascki, a PF apontou ter recebido novas informações que não eram de conhecimento de Janot quando o chefe do Ministério Público fez seu pedido de arquivamento.

    A Polícia Federal ressaltou que os dados não são conclusivos, mas que as dúvidas precisam ser esgotadas.

    Segundo a PF, a principal novidade do caso é um e-mail, acompanhado de anexos, enviado em janeiro por uma moradora de Minas Gerais ao Gabinete Pessoal da presidente Dilma Rousseff.

    A Presidência, no mesmo mês, reenviou a informação, classificada como "correspondência de cidadã", ao Ministério da Justiça, que a encaminhou à PF para averiguação.

    O e-mail aponta qual seria a casa de Belo Horizonte em que o policial federal Jayme Oliveira Filho, o Careca, homem ligado ao doleiro Alberto Youssef, teria entregue R$ 1 milhão, em 2010.

    Inicialmente, Careca não soube dizer para qual político entregou o dinheiro. Depois, quando a polícia exibiu uma foto de Anastasia, ele disse que a pessoa era "muito parecida" com o senador.

    Youssef não confirmou a informação e, em depoimentos posteriores, Careca permaneceu em silêncio.

    A mensagem eletrônica foi objeto de um relatório da PF de Minas, também agora anexado aos autos. Os policiais concluíram pela "compatibilidade entre a narrativa de Jayme e o endereço indicado" na comunicação à Presidência.

    O e-mail e o resultado do trabalho de checagem da PF só chegaram no último dia 25 ao grupo de trabalho montado pela PF em Brasília para tocar os inquéritos que apuram envolvimento de autoridades com foro privilegiado no caso Lava Jato, dois dias antes do parecer de Janot.

    Em 27 de agosto, Janot solicitou a Teori o arquivamento do inquérito, sob o argumento de que não havia elementos mínimos que justificassem a continuidade da apuração. O pedido ainda está sendo analisado por Teori –os ministros do STF têm adotado como norma confirmar o arquivamento do inquérito quando o pedido é feito pelo procurador-geral.

    Após o novo pedido da PF, Teori enviou os autos à PGR, para manifestação.

    26/08/2015

    Jornalismo “podemos tirar se achar melhor”

    aecio youssef globoVolta à cena a máxima do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada”. Coordenados pela Rede Globo, via Instituto Millenium, as empresas que vivem do negócio das informações, amanheceram retumbando uma ausência: Aécio Neves.

     

    Ontem, todos os portais registraram a fala do mega ladrão, Alberto Youssef, acusando Aécio de ser receptor de propinas desde os tempos da Lista de Furnas. Hoje, todos os assoCIAdos do Instituto Millenium esconderam o nome que até o pó daquele helipóptero sabe que o sobrenome verdadeiro é CUnha.

    Não se trata de uma exclusividade dos grupos mafiomidiáticos brasileiros. A própria Reuters inaugurou o “podemos tirar, se achar melhor”.  Aliás, o deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, acredita piamente que o mesmo acontece no Poder Judiciário. Sempre que envolve denúncias de qualquer tipo, o grande ausente é sempre o PSDB. Até nos vazamentos. Os hidráulicos sabem que pode vazar inocentes, só não podem vazar o esgoto do PSDB.

    Toda sociedade, inclusive os habitantes de Plutão, sabe que, em relação ao PSDB, as instituições utilizam apenas a Lei Rubens Ricúpero: “escondem o que é ruim, mostram só o que é bom”.

    UOL tira o nome de Aécio de título que o associa a propina

    Postado em 26 de agosto de 2015 às 6:52 am

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    O nome de Aécio foi suprimido num texto do uol em que Youssef reafirma que o senador tinha um mensalão em Furnas.

    Mas alguém fotografou o texto antes e depois, e a foto viralizou.

    Diário do Centro do Mundo » UOL tira o nome de Aécio de título que o associa a propina

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