Ficha Corrida

18/09/2016

Deu química

Lavoisier - hotel parisAlém de ternos em Miami, nossa plutocracia também importa powerpoint made in USA! Quem resolve seguir os script da CIA, só tem de se adaptar o roteiro. Não é só o dedo, Tio Sam já estão com a mão enterrada nesse buraco.

Guardei na memória dos meus tempos de colégio uma frase do químico francês, Lavoisier: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Está dando química entre os quinta coluna tupiniquins e seus mentores ianques. Mas acho que seja uma outra frase das vítimas do terror francês que faz a obsessão da caça ao grande molusco: “Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo."

Eles acreditam que decepando a cabeça do Lula a esquerda demoraria um século para se reconstruir no Brasil.

"Nada se cria, tudo se transforma"

A inspiração de Dallagnol para seu power point velhaco. Por Paulo Nogueira

Postado em 17 Sep 2016 – por : Paulo Nogueira

Imitador barato

Imitador barato

O procurador Deltan Dallagnol não é apenas espalhafatoso, exibicionista e, convenhamos, tolo.

É um também um plagiador. Um imitador. E o que é pior: um copiador de coisas ruins.

Veja a imagem abaixo.

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É parte de um power point apresentado, algum tempo atrás, por um procurador americano para condenar um acusado. Reparou na semelhança?

A sentença foi anulada exatamente por causa daquele slide. Foi considerado uma peça destinada a “manipular os jurados”.

O uso de power points nas acusações tem sido crescente criticado nos meios jurídicos americanos. Num artigo, essa estratégia foi classificada, no título, como a “maneira mais vil para os procuradores conseguirem um veredito de culpa”. Você pode ver o texto aqui.

Pelo menos dez sentenças foram anuladas, nos últimos anos, porque os tribunais americanos consideraram que as regras do julgamento justo foram violadas pelo emprego de power points “altamente inflamáveis”.

O expediente já está sendo chamado de “advocacia visual” pelos acadêmicos americanos da área de direito.

Um advogado definiu assim os power points. “Todos nós sabemos o que os comerciais publicitários podem persuadir as pessoas num nível subconsciente. Mas não me parece que a justiça criminal tenha interesse em ingressar nessa esfera.”

E é dentro desse quadro que Dallagnol e companheiros trazem para o Brasil uma prática que nos Estados Unidos é cada vez mais questionada.

Dallagnol achava que estava sendo “moderno”. Não. Estava sendo inepto. Estava chegando com atraso a um expediente que onde surgiu, os Estados Unidos, já resulta em anulações de sentença e é objeto de estudos críticos dos estudiosos do Direito.

Por tudo isso, mereceu todo o esculacho que recebeu, expresso nos memes que inundaram as redes sociais.

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Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo A inspiração de Dallagnol para seu power point velhaco. Por Paulo Nogueira

04/09/2016

Culpa in eligendo

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Cucarachas,EUA,Quinta Coluna,Tio Sam,Vira-latas — Gilmar Crestani @ 11:22 am
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bandeira 4Vou concorda com as exigências da política imigratória dos EUA. Eles estão no chiqueiro deles. É por isso que lá prendem José Maria Marin, que no Brasil é, como Ricardo Teixeira, rei, teúdos e manteúdos da Rede Globo.

Vou discordar das acusações contra os agentes ianques porque nossos “cucarachas” que teimam em ir pros EUA merecem exatamente isso.

Quem não se respeita não vai ser respeitado. Quem não se valoriza, não será valorizado. Primeiro porque eu já mais pisaria nos EUA. Há anos tentam me levar pra lá. Prefiro a Croácia. Mil vezes a Grécia e, por que não, a Itália.

A escolha de ir aos EUA tem enquadramento legal perfeito: culpa in eligendo… É a Meca da cultura vira-lata

O que falta na relação Brasil x EUA é reciprocidade, dar ianques que aportam por aqui o mesmo tratamento recebido lá. A culpa é destes governos de quinta coluna, de República das Bananas, destes que se curvam para tirar os sapatos para entrar nos EUA.

Ao se colocarem como capachos, indo beijar a mão do Tio Sam, nossos golpistas dão razão ao modus operandi ianque.

Há um ditado muito apropriado para o caso: em Roma, como os romanos. Quando nos EUA, comporte-se como os norte-americanos. Se quiser se comportar como brasileiros, vá pra Roma…

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA, por André Araújo

Andre Araujo – sab, 03/09/2016 – 13:01 -Atualizado em 03/09/2016 – 13:01

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA

por André Araújo

Dois casos em um mês. Não dão explicações, o que seria o minímo para um Pais como o Brasil que é o 5º em envio de turistas para os EUA. Algumas lições tem que ser tiradas desses dois lamentáveis casos.

1. A Polícia Federal brasileira, que é a nossa polícia de imigração, deve IMPEDIR a viagem de menores de idade aos EUA, MESMO COM AUTORIZAÇÃO DOS PAIS. Os EUA simplesmente não reconhecem essa autorização. A punição é desproporcional, absurda, feroz e traumática para os ou as menores.

Detém a menor, em local de onde não pode sair, portanto é PRISÃO, sem prazo. Para soltar a menor a famílea precisa ir aos EUA,contratar advogado, ir a um juiz. É um pesadelo. As famílias recorrem à diplomacia brasileira nos EUA, o que pouco adianta, há seculos diplomatas brasileiros DETESTAM se movimentar para atender brasileiros no exterior.

Portanto em nome do País e da lógica, a Polícia Federal tem que simplesmente não deixar embarcar menor desacompanhado para os EUA, é muito risco, a Imigração americana está no Homeland Security, um Ministério de brucutus paranóicos, nem o State Department mexe com eles, são considerados brutamontes grosseiros.

2.A Polícia Federal brasileira tem que fazer uma cartilha para brasileiros que viajam aos EUA, alertando sobre as maluqices, idiossincrasias, paranóias, implicâncias dessa gente mal educada e pouco civilizada, cismam com bobagens como  tirar foto no recinto deles, não pode dar risadinha, fazer piada, gracinha, falar alto, olhar direto, fazer sinais, tocar neles (ai está ferrado), no guichê vai um de cada vez, não podem ir duas amiguinhas, não fazer pergunta aos guardas, não se mostrar confuso ou atrapalhado, ter o endereço de destino em mãos sem hesitar, ESPECIALMENTE ser claríssimo, repito CLARÍSSIMO e sem hesitação do que vai fazer nos EUA, ou é turismo, ou é estudar, ou é visitar parente ou é fazer negócios, não fale que vai fazer uma coisa e se der tempo também vou fazer outra, se não falar inglês é melhor nem ir aos EUA, vai ao Pantanal, a Itacaré, a Troncoso, Itaipava, Caxambu ou Cartagena.

Nessa cartilha da Polícia Federal uma página para o "dress code" de viagem, ajuda muito e pode evitar problemas na imigração. Viajar de roupa composta, não precisa ser de grife mas roupa em ordem, sapato e não chinelo, calça social e não bermuda, um blazer ajuda muito e é bom para guardar documentos, pochete nunca, mochila parece terrorista com bomba, pasta ou maleta de couro e não de pano encardido, tudo isso ajuda a passar na imigração.

Nas academias de polícia nos EUA há curso completo de "profiling" ou seja, como achar suspeito pelo visual, sujeito chumbrega, encardido e cara de doidão aumenta o risco de checagem maior e aí acham pelo em ovo, se for de terno e gravata ai então passa batido. Ja vi sessentão embarcar para Washington em novembro de bermuda, havaiana e camiseta de padeiro e não levava casaco, desceu assim mesmo, a falta de noção é marca registrada de turista brasileiro, especialmente os de primeira viagem tipo "nova classe media".

Outra dica, se não são viajantes experientes EVITEM destinos de aeroportos secundários, a imigração é mais complicada e implicante, uma das mocinhas desceu em Detroit para ir a Miami, não tem cabimento, Miami, Nova York e Washington estão mais acostumados a latinos, Dallas, Houston, Chicago e Atlanta não recomendo, eu só uso Dallas mas estou acostumado, se vai na primeira vez por um aeroporto, procure ir nas demais vezes pelo mesmo.

3.No mundo há muitos lugares lindos, EUA tem que ser a última opção para quem não é traquejado em viagens internacionais. É um País de muitas regras e horários, jantam e dormem cedo, exigem pontualidade, são chatos e exigentes, cruz credo, só se vai em caso de necessidade.

4.O Itamaraty deve pegar mais pesado nesses dois casos, duas mocinhas brasileiras foram destratadas e humilhadas, não pode passar batido, ao que eu saiba, NÃO HOUVE UM NOTA DE PROTESTO, o que caberia principalmente pela desproporcionalidade da pena e pela imperdoável falta de explicações do motivo da detenção. Se não quer deixar entrar, é um direito do Pais receptor, então DEPORTA no primeiro voo, não pode é prender sem dizer porque.

As adolescentes brasileiras detidas nos EUA, por André Araújo | GGN

20/08/2016

Medalha de ouro na modalidade complexo de vira-lata

OBScena: vira-latas a rigor!

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Os EUA se expuseram como nunca para se apropriarem do petróleo do Iraque, Egito, Líbia, Síria, Ucrânia e Venezuela. Em relação ao Brasil não precisou fazer nenhum esforço. Aqui os A$$oCIAdos do Instituto Millenium montaram o golpe paraguaio para entregar o pré-sal sem que os EUA precisassem investir um centavo. José Tarja Preta Serra, representante máximo da Chevron, como revelou o convescote de Foz do Iguaçu, não só entrega como pede desculpas por eles terem de vir buscarem nosso petróleo. Pitbull com o Uruguai, a quem tentou comprar, fez-se de Luluzinho da Pomerânia em relação aos delinquentes travestidos de atletas ianques.

A Rede Globo, mentora, teúda e manteúda do golpe, infectou seus midiotas com o complexo de vira-lata. Chama-los de quinta coluna é um elogio, são lesa-pátria, que atentam não só contra o presente mas principalmente contra nosso futuro

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

José Carlos de Assis – sab, 20/08/2016 – 09:09

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos

por J. Carlos de Assis

Esses nadadores norte-americanos deveriam receber uma medalha especial de diamante por perderem quatro provas simultaneamente com apenas algumas braçadas num posto de gasolina durante os Jogos Olímpicos do Rio: a prova de desmoralização do esquema de segurança dos jogos, a prova de tentativa de desmoralização dos atletas russos patrocinada pelos Estados Unidos por suposto doping, a prova de exibição de vaidade pelo Ministério Público determinado a aparecer no meio da confusão midiática, e a prova de vassalagem aos americanos por parte de William Wack ao atribuir a repercussão pelo vandalismo dos atletas não à atitude deles, mas à fama de insegurança do Rio.

Vamos aos poucos. Grande parte da imprensa americana torceu abertamente contra o sucesso das Olimpíadas do Rio sob o argumento de que a cidade é dominada pela crimiinalidade. Não bastou o fato de que o Comitê Olímpico Brasileiro, em estreita colaboração com as autoridades municipais, estaduais, federais, mundiais e Exército, tenha apresentado um dos mais cuidadosos planos de segurança em olimpíadas no mundo. Talvez até tenhamos pecado por excesso. Algumas prisões de supostos terroristas foram realizadas mais por precaução do que por risco efetivo de atentados. Numa palavra, para a organização de segurança de grandes eventos, demos um exemplo espetacular ao mundo.

É evidente que, diante do maior evento de relações públicas do mundo, a atitude dos atletas foi de grande benefício para a autoestima do Rio. Em outro ponto, porém, a contribuição dos atletas foi ainda mais espetacular. Os Estados Unidos, diretamente ou através de parceiros, tentaram de todo modo desmoralizar a Rússia e tirar seus atletas da competição sob o argumento de que havia um esquema estatal de doping. Entretanto, essa acusação não chegou a ser bem explicada. De fato, se era uma ação do Estado, os atletas não tinham culpa. Se era uma ação dos atletas, o Estado russo não tinha culpa. Por mais cruel que isso possa ser para atletas paraolímpicos, eles estão sendo barrados nas olimpíadas do Rio.

Diante disso, é preciso avaliar o que é pior para o moral de um país: ter arruaceiros entre seus atletas ou participarem esses atletas de um doping eventualmente involuntário. De qualquer modo, e tomando em conta a repercussão na imprensa, a arruaça ganhou do doping. A imprensa brasileira, e grande parte da imprensa mundial dedicaram uma semana para demonstrar que os americanos são arruaceiros, mentirosos e covardes. Os russos, inocentes ou não, se livraram dos holofotes. E espero que seus atletas paraolímpicos venham para a competição pois seria uma crueldade, por razões obscuras, deixá-los fora, ainda eles que são heroicos portadores de necessidades especiais.

Finalmente, o quarteto da arruaça deu oportunidade a William Wack para fazer uma grave reserva no Jornal da Globo quanto ao comportamento dele: são maus meninos, sim, deu a entender ele. Mas devem ser desculpados por causa da fama de criminalidade do Rio. Então é isso. Para a Globo e seus mais eminentes jornalistas, a arruaça e a quebradeira, desde que feitas por americanos, é um desvio menor. Pior é nossa criminalidade, mesmo quando ela não aparece nas estatísticas da Olimpíada. Talvez para se contrapor a essa vassalagem, um promotor fez o oposto: decidiu pedir o aumento da multa dos atletas para R$ 150 mil, a fim de ter alguns minutos adicionais de fama nessa pantomina olímpica.

J. Carlos de Assis – Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis | GGN

25/06/2016

Lula, o ódio não ultrapassa fronteiras

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Eurozona,FHC,José Serra,Tio Sam — Gilmar Crestani @ 12:34 pm
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Serra_EUAQuando Lula ganhou sua primeira eleição, na véspera da posse, passei o réveillon em Buenos Aires. A Argentina vinha de uma crise que atendia por muitos nomes, mas o mais pomposo era irmão gêmeo do que antecedeu Lula. Carlos Menem foi pra Argentina o que FHC foi para o Brasil. O desmantelamento do Estado e a institucionalização da cleptocracia. A implantação de Gilmar Mendes no STF prova, contudo, a necessidade de proteger.

A diferença é que a Argentina teve de passar por De La Rua… Os jornais argentinos, na véspera da posse de Lula, estampavam manchetes que suspiravam esperança: ”Quem será nosso Lula?”. Lula e Dilma transformaram o Brasil, com  reconhecimento internacional. Graças aos veículos internacionais, os seus caçadores internos, tirando os mais alucinados, mantém uma boa dose de precaução. Salivam de raiva toda vez que um veículo externo expõe as vísceras dos golpistas.

Nenhum outro presidente brasileiro foi condecorado com tantos título de Doutor Honoris Causa quanto Lula. Tampouco terá, simplesmente porque nossa plutocracia incensa somente vira-latas. Nossa elite festeja quem escreve livros exaltando a subserviência aos EUA. FHC, camelô das ideias do sociólogo chileno, Enzo Faletto,  vendeu a Teoria da Dependência como suprassumo da nossa emancipação. Resumidamente, a ideia é que a dependência aos EUA é que nos dará independência. Sonham em nos transformarem numa grande Porto Rico. Segundo o Ministro José “Tarja Preta” Serra, bom mesmo é entregar a Petrobrax à Chevron.  O sonho da nossa plutocracia é comprar ternos chineses em Miami

A propósito da fragmentação da União Europeia, o jornal argentino Pagina12 se pergunta que fantasma avança sobre a Europa, porque sobre o Mercosul já sabemos de onde vem a ordem de desmantelamento. O fantasma brasileiro é decorativo, tão “brasileiro” como Halloween.

Enquanto no Brasil caçam Lula, n exterior continua sendo citado como um estadista profético.

¿Cuál fantasma?

Por Martín Granovsky

El salón entero aplaudió cuando la traductora pasó al francés lo que había dicho Lula en portugués: “Cuiden la Unión Europea, porque es un patrimonio de la humanidad”. Lo afirmó en su discurso de aceptación del Doctorado Honoris Causa en el prestigioso Centro de Estudios Políticos de París, conocido en la jerga de los investigadores como Sciences Po, en septiembre de 2011. Sin embargo, ni en ése ni en otros mensajes el ex presidente brasileño se permitió un elogio bobo de la UE. Para Lula, la integración europea había sido una herramienta de superación de las guerras. Lula, además, miraba a Europa como un espacio para la conquista de derechos sociales durante el siglo XX. Su alusión a la UE como patrimonio de la humanidad debía ser entendida en ese contexto: como una contribución regional a un mundo más pacífico y como el laboratorio del Estado de bienestar. De un Estado de bienestar que el líder brasileño llamaba a proteger hasta en sus más mínimas conquistas.

Ahora que el Brexit ya es una decisión popular y que el Reino Unido se irá de la UE, quizás la aproximación de Lula a la cuestión europea sirva para imaginar escenarios y problemas nuevos.

Las centrales sindicales hicieron campaña en contra del “exit”. La TUC, la CGT británica, sostenía que un Brexit significaría menor protección social, con riesgo para el sistema público de salud, y que la situación de los trabajadores podría empeorar. Aclaraba, por cierto, que las cosas no estaban bien. En el laborismo ese discurso sobre los riesgos de romper con la UE se hizo mayoritario y obligó a pronunciarse contra el Brexit a dirigentes tradicionalmente euroescépticos como el propio jefe, Jeremy Corbyn. En 1975 Corbyn votó a favor de romper con la Comunidad Económica Europea. En 1993 votó en contra del Tratado de Maastricht, que no solo fue la base jurídica de la UE sino su fundamento ortodoxo con topes al déficit fiscal. En 2008 dijo que la UE “siempre tuvo un serio déficit democrático”. Y el año pasado hizo un pronóstico de hecho sobre el Brexit: “Si Europa se convierte en una organización brutal que trata a todos sus miembros como ha tratado a los griegos, entonces Europa perderá el apoyo de muchos ciudadanos”. O sea que Europa como organización ya habría dejado de ser el escudo contra miles de años de guerra para convertirse en el fórceps capaz de apretar tanto, pero tanto, que produciría implosiones y explosiones en toda la región.

El futuro de Corbyn servirá para medir qué pasa en una Europa convulsionada por la dispersión, el desempleo, la crisis y la xenofobia. Su campaña contra el Brexit fue liviana y ahora, dentro del laborismo, los partidarios de quedarse en la UE lo acusan de haber ayudado a los simpatizantes de la salida. Pero el Brexit ganó en distritos industriales y laboristas como Birmingham, la segunda ciudad del Reino Unido.

El laborismo, ¿conseguirá retener políticamente a esos obreros para que terminen en la extrema derecha como sucede en los arrabales de Francia? Para ese reto, ¿hay alguna figura laborista mejor que Corbyn? ¿Cuánto tiene la TUC hoy de pertenencia a la élite política y cuánto de representatividad verdadera?

El Reino Unido siempre hizo gala de su diferencia con el resto de Europa. “British is different” es una frase clásica. Incluso hay chistes autoirónicos: “¿Saben qué es el sexo? Una actividad que se practica en el continente”. El continente, como es obvio, no abarca a las islas británicas.

El Brexit, entonces, ¿supone una tendencia europea o debe ser leído como un modo de confirmar la britaniquísima identidad en la diferencia?

Una UE con austericidio, como dice el economista Paul Krugman, o sea obsesionada con el recorte del gasto público, ¿es parte de la solución o es el problema? ¿No fue la UE de los últimos años la que permitió el reinado de la troika integrada por la Comisión Europa, el Banco Central Europeo y el Fondo Monetario Internacional? Veloz para montar la ola, el líder Pablo Iglesias de Podemos, el partido que busca ser el segundo en discordia en las elecciones de mañana, ya dijo que “de una Europa justa y solidaria nadie querría irse”.

“Un fantasma recorre Europa”, comenzaban Carlos Marx y Federico Engels el Manifiesto de 1848. “El fantasma del comunismo.” Hoy otro fantasma recorre Europa. El punto es saber cuál.

martin.granovsky@gmail.com

Página/12 :: El país :: ¿Cuál fantasma?

21/12/2015

Comprovado: além de vira-latas, os golpistas também são deficientes mentais

 

Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

Postado em 20 dez 2015 – por : Diario do Centro do Mundo

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Todo mundo vê, nas manifestações contra o governo em São Paulo, a figura exótica de um homem fantasiado com as cores da bandeira americana, de um lado, e as da bandeira brasileira, de outro.  Seu uniforme é complementado por uma vistosa cartola que evoca também os Estados Unidos e por óculos escuros. Ele está sempre segurando a bandeira americana.

É o personagem ideal para ser fotografado, e se tornou, por isso, um dos ícones dos protestos.

Mas quem é ele?

Há muitas fotos, mas nenhuma informação. Um leitor do DCM preencheu um vazio num email que nos mandou.

Ei-lo:

“Ele passa o dia (todos os dias) nas principais esquinas das avenidas da cidade de Mauá (SP). Fica vestido o tempo todo assim. Não perturba nenhum motorista. Apenas passa o dia assim. Não pede absolutamente nada pra ninguém. Tive a oportunidade de conversar por alguns minutos com ele. E sim, ele deve ter algum distúrbio mental.

Os assuntos são confusos. Pra todos ele diz que podem chamá-lo de Tio Sam mas que seu nome é Luís Carlos Santos. Me falou sua idade, mas não recordo.

Diz que será candidato a vereador nas próximas eleições, e que em seu mandato trará a politica americana para nosso país. E esse é o motivo pelo qual passa o dia vestido assim, para se “promover”. Faça sol ou chuva. Quando digo que é todos os dias, é todos os dias.

Questionei sobre como  se alimenta, já que passa o dia todo na rua. Me contou que apenas toma o café da manhã e come algo quando alguém oferece (ele não pede) e no fim do dia vai para casa jantar.

Há alguns anos ele andava pela cidade com um carrinho e duas renas feitas de papel. Nesse carrinho havia caixas de som nos quais ele sempre tocava todos os ritmos musicais e entre eles o Hino Nacional. Porém deixou as renas e o carrinho de lado porque eram pesados.

É muito fácil de encontrá-lo. Sempre nas principais avenidas da cidade. Principalmente em frente à prefeitura da cidade ou em cima do Viaduto da Saudade.

Diário do Centro do Mundo » Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

24/08/2015

A Chevron apresenta suas credenciais

pre-Sal (3)Com o comando, via MBL, da Marcha dos Zumbis, e tendo José Serra & PSDB como linha auxiliar, os EUA prescindem de revolução para se apropriarem do nosso pré-sal. Dispensáveis as revelações do Edward Snowden a respeito das arapongagens da NSA. Quem tem quintas colunas William Waack, José Serra, Aécio Neves e FHC não precisa de espiões. Aliás, em 2010 FHC foi artífice de um convescote em Foz do Iguaçu prometendo, caso Serra se elegesse, entregar a Petrobrás à Chevron.

Não precisa ser dotado de grande inteligência para saber que os EUA estiveram e estão por trás de todos os levantes recentes nos principais produtores de petróleo. Desde Líbia, Egito, Síria, Ucrânia e Venezuela. Em todos está o dedo sujo de petróleo dos EUA. Está no DNA dos ianques a apropriação dos bens onde eles estiverem. Por que haveria de ser diferente no Brasil?

Bem, as provas estão aí. Se é que alguém ainda tinha dúvida.

 

Agentes dos EUA recolhem provas da Lava Jato em processo contra Petrobrás

REDAÇÃO, BLOG FAUSTO MACEDO

22 Agosto 2015 | 22:00

Para embasar ação coletiva, investigadores americanos buscam no Brasil informações levantadas pela investigação do esquema de corrupção na estatal; ‘Não vamos deixar o caso acabar como qualquer pizza’, diz Jeremy Lieberman, o advogado do grupo

Por Julia Affonso e Ricardo Brandt

Investigadores norte-americanos recolheram durante a semana passada cópias de documentos da Operação Lava Jato no Brasil para dar sustentação a uma ação coletiva milionária, ou class action, em curso na Suprema Corte de Nova York. O grupo reclama perdas milionárias causadas pelo esquema de corrupção na companhia após compra de ações da estatal que vieram a sofrer baixas na Bolsa de Valores de Nova York, a maior dos Estados Unidos. Os ex-presidentes da estatal José Sérgio Gabrielli e Graça Foster devem ser citados.

O coletivo é formado por um fundo de pensão de professores e pesquisadores do Reino Unido, outros três de servidores dos Estados de Ohio, Idaho e Havaí, a gestora Skagen, da Noruega, e o Danske Bank, da Dinamarca.

Por negociar papéis na Bolsa de Nova York, a Petrobrás é obrigada a comunicar fatos relevantes que possam influenciar a decisão de investidores. Para eles, a estatal não comunicou apropriadamente ao mercado o esquema de corrupção na empresa.

Durante a estada da comitiva americana no Brasil foram colhidas cópias de documentos e perícias tornadas públicas nas ações criminais da Lava Jato com autoridades e defensores de alguns dos principais delatores da investigação. A missão foi cercada de sigilo para evitar desgaste ante o fato de que a norma aplicável legal é aquela do país onde se produz a prova, ou seja, os advogados da Petrobrás podem questionar o conjunto de provas obtidas sem obedecer formalidades legais.

Os investidores foram recepcionados por um especialista em crimes transnacionais que os acompanhou na busca por evidências sobre cartel, pagamento de propina e superfaturamento de contratos na Petrobrás.

O advogado Jeremy Lieberman, do escritório Pomerantz, é o responsável pela defesa dos investidores. “Sentença, delações premiadas, confissões, tudo pode ser prova. E isso pode ser feito, inclusive, sem a presença física. A presença é o ideal, obviamente, mas muitos (ex-diretores da Petrobrás) estão presos. Nós não sabemos o procedimento de como eles poderiam de alguma forma testemunhar, mas estamos explorando isso”, declarou Lieberman.

‘Vítima’. A companhia foi reconhecida pelo juiz federal Sérgio Moro – que conduz as ações penais da operação na primeira instância – como vítima do cartel de empreiteiras que tomou o controle de contratos bilionários para distribuição de propinas a políticos do PT, PMDB e do PP. Ao assumir o papel de assistente do Ministério Público Federal na acusação aos réus da Lava Jato, a Petrobrás se comprometeu a prestar informações às autoridades.

A defesa dos investidores, no entanto, discorda da posição ocupada pela estatal no processo. “Pensamos que é uma piada dizer que eles são vítimas. A Corte em Nova York abordou essa questão. A Petrobrás disse que foi vítima, portanto, as ações de (Nestor) Cerveró (ex-diretor da área Internacional), (Renato) Duque (ex-diretor de Serviços) e (Paulo Roberto) Costa (ex-diretor de Abastecimento) não devem ser atribuídas à empresa, porque eles não estavam agindo para a empresa, e sim contra a empresa”, afirma o advogado Jeremy Lieberman.

+ Petrobrás foi vítima de ação cruel de criminosos, diz Janot

Para Lieberman, as propinas obtidas pelos ex-diretores da estatal no esquema de corrupção beneficiaram o governo da presidente Dilma Rousseff, o que não pode assegurar status de vítima à Petrobrás.

“Nós dissemos que não. Eles estavam dando subornos ao governo, o governo é o acionista majoritário e, portanto, o que é bom para o governo é bom para a empresa”, afirmou.

Em audiência realizada em junho na Corte de Nova York, a defesa da Petrobrás alegou que apenas poucos ex-executivos da estatal sabiam das irregularidades.

Em abril, a companhia reconheceu em seu balanço financeiro de 2014, divulgado com cinco meses de atraso, a perda de R$ 6,2 bilhões relacionada à Lava Jato. Outros R$ 44,6 bilhões foram registrados como prejuízos após revisão no valor de ativos. Os dados serão utilizados como argumento de defesa dos investidores.

+ ‘Ações nos EUA são um risco muito maior para a Petrobrás’

‘Adoçar’. “O (balanço) é uma munição (para a class action) em grande medida, sim, eles admitiram que pelo menos US$ 2.5 bilhões foram usados em corrupção. O fato de existir um balanço é muito útil, mas nós acreditamos que ele não é preciso, completo. Tentaram ‘adoçar’. É menos munição do que deveria ser. Vamos provar que quando você tirar o açúcar, uma grande quantidade de munição vai sair de lá”, declarou o advogado.

Segundo ele, a class action deverá ser julgada até agosto de 2016. Em cerca de dez dias, a defesa deverá entregar uma petição sobre a investigação à Corte de Nova York. “Nós certamente não vamos deixar o caso acabar como qualquer pizza.”

Para os investidores, as principais vantagens de ingressar na ação consistem na possibilidade de obter indenização punitiva, celeridade no processo, litigância conjunta, o que reduz os custos e une os interesses comuns, assim como a possibilidade de o investidor ter voz ativa nas negociações de uma eventual proposta de acordo pela Petrobrás.

A Petrobrás informou que não se manifestaria sobre a ação na Corte de Nova York. Em abril, entretanto, a estatal apresentou um documento de defesa aos investidores dos EUA com o argumento de que as construtoras formaram um cartel, com esquema de atuação desconhecido pela administração da companhia.

O texto afirma que apenas quatro diretores da empresa sabiam do esquema e foram afastados – Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco, Renato de Souza Duque e Nestor Cerveró. Cita ainda que em novembro de 2014 publicou um documento sobre as investigações. Quanto a seus ex-presidentes, José Sérgio Gabrielli informou que não se manifestaria sobre o assunto. Graça Foster não respondeu à reportagem até a conclusão desta edição.

15/07/2015

Quer saber quem são os corruptos brasileiros?

EUAGloboQuer saber quem são os corruptos brasileiros? Pergunte aos EUA, são eles que corrompem, aqui e em qualquer outro lugar do mundo. Se nem sempre foi assim, pelo menos depois da  Segunda Guerra tem sido assim, com certeza. É claro que para haver comprador há que haver vendidos. A Chevron só compra porque há sempre um José Serra, um FHC que se vendem.  Para estes dois entreguistas brasileiros vale a máxima cunha pelo Barão de Itararé: “Quem se vende sempre recebe mais do que vale”.

Para essa massa de ignorantes da Marcha dos Zumbis, que pensam que a corrupção é só do tempo em que ela é combatida, ficam aí os arquivos dos EUA para provar que não só havia corruptos na ditadura, como está devidamente documentada nos EUA. Aqui, nossa velha imprensa não tem a dizer por ser exatamente parte da ditadura. E ditadura é, por si só, corrupção, posto que, para existir, corrompe a democracia. Do início ao fim, e até hoje, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium, que já fizeram parte do IBAD, do IPES e frequentaram o DOI-CODI, estão sempre prontos a afrontarem a democracia a e apoiarem golpistas. A marcha dos vadios só existiu porque, sendo bem amestrados, houve também quem os amadrinhassem. As prisões de Julian Assange, Bradley Manning e Edward Snowden explicam quão atual continua a prática colonialista dos EUA.

Daqui a 50 anos os EUA vão abrir novos baús para revelarem quem são os quinta colunas que conectam os golpistas atuais aos interesses dos EUA. Mas não precisamos esperar tanto tampo para saber que lá estarão as digitais do José Serra, FHC, Aécio Neves, e toda esta matilha que trabalha contra o Brasil.

ELIO GASPARI

O baú dos americanos

Documentos do tempo da ditadura ajudarão no estudo das conexões de Washington com Brasília

O lote de 538 documentos liberados pelo governo americano durante a passagem da doutora Dilma por Washington é um tesouro para quem quiser reconstituir a teia das relações entre os dois países durante a ditadura. Eles estão no site do Arquivo Nacional.

Seu maior valor está na divulgação de mais de uma centena de papéis da Defense Intelligence Agency, a DIA. Ao contrário do que diz a sabedoria convencional, a Central Intelligence Agency não é o único serviço de informações americano e a DIA é a principal operadora de informações militares. Por exemplo: o famoso general Vernon Walters, adido militar no Brasil em 1964, era da DIA e só foi para a CIA anos depois, como seu vice-diretor. Walters foi substituído no Brasil pelo coronel Arthur Moura, um descendente de açorianos, afável, até divertido, fluente em português. Nos anos de chumbo ele foi o mais poderoso funcionário americano no Brasil. Promovido a general a pedido do presidente Médici durante seu encontro com o colega Richard Nixon, passou para a reserva e posteriormente tornou-se diretor da empreiteira Mendes Júnior (ela, a da Lava Jato).

A maioria dos telegramas da DIA foi redigida por Moura. Ele sabia muito –do general que entornava ao mulherengo e ao falastrão. Ajudava os amigos, levando remédios para o ministro do Exército. Moura foi um porta-voz convicto da máquina repressiva da ditadura. Em 1976, já na reserva, escreveu uma carta pessoal ao presidente Jimmy Carter descascando sua política de direitos humanos. Lembrou-lhe que quatro anos antes, ao passar pelo Brasil como governador da Georgia, elogiara a forma como a ditadura combatia o terrorismo. Lembrou ao presidente que ele visitara o país para defender os interesses da fabricante de aviões Lockheed, em cujo jatinho viajara. Alô, Lula. (O general fez chegar uma cópia da carta ao Planalto.)

Do exame da primeira metade do lote de papéis liberados vê-se que o embaixador Charles Elbrick, sequestrado em 1969, manteve o senso de humor na noite de sua libertação, quando foi ouvido por agentes americanos. Elbrick achara que ia morrer. Uma vez solto, disse que se um dia tivesse que ir para a cadeia, ou se voltasse a ser sequestrado, gostaria de receber o tratamento que tivera. Os sequestradores compraram-lhe cigarrilhas quando seu estoque de charutos acabou. Ao levarem comida, desculparam-se pela qualidade: "Nós não sabemos fazer de tudo".

Para quem persegue charadas, o papelório joga luz numa. Em novembro de 1969, quando Carlos Marighella foi morto em São Paulo indo ao encontro de dois freis, o consulado americano lembrou a Washington que sua conexão com os dominicanos do convento de Perdizes já havia sido exposta num telegrama de dezembro em 1968. De fato, há décadas sabia-se que houve um contato do consulado com "frei (dezoito batidas censuradas)". Ilustrando a incompetência da polícia, ele contara que Marighella estivera no convento, localizado nas cercanias do DOPS. Essas dezoito batidas parecem ter sido desvendadas. Outro telegrama, transmitido três dias depois da morte de Marighella e liberado agora, identifica o religioso da conversa de 1968 como "frei Edson Maria Braga" (dezessete batidas). À época havia um frei Edson em Perdizes, mas seu nome completo era Edson Braga de Souza. Era o prior do convento.

08/04/2015

Por que os EUA continuam sendo sinônimo de terrorismo de Estado?

TioSangueNa véspera da Cúpula das América, os EUA reconhecem que são uma nação que fomenta discórdia mediante a repetição de mentiras. O assessor para fins de segurança nacional dos EUA declarou: “EUA não acreditam que a Venezuela seja uma ameaça à segurança nacional". Segundo Rhodes, é linguagem "pro forma" (por pura formalidade) para sanções. A declaração reforça e demonstra o verdadeiro caráter de um país que espalha, diretamente ou mediante financiamento de ONGs locais, do tipo MBL, o terrorismo pelo mundo. Assim como na Venezuela, os EUA contam com um exército de brasileiros que se vendem por qualquer trinta dinheiros. Mark Weisbrot confirma, no texto abaixo (em 2005, o Departamento de Estado dos Estados Unidos financiou esforços para enfraquecer o governo petista), que os EUA financiaram grupos políticos para derrotarem Lula. Depois Edward Snowden revelou que os EUA não só finanCIAvam como também espionavam Dilma e a Petrobrás.

Portanto, a tentativas atuais de destruir a Petrobrás e jogar nas costas da Dilma, mediante o uso dos grupos mafiomidiáticos e ONGs do tipo Instituto Millenium, é uma mera continuação da política norte-americana de defender seus interesses em oposição aos do Brasil. Coincidentemente, o coronelismo eletrônico entronada na RBS, financiado por empresários do tipo Gerdau, é o mesmo que têm contas no HSBC e também foram pegos sonegando, mediante fraude, bilhões de reais. O dinheiro sonegado em impostos é investido em política de entrega da Petrobrás e de precarização das políticas sociais. A Operação Zelotes e a Lista Falciani são duas pontas de um mesmo método que atende interesses ianques contra o Brasil.

Há uma coincidênCIA nos investimentos dos EUA que definem a escolha dos países a serem atacados, o petróleo. A lista é por demais conhecida: Iraque, Líbia, Egito, Síria, Ucrânia, Irã, Venezuela e Brasil são grandes produtores de Petróleo.

Não precisa ser inteligente para entender, basta não ser burro!

MARK WEISBROT

TENDÊNCIAS/DEBATES

O preço político das sanções à Venezuela

A mesma administração Obama que finalmente começaria a normalizar as relações com Cuba, emprega sanções contra a Venezuela

A última Cúpula das Américas, em Cartagena, na Colômbia, em 2012, foi um desastre para o presidente Barack Obama. Houve escândalos entre agentes do serviço secreto americano e profissionais do sexo, uma rebelião do sul contra a fracassada "guerra às drogas" americana e, sobretudo, oposição unânime ao embargo dos EUA a Cuba.

O sinal mais decisivo de que não era apenas um caso de os suspeitos de sempre causando problemas foi o aviso dado pelo presidente Manuel Santos, da Colômbia –um dos poucos "amigos" de Washington na região–, de que não haveria outra cúpula sem Cuba.

No ano passado, Barack Obama ofereceu um presente de Natal surpresa aos seus vizinhos do sul: depois de mais de meio século de agressão contra Cuba, ele finalmente começaria a normalizar as relações. Bem-vindos ao século 21!

Embora republicanos jihadistas e neoconservadores tentem adiar o processo no Congresso, a Casa Branca expressou publicamente a esperança de que houvesse pelo menos embaixadas abertas nos dois países antes da cúpula de 10 de abril.

Mas o que Deus dá com uma mão, ele tira com a outra. Em 9 de março a Casa Branca declarou "emergência nacional" devido à "extraordinária ameaça à segurança nacional" representada pela Venezuela.

A administração Obama tentou minimizar a linguagem empregada, descrevendo-a como mera formalidade, mas o mundo sabe que esse tipo de linguagem ameaçadora e as sanções que a acompanham podem ser bastante prejudiciais à saúde do país designado. No passado, houve ocasiões em que até foram seguidas de ações militares.

Fato mais alarmante, no caso atual, foi que em uma audiência no Senado, em 17 de março, Alex Lee, do Departamento de Estado, declarou que as sanções atuais são apenas "a primeira saraivada" contra a Venezuela. É claro que o mundo fora de Washington sabe que as sanções não guardam relação alguma com as supostas violações dos direitos humanos na Venezuela.

Mas as sanções também deixaram claro que a abertura do presidente Obama não representou nenhuma mudança na estratégia de Washington para a região: a intenção de ampliar as relações comerciais e diplomáticas visou apenas propiciar uma estratégia mais eficaz de enfraquecimento do governo cubano –e de todos os governos de esquerda na região.

Isso inclui o Brasil, onde, em 2005, o Departamento de Estado dos Estados Unidos financiou esforços para enfraquecer o governo petista, segundo documentos do próprio governo norte-americano.

Representantes do Brasil, do México, da Colômbia, da Argentina e quase todos os países das Américas manifestaram-se contra as sanções na OEA (Organização dos Estados Americanos). A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), por exemplo, pediram a sua revogação.

O governo cubano também respondeu com força, jogando por terra as esperanças de algum acordo antes da próxima cúpula, à qual Obama irá de mãos abanando após essa iniciativa mal pensada.

Esperemos que o Brasil –e que todos os outros países presentes à Cúpula das Américas, nesta sexta-feira (10) e sábado (11) no Panamá– deixe claro que esse tipo de comportamento de "Estado fora da lei", com sanções unilaterais que violam a Carta da OEA, não será tolerado.

MARK WEISBROT é codiretor do Centro de Pesquisas Econômicas e Políticas, em Washington, e presidente da Just Foreign Policy, organização norte-americana especializada em política externa

Tradução de CLARA ALLAI

 

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23/03/2015

Assange explica Nisman: “É Tio Sam, estúpido!”

eua vergonhaSe o dinheiro explica o crime, é o crime que denuncia o autor. Quando a vítima é jogada no colo de desafetos, por trás há quem tem interesse nisso. Parece lógico, mas como explicar para quem está acostumado a receber versões prontas e tem nos EUA a medida da verdade?! A SIP é maior sucursal da CIA na América Latina. O Instituto Millenium é apenas mais um braço da SIP.

Um pouco da história da formação dos EUA e suas incursões pelo mundo, dando golpes, finanCIAndo manifestações contra governos, apoiando golpes e ditadores explica por que os EUA estão por trás da morte de Alberto Nisman. Assim como estão por traz da prisão de Julian Assange, Bradley Manning e Edward Snowden. Não nos esqueçamos, os nazistas sobreviventes da Segunda Guerra foram recrutados pelos EUA para derrubarem governos democráticos sul-americanos. A história está documentada e muito bem contada no documentário Inimigo do meu inimigo. Os EUA estão por trás da Primavera Árabe que derrubou Kadafi na Líbia, no Egito, Ucrânia, Síria, Venezuela e Brasil (MBL). Na Argentina não seria diferente.

Os grampos na Petrobrás, mais do que na Dilma, são indícios suficientes para quem quiser entender os ataques à maior empresa petrolífera do mundo. Quem não quiser, nem a fórceps.

EL MUNDO › ENTREVISTA CON JULIAN ASSANGE, DIRECTOR DEL SITIO WIKILEAKS

“Nisman se había hecho muy dependiente de los EE.UU.”

En el marco del Encuentro Federal de la Palabra que se celebra en Tecnópolis, el referente australiano de la libertad de expresión habló de Nisman, pasaportes inteligentes, el Estado Islámico, la crisis en Ucrania y el asesinato del opositor ruso Nemtsov.

Por Santiago O’Donnell

Tras mil días de encierro en el pequeño departamento que aloja a la embajada de Ecuador en Londres, mil días sin poder salir al aire libre, Assange luce algo debilitado a través de la pantalla de Tecnópolis. Dice que últimamente no está del mejor humor, que está enojado porque no se destraba su situación judicial (ver aparte) y no puede estar con su familia. Pero el enojo no se le nota. Contesta de buena gana durante una hora y media y sonríe de oreja a oreja cuando el público lo despide con un aplauso. A continuación, el pasaje más destacado de la conversación:

–Los cables de Wikileaks muestran la falta de independencia del fiscal Nisman con respecto a la embajada de Estados Unidos en la investigación del atentado a la AMIA.

–Es cierto. Hay más de 160 cables sobre el atentado a la AMIA y puedes ver en esos cables que Nisman se hizo muy dependiente de Estados Unidos para conseguir informes de inteligencia relacionada con la investigación y mucha de esa información le llegó a través del jefe de contrainteligencia de la Secretaría de Inteligencia (Jaime Stiuso) y Nisman pasó a depender indirectamente de EE.UU. e Israel y directamente de Stiuso. Se puede ver que esa dependencia llegó a un punto tal que llevaba borradores de resoluciones a la embajada para que la embajada los comentara, los revisara y los corrigiera. En un caso llevó un borrador de resolución de dos páginas y la embajada le hizo comentarios, él se lo llevó de vuelta, volvió con un borrador de nueve páginas, lo revisaron nuevamente y esa vez se lo aprobaron. También le dijeron que no podía investigar la pista siria, que no podía investigar otras pistas locales dentro de Argentina. Se puede decir que éste es un problema de un solo hombre que estuvo diez años con la causa y que no avanzó, hasta que en el 2013 la causa se convirtió en un tema de política partidaria (por el acuerdo con Irán). Pero se puede hacer una crítica mucho más importante, que es la falla del gobierno de Kirchner de no haber disciplinado a Nisman a tiempo por su relación con los servicios de inteligencia, su relación con EE.UU., la falla de los medios de Argentina de no controlar y criticar esa investigación, y esa falla en los medios se pudo ver en todos los medios tradicionales: en Página/12, en el grupo Clarín y aun en la organizaciones de la comunidad judía, que expresó dudas sobre la calidad de investigación en la embajada, pero dijo que a pesar esas dudas no quería reducir la credibilidad de esa investigación. Entonces parece que había un acuerdo nacional entre gobierno, oposición y medios de no cuestionar la calidad de la investigación de Nisman, de no indagar sobre de dónde sacaba su información y de qué manera estaba comprometido por su cercanía a la embajada de EE.UU. y al director de contrainteligencia. Pero vayamos más allá. ¿Cuál es el gran problema? El gran problema es que las instituciones argentinas –fiscalías, medios, gobierno y oposición– no tuvieron suficiente fuerza como para lidiar con un caso geopolítico muy serio, en el que hay actores como EE.UU., Israel, Irán, que tenían intereses muy fuertes en este caso. Irán quería protegerse, proteger su reputación y proteger su relación con Argentina, EE.UU. e Israel buscaban demonizar a Irán, la Secretaría de Inteligencia buscaba beneficiarse actuando como intermediario. Las instituciones argentinas no fueron capaces de mantener su integridad ante la presión sostenida de grupos externos y ése es un problema preocupante para la Argentina. Ahora bien, a otros países no les va mucho mejor cuando la presión es tan fuerte. Nosotros lo hemos vivido en nuestra organización en países como Gran Bretaña y aun Alemania en algunos casos. Te doy un ejemplo de Alemania. Edward Snowden obtuvo mucho apoyo de Alemania. Es el país donde más apoyo de la opinión pública recibe de toda Europa y eso tiene que ver con razones históricas, el recelo de los alemanes de la Stasi (el servicio secreto de la ex Alemania Oriental), que la nueva capital sea Berlín, en fin, la gente alemana y los medios alemanes querían que se le diera asilo. El resultado es que la Agencia de Seguridad Nacional de EE.UU. le dijo a la agencia de inteligencia alemana que si permite que su país le dé asilo vamos a dejar de compartir Inteligencia con ustedes y no les vamos a avisar de posibles atentados terroristas en su país. Entonces la Agencia de Seguridad Nacional estaba perfectamente dispuesta a permitir ataques terroristas en Berlín con tal de presionar al gobierno alemán para no ser humillados por una oferta de asilo para Snowden. Así que hasta un país como Alemania puede comprometer sus principios; entonces no puede sorprendernos que Argentina lo haga. Pero ahora que vimos cómo sucede esto, hay que tratar de corregirlo. Entonces esto es lo que podemos aprender de la investigación de Nisman: la manera en que operan las presiones geopolíticas y la debilidad de ciertas instituciones argentinas para enfrentarlas. Fíjese lo que el director de contrainteligencia estaba haciendo en el caso Nisman y las consecuencias que tuvo. Entre ellas, la ley para reformar a los servicios de Inteligencia. La he leído y me parece una buena ley, aunque hay que ver todavía cómo se aplica.

–Otro tema que me preguntan mucho en las redes sociales, especialmente después de nuestra última entrevista, es sobre sus críticas a los nuevos documentos biométricos que se hacen en la Argentina. El ministro que los creó, Florencio Randazzo, los vende como una manera de hacer menos cola en los aeropuertos. ¿Por qué le parece que estos documentos son peligrosos?

–Hay dos problemas. En el caso de los documentos biométricos, hemos visto ejemplos en muchos países en los cuales la base entera de los documentos biométricos ha sido robada. Por ejemplo, en Pakistán revelamos que una consultora trucha manejada por el MI6 (servicio secreto británico) había sido contratada para manejar la base de datos para todo el sistema de identidad biométrico en Pakistán. Y con la complicidad de algunos miembros del gobierno, la consultora se robó la información sobre más de cien millones de paquistaníes. Así que está el problema de que los datos pueden ser robados por fuerzas externas. En segundo lugar, si tenés un servicio de Inteligencia corrupto y un gobierno que hace las cosas mal, podés terminar teniendo una sociedad extremadamente controlada, donde ninguna persona puede existir por fuera de las estructuras formales del gobierno y de las estructuras informales que tienen las agencias de inteligencia.

–¿Todo eso por sacar información del iris del ojo?

–Es suficiente. Una vez que se empieza con un programa biométrico el siguiente paso es agregar más y más identificadores biométricos. En Suecia, por ejemplo, te extraen sangre al nacer y dicen que esa identificación de ADN sirve para aplicarse en políticas de vivienda y para juntar estadísticas para diseñar programas de salud. Sin embargo, esa información ha sido utilizada de manera ilegal por la policía sueca en varias investigaciones criminales y lleva a una sociedad controlada y no podemos saber si esa información no sólo se va a compartir en la Argentina o si se va a compartir con otros países, y por lo tanto con los servicios de Inteligencia de otros países. Esos servicios de inteligencia en Occidente son manejados en gran parte por empresas privadas. Por ejemplo, el ochenta por ciento de la Agencia de Seguridad Nacional es manejado por contratistas del sector privado. Por empresas como Lokheed Marin, Northrop Gruman o Booze, Allen & Hamilton. De hecho Edward Snowden no trabajaba para el gobierno, trabajaba para Booze, Allen & Hamilton. Entonces coleccionás esta información sobre tu gente y pronto se empieza a compartir y me parece que no es saludable para una sociedad que un individuo al nacer, a través de estos elementos de identificación, entre en una relación no sólo con su familia, su comunidad o su ciudad, no sólo con su país y con el servicio de Inteligencia de su país, sino con todos las grandes facciones de poder del mundo. La relación es tan desproporcionada que con el tiempo va a distorsionar la naturaleza de nuestra civilización.

–Su respuesta me lleva a la última filtración de WikiLeaks, de diciembre pasado. Se trata de un documento de la CIA que explica cómo burlar los controles biométricos en los aeropuertos de la Unión Europea y está escrito para agentes que viajan con identidades encubiertas.

–Seguimos metiéndonos en problemas (se ríe). Es un manual de instrucciones que se les entrega a agentes encubiertos para que penetren otros países, para que penetren aeropuertos usando identidades falsas. Incluye una gran cantidad de aeropuertos y sistemas de seguridad, incluyendo en Europa, y da un ejemplo de Europa de un agente de la CIA al que le encontraron en la valija rastros del explosivo C4, presumiblemente de una operación realizada en Europa. El agente fue detenido pero dijo la mentira sugerida por el manual para casos como ése (que el explosivo era de un entrenamiento antiterrorista realizado en EE.UU.) y le creyeron y lo dejaron ir. El manual puede ayudar a ciudadanos comunes para atravesar controles sin despertar sospechas, incluso puede ayudar a periodistas trabajando bajo identidades reservadas o a nuestra propia gente mientras se mueven por el mundo. También señala el miedo que genera la identificación biométrica aun en la CIA porque dificulta un poco sus movimientos. Esa podría ser la única ventaja de este tipo de documentos en términos geopolíticos. Pero a través de la Agencia de Seguridad Nacional pueden hackear estos sistemas biométricos. Entonces al final la CIA, el Mossad o el MI6, las agencias de Inteligencia con más recursos y conocimientos, serán las que puedan viajar por el mundo sintiéndose libres. Serán las últimas personas del planeta en sentirse libres y creo que esto no es saludable porque ya tienen demasiado poder y demasiado poco control. Entonces diría que lo aceptaría si fuera igual para todo el mundo, pero si sirve para cierta gente pero no para otros, perpetuará la severa desigualdad de poder existente.

–Además, como usted ha dicho, después de los secuestros de la CIA en Suecia e Italia durante el gobierno de Bush hijo, el manual demuestra que la CIA de Obama mantiene la intención de realizar operaciones clandestinas en los países de sus aliados europeos.

–Es cierto y se trata de material reciente. Pero debo hacer una distinción. Si bien la CIA secuestró a una persona en Italia, en Suecia lamentablemente no se trató de una operación encubierta, al menos con respecto al gobierno sueco. El gobierno no sólo lo sabía sino que su policía secreta SAPO asistió en el secuestro de su propios refugiados políticos, sus propios buscadores de asilo, algunos de los cuales tenían hijos viviendo en Suecia. La SAPO asistió en esa operación y siguió haciendo operaciones similares durante seis años y nosotros lo revelamos en el 2010.

–Me gustaría preguntarle por la actualidad mundial: el surgimiento del Estados Islámico (EI), la crisis en Ucrania y el asesinato de Nemstov en Rusia.

–Los tres eventos tienen relación. En cuanto al EI, lo podemos ver desde el punto de vista geopolítico y desde el punto de vista cultural. No digo nada demasiado nuevo cuando digo que el EI es un resultado directo del aventurerismo de Occidente. El aventurerismo de Occidente que destruyó la sociedad libia, el aventurerismo de Occidente que destruyó gran parte de la sociedad siria. El aventurerismo de Occidente está destruyendo Irak para extraer petróleo y por otras razones geopolíticas. Mucha gente conoce esto, sabe cómo se envía armamento a Siria, el intento de reducir la influencia iraní en la Irak de la posguerra a través del apoyo a los sunnitas. Lo que no se conoce tanto es que en estos años Arabia Saudita, Qatar y Turquía han aumentado su poder y han logrado un pequeño margen de independencia con respecto a EE.UU. Como resultado EE.UU. ya no es el único actor geopolítico que empuja junto a Israel los acontecimientos en Medio Oriente. Ahora también actúan estos aliados geopolíticos que Estados Unidos no está dispuesto a disciplinar. ¿Y por qué no los disciplina? Porque estos países se hicieron ricos y ahora depositan su dinero en bancos de Occidente y entonces su elites se han fusionado: Qatar con los EE.UU., Arabia Saudita con los EE.UU. Acá, por ejemplo, la famosa tienda Harrod’s es dueña de uno de los edificios que rodean a esta embajada. Harrod’s es propiedad del gobierno de Qatar y la policía secreta británica que espía esta embajada, y que admite haber gastado más de 15 millones de dólares para espiarme, ha hecho un acuerdo secreto con Harrod’s y tienen a los equipos de vigilancia instalados en el edificio de Harrod’s . Entonces éste es un ejemplo interesante de cómo nos afecta la dinámica del poder en Medio Oriente. Desde el punto de vista cultural, hay que analizar cómo una ideología se expande, porque las ideas no son una enfermedad que se propaga como un virus. Las ideología tiene principios, tiene reglas que son fáciles de aprender y fáciles de transmitir. Eso sucede con todas la ideologías o religiones que se difunden. Pero hay otro factor y ése es el dinero que se mueve detrás de estas ideas. A medida que los estados del Golfo se vuelven más ricos, más poderosas se vuelven las ideas que ellos sostienen. La percepción es que cuanto más se difunden esas ideas más poder adquieren, entonces han hecho eso. Al mismo tiempo, la ideología de izquierda existía en Egipto, y en Líbano y en Siria y en Irak, porque el partido Baath (de Saddam Hussein y la dinastía Asad) es un partido secular y autoritario pero no una teocracia. Occidente odia a esos partidos izquierdistas y nacionalistas y durante muchos años hizo todo lo que pudo para destruirlos o al menos sacarlos del poder, y para eso se apoyó en teocracias y movimientos teocráticos. Podemos verlo, por ejemplo, en el colapso y marginalización de la OLP y su reemplazo por Hamas (en Palestina). Nuestros cables revelan que Israel apoyó a Hamas en su etapa inicial, que Hamas fue usado como un instrumento para dividir a la OLP y a la resistencia palestina. Entonces Occidente ha generado todo el dilema y el horror del EI a través de su aventurerismo y su intento de suprimir movimientos seculares de izquierda en Medio Oriente.

–Pasemos a Ucrania.

–El mejor análisis proviene de un reconocido analista geopolítico, John Mearsheimer, un académico muy reputado cuyos trabajos han sido utilizados hasta por el Departamento de Estado. No es un extremista. El tiene la misma opinión que yo. Lo que decimos está documentado en los cables. Hay uno del 2008 que muestra que Rusia traza un línea en la arena y fija sus límites a Estados Unidos y la OTAN. El cable se titula “No quiere decir no” y se refiera a la expansión territorial de la OTAN. Explica que si hay interferencia en Ucrania por un intento de integrarla a la OTAN, eso no será tolerado por las regiones fuertemente rusoparlantes en Ucrania, que se consideran rusas por haber pertenecido a la Unión Soviética, y Crimea es una de esas regiones. Y Rusia advertía que el intento de traer a Ucrania hacia la OTAN causaría una guerra civil. Entonces se puede ver la importancia estratégica que Rusia le otorga a Ucrania como parte de la civilización eslava y el complejo militar-industrial del este de Ucrania, que sigue produciendo misiles balísticos teleguiados, repuestos para misiles, etc. EE.UU. lleva mucho tiempo tratando traer a Ucrania hacia Occidente, si no puede ser con una membresía de la OTAN, al menos que se independice de la esfera de influencia de Moscú, para reducir el complejo industrial-militar ruso y reducir sus bases navales en Crimea. Hace mucho que lo venían intentando y Rusia se venía quejando y advirtiendo lo que pasaría. Europa, bajo la influencia del expansionismo burocrático de la Unión Europea, se sumó a esa puja. Pero los rusos no son inocentes. Su manejo de sus más preciados y queridos aliados estratégicos, de sus socios comerciales más cercanos, fue completamente incompetente. Ningún país puede operar en Ucrania como Rusia. Porque los ucranianos hablan ruso y parecen rusos porque hay relaciones familiares y comerciales entre los dos países. Rusia descuidó a Ucrania porque no se relacionó con su gente, sino con su oligarquía, con su elite política, con la economía ucraniana. Gastó billones de dólares en subsidios para Ucrania. Al mismo tiempo EE.UU. y Europa Occidental gastaron billones de dólares en la creación de ONG, en redes sociales. A través de estas instituciones y de estos medios Occidente prometió acabar con la corrupción en Ucrania. Los rusos hicieron muchas cosas mal cuando podrían haberse relacionado con Ucrania de otra manera. Sacaron muchos agentes de FSB (servicio secreto ruso) de Ucrania para trasladarlos a Chechenia para prevenir ataques terroristas. Chechenia se convirtió en su primera prioridad y vemos los resultados de descuidar a Ucrania.

–¿Y con respecto al asesinato del líder opositor Boris Nemtsov a pasos de Kremlin?

–Ahí hay un vínculo con lo que pasa en Ucrania. Parece que las fuerzas especiales que Rusia está usando para entrenar y apoyar a las fuerzas separatistas en el este de Ucrania provienen, o al menos al principio provenían, de Chechenia y hay una razón para eso: las fuerzas chechenas son las más entrenadas y las más experimentadas en lo que llaman operaciones de contrainsurgencia, que básicamente significa combate en una guerra civil, porque eso es lo que viene pasando en Chechenia, que es una república separatista que busca su independencia de Rusia. Por eso Rusia usó en Ucrania regimientos de Chechenia y estos regimientos están controlados por el presidente de la región chechena, (Razman) Kadyrov, y Kadyrov no quiero decir que es leal a Putin porque tiene su propia agenda, pero formalmente depende de Putin. A lo largo del conflicto checheno Kadyrov desarrolló tropas y un servicio de inteligencia que es bastante poderoso y que ha sido acusado de asesinatos, incluso en Viena por ejemplo, de oponentes de Kadyrov. La guerra en Ucrania hizo que Rusia pusiera mucho dinero en las fuerzas chechenas y los servicios de inteligencia chechenos. El resultado es que se volvieron muy poderosos y de alguna manera rivalizan con el FSB, que hasta entonces era el único servicio de inteligencia que operaba y juntaba inteligencia fuera del país. Los asesinos materiales de Nemtsov en la entrada al Kremlin eran chechenos vinculados con los servicios secretos de ese país.

–Y Kadyrov dijo que el asesino era un héroe nacional…

–Exacto. Por eso es difícil saber bien qué está pasando, pero a cierto nivel los servicios chechenos estaban demostrando que el FSB no controla Moscú y que ellos tienen el poder de matar a alguien en la puertas del Kremlin. Esto no quiere decir que Kadyrov ordenó el asesinato, puede ser un mando intermedio que buscó demostrarle su utilidad a Kadyrov o a la extrema derecha rusa. Vamos a lo que pasó después. Una semana o dos después del asesinato, Putin condecoró a Kadyrov con una medalla por servicios prestados a Rusia. En la misma ceremonia condecoró también al agente del FSB que había envenenado con polonio al ex espía Litvinenko en un restaurant de sushi en Londres (en el 2006). Para la perspectiva de Occidente la imagen que dejó Putin en la ceremonia de premiación fue horrible. Es como si hubiera dicho: “Yo apoyé con igual fuerza a los dos asesinatos”, el del FSB y el de los chechenos. Putin se había mostrado enojado y confundido tras la muerte de Nemstov. Entonces al darle esta medalla a Kadyrov genera una confusión en la población rusa y la hace pensar que tal vez Putin había ordenado el asesinato, que tal vez está contento con el asesinato porque es un líder fuerte que controla la situación. Pero la realidad es que no controla completamente a las fuerzas chechenas. Son un grupo muy cerrado, tienen su propio lenguaje, y tienen agenda propia. El centro de poder de Putin es el FSB, que es el que le provee su seguridad y la relación con los servicios chechenos es muy delicada, así que la situación es muy interesante.

Página/12 :: El mundo :: “Nisman se había hecho muy dependiente de los EE.UU.”

03/03/2015

Arlequim servidor de dois patrões ou ventríloquo vestido de capacho

A insana destruição da Petrobrás atende a um apelo das concorrentes e de governos com interesse no Pré-Sal brasileiro. Se fazem guerra para obterem petróleo em países bem mais distantes, porque não o fariam no Brasil. Como a oposição se perfila, abertamente, ao lado dos interesses norte-americanos, os gastos da CIA para fomentar a destruição da Petrobrás é infinitamente menor do aquele usado para obter o gás na Ucrânia.

No golpe de 1964 a CIA também financiou, com malas cheias de dólares, golpistas e instituições ditas promotoras da democracia. O combate à corrupção é uma bandeira que se ajusta perfeitamente para destruir uma empresa. No caso, para acabar com uma dor de barriga, mata-se o paciente. Só há dois  tipos de brasileiros que ainda não se deram conta que o maior interessado no enfraquecimento do governo e na destruição da Petrobrás é o Tio Sam: os mal informados e os mal intencionados.

Os vazamentos da espionagem dos EUA no Brasil, que envolve Dilma e a Petrobrás, levados a cabo por Edward Snowden são auto explicativos.

 

Serra tira a fantasia: o negócio é fatiar e vender a Petrobras.

27 de fevereiro de 2015 | 12:57 Autor: Fernando Brito

chevon

A entrevista de José Serra ao “dono da lista do HSBC” no Brasil, Fernando Rodrigues, é um strip-tease.

O vendedor da Vale – título que lhe foi concedido pelo próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – lista o que se tem de fazer com a maior empresa brasileira.

Vai falando meias-verdades, como a de dizer que a Petrobras está “produzindo fio têxtil”, vai circulando a presa, como um velho leão.

O “fio textil” é poliéster, derivado integral de petróleo, que é produzido em Suape, como parte da cadeia de valor gerada pela refinaria, junto com a resina PET, com a que se produz garrafas.

São plásticos, enfim, um dos frutos de maior valor da cadeia de refino de petróleo.

Depois, diz que a Petrobras “não tem que fabricar adubo”.

Parece que está falando de esterco, mas é, simplesmente, de um dos insumos mais importantes da imensa produção agropecuária brasileira: amônia, que é produzida a partir do gás extraído junto com o petróleo.

É o “N” da famosa fórmula NPK dos fertilizantes, que o Brasil, incrivelmente, importa às toneladas.

Depois, fala em vender as usinas termelétricas de eletricidade, que já foram das multis e que a Petrobras teve de assumir porque elas só queriam o negócio com os subsídios que lhes deu FHC na época do apagão de 2001, subsídios que, além disso, eram suportados por nossa petroleira.

A seguir, fala em vender a distribuição, os postos Petrobras.

Aqueles onde o dim-dim entra, sonante, chova ou faça sol.

E aí, finalmente, diz que a empresa deve se conservar na extração de petróleo, mas que este deve ser “aberto ao mercado”.

Como já é, deve-se ler isso como a entrega da parcela exclusiva, de 30%, das imensas jazidas do pré-sal.

Claro que, nos negócios da cadeia do refino de petróleo, a Petrobras pode comprar, vender, dividir, agir como age um empresa que busca concentrar recursos em suas prioridades.

Isso inclui, senador Serra, o tal “fio têxtil”.

É tão bom negócio que seus amigos da Chevron  o produzem em larga escala através da Chevron-Phillips, em oito países.

Assim como a Chevron produz adubo e está cheia de passivos ambientais pela forma terrível que o faz, antes como Texaco e agora  usando  o “codinome” de Ortho.

E, claro, a Chevron não vai abrir mão de seus mais de 8 mil postos de abastecimento só nos Estados Unidos…

Quer dizer, as receitas de Serra para a Petrobras são exatamente o contrário do que fazem seus amigos da Chevron…

Senador, mas o que é bom para os Estados Unidos não é bom para o Brasil?

Serra tira a fantasia: o negócio é fatiar e vender a Petrobras. | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

02/01/2015

Brasil x EUA: demonstração de protagonismo começa se fazendo respeitar

Filed under: Brasil,EUA,Imperialismo Colonial,Petrobrax,Petrobrás,Tio Sam — Gilmar Crestani @ 9:17 am
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estamos unidosO Brasil deixou de ser uma republiqueta de bananas. Não devemos esquecer que nos dois governos de FHC nossos diplomatas precisavam tirar os sapatos para entrarem nos EUA. Esta subserviência do passado não pode voltar sob pena de regredirem os avanços democráticos alcançados. Submeter-se aos EUA é o primeiro passo para a regressão institucional. Faz-se respeitar quem primeiro se respeita, quem não tem complexo de vira-lata.

Como diz o ditado, o inimigo parece maior quando o olhamos de joelhos. Olho no olho vê-se que não passam de uma máquina de propaganda de Hollywood que recruta, mediante trinta dinheiros, uma mídia subserviente e seus colonistas de quinta coluna.

Dilma não pode esquecer que as espionagem da NSA, denunciada por Edward Snowden, visa a destruição da Petrobrás para que, uma vez em frangalhos, possam adquiri-l a preço de banana. FHC tentou quando no governo, via Petrobrax, depois ainda a prometeu, caso José Serra fosse eleito, à Chevron.

O próximo passo deveria ser aumentar do dólar para impedir que nossos vira-latas continuem indo à Miami comprar quinquilharias de fabricação chinesa.

Vice dos EUA pede ajuda do Brasil com Cuba

Visita de Joe Biden à posse de Dilma Rousseff é vista como passo para retomar relações, abaladas por espionagem

Integrantes do governo afirmam que presidente fará visita de Estado aos EUA, cancelada em 2013, até setembro

ANDRÉIA SADIFLÁVIA FOREQUEVALDO CRUZDE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discutiram nesta quinta-feira (1º) em Brasília formas de o Brasil ajudar no processo de reaproximação dos norte-americanos com Cuba.

fhc submissoBiden acompanhou a posse de Dilma no Palácio do Planalto e se reuniu com ela por cerca de uma hora no Itamaraty, no início da noite. Integrantes do governo disseram que a intenção de Dilma é fazer uma visita de Estado aos EUA até setembro.

A vinda de Biden ao Brasil representa mais um gesto da Casa Branca após o estremecimento causado pelas revelações de espionagem em setembro de 2013.

O vice de Barack Obama é a autoridade mais graduada enviada para uma posse presidencial brasileira desde Fernando Collor –em 1990 o então vice-presidente, Dan Quayle, veio para a posse do primeiro mandatário eleito pelo voto direto após a ditadura militar (1964-1985).

No encontro desta quinta, realizado a portas fechadas, Dilma e Biden discutiram o que pode ser feito e o papel do Brasil para auxiliar na distensão da relação com a ilha de Fidel e Raúl Castro.

Os Estados Unidos e Cuba retomaram relações diplomáticas em dezembro após 53 anos. O acordo histórico foi mediado pelo papa Francisco e prevê reabertura de embaixadas e medidas em setores como comunicações, turismo e bancos.

Na ocasião, o Brasil chegou a ser informado do acordo momentos antes da declaração oficial.

Integrantes do Itamaraty afirmam que a participação de Cuba na Organização dos Estados Americanos (OEA) também foi discutida por Dilma e Joe Biden.

Ao deixar o Itamaraty, o vice-presidente dos EUA falou rapidamente com a imprensa e demonstrou otimismo. "É um novo começo."

Após as revelações de que foi um dos alvos da espionagem norte-americana, Dilma chegou a cancelar a visita de Estado que faria a Washington, em outubro de 2013.

Questionado se a presidente brasileira planeja retomar a viagem, Biden respondeu: "Espero que sim".

À noite, a Casa Branca divulgou nota sobre o encontro afirmando que Dilma e o vice-presidente dos EUA "concordaram sobre a necessidade de [os dois países] trabalharem em uma parceria equitativa para o desenvolvimento de uma agenda robusta e ambiciosa de cooperação bilateral, regional e global renovadas".

Na tarde desta quinta (1º), Dilma deu posse ao novo chanceler brasileiro, Mauro Vieira, então embaixador do país em Washington.

Ao lado de seu antecessor, Luiz Alberto Figueiredo, o novo titular do Ministério das Relações Exteriores acompanhou o encontro com Biden.

10/11/2014

Finalmente aparece o maior interessado nas denúncias contra a Petrobrás: EUA!

Pre-sal (2)Depois da informação de que, num convescote de Foz do Iguaçu, o PSDB oferecia, em caso de eleição, a Petrobrás à Chevron. Depois dos vazamentos de Edward Snowden de que os EUA espionavam a Petrobrás. Depois que de toda uma campanha dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium contra a Petrobrás, aparece enfim as garras do maior interessado: Tio Sam!

Não é mera coincidência que a CIA estivesse no seio de todas as grandes manifestações na Líbia, Egito, Ucrânia, Síria e Venezuela. São todos grandes produtores de petróleo e os EUA são especialistas em provocar distúrbios para tomarem, direta ou indiretamente, o poder nos países produtores de petróleo.

Nada de novo no front. Pelo contrário, segue a lógica dos interesses norte-americanos e seus ventríloquos brasileiros. TODOS CONTRA A PETROBRÁS!

EUA investigam corrupção na Petrobras

Controles internos da estatal são foco principal de investigação do Departamento de Justiça, diz ‘Financial Times’

Lei que inibe prática de corrupção por empresas americanas também pune companhias com ações em Nova York

DE SÃO PAULO

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu investigação criminal para examinar as suspeitas de que um esquema de corrupção desviou recursos da Petrobras para políticos e funcionários públicos, segundo o jornal britânico "Financial Times".

Advogados ouvidos pelo jornal disseram que o objetivo é apurar se houve falha nos controles internos da estatal brasileira, que tem ações negociadas na Bolsa de Nova York e por isso está sujeita à legislação americana.

A SEC, principal agência reguladora do mercado de capitais americano, também abriu investigação sobre a Petrobras na área cível, de acordo com o "Financial Times".

Conhecida pela sigla FCPA, a lei americana de combate à corrupção no exterior foi desenhada para punir empresas americanas que subornassem funcionários públicos para fazer negócios em outros países, mas também se aplica a companhias com ações negociadas nos EUA.

As investigações sobre corrupção na Petrobras tiveram início no Brasil em março, quando a Polícia Federal prendeu o ex-diretor de abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, apontado como operador de um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões.

Os dois aceitaram colaborar com a Justiça para tentar reduzir suas penas. Em seus depoimentos, disseram que ajudaram o PT e outros partidos da base aliada a montar um esquema de superfaturamento de obras e desvio de recursos da estatal.

As autoridades dos EUA querem saber se a Petrobras, seus funcionários, fornecedores ou intermediários violaram a lei americana, que prevê punições para fraudes em registros contábeis e controles internos das empresas.

A advogada brasileira Sylvia Urquiza, que já atuou em casos em que a legislação americana foi aplicada, disse que as penas podem chegar a multas pesadas e à prisão de executivos envolvidos.

Segundo a advogada, a maioria dos casos é resolvida por meio de um acordo entre o governo americano e as empresas, com o pagamento de indenizações milionárias.

Investidores também poderão recorrer à Justiça americana se acharem que tiveram prejuízo com as ações da Petrobras por causa da corrupção na empresa, afirmou o advogado Eduardo Boccuzzi. "As ações da Petrobras perderam 23% neste ano em Nova York", disse.

Procurada, a Petrobras não quis se manifestar. Há duas semanas, a companhia contratou dois escritórios de advocacia para aprofundar investigações internas, abertas sob pressão da PricewaterhouseCoopers, empresa de auditoria que analisa os balanços da estatal.

Colaborou Giuliana Vallone, de Nova York

    23/10/2014

    Precisão e eficiência made in USA

    A única coisa que os EUA sabem fazer, distribuir armas, e ainda conseguem ser ineficientes. Cadê a precisão de todo aquele aparato tecnológico quer serve para bisbilhotar a Petrobrás mas não ajuda a entregar armas. Se os EUA tivessem lançados médicos ou remédios, independentemente das mãos em que caíssem, não fariam mal a ninguém, mas os EUA só sabem lidar com armas. Por isso Cuba é sempre acionada quando se precisa de ajuda humanitária.

    22 de outubro de 2014 • 08h32

    Armas americanas caem nas mãos de jihadistas do EI, diz ONG

    Fontes americanas afirmaram que estão divulgando um vídeo para comprovar se isso realmente aconteceu

    Curdos observam bombardeios americanos contra Estado Islâmico na cidade de Kobane

    Foto: Kai Pfaffenbach / Reuters

    Um lançamento aéreo de armas e medicamentos destinados aos combatentes curdos caiu nas mãos dos jihadistas perto da cidade síria de Kobane, informou o Observatório Sírio do Direitos Humanos (OSDH).

    Fontes militares americanas não confirmaram a notícia, mas afirmaram que estavam examinando o vídeo divulgado na internet que mostra homens encapuzados armados com o que parecem caixas amarradas a um paraquedas.

    Caixas anexadas a paraquedas americanos com armas, munições e medicamentos foram lançadas no domingo à noite para ajudar os curdos a defender a cidade curda síria de Kobane dos ataques do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

    "Uma carga foi levada pelo EI e existem informações contraditórias sobre uma segunda carga", afirma um comunicado o OSDH.

    Saiba Mais

    Estado Islâmico ataca cidade de Kobane com caminhão-bomba

    EI lança ataques para tentar ganhar terreno em Kobani

    Ofensiva do EI contra Kobani deixa 662 mortos em 1 mês

    Jihadistas já controlam um terço da cidade curda de Kobani

    Algumas fontes afirmaram que duas cargas caíram em uma área dominada pelo EI, mas outras destacaram que os aviões da coalizão internacional destruíram uma delas quando o erro foi detectado.

    Na segunda-feira, o Comando Central do Estados Unidos, que coordena as ações das forças americanas no Oriente Médio, informou que apenas uma das 27 cargas foi extraviada, mas que foi destruída por aviões americanos para evitar que fossem levadas pelo EI.

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    Em um vídeo divulgado na internet, um homem encapuzado mostra o que parece ser uma das cargas lançadas por aviões americanos.

    "Esta é a ajuda americana lançada aos infiéis. Louvado seja Deus, isto é um espólio para os mujahedines", afirma o homem, que abre caixa com foguetes e granadas.

    Armas americanas caem nas mãos de jihadistas do EI, diz ONG – Terra Brasil

    02/10/2014

    Os EUA fazem isso e a Folha esconde num parágrafo

    Filed under: Arapongagem made in USA,Ciberativistas,EUA,Terrorismo de Estado,Tio Sam — Gilmar Crestani @ 8:12 am
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    trio samInformante do FBI fez ataques virtuais a governo do Brasil

    DE SÃO PAULO – O FBI (polícia federal dos EUA) aliou-se a um hacker, conhecido pelo apelido "Sabu", para conduzir sofisticados ciberataques a sites governamentais do Brasil e de outros 29 países em 2012, segundo uma reportagem publicada pelo jornal on-line "Daily Dot" nesta quarta-feira (1º).

    Em conversas, el comemora a devassa de 287 sites governamentais e não governamentais brasileiros. Segundo a reportagem, não é possível afirmar que o FBI ordenou os ataques.

    30/09/2014

    Estado Islâmico são terroristas made in USA!

     

    "Eles sabem exatamente o que estão fazendo", diz Chalabi

    Enviado por Athos ter, 30/09/2014 – 08:14

    Atualizado em 30/09/2014 – 08:15

    Sugestão de Athos, do blog O Informante

    "Eles sabem exatamente o que estão fazendo", diz político iraquiano sobre Estado Islâmico

    Ahmad Chalabi

    O político iraquiano Ahmad Chalabi desempenhou um papel infame ao estimular a invasão norte-americana em seu país em 2003. Em entrevista à Spiegel, ele falou sobre a ascensão do Estado Islâmico, por que o Ocidente julgou mal os jihadistas e se é chegado o momento de cooperar com Assad.
    Spiegel: Sr. Chalabi, quão próximos os combatentes do Estado Islâmico estão de Bagdá?
    Chalabi: Eles estão a 26 quilômetros de distância. Isso é perigosamente perto, mas a situação está calma no momento e o Estado Islâmico não fez mais nenhum avanço em Bagdá. Graças a Deus.
    Spiegel: Você acredita que eles vão atacar?
    Chalabi: Faz tempo que os extremistas levaram seu terror a Bagdá. O Estado Islâmico enviou seus homens-bomba, detonou explosivos na frente das nossas casas. Eu poderia mostrar pedaços de um carro-bomba que foram lançados sobre o nosso telhado não faz muito tempo. Mas o Estado Islâmico não tentará atacar Bagdá militarmente. Entre os seis milhões de residentes na cidade, quatro milhões são xiitas. E quase todo adulto xiita na cidade tem uma arma. O Estado Islâmico sabe bem que será pulverizado em uma luta brutal de casa em casa.
    Spiegel: Mesmo assim, muitos moradores de Bagdá fugiram enquanto outros começaram a fazer preparativos pelo menos.
    Chalabi: Esses relatos são exagerados. Não estamos em pânico porque sabemos que o Estado Islâmico não é capaz de conquistar a capital.
    Spiegel: Até recentemente também parecia impossível que o Estado Islâmico pudesse tomar a segunda maior cidade do Iraque. Mas agora, Mosul está sob controle dos jihadistas.
    Chalabi: Sim, mas a situação era diferente em Mosul. Lá existem árabes, curdos, turcomanos e yazidis morando lá, todos eles sofreram com o governo central sectário. Eles se sentiam traídos e excluídos da participação no governo. O que aconteceu lá era previsível. Seis meses antes, nós já tínhamos indícios claros de que o Estado Islâmico estava se preparando para atacar. Os islamistas há muito vêm coletando seus próprios impostos em Mosul, totalizando cerca de US$ 5 milhões por mês. No início de janeiro, o presidente curso Masoud Barzani alertou o governo quanto a um desastre iminente.
    Spiegel: E o governo não fez nada?
    Chalabi: Não. Maliki enxergava o Estado Islâmico como uma forma de exercer pressão. Se eu não for reeleito, o terror recairá sobre vocês – esta era a mensagem dele.
    Spiegel: O Estado Islâmico teria conseguido conquistar ainda mais territórios se o governo autônomo curdo não tivesse partido para o ataque?
    Chalabi: O feito dos curdos foi surpreendente, tanto militar quanto diplomaticamente. Governos europeus reconheceram isso e abandonaram sua resistência ao envio de armas. A Alemanha, também, agiu corretamente. Agora, precisamos de uma liderança militar conjunta para que os curdos e o exército possam retomar Mosul.
    Spiegel: Os curdos acreditam que estão mais próximos do que nunca de ter seu próprio estado. Você não está preocupado com a secessão?
    Chalabi: Os curdos sabem que não conquistarão seu próprio estado pela força das armas, mas através do reconhecimento internacional. E eles certamente ouviram o que o ministro de exterior alemão disse em relação ao envio de armas: não há um estado curdo. Mas isso não dever impedir que os curdos continuem desenvolvendo suas próprias instituições. Ainda assim, a melhor coisa para eles seria continuar como parte do Iraque, mas em troca temos de tratá-los com respeito – sua nacionalidade, sua língua e sua cultura.
    Spiegel: E se isso não for suficiente para os curdos?
    Chalabi: Então isso não significaria o fim para o Iraque. A Alemanha perdeu o leste da Prússia. A Alemanha não é um país forte hoje de qualquer forma?
    Spiegel: Na Síria, o Estado Islâmico está lutando contra grupos de oposição que se rebelam contra o presidente Bashar al-Assad, que os deixou sozinhos como resultado. Mas agora, os jihadistas também estão colocando o regime em risco. Você acredita que Assad se arrepende de não ter perseguido o Estado Islâmico antes?
    Chalabi: Não, não acredito. Sim, os islamitas hoje são os únicos que podem oferecer uma resistência significativa. Depois de tomar Mosul, o Estado Islâmico enviou 75 caminhões cheios de armas capturadas de nosso exército para a Síria. Mas o Estado Islâmico também enfraqueceu todas aquelas forças que poderiam ser perigosas para Assad. Dessa forma, ele foi capaz de se concentrar em solidificar seu poder em áreas metropolitanas como Damasco e na costa. Agora estamos diante da questão: qual é o mal menor?
    Spiegel: E qual é a sua resposta para esta pergunta?
    Chalabi: Eu acho que está claro. Precisamos de uma frente unida contra o Estado Islâmico e Assad acaba sendo o poder decisivo que pode lutar contra eles. Mas a situação é incongruente porque também temos de respeitar os pedidos de mudança. Eu seria favorável a uma mudança digna.
    Spiegel: Um diplomata sênior norte-americano em Bagdá nos contou que os combatentes do Estado Islâmico são "sociopatas liderados por psicopatas".
    Chalabi: Isso pode se aplicar aos combatentes do Ocidente que se sentem excluídos na Europa e vêm para cá por esse motivo. Mas os líderes são ex-oficiais do exército iraquiano ou professores. Eles não são psicopatas, eles sabem exatamente o que estão fazendo, são muito bem organizados e têm uma hierarquia rígida.
    Spiegel: O que é tão fascinante em relação ao Estado Islâmico que centenas de sunitas estão correndo para se juntar a ele?
    Chalabi: O Estado Islâmico não é corrupto. Isso o torna muito atraente em um país como o Iraque. E é claro muitos se sentem atraídos por seu sucesso militar. Pela primeira vez, os sunitas têm uma força de luta efetiva. Para os sunitas, o Estado Islâmico tem uma função similar à do Hezbollah para os xiitas. Antes de conquistar Mosul, o Estado Islâmico tinha talvez 10 mil combatentes, mas agora ele tem muito mais. A taxa de recrutamento deles é imensamente alta: a cada mês, cerca de 2.000 homens são treinados. E seu sucesso se irradia para a Jordânia, Líbia e Península Arábica – e até a lugares distantes como o Mali e o Paquistão.
    Spiegel: Mas a espinha dorsal do Estado Islâmico são os clãs sunitas que Maliki basicamente obrigou a apoiarem a revolta.
    Chalabi: Muitos sunitas se juntaram ao Estado Islâmico porque sentiram que estavam sendo maltratados. Reconquistar sua confiança é a primeira tarefa do novo governo. Isso será difícil, mas é possível.
    Spiegel: Qual será o próximo campo de batalha?
    Chalabi: O Estado Islâmico está seguindo uma estratégia clara. Primeiro, quer solidificar seu poder no Iraque e na Síria. Então, seus guerrilheiros tentarão avançar para a costa mediterrânea da Síria. Se tiverem sucesso, isso será visto como seu próximo grande triunfo. E então, seu alvo será a Jordânia, onde as coisas serão fáceis para eles. O Estado Islâmico já tem um amplo apoio em muitas cidades lá. E quando chegarem lá, será novamente uma grande surpresa para todos.
    Spiegel: Por que nós estávamos tão errados sobre a situação no Iraque e na Síria?
    Chalabi: Vocês pensavam que o Estado Islâmico era apenas um bando de homens armados e subestimavam a capacidade estratégica e militar dele. Quando os clãs sunitas perto de Fallujah se rebelaram no início do ano, o Estado Islâmico da Síria enviou apenas 150 combatentes. Agora, os extremistas controlam uma imensa área no Iraque. Até os ataques aéreos dos EUA começarem, eles podiam se movimentar com total liberdade.
    Spiegel: O presidente norte-americano Barack Obama anunciou sua intenção de expandir os ataques aéreos contra os combatentes do Estado Islâmico para a Síria. Esta declaração de guerra contra os terroristas é bem-vinda para você?
    Chalabi: Espero que possamos nos valer desta nova abordagem direta. É uma vergonha, mas sem o apoio norte-americano, o Estado Islâmico teria tomado muitos outros lugares no Iraque. Ontem mesmo, eles quiseram capturar a represa de Haditha, mas os ataques aéreos os impediram. Agora, nosso exército precisa fazer o melhor uso dessa assistência.
    Spiegel: Você acredita que os EUA podem impedir o Estado Islâmico apenas com ataques aéreos?
    Chalabi: Não, tropas efetivas de infantaria também são necessárias. A coalizão anti-Estado Islâmico precisa ser totalmente realista nesta questão.
    Spiegel: Você não faria oposição ao apoio em solo?
    Chalabi: Os EUA já estão nos apoiando com cerca de mil especialistas. Mas deveriam ficar por aí. Sou contra uma grande intervenção militar com tropas de infantaria. Isso não ajudaria.
    Spiegel: Quando o último soldado norte-americano foi retirado do Iraque em 2011, Obama disse que o país era um estado soberano, independente e democrático. Isso foi uma mentira ou uma avaliação extremamente equivocada?
    Chalabi: Na época, o presidente estava disposto a fazer qualquer coisa para sair de lá. Ele tinha prometido retirar os soldados durante a campanha e tinha que cumprir a promessa, não importava o preço.
    Spiegel: Quando você observa o cenário hoje, o terror, o sofrimento humano, a miséria econômica, você ainda acredita que valeu a pena se livrar de Saddam Hussein? E você se arrepende de ter fornecido informações falsas para os EUA para justificar a invasão de 2003?
    Chalabi: Eu não me arrependo de nada. E nós não fornecemos nenhuma informação falsa. Fornecemos aos norte-americanos três informantes e também demos a eles nossa avaliação. Mas a decisão de invadir foi tomada pelos norte-americanos sozinhos. E, por mais difícil que a situação esteja atualmente no Iraque, foi correto derrubar Saddam Hussein. Não tínhamos futuro com ele. Hoje, pelo menos temos esperança de que tempos melhores virão.
    Spiegel: Sr. Chalabi, agradecemos por esta entrevista.

    "Eles sabem exatamente o que estão fazendo", diz Chalabi | GGN

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