Ficha Corrida

27/09/2015

MBL toma Rogerio Jelmayer por Fernando Gouveia

Filed under: Fascismo,Fernando Gouveia,Fernando Haddad,hiPÓcrita,Macarthismo,MBL — Gilmar Crestani @ 2:37 pm
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O MBL tem tanta autoridade para falar da honestidade do funcionário do The Wall Street Journal quanto Aécio Neves tem de falar do uso de verbas públicas para uso particular. Seria interessante saber qual é a opinião do MBL a respeito da distribuição, pelos sucessivos governos paulistas, de milhares de assinaturas da Veja, Folha, Estão pelas escolas públicas de São Paulo. Qual será o opinião do MBL a respeito do Fernando Gouveia, que recebia R$ 70 mil mensais do Governo Alckmin para atacar o PT, Dilma e Lula?

A matéria da Folha de São Paulo de hoje é caudatária do pensamento MBLiano

A posição do MBL a respeito do jornalista ianque me autoriza pensar que o MBL tomou a si a medida para julga-lo.

A pergunta que não quer calar, quem finanCIA o MBL? O fascismo brasileiros já esteve em “melhores” mãos…

Gentili e o MBL lincham nas redes o jornalista que escreveu sobre Haddad no WS Journal. Por Kiko Nogueira

Postado em 26 set 2015 por : Kiko Nogueira

O macartismo fora de lugar do MBL

O macartismo fora de lugar do MBL

. ”Siga o dinheiro”. Tá com cheiro de matéria encomendada

. Pra quem eu mando e-mail pra mandar ele TOMÁ NO CU?

. Mas que filho da puta!!! Levou quanto da prefeitura ?

. Esse ‘’jornalista” (olha a foto que ele tem ao seu lado) deve ser um imprestável mesmo, não teve dados suficientes para saber o custo, qualidade e o projeto em si e o seu ínfimo uso.

Esses insultos são dirigidos aos jornalista Rogerio Jelmayer, um dos autores da matéria do Wall Street Journal que chamou o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, de “visionário”.

Jelmayer está sendo enxovalhado pelo Movimento Brasil Livre, o grupo de extrema direita que teve seus 15 minutos de fama no auge dos protestos anti Dilma e agora atrai anônimos paranoicos.

Na melhor tradição macartista, os cafajestes do MBL se deram ao trabalho de pescar uma foto de Jelmayer em seu Facebook para acusá-lo de desonesto.

Na imagem, Jelmayer está posando ao lado de uma foto de Che Guevara, emulando o olhar distante do registro de Alberto Korda. A foto não significa, rigorosamente, nada.

Mas para esse tipo de boçal é a prova de que se trata, provavelmente, de um comunista e só isso explica o texto que perpetrou.

A legenda fala o seguinte:

O jornalista do Wall Street Journal (e fã do Che Guevara) Rogerio Jelmayer, produz peça de propaganda para tentar alavancar a já defunta gestão de Haddad na prefeitura de São Paulo. Tendo como base seus passeios dominicais de bicicleta, o brilhante jornalista chegou à conclusão que nosso alcaide seria considerado visionário em cidades como Berlim ou São Francisco.

Ficamos um pouco confusos. Veja por quê.

COISAS QUE UM PREFEITO DE BERLIM JAMAIS FARIA:

-Ter um secretário de transportes aliado à mafia de transportes;

-Negociar com traficantes da cracolândia;

-Negligenciar obras na periferia;

-Gastar mais do que devia e tentar equilibrar suas contas criando uma indústria da multa;

-Estar envolvido no escândalo do Petrolão.

A fotografia foi postada no Twitter e imediatamente replicada por Danilo Gentili. O ex-humorista que vive se queixando da ditadura bolivariana e do cerceamento de sua liberdade de expressão achou justo “denunciar” para seus seguidores o esquerdopata.

Claude Chabrol apontou que a estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência. A inteligência tem seus limites, a estupidez não, afirmou. Quando ela se junta com a má fé, a combinação é explosiva.

A necessidade de ser dedo duro fez com que um meliante invadisse uma conta privada para roubar uma foto. Se existisse um comitê para entregar o sujeito, ali estariam os justiceiros. Qualquer um que discorde do pensamento único tem uma agenda oculta e obedece a uma cartilha inimiga. Mais eficiente do que discutir é tentar assassinar uma reputação.

É essa a canalha democrática que quer tomar o poder pendurada em Eduardo Cunha.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo » Gentili e o MBL lincham nas redes o jornalista que escreveu sobre Haddad no WS Journal. Por Kiko Nogueira

Aula prática de manipulação golpista

imprensaA Folha sabe que seu público paulistano é idiota e faz de tudo para se parecer com ele. Os vasos comunicante e auto-alimentantes estão aí a toda prova. O paradoxo é de simples solução.

A Folha diz na manchete da edição impressa que “Economia fraca reduz o trânsito em São Paulo”, o que faz supor que em determinado momento a Folha tenha também posto na capa que “Economia forte aumenta o trânsito em São Paulo”. Ora, ganha um supositório de Itu quem encontrar nas páginas da Folha, desde janeiro de 2003 uma única manchete de reconhecimento à política econômica de Lula e Dilma.

O comportamento da Folha não diferente dos demais grupos mafiomidiáticos. Eles cumprem ao pé da letra a Lei Rubens Ricúpero, promulgada por Carlos Monforte via Parabólica. Até hoje a Folha não atribui a Geraldo Alckmin a responsabilidade administrativa pelo racionamento d’água em São Paulo. A SABESP continua sem merecer nenhuma matéria crítica. Se quiseres saber como o Estado mais rico da Federação, há mais de 20 anos nas mãos do PSDB, permitiu que houvesse até cortes de fornecimento d’água para 60% dos paulistanos, procure pelas lacunas de Veja, Estadão, Folha ou no site do Fernando Gouveia

Fica evidente que a Folha não digeriu a matéria do The Wall Street Journal que reconhece nas iniciativas do prefeito Fernando Haddad, por suas ciclovias, um  “visionário urbano”. Aí resolve perpetrar uma matéria em que tenta iludir seus midiotas de que o paulistano deixa o carro em casa ou por preguiça de botar a chave na ignição  ou devido à crise econômica. Não é só uma visão simplória, é comprovação perfeita do tamanho do despeito que têm para com o sucesso do atual prefeito. Os assoCIAdos do Instituto Millenium acusam o golpe e reagem, como de costume, de pior forma possível. Lá pelas linhas tantas a Folha se entrega: "As pessoas mudam hábitos, desistem do carro e vão para o ônibus, para as ciclovias." É claro que a Folha conta com o fato de que a maioria das pessoas só leem as manchetes. O azar da Folha é que nem todo mundo é como seus midiotas.

Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesmaJoseph Pulitzer

Economia fraca reduz o trânsito em São Paulo

Velocidade subiu e lentidão caiu à tarde; melhora se deve
a ações como faixa de ônibus e ciclovia, diz prefeitura

Paulistanos deixam o carro em casa, e trânsito diminui

Para especialistas, crise econômica reduz presença de automóveis nas ruas

Velocidade subiu e lentidão caiu à tarde; melhora se deve a ações como faixa de ônibus e ciclovia, diz prefeitura

ANDRÉ MONTEIROFELIPE SOUZADE SÃO PAULO

Pela primeira vez nos últimos três anos, os indicadores do trânsito paulistano melhoraram no primeiro semestre.

A lentidão no pico da tarde, das 17h às 20h, caiu de 137 km para 113 km. A velocidade média dos deslocamentos no mesmo período do dia passou de 14 km/h para 18 km/h.

Em outras palavras, o desempenho do trânsito ainda fica abaixo do de um modelo de patinete elétrico, mas deixou de ser igual ao de um medalhista da marcha atlética.

A gestão Fernando Haddad (PT) defende que a melhora é reflexo de ações como a redução de limites de velocidade e a implantação de faixas de ônibus.

Já especialistas dizem que a desaceleração da economia é a principal hipótese para a melhora, porque tira veículos das ruas: o número de entregas diminui, desempregados passam a não usar o veículo e quem quer economizar deixa o carro em casa.

No primeiro semestre do ano, o PIB (Produto Interno Bruto) do país teve queda de 2,1%. No mesmo período, a venda de automóveis caiu 20% no Estado, e a de combustíveis subiu 0,9%, menor alta em dez anos. A gasolina teve queda de 12% nas vendas.

As entregas também recuaram, e estacionamentos registram queda na procura. "Os preços dos estacionamentos estão um absurdo, então resolvi mudar", diz a empresária Cláudia Lopes, 34, que trocou o carro pelo ônibus (leia texto na pág. B9).

CRISE

Para o consultor Sergio Ejzenberg, a maior velocidade média no trânsito de São Paulo é resultado da redução do número de veículos, que, por sua vez, tem ligação direta com a atividade econômica. "O comportamento do trânsito é reflexo direto da crise, que deixa as lojas vazias e reduz o comércio."

Paulo Cesar Marques da Silva, professor de engenharia de tráfego da UnB (Universidade de Brasília), também vê a crise como fator que diminui o número de viagens.

Mas acredita que a saturação do trânsito nos últimos anos pode estar levando à busca de alternativas. "As pessoas mudam hábitos, desistem do carro e vão para o ônibus, para as ciclovias."

Luiz Carlos Néspoli, da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), afirma que fatores como a Copa, greves e protestos influenciaram nos indicadores de trânsito do ano passado. "São variáveis externas que impactaram a lentidão", diz.

MARGINAIS

Os indicadores que apontam a melhora do trânsito na cidade não captam o impacto da redução dos limites de velocidade em diversas vias da cidade, que ocorreu a partir de julho. Nas marginais Pinheiros e Tietê, a máxima caiu de 70 km/h para 50 km/h na pista local.

A gestão Haddad diz que a medida melhora a fluidez do trânsito por fatores como redução de acidentes. Segundo a prefeitura, nas oito semanas após a mudança, o congestionamento caiu 11% no pico da manhã e 14% no da tarde nas marginais.

Para Tadeu Duarte, diretor da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a melhora nos indicadores de trânsito da cidade no primeiro semestre é resultado de medidas implantadas pela gestão, como faixas de ônibus, a reforma na rede de semáforos, as áreas com limite de 40 km/h e as ciclovias.

Ele reconhece que há menos carros na rua, mas diz que a explicação não é a crise. "As pessoas perceberam o beneficio de usar outros meios."

24/09/2015

Entenda porque os associados do Instituto Millenium odeiam Haddad

Não verás nos inúmeros veículos das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) nenhum reconhecimento ao Fernando Haddad. Mas sabemos que no dia em que isso vier a acontecer, certamente porque Haddad comprou a informação. Nossas empresas jornalísticas é o que existe de pior. Nem o PCC detém tantas pessoas com tanto ódio.

O que já se revelou de imbecilidades a respeito da ousadia de se criar ciclovias em São Paulo não está no gibi. Só o ódio dos grupos mafiomidiáticos em relação a qualquer coisa que se faça em benefício da população explica a inversão de valores de nossa direita Miami.

No popular, a inveja é uma merda!

Wall Street Journal chama Haddad de ‘visionário urbano’

:

“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer, sobre as ciclovias de Fernando Haddad (PT); “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”, acrescentaram

24 de Setembro de 2015 às 06:27

247 – O jornal norte-americano Wall Street Journal publicou nesta quarta-feira uma reportagem elogiando as ciclovias do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer no texto.

Os repórteres dizem ainda que o “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”.

Eles afirmam ainda que a iniciativa “de modo geral ganhou altas notas do público, mas enfureceu alguns motoristas que veem o prefeito como uma intromissão quase socialista que está fora de sintonia com a sua cidade auto-cêntrica”.

Wall Street Journal chama Haddad de ‘visionário urbano’ | Brasil 24/7

01/05/2015

Equipe de Haddad conversou com FHC

Filed under: Cracolândia,Fernando Haddad,Folha de São Paulo,Manipulação — Gilmar Crestani @ 8:21 am
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OBScena: uma droga defende a outra; as duas, a Folha

MACONHA TRIP FHCA capa da Folha de São Paulo deste primeiro de maio é coisa de bandidos para bandidos. Não há meio termo para esta safadeza. As sucessivas tentativas da Folha de usar do pior tipo de expediente para incriminar Fernando Haddad é de uma baixeza sem precedentes, ao melhor estilo José Serra. Nunca é demais lembrar do famoso artigo do Mauro Chaves: “Pó pará, governador!” A pergunta que não quer calar, que tipo de droga une as práticas de José Serra às da Folha?!

A bem da verdade, é do modus operandi do famiglia Frias. Está no seu DNA. Nada mal para quem não só apoiava suporte à ditadura, como emprestava as peruas para transportar os corpos dilacerados para as valas comuns no Cemitério de Perus. Segundo a Comissão da Verdade, empresários que finanCIAvam a Operação Bandeirantes, OBAN, presenciavam as sessões de tortura, estupro e morte dos presos clandestinos do DOI-CODI. Lá estaria Frias presenciando um agente estuprando alguém só por pensar diferente. Só pode ser esta memória do estupro que justifica esta obsessão da Folha em estuprar os fatos. Ao colocar foto de Haddad em assuntos do tempo de Gilberto Kassab, por exemplo, a folha copia da ROTA 66 o método de implantar para incriminar a vítima.

Se a Folha conversa com FHC, um propagandista das drogas, que defende a liberação de drogas ilegais, diríamos que  a Folha conversa com traficantes? Quando a Globo, sabendo, conversa com Casagrande ou todos os seus cheiradores, ou com Aécio Neves, ou Zezé Perella, a Folha diz que a Globo conversa com traficantes?

A Folha é a verdadeira drogolândia!

Equipe de Haddad conversou com traficantes para agir na cracolândia

Assessores municipais dialogaram com homens que se identificaram como líderes de usuários

Prefeitura diz que não houve acordo com tráfico; operação terminou com feridos e corre-corre no centro

GIBA BERGAMIM JR.SIDNEY GONÇALVES DO CARMODE SÃO PAULO

Auxiliares do prefeito Fernando Haddad (PT) conversaram com traficantes da cracolândia, na região central de São Paulo, e anteciparam a eles detalhes da operação realizada na quarta (29) e que terminou em confronto entre usuários de drogas e policiais.

Esse diálogo foi mantido entre assessores do gabinete do prefeito paulistano e ao menos seis pessoas que se identificavam como "líderes" dos ocupantes da chamada "favelinha", um conjunto de barracos dos viciados.

O objetivo era evitar uma reação violenta dos frequentadores durante a operação.

Mas, segundo a Folha apurou, a prefeitura foi surpreendida minutos antes da ação: os que se diziam líderes sumiram, e outros traficantes assumiram como interlocutores.

Temendo descontrole, a gestão Haddad decidiu, então, acionar a PM –que foi ao local e acabou se envolvendo em tumulto e confronto.

Questionado nesta quinta (30) sobre a operação, Haddad não mencionou conversas de equipes da prefeitura com traficantes. Disse, porém, que havia negociado com os usuários de crack, há pelo menos três semanas, sobre como seria a ação.

Segundo Haddad, em razão desse "acordo" com os dependentes, não foi necessário solicitar apoio policial antes de iniciar a operação.

"Alexandre [de Moraes, secretário estadual da Segurança Pública] foi avisado por mim da operação. Falei com ele que não precisaria de apoio da PM porque havia firmado compromisso. Quando o acordo foi rompido, liguei para ele e disse que poderia haver incidente", disse.

Segundo guardas civis metropolitanos que também participaram das conversas com os traficantes da região, não houve nenhum acordo com esses homens, apenas um aviso de que as barracas dos usuários de drogas seriam removidas e não mais poderiam ser reerguidas na área.

É dentro de algumas dessas barracas que ocorre a venda de drogas na cracolândia –a prefeitura cuida da ação social no local e diz que o combate ao tráfico é de responsabilidade da polícia, subordinada ao governo estadual.

‘NÃO ERAM ZUMBIS’

Segundo alguns dos envolvidos nessas conversas prévias com traficantes, foi possível identificá-los porque tinham características diferentes dos viciados –geralmente debilitados fisicamente e sem condições de diálogo.

"Não eram como zumbis", disse um dos responsáveis pela operação da prefeitura.

A ação teve como foco retirar barracos da cracolândia de forma permanente –assim como ações anteriores também previram, mas não conseguiram evitar a volta dessas moradias precárias.

Na quarta, a confusão começou depois que PMs à paisana se infiltraram na região e foram descobertos por dependentes, que os atacaram. Um dos PMs sacou sua arma e disparou para o chão. Os estilhaços atingiram a perna de um homem e o pescoço de outro –só com ferimentos leves.

A sequência disso foi um corre-corre de viciados. Ele atiraram pedras em policiais, que reagiam com bombas.

Apesar da ação desarticulada com a gestão Geraldo Alckmin (PSDB), que alega não ter sido alertada pela prefeitura, Haddad disse que "a operação foi um sucesso."

A prefeitura afirma que o fluxo de usuários caiu e que 80 pessoas entraram no programa que dá emprego e moradia a dependentes.

24/12/2014

Folha falha em conter seu ódio ao PT

folhFolha adota para a Prefeitura de São Paulo a lei Rubens Ricúpero: “o que é bom para a Prefeitura a Folha esconde; o que é ruim a Folha mostra”. Aplica o inverso em relação ao Governo do Estado. Tudo os problemas criados pelas sucessivas administrações do PSDB são sublimados, mas as boas são catapultadas para os píncaros da glória. Foi só a turma da Folha ser defenestrada da Prefeitura de São Paulo que ela se volta para a fiscalização das coisas municipais. Tudo o que o Fernando Haddad faz de bom, não aparece. Já os problemas, como estes provocados pela natureza, são levadas à capa.

Quando a Folha porá na capa: Governo do Estado falha em fornecer água aos paulistas? Nunca! Jamais! A culpa pelo racionamento d’água é da “crise d’água”! Ou da falta dos R$ 3,5 bilhões que seu Geraldo foi pedir à Dilma! É essa diferença de tratamento que torna a Folha apenas um press release do PSDB e um panfleto de ódio ao PT.

Por que não um poucou mais de equilíbrio?!

Prefeitura falha em conter queda de árvore

Desde 2003, ações patinaram e mantiveram ameaça durante chuva; em 24 h, mais de 20 árvores caíram e homem morreu

Gestão Haddad diz que a Defesa Civil está montando grupo específico para identificar riscos

EDUARDO GERAQUEDE SÃO PAULO

A tentativa da prefeitura de mapear a situação das árvores de São Paulo e conter a queda delas principalmente em época de chuvas fracassa há mais de uma década.

De 2003 para cá, ações com essa finalidade anunciadas pelas gestões Marta Suplicy (PT), Gilberto Kassab (PSD) e Fernando Haddad (PT) patinaram e se mostraram incapazes de atenuar a ameaça constante nos temporais.

Na noite de segunda (22), um passageiro de táxi morreu após ser atingido em Higienópolis, no centro, por uma árvore que estava podre –conforme avaliação do tronco feita por um técnico.

"A árvore deveria ter sido podada para reequilíbrio ou provavelmente substituída", afirma Marcos Buckeridge, professor da USP e botânico, que analisou a situação dos troncos no local do acidente.

Mais de 20 outras árvores desabaram em 24 horas –uma delas, no fim da tarde desta terça (23), caiu no muro de uma escola na rua onde houve a morte no dia anterior.

O sistema da prefeitura que cadastra reclamações aponta haver, só na Subprefeitura de Pinheiros, mais de 700 pedidos de podas. Ele revela casos em que as intervenções do poder público demoram até seis meses.

Um levantamento divulgado pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) em 2013 apontou que ao menos 15% das árvores na região dos Jardins estavam condenadas.

Segundo especialistas, não é normal a quantidade de galhos e troncos que desabam durante um temporal de verão na cidade.

Estimativas indicam que há mais de um milhão de árvores nas calçadas de São Paulo. A solução contra acidentes é um monitoramento constante, dizem os técnicos.

Em 2003, a prefeitura chegou a anunciar um censo verde –mas ele acabou se limitando a 7.000 árvores.

Em 2009, Kassab prometeu a análise de quase 100 mil árvores –mas nem 20% foram mapeados. No começo de 2013, após transtornos com as chuvas, a gestão Haddad disse que faria um novo mapeamento no prazo de até dois anos –questionada, não comenta se algo evoluiu.

A prefeitura se limitou a dizer que a Defesa Civil Municipal "está constituindo um grupo específico de arborização para, neste período de chuvas, melhor avaliar, identificar e prevenir riscos".

Ela afirmou que 53 equipes trabalham na manutenção de árvores e 79 na manutenção de áreas verdes da cidade e que, de janeiro a novembro, fez 95 mil podas, 13 mil remoções e 10 mil substituições.

A chuva de segunda chegou a 79,4 mm –mais de um terço da média para dezembro inteiro, conforme aferição do Inmet no mirante de Santana (zona norte).

A cidade amanheceu com alagamentos, panes em mais de cem semáforos e abertura de crateras nas vias.

O nível dos reservatórios Alto Tietê e Guarapiranga subiu um pouco –mas, no Cantareira, ficou estável em 6,7% pelo quarto dia seguido.

O tempo nublado e com chuviscos deve continuar nesta quarta (24). O sol volta a aparecer entre nuvens na quinta (25), dia de Natal.

14/11/2014

Folha e sua perseguição e cerco a Haddad

cp14112014Um dia e outro também, a Folha dá suas estocadas no prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Não só pode como deve. Até aí, morreu Neves. Acontece que pau de Chico não dá em Francisco. A Folha bate no Haddad mas se recusa a fazer o mesmo com Alkmin. Por mais paradoxal que pareça, o ultraconservador Estadão faz mais jornalismo que a Folha.

A Folha tem a cara de pau de por na Capa cobrança de obras contra enchentes, mas jamais cobrou de Alckmin obras preventivas contra a seca. E o que está acontecendo em São Paulo neste momento, seca ou enchente?!

Não que uma seja mais premente que a outra, o que chama a atenção é a diferença de tratamento para problemas semelhantes. O partidarismo exacerbado da Folha cega. Nem precisa ser muito inteligente para desconfiar que Judith Brito anda muito ocupada em ser oposicionista. Nestas horas a ANJ e o Instituto Millenium festejam, porque, como diz o ditado, quem sai aos seus não degenera. E a Folha deve ser um dos alunos mais aplicados na corrente oposicionista coordenada pelo Instituto Millenium.

Gestão Haddad atrasa a entrega de obras contra as enchentes

Haddad entrega menos da metade de ação antienchente

Das 79 obras emergenciais prometidas em 2013, prefeitura concluiu apenas 27

Outras 14 foram excluídas de pacote que já deveria ter sido entregue; algumas são inviáveis, diz gestão

GIBA BERGAMIM JR.DE SÃO PAULO

Menos da metade das obras antienchente anunciadas como emergenciais pelo prefeito Fernando Haddad (PT) foi entregue um ano e oito meses após a promessa de início de mandato na capital paulista.

Das 79 obras do pacote, só 27 (34%) foram finalizadas, enquanto 14 (18%), por exemplo, foram excluídas por alegada "inviabilidade técnica".

O início da gestão petista coincidiu com um período de seca que segue até hoje, o que resultou numa incidência menor de enchentes.

Batizado de Programa de Redução de Alagamentos (PRA), o pacote inclui obras de médio e curto prazo, ao custo de R$ 133 milhões, como ampliações de galerias pluviais e canalizações de córregos para aumentar a capacidade de vazão da água.

O programa foi anunciado em março de 2013. Na ocasião, menos de três meses após tomar posse, o prefeito disse que iria desengavetar 79 projetos que haviam sido abandonados por gestões passadas em regiões com cheias frequentes na cidade.

Haddad disse à época que eram obras de prazo mais curto em comparação com outras de macrodrenagem –construção de piscinões e canalização de grandes córregos das zonas sul e oeste, por exemplo– e que poderiam ficar prontas em até um ano.

Numa entrevista, no mesmo ano, Haddad disse que metade das obras poderia ser entregue até o final de 2013.

Além das 27 obras já finalizadas, 16 serão entregues até dezembro, de acordo com o secretário de Infraestrutura Urbana e Obras, Roberto Garibe. Outras 22 estão "em fase de adequação de projeto" e 14 foram excluídas.

A Folha solicitou à prefeitura a lista de obras excluídas, mas não teve resposta.

No site do plano de metas da prefeitura há uma lista de 49, entre concluídas, em andamento e não iniciadas. Nem todos os dados, porém, estavam atualizados até a noite de quinta-feira (13).

O secretário Garibe, que assumiu a pasta em abril, disse que a exclusão de algumas obras se deu por inviabilidade técnica ou financeira.

Por exemplo, um projeto numa área onde seria construída uma nova galeria ficou inviável, segundo ele, por causa da necessidade de desapropriações e remoção de famílias daquele local.

A reportagem visitou duas obras em andamento nesta semana. Numa delas, no acesso à Polícia Federal, na região da Lapa (zona oeste), operários da obra disseram que a previsão é finalizá-la somente no ano que vem.

Nesta sexta, a prefeitura anunciará o plano de contenção de cheias para 2015.

09/11/2014

Aula de manipulação explica porque a Folha está falindo

Filed under: Fernando Haddad,Folha de São Paulo,Instituto Millenium,Kassab,Manipulação — Gilmar Crestani @ 10:42 pm
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folha mafiaDeixou-me intrigado uma matéria da Folha de hoje a respeito da Prefeitura de São Paulo. Como a Folha tem jurisprudência, fui atrás da notícia e descobri porque a famiglia Frias briga com os fatos mas não com quem a finanCIA. Retribui às milhares de assinaturas distribuídas pelo PSDB nas escolas de São Paulo com coisa do tipo que  publicou hoje.

A desconstrução de Haddad não começou com a matéria de hoje. Lá atrás a Folha já usava do mesmo expediente. O escândalo pertencia ao tempo do prefeito Kassab/Serra, mas a Folha achou por bem botar a foto do prefeito atual ao lado da má-teria. Hoje usa do mesmo expediente. E fica mais clara a tentativa da Folha em enxovalhar o prefeito Haddad quando se lê a nota da prefeitura sobre a reporcagem da Folha.

O jornalixo da Folha se aperfeiçoa mas só, perde espaço mas não se entrega. Manteve o PSDB no governo de São Paulo, mas seus (e)leitores vão ter de beber água do esgoto.

 

Esclarecimento sobre servidor investigado da CPI dos Alvarás da Câmara

Prefeito Fernando Haddad esclarece que o flagrante de propina se deu quando o servidor atuava na Câmara e não na atual gestão da Prefeitura

11:55 09/11/2014

De Secretaria Executiva de Comunicação

O prefeito Fernando Haddad repudia a maliciosa tentativa de envolver seu nome e a reputação de sua administração na edição da reportagem "Servidor da Prefeitura de SP tem mansão com sete suítes". (C1; 9/11/14). Sem que exista qualquer justificativa de fato ou jornalística, o subtítulo da matéria é "Engenheiro da gestão Haddad tem salário de R$ 4.000 e 9 carros de luxo", imputando a responsabilidade dos atos de um servidor concursado à gestão Haddad, quando é sabido que o flagrante de pedido de proprina ocorreu quando o mesmo atuava no legislativo municipal, poder ao qual o funcionário estava cedido. Além disso, a incompatibilidade de patrimônio já vinha sendo investigada pela Controladoria Geral do Munícipio (esta sim, criada por Haddad), fato que permitiu a rápida ação do Ministério Público. O período do suposto acúmulo ilegal de bens data de 2006 em diante, período que coincide com outras gestões municipais e com a atuação de outro notório suspeito de corrupção, Hussain Aref Saab – porém, o jornal escolhe, estranhamente, não citar as gestões José Serra e Gilberto Kassab.

 

REPORCAGEM DA FOLHA

Servidor com salário de R$ 4.000 possui casa com sete suítes

Um engenheiro da Prefeitura de SP virou alvo de investigação
após ser flagrado pedindo R$ 15 mil em troca de laudo

Servidor da Prefeitura de SP tem mansão com sete suítes

Engenheiro da gestão Haddad tem salário de R$ 4.000 e 9 carros de luxo

Funcionário virou alvo de investigação após ter sido flagrado na negociação da venda de um laudo da prefeitura

ARTUR RODRIGUESDE SÃO PAULOLEANDRO MACHADOENVIADO ESPECIAL A AGUAÍ (SP)

São 23 cômodos em três andares –incluindo sete suítes, duas cozinhas e sala de sinuca, mais 11 banheiros, piscina e garagem para 12 carros. Tudo com ar-condicionado para amenizar o calor da pacata Aguaí, cidade de 34 mil habitantes a 193 km de São Paulo.

A casa pertence a Roberto de Faria Torres, engenheiro da Prefeitura de São Paulo cujo salário é de cerca de R$ 4.000.

Servidor concursado, ele virou alvo de uma investigação do Ministério Público após ser flagrado pelo "Fantástico", da TV Globo, pedindo R$ 15 mil a um comerciante em troca de um laudo.

O documento tiraria o estabelecimento da CPI dos Alvarás, criada pela Câmara Municipal para verificar a situação de locais com capacidade para mais de 250 pessoas.

A CGM (Controladoria-Geral do Município) considera o patrimônio do servidor suspeito e, por isso, abriu uma investigação.

Já a defesa do engenheiro diz que o acúmulo de bens é fruto de herança e sociedade com familiares, entre outros motivos (leia na pág. C3).

CARROS DE LUXO

Fã de carros antigos, Torres tem nove modelos de colecionador. Entre eles um Camaro branco conversível 1967, modelo avaliado em R$ 350 mil.

Na prefeitura desde 2006, Torres fiscalizava postos de gasolina e casas noturnas. A Folha revelou que, nos últimos cinco anos, ele adquiriu 19 imóveis –apartamentos de alto padrão, vagas em edifícios-garagem e boxes em prédios comerciais no Estado.

Vizinhos do engenheiro disseram, sob condição de anonimato, que ele e a família promovem grandes festas na casa. Convidados chegam em carros de luxo.

A Folha apurou que um dos frequentadores é o assessor do vereador Eduardo Tuma (PSDB) Antonio Pedace, também flagrado no vídeo.

Cedido pela prefeitura, Torres foi indicado para atuar na CPI dos Alvarás pelo vereador Adilson Amadeu (PTB). A Câmara enviou ao menos três pedidos para que a gestão Fernando Haddad (PT) o liberasse para a comissão.

Durante a CPI, outros vereadores receberam relatos de que Torres e Pedace estavam cobrando propina de comerciantes. Não fizeram denúncia formal, mas pressionaram Tuma para encerrar a CPI ou devolver Torres à prefeitura. Não conseguiram.

Antes de atuar na Secretaria de Licenciamentos, o engenheiro trabalhou na Secretaria da Habitação, a mesma de Hussain Aref Saab, que acumulou ao menos 106 imóveis de 2005 a 2012.

21/09/2014

Apesar da oposição da Folha, Veja & Estadão

folha mafiaNão é novidade, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou negam créditos, ou creditam o que é ruim ao prefeito de São Paulo. Informação, nada. Até porque os grupos negociam informação mas o prefeito não é camelô. Uma frase pinçada no meio do texto é como se fosse um ato falho, provando o que estou dizendo: “Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.”  É o velho comportamento da velha mídia, tão bem resumido no episódio do Carlos Monforte, da Rede Globo, com Rubens Ricúpero, Ministro de FHC, que ficou conhecido como o Escândalo da Parabólica.

Na imagem, um pequeno exemplo de como funciona a propaganda subliminar da velha mídia no velho “Método Ricúpero”.

TERMÔMETRO PAULISTANO

Aprovação de Haddad sobe; maioria defende ciclovias

Segundo Datafolha, 22% dos paulistanos consideram gestão ótima ou boa

É o primeiro aumento de popularidade desde os protestos de junho; 80% apoiam criação de vias para as bicicletas

ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

No momento em que cria uma rede de ciclovias em São Paulo, principal marca de seu segundo ano no cargo, o prefeito Fernando Haddad (PT) vê sua popularidade subir.

Segundo pesquisa Datafolha concluída na quarta-feira (17), o índice de quem considera sua gestão ótima ou boa subiu de 15%, em julho, para 22%. É o primeiro aumento desde as manifestações do ano passado.

A taxa de reprovação do prefeito (quem considera seu trabalho ruim ou péssimo) teve variação ainda maior e despencou de 47% para 28%.

Em junho, Haddad anunciou um plano de criar 400 km de ciclovias até o fim do ano que vem, dos quais 78,3 km já foram entregues.

Segundo a pesquisa, 80% dos paulistanos dizem ser a favor da implantação dessas vias e 60% acreditam que a bicicleta é um meio de transporte viável para o dia a dia.

Apesar disso, o número de adeptos é tímido –3% dizem usar a bike com frequência.

Um em cada três paulistanos tem bicicleta. Nesse grupo, 47% dizem já haver usado uma ciclovia da cidade. A maioria, porém, declara pedalar nessas vias no máximo duas vezes por semana.

Dos que não têm bicicleta, 22% afirmam que pretendem comprar no futuro próximo.

APROVAÇÃO

O aumento da popularidade de Haddad coincide também com uma maior exposição do prefeito.

Pressionado pelo PT, ele vem saindo mais do gabinete. Reforçou sua agenda pública nos últimos meses e passou a visitar obras para dar visibilidade a ações que ainda estão em andamento.

Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.

A aprovação das faixas exclusivas de ônibus, marca do primeiro ano de Haddad, também cresceu –91% dos paulistano são favoráveis, uma alta de sete pontos em relação a junho passado, segundo o Datafolha.

Foram criados 358 km de faixas para os coletivos desde 2013, sobretudo após os protestos. Para 71%, elas melhoraram o trânsito.

De acordo com a pesquisa, 77% dos paulistanos usam ônibus. Desses, 23% avaliam o trabalho de Haddad como ótimo ou bom. Entre os usuários de carro, o índice de aprovação é menor (17%).

O Datafolha ouviu 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça (16) e na quarta (17). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

20/05/2014

Quer dizer que foi a Controladoria que assumiu a Prefeitura de São Paulo?!

Filed under: Fernando Haddad,Folha de São Paulo — Gilmar Crestani @ 8:27 am
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folhEm 1 ano, Controladoria vê rombo de R$ 20 mi

Órgão criado pela gestão Haddad levou 11 servidores municipais à prisão

DE SÃO PAULO

Em seu primeiro ano de funcionamento, a CGM (Controladoria Geral do Município) de São Paulo detectou irregularidades em contratos que somam mais de R$ 20 milhões nas áreas de educação, esportes e serviços.

Criado em maio do ano passado pela gestão Fernando Haddad (PT), o órgão com 122 funcionários e orçamento de R$ 9 milhões foi responsável pela descoberta da chamada máfia do ISS.

Segundo as investigações, o grupo de fiscais suspeitos de cobrar propina para reduzir o imposto de empresas causou um prejuízo que pode chegar a R$ 500 milhões.

A CGM também fez auditorias em ao menos 23 contratos. O maior deles com indícios de irregularidades é avaliado em R$ 15 milhões, para distribuição de tênis a alunos da rede municipal.

Desse total, a prefeitura chegou a pagar R$ 6 milhões à empresa Vulcasul por calçados que rasgam e têm o solado descolado rapidamente.

Segundo Mário Spinelli, controlador-geral do município, a pasta também investiga 62 servidores suspeitos de corrupção e de outros crimes.

Entre eles, 36 têm patrimônio milionário –alguns precisariam trabalhar até 400 anos para acumular os bens.

Nos últimos 12 meses, as investigações resultaram na prisão de 11 servidores. "Cinco foram pegos recebendo dinheiro", afirma Spinelli.

Os servidores presos são de secretarias diferentes, como Verde e Meio Ambiente, Subprefeituras e Habitação. No entanto, todos fazem parte da área de fiscalização.

De acordo com o controlador-geral, dos 122 funcionários do órgão hoje, a maioria atua na Ouvidoria e apenas 40 trabalham integralmente nas investigações.

Até o ano que vem, a prefeitura quer contratar mais cem pessoas.

(ARTUR RODRIGUES)

18/01/2014

Os postes

Os postes de FHC: José Serra, Yeda Crusius, Cassio Cunha Lima

Os postes do Serra: Gilberto Kassab, Geraldo Alckmin…

Os postes de Lula: Dilma Rousseff, Fernando Haddad…

PiG pega vice de Cerra !
Tá ficando quente !

Perguntinha que a Folha fará a Cerra: o que significam “RS” e “DOL” ?

Saiu na Folha (*), que quer que o Brasil se exploda:

Controlar pagou ‘fortuna’ a Kassab, diz testemunha da máfia do ISS

Segundo versão apresentada à Promotoria, dinheiro foi transportado de avião para fazenda. Ex-prefeito afirma que depoimento é ‘falso e fantasioso’; empresa de inspeção veicular nega pagamento
DE SÃO PAULO
Uma testemunha ouvida pelo Ministério Público na investigação da máfia do ISS disse que o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) recebeu uma “fortuna” da Controlar, empresa responsável pela inspeção veicular na capital.
Segundo ela, esse dinheiro ficou no apartamento do então prefeito e foi transferido de avião para uma fazenda em Mato Grosso, numa operação capitaneada pelo empresário Marco Aurélio Garcia.
A informação foi revelada na noite de ontem pelo “Jornal Nacional” e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.
Ex-prefeito diz que o depoimento é “falso e fantasioso”; a Controlar nega “veementemente”.
(…)

Navalha

A Folha poderia pegar o embalo do jn e do Estadão e ir atrás do “inventor” do Kassab.

O Padim Pade Cerra.

A Folha poderia pegar o vento a favor a investigar as atividades de outro “inventado” pelo Cerra, o Mauro Ricardo, que fazia parte a “cota do Cerra” na gestão Kassab.

Porém, melhor serviço prestaria a seus derradeiros leitores se ligasse para o escritório de Brasília para entrevistar seu próprio repórter, Rubens Valente, autor do imperdível “Operação Banqueiro”.

Sugere-se que a entrevista seja feita por Ilustre colonista(**), especializada em assuntos de consulta jurídica e em entrevistas de rimbombar o malho – diria o Mino Carta.

Por exemplo, ela poderia perguntar, com aquele jeito incisivo:

– Qual a relação entre Cerra e o lobista Roberto Amaral, empregado do banqueiro da Operação, que lhe pagou (a Amaral) R$ 3,45 milhões;

– Por que Amaral se referia a Cerra como “Niger”, cerveja de gosto amargo;

– Quais as relações de Cerra com o “Conde” – Andrea Matarazzo, unha e carne com Cerra e acusado de poucas e boas …;

– Qual o papel que Cerra desempenhou – em favor de Dantas – para impedir que Carlos Tersandro fosse para a diretoria do fundo Previ;

– Por que Dantas trata Cerra como se fosse seu empregado, seu subalterno ?

– O que era a “Operação Catraca”- ter que pagar para entrar …?

– Se “RS” era Ricardo Sergio, chefe da tesouraria de campanha do Príncipe da Privataria e de Cerra, e personagem de proa do livro Privataria Tucana;

– E-mail de Amaral a Dantas diz que “foi tudo pago a RS”- o que Cerra sabe sobre isso ? – perguntaria a inquisitiva colonista;

– Se Cerra operava também na empresa “Rivoli”- como se sabe, o clã Cerra, desde a “Privataria Tucana”, é suspeito de operar com desenvoltura em paraísos fiscais, na companhia de Ricardo Sergio;

– Se Cerra participou de uma ou das duas reuniões que Amaral promoveu para Dantas com o Príncipe da Privataria no Palácio do Planalto e nas quais, segundo Valente, se pronunciou o nome de “Gilmar Mendes”;

– Se ele confirma que Dantas o chamava de “candidato”, por causa da eleição em que tomou a primeira tunda, a de 2002; o que significa o seguinte trecho do livro (pág. 415), anotação do próprio Amaral:

“Serra[a]. Preparar agenda. Levar DD. Não vou renovar DD. Evitei crises sobre crises. DD é credor (!) – PHA). Fico mal Ibiza. Costurar assim com o candidato que não sabe dos três DL. Os três ficam por Ibiza. Ou interventor forte que atenda DD. Dá ajuda a Niger nova…”

Diz Valente:

“Sobre os ‘três DL’ referidos na mensagem, que ‘ficariam por Ibiza’, provavelmente é uma referencia a dinheiro. Em outras mensagens Amaral cita dólares como ‘DOL’”.

Se Cerra confirma a informação de que, se abrissem todas as contas irregulares do Opportunity, mesmo assim, elas seriam DEZ VEZES menores do que as do Banco Matrix. Se Cerra tem informação sobre isso e se sabe quem era o dono do Matrix;

Como a Folha quer que o Brasil se exploda, quem sabe a judiciosa entrevistadora não ajuda a explodí-lo !

Paulo Henrique Amorim

PiG pega vice de Cerra ! Tá ficando quente ! | Conversa Afiada

22/12/2013

O Haddad de Bogotá

Filed under: Ódio de Classe,Colômbia,Fernando Haddad,IPTU,Joaquim Barbosa — Gilmar Crestani @ 11:28 am
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O ex-prefeito, Kassab, que militava nas hostes de José Serra, de quem foi vice, tentou aumentar o IPTU em 700%. Conseguiu aprovar o aumento geral de 357%.  A mídia não deu um pio, e a FIESP não levou ao STF.

Haddad propôs um aumento para os imóveis mais centralizados, beneficiados com os serviços públicos, e diminuição para a periferia. A mídia, como sempre, com exceção da Barbara Gancia da Folha, perfilou-se ao lado dos mais bem aquinhoados. O STF, no ativismo político de JB, e sua perseguição e cerco ao PT, garantiu financiamento de sua campanha a Senador

Todos clamam pela abissal diferença social que existe no Brasil, mas qualquer iniciativa que é tomada todos os que tem tudo negam o pouco aos demais. Vide Bolsa Família. Na Colômbia, pelo jeito, não é diferente.

Com o agravante de que lá, desde os tempos de Álvaro Uribe, a CIA joga em casa.

“Se eu fosse presidente da Colômbia, haveria um golpe de Estado”

Gustavo Petro afirma que seu afastamento da prefeitura de Bogotá mostra que o país não está preparado para um governo de esquerda

Eva Saiz Washington 21 DEZ 2013 – 15:43 BRST

O prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, na saída da sede da CIDH. / LENIN NOLLY (EFE)

Entre a equipe que acompanhou a Washington o prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, instalou-se um otimismo moderado diante da possibilidade de que o líder consiga esquivar-se, nem que seja temporariamente, do veredicto da Procuradoria Geral da Colômbia, que no último 9 de dezembro decidiu destituí-lo de seu cargo e cassá-lo por 15 anos por supostas irregularidades no processo de nacionalização das empresas de lixo da capital colombiana. As declarações do promotor geral colombiano a uma rádio nacional, assegurando que uma sentença da Corte Constitucional lhe possibilita suspender a decisão do procurador, Alejandro Ordóñez, se for constatado que se este se excedeu em suas funções, é vista entre os assessores como confirmação velada de que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) vai outorgar as medidas cautelares que Petro solicitou na quarta-feira passada para suspender sua destituição. O ex-guerrilheiro do M19 prefere manter a cautela. “Não quero criar falsas ilusões e, se aprendi algo com minha educação católica, é que prefiro ver os fatos antes de me pronunciar”, declara.

Pergunta. O senhor pediu ao promotor geral que dê início ao processo para conseguir a suspensão da decisão da Procuradoria?

Resposta. Eu não ativei nenhum processo. Trata-se de uma atuação de ofício. É uma possibilidade jurídica que o promotor deve avaliar.

P. Se for tomada, essa decisão não chegará antes do 3 de janeiro.

R. É esse limite cronológico da implementação da decisão do procurador o que nos levou a optar por solicitar as medidas cautelares junto ao CIDH, para que este suspensa provisoriamente minha destituição. Se isso não se concretizar antes de a sentença da Procuradoria entrar em efeito, haverá danos irreparáveis não apenas aos meus direitos, mas também aos direitos políticos de meus eleitores.

Se não forem resolvidas as causas estruturais que permitiram que se destituísse um prefeito porque não gostam das políticas dele e da possibilidade de que eu me tornasse presidente da República, o que acontecerá será um golpe de Estado"

P. Existe apenas um antecedente de medidas cautelares junto ao CIDH em um caso de proteção de direitos políticos. Se o pedido for acatado, pode ocorrer um efeito dominó. O senhor falou sobre isso com o secretário executivo da Comissão, Emilio Álvarez Icaza?

P. Se é tão evidente que a decisão do procurador infringiu a Constituição, por que, a seu ver, ele adotou a medida?

R. Creio que o procurador sofre pressões de vários tipos. Uma pressão vem dele próprio. Ele é um integrista que pertence a uma seita excomungada pela Igreja Católica, o lefebvrismo. Respeito as crenças do procurador, mesmo porque sua concepção religiosa do Estado prevê a luta contra os ímpios, e, de todos os ímpios, eu sou o maior, porque peguei em armas, fui insurgente de esquerda e, depois de firmar a paz, redigimos uma Constituição que eles não respeitam porque nela estão consagrados direitos a favor de pessoas discriminadas. Olhando outros casos de pessoas que foram destituídas por ele, existe, sim, uma lógica que nos leva a pensar que ele transformou a Procuradoria em um aparato de polícia político-religiosa.

P. É possível que perder seu prestígio junto ao procurador acabe sendo benéfico para seu futuro político?

R. Se não forem resolvidas as causas estruturais que permitiram que se destituísse um prefeito porque não gostam das políticas dele e da possibilidade de que eu me tornasse presidente da República, o que acontecerá será um golpe de Estado. Não há diferença entre um golpe de Estado clássico e o que aconteceu aqui. Mas estes mesmos setores que agora me destituíram, diante da chegada de um projeto de esquerda ao governo da República fariam o mesmo que no Chile, porque não estão preparados para isso, e o que se deu com o prefeito de Bogotá é uma demonstração disso. Se não são capazes de resistir à possibilidade de que um projeto alternativo governe na capital, como iriam resistir à possibilidade de um projeto semelhante governar o país?

Estes mesmos setores que agora me destituíram, diante da chegada de um projeto de esquerda ao governo da República fariam o mesmo que no Chile"

P. O senhor prevê mobilizações cidadãs que possam acabar em surtos de violência?

R. Provocamos uma mobilização permanente que lotou a praça de Bolívar cinco vezes. O problema fundamental é o que vai se gerando na cabeça dos jovens quando constatam que os mecanismos pacíficos não são possíveis na disputa pelo poder. Isso nos prejudica. Isso aconteceu comigo quando eu era jovem.

P. Está insinuando que poderia produzir-se um novo 19 de abril?

R. Essa é uma pergunta da imprensa colombiana que visa mostrar que eu quero retomar as armas. Eu assumi um compromisso contrário.

P. Mas o senhor acaba de dizer que foi a frustração com as decisões políticas que provocou 200 anos de guerra civil na Colômbia.

R. A mensagem que o procurador transmitiu é uma mensagem violenta. Eu o que quero é assentar bases sólidas que, desculpando o ataque que sofri, permitam demonstrar que o poder pode ser exercido de modo pacífico na Colômbia.

P. Como afetaria o clima social da Colômbia um protesto social generalizado em seu favor? O senhor crê que isso poderia prejudicar o processo de paz com as FARC?

R. Não vai prejudicá-lo, mas o afeta, sim. É evidente que é uma mensagem contrária. Se um homem que abandona as armas, opta pelo caminho do voto e ganha é suspenso arbitrariamente, o que acontecerá com os que hoje empunham armas? É uma mensagem negativa.

P. O senhor estaria disposto a pedir que fossem suspensas as manifestações, para beneficiar os diálogos em Havana?

R. A imprensa que hoje me ataca é a mesma que, quando eu ganhei, dizia que meu caso era um exemplo de paz. Parte de meu esforço e de minha luta é para promover esse exemplo. O que querem aqueles que estão por trás de minha destituição é que não haja processo de paz.

P. Então o procurador agiu contra o senhor porque é contra esse diálogo ou porque quer contentar a parte de seu país que, segundo o senhor, é contra o processo?

R. As duas coisas. Ele tem a convicção de que o processo de paz não serve; de fato, foi a Haia queixar-se sem consultar o presidente. E faz parte de grupos políticos e sociais, aos quais pertence o presidente anterior da República, que não querem esse processo.

P. O senhor reconhece erros em sua política pública, ou todas as instituições públicas erram?

R. Não existe no mundo uma política pública infalível. Todo planejamento sofre o efeito dos conflitos sociais, algo que é possível procurar prever, mas nunca completamente. Há, houve e haverá erros, sem dúvida alguma.

P. Até sua destituição, apenas 35% dos moradores de Bogotá aprovavam sua gestão. Agora o apoio ao senhor chega a quase 50%.

R. Essa é uma pesquisa. Nós fazemos sondagens internas para medir momentos difíceis, e seus resultados são muito mais otimistas. E há outras pesquisas públicas com resultados semelhantes aos nossos. Antes da destituição, 50% da população de Bogotá nos apoiava e 39% era contra nós.

“Se eu fosse presidente da Colômbia, haveria um golpe de Estado” | Internacional | Edição Brasil no EL PAÍS

06/12/2013

Ué, mas não era o PT que copiava o PSDB?!

Filed under: Dilma,Fernando Haddad,Geraldo Alckmin — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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Todo dia martelando que os bons programas de Lula e Dilma eram… demagogia. Demonizaram qualquer iniciativa que beneficiasse as camadas mais pobres da população. As desonerações fiscais, empréstimos subsidiados, nada disso causa urticária. Mas programas sociais que beneficiam quem precisa, bem, isso não pode. É coisa de comunista, de república bolivariana. Para mudar o ponto de vista, basta que os mesmo programas sejam adotados pelos seus correligionários. Ah, esta imparcialidade dos grupos mafiomidiáticos…

De olho na eleição de 2014, Alckmin adota programas petistas

Governador segue iniciativas tomadas antes por Dilma e Haddad nas áreas de transporte, educação e saúde

Tucanos descartam objetivo eleitoral e dizem que o governo estadual planejava medidas há mais tempo

MARINA DIASDE SÃO PAULO

Focado em sua campanha à reeleição em 2014, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nos últimos meses programas que seguem a mesma linha de medidas adotadas antes por seus adversários do PT na esfera federal e na capital.

O governo paulista anuncia hoje o envio à Assembleia Legislativa de um projeto de lei com benefícios para negros e índios em concursos públicos estaduais.

Segundo a proposta, antecipada ontem pelo jornal "O Estado de S. Paulo", os candidatos receberiam pontuação extra em relação aos demais participantes na etapa final dos processos seletivos.

Há um mês, a presidente Dilma Rousseff encaminhou ao Congresso projeto que reserva 20% das vagas em concursos públicos federais para negros. A proposta já tramita em caráter de urgência em comissões da Câmara.

Dois dias depois da aprovação da medida provisória que criou o programa Mais Médicos, iniciativa do governo federal para levar profissionais a cidades carentes, Alckmin anunciou bonificação de até 30% para médicos da rede estadual que trabalharem em regiões pobres.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lançou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como candidato do PT a governador de São Paulo, acusou recentemente os tucanos de copiar os petistas.

Durante evento na semana passada, ao lado do prefeito da capital, Fernando Haddad, seu afilhado político, Lula disse que "eles estão copiando porque […] não conseguem mais propor nada".

Alckmin aderiu ao Bilhete Único Mensal no transporte público, lançado por Haddad e criticado pelos tucanos na campanha eleitoral do ano passado, e mudou o sistema de progressão continuada dos alunos da rede estadual depois que Haddad fez o mesmo nas escolas municipais.

Em agosto, Haddad anunciou o fim do mecanismo que anteriormente garantia aprovação automática aos alunos e a divisão do ensino fundamental em três ciclos, além da volta das provas bimestrais, lição de casa e do boletim com notas de zero a dez.

A reforma da rede no Estado foi comunicada três meses depois, com praticamente as mesmas mudanças propostas pela Prefeitura. Na ocasião, o governador disse que a ideia "vinha sendo discutida há mais de dois anos" pela Secretaria de Educação.

ESTRATÉGIA

Com essas medidas, os tucanos procuram tornar Alckmin imune a algumas das críticas que esperam receber na campanha eleitoral, adotando bandeiras na área social que em geral não são associadas aos governos do partido.

"Nossas medidas são fruto de muita discussão e planejamento e não costumamos fazer marketing em cima delas", disse o presidente do PSDB paulista, Duarte Nogueira, para quem o PT é "craque em fazer propaganda".

Com a adesão do Estado ao Bilhete Único Mensal, as pessoas poderão viajar sem limite nos ônibus municipais, no metrô e nos trens da CPTM por um único preço. "O governador pediu para estudar e achamos que era viável", disse o secretário Edson Aparecido, chefe da Casa Civil de Alckmin. "Se o Estado não entra, não tem programa."

08/11/2013

Comparação de postes: Kassab (Serra) x Haddad (Lula)

Filed under: Brookfield,Fernando Haddad,FHC,José Serra,Kassab,Máfia do ISS,Poste — Gilmar Crestani @ 7:12 am
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O nível dos políticos também se pega pelos seus aliados ou mentores. E o mesmo em outra palavras do me diz com quem andas e direi quem és. Não estou falando de bagrinhos. FHC pariu Serra. Lula, Dilma. Serra pariu Kassab; Lula, Haddad. E isso que o grande molusco é burro e tem só quatro dedos. Imagine se tivesse cinco dedos…

Fiscal preso diz em escuta que prefeito sabia de tudo

Acusado de liderar quadrilha, Ronilson Rodrigues foi subsecretário de Kassab

Ex-prefeito afirma que auditor deu informação falsa e que repudia tentativa de envolvê-lo em irregularidades

MARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULOALAN GRIPPEDITOR DE ’COTIDIANO’

O auditor fiscal Ronilson Bezerra Rodrigues, preso sob acusação de liderar o grupo que cobrava propina para reduzir o ISS (Imposto sobre Serviços) de imóveis, diz num telefonema que o "secretário" e o "prefeito" com que trabalhou "tinham ciência de tudo", revela gravação da conversa obtida pela Folha.

Autorizada pela Justiça, a gravação foi feita em 18 de setembro deste ano, dia em que Rodrigues foi convocado pela Controladoria Geral do Município para explicar por que seu patrimônio era incompatível com seus rendimentos.

Rodrigues foi subsecretário da Receita Municipal, um apêndice da secretaria das Finanças, no governo de Gilberto Kassab (PSD).

Segundo investigação da controladoria e do Ministério Público, as fraudes lideradas por ele na administração anterior, entre 2010 e 2012, causaram prejuízo de cerca de R$ 500 milhões em impostos não recolhidos.

"Tinham que chamar o secretário e o prefeito também, você não acha? Chama o secretário e o prefeito com quem eu trabalhei. Eles tinham ciência de tudo", diz Rodrigues na conversa com Paula Sayuri Nagamati, amiga do fiscal e chefe de gabinete da secretaria de Finanças na gestão anterior.

Kassab classificou as informações de "falsas" e disse que "repudia as tentativas sórdidas de envolver o seu nome" em irregularidades.

Na gestão atual, de Fernando Haddad (PT), Rodrigues teve outro cargo: foi diretor financeiro da SPTrans, empresa municipal de transporte. Segundo a Controladoria, Rodrigues não tinha acesso ao sistema das Finanças e, por isso, não poderia ter dado prosseguimento às fraudes.

DELAÇÃO

No dia da conversa gravada, além de Rodrigues, os outros três fiscais presos junto com ele também foram interrogados na Controladoria. São eles: Eduardo Horle Barcellos, Carlos Augusto di Lallo do Amaral e Luis Alexandre Cardoso de Magalhães.

Do grupo, só Magalhães foi solto após fazer um acordo de delação premiada –ele aceitou colaborar com as investigações em troca de uma possível redução de pena.

Com o esquema, o grupo conseguiu acumular um patrimônio estimado pela Controladoria em R$ 80 milhões. Paula, a que conversa com Rodrigues, foi exonerada do cargo por quebra de confiança, segundo a prefeitura –ela saberia do esquema e não comunicou a ninguém. Ela colabora com o Ministério Público.

05/11/2013

Como são iluminados estes “postes” do Lula

Filed under: Corrupção,Fernando Haddad,Lula — Gilmar Crestani @ 7:49 am
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Prefeito bancou sala usada para investigar fiscais

DE SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), pagou com dinheiro do próprio bolso R$ 500 do aluguel de uma sala ao lado do escritório usado pelo grupo de fiscais para dividir as propinas que recebiam de construtoras.

A sala fica no edifício Ouro para o Bem de São Paulo, no centro. Segundo Haddad, ele bancou dois meses de aluguel e o controlador-geral do município, Mário Vinicius Spinelli, pagou o seguro-fiança no valor de R$ 3.000.

O objetivo seria não chamar atenção dos investigados, já que o aluguel pago com verba da prefeitura teria de ser publicado no "Diário Oficial".

Haddad investigará pagamento de imposto de 15 construtoras

Prefeitura convocará empresas para saber de ISS, mas descarta ouvir secretário citado em gravação

Para prefeito, atitude de Donato é o contrário do que sugere escuta; irmão de secretário de Alckmin será chamado

DE SÃO PAULO

A prefeitura vai investigar ao menos 15 construtoras por indícios de irregularidade no pagamento do ISS para a liberação de imóveis novos.

Segundo o prefeito Fernando Haddad (PT), as empresas, cujos nomes não foram revelados, serão obrigadas a reapresentar os documentos de quitação dos tributos dos últimos cinco anos.

"Pretendemos recuperar a memória de cálculo nos últimos cinco anos porque o recolhimento desses tributos não prescreveu", disse.

A primeira rodada de pedidos de explicação das construtoras deve acontecer ao longo desta semana. A Folha apurou que há mais empresas sob suspeita –cerca de outras dez, que devem ser ouvidas nas semanas seguintes.

O foco, diz Haddad, serão grandes empreendimentos inaugurados recentemente.

Funcionários da incorporadora Brookfield já admitiram ao Ministério Público terem pago R$ 4 milhões em propina aos auditores. O Secovi (sindicato do setor imobiliário) disse que já aceitou colaborar com a Promotoria para combater a corrupção.

SECRETÁRIO

A Controladoria Geral do Município descartou chamar Antonio Donato, secretário de Governo de Haddad, para ouvi-lo sobre a ligação com suspeitos de cobrar propina.

Segundo a assessoria de Haddad, não há indício de que ele tenha participado das fraudes. O prefeito também afirmou que Donato colaborou com as investigações.

"Desde março eu acompanho ele [Donato] e desde então as atitudes sugerem o contrário das gravações."

O nome do secretário foi citado em escuta telefônica na qual a ex-companheira de um dos acusados pelo esquema ameaça revelar uma suposta doação eleitoral de R$ 200 mil ao petista. Ele nega.

Além de ter sido citado na gravação, Donato indicou Ronilson Bezerra Rodrigues, apontado pela Promotoria como líder do grupo de auditores presos, para a diretoria da SPTrans (empresa municipal). Ele também foi procurado por Rodrigues quando este soube que era investigado.

O Ministério Público também descartou convocar Donato sob a justificativa de que a citação ao nome dele não se refere ao foco das investigações, mas a uma suposta irregularidade eleitoral, fiscalizada por outra Promotoria.

Já o empresário Marco Aurélio Garcia será convocado pelo Ministério Público para explicar por que cedeu um escritório que funcionava como QG do grupo de fiscais.

Marco Aurélio é irmão de Rodrigo Garcia, secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do governo Geraldo Alckmin (PSDB) e foi um dos aliados mais próximos do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Entre 2008 e 2010, Rodrigo ocupou a secretaria de Gestão de Kassab, com quem rompeu depois.

O empresário diz que cedeu o imóvel no início do ano a Rodrigues e que o conheceu por advogados que sugeriram o nome para consultorias.

(CÉSAR ROSATI, MCC E JER)

31/10/2013

Filho feio não tem mãe

serra x Hussain Aref SaabO ditado não é bem este, mas deveria ser. Quando Hefestos nasceu, Hera, para se livrar de seu filho feio, jogou-o do Olimpo. Além de feio, com a queda, também ficou rengo. Hefestos, como reza o mito grego, virou metalúrgico de mão cheia. Fez um trono de ouro e presenteou à sua mãe que foi logo sentando nele. E  nele ficou presa. Para solta-la exigiu seu retorno ao Olimpo e, de lambuja, também a olímpica Afrodite.

Depois de FHC e Miriam Dutra sabemos que filho da mãe bonita tem pai à beça. E agora outro ditado, depois do banho com José Serra, a Folha está jogando a água da bacia com Kassab dentro. E para afastar o entulho no caminho de Serra para o Olimpo, a Folha estica ou corta para acomodar na sua cama o afilhado. Já que estamos no ramo dos mitos. Há um personagem que encerra com perfeição este método mafiomidiático, Procusto.  Este lendário bandido grego prendia suas vítimas na sua cama. Os maiores, cortava até caberem nela; os menores, espichava. A Folha espicha as notícias boas a favor de Serra, e encurta as ruins. Quanto se refere ao PT, encurta as boas e espicha as ruis. E se não há ruins, inventa, como o apagão elétrico, o PIBinho, a inflação galopante. O histórico das relações de Serra com a Folha impede que deem nome aos bois, mas a tropilha já foi marcada a ferro fogo deste a prisão de Hussain Aref Saab. Destes filhos feios, Serra foge, com a ajuda dos parceiros mafiomidiáticos, como o diabo da cama de Procusto.

Quando FHC perdeu a eleição, tentou botar um ovo para vigiar Lula, a Controladoria Geral da União. Esta deve ter sido a única, não digo obra, já que foi criada em 2003, mas “boa” intenção de FHC. Já no primeiro ano de mandato, Lula, pois quem não deve não teme, chocou o ovo do chupim e deu ao filhote, por meio da Lei n° 10.683, de 28 de maio de 2003, as condições necessárias ao seu bom desenvolvimento. Fernando Haddad adotou o exemplo da CGU e implantou a CGM. Assim como a CGU serviu para reconhecer todos os bastardos deixados por FHC nos escaninhos da União, Haddad está jogando Kassab com os filhos de Serra Tietê abaixo. Aliás, por que não dizem que Kassab é filho mais ilustre parido por Serra!?

Se encontraram isso no Município, o que Padilha não encontrará no Estado, que o PSDB transformou na sua pocilga por mais de 20 anos…

Chefe da arrecadação de Kassab é preso

* DONOS DE BARCOS E CARROS DE LUXO, AUDITORES SÃO ACUSADOS DE COBRAR PROPINA DE EMPRESAS * FRAUDE TERIA DESVIADO AO MENOS R$ 500 MILHÕES * EX-PREFEITO AFIRMA QUE NÃO INDICOU SUSPEITOS AOS CARGOS

Investigação tem participação da gestão Fernando Haddad (PT); comissão seria cobrada de projetos imobiliários

DE SÃO PAULO

Quatro auditores fiscais da Prefeitura de São Paulo foram presos acusados de cobrar propina para liberar empreendimentos imobiliários de grande porte na capital.

Três deles ocuparam cargos de confiança na gestão Gilberto Kassab (PSD), entre eles Ronilson Bezerra Rodrigues, que ocupou a função de subsecretário da Receita.

Rodrigues era o chefe da arrecadação do município e braço direito dos secretários de Finanças de Kassab. Sua defesa diz que ele é inocente.

A prisão dos auditores foi revelada na manhã de ontem pelo site da Folha.

A fraude, segundo estimativa da prefeitura e do Ministério Público, desviou R$ 500 milhões desde 2007. O valor se refere a impostos não recolhidos em troca de propina.

Os auditores são acusados de cobrar comissão para fornecer a empresas certidões de quitação de ISS (Imposto Sobre Serviço) sem que todo o valor devido fosse pago.

O documento é requisito para a prefeitura dar o "habite-se", necessário para regularizar o empreendimento.

O foco da quadrilha eram prédios comerciais e residenciais acima de R$ 50 milhões.

A prefeitura calcula que a propina chegava em alguns casos a 50% do imposto que as empresas deveriam pagar. Em uma ocasião, uma construtora deu R$ 480 mil e conseguiu a certidão após recolher só R$ 12 mil de ISS. A Promotoria diz que investigará se empreiteiras eram obrigadas a participar do esquema.

Chamada de "Necator" (um parasita), a operação tem consequências políticas imprevisíveis: iniciada pela gestão de Fernando Haddad (PT), atinge a cúpula das finanças de Kassab, seu antecessor.

Aliado da presidente Dilma, Kassab diz não ter indicado nenhum dos servidores e defende punição.

Segundo a apuração, os presos construíram patrimônio de R$ 80 milhões (incluindo imóveis de luxo, carros importados e iates), incompatível com seus rendimentos.

Foi uma denúncia anônima e, depois, o patrimônio que chamou a atenção para os servidores, segundo a prefeitura. O município, então, começou a atuar em conjunto com o Ministério Público e, por fim, com a Polícia Civil.

Além de Rodrigues, foram presos o ex-diretor de arrecadação Eduardo Horle Barcellos; o ex-diretor da divisão de cadastro de imóveis Carlos Augusto di Lallo Leite do Amaral; e o agente de fiscalização Luis Alexandre Magalhães.

Só o último não ocupou cargo de confiança sob Kassab. Rodrigues exercia até junho função de diretor na SPTrans, na gestão Haddad.

Eles são acusados pelos crimes de corrupção, concussão, lavagem de dinheiro e advocacia administrativa.

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