Ficha Corrida

20/08/2016

MBL comprova que movimento apartidário é como escola sem partido, só bandidos

Filed under: DEMo,Eduardo Cunha,Golpe,Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Kim Kataguiri,MBL — Gilmar Crestani @ 11:32 am
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O MBL é uma destas ongs que recebem dinheiro não contabilizado para tirar a ideologia das instituições. São promotores e promovedores do combate à corrupção dos outros. Tanto que este movimento apartidário recebia dinheiro do PSDB e do DEM para arrebanhar e adestrar os anencefálicos com camisas verde-amarelas com escudo da CBF, padrão FIFA. As camisas amarelas repetiram, em método e ideologia, as “Camicia Nera” do fascismo. E agora as práticas das SS. Foram tão bem adestrados que portavam cartazes escritos na escolas sem partido “Somos Todos CUnha”.

Para não me sujar falando em merda, há um velho ditado que diz: ”Diga-me com quem andas que direi quem és”. O MBL anda com Aécio Neves, FHC, Renan Calheiros, José Tarja Preta Serra, Alexandre Frota, Kim Kataguiri, Romero Jucá, Eduardo CUnha, Michel Temer, Janaina Paschoal, Jair Bolsonaro, Marco Feliciano, Eliseu Rima Rica et caeterva.

O movimento que convenceu idiotas de que era apartidário tem seu líder candidato a vereador em São Paulo. Pelo DEMo! 

Líder do MBL é preso depois de dar baixaria na Câmara Municipal de SP

Postado em 19 de agosto de 2016 às 6:41 pm

Do repórter PEDRO ZAMBARDA:

O ativista Fernando Holiday, candidato a vereador pelo DEM e um dos dirigentes do Movimento Brasil Livre (MBL) de Kim Kataguiri, foi preso em flagrante na tarde desta sexta-feira (19).

Na companhia de um coleguinha, ele tentou agredir os presentes numa sessão de homenagem aos 90 anos de Fidel Castro na Câmara Municipal de São Paulo.

Holiday interveio no discurso do vereador Jamil Murad (PCdoB), gritando que era “membro do DEM” e “abaixo a ditadura castrista”.

Depois, tentou arrancar um banner. Houve confusão. A segurança da Câmara levou a dupla para a delegacia, onde Holiday fez um vídeo se orgulhando de alguma coisa que ninguém sabe muito bem o que é. Foram pedidos depoimentos por acusação de agressão e desrespeito de uma atividade oficial da cidade.

Não é a primeira vez que os membros do MBL se envolvem em baixarias públicas. Kim Kataguiri invadiu a festa de aniversário da deputada Maria do Rosário no final de 2015, em Porto Alegre, depois de uma caminhada de São Paulo até Brasília para tirar selfies com Jair Bolsonaro e Eduardo Cunha.

Diário do Centro do Mundo Líder do MBL é preso depois de dar baixaria na Câmara Municipal de SP

12/07/2016

São todos CUnha!

A criminalização do PT foi cortina de fumaça para proteger PMDB, DEM, PSDB. Não se vê, lê ou se ouça os ventríloquos das velhas mídias criminalizando outros partidos, só o PT. Por que não criminalizam o PMDB do Eliseu Rima Rica, Edurdo CUnha e Michel Temer? Por que o PSDB de Aécio Neves, FHC (Brasif x Miriam Dutra), José Tarja Preta Serra continua sendo tratado como se fosse uma congregação religiosa, quando até as congregações religiosas já não são protegidas pelo Papa? O DEM dos Maias do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro? O PP gaúcho, da Ana Amélia Lemos e da famiglia ladra de Biscoitos Zezé?!

Os grupos mafiomidiáticos conduziram a manada para derrubar uma Presidente honesta e colocar em seu lugar uma cleptocracia.

Não há dia em que não apareça mais um esqueleto, isso sem contar naqueles dinossauros escondidos por quem deveria investigar: Lista de Furnas, Lista Falciani do HSBC, Lista Odebrecht, Panama Papers. Por aí se explica a criminalização do PT e a caça ao grande molusco: cortina de fumaça para proteger a plutocracia tupiniquim!

Durval Barbosa, o do “panetone” de Arruda, envolve Rosso e Maia em propina

Por Fernando Brito · 12/07/2016

meusgarotos1

Então, de repente, surge em cena o personagem Durval Barbosa, que ficou famoso por gravar os vídeos de políticos de Brasília pedindo e recebendo dinheiro, entre eles o ex-governador José Roberto Arruda.

Ganhou repercussão o depoimento do técnico de informática Francinei Arruda, dado há 15 dias à Justiça de Brasilía onde ele diz que, como “editor” dos vídeos gravados por Durval Barbosa, teve acesso e entregou  versões compactas do deputado Rogério Rosso apanhando dinheiro, como publicou o Correio Braziliense.

Não é o primeiro a fazer essa acusação: ano passado, segundo o mesmo jornal,  o ex-aliado e assessor de Durval Barbosa, Luiz Paulo Costa Sampaio prestou dois depoimentos ao procurador-regional da República Ronaldo Albo, na condição de colaborador e disse que teve acesso a várias gravações, nunca divulgadas, de Durval com autoridades públicas, um deles o então deputado distrital  do Rogério Rosso.

Falta, agora, aparecerem as declarações de Barbosa em relação ao outro candidato da base de Temer, Rodrigo Maia, que o Estadão “esqueceu” ter publicado em 2010, quando o homem da câmara indiscreta diz que Rodrigo Maia também se beneficiava da corrupção do chamado “mensalão do DEM”

-O acerto do Rodrigo era direto com o Arruda, disse Durval, segundo o Estadão.

É sinal de que Eduardo Cunha será muito bem sucedido na presidência da Câmara.

Durval Barbosa, o do "panetone" de Arruda, envolve Rosso e Maia em propina – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

16/08/2015

Para fugir da prisão, corrupto do DEM pode se filiar ao PSDB

Filed under: Corrupção,DEMo — Gilmar Crestani @ 8:05 pm
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Não tá fácil pra ninguém. Depois de 174 processos, prefeito do DEM que ficou milionário continua solto. Imagine se fosse o José Genoíno, soltariam só para poder prender de novo, como fizeram com José Dirceu, prendendo um preso… Como diria o outro José, o Simão, é ou não é o país da piada pronta?!

Este fato demonstra de forma cabal um modus operandi de um certo tipo de Justiça: liberdade para políticos corruptos x prisão preventiva para adversários ideológicos.

O prefeito de R$ 70 milhões responde, em liberdade, a 174 processos

Em apenas 16 anos, período no qual foi prefeito de Pirapora e Lagoa dos Patos, ambas em Minas Gerais, Warmillon Fonseca Braga  (DEM) acumulou patrimônio que ultrapassa a casa dos R$ 70 milhões. É dono de avião, fazendas, casas, prédios comerciais, postos de gasolina, emissoras de rádio e carros de luxo. O valor, comparável aos desvios feitos por ex-diretores da Petrobras presos pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato, representa nove vezes a receita tributária anual de Pirapora e 156 vezes a de Lagoa dos Patos. Warmillon responde, em liberdade, a 174 processos.
Alvo de pelos menos duas operações policiais que já o levaram à prisão, o ex-prefeito vê o cerco se fechar sobre o seu patrimônio milionário. O juiz da 2ª Vara Cível de Pirapora, Anderson Fábio Nogueira, determinou o confisco e o bloqueio de parte dos bens que Warmillon tentou ocultar em nome de laranjas, A Justiça quer garantir o pagamento de multa de mais de R$ 9 milhões, caso ele seja condenado nesse processo específico, de improbidade administrativa.
O sequestro e o bloqueio dos bens englobam um posto de gasolina, um restaurante, duas contas bancárias, casas e um apartamento, além de intervenção judicial em uma das rádios de Warmillon. A multa inclui colaboradores do ex-prefeito na ocultação do patrimônio e lavagem de dinheiro, como a mulher dele, Marcella Machado Ribas Fonseca; a irmã, Veronice Fonseca Braga de Carvalho; a sobrinha Anne Fonseca Braga de Carvalho; e o empresário Victor de Sá Motta Pinheiro. .(Correio Braziliense)

O prefeito de R$ 70 milhões responde, em liberdade, a 174 processos | Os Amigos do Presidente Lula

18/05/2015

Ronaldo: Caiado por fora; podre por dentro

Filed under: DEMo,Luciana Cardoso,PSDB,Ronaldo Caiado,Senado — Gilmar Crestani @ 9:18 am
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Quando um burro cavalga é porque há um desvio da natureza. E não se pode falar em natureza quando se fala de seu maior inimigo. É por isso que todo venenoso defende  agrotóxicos. O moralismo rastaquera da oposição é o moralismo de perdedor. Nada de novo no front. A filha do FHC, Luciana Cardoso (leia abaixo a matéria da Folha de 27/03/2009) não hibernou por anos, lotada no gabinete do Senador Demóstenes Torres(aquele que se fosse petista estaria preso) , mas em casa recebendo do Senado?! Não estes os que alimentam a marcha dos zumbis, o MBL os cheiradores de carteirinha?! Não são eles os heróis da Veja, da Rede Globo, da RBS, da Gerdau, de todos os hidrófobos golpistas?! Não são eles que estão sempre de dedo em riste para acusar o governo de corrupção?! Claro, como diz o ditado, a melhor defesa é o ataque. Atacam para se defenderem.

Estivesse no PSDB/DEM, Fernandinho Beira-Mar seria apenas mais senador gazeteiro e frequentaria a parte de baixo do ranking da Veja

caiadoServidora atua em escritório particular de senador do DEM

Funcionária registrada no gabinete de Ronaldo Caiado trabalha na sede de apoio de suas fazendas, em Goiânia

Parlamentar possui um escritório político na cidade, como permite o Senado, mas em um outro endereço

RUBENS VALENTEENVIADO ESPECIAL A GOIÂNIA E CAMPINORTE (GO)

Pouco antes das 14 horas do dia 9 de abril, a servidora do Senado Meiry Rosa de Oliveira, nomeada pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), cumpriu sua rotina de parar o carro no estacionamento privativo e abrir o cadeado do escritório localizado em uma casa na rua 26, em Goiânia (GO), onde trabalha.

Duas semanas depois, a Folha encontrou a assessora novamente no local.

O escritório político informado por Caiado à direção do Senado, porém, fica em outro endereço. Pelas regras da Casa, assessores dos senadores nos Estados devem trabalhar nos escritórios políticos indicados previamente ao Senado pelos congressistas.

O prédio em que Meiry atua é o escritório de apoio às fazendas de Caiado, também frequentado por seu irmão, Rondon, que, segundo a assessoria do senador, auxilia na administração das propriedades rurais da família. Caiado declara ter sete fazendas no interior de Goiás.

Segundo Meiry, o escritório particular também é usado para cuidar dos negócios do senador do DEM.

"Escritório financeiro dele, no geral. (…) Cuida de todas as finanças, de todos os pagamentos dele."

Em entrevista à Folha, Caiado disse que o escritório das fazendas não é o local fixo de trabalho da assessora.

"Então, esse assunto, onde ela fica, isso é uma coisa muito relativa. Ela despacha comigo na minha casa, despacha comigo no escritório político, despacha comigo no escritório [em] que você viu meu irmão. Agora, falar que ela é fixa naquele local, isso não procede", disse.

Caiado confirmou que o escritório frequentado por Meiry também cuida dos assuntos das fazendas. "Ali, eu e meu irmão, nós temos vários negócios de família, (…) assuntos que ficaram em comum", disse o senador.

Caiado também informou que tem nove assessores morando em cidades do interior do Estado. Segundo o senador, eles encaminham relatórios de trabalho e periodicamente vão a Goiânia para participar de reuniões.

 

Luciana Cardoso, filha de FHC

ESPALHADO

O gabinete dividiu o Estado em nove regiões, nas quais vive e trabalha cada um dos assessores. Em ofício ao Senado em março, Caiado informou que mantém apenas um escritório de apoio em Goiás, na rua 1.130, em Goiânia, a cerca de 2 km do escritório das fazendas.

Em 2009, após o escândalo dos atos secretos, o Senado procurou moralizar a situação dos assessores nos Estados. Em ato próprio, a Comissão Diretora estabeleceu que os senadores podem criar "escritórios de apoio" nos Estados, mas os endereços precisam ser comunicados por escrito.

O ato não prevê punições, no entanto deve ser obedecido por todos os gabinetes. Em caso de descumprimento, o Ministério Público pode ajuizar ações de improbidade e buscar ressarcimento aos cofres públicos.

A Folha indagou ao Senado onde devem trabalhar assessores dos senadores nos Estados. A Casa respondeu: "O servidor deve prestar serviços nessa unidade ou, alternativamente, em outra, caso o senador tenha mais de uma unidade no Estado".

Falando em tese, sem saber do caso concreto, três senadores disseram à reportagem que o Senado impede que assessores vivam e trabalhem em municípios que não contam com escritórios políticos previamente informados à Casa.

"O Senado é uma bagunça"

Funcionária do Senado para cuidar "dos arquivos" do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, diz que prefere trabalhar em casa já que o Senado "é uma bagunça". A coluna telefonou por três dias para o gabinete, mas não a encontrou. Na última tentativa, anteontem, a ligação foi transferida para a casa de Luciana, que ocupa o cargo de secretária parlamentar. Abaixo, um resumo da conversa:

FOLHA – Quais são suas atribuições no Senado?
LUCIANA CARDOSO –
Eu cuido de umas coisas pessoais do senador. Coisas de campanha, organizar tudo para ele.

FOLHA – Em 2006, você estava organizando os arquivos dele.
LUCIANA –
É, então, faz parte dessas coisas. Esse projeto não termina nunca. Enquanto uma pessoa dessa é política, é política. O arquivo é inacabável. É um serviço que eternamente continuará, a não ser que eu saia de lá.

FOLHA – Recebeu horas extras em janeiro, durante o recesso?
LUCIANA –
Não sei te dizer se eu recebi em janeiro, se não recebi em janeiro. Normalmente, quando o gabinete recebe, eu recebo. Acho que o gabinete recebeu. Se o senador mandar, devolvo [o dinheiro]. Quem manda pra mim é o senador.

FOLHA – E qual é o seu salário?
LUCIANA –
Salário de secretária parlamentar, amor! Descobre aí. Sou uma pessoa como todo mundo. Por acaso, sou filha do meu pai, não é? Talvez só tenha o sobrenome errado.

FOLHA – Cumpre horário?
LUCIANA –
Trabalho mais em casa, na casa do senador. Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando. Você já entrou no gabinete do senador? Cabe não, meu filho! É um trem mínimo e a bagunça, eterna. Trabalham lá milhões de pessoas. Mas se o senador ligar agora e falar "vem aqui", eu vou lá.

FOLHA – E o que ele te pediu nesta semana?
LUCIANA –
"Cê" não acha que eu vou te contar o que eu tô fazendo pro senador! Pensa bem, que eu não nasci ontem! Preste bem atenção: se eu estou te dizendo que são coisas particulares, que eu nem faço lá porque não é pra ficar na boca de todo mundo, eu vou te contar?

05/04/2015

O repente dos bugios

Filed under: Demagogo,Demóstenes Torres,DEMo,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 11:52 pm
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Dia 12 de abril a HBO retorna com a 5ª Temporada de Game of Thrones. Enquanto isso, não perca o game entre Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres. Do pescoço pra baixo é canela. O melhor é que dá para acreditar em tudo o que um diz do outros. São correligionários, tocavam juntos e afinados sob a batuta de FHC. Para se ter uma idéia do nível do que se passa na cabeça dos dois, o melhor amigo de Demóstenes Torres é Gilmar Mendes. Por aí já se pode ter uma idéia do que rola nessa briga de bugio. Diz-se, inclusive, que o Agripino Maia é juiz mais isento para esta contenda…

Demóstenes dá a tréplica. Avisa que senador perderá mandato. Caiado foge e se cala.

A briga dos "demos" de Goiás, esquentou. Depois do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) dizer que o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) rouba e foi financiado por Cachoeira, e depois da resposta o acusando de bandido, psicopata, corrupto, Demóstenes deu a tréplica.

Disse que Caiado "reconheceu quase todos os fatos que apresentei, tentando lhes dar um ar de normalidade (…) O senador comete um ato falho. Eu jamais disse que Agripino Maia teve qualquer esquema com o Detran. Ou teve, Caiado?"
E fechou com um enigmático recado:

… o decorrer dos dias próximos o fará perder o mandato
(…)
A partir de agora a Justiça vai resolver a minha situação e a dele. Reafirmo tudo o que disse. A minha agonia está no fim e a de Ronaldo Caiado apenas se iniciando.

Depois disso, Caiado fugiu da briga e se calou. Emitiu apenas três linhas dizendo que "Prefiro combater em vez de bater boca com bandido…".

Eis a íntegra da nota de Demóstenes:

Ronaldo Caiado, à míngua de qualquer argumento, partiu para a adjetivação. Deu uma sapituca, reconheceu quase todos os fatos que apresentei, tentando lhes dar um ar de normalidade. Traz apenas três pontos novos e inverídicos: que eu tenha chorado perante ele e dispensado sua lealdade; que tenha Eurípedes Barsanulfo contido o então diretor-Geral da Polícia Civil, Marcos Martins, em uma suposta invasão do meu gabinete na Secretaria de Segurança Pública; e que o meu suplente de senador José Eduardo Fleury tenha tentado me chantagear.
Quanto ao primeiro, ninguém jamais me verá nessas condições. Além do quê, Caiado acredita que o sentimento de lealdade é apenas uma doença de cachorro. No segundo, ainda que fosse verdade, o que nego, nunca pedi para que comprassem minhas brigas. Sempre fui homem o suficiente para enfrentar os meus próprios desafios. O terceiro é apenas mais uma da safra caiadista de invencionices. José Eduardo Fleury foi um suplente honesto e dedicado, a quem sempre respeitei.
O senador comete um ato falho. Eu jamais disse que Agripino Maia teve qualquer esquema com o Detran. Ou teve, Caiado? Sua mitomania atravessa todas as frases e se consubstancia na afirmação de que os integrantes da CPI ouviram 250 mil horas de gravações e o inocentaram. Isso seria o equivalente a passar mais de 28 anos ouvindo, 24 horas por dia, todos os grampos da Operação Monte Carlo. É apenas mais uma fantasia construída para dar ar de veracidade à personagem que o senador canastrão representa.
Essa madrugada fez Ronaldo perder a voz, mas o decorrer dos dias próximos o fará perder o mandato. Não adianta grunhir porque se gritaria resultasse em algo, os porcos não morreriam daquela forma. E repito: comigo é nos termos que já propus, exceto em uma disputa intelectual, porque cérebro Caiado não possui. Aguarde. Quem viver, verá.
A partir de agora a Justiça vai resolver a minha situação e a dele. Reafirmo tudo o que disse. A minha agonia está no fim e a de Ronaldo Caiado apenas se iniciando. Tenho dito.

Demóstenes dá a tréplica. Avisa que senador perderá mandato. Caiado foge e se cala. | Os Amigos do Presidente Lula

 

Caiado xinga, mas veste carapuça e confirma o que Demóstenes disse.

Depois de ser acusado por Demóstenes Torres de roubar e ser financiado pelo bicheiro Cachoeira, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), chamou o seu ex-colega do DEMos de bandido, rato, corrupto, bicheiro. Mas …

Caiado acabou confirmando boa parte do que disse Demóstenes. Eis trechos da resposta:
1) Proximidade com a família Cachoeira:
Caiado: Como médico, atendi um filho dele [de Cachoeira] a pedido de Demóstenes. A criança, que possuía uma displasia, foi a meu encontro acompanhada apenas de sua mãe, ex-mulher de Cachoeira. Encaminhei o paciente para o professor Carlos Giesta, especialista nesse assunto.
Comento: Desde a década de 1980 Caiado se dedica mais à política do que à medicina. Essa consulta foi em encontros sociais com a família Cachoeira?
2) Ex-delegado que supostamente exploraria caça-níqueis:
Caiado: Eurípedes Barsanulfo, amigo de meu pai, tem o hábito de jogar, mas eu jamais soube da participação dele em esquema de caça-níqueis. Não acredito que ele tenha envolvimento com isso.
3) Cortesias da empreiteira OAS:
Caiado: Há vários anos passo o Réveillon na companhia de Carlos Suarez, meu amigo e padrinho de minha filha caçula, que há anos não faz mais parte da OAS. Nossas esposas são amigas fraternas, desde a infância na Bahia.
4) Rolos com o senador José Agripino (DEM-RN):
Caiado: Essas mentiras de que intermediei contatos para o senador José Agripino são descabidas e sem sentido. Até porque de Detran quem entende é Demóstenes e sua turma.
Comento: Demóstenes não tinha falado em Detran. Caiado vestiu a carapuça. Carlos Suarez (ex-OAS) é dono da Controlar, empresa de inspeção veicular enrolada com o escândalo das propinas para Agripino na eleição de 2010.

Caiado xinga, mas veste carapuça e confirma o que Demóstenes disse. | Os Amigos do Presidente Lula

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai”

31 de março de 2015 | 13:38 Autor: Fernando Brito

caiado

Hoje, no Diário da Manhã, de Goiânia, o ex-senador Demóstenes Torres, que perdeu o mandato por conta de suas ligações com o banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira, publica um violentíssimo artigo contra o líder ruralista Ronaldo Caiado.

Torres despeja todo o seu ódio ao ex-colega de DEM que, segundo ele, é “o Judas Ronaldo”, que viu em sua desgraça a oportunidade de “afundar-me no buraco”.

“(…)Caiado se passava como uma espécie de irmão mais velho pra mim, falava da afinidade de nossas teses, que era um conservador não beligerante, pra isso não poupando sequer seus antepassados, e que desejava um futuro liberal para o Brasil. Ronaldo fazia sim, parte da rede de amigos de Carlos Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho. Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente   nas campanhas  de 2002, 2006  e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído. Siga o dinheiro”. (…)

“Ronaldo Caiado é chefe de um dos mais nocivos vagabundos de Goiás, o delegado de polícia civil aposentado, Eurípedes Barsanulfo, que era o melhor amigo de Deuselino Valadares, o delegado de polícia federal que fez um “relato”, segundo “Carta Capital”, onde me acusava de ser beneficiário do jogo do bicho. Esse relato jamais apareceu oficialmente, mas serviu para que o PSOL dele se utilizasse para representar-me perante o conselho de ética do Senado. No final do ano passado, o jornal Diário da Manhã de Goiânia, publicou uma matéria assinada em que acusa o dito delegado de ter forjado o documento a mando de um seu chefe político. Quem era ele? Ronaldo Caiado, todos sabem. Aliás, Eurípedes Barsanulfo, este sim, era prócer das máquinas caça-níqueis em Goiás. Ronaldo uma vez, inclusive, me pediu para interferir junto a Carlos Cachoeira para ampliar a atividade de Eurípedes no jogo ilícito”.(…)

“Ano passado sua degradação se expandiu. Ronaldo Caiado, no afã de ser candidato a Senador ao lado de Marconi Perillo, foi atrás de Aécio Neves e Agripino Maia (este dependente financeiro de Perillo) para que eles compusessem a chapa com coerência nacional, apesar de todo histórico de desavenças com o carcamano. Um pouco mais vexatório, mandou a própria esposa num evento na cidade de Americano do Brasil, onde a apedeuta, além de usar a palavra, pregou o voto em Perillo, alegando que ele era um grande estadista e que esperava sua reeleição para o bem de Goiás. Relembre-se: quem teve negócios com Cachoeira foi Perillo, eu não.”

“Na fusão do DEM com o PTB irá para o PMDB, possibilidade constitucionalmente aceita de adesão partidária. Irá, oficialmente, se opor. Parecerá até o fim um coerente, um habanero puro. Seguirá as ordens de seu chefe político ACM Neto, que financiou sua última campanha em Goiás e que lhe assegurou, caso perdesse a eleição, o confortável posto de secretário de saúde em Salvador, em cuja região Caiado  costuma passar suas férias às expensas da empresa OAS.”

“Pois agora, Ronaldo Caiado, quero ver se você é homem mesmo. Nos mesmos termos que você mandou oferecer ao frouxo Marconi Perillo, eu me exponho.(…) Você diz em seus discursos que Caiado não rouba, não mente e não trai. Você rouba, mente e trai.”

É pouco? Tem mais no catatau de Demóstenes. Aquele clássico “Duelo em OK Corral” é fichinha.

Mas como Caiado é peça importante na aliança oposicionista, silêncio quase total na mídia.

01/04/2015

Briga de bugio

Filed under: Corrupção,Demóstenes Torres,DEMo,Gilmar Mendes,Ronaldo Caiado,Veja — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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Gilmar Mendes, Demóstenes Torres & Ronaldo Caiado

morcegosOs paladinos da moralidade alheia, e por isso frequentadores das páginas amarelas da Veja, Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres fazem em público o que os bugios fazem nas florestas: brigam jogando merda um no outro. E não é que ambos têm razão! E são sujos porque dormem da mesma forma, pendurados no pau do DEMo.

Como duvidar do melhor amigo de Gilmar Mendes, Demóstenes Torres, de que "Ronaldo Caiado: uma voz à procura de um cérebro". O líder do DEM no Senado está sendo acusado, só agora, de tudo o que sempre se soube mas os jornais não se interessam porque são parceiros ideológicos. Colega de Agripino Maia, Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres eram os paladinos da moralidade, os varões de Plutarco que se revezavam com Gilmar Mendes nos ataques a Lula.

Um a um os arautos da moralidade alheia vão deslizando pescoço abaixo como cocô de morcego. É sabido que morcegos dormem dependurados, de modo que as fezes acabam escorrendo pela boca. É como morcegos que eles se alimentam, chupando o sangue de suas vítimas. Ao viverem de ataques sorrateiros, noturnos, ganham espaço na mídia por que as vítimas, no escuro, não têm direito à defesa.

O que espanta é alguém do Ministério Público, Demóstenes Torres, vir a pública agora em 2015, para acusar colegas de crimes cometidos em 2010. Onde ele guardou estas informações por tanto tempo? Por que, enquanto permanecia na tribuna do Senado não fez as denúncias que só agora faz?

Tirando seus familiares, os anencefálicos e seus amestrados na mídia, qualquer outra pessoa sabe que são farinha do mesmo saco roubado. O caráter bateu na cabeça e não entrou.

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai

31 de março de 2015 | 13:38 Autor: Fernando Brito

Hoje, no Diário da Manhã, de Goiânia, o ex-senador Demóstenes Torres, que perdeu o mandato por conta de suas ligações com o banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira, publica um violentíssimo artigo contra o líder ruralista Ronaldo Caiado.

Torres despeja todo o seu ódio ao ex-colega de DEM que, segundo ele, é “o Judas Ronaldo”, que viu em sua desgraça a oportunidade de “afundar-me no buraco”.

“(…)Caiado se passava como uma espécie de irmão mais velho pra mim, falava da afinidade de nossas teses, que era um conservador não beligerante, pra isso não poupando sequer seus antepassados, e que desejava um futuro liberal para o Brasil. Ronaldo fazia sim, parte da rede de amigos de Carlos Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho. Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente   nas campanhas  de 2002, 2006  e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído. Siga o dinheiro”. (…)

“Ronaldo Caiado é chefe de um dos mais nocivos vagabundos de Goiás, o delegado de polícia civil aposentado, Eurípedes Barsanulfo, que era o melhor amigo de Deuselino Valadares, o delegado de polícia federal que fez um “relato”, segundo “Carta Capital”, onde me acusava de ser beneficiário do jogo do bicho. Esse relato jamais apareceu oficialmente, mas serviu para que o PSOL dele se utilizasse para representar-me perante o conselho de ética do Senado. No final do ano passado, o jornal Diário da Manhã de Goiânia, publicou uma matéria assinada em que acusa o dito delegado de ter forjado o documento a mando de um seu chefe político. Quem era ele? Ronaldo Caiado, todos sabem. Aliás, Eurípedes Barsanulfo, este sim, era prócer das máquinas caça-níqueis em Goiás. Ronaldo uma vez, inclusive, me pediu para interferir junto a Carlos Cachoeira para ampliar a atividade de Eurípedes no jogo ilícito”.(…)

“Ano passado sua degradação se expandiu. Ronaldo Caiado, no afã de ser candidato a Senador ao lado de Marconi Perillo, foi atrás de Aécio Neves e Agripino Maia (este dependente financeiro de Perillo) para que eles compusessem a chapa com coerência nacional, apesar de todo histórico de desavenças com o carcamano. Um pouco mais vexatório, mandou a própria esposa num evento na cidade de Americano do Brasil, onde a apedeuta, além de usar a palavra, pregou o voto em Perillo, alegando que ele era um grande estadista e que esperava sua reeleição para o bem de Goiás. Relembre-se: quem teve negócios com Cachoeira foi Perillo, eu não.”

“Na fusão do DEM com o PTB irá para o PMDB, possibilidade constitucionalmente aceita de adesão partidária. Irá, oficialmente, se opor. Parecerá até o fim um coerente, um habanero puro. Seguirá as ordens de seu chefe político ACM Neto, que financiou sua última campanha em Goiás e que lhe assegurou, caso perdesse a eleição, o confortável posto de secretário de saúde em Salvador, em cuja região Caiado  costuma passar suas férias às expensas da empresa OAS.”

“Pois agora, Ronaldo Caiado, quero ver se você é homem mesmo. Nos mesmos termos que você mandou oferecer ao frouxo Marconi Perillo, eu me exponho.(…) Você diz em seus discursos que Caiado não rouba, não mente e não trai. Você rouba, mente e trai.”

É pouco? Tem mais no catatau de Demóstenes. Aquele clássico “Duelo em OK Corral” é fichinha.

Mas como Caiado é peça importante na aliança oposicionista, silêncio quase total na mídia.

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai” | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

 

NA FOLHA:

Ex-senador cassado em 2012 acusa ex-colegas do DEM

Demóstenes Torres diz que Caiado teve campanhas pagas por Cachoeira

Em nota, o líder da sigla no Senado rebateu dizendo que o acusador possui comportamento ‘típico de um psicopata’

DE BELÉM

O ex-senador Demóstenes Torres (sem partido) publicou um artigo na imprensa goiana repleto de críticas a colegas do DEM, seu último partido. O líder da sigla no Senado, Ronaldo Caiado (GO), é o principal alvo dos ataques.

No texto "Ronaldo Caiado: uma voz à procura de um cérebro", no jornal "Diário da Manhã", Demóstenes afirma que Caiado teve suas campanhas de 2002, 2006 e 2010 financiadas por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar o jogo ilegal em Goiás.

Diz ainda que o presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), foi beneficiados em 2010 por um "esquema goiano" com intermediação de Caiado.

"Ronaldo fazia sim parte da rede de amigos de Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho", afirma. "Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente nas campanhas de 2002, 2006 e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído."

Demóstenes diz ainda que Caiado pediu a ele que abordasse Cachoeira em favor de Eurípedes Barsanulfo, um delegado aposentado que supostamente também tinha esquema de jogos ilegais. O ex-senador não nega ser amigo de Cachoeira. Diz, no entanto, que quem fez negócios com o ele foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Flagrado pela PF em diálogos com Cachoeira, Demóstenes foi cassado do Senado em 2012 e acusado de peculato, corrupção e formação de quadrilha. Sua defesa diz que as provas são ilegais e recorre.

No artigo, ele afirma que pretendia ficar em silêncio até a Justiça dar o veredito final, mas foi provocado quando Caiado declarou à revista "Veja" que ele era uma "grande decepção" em sua vida.

‘PSICOPATA’

Em nota, Caiado negou as acusações e disse que Demóstenes tem comportamento "típico de um psicopata".

"Em seus momentos de alucinação, por não suportar a sua derrocada política e moral, ele tenta lançar mentiras contra mim", afirmou.

Disse também que nunca intermediou contatos para Agripino, que, por meio de sua assessoria, reafirmou a posição de Caiado.

Sobre Barsanulfo, Caiado afirmou que o delegado é amigo de seu pai e "tem o hábito de jogar", mas "jamais soube da participação dele em esquema de caça-níqueis".

Perillo afirmou, por meio de sua assessoria, que já prestou todos os esclarecimentos a respeito do assunto.

A Folha não conseguiu localizar Barsanulfo.

25/03/2015

Adoradores do DEMo!

Onyx Lorenzoni e AGripino MaiaA informação de que, finalmente, Agripino Maia virou réu não ocupa capa dos jornais dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. O Jornal Nacional não dedica um segundo para jogar todo o partido na lama como rotineiramente faz com o PT. Verifiquei as capas dos jornais gaúchos e o silêncio é ensurdecedor. Como na música do Língua de Trapo, no DEMo tudo pode, pode cocaína, pó de guaraná…

São da mesma estirpe de um Demóstenes Torres, de um Ronaldo Caiado, de um Hildebrando Pascoal.

Agripino Maia presidente tinha Onyx Lorenzoni de secretário. Onde um larápio ia, o outro ia atrás. Do Oiapoque ao Chuí, do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, Onyx seguia, um passo atrás, seu Agripino. No entanto, esta relação incestuosa não causa coceira no jornalismo de aluguel à moda gaúcha. Os reis do Macarthismo Gaudério têm livre trânsito nas diversas tribunas do Coronelismo Eletrônico guasca para proferirem seu moralismo de bordel. Todos os microfones se abrem para proferirem as piores manifestações de ódio. Se há um bem nisso, é que as pessoas inteligentes descobrem logo que são possuidores de um déficit civilizatório atroz. O ódio é a única herança que distribuem aos gaúchos.

Esperava que trouxessem a palavra dos paladinos da moralidade do pampa, como Onyx Lorenzoni. Nunca acreditei em nenhuma só palavra dita por Onyx Lorenzoni.  O critério de aferição é muito simples. Se elas vem embaladas pelos jornais que nasceram e cresceram com a ditadura. Se formos ver quem espalha comportamento nazi-fascistas, com o dedo apontado para as feridas alheias para esconder as moscas varejeras do meio onde vivem, sempre tem alguém do DEMo. No RS não há nada mais hipócrita que Onyx Lorenzoni.

Fosse o Presidente do PT, hoje os comentaristas esportivos, os narradores e os repórteres de campo dariam um jeito de relacionar qualquer falta ao PT. Como é de um partido da base de apoio dos grupos mafiomidiáticos, o DEM tem licença para roubar. As cinco irmãs(Folha, Estadão, Veja, RBS & Globo) são adoradoras do DEMo!

Não é um comentário contra as denúncias de corrupção no PT ou no Governo Federal. Trata-se de exigir o mesmo tratamento. Não me serve a criminalização de um partido para eliminar a concorrência. As críticas da Rede Globo contra o Governo Federal e o PT é mera disputa pelo monopólio da corrupção. Não há nenhuma outra entidade com histórico de corrupção mais rico do que o ostentado pela Rede Globo. A única diferença é que ela detém o monopólio de dizer o que e quem é corrupto. Ela jamais vai tratar da forma como foi construída, jamais vai falar da proibição do Muito Além do Cidadão Kane, do Escândalo da Proconsult, do manipulação do debate entre Lula e Collor. E da sonegação milionária.  A agenCIA internacional de notícias Reuters também aplica em relação ao pior presidente que este país já teve, FHC, a lei Rubens Ricúpero: o que é bom para FHC eles mostram, o que é ruim eles escondem. Em relação ao PT, Dilma e Lula fazem exatamente o contrário. É disso que se trata quando se chama de grupos mafiosos e não grupos de informação.

12/01/2015

O DEMo veste Marta!

Filed under: Ódio de Classe,DEMo,Marta Suplicy — Gilmar Crestani @ 8:21 am
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Bornhausen FuhrerComo diria Caetano, Narciso acha feio tudo o que não é espelho.

Não há nada mais parecido com Marta Suplicy do que Lya Luft e vice-versa. São duas mulheres rancorosas.

Nem Pellegrino nem Favre conseguiram legar a elas um novo sobrenome. Só Freud explica o que se passa na cabeça de quem sequer tem sobrenome próprio.

O ódio da Marta tem a mesma origem do ódio da Heloísa Helena e da Marina Silva, da candidata rejeitada pelo grande amor.

Nada pior que um amor não correspondido. Como nos casamento, ex é para sempre.

O ódio é sua herança. O despeito é seu combustível.

Bornhausen se foi, mas ganhou Marta para acabar com a raça petista…

DEM vai além de Marta e diz que "PT já morreu"

:

O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), considerou as declarações da ex-ministra Marta Suplicy (PT) – que afirmou em entrevista ao jornal Estado de São Paulo que ou o PT ou muda ou corre o risco de acabar – como um fato político de alta relevância. Para o democrata, o Partido dos Trabalhadores já chegou ao fim; "Não é que esse PT está para morrer, ele já morreu", disse; "É o primeiro atestado de reconhecimento de alguém que, verdadeiramente, tem história no partido e com grande protagonismo, pois foi uma das referencias mais expressivas do partido", completou

11 de Janeiro de 2015 às 15:33

247 – O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho (PE), considerou as declarações da ex-ministra Marta Suplicy (PT) – que afirmou em entrevista ao jornal Estado de São Paulo que ou o PT ou muda ou corre o risco de acabar – como um fato político de alta relevância. Para o democrata, o Partido dos Trabalhadores já chegou ao fim. "Não é que esse PT está para morrer, ele já morreu", disse o parlamentar ao Estadão.

Segundo Mendonça Filho, "Ela (Marta Suplicy) está enxergando que o PT se desmanchou em termos de imagem pública", avaliou. "É o primeiro atestado de reconhecimento de alguém que, verdadeiramente, tem história no partido e com grande protagonismo, pois foi uma das referencias mais expressivas do partido", completou referindo-se ao fato de Marta Suplicy ser uma das fundadoras do PT.

Apesar de afirmar que o PT "já morreu", o democrata ressalta qe não se pode falar que a história do partido tenha chegado ao fim. "Não dá para ser tão fatalista, pois todos têm capacidade de renascimento", disse. Segundo ele, o Partido dos Trabalhadores "está contaminado pelo vale tudo para estar no poder’", o que dificulta este renascimento.

Para o parlamentar, o PT "se desmoralizou". "Quando o PT assumiu o poder, desmoralizou suas grandes teses e compromissos. Era um partido que vendia a tese de que era o mais ético do Brasil, que era implacável contra a corrupção, que de fato tocava políticas sociais consistentes, que não deixava o Estado ser tomado por interesses privados escusos e corruptos", disse. "Hoje, loteia o governo. Obedece mais às regras dos interesses dos aliados e não prima pela competência", completou.

DEM vai além de Marta e diz que "PT já morreu" | Brasil 24/7

05/01/2015

DEMofobia!

Bornhausen Fuhrer

A direita esperneia, mas não sobrevive à luz do sol. É dependente de uma dita dura! Como ratos, nasce o sol e eles desaparecem para o esgoto, de onde saem de tempos em tempos graças à velha mídia com quem estão morrendo abraçados.

Mudam de pele igual camaleões. Da Arena, para PFL a DEMo. Tudo merda da mesma latrina. Só dando descarga!

Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

Por Altamiro Borges
Apesar da aparente valentia, a oposição demotucana ingressa em 2015 bem mais fragilizada. Além de perder pela quarta vez consecutiva a disputa presidencial, o PSDB regrediu nos governos estaduais – de oito para cinco – e estagnou na Câmara Federal. Já o DEM, que reúne a oligarquia patrimonialista e servia de apêndice dos "moderninhos" tucanos, está próximo da extinção. O cerimonial do inferno já ultima os preparativos para receber os demos – apesar das resistências do capeta.
A única liderança que ainda sobrou na sigla, ACM Neto, prefeito de Salvador (BA), já anunciou que "o DEM não vai mais existir como tal". O demo fez esta afirmação bombástica antes das eleições de outubro. Ele ainda apostava na vitória do cambaleante presidenciável tucano para garantir uma morte menos traumática. "Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, afirmou na ocasião. A legenda projetava ganhar o governo da Bahia e eleger uma bancada de 40 deputados federais. Mas nada disso se concretizou. O desastre foi total!

Em 2010, o DEM conquistou dois governos estaduais (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) – bem distante dos sete eleitos em 1998, ainda no reinado de FHC. Com o racha interno protagonizado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, o catarinense Raimundo Colombo aderiu ao PSD. Já a potiguar Rosalba Ciarlini, totalmente desmoralizada, foi traída pelo próprio presidente nacional da legenda, o senador Agripino Maia, e nem disputou a reeleição. Para confirmar a desgraceira, a única aposta dos demos, a da vitória de Paulo Souto na Bahia, deu chabu! O DEM não tem mais nenhum governador no país!

Já na Câmara Federal, a situação também é deprimente. O DEM teve a maior redução do número de deputados entre todas as siglas – com queda de 48,84% na sua representação. Em 2002, a sigla elegeu 84 parlamentares; em 2010, caiu para 43; e agora foram apenas 22 eleitos. Vários deles inclusive já sinalizam que abandonarão a legenda decadente, tentando melhores "oportunidades". Agripino Maia, o bravateiro que comanda o DEM, gosta de esbravejar que "não dará paz à presidente Dilma". Pelo jeito, ele não dará paz ao capeta no inferno!

*****

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Altamiro Borges: Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

03/12/2014

Primeira mancham o nome, depois a oposição acoca

Filed under: DEMo,Grupos Mafiomidiáticos,Instituto Millenium,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:18 am
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Midia ganhafotonÉ assim que funciona a máquina de moer gente do PSDB/DEM. Com o apoio dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, saem enxovalhando a imagem dos seus concorrentes. Depois, não tendo como provar nada do que afirmam, eles mesmos rejeitam a continuidade do processo. Mais caratismo tem nome e sigla partidária e o apoio das cinco irmãs.

Quando abrem o processo, são manchetes e mais manchetes, como foto na capa. Quando encerra o processo, inclusive com a participação dos acusadores, dois parágrafos escondidos em pés de página e estamos conversados. É assim que funciona a oposição dos Grupos MafioMidiáticos da d. Judith Brito.

Conselho de Ética rejeita pedidos para cassar três deputados do PT

DE BRASÍLIA – O Conselho de Ética da Câmara rejeitou nesta terça (2) os pedidos de cassação dos deputados Afonso Florence (PT-BA), Rui Costa (PT-BA) e Nelson Pellegrino (PT-BA).

Eles eram acusados de envolvimento em um esquema de desvio de R$ 17,9 milhões do Fundo de Combate à Pobreza desde 2004, com a participação da ONG Instituto Brasil, dinheiro destinado à construção de 1.120 casas populares.

Os processos foram rejeitados por unanimidade. O órgão considerou que não havia provas concretas para justificar a abertura de processo. Rui Costa foi eleito governador da Bahia. Florence e Pellegrino foram reeleitos para um novo mandato a partir de fevereiro.

Os pedidos de cassação foram apresentados pelo PSDB e pelo DEM, mas foram rejeitados inclusive pelos deputados da oposição no Conselho.

20/10/2014

Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia

Filed under: ACM,ACM Neto,DEMo,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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ACM Neto, cavalgando a turma do avô, abraça programa de governo do Jorge Bornhausen: “O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.” Por que todo troglodita da direita só tem por projeto tirar o PT do poder? Por que, ao invés de propostas para melhorar o Brasil, o programa se resume em disseminar o ódio contra uma agremiação?

O anão nem nome político tem, vive do legado do avô, e sobe nas tamancas como se fosse gente grande?

Já que o Neto não se digna em mostrar, ACM subiu na vida por ser braço midiático da Globo na Bahia. Foi assim, como mostra o documentário Muito Além do Cidadão Kane, que ACM ascendeu ao poder. Quando Tancredo Neves morreu, Antonio Britto, porta-voz, fazia a abertura do Jornal Nacional, diretamente do Hospital de Base de Brasília, dizendo: “Senhores, trago boas notícias”, que lhe valeu o título de “vivo do ano” pelo Pasquim Sul.

Tancredo, tio avô do Aécio, estava morto, mas Sarney precisava tomar posse, por isso era mantido vivo por aparelhos (Globo), enquanto se engendrava a indicação de ACM para Ministro das Comunicações de Sarney. Sarney, que viria a distribuir concessões de rádios a políticos como Aécio Neves. Aécio ganhou uma rádio do Sarney, a mesma que a irmã dele, Andreia Neves, distribuída verbas enquanto ele era governador de Minas.

Não fosse a ditadura, não fosse o Rede Globo, não fosse Sarney, não fosse a distribuição de rádios em troca de mais um ano para Sarney, não teríamos nem Aécio Neves nem ACM Neto. Ambos são fruto da corrupção comandada por Sarney, Rede Globo, ACM.

Quem não conhece o passado acaba repetindo no presente os mesmos erros, os mesmos personagens, as mesmas práticas.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

21/09/2014

Banqueiro só rima com puteiro

Filed under: Banco Itaú,Banqueiros,DEMo,Marina Silva,MariNeca,Pacto com Demônio — Gilmar Crestani @ 1:23 pm
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Marina e itaÚ fora Trabalhei quatro anos no Bradesco. Foi o suficiente para saber como funciona o capitalismo brasileiro. Enquanto der lucro, o patrão embolsa. Quando dá prejuízo, o incompetente espera contar com o dinheiro público.

Em outras palavras, privatiza o lucro e socializa o prejuízo.

Não é outra questão que agora assola a economia da Argentina. Especuladores do mundo inteiro, a começar pelos norte-americanos, resolveram chegar à noite a Buenos Aires e, ao amanhecer, ir passar o dia em outra freguesia. Estavam especulando com a crise que Carlos Menem e seu neoliberalismo de costeletas haviam introduzido na Argentina com base nas regras impostas pelo FMI. Na época o FMI tinha de capacho três patetas latinos: Fujimori, Menem & FHC. Com estes, destruiu a economia dos respectivos países. A lógica era simples: diminuíam os gastos do Estado, aumentavam os impostos, privatizavam as empresas na mesma proporção que aumentavam os juros. Nessa suruba, o capital especulativo fez sua orgia particular. Corriam o risco porque o retorno era alto e rápido.

Mas as coisas bruscamente mudaram. Fujimori e Menem, mas FHC foi capturado, via Miriam Dutra, pela Rede Globo, que lhe deu, não gratuitamente, cobertura e proteção. Tanto que todos os  seus correligionários que resolveram aparecer ao seu lado, de José Serra ao Aécio, passando por Alckmin, rodaram feio. Com Nestor Krishner e depois sua esposa Cristina, na Argentina, e com Lula e Dilma, no Brasil, o mundo girou e a lusitana rodou… a bolsa. Os abutres conseguiram nos EUA um Juiz que julgasse a Argentina. No Brasil, Lula pagou o que FHC havia tomado emprestado e deu um pontapé na bunda do FMI. Dilma foi mais além, cancelou viagem aos EUA e, com os demais BRICS, criou um banco. E assim chego ao ponto onde mora o ódio do Banco Itaú a Dilma: o Brasil não só não precisa mais da financeirização da ecomonia ditada pela FEBRABAN como tem seu próprio banco. Aliás, dois. O BNDES e o Banco do Brics. O ódio dos banqueiros ao BNDES, à CEF e ao BB é tanto que hoje fariam um pacto com o demônio deste que o demônio pudesse nos governar.

O ataque de Marina Silva aos bancos públicos (CEF, BB e BNDES) atende a um pedido da Neca Setúbal. Pronto, revelei o pacto e o demônio….

Banqueiro em política é véspera de bancarrota

"Existem algumas poucas verdades absolutas na vida política. Uma delas é aquela de que o banco que se mete em seus meandros, inevitavelmente, quebra. Aqui e lá fora. Não faltam exemplos", diz o jornalista Palmério Doria, em artigo exclusivo para o 247; texto serve de alerta para os banqueiros Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, filhos de Olavo Setubal e Walter Moreira Salles, que permitiram o excessivo engajamento do Itaú Unibanco no processo político de 2014, especialmente em razão dos vínculos entre Neca Setubal e Marina Silva; experiências que terminaram mal no Brasil foram as do Econômico, de Angelo Calmon de Sá, e do Bamerindus, de José Eduardo Andrade Vieira

Por Palmério Doria, especial para o 247

Nos Estados Unidos o respeitado Riggs Bank, de Washington, conhecido pela tradição de ser o banco oficial de todos os presidentes, sucumbiu ao ser descoberto numa indesculpável travessura: abrigava contas milionárias de Augusto Pinochet, o ditador chileno, abertas com passaportes e nomes falsos. Obviamente o dinheiro sujo do genocida andino chegou aos seus cofres com a conivência da diretoria. Deixaram, assim, os banqueiros do Riggs de frequentar o Salão Oval para o amargor de depoimentos em chefaturas policiais e audiências nos tribunais de justiça.

Na Argentina, dois bancos mantiveram relações carnais com os milicos golpistas pós-1976, o ano da derrubada da viúva de Perón e instauração do regime cruel que sequestrou, matou e desapareceu com cerca de 30 mil pessoas. O Banco de Intercâmbio Regional (BIR) e o Banco Oddone tinham tentáculos dentro dos quartéis e passe livre na Casa Rosada, ocupada alternadamente por generais ladrões e assassinos. Mas suas contabilidades – escondidas pela profusão de patrocínios culturais, badalações no society platino e eventos no exclusivo Jockey Club portenho – estavam podres. Nem os militares ousaram salvar os banqueiros falidos quando Jose Alfredo Martinez de Hóz, o czar da economia, decretou as quebras.

Enquanto milhares de correntistas iam do escândalo nas portas (cerradas) das agências ao “simples” suicídio, os banqueiros fugiram para o exterior ou acabaram nos calabouços do regime. A influência política de nada valeu diante da revolta popular e da comoção causada pela debacle sistêmica provocada pela quebra do BIR e do Oddone. E eram todos bancos presumivelmente “sadios” e com forte proteção política.

José Rafael Trozzo, o presidente do BIR, era a voz de apoio ao regime entre o empresariado mais saliente, e Luis Alberto Oddone, dono do banco que levava seu sobrenome, chegou mesmo a custear do próprio bolso a fortuna de US$ 700 mil (valores de 1976) pagos à agências internacionais de relações públicas e lobby para que propagandeassem os feitos do novo regime argentino. Trozzo, avisado por um general camarada, fugiu para Miami. Oddone resolver peitar Martinez de Hóz e passou longa temporada numa masmorra nos arredores de Buenos Aires.

Mais curioso foi o final do banqueiro Ruben Beraja, do Banco Mayo, presidente da DAIA (Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas) e destacado membro da corte de Menem, nos anos infames do neoliberalismo platino. Diante de uma fraude monstruosa, um rombo que atravessava a casa das centenas de milhões de dólares, o BCRA (o Banco Central de lá) simplesmente decretou a liquidação do Mayo. Beraja se encontrava em Washington, como feliz e prestigiado integrante da comitiva do presidente Carlos Menem. No hall do hotel, a caminho da Casa Branca, Carlos Korach, mafioso chefe-de-gabinete da Casa Rosada, o desconvida na frente dos presentes e lhe dá com crueza a notícia do estouro de seu banco: “Te jodeste, hermano”. Nem sempre a proximidade com o poder e a intimidade com os poderosos consegue segurar um banco quebrado. Dinheiro é coisa séria.

Ricardo Espirito Santo Salgado comandou por muitos com mão-de-ferro o banco que leva o sobrenome da família materna. Ganhou o popular apelido de “o-dono-disto-tudo” e recebia presidentes, primeiros-ministros e autoridades monetárias em sua deslumbrante casa nos arredores de Lisboa, talvez uma das mais lindas da Europa. Elegante e arrogante, impôs-se na política portuguesa, na de Moçambique, na de Angola e, também, recebeu Marcos Valério e uns sôfregos emissários do delator Roberto Jefferson, então influente dono do PTB, para negociações mirabolantes acerca de aplicações das reservas do tesouro brasileiro. Que, é claro, jamais foram feitas.

O sólido banco de Ricardo E. S. Salgado não era tão sólido quanto parecia, e seu espírito como banqueiro estava longe de ser santo. Hoje, depois de apeado da presidência do antigo colosso lusitano, espera em prisão domiciliar a decisão da Justiça sobre propinas pagas, propinas recebidas, desvios de fundos e balancetes dignos de Ionesco. Não sem antes ter deixado nas burras do tesouro a bagatela de três milhões de euros – valor arbitrado como fiança pelo direito de não ir (por enquanto) mofar num cárcere lisboeta qualquer. Sabe o que aconteceu ao ex-dono-disto-tudo? Encontrou pela frente um primeiro-ministro corajoso, um ministro da Fazenda sério e um juiz imparcial. O futuro do ex-banqueiro que comandou governos e tratava dignatários por “tu” não é nada alvissareiro.

Voltemos ao patropi.

Ângelo Calmon de Sá despachava em histórico edifício na Cidade Baixa, em Salvador, sede do então centenário Banco Econômico. Não fitava as pessoas, mal as cumprimentava e um dos seis elevadores estava permanentemente interditado. Só o “doutor Ângelo” podia usá-lo. Estava em Paris, numa suíte do George V, tomando champanhe Cristal Rosé Brut Imperial com dona Ana Maria, mas o “seu” elevador, lá no centro histórico lindo e fétido de nossa primeira capital, estava fechado aos mortais. Ele era uma semidivindade baiana. Não estava entronizado no altar da Igreja do Bonfim nem flutuava entre os imensos Orixás do genial escultor Tati Moreno nas águas escuras do Dique do Tororó.

Os governadores da Bahia passavam pela opulenta casa, majestosamente plantada entre mangueiras frondosas, lá no alto de um dos vales rasgados no ventre soteropolitano, prestando-lhe vassalagem e os salamaleques de praxe. Muitas e muitas vezes o “doutor Ângelo” viajava ao Rio, São Paulo ou Brasília, sozinho, aboletado em um de seus dois jatos Falcon, enquanto seus assessores diretos, velhos diretores e gerentes fiéis o seguiam como mortais que eram em voos comerciais. Ministro da ditadura militar e de Collor, presidente do Banco do Brasil, nome sempre lembrado para concorrer ao governo da Bahia, industrial com várias fábricas da Coca-Cola, imenso plantador de cacau, criador de gado da melhor raça, latifundiário de terras que se perdiam no horizonte. Financiou pesadamente todos os partidos, com preferência pela Arena, PDS e PFL, sem se esquecer de encher os cofres de FHC em 94. Pois meses depois – e com dezenas de deputados e senadores comandados pelo inefável ACM atravessando a rua e invadindo o Palácio do Planalto para pressionar em favor do “doutor Ângelo” e do seu agonizante bancão – o mesmo FHC foi obrigado a decretar o fim do Econômico. Estava podre.

Do “doutor Ângelo” sobrou uma dívida imensa, recordações cinzentas e uma pasta rosa, providencialmente deixada em sua mesa na presidência do Econômico, com a contabilidade paralela onde constavam generosos aportes aos políticos de suas relações, de ACM a FHC, passeando por todo o abecedário.

José Eduardo Andrade Vieira era o quarto dos filhos do velho Avelino, o mais destacado banqueiro paranaense. Dois irmãos morreram no mesmo acidente aéreo. O terceiro, de enfarte fulminante. Sobrou ele, a quem não estava destinada a tarefa de comandar o império iniciado pelo pai. Como o J. Pinto Fernandes, do poema do mestre Drummond, “Zé do Banco” não tinha entrado na história, mas com o Bamerindus ficou.

Com muito trabalho e muita simpatia o patriarca havia feito de um tamborete (o Banco Mercantil e Agrícola do Norte do Paraná) nascido em Tomazina, uma pobre cidadezinha, o portentoso Bamerindus, um dos maiores bancos do Brasil nas décadas de 50, 60, 70, 80 até sua quebra na metade dos anos 90. Zé Eduardo até que se saiu bem. Liberal, generoso, recrutou executivos respeitados no mercado, jamais teve seu nome envolvido em negociatas ou corrupção, investiu no marketing e fez de seu Bamerindus uma marca moderna, simpática. Surpreendeu os que dele pouco esperavam. Mas se meteu na maldita da política, comprou um partido, o  PTB, comprou um mandato de senador pelo Paraná, virou ministro de Itamar Franco, financiou pesadamente FHC (que fez sua campanha nos jatinhos do banco), virou ministro do governo do tucano e quebrou bonito.

De uma casa bancária, o extinto Banco Nacional, Paulo Henrique Cardoso sacou a herdeira, Ana Lúcia Magalhães Pinto, com quem manteve casamento de 17 anos, do qual nasceram filhas gêmeas. Viajavam Brasil e mundo afora num jatinho da Líder mantido à disposição, mantendo imensa distância de qualquer coisa que lembrasse trabalho. Os cunhados pagavam as contas e ajudaram o pai do cunhado diletante a eleger-se presidente, sendo um de seus maiores doadores. Até que em 1994, com milhares de empréstimos a clientes fictícios gerados pelo contador Clarimundo Sant’Anna na tentativa de salvar a casa já em escombros, o Banco Nacional já dava mostras de sua precariedade.

No réveillon de 1994, véspera de assumir o Palácio do Planalto, o recém-eleito presidente aparece ao lado de Marcos Magalhães Pinto, presidente do Nacional e irmão de sua nora Ana Lúcia, risonhos numa opípara festança de réveillon da família. Eles, os discretos banqueiros de Minas Gerais, já viviam o outono de uma antiga opulência. Em 1995, ainda no primeiro mandato de FHC, o Banco Central decreta a liquidação do Nacional (o Unibanco, hoje Itaú, pegou o filé da massa falida, deixando a “banda podre” para o contribuinte). Nem o futuro das netas, nem o farto dinheiro recebido pelo PSDB na campanha, conseguiram impedir a ação saneadora do Banco Central. Contrafeito, a FHC só restou assinar a sentença de morte.

Dois meses depois, PHC deixa Ana Lúcia e suas gêmeas e se instala num hotel da grã-finíssima Avenida Vieira Souto, de frente para o mar de Ipanema. O rombo bilionário, que extinguiu o Banco Nacional – do qual a mulher de PHC era herdeira e acionista igualzinho a “educadora” Neca Setúbal – é tido como a maior fraude financeira da história do Brasil, pois, ao que se sabe, atingiu quase um terço do dinheiro circulante. Sejamos mais didáticos: o rombo deixado pelos então parentes de FHC equivalia a mais de R$ 3,00 de cada R$ 10,00 em circulação no país!

Vamos passear de novo pelo mundo.

Nélson Mezerhane é um judeu venezuelano, elegante e simpático. Homem de coragem, financiou a oposição e resolveu enfrentar o regime do coronel Hugo Chávez. Seu Banco Federal não era o maior da Venezuela, mas estava entre os melhores, com centenas de milhares de clientes e uma rede de agências espalhadas por todo o país, investimentos em outras empresas e boa fama no mercado. A colônia judaica local não entendeu o que achou ser “loucura” do seu mais destacado integrante e benfeitor. O problema é que a carta-patente, aquela autorização de funcionamento de uma instituição financeira, é dada pelo Banco Central, a autoridade monetária do país. Preciso contar o resto da história? Mezerhane teve sorte. Sorte e um jatinho. Está em Miami, sem banco, porém livre de uma série de “boletos de captura”, as temidas ordens de prisão.

Outros banqueiros já se envolveram na política e são testemunhos do que, sempre e inevitavelmente, acontece aos que confundem o ronco da história com o tilintar das moedas. Quando financiam candidatos, pagam contas de campanha, participam diretamente do movimento eleitoral, é sinal de que estão com algum grave problema, algo muito sério a ser escondido. Quando se imiscuem na vida pública e no processo eleitoral o fazem em busca de proteção política e salvação imediata. Ou são autores de rombos colossais ainda não revelados ao “mercado” ou pressentem o estouro próximo da boiada, por conta de multas, sonegações, contabilidades paralelas, perdas maquiadas em balanços fictícios, negócios mal feitos, fusões ou incorporações que não geraram o ganho de competitividade e de caixa esperados.

O espanhol Mário Conde, do Banesto (Banco Español de Crédito), era locomotiva da alta sociedade madrilena e banqueiro da família real. Na lista dos 10 homens mais elegantes da Espanha, dos 10 homens mais admirados da Espanha, dos 10 homens mais respeitados da Espanha, dos 10 homens mais influentes da Espanha, dos 10 maiores filantropos da Espanha, dos 10 maiores mecenas da Espanha, dos 10 maiores financiadores de partidos e políticos da Espanha. E o seu banco, um dos 10 maiores da Espanha, não tinha caixa 2, mas tantas contabilidades paralelas a esconderem sua situação pré-falimentar, que passavam das 10. Quebrado em 1993, preso e condenado, pegou 10 anos de cadeia.

Mas, também, há banqueiro que fica bem na história.

O embaixador Walther Moreira Salles foi um dos grandes brasileiros do seu tempo. Iniciador de grandes negócios, visionário, serviu aos governos de Getúlio, JK e Jango. Foi ministro da Fazenda, duas vezes embaixador em Washington, negociador de nossa dívida externa (na melhor das negociações que já fizemos). Angariou imenso prestígio e multiplicou a fortuna iniciada pelo pai no sul de Minas Gerais, na cidade de Poços de Caldas, com um armazém de secos e molhados. Mas nunca foi político, tendo até rechaçado um convite de JK para ser o candidato do PSD ao governo de seu Estado. Apesar disso, atuou com desenvoltura nos bastidores do poder, sem jamais tornar-se um operador político ou o impulsionador de candidaturas ou candidatos.

O ditador Costa e Silva lhe devotava verdadeiro horror. O motivo era prosaico: levou um chá-de-cadeira de Jânio Quadros (a quem mandou cassar em 64 para depois assumir a autoria da violência às gargalhadas) e, incomodado, viu que era Moreira Salles quem saia da sala do então presidente eleito. Em 68, com o AI-5, resolveu cassar o elegantíssimo e educadíssimo banqueiro. Delfim Netto, consultado acerca da estultice já transformada em ato prestes a ser assinado, fez o chefe mudar de idéia: “Tudo bem, presidente. Mas o Walther tem mais crédito que o Brasil”.

Olavo Setúbal, um engenheiro cartesiano e formal, conhecido pela aplicação nos negócios e pela inegável inteligência, construiu um império baseado no trabalho e em golpes da boa sorte. Herdou do tio um banco sem maior expressão, o Federal de Crédito, e o fez crescer à custa de fusões e incorporações, dezenas delas, particularmente ao longo das décadas de 50, 60 e 70. Com o regime militar seus negócios floresceram. Contou com o apoio da ditadura para assumir outro grande banco, o Banco União Comercial (BUC), de propriedade da família do milionário Soares Sampaio, à beira da quebra por conta de uma desastrada gestão de Roberto Campos, seu presidente e verdadeiro mito do liberalismo econômico brasileiro. O genro de Soares Sampaio, o industrial Paulo Geyer, não aceitou as condições de-pai-para-filho com que o Banco Central doava o BUC a Setúbal, e resolver não assinar a transferência de suas ações. “Perguntem ao Geyer se ele vai assinar logo ou se eu vou precisar mandar dois sargentos irem buscá-lo em casa?”, foi a reação do general Ernesto Geisel.

Além do BUC, a ditadura presenteou Setúbal com a prefeitura de São Paulo, onde ele se saiu bem. Deu conta do recado e protagonizou um episódio decente: recusou-se a demitir o secretário de Cultura, o respeitado dramaturgo Sábato Magaldi, apontado como “comunista” pelo execrável general Silvio Frota, um monstrengo da linha mais que dura.

Picado pela mosca azul, “Olavão” foi preterido pelos milicos na sucessão de Paulo Egydio ao governo de São Paulo e se preparou para disputar o Palácio dos Bandeirantes pelo PFL em 1986. Na convenção do partido, um grupo de malandros tirou o tapete do dono do Itaú e impediu sua candidatura, substituída pela de Paulo Maluf. Desiludido, Olavo nunca mais confundiu as urnas eleitorais com os caixas do Itaú.

Recordo essas histórias, ao alcance de qualquer um, para declarar meu espanto com a participação ativa e exótica de bancos e banqueiros – a começar pelo Itaú de Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles – no financiamento e sustentação da candidatura de Marina Silva à presidência da República. Custo a crer que essa aventura surpreendente, atentatória aos bons manejos bancários, às boas práticas empresariais, seja um biombo desesperado para evitar o pagamento de multa no valor impressionante de R$ 18 bilhões e 700 milhões devidos à Receita Federal em impostos não recolhidos na fusão Itaú-Unibanco. Mas, também, não creio que tais banqueiros sejam ingênuos, inocentes ou desavisados. Creio que a arrogância e o desespero, quem sabe, formaram um caldo de cultura que os fará se arrepender mais cedo que tarde da aventura em que se meteram, fazendo de uma despreparada evidente uma candidata com um Itaú de vantagens para eles, os banqueiros, e de desvantagens, para o país.

A ingerência de um colosso bancário na vida pública do país protagonizou até uma festa-fraude. A dos 90 anos de fundação do Itaú-Unibanco. Ora, quem completaria 90 anos não existe mais, o banco dos Moreira Salles. O Itaú foi fundado em 1945, com outro nome, e veio crescendo como já se relatou aqui. Mas esse pretexto serviu para colocar centenas de alegres convivas do society paulistano, gente do mercado financeiro e alguns empresários ligados à oposição num regabofe onde o presidente executivo do Itaú fez um pavoroso discurso político-eleitoral, atacando o governo e deixando claro o seu apoio à mutante candidata acreana, claramente desqualificada para a missão de comandar um país como o Brasil. Da dívida bilionária, não se falou nada. Sem trocadilho, necas.

Não é preciso ser futurólogo. O suave embaixador Walther e o objetivo Olavo não ousaram tanto e, no entanto, não saíram incólumes.

Brasil 24/7

18/09/2014

Marina flerta com o DEMo!

Filed under: DEMo,Gasolina Adulterada,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 8:50 am
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Não é só o adultério, mas outros pecados rondam a parceria de Marina. A traição é sua marca. Pulando de galho em galho, hoje está no PS(d)B, mas amanhã estará no Redecard!

Veja quem finanCIA Marina!

O controverso dono do apê de Marina

17 de setembro de 2014 | 14:02 Autor: Miguel do Rosário

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Valle é o do meio. Foto do Facebook da RVM, uma das empresas dele.

Agora a Marina Silva vai chorar como nunca.

Vai falar que é mentira, boato, baixaria.

Vai convocar milhares de coxinhas para rebaterem as supostas inverdades.

Vai querer censurar os blogs.

Mas não posso fazer nada. Tenho que informar aos leitores, sempre trazendo documentos e links.

Desde o início achei estranho que Marina Silva se hospedasse no apartamento de um milionário como Carlos Henrique Ribeiro do Valle.

Não quero demonizar ninguém. Como jornalista, já entrevistei muitos fazendeiros e empresários. Tem gente boa e honesta em todos os setores.

Eu achei estranho porque não combinava com Marina, ou assim eu supunha, ingenuamente.

O dono do apartamento é proprietário de um grupo, o RVM, que possui vários postos de gasolina; uma distribuidora de combustível (Petronac); e fazendas em Minas, Mato Grosso e Pará (segundo a Folha).

É filiado ao DEM, o partido mais à direita do espectro político.

Nada menos ambientalista e menos “nova política”.

A troco de que um sujeito com esse perfil emprestaria, de graça, um apartamento à Marina Silva?

Essa é uma pergunta que não posso responder. Mas fui pesquisar sobre o homem e suas empresas.

E descobri que ele, a Petronac, e um de seus postos, o Saema Auto Posto, foram condenados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região por adulteração de combustível.

Segundo a Polícia Federal, vários postos situados em Minas Gerais, abastecidos pela Petronac, adulteravam combustível.

A decisão judicial, em última instância, sem mais direito à apelação, está aqui.

A Petronac também foi acusada de fraudar uma licitação em Marília, interior de São Paulo. Um dos documentos do Tribunal de Contas de SP pode ser baixado aqui.

A Petronac tem uma briga constante contra a Petrobrás para avançar mais no setor de distribuição de combustível. As duas disputam licitações para fornecer combustível a prefeituras, Brasil a fora.

Provavelmente é por isso ele apoia Marina, porque a Petrobrás atrapalha a sua vida. Ele tem razões pessoais para odiar o monopólio do petróleo.

As invenctivas de Marina contra a Petrobrás devem soar como música aos ouvidos de Carlos Henrique Ribeiro do Valle.

É seu direito democrático pensar assim. Assim como é emprestar seu apartamento à Marina.

Mas é também direito democrático fundamental do brasileiro conhecer melhor em quem irá votar.

Como o candidato ganha a vida? Como mora?

Já sabemos que o instituto Marina, que sustenta a candidata, recebeu R$ 1 milhão de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, ou 83% de todo o valor arrecadado pelo instituto nos últimos anos.

Depois fomos informados que Marina Silva mora no apartamento de um dono de postos de combustível e fazendeiro, cujas  empresas respondem processos por adulteração de combustível e fraude em licitações.

Essa é a “nova política”.

O controverso dono do apê de Marina | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

03/07/2014

Hecatombe de DEMofóbidos

Filed under: DEMo,Demofobia,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 7:59 am
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Bornhausen FuhrerSó faltou dizer que aqueles que iriam acabar com a raça dos trabalhadores viraram(Revista VEJA, Edição 1937)nas mãos de Eduardo Campos, socialistas…

O DEM definha e o PS(do)B também cresce como rabo de burro, para baixo. É o peso de levar os neandertais do DEMo…

RENATO ANDRADE

Aliado encolhido

BRASÍLIA – A definição de uma chapa puro-sangue para disputar as eleições presidenciais de outubro revela um problema que o PSDB enfrenta há tempos: o gradual processo de definhamento de seu aliado de todas as horas, o DEM.

O partido que garantiu o vice da chapa dos tucanos desde a vitória de Fernando Henrique Cardoso em 1994 –exceto na corrida de 2002– perdeu tanta musculatura que não conseguiu apresentar agora um nome sequer para encarar ao lado de Aécio Neves a disputa que começa oficialmente neste domingo (6).

O esfacelamento do extinto PFL de ACM, Jorge Bornhausen e companhia pode ser descrito em números.

Na eleição de 1998, quando FHC e Marco Maciel garantiram mais quatro anos no Palácio do Planalto, o partido conseguiu eleger uma bancada de 105 deputados, superando até mesmo os tucanos, que lideravam a chapa presidencial.

A partir daí, o partido foi se enfraquecendo paulatinamente.

bornhausenFez 84 deputados em 2002, garantiu 65 cadeiras na Câmara na eleição seguinte e saiu das urnas em 2010 com apenas 43 eleitos.

Atualmente, essa bancada está reduzida a 28 nomes, resultado das defecções de vários congressistas para legendas como o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

Concorde-se ou não com as bandeiras defendidas pela legenda, o esfarelamento do DEM não representa apenas uma perda para o partido. É um problema para a oposição, elemento fundamental da cena política.

Assim como na economia, concorrência faz bem a todos os envolvidos: força o poderoso da vez a não vacilar e deixa para o "consumidor" uma opção de mudança, caso ele não esteja mais satisfeito com o que está sendo oferecido pelo líder das prateleiras.

Se Dilma for reeleita, possivelmente caberá ao PSDB fazer esse papel sozinho, até porque não se sabe que tipo de oposição o PSB fará, se é que fará, se também for derrotado.

renato.andrade@grupofolha.com.br

18/06/2014

A Copa é um fracasso, graças ao PSOL, DEM, PSDB, Folha, Estadão, Veja, RBS, Globo

 

A Copa é um fracasso, por Francisco Costa

18 de junho de 2014 | 11:19 Autor: Fernando Brito

pesquisaveja

Nada é mais demolidor do que um sorriso.

Não conheço o autor, sei apenas que se chama Francisco Costa e é professor e artista.

Chegou-me pelo Facebook e compartilho com vocês, pela qualidade do texto e pelo bom-humor.

E pela cara-de-pau de certos (ou incertos) jornalistas e jornalecos que coram diante das mentiras que propagaram por meses e meses.

A direita estava certa, sou obrigado a concordar

Hoje está fazendo uma semana que a Copa do Mundo se iniciou.

Conforme prognosticaram os jornalistas, embasados em vasta experiência jornalística, honestidade de propósitos, compromisso com a verdade e isenção política, infelizmente está tudo acontecendo como o esperado.

Parabéns às tevês Globo e Band, à revista Veja, aos jornais Folha de São Paulo e O Globo, pela perfeita percepção da realidade, o que só os que fazem jornalismo sério, não corrompido por interesses políticos e pecuniários, podem ter.

Como era esperado, o vexame é total, o que enxovalha o Brasil aos olhos do mundo e mostra toda a incompetência política e administrativa desse governo, nos expondo assim a humilhante situação, da qual demoraremos muitos anos para nos livrarmos.

Para fazer as afirmações que se seguem, pautei-me pelo que tenho lido na imprensa internacional, a partir de jornalistas estrangeiros e turistas do mundo todo, e postado pelos bravos militantes da direita, intelectualizados e precisos nas suas análises e críticas.

Os estádios todos inacabados, de arquitetura no mínimo duvidosa, feios, mal iluminados… Acertaram os que disseram que só ficariam prontos na próxima década.

As chamadas obras de infrestrutura, no entorno dos estádios, foram uma balela. Os engarrafamentos, nos momentos que antecedem os jogos, são quilométricos, com os torcedores chegando atrasados, inclusive com muitos deles desistindo de entrar nos estádios.

Os aeroportos superlotados, com voos atrasados e cancelados, filas imensas nos guichês, bagagens extraviadas… Com todos os aeroportos por terminar, cheios de materiais de obras espalhados, numa imundície só.

Um outro fiasco que não poderia passar em branco é o das comunicações, com os correspondentes sem poder fazer contatos com suas bases, os links interrompidos ou com interferências, nos isolando nos momentos de pico, que antecedem e durante os jogos.


E o apagão, a suprema humilhação? Como é que em pleno século XXI um país inteiro pode ficar sem energia elétrica por horas, em silêncio, no escuro, envergonhado?

O apontado infelizmente aconteceu: um surto de dengue em pleno inverno, com os hospitais lotados, sem ambulâncias para transportar doentes, medicamentos em quantidade insuficiente, com muitos turistas debandando, voltando para os seus países, com medo.

Mas… O que mais temíamos e tínhamos certeza que aconteceria e ficaria fora de controle… A violência generalizou-se de tal maneira que nem mesmo as Forças Armadas estão tendo força suficiente para, se não debelar, pelo menos minorizar: brigas generalizadas entre torcidas, resultado de um serviço de segurança ineficiente, pequeno no número de homens, e despreparados.

As delegacias policiais já não dão conta de tantos registros de ocorrências de roubos, assaltos e sequestros, com balas perdidas em grandes aglomerações de turistas, os arrastões, promovidos por facções criminosas, com gente descida dos morros e vindas dos subúrbios.

Perdeu-se a conta de ônibus queimados, vitrines quebradas, lojas comerciais saqueadas…

Claro que uma situação dessa, e que só surpreendeu aos mal informados, não leitores de nossos jornais e revistas e telespectadores, só poderia gerar protestos, indignação, e então o que se viu foi o coro, em São Paulo, usando palavras de baixo calão, dirigidas à presidente da república.

Não passou pela cabeça de ninguém que deixar o povo ter acesso aos estádios seria uma temeridade? Como esperar civilidade, educação, postura, respeito e até caráter de pessoas de pouco estudo, baixos salários, residindo em áreas longínquas? Como esperar dessa gente qualquer coisa como simpatia, hospitalidade, cortesia? São ogros.

Só deveriam ter acesso aos camarotes vips dos estádios os grandes empresários, os políticos de direita, os artistas e apresentadores da televisão, gente polida, educada, respeitadora, como não mostram no vídeo, em pleno exercício de monetário cinismo.

O país está um caos, e não foi por falta de aviso: a mídia avisou que seria assim, a oposição ao governo provou que seria assim, uma multidão de internautas inteligentes e bem informados mostraram todas as evidências de que seria assim, mas o governo não quis ouvir e pôs avante esse sonho megalômano de realizar uma Copa do Mundo aqui.

O Brasil nunca mais será o mesmo aos olhos do mundo, que agora entendeu que, aqui, a mídia e os partidos de direita (Dem, PSOL, PSDB…) são mais criminosos que o Comando Vermelho e o PCC.

A Copa é um fracasso, por Francisco Costa | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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