Ficha Corrida

30/08/2016

Estupro à brasileira

OBScena: um dos muitos adesivos da Dilma distribuídos pelos estupradores golpistas

estupro adesivo-2Sim, porque sexo não é, né. Se não for consensual, é estupro. Saber perder é como saber ouvir um não. Aécio Neves não soube perder. Também não sabe ouvir NÃO. Juca Kfouri contou esta história. Então há uma lógica, quem bate em mulher também bate na democracia. Em bom português, dá golpe!

Como não dá para ler os jornais brasileiros, todos envolvidos no GOLPE, me informo pelos jornais do exterior. Hoje, por exemplo, o principal jornal de Buenos Aires, Pagina12, sacou, diante de uma quadrilha de homens brancos e ternos pretos, uma conclusão freudiana. É a cultura do estupro do machismo brasileiro. A figura da mulher Dilma foi vilipendiada, inclusive com a participação de algumas mulheres, como Ana Amélia Lemos, a Louro José do Senado. A imagem com áudio que correu o mundo na abertura da Copa do Mundo de 2014, no Itaquerão, mandava a Dilma tomar no cu. Não houve reação alguma por parte da emissora que transmitia, pelo contrário, regozijava-se.

O estupro como ferramenta política também foi usado, como descobriu e revelou a Comissão da Verdade, nos porões do DOI-CODI. Os finanCIAdores da Operação Bandeirantes – OBAN, participavam das sessões de tortura, estupro, morte e esquartejamento dos presos políticos. Talvez por isso as sessões eram noturnas e os corpos dilacerados eram depois levados por peruas camufladas para o Cemitério de Perus. Não por acaso, terra do pato da FIESP, desde sempre patrocinadora dos estupros coletivos da democracia.

A imprensa brasileira é maior responsável pela cultura do estupro. De todo tipo de estupro. Talvez por isso não tenha se indignado quando um dos políticos com maior déficit civilizatório, Marco Feliciano, foi denunciado por assédio sexual pela própria funcionária. Para a velha mídia o estupro de seus parceiros ideológicos passa batido, da mesma forma que passa batido a apreensão de um heliPÓptero com 450 kg de cocaína, mesmo que seu proprietário vire ministro. Ou talvez por isso.

A pior democracia é preferível a qualquer tipo de golpe, mormente quando seus defensores agem como estupradores.

Estupro a la democracia

Por Martín Granovsky

Cada 11 minutos una mujer es violada en Brasil. Si es negra, joven y pobre tiene más posibilidades de sufrir una agresión. Los estudios de Antropología les pusieron título a los datos: cultura del estupro.

Después de asistir a la sesión del Senado contra Dilma Rousseff, cualquiera puede reemplazar la palabra “mujer” por “Constitución” y la palabra “negra” por “democracia” y verá que la teoría puede aplicarse a la política sin forzar nada. Nada.

Los senadores de la oposición avanzaron un nuevo capítulo en la violación de las reglas del debido proceso. Vulneraron los derechos políticos de Dilma, que si no hay un milagro perderá la presidencia y quedará inhabilitada por ocho años para la política. Y aplastaron los derechos humanos de los brasileños: en octubre de 2014 votaron en primera y segunda vuelta por Dilma contra Aecio Neves y le dieron la victoria. Desde aquel alud de 54 millones de votos a hoy, con un golpe en marcha, pasaron menos de dos años.

“Ahora, la ruptura democrática se da por medio de la violencia moral y los pretextos constitucionales para que gane apariencia de legitimidad el gobierno que asume sin el amparo de las urnas”, dijo Dilma. “Se invoca la Constitución para que el mundo de las apariencias encubra hipócritamente el mundo de los hechos.”

No es un tema de forma, porque en democracia la forma es fondo. Una constelación formada por la gran banca internacional, los gigantes de la empresa brasileña, una parte de la Justicia, los megamedios, todos los parlamentarios del PSDB y la mayoría de los legisladores del PMDB tratan de construir apariencias para violar la Constitución.

Brasil no vive bajo un régimen parlamentario. Pero el Congreso censura a la Presidenta que tiene mandato hasta el 31 de diciembre de 2018.

Los diputados deben fundamentar su acusación contra Dilma como en cualquier proceso. Pero uno explicó la acusación honrando al oficial que torturó a la Presidenta cuando era guerrillera y otros dedicaron el voto a madres, hijos y cuadros.

Tal como denunciaron cuatro congresistas ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, a Dilma hasta le restringieron el tiempo de sus testigos. Es decir, el derecho a defensa. Cuando fue notificado de que la petición había llegado a la CIDH, el canciller José Serra dijo: “Son unos brutos, diríjanse al Senado”. En política internacional la representación la asume el Poder Ejecutivo, no el Congreso. Un resumen y el texto completo de la petición a la CIDH pueden leerse aquí: http://bit.ly/2bzINaZ. Para brutalidades consultar a Serra.

Ayer mismo, en el Senado, varios senadores criticaron el desempeño de Dilma en el gobierno. Pero en un juicio político los senadores son jueces, no parlamentarios en medio de una interpelación. Los jueces preguntan y después sentencian. No replican.

El presidente de la Corte Suprema, Ricardo Lewandowski, encargado de dirigir las sesiones del Senado, dejó que alegremente los senadores esquivaran su papel de jueces. Pero corrigió a Dilma: “Le pido que no hable más nada del gobierno interino”, exigió tras las menciones de Rousseff al “gobierno usurpador” y “golpista”. “La condena exige pruebas cabales de que se haya cometido, dolosamente, un delito de responsabilidad fiscal”, explicó Dilma. “Sin delito, es golpe”, sintetizó.

Es equivocado pensar que el juicio político sin derechos es una cosa y la política otra. Son dos caras de lo mismo. Para observar lo que ocurre en Brasil no hace falta ningún diario del futuro. Ningún diario del lunes. Como citó la propia Rousseff, Temer ya impuso límites de gasto fiscal hasta el 2037 que ni siquiera las políticas sociales podrán perforar. Su gobierno también impulsó la baja de edad de imputabilidad y la tercerización laboral. “Van a precarizar”, anunció en el Senado Roberto Requiao, uno de los pocos del PMDB fieles al proyecto original. “En Brasil no se va a poder nacer ni trabajar.”

La Policía Federal busca meter preso a Lula, el único del PT en condiciones de competir en las presidenciales de 2018. Las policías militares (que en Brasil son las malditas provinciales) lubrican cada vez más el gatillo fácil o, como ayer, reprimen manifestantes en San Pablo. El futuro ya llegó.

Dilma, ayer, se equivocó de interlocutores. Les habló a los senadores, no al pueblo. Pero no es por sus debilidades políticas que los esclavócratas de Brasil quieren echarla. Es para ser fieles a la cultura del estupro que practican desde el siglo XVI.

martin.granovsky@gmail.com

Página/12 :: Contratapa :: Estupro a la democracia

24/07/2016

Folha para quem precisa de Falha

A Folha errou e persiste no erro deste a ditadura militar. O seu apoio à ditadura não se resumiu em reporcagens patrocinadas pelos ditadores, mas também emprestou suas peruas para ajudar a esconder os corpos que haviam sido objeto de tortura, estupro, morte e esquartejamento nos porões do DOI-CODI. Carros da Folha ajudavam a esconder em valas comuns do Cemitério de Perus os corpos que na noite anterior tinham sofrido sevícias na presença, como disse a Comissão da Verdade, dos patrocinadores da OBAN.

Como diz um ditado chulo, o que é um peido para quem está cagado? Isso explica o erro e a persistência nele. A Folha não errou. Ela distorce deliberadamente. Foi assim com a ficha falsa da Dilma, com a desfaçatez de chamar ditadura de ditabranda. A Folha e a Rede Globo são os idealizadores do golpe paraguaio. Transformaram uma República numa Ré Pública, não por acaso são parceiros no jornal Valor. Não praticam jornalismo, mas golpismo, que é ainda pior que banditismo.

Como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da famiglia Frias o ódio à democracia e o patrocínio ao CCC, agora no figurino de Lula e do PT. Todos os que odeiam Lula e o PT tem abrigo garantido, como é o caso do Toxicômano das Alterosas e o Tarja Preta da Lava Jato, sem contar Kim Kataguiri, do MBL, religiosamente finanCIAdo para adestrar a malta que vestia camisas verde-amarelas com escudo da ilibada CBF para irem ao Parcão de Porto Alegre pedir golpe na Dilma para colocar em seu lugar Eduardo CUnha, Michel Temer e Renan Calheiros. Sim, nisso pelo menos há coerência. Imagine se seria possível a Folha insuflar apoio a pessoas honestas. Nem aqui nem na Barão de Limeira…

paula cesarino costa

ombudsman

paula cesarino costa

Está na Folha desde 1987. Foi Secretária de Redação e editora de Política, Negócios e Especiais. Chefiou a Sucursal do Rio até janeiro de 2016. Escreve aos domingos.

A Folha errou e persistiu no erro

24/07/2016 02h00

Mais opções

Fundado em 1983, o instituto de pesquisas Datafolha, pertencente ao Grupo Folha, acumulou um patrimônio de qualidade técnica, arrojo de abordagem e interpretação de dados isenta. Sua credibilidade foi construída em trabalho conjunto com a Redação. Introjetou-se de tal forma no jornal que uma crítica antiga à Folha é a de ser um jornal "data-dependente".

Dito isso, é preciso reconhecer que a semana que passou foi amarga para o Datafolha e para a Folha.

Desde que assumi o mandato, nenhum assunto mobilizou tanto os leitores. Do total de mensagens recebidas desde quarta-feira, 62% foram críticas e acusações ao jornal.

Variavam de fraude jornalística e manipulação de resultados a pura e simples má-fé, passando por sonegação de informação e interpretação tendenciosa.

A questão central está na acusação de o jornal ter omitido, deliberadamente, que a maioria dos entrevistados (62%) pelo Datafolha se disseram favoráveis a novas eleições presidenciais, em cenário provocado pela renúncia de Dilma Rousseff e Michel Temer.

Optou por destacar que 50% preferiam a permanência de Temer à volta de Dilma, em questão que, mesmo sem haver essa hipótese, 3% disseram defender novas eleições.

As perguntas 11, 13 e 14 do questionário do Datafolha (leia a seguir) tornaram-se objeto de vigorosa controvérsia.

Os sites The Intercept, do jornalista Glenn Greenwald, e Tijolaço, do jornalista Fernando Brito, acusaram a Folha de "fraude jornalística com pesquisa manipulada visando alavancar Temer".

Em trabalho complementar, comprovaram que o jornal omitira da reportagem e do questionário divulgado no site do Datafolha questão proposta aos entrevistados sobre a convocação de novas eleições.

Outra pergunta também foi omitida. Esta pedia aos entrevistados que avaliassem se o processo de impeachment está seguindo as regras democráticas e a Constituição: 49% disseram que sim; 37% que não.

Para alimentar teorias conspiratórias, revelou-se que o Datafolha colocou em seu site mais de uma versão do relatório da pesquisa polêmica, sendo que em só uma delas constavam as duas perguntas. O instituto explica que faz um relatório completo para a Redação, mas divulga no site apenas o que saiu no jornal. No caso, o primeiro documento continha, por falha, título sobre a pergunta 14, ausente do relatório por não ter sido usada.

Diante da polêmica, Folha e Datafolha optaram por divulgar link para o relatório completo.

Reveladas as omissões e estabelecida a confusão, o editor-executivo do jornal, Sérgio Dávila, disse que o resultado da questão sobre a dupla renúncia de Dilma e Temer não pareceu especialmente noticioso, por repetir uma tendência, além de o jornal considerar tratar-se de cenário político pouco provável.

Leitores discordaram: "A Folha me pareceu escapar pela tangente, com respostas vagas", disse Eduardo Ottoni. "Os argumentos chegam a ser até um insulto à inteligência do leitor", afirmou Márcia Meireles. "A Folha errou, é tão grave assumir seus erros?", questionou.

A ombudsman resumiu as críticas dos leitores ao editor-executivo. Dávila argumentou que "o único cenário concreto à frente é o Senado decidir se Dilma Rousseff volta a exercer o cargo de presidente da República ou se Michel Temer continua a exercê-lo. Não há terceira opção além dos dois desfechos possíveis. (…) Faz parte da boa prática jornalística não publicar o que é pouco relevante".

Dávila lembrou que a Folha frequentemente publica uma fração das pesquisas, "nunca sua íntegra".

Discordo em muitos pontos do editor-executivo. Quando a Folha, em editorial de Primeira Página em 3 de abril, defendeu a renúncia de Dilma e de Temer e a convocação de nova eleição, também esse não era um cenário provável.

Se a possibilidade de dupla renúncia não era mais levada em conta, por que então a questão foi incluída na pesquisa? O questionário já foi elaborado nesse cenário. A repetição de tendência como argumento para não publicar o resultado é incoerente com a prática do jornal por anos a fio.

Quando secretária de Redação e editora de Política, participei da elaboração de incontáveis questionários de pesquisas Datafolha. Com a limitação técnica de quantidade de perguntas, cada uma precisa ser muito bem pensada e escolhida. Não há justificativa para colocar uma pergunta e depois ignorá-la.

Na crítica que circula diariamente na Redação, questionei a abordagem da pesquisa, feita pelo jornal, subaproveitando temas políticos, ao destacar em manchete o otimismo com a economia. Reveladas as omissões, lamentei a forma como o jornal enfrentou a polêmica. Sugeri que reconhecesse seu erro editorial e destacasse os números ausentes da pesquisa em nova reportagem.

A meu ver, o jornal cometeu grave erro de avaliação. Não se preocupou em explorar os diversos pontos de vista que o material permitia, de modo a manter postura jornalística equidistante das paixões políticas. Tendo a chance de reparar o erro, encastelou-se na lógica da praxe e da suposta falta de apelo noticioso.

A reação pouco transparente, lenta e de quase desprezo às falhas e omissões apontadas maculou a imagem da Folha e de seu instituto de pesquisas. AFolha errou e persistiu no erro.

PERGUNTA 13 – Pergunta 13: Na sua opinião, o que seria melhor para o país: que Dilma voltasse à Presidência ou que Michel Temer continuasse no mandato até 2014? Em %

Pergunta 14 – Uma situação em que poderia haver novas eleições presidenciais no Brasil seria em caso de renúncia de Dilma Rousseff e Michel Temer a seus cargos. Você é a favor ou contra Michel Temer e Dilma Rousseff renunciarem para a convocação de novas eleições para a Presidência da República ainda neste ano?

Pergunta 11 – Na sua opinião, o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está seguindo a regras democráticas e a Constituição ou está desrespeitando as regras democráticas e a Constituição?

29/06/2016

Temer só sabe lidar com bandidos?! Por que não vemos honestos com ele?

Vamos ver algo de bom nisso. Toda vez que alguém ousar defender um destes dois, sabemos, é mau caráter. Precavenha-se, fugindo de tais companhias. Não se pode tergiversar quando estão em jogo a democracia e, portanto, nossa liberdade. Toda proteção que Eduardo CUnha, Michel Temer & Aécio Neves vêm recebendo, a começar pela Rede Globo, merece não só um repúdio, mas também um alerta: quem defende a corja também não presta!

Os encontros suspeitos de Temer, por Jeferson Miola

Os encontros suspeitos de Temer, por Jeferson Miola

ter, 28/06/2016 – 19:55

Por Jeferson Miola

O presidente usurpador Michel Temer tem a estranha prática de reunir nas noites de sábados e domingos com os personagens mais controvertidos – para não dizer de outra forma – da política nacional.

No 28 de maio de 2016, um sábado, Temer antecipou o regresso a Brasília para se reunir às pressas com o ex-Advogado-Geral da União do FHC e atual presidente do TSE, o tucano Gilmar Mendes.

Oficialmente, disseram ter tratado sobre verbas para as eleições municipais. É difícil aceitar esta versão, porque naqueles dias haviam sido divulgadas as conversas gravadas de um dos principais operadores de corrupção do PMDB, Sérgio Machado, com os mais notáveis figurões do Partido que ele presidiu nos últimos 14 anos.

O surpreendente, naquela ocasião, não foi a publicidade das conversas de Machado com Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney, mas o ocultamento de outras conversas também havidas – e sobram razões para se suspeitar que as gravações de Temer, que tratou de propina com Sérgio Machado na Base Aérea de Brasília, foram [e continuam sendo até hoje] bem guardadas. O encontro do Temer com Gilmar [1] pode ser a chave para se entender esta circunstância, que foi decisiva para a continuidade do golpe de Estado.

Hoje se ficou conhecendo o encontro secreto do presidente usurpador com seu sócio no golpe, Eduardo Cunha, ocorrido na noite do domingo passado, 26 de junho.

Michel Temer diz que “_fala com regularidade_” com Cunha, o que é, em si mesmo, um tremendo absurdo e evidência de uma convivência duvidosa com um réu-criminoso que um presidente legítimo jamais
poderia manter e que, todavia, é assimilável para um presidente usurpador.

Temer alega que na noite do domingo passado conversou sobre a conjuntura política _[sic] _com este notável réu-criminoso que está com o mandato parlamentar suspenso.

Foi noticiado que eles conversaram sobre a sucessão na Câmara dos Deputados _[sic]_. É útil recordar que Cunha, além do mandato suspenso, está proibido inclusive de freqüentar a Casa, quanto mais
tratar de assuntos da gestão institucional.

O significado dessa proibição é análogo à proibição ao marido agressor se aproximar da ex-esposa: evitar que o criminoso continue perpetrando o crime. A despeito disso, Temer recebeu o réu-criminoso no
Palácio do Jaburu para tratar de assunto que aquele “bandido [2]”, como chama a imprensa internacional, está judicialmente proibido de tratar.

Fossem tempos diferentes, com uma imprensa honesta, um sistema político sério e respeitável, um sistema jurídico justo e isento, o golpe de Estado perpetrado através do _impeachment_ fraudulento da Presidente
Dilma jamais teria prosperado.

Como os tempos são outros, encontros suspeitos do presidente usurpador são apenas registros assépticos em espaços acanhados do noticiário feitos com atraso de dois dias.

E, assim, o golpe segue.

Links:
——
[1] http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Temer-e-Gilmar-se-unem-para…
[2] https://www.youtube.com/watch?v=fsvTb2HfZgI

Os encontros suspeitos de Temer, por Jeferson Miola | GGN

12/06/2016

Padilha Rima Rica & RBS, a gente vê por aqui!

OBScena: manifestantes na frente da sede da Zero Hora denunciando a cumplicidade da RBS & Rede Globo no golpe para proteger corruptos

ZelotskyA velha mídia brasileira é a mais corrupta do mundo, ou, pelo menos, aquela que mais atenta contra a democracia.

Nem Rupert Murdoch chega aos pés dos famiglia Marinho. As informações que fazem parte do documentário Muito Além do Cidadão Kane são prova suficiente do que a Rede Globo é que faz apodrecer nossa Democracia. Não bastasse uma famiglia de Mefistófeles, ou talvez por isso, uma plêiade de coronéis regionais foram arregimentados com eufemismo de filiais. De Sarney, no Maranhão, aos Sirotsky no RS, sem esquecer J. Hawilla no centro-oeste, a Rede Globo construiu, com o apoio da ditadura militar, uma verdadeira Cosa Nostra, com ainda mais poder, já que consegue nomear Ministros e destituir presidentes. O golpismo da Rede Globo é uma das razões de sua existência. Como na fábula da rã e do escorpião, é da sua natureza, está incrustrado no seu DNA.

Diuturnamente aplica uma lei que acabou, involuntariamente, revelada por meio de dois personagens emblemáticos: Rubens Ricúpero e Carlos Monforte no já famoso Escândalo da Parabólica. Distorce, mente, ataca se acumplicia. Foi assim com o golpe de 1964, repetiu, contra Brizola, no Proconsult, e atingiu novamente o coração na democracia ao atacar Lula e Dilma e silenciar sobre Eduardo CUnha e Aécio Neves. Tudo o que foi bom nos governos Lula e Dilma mereceu ataque sistemático da Rede Globo. Vide o livro do Ali Kamel, “Não Somos Racistas”, escrito para combater as cotas sociais e raciais implantadas por Lula e Dilma.

Se no Governo Brasif, capturava FHC mediante Miriam Dutra, não logrou o mesmo êxito com Lula e Dilma. Pior, vê sua ascendência sobre o povo brasileiro diminuir. Há farta distribuição de estatuetas e Innovações para novas capturas. E tudo junto para conduzir a plutocracia a implantar uma cleptocracia à sua feição.

Uma das filiais mais próximas é a RBS. Pega na Operação Zelotes, com “menção honrosa” nas Operações Pavlova e Portocred, a RBS foi teúda e manteúda de FHC. A tal ponto que, a pedido deste, abrigou em seus holerites Pedro Parente. Agora, com o golpe que ajudou a perpetrar, devolve Pedro Parente para continuar o serviço sujo de sempre. Entregar a Petrobrax à Chevron. Nós gaúchos conhecemos os elos desta história. Duas figuras emblemáticas são Eliseu Padilha, também conhecido como Eliseu Rima Rica, e Augusto Nardes. Sem contar seus dois funcionários que empurrou goela abaixo na manada de midiotas gaúchos, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. Saíram dos fornos da RBS diretamente para o Senado. Ana Amélia, casada com senador biônico da Ditadura, depois de longa ficha corrida prestada à RBS em Brasília, faz parte do glorioso PP gaúcho, pego todinho e por inteiro na Lava Jato. Este é o mundo onde transitam os parasitas escalados pela RBS & Rede Globo. Ninguém vai ver, na RBS ou Rede Globo, reportagens explicando o modus operandi do PP gaúcho no esquema de corrupção montado na Petrobrás. Por aí se explica também a relação de paz e amor com Eliseu Rima Rica, no novo chefe da Casa Civil do Eduardo CUnha. Claro, Padilha é a razão pela qual Pedro Parente sai da RBS diretamente para Petrobrás. Nem vais encontrar qualquer explicação a respeito das relações da RBS com Augusto Nardes na milionária falcatrua perpetrada no CARF. Há também por aqui um ensurdecedor silêncio a respeito do maior finanCIAdor ideológico da RBS, Gerdau.

O papel principal no golpe de 2016 é da mídia, que arrebanhou, amestrou e amadrinhou os midiotas do golpe de 2016.

Em completa lua-de-mel com seus ventríloquos golpistas, a Rede Globo nomeia e destitui ministros. Ataca quem ousa questionar os golpistas, como fez hoje O Globo com Luis Nassif, destruir a concorrência, como faz com a EBC. Aliás, uma prática comum com a RBS. Aqui também quando Olívio Dutra foi governador atacaram diuturnamente a TV Piratini. Quando seus ventríloquos assumem o Palácio Piratini, a primeira coisa que fazem é sucatear a tv pública, levando para lá inclusive um ladrão de biscoitos Zezé.

Se Temer é CUnha, e CUnha é Temer, Temer & CUnha são Rede Globo.

 

Padilha apoia morte da EBC para não concorrer com mídia privada

:

Ao sinalizar seu apoio ao projeto de desmonte da EBC, o ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, confunde o papel da comunicação pública e fala em evitar a concorrência com emissoras privadas, como Globo, Band e SBT; "O governo não tem interesse em concorrer com a mídia privada", diz ele; emissoras públicas, que existem em vários países do mundo, visam oferecer comunicação de qualidade, livres dos ditames dos mercados e dos interesses políticos das famílias midiáticas que controlam grandes conglomerados de comunicação e, com esse poder, influem no processo político, derrubando e "elegendo" governos – uma distorção que tem no Brasil, com a Globo, sem maior exemplo

12 de Junho de 2016 às 07:07

247 – O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sinalizou seu apoio à morte da EBC e justificou sua posição argumentando que não se deve concorrer com a mídia privada.

"Já falei com o presidente Michel sobre isso e ele determinou que se faça um estudo real dos gastos. O governo não tem interesse em concorrer com a mídia privada. Alí, é um gasto absolutamente supérfluo. E, num momento em que estamos numa fase de fazer mais com menos, as coisas supérfluas. Isso servia muito bem a quem queria ideologizar as ações do governo, queria a construção de uma franquia ideológica a partir dessa comunicação. Não é o nosso caso. Poderemos redimensioná-la. Não vamos extinguir a área de comunicação de governo. É inadmissível a ideologização da comunicação de governo. Mas a comunicação de governo é indispensável", disse ele.

Ao sinalizar seu apoio ao projeto de desmonte da empresa, o ministro Padilha, a quem a EBC passou a ser subordinada, depois que Secretaria de Comunicação perdeu status de ministério, confunde o papel da comunicação pública.

Empresas como a EBC existem em vários países do mundo, como França, Espanha e Inglaterra, e visam oferecer comunicação pública de qualidade, livres dos ditames dos mercados e dos interesses políticos das famílias midiáticas que controlam grandes conglomerados de comunicação – uma distorção que tem no Brasil, com a Globo, sem maior exemplo.

Os irmãos Marinho, com seu quase monopólio, construíram a maior fortuna midiática do mundo, de cerca de US$ 30 bilhões. E, com esse poder, já ajudaram a eleger e a derrubar presidentes da República, influindo diretamente no processo político e na agenda pública. Para Padilha, esse modelo é o que mais parece convir ao Brasil.

Padilha apoia morte da EBC para não concorrer com mídia privada | Brasil 24/7

31/03/2015

1º de abril

zhn

As capas de jornais e revistas que mostram que a imprensa disse sim ao golpe

Postado em 30 de março de 2015 às 2:45 pm

Do blog do Mario Magalhães:

Na semana dos 50 anos do golpe de Estado, o blog compartilha uma coleção de 19 primeiras páginas de jornais e capas de revistas publicadas nas horas quentes do princípio de abril de 1964.

Mais do que informação, constituíam propaganda, notadamente a favor da deposição do presidente constitucional João Goulart.

Até onde alcança o conhecimento do blogueiro, as imagens configuram a mais extensa amostra (ficarei feliz se não for) do comportamento do jornalismo brasileiro meio século atrás.

Trata-se de documento histórico, seja qual for a opinião sobre os acontecimentos.

Desde já o blog agradece novas capas que eventualmente sejam enviadas por meio do Facebook e do Twitter. Caso venham, serão acrescentadas a esta exposição.

Dos 19 periódicos aqui reunidos, oriundos de cinco Estados, 17 são jornais diários, alguns dos quais já não circulam, e dois são revistas hoje extintas.

Apenas três se pronunciaram em defesa da Constituição: “Última Hora”, “A Noite” e “Diário Carioca”. Nos idos de 1964, os dois últimos não tinham muitos leitores.

Os outros 16, em diferentes tons, desfraldaram a bandeira golpista.

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Diário do Centro do Mundo » As capas de jornais e revistas que mostram que a imprensa disse sim ao golpe

15/07/2014

Tipo de gol que JB & GM costumam anular

O gentleman inglês, que passou incólume pelas copas dos EUA, Alemanha, Japão e África caiu na rede da polícia no Brasil. Pena que quando a polícia prende bandido graúdo o STF solte.

Suspeito de comandar máfia de ingressos é levado para presídio

Inglês Raymond Whelan, diretor de empresa parceira da Fifa que estava foragido havia quatro dias, entrega-se e é preso; advogados vão recorrer

DO RIO, DO ENVIADO AO RIO

Foragido há quatro dias, o diretor-executivo da empresa Match Services, Raymond Whelan, 64, entregou-se à Justiça na tarde desta segunda-feira (14) e foi levado para a penitenciária Bangu 10, na zona oeste do Rio.

Acusado de liderar o esquema de desvio de ingressos de jogos da Copa para cambistas, Whelan fora visto pela última vez na quinta (10), deixando o Copacabana Palace, onde se hospedava.

Imagens das câmeras de segurança do hotel registraram a saída do executivo pouco antes da chegada de policiais que iriam prendê-lo.

O inglês estava com seu advogado, Fernando Fernandes, investigado sob a acusação de ter facilitado a fuga.

Com seus advogados, Whelan chegou ao Tribunal de Justiça do Rio perto das 15h.

Fernandes queria levá-lo ao gabinete da desembargadora Rosita Maria de Oliveira Neto, relatora do pedido de habeas corpus, mas o inglês foi levado diretamente para a carceragem do tribunal.

Seguiu para o Instituto Médico Legal, onde fez exame de corpo de delito e, de lá, para o presídio em Bangu.

Segundo Fernandes, "a prisão é ilegal e injusta".

Em nota emitida após a prisão, a Match disse: "Podemos assegurar que o sr. Raymond Whelan não cometeu nenhum ato ilegal ou irregular e temos certeza de que isso será comprovado em breve pelas autoridades brasileiras".

Outro defensor de Whelan, o advogado Nilson Paiva disse que será apresentando um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que a liminar que liberou o inglês de ser preso temporariamente, na terça (1º), valha também para a prisão preventiva.

Os advogados têm prazo de dez dias para apresentar a defesa no processo em que Whelan e mais 12 réus são acusados dos crimes de organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

Fernandes diz que só teve acesso parcial ao processo e que apresentará a defesa apenas dez dias depois de receber todas as gravações que foram entregues à Justiça.

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, isentou a entidade da responsabilidade pelo esquema de desvio de ingresso ao mercado paralelo.

Segundo ele, o órgão só vendeu ingressos pelo valor de face e não tem culpa se os compradores revenderam os bilhetes por valor maior, o que configura crime tanto pelo Estatuto do Torcedor como pela Lei Geral da Copa.

"O que temos que combater é o que eles fazem com esses ingressos depois que saem da gente. Não se pode revendê-los", disse Valcke.

O francês, no entanto, não mostrou otimismo em relação ao combate ao cambismo. "Nunca conseguiremos pôr fim a esse sistema ilegal."

A Match é parceira comercial da Fifa e tem a exclusividade dos direitos de venda de pacotes de hospitalidade (entradas VIP com serviço de bufê e estacionamento, entre outros benefícios) até o Mundial de 2022, no Qatar.

Sócios majoritários da empresa, os mexicanos Jaime e Enrique Byrom são cunhados de Whelan. (DIANA BRITO, ADRIANO BARCELOS E RAFAEL REIS)

12/07/2014

Copa, imagine sem os vira-latas!

A questão não se resume aos turistas que vieram, mas ao que significa a vinda de um turista. A campanha para difamar o Brasil e, com isso, diminuir a vinda de turistas, tinha e tem a ver com o interesse em que as pessoas de outros países não ficassem sabendo como estão as coisas por aqui. Quanto menos pessoas viessem, menos chances de que ficassem sabendo da verdade. Precisou a mídia externa dizer que esta é a Copa das Copas para que a nossa velha mídia golpista desse a mão à palmatória.

Não seria o caso de se cobrar na justiça quem espalho que teríamos caos nos aeroportos, que haveria epidemia de dente e febre amarela. Por onde andam aqueles que diziam que teríamos seleção mas não teríamos estádios?

Quem vai ressarcir aqueles donos de bares, restaurantes, lojas hotéis que poderiam ter faturado ainda mais não fosse o complexo de vira-lata. Não foi só o complexo de vira-lata, mas do vira-lata que contraiu raiva e, por isso, virou hiena hidrófoba.

Todos os que se voltavam contra a Copa estavam ou foram contratados para trabalharem na velha mídia. O Instituto Millenium sabe onde há canil abarrotado de vira-lata. Basta olhar para os que ocupam postos de visibilidade nas cinco irmãs (Globo, Veja, Folha, Estadão & RBS). Sempre foram vira-latas, antes da Copa viraram hienas, e agora, após o sucesso, estão vestidos com peles de Luluzinhos da Pomerânia.

copa oA COPA COMO ELA É

Copa mais do que dobra número de turistas no país

Quase 700 mil estrangeiros entraram no Brasil em junho; em compensação, turismo interno de negócios reduziu

SP recebeu 500 mil turistas, de acordo com prefeitura, que reconheceu problemas na Vila Madalena

DE SÃO PAULO

Quase 700 mil turistas estrangeiros (691.940) de 203 nacionalidades entraram no Brasil em junho por terra, mar ou ar –a grande maioria atraída pela Copa– segundo dados da Polícia Federal.

O volume é 132% maior que o registrado no mesmo mês de 2013, quando 298 mil estrangeiros ingressaram no país.

Os argentinos, com 101 mil turistas, são a maioria. Americanos (83 mil), chilenos (44 mil), colombianos (41 mil) e mexicanos (34 mil) completam o topo desse ranking.

O número superou a estimativa feita pelo governo para todo o Mundial (600 mil). Não foram computados os dados de julho, que devem ser divulgados nos próximos dias.

Em 2010, cerca de 1,4 milhão de estrangeiros entraram na África do Sul no período da Copa –310 mil deles exclusivamente para o evento. Na Alemanha, em 2006, foram cerca de dois milhões, a metade atraída pela Copa. Os dados são das agências de turismo dos dois países.

A cidade de São Paulo recebeu cerca de 500 mil visitantes, afirmou nesta sexta (11) a prefeitura. Dos turistas, 299 mil eram brasileiros e 197 mil, estrangeiros –a exemplo do fluxo no restante do país, a maioria veio da Argentina.

FEIRAS

Segundo a SPTuris (empresa de turismo da cidade), o volume é 8,6% superior à média de pessoas que vêm a cidade no mesmo período para feiras de negócios –eventos que deixaram de ser realizados na primeira fase da Copa.

Embora não haja dados disponíveis, a cidade perdeu outros turistas de negócio, atividade que visivelmente esfriou durante o Mundial.

Os turistas que estiveram São Paulo gastaram cerca de R$ 1 bilhão entre 12 de junho e 10 de julho, ainda de acordo com a prefeitura.

Em média, o turista estrangeiro despendeu R$ 4.800 por dia; o brasileiro, R$ 2.500.

Segundo a prefeitura, os dados são de uma pesquisa feita nos principais pontos de concentração de turistas, com cerca de 5.000 entrevistas.

Em seu balanço, a gestão fez um mea-culpa e reconheceu ao menos dois problemas. O primeiro foi a superlotação da Vila Madalena, point’ de brasileiros e estrangeiros, que pegou a administração de surpresa e resultou em trânsito, brigas e até venda de drogas ao ar livre.

A prefeitura também não previu o gigantesco engarrafamento –pico de 302km, terceiro maior da história– no segundo jogo do Brasil, contra o México, em 17 de junho. Foi obrigada a ampliar o horário do rodízio de veículos nos demais jogos da seleção.

A gestão diz ter gasto de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões com o "custo operacional" do evento. Mas não contabilizou obras, como os R$ 150 milhões das intervenções viárias no entorno do Itaquerão.

(CÉSAR ROSATI E ANDRÉ MONTEIRO)

27/06/2014

Perderam, vira-latas!

 

Cadê o caos que vocês prometeram?

Por Jornalismo Wando

"O mais claro sinal de que vivemos uma mutação histórica é esta Copa do Medo. Há o suspense de saber se haverá um vexame internacional que já nos ameaça. Será péssimo para tudo, para economia, transações políticas, se ficar visível com clareza sinistra nossa incompetência endêmica, secular. Nunca pensei em ver isso. O amor pelo futebol parecia-me indestrutível"

"A Copa vai revelar ao mundo nossa incompetência"

Esses pensamentos de Arnaldo Jabor, produzidos no início desse mês, refletem a expectativa de grande parte da imprensa brasileira com relação a Copa do Mundo.

Desde que o Brasil foi anunciado como sede, muitas certezas foram construídas. O "caos aéreo", por exemplo, tinha a sua convocação garantida para o grande evento. Durante anos, jornalistas e políticos oposicionistas cravavam suas previsões:

O caos aéreo era apenas um dos inúmeros problemas que revelavam a nossa incapacidade em sediar um evento desse porte. A pregação pessimista incluía também o "apagão de mão de obra", "estádio inseguros" e "blecaute de comunicação". Até uma "aliança entre black blocs e PCC" nas manifestações durante os jogos aterrorizou a população. Durante anos o medo do vexame na Copa do Mundo martelou no noticiário:

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Muito "apagão", muito "caos", muita "vergonha". O quadro pintado pela mídia nacional e, por tabela, a internacional, não poderia atiçar mais o complexo de vira-lata brasileiro.

Mas, eis que chega a Copa, e nenhuma das profecias foi cumprida. A Copa do Medo não deu as caras. Estamos no fim da primeira fase e até agora não chegamos nem perto de um caos aéreo. Muito pelo contrário. Os atrasos nos aeroportos estão abaixo da média internacional, contrariando a histeria pré-Copa. A tragédia anunciada no espaço aéreo se mostrou um grande furada, o que deixou muita gente perplexa.

Mas o mais importante de tudo é que hoje nossa imprensa está em festa. O medo do vexame deu lugar a um sentimento de "sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor". Estádios ficaram prontos, aeroportos trabalham com eficiência, não houve blecaute de comunicação, a imprensa internacional elogia (o que é sempre fundamental!), enfim, o país está dando conta do recado e não há como negar.

Até os mais empenhados em apontar nossos defeitos tiveram que dar o braço a torcer. As profecias apocalípticas nem parecem ter naufragado, tamanha a desenvoltura com que exaltam a Copa, a alegria dos estrangeiros e a boa organização do evento.

E, pra ilustrar essa guinada dos nossos colegas, encerremos do jeito que começamos: com pensamentos jaborianos, dessa vez produzidos logo após o início do que ele chamou de "Copa do Medo".

"Vamos torcer até morrer! Não dá pé usar a Copa como motivo de manifestações."

"O Brasil ficou tão calmo (…) Há muito tempo não vejo tanta normalidade na vida brasileira"

É, Arnaldo, imagina nas Olimpíadas!

SQN

09/04/2014

De pai para fdp

Filed under: Fernão Mesquita,Pimenta Neves,Ruy Mesquita,Sandra Gomide — Gilmar Crestani @ 8:39 am
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A famiglia Mesquinha não sabia de nada. Quem sabia era Pimenta Neves, o Diretor de Redação que perseguia moral e sexualmente a subalterna, nos antros do Estadão, Sandra Gomide, a quem veio a assassinar com um tiro, na nuca, pelas costas, claro, igual ao jornalismo praticado pela casa.

Meu pai era um criminoso e eu me orgulho disso

MESQUITA EM 1964: "MEU PAI ERA CONSPIRADOR E TENHO O MAIOR ORGULHO"

Fernão Mesquita sobre seu pai Ruy Mesquita. Não foi por acaso que ele contratou o  Pimenta Neves para o cargo de Diretor de redação do Estadão.

SQN

SQN

Filed under: Fernão Mesquita,Pimenta Neves,Ruy Mesquita,Sandra Gomide — Gilmar Crestani @ 8:15 am
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A famiglia Mesquinha não sabia de nada. Quem sabia era Pimenta Neves, o Diretor de Redação que perseguia moral e sexualmente a subalterna, nos antros do Estadão, Sandra Gomide, a quem veio a assassinar com um tiro, na nuca, pelas costas, claro, igual ao jornalismo praticado pela casa.

Meu pai era um criminoso e eu me orgulho disso

MESQUITA EM 1964: "MEU PAI ERA CONSPIRADOR E TENHO O MAIOR ORGULHO"

Fernão Mesquita sobre seu pai Ruy Mesquita. Não foi por acaso que ele contratou o  Pimenta Neves para o cargo de Diretor de redação do Estadão.

SQN

23/02/2014

Rebeldes de aluguel

Filed under: Bandeira do Brasil,Complexo de Vira-Lata,Copa 2014,Rebeldes de Aluguel — Gilmar Crestani @ 10:28 am
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bandeira-manifestanteManifestantes queimam bandeira do Brasil em ato contra Copa em Fortaleza

Cerca de 30 estudantes participaram do protesto na Avenida Beira-Mar

22 de fevereiro de 2014 | 22h 00

Lauriberto Braga – Especial para o Estado

FORTALEZA – A manifestação deste sábado, 22, em Fortaleza contra a realização da Copa do Mundo terminou com a queima da bandeira do Brasil. Cerca de 30 estudantes atearam fogo sob vaias dos frequentadores do calçadão da Avenida Beira-Mar. O protesto acabou sendo contido pela Polícia Militar (PM), que recolheu a bandeira que estava sendo queimada, em frente ao Monumento do Interceptor Oceânico, na Praia do Náutico.

Veja também:
link Protesto contra Copa do Mundo reúne apenas 30 pessoas em Manaus

Panfleto questiona legado da Copa do Mundo

Manifestantes com rostos cobertos gritaram palavras de ordem contra a PM. "A bala de polícia para a favela não é de borracha. A bala da polícia para a favela mata", entoaram. Eles insultaram ainda os PMs colocando as faixas contra a Copa no Brasil nas proximidades das viaturas estacionadas na Beira-Mar. Ninguém foi preso e não houve registro de confronto mais violento.

O ato contra a Copa em Fortaleza começou sem conflito com a distribuição de panfletos em frente ao Jardim Japonês, ainda na Beira-Mar. O papel que os manifestantes distribuíram para os praticantes de cooper dizia que "um povo consciente é o maior medo de um governo mal intencionado".

"Não temos saúde, escolas, direitos e transporte público", destaca o panfleto, recebido e lido pelas centenas de pessoas que passeavam pela Beira-Mar.

O manifesto questiona o gasto de R$ 33 bilhões para a Copa no Brasil. "O que ganhamos?", perguntam os manifestantes. E eles tentam responder: "Prostituição infantil, remoções, agravamento da dívida externa e submissão às exigências da Fifa". O manifesto termina com uma provocação: "Copa pra quem?".

A manifestação feita por três dezenas de estudantes do movimento Intervenção Anarquista foi acompanhada pela Cavalaria, pelo Batalhão de Choque e pela Polícia do Turista.

25/01/2014

A profecia de Raimundo Correa e as bombas da Veja

Filed under: Demóstenes Torres,InVeja,Roberto Gurgel — Gilmar Crestani @ 10:22 pm
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Eis o homem que soçobrou o Supremo. Ou, como diria Joaquim Barbosa após périplo pela PRADA,  o seu STF é a mídia e suas circunstâncias

Como no poema de Raimundo Correa, chegou a tardinha para cada um dos heróis que voaram pelas páginas da Veja. Enquanto as pombas atacadas pelos magarefes da Veja voltam aos braços do povo, os ventríloquos da honestidade alheia às páginas da Veja não voltam mais; estão todos nas páginas policiais. E pensar que o Ministério Público Federal comeu pelas mãos deste elemento.

Demóstenes Torres é a cara do Roberto Gurgel sem peruca!

demostenes e veja

Advogado acusa Demóstenes de ameaçá-lo de morte

sab, 25/01/2014 – 10:14

Sugerido por Gão

Do Estadão

Advogado acusa Demóstenes de ameaçá-lo de morte

Neilton Cruvinel registrou boletim de ocorrência na polícia de Goiás no qual diz também que ex-senador prometeu degolá-lo

O advogado Neilton Cruvinel, primeiro defensor do ex-senador Demóstenes Torres no processo em que ele pode perder o cargo de procurador de Justiça, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de Goiás no qual o acusa de tentar agredi-lo e de ameaçá-lo de morte. O caso é do dia 19 de dezembro.

Anteontem, Demóstenes virou réu em ação criminal em Goiás, acusado de corrupção passiva e advocacia administrativa – uso indevido de facilidades do cargo. Ele é acusado de receber R$ 5 milhões do empresário Carlinhos Cachoeira, além de outras vantagens. A ligação com Cachoeira, que é réu por corrupção ativa, levou à cassação do mandato de Demóstenes no Senado, em 2012.

No boletim de ocorrência, Cruvinel registrou que, após frustrado um projeto entre ele e Demóstenes para montarem um escritório de advocacia juntos, o ex-senador "passou a agir de forma dissimulada, visando prejudicar a relação" de Cruvinel com conhecidos de ambos.

Segundo o advogado, Demóstenes se aproveitou de um desentendimento financeiro entre Cruvinel e o empresário Maurício Sampaio para "fomentar a discórdia" entre os dois. Na versão de Cruvinel, o ex-senador disse que Sampaio se sentia prejudicado no acerto financeiro e por isso estaria disposto a matar o advogado. A Sampaio, segundo a versão apresentada à polícia, Demóstenes teria dito que Cruvinel é quem se sentia prejudicado no acerto, e por isso decidira agredir o empresário fisicamente com um tapa na cara.

Encontro. O advogado afirmou que Demóstenes o chamou para um encontro no seu apartamento em 13 de dezembro. Ao chegar, estavam lá Sampaio e Carlinhos Cachoeira. Na versão de Cruvinel, Demóstenes passou a xingá-lo, a dizer que tinha feito intrigas, e a acusá-lo de haver dito para várias pessoas que o escritório de advocacia de ambos seria também de Cachoeira.

Cruvinel declarou que Demóstenes tentou agredi-lo, mas foi contido por Sampaio e por Cachoeira. Ele disse que só conseguiu sair do apartamento porque o ex-senador era contido pelo empresário, mas Demóstenes se desvencilhou e segurou a porta do elevador para dizer que iria "matá-lo, degolá-lo e que iria acabar com sua vida". Cruvinel disse que "não tinha como deixar de relatar essa ameaça porque sabe que é real, que Demóstenes planeja atentar contra sua vida".

Procurado, Demóstenes Torres afirmou que dois advogados comentariam a suposta ameaça. Porém, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que apenas defende o ex-senador no processo no TJ de Goiás e que não tinha conhecimento do caso. Pedro Paulo Medeiros também afirmou desconhecer as ameaças, e disse que Neílton Cruvinel "talvez tenha ficado inconformado" por sair do caso em que defendia o ex-senador. Carlinhos Cachoeira nega ter participado da reunião. Maurício Sampaio não foi encontrado.

Advogado acusa Demóstenes de ameaçá-lo de morte | GGN

28/05/2013

Como funcionava a verdade durante a ditadura

Filed under: Ditabranda,Ditadura,Folha de São Paulo,Vladimir Herzog — Gilmar Crestani @ 9:29 am
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E assim ficamos sabendo que os homens honrados que prendiam sem ordem de prisão, torturavam só para terem um orgasmo, matavam para dar prazer a outro homem, também enforcavam mortos para garantir que o morto não falaria nada sobre os agentes que “faziam meia” na sala ao lado. E por tudo isso a Folha achou por bem chamar de ditabranda! Dita branda era o caralho!

Fotógrafo volta ao local onde fez a foto de Vladimir Herzog morto

Silvaldo Vieira diz ter sido usado para forjar a cena de suicídio

PATRÍCIA BRITTODE SÃO PAULO

O fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, 59, voltou ontem ao local onde fez, há quase 38 anos, uma das fotografias mais conhecidas da ditadura militar: a do jornalista Vladimir Herzog morto no antigo DOI-Codi de São Paulo –órgão de repressão do regime e onde hoje funciona uma delegacia.

Vieira tinha 22 anos quando, no dia 25 de outubro de 1975, foi chamado para a missão de fotografar Herzog.

Ao chegar ao local, conta, encontrou o jornalista pendurado por um cinto no pescoço, preso a uma janela e com os pés no chão. Diz que achou a cena estranha, mas que era sua obrigação retratar.

"O que me chamou mais atenção foram os pés no chão. Eu achei estranho aquilo porque é difícil cometer suicídio assim", disse.

Segundo testemunhas, Herzog foi torturado no local até a morte. Mas a versão apresentada pelo Exército foi que ele havia se suicidado.

Em entrevista à Folha em 2012, Vieira disse ter sido usado pelo regime militar para forjar a cena de suicídio.

Ontem, o fotógrafo reconheceu o local, mas não conseguiu identificar a sala onde registrou a morte de Herzog.

Na época, Vieira estava na segunda semana de um curso de fotografia da Polícia Civil e, junto com os demais alunos, foi colocado à disposição do Dops (Departamento de Ordem e Política Social).

"Eu achava que ia ser uma foto de treinamento, e de repente foi uma coisa ultra sigilosa", disse durante a visita.

O fotógrafo afirma que não sabia quem era Herzog e, no dia seguinte, quando ouviu comentários sobre o caso, acreditou que "havia participado de uma farsa".

Em março, após pedido da Comissão Nacional da Verdade, a família de Herzog recebeu um novo atestado de óbito, onde a causa da morte foi substituída de "asfixia mecânica" para "lesões e maus tratos durante o interrogatório".

Vieira dará hoje depoimento à Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo, que pretende esclarecer as circunstâncias da morte de Herzog.

23/05/2013

E o mundo lamenta: só 4? Que pena!

Filed under: Assassinato,Drones,Isto é EUA!,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:58 pm
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EE UU admite por primera vez la muerte de cuatro norteamericanos por ‘drones’

Este anuncio se produce un día antes del discurso previsto del presidente para explicar algunos cambios en la política de seguridad nacional

Antonio Caño Washington 22 MAY 2013 – 23:59 CET26

FOTO: AFP / VIDEO: ATLAS

El Gobierno de Barack Obama ha reconocido por primera vez la muerte, en los últimos años, de cuatro ciudadanos norteamericanos, uno de ellos de forma deliberada, en ataques de drones (aviones sin tripulación) en Yemen y Pakistán. Este anuncio se produce un día antes del discurso previsto del presidente para explicar algunos cambios en la política de seguridad nacional.

La muerte de los cuatro norteamericanos fue reconocida por el fiscal general, Eric Holder, en una carta enviada el miércoles a los líderes de ambos partidos en el Congreso en la que se defiende la decisión de matar a uno de ellos, el más famoso de todos, Anwar al-Awlaki, como una medida “legítima y justa”.

Desde hace tiempo, se había atribuido la muerte de Al-Awlaki a un ataque de drones norteamericanos efectuado en territorio de Yemen en septiembre de 2011, pero el Gobierno, que mantenía en secreto el programa de drones hasta hace menos de un año, jamás lo había admitido.

En su comunicación al Congreso, Holder reconoce también la muerte en el mismo ataque del ciudadano norteamericano Samir Khan, así como la del hijo de Al-Awlaki, Abdulrahman al-Awlaki, en otro bombardeo con drones en Yemen unos meses después. De ambas muertes se tenía noticia.

Sin embargo, se ignoraba la de un cuarto ciudadano norteamericano, Jude Mohammed, que, según la carta remitida por el secretario de Justicia, fue muerto por un drone en Pakistán, aparentemente, en noviembre de 2011.

Holder afirma en su comunicación que sólo la muerte de Al-Awlaki fue premeditada. Las otras tres fueron circunstanciales. Y añade que, en el caso del primero, un dirigente de Al Qaeda muy influyente en Internet, está justificada por los planes descubiertos para organizar atentados contra Estados Unidos.

“La información de la que se dispone, y que permanece clasificada para proteger a las fuentes y los métodos de obtenerla, dejan clara la implicación de Awlaki en la planificación de numerosos complots contra EE UU e intereses occidentales, y demuestra que seguía implicado en esos complots hasta el momento de su muerte”, asegura la comunicación del Departamento de Justicia.

Precisamente, mañana jueves Obama va a anunciar nuevas reglas en el uso de los drones, cuya participación masiva en las guerra contra el terrorismo durante los años de esta Administración ha provocado numerosas críticas contra el presidente. Los drones, aunque reducen los riesgos de los atacantes y, quizá, el número de muertes accidentales, despiertan un gran cuestionamiento moral. Se espera que en ese mismo discurso Obama haga pública también una nueva estrategia para intentar el cierra de la cárcel de Guantánamo.

Esos dos asuntos, drones y Guantánamo, son lo principales motivos de controversia sobre la política antiterrorista de Obama y dos de los habituales motivo de protesta de las organizaciones de derechos humanos.

En el caso de los drones, su uso se multiplicó en los primeros cuatro años de este Gobierno hasta convertirse en el arma más eficaz para el desmantelamiento de Al Qaeda. Al mismo tiempo, tanto los Gobiernos de Pakistán como los de Afganistán –los dos países en los que han intervenido con mayor frecuencia- se han quejado de que los bombardeos de esos aparatos afectan muchas veces a población civil inocente.

EE UU admite por primera vez la muerte de cuatro norteamericanos por ‘drones’ | Internacional | EL PAÍS

18/05/2013

Que o inferno lhe seja longo!

Filed under: Inferno,Jorge Rafael Videla — Gilmar Crestani @ 11:01 am
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