Ficha Corrida

01/06/2014

Dossiê: Grupos MafioMidiáticos

Instituto Milleniumj

No organograma feito para o Instituto Millenium não consta o Grupo RBS que também faz dos Grupos MafioMidiáticos, que conduz, no relho, gaúchos e catarinenses, para seguirem, como manada,  o caminho aberto por suas équas madrinhas (Antonio Britto, Sergio Zambiase, Yeda Cruius, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins)…

Ligações perigosas no trato da velha mídia, da publicidade e o novo jornalista

sab, 31/05/2014 – 09:30 – Atualizado em 31/05/2014 – 15:23

Enviado por Assis Ribeiro, do Medium.com

Da relação entre a velha mídia, publicidade e o novo jornalista

Um paralelo entre a crise da mídia e do jornalista tradicional e o auge do jornalista progressista. Este último está pronto para a sociedade. A sociedade está pronta para ele?

Por Henrique Alves Dias

Colaboraram: Fernando Lulia e Tatiana Mazzei.

Sobre o mito da imparcialidade:

Além de ser um texto de opinião, este autor entende a imparcialidade como mito, tendo em vista que toda produção humana está sujeita a parcialidade, sempre carregando traços dos ideais de seu produtor.
Este é um texto produzido seguindo ideais de esquerda.

Mídia tradicional em crise

Não é novidade que as grandes corporações de mídia tradicional observam quedas expressivas nos indicadores de audiência e, consequentemente, financeiros. No exterior muitas empresas se desfazem, aqui o caminho é parecido.

Com as mudanças de hábitos das pessoas, as empresas de comunicação se veem obrigadas a transformar seu modelo de negócios, caso queiram sobreviver na nova era. Neste texto vamos procurar entender o que está acontecendo no ambiente econômico e institucional da comunicação no Brasil e como isso afeta a vida da sociedade, o papel do jornalismo e a cidadania.

TV

Nova marca para os programas da TV Globo na internet.
(Imagem:Facebook/Divulgação)

A TV Globo, maior emissora brasileira e segunda maior do mundo, perdeu consideráveis pontos de audiência nos últimos anos.Inicialmente, com o surgimento de programas como o Pânico na TV, naRedeTV!, e O Melhor do Brasil, na Record, os pontos que eram da Globo foram para estas e outras emissoras.
No último ano os pontos continuaram caindo, mas deixaram de ir para as demais emissoras. As pessoas simplesmente desligaram a TV e foram fazer outras coisas — provavelmente usar a internet.
Segundo o Ibope, em 2012 foram desligados cerca de 5% dos aparelhos de TV no Brasil.
Para mensurar o problema, o Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo, perdeu um terço de sua audiência desde 2000, segundo dados doIbope.

(Imagem: Programa Ooops!/Divulgação)

Se por um lado a audiência caiu, as Organizações Globo obtiveram receitarecorde em 2012, graças ao dinheiro dos anúncios publicitários que são veiculados na empresa da família Marinho.
Segundo informações da Revista Exame, o lucro da companhia atingiu R$ 2,9 bilhões, em 2012, crescimento de 36% em relação a 2011. Sua receita líquida avançou 32,4%, chegando a R$ 12,6 bilhões.
Como exemplo do roll de operações da empresa, além da principal emissora de TV do país, o grupo também detém jornais e revistas, além de participação em empresas como a Net e Sky, e nos canais pagos da Globosat, como SporTV, Multishow e Telecine.
Para se ter uma ideia, o mercado publicitário brasileiro cresceu 6% em 2012, totalizando um faturamento de R$ 44,8 bilhões, segundo o projeto Inter-Meios, Meio & Mensagem. Desse total, R$ 30 bilhões correspondem às vendas de espaço publicitário em mídia. As TVs abertas e pagas concentram R$ 20,8 bilhões, ou seja, 46% de todo o mercado publicitário.

A explicação para a publicidade se manter firme na TV, mesmo com queda de audiência, é o pagamento da bonificação por volume (BV), por parte da emissora.
Quem ajuda a entender como funciona o BV é Tatiana Mazzei, MBA em Gestão em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e mestranda em Linguagens e Estéticas da Comunicação pela USP.

É uma prática comum de mercado, não só em TV, como em todos os demais meios. Digamos que trata-se de uma política da boa vizinhança, o famoso “eu te ajudo, você me ajuda”. Por exemplo: se um veículo não paga BV às agências, essas não mais o indicam, a não ser que o cliente realmente exija tal coisa. Caso contrário, dão prioridade aos “parceiros”.
Porém, é uma prática de mercado complexa e é como se também, para que se fizesse trabalhos, a agência não cobrasse seus percentuais de 20% e 15% de produção e mídia. E aí, nem de BV’s estamos falando.

Ainda segundo Tatiana Mazzei, a Globo ameniza a queda de audiência através de esforços multiplataforma:

Por exemplo, os planos de patrocínio do Campeonato Brasileiro estão com preços cada vez mais astronômicos, no entanto a audiência na TV caiu nos últimos anos. Para tentar minimizar isso, a emissora oferece o que chamamos de crossmedia, apresentando inserções dos patrocinadores também na Globo.com como “bônus”.

Agora cabe nos indagar uma pergunta: até quando as agências irão aceitar baixa audiência em troca de bonificação?
Por um lado, o desprestígio da mídia tradicional aumenta, em paralelo àascensão de uma mídia independente e rápida pela internet como opção de fonte de informação, por outro, a aceitação do BV por parte das agências de publicidade pode não durar muito tempo, se levar em conta que, segundo dados do Ibope, a emissora perdeu 30% de sua audiência, de 21,7 a 14,7, em 8 anos, de 2004 a 2012.

TV Globo perde 30% de sua audiência em 8 anos

Além dos problemas de audiência, há processos de investigação de sonegação de impostos envolvendo a emissora, que pode chegar a R$ 600 milhões e atingir a empresa duramente nos próximos anos.
Segundo anúncio feito pela Procuradoria da República do Distrito Federal, aGlobo é acusada de sonegar impostos referentes à exibição da Copa do Mundo de 2002. Também pesa sobre o conglomerado de mídia suspeitas de lavagem de dinheiro, crimes contra órgãos da administração direta e indireta da União e estelionato, em pedido de apuração feito por 17 entidades da sociedade civil, entre elas, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

E se a Globo fez malabarismos e conseguiu aumentar o lucro, mesmo com audiência em baixa, o mesmo não acontece com concorrentes.

Em 2011, a Record ganhou o título de emissora que mais demite, tendo demitido 246 funcionários. A maior parte trabalhava no Recnov, o enorme complexo de dramaturgia que logo se mostrou um investimento mal dimensionado da emissora de Edir Macedo.
Tudo indica que aqui a crise não é apenas fruto da popularização da internet e da TV paga, mas de má administração.
Em 2012 foram 85 radialistas e jornalistas demitidos, enquanto a emissora via seu lucro aumentar cerca de 15%, segundo dados do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro.
Este ano, a emissora já demitiu mais de 500 funcionários, sendo mais de 100 um dia depois do 1° de maio, feriado do dia do trabalhador.

A RedeTV!, por sua vez, está praticamente falida, em crise há muito tempo. A equipe do Pânico na TV, então programa de maior audiência da emissora, deixou a casa em fevereiro de 2012 porque não recebia seus pagamentos em dia. Sem o carro chefe, os problemas da emissora só se agravaram. Vários dos funcionários da RedeTV! estão com pagamentos atrasados.
Mesmo antes da saída do Pânico, o quadro de funcionários da emissora já tinha se reduzido cerca de 20%.Cansados de trabalhar sem receber, os próprios funcionários pediram as contas.
Esse ano, começaram as demissões em massa. Em julho foram cortados 33 jornalistas. O programa Se Liga Brasil foi extinto dois meses antes. Em agosto, a emissora agoniza com as reações dos funcionários que ainda a integram. O jornalista Beto Filho conseguiu reverter na Justiça a verba de patrocínio da Bombril ao programa Mega Senha, totalizando R$ 500.000, ao pagamento de seus salários atrasados. Ao mesmo tempo, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão de São Paulo enviou à presidenta Dilma Rousseff uma carta pedindo a cassação da concessão de transmissão da RedeTV!.

A MTV, no Brasil franquiada pelo Grupo Abril, fecha as portas como TV aberta e vai para a TV paga em outubro, com outro formato, sendo tocada por sua dona original, a estadunidense Viacom, até que se encontre algum interessado na recompra dos direitos de uso da marca. A Abril tenta vender o espectro utilizado pelo canal, que ocupa a posição 32 UHF em São Paulo, para as igrejas Universal e Mundial, dos bispos Edir Macedo e Valdemiro Santiago, sem muito sucesso.
Em junho foram demitidos 70 da produção e 3 apresentadores. Os programas já não são mais gravados, sendo exibidos apenas em reprise.

Num aspecto geral, o saldo de audiência final de 2012 em relação a 2011, segundo dados do Ibope, foi:
Globo perde 10% (16.3 x 14.7), Record 13% (7.2 x 6.2), SBT 2% (5.7 x 5.6) eRedeTV! 37% (1.4 x 0.9). A única que se manteve foi a Bandeirantes, com 2.5.
Cada ponto de audiência representa 185 mil domicílios.

Revistas

No setor de revistaria, o caso é tão grave quanto na TV. No Grupo Abril — dono da revista de maior circulação nacional, a Veja —, os boatos da mídia que cobre a mídia dizem que serão cerca de 1.000 demissões e a extinção de 11 revistas só este ano.

Nos últimos dois meses foram 4 revistas encerradas (Bravo, Lola, Alfa eGloss). Fala-se na demissão de mais de 150 pessoas que trabalhavam nos editoriais dessas revistas, algumas com mais de 20 anos de de trabalho na empresa.
Outras publicações que tiveram profissionais demitidos foram Info, Recreio,Contigo, Claudia, Placar, Quatro Rodas, Viagem & Turismo e Men’s Health. Nessas últimas três, nem os diretores de redação — cargo mais alto em uma revista — foram poupados. Na Veja, foram 15 pessoas mandadas embora, sendo apenas um jornalista — um correspondente em NY —, as demais são pesquisadores e profissionais relacionados a arte. A Playboy só não foi fechada porque a multa contratual acordada com a dona da marca, que é estadunidense, é pior do que o prejuízo que a Abril está tendo com a revista. Quando o contrato atual acabar, a revista deve ser descontinuada. Algumas poucas pessoas foram reaproveitadas em outros veículos do grupo.

Além dos impressos, o portal Contigo foi fechado, a equipe foi transferida para o portal M de Mulher, que teve toda a sua equipe original demitida. O site Bebê.com também teve demissões.

Com o fim de algumas revistas, fica difícil para as outras continuarem em circulação, pois o lucro geral cai, impossibilitando a Abril de manter seu parque gráfico em atividade.
Por fim, um certo número de pessoas dos departamentos administrativostambém está sendo mandado embora.
Na noite do dia 9 de agosto o Tribunal Regional do Trabalho proibiu a Abrilde demitir mais 71 pessoas que estão na linha de corte da empresa. O motivo da proibição é a falta de acordo entre a editora e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP). Em audiência de conciliação no TRT, no dia 13 de agosto, decidiu-se que a Abril deve pagar mais dois salários e meio para cada um dos demitidos e prorrogar o convênio médico por seis meses.

Foram tantas demissões no icônico prédio da Marginal Tietê, que parte dos que restaram lá devem ser realocados para o outro prédio, da Marginal Pinheiros. Em um futuro breve, esse segundo prédio também deve ser substituído por um menor, já que a equipe — e o lucro — tende a diminuir e o aluguel do mesmo custa entre R$ 1 e 2 milhões por mês.

Acuada, a Abril diz que menos é mais e volta seus esforços para a Abril Educação, que cresce e investe em aquisição de escolas de idiomas e na criação de um selo de educação nos moldes do Objetivo — temam pela possibilidade de seus filhos frequentarem uma escola com livros feitos por Reinaldo Azevedo.

Para entender a crise da Abril, Fernando Lulia, economista pela PUC/SP e graduando em Filosofia pela USP, nos mostra e comenta os números financeiros alcançados pela Abril no ano passado.

Em 2012, a Abril S/A anunciou queda do lucro líquido de 65,5%, para R$ 64,17 milhões, ante R$ 185,88 milhões de 2011. Pesaram no resultado tanto a receita, que caiu de R$ 3,15 bilhões para R$ 2,98 bilhões, como o custo da operação, que aumentou de R$ 1,45 bilhão para R$ 1,58 bilhão, refletindo a crise de governança que passa o grupo, a queda na circulação geral de revistas, o menor número de anúncios e o desprestígio, que começa a se refletir nos balanços das empresas de mídia tradicionais.

Os números das principais revistas andam muito negativos para a editora da família Civita. Não é só para eles, a Globo já sofre os mesmos prejuízos da TV com suas revistas.

Os percentuais de queda mais agudos nas vendas das editoras Abril e Globo, de acordo com dados publicados pelo Instituto Verificador de Circulação(IVC), de 2010 a 2012 foram:
Editora Abril: Playboy (-38,52%), Capricho (-30,2%), Info Exame (-22,73%) eNova Escola (-16,83%). A Veja, carro chefe da editora, registrou queda menor (-1,35%), graças aos contratos milionários de venda para escolas públicas que tem com os governos estaduais, sobretudo de São Paulo, muitas vezes feitos sem licitação e questionados pela justiça.

Editora Globo: Época, que também é beneficiada pelos contratos com governos estaduais citados acima, de 408 mil para 389 mil (-4,5%), Marie Claire, de 206,2 mil para 182,7 (-11,4%), Galileu, de 149 mil para 127 mil (-15%), Quem, de 110,3 mil para 83,2 mil (-24,5%).

Jornais

No jornalismo, o cenário se repete. A Folha, diário de maior circulação e alcance nacional, viu a crise antes dos demais e passou a promover uma série de cortes nos últimos anos.
Já em 2011, a Folha passou por processo radical de reestruturação de operações e forte redução do quadro de funcionários, em resposta à crise da circulação, anúncios e aumento dos custos. Foram demitidos na ocasião quase 100 jornalistas, cerca de 20% do quadro de funcionários na época. Redatores, repórteres, editores, e jornalistas com mais de 20 anos de empresa foram demitidos sem justificativa. Foi extinto o caderno Folhateen, o caderno Dinheiro foi enxugado e passou-se a se chamar Mercado e trouxe como novidade o caderno Poder, com o objetivo de tratar da política nacional e da política econômica.

Voltando o foco para a internet, passou a utilizar o sistema de “paywall poroso”, em que o leitor pode ver um número limitado de 10 matérias, depois deve fazer cadastro para ter mais 11 matérias gratuitas, até que passa a poder ler apenas se for assinante. No último mês de junho, a Folhacompletou um ano de paywall, e divulgou um gráfico que mostra um aumento de 15% na base visitas ao site, sendo 4% o aumento de visitantes únicos e 189% a alta do número de assinantes digitais desde a adesão dopaywall.
Embora os indicadores sejam positivos, o número de assinantes digitais é baixíssimo e a Folha ainda registra prejuízo. Além disso, a assinatura mensal da versão online é mais barata que a versão impressa, os leitores não-assinantes do impresso somem e as demissões continuam inevitáveis.

No último mês de junho foi demitida toda a equipe do caderno Ilustríssima, o mesmo virou uma página no caderno Ilustrada. Já o caderno Equilíbrio foi extinto. No total, o número de demissões chegou a 10% do quadro de funcionários da empresa. Ou seja, na tentativa de contornar a crise a Folha enxugou mais de 30% do quadro de funcionários nos últimos três anos.Nem o coordenador da sucursal do Rio foi poupado.
O jornal Agora, da Folha, também registrou demissões.
Entre os demitidos esse ano, estão nomes do porte de Andreza Matais, ganhadora do Prêmio Esso de jornalismo em 2011 pela série que demonstrou o enriquecimento do então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. “Aos que acreditam que o jornalismo de qualidade faz bem à democracia resta torcer para que a travessia dê certo”, resumiu Suzana Singer, ombudsman da Folha em artigo no impresso.

Segundo o Índice Verificador de Circulação (IVC), a tiragem da Folha de São Paulo era de 350 mil unidades em 2002 e passou a 295 mil em 2010, umaqueda de 15,7%.

Se a Folha adotou um novo modelo de negócios, Estadão e O Globo, respectivamente segundo e terceiro maiores diários de circulação nacional, não seguiram o mesmo.

No Estadão, semanas antes do natal passado, foram demitidas mais de 30 pessoas que trabalhavam no portal online do jornal.
Ainda no ano passado, circulava em 31 de dezembro a última edição doJornal da Tarde, que pertencia ao Grupo Estado.
Nesse ano, falava-se no corte de 50 jornalistas da versão impressa doEstadão, até agora foram 20, sem contar os da sucursal do Rio.
Ao mesmo tempo, comunicado interno do diretor de conteúdo do jornal anunciava a reformulação do jornal — à semelhança da Folha — que, entre outras coisas, enxugou alguns cadernos e passou a não fazer distinção entre a edição para SP e a edição nacional, que circulava nos demais estados.
Na mesma semana, criou-se um grupo fechado no Facebook, denominado “exTadão”, em que se reúnem ex-funcionários, não apenas jornalistas, do jornal. Hoje o grupo possui 1672 membros.

O Globo, do Rio de Janeiro, parece ser o jornal mais atrasado entre os três maiores. Desde o começo da crise mundial do jornal impresso os responsáveis pelo diário das Organizações Globo diziam que o jornal não precisaria mudar seu formato para sobreviver. Agora, no fim de julho e começo de agosto, O Globo passou por reformulação gráfica, mas sem grandes mudanças práticas. O editor executivo do jornal dos Marinho diz que a empresa não deve apostar na versão online.

O jornal Valor Econômico, de propriedade 50% da Folha 50% das Organizações Globo, também promoveu demissões em massa nesse ano, fruto da expectativa frustrada até o momento da reestruturação promovida o ano passado. Em maio, o jornal demitiu cerca de 50 funcionários da redação, num corte que se estendeu a Rio de Janeiro e Brasília. A empresa não emitiu nenhum comunicado oficial. O corte foi decidido em conjunto entre asOrganizações Globo e o Grupo Folha, em função da necessidade de reduzir despesas para não prejudicar os investimentos da ordem de US$ 100 milhões feitos na nova plataforma digital Valor-PRO, lançada em novembro do ano passado, e que ainda não começou a gerar a receita esperada.

Entre as baixas desse ano, está Vera Saavedra Durão, jornalista, hoje com 65 anos, que abraçou a reportagem com a mesma paixão que lutou contra a ditadura, como militante da Vanguarda Revolucionária Palmares (Var-Palmares), onde foi companheira de Dilma Rousseff. Ficou dois anos na prisão, atuou como repórter de economia nos então principais jornais do país – O Globo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil e Folha – e estava há 13 anos no jornal, na equipe que fundou o Valor Econômico em 2000.

A jornalista foi demitida quando estava de férias e em meio à informação que veio à tona de que ela fora alvo de espionagem da empresa Vale S/A, segundo denúncia de um ex-gerente de segurança, caso ainda investigado pelo Ministério Público do Rio. Ela sequer teve a oportunidade de conversar com o jornal sobre a denúncia, foi demitida antes e não obteve resposta do email que mandou à chefia sobre o assunto. “Depois de 13 anos trabalhando para engrandecer o jornal achei que teria direito a um período sabático e não a uma demissão”, lamenta ela, segundo informações da Agência Pública.

Outros grandes jornais que fecharam a versão impressa são:
Estado do Paraná, Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil, esse último empregava cerca de 500 jornalistas. Pesquisa recente da consultoria estadunidenseFuture Exploration Network indica que deve acontecer em 2027 a morte do último jornal impresso no Brasil, nos EUA isso deve acontecer antes, já em 2017, o que explica a recente venda do jornal mais influente do país, The Washington Post, para o empreendedor digital Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon.


As dificuldades em um novo cenário

Deixando de lado o surgimento de novos meios, agora interativos, se for analisar o papel que a mídia tradicional, principalmente a impressa, teve até hoje, logo se percebe onde está o erro que está levando esse modelo para o ralo.

É algo bastante simples: a missão da mídia.

Qual é a missão de um jornal ou uma revista? Se for perguntar a um leitor, este vai dizer que a função é deixa-lo informado ou entretido. Se perguntar para um empresário de mídia, a resposta vai ser outra: servir de painel de visualização para a publicidade.

Desde a criação dos classificados — em linguagem publicitária, o saudoso tijolinho —, o jornal se tornou uma ferramenta para as empresas de propaganda. O “informar” deu lugar ao “capitalizar” e, com isso, a ânsia por uma base cada vez maior de leitores virou regra para a sobrevivência do meio, em detrimento da qualidade da informação, por um lado, e das regras e preceitos básicos do jornalismo, por outro.

Por que os jornais estão morrendo? Por dois motivos interligados:

  1. O leitor está abandonando a versão impressa para aproveitar as facilidades da versão online.
  2. Sem leitor não há anunciante, sem anunciante desaparece o orçamento do jornal, que antes empregava vários profissionais.

Como recuperar os danos? Encarando o universo online!

Alguns estão se adaptando a este novo cenário com novos modelos, como os casos citados da Folha e do Valor, além dos internacionais NY Times, dosEUA, e Financial Times, do Reino Unido. Porém, dificilmente estes jornais terão na tela o mesmo sucesso que tiveram no papel. Um jornal que pode ser exemplo da eficácia questionável desse novo modelo é o estadunidenseSan Francisco Chronicle, que desistiu do paywall no último dia 15 de agosto, sem explicar os motivos.

Os que apostam em banners em sites abertos já sabem que estes não são tão rentáveis quanto a publicidade era no impresso, além de que eles encontram a concorrência de sistemas de afiliados já consolidados, como oGoogle AdWords.
Os que seguem um modelo pago tem um grande ponto contra: aqui há muito conteúdo gratuito com qualidade.

Finalmente, o novo jornalismo

Embora crises não sejam sinônimo de felicidade, a sociedade como um todo tem muito que o comemorar. Graças aos novos meios, saímos do status de reféns da frequente manipulação copiosa da informação pelos grandes grupos de mídia nacionais e passamos a ser produtores de nosso próprio conteúdo.
Dois exemplos claros e atuais são a agência Pública, que é uma organização de jornalistas independentes que produzem e fomentam a produção de conteúdo jornalístico investigativo de qualidade e fidedigno, e a equipeNINJA — sigla para Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação —, que traz a realidade dos protestos que vêm ocorrendo desde junho deste ano sem as já conhecidas distorções da grande mídia.

Enquanto os grandes jornais passam a, só agora, olhar a web como o futuro, já fazem anos que muitos jornalistas, cada um especializado em alguma área, se tornaram blogueiros, tendo consolidado sua audiência. São osblogueiros progressistas, conhecidos atualmente e que, em rede, fazem o contraponto diário da grande mídia. São eles, os precursores, para citas alguns: Luís Nassif, Luís Carlos Azenha, Rodrigo Viana, Altamiro Borges e Eduardo Guimarães.

Com a crise da grande mídia, de alternativo, esse passa a ser o perfil do novo jornalista: alguém que criou seu próprio veículo, é especializado em algum assunto, conquistou seu próprio público e, mesmo que perca em número de público para os grandes portais, não tem que manter uma equipe grande nem tem tantos gastos com infraestrutura.

Mas ainda assim tem gastos, precisa manter seus serviços de alguma forma. Para tanto, alguns utilizam banners, o que não é o modelo ideal, já que a informação volta a ser refém da publicidade. Outros recorrem a doações dos leitores, o que pode ser um modelo justo, mas dificilmente vai custear o sustento desse profissional.

Uma terceira alternativa ainda não é realidade, mas parece ser a ideal: o custeio por incentivos governamentais, algo semelhante ao Vale-Cultura e aLei Rouanet.
Assim como a cultura, acesso à informação de qualidade é um direito do cidadão, logo o governo tem um papel importante aqui também.

O Vale-Cultura é um vale que o trabalhador que ganhar até cinco salários mínimos deve receber. O valor é de R$ 50 mensais, debitados em cartão magnético, e poderá ser gasto na compra de produtos e serviços culturais como teatro, cinema, livros, CDs, DVDs. O vale deve começar a ser debitado a partir de setembro deste ano e deve ser custeado pelas empresas, que receberão em troca dedução fiscal do governo. Já a Lei Rouanet é uma lei que incentiva o financiamento de produções culturais, sancionada em 1991.

Nesse caso, para a sociedade como um todo o “Vale-Informação” serviria para fomentar a produção de informação de qualidade de forma democrática, com pluralidade, e para o novo jornalista, o vale significaria a manutenção de seus serviços.
O cidadão escolheria com qual veículo gastar o seu vale, mas o foco do programa deve ser os veículos menores, realmente independentes.
No caso de uma lei aos moldes da Rouanet, esta serviria para cobrir os custos de manutenção dos serviços e incentivar a produção jornalística de qualidade a longo prazo, mas novamente o foco deve ser os veículos menores, independentes.

Já existem modelos semelhantes de incentivo ao jornalismo por parte do governo em outros países. Se engana quem pensa que esse incentivo faz com que a liberdade de imprensa fique refém da arbitrariedade do governo. O ranking abaixo, publicado pela freepress com dados dos Repórteres Sem Fronteiras, mostra que o que acontece é exatamente o contrário: os países que mais incentivam o jornalismo são os com maior liberdade de imprensa, já que a função jornalística não se restringe às mãos dos oligopólios.

(Imagem: Freepress)

As ferramentas para a democratização da mídia já são uma realidade, só falta o custeio disso. Em paralelo a uma proposta efetiva, via lei de iniciativa popular ou projeto de lei pelo Congresso que democratize os meios de comunicação, regule o setor econômica, financeira e judicialmente e impeça o poder desmesurado e a concentração de mercado que há sobre a informação no Brasil, processo de concentração e oligopólio sobre a informação que remonta aos tempos da Ditadura. No longo prazo, só a educação garante a efetiva consciência do cidadão.

Visto como está, o jornalismo alternativo e independente ganha prestígio e mantém a qualidade, como é sua característica, mas tem sérios desafios de sustentabilidade e custeio. No caminho contrário, a grande mídia impressa e televisiva – já que na internet o ambiente é mais democrático – continua a monopolizar a informação e prestar um desserviço ao país, cobrindo casos com arbitrariedade, interpretando como se estivesse reportando e pautando o noticiário diário segundo os seus interesses econômicos e políticos.

Sintoma maior desse descompasso entre a informação passada pela mídia tradicional e a democracia no Brasil foram as pesquisas sistemáticas de popularidade do governo Lula, que chegou a alcançar 70% de aprovação, com uma mídia que, mais do que desaprovava o governo, em medidas de política econômica e institucionais, desprezava o presidente pessoalmente, em editoriais, cobertura de mídia e televisiva que chegavam ao ridículo. É por mais vozes, mais opiniões, mais contrapontos que o Brasil urge. Neste ponto, as perspectivas de transformação para um novo jornalismo no Brasil que emerge são reais, tendo como foco as novas mídias e o papel do novo jornalista.

É preciso se perguntar, por fim, pelo governo Dilma, que se elegeu com uma proposta de Reforma dos Meios a ser encaminhada nos primeiros anos de mandato, e pela sensibilidade do ministro das Comunicações que, é forçoso reconhecer, trabalha de acordo com as limitações que o poder econômico e político da grande mídia exerce.

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105 Comentários »

  1. […] 241. Só pessoas com baixo nível de instrução se deixa conduzir bovinamente por tudo o que os grupos mafiomidiáticos dizem. Baixo nível de instrução principalmente daqueles que, tendo diploma de curso superior, […]

    Pingback por Quem é mais escroto: o hiPÓcrita ou o capacho?! | Ficha Corrida — 15/11/2016 @ 11:26 am | Responder

  2. […] surge do embate de ideias, mas da força bruta das armas em compadrio com a manipulação pelos grupos mafiomidiáticos, que serão seus parceiros e maiores beneficiários. Pensar que o silêncio sobre casos de […]

    Pingback por Se fazem isso na democracia, imagine na ditadura | Ficha Corrida — 12/11/2016 @ 9:25 am | Responder

  3. […] façam de conta que Ana Júlia não exista. Contudo, é exatamente a lógica com que trabalham os grupos mafiomidiáticos: toda e qualquer informação não seja “mediada” por eles não tem direito à […]

    Pingback por O sequestro da Ana Júlia | Ficha Corrida — 06/11/2016 @ 12:35 pm | Responder

  4. […] demais sócios do Instituto Millenium agem com a mesma preocupação. Isso explica porque, para os grupos mafiomidiáticos, há dois tipos de corrupção: uma boa e outra ruim. A boa é aquela praticada por seus parceiros […]

    Pingback por Dono da Folha exige monopólio da estupidez | Ficha Corrida — 06/11/2016 @ 9:23 am | Responder

  5. […] desde a derrota do amante da funcionária Miriam Dutra. Quando FHC foi apeado, houve luto nos grupos mafiomidiáticos. Na RBS aportaram Pérsio Arida e Pedro Parente, que agora é devolvido para destruir a […]

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  6. […] criminalização do PT, com perseguição a Lula e Dilma foi orquestrado e conduzido pelos grupos mafiomidiáticos. O resultado do sucesso obtido, ao contrário do bolo do Delfim Neto, começa a ser esquartejado e […]

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  7. […] Cel. Telhada,  deputado também do PSDB. Ambos são a cara do PSDB paulista. Sem a omissão os grupos mafiomidiáticos estas personagens não sairiam das sombras em que se […]

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  10. […] pela Rede Globo, RBS, Estadão, Folha de São Paulo, Veja saíram os autores do golpe paraguaio. Os grupos mafiomidiáticos são os autores intelectuais do golpe. Também por isso são os maiores […]

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  11. […] dos seus apoiadores. A violência começa pelas redações dos jornais. E lá na cozinha dos grupos mafiomidiáticos que se constrói a narrativa dos bons contra os maus. É lá que a violência é justificada sempre […]

    Pingback por A violência é o único argumento dos fascistas | Ficha Corrida do GOLPE — 03/09/2016 @ 8:55 am | Responder

  12. […] derrotados das últimas eleições. A plutocracia muito bem representada pelos patos da FIESP, os grupos mafiomidiáticos, encarregados de adestrar corações e mentes fracas, os midiotas, a cleptocracia no caso […]

    Pingback por Instalada a Cleptocracia | Ficha Corrida do GOLPE — 01/09/2016 @ 9:42 am | Responder

  13. […] A democracia está sendo estuprada à luz do dia, sob o olhar complacente e luxurioso dos grupos mafiomidiáticos. […]

    Pingback por O Eduardo CUnha argentino atuou sob as barbas dos arapongas brasileiros | Ficha Corrida do GOLPE — 26/08/2016 @ 9:57 am | Responder

  14. […] apontar a parceria dos grupos mafiomidiáticos, tanto do Grupo Clarín como da Rede Globo. Não por acaso, ambos, assim como toda plutocracia […]

    Pingback por A cleptocracia se lambuza no Panama Papers | Ficha Corrida do GOLPE — 21/08/2016 @ 11:18 am | Responder

  15. […] claro que uma foto destas jamais seria publicada na velha mídia brasileira. Nossos grupos mafiomidiáticos têm consciência de que equivaleria a depreciação do próprio patrimônio. Michel Temer é o […]

    Pingback por Uma imagem que resume a envergadura moral do golpe paraguaio | Ficha Corrida do GOLPE — 21/08/2016 @ 11:15 am | Responder

  16. […] de todo esforço dos nossos velhos grupos mafiomidiáticos  em proteger o golpe e seus golpistas, a mídia internacional fura o bloqueio. Todo dia […]

    Pingback por A pedagogia do golpe | Ficha Corrida do GOLPE — 17/08/2016 @ 10:01 am | Responder

  17. […] de que tentou comprar o Uruguai fecha com chave de ouro um dos atores mais recrutados pelos grupos mafiomidiáticos para ocupar o papel de quinta coluna. José Serra, que mantém um controle absoluto na mídia […]

    Pingback por Bestiário do GOLPE! | Ficha Corrida do GOLPE — 17/08/2016 @ 8:42 am | Responder

  18. […] de manipular aquelas pessoas que preferem usar o próprio cérebro, que não se deixam levar pelos grupos mafiomidiáticos […]

    Pingback por Meu nome é ninguém | Ficha Corrida do GOLPE — 07/08/2016 @ 11:27 am | Responder

  19. […] enganado. O problema não é Michel Temer, ficha suja inelegível por oito anos. O problema são os grupos mafiomidiáticos, golpistas desde sempre. Se é vergonhoso ter Michel Temer e José Ivo Sartori nos executivos no […]

    Pingback por Olimpíadas à sombra do Golpe Paraguaio | Ficha Corrida do GOLPE — 06/08/2016 @ 9:48 am | Responder

  20. […] na moda no circuito internacional, no Brasil é um assunto tabu pelo simples fato de envolver os grupos mafiomidiáticos, seus donos e seus magarefes de aluguel. E mais uma vez, não aparecem os nomes do Lula, do José […]

    Pingback por Panama Papers & golpe | Ficha Corrida do GOLPE — 05/08/2016 @ 11:23 pm | Responder

  21. […] o golpe paraguaio é o coroamento do esforço dos grupos mafiomidiáticos para que a Veja possa retornar às capas anteriores a […]

    Pingback por Proposta de solução final | Ficha Corrida — 31/07/2016 @ 10:11 am | Responder

  22. […] nojo dos nossos grupos mafiomidiáticos, vejo  todos os dias a RAI, Rede Internacional de Televisão Italiana. É uma espécie de […]

    Pingback por Teoria da DependênCIA, de FHC & CIA | Ficha Corrida — 26/07/2016 @ 9:19 am | Responder

  23. […] cada dia que passa fica mais evidente a miséria dos nosso grupos mafiomidiáticos. Patrocinadores e condutores do golpe paraguaio, que transformou o Brasil numa República das […]

    Pingback por Rede Globo, pró-CUnha, acusa ombudsman da Folha ser pró-Dilma | Ficha Corrida — 24/07/2016 @ 11:12 am | Responder

  24. […] golpe, não há a mínima dúvida, é conduzida pelos grupos mafiomidiáticos. E cada dia fica mais claro que o Instituto Millenium foi criado para isso. Os assoCIAdos deste […]

    Pingback por O criminoso sempre volta ao local do crime | Ficha Corrida — 22/07/2016 @ 9:04 am | Responder

  25. […] mais renomados intelectuais das Américas e da Europa furam o bloqueio dos grupos mafiomidiáticos brasileiros e contam o que os golpistas escondem do público […]

    Pingback por Golpe en Brasil: Genealogía de una farsa | Ficha Corrida — 20/07/2016 @ 10:38 pm | Responder

  26. […] que os verdadeiros bandidos não são os que estão presos no Presídio Central, são os donos dos grupos mafiomidiáticos. Omitem, torcem, distorcem, cometem verdadeiros atentados contra a democracia, como golpe em curso […]

    Pingback por Se um bandido confessa um crime, nem por isso deixa de ser bandido | Ficha Corrida — 19/07/2016 @ 9:42 am | Responder

  27. […] grupos mafiomidiáticos conduziram a manada para derrubar uma Presidente honesta e colocar em seu lugar uma […]

    Pingback por São todos CUnha! | Ficha Corrida — 12/07/2016 @ 9:35 am | Responder

  28. […] convicção é antiga e fundada em provas. O câncer do Brasil é o golpismo dos grupos mafiomidiáticos, comandados por cinco famílias (Civita, Frias, Mesquita, Marinho & […]

    Pingback por Globo é golpe, golpe é Globo | Ficha Corrida — 29/06/2016 @ 8:32 am | Responder

  29. […] a política e a esquerda. Portanto, há muito tempo que venho denunciando a promiscuidade dos grupos mafiomidiáticos com seus finanCIAdores ideológicos. Os ataques obsessivos e insanos, diuturnamente, ao Governo […]

    Pingback por Depois da BROI, PSDB & Rede Globo preparam Petrobrax | Ficha Corrida — 26/06/2016 @ 10:44 am | Responder

  30. […] uma oportunidade para saírem, protegidas, à rua. Encontraram no candidato derrotado e nos grupos mafiomidiáticos o apoio e queijo para aparecerem à luz do sol. O convescote, em Foz do Iguaçu, em que o FHC/José […]

    Pingback por Petrobras no Pasquim de 1987 | Flávio Chaves — 27/12/2015 @ 12:08 am | Responder

  31. […] não chegou à Presidência da Câmara com o voto do Kim Kataguiri, mas da manada amestrada pelos grupos mafiomidiáticos, a começar pelo PSDB. Cunha é a repetição, como farsa, do Severino Cavalcanti, o breve. […]

    Pingback por Q RIDÃO... — 12/10/2015 @ 7:12 am | Responder

  32. […] puteiro, restou à Folha a busca por uma saída à francesa. De qualquer sorte, fica provado que os grupos mafiomidiáticos sempre prontos a darem lição de administração, estão […]

    Pingback por Q RIDÃO... — 11/10/2015 @ 7:20 pm | Responder

  33. […] conluio destas religiões pentecostais, que só servem para encher os bolsos dos pastores, com os grupos mafiomidiáticos estamos retornoando, em ritmo acelerado ao início do século passado. Ao contrário dos tempos do […]

    Pingback por O fanatismo mafiomidiático empurra o Brasil para trás | Luizmuller's Blog — 12/07/2015 @ 11:48 am | Responder

  34. […] ao conluio destas religiões pentecostais, que só servem para encher os bolsos dos pastores, com os grupos mafiomidiáticos estamos retornoando, em ritmo acelerado ao início do século passado. Ao contrário dos tempos do […]

    Pingback por Graças ao conluio destas religiões pentecostais, que só servem para encher os bolsos dos pastores, com os grupos mafiomidiáticos estamos retornoando, em ritmo acelerado ao início do século passado | Talis Andrade — 12/07/2015 @ 10:58 am | Responder

  35. […] pedalada na corrupção no tCU. Que ninguém duvide se ainda não convencerem a manada que segue os grupos mafiomidiáticos de que mais esta culpa seja jogada nas costas da Dilma, do Lula e do PT, exatamente quem tornou […]

    Pingback por Jacinto Pereira » Entenda por que todos os corruptos querem a saída da Dilma? — 28/06/2015 @ 8:35 pm | Responder

  36. […] Como é do PSDB, está só nas páginas policiais e nos anais da bandidagem. Cadê a indignação dos coxinhas? Por onde anda o moralismo seletivo e sectário dos golpistas de plantão. Se isto estivesse acontecendo com algum deputado de esquerda, haveria chamada nos maiores jornais e alguns minutos no Jornal Nacional. É em episódios como este que a lei Rubens Ricúpero se revela com mais clareza: o que é bom para seus parceiros do PSDB, a velha mídia mostra; se é ruim, os assoCIAdos do Instituto Millenium escondem… Estas notícias não sem nos grupos mafiomidiáticos. […]

    Pingback por Se fosse petista, estaria na capa dos maiores jornais | Ficha Corrida — 22/11/2014 @ 5:00 pm | Responder

  37. […] até as calúnias em relação às respectivas atuações políticas. Por paradoxal que seja, os grupos mafiomidiáticos que os acusam de antidemocráticos costumam processar tudo e todos que não concordam com eles. […]

    Pingback por Corrupção empresarial | Ficha Corrida — 21/11/2014 @ 9:08 am | Responder

  38. […] tratar o objeto “informação” e “interesse público”. Não esta putaria que viraram os grupos mafiomidiáticos […]

    Pingback por Mídia familiar: o que era incesto virou suruba | Ficha Corrida — 21/11/2014 @ 8:45 am | Responder

  39. […] informações que não saem nos grupos mafiomidiáticos. E é por isso que mesmo que os chamo de mafiomidiáticos. Corrupção no PSDB/DEMo não as caras […]

    Pingback por Coisas que não encontrarás nas cinco irmãs (Veja, Globo, Folha, Estadão & RBS) | Ficha Corrida — 21/11/2014 @ 8:20 am | Responder

  40. […] adulteração de leite, desvio de recursos públicos, sonegação, formação de cartel os mesmos grupos mafiomidiáticos não incriminam todos os empresários? Por que toda vez que há uma denúncia envolvendo alguém do […]

    Pingback por Instituto Millenium: “- os nossos corruptos são melhores que os de vocês” | Ficha Corrida — 19/11/2014 @ 8:52 am | Responder

  41. […] grupos mafiomidiáticos são protegidos por políticos desde a ditadura, quando cresceram e se fortaleceram graças aos […]

    Pingback por Rede Globo de Sonegação: sonegar também é matar! | Ficha Corrida — 17/11/2014 @ 9:16 am | Responder

  42. […] Abriu portas e janelas, construiu BRTs, ciclofaixas tudo para arejar o clima. Mas os velhos grupos mafiomidiáticos passaram a tratá-lo como se fosse o autor de todos os problemas de São Paulo. A priorização do […]

    Pingback por A$$oCIAdos do Instituto Millenium deixam ar de São Paulo irrespirável | Ficha Corrida — 11/11/2014 @ 7:45 am | Responder

  43. […] entender quem são os que incutem ódio nas relações sociais e nas disputas políticas. Os velhos grupos mafiomidiáticos tentam sobreviver aos novos tempos se perfilando ao lado de espectros políticos que lhes dão […]

    Pingback por Velhos Grupos Mafiomidiáticos são incubadores do ódio | Ficha Corrida — 10/11/2014 @ 8:44 am | Responder

  44. […] grupos mafiomidiáticos de São Paulo, por recomendação do Instituto Millenium preferiram a mistificação, a aliança […]

    Pingback por São Paulo tem Folha, Estadão e Veja, mas só El País vaza | EVS NOTÍCIAS. — 09/11/2014 @ 11:34 am | Responder

  45. […] grupos mafiomidiáticos de São Paulo, por recomendação do Instituto Millenium preferiram a mistificação, a aliança […]

    Pingback por São Paulo tem Folha, Estadão e Veja, mas só El País vaza | Ficha Corrida — 09/11/2014 @ 9:25 am | Responder

  46. […] futuro, quando alguém pesquisar nos principais grupos mafiomidiáticos a respeito do fornecimento de água em São Paulo no ano de 2014, não encontrará a palavra […]

    Pingback por O racionando o nome racionamento | EVS NOTÍCIAS. — 04/11/2014 @ 12:41 pm | Responder

  47. […] futuro, quando alguém pesquisar nos principais grupos mafiomidiáticos a respeito do fornecimento de água em São Paulo no ano de 2014, não encontrará a palavra […]

    Pingback por O racionando o nome racionamento | Ficha Corrida — 04/11/2014 @ 9:41 am | Responder

  48. […] em curso um estelionato eleitoral. Para proteger o curral eleitoral do PSDB, os principais grupos mafiomidiáticos de São Paulo, Veja, Folha, Estadão, coordenados peloInstituto Millenium, deram cobertura. Nada […]

    Pingback por Baixo nível da imprensa paulista | EVS NOTÍCIAS. — 02/11/2014 @ 11:59 am | Responder

  49. […] em curso um estelionato eleitoral. Para proteger o curral eleitoral do PSDB, os principais grupos mafiomidiáticos de São Paulo, Veja, Folha, Estadão, coordenados pelo Instituto Millenium, deram cobertura. Nada […]

    Pingback por Baixo nível da imprensa paulista | Ficha Corrida — 02/11/2014 @ 10:40 am | Responder

  50. […] Na terra da Multilaser e do Banco Itaú, choque de gestão e meritocracia são palavras brandidas como panos vermelhos pelos toureiros para atraírem a manada que os segue de maneira bovina as manipulações dos velhosgrupos mafiomidiáticos. […]

    Pingback por Seca no epicentro do golpismo | EVS NOTÍCIAS. — 02/11/2014 @ 7:50 am | Responder

  51. […] Na terra da Multilaser e do Banco Itaú, choque de gestão e meritocracia são palavras brandidas como panos vermelhos pelos toureiros para atraírem a manada que os segue de maneira bovina as manipulações dos velhos grupos mafiomidiáticos. […]

    Pingback por Seca no epicentro do golpismo | Ficha Corrida — 01/11/2014 @ 11:18 pm | Responder

  52. […] Fatos como estes, acontecem todos os dias, mas não chegam à capa. Não é mero acaso que o PSDB seja o partido com mais políticos cassados pelo Ficha Limpa. Na verdade, ninguém chega ao pés do PSDB em termos de Ficha Suja, mas que, devido à proteção mafiosa dos velhos grupos de mídia. […]

    Pingback por Por que quando o corrupto é do PSDB a Folha trata como algo normal? | MANHAS & MANHÃS — 28/10/2014 @ 12:44 pm | Responder

  53. […] Fatos como estes, acontecem todos os dias, mas não chegam à capa. Não é mero acaso que o PSDB seja o partido com mais políticos cassados pelo Ficha Limpa. Na verdade, ninguém chega ao pés do PSDB em termos de Ficha Suja, mas que, devido à proteção mafiosa dos velhos grupos de mídia. […]

    Pingback por Por que quando o corrupto é do PSDB a Folha trata como algo normal? | Ficha Corrida — 28/10/2014 @ 8:11 am | Responder

  54. […] condescendência da velha imprensa com o PSDB passa dos limites. Graças à blindagem dos grupos mafiomidiáticos, o racionamento de água foi postergado oficialmente, embora ocorresse de fato, e assim Geraldo […]

    Pingback por Racionamento d’água: e se, ao invés de São Paulo, fosse no RS? | Ficha Corrida — 20/10/2014 @ 8:31 am | Responder

  55. […] é em São Paulo que fica a sede do Instituto Millenium, aquele puteiro que coordena as ações dos grupos mafiomidiáticos de que são exemplo a sra. Judith Brito e ANJ? Não é mera coincidência que as sedes dos […]

    Pingback por Aécio made in USA | MANHAS & MANHÃS — 16/10/2014 @ 12:04 pm | Responder

  56. […] é em São Paulo que fica a sede do Instituto Millenium, aquele puteiro que coordena as ações dos grupos mafiomidiáticos de que são exemplo a sra. Judith Brito e ANJ? Não é mera coincidência que as sedes dos […]

    Pingback por Aécio made in USA | Ficha Corrida — 16/10/2014 @ 7:51 am | Responder

  57. […] foi descoberta a compra da reeleição, admitida e comprovada, não houve uma linha sequer nosgrupos mafiomidiáticos. Todas as chicanas do PSDB foram engavetadas pelo Geraldo Brindeiro ou escondidas por Gilmar […]

    Pingback por Folha acha feio tudo o que não é espelho | MANHAS & MANHÃS — 14/10/2014 @ 7:07 pm | Responder

  58. […] foi descoberta a compra da reeleição, admitida e comprovada, não houve uma linha sequer nos grupos mafiomidiáticos. Todas as chicanas do PSDB foram engavetadas pelo Geraldo Brindeiro ou escondidas por Gilmar […]

    Pingback por Folha acha feio tudo o que não é espelho | Ficha Corrida — 14/10/2014 @ 6:39 pm | Responder

  59. […] mais candidatos do PSDB às eleições, mas este dado passa batido. Quando alguém do partido dos grupos mafiomidiáticos é detido, não aparece o nome e muito menos o partido. Quando um presidiário solta falação, […]

    Pingback por Blitzkrieg contra o PT | Ficha Corrida — 10/10/2014 @ 7:29 am | Responder

  60. […] Neves, fizeram um editorial: Minas a reboque, não! Se antes havia dúvida do total engajamento dos grupos mafiomidiáticos entorno de Aécio Neves, agora não há mais dúvida. Está explícito. Toda a escumalha de […]

    Pingback por Diários A$$oCIAdos: Minas a cabresto, sim! | MANHAS & MANHÃS — 08/10/2014 @ 12:21 pm | Responder

  61. […] Afinal, por que ninguém odeia o Partido do Bolsonaro, do Marco Feliciano, do Silas Malafaia, do Paulo Maluf, do Luis Carlos Heinze? Simples. Porque a velha mídia sequer condena eles, jamais condenaria o partido. A manada odeia quem a velha mídia manda odiar. Ela não se dá ao cuidado de eleger com seus próprios neurônios um objeto para seu ódio, segue o caminho mais fácil, pronto e acabado, entregue de mão beijada pelos grupos mafioMidiáticos. […]

    Pingback por Para um futuro melhor, contra a terceirização do Brasil | O jornaleiro — 08/10/2014 @ 11:29 am | Responder

  62. […] Neves, fizeram um editorial: Minas a reboque, não! Se antes havia dúvida do total engajamento dos grupos mafiomidiáticos entorno de Aécio Neves, agora não há mais dúvida. Está explícito. Toda a escumalha de […]

    Pingback por Diários A$$oCIAdos: Minas a cabresto, sim! | Ficha Corrida — 08/10/2014 @ 8:42 am | Responder

  63. […] Afinal, por que ninguém odeia o Partido do Bolsonaro, do Marco Feliciano, do Silas Malafaia, do Paulo Maluf, do Luis Carlos Heinze? Simples. Porque a velha mídia sequer condena eles, jamais condenaria o partido. A manada odeia quem a velha mídia manda odiar. Ela não se dá ao cuidado de eleger com seus próprios neurônios um objeto para seu ódio, segue o caminho mais fácil, pronto e acabado, entregue de mão beijada pelos grupos mafioMidiáticos. […]

    Pingback por Ou o povo derrota Aécio ou Aécio vai fazer pó do Brasil! | Ficha Corrida — 08/10/2014 @ 8:13 am | Responder

  64. […] de manter intacta a tortura, o Instituto Millenium, um “puteiro” mantido pelos velhos Grupos MafioMidiáticos, criou um site para patrulhar o Poder […]

    Pingback por A ditadura só perdura onde não há punição | Ficha Corrida — 28/09/2014 @ 9:56 am | Responder

  65. […] Judith Brito já tinha avocado para os Grupos MafioMidiáticos o papel de partido político de oposição ao PT. A ANJ endossou e hoje não há nas cinco […]

    Pingback por Quem não tem ideias, ataca! | Ficha Corrida — 28/09/2014 @ 8:30 am | Responder

  66. […] do Instituto Millenium entraram em transe porque a Dilma conseguiu falar na ONU o que os velhos grupos mafiomidiáticos sonegam aqui. A capa d’O Globo é reveladora do caráter deste grupo: eles adorariam que Obama […]

    Pingback por Quem não tem discurso luta com a inveja | Ficha Corrida — 25/09/2014 @ 8:39 am | Responder

  67. […] condena o partido dos trabalhadores, mas não condena a FEBRABAN, a UDR, o agronegócio, a CIA e os Grupos MafioMidiáticos. Por que Marina sempre vai com as outras?! Por que quanto maior é o tempo de exposição Marina […]

    Pingback por FIESP troca Maluf por Marina | Ficha Corrida — 24/09/2014 @ 8:41 am | Responder

  68. […] Alckmin, Marco Feliciano, Tiririca… E nem poderia ser diferente, considerando que os velhosgrupos mafiomidiáticos têm sede em São Paulo. O Instituto Millenium, que propaga o atraso na política, inclusive o de […]

    Pingback por Folha, oportunista, agora quer embarcar na carona do Haddad | MANHAS & MANHÃS — 22/09/2014 @ 11:50 am | Responder

  69. […] Alckmin, Marco Feliciano, Tiririca… E nem poderia ser diferente, considerando que os velhos grupos mafiomidiáticos têm sede em São Paulo. O Instituto Millenium, que propaga o atraso na política, inclusive o de […]

    Pingback por Folha, oportunista, agora quer embarcar na carona do Haddad | Ficha Corrida — 22/09/2014 @ 8:20 am | Responder

  70. […] fazem cobras e lagartos para tentarem alavancar candidaturas de seus correligionários. Osgrupos mafiomidiáticos perderem totalmente a compostura. Se é que tinham. Daí vem também a razão pela qual vão […]

    Pingback por Revisão do erro do IBGE derruba urubus em pleno voo comemorativo | MANHAS & MANHÃS — 21/09/2014 @ 11:25 am | Responder

  71. […] fazem cobras e lagartos para tentarem alavancar candidaturas de seus correligionários. Os grupos mafiomidiáticos perderem totalmente a compostura. Se é que tinham. Daí vem também a razão pela qual vão […]

    Pingback por Revisão do erro do IBGE derruba urubus em pleno voo comemorativo | Ficha Corrida — 21/09/2014 @ 10:43 am | Responder

  72. […] a máfia siciliana, nos áureos tempos de Corleone, foi tão explícita com os velhos Grupos MafioMidiáticos brasileiros em prol do […]

    Pingback por Globo não sonega apenas informação, também sonega bilhões aos cofres públicos | Ficha Corrida — 19/09/2014 @ 9:14 am | Responder

  73. […] estes grupos mafiomidiáticos que querem nos ensinar ética na política, que querem falar aparelhamento do […]

    Pingback por A ética da malandragem | Ficha Corrida — 13/09/2014 @ 11:10 am | Responder

  74. […] imposto, até bancos, criminosos de todos os tipos, donos de helicópteros cheios de cocaína, grupos mafiomidiáticos, jogadores de futebol, jogo do bixo. Bastou o PSDB perder a boquinha federal para todo mundo se […]

    Pingback por Educadora assume titularidade e bota Marina no Banco (Itaú) | Ficha Corrida — 11/09/2014 @ 9:45 am | Responder

  75. […] mais semelhanças entre Aécio e Serra do que sugere a vã filosofia. É o compadrismo com osgrupos mafiomidiáticos do Instituto […]

    Pingback por MANHAS & MANHÃS — 08/09/2014 @ 1:02 pm | Responder

  76. […] mais semelhanças entre Aécio e Serra do que sugere a vã filosofia. É o compadrismo com os grupos mafiomidiáticos do Instituto […]

    Pingback por Liberdade de expre$$ão à moda Aética | Ficha Corrida — 08/09/2014 @ 9:12 am | Responder

  77. […] pela indignação seletiva dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou Dilma acaba com o Cartel do Grupos MafioMidiáticos ou eles ainda acabarão transformando o Brasil no maior distribuidor de drogas do […]

    Pingback por MANHAS & MANHÃS — 07/09/2014 @ 8:39 pm | Responder

  78. […] pela indignação seletiva dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou Dilma acaba com o Cartel do Grupos MafioMidiáticos ou eles ainda acabarão transformando o Brasil no maior distribuidor de drogas do […]

    Pingback por Se o PT tivesse aparelhado o Estado este infiltrado do PSDB teria sido exonerado | Ficha Corrida — 07/09/2014 @ 5:01 pm | Responder

  79. […] sai o resultado do PIB, duvido que a velha mídia alemã faça como os grupos mafiomidiáticos daqui. A nossa torcida pelo fracasso é tão grande que mesmo num período de recessão mundial em […]

    Pingback por Brasil cresce mais do que Alemanha | Ficha Corrida — 03/09/2014 @ 9:04 am | Responder

  80. […] decorrer apenas do fato de que lá estavam velhos parceiros da direita e novos empregados dos grupos mafiomidiáticos, revela-se agora, pela nova investida do Instituto Millenium, ser um atitude deliberada para […]

    Pingback por Depois de enquadrar o STF, Instituto Millenium vai patrulhar Poder Judiciário | Ficha Corrida — 02/09/2014 @ 9:24 am | Responder

  81. […] pasmem, a RBS junto com outros grupos mafiomidiáticos criaram um site para atacar as decisões do Poder Judiciário. A desfaçatez não tem […]

    Pingback por Racismo, a gente se vê na RBS! | Ficha Corrida — 01/09/2014 @ 10:28 pm | Responder

  82. […] quem investiga o MP? E os grupos mafiomidiáticos que tanto atacaram o AeroLula, que foi adquirido de forma republicana, será que também vão […]

    Pingback por O filho da PEC 37 voa, e não é morcego… | Ficha Corrida — 28/08/2014 @ 9:32 am | Responder

  83. […] idem. Infelizmente o PT não aprendeu nada com os anos de palmatória. Continua puxando o saco dos grupos mafiomidiáticos. Passaram os anos demonizando o PT. Toda e qualquer notícia sempre aparece envolvendo o partido. […]

    Pingback por Justiça condena jornalismo parabólica | Ficha Corrida — 28/08/2014 @ 8:13 am | Responder

  84. […] senta, morrem mosquitos. Estes são os botes salva-vidas de que dispõe a direita e seus amigos dos grupos mafiomidiáticos. Se nem os velhos parceiros confiam neles, porque alguém medianamente informado […]

    Pingback por Beto Albuquerque: eu “játinha” um Eduardo Campos | Ficha Corrida — 23/08/2014 @ 10:07 am | Responder

  85. […] Anistia, mas pela lei dos acobertadores, está perdoado. O silêncio do exército é comprado pelos grupos mafiomidiáticos que se beneficiaram da ditadura. O Globo, Zero Hora saudaram a chegada da ditadura. Com ela […]

    Pingback por Enzo Peri é aluno da escola Nanci Andrighi | Ficha Corrida — 23/08/2014 @ 9:35 am | Responder

  86. […] o apoio inescrupuloso dos grupos mafiomidiáticos por traz do Aécio e não sobra pó sobre pó, que evapora como álcool sobre […]

    Pingback por Aécio poderia adotar criança que xingou por oito anos? | Ficha Corrida — 17/07/2014 @ 8:31 am | Responder

  87. […] malabarismo linguístico dos grupos mafiomidiáticos para tratar da incompetência administrativa do PSDB é um caso clínico. E não é que o resto de […]

    Pingback por Só rindo: água paulista tem crise de superficialidade | Ficha Corrida — 14/07/2014 @ 9:19 am | Responder

  88. […] Mas há algo ainda pior do que a ideia de que a Classe C já não é o motor do gasto em supermercado. É a de que um dia houve e a Folha não falou porque feria sua política de difamar, de que tudo estava mal. Pois se agora a Classe C já não é o motor, é lógico supor que um dia foi. E quando foi, não ficamos sabendo porque dar este tipo de informação seria confirmar o acerto das políticas de distribuição de renda. Em se tratando do Governo Federal, a Folha vê meio copo sempre meio vazio. Muito diferente quando se trata de Aécio Neves ou Geraldo Alckmin. Em São Paulo o copo está vazio, nem por isso a culpa é do governo daquele está, a culpa é da SABESP ou do Sistema Cantereira. A crise d’água que já levou ao racionamento na periferia, só não é mostrada porque isso resultaria na sepultura do pupilo dos grupos mafiomidiáticos. […]

    Pingback por Raciocínio extra classe | Ficha Corrida — 13/07/2014 @ 7:37 am | Responder

  89. […] Depois de mais de duas décadas no comando de São Paulo, o PSDB conta apenas com o apoio dos grupos mafiomidiáticos para esconder toda incompetência em administrar um insumo básico da humanidade: água. Todas as […]

    Pingback por Necrofilia hídrica é o choque de gestão do PSDB | Ficha Corrida — 07/07/2014 @ 8:04 am | Responder

  90. […] menos de um mês de Copa para que o mundo descobrisse que o maior problema do Brasil reside nos Grupos MafioMidiáticos. São eles que incitam o ódio, deturpam para eleger um Caçador de Marajás. Não fosse a […]

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  102. […] mafiomdiáticos que atuou, infiltrado no STF, por longos anos, saiu e agora voltou a defender os grupos mafiomidiáticos!? Por que não se levanta contra estas medidas de república bolivariana dos EUA? Só no Brasil os […]

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  104. […] o ENEM. As cotas, ainda não engoliram. O PRONATEC e o PROUNI não recebe uma linha de apoio dos Grupos MafioMidiáticos. Pelo contrário, combatem incessantemente, só porque, ao contrário do Crédito Educativo, não […]

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