Ficha Corrida

03/10/2016

Estupro, absolvição de assassinos, compra de votos explicam o berço da cultura do golpe de estado

OBScena: imagens das prévias que explicam a vitória de João Doria Jr em São Paulo

doria previas-psdbO que aconteceria se Marco Feliciano fosse do PT? Basta comparar o que aconteceu com José Genoino!

Os capos de algumas instituições se perfilam com o PSDB, daí que não admira que notórios do crime organizado, como o primeiro a ser comido, não sejam “coercitados”. Para evitar respingos ao PSDB, até seu parceiros são protegidos.

A glorificação do estupro, para não macular a imagem divina do PSDB paulista, fica por conta dos autores da hagiografia. Nem falo do delega que busca incriminar a vítima, como se já não bastasse o Cel. Telhada,  deputado também do PSDB. Ambos são a cara do PSDB paulista. Sem a omissão os grupos mafiomidiáticos estas personagens não sairiam das sombras em que se criaram.

A Rede Globo é a égua madrinha que conduz a imprensa na condenação de uns para que outros possam desfilar incólumes. Quem mais poderia sufragar João Dória Jr em São Paulo? Não por acaso São Paulo é a sede das duas principais filiais da Rede Globo: a Globo São Paulo, e aquela do oeste paulista, nas mãos de outro notório comparsa da Rede Globo, J. Hawilla. Mas São Paulo berço e ninho da serpente, também tem a glória de hospedar o Grupo Abril, que edita a Revista Veja, desde sempre cabo eleitoral do PSDB. Também é de São Paulo a Folha de São Paulo, que não só chama a ditadura de ditabranda como também, para criminalizar o PT e beatificar o PSDB, publicou uma ficha falsa da Dilma. E por último, mas não menos importante, o Estadão, que tinha na Direção da Redação, Pimenta Neves, o assassino da colega que assediava moral e sexualmente sob as barbas da famiglia Mesquita, Sandra Gomide. Para coroar, choca o ninho das serpentes o Instituto Millenium.

Portanto, não é de admirar que São Paulo, terra do Feliciano, eleja aquele que foi denunciado pelos próprios correligionários por compra de votos, aliás uma prática recorrente no PSDB.

A revelar a natureza da simbiose paulista está o fato de que a eleição do João Doria Jr ocorra na mesma semana em que os assassinos de 111 presos do Carandiru foram absolvidos. Descortina-se uma recorrência em culpar a vítima para eximir os criminosos de seus crimes. Se no assassinato é assim, imagine-se nos casos de estupro. Há duas violências explícitas: o estupro, e culpabilização da vítima. Será que esses facínoras não tem, na própria família, ao menos mãe?!

São fatos como estes que explicam a eleição de Dória Jr em São Paulo! Porque, diante do estupro ou do assassinato coletivo, quem iria se importar com compra de votos?!

Exclusivo: uma nova prova contra Feliciano no caso Patrícia. Por Nathali Macedo

Postado em 01 Oct 2016 -por : Nathali Macedo

Patrícia Lélis

Patrícia Lélis

A estudante de jornalismo Patrícia Lélis, que acusa Marco Feliciano de tentativa de estupro, tem sofrido todos os tipos de represálias por parte da equipe do deputado desde que resolveu denunciar a violência que sofrera.

A nova prova de que a estudante está sendo silenciada é um print em que o assessor Emerson Biazon a ameaça e diz que ela “merece ser estuprada até a morte”. O print foi descoberto pela polícia em perícia ao computador e celular de Patrícia Lélis.

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Eis exatamente o que acontece com mulheres que não se calam diante de algozes poderosos como Feliciano, que, com seu escudo de “homem de Deus e da família”, tem cometido verdadeiras atrocidades para tentar silenciar a vítima e poupar-se do escândalo de ser chamado daquilo que os fatos indicam que é: estuprador.

Assim como esteve nos prints apresentados na denúncia de Patrícia contra Feliciano, está agora claro que o pastor e seus comparsas já ameaçaram a vítima em outros momentos, a despeito do que diz a grande mídia, que parece empenhada em demonizar a imagem de Patrícia.

Ainda nos primeiros dias após a denúncia, Talma Bauer, Chefe de Gabinete de Feliciano, disse em depoimento à polícia, em São Paulo, ter dado R$ 20 mil a Emerson Biazon, que acompanhava a vítima em sua visita à capital paulista na primeira semana de agosto, para que entregasse à estudante em troca de seu silêncio.

A intenção de Bauer – nas palavras dele próprio – era “evitar o mal maior, o escândalo”. Como se ainda houvesse tempo para isso.

Bauer disse à polícia que a estudante pedira o dinheiro. Ela declarou que o Pastor Everaldo, ligado ao partido de Feliciano (PSC), foi quem lhe ofereceu a quantia.

A jovem declarou ainda ter sido mantida em cárcere privado por Bauer, que tentou comprar o seu silêncio. Fala-se em trezentos mil reais (um preço alto para comprar o silêncio de uma denunciadora caluniosa, não?)

“Evitar o escândalo” continuou sendo o objetivo principal da equipe de Feliciano. Nos meses seguintes à denúncia, a perseguição à vítima – à moda do machismo brasileiro – continuou a todo vapor.

Veículos de mídia duvidosos – é claro que nós estamos falando da Rede Globo – noticiaram que a vítima fora diagnosticada como mitomaníaca (mentirosa compulsiva) e portadora de Transtorno de Personalidade Histriônica (necessidade excessiva de chamar a atenção para si mesma.)

O delegado Luiz Roberto Hellmeister, responsável pela investigação, garantiu que a polícia tinha provas de que Patrícia não fora mantida em cárcere privado, e que, portanto, caluniara Bauer. Foi ele quem procurou a imprensa para apresentar um laudo contendo a informação de que Patrícia seria mitomaníaca e histriônica.

O blog Coluna da Esplanada, do UOL, entretanto, publicou outro laudo feito no ano passado pelo IML, que desmentia a versão apresentada pela Polícia Civil de São Paulo .

Isto não é nada diferente do que se faz com a maioria das vítimas de crimes sexuais no Brasil, só que em uma versão mais sofisticada, graças à eficiência de Feliciano e seus cúmplices: dizer que vítimas de estupro são mentirosas e querem chamar a atenção é um truque antigo, mas usar laudos (conseguidos sabe-se lá a que custo) para conferirem alguma legitimidade a esta acusação é coisa fina. Coisa que, no Brasil, só os poderosos da Bancada Evangélica conseguem.

Até o ex-namorado de Patrícia foi contatado para acusá-la. Está claro, desde o início deste escândalo, que Feliciano e seus cúmplices estão fazendo todo o possível para fragilizar a palavra da vítima e o que é pior: culpabilizá-la.

Atingiram êxito em seu intento: Lélis foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão, e já se fala em pedido de prisão preventiva para a vítima.

Hellmeister, responsável pelo indiciamento de Patrícia, é bom lembrar, foi afastado do caso por ter manipulado informações e provas. Seu histórico, aliás, fala por ele: acusado de agredir uma jornalista, o delegado, com toda a imparcialidade típica do Judiciário brasileiro, é filiado ao PSDB.

Eis a declaração de Patrícia sobre o episódio:

“Quando cheguei na delegacia de SP minha oitiva já estava pronta. O delegado me perguntou por que eu não filmei as agressões e afirmou diversas vezes que eu estava mentindo. Me chamou de vagabunda, mentirosa, um perigo para a sociedade. Disse que eu era pior que Suzane Von Richthofen. Na hora ele me deu duas opções: ou eu assinava um termo dizendo que era tudo mentira ou ele me encaminharia para um hospício. Meus advogados me aconselharam a assinar a indiciação para que o caso fosse para o Ministério Público, já que o delegado não tem poder para investigar um deputado.”

Os dispositivos eletrônicos da estudante (computador e celular) permanecem sob perícia, e as provas contra Feliciano continuarão a serem levadas a público em primeira mão pelo Diário do Centro do Mundo.

Evitar o mal maior, o escândalo, é tudo o que a sórdida equipe de Feliciano não conseguirá (ao menos no que depender de nós.)

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Nathali Macedo

Sobre o Autor

Colunista, autora do livro "As Mulheres que Possuo", feminista, poetisa, aspirante a advogada e editora do portal Ingênua. Canta blues nas horas vagas.

Diário do Centro do Mundo Exclusivo: uma nova prova contra Feliciano no caso Patrícia. Por Nathali Macedo

06/08/2016

Para proteger golpista, Folha omite estupro

A degradação do jornalismo brasileiro faz lembrar o filme Telma & Louise. Uma vez embarcada na louca cavalgada da Veja por mentiras, distorções e omissões, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium não cansam, em nome de proteger o golpista tornado ventríloquo, de perpetrar indecências. Agora, para proteger Marco Feliciano, parceiro dos “pastores” Silas Malafaia & Eduardo CUnha no uso de “templos de lavagem de dinheiro”, escondem parte do diálogo que mostra toda envergadura moral do exército de mercenários recrutados para perpetrar o golpe paraguaio. Para a Folha não há nada de anormal um Calígula no Planalto, até porque a presença de Feliciano dispensa a do Incitatus

Seria de se espantar não fosse o fato de que a Folha tem esta propensão pela proteção do estupro. Basta lembrar a ativa participação da famiglia Frias na Operação Bandeirantes – OBAN, emprestando suas peruas para transportar os corpos destroçados por torturas, estupros e esquartejamentos, como relatou a Comissão da Verdade, para a vala comum do Cemitério de Perus, em São Paulo. A publicação de um Ficha Falsa da Dilma e as constantes omissões em relação a Eduardo CUnha, Michel Temer & Aécio Neves relevam que sua parceria com a Rede Globo vai muito além do jornal Valor.

Recentemente Octávio Frias Filho foi confrontado, num convescote em Londres, por uma jornalista britânica. Como não tinha como se defender, saiu com uma resposta típica da plutocracia brasileira: ela era petista.

A patifaria da Folha fica ainda mais evidente se confrontada com uma simples constatação: o que teria feito a Folha se o episódio aqui relatado envolvesse Lula ou alguém de sua família?

Fica assim evidente não a proteção ao estuprador, mas o total descompromisso com a verdade, desde que isso sirva ao golpe que ajudou a vender em companhia de seus parceiros de Instituto Millenium.

Para proteger este tipo de gente é que a caçada ao grande molusco reveste-se de uma tacada de mestre. Toda vez que aparece uma patifaria como essa, “coincidentemente”, sai alguma manchete sobre a caçada ao Lula. Tem-se de de dar o braço a torcer e admitir que se trata de uma ideia brilhante essa de construir uma cortina de fumaça para desviar a atenção sempre que alguém da cleptocracia é apanhado em flagrante delito.

A Folha já tem uma desculpa pronta. Basta reproduzir a justificativa para a publicação da Ficha Falsa da Dilma: não pode ser comprovado, mas também pode ser desmentido…

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio

sex, 05/08/2016 – 17:08 – Atualizado em 05/08/2016 – 17:09

Jornal GGN – O portal UOL omitiu o trecho da gravação em que Patricia Lelis, 22, confirmou ao assessor de Marco Feliciano que houve sexo com o deputado federal do PSC, mas que "não foi consensual". A revelação foi feita a Talma Bauer, que respondeu à jovem que esse fato "morreu aqui".

Ontem, o UOL publicou 28 minutos de conversa entre Patricia e o assessor de Feliciano, que prometeu reparar danos à imagem da jovem que buscou a imprensa para denunciar uma tentativa de estupro e assédio sexual. O áudio tem, segundo o portal Democratize, mais de 50 minutos. Mas o UOL só divulgou 28 minutos.

Na conversa, Patricia disse a Talma que não preocurou a delegacia porque não queria prejudicar a imagem de Feliciano e da Igreja. Evangélica, a jovem depois desmentiu a história nas redes sociais, alegando que se trata de invenções de "jornalistas esquerdinhas" que querem atingir Feliciano por causa das eleições. Em mensagem divulgado pelo Democratize, ela aparece tentando divulgar provas no grupo do PSC Jovem, partido onde milita, e dizendo que tem desmentido a história nas redes sociais por orientação da "polícia".

Por Francisco Toledo

Do Democratize

Jovem pedia para amigo divulgar provas contra Feliciano enquanto desmentia o caso

A trama envolvendo o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC) continua sendo assunto nas redes sociais — mesmo com o inacreditável boicote por parte dos tradicionais meios de comunicação.
Na noite desta quinta-feira (4), a Agência Democratize divulgou um trecho inédito da conversa entre o Chefe de Gabinete do deputado, Talma Bauer, e a jovem Patrícia. Mais cedo, o UOL já havia divulgado boa parte da conversa entre ambos, porém não liberou o áudio na íntegra. Tivemos acesso ao trecho em que Bauer questiona para Patrícia se ela e o deputado já haviam tido relação sexual. A jovem diz que sim, porém que “não foi consensual” — ou seja, o ato ocorreu sem a permissão de Patrícia, tratando-se portanto de estupro. É possível ainda ouvir o assessor de Feliciano dizendo “morreu aqui” sobre o abuso. Veja:

Também na noite desta quinta-feira, conseguimos contato com um dos amigos de Patrícia dentro do partido, chamado Thiago Vanzeler.

Thiago é presidente estadual do PSC Jovem, entidade na qual Patrícia participava ativamente. Além disso, acompanhou todo o caso envolvendo o deputado desde o começo, sempre ajudando a jovem quando necessário.

Em conversa com o Democratize, Thiago disse: “A única coisa que eu sei é que não tem nada com a esquerda nessa estória e ainda não sei quem é a vítima. O problema é interno. É da direita conservadora e portanto a única coisa que os demais e eu queremos é a verdade e que o(s) culpado(s) seja(m) punido(s) e abandonado(s) por todos os conservadores brasileiros”.
O jovem ainda contou para a nossa reportagem sobre o diferente posicionamento de Patrícia agora, após o caso ter repercutido nas redes sociais.

Inicialmente, a jovem que teria sofrido abusos e agressões por parte de Feliciano, queria denunciar o caso. Porém, após uma série de reuniões e encontros com Talma Bauer e até mesmo assessores do deputado Celso Russomano (PRB), ela teria mudado de ideia.

A partir dai, pelo menos 2 vídeos foram publicados pela jovem desmentindo o caso.

“Os printscreens que eu compartilhei comprovam que a Patrícia estava me pedindo para divulgar as supostas provas no grupo de WhatsApp do PSC Jovem Nacional enquanto ela desmentia e culpava a esquerda no grupo de Facebook “Panelinha da Direita (O Retorno)”. Ao longo do dia, ela gravou vídeos culpando a esquerda mas eu tinha provas que era um problema interno”, contou Thiago.

Um dos vídeos publicados por Patrícia culpando setores da esquerda e “blogs de notícias” é este:

Agora veja, os printscreens da conversa entre a jovem e Thiago, feito enquanto a mesma gravava vídeos atacando setores da esquerda pela divulgação do caso, além de defender Marco Feliciano:

Para Thiago, mesmo sendo amigo próximo de Patrícia, a situação é complicada e ainda não se sabe quem foi a verdadeira vítima da história. “Agora resta saber quem é a vítima dessa estória: Patrícia, Feliciano ou nós, o que acarretaria em uma jogada de autopromoção de ambos. Eu e os demais aguardamos a verdade aparecer. É só o que queremos”, terminou o presidente estadual do PSC Jovem.

Porém, o caso ganha ainda mais suspense nesta sexta-feira (5).

Segundo o blog Coluna da Esplanada, do UOL — responsável por denunciar o caso — , a jovem que até então acusava Feliciano compareceu na 4ª Delegacia de Polícia de São Paulo, na Consolação, para conversar com o delegado Roberto Pacheco, junto com a sua mãe.
A senadora Vanessa Grazziotin, do PCdoB, denunciou ao Ministério Público o caso de suposto estupro cometido pelo deputado.

UOL omitiu que jovem confirmou "sexo não consensual" com Feliciano em áudio | GGN

17/10/2015

Eduardo CUnha põe até Jesus na putaria

religiososSilas Malafaia, Marco Feliciano, Eduardo CUnha envolvem Jesus em putaria. Não é só lavagem de dinheiro, é cusparada na cara do crente. O sujeito passa a semana dando duro no batente para no fim de semana dar pro pastor vira-lata comprar Porsche, BMW. Deve-se a estas credenciais o apoio dado pelos golpistas Aécio Neves, FHC, Geraldo Alckmin, Antônio Imbassahy, Carlos Sampaio, Agripino Maia, Beto Richa, Fernando Francischini & Paulinho da Força Sindical.

Não entendo como Jesus, sendo Deus, não manda uma porrada na cara de quem usa seu santo nome em vão?! E não me venha com livre arbítrio ou o inferno para ladrão. Isso é coisa de picareta. Que deus é este que permite os piores facínoras usarem seu nome em prejuízo da boa fé de tanta gente?! Este tipo de deus não me não faz falta. Mesmo que Eduardo CUnha vá pra o quinto dos infernos, de que isto serve para a vida de milhares de pessoas que ele transformou num inferno na terra?

Eu li a Bíblia. De cabo a rabo. E descobri que muita gente boa da bíblia deu o rabo para comer. Está lá no livro de Ruth. Ela ia para os campos de centeio buscar semen-te… Até Jesus ia passear com Madalena nos jardins de Bethânia…

E aí estes pastores querem falar em família?! Só se for famílias do tipo  Provenzano, Marcheze, Corleone, Bonanno, Colombo, Genovese, Gambiono, Lucchese

O Jesus.com de Cunha roda num Porsche Cayenne

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Carro de luxo do presidente da Câmara, que é evangélico, foi registrado em uma de suas empresas, chamada Jesus.com, que faz propagandas e programas de rádio; o Porsche Cayenne S, de 2013, avaliado em R$ 429 mil, é apenas um dos carros da frota de luxo do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tem ainda um Ford Edge V6, um Ford Fusion, também registrados na Jesus.com, além de uma BMW e outros carros vinculados a outra empresa e ao nome de sua esposa, a jornalista Cláudia Cruz; somente contabilizando o valor dos carros, o patrimônio de Cunha soma R$ 940 mil; PGR estima em R$ 61 milhões o patrimônio não declarado do presidente da Câmara

17 de Outubro de 2015 às 06:17

247 – Além de esconder patrimônio na Suíça e também nos Estados Unidos, como aponta a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem uma frota de carros de luxo cujo valor total soma R$ 940 mil.

Um de seus carros, um Porsche Cayenne S, de 2013, avaliado em R$ 429 mil, foi registrado em uma de suas empresas, chamada Jesus.com. O deputado é evangélico e a empresa tem como função fazer propagandas e programas de rádio

Compõem o resto da frota ainda um Ford Edge V6, um Ford Fusion, também registrados na Jesus.com, além de uma BMW e outros carros vinculados a outra empresa e ao nome de sua esposa, a jornalista Cláudia Cruz.

A Procuradoria Geral da República estima que Cunha tem um patrimônio não declarado de R$ 60,8 milhões.

O Jesus.com de Cunha roda num Porsche Cayenne | Brasil 24/7

23/06/2015

A todos os que usam a religião para foder com a biografia de Cristo

DeusQuando eu era seminarista e via religiosos se comprazerem com a ditadura descobri que havia algo errado, uma paradoxo inaceitável.

Não podia entender como alguém que se dizia seguidor de São Francisco de Assis tinha espaço para admitir a opressão como forma de expurgação do demônio.

Uma religião que transforma em fábrica de mentiras e ódio é qualquer coisa menos religião. É um baita negócio. NEGOCIATA!

O fracasso das religiões foi terem criado ideia mais convincente de inferno do que do céu. Se vamos para um lugar para fugir de outro, não é uma opção. É uma imposição. Como um contrato com cláusula leoninas.

Lembro que Cristo expulsou os vendilhões do templo! Hoje a corja escolta os vendilhões para o templo, uma espécie de saladeiro. Templo é dinheiro!

Querido pastor, sermão de Jesus a Malafaia, via Gregorio Duvivier

22 de junho de 2015 | 18:45 Autor: Fernando Brito

camelo

Repercutiu pouco nas redes, e merecia muito mais, o magnífico texto do guri Gregorio Duvivier, hoje, na Folha. Tirante a parcela alucinada, é de fazer parar um bonde, porque é duríssimo nas verdades, sem jamais perder a delicadeza. Bato palmas e transcrevo:

Querido pastor,

Aqui quem fala é Jesus. Não costumo falar assim, diretamente -mas é que você não tem entendido minhas indiretas. Imagino que já tenha ouvido falar em mim -já que se intitula cristão. Durante um tempo achei que falasse de outro Jesus -talvez do DJ que namorava a Madonna- ou de outro Cristo -aquele que embrulha prédios pra presente- já que nunca recebi um centavo do dinheiro que você coleta em meu nome (nem quero receber, muito obrigado). Às vezes parece que você não me conhece.

Caso queira me conhecer mais, saiu uma biografia bem bacana a meu respeito. Chama-se Bíblia. Já está à venda nas melhores casas do ramo. Sei que você não gosta muito de ler, então pode pular todo o Velho Testamento. Só apareço na segunda temporada.

Se você ler direitinho vai perceber, pastor-deputado, que eu sou de esquerda. Tem uma hora do livro em que isso fica bastante claro (atenção: SPOILER), quando um jovem rico quer ser meu amigo. Digo que, para se juntar a mim, ele tem que doar tudo para os pobres. “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.

Analisando a sua conta bancária, percebo que o senhor talvez não esteja familiarizado com um camelo ou com o buraco de uma agulha. Vou esclarecer a metáfora. Um camelo é 3.000 vezes maior do que o buraco de uma agulha. Sou mais socialista que Marx, Engels e Bakunin -esse bando de esquerda-caviar. Sou da esquerda-roots, esquerda-pé-no-chão, esquerda-mujica. Distribuo pão e multiplico peixe -só depois é que ensino a pescar.

Se não quiser ler o livro, não tem problema. Basta olhar as imagens. Passei a vida descalço, pastor. Nunca fiz a barba. Eu abraçava leproso. E na época não existia álcool gel.

Fui crucificado com ladrões e disse, com todas as letras (Mateus, Lucas, todos estão de prova), que eles também iriam para o paraíso. Você acha mesmo que eu seria a favor da redução da maioridade penal?

Soube que vocês estão me esperando voltar à terra. Más notícias, pastor. Já voltei algumas vezes. Vocês é que não perceberam. Na Idade Média, voltei prostituta e cristãos me queimaram. Depois voltei negro e fui escravizado -os mesmos cristãos afirmavam que eu não tinha alma. Recentemente voltei transexual e morri espancado. Peço, por favor, que preste mais atenção à sua volta. Uma dica: olha para baixo. Agora mesmo, devo estar apanhando -de gente que segue o senhor.

Querido pastor, sermão de Jesus a Malafaia, via Gregorio Duvivier | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

20/06/2013

Se Dilma não cura Feliciano, Feliciano curra Dilma

Filed under: Marco Feliciano — Gilmar Crestani @ 8:31 am
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Este é nível dos que se opõem à Dilma.

Em defesa da ‘cura gay’, Feliciano ameaça retaliar Dilma em 2014

Deputado recomenda ‘juízo’ a ministra que criticou projeto aprovado anteontem: ‘Ano que vem é político’

Bancada evangélica reagirá a intervenção do governo em votação, diz presidente da Comissão de Direitos Humanos

DE BRASÍLIA

Com discurso inflamado, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP), ameaçou ontem liderar rebelião da bancada evangélica –composta por 80 deputados– caso o governo interfira na votação do projeto conhecido como "cura gay".

Ao negar que a votação da proposta tenha sido uma provocação às manifestações que tomam as ruas de vários Estados, o deputado fez ataques à ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), que prometera mobilizar o governo para evitar que a proposta avance na Casa.

Objeto da polêmica, o projeto aprovado anteontem no colegiado permite a psicólogos oferecer tratamento para a homossexualidade e terá que passar por outras duas comissões da Casa, antes de chegar ao plenário.

Feliciano nega que a proposta tenha essa linha. "Queria aproveitar e mandar um recado: dona ministra Maria do Rosário dizer que o governo vai interferir no Legislativo é muito perigoso. É perigoso, dona ministra, principalmente porque mexe com a bancada inteira", afirmou.

Segundo o deputado, a ministra deveria procurar a presidente Dilma Rousseff antes de se manifestar. "A ministra falar que vai colocar toda máquina do governo para impedir um projeto… Acho que ela está mexendo onde não devia. Senhora ministra, juízo, fale com a sua presidente porque o ano que vem é político."

Na eleição presidencial de 2010, Dilma enfrentou campanha liderada por religiosos, que criticavam a dubiedade da posição da então candidata sobre o aborto.

Anteontem, Maria do Rosário condenou a votação. "O projeto significa um retrocesso na medida em que não reconhece a diversidade sexual como um direito humano. Quando se fala em cura, se fala na verdade que as pessoas estão doentes", disse Rosário. "Somos cientes da responsabilidade de dialogarmos mais para que o projeto não venha a ser aprovado."

O projeto de decreto legislativo, do deputado João Campos (PSDB-GO), suspende dois trechos de resolução instituída em 1999 pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia). O primeiro trecho sustado afirma que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".

O texto aprovado anula ainda artigo que determina que "os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais".

A proposta é rejeitada pelo CFP. No ano passado, a entidade recusou-se a participar de audiência pública realizada na Câmara para debater o projeto.

16/05/2013

Nesta idade e a Marina ainda continua verde.

Filed under: Marco Feliciano,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 8:25 am
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Quando ela vai ficar adulta, amadurecer? É impressionante o que a floresta fez com a cabeça desta mulher. A cada dia que passa, ao invés de amadurecer, apodrece.

Marina aponta preconceito em discussão sobre pastor

Feliciano é criticado por sua religião, diz ela

DO RECIFE

A ex-senadora Marina Silva criticou ontem, no Recife, a discussão em torno do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC), e disse que considera "um erro" criticá-lo "por ser evangélico", e não "por posições políticas equivocadas".

Cotada para disputar a Presidência da República em 2014 pelo novo partido em formação, a Rede Sustentabilidade, Marina afirmou que "não se deve combater preconceito com preconceito".

Feliciano, que é pastor evangélico, sofre pressões para deixar o comando da Comissão de Direitos Humanos por declarações polêmicas em relação a gays e negros. Ele é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal.

As críticas, segundo ela, "devem ser feitas pelas ações e atitudes, não porque se é ateu, católico, evangélico, espírita ou judeu".

Em entrevista à "Rádio Jornal", Marina, que também é evangélica, disse que religião e política não devem ser misturadas e que considera "uma conquista" o Estado laico. Ela negou que estivesse defendendo Feliciano.

Em 2010, a ex-senadora, então candidata à Presidência pelo PV, declarou ser contra o a legalização do aborto e do casamento gay, embora afirme concordar com a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

(FÁBIO GUIBU)

04/04/2013

Mãe aborta filho errado

Filed under: Marco Feliciano — Gilmar Crestani @ 9:02 am
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À espera de perdão

Mãe do pastor Marco Feliciano relata como praticava abortos clandestinos no interior de SP, nos anos 70

JULIANA COISSIENVIADA ESPECIAL A ORLÂNDIA (SP)

Lúcia Maria Feliciano era uma doméstica de 20 anos, mãe solteira de um filho pequeno, e, segundo seu relato, realizava nos anos 70 abortos em mulheres mais novas em Orlândia (a 365 km de São Paulo).

Na época, mães levavam as filhas grávidas, a maioria adolescentes de 15 ou 16 anos, até sua casa, conta Lúcia, hoje com 59 anos e moradora da mesma cidade.

Seu passado de 40 anos atrás foi trazido a público pelo filho, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), atual presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Criticado por declarações consideradas racistas e homofóbicas, o pastor Feliciano contou em entrevista à Folha e ao UOL que a mãe tinha uma pequena clínica de abortos. "Eu vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres." O pastor é contra a interrupção da gravidez até mesmo de vítimas de estupro, como permite a lei.

À Folha, Lúcia disse que o filho jamais viu um aborto feito por ela. Na época em que ela diz ter recebido as adolescentes, Feliciano era um recém-nascido.

Ela afirma que só atendeu casos de gravidez inicial, com 15 ou 20 dias de gestação. "Não tinha nada [de fetos]."

Longe de um ambiente esterilizado, como o de um hospital, a gravidez era interrompida com a ajuda de uma sonda, introduzida até o útero, e de uma mistura de pinga com arruda dada às jovens.

Em sua casa, em Orlândia, Lúcia em vários momentos interrompeu a entrevista para se dizer arrependida e que espera "o perdão de Deus". Hoje ela é evangélica. Não permitiu que fosse fotografada nem falou sobre as polêmicas atuais do filho.

Antes de ficar grávida de Feliciano, seu único filho, Lúcia afirma ter se submetido a um aborto, aos 17 anos.

Ela estava com dois meses de gestação quando decidiu procurar "essas benzedeiras antigas". Essa mulher, conta, lhe ensinou como interromper a gestação com uso de uma sonda, mais fina do que uma caneta, que era introduzida pela vagina até o útero.

Também tomou um "queimado", como chama a bebida de pinga e folhas de arruda.

Lúcia começou ajudar outras mulheres a praticar abortos após ter sido procurada por mães de adolescentes grávidas, conforme relata. Diz ter interrompido a gestação de cinco ou seis jovens.

O aborto, que não era cobrado, segundo ela, demorava cerca de meia hora e não teria resultado em nenhuma complicação às jovens.

"Achei que estava ajudando alguém, mas estava é destruindo uma vida", disse.

O filho só soube dos abortos, conta a aposentada, quando ele tinha dez anos. Quando perguntada se entende como é a realidade do aborto hoje no Brasil, Lúcia volta a dizer ser contra o ato.

"Não peço perdão a você ou ao Marquinho [como chama o filho], peço perdão a Deus e espero que ele me perdoe pelo o que eu fiz."

Segundo estimativa de organizações feministas, são realizados anualmente cerca de 1 milhão de abortos clandestinos no país, que resultam na morte de duas centenas de mulheres, em média.

Pela lei atual, o aborto só é permitido no Brasil em casos de estupro ou de risco para a vida da mãe.

02/04/2013

Invasões bárbaras

Filed under: Marco Feliciano — Gilmar Crestani @ 8:20 am
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O fundamentalismo religioso cristão, em qualquer uma das suas vertentes pentecostais, tem origem nos EUA. Com uma única exceção, para provar a regra. A Opus Dei, única obra que o ditador Franco legou e o Vaticano abraçou. José Serra até tentou abraça-la em proveito político na sua tentativa desesperada de chegar ao planalto. Não é mero acaso que são os fundamentalistas contra homossexuais que são pedófilos. Numa interpretação freudiana de botequim, esses guerreiros contra a sexualidade dos outros é apenas a demonstração de um ato falho. Na tentativa de domar o próprio desejo homossexual destilam raiva contra os que a vivem em paz consigo e com os héteros. Esse pastor de lobos, Marco Feliciano, parece alguém disposto a acertar contas com seu passado, quiçá uma infância atormentada por violência sexual. Quem é resolvido e seguro de sua sexualidade, seja ela qual for, não se mete naquilo que não lhe diz respeito. Nos contos de fadas do moralismo, o culpado é o mordomo de dedo em riste e com a mão na Bíblia!

VLADIMIR SAFATLE

O primeiro embate

Os embates em torno da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara talvez sejam o primeiro capítulo de um novo eixo na política brasileira.

A maneira aguerrida com que o deputado Marco Feliciano e seus correligionários ocupam espaço em uma comissão criada exatamente para nos defender de pessoas como eles mostra a importância que dão para a possibilidade de bloquear os debates a respeito da modernização dos costumes na sociedade brasileira. Pois, tal como seus congêneres norte-americanos, apoiados pelo mesmo círculo de igrejas pentecostais, eles apostam na transformação dos conflitos sobre costumes na pauta política central. Uma aposta assumida como missão.

Durante os últimos anos, o conservadorismo nacional organizou-se politicamente sob a égide do consórcio PSDB-DEM. Havia, no entanto, um problema de base. O eleitor tucano orgânico é alguém conservador na economia, conservador na política, mas que gosta de se ver como liberal nos costumes. Quando o consórcio tentou absorver a pauta do conservadorismo dos costumes (por meio das campanhas de José Serra), a quantidade de curtos-circuitos foi tão grande que o projeto foi abortado. Mesmo lideranças como FHC se mostraram desconfortáveis nesse cenário.

Porém ficava claro, desde então, que havia espaço para uma agremiação triplamente conservadora na política brasileira. Ela teria como alicerce os setores mais reacionários das igrejas, com suas bases populares, podendo se aliar aos interesses do agronegócio, contrariados pelo discurso ecológico das "elites liberais". Tal agremiação irá se formar, cedo ou tarde.

Nesse sentido, o conflito em torno dos direitos dos homossexuais deixou, há muito, de ser algo de interesse restrito. Ele se tornou a ponta de lança de uma profunda discussão a respeito do modelo de sociedade que queremos.

A luta dos homossexuais por respeito e reconhecimento institucional pleno é, atualmente, o setor mais avançado da defesa por uma sociedade radicalmente igualitária e livre da colonização teológica de suas estruturas sociais. Por isso, ela tem a capacidade de recolocar em cena as clivagens que sempre foram o motor dos embates políticos.

A história tem um peculiar jogo por meio do qual ela encarna os processos de transformação global em lutas que, aparentemente, visam apenas a defesa de interesses particulares.

Ao exigir respeito e reconhecimento, os homossexuais fazem mais do que defender seus interesses. Eles confrontam a sociedade com seu núcleo duro de desigualdade e exclusão. Por isso, sua luta pode ter um forte poder indutor de transformações globais.

VLADIMIR SAFATLE escreve às terças-feiras nesta coluna.

01/04/2013

Vade retro, Feliciano!

Filed under: Diabo,Marco Feliciano,Satanás — Gilmar Crestani @ 8:00 am
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Feliciano diz que comissão era ‘dominada por Satanás’

Deputado reclamou dos que pedem sua saída da Comissão de Direitos Humanos

Em culto na noite de sexta-feira em Passos (MG), ele também disse ser perseguido e pediu apoio dos evangélicos

DANIEL CARVALHODO RECIFE

Alvo de protestos contra sua permanência na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que o colegiado era "dominado por Satanás" antes de sua chegada ao posto.

Feliciano fez as declarações na sexta-feira à noite, durante um culto num ginásio de Passos (348 km de BH), no sul de Minas Gerais.

Ao comentar um protesto contra ele que ocorria do lado de fora, afirmou: "Essa manifestação toda se dá porque, pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio de espírito santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás".

Criada em 1995, a comissão já foi presidida por 15 parlamentares antes de Feliciano.

O deputado e pastor vem sendo alvo de protestos desde o dia que foi escolhido por seu partido para presidir o colegiado, no início de março.

Ativistas o acusam de ser homofóbico e racista. Citam declarações e mensagens que ele postou no Twitter. Feliciano diz ser mal interpretado.

A fala sobre Satanás na comissão foi divulgada no YouTube. Na sequência, ele criticou a realização de um seminário sobre "diversidade sexual na primeira infância" feito pelo órgão em 2012. "Eu morro, mas não abandono minha fé", gritou.

O deputado, que se disse "perseguido" e alvo de uma "ditadura", pediu apoio dos fiéis contra os manifestantes. "Se é para gritar, tem um povo que sabe o que é grito. […] Nós (evangélicos) sabemos qual é o poder da nossa fé."

Feliciano disse ainda que igrejas estão desmarcando participações dele em eventos em razão dos protestos. Ele afirmou que 23 dos 30 compromissos de março foram cancelados.

"A natureza deles é gritar, xingar, falar palavras de ordem. É dar beijos no meio da rua, tirar a roupa. A natureza deles é expor um homem como eu, pai de família, ao ridículo", disse.

O PSC calcula que a repercussão em torno do deputado deverá triplicar os 211 mil votos que ele obteve em 2010.

Feliciano também usou o culto para criticar a mídia ("tendenciosa") e as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado, que se beijaram na boca na semana passada num ato de repúdio ao pastor.

"Mal sabem elas que não estavam me atormentando. Estavam mostrando ao povo brasileiro -que ainda é um povo família, que respeita o ser humano-, que o que eles lutam não é por direitos, mas é por privilégios."

Procurada ontem pela Folha, a assessoria de Feliciano disse que as declarações foram dadas na função de pastor e no contexto da igreja, e não como parlamentar.

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