Ficha Corrida

16/06/2014

Manipulação made in Folha

FSP 16062014

Interessante a capa eletrônica do caderno Poder da Folha de São Paulo. A falta d’água em São Paulo é atribuída ao Cantareira. E como se o consumo do volume morto fosse uma mentira assacada pelo Padilha contra Alckmin e não uma realidade. Ora, é muita cara de pau tentar livrar a cara dos incompetentes cujo descalabro já provoca diarreia na periferia de São Paulo, onde os mais pobres não tem dinheiro para comprar água mineral para consumirem, como publicou a própria Folha ontem.

Já o assessor de Mário Covas, indicado por este ao Tribunal de Contas de São Paulo, a Folha elimina partido e correligionários e diz que é um Conselheiro do TCE usou paraíso fiscal para ocultar conta. Ora, a Suíça vem dizendo isso a tempos que o PSDB é o principal cliente daquele paraíso fiscal. Qualquer sujeito medianamente informado sabe que a Suíça lava mais banco, desde quando abrigou o botim de guerra que os nazistas roubaram dos judeus.

Nestas horas, não há criminalização partidária como fazem em relação ao PT. A Folha retira da capa o nome do partido e dos seus representantes do PSDB. Não há racionamento, há crise d’água. Não há corrupção do PSDB, há desvio de Conselheiro do TCE, Robson Marinho. Você le a matéria e não encontra o nome do sujeito, nem o partido nem os políticos que entronizaram no TCE. É tudo como se a culpa fosse de ets, da Alstom, Siemens.

Só o ódio de classe, como já havia explicitado Jorge Bornhausen, que pretendia acabar com a raça do PT, quando os grupos mafiomidiáticos se referem ao PT. Quanto se trata de criminalizar, usam a instituição e seus principais líderes. Bem diferente é o tratamento quando há envolvidos do PSDB. Nestas horas, seguindo orientação da D. Judith Brito, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium usam de eufemismo, sonegam informação, silenciam nomes e partidos. Em casos extremos, como Paulo Malhães, que foi executor da política defendida por eles na ditadura, executam como queima de arquivo. Não há mea culpa. A Globo publicou editorial assumindo que errou ao apoiar a ditadura. Não pediu perdão nem devolveu o que conseguiu mediante parceria com os facínoras. A Folha ainda acha por bem chamar a ditadura de ditabranda.

As manifestações no Itaquerão, com palavras que denotam o nível dos financiadores ideológicos e seus amestrados, não foram espontâneas. Vem sendo incutidas desde que Lula assumiu o poder. Não lhes interessa se foi por eleição, interessa que não sendo deles, há que se massacrar, mentir, distorcer, silenciar.

O baixo nível visto nos camarotes da Natura, Sony, Itaú no Itaquerão são o resultado para o qual concorreram a construção do ódio visto todos os dias nos veículos pertencentes às cinco famiglias: Civita, Mesquita, Frias, Marinho & Sirotsky.

O ódio ao partido que começou, timidamente, a alterar a lógica da distribuição de renda é patente e só não veem os mal informados.

Basta olhar o ranking do TSE para saber quem é o partido com mais membros condenados pela Justiça e hoje são considerados ficha suja:

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