Ficha Corrida

17/10/2016

Porto Alegre decide entre uma retroanta e um neofascista

Filed under: Eleições 2016,Neofascismo,Ovo da Serpente,Porto Alegre,RBS — Gilmar Crestani @ 8:14 am
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qual_deles.jpegHaja o que houver, aconteça o que acontecer, o resultado das eleições em Porto Alegre em 2016 já tem vencedor, a RBS. A criminalização constante dos movimentos sociais de um modo geral, e a esquerda em particular, fez da capital do Fórum Social Mundial sua Capitania Hereditária. Ajuda e eleger funcionários e a criminalizar seus adversários. Não por acaso, tem pra chamar de seus, dois senadores.

Qualquer dos dois candidatos a prefeito atende aos projetos da RBS. Já domina o Estado, alimenta as hienas do separatismo e agora também vai continuar comandando Porto Alegre. Ontem, durante o jogo do Inter com o Flamengo, os funcionários da Gaúcha faziam propaganda do Sartori na Alemanha. Buscavam associar a vitória do Inter ao nome do segundo terceiro pior governador deste Estado, pois só fica atrás do Brito e Yeda, não por acaso ambos filhos diletos da RBS. Não precisa ser expert em semiótica para entender a propaganda subliminar. A Rede Globo fez o mesmo com o amante da Miriam Dutra durante a Copa do Mundo de 2004. Para a Globo, só FHC era Real…

As serpentes põem os ovos, não vá choca-los!

Neste segundo turno das eleições de 2016 o  dilema dos porto-alegrenses aumenta proporcionalmente ao tamanho da dificuldade de se escolher entre as opções que se apresentam.

De um lado, um arrivista, bipolar, com transtorno de personalidade. Alguém poderia dizer que se trata de um Napoleão de Hospício. Acontece que os napoleões de hospício tem mania de grandeza mas são pacíficos.  Não é o caso do personagem em questão. Se estivesse hospício, seria do pavilhão dos esquizofrênicos, na ala dos psicopatas. Mas, como diz o ditado, quem sai ao seus não degenera,o autoritarismo é sua maior herança genética.

Do outro lado, um sobrevivente do próprio caos que lutou para criar. Chama-lo de incompetente é eufemismo, até porque  é partícipe direto na transformação da capital da qualidade de vida em cidade-lixão da violência. Não se transforma um cidade deste jeito. Há muito método e perseverança neste descalabro. Mas que se apresente como se fosse um marciano que nada tivesse a ver com isso.

O restolho que nos é servido segue a lógica de um Estado que prefere um funcionário da RBS ao ex-governador Olívio Dutra, que legitima o parcelamento dos salários dos servidores mas preserva o seu e dos seus. Até o mais empedernido psicopata sabe que Olívio Dutra prestou serviços à comunidade gaúcha sem se deixar contaminar pelo poder, seja no âmbito das vaidades seja no âmbito econômico. O RS parece odiar o republicanismo e amar o compadrio. O que explica a preferência por um senador, um funcionário da RBS. Exatamente por aquela parcela de gaúchos que se acha a mais politizada do Brasil e que, por isso, também quer o separatismo. Para esta turma, a urna é sua privada.

Mas, ao contrário da grande maioria da esquerda porto-alegrense, voto, de nariz tapado, no menos podre. Prefiro uma anta do que um fascista. Penso que é preferível descer ao quinto dos infernos na companhia do demônio do que sufragar para a cidade um projeto cujo único objetivo para a acabar com a pobreza tem sido o do extermínio dos pobres. A limpeza social se tornou ainda mais perigosa porque também já apresenta indícios de simpatia com a limpeza étnica.

De um lado um candidato que poderá ser cobrado, investigado e até punido. Do outro, aquele de um partido que nunca é investigado, e quando é, não vai a julgamento. E sé é julgado, o crime é dado por prescrito.  Pertence a uma agremiação de gente muito viva, em que apenas os mortos são punidos.

Voto no incompetente porque o incompetência tem cura. Já o de projeto fascista, mesmo que ainda bonsai, pois tem postura e não estatura do Führer, impõe um risco ainda maior.  O autoritarismo desassombrado casado com o moralismo de ocasião faz dos canalhas, facínoras.

A limpeza dos moralistas de ocasião não deu certo na Alemanha, porque daria em Porto Alegre! O moralismo, como se vê também no resto do país, é a única ferramenta dos canalhas.

Anular o voto equivale a dar uma oportunidade ao ovo da serpente. Como diz o ditado espanhol, cria cuervos

Tchê, nestas eleições, só não marCHE boboeira, não entre nesta história do novo. Em 1935 Hitler era novo, em 1945 estava morto, mas destruíra a vida de milhões. Nunca é cedo para se destruir o ovo da  serpente.

12/01/2015

Je vous salue, Charlie!

Filed under: Charlie Hebdo,Direita Hidrófoba,Neofascismo,Neonazistas — Gilmar Crestani @ 7:44 am
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charilie identidadeLiberdade de expre$$ão ou discurso de ódio?!

Porto Alegre hospedou um certo Siegfried Ellwanger Castan e sua editora Revisão, que duvidava do Holocausto Judeu. Escreveu alguns livros e o STJ, mediante provocação, proibiu a venda e a prisão do ousado revisionista. Merecidamente foi proibido de escrever e publicar o seu revisionismo. Incrivelmente os mesmos que protestavam e se insurgiam contra Castan são hoje defensores ferozes da “liberdade de expressão” do pessoal do Chalie Hebdo(madário) francês. Não é inacreditável que os movimentos neonazistas da europa, como os neofascistas da Liga Norte (Polentoni) na Itália estejam todos contra os imigrantes, inclusive os do sul da Itália (Terroni).

Os mesmos que festejaram, merecidamente, a derrubada do Muro de Berlim, estão criando muros por todos lados. Ontem foi o dia de acertarem o segredo de mais cadeados para tornarem as portas migratórias mais herméticas. Vendo quem são os defensores dos bloqueios das ondas migratórias só posso chama-los de HIPÓCRITAS, posto que representam países colonialistas, que invadiram e impuseram leis, religiões e costumes aos agora migrantes.

Hoje os que vestem a máscara negra do Je suis Charlie também vestiram o manto da censura ao Je vous salue, Marie, do Jean-Luc Godard.

Parodiando a reza Ave Maria em francês: Je vous salue, Charlie, vide de grâce! Eu vos saúdo, Carlos, vazio de graça… Tudo o que se faz diminuindo o outro não pode ser considerado humor. Sem contar a obsessão.

A mídia internacional está faturando encima do ataque terrorista. Nada justifica a morte, muito menos aquelas decorrentes de atos terroristas por divergência de opinião. Deve-se repudiar qualquer ato terrorista. Então pergunto o que faria um pai, irmão, filho que veja os seus serem dizimados por estarem no teatro de guerra só pelo fato de pertenceram a determinada etnia ou religião? Qual a diferença entre um massacre provocado por um Drone ou um ataque perpetrado por duas pessoas?

O que é um ato terrorista? A cultura da eliminação de quem pensa diferente é uma cultura terrorista? Quantas vezes os países onde prepondera a religião muçulmana provocaram guerras contra outros países usando por álibi terem, os invadidos, religião não muçulmana?

A mídia brasileira faz questão de esquecer que o WikiLeaks vazou um documento que desnudava uma estratégia da CIA: Strategy for Engaging Brazil on Defamation of Religions”. O ódio religioso é uma indústria azeitada e ajeitada pela máquina de guerra norte-americana e seus ventríloquos pelo mundo.

Aliás, alguém ainda lembra da “cruzada” do Bush contra as armas de destruição em massa do Iraque?! Quem não sabe o que foram as Cruzadas?

O ataque não foi contra as charges, mas contra aquilo que as charges simbolizavam: o desprezo ocidental pela religião muçulmana. A desgraça da religião muçulmana foi ter nascido encima do petróleo. O ódio aos muçulmanos devido ao petróleo é compensado pelo amor ao Dalai Lama, por ser anti-china. Pelo que se saiba o Tibet não produz petróleo…

O que se verifica são os dois pesos e duas medidas, mas todas a favor da criminalização dos povos que professam a fé no profeta Maomé. Não é muita coincidência que os mesmos nazi-fascistas da Ucrânia estejam abraçados a favor da cruzada agora contra o terrorismo muçulmano?

Anders Behring Breivik , o norueguês que matou mais de 70 pessoas, era tratado pela imprensa como atirador. Já os indivíduos que participaram do massacre em Paris são tratados como "terroristas". Conseguem perceber a diferença de tratamento? Assim a imprensa vai modificando nossas cabeças… Professor de Relações Internacionais da PUC-SP Reginaldo Nasser coloca a diferença de tratamento entre o atentado à revista francesa Charlie Hebdo e o ataque realizado em 2011 na Noruega: “Quando se descobriu que o autor era de extrema-direita, a explicação foi de que era um louco. Quando se trata do islâmico, a tendência da grande mídia é associar um a todos”. Por que não houve repúdio internacional à chacina dos estudantes mexicanos incinerados pelo narcotráfico? Onde estavam os chefes de Estado que não cobraram providência dos traficantes mexicanos e dos consumidores norte-americanos. Aliás, em se falando do mercado consumidor, há uma boa entrevista do ator argentino Ricardo Darín.

Assim como o mercado consumidor de drogas são os EUA, também é verdade que o maior vendedor de armas (Irã-contras) são os EUA. São eles que faturam vendendo armas para aqueles que depois fazem “cruzadas” contra o obscurantismo. Quem está por traz da morte de Muamar Kadafi, da Líbia, Mubarah, do Egito, Saddam Hussein, do Iraque, Bin Laden, no Afeganistão?! São os mesmos que financiaram estes personagens enquanto lhes eram úteis. Aliás, são os mesmos que ajudaram a implantar ditaduras a partir do México para baixo.

Os EUA, como a Rede Globo, deve ser um balizador, um sinalizador do lado que deveremos estar. Na mesma direção mas em sentido oposto! SEMPRE!

21/09/2014

Quem finanCIA?

eua vergonhaPelo andar da carruagem a CIA resolveu eliminar o intermediário Instituto Millenium e tomar para si as rédeas da condução do nosso pensamento. Antes eles finanCIAvam o IBAD, o iFHC, o Instituto Millenium. Por isso que se diz, depois da Wikileaks e do William Waack que os EUA não precisam invadir o Brasil.

A presença de FHC como padrinho, e Celso Lafer, aquele que tinha de tirar os sapatos para entrar nos EUA, não é só sintomático, é o retrato pronto de acabado da nova roupagem do entreguismo de sempre.

Há por aqui um exército grande o suficiente para entregar de mão beijada o que eles querem. Esses institutos/ongs disseminadas por aí, com recursos vindos à sorrelfa explicam porque a CIA tem o maior orçamento do mundo sem precisar declarar o destino.

Quando se fala em Instituto da Liberdade, que se atrela aos EUA, precisam primeiro explicar porque o país da liberdade deles criou um muro entre os EUA e o México!

O Muro de Berlim caiu para que os EUA construíssem um Muro Mexicano! Liberdade made in USA é isso aí!

Casa Ibiá, ao seu dispor, Tio Sam!

EUAGloboEconomistas abrem versão de ‘Casa das Garças’ em SP

Centro de Debate de Políticas Públicas reúne nomes de linhagem ortodoxa

Associados lançam agenda econômica, mas não querem ser vinculados a nenhum dos partidos políticos

THAIS BILENKYMARIANA CARNEIRODE SÃO PAULO

Uma casa na rua Ibiapinópolis, no Jardim Paulistano, já recebeu Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente pelo PSDB, Marina Silva, presidenciável pelo PSB, e Fernando Haddad, prefeito pelo PT. Na última sexta (19), foi a vez de um ex-integrante do Federal Reserve, o banco central americano, falar sobre a política monetária dos EUA.

É assim a nova rotina na Casa Ibiá, imóvel recuperado por iniciativa do empresário Marcos Lederman e que virou sede do CDPP. O Centro de Debate de Políticas Públicas é um "think-tank" (tanque de pessoas pensando, na tradução literal do inglês).

A arquitetura, a discrição dos integrantes e a linha de pensamento dos economistas faz com que o lugar se assemelhe à famosa Casa das Garças carioca. Enclave do debate econômico encrustado no Leblon, foi fundado por Edmar Bacha e Dionísio Dias Carneiro, saídos da PUC-Rio.

Pela época em que foi criada –em 2003, no fim da era FHC– e pela associação dos seus fundadores com o governo do PSDB, a Casa das Garças acabou rotulada como "ninho tucano". O CDPP, enfatizam seus associados, quer ser apartidário.

Foi FHC quem fez a palestra inaugural da Casa Ibiá, no fim do ano passado. Na plateia, estavam ex-ministros de seu governo, como Pedro Malan e Celso Lafer, lembra-se um dos presentes.

Foi um dos eventos que mais encheram o auditório, que comporta 50 pessoas. Também foi assim na apresentação de Marina Silva sobre sustentabilidade, feita antes de ela se tornar candidata pelo PSB. Até filhos dos associados foram neste dia.

O CDPP tem hoje 40 sócios e um site. Lá aparecem nomes como os de José Berenguer, presidente do JP Morgan no Brasil, José Olympio Pereira, do Credit Suisse, e Pedro Moreira Salles, um dos acionistas do Itaú Unibanco.

Dirigido pelo ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, um dos sócios-fundadores, o clube vive da contribuição dos membros e por enquanto não aceita patrocínios. "Meu sonho é um dia chegar em alguma coisa parecida com o Peterson Institute", diz Pastore.

Foi no renomado "think-tank" americano onde nasceu, nos anos 1990, o "Consenso de Washington" –um receituário de reformas para os países da América Latina que incluíam privatização de estatais e abertura comercial e é considerado o marco do neoliberalismo na região.

ORTODOXIA NO DNA

A linhagem dos economistas reunidos na Casa Ibiá é ortodoxa, assevera Pastore, referindo-se a uma tendência que advoga a menor presença do Estado na economia.

"Não temos nenhum heterodoxo [no CDPP]. Isso dá uma noção do que a gente julga que seria o DNA [do grupo]." Comporta também pessoas que estiveram no governo do PT, como Marcos Lisboa, Joaquim Levy, Henrique Meirelles e Bernard Appy.

O clube começou com reuniões informais e jantares. Com o tempo, foi ganhando adeptos e se tornou necessária uma estrutura. Há dois anos, as reuniões passaram a ocorrer no Insper, até que a Casa Ibiá ficou pronta. Chegou-se a aventar um vínculo formal com a Casa das Garças, mas a ideia não avançou.

O primeiro produto do CDPP ficou pronto na última semana. O documento "Sob a luz do sol: uma agenda para o Brasil" faz um diagnóstico das "razões da perda de dinamismo da economia brasileira". A principal recomendação é dar maior transparência às políticas públicas.

Às vésperas da eleição presidencial, Pastore afirma que não há intenções de o documento servir de base para um programa de governo.

"Nossa ação para nesse ponto [de formulação da agenda]. Cada um que a use como julgar melhor."

Outro propósito é tentar "pescar" jovens pesquisadores nas faculdades paulistanas. O objetivo é oxigenar o debate entre gerações.

20/03/2014

Sejamos Franco, o Bruno é um Tosco sem concorrência

 

Pode votar tranquilo, Bruno Toscano

Bob Fernandes
Vi há pouco o vídeo onde se destaca Bruno Toscano, um dos líderes da “Marcha da Família com Deus", a que prega a volta da ditadura. Bruno, incisivo, declara:
-Eu, Bruno Toscano Franco, não votaria num cara menos preparado intelectualmente do que eu…
Fica tranquilo, Bruno, você vai votar. Esse perigo você não corre, inexiste a possibilidade.

SQN

27/01/2013

Silvio Berlusconi, patrono da mídia golpista

Filed under: Grupos Mafiomidiáticos,Itália,Neofascismo,Silvio Berlusconi — Gilmar Crestani @ 10:42 am

Os bufões tem mídia, mas não tem cérebro: Murdoch(EUA/Ingl), tem a Fox; Berlusconi (Itália), Mediaset; Chile, Sebastian Piñera; Venezuela (Globovision), Pedro Carmona; Argentina (Grupo Clarin); Brasil, Instituto Millenium, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (RBS).

"MUSSOLINI FECE BENE"
Berlusconi nel Giorno della Memoria: la sua colpa sono le leggi razziali, per altri versi operò giustamente (VIDEO)

Monti: il rischio dell’ antisemitismo è ancora presente
Scritte antisemite al Museo di via Tasso a Roma
Il racconto di Piero Terracina, sopravvissuto ad Auschwitz: chi oggi nega la Shoah è come i carnefici nazisti

Pubblicato: 27/01/2013 11:14 CET | Aggiornato: 27/01/2013 11:36 CET

Silvio Berlusconi interviene, a sorpresa, alle celebrazioni per la Giornata della Memoria in corso a Milano. Una presenza "dovuta" per celebrare una vicenda "che non si può ripetere. Solamente nei panni dei deportati si può capire quali vertici di tragedia e disperazione si raggiunsero".

Per l’ex premier "è difficile mettersi nei panni di chi decise allora. Certamente il governo di allora per timore che la potenza tedesca vincesse preferì essere alleato alla Germania di Hitler piuttorso che opporvisi". Inoltre secondo Berlusconi le leggi razziali "sono la peggior colpa del leader Mussolini che per tanti altri versi aveva fatto bene. Non abbiamo la stessa responsabilità della Germania, ci fu da parte nostra -conclude- una connivenza che all’inizio non fu completamente consapevole".

Monti, rischio antisemitismo è ben presente

"Il rischio della segregazione e dell’antisemitismo è ancora ben presente". Lo ha detto il premier Mario Monti dopo aver visitato, al binario 21 della stazione di Milano, i convogli con i quali furono deportati gli ebrei milanesi verso i capi di sterminio. Monti è in compagnia della moglie Elsa.

Ferrero: "Berlusconi è vergognoso: Mussolini

"Berlusconi è vergognoso: Mussolini non solo ha fatto le leggi razziali ma ha combattuto con Hitler, i fascisti italiani hanno collaborato attivamente alle deportazioni, quindi Mussolini è responsabile in solido dell’Olocausto". Lo afferma il segretario di Rifondazione comunista Paolo Ferrero.

"Nella Giornata della Memoria dire che ha fatto bene -aggiunge- equivale a stare dall’altra parte della barricata, sono proprio dichiarazioni del genere che sdoganano il fascismo e il nazismo anche oggi. Ricordiamo tutte le vittime dell’Olocausto e il sacrificio dei partigiani che si opposero al nazifascismo".

Notizie, ultim’ora e commenti su l’Huffington Post

14/06/2012

A crise é mãe de fantasmas direitistas

Filed under: Hungria,Nazismo,Neofascismo,Neonazistas — Gilmar Crestani @ 8:59 am

 

Los fantasmas de la extrema derecha reaparecen en Hungría

El recuerdo a las figuras del dictador Miklós Horthy y del escritor pronazi Joszif Nyiró enciende una polémica que alcanza a Rumanía

Silvia Blanco / Raúl Sánchez Costa Madrid / Bucarest 13 JUN 2012 – 19:39 CET21

La vida política húngara se atraganta cada cierto tiempo con la revisión de la historia. En un momento en el que el apoyo a Fidesz, el muy conservador partido del Gobierno de Viktor Orbán, cae a su nivel más bajo en las encuestas; la economía depende de un crédito del FMI, y Budapest se ha alejado de Bruselas tras meses de enfrentamiento por leyes que cuestionan su democracia, dos fantasmas han vuelto de una de las épocas más negras de Hungría, la de la ocupación nazi, y han encendido la polémica incluso en la vecina Rumanía.

Miklós Horthy, cuyo régimen autoritario de derechas, ultranacionalista, antisemita y profundamente anticomunista se prolongó desde 1920 hasta 1944, ha regresado al presente en forma de estatua recién plantada en la plaza del pueblo de Kereki, que también lleva ahora el nombre del dictador. En Debrecen, a finales de mayo, se inauguró una placa conmemorativa en una Universidad. Y en Gyömrő, cerca de Budapest, se le ha dedicado la plaza del pueblo.

El otro fantasma son las cenizas de Joszif Nyiró, un escritor miembro de la Cruz Flechada, el partido pronazi húngaro. László Kövér, presidente del Parlamento húngaro, de Fidesz, quería enterrarlas en Transilvania, una provincia rumana que hasta 1920 era parte del Imperio Austrohúngaro, desmembrado en la Gran Guerra. Bucarest se negó. Pero Köver no cejó: participó en una ceremonia funeral en Odorheiu Secuiesc, territorio rumano.

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“La rehabilitación de Horthy es inaceptable. Es directamente responsable del Holocausto de 450.000 judíos húngaros en Auschwitz”, explica Péter Feldmájer, presidente de la Federación de Comunidades Judías en Hungría (Mazsihisz). “La derecha usa el hecho de que solo al final evitó la deportación de los judíos de Budapest, y que por eso los nazis no exterminaron a todos los judíos húngaros. Entre 10% y el 20% sobrevivieron. Es como decir que debería celebrarse que, aunque un asesino haya matado a sus padres, a sus hijos y a su mujer, no mató al miembro número 21 de su familia, su tía”. Los socialistas también han protestado enérgicamente por el ensalzamiento del dictador. Consideran que no hay en su régimen un solo momento del que estar orgullosos.

Todo lo contrario de la visión de Jobbik, el partido de la extrema derecha que obtuvo el 16,7% de los votos en las elecciones de 2010. Como dijo en el Parlamento su líder, Gábor Vona, “[Horthy] fue el gran estadista húngaro del siglo XX”, quien además propuso que 2013 fuera una especie de año de Horthy, con conferencias y actos conmemorativos de su figura. Horthy decidió la entrada de Hungría en la Segunda Guerra Mundial como aliado de la Alemania nazi. Vio en Hitler la oportunidad de recuperar el sueño de la Gran Hungría, la de antes de la mutilación que supuso la firma del Tratado de Trianon en 1920, en la que perdió dos tercios de su territorio y la mitad de su población.

La actitud de Fidesz es ambivalente. El Ejecutivo no se ha pronunciado al respecto de manera oficial, pero en Gyömrő la corporación local de Fidesz aprobó ponerle el nombre de Horthy a la plaza a propuesta de Jobbik. Además, una diputada de Fidesz, Maria Wittner, tiene previsto asistir a la inauguración de una estatua de Horthy en otro pueblo el 16 de junio, como recoge France Presse. En el caso del escritor pronazi József Nyiro, las gestiones para repatriar sus restos desde España -Franco cobijó a Nyiró- se iniciaron poco de después de llegar al poder Orbán en 2010.

Aunque sea la extrema derecha la que ensalza estas figuras, el eurodiputado socialista Csaba Tabajdi, critica que “el Gobierno no se distancia lo suficiente de la extrema derecha en general, y en la rehabilitación de Horthy y el problema de Nyiro en particular. Están jugando la carta nacionalista, que es muy peligrosa para la democracia”. El historiador Julián Casanova, autor de Europa contra Europa, explica cómo Fidesz “busca construir parte de su identidad política a partir de la historia. La única tradición histórica nacional a la que pueden recurrir es al periodo de Horthy, que ni siquiera se reconoce como dictadura, sino como una fase difícil de la historia nacional en la que Hungría fue invadida por ideologías ajenas a su historia, primero por los nazis y después por los comunistas. En medio de todo eso, Horthy era un patriota”.

El enfado de Rumanía por el intento de enterrar oficialmente en su territorio a un fascista húngaro es mayúsculo. El primer ministro rumano, Victor Ponta, amenazó al portavoz del Parlamento húngaro, László Kövér, con declararle persona non grata, y en represalia se negó a recibir el 1 de junio a su homólogo húngaro, Viktor Orbán, en la reunión del grupo de los “amigos de la cohesión”, que se organizó en Bucarest. Sin embargo, todo apunta a que el incidente diplomático quedará archivado como una indigestión de historia.

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26/03/2012

Neofascistas, mais uma herança de Berlusconi

Filed under: Direita,Itália,Neofascismo,Silvio Berlusconi — Gilmar Crestani @ 8:38 am

 

Fascisti del Terzo millennio e necessari anticorpi

La sede neofascista, un tempo missina, nel quartiere popolare urbano o nel paese dall’elettorato rosso è stata una caratteristica di cui si vantava il gruppo storico degli ex saloini che lanciarono nel 1946, complice l’amnistia Togliatti, il Movimento Sociale Italiano: Almirante, Romualdi, Michelini, Rauti. Mettere l’insegna della fiamma, la bacheca del Secolo d’Italia, vergare scritte in vernice nera inneggianti al Duce e alla Repubblica Sociale, affiggere una quantità spropositata di materiale propagandistico frutto di evidenti, lauti finanziamenti ha rappresentato un’attività incessante per tutti gli anni Cinquanta, Sessanta, Settanta.

Seguivano comizi dei vari caporioni e pestaggi opera di attivisti smaniosi di rinverdire fasti squadristi senza olio di ricino ma con randelli in mano e qualche pistola neppure tanto celata. Roma, medaglia d’oro della Resistenza ma anche città storica del regime, aveva e ha quartieri dal cuore nero per tradizione, ceto sociale, elettorato. Un humus transitato dopo la Liberazione nel grande contenitore del conservatorismo moderato democristiano ma pronto all’andirivieni di voti e politici votati alla nostalgia del saluto romano. Eppure la presenza sul territorio cittadino delle sedi del Msi e dei gruppi di pseudo contestazione e reale fiancheggiamento (tipo Avanguardia Nazionale e Ordine Nuovo per citarne i più tragicamente noti) seguivano una mappatura che faceva i conti col contesto in cui il luogo simbolo si trovava.

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Mentre ai Parioli (piazza Ungheria), Prati (via Ottaviano), Balduina (via delle Medaglie d’Oro) le sedi missine erano una presenza scontata per gli stessi antifascisti che constatavano come lì l’attivismo nostalgico avesse una relazione con una parte degli abitanti elettori e sostenitori, in varie zone popolari della città quella presenza era esclusivamente simbolica. Prendiamo la fascia est-sud compresa fra le consolari Tiburtina, Prenestina, Casilina, Tuscolana, Appia dalle mura aureliane fin verso il raccordo anulare. Alcune zone mostravano sedi missine attivissime: via Etruria, via Noto e successivamente Acca Larentia, nel quartiere di piccola e media borghesia dell’Appio-Tuscolano. Oppure via Gattamelata al Prenestino. Lì si esercitavano al pestaggio soggetti saliti alla ribalta degli intrighi nazionali (Delle Chiaie) e dell’intrallazzo politico (Gramazio e Storace), rimasti al palo (D’Addio), caduti nel dimenticatoio (Tebaldi guardiaspalle di Almirante), passati a miglior vita (Mancia). Nell’area di San Lorenzo il mito degli Arditi del Popolo e la militanza antifascista, prima del Pci poi dei molti gruppi extraparlamentari non hanno mai concesso spazi a presenze pur simboliche, come mai sedi missine si son viste nei chilometri seguenti a Casalbruciato, Santa Maria del Soccorso, Pietralata, Ponte Mammolo, San Basilio. Né al Quadraro, Pigneto, Villa Gordiani, Quarticciolo, Alessandrino. Un ritrovo neofascista al Tiburtino (via Govean) era punto di sedute carbonare, come in via delle Ninfee a Centocelle e in via Rovetti a Torpignattara.

Fascisti del Terzo millennio e necessari anticorpi – AgoraVox Italia

11/02/2012

Espanha em “Franco” decomposição

Filed under: Direita,Espanha,Franquismo,Neofascismo — Gilmar Crestani @ 9:28 am
FRANQUISMO

En medio de la conmoción causada por el enjuiciamiento del juez Garzón por su intento de investigar los crímenes del franquismo, España también debate alrededor de las definiciones que ofrece el último Diccionario Biográfico Español, realizado por la Real Academia de la Historia (RAH). Allí se califica al presidente republicano Juan Negrín como “prácticamente dictatorial” y al dictador Francisco Franco como “autoritario pero no totalitario”, entre otras perlas. El escándalo desatado hizo pensar que se corregirían las definiciones más polémicas, pero la RAH acaba de ratificarlas.

La ONU con Garzón, el PP con la Corte

El Alto Comisionado para los Derechos Humanos de la ONU recordó que la ley española de amnistía de 1977 es contraria al derecho internacional. El partido de la derecha española pidió que no se persiga a los jueces por el fallo.

El Alto Comisionado para los Derechos Humanos de la ONU (Oacdh) manifestó ayer su preocupación por el juez Baltasar Garzón, procesado en España por investigar los crímenes del franquismo. Recordó que la ley española de amnistía de 1977 es contraria al derecho internacional. Por su parte, funcionarios del gobernante Partido Popular (PP) reaccionaron ante las críticas al Tribunal Supremo por haber sentenciado a once años de inhabilitación al ex magistrado de la Audiencia Nacional.

“Los jueces no deberían ser sujetos a persecuciones penales por haber hecho su trabajo”, declaró un portavoz del Oacdg, Rupert Colville, durante una rueda de prensa. “Nos preocupa un caso relacionado con la ley de amnistía de 1977 que ha llevado al juez Garzón al banquillo de los acusados esta semana”, añadió.

Conocido en el mundo entero por haber perseguido las violaciones de los derechos humanos, Garzón fue condenado el jueves a 11 años de inhabilitación por el Tribunal Supremo por las escuchas del caso Gürtel, al considerarlas ilegales.

El miércoles, el alto tribunal dejó visto para sentencia uno de los casos abiertos contra el juez, en el que se le recrimina haber infringido la ley de amnistía votada por el Parlamento español en 1977, cuando abrió una investigación en 2008 sobre las desapariciones de más de 100.000 personas durante la Guerra Civil (1936-1939) y el franquismo (1939-1975). “España tiene la obligación según la legislación internacional de investigar las graves violaciones de los derechos humanos que han ocurrido en el pasado, incluidas las cometidas durante el régimen de Franco”, declaró Colville.

“La Justicia española debe perseguir y castigar a los responsables de estos crímenes si siguen vivos y hacer que se respete el derecho de las víctimas y de sus familias a pedir reparación”, dijo.

Por otra parte, indicó que el Comité de Derechos Humanos de la ONU, encargado de evaluar la correcta aplicación del Pacto Internacional sobre derechos civiles y políticos firmado por España, concluyó en 2009 que Madrid debía abrogar su ley de amnistía porque no era conforme a la legislación internacional.

Ayer la vicepresidente, Soraya Sáenz de Santamaría, se mostró escandalizada por las críticas que recibió el TS y, sobre todo, por las que vertieron algunos políticos que no comparten la sentencia de 11 años de inhabilitación para Baltasar Garzón.

“Comparta o no la comparta, le guste o no le guste, le favorezca más, menos o de ninguna de las maneras, España es un Estado de derecho en el que hay una separación de poderes y el Judicial es la garantía de la igualdad de los derechos de todos los españoles y de su protección”, dijo Sáenz de Santamaría. “Cuando se cuestionan las instituciones democráticas del Estado, se cuestiona la democracia misma, dentro y fuera de nuestras fronteras”, dijo en la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros.

“Me preocupa, y mucho, esa imagen que se está intentado trasladar de España que no es España”, proclamó.

La mano derecha de Rajoy recordó además que la misma Constitución que permite a los políticos ejercer sus tareas es la que sitúa al Alto Tribunal en el supremo vértice del orden jurisdiccional español. Y cuando se le preguntó en qué posición queda la Fiscalía después de haber apoyado durante todo el proceso que Garzón ordenase la intervención de las conversaciones entre los presos y sus letrados, dado que el Supremo lo calificaba de prácticas totalitarias, la vicepresidenta prefirió no hacer valoraciones. Minutos antes había resaltado que su gobierno ya no da instrucciones al Ministerio Público. “Eso se ha acabado”, subrayó.

El ministro de Justicia, Alberto Ruiz-Gallardón, se pronunció en la misma línea que su compañera insistiendo en la separación de poderes.

Partiendo de la aceptación del legítimo derecho a la crítica, rechazó “con toda energía las descalificaciones que injustamente está recibiendo el TS”. Desde el ámbito jurídico, también hubo reacción. La Unión Progresista de Fiscales mostró su discrepancia porque ve la resolución judicial absolutamente desproporcionada.

Así advirtió de las consecuencias que tendrá para la persecución de la corrupción. La Asociación Jueces para la Democracia mantiene, sin embargo, que la resolución del Supremo es razonada, razonable y ajustada a los parámetros del ordenamiento jurídico. Ambas reclamaron que se regule el tema de las escuchas, registros e intervenciones. La portavoz del Poder Judicial, Gabriela Bravo, reprochó por intolerables las acusaciones que se están haciendo contra los siete magistrados del Supremo, y la vocal Margarita Robles anunció que el Consejo iba a ser muy contundente en su defensa. Los funcionarios de su juzgado en la Audiencia Nacional se manifestaron, mientras en una carta pública expresaban un triste día para la Justicia en el que la sociedad perdió a uno de los más grandes defensores del Estado de derecho.

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Direita espanhola executa Garzón pelas costas

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Nueve detenidos tras la primera carga policial de la ‘era Rajoy’ en Madrid

Hay otras nueve personas heridas, ocho de ellas policías

Una marcha ilegal contra la reforma laboral en Sol acaba con incidentes

La delegación del Gobierno recordó que la manifestación debía ser comunicada

F. Javier Barroso Madrid11 FEB 2012 – 02:08 CET1201

Varios policías arrestan a un manifestante. / ÁLVARO GARCÍA

Nueve detenidos y nueve heridos leves. Es el balance de una protesta no comunicada contra la reforma laboral que reunió anoche en la Puerta del Sol a unas 800 personas y terminó con varias cargas de los antidisturbios en el entorno del Congreso de los Diputados. Fue también la primera demostración del cambio de talante de los nuevos responsables políticos y policiales de la región.

La protesta, que no había sido comunicada por los convocantes a la Delegación del Gobierno, comenzó a las ocho de la tarde. Los concentrados exhibieron numerosas pancartas y corearon lemas contra los recortes del Gobierno de Rajoy: “El próximo parado que sea un diputado” o “que sí, que sí, que este Gobierno es lacayo de Merkel y Sarkozy”.

Pasadas dos horas, una parte de los concentrados decidió ir al Congreso de los Diputados por la carrera de San Jerónimo, donde les impedían el paso hileras de vallas azules y una fila doble de agentes de la Unidad de Intervención Policial (UIP, los antidisturbios). Los problemas surgieron cuando cuatro agentes, con los cascos puestos y alguno de ellos con escudos protectores, salieron del cordón policial e identificaron a un joven. La crispación fue en aumento y el resto del público les rodeó y empezó a increparles. Sin mediar palabra, otro grupo más numeroso de antidisturbios comenzó a pegar porrazos y empujones a todo el que se puso en su camino. Los golpes alcanzaron a transeúntes que asistían a la refriega y a varios periodistas y cámaras de televisión que hacían su trabajo.

Cuando detenían a participantes en la protesta, los esposaban o les retorcían los brazos para inmovilizarlos y los metían dentro del cordón. Para evitar que los manifestantes les liberaran o se acercaran, los dos agentes que llevaban al arrestado eran protegidos por una decena de compañeros que blandían sus porras y no dudaban en golpear. Estas operaciones las repitieron en varias ocasiones y, conforme avanzaba la noche, eran más contundentes. Durante unos 20 minutos fueron frecuentes las cargas, las carreras y los porrazos, pese a que la protesta había ido a menos. Fuentes policiales explicaron que los manifestantes pretendían acceder al Congreso por las calles aledañas, en especial por Cedaceros.

Los problemas se reprodujeron hasta pasadas las diez de la noche en la carrera de San Jerónimo, donde los antidisturbios detuvieron a un manifestante que les increpó. Fueron necesarios hasta ocho agentes para ponerle los grilletes. De poco sirvieron las peticiones del resto de concentrados para que le dejaran libre. Algún local llegó incluso a bajar los cierres para evitar la rotura de los escaparates. La situación se normalizó alrededor de las once cuando el Congreso quedó blindado con una decena de furgonetas de la UIP. Los detenidos, que fueron trasladados a la Brigada de Información, serán acusados de atentado contra agente de la autoridad y lesiones. Fuentes policiales aseguran que todos ellos tenían antecedentes por alteraciones del orden. De los nueve heridos, ocho son policías y el noveno, un manifestante. Ninguno de los agentes llevaba su número de identificación, pese a estar obligados a ello.

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