Ficha Corrida

01/01/2017

Por que dependemos de um jornal espanhol para sabermos o que se passa em São Paulo?

Poderia parecer inacreditável, mas é lógica pura. O que acontece na Capitania Hereditária do PSDB, São Paulo, não pode ser explicado, muito menos informado, por veículos que fazem parte do esquema. Por mais paradoxal que seja, não seriam Veja, Estadão, Folha, Istoé, Valor e tantos outros veículos de “informação” sediados em São Paulo que mostrariam o que acontece na pauliceia desvairada. Teria de ser um jornal de fora, sem rabo preso com a cleptocracia local. Alguém que não pagasse tributo ao patos da FIESP.

Contudo, mesmo que não faça parte do cardápio dos assoCIAdos do Instituto Millenium, sempre acabam vazando porque na terra da garoa proliferam personagens como Ademar de Barros, Orestes Quércia, Paulo Salim Maluf, José Serra, João Dória JR, FHC, Geraldo Alckmin, Celso Pitta mais uma plêiades de Lalaus e Rodrigo de Grandis e… MiShell Temer!! Essas criaturas não nascem de forma espontânea e se reproduzem à luz do dia sem que sejam alimentadas e protegidas, para não dizer acobertadas, por quem teria a obrigação de informar. Ninguém engavetaria por três anos informações vindo da Suíça para proteger a plutocracia paulista se as denúncias de corrupção que saíssem na imprensa paulista de forma isenta. Mas a imprensa dá manchetes dizendo que a corrupção é unilateral, de empresas como a Alstom e Siemens, sem incluir um único participante paulista. Cadê a cota de paulistas envolvidos nos esquemas do Tremsalão? O Jornal El País joga um pouco de luz sobre a terra do PCC. O mau cheiro exalado de São Paulo pode ser explicado também pela existência de personagens como Ivan Sartori e Cássio Conserino. Como mostra o El País, nada é tão ruim em São Paulo que não possa piorar.

Só o Barão de Itararé para explicar porque a imprensa de São Paulo, além de partícipe dos golpes, todos, não se ocupa dos ladrões de merenda nem dos Tarja Preta: “De onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada.

Uma lupa sobre os elos entre a promotoria e o Governo de São Paulo

Pesquisa da ONG Conectas, feita com entrevistas com promotores, vê problemas na proximidade

Antes de ser ministro da Justiça, Alexandre de Moraes foi promotor do MPSP e secretário do governador Geraldo Alckmin. Antes de ser ministro da Justiça, Alexandre de Moraes foi promotor do MPSP e secretário do governador Geraldo Alckmin. Eduardo Saraiva A2

 

Daniel Mello e Eliane Gonçalves (Agência Pública)

27 DEZ 2016 – 19:37 CET

Uma pesquisa inédita da organização Conectas chama atenção para a aproximação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) com a política. E, pelo que indicam os depoimentos colhidos dentro e fora do órgão, essas relações acabam por influenciar as decisões da promotoria. A pesquisa “Independência e Autonomia no Judiciário e Ministério Público de São Paulo” é resultado de entrevistas em profundidade com 37 membros do Poder Judiciário paulista, 15 deles do Ministério Público (MP), tomadas sob condição de anonimato.

MAIS INFORMAÇÕES

Os Grupos de Atuação Especial, como o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o Gaema (de Defesa do Meio Ambiente) são, segundo a pesquisa, um exemplo de como a política tem influência no trabalho do MP. “Seus integrantes passam a receber uma remuneração maior, além de um apoio financeiro para a sua atuação”, diz o documento. “Como esses grupos respondem diretamente ao procurador-geral, por meio de seus indicados aos cargos, haveria um potencial controle maior de seus procedimentos e investigações, e que isso pode em alguns casos responder a interesses relacionados, por exemplo, ao governo do estado”, diz o estudo.

Medo da corregedoria

A pesquisa da Conectas revela ainda como processos sutis abrem brechas para o controle ideológico dentro da carreira. Um dos elementos apontados por Evorah Cardoso, responsável pelo estudo, é o acompanhamento dos recém-empossados durante o período probatório, feito por membros da Corregedoria. Os promotores novatos precisam enviar relatórios mensais de suas atividades: denúncias realizadas, recursos impetrados, justificativas para processos arquivados. Os relatórios são analisados e o corregedor e seus assistentes atribuem a eles os conceitos ótimo, bom, regular e insuficiente, como um boletim escolar. Rafael Custódio, um dos responsáveis pela pesquisa da Conectas, compara essa estrutura a uma “espécie de Big Brother” que dita o caminho a ser trilhado. “Não está monitorando se o promotor foi pego dirigindo alcoolizado ou se está ganhando dinheiro fora da lei. Está monitorando o teor das manifestações. Esse monitoramento é ilegal. É perigoso. [O promotor] Não tem mais que agir conforme sua cabeça, mas agir pensando no que a corregedoria vai ver.”

Desse modo, os promotores são influenciados, segundo Evorah, a adotar um modo de agir ligado a valores e ideias mais conservadoras e punitivistas, do ponto de vista penal. “O que foi muito relatado [pelos entrevistados] é que existe um medo da Corregedoria, de fazer algo errado no início da carreira. Então, a Corregedoria tem um papel muito forte de moldar esses profissionais jovens”, conta Evorah, que é doutora em direito pela Universidade de São Paulo e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

Em outros órgãos, como na Defensoria Pública de São Paulo, o acompanhamento dos novos membros é feito, de acordo com Evorah, por uma comissão técnica que, apesar de ligada à Corregedoria, não se confunde com a parte disciplinar. “É feito de uma forma mais difusa.”

Após os estágios iniciais, a Corregedoria continua exercendo um papel importante, acompanhando de perto a atuação dos membros do MP. “Existe a sensação de um policiamento”, diz a pesquisadora. As menções negativas atribuídas pela Corregedoria têm, de acordo com o estudo, impacto na trajetória profissional. Custódio lembra que a Corregedoria é formada pelos profissionais mais antigos da carreira, o que acaba criando uma sensação de que “os mais velhos vigiam os mais novos”.

"(A Corregedoria) não está monitorando se o promotor foi pego dirigindo alcoolizado ou se está ganhando dinheiro fora da lei. Está monitorando o teor das manifestações. Esse monitoramento é ilegal. É perigoso”

Rafael Custódio, um dos autores da pesquisa da Conectas

No Estado de São Paulo, são muitos os exemplos de proximidade entre o MPSP e a política local. A começar pelo atual presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez. Capez tem fortes ligações com a Promotoria e o Judiciário. Não apenas fez carreira como promotor do estado como seu irmão, Flávio Capez, é procurador aposentado. Outro irmão, Rodrigo Capez, é juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo e foi instrutor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Antonio Dias Toffoli. A esposa de Fernando e uma de suas cunhadas também fazem parte do MPSP.

Atualmente, a Secretaria de Justiça estadual está sob o comando de um ex-procurador-geral de Justiça, Márcio Elias Rosa, que saiu do comando central do órgão responsável por vigiar o governo do estado para o próprio governo logo depois de ter deixado o cargo. Não foi o primeiro. O ex-procurador-geral do MP por três mandatos Luiz Antonio Marrey também foi secretário estadual de Justiça antes de tornar-se chefe da Casa Civil do vice-governador Alberto Goldman.

A proximidade é ainda maior na Secretaria de Segurança Pública (SSP). Nos últimos 20 anos, dos oito secretários da pasta, apenas um não veio do MP. O atual secretário e ex-procurador, Mágino Barbosa Filho, já fazia parte da equipe de assessores do seu antecessor, o ex-promotor Alexandre de Moraes, que por sua vez foi alçado a ministro da Justiça do Governo Michel Temer.

Além dos secretários Mágino (Segurança) e Saulo de Castro (Governo), de janeiro de 2015 a 2016 dez membros do MPSP se afastaram para ocupar cargos no Executivo estadual. Desses, três foram para a SSP e quatro para a Secretaria de Meio Ambiente. Outros dois deixaram temporariamente o órgão por posições na Assembleia Legislativa. A Corregedoria-Geral do Estado de São Paulo também passou a ser presidida por um procurador. Todos puderam manter os salários de promotor ou procurador, maiores do que os pagos no Executivo e no Legislativo.

Para Rafael Custódio, a relação entre Governos e MP não é exclusivo de São Paulo, mas nesse Estado o processo está mais consolidado. Ele acredita que tamanha proximidade é justamente um efeito colateral da Constituição de 1988: “Alguns autores acham que o Ministério Público virou a grande autoridade do Brasil, eles têm hiperpoderes. Eles viraram, talvez, o principal poder [do país]. Alguns políticos perceberam isso e decidiram que era melhor se aproximar desses caras do que virar rivais”.

A aproximação do MP com o Governo estadual tem impactos negativos, na opinião do professor Frederico Normanha, da Unicamp. “Você pega um secretário de Segurança Pública que era do Ministério Público, mas o Ministério Público tem a função de coibir abusos da polícia, controlada pelo serviço de segurança pública. Você cria um nó e não vai exercer controle nenhum”, avalia.

Rafael Custódio acha que em São Paulo “o governador gosta dos procuradores”. Ele avalia que essa aliança coloca em questão o próprio trabalho do MP de investigar o Governo. “Em São Paulo isso não acontece. Tanto que o cara é brindado com um cargo. Talvez o Ministério Público não esteja fazendo o trabalho dele direito.”

“O Ministério Público tem uma atuação profissional, isenta, independente. Os promotores têm garantias suficientes para isso"

Giampaolo Smanio, procurador-geral de Justiça

O novo procurador-geral de Justiça, Giampaolo Smanio, refuta qualquer interferência externa. “O Ministério Público tem uma atuação profissional, isenta, independente. Os promotores têm garantias suficientes para isso. Individualmente, se algum promotor quiser exercer cargos fora da instituição, isso é uma questão que vai ser analisada no dia a dia, mas isso não influi em nada na atuação dos promotores”, disse em entrevista à Pública.

Da mesma posição é o atual ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, entrevistado pela reportagem antes de assumir o cargo. Moraes ganhou projeção política no período em que foi promotor em São Paulo, de 1991 a 2002. Foi eleito primeiro-secretário da Associação Paulista do Ministério Público e assessorou o então procurador-geral José Geraldo Brito Filomeno (2000-2002). Deixou a Promotoria para assumir a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania de São Paulo no primeiro Governo de Geraldo Alckmin. Ocupou, desde então, diversos cargos no Executivo. Em 20 de junho de 2016, durante a posse de Gianpaolo Smanio como procurador-geral de São Paulo, Alexandre de Moraes ocupou lugar de destaque na cerimônia. Foi lá que conversou com a Pública: “O Ministério Público, seja de São Paulo, Federal ou de outros estados, é uma das instituições que melhor fornece quadros para a sociedade brasileira. Basta ver que na cerimônia de hoje nós temos um ex-promotor de justiça como presidente do Tribunal de Contas do Estado, um ex-promotor de Justiça como presidente do Tribunal de Justiça Militar. Ou seja, o Ministério Público é um exportador de quadros exatamente porque é uma instituição fortíssima”, defendeu. Indagado sobre possíveis conflitos de interesse em um ex-promotor assumir cargos no Executivo, ele disse: “Se a Constituição achasse que isso criaria um nó, não permitiria que aqueles que ingressaram antes de 5 de outubro [de 1988] pudessem exercer esses cargos, e a prova de que não há nenhum problema nisso são os belíssimos trabalhos e belíssimas funções que os membros do Ministério Público do país todo exercem e exerceram pelo Poder Executivo”.

A nomeação de membros do MP a cargos no Executivo passou a ser proibida a partir da Constituição de 1988. O entendimento do STF, no entanto, é que a regra só vale para os que ingressaram na carreira após a promulgação da Carta Magna. O objetivo é preservar promotores de qualquer controle ideológico ou financeiro para que possam processar governantes, fiscalizar a polícia e vigiar empresas privadas. Também são garantias o cargo vitalício, o salário irredutível e a lotação inamovível – ou seja, o promotor não pode ser retirado de uma comarca para outra, a menos que por interesse próprio.

Um promotor à margem

Os membros do MPSP que não se encaixam na ideologia dominante do órgão têm uma vida “marginal”, segundo Antônio Alberto Machado, que diz ter sofrido por adotar teses contrárias ao pensamento dominante durante os 31 anos como promotor.

Alberto conversou com a Pública dias depois de sua aposentadoria como promotor que atuou primordialmente com temas fundiários na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Ele também é livre-docente na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Franca. Entre uma função e outra, ficou com a segunda. Decisão que atribui a um “certo desencanto”. Sua crítica às carreiras jurídicas não está restrita ao MP: “Os tribunais e a lei não foram pensados para promover transformação social. Ao contrário. Eles nascem vinculados à ideia de manutenção da ordem estabelecida. Juízes, tribunais, o direito e a lei são naturalmente conservadores”. Seguindo uma linha de atuação diferente, Alberto Machado falou à Pública sobre sua a carreira:

Pergunta. Como é a vida do promotor que não se alinha ao pensamento hegemônico da instituição?

Resposta. É uma vida marginal. Marginal no sentido de que você está à margem da ideologia oficial, hegemônica.

P. Ser marginal tem impacto na carreira?

R. Eu tive. Eu fui preterido por oito anos, por exemplo. Fui processado [pela Corregedoria do MP] três vezes.

P. Preterido como?

R. Eu não era promovido. Fiquei em Sertãozinho [município de 120 mil habitantes, na região metropolitana de Ribeirão Preto] por oito anos. Muitos promotores que entraram depois de mim na carreira chegaram em Ribeirão Preto muito primeiro que eu.

P. Então a antiguidade não é o único critério de ascensão na carreira? Não caminha sozinha?

R. Não, não caminha. Ela caminha também por merecimento.

P. E como se julga o merecimento?

R. Merecimento é relacionamento. Não existe um critério objetivo para julgar o merecimento. O que o promotor faz ou não faz. Eu fiquei em Sertãozinho. Quando tinha tempo para ser promovido, eles [o MP] não abriam [vaga em] Ribeirão Preto por antiguidade. Só por merecimento. Eu acabei vindo por antiguidade [após nove anos de carreira]. Aí não teve jeito.

P. O senhor foi processado três vezes?

R. Fui e fui absolvido três vezes. Nas três vezes, por ter uma atuação, digamos, alternativa. Tudo por representação da Polícia Militar contra mim.

P. Que casos foram?

R. Em Sertãozinho, por exemplo, não tinha [nenhum] processo contra a PM por abuso de autoridade. Eu cheguei e comecei a processar a PM. Quando eu processei a PM, a PM se afastou e se colocou numa posição contrária à minha. Num caso específico, eles [a PM] entenderam que eu não teria processado um sujeito, que era pobre miserável, tinha aids e tal, por critérios de compaixão. Fizeram a representação contra mim. Eu acabei respondendo o processo na Corregedoria. Fui investigado por um ex-PM que era promotor e que foi até secretário de Segurança, o Antônio Ferreira Pinto. Ele pressionou testemunhas pra depor contra mim na Corregedoria. As próprias testemunhas disseram, no depoimento, que foram pressionadas e eu acabei absolvido.

Naquela época, a gente tinha uma atuação muito articulada com movimentos sociais, com movimento sindical de Sertãozinho, com movimento de direitos humanos. Por exemplo, o segundo processo que me arranjaram foi porque eu fui panfletar contra as blitze da Polícia Militar, junto com uma entidade de direitos humanos. Falaram que isso não era papel de promotor. E lá fui eu, de novo, responder por isso…

P. Não havia estigma pela proximidade com os movimentos sociais?

R. É um estigma grande. Você vai ficando meio decano na carreira e as pessoas também respeitam um pouco mais. Mas o estigma sempre há. Por exemplo, quando eu enchia a Promotoria de pobre, já diziam: “Ah! isso é coisa do Machadinho”. São aquelas piadinhas, aquelas coisa que, entre aspas, visam desqualificar um pouco e revelam que o perfil da Promotoria não é este: de encher a Promotoria de pobre, de sem-teto, de sem-terra e ficar lutando por esses direitos. O perfil do promotor, nesse caso, seria reprimir esses grupos. Esse é o perfil oficial.

Uma lupa sobre os elos entre a promotoria e o Governo de São Paulo | Brasil | EL PAÍS Brasil

04/12/2016

PSDB, que já foi CUnha, agora é Temer

Os Santos do ConclaveAté a Folha, uma espécie de porta-voz oficial do PSDB, admite que seu partido é o partido do golpe. O PSDB tinha como favas contadas, como se administrasse o código do programa das urnas eletrônicas, a eleição do Napoleão das Alterosas. O playboy do Leblon perdeu. E não soube perder. O PSDB não soube perder. Abraçou-se aos seus amigos de sempre, Folha, Estadão, Veja, Rede Globo & RBS, para sabotar o governo de forma a tornar heroína, acredite se quiser, chamada de Janaina Paschoal. No momento, não ninguém mais parecido com o que se tornou o PSDB do que a pomba gira dos 45 mil.

Se por trás do finanCIAmento do MBL está o PSDB, por trás do PSDB está os que se locupletaram e se locupletam nos governos do PSDB, a velha mídia. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium é a mão que balança a democracia. A velha mídia brasileira tem um histórico de parceria com o totalitarismo. Dizer isso parecer chover no molhado, mas, infelizmente, a velha mídia continua adestrando pessoas com baixo QI. Seu exército de midiotas é capaz de portar cartazes do tipo “Somos Todos CUnha”, ou sonegação não é crime.

Sem falar nos débeis mentais que usam a democracia para pedir o retorno da ditadura. Usam a liberdade de expressão para pedir a proibição da liberdade de expressão. Parece caso para psiquiatras, mas, pelo que se sabe, psiquiatras não tratam de mau caratismo.

A cada novo Catão desnudo, fica mais patente que é a plutocracia que não mede esforços para impor essa plutocracia aí. Se ela se instalou no Planalto e de lá opera, é porque alguém a pôs lá. E a destruição do PT fez parte desta engrenagem. Destruir quem poderia se contrapor à cleptocracia para que ela pudesse atuar com desassombro e desfaçatez.

Não é por acaso que, até agora, todos os delatores, apesar do esforço em tentar envolveram  Lula, negaram. Ao contrário, todos envolvem Aécio Neves. E no entanto, ele continua aí, como todo inimputável, tramando… sorridente.

 

A cabeça de Temer e o PSDB

Pedro Ladeira – 27.abr.2016/Folhapress

Temer, se reúne com o presidente do senado, Renan Calheiros, e o presidente do PSDB, Aécio Neves

Michel Temer e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do PSDB, Aécio Neves (MG)

04/12/2016 02h00

Mais opções

Recaída foi o assunto da semana. A recaída da economia em ritmo acelerado de recessão. A recaída na crise política aguda. A recaída de um presidente, pois se discute de modo aberto se Michel Temer resistirá no cargo.

Quanto ao destino de Temer e da crise política, que não é apenas do governo, a conversa se concentrou na atitude do PSDB, o que não é lá trivial, pois há mais times no jogo (o que faria o PMDB? Qual seria o preço do Centrão?). Mas assim foi.

Geraldo Alckmin, Aécio Neves e FHC declararam em público ou nem tanto, mas para quem quisesse ouvir, que estão fechados com Temer. Mais ainda, que vão ajudar a remendar a economia de modo a evitar que o país não chegue mais arrebentado em 2019, primeiro ano do próximo governo.

PSDB e PMDB estão unidos, pois, até que a morte os separe. Mortal seria ver Temer e seu grupo atingidos em cheio pela Lava Jato, um tumulto terminal nas ruas ou uma recaída caótica no pior da recessão, dizem tucanos. Como ver tais coisas? Não dá. Há um nevoeiro na ponte para o futuro até 2017, que talvez não se dissipe antes do Carnaval de 2017, antes de março, no mínimo.

Cruzar os braços até lá sem se afastar de Temer implica o risco de naufragar com o presidente. O grupo de Aécio se anima a recompor o governo, não apenas substituindo as cabeças cortadas do grupo do presidente, as de hoje (Geddel Vieira Lima) ou de amanhã (Eliseu Padilha).

Pretende levar assessores, economistas em particular, para ajudar no remendo. Além do mais, está "de bem" com os PMDBs de Câmara e, ainda mais, Senado. Renan Calheiros sabe que a casa cai sem o PSDB e tem dito tal coisa a Temer –tudo sempre segundo tucanos, claro.

Esses tucanos e gente ligada a FHC não acreditariam mais na "solução TSE" (condenação da chapa Dilma-Temer e convocação de eleição indireta), "a princípio". Alckmin, correndo por fora da cozinha do governo Temer, concorda, sem maiores compromissos.

Em suma, seria melhor deixar Temer e o PMDB na linha de frente do tiroteio da impopularidade e trabalhar na retaguarda, sem assumir o governo

O que fazer para remendar a economia? Acelerar as "reformas" no Congresso ("teto", Previdência), acelerar privatizações e concessões de infraestrutura, o de sempre.

De imediato? Dar um jeito no endividamento das empresas. Ao menos um economista na Fazenda, ao menos um no BNDES e seus amigos na academia ou em bancos acham que empresas poderiam estar produzindo mais se não estivessem estranguladas até no capital de giro.

Haveria já mais demanda do que produção. Faltaria um dinheirinho para refazer estoques. Seria um estímulo pequeno, mas que poderia barrar a onda de desânimo e outra recaída em ritmo acelerado de recessão. De onde viria o dinheiro? Resta apenas o BNDES.

Impostos ou reoneração não são ideias bem aceitas, "por ora": afetam consumo, investimento, inflação. Melhor seria buscar logo receita de privatizações e concessões a fim de abater o deficit.

Esses economistas estão assustados, mas acham que há uma onda de ansiedade. Que 2017 não está dado e que, apesar do surto de pessimismo, ainda há "dispersão nas boas previsões" (de estagnação a crescimento de 1,5% no ano que vem).

15/11/2016

Quem é mais escroto: o hiPÓcrita ou o capacho?!

A manipulação dos grupos mafiomidiáticos só existe porque há uma pequena parcela da sociedade, aquela com poder e beneficiária da manipulação, vive em total simbiose com a manipulação. Nunca é demais lembrar do Escândalo da Parabólica, quando Rubens Ricúpero e Carlos Monforte, revelaram o verdadeiro caráter das relações da Rede Globo para a eleição de FHC. O silêncio ensurdecedor da velha mídia a respeito dos 450 kg de cocaína no heliPÓptero, sobre a sonegação na Lista Falciani do HSBC, dos lavadores do Panama Papers ou dos sonegadores da Operação Zelotes, para não dizer do silêncio sobre os 23 milhões que o Tarja Preta recebeu em conta na Suíça, diz muito a respeito do lado a que se perfilam.

13 SalarioCada dia fica mais claro os reais motivos por traz do sucateamento da educação via PEC 241. Só pessoas com baixo nível de instrução se deixa conduzir bovinamente por tudo o que os grupos mafiomidiáticos dizem. Baixo nível de instrução principalmente daqueles que, tendo diploma de curso superior, não tem a menor capacidade de discernimento. A meritocracia, cantada em prosa e verso pelas cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) foi recentemente revelada por um pais que pagou 190 mil para ver se a filha passava no vestibular pra Medicina.

Ora, sempre foi assim. Quantos diplomas podem ter sido ser comprados por quem ostenta curso superior mas não conseguem distinguir alhos de bugalhos? Há muitas universidades que é mais fácil entrar do que sair. Quem não conhece uma? Por isso, a questão não é apenas de acesso ao curso superior, mas de qualidade de ensino. A baixa remuneração dos professores é um entrave para uma boa qualidade de ensino. Como se isso não bastasse, a moda agora é evitar o debate, a discussão política. Claro, quem detém o monopólio da informação se acha ameaçado diante de pessoas que pensam, questionam.

Recentemente o Colégio João XXIII de Porto Alegre sofreu ataques por parte de alguns pais de alunos porque os professores resolveram seguir o sindicato da categoria e se posicionaram contra a PEC 241. Aí eu me pergunto: o que estes pais queriam que os professores fizessem? Ficassem calados, claro.

Se não existissem os que quebram paradigmas, a escravidão teria continuado até hoje. Era lei, quem desobedecia era punido. Quando foi criado, o jornal o Globo disse que o 13º seria uma tragédia. Não porque fosse, mas porque ser contra qualquer tipo de benefício é um dogma do qual quem detém o poder não quer abrir mão.

Se as pessoas não perceberem o quanto são manipulados pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium de nada adianta diploma de curso superior. Até porque inteligência não se compra, se adquire com o uso dos próprios neurônios.

Ao admitir que “Roda Viva” faz “propaganda” dele, Temer deu mais um motivo para não assistir. Por Kiko Nogueira

Postado em 14 Nov 2016 – por : Kiko Nogueira

Michel Temer prestou um favor aos brasileiros que estavam em dúvida se deveriam assistir ao Roda Viva com ele.

Ele cometeu um ato falho diante do jornalista Willian Corrêa, que entrou ao vivo no Facebook, inexplicavelmente animadíssimo, após a gravação da entrevista.

— Presidente, eu sei que deveria pedir permissão para sua assessoria, mas é pra registrar que o senhor é gente como a gente. O que o senhor achou? Nós fomos muito virolentos (sic) ou não?

— A virolência (sic) nessas coisas é importante. Eu pude em uma hora e meia dizer o que o governo está fazendo. Cumprimento vocês por mais esta propaganda.

Corrêa seguiu adiante, numa boa.

O âncora do Jornal da Cultura passeava pelo Palácio do Planalto, serelepe. Cometeu um dos vídeos de bastidores mais constrangedoramente reveladores das última décadas.

Parou em Eliane Cantanhêde, num determinado momento.

— Ele foi muito bem. Muito equilibrado e muito afirmativo. Não recusou nenhuma pergunta. Ele está escrevendo um romance. E olha, cá pra nós, aqui baixinho, que ninguém nos ouça: de romance o presidente entende, hem?

Eliane fica devendo uma explicação sobre a pegadinha Didi Mocó. Ele podia ter recusado alguma questão? O romance é com Marcela? Ela quer dizer que Temer é romântico? É com você, Lombardi.

O DCM entrevistou Dilma Rousseff três vezes, uma delas exclusiva, e Lula uma vez. Em nenhuma dessas ocasiões houve qualquer sugestão de assuntos que deveriam ser evitados ou algo do gênero.

Se houvesse, não teríamos participado.

Lula e Dilma falaram do que estava na ordem do dia — dos escândalos de corrupção do PT à escolha de Temer para vice, por exemplo. Fomos acusados de ser chapa branca por grande parte da mídia chapa branca, que enxerga tudo como ela.

O Michel pós golpe é um desastre, mas pelo menos foi honesto ao alertar as pessoas sobre a natureza desse tipo de programa. É propaganda, mané.

De quebra, deu mais uma razão para ver “Homeland” na Netflix.

Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui.

Clique aqui e assine nosso canal no youtube

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo Ao admitir que "Roda Viva" faz "propaganda" dele, Temer deu mais um motivo para não assistir. Por Kiko Nogueira

13/09/2016

Saiba como funciona a liberdade de expressão nos grupos mafiomidiáticos

Há na América Latina uma instituição que coordena a atuação das velhas mídias. É a SIP que, por sua vez, tem ligações estreitas com o finanCIAmento de “instituições” norte-americanas. A SIP está por traz, por exemplo, do golpe desferido contra Hugo Chávez, como mostra o documentário “A Revolução não será televisionada”.

Na Argentina o Grupo Clarin, filiado à SIP, parceiro da ditadura militar mais sangrenta de todas as que coincidiram na América Latina, praticou durante anos um jornalismo de guerra contra o casal Kirchner. Foi um seu jornalista, Julio Blanck, editor chefe e colunista político do Clarín, que admitiu que seu jornal praticou um “jornalismo de guerra” contra Cristina Kirchner.

O Instituto Millenium é um dileto filho da SIP. É ele que no Brasil coordena o jornalismo de guerra contra movimentos sociais e partidos de esquerda, ao mesmo tempo em que serve de biombo para toda sorte de corruptos, mormente os que movimento milhões. Como a SIP, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium fazem o jogo da NSA, conforme denunciado por Edward Snowden. São quinta coluna, atuam a soldo de interesses externos.

O paradoxo é que, de repente, Abel e Caim não se reconhecem. Clarin boicota a Folha. Acima de tudo, a proteção aos finanCIAdores ideológicos.

FUI CENSURADA PELO “CLARÍN”

Por jloeffler – No dia 12/09/2016

Clarín censura artigo sobre o golpe: “Não queriam que eu falasse em ‘submissão aos EUA’. Recusei”; leia aqui o texto vetado

Captura de Tela 2016-09-12 às 14.43.58

clarincensura-artigo-encomendado-a-jornalista-brasileira

Eleonora de Lucena, no Facebook (via Viomundo)*

O jornal argentino me encomendou um artigo sobre o impeachment.
Escrevi e enviei. Pediram para eu “amenizar” trechos.
Especificamente não queriam que eu falasse em “submissão aos EUA”.
Recusei fazer qualquer modificação no texto.
Há duas semanas ele está numa gaveta virtual em Buenos Aires.
Para registro, aí vai o que o “Clarín” não quis publicar.
Um golpe à democracia e à soberania na América Latina
ELEONORA DE LUCENA
O julgamento de Dilma Rousseff atropela a democracia e expõe de maneira crua o embate de interesses antagônicos na América Latina. De um lado, um projeto de integração regional sem submissão aos Estados Unidos; de outro, a volta das conhecidas “relações carnais” com o império do Norte.
O governo de Michel Temer mostra que quer esvaziar o Mercosul. Repetindo ardis usados internamente no país, manobra para golpear essa construção da união sul-americana que vai muito além de acertos comerciais.
De supetão, dá início a uma onda de privatizações, vendendo um naco do pré-sal brasileiro, onde estão valiosas reservas de petróleo. Tenciona desidratar e esquartejar a Petrobras, ícone de uma proposta independente de desenvolvimento e objeto de desejo de companhias estrangeiras.
Temer anuncia cortes em gastos em saúde, educação e previdência. Planeja desmantelar conquistas trabalhistas obtidas desde meados do século 20. Almeja transferir renda dos mais pobres para os mais ricos: projetos sociais serão podados para garantir o pagamento dos juros estratosféricos pagos à elite.
É a reedição de um enredo já desenhado no Paraguai e em Honduras: um golpe sem tanques que corrói as instituições para minar a independência. Num ritual kafkaniano, políticos acusados de corrupção votam a cassação de uma presidente que todos reconhecem ser honesta.
Nos anos 1990, com governos neoliberais, a América Latina experimentou uma combinação de concentração de renda, desindustrialização, privatizações selvagens e perda de soberania. A Argentina viveu com radicalidade esse processo. Nas ruas, o derrotou.
Agora, as mesmas armações daquele tempo tentam ressuscitar no continente. Aproveitam a situação adversa na economia e disseminam um discurso de ódio, preconceito e intolerância. Conquistam, assim, fatias das classes médias, muitas vezes refratárias à ascensão que os mais pobres obtiveram nos últimos anos.
O movimento precisa ser entendido dentro da atual crise capitalista e das mudanças na geopolítica mundial. O capital financeiro busca garantir ganhos na América Latina. Necessita derrubar barreiras de proteção na região — o que é mais viável com governos dóceis, também dispostos a vender ativos a preços baixos.
Enquanto se atolavam na guerra do Iraque e adjacências, os EUA viram a influência da China crescer de forma exponencial no continente sul-americano. O petróleo, os minérios, a água, os mercados internos, as empresas inovadoras — tudo é alvo de interesse externo.
Nesse contexto de disputa é que devem ser analisadas as intenções norte-americanas de instalar bases militares na Argentina — na tríplice fronteira e na Patagônia. O império volta a se preocupar com o que considera o seu eterno quintal.
O impeachment de Dilma é peça chave no xadrez de poder da região. Afastar quem não se submete a interesses dos EUA será uma advertência aos países. O processo, que deixa as instituições brasileiras em farrapos, demonstra, mais uma vez, como a voracidade dos mercados e a força imperial são incapazes de conviver com a democracia.
ELEONORA DE LUCENA, 58, jornalista, é repórter especial da Folha de S. Paulo. Foi editora-executiva do jornal de 2000 a 2010.
Leia também:
Paulo Teixeira: Exército e GSI serão cobrados pela Operação Tabajara
*Fonte: http://www.viomundo.com.br/

Fonte: http://jcsgarcia.blogspot.com.br/2016/09/clarin-censura-artigo-sobre-o-golpe-nao.html

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

20/08/2016

Medalha de ouro na modalidade complexo de vira-lata

OBScena: vira-latas a rigor!

bandeira 1 bandeira_n
bandeira 2 bandeira 4

Os EUA se expuseram como nunca para se apropriarem do petróleo do Iraque, Egito, Líbia, Síria, Ucrânia e Venezuela. Em relação ao Brasil não precisou fazer nenhum esforço. Aqui os A$$oCIAdos do Instituto Millenium montaram o golpe paraguaio para entregar o pré-sal sem que os EUA precisassem investir um centavo. José Tarja Preta Serra, representante máximo da Chevron, como revelou o convescote de Foz do Iguaçu, não só entrega como pede desculpas por eles terem de vir buscarem nosso petróleo. Pitbull com o Uruguai, a quem tentou comprar, fez-se de Luluzinho da Pomerânia em relação aos delinquentes travestidos de atletas ianques.

A Rede Globo, mentora, teúda e manteúda do golpe, infectou seus midiotas com o complexo de vira-lata. Chama-los de quinta coluna é um elogio, são lesa-pátria, que atentam não só contra o presente mas principalmente contra nosso futuro

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

José Carlos de Assis – sab, 20/08/2016 – 09:09

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos

por J. Carlos de Assis

Esses nadadores norte-americanos deveriam receber uma medalha especial de diamante por perderem quatro provas simultaneamente com apenas algumas braçadas num posto de gasolina durante os Jogos Olímpicos do Rio: a prova de desmoralização do esquema de segurança dos jogos, a prova de tentativa de desmoralização dos atletas russos patrocinada pelos Estados Unidos por suposto doping, a prova de exibição de vaidade pelo Ministério Público determinado a aparecer no meio da confusão midiática, e a prova de vassalagem aos americanos por parte de William Wack ao atribuir a repercussão pelo vandalismo dos atletas não à atitude deles, mas à fama de insegurança do Rio.

Vamos aos poucos. Grande parte da imprensa americana torceu abertamente contra o sucesso das Olimpíadas do Rio sob o argumento de que a cidade é dominada pela crimiinalidade. Não bastou o fato de que o Comitê Olímpico Brasileiro, em estreita colaboração com as autoridades municipais, estaduais, federais, mundiais e Exército, tenha apresentado um dos mais cuidadosos planos de segurança em olimpíadas no mundo. Talvez até tenhamos pecado por excesso. Algumas prisões de supostos terroristas foram realizadas mais por precaução do que por risco efetivo de atentados. Numa palavra, para a organização de segurança de grandes eventos, demos um exemplo espetacular ao mundo.

É evidente que, diante do maior evento de relações públicas do mundo, a atitude dos atletas foi de grande benefício para a autoestima do Rio. Em outro ponto, porém, a contribuição dos atletas foi ainda mais espetacular. Os Estados Unidos, diretamente ou através de parceiros, tentaram de todo modo desmoralizar a Rússia e tirar seus atletas da competição sob o argumento de que havia um esquema estatal de doping. Entretanto, essa acusação não chegou a ser bem explicada. De fato, se era uma ação do Estado, os atletas não tinham culpa. Se era uma ação dos atletas, o Estado russo não tinha culpa. Por mais cruel que isso possa ser para atletas paraolímpicos, eles estão sendo barrados nas olimpíadas do Rio.

Diante disso, é preciso avaliar o que é pior para o moral de um país: ter arruaceiros entre seus atletas ou participarem esses atletas de um doping eventualmente involuntário. De qualquer modo, e tomando em conta a repercussão na imprensa, a arruaça ganhou do doping. A imprensa brasileira, e grande parte da imprensa mundial dedicaram uma semana para demonstrar que os americanos são arruaceiros, mentirosos e covardes. Os russos, inocentes ou não, se livraram dos holofotes. E espero que seus atletas paraolímpicos venham para a competição pois seria uma crueldade, por razões obscuras, deixá-los fora, ainda eles que são heroicos portadores de necessidades especiais.

Finalmente, o quarteto da arruaça deu oportunidade a William Wack para fazer uma grave reserva no Jornal da Globo quanto ao comportamento dele: são maus meninos, sim, deu a entender ele. Mas devem ser desculpados por causa da fama de criminalidade do Rio. Então é isso. Para a Globo e seus mais eminentes jornalistas, a arruaça e a quebradeira, desde que feitas por americanos, é um desvio menor. Pior é nossa criminalidade, mesmo quando ela não aparece nas estatísticas da Olimpíada. Talvez para se contrapor a essa vassalagem, um promotor fez o oposto: decidiu pedir o aumento da multa dos atletas para R$ 150 mil, a fim de ter alguns minutos adicionais de fama nessa pantomina olímpica.

J. Carlos de Assis – Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis | GGN

16/08/2016

Dicas para safar-se da prisão

Filed under: Grupos Mafiomidiáticos,Instituto Millenium,Perseguição,PPPP — Gilmar Crestani @ 9:00 am
Tags: ,

Justiça - pesos e medidas para Serra x LulaAntes de mais nada, estas dicas se aplicam primordialmente a pobres, pretos, petistas e putas. Assim, se for pobre, filie-se ao PSDB. Se for petista, faça como Marina Silva, Hélio Bicudo, Marta Suplicy e Cândido Vaccarezza, saia do PT. Se for preto, trate de se tornar um Pelé, ou então vire traficante. Mas não um traficante qualquer, de favela, mas daqueles que, com bons amigos, possam transportar com tranquilidade 450 kg de cocaína. Neste caso, podes até virar Ministro.  Agora, se fores puta, bem aí basta se casar Eduardo CUnha. Se, nessa condição, nem a Cláudia Cruz vai presa, por que uma puta iria, não é mesmo?!

Se você é, como eu, pobre, pense no que disse o Jorge Pozzobom(PSDB/RS) ao Vinicius Wu: “@vinicius_wu me processa. Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso.” Corra e faça uma ficha no PSDB, lá, além de receber proteção da Rede Globo e dinheiro da Brasif, nem o primeiro a ser comido é comido. Para toda prova Suíça que incrimine, há sempre um Rodrigo de Grandis ou então o biombo de uma Tarja Preta.

Na atual conjuntura vejo poucas saída para pretos. Hoje, quando os nazi-fascistas perderam o pudor, até a Princesa Isabel seria presa por tentativa de atentado à economia. Os patos da FIESP seriam colocados diante da casa dela e D’Eu. Em compensação, se fores fazendeiro e praticares trabalho escravo, nem te preocupes. Lá no parlamento há sempre um Ronaldo Caiado para te defenderes. Se tudo isso já é desolador, apertem os grilhões, as políticas de inclusão social sumiram, graças à Rede Globo, que sempre tem na manga um Ali Kamel para combate-las. Eles não se contentam em combater as políticas de inclusão racial, mas também lutam para criminaliza-las. Para quem vive de manipular, se os fatos não estão de acordo com os (maus) propósitos, pior para os fatos. Assim, lamento dizer, há pouca saída para mudarem a condição de top ten das prisões. Serão sempre exceções nos mais variados segmentos mais significativos das instituições públicas: Judiciário, MPF, PF. Para cada Joaquim Barbosa haverá milhares de Gilmar Mendes; haverá, para cada Taís Araújo milhares de Regina Duarte

Ao contrário dos negros, nossa sociedade oferece um elenco muito maior de saída para petistas. Jorge Pozzobom deu a dica número um, se filiar ao PSDB. Além da imunidade, o PSDB está no topo da impunidade. Basta lembrar da Lista de Furnas e daquele sistema que o PSDB paulista conseguiu fazer com que a velha mídia buscasse nos convencer que se tratava de um mensalão mineiro.  Veja bem, um era mensalão do PT, o outro, o pai, era só mineiro. E nem mesmo sendo apenas mineiro foi julgado. Pense bem, já tivemos Papa argentino, um negro na presidência dos EUA, uma mulher na presidência do Brasil mas nada de julgar o pai dos mensalões. Aécio Neves, nem mesmo o Sérgio Machado delatando, continua como sendo um corrupto teflon. Ninguém foi mais delatado do que ele. E não me venha com imunidade parlamentar, ou foro privilegiado. O Delcídio Amaral tinha tudo isso e foi preso. Sem contar que Delcídio sequer tinham uma irmã como Andrea Neves… Bem fazem a Marta Suplicy e Cândido Vaccarezza em sair do PT e se aliarem com essa gente honesta do PMDB e do PTB; segurança pessoal em primeiro lugar! Mas veja só, não basta eles saírem para se livrarem. Eles precisam sair criminalizando quem fica. Sem o voto de Marta contra Dilma ela não seria aceita pela turma do CUnha.

Não bastasse a concorrência na política, do sexzone, a mais antiga profissão continua sendo criminalizada. Como dizia aquele bordão do marketing, se “não está fácil pra ninguém”, imagine pras putas. Hoje, talvez só cunhada de petista pode ser mais incriminador. Mas há saída. Falem com o Marco Feliciano, ou com o assessor dele. A vaga ao lado de Eduardo Cunha já foi preenchida por Cláudia Cruz. Esta saída já está trancada. A Ana Amélia Lemos tem uma dica sui generis para fazer parecer-se honesta. Não se trata de, como Monica Lewinsky, engolir, mas de colar, com alegria, em Ministro do STF. Outra saída seria entrar para a CBF, no Brasil poderia até roubar medalhas, mas aí não poderia viajar para o exterior. Como diria Fernando Pessoa, tudo vale a pena se não for puta pequena.

Em sentido contrário, se queres prender alguém, independentemente de culpa, basta ter de seu lado os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Eles conseguem tudo ao mesmo tempo, investigar, julgar a condenar. SUMARIAMENTE!

15/08/2016

Driblando a censura da Cleptocracia Golpista

OBScena: haja criatividade para denunCIAr a censura da cleptocracia golpista

16226228 (1)

06/08/2016

O papel da imprensa, mais sujo que papel higiênico usado, para proteger sua cleptocracia

Se Michel Temer recebe, no Jaburu, da Odebrecht, culpa do Lula. Se Eliseu Padilha também recebe gorjeta de Marcelo Odebrecht, culpa do Lula. Se Aécio Neves é o primeiro a ser comido, culpa do Lula. Se Lula não aparece na Lista de Furnas, Lista Falciani do HSBC, na Lista Odebrecht, no Panama Papers ou em Liechtenstein, e também não é citado nas delações, isso só prova que Lula é, sim, o grande culpado. Porque, se ele aparecesse em tudo, como o Aécio, ele seria inocente, como a Andrea Neves ou a Cláudia Cruz

Mas, como dizia Tom Jobim, para a turma do golpe paraguaio o sucesso de Lula, um nordestino que tirou milhões da miséria, é ofensa pessoal..

Imprensa prova que tem lado promovendo Temer, o inelegível, diz Greenwald

Imprensa prova que tem lado promovendo Temer, o inelegível, diz Greenwald

sex, 05/08/2016 – 16:21 – Atualizado em 05/08/2016 – 16:24

Jornal GGN – O portal The Intercept levantou alguns momentos em que a grande mídia citou Michel Temer como potencial candidato a presidente em 2018 sem evidenciar que o interino já foi condenado pela Justiça Eleitoral à inelegibilidade por oito anos.

A ideia de Temer concorrer à "reeleição" – alguns veículos tratam como se ele já tivesse sido eleito presidente da República, e não ocupado o cargo em função de um impeachment – desagradaria PSDB e seus satélites, que estão pavimentando o caminho para um de seus caciques.

Temer teve de reagir às reportagens, dizendo que não tem pretensões presidenciais, para evitar a implosão precoce da base aliada. Apesar disso, aliados chegaram a dizer à imprensa que se ele quiser, será candidato, nem que para isso seja preciso alterar a Lei da Ficha Limpa.

Por Glenn Greenwald e Inacio Vieira

Grande mídia promove candidatura de Temer ignorando sua inelegibilidade

Do The Intercept

Desde que Michel Temer assumiu a presidência interinamente, a grande mídia vem especulando em torno da possibilidade do presidente em exercício se candidatar à reeleição em 2018. Conforme nossa reportagem em junho, Temer foi condenado em maio por violar a lei eleitoral e está impedido de se candidatar a qualquer cargo (incluindo a presidência da República) por oito anos.

Já em sua primeira grande entrevista no exercício do cargo, o programa Fantástico, da Rede Globo, não deixou o assunto da candidatura passar em branco e Temer, que parecia inicialmente deixar em aberto a possibilidade da candidatura, logo concluiu de forma assertiva. “Não é a minha intenção [ser candidato]. Aliás, não é a minha intenção, e é a minha negativa. Eu estou negando a possibilidade de uma eventual reeleição”.

Nos dois meses que se seguiram, em diversas menções à possível candidatura de Temer, a grande mídia negligenciou um dado crucial: a condenação na Justiça Eleitoral que decretou a inelegibilidade do interino por oito anos bastaria para que as especulações em torno da candidatura consideradas impróprias, não fosse o profundo desejo da grande mídia de ver a reeleição concretizada.

A Lei Ficha Limpa, que hoje impede Temer de concorrer à reeleição, faz parte da trajetória do então presidente da Câmara desde 2009, quando apoiou e encaminhou para votação na casa o projeto que alterou a legislação anteriormente conhecida como Lei da Inelegibilidade. Em seu canal no YouTube, Temer falou em 2010 da “felicidade em fazer tramitar e aprovar o Projeto Lei do Ficha Limpa”, do qual se diz o “grande patrocinador”:

No último fim de semana, a possibilidade da candidatura de Temer foi ressuscitada novamente, desta vez pelo novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em entrevista ao Estado de S.P. De acordo com o jornal, Maia haveria lançado Temer como candidato.

Em um artigo de linguagem predominantemente positiva e esperançosa com relação ao futuro de Temer, o jornal contou a “previsão ou premonição de Maia” que “Lula e Temer podem disputar segundo turno”, mas “Temer vencerá”. Maia também advertiu que “Temer será o candidato do nosso campo quer queira quer não”. Restou ao leitor determinar se “quer queira Temer” ou “quer queira o leitor”.

A Folha de S.P. ecoou a narrativa de esperança sem questionar a viabilidade do projeto.

O coro da grande imprensa continuou mesmo após o interino se mostrar humildemente “honrado com a lembrança” de Maia em nota oficial. Mas deixou claro: “Não cogito disputar a reeleição”. Os grandes jornais do país seguiram a deixa e refletiram em suas reportagens a “escolha” do presidente em exercício por não concorrer ao Planalto em 2018.

Os colunistas do Jornal O Globo não se conformaram com a negativa do presidente interino e continuaram a ignorar a decisão da Justiça Eleitoral pela impossibilidade da candidatura.

Por três dias inteiros, após a sugestiva entrevista de Rodrigo Maia, seguiram-se as especulações a respeito das intenções do interino, sem nenhuma menção à condenação por doações acima do limite legal na campanha eleitoral de 2014 que o tornaram inelegível até 2024.

Depois de dezenas de machetes e capas especulativas, o promotor do Ministério Público de São Paulo, José Carlos Bonilha, chamou a atenção para a inelegibilidade de Temer na quarta-feira. A jornalista Mônica Bergamo da Folha de S.P. informou na sexta que o Ministério Público pretende impugnar a candidatura caso venha a se concretizar. Ao contrário do que alegaram blogs de direita, Temer não se tornaria elegível após pagamento da multa pela condenação, esclareceu o promotor em entrevista para o Jornal O Globo essa semana:

“É necessário esclarecer que o pagamento da multa não afasta a inelegibilidade. E também é preciso ser dito que não depende da vontade dele ser ou não candidato. A inelegibilidade dele é uma consequência legal e não cabe a ele ou qualquer aliado decidir sobre isso. Esta é uma decisão que foi tomada pela Justiça Eleitoral.”

É difícil imaginar uma prova mais contundente da parcialidade da mídia dominante do que a promoção da candidatura de Temer por meses sem mencionar tamanho impedimento legal.

Imprensa prova que tem lado promovendo Temer, o inelegível, diz Greenwald | GGN

22/07/2016

O criminoso sempre volta ao local do crime

O golpe, não há a mínima dúvida, é conduzida pelos grupos mafiomidiáticos. E cada dia fica mais claro que o Instituto Millenium foi criado para isso. Os assoCIAdos deste puteiroo diurturnamente promovem a criminalização do PT, a caça ao Lula com um único objetivo, acabar com a democracia e instalar uma plutocracia comandada por cleptocratas. Não há espaço para negar que o apoio das cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS) que o apoio a Aécio Neves, Eliseu Rima Rica, Eduardo CUnha, José Serra e Michel Temer não tem absolutamente nada de ético, moral ou de justiça. Como grupos de informação é inadmissível a hipótese de que não saibam quem são estas personagens. Se não há como negar que sabiam quem são, e ainda assim os apoiam, é porque o assalto aos cofres públicos é, se lhes beneficia, por eles permitido.

A desfaçatez desassombrada da Folha de São Paulo em deturpar para proteger esta quadrilha indica que ela é copartícipe. Assim como seus parceiros de Instituto Millenium, esteve ao lado da ditadura e com ela se locupletou. E aqueles que ainda acreditavam que na ditadura não havia roubo basta ver quem são os próceres do golpe instalados em Brasília. O modus operandi dos grupos de comunicação também é o mesmo. Atacavam os anteriores para criarem uma cortina de fumaça e assim proteger os atuais inquilinos. Nunca foi aplicada tão ao pé da letra como agora a máxima criada nos laboratórios da Rede Globo e vazada naquilo que se conhece como o Escândalo da Parabólica, quando Rubens Ricúpero, em dobradinha com Carlos Monforte, expuserem, involuntariamente, quem são os verdadeiros bandidos brasileiros.

Não há banditismo maior do que o ataque a democracia.  E nisso os grupos mafiomidiáticos são especialistas.

Datafolha repete 64 – Paulo Moreira Leite

21 de Julho de 2016

    :

A manipulação da pequisa do DataFolha em torno da aprovação de Michel Temer e Dilma Rousseff não chama atenção pela originalidade — mas pela perversidade.

Em 1964, a Federação do Comércio de São Paulo, envolvida na conspiração que derrubou João Goulart, encomendou uma pesquisa sobre aprovação do governo. Descobriu que Jango era aprovado por mais de 60% da população. Até em lugares onde a oposição era fortíssima, como São Paulo, pontos essenciais de seu programa de Reformas de Base, a Reforma Agrária era apoiada por mais de 50%.

Precavida, a Federação do Comércio arquivou o levantamento, que só seria divulgado 40 anos depois, após a democratização, quando pesquisadores tiveram acesso aos arquivos da Unicamp, onde ficou escondida por anos a fio.

É evidente que, em 1964, o segredo ajudou os adversários de Jango a cultivar o mito de que Goulart era um presidente impopular, falsidade que contribuiu para  minar a possível resistência dos brasileiros contra um ataque a democracia. Com números escondidos, era possível dizer que o golpe salvara a democracia. A decisão também produziu efeitos sobre a posteridade, alimentou trabalhos acadêmicos distorcidos e até contribuiu para formar um retrato de Goulart como um líder sem base real entre os brasileiros.

"Muitos historiadores, até dez anos atrás, ainda tinham essa ideia de que Goulart caiu porque era frágil, não tinha o apoio dos partidos e, sobretudo, da população" disse o professor Luis Antonio Dias, da PUC de São Paulo, em entrevista à TV Câmara, em 2014.

Os números de fantasia  do DataFolha sobre Temer foram publicados  no percurso de um golpe de Estado que, sem dispor de tanques nem de baionetas, que têm o inegável poder de intimidar a população pela força, precisa forjar a adesão dos brasileiros. Tenta-se dizer que o afastamento de Dilma Rousseff tem seu consentimento e até aprovação. 

A rigor, os golpistas de 64 podiam dispensar a opinião dos brasileiros. Dispunham até da Operação Brother Sam, organizada pelas Forças Armadas dos EUA, para prestar socorro, em caso de necessidade. Em 2016 aliados de Temer são vaiados no exterior e até impedidos de falar.

Isso acontece porque a situação em 2016 é outra. Nos dias anteriores ao afastamento da presidente, ocorreram imensos protestos contra uma decisão que fere uma democracia duramente conquistada. Após o golpe, sucessivos protestos mostraram que Temer e seus aliados, entre os quais a Folha e a mídia grande, perderam um debate político sobre a legitimidade do novo governo. Até a líder do governo  do governo no Senado diz que "tudo foi política." A votação tenebrosa na Câmara não sai da memória de ninguém. Muito menos o papel de Eduardo Cunha. Ou as próprias denuncias contra Temer. Ou o reconhecimento pelo próprio Ministério Público de que as pedaladas fiscais usadas para condenar a presidente nunca foram crime.

A manipulação da pesquisa surge como uma tentativa de dar um verniz de legitimidade a um governo o que não possui nenhuma. Até porque, em seu esforço para calar o debate e evitar toda contestação, uma das primeiras providências foi silenciar o jornalismo de Empresa Brasil de Comunicação e atacar, financeiramente, os portais da internet não alinhados com a nova ordem.

A manipulação é um exercício  temerário, porque arriscado. Não basta esconder a verdade. É preciso ter controle absoluto de uma situação, para construir, divulgar e proteger uma mentira — sintetizada na divulgação da resposta a uma pergunta que não foi apresentada a eleitores que, teoricamente, poderiam resumir o pensamento da população.

A finalidade da mentira está escancarada. Destina-se a dar um argumento para senadores que podem ser cobrados por eleitores, cada vez mais desconfiados dos projetos impopulares e anti nacionais do governo interino. Em caso de dúvida, poderiam alegar que apenas atendiam a vontade da maioria dos brasileiros.

Era mentira — como sabemos agora, num episódio que marca um novo rebaixamento do padrão do jornalismo brasileiro em nossa época. O truque empregado é banal.

Disponível na internet, encontra-se um livro chamado "How To Lie With Statístics"(como mentir com estatísticas) que ensina os interessados a usar tabelas, pesquisas, perguntas dirigidas e cálculos marotos para enganar os incautos. Best seller lançado em 1954, já vendeu meio milhão de cópias.

Na verdade, a pesquisa é boa para Dilma. Mostra que ela está correta em apresentar a proposta de plebiscito sobre novas eleições caso o golpe seja derrotado. É, com todas as distancias guardadas, a vontade do povo. E, ao contrário do que desejam aqueles que escondem e manipulam pesquisas, é bom que seja ouvida.

Datafolha repete 64 | Brasil 24/7

20/07/2016

Golpe en Brasil: Genealogía de una farsa

Sae em todos os países de língua espanhola, inclusive se pode baixar em língua espanhola, um livro narrando o percurso da maior farsa já montada pela plutocracia brasileira para assaltar o erário público mediante um governo formado, majoritariamente, por cleptomaníacos. Até parece que os novos ministros foram retirados das listas policiais. Quanto maior o crime, mais chances tem o investigado de se tornar Ministros. E tudo graças ao patrocínio da FIESP e o adestramento da Rede Globo.

Os mais renomados intelectuais das Américas e da Europa furam o bloqueio dos grupos mafiomidiáticos brasileiros e contam o que os golpistas escondem do público brasileiro.

Graças ao livro também os intelectuais e o povo de língua espanhola passam a saber mais a respeito do golpe, que a cada dia compõe num painel irretocável do que existe de mais perverso em nossa sociedade.

Golpe en Brasil: Genealogía de una farsa

AA. VV. & Leonardo Boff & Cuauhtémoc Cárdenas Solórzano & Boaventura d…

Español

Descargar (magnet link) aqui, para fazer o download

Golpe en Brasil: Genealogía de una farsa

Sinopsis

Golpe en Brasil reúne textos escritos entre abril y junio de 2016, período en el que se dio inicio al proceso de destitución de la presidenta Dilma Rousseff. Los autores aquí presentados nos ayudan a entender cómo se ha gestado y qué perspectivas se abren en el complejo proceso de desestabilización del orden democrático que vive actualmente Brasil.
Escrito en la intensidad y la vertiginosidad de un proceso que aún está en curso, este libro pretende ser el testimonio de un momento trágico de la historia latinoamericana. La mayor nación de la región, la que supo liderar durante la última década un proceso de cambio y de transformaciones sociales sin precedentes; la que apoyó y promovió un activo proceso de integración regional, contribuyendo a su reconocimiento global como país soberano y solidario, dispuesto a revertir una historia de negación de derechos, de exclusiones y discriminación; Brasil, el país de todos, convertido ahora en el laboratorio de experimentación de un nuevo tipo de golpe institucional que puede extenderse por todo el continente.
El golpe: la farsa. La aniquilación de la soberanía popular, base de la democracia, y su substitución por una república de autócratas corruptos. Brasil, el país donde la dictadura prometió durar un día y se instaló por larguísimos 21 años, nuevamente poniendo en evidencia el desprecio de sus élites hacia la democracia y hacia los derechos ciudadanos.

Autores:

Leonardo Boff

Cuauhtémoc Cárdenas Solórzano

Boaventura de Sousa Santos

Eduardo Fagnani

Amy Goodman

Glenn Greenwald

Michael Löwy

Immanuel Wallerstein

Pablo Gentili

epublibre – Golpe en Brasil: Genealogía de una farsa

14/06/2016

Globo rege a banda Ré Pública

OBScena: ditadura, golpe e boçalidade à moda Globo

Globo Ressurge a Democracia

Quando tenho dúvida a respeito de determinados fatos políticos, observo o posicionamento da Rede Globo e de seus ventríloquos no RS. E opto pelo oposto. Não erro nunca. Quem tem no seu DNA uma conjunto de procedimentos todos voltados contra os interesses sociais, e que trabalha com afinco para negar qualquer direito que não seja do seu grupo de interesse, não merece respeito, muito menos credibilidade. Desde sempre, todas as iniciativas que foram tomadas em benefícios dos desvalidos, a Globo tem se posicionado contra. Todos os governos que priorizam a educação, a Globo vê como concorrente, porque pensa que ela detém o direito de educar o povo brasileiro. Desde sempre, a educação começa pelo exemplo. O exemplo que a Rede Globo dá é de total desrespeito à inteligência alheia. Trama, dá golpe, sonega, mente, incrimina, julga e condena, mas só seus adversário ideológicos. Para a Globo, CUnha é um anjo, um bênção.

Mais uma vez na história deste país, sob o comando da Rede Globo é instalada a Cleptocracia. Na orquestra que a Rede Globo montou para tocar o baile da Ilha Fiscal os músicos são todos réus. A escolha da Globo se deu exatamente segundo a ordem crescente de denúncias.  A menor acusação que pesa sobre eles é a tentativa de golpe para acabar com as investigações que os tornam réus. Nenhuma investigação pode ser feita sobre os golpistas, pelos menos não antes de consuma-lo. A ordem, em forma de método e prática, às vezes implícita mas quase sempre de forma bem explícita, percorrem os múltiplos braços do polvo siciliano também conhecido como Cosa Nostra, no popular, Máfia. Nossa velha mídia forma verdadeiro grupo mafiomidiático sob coordenação do Instituto Millenium.

O termo república nasce com Cícero, no seu De Re Publica, inspirada nos diálogos de Platão. O filósofo grego concebia uma forma ideal de organização política. O romano, usando o método socrático, via na Re Publica (a coisa pública) medida para um bom governo. Pelas páginas de O Globo e via Jornal Nacional, o Grupo Globo também vende sua concepção de governo. É a ré pública. Todos os que ela apoia são foram, são ou serão réus públicos. As escolhas obedecem uma lógica. E tem história, está incrustrado no seu DNA. É uma longa construção que remonta à sua origem mas que aparece claramente como “ré pública” em 1954, e confirma com o conjunto da obra perpetrada em 1964. Ali estavam todos os artigos com quais trabalharia ao longo do tempo até os dias de hoje. Nos governos instaurados sob os auspícios da Rede Globo os principais personagens, sejam em 1964 ou em 2016, nunca passam pelo crivo popular. Quando passam, como Collor de Mello, só com grosseira manipulação. E ainda assim, não sobrevivem por que são tão honestos quanto quem os engendram.

globo diadurad

Nada mais parecido com os jornais de 1964 que as repetidas edições de 2016. Até o apoio à Marcha dos Zumbis se parece com aqueles da famiglia, tradição e propriedade de 1964. Recentemente a Rede Globo omitiu, escondeu, uma manifestação de centena de milhares de pessoas pela paulista, exatamente como fizeram com o comício pela Diretas-Já, em 1984, no Vale do Anhangabaú.

É sintomático que a Rede Globo já tenha admitido em editorial que foi um erro o apoio à Ditadura. Não pediu perdão, nem disse que não o faria de novo. Pior, jamais admitiu que foi um erro ter escondido os comícios que pediam Diretas-Já, nem que não mais manipularia debates, como fez com o debate entre Lula x Collor. Mas Boni, 22 anos depois, confessou a manipulação. Está gravado em vídeo.  E o que se fez diante das palavras de Boni? Nada. A mídia não se mexeu. A justiça não se mexeu. O governo não se mexeu. O MPF não se mexeu. Então, se tudo o que se faz de errado não é questiono, resta a lição de que se pode continuar cometendo o mesmo crime. A Globo entendeu o recados das instituições e permanece com as mesmas práticas. Da mesma forma acontece em relação aos crimes da ditadura. Quando o STF decide que não se deve mexer com os crimes praticados pela ditadura, é porque está cultivando e adubando Bolsonaro. Bolsonaro, hoje, é filho da omissão covarde do STF em relação aos crimes da ditadura. Entende-se, pois, para condenar os crimes praticados pela ditadura, o STF chegaria na Rede Globo, nas peruas da Folha e nas valas clandestinas do Cemitério de Perus. Chegaria aos mandantes e beneficiados das sessões de tortura, estupro, morte e esquartejamento. Paulo Malhães confessou, e nem por isso houve punição. Brilhante Ustra morreu inocente… Por essas e outras que há ainda imbecis que pedem a volta da ditadura. A existência destes boçais é a contribuição silenciosa do STF à grande famiglia de Bolsonaros.

Globo x 13 salario

A Rede Globo sabe que a verdade só pode ser obtida pelo conhecimento. Está na alegoria da Caverna, na República de Platão. Por isso a mentira na forma de informação. A verdade é conhecimento, a Globo depende da mentira para sobreviver. E por isso a vende como verdade. A ignorância é a mãe do atraso, e o atraso é uma mãe para a Globo.

Quanto ao papel do Globo, basta verificarmos, por exemplo, edições da época. O golpe militar foi festejado com o “Ressurge a Democracia”. Se no princípio da ditadura a Globo vendia que o 13º aos trabalhadores seria uma tragédia, em 2016 fez publicar, para atacar as políticas sociais e raciais, o famigerado “Não somos Racistas”.  Os editorias de antes agora se somam aos livros e articulistas proxenetas que fazem às vezes de voz do patrão.

Toda vez que um governo resolve implantar políticas sociais, as organizações Globo partem para o golpe. Foi assim com Getúlio Vargas em 1954, com Jango em 1964, com Brizola (Proconsult) em , com Lula (Rubens Ricúpero & Carlos Monforte) e as estatuetas ao Assas JB Corp, e agora com a parceria com Eduardo CUnha para derrubar Dilma e “Restaurar a Cleptocracia”. FIES, PROUNI, Mais Médicos, tudo foi duramente combatido pela mesma plutocracia que finanCIA a Globo. E, pela ignorância, muitos dos beneficiados com estas políticas, sequer se dão conta do quanto foi difícil implementá-las, de quem trabalhou para que elas existissem, e também dos que trabalharam para que elas não vingassem. É o caso do ENEM, por exemplo, que sobrevive apesar da luta diuturna dos privatistas.

globo (4)

Simbolicamente, a República de Platão denuncia que a cicuta a Sócrates é a forma com que a plutocracia chega ao poder. Faz-se necessário conspirar, atacar diuturnamente, injetando cicuta na forma de ódio de classe, como se viu nas manifestações convocadas pela Rede Globo. Sócrates foi acusado pela plutocracia ateniense de enganar os jovens. Qual a diferença entre os acusadores de Sócrates com o papel desempenhado Bolsonaro, Silas Malafaia, José Serra, Michel Temer, Aécio Neves, Merval Pereira e Eduardo CUnha, todos na mão da Globo, nas manifestações em apoio ao golpe!?

Da Alegoria da Caverna saem as semelhanças com o baile dos vampiros da plutocracia brasileira. Nem tudo é o que parece.

A Rede Globo não tem Platão no seu manual. Outro personagem da mitologia grega casa melhor com o método Globo, Procusto.

Golpistas (8)

Este bandoleiro grego tinha um estilo de  aplicar justiça igual aos métodos empregados pela Rede Globo. Suas vítimas eram espichadas sobre uma cama. As mais curtas, espichava. As maiores, cortava para que ficassem do tamanho da cama.

Assim são as informações da Rede Globo, corta ou espicha dependendo da vítima. Por exemplo, se preocupa com os pedalinhos do Lula mas silencia a respeito dos envolvidos com um heliPÓptero com 450 kg de pasta base de cocaína. Nada diz a respeito da Lista Falciani do HSBC, da Lista de Furnas, da Lista Odebrecht, do Panama Papers, onde aliás está de corpo, alma e triplex (sob o manto da Mossack & Fonseca). A Globo entende tudo dos filhos do Lula, mas nada diz a respeito do filho de FHC com a funcionária Miriam Dutra, ou de Paulo Henrique Cardoso, de Luciana Cardoso. A Rede Globo nunca deu espaço em seu Jornal Nacional para falar da participação de sua filial RBS, pega na Operação Zelotes, ou Zelotsky como carinhosamente apelidam os gaúchos, decorrente dos escândalos no CARF.

Golpistas (4)

Sonegação, Meritocracia, Choque de Gestão são assuntos tratados ao melhor estilo Procusto. Meritocracia acontece quando um estudante no Rio de Janeiro, com apenas 17 anos, ganha emprego em Brasília. Quando ganha de presente de parentes emprego de vice-presidente das Loterias da Caixa. Quando constrói aeroportos com dinheiro público em terras de familiares. Quando uso o helicóptero do estado para transportar familiares e amigos. Quando é preso bêbado, sem carteira de trânsito e ainda assim não vira escândalo.

Para quem se interessa, há um livro disponível em “.pdf” na internet, a História Secreta da Rede Globo, escrita por Daniel Hertz. Há também um documentário que a Globo conseguiu proibir sua divulgação no Brasil, mas que também está disponível para quem quer conhecer um pouco melhor a respeito do modus operandi da famiglia mais siciliana do Brasif, Muito Além do Cidadão Kane.

grupos mafiomidiaticos

Dado o golpe, a Globo recomeça um período de purificação. Aos poucos entrega os anéis para ficar com os dedos. Mas jamais entrega o rubi, o PSDB. Estes são monstros sagrados. E não só para a Globo, mas também para o Estadão, Folha, RBS, Poder Judiciário, MPF. Como confessou o deputado gaúcho Jorge Pozzobom, o PSDB tem imunidade e, por isso, pode traficar, dirigir embriagado, ser decadelatado, que continuará como se fosse um partido de vestais.

Despois do Golpe, o STF afasta CUnha. Depois do Golpe, a Rede Globo ataca CUnha. Depois do Golpe, a Folha e Estadão, sempre a serviço do José “tarja preta” Serra, soltam pequenas notas contra Aécio Neves. Depois do golpe, cospem em quem sujou as mãos por eles.

Grupos Mafiomidiaticos

Os EUA invadiram a Itália pela Sicília. Não foi uma escolha aleatória. Houve um acordo com a máfia. Foram recebidos com tiros de festim. É mais ou menos isso que está acontecendo no Brasil.

Os cleptocratas adentram ao Palácio do Planalto sob tiros de festim. O Paraguai os reconhece.

Ressurge a Cleptocracia!

12/06/2016

Padilha Rima Rica & RBS, a gente vê por aqui!

OBScena: manifestantes na frente da sede da Zero Hora denunciando a cumplicidade da RBS & Rede Globo no golpe para proteger corruptos

ZelotskyA velha mídia brasileira é a mais corrupta do mundo, ou, pelo menos, aquela que mais atenta contra a democracia.

Nem Rupert Murdoch chega aos pés dos famiglia Marinho. As informações que fazem parte do documentário Muito Além do Cidadão Kane são prova suficiente do que a Rede Globo é que faz apodrecer nossa Democracia. Não bastasse uma famiglia de Mefistófeles, ou talvez por isso, uma plêiade de coronéis regionais foram arregimentados com eufemismo de filiais. De Sarney, no Maranhão, aos Sirotsky no RS, sem esquecer J. Hawilla no centro-oeste, a Rede Globo construiu, com o apoio da ditadura militar, uma verdadeira Cosa Nostra, com ainda mais poder, já que consegue nomear Ministros e destituir presidentes. O golpismo da Rede Globo é uma das razões de sua existência. Como na fábula da rã e do escorpião, é da sua natureza, está incrustrado no seu DNA.

Diuturnamente aplica uma lei que acabou, involuntariamente, revelada por meio de dois personagens emblemáticos: Rubens Ricúpero e Carlos Monforte no já famoso Escândalo da Parabólica. Distorce, mente, ataca se acumplicia. Foi assim com o golpe de 1964, repetiu, contra Brizola, no Proconsult, e atingiu novamente o coração na democracia ao atacar Lula e Dilma e silenciar sobre Eduardo CUnha e Aécio Neves. Tudo o que foi bom nos governos Lula e Dilma mereceu ataque sistemático da Rede Globo. Vide o livro do Ali Kamel, “Não Somos Racistas”, escrito para combater as cotas sociais e raciais implantadas por Lula e Dilma.

Se no Governo Brasif, capturava FHC mediante Miriam Dutra, não logrou o mesmo êxito com Lula e Dilma. Pior, vê sua ascendência sobre o povo brasileiro diminuir. Há farta distribuição de estatuetas e Innovações para novas capturas. E tudo junto para conduzir a plutocracia a implantar uma cleptocracia à sua feição.

Uma das filiais mais próximas é a RBS. Pega na Operação Zelotes, com “menção honrosa” nas Operações Pavlova e Portocred, a RBS foi teúda e manteúda de FHC. A tal ponto que, a pedido deste, abrigou em seus holerites Pedro Parente. Agora, com o golpe que ajudou a perpetrar, devolve Pedro Parente para continuar o serviço sujo de sempre. Entregar a Petrobrax à Chevron. Nós gaúchos conhecemos os elos desta história. Duas figuras emblemáticas são Eliseu Padilha, também conhecido como Eliseu Rima Rica, e Augusto Nardes. Sem contar seus dois funcionários que empurrou goela abaixo na manada de midiotas gaúchos, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. Saíram dos fornos da RBS diretamente para o Senado. Ana Amélia, casada com senador biônico da Ditadura, depois de longa ficha corrida prestada à RBS em Brasília, faz parte do glorioso PP gaúcho, pego todinho e por inteiro na Lava Jato. Este é o mundo onde transitam os parasitas escalados pela RBS & Rede Globo. Ninguém vai ver, na RBS ou Rede Globo, reportagens explicando o modus operandi do PP gaúcho no esquema de corrupção montado na Petrobrás. Por aí se explica também a relação de paz e amor com Eliseu Rima Rica, no novo chefe da Casa Civil do Eduardo CUnha. Claro, Padilha é a razão pela qual Pedro Parente sai da RBS diretamente para Petrobrás. Nem vais encontrar qualquer explicação a respeito das relações da RBS com Augusto Nardes na milionária falcatrua perpetrada no CARF. Há também por aqui um ensurdecedor silêncio a respeito do maior finanCIAdor ideológico da RBS, Gerdau.

O papel principal no golpe de 2016 é da mídia, que arrebanhou, amestrou e amadrinhou os midiotas do golpe de 2016.

Em completa lua-de-mel com seus ventríloquos golpistas, a Rede Globo nomeia e destitui ministros. Ataca quem ousa questionar os golpistas, como fez hoje O Globo com Luis Nassif, destruir a concorrência, como faz com a EBC. Aliás, uma prática comum com a RBS. Aqui também quando Olívio Dutra foi governador atacaram diuturnamente a TV Piratini. Quando seus ventríloquos assumem o Palácio Piratini, a primeira coisa que fazem é sucatear a tv pública, levando para lá inclusive um ladrão de biscoitos Zezé.

Se Temer é CUnha, e CUnha é Temer, Temer & CUnha são Rede Globo.

 

Padilha apoia morte da EBC para não concorrer com mídia privada

:

Ao sinalizar seu apoio ao projeto de desmonte da EBC, o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, confunde o papel da comunicação pública e fala em evitar a concorrência com emissoras privadas, como Globo, Band e SBT; "O governo não tem interesse em concorrer com a mídia privada", diz ele; emissoras públicas, que existem em vários países do mundo, visam oferecer comunicação de qualidade, livres dos ditames dos mercados e dos interesses políticos das famílias midiáticas que controlam grandes conglomerados de comunicação e, com esse poder, influem no processo político, derrubando e "elegendo" governos – uma distorção que tem no Brasil, com a Globo, sem maior exemplo

12 de Junho de 2016 às 07:07

247 – O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sinalizou seu apoio à morte da EBC e justificou sua posição argumentando que não se deve concorrer com a mídia privada.

"Já falei com o presidente Michel sobre isso e ele determinou que se faça um estudo real dos gastos. O governo não tem interesse em concorrer com a mídia privada. Alí, é um gasto absolutamente supérfluo. E, num momento em que estamos numa fase de fazer mais com menos, as coisas supérfluas. Isso servia muito bem a quem queria ideologizar as ações do governo, queria a construção de uma franquia ideológica a partir dessa comunicação. Não é o nosso caso. Poderemos redimensioná-la. Não vamos extinguir a área de comunicação de governo. É inadmissível a ideologização da comunicação de governo. Mas a comunicação de governo é indispensável", disse ele.

Ao sinalizar seu apoio ao projeto de desmonte da empresa, o ministro Padilha, a quem a EBC passou a ser subordinada, depois que Secretaria de Comunicação perdeu status de ministério, confunde o papel da comunicação pública.

Empresas como a EBC existem em vários países do mundo, como França, Espanha e Inglaterra, e visam oferecer comunicação pública de qualidade, livres dos ditames dos mercados e dos interesses políticos das famílias midiáticas que controlam grandes conglomerados de comunicação – uma distorção que tem no Brasil, com a Globo, sem maior exemplo.

Os irmãos Marinho, com seu quase monopólio, construíram a maior fortuna midiática do mundo, de cerca de US$ 30 bilhões. E, com esse poder, já ajudaram a eleger e a derrubar presidentes da República, influindo diretamente no processo político e na agenda pública. Para Padilha, esse modelo é o que mais parece convir ao Brasil.

Padilha apoia morte da EBC para não concorrer com mídia privada | Brasil 24/7

07/06/2016

E se… ou a marcha da insensatez

globo golpistanE se um amigo do Lula tivesse um heliPÓptero aprendido com 450 kg de pasta base de cocaína?

E se Lula estiver na Lista de Furnas? Ela seria verdadeira?

E se Lula estiver na Lista Falciani da lavagem de dinheiro do HSBC?

E se Lula estiver na Lista Odebrecht? Se ele não estiver, seria possível exigir sua inclusão sob pena de não aceitar delação?

E se Lula não estiver no Panama Papers? A Mossack & Fonseca poderia, a pedido de seus caçadores, substituir um tríplex da famiglia Marinho por um que nunca lhe pertenceu?

E se Lula tivesse orquestrado para derrubar Dilma para, com isso, tentar barrar a Lava Jato?

E se Lula fosse amigo do José Sarney, tivesse com ele de uma rede de televisão, se reunisse com ele na ABL?

E se o Michelzinho fosse filho do Lula? Pois é, Lula e seus filhos seriam donos da Friboi, da Boing, de hotéis e ressortes. Tudo isso foi vendido e difundido com a omissão da comissão dos golpistas instalados nas cinco irmãs (Globo, Veja, Estadão, Folha & RBS).

E se Lula não fosse um estadista reconhecido e admirado, a ponto de ter uma das mais extensas listas de títulos Honoris Causa jamais concedidos por universidades públicas e particulares espalhadas nos quatro cantos do mundo?

Lula não só teria sido preso. Teria sido enforcado, esquartejado e exposto em praça pública. Sobre seu corpo Marchariam os Zumbis vestindo camisas verde-amarelas com escudo da CBF, padrão FIFA. Em Porto Alegre seus membros esquartejados seriam expostos no Parcão para que os manifestantes arrebanhados pela RBS, fiel da Rede Globo, pudessem fazer com ele o que índios fizeram com o Bispo Sardinha!

O ódio em relação ao Lula atualizou uma prática dos grupos mafiomidiáticos, cujo expoente em seu tempo foi Carlos Lacerda, em relação às pessoas de esquerda que assumem Executivos, de Getúlio, Brizola, Lula, Olívio & Dilma: “Esse homem não pode ser candidato; se for é capaz de vencer; se vencer será impossível impedi-lo de assumir; se assumir pode fazer outro grande governo.”

Como o ódio atual, um função das redes sociais, é exponencial, eles não se resumem em destituí-lo. Há que se caça-lo, a ele, seus filhos, seu partido, seus amigos. Não se trata da crítica, salutar em qualquer circunstância. É puro ódio em estado bruto. Brutal!

E o estofo de seus críticos pode ser medido pelos que eles, por formas heterodoxas, buscam colocar em seu lugar. A plutocracia amestrada pelas velhas mídias preferem um toxicômano, com lavagem de dinheiro em paraísos fiscais, que usa do dinheiro público para construir aeroportos em terra de familiares. Esta mesma plutocracia conduz uma manada de beócios a ocuparem praças públicas para destituir uma presidente honesta e colocar em seu lugar uma autêntica cleptocracia, um sindicato de ladrões.

Não basta prender os golpistas contra a democracia e os interesses nacionais e seus finanCIAdores ideológicos. Há que se atentar para os que sempre estão de tocaia para impor golpes. Hoje sabemos que está incrustado no DNA da Rede Globo o autêntico golpismo de uma República das Bananas. Há precedentes, há jurisprudência golpista em seus cromossomas. Se não se fizer nada para corrigir esta anomalia, de nada adianta prender Temer, Calheiros ou Sarney. A Rede Globo, ao amadrinhar com tanta facilidade uma manada de beócios, tem uma capacidade infinita de produzir Collor e CUnhas. E para distrair seus ventríloquos e seus métodos, o jeito é criar uma cortina de fumaça. Caçar Lula é sempre um bom subterfúgio. Um par de pedalinhos são introduzidos, em horário noturno, sob o nome de Jornal Nacional, como autênticos cavalos de troia, convertendo-os em cavalo de batalha para tirar o foco de cima dos corruptos que tomaram o Planalto Central de assalto.

A historiadora Barbara Tuchman escreveu um livro chamado A Marcha da Insensatez. Trata do seguinte: como os governantes (homens públicos), em certos momentos, cometem erros homéricos, destruindo sua nação ou sua reputação. Quatro grandes acontecimentos da história são detalhadamente abordados no livro: como puderam os troianos imbecilmente puxar o famigerado cavalo de madeira para dentro dos muros de Tróia, como os papas da Renascença toscamente não foram capazes de captar as forças reformistas, impedindo a cisão protestante, como a arrogância dos lordes ingleses forjaram a libertação da América do Norte e como os americanos nesciamente se meteram na guerra do Vietnã.

A Marcha da Insensatez brasileira está sendo conduzida pela Rede Globo, secundada pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Como pode grupos nacionais trabalharem tão arduamente contra os interesses do povo brasileiro?

De um lado a Rede Globo persegue Lula, sua família e seus amigos. De outro alcovita  Eduardo CUnha, Aécio Neves, Andrea Neves, José Serra, FHC & Famiglia, José Sarney, Romero Jucá, Fernando Collor de Mello. A dependência dos cofres públicos pode ser medida pelo fato de que, pela Lei Rouanet, sempre usada para atacar Dilma, a Rede Globo capturou R$ 147 milhões.

Estes varões não seriam o que são não fosse um grupo monopolista de mídia chamado Grupo Globo. Felizmente, a imprensa internacional, por incrível que pareça, furou o bloqueio e está divulgando que GOLPE é GOLPE!

27/05/2016

O Circo da Quadrilha

merda globoQuando FHC comprou a reeleição por 200 mil à cabeça, José Sarney (Honoráveis Bandidos) & Roberto Marinho imortalizaram-no na Academia Brasileira de Letras. Miriam Dutra (Tomás Dutra Schmidt) & Brasif são eternamente agradecidas. Os serviçais foram distribuídos entre os principais beneficiados dos esquemas que haviam sido montados por FHC. É nessa conjuntura que Pedro Parente desce no Salgado Filho é abrigado nos holerites da RBS. Mas ele não é a única ligação afetiva com os esquemas industriais montados na era FHC. Pedro Correia conseguiu o passe da dublê de jornalista e ponta-de-lança da RBS em Brasília, Ana Amélia Lemos. Com mais esta aquisição, montava-se a tour de força, a peça de resistência a qualquer iniciativa de manter programas sociais. Mas para isso precisavam criminalizar o Governador Olívio Dutra, e, depois, Tarso Genro. O PP de Pedro Correia, José Otávio Germano (um dos biscoitos Zezé) e Augusto Nardes serviu de barriga de aluguel à RBS. Para despistar, introduziram Lasier Martins no PDT que, nas mãos de Vieira da Cunha virou uma sigla de aluguel.

Quando Lula assumiu, começou a desaparelhar os estames da quadrilha criando a CGU. Como era um presidencialismo de coalizão, teve de manter as ocupações de porteira fechada: o PP gaúcho e o PMDB de Michel Temer e Eduardo CUnha, ficou com a Petrobrás (Pedro Barusco e  Sérgio Machado, cavalo de Tróia do PSDBJ. Toda iniciativa de retirar os chefes de quadrilha distribuídos pelas Estatais, vinha a Rede Globo e a RBS dizendo que o PT queria aparelha o Estado. Com o bombardeio diuturno dos maiores interessados na manutenção das velhas estruturas, Lula não conseguiu. Para isso apostou em Dilma Rousseff. Por ter exercido com dedicação e honestidade cargos no Governo Olívio e na Casa Civil, sem qualquer mácula, Dilma tinha e tem a cara da mulher incorruptível. Ou, como dizem seus detratores  na velha mídia, de “gerentona”.

Dilma não está na Lista de Furnas, na Lista Falciani do HSBC, não está na Lista Odebrecht, não está no Panama Papers. Dilma não está na Operação Lava Jato, na Operação Zelotes, na Operação Pavlova, na Operação Ouro Verde (Portocred). Entendeu porque, dado o golpe, estas listas saíram do noticiário?!

Dilma acabou com o esquema de Furnas. Um esquema tão antigo e de tanta serventia, inclusive a ministro do STF, não poderia ser jogado no lixo como brinquedo quebrado. Ali começou o ódio dos que estão “putos com ela”, do “primeiro a ser comido”, mas, principalmente, do vingativo sócio dos bancos suíços, Eduardo CUnha. A única coisa que Dilma ganhou com isso foi o ódio eterno da dupla Rede Globo & Eduardo CUnha que, com o dinheiro da corrupção bem guardado na Suíça, compraram a senha de entrada no circo montado no Congresso. A Rede Globo faturou o show ao vivo. Ah, a senha era de entrada no circo com o que se garantia proteção midiática eterna foi “famiglia”… É a atualização do “Coronelismo, enxada e voto” em, como já denunciei em artigo publicado no Observatório da Imprensa em outubro de 2002, em Coronelismo Eletrônico

rbs golpeClaro, Dilma não moveu contra uma vírgula, pelo contrário, deu tudo e muito mais para que a Operação Lava Jato fizesse com que não sobrasse pedra sobre pedra nos esquemas de corrupção que herdara dos seus detratores. E é fácil de entender porque Dilma não se entregaria, ou como vazou o Renan, “ela tem uma bravura pessoal que é uma coisa inacreditável”. Ao contrário dos “putos” e dos “com medo” e “primeiro a ser comido”, não há uma vírgula de acusação contra Dilma. É limpa. Por aí se explica o ódio que lhe devotam todos os corruptos. Não é sem razão que a manada de amestrados vestiu, sem pensar nem tergiversar, a camisa da CBF para simbolizar o apego à corrupção. Sabe aqueles nossos conhecidos que vociferavam acusando o governo de corrupto? Pois é, tome cuidado com eles. Das duas, uma: ou são muito ignorantes ou são corruptos. Não há meio termo para explicar tanto esforço para derrubar uma presidente honesta para colocar em seu lugar uma quadrilha ramificada como câncer em metástase pelos instituições. Diz muito a respeito do funcionamento de nossas instituições porque Paulo Salim Maluf não pode sair do Brasil sob o risco de ser preso, como o foi José Maria Marin, mas que por aqui, como Ricardo Teixeira, não lhes acontece nada. Se “todo mundo conhece” os esquemas do Aécio Neves, com dez delações, mantém-se como inimputável, é porque as instituições falharam ou se locupletaram. Eu preferiria a primeira, mas, pelas evidências, não vejo como não se admitir a simbiose de interesses. Chama atenção o fato de que até a cunha do Vaccari foi presa, mas nada, nem depoimento coercitivo, acontece com Andrea Neves e Cláudia Cruz. Por aí se vê que estamos nas mãos de algo ainda pior do que a Cosa Nostra, já que para combater a máfia havia as instituições, mas e para limpar as instituições?

O circo se fecha, reunindo os que foram saídos pelo voto mas voltaram pelo crime, quando a RBS consegue emplacar na Petrobrás, vejam só, Pedro Parente:Pedro Parente, ex-ministro de FHC, será o novo presidente da Petrobras”. O circo montado pela Rede Globo & RBS conseguiu trazer de volta toda a quadrilha que o voto havia defenestrado. Para nós, gaúchos, a presença de Eliseu Rima Rica na Casa Civil é por demais explicado. Nem desenhando fica mais claro. Há tantas caras para mostrar o Brasil dos golpistas, mas o ator pornô, Alexandre Frota, no Ministério da Educação é mais do que um acinte, é um cusparada no nosso rosto.

A plutocracia midiática conseguiu dar o golpe numa Presidenta honesta para implantar uma Cleptocracia.  O complô, como denuncia a imprensa internacional, não permite que chamemos de golpe paraguaio, pois no golpe paraguaio houve um verniz de legalidade. No golpe à brasileira trata-se de uma verdadeira república das bananas, pois o cheiro mostra que deram um verniz de merda. Royalties ao Gregório Duvivier

De nada adianta trocar os políticos se a manada continuar sendo guiada pela égua madrinha das cinco irmãs (Globo, Veja, Estadão, Folha & RBS).

Em gravação, Renan expõe influência de jornais na Lava Jato

qua, 25/05/2016 – 17:36 – Atualizado em 25/05/2016 – 17:39

Patricia Faermann

Jornal GGN – Durante a conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o senador Renan Calheiros expôs o papel da imprensa na crise política do Brasil e no processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff. Renan e Machado citam Otavio Frias Filho, diretor de Redação da Folha de S. Paulo, João Roberto Marinho, das Organizações Globo, uma funcionária não identificada da Folha, outro do Uol e o colunista Gerson Camarotti, da Globo.

Em determinado momento do diálogo, Sérgio Machado chama a atenção do senador para a antecipação da imprensa sobre etapas da Operação Lava Jato: "Renan, na semana passada, não sei se tu viu, um material que saiu na quinta ou sexta-feira de um cara aqui do Uol, um jornalista aqui, dizendo que quinta-feira tinha viajado às pressas… E que estava sendo montada operação no Nordeste com Polícia Federal, o caralho, na quinta-feira", disse, em referência à 24ª fase da Lava Jato, que mirou no ex-presidente Lula, no dia 4 de março.

"Então, meu amigo, a gente tem que pensar como é que a gente encontra uma saída para isso aí, porque a imprensa…", emendou Machado, temendo as consequências da falta de controle político sobre o avanço da Operação, sob o consentimento de meios de comunicação. 

"Não vê essa matéria do Camarotti [Gerson Camarotti, comentarista de política da Globo]?", recordou-se Renan Calheiros. Na trancrição disponibilizada pela Folha, o nome do jornalista foi omitido, ao contrário do que revela o áudio. O GGN apurou que faziam referência à reportagem "‘Sei que posso ser preso a qualquer momento’, diz Renan Calheiros", publicada no dia 10 de março deste ano. Na matéria, o colunista afirma que Renan "fez um desabafo que surpreendeu a todos os presentes", durante jantar com senadores tucanos e peemedebistas. "Ao falar do ambiente de imprevisibilidade da operação Lava Jato, Renan disparou: ‘Eu sei que posso ser preso a qualquer momento. Há dois anos estão tentando isso’", publicou.

"Só se [você] fosse um imbecil", respondeu Machado, em ironia à publicação de Camarotti. "Como é que tu vai sentar numa mesa para negociar e diz que está ameaçado de preso, pô? Só quem não te conhece. É um imbecil [o jornalista]", apontou. "É, tem que ter um fato contra mim", completou Renan. "Mas mesmo que tivesse, você não ia dizer, porra, não ia se fragilizar, tu não é imbecil", disse. 

"Agora, a Globo passou de qualquer limite, Renan", ressaltou o ex-presidente da Transpetro.

Em seguida, o presidente do Senado contou que havia agendado "uma conversa inicial com o governo", nos dias seguintes de março, e a presidente Dilma lhe disse que uma "conversa dela com João Roberto [Marinho] foi desastrosa". Durante o diálogo relatado por Dilma a Renan, a presidente teria "reclamado" sobre o posicionamento e atuação dos jornais da rede Globo na crise política. "Ele [Marinho] disse que não tinha como influir. [Dilma] disse que tinha como influir, porque ele influiu em situações semelhantes, o que é verdade", contou Renan. 

"E ele [Marinho] disse que o que está acontecendo é um efeito manada no Brasil contra o governo", contou o senador, expondo o posicionamento admitido pela Rede Globo.

Em trecho seguinte, Renan disse que também havia conversado, ele próprio, com alguma funcionária da Folha, sem especificar se era jornalista, executiva, diretora, etc. "A conversa com a menina da Folha foi muito ruim. Com Otavinho [Otavio Frias Filho, a conversa] foi muito melhor", disse. "Otavinho reconheceu que tem exageros, eles próprios têm cometido exageros", teria admitido o diretor do jornal paulista. 

E seguiu: "com o João [Roberto Marinho], veio com aquela conversa de sempre, diz que não manda, que não influencia, que hoje é muito difícil", disse Renan, reforçando a fala da presidente Dilma, que alertou a Marinho o tratamento "diferente" para "casos iguais". "[Dilma] disse a ele: João, não é, é porque vocês tratam diferentemente de casos iguais. Nós temos vários indicativos. E ele disse o seguinte: isso virou uma manada, uma manada, está todo mundo contra o governo. Quer dizer, uma maneira sutil de dizer ‘acabou’", contou o senador à Machado.

Leia mais:

Renan intermediou em nomeação de Lula para a Casa Civil como saída da crise

O estadista Renan e as pegadinhas de Sérgio Machado

Peça-chave para incriminar caciques do PMDB, Machado conseguiu apoio de Sarney

Em gravação, Renan expõe influência de jornais na Lava Jato | GGN

13/05/2016

Partido da Mídia, Denunciados e Bandidos

Filed under: Cleptocracia,Instituto Millenium,Plutocracia,PMDB — Gilmar Crestani @ 1:16 pm

Sexta-feira 13

giphy

Próxima Página »

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: