Ficha Corrida

16/09/2015

FinanCIAdores ideológicos da perseguição à Lula

anaueOs grandes veículos de comunicação publicam para agradar quem os finanCIAm. Por isso, em nenhum destes veículos encontrará algum tipo de cobrança à Volkswagen por ter participado ativamente na ditadura. Seria mero acaso a atual aliança da Volks com a CBF, outra entidade íntegra…

A Volks, assim como outros 70 grandes empresas brasileiras, se aliaram aos ditadores para imporem violência e morte aos brasileiros. São os mesmos que finanCIAm o MBL.

Há um documentário que mostra como a CIA funcionava na América Latina: “Inimigo do meu inimigo”. Por meio deste documentário fica-se sabendo que Klaus Barbie, o açougueiro de Lyon, foi recrutado pela CIA para desestabilizar governos populares na América Latina.

Já em 2005 o melhor jornal argentino, Pagina12, denunciava: “En los ’60 y ’70, empresas de primera línea cooperaron con las dictaduras de Brasil y Argentina para reprimir a sindicalistas.” No Brasil, quando se trata de punir criminosos há sempre a possibilidade de eles contarem com um Geraldo Brindeiro, um Gilmar Mendes ou um Rodrigo de Grandis para a impunidade.

A matriz paulista do nazi-fascismo

No Brasil não foi diferente. Além das 6 malas de dólares com que a CIA, via FIESP, comprou o General Amaury Kruel, também houve a participação direta do chefe do campo de extermínio de Treblinka durante o nazismo, Franz Paul Stangl, via Volkswagen, no Dops paulista.

Não é mera coincidência que o maior foco golpista esteja em São Paulo. Lembremos do sequestro do Abílio Diniz, quando a polícia paulista vestiu a camisa do PT no sequestrador para botar a culpa no Lula. O então presidente da FIESP, Mário Amato, falou que “Se Lula for eleito, 800 mil empresários deixarão o País.” O movimento CANSEI, do João Dória Jr, também patrocinado pela Philips, também é de São Paulo. O MBL é da terra da garoa. Sem contar a TFP do Plínio Corrêa de Oliveira e o movimento integralista, do Plinio Salgado. Os reis dos camarotes vips do Itaquerão, que xingaram Dilma na abertura da Copa do Mundo de 2014, foram patrocinados por ilustres empresas paulistas: AMBEV, Multilaser e Banco Itaú.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/38816/cnv+sistema+da+volkswagen+para+vigiar+funcionarios+na+ditadura+foi+criado+por+criminoso+nazista.shtml

Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal por colaborar com a ditadura

Metalúrgicos são rendidos e presos por fazerem greve, durante os anos de chumbo da ditadura. ICONOGRAPHIA/MEMORIAL DA DEMOCRACIA

Metalúrgicos são rendidos e presos por fazerem greve, durante os anos de chumbo da ditadura. ICONOGRAPHIA/MEMORIAL DA DEMOCRACIA

Da RBA

A Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, na próxima terça-feira (22), por colaboração e apoio à repressão durante a ditadura civil-militar de 1964. O coletivo Memória, Verdade, Justiça e Reparação, formado por integrantes de centrais sindicais, movimentos sociais e outras entidades, farão a denúncia com base em documentos que comprovam a participação da montadora em casos de tortura e violação dos direitos dos trabalhadores.

A expectativa é que o MPF aceite a denúncia e que a empresa reconheça sua responsabilidade institucional, por meio de pedido de desculpas e indenização das vítimas. Processo semelhante foi adotado por outros países, como a Argentina e a Alemanha, por exemplo.

Em entrevista à repórter Camila Salmazio, da Rádio Brasil Atual, Álvaro Egea, advogado e secretário da CSB, relata vários episódios em que a empresa agiu em apoio à repressão. Um dos casos envolveu o ferramenteiro Lúcio Belantani, que foi detido sob acusação de conspirar contra o regime, e começou a ser torturado ainda nas dependências da montadora. Egea conta que Lúcio ficou 42 dias preso e incomunicável nas dependências do Dops, e era levado à fábrica para que delatasse os demais companheiros, tudo isso com a anuência do chefe de segurança da Volkswagen.

“É importante que uma grande corporação como a Volkswagen, que tem muitos acionistas na Alemanha que vão acompanhar isso, seja chamada à responsabilidade. Primeiro, para reconhecer os seus erros; segundo, para pedir desculpas, pedir perdão aos trabalhadores e ao povo brasileiro, e por fim, para indenizar suas vítimas”, detalha o advogado.

O coletivo também confirmou a existência de uma lista de nomes de lideranças sindicais ativas na luta contra a repressão, que era compartilhada pelas empresas do cinturão industrial de São Paulo, para impedir que conseguissem empregos. Segundo Egea, além de fazer uso dessa lista, a Volkswagen “secretariava” as reuniões em que os nomes eram discutidos. “Há evidências documentais muito concretas da participação da Volkswagen não só na repressão dos seus trabalhadores, mas como na delação e colaboração estreita com os órgãos de repressão.”

O trabalho do coletivo é realizado desde janeiro, dando continuidade às apurações realizadas no âmbito da Comissão Nacional da Verdade, que investigou crimes e violações cometidas durante a ditadura civil-militar também no movimento sindical.

Para Egea, ações como as denúncias propostas agora contra a Volkswagen, que visa a identificar e responsabilizar responsáveis por torturas, é uma forma de completar o processo de transição da ditadura para a democracia. Ele pede também que o Supremo Tribunal Federal reveja a interpretação da Lei da Anistia, para que os torturadores sejam punidos. O advogado diz ainda que outras empresas, como a Petrobras, a Embraer, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, de Santos) e o Metrô de São Paulo também devem ser denunciados por colaboração.

“A democracia formal foi conquista. Agora, a punição aos torturadores, o processo de busca da verdade, o processo de preservação dessa memória, de autoeducação da sociedade brasileira, esse processo ainda está em curso.”

Volkswagen será denunciada ao Ministério Público Federal por colaborar com a ditadura « Sul21

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13/12/2011

El enemigo del enemigo…

Filed under: Democracia made in USA,Inimigo de meu inimigo,Klaus Barbie — Gilmar Crestani @ 8:12 am

Se eles recrutaram os nazistas sobreviventes da Segunda Guerra, como Klaus Barbie, como retrata o documentário Inimigo do meu inimigo, que já comentei aqui, também Bin Laden já esteve nas fileiras da CIA, como, aliás, Saddam Hussein, podem continuar recrutando hoje qualquer um, desde o pior inimigo de ontem ao pior bandido de hoje. Os fins justificam os meios, e os fins dos EUA é matar quem não se ajoelha ou tira os sapatos para entrar na latrina deles.

El enemigo del enemigo…

Por: David Alandete | 12 de diciembre de 2011

La lista aspira a ser el quién es quién del terrorismo internacional. No están todos los que son, pero son todos los que están. En total, 49. Cumplen sólo tres requisitos: son organizaciones extranjeras; deben cometer actos de terrorismo o tener la capacidad y la intención de cometerlos, y deben suponer una amenaza para la seguridad de los ciudadanos norteamericanos o para la defensa, las relaciones internacionales o los intereses económicos de EE UU. Y, a pesar de que en esa lista están ETA y Hamas, por ejemplo, les sorprenderá saber que no están dos de los peores enemigos de EE UU: la red Haqqani y los Talibán, responsables de los peores ataques contra EE UU en el pasado año. Hay un miembro, sin embargo, que está haciendo esfuerzos denodados por salir de allí. 

Foto: EPA / EFE.Hillary Clinton pasa junto a miembros del MEK que piden la legalización / FOTO: EPA/EFE.

Se trata de la organización iraní Muyahidin-e-Khalq (MEK), de creencias islamistas y marxistas, que entró en la lista en 1997. Desde hace meses, vivimos aquí en Washington una campaña de dimensiones millonarias para quitar a MEK de esa lista. Los lobistas de MEK se han encargado de convencer a un plantel de poderosos políticos para que apoyen su causa: ex directores de la CIA y del FBI; ex fiscales generales; el general James L. Jones; el ex alcalde neoyorquino Rudolph Giuliani, o el ex gobernador de Vermont Howard Dean, por ejemplo. El grupo organiza conferencias por las que paga a esos destacados analistas entre 7.000 y 37.000 euros por defender su causa, todo dentro de los márgenes de la legalidad.

Cuando una organización entra en esa lista de organizaciones terroristas, se prohíbe a cualquier ciudadano norteamericano prestarle apoyo material o económico. A sus miembros se les deniega la entrada en suelo estadounidense y, en caso de hallarse en él, se les puede deportar. Las instituciones financieras de EE UU que reciban fondos de esas organizaciones o sus miembros deberán congelarlos e informar de ellos al gobierno. La permanencia de una organización en la lista se reconsidera cada dos años.

A los ojos de Washington, MEK es un enemigo del enemigo: se opone al régimen de los ayatolás. Pero ha recurrido a la violencia para avanzar en sus fines. En el pasado mató a ciudadanos norteamericanos, aunque no ha cometido ningún acto terrorista en los pasados diez años. En 1979, en la toma de la embajada de EE UU por parte de la revolución islámica, se opuso a dejar en libertad a los rehenes norteamericanos. En la teoría y práctica del terrorismo no funciona la propiedad transitiva. En la guerra entre Irán e Irak de 1980, MEK se alió con otro enemigo, Saddam Hussein. Y aun peor: dentro de Irán, la oposición legítima, el llamado Movimiento Verde, detesta a MEK, por considerarlo demasiado radical en sus posicionamientos.

Foto: AP
Manifestacióm de MEK frentre a la Casa Blanca / Foto: AP.

El grueso de los miembros de MEK, unos 3.400, se halla en el exilio, en Irak. Allí huyeron tras la guerra iraní-iraquí. Tras la invasión de 2003, y la toma de poder por parte del gobierno legítimo de Nuri Al-Maliki (chiíta y, por tanto, simpatizante de Irán) fueron confinados a un campo protegido por el gobierno estadounidense, conocido como Camp Ashraf. Al-Maliki ha anunciado que desmantelará en campo a finales de año, justo cuando las tropas norteamericanas abandonarán finalmente el país. Varias incursiones militares en Camp Ashraf se han saldado ya con una cincuentena de muertos. Precisamente, esa es la intención de MEK: dejar de ser, oficialmente, un grupo terrorista, para poder entrar en EE UU y evitar una masacre en Irak.

MEK es, en estos días, un mar de fondo aquí en Washington. Protesta ante la Casa Blanca con frecuencia. Es sorprendente la cantidad de adeptos que es capaz de reunir. El pasado 15 de noviembre, en una comparecencia del Secretario de Defensa Leon Panetta ante el Senado, en la que detalló los planes de salida de Irak, la totalidad de los asientos para el público la ocupaban simpatizantes del grupo con camisetas amarillas (el color elegido como emblema) en las que se leía: “Quitadnos de la lista”. Se  mantuvieron en silencio, pero lograron aparecer en un gran número de diarios e informativos de televisión. Su mensaje, y su petición han quedado claros en los pasillos del poder de Washington. Eso no quiere decir que lo tengan fácil.

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