Ficha Corrida

21/11/2016

Caiado por fora, merda por dentro!

caiado por foraSe você, que a marchou ao lado do Movimento de Bundas Liberadas ainda não vomitou, não se preocupe. Eu vomito por ti! Pedro Taques, outro da turma turma do Ronaldo Caiado e do Demóstenes Torres, é também parceiro do Napoleão das Alterosas. Como disse o Rodrigo Duvivier, Dani Schwery tem jeito de quem limpa o chão merda. Não bastasse a pomba gira da Janaína Paschoal e da “mulher selva” dos cogumelos alucinógenos, agora aparece Dani Schwery posando de Madalena Arrependida

Nem a República de Saló reuniu tanta gente escrota.

O resultado disso tudo é esse cheiro insuportável. De Geddel Vieira Lima à Rede Globo, passando por José Sarney, Gerdau, RBS, Lista de Furnas, Lista Falciani, Lista Odebrecht e Panama Papers.

Tem razão o Michel Temer, como se sentir normal com tanta ânsia de vômito. Agora, se o Mi Shell resolver proibir nosso vômito teremos de defeca-lo!

Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

Postado em 20 Nov 2016 -por : Mauro Donato

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Dani Schwery em seus tempos de militância pró impeachment

Um plano encabeçado e financiado por Aécio Neves e Ronaldo Caiado; eleições indiretas são para salvar FHC; movimentos pró impeachment como o MBL são fantoches.

Quem afirma é Daniela Schwery, uma das primeiras manifestantes a conclamar a população a ir para as ruas ‘contra a ditadura comunista que seria a reeleição de Dilma’, cujos vídeos atingiam 70 mil views.

Dizendo-se enganada pelo PSDB, hoje Schwery desfiliou-se do partido e ganha a vida como assessora do humorista Juca Chaves. Ela conversou com o DCM na última sexta-feira. A seguir, os principais trechos da entrevista.

DCM: Esses grupos sempre se disseram independentes, espontâneos, apartidários que não recebiam dinheiro de partidos ou de políticos. Mesmo quando todo mundo já sabia que o Vem Pra Rua, por exemplo, tinha dinheiro do Jorge Paulo Lehmann, sócio da cervejaria Ambev.

Schwery: Espontâneo o cacete. Eu fui a uma reunião quando o Vem Pra Rua estava querendo surgir no cenário com o Rogerio Chequer. Era gente que não queria aparecer, sempre ficou escondida, não subia nos carros de som. Essa turma é PSDB.

DCM: Você diz que MBL, Vem Pra Rua e afins não são movimentos sociais? O que são então?

Schwery: Eles são profissionais da comunicação. Eles estudam as massas e tal. Rogério Chequer é um profissional da comunicação. Quando ia a eventos ele orientava até na hora de tirar fotos. A Carla Zambelli é amiga do Augusto Nunes. A cúpula do PSDB é toda ligada ao Reinaldo Azevedo. Eles foram se infiltrando e forjando ser algo espontâneo. Mas nós nunca reconhecemos nenhum desses grupos como liderança. A gente criticava o Lula por não ter estudo e daí vem o Kim Kataguiri? Me poupe.

Mas você não fazia parte? A todo momento usa termos como ‘nós’ e ‘eles’. Quem são os ‘nós’ e os ‘eles’?

‘Eles’ são essa turma liberal. Eles caíam matando em cima de mim porque eu era do PSDB e para eles PT é igual PSDB. Eu também acho isso, mas eles são uns hipócritas porque fazem esse discurso enquanto a cúpula deles… Humm.

Tudo encenação?

O que foi aquela marcha a pé até Brasília? Ridículo. Saíam da marcha, comiam bem, dormiam em hotéis e voltavam para a estrada para fazer fotos. A Carla Zambelli é amicíssima do Danilo Amaral do ‘Acorda Brasil’, um cara que ia para manifestação contra corrupção mas que foi citado 18 vezes na Lava Jato.

Quem então é a cúpula, quem puxou todo esse processo?

Aécio e Caiado. No começo houve um acordo ‘todo mundo com todo mundo’ para unir forças, ignorando nossas diferenças. Mas a cúpula dessa galera não era clara pras pessoas. E quem conduziu dessa maneira foi o Aécio junto ao Caiado, que fizeram um acordão para que o pedido de impeachment produzido pelo Helio Bicudo fosse adiante numa grande jogada. Caiado pagou a Carla Zambelli para liderar esse processo todo de empurrar o impeachment do Bicudo, por isso queremos CPI desses ‘movimentos’.

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mensagem de celular de Carla Zambelli, dos Nas Ruas

Mas impeachment não era o desejo de vocês?

A gente queria novas eleições, derrubar o Temer também, mas depois começaram a fantasiar a coisa toda, separar as contas da Dilma e do Temer, do PT e do PMDB. Pegaram a pior argumentação, que era a das pedaladas. Nós ficamos putos.

As coisas que vocês (referindo-se ao DCM) criticam, nós concordamos. Temos a autocrítica de que tudo que serviu para Dilma serviria para o Alckmin também. Nós sempre alertamos que se o PT fosse derubado a Lava Jato iria chegar no PSDB também. Repare que no começo o PSDB se dizia contra o impeachment.

Havia vários pedidos de impeachment. Por que brigaram para fazer valer o capitaneado por Helio Bicudo, Janaína Paschoal e Reale Junior?

O primeiro pedido de impeachment quem fez foi o Bolsonaro. Tinha fundamentação para derrubar os dois, a chapa. Apoiamos. Não se tratava de ser pró Bolsonaro ou não. Mas já tinha um pedido lá, então que fosse aquele. Mas a cúpula depois entrou com outros pedidos para retardar o processo enquanto construía o marketing todo. Foi então que apareceram a Carla Zambelli, a Janaína Paschoal, para fazer toda essa engrenagem em torno do pedido do Helio Bicudo.

Tudo ficou aparelhado. Conseguiram o ‘aval’ de 43 ‘movimentos sociais’ e pronto. Mas que movimentos? Alguém que tinha uma página no facebook com 600 curtidas era um ‘movimento’. Um grupinho de WhatsApp era um ‘movimento’, tinha um nome, assinaram lá e pronto. Muita gente foi enganada, não concordou depois de ter assinado, mas a Carla dizia ‘agora já era, sua assinatura já foi’.

Tudo isso com qual a intenção?

Eleições indiretas. A gente alertava sobre isso. O FHC, se você perguntar ele vai dizer que não, mas ele aceita voltar. Deve estar com o c… na mão com o avanço da Lava Jato e já fez as continhas de que antes de 2018 a operação chegaria nele. Então o Xico Graziano [um dos principais assessores do ex-presidente, autor do artigo “Volta, FHC”] já veio arquitetando isso, visando o foro privilegiado.

Quando então a ficha caiu? Há uma mensagem entre vocês de Heduan Pinheiro de um tal Movimento Brasil Melhor instruindo como fazer para a mobilização ‘parecer’ democrática, que deveria ‘parecer’ espontânea perante a mídia… termos explícitos revelando que tudo sempre foi uma farsa. Por que demorou tanto para perceber?

É difícil. Eu era uma idiota, iludida. Essa turma de Aécio Neves, Ronaldo Caiado, eles iam enfiando os assessores de imprensa nos grupos de WhatsApp. A gente não sabia quem era quem.

O DEM aos poucos ‘contratava’ essas lideranças dos grupos como assessoria de comunicação, mas era pagamento pois eles não podiam falar claramente: “Vou te dar uma grana para você fazer o que eu quero”. Mas somos umas formigas contra o poderio. Eu tentava alertar as pessoas. Dizia: “O populismo mudou de lado, gente. Vamos tomar cuidado, vamos raciocinar”, poucos percebiam. Eu fiquei tomando porrada e agora muita gente me dá razão.

Em meu artigo sobre a rixa atual entre os movimentos, creditei a falta de vaga no camarote como um dos motivos. Argumento que você concorda em sua réplica. Você diz que o pessoal da Movimentomania conseguiu o que queria. Quem conseguiu o quê?

Não está vendo que agora todos são pró Temer? O Kim Kataguiri não conseguiu a coluna dele na Folha? Jornalistas sem emprego e aquele menino vazio escrevendo na Folha, não é uma conquista? Do Vem Pra Rua, nove pessoas conseguiram cargos na FIESP. O tal Forum Internacional da Carla quem financiou foi o DEM.

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Só o DEM?

Tem dinheiro da Companhia Suzano também, os Feffer.

Neste domingo ocorrerá uma manifestação puxada pelo Vem Pra Rua em defesa da Lava Jato e das 10 Medidas Contra a Corrupção. É mais uma mentira então?

Sobre eles eu concordo quando você diz que posam de indignados. Eles são profissionais. Sentam com o pessoal do PSDB e começam a contar prazo, eles sabem quando irá acontecer tal coisa e se mobilizam previamente para as datas ficarem próximas. Eles fazem uma coisa bem trabalhada, com profissionalismo, com marketing.

Esse negócio das 10 Medidas é tudo palhaçada, Onyx está sendo populista. Quem não gosta de ouvir aquilo? Se querem reconhecer caixa 2 como crime agora é porque querem deixar todo um passado para trás. Só agora é crime? Isso é para salvar o rabinho deles. Por isso o pessoal da intervenção militar entrou de sola na última quarta-feira e a gente entrou para defendê-los.

Defendê-los?

Eu os admiro porque são resilientes. Pode ser que o mote deles não seja o mais adequado, mas para quebrar essa estrutura que está aí, eles são loucos o suficiente. É um desespero. A gente vê que a Lava Jato está murchando e que o PSDB vai sair ileso e ainda mais fortalecido disso tudo… não é de ‘emputecer’? Sei que não é ideal nem adequado, mas é desespero.

Tem recebido ameaças?

Sim, já foram atrás até da minha mãe. Sinceramente, tenho mais medo do pessoal do PSDB que do pessoal do PT. Eles são ardilosos, são requintados na maldade.

Diário do Centro do Mundo Aécio e Caiado financiaram e organizaram grupos pró impeachment, diz ex-ativista de SP ligada ao PSDB. Por Donato

30/08/2016

Estupro à brasileira

OBScena: um dos muitos adesivos da Dilma distribuídos pelos estupradores golpistas

estupro adesivo-2Sim, porque sexo não é, né. Se não for consensual, é estupro. Saber perder é como saber ouvir um não. Aécio Neves não soube perder. Também não sabe ouvir NÃO. Juca Kfouri contou esta história. Então há uma lógica, quem bate em mulher também bate na democracia. Em bom português, dá golpe!

Como não dá para ler os jornais brasileiros, todos envolvidos no GOLPE, me informo pelos jornais do exterior. Hoje, por exemplo, o principal jornal de Buenos Aires, Pagina12, sacou, diante de uma quadrilha de homens brancos e ternos pretos, uma conclusão freudiana. É a cultura do estupro do machismo brasileiro. A figura da mulher Dilma foi vilipendiada, inclusive com a participação de algumas mulheres, como Ana Amélia Lemos, a Louro José do Senado. A imagem com áudio que correu o mundo na abertura da Copa do Mundo de 2014, no Itaquerão, mandava a Dilma tomar no cu. Não houve reação alguma por parte da emissora que transmitia, pelo contrário, regozijava-se.

O estupro como ferramenta política também foi usado, como descobriu e revelou a Comissão da Verdade, nos porões do DOI-CODI. Os finanCIAdores da Operação Bandeirantes – OBAN, participavam das sessões de tortura, estupro, morte e esquartejamento dos presos políticos. Talvez por isso as sessões eram noturnas e os corpos dilacerados eram depois levados por peruas camufladas para o Cemitério de Perus. Não por acaso, terra do pato da FIESP, desde sempre patrocinadora dos estupros coletivos da democracia.

A imprensa brasileira é maior responsável pela cultura do estupro. De todo tipo de estupro. Talvez por isso não tenha se indignado quando um dos políticos com maior déficit civilizatório, Marco Feliciano, foi denunciado por assédio sexual pela própria funcionária. Para a velha mídia o estupro de seus parceiros ideológicos passa batido, da mesma forma que passa batido a apreensão de um heliPÓptero com 450 kg de cocaína, mesmo que seu proprietário vire ministro. Ou talvez por isso.

A pior democracia é preferível a qualquer tipo de golpe, mormente quando seus defensores agem como estupradores.

Estupro a la democracia

Por Martín Granovsky

Cada 11 minutos una mujer es violada en Brasil. Si es negra, joven y pobre tiene más posibilidades de sufrir una agresión. Los estudios de Antropología les pusieron título a los datos: cultura del estupro.

Después de asistir a la sesión del Senado contra Dilma Rousseff, cualquiera puede reemplazar la palabra “mujer” por “Constitución” y la palabra “negra” por “democracia” y verá que la teoría puede aplicarse a la política sin forzar nada. Nada.

Los senadores de la oposición avanzaron un nuevo capítulo en la violación de las reglas del debido proceso. Vulneraron los derechos políticos de Dilma, que si no hay un milagro perderá la presidencia y quedará inhabilitada por ocho años para la política. Y aplastaron los derechos humanos de los brasileños: en octubre de 2014 votaron en primera y segunda vuelta por Dilma contra Aecio Neves y le dieron la victoria. Desde aquel alud de 54 millones de votos a hoy, con un golpe en marcha, pasaron menos de dos años.

“Ahora, la ruptura democrática se da por medio de la violencia moral y los pretextos constitucionales para que gane apariencia de legitimidad el gobierno que asume sin el amparo de las urnas”, dijo Dilma. “Se invoca la Constitución para que el mundo de las apariencias encubra hipócritamente el mundo de los hechos.”

No es un tema de forma, porque en democracia la forma es fondo. Una constelación formada por la gran banca internacional, los gigantes de la empresa brasileña, una parte de la Justicia, los megamedios, todos los parlamentarios del PSDB y la mayoría de los legisladores del PMDB tratan de construir apariencias para violar la Constitución.

Brasil no vive bajo un régimen parlamentario. Pero el Congreso censura a la Presidenta que tiene mandato hasta el 31 de diciembre de 2018.

Los diputados deben fundamentar su acusación contra Dilma como en cualquier proceso. Pero uno explicó la acusación honrando al oficial que torturó a la Presidenta cuando era guerrillera y otros dedicaron el voto a madres, hijos y cuadros.

Tal como denunciaron cuatro congresistas ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, a Dilma hasta le restringieron el tiempo de sus testigos. Es decir, el derecho a defensa. Cuando fue notificado de que la petición había llegado a la CIDH, el canciller José Serra dijo: “Son unos brutos, diríjanse al Senado”. En política internacional la representación la asume el Poder Ejecutivo, no el Congreso. Un resumen y el texto completo de la petición a la CIDH pueden leerse aquí: http://bit.ly/2bzINaZ. Para brutalidades consultar a Serra.

Ayer mismo, en el Senado, varios senadores criticaron el desempeño de Dilma en el gobierno. Pero en un juicio político los senadores son jueces, no parlamentarios en medio de una interpelación. Los jueces preguntan y después sentencian. No replican.

El presidente de la Corte Suprema, Ricardo Lewandowski, encargado de dirigir las sesiones del Senado, dejó que alegremente los senadores esquivaran su papel de jueces. Pero corrigió a Dilma: “Le pido que no hable más nada del gobierno interino”, exigió tras las menciones de Rousseff al “gobierno usurpador” y “golpista”. “La condena exige pruebas cabales de que se haya cometido, dolosamente, un delito de responsabilidad fiscal”, explicó Dilma. “Sin delito, es golpe”, sintetizó.

Es equivocado pensar que el juicio político sin derechos es una cosa y la política otra. Son dos caras de lo mismo. Para observar lo que ocurre en Brasil no hace falta ningún diario del futuro. Ningún diario del lunes. Como citó la propia Rousseff, Temer ya impuso límites de gasto fiscal hasta el 2037 que ni siquiera las políticas sociales podrán perforar. Su gobierno también impulsó la baja de edad de imputabilidad y la tercerización laboral. “Van a precarizar”, anunció en el Senado Roberto Requiao, uno de los pocos del PMDB fieles al proyecto original. “En Brasil no se va a poder nacer ni trabajar.”

La Policía Federal busca meter preso a Lula, el único del PT en condiciones de competir en las presidenciales de 2018. Las policías militares (que en Brasil son las malditas provinciales) lubrican cada vez más el gatillo fácil o, como ayer, reprimen manifestantes en San Pablo. El futuro ya llegó.

Dilma, ayer, se equivocó de interlocutores. Les habló a los senadores, no al pueblo. Pero no es por sus debilidades políticas que los esclavócratas de Brasil quieren echarla. Es para ser fieles a la cultura del estupro que practican desde el siglo XVI.

martin.granovsky@gmail.com

Página/12 :: Contratapa :: Estupro a la democracia

30/03/2016

Quem finaCIA a caçada ao Lula?

Sim, temos de perguntar o preço da caçada. Afinal, como disse Milton Friedman, “não existe almoço grátis”. A mobilização deste exército de incursão alma a dentro de um homem tem, para além da remuneração de seus agentes, o preço da logística. A invasão de sua vida e de seus familiares já é, por si só, um excesso. Executar várias vezes, pelos mais variados vieses, denota uma obsessão para lá de doentia. Nenhuma ficção conseguiu prever tamanho arsenal envolvido numa caçada humana. Nem nos faroestes se viu tamanha obsessão na perseguição a bandidos. O drama é que o caçado não tem sequer uma acusação formal da qual possa se defender.

Qual o custo em diárias, auxílio refeição, auxílio alimentação, hospedagens, gastos com aluguéis, combustíveis, telefones? Quantas bolsas famílias poderiam ter sido pagas com o salário dos seus perseguidores? Afinal, se em tanto tempo não conseguiram sequer uma açãozinha que justificasse tantos gastos, temos de admitir que ou são incompetentes, ou que, sim, é só perseguição?! Não seria o caso de se pensar pelo desligamento do serviço público deste exército de incompetentes?! Até porque são os impostos que a população paga que sustenta esta matilha de incompetentes.

Quanto tempo os agentes de perseguição perderam perseguindo Lula? Por que não houve o mesmo afinco para esclarecer quem era o dono do jatinho que vitimou Eduardo Campos? Por que ninguém se interessou para esclarecer a quem pertencia os 450 kg de cocaína do heliPÓptero? Por que estes mesmos agentes não fizeram e não fazem o mesmo em relação ao Aécio Neves, octa deletado? Por que Eduardo CUnha, mesmo com a avalanche de documentos repassados pela Suíça continua sendo o agente executor deste complô?

Por que todos os delatados nas enésimas operações da Vaza a Jato não são devassados como o foi Lula? O que a mulher de Eduardo CUnha, Cláudia Cruz, e a irmã de Aécio Neves, Andrea Neves, não são devassadas se existe contra elas acusações e provas consistentes? Seria porque fazem parte do exército de caça ao Lula os crimes praticados pelos comparsas não vem ao caso?

Por que tanto ódio? Simples, e tomando por parâmetro as pessoas próximas a mim que o odeiam, o ódio a Lula deve-se a sua ousadia de implementar políticas sociais. A decisão da Rede Globo em publicar um petardo chamado “Não somos racistas” só para servir de instrumento contra as políticas raciais já demonstra de onde vem o ódio. As cotas raciais, as políticas públicas que permitem a ascensão e emancipação de classes sociais menos privilegiadas via acesso às universidades públicas foi como se Lula tivesse dado um soco no estômago de quem tinha na universidade pública seu direito adquirido.

Os privilegiados odeiam dividir o que eles entendem como sendo seus por direito divino, com “subalternos”… Como se em cidadania houvesse hierarquia!

Eraldo Peres:

Instituto Lula divulgou nesta terça-feira uma nota em três idiomas (português, inglês e espanhol) para rebater as suspeitas levantadas contra o ex-presidente pelo Ministério Público e pela Polícia Federal:  ‘O ex-presidente Lula não é réu, ou seja: não responde a nenhuma ação judicial que o acuse de ter praticado algum crime. Levar o ex-presidente Lula ao banco dos réus é, sim, o objetivo da plutocracia, do mass media e de agentes partidarizados da Polícia e do Ministério Público, que representam exceções dentro destas Instituições’, afirma o ex-presidente

30 de Março de 2016 às 05:14

247 – O Instituto Lula divulgou nesta terça-feira uma nota em três idiomas (português, inglês e espanhol) para rebater as suspeitas levantadas contra o ex-presidente pelo Ministério Público e pela Polícia Federal:  ‘O ex-presidente Lula não é réu, ou seja: não responde a nenhuma ação judicial que o acuse de ter praticado algum crime. Levar o ex-presidente Lula ao banco dos réus é, sim, o objetivo da plutocracia, do mass media e de agentes partidarizados da Polícia e do Ministério Público, que representam exceções dentro destas Instituições’, afirma o ex-presidente. Leia abaixo:

NOTA À IMPRENSA

1) LULA NÃO É RÉU, NÃO COMETEU NENHUM CRIME NEM É INVESTIGADO PELA JUSTIÇA

Em inglês: http://www.institutolula.org/en/lula-is-not-a-defendant-nor-is-he-being-investigated-by-justice

Em espanhol: http://www.institutolula.org/es/lula-no-es-acusado-y-no-ha-sido-investigado-por-la-justicia

No Brasil, a função de investigar é da Polícia e do Ministério Público. A função de denunciar é exclusiva do Ministério Público, de seus promotores e procuradores.

No Brasil, juízes não investigam, não acusam, não denunciam. Juízes julgam. E só participam de investigações indiretamente, autorizando ou não atos invasivos (apreensões, escutas) e coercitivos (conduções, prisões temporárias) formalmente solicitados pelo Ministério Público e pela Polícia.

Somente depois que o Ministério Público apresenta denúncia formal, e se essa denúncia for aceita por um juiz, é que um cidadão torna-se réu, ou, como se diz popularmente, torna-se acusado.

O ex-presidente Lula não é réu, ou seja: não responde a nenhuma ação judicial que o acuse de ter praticado algum crime.

A denúncia apresentada contra ele por três promotores de São Paulo notoriamente facciosos, a partir de um inquérito considerado ilegal pelo Conselho Nacional do Ministério Público, não foi aceita pela Justiça. Portanto, não há ação nem réu.

O ex-presidente Lula não é acusado nem mesmo investigado, porque esta figura não existe no direito brasileiro. Aqui investigam-se fatos, não pessoas. Policiais e promotores que fazem acusações a pessoas em entrevistas, fora dos autos, cometem crime.

Levar o ex-presidente Lula ao banco dos réus é, sim, o objetivo da plutocracia, do mass media e de agentes partidarizados da Polícia e do Ministério Público, que representam exceções dentro destas Instituições.

Mas nenhum desses agentes apresentou uma acusação fundamentada para justificar a abertura de ação penal contra o ex-presidente. E não apresentou porque Lula sempre agiu dentro da lei, antes, durante e depois de ser presidente da República.

Os únicos juízes que um dia condenaram Lula eram membros de um tribunal de exceção, criado pela odiosa Lei de Segurança Nacional da ditadura militar.

Em 1980, Lula foi preso porque lutava pela democracia e pelos trabalhadores.

2) LULA É O ALVO DE UMA CAÇADA PARAJUDICIAL

Em mais de 40 anos de vida pública, a vida do ex-presidente Lula foi vasculhada em todos os aspectos: político, fiscal, financeiro e até pessoal.

Desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, um exército de jornalistas, policiais, promotores, procuradores e difamadores profissionais está mobilizado com o objetivo de encontrar um crime – qualquer um – para acusar Lula e, dessa forma, afastá-lo do processo político.

Nada menos que 29 procuradores e promotores de 5 instâncias já se envolveram nesta verdadeira caçada parajudicial, além de 30 auditores fiscais da Receita Federal e centenas de policiais federais.

Os movimentos desse exército tornaram-se frenéticos em meados do ano passado, quando ficou claro que as investigações da Operação Lava Jato não alcançariam o ex-presidente.

Nenhuma conta bancária, nenhuma empresa, nenhuma delação, nada liga Lula aos desvios investigados em negócios milionários com poços de petróleo, navios, sondas, refinarias. Nada.

Desde então, Lula, sua família, o Instituto Lula e a empresa LILS Palestras tornaram-se alvo de uma avalanche de inquéritos e fiscalizações por parte de setores do Ministério Público, da Polícia Federal e da Receita Federal:

  • 4 inquéritos abertos por procuradores federais de Brasília e do Paraná;
  • 2 inquéritos diferentes sobre os mesmos fatos, abertos por procuradores federais e do estado de São Paulo, o que é inconstitucional;
  • 3 inquéritos policiais abertos pela Polícia Federal em Brasília e no Paraná;
  • 2 ações de fiscalização da Receita Federal;
  • Quebra do sigilo fiscal e bancário de Lula, do Instituto Lula, da LILS Palestras e de mais 12 pessoas e 38 empresas de pessoas ligadas ao ex-presidente;
  • Quebra do sigilo telefônico e das comunicações por internet de Lula, de sua família, do Instituto Lula e de diretores do Instituto Lula; até mesmo os advogados de Lula foram atingidos por esta medida ilegal;
  • 38 mandados de busca e apreensão nas casas de Lula e de seus filhos, de funcionários e diretores do Instituto Lula, de pessoas ligadas a ele, executados com abuso de autoridade, apreensões ilegais e sequestro do servidor de e-mails do Instituto Lula;

Nos últimos 10 meses, Lula prestou 4 depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público e apresentou informações por escrito em 2 inquéritos.

Lula prestou informações ao Ministério Público sobre todas as suas viagens internacionais, quem o acompanhou, onde e quando se hospedou, como foram pagas essas despesas, as pessoas com quem se encontrou nessas viagens, inclusive chefes de estado e de governo; sobre as palestras que realizou, onde, quando e contratado por quem; o Instituto Lula e a empresa LILS Palestras prestaram informações ficais, bancárias e contábeis de todas suas atividades;

Apesar de ter cumprido todos os mandados e solicitações e de ter prestado esclarecimentos às autoridades até voluntariamente, Lula foi submetido, de forma ilegal, injustificada e arbitrária, a uma condução coercitiva para depoimento sem qualquer intimação anterior;

Lula foi alvo de um pedido de prisão preventiva, de forma ainda mais ilegal, injustificável e arbitrária, pedido que foi prontamente negado pela Justiça.

Ao longo desses meses, agentes do estado vazaram criminosamente para a imprensa dados bancários e fiscais de Lula, de seus filhos, do Instituto Lula e da LILS Palestras.

Por fim, o juiz Sergio Moro divulgou ilegalmente conversas telefônicas privadas do ex-presidente Lula, sua mulher, Marisa Letícia, e seus filhos, com diversos interlocutores que nada têm a ver com os fatos investigados, inclusive com a presidenta da República.

Conversas entre advogados e clientes também foram divulgadas pelo juiz Moro, rompendo um dogma mundial de inviolabilidade das comunicações.

Nenhum líder político brasileiro teve sua intimidade, suas contas, seus movimentos tão vasculhados, num verdadeiro complô contra um cidadão, desrespeitando seus direitos e negando a presunção da inocência.

E apesar de tudo, não há nenhuma ação judicial aberta contra Lula, nenhuma denúncia do Ministério Público Federal, nenhuma ação da Receita Federal por crime tributário ou fiscal.

O resultado desse complô de agentes do estado e meios de comunicação é a maior operação de propaganda opressiva que já se fez contra um homem público no Brasil.

Foi a incitação ao ódio contra a maior liderança política do País, num momento em que o Brasil precisa de paz, diálogo e estabilidade política.

3) LULA NÃO FOGE DA JUSTIÇA; LULA RECORRE À JUSTIÇA

O ex-presidente recorreu sistematicamente à Justiça contra os abusos e arbitrariedades praticadas por agentes do estado, difamadores profissionais e meios de comunicação que divulgam mentiras a seu respeito.

A defesa de Lula solicitou e obteve a abertura de Procedimentos Disciplinares no Conselho Nacional do Ministério Público contra dois procuradores da República que atuaram de forma facciosa;

Apresentou ao CNMP e obteve a confirmação de ilegalidade na abertura de inquérito por parte de promotores do Ministério Público de São Paulo;

Apresentou ao STF e aguarda o julgamento de Ação Cível Originária, com agravo, para definir a quem compete investigar os fatos relacionados ao sítio Santa Bárbara e ao Condomínio Solaris;

Recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo e aguarda julgamento contra decisão da juíza da 4a Vara Criminal sobre o mesmo conflito de competência;

Apresentou ao STF habeas corpus contra decisão injurídica do ministro Gilmar Mendes, corrigida e revogada pelo ministro Teori Zavascki em mandado de segurança da Advocacia Geral da União;

Apresentou ao STF recurso contra decisão do ministro Gilmar Mendes que o impede de assumir o cargo de Ministro de Estado, embora Lula preencha todos os requisitos constitucionais e legais para esta finalidade;

Apresentou ao juiz Sergio Moro 4 solicitações de devolução de objetos pessoais de noras e filhos de Lula, apreendidos ilegalmente pela Polícia Federal.

É nas instituições que Lula se defende dos abusos e, neste momento, quem deve explicações ao STF não é Lula, é o juiz Sergio Moro; e quem tem de se explicar ao Conselho Nacional do Ministério  Público são dois procuradores do Ministério Público Federal.

Contra seus detratores na imprensa, no Congresso Nacional e nas redes subterrâneas de difamação, os advogados do ex-presidente Lula apresentaram:

  • 6 queixas crime;
  • 6 interpelações criminais;
  • 9 ações indenizatórias por danos morais;
  • 5 pedidos de inquéritos criminais;
  • e formularam duas solicitações de direito de resposta, uma das quais atendida e outra, contra a TV Globo, em tramitação na Justiça.

Quem deve explicações à Justiça e à sociedade não é Lula; são os jornais, emissoras de rádio TV que manipularam notícias falsas e acusações sem fundamento de procuradores e agentes de estado notoriamente facciosos.

4) LULA NÃO PEDIU NEM PRECISA DE “FORO PRIVILEGIADO”

É importante esclarecer que a prerrogativa de foro (erroneamente chamada de foro privilegiado) do STF se exerce sobre parlamentares, ministros do governo, presidente e vice-presidente da República e membros dos tribunais superiores.

Neste caso, processos e julgamentos são feitos diretamente na última instância, o que não permite recursos a outras cortes ou juízes.

Lula tem o compromisso de ajudar a presidenta Dilma Rousseff, de todas as formas possíveis, para que o Brasil volte a crescer e gerar empregos, num ambiente de paz, estabilidade e confiança no futuro.

A convocação da presidenta Dilma para Lula ser ministro veio depois, e não antes, de o juiz Sergio Moro autorizar uma série de arbitrariedades contra Lula: violação de domicílio, condução coercitiva injustificada, violação de garantias da família e de colaboradores do ex-presidente.

Não existe nenhum ato ou decisão judicial pendente de cumprimento que possa ser frustrada pelo fato de Lula assumir o cargo de ministro.

E além disso: a mais grave arbitrariedade cometida pelo juiz Sergio Moro – pela qual ele está sendo chamado a se explicar na Suprema Corte – ocorreu no momento em que o ex-presidente Lula detinha a prerrogativa de foro.

Momentos depois de Lula ter sido nomeado ministro, a Força Tarefa da Lava Jato grampeou ilegalmente uma conversa entre ele e a presidenta Dilma, conversa que foi divulgada quase instantaneamente pelo juiz Moro.

Ou seja: nem mesmo nas poucas horas em que foi ministro Lula ficou a salvo das arbitrariedades do juiz – nem ele nem a presidenta da República.

Não existe salvo-conduto contra a arbitrariedade. Contra a arbitrariedade existe a lei.

Para garantir seus direitos, Lula recorre e continuará recorrendo à Justiça em todas as instâncias, todos os tribunais, pois juízes tem de atuar como juízes desde a mais alta Corte à mais remota comarca.

Além disso, as fortes reações – dentro e fora do Brasil – à condução coercitiva de Lula e ao grampo ilegal da presidenta servem de alerta para que novas arbitrariedades não sejam cometidas neste processo.

5) SÃO FALSAS E SEM FUNDAMENTO AS ALEGAÇÕES CONTRA LULA

Em depoimentos, memoriais dos advogados e notas do Instituto Lula, o ex-presidente Lula esclareceu os fatos e rebateu as alegações de seus detratores.

Lula entrou e saiu da Presidência da República com o mesmo patrimônio imobiliário que possuía adquirido em uma vida de trabalho desde a infância.

Não oculta, não sonega, não tem conta no exterior, não registra bens em nome de outras pessoas nem de empresas em paraísos fiscais.

Um breve resumo das respostas às alegações falsas, com a indicação dos documentos que comprovam a verdade:

Apartamento no Guarujá: Lula não é nunca foi dono do apartamento 164-A do Condomínio Solaris, porque a família não quis comprar o imóvel, mesmo depois de ele ter sido reformado pelo verdadeiro proprietário. Informações completas em: http://www.institutolula.org/documentos-do-guaruja-desmontando-a-farsa

Sítio em Atibaia: Lula não é nunca foi dono do Sítio Santa Bárbara. O Sítio foi comprado por amigos de Lula e de sua família com cheques administrativos, o que elimina as hipóteses de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. As reformas feitas no sítio nada têm a ver com os desvios investigados na LavaJato.

Informações completas e documentos sobre Atibaia e o patrimônio de Lula em:

http://www.institutolula.org/o-que-o-ex-presidente-lula-tem-e-o-que-inventam-que-ele-teria

Palestras de Lula: Depois que deixou a presidência da República, Lula fez 72 palestras contratadas por 40 empresas do Brasil e do exterior, recolhendo impostos por meio da empresa LILS Palestras. Os valores pagos e as condições contratuais foram os mesmos para as 40 empresas: tanto as 8 investigadas na Lava Jato quanto às demais 32, incluindo a INFOGLOBO, da Família Marinho. Todas as palestras foram efetivamente realizadas, conforme comprovado nesta relação com datas, locais, contratantes, temas, fotos, vídeos e notícias:

http://institutolula.org/uploads/relatoriopalestraslils20160323.pdf

Doações ao Instituto Lula: O Instituto Lula recebe doações de pessoas e empresas, conforme a lei, para manter suas atividades, e isso nada tem a ver com as investigações da Lava Jato. A Força Tarefa divulgou ilegalmente alguns doadores, mas escondeu os demais e omitiu do público como esse dinheiro é aplicado, o que se pode ver no Relatório de Atividades Instituto Lula 2011-2015:

http://www.institutolula.org/conheca-a-historia-e-as-atividades-do-instituto-lula-de-1993-a-2015

Acervo presidencial: O ex-presidente Lula não desviou nem se apropriou ilegalmente de nenhum objeto do acervo presidencial, nem cometeu ilegalidades no armazenamento. Esta nota esclarece que a lei brasileira obriga os ex-presidentes a manter e preservar o acervo, mas não aponta meios e recursos:

http://www.institutolula.org/acervo-presidencial-querem-criminalizar-o-legado-de-lula

É falsa a notícia de que parte do acervo teria sido desviada por Lula ou que ele teria se apropriado de bens do palácio. A revista que espalhou essa farsa é a mesma que desmontou o boato numa reportagem de 2010:

http://www.institutolula.org/epoca-faz-sensacionalismo-sobre-acervo-que-ela-mesmo-noticiou-em-2010

6) O INTERROGATÓRIO DE LULA

Neste link, a íntegra do depoimento de Lula aos delegados e procuradores da Operação Lava Jato, prestado sob condução coercitiva no aeroporto de Congonhas em 4 de março de 2016.

http://www.institutolula.org/leia-a-integra-do-depoimento-de-lula-a-pf-em-14-03

Em nota, Lula afirma ser vítima de ‘complô’ | Brasil 24/7

21/12/2015

Comprovado: além de vira-latas, os golpistas também são deficientes mentais

 

Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

Postado em 20 dez 2015 – por : Diario do Centro do Mundo

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Tio Sam quer trazer a política dos Estados Unidos para o Brasil

Todo mundo vê, nas manifestações contra o governo em São Paulo, a figura exótica de um homem fantasiado com as cores da bandeira americana, de um lado, e as da bandeira brasileira, de outro.  Seu uniforme é complementado por uma vistosa cartola que evoca também os Estados Unidos e por óculos escuros. Ele está sempre segurando a bandeira americana.

É o personagem ideal para ser fotografado, e se tornou, por isso, um dos ícones dos protestos.

Mas quem é ele?

Há muitas fotos, mas nenhuma informação. Um leitor do DCM preencheu um vazio num email que nos mandou.

Ei-lo:

“Ele passa o dia (todos os dias) nas principais esquinas das avenidas da cidade de Mauá (SP). Fica vestido o tempo todo assim. Não perturba nenhum motorista. Apenas passa o dia assim. Não pede absolutamente nada pra ninguém. Tive a oportunidade de conversar por alguns minutos com ele. E sim, ele deve ter algum distúrbio mental.

Os assuntos são confusos. Pra todos ele diz que podem chamá-lo de Tio Sam mas que seu nome é Luís Carlos Santos. Me falou sua idade, mas não recordo.

Diz que será candidato a vereador nas próximas eleições, e que em seu mandato trará a politica americana para nosso país. E esse é o motivo pelo qual passa o dia vestido assim, para se “promover”. Faça sol ou chuva. Quando digo que é todos os dias, é todos os dias.

Questionei sobre como  se alimenta, já que passa o dia todo na rua. Me contou que apenas toma o café da manhã e come algo quando alguém oferece (ele não pede) e no fim do dia vai para casa jantar.

Há alguns anos ele andava pela cidade com um carrinho e duas renas feitas de papel. Nesse carrinho havia caixas de som nos quais ele sempre tocava todos os ritmos musicais e entre eles o Hino Nacional. Porém deixou as renas e o carrinho de lado porque eram pesados.

É muito fácil de encontrá-lo. Sempre nas principais avenidas da cidade. Principalmente em frente à prefeitura da cidade ou em cima do Viaduto da Saudade.

Diário do Centro do Mundo » Perfil: o “Tio Sam” onipresente nos protestos na Paulista

17/05/2014

Quem não presta, o político ou o empresário que o financia?

Filed under: Política,Venda casada — Gilmar Crestani @ 11:39 am
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Para os empresários, só não prestam os políticos que não se vendem! Deve ser por isso que se chama iniciativa “privada”. Nestas horas ninguém fala em bandido bom é bandido morto.

Com Aécio, PSDB arrecada 460% mais em ano pré-eleitoral

Em 2009, partido recebeu R$ 3,9 mi em doações; no ano passado, as contribuições saltaram para R$ 22 mi

Valor, porém, equivale a um terço do que o PT obteve no mesmo período; construtoras lideram ranking

AGUIRRE TALENTODE BRASÍLIA

Com a definição antecipada da pré-candidatura presidencial do senador tucano Aécio Neves (MG), o PSDB conseguiu aumentar em cerca de 460% as doações para a legenda em 2013, véspera das eleições, em relação a 2009, que também antecedeu a eleição para presidente.

Em 2009, o candidato tucano ainda estava indefinido –acabou sendo José Serra. Naquele ano, o PSDB recebeu R$ 3,9 milhões em doações, valor corrigido pela inflação.

Em 2011, as doações foram ainda menores: R$ 2,6 milhões, em valores corrigidos. Em 2013, as contribuições saltaram para R$ 22 milhões.

Essa comparação é feita com os anos em que não houve eleições, porque normalmente as doações aos partidos crescem em anos eleitorais, já que podem ser redirecionadas para o pleito.

Os dados constam das prestações de contas da legenda entregues ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

As empresas do ramo da construção civil foram as principais doadoras ao PSDB, contribuindo com cerca de R$ 19 milhões, ou 86% do total angariado. A construtora Queiroz Galvão lidera o ranking, com R$ 8,7 milhões.

Houve também algumas poucas doações de pessoas físicas ao partido, mas todos empresários. O principal deles foi Cixares Libero Vargas, um dos fundadores do grupo paranaense Positivo, que atua nas áreas de educação e informática. Ele contribuiu com R$ 800 mil.

Apesar do salto nas doações, os tucanos obtiveram apenas 27% do que o PT recebeu em 2013, R$ 79,8 milhões, também bancado principalmente por construtoras.

No total, a receita do PSDB em 2013 foi de R$ 62 milhões, sendo a maior parte proveniente do fundo partidário (R$ 39 milhões).

O diretor de gestão da executiva nacional do partido, João Almeida, atribui o crescimento nas doações a Aécio, que assumiu a presidência da sigla no ano passado e aumentou a mobilização nos Estados com a realização de eventos e viagens pelo país.

As doações de empresas privadas são, ao lado dos recursos do Fundo Partidário, as principais fontes de financiamento dos partidos e, de modo geral, cresceram em 2013 em relação aos anos pré-eleitorais anteriores.

Atualmente, o STF (Supremo Tribunal Federal) decide se proíbe ou libera doações de empresas a campanhas eleitorais. Já há maioria favorável na corte para acabar com a prática –seis ministros votaram pelo fim dessas doações–, mas um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes adiou o julgamento.

DÍVIDAS

O PSDB conseguiu reduzir em cerca de R$ 3 milhões as dívidas da campanha de 2010, mas ainda tem cerca de R$ 4 milhões pendentes. A principal credora dos tucanos é a Campanhas Comunicação, empresa do jornalista Luiz González, que foi à Justiça para obter o pagamento do débito de R$ 4,2 milhões.

Outras dívidas menores, com empresas de outros ramos, como gráficas e transportadoras, foram quitadas.

Procurado, o PSDB informou que quitou uma dívida de 2006 que possuía com González, estimada em R$ 1 milhão, e que fez negociação para começar a pagar a dívida de 2010.

09/02/2014

Se a matriz faz os programas, é claro que o resultado se assemelha…

Filed under: Aécio Neves,Eduardo Campos — Gilmar Crestani @ 12:32 pm
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Candidatos foram amestrados para a crítica, mas se esqueceram de treina-los para proposição de alternativas. Se eles não estivessem a serviço de interesses mesquinhos, talvez pudessem usar a própria cabeça e oferecer alternativas, que as há. Mas é mais fácil seguir o receituário dos financiadores ideológicos dos que torcem contra o Brasil. Eduardo Campos, que deveria ser o novo na política, ressuscita o velho poema pernambucano, de 1848. Só troque Cavalcanti por Campos, que a rima é pobre mas rica de sentido:

“Quem viver em Pernambuco/não há de estar enganado:/Que, ou há de ser Cavalcanti,/ou há de ser cavalgado.” 

Críticas de Aécio e Campos ao PT são quase idênticas

Documentos do PSDB e PSB coincidem não só nos temas, mas até nas palavras

Oposicionistas criticam o desempenho da economia, mas nenhum se arrisca a receitar medidas mais duras

GUSTAVO PATU, DE BRASÍLIA, para FOLHA

As duas principais pré-candidaturas de oposição ao Palácio do Planalto diagnosticam e procuram explorar os mesmos pontos fracos no governo Dilma Rousseff.

Os documentos já lançados pelo PSDB do mineiro Aécio Neves e pela aliança de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (Rede) mostram coincidências não apenas nos temas tratados, mas até nas palavras escolhidas para as críticas e propostas.

Os dois textos miram a crise da indústria, a má qualidade da educação, as relações com governadores e prefeitos, a segurança pública e a profusão de cargos na máquina administrativa.

Sintomaticamente, nenhum ataca a política de assistência social, principal alicerce da popularidade do governo petista. Nesse caso, ambos defendem que o combate à pobreza –o texto tucano cita nominalmente o Bolsa Família– se transforme em "política de Estado".

Trata-se de uma estratégia para neutralizar a associação entre o programa e o PT. A ideia é deixar claro que as bolsas terão caráter permanente, seja quem for o vencedor das eleições.

Além da vacina na área social, as cartilhas de Aécio e Campos tiveram o cuidado de limitar, a ponto de numerar, os alvos escolhidos.

A primeira foi lançada em dezembro com 12 temas; a segunda, sob influência da retórica marinista, listou na semana passada cinco "eixos".

Números e palavras foram selecionados para demonstrar que não há uma ruptura sendo proposta. Mesmo o documento de Aécio, de tom mais claramente oposicionista, ataca mais o gerenciamento do que as escolhas feitas pela administração petista.

Na educação, os dois textos apontam os avanços no acesso à escola, prometendo uma "revolução" futura na qualidade do ensino –o governo Dilma tem elevado as verbas para o setor, mas ainda sem resultados visíveis.

POLÍTICA INDUSTRIAL

Em economia, há críticas ao desempenho dos últimos anos, mais veementes do lado de Aécio, mas nenhum dos programas se arrisca a receitar medidas duras –corte de gastos, alta de juros ou reforma da Previdência.

Ambos preferem propor uma política industrial abstrata, capaz, no papel, de reverter o encolhimento do setor e elevar as exportações do país, sem custos detalhados.

A equipe de Dilma é entusiasta de políticas do gênero, mas as medidas adotadas nos últimos anos, incluídas no programa Brasil Maior, tiveram impacto modesto.

Vindas de um ex-governador, Aécio, e do governador de Pernambuco, as cartilhas pregam mais verbas para Estados e municípios, uma contraposição à imagem centralizadora da presidente.

Um caso raro em que é possível diferenciar com clareza os dois esboços de programa é o da segurança: enquanto os tucanos fazem uma defesa clara de maior repressão policial, os partidários de Campos e Marina falam em apoiar os mais pobres e buscar o debate com a sociedade.

05/11/2013

Folha de São Nunca

A Folha de São Paulo sabe tudo o que acontece em Brasília, inclusive em reuniões fechadas entre duas pessoas que não falaram nada. E a Folha não é de Brasília, é de São Paulo. Descobre, depois de todo mundo, que a corrupção em São Paulo é “corrupção descarada”. Ué, mas todo mundo sabe que a Folha não denuncia. Pelo contrário, protege parceiros. Aliás, é por isso que Serra e Alckmin distribuem milhares de assinaturas deste jornal às escolas paulistas e paulistanas. Tudo acontecendo embaixo do nariz e a Folha não sabia de nada? Amanha a Folha vai contar, em editorial aquela do papagaio…

 

editoriais@uol.com.br

Corrupção descarada

Grupo de fiscais envolvido em escândalo esbanjava riqueza e imaginava-se intocável; investigação do caso não pode escolher alvos

"Quem não gosta de jantar num restaurante caro e bom? Eu gosto." A pergunta retórica e a resposta são de Vanessa Caroline Alcântara, ex-companheira do fiscal Luis Alexandre Cardoso de Magalhães.

Segundo Alcântara, o fiscal municipal costumava levá-la a restaurantes nobres de São Paulo, nos quais gostava de pedir o vinho mais caro da carta. O destino seguinte era um hotel dispendioso, cuja diária custava R$ 5.000. Era comum que a noite consumisse R$ 10 mil.

Não é preciso esforço para notar a discrepância entre os hábitos faustosos e o salário de Magalhães. Como funcionário público, recebia cerca de R$ 14 mil por mês.

Apelidado de "louco" por alguns colegas, o fiscal não fazia questão de disfarçar os sinais de uma riqueza incompatível com os seus vencimentos. Em seu nome ou no das empresas que controla estão 27 imóveis; seu patrimônio estimado é de R$ 18 milhões.

Vem do Ministério Público a explicação para o descompasso: Magalhães e pelo menos outros três servidores são acusados de envolvimento num esquema de corrupção que impôs prejuízo de R$ 500 milhões aos cofres municipais.

Tratava-se de cobrar propina para reduzir o valor do ISS (Imposto sobre Serviços) a ser pago por determinada empresa. Os fiscais embolsavam até metade do montante devido; a prefeitura, quase nada.

Calcula-se que o grupo tenha entesourado R$ 80 milhões. São 59 imóveis, nove quotas de participação em empresas, automóveis de luxo e uma lancha avaliada em R$ 1 milhão. Podem ser todos ingênuos ou inexperientes na arte de ocultar bens ilícitos, mas é ainda assim espantosa a desfaçatez. Imaginavam-se intocáveis.

De acordo com a ex-companheira de Luis Magalhães, por exemplo, foi somente após saber-se investigado pela Controladoria Geral do Município que o fiscal tentou usá-la como laranja.

O episódio suscita questões embaraçosas para o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD). Por que agiam com tamanha certeza de impunidade? Sobrava proteção a essas práticas ou faltava investigação por parte dos órgãos públicos?

Tampouco está livre de questionamento o prefeito Fernando Haddad (PT). É que Ronilson Bezerra Rodrigues, apontado como chefe do esquema, foi nomeado diretor de finanças da SPTrans (empresa que gerencia o transporte municipal) na atual administração. Além disso, o nome de Antonio Donato, secretário de Governo do petista, já apareceu ligado a Magalhães em escuta autorizada pela Justiça.

Espera-se que a promissora Controladoria Geral do Município não faça distinções políticas no exercício de seu dever.

21/10/2013

A saga do tridente do tripé

Filed under: Eduardo Giannetti,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 9:32 am
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O tripé da Marina: PSDB, Grupos Mafiomidiáticos e Itaú! Os saídos do PSDB então dando um abraçaço, por traz, na Marina… O ex-guru do PSDB, agora defende os interesses do Itaú por traz da Natura da  Marina.

ENTREVISTA DA 2ª – EDUARDO GIANNETTI

Marina Silva faria governo menos estatizante que Dilma

CONSELHEIRO DA EX-SENADORA, ECONOMISTA DEFENDE ‘TRIPÉ’ EM POLÍTICA AUSTERA E CONDENA CRESCIMENTO A QUALQUER PREÇO

ELEONORA DE LUCENADE SÃO PAULO

Um governo similar à segunda gestão de FHC e à primeira de Lula. Menos estatizante do que Dilma. Assim seria uma eventual administração Marina Silva na visão de um dos seus principais conselheiros, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, 56.

Defensor da austeridade, ele faz eco às palavras da ex-senadora que tem defendido o chamado "tripé" (superávit primário, câmbio flutuante e metas de inflação). Na sua opinião, essas ideias estão longe de significar que Marina virou uma candidata do mercado financeiro.

Em entrevista concedida em São Paulo na última quinta-feira, Giannetti critica o governo e advoga que o crescimento não deve ser feito a qualquer preço: "Crescer 7% destruindo patrimônio ambiental é muito pior do que se crescer 3% preservando".

Ex-professor da USP, de Cambridge e do Insper, Giannetti conversa duas ou três vezes por semana com Marina. Para ele, há dificuldade na fusão com o PSB e obstáculos para atrair empresários para o grupo. "A elite empresarial está no bolso do governo", diz.

Folha – Como a economia vai estar no ano eleitoral?
Eduardo Giannetti da Fonseca – Não tem perspectiva de crescimento mais forte. Entramos numa fase de baixo crescimento crônico, com uma inflação teimosamente na vizinhança do teto da meta e num caminho de vulnerabilidade externa. A conjuntura internacional mudou. Há um componente estrutural que é a deterioração fiscal desde 1988. E tem um componente conjuntural que é piora da qualidade da política econômica a partir do segundo governo Lula e, de forma acentuada, durante Dilma. O Brasil tinha uma carga tributária bruta de 24% do PIB em 1988 e o Estado investia 3% do PIB. Hoje temos uma carga de 36% do PIB e investimento de 2,4% do PIB.

Mas o maior aumento da carga tributária foi com FHC.
FHC abriu a frente das contribuições, que hoje representam mais para o governo federal. O que era para ser exceção virou regra e gerou um estrago fiscal que está asfixiando o Brasil.

Mas a taxa de juros elevada não é responsável por isso?
Isso foi o caso no primeiro mandato do FHC, quando havia câmbio fixo e valorizado e a política monetária tinha que ser aquela para manter o câmbio fixo. O governo FHC errou muito ao manter a âncora cambial. A partir do momento que flutuou o câmbio, o juro começou a baixar.

Mas ainda é muito alto.
É alto, mas não é o que explica esse estrago fiscal. O Brasil vinha de um bom momento, que foi o segundo mandato de FHC e o primeiro de Lula, quando prevaleceu o tripé: austeridade fiscal, superávit primário para valer, câmbio flutuando, autonomia do BC para cumprir o centro da meta de inflação. Isso começou a se fragilizar com a expansão fiscal do segundo mandato de Lula, até certo ponto justificável pela crise de 2009. Só que a partir de 2009, e do governo Dilma, as três pernas do tripé fraquejaram.

O empresariado pode desembarcar do apoio à presidente Dilma e apoiar Marina?
Esses movimentos não são nunca em bloco. O que me entristece é ver boa parte do empresariado brasileiro tutelado pelo governo e neutralizado na sua capacidade de crítica pelo fato de depender de obséquios, favores, subsídios e proteção que o governo oferece. O empresariado brasileiro em boa parte se comporta como súdito e não como cidadão. O governo abriu esse balcão de negócios. Começou a negociar caso a caso tarifa de proteção para setor, a abrir os cofres dos bancos estatais para os empresários. Como é que um empresário que está dependendo de um crédito de um banco estatal vai poder aparecer publicamente criticando o governo? Ele fica tolhido. A elite empresarial está no bolso do governo.

Fazendo um discurso de austeridade, Marina atrai o mercado financeiro. Ela virou a candidata das finanças?
Longe disso. O primeiro governo Lula foi um governo do mercado financeiro? Foi um governo bom para o Brasil. E sendo bom para o Brasil foi bom para parte do mercado financeiro. Mas não foi feito para o mercado financeiro. Foi feito para o Brasil consolidar uma conquista que é da sociedade.

Então um eventual governo Marina seria mais parecido com o segundo mandato FHC e o primeiro de Lula?
Sim. No tocante à política macroeconômica, não vamos reinventar a roda. Vamos continuar o que estava funcionando muito bem no Brasil, que é o tripé.

O sr. elogia esses períodos, mas eles foram de baixo crescimento, ruins, certo?
Foi quando se plantaram as bases de um crescimento melhor no Brasil. FHC privatizou, quebrou monopólios, acabou com a discriminação do capital estrangeiro, fez a lei de responsabilidade fiscal. No primeiro governo Lula, a agenda microeconômica foi formidável, porque melhorou o ambiente de negócios: nova lei de falências, alienação fiduciária, crédito consignado. Estava indo bem.

O sr. concorda que Eduardo Campos tem um discurso mais desenvolvimentista, enquanto Marina se posiciona para o lado neoliberal?
Temos que nos posicionar em torno do valor central que é a sustentabilidade. Mais Estado ou mais mercado? Em algumas coisas, mais Estado; em outras, mais mercado.

O grupo de Marina está à direita ou à esquerda de FHC?
Não sei dizer. Essa tentativa de categorizar numa relação binária toda uma proposta complexa me parece muito precária.

Em relação a Lula e Dilma, como o sr. situa Marina?
Menos estatizante que Dilma.

Um governo Marina reduziria o tamanho do Estado?
Não dá para colocar tudo num pacote. Para algumas coisas precisa de mais Estado e, para outras, menos Estado. O Estado deveria estar mais atuante na saúde pública, no ensino fundamental, no saneamento básico. Não entendo um governo que coloca tanta ênfase num trem bala e deixa esquecida a questão do saneamento básico.

Desenvolvimento sustentável significa um ritmo menor de crescimento?
Não, mas não é crescimento a qualquer preço. O que interessa é o crescimento da renda com qualidade de vida.

Muitos dizem que esse raciocínio implica dizer: não dá para crescer no ritmo que os outros cresceram; o melhor é se contentar com pouco.
Se tudo der certo no Brasil, a gente vira um EUA? Acho que não faz o menor sentido.

Mas o Brasil não precisa se preocupar em gerar empregos e riqueza? Essa sinalização de que não se poderá crescer muito é boa?
Não colocaria que não pode crescer muito. Precisamos encontrar um caminho de crescimento adequado às nossas necessidades e sustentável ambientalmente.

Isso significa ritmo menor?
Ritmo é menos importante do que a qualidade. Crescer 7% destruindo patrimônio ambiental é muito pior do que se crescer 3% preservando patrimônio ambiental e, na medida do possível, melhorando as condições de vida. O crescimento em si não é o objetivo. Nenhum governo pode prometer crescimento. Crescimento é uma escolha que a sociedade faz. O governo não tem uma alavanca. Pode oferecer um ambiente mais amigável ou não.

O sr. acha que a Marina ofereceria um ambiente mais amigável com essas restrições ambientais?
Temos que separar duas coisas. Uma é o grau de exigência ambiental para um país como o nosso. Outra é como vai ser o processo de seleção de investimentos. Vamos ter um nível de exigência alto, mas os processos podem ser mais ágeis e confiáveis.

Quais são as maiores dificuldades dessa fusão PSB-Rede?
Vai ser muito trabalhoso construir um programa e ter a garantia de que ele reflita de fato um compromisso de governo. Não tem nenhuma garantia prévia de que esse processo resulte num entendimento enraizado e profundo dos valores que justificam a colocação de uma alternativa para o país. Não sei qual é a proposta e o programa do PSB na área econômica.

    29/09/2013

    Espanha, de Felipe Gonzáles a Mariano Rajoy, modelos de FHC

    Filed under: Desemprego,Espanha — Gilmar Crestani @ 10:17 am
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    "Tengo dos carreras, un máster y limpio WCs": el texto viral sobre la emigración de jóvenes españoles

    EL HUFFINGTON POST  |  Por Rodrigo Carretero Publicado: 28/09/2013 18:23 CEST  |  Actualizado: 28/09/2013 18:23 CEST

    twiter WC

    "Me llamo Benjamín Serra, tengo dos carreras y un máster y limpio WCs". Así de rotundo comienza uno de los textos que más se está moviendo por las redes sociales este fin de semana.

    En él, Benjamín, valenciano de 25 años, cuenta su historia: licenciado en Periodismo y Publicidad y Relaciones Públicas con Premio Extraordinario Fin de Carrera en ambas, un máster en Community Management y actualmente "barista" en Londres. Es decir, trabaja en una cadena de cafeterías y allí se ocupa de recoger mesas, atender a la caja, descargar el pedido y… limpiar baños.

    "Limpio la mierda de otros en un país que no es el mío. No me avergüenza hacerlo. Limpiar es un trabajo muy digno. Lo que me avergüenza es tener que hacerlo porque nadie me ha dado una oportunidad en España", dice Benjamín en su texto, en el que reconoce que "después de tanto esfuerzo" creía que se merecía algo mejor. "Parece ser que me equivocaba", lamenta.

    "La repercusión que ha tenido el texto me ha pillado por sorpresa. Lo escribí este viernes por la noche. Llegué a casa y estaba cansado, enfadado con la vida. Hablé con mi madre y con mi hermana por Skype y después lo escribí para desahogarme con la gente que tengo en mis redes sociales", explica a El Huffington Post.

    En su texto, explica que con algunos "impresentables" le dan ganas de sacar los títulos y "ponérselos en la cara". "Pero realmente no serviría de nada. Parece ser que esos títulos sólo sirven ahora mismo para limpiar la mierda que limpio en los baños de la cafetería", dice.

    EN LONDRES DESDE OCTUBRE DE 2012

    Benjamín llegó a Londres en octubre de 2012 con una beca Leonardo para trabajar de prácticas en un periódico destinado sobre todo a la comunidad latinoamericana en la ciudad británica. El contrato se le acabó en abril y en cuatro días encontró el trabajo en la cafetería, que le permite mantenerse.

    "Veo complicado volver a España. Busco trabajo allí, en Reino Unido y en Latinoamérica, pero en España hay muy poco, casi todo son becas", lamenta. Asegura que en Londres se ve a los españoles como "una plaga". "Para que nos consideren eso, es que aquí tenemos que estar viviendo muchos, muchos", avisa.

    "A los políticos españoles les diría que se pusieran las pilas porque yo solo soy un ejemplo de lo que está pasando y somos muchos los que estamos en la misma situación", asegura Benjamín. Mientras, cuenta las horas que le quedan para volver a la cafetería. Sus títulos, de momento, no podrán parar el tiempo.

    "Tengo dos carreras, un máster y limpio WCs": el texto viral sobre la emigración de jóvenes españoles

    01/06/2013

    Impostômetro de impostores

     

    Alguns mitos sobre impostos no Brasil

    Postado por Juremir em 31 de maio de 2013

    Reflexões sobre a crônica ‘Os Assaltantes’

    Por Jorge Alberto Benitz em 28/05/2013 na edição 748

    Assim como Claudio Bernabucci diz, ironicamente, ter como fonte de inspiração o maior jornal do Rio de Janeiro, eu digo, sem ironia, que ele, por igual, serve-me como inspiração por tocar nas suas crônicas temas que também me tocam. No momento, inspirou-me a sua crônica “Os Assaltantes”, que aborda a questão do imposto visto como um vilão pelos conservadores e de como apenas o Estado e o governo são ardilosamente embaralhados como se fosse a mesma coisa – isto é, o principal culpado pelos que o enxergam como agente responsável por pura e ilegítima extorsão. Daí em diante, estes indignados alinham um arsenal de hostilidade e grosseria típicas de conversas de botequim que, ressalte-se, são alimentados e potencializados pela grande mídia que vê neste entendimento crítico esposado pela classe média conservadora e de direita o habitat perfeito para disseminar o ódio ao Estado e à esfera pública em geral.

    Não adianta demonstrar, como faz didaticamente Claudio Bernabucci, que “a carga tributária, ou seja, a relação porcentual entre o somatório de todos os impostos e a riqueza produzida por um país, é no Brasil muito menor que em outras economias de destaque. Em 2012, foi de 36% mas na Europa tal relação transita tranquilamente acima de 40%, tocando 45% na França e 46% na Alemanha, até chegar 55% no caso da Suécia, citada pelo Globo na ridícula comparação com o Brasil”. Ele cita aqui uma crônica publicada no jornal O Globo, de badalada comentarista que conclui que no Brasil se pagam “impostos suecos por serviços dignos de Afeganistão”.

    Perfeito o enquadramento do cronista neste particular quando diz: “É notório, enfim, que a taxação progressiva e direta constitui elemento de equidade democrática e distribuição de renda. O Brasil, ao contrário, é um dos países com os impostos mais regressivos do mundo, ou seja, onde os pobres, através dos prevalentes impostos indiretos (no consumo e na produção) pagam muito mais que os ricos. Qualquer jornalista de média cultura deveria conhecer essa realidade e o fato de ignorá-la explica-se só com grande ignorância ou profundo preconceito. No caso dos donos do poder, não: trata-se de pura má-fé.” À frase “qualquer jornalista de média cultura deveria conhecer essa realidade”, eu acrescentaria que qualquer um medianamente informado deveria saber disso e ajudaria muito se a mídia exercesse adequadamente o papel de formar e informar, e não apenas de buscar o lucro a qualquer preço e defender o interesse dos 1% mais ricos.

    Esnobe e discriminadora

    Mais importante ainda é a sua afirmação de que “o Estado brasileiro é patentemente refém desses patrões que, controlando o Parlamento, impedem qualquer reforma fiscal mais equilibrada e democratizante. Como se sabe, o destinatário dos impostos é o Estado, e não o governo vigente, como a comentarista carioca afirma, levianamente”. Aqui, permito-me discordar, parcialmente, e dizer que a afirmação da comentarista carioca não é leviana. É uma afirmação malandra, no mau sentido, de alguém que sabe haver leviandade, mas que ao cometê-la atende à ideologia do patrão e, no mais das vezes, à sua própria. Pior, esta comentarista carioca sabe que a recepção do leitor adestrado de jornalões recebe sua leviandade como informação digna de crédito e aquele com mais discernimento, mas de direita, percebe a leviandade, porém aplaude qualquer ação que contribua na luta contra o inimigo ideológico. Sobre a recepção do brasileiro médio, William Bonner já se manifestou que o vê como “Homer Simpson, alguém com dificuldade para entender siglas e coisas mais ‘complexas’”.

    Arrisco a dizer que estes dois sujeitos, o enquadrado por William Bonner como brasileiro médio e o culto, mas de direita, padecem, além de ignorância ou de preconceito, e, talvez por isso, de um sentimento de identificação com os interesses dos 1% mais ricos que o leva a não enxergar, a condenar nada que não se enquadre nestes (des) valores. Este sentimento de pertença a uma elite branca e podre, como bem disse o conservador Claudio Lembo, leva-os a aceitarem qualquer ação por mais desqualificada que seja, desde que esta seja capaz de aplacar seu temor, capaz de impedir, real ou imaginariamente, qualquer avanço, por mínimo que seja, dos direitos da classe pobre, da “senzala”, das novas classes médias que ascenderam social e economicamente nestes últimos anos. Na sua ótica, qualquer avanço destes significa diminuição da sua posição de distinção. Daí resulta “toda a grita” contra um sujeito como Lula, um retirante nordestino com todos os predicados desqualificadores demais para uma classe esnobe e discriminadora como é a elite brasileira, contra Bolsa-Família, contra os impostos, contra pobres demais nos aeroportos, contra o Estado.

    ***

    Jorge Alberto Benitz é engenheiro e consultor, Porto Alegre, RS

    Juremir Machado da Silva – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

    18/05/2013

    Porque a folha condena os corrompidos e absolve os corruptores?

    Filed under: Corrupção,Corruptores — Gilmar Crestani @ 9:01 am
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    Simples. O corruptor é o financiador ideológico da Folha. Sem ele, o corruptor, não haveria grupos como Folha, Abril, Globo, RBS…

    Emendas de petista e de tucano eram idênticas

    Luiz Sérgio e Álvaro Dias apresentaram textos iguais sobre regra portuária

    ‘Coincidência’ sugere como foi a atuação de lobby empresarial na discussão da Medida Provisória dos Portos

    BRENO COSTADIMMI AMORAANDREZA MATAISDE BRASÍLIA

    Em mais um indicativo de como o lobby empresarial influenciou a discussão da Medida Provisória dos Portos no Congresso, dois parlamentares, um da base aliada e outro da oposição, apresentaram textos idênticos para justificar apoio a uma das mudanças de maior interesse de empresas portuárias.

    O deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) e o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), de partidos adversários, assinaram as propostas "clones", acompanhadas de três parágrafos idênticos de justificativa.

    O conteúdo defendido pelos dois tem teor semelhante ao da emenda do deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), que ficou conhecida como "emenda Tio Patinhas", em referência aos interesses econômicos envolvidos.

    Todos esses textos defendiam a mesma norma: permitir a renovação de contratos de empresas privadas para explorar terminais em portos públicos mediante uma contrapartida de investimentos.

    A emenda aprovada no plenário da Câmara, na quarta-feira passada, foi a de Quintão. Mas ela só passou porque, com receio de ver a medida provisória perder a validade, o governo, inicialmente contra a alteração, recuou e cedeu ao PMDB.

    O Planalto não descarta vetar essa alteração.

    Ontem, Quintão admitiu à Folha que propôs a alteração atendendo sugestão de Sérgio Salomão, presidente da Associação Brasileira de Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec).

    VERSÕES

    Embora os textos das emendas do deputado do PT e do senador tucano sejam o mesmo, Luiz Sérgio e Álvaro Dias afirmaram que as redações vieram prontas de suas respectivas assessorias.

    O petista apresentou seu texto às 9h30 do dia 13 de dezembro. O de Dias foi recebido às 10h50 do mesmo dia.

    Informado pela reportagem de que seu texto era igual ao de Luiz Sérgio, Dias, líder do PSDB, não soube explicar como foi o processo de elaboração da emenda por seus assessores.

    "Não sei se teve solicitação de lobistas", disse o tucano.

    O deputado Luiz Sérgio disse que não se recordava de quem partiu a sugestão.

    "Recebi de sindicato de estivadores a representantes da Abratec", afirmou.

    Confrontado com a informação de que o texto era igual ao de Dias, o deputado disse que recebeu a sugestão de José Valente, ex-assessor do Ministério dos Transportes, que disse à Folha que a assessoria do deputado recebeu de várias entidades sugestões de emendas.

    A "emenda Tio Patinhas" teve outros padrinhos, além de Quintão, Luiz Sérgio e Álvaro Dias. Outros quatro deputados apresentaram proposta similar, prevendo a prorrogação de contratos, mas com textos ligeiramente diferentes entre si.

    Foram eles os peemedebistas Eduardo Cunha (RJ), Waldemir Moka (MS) e Edinho Bez (SC), mais Márcio França (PSB-SP). Todos negam que tenham sido manipulados pelo lobby das empresas.

    "Ninguém me procurou até porque eu não recebo ninguém que queira sugerir emenda. Eu não gosto. Eu mesmo estudo e entendo o assunto", disse Cunha.

    14/03/2013

    Setubal: CANSEI!

    Filed under: Banco Itaú,Bancos,Civita — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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    Ou será o cérebro com envelhecimento precoce. Tudo cheira a passadismo, do tempo em que banco financiava e a mídia conduzia o golpe.

    Exame, da Editora Abril, chora a saída de Setubal

    :

    Em sua reportagem de capa desta quinzena, a revista de economia e negócios de Roberto Civita lamenta que o banqueiro Roberto Setubal, do Itaú Unibanco, esteja “no auge e de saída”; na verdade, ele deixará a instituição depois de cometer trapalhadas políticas e perder a queda de braço com o governo federal relacionada à nova política de juros; “com a taxa de juros em seu patamar historicamente mais baixo, ganhar dinheiro está ficando mais difícil”, reconhece a reportagem, que faz lobby por sua permanência

    14 de Março de 2013 às 05:24

    247 – Nos últimos meses, o banqueiro Roberto Setubal, de 58 anos, viveu duas guerras paralelas. Internamente, no Itaú Unibanco, ele venceu a batalha. Mudou as regras e o estatuto da instituição financeira para que sua aposentadoria compulsória, que deveria acontecer aos 60 anos, ocorra aos 62. Assim, ele conseguiu adiar um pouco sua saída. Do lado de fora, Setubal protagonizou um isolamento crescente do banco, que foi identificado pelo governo Dilma como a principal trincheira de resistência à nova política de juros baixos. Acostumado a lucrar bilhões com ganhos de tesouraria, e não com crédito à economia real, o Itaú Unibanco teve dificuldades para se adaptar aos novos tempos. Mais do que isso, Setubal chegou até a conceder entrevistas ao Financial Times, jornal inglês, criticando a política econômica e as "mudanças de regras" no Brasil ­– e logo ele que havia mudado o estatuto do banco.

    O banqueiro, no entanto, não parece estar totalmente contente com a sua saída do comando de um grupo com 121 mil funcionários e 15 milhões de correntistas. E talvez tenha iniciado um movimento para postergar ainda mais sua saída. Nesta quinzena, a revista Exame, da Editora Abril, de Roberto Civita, que também se destaca pelo lobby dos juros altos, questiona se Setubal é “velho demais para liderar?”, na sua capa, indagando ainda “como as empresas devem aproveitar executivos como ele”.  Internamente, a revista lamenta que Setubal esteja no “auge e de saída”.

    O auge, no entanto, é questionável. Ao comprar uma briga direta com o Palácio do Planalto, e especialmente com a política de juros baixos que é uma das marcas do governo Dilma, o Itaú se isolou. A própria reportagem da revista Exame reconhece que “com a taxa de juro em seu patamar historicamente mais baixo, ganhar dinheiro está ficando mais difícil”. Mas o texto, no entanto, não comenta as trapalhadas políticas do Itaú. E diz que “é justamente nessas horas que executivos como Setubal têm mais valor para uma empresa”, no que parece ser quase um lobby por uma nova mudança de regras no estatuto do banco, adiando ainda mais a aposentadoria de Setubal.

    Dificilmente, no entanto, o atual presidente do Itaú Unibanco terá forças para vencer mais este embate. Quando ocorreu a fusão com o banco dos Moreira Salles, Setubal, que não é o maior acionista, ganhou espaço sobre o grupo de Milu Vilella, que tem a maior quantidade de ações. Vários executivos do Unibanco foram importados, mas os resultados não foram os melhores. Alguns, como Marcos Lisboa, por exemplo, acabam de deixar a instituição. E tudo indica que Milu Vilella fará de tudo para emplacar seu filho, Ricardo Marino, bisneto do fundador Alfredo Egydio de Souza Aranha, como novo presidente. Exame, no entanto, aponta como favoritos os executivos Candido Bracher e Marcio Schettini, numa reportagem feita aparentemente para defender a permanência de Setubal ou, ao menos, fritar o filho de Milu Vilella.

    O fato é que, qualquer que seja o futuro presidente, ele terá que reconstruir suas relações institucionais e adotar uma visão mais popular e menos elitista.

    Exame, da Editora Abril, chora a saída de Setubal | Brasil 24/7

    10/04/2011

    Está faltando alguém em Porto Alegre

    Filed under: Ditadura,Instituto Millenium,RBS — Gilmar Crestani @ 9:23 pm
    Tags: , ,

    Não poderá comparecer Gal. Douglas Fraser, comandante militar americano para América do Sul, já que, segundo delcarou na CNN nesta noite de domingo, os EUA estarão bem representados pelos X-9 brasileiros. Na parte deliberadamente humorística, o troféu nonsense deve ficar mesmo com a “perseguida” da cubana Yoani, que ganhou o galardão “liberdade de imprensa” por falar com liberdade onde dizem não haver liberdade. Cuba. Parece que não haverá tempo para discutir liberdade em Guantánamo nem em Honduras.  Em compensação, outras duas obsessões do Instituto Millenium, Cuba e Venezuela, não sairão de pauta. Jamais. O macarthismo gaudério estará bem representado pela RBS, uma exigência dos financiadores ideológicos do Grupo nascido e crescido da e na ditadura. Nas fatos, abaixo, alguns elementos sustentados pela aristrocraCIA ianqui!!

    Sintomático que o Fórum da Liberdade tenha nascido quando já não mais havia ditadura. Sintomático que os simpatizantes e apoiadores do Fórum da Liberdade não tiveram neceddiade de debater a liberdade durante a ditadura. Sintomático que que os financiadores do Fórum da Liberdade tenham saudades da ditadura e são contra a Comissão da Verdade. Sintomático que sejam os mesmos que se beneficiaram com a Ditadura de 1964!

    XXIV Fórum da Liberdade começa nesta segunda-feira

    10 de abril de 2011


    A 24ª edição do Fórum da Liberdade será realizada nesta segunda e terça-feira no Centro de Eventos da PUCRS. Com o tema “Liberdade na Era Digital”, o evento vai discutir os desafios e as tendências de um tempo de comunicações quase ilimitadas e suas implicações nos negócios, na educação e nas relações de poder.

    Entre os convidados da edição, estão personalidades que lutam contra a tentativa de serem calados pelos governos de seus países por expressarem posicionamentos dissonantes. Autora do blog Generación Y e considerada em 2008 pela revista Time uma das cem pessoas mais influentes do mundo, a cubana Yoani Sanchez é a homenageada com o Prêmio Liberdade de Imprensa. Como não consegue visto para deixar Cuba, um grupo de diretores do IEE foi até Havana em janeiro para entregar a distinção a Yoani e gravar uma entrevista que será exibida durante o fórum.

    Já o venezuelano Guillermo Zuloaga, dono do canal de TV Globovisión, adversário do presidente Hugo Chávez, vem a Porto Alegre para participar de um dos paineis. Também participarão dos paineis personalidades como o músico Lobão, o apresentador Marcelo Tas, o economista e consultor ecônomico Raul Velloso e o presidente da IBM Brasil, Ricardo Pelegrini.

    Informações sobre a programação podem ser obtidas no site do evento.

    A programação é a seguinte:

    11 de Abril

    17:30 – 1º Painel – Liberdade individual: a arte de construir sua própria história

    15′ Palestrante 01 – Lobão

    15′ Palestrante 02 – Eduardo ‘Peninha’ Bueno

    20′ Debatedor – Paulo Uebel

    19:00 – Solenidade de abertura

    10′ Pronunciamento Presidente IEE – Felipe Quintana

    10′ Pronunciamento Governador do RS – Tarso Genro

    10′ Prêmio Libertas – Paulo Uebel

    10′ Prêmio Liberdade de Imprensa – Yoani Sánchez

    20:00 – 2º Painel – Tecnologia: Serviços e Oportunidades

    15′ Palestrante 01 – Romero Rodrigues

    15′ Palestrante 02 – Paulo Castro

    20′ Debatedor – Carlos Alberto Sardenberg

    12 de Abril

    9:30 – 3º Painel – Inovação e Tendências: Olhando o Futuro

    15′ Palestrante 01 – Carlos Affonso Pereira de Souza

    15′ Palestrante 02 – Rony Rodrigues

    15′ Debatedor – Carlos Alberto Sardenberg

    10:45 – 4º Painel – Tecnologia e Democracia: O Governo Nu

    15′ Palestrante 01 – Rodrigo Constantino (*)

    15′ Palestrante 02 – Raul Velloso

    20′ Debatedor – Helio Beltrão

    (*) Reinaldo Azevedo não poderá vir

    12:00 Almoço

    14:00 – 5º painel – Os Desafios da Imprensa e a Era Digital

    15′ Palestrante 01 – Merval Pereira

    15′ Palestrante 02 – Guillermo Zuloaga

    20′ Debatedor – Paulo Uebel

    15:15 – 6º painel – A Educação no Futuro

    15′ Palestrante 01 – Alex Dias

    15′ Palestrante 02 – Ricardo Pelegrini

    20′ Debatedor – Carlos Souto

    16:30 – 7º painel – Livre Economia na Web

    15′ Palestrante 01 – Lawrence Reed

    15′ Palestrante 02 – Tyler Cowen

    15′ Debatedor – Rodrigo Constantino

    18:00 – 8º Painel – Uma Nova Democracia Digital

    20′ Palestrante 01 – Marcelo Tas

    20′ Palestrante 02 – Marcelo Madureira

    20′ Debates – Helio Beltrão

    http://wp.clicrbs.com.br/forumdaliberdade/2011/04/10/24%C2%BA-forum-da-liberdade-comeca-nesta-segunda-feira/?topo=52,1,1,,154,13

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