Ficha Corrida

21/08/2016

Se Dória não quer foto comendo, imagine no Panama Papers

OBScena: nas prévias do PSDB, cabos eleitorais de João Dória Jr ganham medalha de ouro em jogo sujo

doria previas-psdbBasta um bueiro entupido ou um pouco de luz que as ratazanas aparecem por inteiro em sua mediocridade. João Dória Jr é mais uma destas personagens que ganha notoriedade quando o fascismo sai do anonimato. Quando a boçalidade perde a modéstia. Acusado de fraude e compra de votos na convenção do PSDB pelos próprios correligionários, uma reincidência típica das organizações golpistas, lança propostas todas num mesmo sentido, trata a capital como se fosse uma propriedade particular, um feudo, uma capitania hereditária, como aliás fazem no âmbito estadual. O homem do bunker de do Panama Papers, não quer acabar com a pobreza, quer acabar com os pobres. Se isso não for possível, que pelos menos sejam dificultados os acessos aos caminhos e serviços. Melhor foi a explicação para suas boçalidades: “não tenho compromisso com o erro”. Claro, se acertar o mérito é dele, se errar, é do estagiário…

A censura às fotos dele comendo é coisa pequena, de um anão moral. Se insere no mesmo contexto de outras personagens que colaboraram com o clima de golpe conduzido pela Rede Globo, como Danusa Leão, Rachel Sheherazade, Miriam Leitão, Luis Carlos Prates, Luis Carlos Heinze… Dória tem todo direito de não gostar das coisas do povo. Aliás ele se insere no contexto em que outra prócer tucana, Eliane Cantanhêde, alocou os eleitores do PSDB fora do povo, na massa cheirosa. O povo tem todo o direito de saber qual é a envergadura moral daquele que pretende conduzi-lo. Bem que a plutocracia gostaria de voltar ao voto censitário, mas enquanto não mudarem a forma de escolher nossos governantes, o povo vota. Aliás, qual é a diferença deste lombroso de Aécio Neves? Dois playboys intoxicados pelos holofotes.

Depois de proibir fotos, que outras coisas mais ele quer fazer em privacidade, sem que se possa mostra-lo completo e por inteiro, do tamanho de sua indigência política.

Não profeta, nem Cassandra, mas não há nenhuma surpresa no surgimento desta triste figura. A política de São Paulo já revelou coisas ainda piores. E Dória pode muito bem ter saído da mesma incubadora que produziu Ademar de Barros, Jânio Quadros, Orestes Quércia, FHC, José Serra, Paulo Salim Maluf, Celso Pitta, Kassab, Geraldo Alckmin. Como diria o velho Barão de Itararé, de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada. E é exatamente por isso que toda plutocracia se perfila ao seu lado.

Em São Paulo, cleptocracia é título nobiliárquico, com status hereditário. Nem poderia ser diferente numa terra que é sede da Revista Veja, da Folha de São Paulo e do Estadão, top ten do golpe, Instituto Millenium.

Fotografar ele comendo não pode, e sendo comido pelo Haddad, pode?!

Assessoria de Doria não quer foto dele comendo

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A assessoria de imprensa do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) não quer que ele seja fotografado enquanto come; em comunicado a jornalistas, um dos auxiliares do  tucano solicitou que não sejam tiradas fotos ou feitas filmagens “quando ele estiver se alimentando”; fotos do empresário fazendo careta ao comer um pastel e ao tomar um cafezinho viraram piadas na internet

20 de Agosto de 2016 às 21:34 // Receba o 247 no Telegram

SP 247 – A assessoria de imprensa do candidato a prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) não quer que ele seja fotografado enquanto come. Em comunicado a jornalistas neste sábado (20), um dos auxiliares do  tucano solicitou que não sejam tiradas fotos ou feitas filmagens “quando ele estiver se alimentando”. O pedido foi feito por meio do WhatsApp a um grupo de jornalistas que cobre a campanha de Doria à Prefeitura de São Paulo.

Fotos do empresário fazendo careta ao comer um pastel na rua e ao beber um cafezinho viraram piadas na internet. Segundo a campanha, o candidato está disposto a atender a todos, mas gostaria de ter “este momento de privacidade”.

Assessoria de Doria não quer foto dele comendo | Brasil 24/7

28/09/2015

Figurinha Padrão FIFA

FIFA PANINIOs caras não tem colhão para sair do Brasil de medo do FBI, mas se acham no direito de nos dar lição administrativa. Já conhecemos os suficiente em termos de choque de gestão e meritocracia à moda tucana. Os exemplos de Amir Gabriel e Simão Jatene, no Pará; Yeda Crusius, no RS; Cássio Cunha Lima, na Paraíba; Geraldo Alckmin, em São Paulo; Aécio Neves, em Minas; e Beto Richa, no Paraná são mais do que o suficiente para entendermos do que se trata “o novo modelo de gestão”. Aliás, o novo modelo de gestão do PSDB está há mais de 20 anos em São Paulo, e gerou duas grandes novidades para o Brasil: o PCC e racionamento d’água.

Na copa da corrupção Padrão FIFA, o FBI tem o álbum quase completo. Há um figurinha solta, João Dória Jr, que ousa levar a administração de São Paulo para mais próxima de seu povo: José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero.

JOÃO DORIA

Novo modelo de gestão para São Paulo

São Paulo merece uma radical mudança em seu modelo de administração, tornando o poder mais descentralizado e mais próximo da população

Comunidade, participação, descentralização. Esse é o triângulo que forma a base de uma moderna gestão municipal em nosso país, principalmente em metrópoles com grande população e vasto território.

Seria essa uma abordagem inovadora, revolucionária? Não. Basta lembrar o ex-governador André Franco Montoro, um dos principais precursores e defensores do municipalismo no Brasil, com a recorrente pregação sobre as vantagens da administração descentralizada.

Montoro dizia que "o indivíduo não mora no Estado, na União; mora no município, onde ocorre todo o processo político. Logo, tudo o que for administrado em menor escala será mais bem administrado". A descentralização foi um dos eixos de seu bem-sucedido governo do Estado de São Paulo, tendo como suporte conselhos por áreas de administração, como a da infraestrutura, a econômica e a social.

Infelizmente, nas últimas décadas, a gestão descentralizada perdeu força na esteira de pressões políticas e conveniências eleitorais, resultando –quase sempre– na indicação de quadros para comandar as estruturas administrativas.

É o caso, por exemplo, do município de São Paulo, com suas 32 subprefeituras, 96 distritos e diferentes densidades eleitorais. Cada qual com demandas específicas, a exigir do prefeito o extraordinário esforço de contemplar a globalidade metropolitana, de modo adequado e justo às regiões. Convenhamos, é missão quase impossível, até mesmo para administradores talhados para a função e imunes a pressões.

Tem sido impraticável alcançar índices de eficiência administrativa, em uma metrópole de quase 12 milhões de habitantes, tendo como modelo a centralização –ainda que se proclame que as subprefeituras têm Orçamento próprio e autonomia e que são responsáveis pelo planejamento e execução de serviços nas áreas de sua jurisdição.

O clima político competitivo e polarizado, como tem sido o da capital, confere ao prefeito o poder de nomear subprefeitos, definir obras, alocar recursos. Enfim, concentra em uma só pessoa o atendimento de todas as demandas da cidade.

Imprime-se às subprefeituras um viés político, sem levar em conta currículo, histórico, capacidade de gestão e comprometimento com a transparência. O resultado é péssimo. Nem sempre os empreendimentos planejados obedecem a uma ordem de prioridades, determinada por prementes demandas sociais. Falta agilidade no atendimento à população, eficiência e comprometimento com a coisa pública.

É preciso eliminar a "propinópolis" que se esconde sob o manto da administração municipal. Mais uma vez lembro Franco Montoro, que alertava: "O escândalo das propinas na administração do município de São Paulo constitui um quadro impressionante de corrupção generalizada: máfia do lixo, dos ambulantes, da saúde, do comércio, das construções, dos loteamentos". Foi ontem, mas parece hoje.

São Paulo merece uma mudança radical em seu modelo administrativo. A começar pela transformação das subprefeituras em prefeituras regionais, descentralizando e fornecendo força e responsabilidade aos prefeitos de cada região. O poder ficará próximo de quem mais precisa: a população. Dará maior agilidade à gestão, melhor controle e responsabilidade executiva.

O novo modelo, ancorado em descentralização, controles mais rigorosos de prazo de execução, maior transparência, qualidade e agilidade de serviços, atenderá ao anseio das comunidades de participar, com mais intensidade, do processo decisório na administração pública. Dessa forma, garantirá à população o legítimo direito de ter serviços públicos de melhor qualidade.

JOÃO DORIA, 57, é presidente do Grupo Doria e pré-candidato pelo PSDB à Prefeitura de São Paulo

24/07/2015

Já fui IPES e IBAD, mas hoje pode me chamar de LIDE

Filed under: Golpe Paraguaio,IBAD,Instituto Millenium,IPES,João Dória Jr.,LIDE — Gilmar Crestani @ 8:44 am
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João Dória Jr é, hoje, o único homem capaz de, sozinho, reunir numa mesma cela Eduardo CUnha, José Maria Marin, Del Nero, J. Hawilla, Ricardo Teixeira, e os filhos do Roberto Marinho.

O centro de toda onda golpista sempre foi finanCIAdo por empresários. Por quê? Porque, com o golpe, o golpista não precisa dar outra satisfação senão aquela para a qual existiu o golpe: derrubar adversários ideológicos. Foi assim no Chile, com os empresários provocando locaute. Na Argentina foram os empresários que solicitaram, mediante o fornecimento de uma lista quem deveria ser assassinado pelos golpistas da hora.

Na Venezuela houve uma particularidade. Diferentemente do Chile e da Argentina, a linha de frente golpista foi ocupa por empresários das telecomunciações. Enquanto no Chile e Argentina os veículos de comunicação apenas construíam a “legitimidade” dos ditadores, na Venezuela foram eles que botaram as mãos nas armas.

O Brasil também teve seu Cidadão Boilensen, da ULTRAGÁS. Se o golpe foi construído pelos veículos de comunicação da época, Rede Globo, Grupos Folha e Estado à frente, tirando os donos da Folha que presenciavam as sessões de tortura e estupro, como descobriu a Comissão da Verdade, ainda emprestavam as peruas para desovar os corpos esquartejados(vide Paulo Malhães) em valas clandestinas do Cemitério de Perus. Como, diferente do Chile, Argentina e Venezuela, os golpistas não só não foram punidos como continuam ativamente trabalhando. É o tal de golpe paraguaio que não sai das páginas dos jornais.

Chile, Venezuela e Argentina prenderem, julgaram e os condenados foram punidos. No Brasil nada disso aconteceu. Os bandidos estão soltos e quem ousa combate-los, como fez e faz Dilma, é criminalizada, seja construindo uma Ficha Falsa, seja construindo uma imagem negativa pelos mesmos veículos que se locupletaram com a orgia da ditadura. Por trás de todo veículo golpista há sempre um finanCIAdor ideológico. Depois do IBAD, do IPES, do Instituto Millenium, a LIDE e MBL estão aí para provar que a falta de punição é um incentivo à criminalidade. Maioridade penal seria punir os crimes contra a democracia, um patrimônio maior que aqueles praticados por menores batedores de carteiras.

Piada pronta: Dória Jr chama Eduardo Cunha para falar de democracia "participativa"

Junte esta receita:

Associação de Empresários, onde só entra quem fatura mais de R$ 200 milhões por ano.
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Liderada pelo tucano João Dória Jr. (ex-Cansei, recente chefe da delegação da CBF no Chile).
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Promovendo palestra com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Até aí tudo bem, nascidos uns para outros. Em abril, no Fórum de Comandatuba, promovido pela Lide (Grupo de Líderes Empresariais) criado por João Dória Jr., os empresários financiadores de campanhas articulavam com Cunha a votação do PL 4330 da terceirização ilimitada (ver imagem acima).
O que vira piada é o tema: falar de democracia PARTICIPATIVA e relação com a sociedade civil.
Logo o Cunha que comportou-se como um ditador na presidência da Câmara impondo sua vontade nas votações, atropelando qualquer participação popular ou da sociedade civil?
Cunha poderia falar de "táticas de conquista do estado pelo poder econômico através do financiamento de campanha por empresas". Ou de "como passar projetos de leis na Câmara vantajosos para os patrões esfolarem os trabalhadores". Certamente falará nos bastidores sobre golpe paraguaio e seus riscos. Poderia falar muitas outras coisas. Só não dá para falar sério em democracia participativa.
E também não dá para acreditar em empresários milionários com tradição de influir no poder político pela força do dinheiro, estarem subitamente interessados em dividir irmamente com o povão o poder que exercem nas estruturas de estado. Conta outra estória melhorzinha, porque nessa não dá pra acreditar.
Bem. Já que a coisa é piada mesmo, vamos entrar no clima do humor.
Talvez seja questão de reinterpretar as palavras.
Onde se lê democracria leia-se plutocracia ("o poder político emana de quem tem mais dinheiro").
O "participativa" pode significar a participação nos, digamos, lucros advindos das generosas tetas do estado brasileiro, quando aparelhadas pelo poder econômico.
E João Dória Jr. é um líder de "movimento social", o MSVMCMD ("Movimento dos sem votos, mas com muito dinheiro").
Em tempo: o almoço-debate já estava marcado bem antes de Júlio Camargo dizer na Justiça Federal do Paraná que pagou propina de US$ 5 milhões para Cunha por sondas fornecidas à Petrobras. O colunista Lauro Jardim já publicava notinha no dia 6 de julho (figura abaixo).
Será curioso ver quais empresários comparecerão ao evento. Talvez até membros do Ministério Público tenham a curiosidade de conferir.

Os Amigos do Presidente Lula

28/06/2015

João Dória Jr, o Rei Midas do PSDB

Filed under: CANSEI,CBF,Geraldo Alckmin,João Dória Jr.,LIDE,Padrão FIFA,PSDB,Rei Midas — Gilmar Crestani @ 9:30 am
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Eles

Conta a lenda que tudo o que o Rei Midas tocava virava ouro. Parecia ótimo. Mas aí até o alimento em que tocava se transformava em ouro. No final, tendo já sido abandonado pelo toque de ouro, o deus Apolo deu a ele, por merecimento, orelhas de burro.

João Dória Jr, a égua madrinha dos corruptos de Comandatuba, fundou o CANSEI. O CANSEI morreu.

Reuniu empresários entorno da LIDE, e os empresários foram pegos na Operação Zelotes. Ou estão na Lista Falciani do HSBC. O CARF sabe nome, sobrenome, e a quantia.

As vestais do PSDB, José Maria Marin e Del Nero, escolheram Dória para chefe da delegação brasileira na Copa América. E ele, igual ao Del Nero na Suíça, fugiu par ao Brasil. Antes tocou a mão em Neymar e o craque se esfacelou. Daí a Seleção foi eliminada pelo país do Álvaro Dias, o Paraguai.

Abandou a Seleção do Chile para vir ser Conselheiro da Saúde do Geraldo Alckmin, exatamente para combater, no Estado Campeão da Epidemia de Dengue, a saúde.

Imagine o que seria de Lula hoje se João Dória fosse alguém ligado o PT?!

Dois Toques

No meio do ‘furacão Neymar’, chefe de delegação João Dória retorna ao Brasil mais uma vez

Publicado em 18/06/2015, 12:27 /Atualizado em 18/06/2015, 12:44Dois Toques

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ESPN.com.br

O repórter do Pânico ao lado do chefe de delegação João Dória em Temuco

O repórter do Pânico ao lado do chefe de delegação João Dória em Temuco

No meio do ‘furacão’ envolvendo a expulsão de Neymar e o risco de suspensão do atacante até o fim da Copa América, o chefe de delegação da seleção, João Dória Jr., retornou mais uma vez ao Brasil e deixou o Chile ao redor das 4h (de Brasília) da madrugada desta quinta-feira, após a derrota de 1 a 0 para a Colômbia.

Ele já havia feito o mesmo roteiro no dia seguinte à estreia brasileira, contra o Peru, em Temuco, e surpreendeu a todos.

A CBF assegura que havia sido comunicada anteriormente sobre as necessidades de João Dória se ausentar ao longo da competição devido a compromissos particulares.

O chefe de delegação sempre permanece durante todo o tempo com a delegação, principalmente em compromissos no exterior. O cargo é simbólico, nãotem peso no dia a dia do time, mas é necessária a sua presença para representar a CBF em eventos.

O empresário é aguardado de volta a Santiago na próxima sexta-feira.

Representantes da CBF ressaltam o "esforço" que João Dória Jr. está fazendo para acompanhar a seleção e, internamente, defendem até mesmo que a experiência seja repetida com profissionais de outras áreas, como, por exemplo, cientistas e parlamentares.

O Brasil volta a campo no próximo domingo, contra a Venezuela.

16/06/2015

João Dória Jr.: CANSEI, volto ao Brasil antes que seja preso

Filed under: CANSEI,CBF,FIFA,João Dória Jr.,LIDE — Gilmar Crestani @ 9:43 am
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Hoje na Folha, João Dória Jr, da LIDE sai-se mais ou menos assim: “- CANSEI de passar medo de ser preso no Chile, volto ao Brasil nos braços de Samuel Johnson!

cansei_doriaEssa turma que pulula e viceja à sombra da CBF e Rede Globo me deixa encaFIFAdo!  Só me resta o poema do Fernando Pessoa:

Mas em torno à tarde se entorna 
A atordoar o ar que arde
Que a eterna tarde já não torna !

De repente, não mais que de repente, o fundador do CANSEI, canta Vinicius de Moraes em homenagem ao José Maria Marin:

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente

Esses representantes da direita tupiniquim só não são mais engraçados porque também se envolvem com ditaduras, torturas, assassinatos de reputação. Este é o modelo que os grupos mafiomidiáticos escalam para atacar Lula e a esquerda. Como diria  Jesus apontando para Judas, eis um não homem! Ou, atualizada para os tempos de Ricardo Teixeira, a lembrança do conceito de nacionalismo de Samuel Johnson… O Brasil virou o último refúgio dos canalhas!

SELEÇÃO BRASILEIRA

Chefe da delegação, João Dória Jr. deixa o Chile e volta ao Brasil

DOS ENVIADOS A SANTIAGO – Chefe de delegação da seleção brasileira na Copa América, o empresário e jornalista João Dória Jr., 57, foi embora da concentração do Brasil nesta segunda (15), um dia depois da estreia do time.

Ele havia comunicado à comissão técnica e à diretoria da CBF que precisaria voltar ao Brasil durante o torneio.

A decisão surpreendeu, porque o chefe de delegação sempre fica o tempo todo com o grupo, principalmente em torneios oficiais no exterior.

O cargo é simbólico, não interfere no dia a dia do time, mas a presença é necessária para representar a CBF. Sem Dória, quem fala pela entidade é o diretor de marketing, Gilberto Ratto, já que o secretário-geral, Walter Feldman, também voltou ao país. O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, não foi ao Chile.

De acordo com a assessoria do empresário, Dória tem compromissos do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), que ele preside. A expectativa é que ele volte ao Chile nesta quarta-feira (17) para o jogo Brasil x Colômbia.

04/05/2015

João Dória Jr. é resquício da OBAN

Filed under: CANSEI,João Dória Jr.,LIDE,Trambiqueiro — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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cansei_doria

Nesses convescotes da Lide deveria ser feito que a Polícia de Nova Iorque fez: análise química do esgoto. Já fizeram isso em Brasília e descobriram que é na gente diferenciada, a massa cheirosa, de Benz que há mais consumo de cocaína. Por isso eles querem a menoridade penal. Querem punir os jovens que entregam não os adultos que consomem. É por isso que João Dória Jr não fala no helipóptero nos seus encontros. Por que será?!

João Dória Jr., o puxa-saco golpista

Por Altamiro Borges
O empresário-trambiqueiro João Doria Jr., que também é metido a apresentador de televisão, está empolgado com as recentes marchas golpistas. No passado, ele tentou liderar um movimento de direita, o “Cansei”, mas virou motivo de chacota pelo fiasco da iniciativa. As elites “cansadas” logo abandonaram o embusteiro. Agora, porém, ele aposta no êxito dos protestos fascistóides contra a presidenta Dilma e no retorno dos tucanos ao poder. Nas duas últimas semanas, João Doria Jr. protagonizou duas cenas patéticas. A primeira ocorreu no exótico “Fórum de Comandatuba”, evento organizado pela empresa do trambiqueiro, a Lide (Líderes Empresariais), que reúne alguns ricaços opulentos do Brasil no litoral baiano.
Segundo a coluna Painel, da Folha, a estrela do convescote, em meados de abril, foi o líder do grupelho fascista “Vem pra Rua”, Rogério Chequer – já apelidado por alguns dos seus admiradores de “Chequer Sem Fundo”. Ele se recusou a tirar fotos com caciques demotucanos presentes ao evento, o que gerou constrangimentos. “Não tiro foto com político”, resmungou o rapaz – que já apareceu em vários vídeos com o cambaleante Aécio Neves. “Políticos de oposição ficaram incomodados com o espaço dado a Chequer pelo organizador do encontro, João Doria Jr. Depois de horas de debates entre parlamentares e governadores, o líder do Vem pra Rua monopolizou a participação no seminário quando a Record News começou a transmitir ao vivo”, registra a jornalista Vera Magalhães.
A outra cena patética ocorreu na semana passada. João Doria fez um jantar em sua casa em homenagem ao ex-presidente FHC. A comilança teve as presenças do empresário Jorge Gerdau, do governador Geraldo Alckmin, e do diretor-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht – entre outros ilustres convidados. “O empresário João Doria Jr. fez tantos elogios a Fernando Henrique Cardoso, a quem homenageou no jantar, que o ex-presidente disse depois que quase caiu na piscina da casa. ‘Eu cambaleei, quase morro afogado’”, relatou a colunista Mônica Bergamo, também da Folha. O puxa-saco golpista – que recebe muita grana do governo tucano de São Paulo – é mesmo um trambiqueiro!
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Postado por Miro às 23:03

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