Ficha Corrida

15/11/2016

Quem é mais escroto: o hiPÓcrita ou o capacho?!

A manipulação dos grupos mafiomidiáticos só existe porque há uma pequena parcela da sociedade, aquela com poder e beneficiária da manipulação, vive em total simbiose com a manipulação. Nunca é demais lembrar do Escândalo da Parabólica, quando Rubens Ricúpero e Carlos Monforte, revelaram o verdadeiro caráter das relações da Rede Globo para a eleição de FHC. O silêncio ensurdecedor da velha mídia a respeito dos 450 kg de cocaína no heliPÓptero, sobre a sonegação na Lista Falciani do HSBC, dos lavadores do Panama Papers ou dos sonegadores da Operação Zelotes, para não dizer do silêncio sobre os 23 milhões que o Tarja Preta recebeu em conta na Suíça, diz muito a respeito do lado a que se perfilam.

13 SalarioCada dia fica mais claro os reais motivos por traz do sucateamento da educação via PEC 241. Só pessoas com baixo nível de instrução se deixa conduzir bovinamente por tudo o que os grupos mafiomidiáticos dizem. Baixo nível de instrução principalmente daqueles que, tendo diploma de curso superior, não tem a menor capacidade de discernimento. A meritocracia, cantada em prosa e verso pelas cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) foi recentemente revelada por um pais que pagou 190 mil para ver se a filha passava no vestibular pra Medicina.

Ora, sempre foi assim. Quantos diplomas podem ter sido ser comprados por quem ostenta curso superior mas não conseguem distinguir alhos de bugalhos? Há muitas universidades que é mais fácil entrar do que sair. Quem não conhece uma? Por isso, a questão não é apenas de acesso ao curso superior, mas de qualidade de ensino. A baixa remuneração dos professores é um entrave para uma boa qualidade de ensino. Como se isso não bastasse, a moda agora é evitar o debate, a discussão política. Claro, quem detém o monopólio da informação se acha ameaçado diante de pessoas que pensam, questionam.

Recentemente o Colégio João XXIII de Porto Alegre sofreu ataques por parte de alguns pais de alunos porque os professores resolveram seguir o sindicato da categoria e se posicionaram contra a PEC 241. Aí eu me pergunto: o que estes pais queriam que os professores fizessem? Ficassem calados, claro.

Se não existissem os que quebram paradigmas, a escravidão teria continuado até hoje. Era lei, quem desobedecia era punido. Quando foi criado, o jornal o Globo disse que o 13º seria uma tragédia. Não porque fosse, mas porque ser contra qualquer tipo de benefício é um dogma do qual quem detém o poder não quer abrir mão.

Se as pessoas não perceberem o quanto são manipulados pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium de nada adianta diploma de curso superior. Até porque inteligência não se compra, se adquire com o uso dos próprios neurônios.

Ao admitir que “Roda Viva” faz “propaganda” dele, Temer deu mais um motivo para não assistir. Por Kiko Nogueira

Postado em 14 Nov 2016 – por : Kiko Nogueira

Michel Temer prestou um favor aos brasileiros que estavam em dúvida se deveriam assistir ao Roda Viva com ele.

Ele cometeu um ato falho diante do jornalista Willian Corrêa, que entrou ao vivo no Facebook, inexplicavelmente animadíssimo, após a gravação da entrevista.

— Presidente, eu sei que deveria pedir permissão para sua assessoria, mas é pra registrar que o senhor é gente como a gente. O que o senhor achou? Nós fomos muito virolentos (sic) ou não?

— A virolência (sic) nessas coisas é importante. Eu pude em uma hora e meia dizer o que o governo está fazendo. Cumprimento vocês por mais esta propaganda.

Corrêa seguiu adiante, numa boa.

O âncora do Jornal da Cultura passeava pelo Palácio do Planalto, serelepe. Cometeu um dos vídeos de bastidores mais constrangedoramente reveladores das última décadas.

Parou em Eliane Cantanhêde, num determinado momento.

— Ele foi muito bem. Muito equilibrado e muito afirmativo. Não recusou nenhuma pergunta. Ele está escrevendo um romance. E olha, cá pra nós, aqui baixinho, que ninguém nos ouça: de romance o presidente entende, hem?

Eliane fica devendo uma explicação sobre a pegadinha Didi Mocó. Ele podia ter recusado alguma questão? O romance é com Marcela? Ela quer dizer que Temer é romântico? É com você, Lombardi.

O DCM entrevistou Dilma Rousseff três vezes, uma delas exclusiva, e Lula uma vez. Em nenhuma dessas ocasiões houve qualquer sugestão de assuntos que deveriam ser evitados ou algo do gênero.

Se houvesse, não teríamos participado.

Lula e Dilma falaram do que estava na ordem do dia — dos escândalos de corrupção do PT à escolha de Temer para vice, por exemplo. Fomos acusados de ser chapa branca por grande parte da mídia chapa branca, que enxerga tudo como ela.

O Michel pós golpe é um desastre, mas pelo menos foi honesto ao alertar as pessoas sobre a natureza desse tipo de programa. É propaganda, mané.

De quebra, deu mais uma razão para ver “Homeland” na Netflix.

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Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo Ao admitir que "Roda Viva" faz "propaganda" dele, Temer deu mais um motivo para não assistir. Por Kiko Nogueira

11/07/2015

Quem é o bandido oculto da frase: “PSDB pagou apresentadores de TV”?

Responda rápido: Quem é o sujeito oculto do título: “PSDB pagou apresentadores de TV”? Não há nada de oculto. O sujeito está tão às claras que criou um instituto para administrar o golpe: Instituto Millenium. É ele o sujeito oculto por trás do modus operandi da velha mídia. Um dia já se chamou IBAD, noutro IPES, agora é Millenium, um nome roubado a um puteiro de São Paulo. Fazem parte dele todos os que estiveram promovendo o golpe de 1964, seja por editorial, seja participando mediante empréstimo de peruas ou mesmo assistindo as sessões de tortura, estupro e morte nos porões do DOI-CODI. Só quem não viu ou não quer ver é o PT e os partidos de esquerda. Me dá ânsia de vômito quando lembro que Maria do Rosário subiu à tribuna do Congresso para homenagear a RBS. Ou é fruto da ignorância ou da má-fé. Como você pode homenagear quem estuprou a democracia e refestelou-se com ditadores?

Há, no PT, um grupo de políticos que surfou na moda de ser petista enquanto isso era popular. Nas dificuldades, ao invés de buscar o enfrentamento, busca outros partidos. São os Maria vai com as outras. Este tipo de covardia não exclusividade do PT. Há surfistas em todos os partidos. Mas os que ficam deveriam honrar a escolha e fazer o enfrentamento necessário. As dificuldades atuais decorrem da pura omissão. O fascismo cresce porque não se fez o bom combate, seja no nascedouro, os velhos grupos mafiomidiáticos, seja no contraponto social. O ovo da serpente midiática foi a marcha dos zumbis. O que fizeram as esquerdas? Deram guarida ao movimento conservador pensando fazer parte dele. Os ovos descascaram e as serpentes hoje dominam a Câmara e o Congresso.

Mesmo quando a mídia vaza, como fez a Folha, em editorial, que o PSDB se protege via conivência do Poder Judiciário, ou os R$ 70 mil reais pagos por Geraldo Alckmin para jornalistas demonizarem o PT e seus principais representantes, ainda assim os representantes do PT no Congresso parecem anestesiados, inebriados. Aécio bebe mas são os deputados do PT que parecem bêbados.

De nada adianta sabermos da lição do Barão de Itararé de que quem se vende sempre recebe mais do que vale se não reagirmos os vendidos.

A lassidão política do PT faz lembrar um famoso trecho de um pastor alemão da época em que o nazismo florescia, Martin Niemöller :"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse".

O sujeito oculto, bandido por excelência, da frase que serve de título, é todo aquele que se compraz com o fascismo destilado pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium!

PSDB pagou apresentadores de TV

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Vejam que lindo!
Que romântico!
Apresentadores de TV receberam dinheiro do governo FHC para defenderem a… privatização!
Ou seja, o povo brasileiro, além de emprestar dinheiro para os que compraram nossas estatais (via BNDES, na era tucana), além de vender nossas estatais a preço de banana, ainda pagou também para que apresentadores de TV, já super ricos, fizessem propaganda contra as empresas do povo.
Deu para entender?
Por outro lado, isso prova uma coisa. A estratégia dos tucanos para venderem nossas estatais a qualquer custo foi podre, mas ao menos mostra que eles tinham consciência aguda da necessidade de construir consensos mínimos na opinião público.
Estavam atentos à questão da comunicação, como deveria estar qualquer governo, de direita ou esquerda.
Agora, imagine se o Chávez, Lula ou Dilma fizessem algo parecido? Os apresentadores seriam destroçados moralmente, e a estratégia seria tratada como algo abaixo do "abjeto".
Mas como foram os tucanos que fizeram, então pode.



A dica é do twitter do Cristovão Feil.

Altamiro Borges: PSDB pagou apresentadores de TV

04/07/2015

Veja como funciona o finanCIAmento ideológico

Desde o chamamento para a ditadura, a cobertura da ditadura, em todos os sentidos, o prazer com as torturas e os estupros da ditadura, os lucros com a corrupção na ditadura. É mais fácil encontrar provas da participação da Folha & Globo na tortura e estupro de presos políticos que gens de FHC num exame de DNA no filho da amante, Miriam Dutra. Lembremos, assim como a Rede Globo e a Folha se assoCIAram para criarem o jornal Valor, também se assoCIAram para convocarem a manada amestrada para derrubar Dilma. Como a Folha e suas peruas foram partícipes da ditadura, a Folha acha por bem chamar ditadura de ditabranda.

Do gerente comercial do DCM ao Fernando Rodrigues: uma carta aberta

Postado em 03 jul 2015 – por : Emir Ruivo

Eles querem tudo para eles

Eles querem tudo para eles

Fernando, tudo bem?

Sou gerente comercial do DCM e escrevo a você acerca da matéria em que nós somos citados. Gostaria de esclarecer algumas questões, bem como questionar outras.

Primeiro, gostaria de dizer que os números de audiência da Nielsen/Ibope estão errados. Simples: a contagem é feita com painelistas (pessoas que têm um painel da Nielsen), uma forma semelhante com que a Comscore e o Ibope (TV) trabalham. Isso é tratado erradamente há décadas pelo mercado como medição. Isso é projeção. Projeta-se um número, que é uma base de cálculo mais ou menos honesta.

A diferença do Ibope da TV e da internet é que na internet, os painelistas não são necessariamente divididos por faixa etária, renda, instrução, localização como mandam as boas práticas da pesquisa. É só querer ser painelista. Tente lá. É fácil. Também várias dessas ferramentas também não contam internet móvel, e isso significa metade da nossa audiência hoje.

Medição é o que nós fazemos aqui, em que cada visitante é contado. Os números de WordPress Stats e Google Analytics são quase idênticos, o que nos deixa bastante tranquilos em relação à veracidade desta medição. Este mês, deu 3,5 milhões de visitantes únicos. Veja bem: sem sites acoplados, sem “belas da torcida”, sem conteúdo erótico.

O DCM é um site de esquerda, e ninguém esconde isso. É um site que apoiou Dilma Rousseff no segundo turno, é verdade, mas tanto quanto apoio Luciana Genro no primeiro. É um site ligado a uma visão, não a um partido. Isso, com todas as críticas que possa pertinentemente vir a receber.

Me chateia é você escrever sobre nós sem sequer nos procurar. Meu telefone, ao contrário do seu, está no mídia kit, que pode facilmente ser baixado no site. Eu poderia ter dado tanta informação (se é que era isso que interessava).

Por exemplo, está errado dizer que nós simplesmente recebemos menos publicidade oficial e essa é a razão de estarmos abaixo da média. Não é verdade. Nós também praticamos um CPM muito competitivo. Se o UOL abrir seus números, eu abro os meus, mas já aposto um carregamento de sorvete que o nosso CPM final é mais baixo que o do UOL.

Quanto aos critérios técnicos, algumas empresas estatais seguem, eu poderia dizer que tenho certeza. Outras não, também digo com muita segurança. Todas dizem que seguem, e nada me deixa mais triste do que quando olham nos meus olhos e dizem que o DCM não entrou numa campanha por critérios técnicos quando eu sei e todos ali sabem que é mentira.

Mas garanto duas coisas. A primeira e mais importante é que, se fossem seguidos exclusivamente critérios técnicos, o DCM teria recebido muito mais publicidade. Se alguma manobra houve com o DCM, foi negativa – e não duvido que o UOL tenha ficado com alguma parte do quinhão que seria do DCM.

A outra é que os critérios técnicos do Governo Federal, com todos os seus problemas, são melhores, muito melhores que a de qualquer outro governo. Já tentou vender mídia a critério técnico para o governo do Estado de São Paulo? Nossa audiência em São Paulo é grande para caramba. Sabe quanto eu consegui vender pra SP? Zero.

Eu sei que seu texto mantém um tom sóbrio e neutro, mas você conhece as implicações que ele pode ter.

Eu poderia fazer coro a você em um monte de coisas. Os 6 bilhões da TV Globo, isso é uma grande coisa; os 3 milhões de um site pequeno de mais para valer isso é muito menor, mas também estranho, e eu estou com você nesta. Ao mesmo tempo, poderia criticar seu trabalho no caso HSBC, sonegando uma informação importantíssima sobre os Frias. Sabe-se lá quantas outras que não passaram pelo bizarro duopólio Folha-Globo neste caso.

Por falar em bizarro duopólio, é isso que faz ser necessário investir em sites alternativos. Para ter contraponto.

A necessidade de comprar publicidade em sites alternativos se intensifica quando você nota que, por se tratarem de sites de esquerda, e portanto serem, de modo geral, anti-status-quo vigente, isso assusta o empresariado, que limita muito os investimentos nesses sites (ao contrário do que fazem nos meios que defendem os interesses desse empresariado, UOL incluso).

Os sites de direita são protegidos pela iniciativa privada. “Não gostei do que vocês escreveram sobre a Veja”. Eu já ouvi isso tentando vender publicidade a um banco. Depois abro a Veja e vejo uma página dupla desse banco.

Se você está preocupado com custo por pessoa atingida, aliás, sugiro fazer as contas com a Veja. O nosso CPM relativo e absoluto, em comparação à Veja, é mais baixo. O tal banco prefere anunciar na Veja, que defende seus interesses, a anunciar no DCM, que defende os interesses de seus funcionários.

É direito deles, claro. Eles que anunciem onde quiserem. Não o governo. O governo tem a obrigação moral de fomentar a divergência. Faz isso pouco e faz isso mal, é bom que se diga. Mas não é anunciando no UOL que vai ter sucesso com isso, e a sua iniciativa de intimidar esse investimento é uma lástima para a sociedade.

Cordialmente,

Emir Ruivo

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Sobre o Autor

Emir Ruivo é músico e produtor formado em Projeto Para Indústria Fonográfica na Point Blank London. Produziu algumas dezenas de álbuns e algumas centenas de singles. Com sua banda, Aurélios, possui dois álbuns lançados pela gravadora Atração. Seu último trabalho pode ser visto no seguinte endereço: http://www.youtube.com/watch?v=dFjmeJKiaWQ

Diário do Centro do Mundo » Do gerente comercial do DCM ao Fernando Rodrigues: uma carta aberta

19/06/2015

Folha, modus operandi

procusteToda vez que a falcatrua brota de um esquema tucano, a Folha entrega o ovo mas esconde a serpente. Se o esquema encontrado no ninho tucano fosse em algum governo petista, a manchete daria o nome do político, a filiação partidária, com acusações à Dilma, Lula, Haddad, e ainda diria se tratar de um esquema bolivariano. Como é sob o nariz da Folha, num governo que distribui milhares de assinaturas nas escolas públicas, a Folha dá o milagre mas não entrega o santo. Se dependesse dos assoCIAdos do Instituto Millenium e da Opus Dei, Geraldo Alckmin, apesar do PCC, do racionamento d’água e epidemia de dengue ainda assim seria canonizado. A PM paulista deve ter Robson Marinho de patrono para se sentir tão à vontade para, ao invés de combater bandidos, roubar o lugar deles.

E se ao invés da maioridade penal o PSDB empunhasse a bandeira da criminalização de seus bandidos? Até porque criminalizar bandidos concorrentes eles o fazem muito bem!

Toda vez que veja estampados os pesos e medidas da Folha lembro-me do bandido da mitologia grega, Procusto. Espicha ou corda segundo o interesse, que, no  caso tucano, é a aplicação da Lei Rubens Ricúpero.

É brochante ter de vir todos os dias apontar as patifarias dos representantes de 12% da população. Até porque sabemos que estes 12% só leem manchete, jamais conseguem chegar ao final do primeiro parágrafo. É por isso que não formulam, apenas grunhem. Gostaria de não precisar fazer isso, o que me daria mais tempo e liberdade para atacar Dilma e sua languidez nos braços da direita mequetrefe.

Esquema em licitações da PM foi mantido por empresas de fachada

Fraude em compras da polícia chega a R$ 10 milhões; firmas não funcionam em endereços citados

Empresas recebiam os pagamentos antes mesmo de prestarem os serviços; por ora, só um policial é investigado

REYNALDO TUROLLO JR.ROGÉRIO PAGNANDE SÃO PAULO

Um esquema de fraudes em licitações no Comando-Geral da Polícia Militar de São Paulo foi sustentado por uma rede de empresas de fachada ou com ligações entre si.

Como a Folha revelou nesta quinta (18), uma sindicância interna da PM confirmou fraudes estimadas em ao menos R$ 10 milhões em compras de itens diversos –de clipes a autopeças– e contratações de serviços, como obras e reparos, entre 2009 e 2010.

As suspeitas, por ora, recaem sobre o tenente-coronel José Afonso Adriano Filho, que admitiu parte do esquema e disse ter usado os recursos desviados para pagar contas da própria PM, jamais para enriquecimento ilícito.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do governo Geraldo Alckmin (PSDB), esse oficial, que já está na reserva, pode perder a patente e todos os seus benefícios.

O esquema, durante as gestões tucanas de José Serra e Alberto Goldman, incluía a compra de produtos que não eram entregues, o fracionamento das licitações (para escapar da fiscalização externa) e a contratação de empresas derrotadas nos certames.

FANTASMAS

A sindicância da PM, agora em poder do Ministério Público, não investigou as empresas envolvidas. A Folha visitou as supostas sedes de cinco delas, conforme os registros na Junta Comercial.

Três são residências, e os vizinhos nunca ouviram falar das firmas. Além disso, algumas já estiveram registradas no mesmo endereço de outras.

A Rogep Auto Peças, por exemplo, que recebeu R$ 1,7 milhão por peças que não foram entregues, já esteve registrada no mesmo endereço da Rali Comércio e Serviços, contratada com frequência para reparos no Comando-Geral.

Já a Construworld Materiais para Construção, que ganhou ao menos R$ 222 mil para pequenas obras e fornecimento de pisos de granito, está registrada numa casa na periferia da zona norte.

Antes, esteve registrada no mesmo endereço da Comercial das Províncias, na zona leste, firma contratada para a instalação de rede de dados.

Outra empresa sem sede é A Luta Comércio e Serviços de Equipamentos Eletrônicos –que, apesar do nome, também era contratada para pintar esquadrias de ferro e consertar a rede de esgoto. Fica numa casa em Osasco (Grande SP), onde a moradora afirmou desconhecê-la.

Conforme a documentação reunida pela sindicância da PM e obtida pela reportagem, as empresas recebiam os pagamentos antes mesmo de prestarem os serviços.

    30/05/2015

    FBI prende na Suíça bandidos brasileiros ligados a govenador do PSDB

    O Quatrilho na FIFA Fan Fest: FHC, Aécio Neves, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero

    A Folha não perde oportunidade de praticar bandijornalismo, uma espécie de prestação de serviço ao banditismo. Não fosse isso, a Folha também teria dito que José Maria Marin não é só amigo mas é “ligado” a José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Fez com e para eles campanha. Se não fosse apenas banditismo, a Folha também teria dito que o dono do helipóptero, Zezé Perrella, não foi só fornecedor de quentinhas para os presídios de Minas durante a gestão de Aécio Neves, como também com ele dividiu inúmeras vezes os camarotes do Mineirão nos jogos do Cruzeiro. Aí, sim, houve uma amizade que, de repente, para o tipo de jornalismo praticado pela Folha, numa passe de mágica, virou pó e sumiu com a menor brisa do esvoaçar das hélices. Por que a Folha nunca pôs em manchete que o dono do helicóptero com 450 kg de cocaína era ligado ao governador do PSDB? Por que a Folha tem tanto prurido em tratar do narcotráfico quando envolve figuras de suas relações políticas? Por que o narcotráfico, quando praticado por amigos dos amigos não é tratado como crime?

    Por que será que a Folha não conseguiu fazer nenhuma reportagem mostrando aos brasileiros este paulista preso pelo FBI, José Maria Marin, amigo e parceiro de tantos políticos do PSDB?!

    Por que a Folha nunca disse que o autor do famoso libelo “Pó pará, governador!”, Mauro Chaves, era amigo de José Serra?! Por que a Folha nunca associou o assassino Pimenta Neves a famiglia Mesquita, para quem prestava serviços como Diretor do Estadão quando assassinou Sandra Gomide?! Por que a Folha nunca publicou que FHC tinha como amante Miriam Dutra, jornalista da Rede Globo utilizada como isca para captura-lo? À Folha não causa espécie que um Presidente da República seja capturado mediante a chantagem de que a amante teria um filho dele?! É apenas meia verdade a declaração D. Judith Brito de que a Folha pratica a verdadeira oposição. Não, D. Judith, a Folha faz bandijornalismo. Ou alguém já leu alguma machete: Robson Marinho é ligado ao governador do PSDB?!

    A Folha não faz a mesma sorte de associação quando seus parceiros comerciais, como a Rede Globo, com quem dividido o jornal Valor Econômico, é pega sonegando ou fazendo parcerias com a FIFA, a CBF, João Havelange, Ricardo Teixeira ou J. Hawilla?! Afinal, a Folha não é também assoCIAda ao Instituto Millenium, onde divide espaço com José Hawilla os irmãos Marinho? O mesmo José Hawilla que é amigo e parceiro de FHC, José Serra e Geraldo Alckmin!

    Por que a Folha não faz manchete dizendo que é ligada, via Instituto Millenium, à famiglia Sirotsky, dona da RBS, pega, junto com a Gerdau, na Operação Zelotes? Ou que a Folha não diz que o Márcio Fortes, pego na Lista Falciani sonegando no HSBC da Suíça é não só ligado ao José Serra, Geraldo Alckmin, FHC e Aécio Neves, como também foi o operador financeiro das campanhas do PSDB?

    Por que a Folha nunca publicou manchete, por ocasião da Operação Rodin, dizendo que as pessoas presas eram ligadas à governador do PSDB? Ou que a governadora do PSDB denunciada na Operação Rodin era ligada ao Grupo RBS?

    Por que será que a Folha odeia tanto a Dilma? Não basta a Folha ter apoiado a ditadura, inclusive emprestando peruas para transportar os corpos dilacerados pelos tarados que torturavam e estupravam, de tentar nos convencer que a ditadura foi ditabranda, de ter inventado um ficha falsa para a Dilma?

    Seria porque a Dilma, ao contrário do FHC, não joga a corrupção para debaixo do tapete? Seria porque ao contrário do PSDB, que inventou Geraldo Brindeiro, o PT de Lula e Dilma não nomeiam Engavetador Geral?!

    Polícia prende empresário ligado a governador do PT

    Amigo de Fernando Pimentel é investigado por suspeita de associação criminosa

    Empresas de Benedito Oliveira receberam R$ 525 milhões por contratos com governo federal desde 2005

    RUBENS VALENTENATUZA NERYDE BRASÍLIA

    A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (29), sob suspeita de associação criminosa, um empresário ligado ao PT e ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, conhecido como Bené, cujas empresas receberam pelo menos R$ 525 milhões em contratos com o governo federal desde 2005.

    A PF também prendeu um assessor que trabalhou na campanha de Pimentel em 2014, Marcier Trombiere Moreira, e fez buscas em um apartamento em Brasília usado até o ano passado como residência da mulher de Pimentel, Carolina Oliveira. Eles se casaram em abril passado.

    Não foram divulgados os resultados das buscas no endereço da primeira-dama. Ela é próxima de Bené e montou uma empresa de comunicação, a Oli, que, segundo a revista "Época" informou em 2014, prestou serviços ao PT.

    A casa do ex-deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG) também foi alvo de buscas em Belo Horizonte.

    Investigadores do caso detectaram indícios de crime eleitoral, e é possível que parte da investigação siga para um tribunal com prerrogativa de processar autoridades com foro privilegiado.

    Indagado sobre Pimentel ser alvo da apuração, o delegado Dennis Cali afirmou que "até o momento o governador não é objeto da investigação" e "nenhum partido político" é investigado.

    Bené atua nos ramos de gráfica, publicidade e organização de eventos e manteve contratos com pelo menos dez ministérios nos últimos dez anos. Os negócios tiveram uma ascensão vertiginosa.

    Em 2005, sua Gráfica e Editora Brasil recebeu apenas R$ 400 mil na Esplanada dos Ministérios. Em seguida o faturamento explodiu, atingindo, segundo os valores apresentados pela PF, pouco mais de meio bilhão de reais desde 2005 por meio de só duas empresas, a gráfica e a Dialog.

    Levantamento da Folha indica que os principais clientes das empresas foram os ministérios da Saúde, com R$ 105 milhões, das Cidades (R$ 56 milhões) e do Desenvolvimento Social (R$ 21 milhões).

    Em 2010, Bené esteve na berlinda quando a imprensa revelou que ele pagava o aluguel de uma casa no Lago Sul usada na primeira campanha da presidente Dilma Rousseff.

    Em outubro passado, a PF apreendeu R$ 113 mil em notas de reais e dólares em um avião turboélice King Air, pertencente a Bené, que pousou em Brasília vindo de Belo Horizonte. No voo estavam Bené e Marcier Moreira, que fora assessor do Ministério das Cidades, sob controle do PP.

    Na campanha de Pimentel em 2014, o PT pagou R$ 3,2 milhões por serviços prestados pela gráfica de Bené.

    O delegado Dennis Cali afirmou que há provas de desvio de recursos públicos, mas a PF ainda não sabe esclarecer o destino do dinheiro.

    "Sabemos que houve sobrepreço, que ocorreu a inexecução dos contratos, que houve o desvio do recurso público. O objeto da investigação é justamente rastrear para onde esses valores transitaram, por quem transitaram e como transitaram", disse.

    Segundo a PF e o Ministério Público Federal, os suspeitos movimentaram recursos fracionando valores para despistar as autoridades e usando empresas fantasmas.

    Colaborou ANDRÉIA SADI, de Brasília

    22/05/2015

    Folha: “- Pimenta no Zelotes dos outros é refresco”

    Como sói acontecer, a Folha assume o papel de advogado dos seus finanCIAdores ideológicos. Mais do que emprestar peruas para transportar os corpos dilacerados pela tortura e estupro para o Cemitério de Perus, a Folha se faz de capacho para a impunidade dos parceiros desfilar impune.

    Como diria a emplumada tucana, Eliane Cantanhêde, são penas de aluguel para uma massa cheirosa.

    A conclusão mais óbvia, diante do modus operandi de todos estes que andam de dedo em riste na marcha dos zumbis, é que não se trata de combater a corrupção. Folha e demais assoCIAdos do Instituto Millenium estão preocupados apenas em eliminar a concorrência. E para isso contam com a parcela Gilmar Mendes do poder judiciário. Perguntem ao deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom. Ele registrou e patenteou a frase mais emblemática de como funciona o esquema: “me processa. Eu entro no Poder Judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”.

    Paulo Pimenta: Folha ataca quem investiga Zelotes

    :

    O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) respondeu à crítica do jornal Folha de S. Paulo, que o acusa de "inflar" a operação Zelotes, para atender interesses do PT, com o intuito de abafar a Lava Jato; "A imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, ‘é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção’", afirmou o petista

    21 de Maio de 2015 às 20:59

    247 – O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) respondeu à crítica do jornal Folha de S. Paulo, que o acusa de "inflar" a operação Zelotes. Segundo o jornal, em texto do colunista Leonardo de Souza, o parlamentar quer que a Zelotes seja um contraponto à operação Lava Jato, com o intuito de abafar esta última. Pimenta rebateu.

    "A imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário. A mídia conhece, mais do que ninguém, os limites da sua liberdade de expressão, até onde pode ir e sobre o quê e quem falar. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, "é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção"", afirma o petista.

    Para O Cafezinho, "a mídia quer controlar que escândalos devem ou não ser investigados, e está incomodada com Paulo Pimenta, porque ele está tomando uma iniciativa que a mídia acha que é exclusividade dela".

    "A tese é grotesca. Segundo o jornalista da Folha, o Brasil só deveria investigar um escândalo por vez. O critério seria dado pela mídia, claro. Todas as outras operações deveriam ser paralisadas, toda a imprensa, todos os partidos, todos os políticos, deveriam se concentrar apenas neste escândalo. Ora, um país com 200 milhões de habitantes tem de experimentar sempre várias investigações simultâneas. É assim que iremos combater a corrupção", complementa O Cafezinho (leia na íntegra aqui).

    Abaixo o texto de Paulo Pimenta na íntegra:

    Folha de S.Paulo ataca quem investiga a Zelotes

    Para minha surpresa, nesta quinta-feira (21), o colunista da Folha de S.Paulo Leonardo Souza iniciou uma "cruzada" contra todos aqueles que lutam para que não haja uma operação abafa sobre a Operação Zelotes. Acuada que está, a mídia faz diversas tentativas para desqualificar tanto a Zelotes quanto o episódio das contas secretas do HSBC na Suíça, conhecido como escândalo Swissleaks, pois ela não sabe QUEM as investigações poderão "pegar".

    O que se sabe é que nesses dois escândalos bilionários de sonegação há empresas de mídia e nomes ligados a grupos de comunicação envolvidos. Como a imprensa não controla esses episódios, ela busca estratégias para retirar a autoridade do trabalho investigativo da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, ou daqueles que buscam dar visibilidade à Operação Zelotes.

    A imprensa, basicamente, não se ocupa da Operação Zelotes por três motivos: o escândalo bilionário não envolve a classe política (os envolvidos são empresas privadas, anunciantes da própria mídia); há grupos de mídia investigados; e porque parte da imprensa sustenta que sonegar é um ato aceitável, e que não se trata, portanto, de corrupção.

    Chama atenção que o colunista Leonardo Souza jamais se deteve em profundidade ao assunto para informar à sociedade o que é o Carf, o que é a Operação Zelotes, como é que agiam as quadrilhas que se apropriaram de uma estrutura como o Carf para defesa dos seus próprios interesses. Pelo que se sabe, o colunista não moveu até agora uma palha para tentar esmiuçar o assunto. Quando não cala sobre a Zelotes, o colunista Leonardo Souza prefere fazer juízo de valor sobre a minha atuação, tentando colocar sob suspeita as reais intenções do nosso trabalho.

    Lamento que, mesmo tendo gasto grande quantidade de papel e tinta acompanhando a Operação Zelotes e a nossa atividade parlamentar, o colunista da Folha de S.Paulo o faça sem reconhecer a realidade dos fatos, sob a frágil alegação de que os esforços engendrados por nosso mandato tenham a única finalidade de desviar a publicidade da operação Lava Jato. Qual o motivo de tratar a Lava Jato e a Zelotes como concorrentes, e não como casos de corrupção de forma semelhante, respeitando o direito que a sociedade tem de ser informada? Se o raciocínio do tal colunista procedesse, seria possível afirmar que a mídia só cobre a Lava Jato com objetivo de ofuscar a Zelotes.

    Sim, Leonardo, que as autoridades investiguem a fundo a Lava Jato, a Zelotes, o HSBC, o Mensalão Tucano, o Trensalão Tucano de São Paulo e todos os casos de corrupção do país, bem diferente do que ocorria até o final dos anos 1990, quando muitos casos de corrupção eram engavetados. E que a imprensa, por sua vez, noticie todos os casos de corrupção do país.

    E quando for cobrada de que não está cumprindo com o papel de informar e servir ao cidadão, de que está agindo como a quadrilha que atuava no Carf defendendo apenas seus próprios interesses, que a imprensa não busque o caminho dos ataques, da desqualificação e das suposições baseadas em ufanismos editoriais ideológicos. Que não seja autoritária como os censores da ditadura! Que não tente calar e sufocar a voz daqueles que buscam chamar atenção para a roubalheira que foi feita no Carf. Que não censure! Que não faça o que justamente critica. Combata a censura, a si próprio, e não quem defende a liberdade para se falar da Zelotes e de todos escândalos de corrupção.

    Por respeitar e confiar na independência do poder judiciário é que buscamos tratamento isonômico a todas as investigações criminais envolvendo o desvio de verbas públicas. Acreditamos que entre os excessos a Operação Lava Jato e a negligência dedicada à Operação Zelotes deve existir um caminho do meio.

    As estratégias da mídia são velhas conhecidas. O que há de novo é que, agora, não há mais como impedir que o público tenha acesso às informações de que os grandes grupos de comunicação estão envolvidos tanto no Swissleaks quanto na Zelotes, que apuram sonegação fiscal, corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

    Infelizmente, a imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas, sim, a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário.

    A mídia conhece, mais do que ninguém, os limites da sua liberdade de expressão, até onde pode ir e sobre o quê e quem falar. Nesse sentido, e parafraseando o próprio colunista Leonardo Souza, "é uma pena que o ímpeto apurativo da imprensa brasileira não se dê pela vontade genuína de ver um Brasil limpo da corrupção".

    Paulo Pimenta, jornalista e deputado federal pelo PT-RS.

    Paulo Pimenta: Folha ataca quem investiga Zelotes | Brasil 24/7

    03/05/2015

    O Exército Islâmico, versão do PSDB

    Manipulação midiaticaOs profissionais da imprensa foram e são o triunfo do PSDB. Vamos começar pela origem. A Rede Globo plantou em FHC sua funcionária Miriam Dutra. Convenceu o amante da funcionária de que ela estava grávida dele. Disso resultou duas providências: a) degredaram a moça para a Espanha; b) FHC foi assim capturado e ficou à mercê dos desígnios da Rede Globo. O silêncio sobre esta operação poderia ter sido quebrado, não houvesse um Engavetador Geral no MP chamado Geraldo Brindeiro. De outro lado, a Globo não fez nada diferente do que mandava a Lei Rubens Ricúpero, revelada no Escândalo da Parabólica, quando Carlos Monforte mostrou a mão leve do jornalismo.

    Se é folclórica as sucessivas ligações de José Serra pedindo a cabeça de jornalistas, também não é menos verdade que ele sempre teve à mão sujeitos como Mauro Chaves. Sem um ventríloquo à mão Serra não teria detonado correligionário e concorrente à candidato pelo PSDB, Aécio Neves, com o antológico artigo: “Pó pará, governador!” O jornal Estado de Minas, que comia e come pelas mãos de Andrea Neves, vestiu a carapuça e respondeu: “Minas a reboque, não”. Seja brigando entre si, seja como bucha de canhão contra seus adversário, o PSDB sempre pode contar com uma Judith Brito, um Sirotsky, um Frias, um Mesquita, um Civita, um Marinho. A ANJ está aí para isso mesmo.

    A distribuição de milhares de assinaturas de impressos dos assoCIAdos do Instituto Millenium é como alfafa para burros. Vira esterco e sobe à cabeça da manada da marcha dos zumbis.

    Fala-se nas execuções de jornalistas pelo EI, mas quando o PSDB faz o mesmo, os comparsas silenciam! É tal de Omertà à moda mafiomidiática!

    Jornalistas do Paraná protestam contra violência de máfia tucana

    2 de maio de 2015 | 16:33 Autor: Miguel do Rosário

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    Quem censura a imprensa no Brasil?

    Quais os governos estaduais ameaçam o trabalho da imprensa?

    Segundo jornalistas do Paraná, o perigo vem de bandidos ligados a esquemas inscrustados no governo do estado, presidido pelo tucano Beto Richa.

    Não há denúncia na grande imprensa, apesar de profissionais da própria imprensa local, em subsidiárias de grandes grupos, estarem à frente de protestos.

    No máximo, os protestos chegam ao site da CBN Paraná, mas não à CBN São Paulo ou do Rio de Janeiro.

    A denúncia de que membros do governo Beto Richa, assim como fazia o governo de Minas, tem relação autoritária e truculenta com a imprensa, agredindo a parte mais fraca, o profissional de jornalismo, não sai na mídia corporativa.

    Os políticos, quando não gostam de uma reportagem, não descontam nos barões de mídia. Eles atacam o trabalhador da imprensa, que a própria empresa de mídia sacrifica facilmente, se for necessário.

    Destaco um trecho da notícia publicada há pouco na CBN/PR: “Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.”

    *

    Na CBN Paraná.

    Jornalistas fazem protesto pela liberdade de imprensa no Paraná

    Jornalistas do Paraná fazem neste domingo (03) um protesto contra os casos de intimidação e ameaça a profissionais do estado. A data foi escolhida porque marca a comemoração da Liberdade de Imprensa.

    A manifestação foi convocada pelo Sindijor, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná. Uma campanha, com o tema “Basta de perseguição a jornalistas” vai ser lançada no ato, com o apoio do Sindicado dos Jornalistas do Norte do Paraná, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Federación de Periodistas de América Latina y el Caribe (FEPALC) e a Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ).

    Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.

    Outro caso de intimidação de jornalistas do Paraná pela Polícia Civil também ganhou repercussão. Profissionais do jornal Gazeta do Povo e do Metro foram pressionados a revelar as fontes de uma reportagem que investigou irregularidades de policiais civis e militares.

    O protesto acontece neste domingo (03), na Feira do Largo da Ordem. A concentração foi marcada para 10h, atrás das ruínas.

    Jornalistas do Paraná protestam contra violência de máfia tucana | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    21/04/2015

    Organograma da meritocracia à moda tucana

    Depois que o Gerdau foi pego na Operação Zelotes, toda vez que ouço falar em reengenharia, programa de qualidade, meritocracia, choque de gestão eu penso no Fernandinho Beira-Mar. Se fosse tucano, estaria solto até hoje. Fernandinho, o Beira-Mar, jamais voou em helipóptero com 450 kg de cocaína. Se dizia pecuarista

    Tanto pior, em termos de São Paulo, é que um jornalista exija R$ 70 mil reais por mês para atacar o PT e Dilma. Não seria pagar menos para falar bem do PSDB?! Sim, eu sei que o Governo do Estado de São Paulo, deste que o PSDB fez dele sua Capitania Hereditária, distribui milhares de assinaturas da Veja, Folha, Estadão nas escolas públicas de São Paulo. Estes 70 pilas pagos ao Fernando Gouveia precisa ser multiplicado por quantos  dinheiros para chegarmos à totalidação dos recursos públicos empenhados pelo choque de gestão à moda tucana para distribuir ódio ao PT? Não teria sido mais saudável desenvolver um programa de proteção contra o mosquito da dengue? Afinal, não é admissível que seja exatamente no Estado que há racionamento de água que exista uma epidemia de dengue. Assim fica fácil de entender por que há tanto ódio à Lula, Dilma e ao PT.

    Márcio Aith, o esquema Serra no governo Alckmin

    seg, 20/04/2015 – 10:01 -Atualizado em 20/04/2015 – 10:08 –Luis Nassif

    Quando assumiu o governo do Estado, a primeira providência de Geraldo Alckmin foi acabar com o esquema José Serra no governo, um aparelhamento amplo que produziu desastres em várias áreas, como na USP, Instituto Butantã.

    Mas levou o adversário para dentro do Palácio, com a manutenção de Márcio Aith na Subsecretaria de Comunicação. Lá, valendo-se do pouco conhecimento do grupo de Alckmin com as redes sociais, Aith deu início ao fortalecimento do esquema Serra na Internet – contando, para tanto, com recursos do próprio governo do Estado.

    Serra conseguiu fincar pé no Sebrae-SP, graças à parceria com Guilherme Afif Domingos, Ministro de Dilma. Afif, que se notabilizou pelo Impostômetro, permitiu a Serra utilizar recursos públicos para lotear o Sebrae de ativistas digitais – colocados no lugar de consultores de gestão, que foram demitidos. Nesse terreno, o homem de Serra foi Bruno Caetano, que trabalhava na Secretaria de Comunicação como o próprio Aith.

    Outro pé foi fincado na Fundap, onde Geraldo Biasoto, um indicado de Serra conseguiu alocar vários ativistas digitais.

    De seu lado, Aith não apenas manteve a rede Serra financiada pelo Estado como procurou ampliá-la atuando no meio de jornalistas com visibilidade pública.

    Não se imagine que um mero blogueiro de escândalos, sem reputação pública, com um alcance apenas junto ao lixo das redes sociais, custe R$ 70 mil mensais. Debaixo dessa quantia são abrigados peixes maiores, mas que não podem aparecer nem para seus financiadores: o governo Alckmin.

    Se Alckmin providenciar uma devassa nesses contratos, entenderá a verdadeira Arca de Noé que está financiando para seu adversário, Serra.

    Esse tipo de rede ganha vida própria. Não é uma Fundação Padre Anchieta que, basta mudar o presidente, para se ter o controle do conteúdo. O conjunto de sites e blogs se auto-alimentam garantindo a audiência e ganhando vida própria.

    Por enquanto, o jogo consiste em atacar o PT e o governo Dilma. Mais à frente, quando a disputa se deslocar internamente para o PSDB, o alvo passará a ser Alckmin, principalmente se a candidatura Serra mostrar alguma viabilidade política. Bastará mudar o financiador da rede Aith. E Serra tem bastante bala na agulha para sustentar a rede.

    É a Serra – e a Aith – que esses blogueiros respondem.

    Márcio Aith, o esquema Serra no governo Alckmin | GGN

    20/04/2015

    Quanto custa o ódio ao PT? R$ 70 mil mensais!

    Puxa, por este valor até eu odiaria o PT… Mas não me venderia porque levo muito a sério a lição do inestimável Barão de Itararé: “o homem que se vende sempre recebe mais do que vale”. Mas há muitas alternativas no mercado. Por qualquer dá cá um big mc há dúzias nas antessalas dos grupos mafiomidiáticos. Hoje, a única condição para ser empregado pelo coronelismo eletrônico é ser mercenário. O próprio STF estabeleceu esta condição ao eliminar a necessidade de diploma. Corrijo, há outra possibilidade de arrumar emprego e aí até de graça. Basta falar mal do PT. A Jovem Pan adotou esta política de recursos humanos.

    O que Nassif conta abaixo é mais uma briga de bugios, igual à do Demóstenes Torres com o Ronaldo Caiado… Vale a pena conferir quem são os lixeiros que produzem o lixo que vendem como informação. Há ratos de esgoto que vivem com muito mais dignidade.

    Márcio Aith, minha fonte de “O Caso de Veja”

    sab, 18/04/2015 – 20:01 – Atualizado em 19/04/2015 – 04:49 – Luis Nassif

    Márcio Aith, instrumento de Mário Sabino em uma guerra interna na Veja contra Eurípedes Alcântara, uma novela em que havia de tudo, até Daniel Dantas

    Não é surpresa o aparecimento de blogueiros profissionais bancados a peso de ouro pelo governo Alckmin. São contratados não apenas pelas agências de publicidade, mas por órgãos e fundações públicas. Há uma penca deles no Sebrae-SP e na Fundap.

    Foi um modelo implementado inicialmente na era José Serra, por Andrea Matarazzo. Depois, mantido pelo subsecretário de Comunicações Márcio Aith.

    Confrontado com a denúncia, Geraldo Alckmin terá que decidir se consolida o estilo de político que joga limpo ou se mantém a herança de Serra.

    Não vale a pena perder tempo com os pistoleiros.  Mais importante é entender quem comanda.

    Aith passou por diversas redações. Deixou duas marcas: o fato de que vinha de uma família digna; e ser excessivamente ambicioso.

    Ele foi uma das fontes que me alimentaram de informações na série “O caso de Veja” (http://migre.me/pwTy7).

    Antes de começar a escrever a série, passei algum tempo juntando informações para saber quem era quem, na implantação do estilo abjeto que tomou conta da revista e, também, do jogo em favor de Daniel Dantas.

    No início julguei que fosse Mário Sabino, pelo que ouvira falar de sua agressividade jornalística.

    Duas fontes mudaram minha percepção. Uma, um jornalista experiente que havia trabalhado com Sabino, e garantia que ele não tinha dimensão para grandes articulações. Outra, um assessor de Dantas, que me informou que a interlocução era com Eurípedes Alcântara, o diretor de redação. Afinal, era o homem de Roberto Civita.

    Fiz algumas prospecções iniciais, com posts cutucando Eurípedes. Ele respondeu com comentários bastante agressivos, passando recibo.

    Em um Roda Viva do qual participamos,  Aith me abordou na chegada. Elogiou meu tirocínio em identificar o papel de Eurípedes. E me contou que havia escrito reportagens contando as relações de André Esteves com Antônio Pallocci e, depois de uma visita de Esteves à Abril, Eurípedes matou a continuidade da cobertura.  Aliás, a reportagem era muito mais um aviso a Esteves, ao mencionar um pintor Linchestein, sem entrar em maiores detalhes. Típica reportagem para chamar para conversar – nesse caso, estratégia da Veja, não de Aith.

    Senti que queria falar mais e, no final do programa, dei-lhe carona. Na volta me contou sobre as disputas entre Eurípedes e Sabino. A partir dali tornou-se minha fonte para “O caso de Veja”.

    Falou do espaço que Eurípedes abria para o publicitário Eduardo Fischer, e também para Balarmino, do Rubayat, em troca da contratação de sua esposa como arquiteta.

    Não  usei essa informação familiar por considerá-la irrelevante e por respeito à família de Euripedes – respeito que não obtive quando o esgoto da Veja passou a atacar minha família.

    No decorrer de inúmeras conversas, Aith contou-me que Gilberto Dimenstein era uma das fontes da Veja, para me atacar, e uma jornalista minha amiga (e mais amiga ainda do Eurípedes) tinha sido incumbida por ele de levantar minha fonte.

    Com o tempo e as conversas constatei que o grupo de Sabino era constituído por Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o próprio Aith. E Sabino respondia a José Serra, convicção que firmei após uma conversa dura com o próprio Serra.

    Só faltava, àquela altura do campeonato, me tornar um instrumento para as guerras internas da Veja. No quarto ou quinto capítulo da série, passei a mirar também Sabino.

    A partir daí Aith entrou em pânico. Telefonou-me dizendo que a disputa estava indo bem mas meus ataques tinham aproximado novamente Eurípedes e Sabino.

    Um dia, Aith me telefona e pede para que eu bata nele. Como assim? Tem que bater, e me deu cinco motivos para um post desancando-o. Entendi que estava na mira de Eurípedes, desconfiando que fosse minha fonte. Atendi seu pedido. Um dos comentários colocados no post era de alguém que tinha sido amigo do seu pai. Dizia que era um homem digno e lamentava o filho. Aith me telefonou pedindo para tirar o comentário.

    Conto isso porque, na ação que Sabino me moveu, uma das testemunhas de acusação foi o próprio Aith. E, agora, a confirmação de que é o responsável pelo financiamento dos ataques difamadores na rede me liberam definitivamente do off.

    As informações sobre a conspiração interna provavelmente chegaram aos ouvidos de Eurípedes.

    Algum tempo depois, Mainardi foi demitido da revista. Pouco tempo depois, o próprio Aith saiu. Mais um pouco, Sabino também caiu e assumiu um posto na CDN, de João Rodarte. Aí entendi a razão de Rodarte, em geral cuidadoso ao extremo, ter me narrado as tratativas para levar Esteves até Eurípedes. Havia uma parceria tão forte entre ele e Sabino que, quando a equipe da CDN praticamente exigiu a saída de Sabino da empresa – e não houve como mantê-lo, devido à sua agressividade no trato com os colegas -  este ameaçou entrar com uma ação contra a CDN – mesmo tendo ficado poucos dias trabalhando.

    Na Veja, sobrou só Reinaldo, devido à penetração que conquistou junto à ultradireita que se tornou público preferencial de Veja. Mas restrito à versão online.

    São esses os detalhes da época.

    Márcio Aith, minha fonte de “O Caso de Veja” | GGN

    19/04/2015

    Geraldo Alckmin terceiriza ódio remunerado

    jornalismo_independenteO método não é novo. Durante a campanha, trolls a serviço do Antônio Imbassahy, do Agripino Maia, do Álvaro Dias e do Fernando Francischini tinham uma produção fordiana de memes com toda sorte de ódio anti-petista. Passadas as eleições e o vazamento de que também estavam envolvidos com corrupção, sumiram, mas seus trolls continuam. Com eles não acontece nada, como já disse a própria Folha em editorial simplesmente porque o PSDB está blindado no Poder Judiciário.

    Geraldo Alckmin terceirizou o ódio. Aprendeu com o José Serra no famoso artigo que fez publicar no Estadão, “pó pará, governador”. Herdou de Serra também a distribuição de milhares de assinaturas da Veja, Estadão e Folha pelas escolas públicas de São Paulo. É por isso que, num estado onde falta água, sobra epidemia de dengue. No entanto, a parceria com os assoCIAdos do Instituto Millenium. No Estado do PCC, da crise d’água, da epidemia de dengue, o PSDB navega em água calmas porque tem um Rodrigo de Grandis à tiracolo e um Robson Marinho para avaliar as contas.

    O mais engraçado nesta história é que acontece exatamente na Estado onde há 3 das cinco maiores empresas de comunicação do Brasil: Abril, Folha, Estado. Foi pego não porque destilava ódio contra o PT, Dilma ou Lula, mas porque ultrapassou algumas leis da Cosa Nostra: não respeitou a divisão e territórios e atacou também colegas de profissão. E vindo da Folha, que recentemente acusou Dilma de dar entrevistas a “blogueiros alinhados”, a informação parece uma espécie de álibi: por no mesmo barco blogueiros de afinidade ideológica com Dilrma e mercenários de aluguel do PSDB, pagos para disseminar ódio. O PSDB de Geraldo Alckmin usa o velho método de Goebbels: repetir uma mentira até o povo achar que é verdade. Deve-se a este tipo de mercenário a venda da lenda de que o Lulinha é dono da FRIBOI. Tem muita gente que se acha inteligente que acredita nisso.

    Os movimentos dos grupos mafiomidiáticos deste domingo dão a entender que José Serra é mais uma vez o candidato do Instituto Millenium. O vazamento que alcagueta o dublê de Alckmin, Fernando Gouveia, tem as digitais de José Serra. No mesmo sentido e em outro veículo, surge nova denúncia contra Aécio Neves. Mas, como diria Jorge Pozzobom, como Aécio não é do PT, mas do PSDB, ele não corre risco de ser preso.

    É compreensível que, além de todos os grupos mafiomidiáticos, o PSDB também precise de jornalistas de aluguel para criminalizar seus adversários. Graças a este tipo de criminoso, a velha mídia massacra o tesoureiro do PT mas alivia para Márcio Fortes, pego na Lista Falciani do HSBC. Ambos são tesoureiros mas, como diria o inacreditável Jorge Pozzobom, um é do PT e outro do PSDB, daí a diferença de tratamento. Contra fatos captados no ar da blogosfera o PSDB prefere um mercenário na mão.

     

    Implicante sai do ar e não deve mais voltar

    :

    Revelação de que o site, usado para atacar o PT e os governos Dilma e Lula, era bancado pelo governo Alckmin, com uma mesada de R$ 70 mil/mês, deve levar à suspensão de todos os contratos; neste domingo, a página não estava no ar e seu criador, o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, não voltou a se manifestar; desmoralização na internet inviabiliza a volta da página; arquivos também devem ser apagados para evitar ações judiciais

    19 de Abril de 2015 às 09:30

    247 – O site Implicante.org, que era usado na internet para atacar o PT, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula, além de vários jornalistas, alimentando ódio, preconceito e desinformação na internet, não está mais no ar. Provavelmente, não voltará mais.

    Isso porque o site e seu criador, o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, foram desmoralizados por uma denúncia da Folha de S. Paulo, publicada ontem, que apontou uma mesada de R$ 70 mil mensais, paga pelo governo Alckmin, à empresa que mantém o site (saiba mais aqui).

    A denúncia provocou indignação no meio jornalístico e nas redes sociais – no Twitter, por exemplo, a hashtag "Por 70" figurou entre os assuntos mais comentados do dia.

    "Blogueiro antipetista recebe R$ 70 mil por mês do governo Alckmin. Mesmo salário de professor", escreveu o colunista José Simão. A jornalista Barbara Gancia também reagiu irada. "Esse tal blogueiro antipetista @gravz que foi desmascarado aí é um dos tantos que já promoveram trollagem contra mim", disse ela (saiba mais aqui).

    Desmoralizado, Fernando Gouveia perdeu condições mínimas para voltar a atuar na internet – até porque o que fazia não era jornalismo. Provavelmente, os arquivos do Implicante também serão destruídos, antes que gerem ações judiciais de vítimas do site.

    Implicante sai do ar e não deve mais voltar | Brasil 24/7

     

    Barbara detona blogueiro tucano, que vai parar no TT

    :

    Denúncia de que o jornalista Fernando Gouveia, que se apresenta como Gravataí Merengue, recebe uma mesada de R$ 70 mil/mês do governo Alckmin para fazer propaganda antipetista em sites como Implicante bomba nas redes sociais e está entre os assuntos mais comentados do Twitter; "Não são só esses agitadores de redes sociais que fazem o serviço sujo. Há gente pra lá de graduada metida no jogo. É só seguir a trilha do dinheiro para chegar até eles", diz a jornalista Barbara Gancia, que diz ter sido vítima de ataques do blogueiro; "Professor paulista ganha, em média, 2 mil por mês para educar. Blogueiro fofoqueiro ganha 70 mil por mês para deseducar politicamente", postou o perfil La Pasionaria; hashtag "Por 70" dispara no Twitter; José Simão também ironizou o governo Alckmin

    18 de Abril de 2015 às 12:58

    247 – Uma denúncia publicada hoje pela Folha de S. Paulo, sobre um blogueiro que recebe mesada de R$ 70 mil/mês do governo paulista para promover ofensas na internet (saiba mais aqui), está bombando entre os assuntos mais comentados do dia, nas redes sociais.

    O blogueiro em questão se chama Fernando Gouveia, apresenta-se como Gravatái Merengue e mantém o site Implicante, que dissemina ataques ao PT e à presidente Dilma Rousseff. Uma das postagens, por exemplo, afirmava que a presidente "jogou cabides em empregada no Planalto" – trata-se de uma notícia falsa, negada pela ex-servidora. Em seu Twitter, Gouveia postou um texto em que se defende das acusações, mas não nega a mesada.

    Gouveia vem sendo duramente atacado por profissionais de imprensa, que já foram vítimas de seus ataques. Quem se manifestou, neste sábado, foi a jornalista Barbara Gancia, que defendeu, inclusive, uma investigação da Polícia Federal sobre o caso.

    "Professor paulista ganha, em média, 2 mil por mês para educar. Blogueiro fofoqueiro ganha 70 mil por mês para deseducar politicamente", postou o perfil La Pasionaria, um dos mais ativos no Twitter.

    Leia, abaixo, o texto de Gancia:

    Este senhorzinho é só um de dezenas. Que bom que eles estão começando a sair à luz do dia.

    Engraçado verificar que seu site não contém uma só notícia que não seja para demolir o governo. 

    Nada contra demolir quem quer que seja, mas que tal ver uma notícia ou outra atacando a oposição de vez em quando?

    Ou então, que constasse em algum lugar a informação de que se trata de propaganda paga pelo governo do sr. fulano de tal.

    Afinal, estamos falando de um site que tem domínio "ponto org". A agência de publicidade Propeg é org ou ponto com?

    Esse tal blogueiro antipetista @gravz que foi desmascarado aí é um dos tantos que já promoveram trollagem contra mim. É sobre ele e seu grupo que eu vira e mexe reclamo e falo no twitter, aqui, na rádio… Muita gente acha que é delírio, teoria de conspiração, que esse tipo de militância organizadíssima reptiliana e terrorita só existe do lado dos petistas. Pois eu lido com fake e com senhores como esse regularmente. It’s part of the job description como dizem lá em Memphis e Connecticut.

    Como também sou forçada a tolerar os anti-capitalistas obtusos, um mais óbvio e crasso do que o outro.

    Outras denúncias virão.

    Ainda bem que hoje temos uma Polícia Federal e uma Receita capazes de dar conta desse tipo de rastreamento com o pé nas costas, as mãos amarradas, de olhos vendados e… debaixo d ‘ água!

    Barbara detona blogueiro tucano, que vai parar no TT | Brasil 24/7

     

    Blogueiro antipetista recebe R$ 70 mil/mês do governo de SP

    18 de abril de 2015 | 12:29 Autor: Miguel do Rosário

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    Odeio falar mal de blogueiro, mesmo quando são adversários da direita. Também não gosto de julgar ninguém.

    Sobretudo, sou contra linchamentos. Acho que temos de culpar a precariedade das nossas instituições e da nossa democracia, jamais o indivíduo.

    Mas informação é informação. E a disparidade das situações é bizarra. Para uns tudo, para outros nada.

    A blogosfera “suja” é acusada diuturnamente, inclusive pelo candidato Aécio Neves, que lançou acusações durante debate eleitoral, de receber dinheiro do governo federal para falar mal do PSDB.

    É uma mentira. A Folha já obteve acesso aos dados completos do governo e das estatais e soube-se que o governo federal, na verdade, deixou a imprensa alternativa à míngua. Basicamente uns três ou quatro sites não-alinhados à grande mídia, receberam verba pública de 2000 a 2013.

    Esses três ou quatro sites, de grande circulação, receberam R$ 10 milhões ao longo de 14 anos (mixaria, se dividirmos por meses e anos), o correspondente a 0,06% da publicidade total do governo federal e estatais no período.

    O site do Nassif, por exemplo, altamente profissional, com equipe e produção de matérias próprias, recebeu em média R$ 34 mil mensais de governo e estatais no período; ou seja, metade do que um blog de direita, sem produção de matéria, sem equipe, com audiência vinte vezes menor (basta olhar no Alexa), recebe do governo de São Paulo, conforme você verá em seguida. E com uma diferença fundamental: Nassif vende publicidade e audiência. O blogueiro de direita recebe dinheiro do governo paulista por conta de “serviços de comunicação”.

    Tijolaço, Cafezinho, e 99% dos blogs políticos “não-alinhados” à grande mídia, nunca viram um centavo do governo federal. A gente vive de adsense do google, assinaturas, pequenas doações. Alguns fazem crowfunding. E assim vamos tocando o barco.

    A grande mídia, por sua vez, ficou com 99% das verbas do governo federal de 2000 a 2013. Só a Globo, ficou com mais de um terço.

    O governo federal não respeita nem a sua própria “mídia técnica”.

    Os governos tucanos são diferentes, como são!

    São infinitamente mais generosos com blogueiros e amigos na mídia.

    Hoje, pela primeira vez, a grande imprensa abordou o tema. Provavelmente por ciúme.

    A Folha publicou que o blog Implicante.org, especializado em falar mal do PT e da presidenta Dilma, ganhou R$ 70 mil por mês do governo de São Paulo, através de contrato com a agência Propeg, desde outubro do ano passado até hoje.

    Quando eu vejo isso, eu lembro do Aécio, num dos debates, vociferando contra blogueiros sujos, acusando-os de receberem “verba pública”. Que hipócrita. Dilma poderia ter respondido na lata: qual blogueiro? Aquele que recebe R$ 70 mil do governo de São Paulo? Ou você está incluindo aí também as rádios de sua família e de seus amigos, em Minas, que recebiam milhões do seu governo, onde a sua própria irmã (!) controlava as verbas. Imagina se a irmã da Dilma controlasse todas as verbas da publicidade do governo federal… Como seria republicano!

    Observe que o tal Implicante.org tem posição no Alexa, site que mede audiência de blogs, muito inferior ao Tijolaço e ao Cafezinho.

    E olha que, com 70 mil por mês, a gente conseguiria multiplicar por cinco ou seis a nossa visitação! Poderíamos contratar um reforço, por exemplo, para nos ajudar em momentos difíceis, como esta semana, em que o Fernando Brito caiu doente, com dengue.

    alexa

    O tal Implicante não precisa sequer do constrangimento de mostrar banner de estatal paulista ou do governo de São Paulo. O dinheiro chega direto na conta da empresa, por abstratos “serviços de comunicação”.

    Agora, ironia das ironias. A mesma agência, a Propeg, que presta serviço aos tucanos, presta também serviço à Secom, do governo federal. Ou seja, no fundo, os blogueiros tucanos recebem duplamente. Recebem essa mensalão todo aí do governo de São Paulo e também recebem, indiretamente, pela Propeg, ajuda do governo federal.

    Quem se lasca, naturalmente, é o blogueiro não-tucano, esse pária da sociedade na visão de agências, governos e mídias.

    Os blogueiros não-tucanos tem mais audiência, mais leitores, mais comentários, mais interação, mais links, que qualquer blogueiro tucano. Sobretudo, alcançam um público diferente, não contemplado pela grande mídia. Os blogueiros tucanos operam, basicamente, junto ao mesmo público já servido pela imprensa tradicional.

    Para Casa Grande, tudo. Para a Senzala, nada.

    Nosso modelo aristocrático de sociedade ordena que os méritos, os recursos, os louros, tenham de ir apenas para os blogueiros tucanos, que além dessas gordas ajudas mensais, ainda têm inúmeras boquinhas na grande mídia (colunas em grande jornal, programa na Jovem Pan, espaço na tv aberta, etc).

    Para blogueiro não-tucano, nada. E dá-lhe processo judicial da Globo e do PSDB em cima da gente; processos em que o Judiciário entra em nossa conta bancária, sem nos avisar previamente, e raspa o pouco que a gente tem, para dar o dinheiro aos capangas da grande mídia!

    Ou seja, nem o “sagrado direito” à propriedade privada vale para quem não é tucano.

    A tal Yoani Sánchez, que é uma blogueira cubana tucana, é recebida com pompa no Congresso Nacional e festejada em nossa grande mídia.

    Já os blogueiros não-tucanos são perseguidos jornalisticamente, politicamente e judicialmente pela grande mídia.

    Na política brasileira, o paraíso deve ser uma ilha habitada por tucanos. Político tucano não é condenado, nem preso. São intocáveis. Podem fazer privataria, Banespa, Banestado, trensalão, mensalão tucano, compra de voto. Podem ter milhões de dólares não informados à Receita em contas secretas na Suíça (Suiçalão). Helicópteros tucanos podem ser flagrados com meia tonelada de cocaína. Podem fazer aeroporto em terra do tio, ou melhor, vários aeroportos próximos às suas fazendas, para uso particular. Podem ser acusados de receber propina de US$ 120 mil / mês. Nada acontece.

    Seus tesoureiros fazem coisas de deixar o tesoureiro do PT parecido com o tesoureiro de um grêmio estudantil, mas é o tesoureiro do PT que vai preso.

    Agora sabe-se que blogueiros tucanos também habitam essa ilha paradisíaca. Recebem dinheiro direto do governo de SP, e não são atacados por receberem “verba pública”. Não precisam nem oferecer banner nem nada. Mídia técnica? Esquece, isso é coisa de governo petista trouxa. Você não verá nenhum editorial do Globo contra esses blogueiros tucanos.

    No máximo, tem de aguentar uma matéria ciumenta da Folha. Gozam, enfim, da vida mansa que macunaíma pediu a Deus. Sem grandes preocupações com audiência. Apenas o dinheirinho entrando na conta, regularmente.

    Ê Brasilzão!

    Blogueiro antipetista recebe R$ 70 mil/mês do governo de SP | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

     

    Richa também financia ataque cibertucano

    Por Esmael Morais, em seu blog:

    Além de dobrar o lucro dos sócios privados da estatal de energia, Beto Richa também é bastante generoso com cibertucanos de extrema-direita, contratados com ‘dinheiro alheio’ para atacar PT e Dilma; essas duas ações, com certeza, justificam em parte os recentes aumentos na conta de luz de todos os paranaenses. A Companhia Paranaense de Energia (Copel) também financiou ataques cibertucanos contra a presidenta Dilma Rousseff e o PT. A informação é de Fernando Gouveia, proprietário do site www.implicante.org, que registrou ontem (18) em seu perfil no Facebook:
    “A Agência Propeg é uma das empresas que são clientes da Appendix, entre as quais vale destacar a Vivas.Com, em contrato pelo qual prestamos serviço ao Governo do Paraná, numa ação para a Copel…”, escreveu Gouveia.
    Mais preciso impossível.
    Na manhã de ontem, ao repercutir reportagem da Folha de S. Paulo, o Blog do Esmael anotou que o governador do Paraná, Beto Richa, fez escola no PSDB nacional. Segundo o jornal, o blogueiro recebe mensalmente R$ 70 mil do governo de São Paulo para defenestrar adversários de Geraldo Alckmin, dentre os quais PT e Dilma.
    Ambos os governadores do PSDB, paulista e paranaense, têm o mesmo modus operandi porque a fonte pagadora dos cibertucanos é a mesma: o erário.
    Nas eleições de 2014, os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) foram os alvos prediletos dos cibertucanos pró-Richa.
    Os cibertucanos funcionavam em um bunker instalado dentro do Palácio Iguaçu e agiam sob o guarda-chuva da franquia tucana “Tenda Digital” — que foi proibida pela Justiça Eleitoral na disputa pelo Palácio Iguaçu.
    Abaixo, leia a íntegra da explicação de Fernando Gouveira no Facebook:
    *****

    Fernando Gouveia
    Ontem às 08:32 · Votorantim ·
    ALERTA MÁXIMO DE TEXTÃO
    Caros, não é de hoje que está rolando uma verdadeira guerra contra quem denuncia petistas na Internet. Dessa vez, em uma matéria repleta de erros, omissões e distorções, fui citado na Folha de São Paulo e, desse modo, informo os fatos reais – pedindo a todos a gentileza de divulgar ao máximo, sempre que alguém aparecer com a notícia estapafúrdia.
    São 9 pontos e os esclarecimentos necessários. Peço que tenham paciência Emoticon smile
    Vamos lá:
    1 – Eu não sou contratado, ponto. Sou sócio de uma empresa que, entre outros clientes, é contratada pela Agência Propeg, por sua vez prestadora de serviços para o Governo do Estado. Essa contratação se deu porque a Appendix (APPX) ofereceu o MENOR PREÇO (informação omitida na matéria) e dispõe, para esse contrato, de 3 empregados regularmente contratados via CLT;
    2 – TODA a atuação da empresa ocorre dentro das leis, sejam fiscais ou trabalhistas, bem como TODAS as certidões junto ao Poder Público estão atualizadas e assim o são sempre;
    3 – A empresa atua em comunicação online do setor público, exatamente a área em que sou formado profissionalmente e cuja formação se iniciou há quase quinze anos, na gestão petista da Prefeitura de São Paulo (2001 a 2003), quando atuei na Secretaria de Comunicação, na qual ajudei a implementar projetos de internet e até mesmo integrei comissões de licitação (era um cargo técnico, não político);
    4 – Foi nessa época, já na Secretaria de Comunicação da Prefeitura, gestão Marta, que criei o blog Imprensa Marrom, levando para a Internet uma atuação de análise política que vem desde 1997, quando passei a editar o jornal da faculdade e também abordava o tema;
    5 – A Appendix não apenas atualiza Facebook, twitter e portal da Secretaria de cultura. A empresa também produz conteúdo para redes sociais (Twitter, Instagram e Facebook), faz criação e design de partes do portal, sob pedido da Secretaria de Cultura e Subsecretaria de Comunicação, cria páginas especiais referentes a eventos realizados pela Secretaria da Cultura e, além disso, monitora e analisa as redes sociais da Secretaria da Cultura, bem como monitora os perfis nas redes sociais de programas da referida Secretaria, tudo isso sob o Plano Estratégico de Atuação nas Redes Sociais.
    6 – A Agência Propeg é uma das empresas que são clientes da Appendix, entre as quais vale destacar a Vivas.Com, em contrato pelo qual prestamos serviço ao Governo do Paraná, numa ação para a Copel, além também da Brasil Comunicação, que a Folha alega não ser nossa cliente, mas temos conosco tanto Contrato de Prestação quanto a Nota Fiscal emitida, além do registro das reuniões de trabalho realizadas; (destaque nosso)
    7 – O blog Imprensa Marrom, que se encerrou em 2011 depois de 10 anos de atuação, foi processado por conta de um comentário de leitor feito no texto de umas colaboradoras – não fui eu o processado, nem condenado. Além disso, o autor desse processo está hoje preso por roubo, acusado também justamente daquilo abordado pelo post do IM. O caso repercutiu nas redes, com diversas manifestações em apoio ao site, com direito à própria Folha noticiar o caso (links no comentário do post);
    8 – Quanto ao site Reaçonaria, cujos donos são públicos e declarados como tais, escrevi minha última coluna por lá em 2013 e, por óbvio, não sou dono, editor nem nada do tipo. Escrevi ou escrevo para diversos sites, como JustLia, Entenda os Homens, Portal do Macho, Dica do Dia etc. Todos que conhecem minimamente a internet sabem que há uma diferença abissal entre escrever um texto e ser dono ou responsável pelo site onde ele foi publicado;
    9 – Sim, sou um dos editores do Implicante (não “CEO”). O portal foi criado em 2011, com alguns amigos, logo depois do final do Imprensa Marrom. O grande número de fãs, destacado em reportagem, é resultado do trabalho bem feito durante todos esses anos, algo que CONTINUARÁ, apesar das tentativas de intimidação como essa de agora;
    Enfim, trata-se de uma contratação perfeitamente legítima, de uma empresa devidamente regularizada, que conseguiu o contrato por oferecer o MENOR PREÇO, atuando na área em que seus sócios são formados profissionalmente. Vale dizer que TODAS as informações deste textão foram passadas ao jornalista.
    A ideia da noticia, no fim, é IMPEDIR que pessoas tenham opiniões nas redes sociais, especialmente contra o PT, e ainda assim sejam sócias de empresas que possam ser contratadas por entes do poder público.
    Petrolão, desvios, contratos de publicidade falsificados… Nada disso é problema, para eles. Precisam atacar uma contratação LEGÍTIMA, com serviço efetiva e corretamente prestado, só porque alguém na empresa tem opiniões contrárias ao PT? E são eles que acusam os outros de Macartismo…
    Não surpreende, mas ainda assim é lamentável que se use desse tipo de método de intimidação para tentar calar as vozes antipetistas na internet. A minha, acreditem, não calarão. Ao contrário, esse tipo de expediente dá ainda mais forças para continuar.
    Muita gente pode dizer que sou chato, e sou mesmo, que sou desagradável, e também sou mesmo, e que não gostam de mim (é bem compreensível), mas até mesmo o mais ferrenho adversário sabe o quanto sou honesto em TUDO na minha vida, especialmente a profissional.
    Chega a ser constrangedor, para a Folha, que o grande “erro” apontado na matéria seja justamente o fato de eu ser ANTIPETISTA. Sim, eu sou. E isso, na verdade, é um grande acerto, pessoal e ético.
    No mais, aproveito a situação para divulgar a APPENDIX CONSULTORIA, especializada em atuação nas redes sociais para o setor público, mas também com clientes e expertise no setor privado. Nosso telefone é 11 26408128, estamos na Rua Francisco Leitão, em Pinheiros, São Paulo/SP. Agende uma reunião com Nubia, nossa assistente administrativa.
    Por fim, muito obrigado a todos pelo apoio e pelo carinho, de verdade.
    Fernando Gouveia
    Sócio-Gerente da Appendix Consultoria (APPX)
    Editor do Implicante

    Altamiro Borges: Richa também financia ataque cibertucano

     

    Picareta implicante: o mercenário do blog tucano terá de se explicar aos otários que acreditaram nele

    Postado em 18 abr 2015 – por : Kiko Nogueira

    Gravataí Merengue

    Fernando Gouvea, aka Gravataí Merengue

    Fernando Gouveia, o homem que recebe 70 mil reais por mês do governo Alckmin para detonar o PT e fazer propaganda tucana num site, é um caso de parasitagem antiga na internet.

    Gouveia está tentando se explicar para os otários que acreditaram — ou fingiram acreditar — nas papagaiadas que publicou no blog Implicante. Um deles aparece no Facebook com uma saudação. “Parabéns pela parasitagem e cara de pau”. Outro pede um frila.

    Gouveia, que se esconde há anos sob o pseudônimo idiota Gravataí Merengue, que deve achar genial, está há muito tempo exercendo sua especialidade: enxovalhar reputações na net. O alvo depende da grana.

    Sua explicação longa e confusa para seu desmascaramento, em resumo, é a seguinte: “Eu não sou contratado, ponto.” Mais para a frente: “Precisam atacar uma contratação”. Como assim? No meio do caminho, aquele papo furado sobre tentar calar “opiniões nas redes sociais, especialmente contra o PT”.

    E a mentira de que não se identifica como CEO no Implicante. Sim, se identifica como — veja que divertido —  “CEO, CFO, Capitão de Fragata, Diretor Jurídico, Diretor de RH, Diretor Musical e filho do dono do Implicante. No Twitter, @gravz.”

    Fernando se esconde por trás do tal Gravataí. Sempre esteve colado nas sombras do poder público. Entre abril de 2001 e julho de 2003, foi assessor jurídico da prefeitura de São Paulo, durante a gestão de Marta Suplicy.

    De 2005 a 2008, foi chefe de gabinete da corajosa, coerente e independente Soninha Francine. Em 2006, chegou a montar um blog chamado Gerente Chuchu, atualmente desativado, em que criticava Alckmin.

    Depois de um bate boca de Gravataí Gouveia, Soninha descreveu o assessor: “Argumentador compulsivo, polemista incansável, sarcástico, muito inteligente, muito bem informado, com um estilo ácido que resvala na violência. Acidez (ou violência) que as pessoas normalmente apreciam muito, quando é voltada para o ‘inimigo’”.

    Uma graça, o rapaz.

    No papel de Gravz, o publicitário virou uma referência reaça no Twitter, sempre atento a denunciar aquele pacote que você já conhece. “Quando blogueiro oficial do governo diz que os querem ‘calar’ por contar a verba pública, fica claro o MOTIVO pelo qual ‘falam’”, escreveu no Twitter. Também ironizou os supostos “caraminguás” do personagem Dilma Bolada.

    Um picareta pseudoneoliberal mamando no que chamou de Gerente Chuchu para poder produzir lixo consumido por mentecaptos. O negócio agora vai ser Gravataí Manguaça explicar para seus cúmplices nos sites o que fazia com tanto dinheiro —  no mínimo, terá de dizer por que não dividiu o butim com eles para que pudessem apoiar com mais rigor e sinceridade a livre iniciativa, o estado mínimo e o PSDB.

    (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

    Sobre o Autor

    Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

    Diário do Centro do Mundo » Picareta implicante: o mercenário do blog tucano terá de se explicar aos otários que acreditaram nele

     

    O que o site Implicante conta sobre Alckmin

    Postado em 18 abr 2015 – por : Paulo Nogueira

    Jogo sujo

    Jogo sujo

    O problema do site Implicante não é exatamente o governo Alckmin dar um mensalão de 70 mil reais para seu editor.

    Quer dizer: isto é um problema, dada a absoluta falsa de transparência com que o dinheiro vai dar na conta do editor, e considerados também os repetidos ataques do PSDB contra blogueiros supostamente favorecidos pelo PT.

    Isso é cinismo, demagogia e desonestidade.

    O maior problema, retomando o início do texto, é a canalhice descarada do conteúdo do site.

    Não há, nele, nenhum compromisso com a verdade dos fatos, ou com o jornalismo. O que o editor Gravataí Merengue faz não é um caso jornalístico.

    É um caso de polícia.

    Veja, por exemplo, como ele trata a alegada encrenca entre Dilma e uma empregada, Jane, em torno de cabides. A informação – sem fonte nenhuma – saiu no blog de Ricardo Noblat.

    Merengue transforma a especulação em fato confirmado e acima de dúvidas.

    Esse tipo de conduta simplesmente não existe no jornalismo.

    Todo o conteúdo do site é feito dessa maneira.

    Os textos que desinformam e emburrecem acabam alimentando vítimas nas redes sociais – falo aqui dos analfabetos políticos, que acreditam em qualquer coisa.

    Parte da assombrosa ignorância captada numa pesquisa da USP com manifestantes de 12 de abril deriva do poder corrosivo sobre as mentes de sites como o Implicante.

    Nesta semana, não foi este o único assunto relativo ao jeito Alckmin de lidar com a propaganda.

    Um jornalista que tinha sido contratado pela Jovem Pan para fazer boletins noticiosos publicou um texto em que contou que se demitiu quando foi proibido de falar sobre a Sabesp – anunciante da rádio.

    Na Jovem Pan, é proibido falar da Sabesp.

    Isto é Alckmin. Isto é Jovem Pan. Isto é Implicante.

    E depois somos obrigados a ouvir sermões de Catões fajutos.

    (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

    Paulo Nogueira

    Sobre o Autor

    O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

    Diário do Centro do Mundo » O que o site Implicante conta sobre Alckmin

     

    Blogueiro anti-PT recebe de Alckmin

    Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

    O sujeito usa, nas redes sociais, o codinome de “Gravataí Merengue”. O sujeito é um daqueles ex-esquerdistas que passaram pro outro lado – de mala e cuia. Trabalhou com Marta e Soninha, mas hoje ajuda a distribuir conteúdo anti-petista na internet.
    Até aí, nenhum problema, isso faz parte do jogo político. Se não fosse um detalhe: a empresa de Gravataí recebe por “serviços de comunicação prestados” ao governo do PSDB em São Paulo. Trata-se, segundo reportagem da “Folha” (que o UOL esconde, na versão digital), de uma triangulação: a subsecretaria de Comunicação de Alckmin (chefiada pelo ex-repórter da Veja Márcio Aith) contrata a agência Propeg, que por sua vez manda a grana para Gravataí.
    E não é dinheiro de pinga, não! São 70 mil reais por mês!
    Gravataí é dono do site Implicante que, segundo a “Folha”:
    “publica e ajuda a difundir notícias, artigos, vídeos e memes contra o PT e a presidente Dilma Rousseff. O Implicante tem quase meio milhão de seguidores no Facebook, quatro vezes mais que o Movimento Brasil Livre, um dos grupos na linha de frente dos protestos de rua realizados contra Dilma neste ano. O material produzido pelo site costuma ser replicado nas redes sociais e por outros blogs políticos.“
    A pergunta óbvia: quantos outros sites na internet são beneficiários de triangulação semelhante no esquema tucano?
    Lembremos que o PSDB vive acusando os chamados “blogs sujos” de receberem dinheiro do governo federal. Curiosamente, surge agora a suspeita de que são os tucanos que ajudam a difundir notícias contra o PT usando – supostamente – recursos do contribuinte paulista.
    É assim que se pretende combater a corrupção no Brasil?
    Por último, vale ressaltar: não é a primeira vez que blogueiros de direita são acusados de receber ajuda monetária por intermédio do PSDB…
    Anos atrás, Reinaldo Azevedo, que escreve para a revista da marginal, parece ter-se incomodado com os boatos de que teria recebido dinheiro de uma empreiteira, segundo investigações da Polícia Federal na Operação Castelo de Areia.
    Tão “indignado” ficou o blogueiro que ele mesmo publicou a planilha da empreiteira, em que o nome “Reinaldo Azevedo” aparece ao lado do valor “50.000,00″ e da anotação “Andrea Matarazzo” (uma referência ao conhecido operador financeiro do PSDB, que hoje é vereador em São Paulo).

    Azevedo chegou até a ensaiar uma explicação para o fato, publicada em seu blog:
    “Em 2004, quando assumi a direção da revista Primeira Leitura, falei com muita gente, percorri muitas empresas, tentei tornar o veículo viável economicamente — que é o que fazem todas as pessoas na posição que eu ocupava. É possível que tenha sido Matarazzo a pessoa que me recomendou a alguma empresa do grupo Camargo Correa — não estou certo; se me lembrasse, diria porque não há nada de estranho, incomum ou ilegal nisso.”
    De fato, não há nada “incomum” no fato de o blogueiro da Veja, quando ainda dirigia a revista “Primeira Leitura” (fundada pelo ex-ministro de FHC Mendonça de Barros, era uma publicação que eu gostava de acompanhar, porque naquela fase os tucanos ainda não haviam assumido a posição apoplética, tentavam fazer um debate racional), ter procurado ajuda de Matarazzo e dos empreiteiros.
    Isso apenas escancara quais são os parceiros de Reinaldo Azevedo. Escancara também que, se o Brasil quisesse de fato combater a corrupção, não investigaria só as relações de petistas com as empreiteiras. Iria a fundo na teia de interesses que faz uma secretaria de Comunicação de Alckmin bancar um produtor de conteúdo anti-petista (supostamente, trata-se de dinheiro público usado no combate politico – pode isso?), ou que leva um operador tucano (Andrea Matarazzo) a buscar um empreiteiro para ajudar Reinaldo Azevedo.
    Os dois casos mostram, ainda, um fato triste para o blogueiro que escreve na revista da marginal: na hierarquia da comunicação tucana, um Gravataí (R$ 70 mil por mês, diz a Folha) vale muito mais do que um Azevedo (R$ 50 mil, segundo a planilha da empreiteira).
    Tanto Azevedo quanto Gravataí negam que tenham recebido dinheiro para falar mal do PT e bem do PSDB.
    A oposição em São Paulo conseguirá instalar uma CPI para investigar a atuação da secretaria de Comuncação de Alckmin?
    Abaixo, confira a reportagem da “Folha” sobre Gravataí Merengue.
    *****

    Blogueiro antipetista recebe pagamentos do governo Alckmin
    por Ricardo Mendonça e Lucas Ferraz
    Um blogueiro que distribui propaganda antipetista a milhares de seguidores na internet recebe há dois anos pagamentos mensais por serviços de comunicação prestados ao governo Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.
    Na rede, o advogado Fernando Gouveia se apresenta com o pseudônimo Gravataí Merengue e como “CEO”, ou executivo principal, do site Implicante, que publica e ajuda a difundir notícias, artigos, vídeos e memes contra o PT e a presidente Dilma Rousseff.
    O Implicante tem quase meio milhão de seguidores no Facebook, quatro vezes mais que o Movimento Brasil Livre, um dos grupos na linha de frente dos protestos de rua realizados contra Dilma neste ano. O material produzido pelo site costuma ser replicado nas redes sociais e por outros blogs políticos.
    Gouveia é dono da Appendix Consultoria. A empresa foi criada em janeiro de 2013 e começou em junho do mesmo ano a receber pagamentos oriundos da Subsecretaria de Comunicação do governo Alckmin, órgão vinculado à Casa Civil do Estado.
    Editoria de Arte/Folhapress

    A Appendix foi subcontratada pela agência de publicidade Propeg, uma das três que cuidam da propaganda do governo estadual. De acordo com documentos oficiais, a empresa do blogueiro recebeu R$ 70 mil por mês de outubro de 2014 a março deste ano.
    O governo se recusou a informar o valor total dos pagamentos à empresa de Gouveia, alegando que a responsabilidade pela contratação da firma não é sua, mas da Propeg.
    A Subsecretaria de Comunicação permitiu apenas a consulta da documentação no Palácio dos Bandeirantes. Disponibilizou então 88 caixas, cada uma com centenas de papéis sobre propaganda oficial, sem indicar a localização das informações específicas da Appendix.
    Segundo os documentos, a Propeg pagou a Appendix por serviços de “revisão, desenvolvimento e atualização das estruturas digitais” da Secretaria de Estado da Cultura.
    Em nota, a agência afirmou que subcontrata a Appendix para atender demandas do governo do Estado. Mas não respondeu quem indicou a empresa nem o motivo pelo qual recorre ao blogueiro em vez de fazer ela mesma o serviço.
    MILITÂNCIA
    O envolvimento de Fernando Gouveia com a política é antigo. Ele trabalhou durante três anos no setor de comunicação da Prefeitura de São Paulo, na gestão da petista Marta Suplicy (2001-2004).
    Depois, ele trabalhou no gabinete da ex-vereadora Soninha Francine, que foi do PT e migrou para o PPS, partido alinhado com os tucanos.
    A militância política de Gouveia na internet também é antiga. Em 2006, quando tinha um blog chamado Imprensa Marrom, ele foi condenado pela Justiça a pagar dez salários mínimos de indenização a uma empresa por ter publicado comentários ofensivos a ela. O blogueiro recorreu.
    Gouveia também se apresenta na internet como colaborador de uma página chamada Reaçonaria, que difunde conteúdo similar ao do Implicante e tem cerca de 16 mil seguidores no Facebook. Os dois sites estão abrigados num servidor no exterior que impede a identificação do responsável pelos registros.
    OUTRO LADO
    O advogado Fernando Gouveia afirmou que suas opiniões pessoais, expressas na internet, não têm relação com as atividades da sua empresa, a Appendix Consultoria.
    “Não sou filiado a nenhum partido. Tenho longo histórico de trabalho em comunicação do setor público, em governos de vários matizes ideológicos”, disse Gouveia.
    O blogueiro afirmou que a Appendix presta serviços a “diversos clientes” e citou três, entre eles a Brasil Comunicação, de Belo Horizonte.
    À Folha a agência mineira negou ter relação com a Appendix. As outras duas empresas citadas por Gouveia não responderam à Folha.
    O blogueiro ressaltou que sua empresa não é contratada diretamente pelo governo estadual, mas sim pela Propeg. “A Appendix não apenas atualiza Facebook, Twitter e o portal da Secretaria de Cultura, mas também produz conteúdo para redes sociais e faz criação e design de partes do portal”, disse Gouveia.
    A Subsecretaria de Comunicação do governo paulista afirmou que a decisão de contratar a Appendix “é da agência de publicidade [Propeg] e de sua inteira responsabilidade”, e se recusou a informar os valores pagos a Gouveia.
    “Consolidar as informações mantidas em arquivos contábeis ao longo de mais de 20 meses é atividade que a lei não nos obriga a fazer para atendimento às demandas de informações”, afirmou a Subsecretaria de Comunicação em nota.

    Postado por Miro

    Altamiro Borges: Blogueiro anti-PT recebe de Alckmin

    Saiba quais são as fontes que a SABESP irriga

    A melhor forma de se vender, é ser vendido. Mas, como diria o Barão de Itararé, quem se vende sempre recebe mais do que vale. No caso da SABESP e o PSDB do Geraldo Alckmin a crise d’água somada à epidemia de dengue é suficiente para mostrar como funciona o choque de gestão à moda tucana. Jornalista de aluguel, do tipo Fernando Gouveia, é coisa de amador. O jogo do PSDB, seja em São Paulo, Paraná, Minas ou RS, é mais pesado que o da Cosa Nostra. No RS vimos como a RBS sofreu inúmeros furos da Folha de São Paulo. A explicação é simplória. No comando do Estado estava Yeda Crusius, uma funcionária exemplar nos métodos desnudados na Operação Zelotes. Os ataques sistemáticos aos governos petistas, ao mesmo tempo em que desovava seus funcionários nos mais diversos partidos (Britto, PMDB; Yeda, PSDB; Ana Amélia, PP gaúcho; Lasier Martins, PDT), revelam o caráter mafioso da famiglia do estuprador de Florianópolis.

    Andreia Neves comandou, durante a gestão do grande irmão, a Secretaria que distribuía as verbas de publicidade no Governo de Minas. Coincidência: entre as empresas beneficiadas estavam aquelas cujo dono foi considerado o pior senador no ranking da Veja, o gazeteiro Aécio Neves.

    A falência dos grupos mafiomidiáticos explicam a síndrome de abstinência e a ferocidade com que tentam desconstruir os governos petistas. Useiros e vezeiros das verbas públicas, estão à míngua, com cortes quase toda semana. O que eles não põem na rua, obrigam a criarem CNPJ para serem contratados como Pessoa Jurídica. Por aí também se explica o apoio despudorado do coronelismo eletrônico à terceirização dos trabalhadores. Como nada disso está dando resultado suficiente, embarcaram numa louca cavalgada para destruir o Governo Dilma.

    Nestes tempos de internet, em que cada um pode ser sua própria voz, a mentira publicada na véspera dura meia hora de twittes. O jogo mafioso é pesado, e conta com o silêncio obsequioso de quem com eles se locupleta. É por isso que não sabemos como andam as investigações na Operação Zelotes, nos fraudadores do HSBC.

    Tudo isso seria menos pernicioso se o PT resolvesse ser mais incisivo, partindo para o confronto ideológico direto, sem tergiversações. Com bandido não se brinca. O jogo é bruto: facilitou, dançou!

    Jovem Pan e a publicidade da Sabesp

    Por Luiz Antonio Cintra, no blog Viomundo:
    O segundo turno da eleição de 2014 foi no domingo 26 de outubro. Estávamos na terça-feira seguinte, dia 28. Eu começara na véspera a colaborar como freelancer na produção do comentário diário do publicitário Mauro Motoryn, a quem fui apresentado poucos dias antes, a serem veiculados na rádio Jovem Pan. “Fui convidado para ser uma espécie de contraponto ao Reinaldo Azevedo, à esquerda, naturalmente”, me explicou quando acertamos a colaboração. À direita, claro, seria difícil.
    Naquela terça à tarde, fui com Motoryn conhecer a sede da rádio, já que meu posto de trabalho ficaria na Faria Lima, sede da agência do publicitário. A ideia era me apresentar aos técnicos do estúdio, ao diretor de jornalismo, “ao pessoal da rádio”, enfim. Com muitos anos de experiência em mídia impressa e online, achei que seria um passeio interessante.
    Em seguida gravaríamos a participação de Motoryn para transmissão no dia seguinte. Um comentário de cerca de 1 minuto, veiculado várias vezes ao dia pelas dezenas de retransmissoras da JP. Seus ouvintes, fui informado na ocasião, se concentram na capital e no interior paulistas, mas vão muito além, através de mais de 90 “afiliadas” espalhadas pelo país, inclusive – e cada vez mais – nos estados do Nordeste.
    Nessa terça-feira também soube que nos seis meses anteriores ao segundo turno das eleições de 2014, o jornalista Reinaldo Azevedo fora a grande estrela da casa. Ainda mais à vontade do que no site da Veja ou na coluna da Folha, Azevedo servira combustível farto para fermentar a onda raivosa antipetista. No estilo consagrado: meias-verdades, um tantão de mentiras deslavadas, um ou outro fato, como tem sido a sua marca na última década.
    Tomei conhecimento das performances de Azevedo a posteriori, quando pela internet cacei alguns de seus programas para sentir o clima. Aqui (http://goo.gl/w41OJp) é possível ouvir uma das participações de Azevedo na rádio. Foi feita com o subsecretário de comunicação do estado de São Paulo, Márcio Aith, em plena campanha eleitoral. (Vale notar que Azevedo promove Aith a “secretário de Comunicação”, ainda que no mundo real ele seja subsecretário mesmo.)
    Naquele contexto cabia a mim sugerir temas a serem abordados nos comentários de Motoryn. O foco do publicitário é a qualidade de vida nas cidades, ele me disse quando topei o frila, o que incluiria editar um site alimentado por uma equipe de jornalistas e publicitários.
    Aproveitaríamos como base de dados as informações coletadas por um aplicativo chamado My Fun City, premiado pela ONU, através do qual “os cidadãos teriam condições de expor os problemas enfrentados em seus bairros e cidades”. Serviriam de gancho para os comentários na rádio.
    Estávamos àquela altura em pleno apagão de informações sobre a crise de gestão do Cantareira. Pareceu-me pertinente, portanto, começarmos por aí. Após alguma pesquisa, cheguei ao tema: falássemos da crise hídrica, porém pela ótica da qualidade da água do Cantareira.
    Uns meses antes, eu soube de um estudo feito pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), ligado ao governo de Minas, segundo o qual a qualidade das águas que abastecem o Cantareira tem piorado de maneira preocupante. Em quatro anos, quadruplicou o número de amostras de má qualidade, diz o Igam, com base em amostras coletadas nos rios da região da cidade de Extrema (MG), a poucos quilômetros da fronteira com São Paulo. De Extrema e outras três cidades próximas saem 70% das águas do sistema que abastece regiões das cidades de São Paulo e Campinas.
    Como percorre dois estados, a outorga que regula o Sistema Cantareira é federal. Dessa forma caberia à Agência Nacional de Águas (ANA) fiscalizar os compromissos assumidos pelo governador Geraldo Alckmin, ainda em 2003, quando o estado de São Paulo assinou a renovação da outorga e se comprometia a reduzir a dependência dos municípios paulistas do Cantareira.
    Desde então, agora está evidente, o governo paulista fez quase nada do prometido. E a dependência, passados 11 anos, aumentou, em vez de cair. O governo mineiro, ao criar incentivos fiscais e fazer da região de Extrema o segundo maior polo industrial do estado, atrás apenas de Betim, deixou a qualidade das águas se deteriorar rapidamente.
    À medida que a população aumentou na região (de 40 mil para mais de 70 mil), também cresceu a descarga de esgoto residencial, agropecuário e industrial, lançada sem tratamento nos rios que abastecem o Cantareira. A agência federal, a ANA, também tem o seu quinhão de responsabilidade, por omissão: não cumpriu a sua função fiscalizadora, deixou o termo assinado em 2003 mofar nas gavetas de Brasília.
    Mas voltemos ao estúdio da Jovem Pan. Ali instalados, dei a minha sugestão de pauta, logo aceita por Motoryn.
    Eu fizera um rascunho do comentário. Após alguns testes rápidos, feitos com o microfone ainda desligado, Motoryn deu sinal para um profissional da Jovem Pan, encarregado de supervisionar a gravação, indicando que começaríamos a gravar para valer. De outra sala, separada da que estávamos por uma grande janela antirruído, esse profissional acompanharia Motoryn por um fone de ouvidos. E sinalizaria quando chegássemos a um comentário considerado satisfatório, conforme o “padrão Jovem Pan de qualidade”.
    Fechada a sala em que estávamos, Motoryn começou a falar. Logo, porém, mencionou a escassez de água do Cantareira, mas sem ter tempo de ir muito longe. Em poucos segundos, o tal supervisor da Jovem Pan se levantou, sumiu por um brevíssimo instante e logo entrou no estúdio onde gravávamos. “Mauro, aí não… aí não, Mauro. desse jeito fica ruim pra gente… Melhor não falar de água por enquanto, a Sabesp está colocando uma grana na rádio. Não tem outro assunto, não?”, perguntou o que me fora apresentado pouco antes como o “Reginaldo do programa de Azevedo”. Depois descobri que o sujeito serve de escada, como se diz no teatro, para os comentários de Azevedo, sendo citado amiúde.
    Diante do constrangimento, me calei, aguardando os desdobramentos. Rapidamente Motoryn sacou da própria cabeça o plano B, um comentário improvisado e genérico sobre os problemas enfrentados pelos usuários dos planos de saúde. Foi esse o comentário veiculado no dia seguinte.
    Meia hora depois, estávamos fora da Jovem Pan. Dormi mal aquela noite, inclusive porque uma reforma nos estúdios da rádio, com muita poeira de construção no ar, piorara a crise alérgica que eu enfrentava naqueles dias secos e extremamente poluídos de outubro.
    Na manhã seguinte, encerrei a minha colaboração de dois dias (não remunerados, por minha opção). Optei por ser curto: mandei um torpedo, sugeri que buscassem novo colaborador.
    Essa história me voltou à cabeça ao ler o artigo do subsecretário Aith, publicado recentemente pela Folha de S. Paulo.Ele destaca em seu texto a série de campanhas publicitárias feitas pela Sabesp em 2014. Não menciona os valores gastos, mas a intenção era demonstrar que a estatal paulista não ficara inerte diante da crise.
    E, de fato, a comunicação do governo paulista não ficou parada no período pré-eleitoral, não resta dúvida. Ao contrário. No caso da Sabesp, a ofensiva midiática – mais de R$ 50 milhões foram investidos pela estatal em publicidade no ano passado – serviu principalmente para calar certa mídia. Para comprar um silêncio interesseiro e nada obsequioso.
    PS1 do Viomundo: O blogueiro Mauro Motoryn, que afirma faz tempo não mexer com publicidade, nega o episódio. Ele escreveu por e-mail:
    Azenha, em nenhum momento recebi qualquer espécie de censura, você pode assistir (aqui e aqui, dois exemplos) todos os vídeos gravados tanto do debate diário que faço com o [historiador Marco Antonio] Villa,quanto os do Myfuncity, onde incentivo a participação na gestão pública. Além disso, sobre o episódio, o problema citado não corresponde à efetiva realidade dos fatos. Conversando internamente, julguei que o tema não era relevante naquele momento. E por isso resolvi não fazer aquele naquele dia. O curioso é que jamais fui consultado a respeito da matéria veiculada no “Vi o Mundo”. Entre no meu blog e veja as posições que tenho. E veja a coerência do que estou falando. Fico à disposição para qualquer esclarecimento.
    PS2 do Viomundo: Luiz Antonio Cintra reitera a sua narrativa, mas faz questão de salientar o seu apreço a Mauro Motoryn:
    O blogueiro Mauro Motoryn merece o meu respeito, quero deixar claro. Entendo ter sido uma postura. Creio na verdadeira intenção positiva. É editorialmente defensavel, inclusive. Nos poucos contatos que tivemos ele agiu corretamente comigo. E me parece verdadeira sua intenção de jogar pelo lado certo. Nesse sentido faz um trabalho louvável.
    PS3 do Viomundo: Um colega jornalista, que chamarei apenas de Fonte Luminosa, nos enviou os dados seguintes em fevereiro deste ano, com o comentário de que o jogo é pesado entre o Palácio dos Bandeirantes e o departamento comercial de emissoras e jornais.
    Nem preciso falar para manter a fonte em sigilo. Os gastos com publicidade da Sabesp cresceram 88% entre 2013 e 2014. No mesmo período, os gastos com veiculação aumentaram 124%. São os anúncios da empresa nas TVs, rádios, jornais e revistas que correspondem a 95% de todo o dinheiro gasto nos veículos.

    A participação dos anúncios também aumentou em 14% de um ano para o outro. Eles não discriminam quem recebeu o que, mas colocam os valores discriminados por tipo de mídia e a lista das empresas que receberam a verba. TVs correspondem a mais de 50%. Não deve ser coincidência que a crise da água ainda seja tratada de maneira quase criminosa pela mídia tradicional. Há ainda o fator eleição, mas se comparar 2012 com 2011 verá que não aumentou 20%. Portanto, ao analisar estes números e a omissão de todos os veículos, chego mesmo à conclusão que eles pagaram para culpar São Pedro, o governo federal, a prefeitura e esconder quem realmente é culpado por isso. Os arquivos ainda estão disponíveis no site da Sabesp.
    PS4 do Viomundo: O documento abaixo, obtido de forma exclusiva pelo Viomundo junto ao Fonte Luminosa, mostra quem são os donos do capital privado da Sabesp. Em outras palavras, quem lucrou lá atrás quando a Sabesp pagou dividendos em vez de investir na captação de água e quem vai lucrar agora com a majoração dos preços da água. Até o HSBC tá na lista. Resumo: enquanto os paulistas sofrem com a falta d’água, os investidores privados de todo o mundo dão risada…
    Sabesp from Luiz Carlos Azenha

    Altamiro Borges: Jovem Pan e a publicidade da Sabesp

    30/09/2014

    Incitação à violência: “Aécio precisa bater, mas não pode bater muito”

    Eliane CantanhedeELIANE CANTANHÊDE, a porta-voz do PSDB, instrui Aécio Neves na melhor forma de bater. Bater, como toalha molhada, para não deixar sinal. Quem é mesmo que incita à violência. Isso aí por acaso é linguagem jornalística? A que nível ainda pode baixar os funcionários da D. Judith Brito para tentaram ajudar seus correligionários? Por a ANJ e o Instituto Millenium não se pronunciam contra esta incitação à violência praticada por seus membros? E não me venham com linguagem figurada? Há mais metáfora no energúmeno do Fidelix do nesta toupeira. Não é a primeira nem será a última desta colonista de mau agouro!

    Mato sem cachorro

    BRASÍLIA – A campanha do PSDB anda animada com os ventos de última hora em grandes redutos eleitorais, mas Aécio Neves está num mato sem cachorro. Se correr, o bicho pode pegar; se ficar, o bicho pode comer.

    A boa notícia para o tucano no Datafolha é que ele cresceu seis pontos em São Paulo, por exemplo, e no geral está só nove pontos atrás de Marina Silva, a segunda colocada. A má notícia é que faltam poucos dias e o grande risco de Aécio, ao bater em Marina, é favorecer Dilma, não ele próprio.

    A única chance de Aécio chegar ao segundo turno é atacar as fragilidades de Marina. Mas, se ele não calibrar bem os ataques, pode obter o efeito inverso ao que gostaria: a vitória de Dilma já no primeiro turno.

    Depende de uma combinação de dados: o quanto Marina cair e o quanto ele subir. Aécio precisa bater, mas não pode bater muito. Tem de ser o suficiente para enfraquecer Marina e herdar os seus votos, não a ponto de enfraquecê-la demais e transferir pontos diretos dela para Dilma.

    Uma operação delicada, ainda mais se Dilma tem todas as condições e vantagens. Quanto mais brotam notícias ruins da economia e quanto mais se sabe que ela não cumpriu as promessas de 2010, mais ela cresce. O que se discute não é o crescimento pífio, as contas públicas, o desequilíbrio externo. É se Marina é a candidata dos banqueiros. Raia o ridículo.

    Isso comprova que as versões e o marketing valem mais do que os fatos e a realidade. São eles que determinam os rumos das eleições. E, além de todos os seus trunfos objetivos, Dilma conta com a oposição dividida, competindo entre si, atarantada, para fazer o jogo dela.

    Aécio precisa medir adequadamente os ataques no primeiro turno. E PSDB, PSB, Rede, DEM e PPS não podem explodir pontes para uma rearticulação de forças no segundo. Senão, ficará cada vez mais difícil enfrentar o rolo compressor do governo e do PT. Apesar de tudo e de todo o grande desgaste, aparentemente irreversível, do partido.

    26/09/2014

    A inVeja dos imbecis levou um Boimate na cabeça

    Filed under: Financiadores Ideológicos,InVeja,Pena de Aluguel,TSE,Veja — Gilmar Crestani @ 9:32 am
    Tags:

    O panfleto da direita hidrófoba, famosa pela revelação, com entrevista das partes envolvidas, do Boimate, tanto fez que acabou por conseguir. Há muito que a Veja deixou de fazer jornalismo e se dedicou a fazer matérias pagas, como aquela da Nueva Konigsberg… Os coxinhas que esperavam em fila no site do Álvaro Dias, o Caixa 2, do Fernando Meirelles, para distribuir as panfletadas da marginal do Pinheiros. Também, o que esperar de uma revista abraçada, por trás e bem apertado, pela NASPERS?!

    Se esta decisão criar jurisprudência, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium, terão de patrulhar o Poder Judiciário com muito mais força. De agora em diante, se a lição servir, RBS, Globo, Folha, Estadão e Veja talvez passem a praticar alguma coisa mais próxima do que um dia se chamou jornalismo. Hoje praticam jornalixo!

    Veja perde de 7 a 0 no TSE e irá reparar dano ao PT

    :

    Revista foi condenada a publicar direito de resposta em decisão tomada na noite da quinta-feira 25, no Tribunal Superior Eleitoral; reportagem dizia respeito a suposta chantagem, paga em dólar, para que dirigentes do partido, incluindo o ex-presidente Lula, não fossem arrastados para a Operação Lava-Jato; derrota da revista da Marginal Pinheiros foi acachapante; contou com parecer favorável do procurador-geral Rodrigo Janot, os votos de três ministros do Supremo Tribunal Federal (Dias Toffoli, Teori Zavascki e Rosa Weber), além dos outros quatro integrantes do tribunal; "Não está em jogo a liberdade de expressão, mas sim o direito de resposta", ressaltou Toffoli; Veja tem histórico de derrotas na Justiça

    25 de Setembro de 2014 às 21:19

    247 – Foi pior do que Brasil e Alemanha na Copa do Mundo. Por sete votos a zero, a revista Veja foi condenada, nesta noite, a reparar o dano causado ao Partido dos Trabalhadores por uma reportagem publicada há duas semanas.

    No texto "O PT sob chantagem", Veja acusava lideranças do PT, incluindo o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho, de terem sido submetidos a uma chantagem para que não fossem arrastados para o escândalo da Petrobras. Segundo a revista da Marginal Pinheiros, o PT teria pago US$ 6 milhões, em dólar, ao financista Enivaldo Quadrado para que os nomes de seus dirigentes não fossem envolvidos no caso.

    Como a reportagem não apresentava qualquer prova ou indício da denúncia que fazia, o PT representou contra a publicação no Tribunal Superior Eleitoral. Além de contar com parecer favorável do procurador-geral Rodrigo Janot, a posição do relator Admar Gonzaga foi acompanhada pelos outros seis ministros do TSE – entre eles, três representantes do Superior Tribunal Federal: Dias Toffoli, Teori Zavascki e Rosa Weber.

    O direito de resposta, de uma página, deverá ser publicado nesta ou na próxima edição de Veja – a depender da intimação dos dirigentes da editora, hoje conduzida por Giancarlo Civita e Fabio Barbosa. "Não se discute aqui qualquer restrição à liberdade de imprensa, mas apenas o direito de resposta", enfatizou Dias Toffoli.

    Com a decisão desta quinta-feira, crimes de imprensa – que se tornam mais comuns em períodos eleitorais – começam a ser punidos.

    Veja perde de 7 a 0 no TSE e irá reparar dano ao PT | Brasil 24/7

    21/09/2014

    Adeus, pena de aluguel!

    Enquanto os cães ladram, a caravana passa. O ódio disseminado pelos ventríloquos de aluguel é alimento para capacho. Tanto mais ódio disseminam, menos votos conseguem. É o caso clássico do comportamento que revela mais sobre quem odeia do que sobre o objeto do ódio. Por que tamanha obsessão? Por que é tão difícil usar a razão, botar os neurônios a trabalhar?

    Será que eles não veem que os partidos com os quais estes magarefes se aliam tem muito, mas muito mais ficha sujas cassados pela Justiça Eleitoral? E isso que eles contam com um advogado de peso no STF, Gilmar Mendes, que, ao perder uma decisão, perde também a decência e chama o TSE de Tribunal Nazista. Tudo porque FHC lhe havia pedido para interferir a favor de José Roberto Arruda. Aliás, personagem incensado pela Veja como sendo um pessoa brilhante. Não há nos anais da corrupção alguém cujo ato de corromper tenha sido tão bem documentado, com áudio, vídeo e dinheiro, do que aquilo que se convencionou chamar de Mensalão do DEMo…. Pois este personagem mereceu a tentativa de interferência na decisão do Poder Judiciário de duas personagens muito queridas dos meios mafiomidiáticos: FHC & Gilmar Mendes.

    Não é mera coincidência que o Instituto Millenium tenha partido para a tarefa de patrulhar o Poder Judiciário. De fato, terão muito trabalho para proteger tantos bandidos.

    E aí, Villa? Como fica?

    21 de setembro de 2014 | 13:54 Autor: Miguel do Rosário

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    Há alguns meses, o historiador ultratucano Marco Antonio Villa publicou um artigo no Globo, onde tem espaço cativo, intitulado Adeus, PT.

    Foi reproduzido, naturalmente, em todos os espaços tucanos. Os blogueiros da Veja o reproduziram com entusiasmo.

    Pois bem, nada com um dia após o outro.

    Nem vou entrar no mérito se o PT vai crescer ou não este ano. Mas é absolutamente ridículo achar que ele vai “acabar”. Provavelmente, vai crescer.

    Quanto ao PSDB, faltando cerca de 2 semanas para as eleições, as previsões dos próprios tucanos, segundo informação de Ilimar Franco, são sombrias:

    Para onde vai o PSDB?
    Por ILIMAR FRANCO

    21.9.2014 9h07m
    O PSDB está mergulhando numa profunda crise. As previsões dos especialistas são as de que os tucanos vão encolher na Câmara, no Senado e nos governos estaduais. Além disso, o partido não terá mais expectativa de poder. Se a presidente Dilma for reeleita, Marina Silva será a alternativa de poder para 2018. Se Marina vencer, quem assumirá a bandeira da oposição será o PT. Uma derrota em Minas deixará o partido ainda mais paulista.

    O feitiço se voltou contra o feiticeiro. Tudo que Villa havia previsto acontecer contra o PT, vai desabar contra o PSDB.

    E aí, Villa? Como fica? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    23/08/2014

    Barbosa gastou em diárias mais que os condenados do Mensalão

    Filed under: Diárias,Joaquim Barbosa,Magarefes,Pena de Aluguel — Gilmar Crestani @ 9:20 am
    Tags: ,

    Os próprios dados usados pelo magarefe do direito, que alega ter gasto só em 2013 a bagatela de R$ 3,076 milhões, são por demais elucidativos. E depois o Genoíno é que é corrupto… Compare-se- o montante de diárias para comprar diretamente das lojas Prada aos valores gastos para o Bolsa Família….

    Barbosa nega descontrole em gastos do CNJ

    Ex-ministro reagiu a medida de Lewandowski para reduzir custo com diárias e viagens

    FREDERICO VASCONCELOSDE SÃO PAULO

    O ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça e agora ministro aposentado Joaquim Barbosa contestou a avaliação de seu sucessor, ministro Ricardo Lewandowski, que considerou elevadas as despesas com diárias e passagens de conselheiros e servidores do órgão em sua gestão. O CNJ faz o controle externo do Judiciário e apura crimes cometidos por juízes.

    Presidente em exercício do CNJ, Lewandowski assinou, no último dia 8, uma instrução normativa que fixa regras mais rígidas para a autorização de viagens, com o objetivo de conter o "elevado dispêndio de recursos no exercício financeiro de 2013 e no primeiro semestre de 2014".

    Por meio de ex-assessores, Barbosa argumentou que esse dado isolado não reflete a redução das despesas com viagens ocorrido nos últimos anos. Segundo dados oficiais, os gastos com passagens e diárias nacionais e internacionais em 2013 foram de R$ 3,076 milhões, em comparação com R$ 8,3 milhões em 2011, na gestão do ministro Cezar Peluso (2010/2012).

    A queda nos gastos já era percebida na gestão do ministro Ayres Britto (abril a novembro de 2012). O CNJ encerrou 2012 com despesa de R$ 5 milhões com viagens.

    Segundo a assessoria do CNJ, Lewandowski "reafirma o inteiro teor da Instrução Normativa, que regulamenta a utilização preferencial de videoconferência e a realização de reuniões e eventos na capital federal".

    Em nota, a assessoria apontou que, em 2013, foram gastos mais de R$ 3 milhões com viagens e, em 2014, até o mês de junho, o gasto chegou a mais de R$ 1,3 milhão, algo considerado "elevadíssimo" por Lewandowski, que sugere a redução dos custos com a realização de mais eventos em Brasília.

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