Ficha Corrida

22/08/2016

Olimpíadas 2016: Rede Globo & Michel Temer ganham medalha de ouro em golpe paraguaio

Globo Golpista maratona 4Não é só covardia, como aquela em que os financiadores do golpe de 1964 presenciavam as sessões de tortura, estupro e mortes no DOI-CODI, mas também a lembrança de que os criminosos não podem sair à luz do dia. A omissão de alguns e a comi$$ão de muitos provocou no mundo o que em bom português se chama vergonha alheia.

Acompanhei a decisão do vôlei masculino pela RAI. A geradora de imagens não cansava de mostrar um cartaz Fora Temer. A TV estatal italiana dizia que o Brasil está passando por um momento conturbado, que as pessoas estão infelizes. Errado, pela tela da Rede Globo só apareciam pessoas felizes. Como explicar aos italianos a Lei Rubens Ricúpero que a Rede Globo & FHC impõem ao Brasil.

De nada adianta tirar o covarde e usurpador do Planalto se as condições para que ele chegasse lá permanecem inalteradas. A plutocracia pode sempre contar com a Rede Globo para defender a cleptocracia. Se não fosse Temer, seria Aécio Neves, Eduardo CUnha ou qualquer outro corrupto blindado e alcovitado pela Rede Globo.

Ou o Brasil acaba com a Rede Globo ou a Rede Globo transforma o Brasil num seu puteiro.

Pimenta pinta o retrato de um covarde!

Cadê o Lula, cadê a Dilma?, perguntavam

publicado 22/08/2016

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Do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS):

O retrato da covardia

Pense comigo: um País luta por anos para conquistar a honra de sediar uma olimpíada. Disputa com grandes potências mundiais, e consegue. Na época Lula era o Presidente, e sua liderança, confiança e coragem foram decisivos para a conquista. Todos nós sabemos disso. Todos sem exceção sabem. No entanto seu nome jamais foi falado. Nenhuma autoridade brasileira, nenhuma grande rede de TV, nenhum jornal lembrou durante as olimpíadas que, sem ele, não existiria Rio 2016.

Dilma Rousseff, como ministra e como Presidenta, trabalhou muito para que o Brasil realizasse um evento de sucesso. Todos sabem que ela controlava pessoalmente os cronogramas, as metas e o andamento dos projetos para que tudo desse certo. Rio 2016 foi um sucesso. O nome de Dilma não foi citado. Não foi lembrado por ninguém.

Lula e Dilma tiveram seus nomes e protagonismos apagados da história da Rio 2016. Nas inúmeras retrospectivas nas TVs, suas imagens foram proibidas nas edições. Nos coquetéis e eventos, sequer fotos suas poderiam estar nos ambientes. Nos protocolos do governo interino seus nomes foram banidos.

O constrangimento foi a marca da presença dos representantes dos países que vieram ao Brasil. No coquetel que antecedeu a cerimônia de abertura, perguntavam insistentemente por Lula e Dilma. Muitos se reuniram com eles durante diferentes momentos na preparação dos jogos. Queriam vê-los, abraçá-los, agradecer. Mas suas presenças eram proibidas. Seus nomes, ignorados.

A vaia durante os 8 segundos envergonhados de Temer não deixou dúvidas: há algo muito errado acontecendo no Brasil.

No encerramento, pela primeira vez, ninguém veio. O primeiro-ministro japonês, por obrigação, por ser o próximo país-sede, teve que estar presente. Até agora tenta entender quem é esse indivíduo que não teve coragem de comparecer no encerramento do maior evento esportivo do mundo, que o Brasil é o anfitrião, porque tem medo do seu próprio povo. Temer é o retrato da covardia. O mundo sente vergonha por nós.

Pimenta pinta o retrato de um covarde! — Conversa Afiada

21/08/2016

Silva para Silva

Entenda porque a plutocracia promove a caça obsessiva ao grande molusco. Ele é Silva. A cleptocracia roubou dos Silva até as Olimpíadas.

SilvasDo Portal do Movimento Popular:

Em 2009, um Silva foi a Copenhagen e convenceu o mundo que no seu Brasil, no Rio, era possível fazer uma Olimpíada.

Enquanto isso, em Marilia, outro Silva, aos 15 anos, dava seus primeiros passos no atletismo.

E na Cidade de Deus, uma Silva golpeava o destino no tatame.

Nesses sete anos, aquele Silva ajudou os dois jovens Silvas com programas sociais dedicados ao esporte.

"Bolsa esmola", diziam muitos não-silvas.

2016 chegou.

A Silva da Cidade de Deus e o Silva de Marilia colocaram seus ouros no peito para orgulho de milhões de outros silvas anônimos espalhados pelo país.

Aquele primeiro Silva, que tornou possíveis os sonhos de tantos silvas, foi expulso da festa pelos não-silvas que, neste exato momento, estão imaginando como fazer para se apropriar do ouro dos silvas. O Brasil não é generoso com os silvas. Mas é feito por eles.

Parabéns, Rafaela, Thiago, Luiz Inácio e toda a família Silva.

Conheça a Bolsa Pódio e os programas sociais que beneficiaram os atletas que levaram medalhas na Olimpíada. Por Pedro Zambarda

Postado em 19 Aug 2016 – por : Pedro Zambarda de Araujo

Rafaela foi uma entre os muitos atletas beneficiados pelos programas sociais

Negra, moradora da favela, lésbica e militar da Marinha, Rafaela Silva foi a primeira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada de 2016. Sensação nas redes sociais, ela foi  beneficiada diretamente do Bolsa Pódio, programa social do primeiro governo Dilma Rousseff, o desempenho da atleta levantou discussões sobre o papel dessas iniciativas na preparação de esportistas de ponta.

Rafaela não foi a única. Thiago Braz, um jovem de 22 anos, superou o recordista Renaud Lavillenie para chegar no ouro no salto com vara e também foi beneficiado pelo programa. Isaquias Queiroz, prata na canoagem, recebeu também a bolsa.

Para entender: a Bolsa Pódio foi concebida originalmente em uma lei de número 12.395, de 16 de março de 2011. Para entrar no programa, somente os 20 melhores atletas do ranking mundial ou na prova específica da modalidade podem fazer parte.

Há quatro grupos em que os atletas brasileiros poderiam se enquadrar. Se estivesse entre a 17ª e a 20ª posições, a judoca receberia R$ 5 mil de bolsa para estimular o seu desempenho. Na faixa entre a 9ª e a 16ª posições, o esportista recebe R$ 8 mil. Entre a 4ª e a 8ª posição, a bolsa sobe para R$ 11 mil. O financiamento máximo é de R$ 15 mil, para a 1ª, 2ª e 3ª posições nos rankings.

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Se o atleta cumprir os critérios e ter indicação por sua confederação esportiva, em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), ou pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), será necessário enviar um plano esportivo para análise.

O documento será analisado pelos membros do COB (ou CPB), da confederação e do Ministério do Esporte. Depois de aprovado em todas as frentes, o contemplado tem seu nome publicado no Diário Oficial. A bolsa vale por 12 meses e pode ser renovada.

Rafaela Silva recebeu o benefício desde sua participação em 2012 na Olimpíada de Londres, quando foi desclassificada por dar um golpe ilegal contra a húngara Hedvig Karakas. Na época, ela foi chamada de a “vergonha da família”, mas superou o trauma e venceu quatro anos depois.

A bolsa ajudou tanto Rafaela que ela fez campanha pela presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2014, justificando seu voto. Além dela, dos 14 judocas brasileiros na Olimpíada, 13 recebem ajuda do programa petista.E o benefício de 2011 não foi o único para ela.

Pelo menos oito medalhistas brasileiros vieram do setor militar. O governo federal concede ainda mais incentivos financeiros para atletas alistados.

Rafaela Silva, por exemplo, é integrante da Marinha. Como terceiro sargento, ela faz parte do Programa de Atletas de Alto Regimento do Ministério da Defesa com o Ministério do Esporte.

A iniciativa ocorre com alistamento voluntário que leva em conta medalhas que a judoca conquistou anteriormente, que contam como pontos. Integrada ao programa, Rafaela recebe um soldo, 13º salário, plano de saúde, férias, direito à assistência médica, incluindo nutricionista e fisioterapeuta, além usar todas as instalações esportivas militares adequadas para seu treinamento.

Este outro programa foi lançado em 2008, durante o segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O programa consome pelo menos R$ 18 milhões e é inspirado em experiências bem-sucedidas em países como Alemanha, China, Rússia, França e Itália.

As duas bolsas, combinadas, mostram como os atuais militares e os governos de Lula e Dilma prepararam nossos atletas para esta Olimpíada.

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Pedro Zambarda de Araujo

Sobre o Autor

Escritor, jornalista e blogueiro. Autor do projeto Geração Gamer, que cobre jogos digitais feitos no Brasil. Teve passagem pelo site da revista EXAME e pelo site TechTudo.

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20/08/2016

Medalha de ouro na modalidade complexo de vira-lata

OBScena: vira-latas a rigor!

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Os EUA se expuseram como nunca para se apropriarem do petróleo do Iraque, Egito, Líbia, Síria, Ucrânia e Venezuela. Em relação ao Brasil não precisou fazer nenhum esforço. Aqui os A$$oCIAdos do Instituto Millenium montaram o golpe paraguaio para entregar o pré-sal sem que os EUA precisassem investir um centavo. José Tarja Preta Serra, representante máximo da Chevron, como revelou o convescote de Foz do Iguaçu, não só entrega como pede desculpas por eles terem de vir buscarem nosso petróleo. Pitbull com o Uruguai, a quem tentou comprar, fez-se de Luluzinho da Pomerânia em relação aos delinquentes travestidos de atletas ianques.

A Rede Globo, mentora, teúda e manteúda do golpe, infectou seus midiotas com o complexo de vira-lata. Chama-los de quinta coluna é um elogio, são lesa-pátria, que atentam não só contra o presente mas principalmente contra nosso futuro

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis

José Carlos de Assis – sab, 20/08/2016 – 09:09

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos

por J. Carlos de Assis

Esses nadadores norte-americanos deveriam receber uma medalha especial de diamante por perderem quatro provas simultaneamente com apenas algumas braçadas num posto de gasolina durante os Jogos Olímpicos do Rio: a prova de desmoralização do esquema de segurança dos jogos, a prova de tentativa de desmoralização dos atletas russos patrocinada pelos Estados Unidos por suposto doping, a prova de exibição de vaidade pelo Ministério Público determinado a aparecer no meio da confusão midiática, e a prova de vassalagem aos americanos por parte de William Wack ao atribuir a repercussão pelo vandalismo dos atletas não à atitude deles, mas à fama de insegurança do Rio.

Vamos aos poucos. Grande parte da imprensa americana torceu abertamente contra o sucesso das Olimpíadas do Rio sob o argumento de que a cidade é dominada pela crimiinalidade. Não bastou o fato de que o Comitê Olímpico Brasileiro, em estreita colaboração com as autoridades municipais, estaduais, federais, mundiais e Exército, tenha apresentado um dos mais cuidadosos planos de segurança em olimpíadas no mundo. Talvez até tenhamos pecado por excesso. Algumas prisões de supostos terroristas foram realizadas mais por precaução do que por risco efetivo de atentados. Numa palavra, para a organização de segurança de grandes eventos, demos um exemplo espetacular ao mundo.

É evidente que, diante do maior evento de relações públicas do mundo, a atitude dos atletas foi de grande benefício para a autoestima do Rio. Em outro ponto, porém, a contribuição dos atletas foi ainda mais espetacular. Os Estados Unidos, diretamente ou através de parceiros, tentaram de todo modo desmoralizar a Rússia e tirar seus atletas da competição sob o argumento de que havia um esquema estatal de doping. Entretanto, essa acusação não chegou a ser bem explicada. De fato, se era uma ação do Estado, os atletas não tinham culpa. Se era uma ação dos atletas, o Estado russo não tinha culpa. Por mais cruel que isso possa ser para atletas paraolímpicos, eles estão sendo barrados nas olimpíadas do Rio.

Diante disso, é preciso avaliar o que é pior para o moral de um país: ter arruaceiros entre seus atletas ou participarem esses atletas de um doping eventualmente involuntário. De qualquer modo, e tomando em conta a repercussão na imprensa, a arruaça ganhou do doping. A imprensa brasileira, e grande parte da imprensa mundial dedicaram uma semana para demonstrar que os americanos são arruaceiros, mentirosos e covardes. Os russos, inocentes ou não, se livraram dos holofotes. E espero que seus atletas paraolímpicos venham para a competição pois seria uma crueldade, por razões obscuras, deixá-los fora, ainda eles que são heroicos portadores de necessidades especiais.

Finalmente, o quarteto da arruaça deu oportunidade a William Wack para fazer uma grave reserva no Jornal da Globo quanto ao comportamento dele: são maus meninos, sim, deu a entender ele. Mas devem ser desculpados por causa da fama de criminalidade do Rio. Então é isso. Para a Globo e seus mais eminentes jornalistas, a arruaça e a quebradeira, desde que feitas por americanos, é um desvio menor. Pior é nossa criminalidade, mesmo quando ela não aparece nas estatísticas da Olimpíada. Talvez para se contrapor a essa vassalagem, um promotor fez o oposto: decidiu pedir o aumento da multa dos atletas para R$ 150 mil, a fim de ter alguns minutos adicionais de fama nessa pantomina olímpica.

J. Carlos de Assis – Economista, professor, doutor pela Coppe/UFRJ.

Medalhas de diamante para os arruaceiros americanos, por J. Carlos de Assis | GGN

06/08/2016

Fuera Temer

Filed under: Argentina,Brasil,Golpe,Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Olimpíadas 2016 — Gilmar Crestani @ 5:25 pm
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O Brasil visto da Argentina, e a Argentina vista da Brasil guardam algumas coincidências. Aqui há uma caçada obsessiva ao grande molusco. Incitados pelo Brasil, a Argentina também passou a caçar Hebe Bonafini. Outra coincidência. Maurício Macri e o Grupo Clarin viviam de acusar Cristina Kirchner de toda sorte de malfeitos, assim como a Rede Globo e Aécio Neves viviam de acusar Lula. De repente aparecem os tais de Panama Papers e, vejam só, quem aparece lavando dinheiro com a ajuda da Mossack & Fonseca? Maurício Macri, Clarin, Rede Globo e mais uma matilha de plutocratas brasileiros e argentinos.

Protestas contra Temer frente al Copacabana Palace Hotel en Río.

Imagen: AFP

El “Fuera Temer” copó la playa

Con pasacalles exigiendo “Fuera Temer”, miles de sindicalistas, campesinos sin tierra y trabajadores urbanos sin techo, muchos de bermudas sencillas y sandalias, se concentraron frente al exclusivo Copacabana Palace.

Por Darío Pignotti

Desde Brasilia

“Los trabajadores, los movimientos sociales y los jóvenes ya ganamos la medalla de oro contra el golpe”, afirmó el presidente de la Central Unica de Trabajadores Vagner Freitas al comentar la manifestación realizada al mediodía de ayer frente a la playa de Copacabana, zona sur de Rio de Janeiro.

Con pasacalles exigiendo “Fuera Temer” miles de sindicalistas, campesinos sin tierra y trabajadores urbanos sin techo, muchos de bermudas sencillas y sandalias, se concentraron frente al exclusivo Copacabana Palace. Varios manifestantes habían pasado la noche viajando desde San Pablo y otros estados para denunciar la deposición de la presidenta Dilma Rousseff, quien es sometida a un impeachment en el Senado.

Debido a la concentración en en la Avenida Atlántica, la que une las playas más conocidas en el sur de la ciudad, el desfile de la antorcha olímpica tuvo que desviarse del itinerario establecido previamente por el Comité Organizador Rio 2016 y la Alcaldía.

A los movimientos sociales y sindicatos, se sumaron trabajadores de la salud y empleados públicos cariocas que repudiaron el derroche de fondos destinados a los Juegos en perjuicio de los servicios escenciales. Los inconformes coreaban consignas como “No va a haber antorcha”, “Policía Asesina” y los “Juegos de la Exclusión”. La foto de un Temer pálido fue enredada en las argollas olímpicas.

Enviados extranjeros y turistas tomaban fotos de la concentración en torno de la cual hubo un aparatoso despliegue de efectivos con uniformes camuflados que no parecían muy amigables. Sindicalistas denunciaron la hostilidad de la Policía Militarizada que interceptó los colectivos procedentes de San Pablo para participar en el mítin, repitiendo una modalidad que se ha observado en otros actos recientes de repudio al gobierno de excepción y en defensa de la restitución Rousseff.

La presidenta electa reiteró ayer su decisión de no participar en la cermonia de apertura en el estadio Maracaná encabezada por el “usurpador” Michel Temer. Temer reconoció que el país enfrenta una crisis política y económica en un comunicado donde dijo estar esperanzado en que las Olimpíadas inicien una etapa de “paz y armonía” entre los diversos actores políticos y sociales.

Esa convivencia declamada por el mandatario interino no se compadece con la realidad de un país político fracturado como lo demuestra el faltazo de los ex presidente Dilma y Luiz Inácio Lula da Silva al evento en el Maracaná, donde además hubo la presencia de menos de 50 jefes de estado, la mitad de los que asisitieron a los Juegos de Londres en 2012.

Difícilmente el nuevo gobierno, que posiblemente se tornará definitivo con la condena de Dilma en el Senado a fines de agosto, podrá transmitir al mundo la ilusión de que en Brasil impera una democracia legítima. Los formalismos institucionales a los que es tan afecto el nuevo régimen son suficientes para disimular el golpe parlamentario en curso y lo que se avisora como una doctrina de la seguridad nacional suave, con la oposición y los movimientos sociales como potenciales enemigos internos.

Paréntesis: a la misma hora que ocurría el acto de protesta en Rio en el centro de San Pablo un llamativo despliegue de policías militarizados apoyados por helicópteros rodeaba uno de los puntos de venta de crack más conocidos de la ciudad, “Crackolandia”.

Tras lo cual la gobernación paulista informaba sobre la detención de varios dirigentes sin techo y aseguraba que ese movimiento social está vinculado al “narcotráfico” y el “crimen organizado”.

Alegría por cadena nacional. El descontento en las calles fue omitido por las cadenas privadas de noticias que en bloque machacaron desde las primeras horas de la mañana en reslatar que todos los males quedaron atrás y ahora “es el momento del alto astral y optimismo”, según el columnista Arnaldo Jabor, de la cadena Globo, un muy conocido paladín de la campaña por la destitución de Dilma y los “bolcheviques” (siempre usa ese adjetivo) del PT .

A las siete de la mañana un reportero radial sintetizaba en la frase “la antorcha llegó al Cristo Redentor, la alegría es brasileña”, el discurso único reproducido por la mayoría de los medios. El contento periodístico llegó al cielo cuando el arzobispo carioca Joao Tempesta bendijo la antorcha en lo alto del cerro Corcovado, ecía la antorcha en lo alto del cerro Corcovado.

El despligue militar y policial en el Corcovado, el Pao de Açucar, la Villa Olímpica, el Maracaná y decenas de favelas favelas componían la escenografía de una ciudad en guerra de baja intensidad, que probablemente no acabará el 21 de agosto con el fin de las Olimpiadas. Ayer el influyente juez Gilmar Mendes, conocido como el miembro de la Corte más explícitamente opositor a Dilma, propuso que las fuerzas armadas continúen ocupando la ciudad hasta las elecciones municipales de octubre. Es casi un hecho que Temer aceptará la sugerencia.

Página/12 :: El mundo :: El “Fuera Temer” copó la playa

Olimpíadas à sombra do Golpe Paraguaio

Stop Coup in Brazil

Estou acompanhando as Olimpíadas pela RAI (TV italiana). Nesta manhã de sábado, o jornal TG3 mostra a vaia sonora à Michel Temer e explica os motivos. A usurpação do poder por um grupo político envolvido em diversos crimes. Também foi notada a ausência de Pelé, que, segundo o jornal, não está bem explicada mas se comenta que seria para não emprestar, gratuitamente, as imagens que serviriam para aumentar o faturamento da Rede Globo.

Resumo da ópera. Neste momento o mundo, com exceção da América Latina, está em dificuldade: como explicar Golpe Paraguaio em alemão, italiano, francês, chinês, inglês ou russo?!

Em compensação, há uma compreensão universal que há um golpe em curso no Brasil é que a Plutocracia logrou, parole juste, sepultar a democracia e instalar uma verdadeira cleptocracia.

Ainda há, por estas bandas, quem pensa que se trata de um processo legal. Eduardo CUnha concordaria. Eliseu Rima Rica diria tri-legal… Mas convém lembrar que o nazismo e o fascismo também se instalaram de forma legal.

O caráter do nazi-fascista se faz presente mediante as ações e omissões da Rede Goebbels. Se alguém pensa que basta tirar Michel Temer, está muito enganado. O problema não é Michel Temer, ficha suja inelegível por oito anos. O problema são os grupos mafiomidiáticos, golpistas desde sempre. Se é vergonhoso ter Michel Temer e José Ivo Sartori nos executivos no Planalto e no Piratini, pior ainda é ver ao nosso lado, pessoas pretensamente inteligentes, porque portadoras de diploma de curso superior, pois são prova que atestam que conhecimento não é caráter.

Em tempos de olimpíadas sempre é bom lembrar o fair play, o respeito às regras do jogo. No Brasil do golpe de 2016 a legalidade é um tapetão persa.

E saber perder!

Temer Golpista à serviço da Rede Globo e sua matilha de assaltantes

Apresentação de Temer estava prevista no guia de mídia da cerimônia

Postado em 6 de agosto de 2016 às 8:21 am

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Do globo:

O guia de mídia sobre a cerimônia de abertura, distribuído com antecedência à imprensa, chegou a registrar como uma das ações do evento a “apresentação dos presidentes” do Comitê Olímpico Internacional (COI) e do Brasil. Thomas Bach foi anunciado e projetado no telão. O presidente interino Michel Temer ficou fora do anúncio.

No guia de mídia, estava prevista a apresentação do “Excelentíssimo Senhor Presidente da República em exercício Michel Temer”. Um desenho de Bach e Temer lado a lado, sorridentes e acenando para a câmera, ilustra essa parte do guia de mídia. O guia é elaborado pelo comitê organizador da Rio 2016.

A ação estava prevista para antes do Hino Nacional cantado por Paulinho da Viola. Apenas Bach foi apresentado.

Diário do Centro do Mundo Apresentação de Temer estava prevista no guia de mídia da cerimônia

O legado de Temer para a Rio 2016 é o desprezo e a revolta por quem usurpou a festa e a democracia. Por Kiko Nogueira

Postado em 05 Aug 2016 – por : Kiko Nogueira

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De acordo com a Globo, a Olimpíada se passa no Projac, a Baía da Guanabara está límpida, o Rio de Janeiro é Viena, tudo funciona perfeitamente e o interino, patrono da coisa, é um estadista.

Esse é o universo paralelo.

No mundo real, a Rio 2016 foi contaminada de maneira incontornável pelo golpe. Michel Temer, um penetra numa festa que não bolou, tocou os Jogos com seu dedo podre.

Temer pediu para não ser anunciado na abertura, com medo das vaias, informa a Reuters. Resolveu falar no final. Foi vaiado estrepitosamente.

Nesta sexta, 5, os protestos começaram logo pela manhã. Copacabana foi tomada por manifestantes que forçaram o desvio do trajeto da tocha.

Manifestações estão programadas para todos os dias de provas. Nas ruas, nos estádios e nos ginásios, faixas contra ele estão sendo desfraldadas. Começou na quarta feira, estreia do futebol feminino com Brasil e China.

Apenas 40 chefes de estados confirmaram presença na abertura, menos de metade dos que foram a Londres em 2012. O número alardeado por Serra já era ruim: 45. Apenas um deles, o presidente da Armênia, marcou reunião com MT.

A resposta da canalha é um recrudescimento na “segurança” (sinal dos tempos que virão?).

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que quem fizesse qualquer tipo de manifestação contrária ao evento estaria “jogando contra o Brasil”.

“Eu penso que as pessoas vão refletir. Cada um se prepare para arcar, sob ponto de vista político, sob o ponto de vista da sua consciência, do seu compromisso com os brasileiros de hoje e de amanhã por esse gesto [as vaias]”, disse.

A frase ecoa o “ame-o ou deixe-o”. O fato é que a Constituição e a liberdade de expressão acabaram sendo atropeladas.

Na partida entre Brasil e África do Sul, uma professora foi abordada por um policial identificado como “capitão Fabiano”. Ela estava com um grupo e filmou tudo.

“Eu posso lhe prender por desobediência”, falou Fabiano. “Eu já avisei a senhora que é contra a lei. Não vou punir a senhora. Mas, se a senhora levantar o cartaz, já sabe. Já está avisada”.

A regulamentação dos Jogos Olímpicos proíbe “bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas, de caráter racista ou xenófobo ou que estimulem outras formas de discriminação” — o que não era o caso.

No jogo da seleção feminina, outro incidente similar. Um “fiscal” com crachá foi para cima de torcedores. “Se você se manifestar com uma faixa ‘Fora Temer’, nós vamos tomar. Dentro do estádio não pode. Não vou discutir com você. Você está avisado. Coloca de novo para você ver se não te prendo”, disse.

Em entrevista ao JornalGGN, o criminalista William Cesar Pinto explicou que “impedir que pessoas se manifestem em eventos esportivos, para que o mundo não tenha conhecimento do que ocorre aqui dentro, da satisfação ou insatisfação com determinado governo ou regime político, não é da essência da cultura e desses eventos esportivos. Cercear isso viola essa liberdade de manifestação e de expressão.”

Segundo o advogado, quem for retirado ou submetido a constrangimento pode recorrer à Justiça.

Numa carta aberta estúpida — provavelmente o discurso que ele trocou pela meia dúzia de palavras no Maraca —, Temer escreveu que “o diálogo é o primeiro passo para enfrentarmos os desafios para avançar e garantir a retomada do crescimento”.

“É possível, também, mensurar o imenso legado em infraestrutura urbana feitos pelos governos municipal, estadual e federal e que ficarão para a população.”

É impossível separar o anfitrião do evento. Sete anos depois da escolha do Brasil para os Jogos, somos o Paraguai, uma chacota para inglês ver enquanto é assaltado.

Até 21 de agosto, não passará uma hora sem que o nome de Temer seja lembrado na Olimpíada — ainda que ele tente calar essas vozes e que a propaganda tente parecer que as instituições estão funcionando.

Este será o tal “imenso legado” da Olimpíada: a união contra quem usurpou a democracia e a festa.

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Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo O legado de Temer para a Rio 2016 é o desprezo e a revolta por quem usurpou a festa e a democracia. Por Kiko Nogueira

Sem Lula, Pelé não vai

Lula trouxe a Copa e as Olimpíadas. A Rede Globo trouxe o Golpe Paraguaio. Pelé preferiu ficar ao lado do grande molusco e não emprestou sua imagem aos cofres da Rede Globo.

O papel de Lula na escolha do Rio como sede das Olimpíadas foi suprimido pela Globo. Por Paulo Nogueira

Postado em 05 Aug 2016 – por : Paulo Nogueira

Lula e Pelé comemoram a vitória do Rio em Copenhague

Lula e Pelé comemoram a vitória do Rio em Copenhague

A Globo vendeu seis cotas de patrocínio das Olimpíadas por 1,5 bilhão de reais.

Outras cotas, cinco, foram vendidas pelo Sportv, do grupo, a um preço menor.

Para você ter uma ideia do tamanho da cifra, nas Olimpíadas de 2008 em Pequim a cota era dez vezes menor: 25 milhões. (Em 2012 em Londres a Globo ficou de fora da transmissão.)

As digitais de Lula estão impressas nesse negócio bilionário. Foi Lula quem trouxe as Olimpíadas para o Rio.

O anúncio foi feito em 2009. O carisma mundial de Lula foi determinante para que a escolha recaísse sobre o Brasil.

Um vídeo da GloboNews no dia da escolha do Rio circulou estes dias na internet. Nele, Lula celebra o feito ao lado de muita gente, em Copenhague. Você pode vê-lo aqui.

Se você prestar atenção, vai enxergar ali, nas cercanias de Lula, Michel Temer, num de seus clássicos papeis na vida, o de papagaio de pirata. Era uma presença decorativa. Lula cita muita gente que contribuiu para o triunfo. Temer é, merecidamente, ignorado.

Na retaguarda, você vê, na redação da GloboNews, rostos marcantes da Globo ao vivo, na cobertura ao vivo do triunfo. Fátima Bernardes e Patrícia Poeta riem, como num êxtase, a cada frase de Lula.

Rio 2016 não existiria sem Lula. Nem o negócio bilionário da Globo, especialmente bem vindo num momento em que a internet vai criando crescentes problemas para a empresa.

Mas Lula desapareceu na Globo.

Num vídeo que recapitula os acontecimentos desde o anúncio do Rio, Lula foi simplesmente suprimido.

É o jornalismo de guerra dos Marinhos. Stálin fazia isso. Tirava das fotos históricas pessoas que caíam em seu desagrado.

Em sua maldade sem limites, a Globo iguala Stálin.

Mas nada do que a empresa faça vai eliminar o fato de que Lula é o pai das Olimpíadas e a Globo a madrasta ingrata, usurpadora e canalha.

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Paulo Nogueira

Diário do Centro do Mundo O papel de Lula na escolha do Rio como sede das Olimpíadas foi suprimido pela Globo. Por Paulo Nogueira

07/01/2015

Matias e seu patrão comeram mosta

O patrão do Matias Spektor e demais assoCIAdos do Instituto Millenium trabalharam o tempo todo contra a Copa. Os patrocinadores do Instituto Millenium, Multilaser e Banco Itaú, chegaram a patrocinar os vips dos camarotes do Itaquerão para xingarem, na abertura da Copa, Dilma. A organização da Copa ganhou de 7 x 1 da seleção mafiomidiática. De novo a história retorna, como diria Marx, como farsa. Contra o governo e para alavancarem seus candidatos o PIG continua atacando Dilma e Lula. Enquanto a oposição terceirizar sua proposição política às cinco irmãs seus candidatos terão o destino do Napoleão de Hospício das Minas Gerais.

Tentaram enfiar goela abaixo dos brasileiros aquele o pior senador no ranking da Veja. Nem eles suportam seus candidatos. Fizeram de tudo, como denunciou o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, para que desse errado em São Paulo. Os fracassomaníacos do PSDB e seus protetores na mídia vivem torcendo contra o Brasil, mas praga de urubu não pega em cavalo gordo. A manchete da Folha do dia 05/06/2014, véspera da abertura, dá uma ideia bem clara do torcidômetro dos invejosos…

Mas, como diz o ditado, enquanto os cães ladram a caravana passa…

MATIAS SPEKTOR

Diplomacia da superexposição

Olimpíada do Rio é o maior ativo diplomático do governo no início deste segundo mandato de Dilma

Acaba de começar o mais novo ciclo de superexposição do Brasil à mídia internacional. Durante os próximos 570 dias, o país ocupará rádios, televisões e redes sociais do mundo inteiro na esteira da Olimpíada do Rio de Janeiro.

É o maior ativo diplomático do governo no início deste segundo mandato. Assim como ocorreu na Copa, também se trata de um risco.

Desta vez, porém, as autoridades responsáveis contam com experiência acumulada e uma lição: a Copa, apesar de bem organizada, foi mal vendida em casa e no exterior.

Um dos problemas foi a ausência de uma estratégia para usar os jogos como alavanca de projeção internacional. Comemos mosca.

O Itamaraty não montou um plano de ação, cronograma de atividades ou projeto de atração de formadores de opinião estrangeiros.

Não instruiu os embaixadores a redigirem avaliações de risco ou sugestões práticas para avançar nossas prioridades em países-chave.

Não foram nomeados brasileiros notáveis para rodar o mundo fazendo propaganda, nem se convidaram aqueles que residem fora a ajudar no esforço.

De modo geral, a atitude da política externa oscilou entre dois polos igualmente improdutivos. Ora se tratou da Copa como coisa menor a ser relegada a gente do Esporte e do Turismo, ora como batata quente a ser evitada.

Assim, quando a cobertura negativa passou a tomar conta do noticiário internacional, não tínhamos instrumentos para reagir. Quando alguns embaixadores foram para o campo de batalha, fizeram-no por impulso próprio e munidos de seu talento individual apenas.

No fim, tudo deu certo porque, apesar dos inevitáveis fios desencapados, a festa estava bem organizada. E o alto-astral e a capacidade de acolher do brasileiro foram nosso mais valioso patrimônio.

Agora, aproveitando o frescor do novo mandato presidencial, a Olimpíada permite escrever uma história melhor.

Se o governo mobilizar sua vasta rede de embaixadas e consulados, em poucos meses trará dividendos.

Alguns são óbvios, como a promoção da marca Brasil e a atração de compradores, investidores e estudantes.

Outros são urgentes, como a criação de uma vocação de turismo para o Rio de Janeiro, que ainda não a possui.

O maior dividendo é político. Quando Londres sediou os últimos Jogos Olímpicos, por exemplo, o país amargava uma recessão, taxas alarmantes de desconfiança no governo e o baque de violentos protestos de rua.

"A rápida metamorfose de um estado geral de pessimismo para a febril autocongratulação dos últimos dias", concluiu um telegrama da embaixada brasileira ao fim do torneio, "garantiu ao país inegáveis ganhos de imagem".

É perfeitamente plausível imaginar algo similar no caso brasileiro.

O trabalho de uma força-tarefa de política externa para a Olimpíada não precisará ser custoso nem complexo.

Em tempo de vacas magras, certamente demandará criatividade. Mas tem muita coisa em jogo para a gente nem sequer tentar.

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