Ficha Corrida

23/12/2015

Heresia, relator nega existência de Deus

Filed under: Augusto Nardes,Estadão,Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,TCU — Gilmar Crestani @ 8:38 am
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tcuAo ler a manchete do Estadão deste 23/12/2015, o leitor que desconhece a enlouquecida cavalgada dos golpistas paraguaios teria a certeza que o Relator é um alienígena. Ou então o Estadão não sabe que o tCU é um órgão auxiliar do Congresso, e portanto, subordinado a este? Está lá no art. 71 da Constituição, este livrinho tantas vezes feito papel higiênico pelos sinistros do tCU, que eles são auxiliares do Congresso Nacional. São, como se diz no popular, office-boys do Congresso. E como o Congresso quer ter entre seus auxiliares os mais submissos, escolhem dentre si os mais propensos à submissão política.

Antes de julgar os outros o tCU precisa explicar a aparição do Augusto Nardes na Operação Zelotes e as acusações que pesam na famiglia Cedraz… A indignação do tCU é o que o torna indigno: Dilma quer que Augusto Nardes e Aroldo Cedraz, para a julgarem, primeiro deem explicações das acusações que pesam sobre eles.

O próprio tCU deveria reconhecer e mudar a sigla OACN, Órgão Auxiliar do Congresso Nacional. Ou algo similar, tCU é piada pronta.

Já se pensou o tCU como um asilo para políticos de baixa extração ética, como Augusto Nardes, mas, diante de tantos casos de malversação do dinheiro público, o tCU está mais para casa de tolerância. Tolera seus parceiros e combate quem ousa abrir a Caixa de Pandora. O tCU fiscaliza o tostão para liberar o milhão…

O Estadão, como todos os grupos mafiomidiáticos, preferem ficar ao lado do golpe paraguaio da Miss Colômbia das Alterosas.

Relator contraria TCU e pede aprovação de contas de Dilma com ressalvas

RICARDO BRITO E ISABELA BONFIM – O ESTADO DE S. PAULO

22 Dezembro 2015 | 17h 22

Senador Acir Gurgacz (PDT-RO) divulgou nesta terça-feira seu parecer de 243 páginas pela aprovação das contas da gestão petista em 2014

A presidente Dilma Rousseff

Brasília – O relator das contas do governo da presidente Dilma Rousseff de 2014, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), afirmou nesta terça-feira, 22, que seu parecer é pela aprovação das contas da gestão da petista "com ressalvas". Em um texto de 243 páginas, Acir contrariou o Tribunal de Contas da União (TCU) que, em outubro, decidiu por unanimidade recomendar ao Congresso a rejeição das contas de Dilma. A oposição apostava na eventual reprovação das contas para pressionar por um novo pedido de impeachment contra a presidente.

Apesar da divulgação do parecer, o texto só deve ir à votação na Comissão Mista de Orçamento (CMO) em março. Em seguida, ainda terá de passar pelo plenário do Congresso.

O senador incluiu três ressalvas em seu parecer: 1) a situação da economia durante o ano de 2014 impediu que houvesse o cumprimento de cenários econômico-fiscal traçados bimestralmente pelo governo em 2014, o que fragilizou a transparência da execução orçamentária; 2) as pedaladas fiscais não se caracterizam como "operação de crédito", por isso não é crime; 3) existência de mais de R$ 200 bilhões em restos a pagar (só em 2014, era de R$ 227 bilhões) sem qualquer programação de pagamento.

No caso das pedaladas fiscais, o principal ponto do processo do TCU, Acir Gurgacz argumentou que não houve desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ele, os atrasos nos pagamentos – a inadimplência – foram ou estão sendo quitados, sendo, dessa forma, uma mera questão fiscal. Isto é, Dilma pedalou para fazer frente ao cenário econômico adverso de 204. Ele classificou esse tipo de operação como "mera formalidade".

O relator disse que, além da manifestação do TCU, também e embasou nas defesas feitas pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica, pelo BNDES, por juristas de universidades brasileiras, técnicos da Advocacia-Geral da União, consultores legislativos, entre outros.

Questionado, o senador rebateu o tribunal: "Por que tem que prevalecer a posição do TCU, que é um órgão que assessora o Congresso?" E insinuou que a Corte teria agido de maneira política quando votou em peso pela rejeição, logo após o governo ter recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar retirar o relator do TCU, ministro Augusto Nardes. Ele frisou que não é razoável incluir nas contas de Dilma todas decisões tomadas em cada ministério e órgãos do Poder Executivo.

"Enfim, como não encontramos o vínculo de responsabilidade da presidenta e como os argumentos do Tribunal não são relevantes o suficiente para levar à rejeição, nosso relatório conclui pela aprovação das contas, porém com ressalvas", disse Acir. "Meu relatório está menos politizado do que o relatório do TCU, deveria ser o contrário", completou.

O senador apresentou uma série de recomendações para serem seguidas, de agora em diante, pela administração pública federal, estaduais e municipais. Entre elas, defendeu a adoção de um cronograma de médio prazo para se pagar o passivos dos restos a pagar. Ele citou que, no caso das pedaladas fiscais, o governo discute com o tribunal um cronograma de pagamento.

"O passado não se conserta, não há como retroagir. Mas precisamos pensar nos futuros presidentes da república e governadores de estados", afirmou, ao citar que, em 2015, 14 estados governados pelos mais diversos partidos não cumpriram a meta fiscal. "Minha preocupação não é rejeitar ou aprovar as contas de um presidenta, estamos pensando no país", destacou.

Decretos – O relator chegou a defender que os decretos não numerados assinados por Dilma e pelo vice-presidente Michel Temer em 2014 não são ilegais. Ele destacou que havia previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano passado para se editar esses decretos sem a aprovação do Congresso.

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04/01/2015

Diversionismo: para acobertar governo do seu Estado, Estadão ataca Governo Federal

assinaturas psdb-midian_thumbOntem a Folha publicou, de forma tão natural, que “o governador cogitou a eliminação de quatro secretarias estaduais para economizar recursos. Ele acabou desistindo da ideia, porque precisou das secretarias para acomodar aliados na formação do governo. 

Na matéria de ontem não havia este tom fraticida, mais de torcida que de dado factual, à forma como o governador de São Paulo estava organizando seu novo mandato.

Por que esta diferença tão grande de tratamento? Será que a velha mídia acha que todo mundo é ignorante como os eleitores dos seus candidatos? Que história é essa? Seria apenas porque Alckmin contratou milhares de assinaturas do Estadão e distribuiu às escolas públicas de São Paulo?!

Até parece que o Estadão não sabe que nos três níveis há composição política, nos governos municipais, estaduais e federal. E não é só no Brasil, não. Em todos os lugares onde há composição política. Só não há nas ditaduras, aquela que o Estadão e seus demais colegas de Instituto Millenium. Nela, na ditadura, as cinco irmãs cresceram e ficaram do tamanho que são hoje. Esta simbiose, uma mão lavando a outra, foi boa (pare eles) enquanto durou. Mesmo nas sociedades regidas por castas, há composição.

Veja-se o caso da Inglaterra e Espanha, onde para ser da casta do rei, basta ser filho de rei. Não precisa provar nada além do nascimento. E ainda assim os governos são de coalizão. Em São Paulo, onde há 30 anos há a casta do PSDB se revezando no governo do Estado também há composição política.

Partidos da base iniciam guerra por cargos do segundo escalão do governo

JOÃO DOMINGOS E RICARDO DELLA COLETTA – O ESTADO DE S. PAULO

03 Janeiro 2015 | 22h 00

Aliados da presidente Dilma disputam nos bastidores espaços em chefias de autarquias, estatais e superintendências regionais

BRASÍLIA – Passada a definição dos nomes dos 39 ministérios, concluída nos últimos dias, partidos aliados já iniciaram a disputa pelos cargos de segundo escalão distribuídos em autarquias, estatais e superintendências regionais que, juntos, têm capacidade de investimentos de R$ 105,7 bilhões para 2015. 

O partido que deu início à guerra pelo segundo escalão e troca de controle das empresas foi o PP. A primeira fatia disputada pelos partidos está no Ministério da Integração Nacional, herdado pela legenda, e que tem forte atuação no Nordeste. Por considerar que foi “rebaixado” no rearranjo das cadeiras ao ter perdido o Ministério das Cidades para o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, o PP pleiteia agora a nomeação de todos os postos-chave dos órgãos vinculados à pasta, sem importar qual é a sigla que hoje os comanda. 

O principal objeto de desejo é o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). O diretor-geral Walter Gomes de Souza é apadrinhado do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

O PP também pressiona para tirar a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) do arco de influência do PT e a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) do PROS. Até 2013, a direção da Codevasf era cadeira cativa do PSB do ex-governador pernambucano Eduardo Campos, que morreu num acidente aéreo, em agosto, durante a campanha eleitoral. Quando Campos rompeu com a presidente Dilma Rousseff, o agora ministro da Defesa, Jaques Wagner, reivindicou o direito de indicar os dirigentes da autarquia. E o fez, levando à presidente Dilma o nome do aliado Elmo Vaz de Matos.

O Banco do Nordeste (BNB) também deve entrar na compensação pelo “rebaixamento” do PP, conforme negociação entre a presidente da República e o presidente do partido, senador Ciro Nogueira (PI), fechada no mês passado quando foi decidido que o Ministério das Cidades passaria para o PSD. Nogueira deve apresentar o nome do indicado ainda este mês. O atual presidente do banco, Nelson de Souza, é ligado ao PT do Piauí. “É natural que o PP indique os dirigentes dos órgãos ligados ao Ministério da Integração”, disse o líder do partido na Câmara, Eduardo da Fonte (PE). Ele justificou o início da briga pelo segundo escalão assim: “O PMDB tem seis ministérios e o PSD tem as Cidades e o Ministério da Micro e Pequena Empresa”. 

Petistas. O PT também briga pelo segundo escalão, em especial integrantes da corrente majoritária Construindo Um Novo Brasil (CNB), que afirmam ter perdido espaço para a minoritária Democracia Socialista (DS) na dança de cadeiras do primeiro escalão. Os alvos são estatais, como a Eletronorte, que tem orçamento para investimentos de R$ 1 bilhão e hoje é comandada por Tito Cardoso de Oliveira Neto, ligado ao senador Jader Barbalho (PMDB-PA). O PR, reconduzido ao Transportes, quer controlar o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Com orçamento de R$ 11,3 bilhões, a autarquia foi entregue a Tarcísio Gomes de Freitas, funcionário de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU) depois da saída do general Jorge Fraxe, este uma espécie de interventor depois do escândalo que tirou o então ministro Alfredo Nascimento da pasta, em 2011. O candidato mais forte do partido para o Dnit é o deputado Luciano Castro (RR), ex-líder na Câmara, que foi derrotado na eleição para o Senado. 

O PMDB, que neste ano teve sua cota ministerial aumentada de cinco para seis pastas, também já está de olho no segundo escalão. E a primeira estatal a cair no campo de visão do partido foi a Embratur, hoje sob o comando de Vicente José de Lima Neto, ligado ao PC do B. A Embratur tem orçamento de investimentos de R$ 170 milhões e deve ter muita visibilidade nos próximos 18 meses, por causa da Olimpíada do Rio de Janeiro do ano que vem. 

Licenciado. O PMDB quer ainda manter a presidência da Transpetro, cujo titular, Sergio Machado, afilhado do presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), se afastou temporariamente depois de ser citado na Operação Lava Jato da Polícia Federal. A operação apurou desvio de cerca de R$ 10 bilhões na Petrobrás. O partido já faz também planos para tomar a direção da Companhia Hidrelétrica do Vale do São Francisco (Chesf) do PT de Pernambuco.

29/11/2014

Marcelo Rubens Paiva trabalha na casa da múmia

A múmia que segura o cartaz é o patrão do Marcelo Rubens Paiva… Coincidentemente, estavam subordinados a esta mesma múmia o Pimenta Neves e a colega que ele, Neves, assediava moral e sexualmente a ponto de vir a matá-la, Sandra Gomide. Sei, não, mas acho que o ambiente onde ele trabalha não é lá muito saudável…

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Múmia comunista

Em 2014, o comunista, como uma múmia desenterrada e infectada por uma maldição, volta a tirar o sono de um grupo que protesta contra a atual política brasileira. Se em 1964 sua ameaça era protagonista de uma peça de propaganda que servia ao cliente Guerra Fria, e resultou na mais longa das ditaduras, a de 2014 está difícil de justificar.

Enquanto a extrema direita europeia teme a invasão de imigrantes, quer segregação, leis mais duras e fronteiras mais patrulhadas, e a norte-americana quer o Estado fora da economia, o sistema de saúde privado, direito a portar armas, fronteiras mais altas e eletrificadas, a brasileira ressuscita um esqueleto mais enrolado que faraós do Vale dos Reis.

Em 1935, teve um levante comunista na Intentona, que acabou servindo indiretamente ao projeto de ditadura de Vargas. Em 1964, montou-se o temor de que o Brasil estava para se tornar comunista. Um golpe foi organizado para destronar o governo trabalhista, empossado aos trancos num momento de fragilidade democrática. O Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes) recebeu verba para uma campanha maciça, filmetes, anúncios de páginas inteiras, spots nas rádios, mobilizando o País contra o terror comunista. O Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) financiou campanhas de candidatos anticomunistas que fizessem oposição ao governo, que anunciou reformas de base que tocavam no ponto nevrálgico do capitalismo: reforma agrária e bancária, nacionalização de indústrias e controle de remessa de lucro.

A tese do avanço vermelho era exagerada, mas não delirante. Existia um forte e único partido comunista, PCB, encabeçado por um líder carismático, Luiz Carlos Prestes, que influenciava o movimento sindical, estudantil e camponês, com o cofre abarrotado pelo ouro de Moscou. Na ilha de Cuba, um platônico movimento guerrilheiro comunista libertário destronou um ditador da folha de pagamento da Máfia.

O mundo estava dividido em dois fortes blocos. O Pacto de Varsóvia conseguiu colocar o primeiro satélite e o primeiro homem no espaço. Depois da união de proletários, o bloco se industrializou sem patrões, construiu bombas atômicas, mísseis e uma utopia que não vingou.

O câncer comunista crescia até no mundo livre protegido pela Otan, o bloco do bem. Em países democráticos, como França e Itália, partidos comunistas (PCF e PCI) formaram o contrapeso da política local. Movimentos guerrilheiros na América Latina pipocavam. Movimentos guerrilheiros na África iniciavam a luta contra o neocolonialismo. Na Indochina, partiram pra guerra.

Tinha comuna em toda parte: cineastas, como Glauber Rocha, escritores, como Graciliano Ramos, Jorge Amado, grupos de teatro do CPC e dramaturgos, como Dias Gomes, Oduvaldo Vianna Filho, Gianfrancesco Guarnieri, editores, como Ênio da Silveira e Caio Prado, jornalistas, pintores… A burguesia estava cercada. Toda intelectualidade virou comuna?!

A tradicional família cristã sofria. Filhos viam nouvelle vague, liam marxismo, diziam que religião é o ópio do povo. Outros, niilistas, falavam da morte de Deus. Outros, de direitos civis, feminismo, sexo antes do casamento, debatiam a monogamia, o sentido da vida, fumavam Gauloise e liam um casal de filósofos comunas e promíscuos, Sartre e Simone. Chamem os milicos! Intervenção já!

Se o golpe comunista de Jango precisasse de apoio externo, o comandante-chefe das Forças Armadas da URSS, Vasily Chuikof, poderia nos invadir pelo Nordeste com soldados cubanos munidos de AK-47, se juntar às Ligas Camponesas e a Arraes, trazendo muitos tanques T-54 e T-55, que estiveram em Praga, Vietnã, Angola e Moçambique, posteriormente. Desceriam o cerrado apoiados pelos supersônicos MIG-19 e MIG-21, caças de interceptação SU-9 e bombardeios Ilyushin Il-28, enquanto uma nova Coluna Prestes & Brizola, vinda do Sul, se encontraria com estudantes liderados pelo presidente da UNE, José Serra, e professores da USP, como Fernando Henrique Cardoso e Florestan Fernandes. Cercariam Brasília pelo flanco esquerdo, para empossar o proletariado e candangos da URSB (União das Repúblicas Socialistas Brasileiras), que depois invadiria o Paraguai, Uruguai, as Guianas e o Suriname.

Hoje, existem três países comunistas: uma dinastia do outro lado do mundo em guerra há 60 com os EUA (em estado de cessar-fogo), uma ilha comandada por dois irmãos, que sofre embargo há 55 anos dos EUA e não tem combustível para a frota de transporte público, e a maior potência econômica, a fábrica do mundo, um exemplo de produtividade, país "in love" com a economia de mercado e que já é o nosso principal parceiro comercial.

O PCB rachou antes de 1964. Com o colapso da URSS, virou PPS em 1992, partido que apoiou Aécio Neves, cujo vice, Aloysio Nunes Ferreira, foi o representante da ALN na Europa (Aliança Libertadora Nacional), organização de esquerda clandestina fundada por Marighella, ex-membro e constituinte do PCB que rachou o partido.

Na franquia comunista, sobrevivem PCdoB e um ressuscitado PCB. Dividem a franquia da esquerda com PSOL, PSTU e PCO. Se uniriam para dar o golpe comunista dilmapetista? Médicos cubanos pegariam em armas. A Bolívia e a Venezuela mandariam reforços? Seus exércitos estão bem equipados? As Farc podem contribuir? Cuba consegue mandar mais alguém, além de médicos? A Coreia do Norte, mísseis Nodong-1 ou Teapodong-1? O Mercosul apoia? Algum país nos reconheceria?

A ameaça comunista atual é um delírio liderado por um grupo que dissemina o ódio e alguns garotos doutrinados por 140 caracteres, confunde os "ismos" e fatos históricos, e tem como guru um filósofo atuante nas redes sociais, Olavo de Carvalho, que tuíta coisas como:

"Sinceramente, começo a pensar que o papa Francisco não é esquerdista, é lelé da cuca".

"É preciso ACABAR com a hegemonia esquerdista na mídia O QUANTO ANTES. NÃO BASTA PROTESTAR. É preciso AGIR."

"Comunistas, cocôs falantes! Não precisamos de ajuda militar para jogar vocês na privada e puxar a descarga."

Em referência aos manifestantes do protesto anti-Dilma de 15 de novembro, que expulsou um repórter do CQC: "O que vocês fizeram com o carinha do @cqc tem de fazer com o pessoal da @Folha_com, do @Estadao e do @JornalOGlobo".

Não chego a temê-los, como muitos analistas e colegas jornalistas. A intolerância agrega intolerantes. O ódio serve a quem odeia. No debate político, ainda é a ideologia que predomina. O Brasil tem coisas muito mais sérias com o que se preocupar.

07/11/2014

Eles sabiam de tudo

Abril/VEJA: as parcerias da Veja com a Naspers, Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, José Roberto Arruda & Luiz Estêvão

1) http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/10/25/veja-desmacarada-tse-da-direito-de-resposta-ao-pt-e-veja-tera-de-publicar-hoje/

2) http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/10/25/veja-desmacarada-tse-da-direito-de-resposta-ao-pt-e-veja-tera-de-publicar-hoje/

3) http://www.conjur.com.br/2013-jun-07/veja-indenizar-gushiken-nota-jantar-35-mil

4) http://oglobo.globo.com/brasil/tse-da-ao-pt-uma-pagina-na-veja-em-direito-de-resposta-14050782

5) http://www.bancariosrio.org.br/2013/ultimas-noticias/item/26232-justica-condena-revista-veja-a-indenizar-familia-do-ex-ministro-gushiken

6) http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/2549555/revista-veja-condenada-a-indenizar-vice-presidente-do-tjrs

7) http://www.vermelho.org.br/noticia/251306-331

8) http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/justica-condena-revista-veja-por-ofender-professor-de-historia.html

9) http://pt.wikipedia.org/wiki/Boimate

10) http://cartaolaranja.blogspot.com.br/2012/05/revista-veja-condenada-dar-direito-de.html

11) http://bahiadefato.blogspot.com.br/2007/06/revista-veja-condenada-por-danos-morais.html

12) http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/inquerito-da-pf-aponta-ligacao-entre-cachoeira-e-revista-39veja39,514b0a43aa1da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

13) http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/como-funcionava-a-parceria-veja-cachoeira

FHC – todo mundo sabia que o filho de Miriam Dutra era de qualquer um menos de seu amante, Fernando Henrique Cardoso. Contra o pai que acredita em tudo, os filhos de D. Ruth tiveram de provar com exame de DNA

1) http://www.brasil247.com/pt/247/poder/5883/O-filho-de-FHC-a-verdade-escondida-era-mentira.htm

2) http://noblat.oglobo.globo.com/noticias/noticia/2011/06/memorias-do-caso-fhc-miriam-dutra-387403.html

3) http://www1.folha.uol.com.br/poder/934897-filho-de-reporter-da-globo-nao-e-de-fhc-revela-dna.shtml

4) http://www.blogdacidadania.com.br/2014/07/ex-amante-de-fhc-atua-como-propagandista-anti-dilma-na-espanha/

5) http://www.jornalopcao.com.br/colunas/imprensa/ao-contar-a-historia-do-filho-de-fhc-palmerio-doria-atribui-furo-do-jornal-opcao-a-revista-caros-amigos

6) http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/2750537/fhc-nao-e-o-pai-de-filho-de-ex-reporter-da-tv-globodois-testes-de-dna-feitos-em-sao-paulo-e-em-nova-york-revelaram-que-o-ex-presidente-do-brasil-nao-e-o-pai-de-tomas-dutra-schmidt-filho-d

7) https://lfigueiredo.wordpress.com/2011/06/28/os-bastidores-da-incrivel-historia-do-filho-de-fhc-que-nao-e-filho-de-fhc-ou-quando-todos-erramos-juntos/

8) http://www.viomundo.com.br/falatorio/caros-amigos-um-outro-caso-que-a-midia-desconheceu.html

9) http://noticias.r7.com/blogs/nirlando-beirao/tag/miriam-dutra/

– Bradesco/Itaú:

1) http://www.maoslimpasbrasil.com.br/biblioteca/1745-arquivos-secretos-revelam-a-mutreta-legal-do-itau-e-do-bradesco

2) http://www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=7843

3) http://coad.jusbrasil.com.br/noticias/100540829/bradesco-e-condenado-em-r-3-milhoes-por-contratacao-irregular-de-vendedores-de-seguro

4) http://www.trt6.jus.br/portal/noticias/2014/07/29/bradesco-condenado-pagar-r-100-mil-de-indenizacao

5) http://www.advocaciacarrillo.com.br/bradesco_fraude_trabalhista_corretor_de_seguros_vendedor_acao_civil_publica.asp

6) http://www.tjmg.jus.br/portal/imprensa/noticias/banco-e-condenado-por-negar-abertura-de-conta.htm

7) http://www.conjur.com.br/2014-ago-15/itau-condenado-encaminhar-investidora-fundo-madoff

8) http://infoener.iee.usp.br/infoener/hemeroteca/imagens/69681.htm

9) http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=5541

10) http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/02/receita-intima-itau-sobre-autuacao-de-r-187-bi-sobre-fusao-com-unibanco.html

– Frias/Folha de São Paulo:

1) http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/grupo_folha_condenado_no_caso_escola_base

2) http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/05/1448429-ex-dono-da-escola-base-morre-apos-sofrer-infarto-em-sao-paulo.shtml

3) http://expresso-noticia.jusbrasil.com.br/noticias/5893/folha-pagara-indenizacao-a-escola-base

4) http://www.bancax.org.br/noticias/ultimas_noticias/justica-condena-grafica-da-folha-de-s.html

5) http://portal.comunique-se.com.br/index.php/entrevistas-e-especiais/74814-folha-de-s-paulo-e-condenada-por-ofensas-racistas

6) http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/radar-da-midia/justica-condena-folha-por-erro-de-elio-gaspari/

7) http://machadoadvogados.com.br/biblioteca/folha-de-sao-paulo-e-condenada-a-pagar-horas-extras-para-jornalista/

8) http://www.dietrich.adv.br/verNoticia.php?nid=2122

– Rede Globo: os três homens mais ricos, segundo a revista Forbes, os três filhos do Roberto Marinho, também são os detentores do maior volume de sonegação já registrado. Os valores relativos à Copa de 2002 foram lavados no exterior. As denúncias nunca ganhara um segundo no Jornal Nacional ou no Fantástico. O maior grupo que explora o negócio da informação nunca tratou desta informação para o público brasileiro. É que eles não sabem de nada….

1) http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2013-07-09/funcionaria-da-receita-e-condenada-por-sumico-de-processo-contra-globo.html 

2) http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/106821/Blog-O-Cafezinho-denuncia-sonega%C3%A7%C3%A3o-da-Globo-Blog-Cafezinho-denuncia-sonega%C3%A7%C3%A3o-Globo.htm

3) http://www.carosamigos.com.br/index.php/cotidiano-2/4309-sonegacao-milionaria-da-globo-comeca-a-ser-divulgada

4) http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/06/sonegacao-padrao-fifa-globo-deve-r-615.html

5) http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/por-que-a-divida-da-globo-nao-e-manchete-de-jornal-670.html

6) https://www.youtube.com/watch?v=tiFF0wKLoso

7) http://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/?p=4664

8) http://www.viomundo.com.br/denuncias/feltrin-globo-nao-admite-crime-diz-que-pagou-multa-e-que-operacao-nas-ilhas-virgens-foi-legal.html

9) http://celebridades.uol.com.br/ooops/ultimas-noticias/2013/06/29/globo-pagou-multa-de-r-274-mi-a-receita-por-causa-da-copa-2002.htm

10) http://www.diariodocentrodomundo.com.br/onde-foi-parar-o-processo-de-sonegacao-da-globo/

 

Grupo RBS/Sirotsky – um rebento da famiglia Sirotsky, de Florianópolis, teria estuprado uma menina em Florianópolis. O blogueiro que denunciou as qualidades do herdeiro está morto. O resto corre em segredo de justiça, e os muitos veículos que a RBS tem não demonstraram nenhum interesse em faturar, como em outros casos, com as aventuras de um filho seu que não foge ao estupro:

1) http://www.paulopes.com.br/2010/08/filho-de-dono-da-rbs-e-condenado.html

2) http://tvcamboriu.blogspot.com.br/2010/06/estupro-em-florianopolis-filho-de.html

3) http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/07/12/policia-tucana-de-s-catarina-tem-um-estupro-para-esclarecer/

4) http://tijoladas.blogs.sapo.pt/2849.html

5) https://www.youtube.com/watch?v=_Za7rluxc-I

6) http://www.pragmatismopolitico.com.br/2011/12/blogueiro-que-denunciou-estupro.html

7) http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/2133136/rbs-condenada-por-ridicularizar-cidadao-em-programa-humoristico

8) http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/iq0105200291p.htm

9) http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/2133136/rbs-condenada-por-ridicularizar-cidadao-em-programa-humoristico

10) http://www.cut-sc.org.br/destaque-central/935/rbs-e-condenada-em-r-1-5-milhao-por-irregularidades-na-jornada-de-trabalho

11) http://profjorgeluiz.no.comunidades.net/index.php?pagina=1350454918

12) http://www.coletiva.net/site/noticia_detalhe.php?idNoticia=35017

13) http://www.claudemirpereira.com.br/2010/03/midia-rbs-%E2%80%98carregada%E2%80%99-em-sc-e-condenada-a-nova-indenizacao-por-dano-de-imagem/

14) http://observatoriodaimprensa.com.br/news/showNews/iq3005200194p.htm

15) http://zerofora.blogspot.com.br/2009/01/cla-sirotsky-condenado-pagar.html

 

– Mesquita/Estadão – o Diretor de Redação do Estadão, Pimenta Neves, sob as barbas da famiglia Mesquita, assediava moral e sexualmente Sandra Gomide, chegando ao extremo de vir assassina-la;

1) http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Marcos_Pimenta_Neves

2) http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/10/pimenta-neves-deixa-prisao-pela-primeira-vez-em-saida-temporaria.html

3) http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/pimenta-neves-revela-amizade-com-irmaos-cravinhos-e-diz-que-poderia-estar-no-exterior-04112013

4) http://www.terra.com.br/istoegente/56/reportagem/rep_sandra.htm

5) http://www.compromissoeatitude.org.br/o-assassinato-de-sandra-gomide-por-pimenta-neves/

6) http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/09/04/justica-de-sp-concede-regime-semiaberto-ao-jornalista-pimenta-neves.htm

7) http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/crimes/caso-pimenta-neves/n1597115711380.html

8) http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed755_injustica_flagrante

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01/11/2014

A cada eleição a velha mídia aperfeiçoa o golpe

 

O Brasil quer alternância de poder: na mídia

1 de novembro de 2014 | 08:56 Autor: Miguel do Rosário

democratizar-midia

Na campanha eleitoral deste ano muito se falou em desejo de mudança, em alternância de poder, em atender os anseios das ruas.

Pois bem, não houve assunto mais abordado nas ruas do que a democratização da mídia. Não há poder que esteja há mais tempo sem alternância do que a mídia.

E não haverá mudança de fato no país se não mudarmos a mídia brasileira, que não faz justiça à nossa complexidade.

Que se tornou um obstáculo ao nosso desenvolvimento político, cultural e até mesmo econômico.

A mídia, claro, tenta sufocar o simples debate.

Os movimentos pela democratização da mídia não querem censurar ninguém.

E são muito mais críticos ao governo do que a nossa mídia tradicional.

A mídia tradicional quer o monopólio da crítica ao governo, porque sabe que o governo apenas se mobiliza quando criticado, então quem tem o poder de criticá-lo tem o poder de orientá-lo e, portanto, tem o poder de fato.

Os movimentos sociais também querem o poder para criticar o governo, para forçá-lo a fazer a reforma agrária, a reforma urbana e a reforma política.

Querem mais poder de crítica para forçarem o governo a investir em metrôs ao invés de elevar os juros.

E por aí vai.

*

O Brasil é maior que a Globo

O povo derrotou o golpe midiático e deu a vitória a Dilma. Agora o povo quer a democratização dos meios de comunicação, tarefa prioritária para o próximo governo. Até porque duvido muito que as forças progressistas vençam em 2018 se continuarem perdendo a batalha da comunicação.

31/10/2014

Por Marcelo Salles, no Brasil de Fato

Essas eleições entram para a História do Brasil como o momento mais nítido em que as corporações de mídia tentaram impor sua vontade ao povo. Mais do que em 1989, com a famosa edição do debate entre Lula e Collor. Mais do que em 2006, quando o foco do debate foi deslocado para pilhas de dinheiro expostas ad nauseam.

Em 2014 apostaram todas as fichas e, a contrário de outras vezes, não o fizeram veladamente. Assumiram seu papel de partido político de oposição, conforme conclamou Judith Brito, diretora-superintendente do Grupo Folha, vice-presidente da ANJ e colaboradora do Instituto Millenium.

Faltando 11 dias para o segundo turno do pleito, os institutos de pesquisa davam empate técnico entre os dois candidatos – Aécio Neves à frente 2 pontos, dentro da margem de erro.

Como resposta, a militância de esquerda foi às ruas, os movimentos sociais organizados reforçaram sua participação na campanha e a candidata à reeleição partiu para o enfrentamento nos debates. O mote era um só: comparar os governos tucanos e petistas, o que garantiu vantagem a Lula e Dilma em praticamente todos os setores. Se o oponente baixava o nível, a resposta vinha à altura.

Nos oito dias seguintes, Datafolha e Ibope registraram crescimento de Dilma. No primeiro, de 49% para 53%; no Ibope, de 49% para 54%. Enquanto isso, Aécio caiu de 51% para 46% (Ibope) e 51% a 47% (Datafolha). Dilma encerrou a campanha com vantagem de 6 a 8 pontos de vantagem, cenário praticamente impossível de ser invertido em 48 horas.

Aí surgiu a capa da revista Veja na sexta-feira, antevéspera do pleito, acusando, sem provas, Lula e Dilma de terem conhecimento de desvios na Petrobrás. De sexta até domingo a Veja atingiria algo entre 500 mil e 1 milhão de pessoas. A maioria das quais, no entanto, já tinham o voto decidido para Aécio. A capa da veja, por si só, merecia o repúdio na medida em que foi dado pela campanha do PT. A própria presidenta Dilma usou parte do tempo de propaganda eleitoral para denunciar a manobra da revista.

No entanto, foi o Jornal Nacional do sábado, véspera da eleição, o grande responsável pela interferência na vontade popular. No primeiro bloco, Dilma recebeu 5 minutos, com destaque no suposto medo de avião e nos problemas com a voz. Enquanto Aécio teve direito a 5’55’’ a apresentá-lo como alguém incansável, que trabalha durante o voo e aparece com a esposa e os filhos no colo (“um cara família”). Em outro trecho, as imagens saltadas em repetição durante comícios, com a bandeira do Brasil nas costas, revelam, como num filme de ação, um homem destemido que estaria preparado para conduzir o destino da Nação.

Logo no início do segundo bloco, o JN exibiu extensa reportagem sobre a capa da Veja. Aí, o que era de conhecimento de até 1 milhão de pessoas que já votariam Aécio, alcançou 30-40 milhões de pessoas, entre os quais um sem número de indecisos. Isto na véspera do pleito, sem que houvesse tempo para se organizar a estratégia de enfrentamento desse verdadeiro crime midiático. Como resultado, a vantagem de 6-8 pontos de Dilma caiu drasticamente, e quando terminou a apuração as urnas sacramentaram 51,5% x 48,5%.

O povo derrotou o golpe midiático e deu a vitória a Dilma. Agora o povo quer a democratização dos meios de comunicação, tarefa prioritária para o próximo governo. Até porque duvido muito que as forças progressistas vençam em 2018 se continuarem perdendo a batalha da comunicação.

Marcelo Salles é jornalista.

O Brasil quer alternância de poder: na mídia | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

28/10/2014

Para onde vão os recursos da SABESP?

Geraldo Alckmin investe mais em assinaturas da Veja, Folha, Estadão do que no armazenamento de água para abastecer paulistas. Se informando pela Folha, Veja & Estadão, os paulistas não ficam sabendo porque ao abrir a torneira sai ar ao invés de água.

Com a parceria da velha mídia, a síndrome Rubens Ricúpero contagia e provoca analfabetismo funcional.

Sem alarde da mídia, Alckmin renova 5,2 mil assinaturas da Veja

por helena publicado 23/08/2013 16:37, última modificação 23/08/2013 16:45

No último dia 14 de junho, enquanto as atenções estavam voltadas para os protestos nas ruas de São Paulo, o Diário Oficial do Estado publicou a compra – sem licitação – de 5.200 assinaturas semestrais da revista Veja para serem distribuídas nas escolas da rede pública. O valor contratado foi de R$ 669.240,00, a ser desembolsado em nome da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, órgão do governo estadual.

Há anos os governos tucanos paulistas recebem duras críticas pela compra em grande volume destas revistas e jornais. As críticas começam pela dispensa de licitação, afinal há pelo menos outras três revistas semanais no Brasil que concorrem com a Veja.

A linha editorial da publicação é, digamos assim, a mais simpática ao governo paulista e hostil à oposição dentro do estado. E isso atrai questionamentos aos governadores tucanos da vez, sobre haver mais interesse político próprio do que público nesta compra.

Outro ponto polêmico é se a revista é realmente adequada para ser direcionada ao ambiente escolar, tantas são as polêmicas em torno de suas reportagens. E não me refiro apenas aos diversos casos que ensejaram processos e condenações, seja de indenização por danos morais, seja de direitos de resposta.

Há também casos de reportagens contestadas e repelidas pelo meio acadêmico e científico, inclusive um caso de apologia ao consumo de remédios para emagrecer que haviam sido proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E lembremos que, no ano passado, a revista esteve envolvida com o escândalo do bicheiro Carlinhos Cachoeira, cujas interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça captaram diálogos que sugerem estreita proximidade entre o alto escalão da Veja, bem acima do recomendável e até hoje mal explicada.

Com esse perfil editorial, que não podemos chamar de educativo, seria melhor o governador Geraldo Alckmin deixar que quem a queira ler que a compre, em vez de fazer distribuição compulsória para escolas com dinheiro público.

Além disso, a revista sequer está direcionada para a faixa etária dos estudantes. A própria editora Abril publica, em seu perfil dos leitores que apenas 11% têm mais de dez e menos de 19 anos. A maior fatia de leitores tem mais de 50 anos.

Mesmo que não existisse nenhum dos argumentos anteriores, recente pesquisa da Fundação Perseu Abramo registrou que 37% dos entrevistados se informam pela internet, contra 24% por revistas impressas. A pesquisa ouviu 2,4 mil pessoas de todas as idades acima de 16 anos. Se fosse refeita só com a faixa etária de estudantes até o ensino médio, a diferença a favor da internet seria muito maior, pois as novas gerações usam intensamente as redes. Por isso, o mais provável é que grande parte dos exemplares comprados para as escolas fiquem encostados em vez de serem lidos pelos alunos, o que revela um mau gasto de dinheiro público.

Enfim, a decisão de continuar comprando estas assinaturas é muito boa para os interesses empresariais dos donos da revista, inclusive sustentando a tiragem artificialmente, o que segura o preço dos anúncios. Pode ser boa também para os interesses políticos do governador, mas é péssima para os cofres públicos paulistas e para os estudantes das escolas públicas.

Sem alarde da mídia, Alckmin renova 5,2 mil assinaturas daVeja — Rede Brasil Atual

13/09/2014

Biografia bonsai à moda tucana

Ô ô, o Estadão aCOCÔ!

Estadão recua em denúncia por explicação furada de Gilmar

sab, 13/09/2014 – 12:36

Atualizado em 13/09/2014 – 17:24

Luis Nassif

Na sexta-feira, 11 de setembro, o Estadão publicou matéria sobre ato do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda beneficiando enteada do Ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O título da matéria era “Enteada do Ministro Gilmar Mendes escapa da demissão Geral”.

A reportagem referia-se a um ato de Arruda excluindo a terapeuta Larisse Feitosa de um decreto de demissão em massa, em janeiro de 2007. Foram 16 mil excluídos. Dezenove dias depois, Arruda soltou outro decreto readmitindo nove pessoas. Larisse é filha de Guiomar Feitosa, atual esposa de Gilmar.

A informação era relevante para explicar a atitude atual de Gilmar, que se insurgiu com uma ferocidade inaudita contra a cassação de Arruda pela Lei da Ficha Limpa. Inclusive acusando de “tribunal nazista” todos seus colegas que – por unanimidade, contra seu voto solitário – decidiram pela cassação.

A reportagem saiu por engano, não por ser incorreta, mas por ter escapado da blindagem normalmente garantida a Gilmar.

Quem clicar no título da reportagem – na primeira página da editoria de Política – será direcionado para uma outra matéria, desmentindo a anterior (http://tinyurl.com/o6xcmxq). Em geral, o jornal tem dificuldades até para publicar direito de resposta.

A nova matéria acolhe, sem discutir, os argumentos da assessoria de Gilmar de que à época do decreto, “a mãe da servidora, a advogada Guiomar Feitosa, sequer namorava Gilmar Mendes”. Segundo a nota, o namoro teve início em janeiro de 2008 e casaram-se em outubro do mesmo ano.

Na reportagem, Gilmar apela para o álibi habitual de que “com dinheiro público financiam-se esses bandidos para fazer esse tipo de ataque baixo, vil”. Segundo o jornal, Mendes não especificou quem seriam os “bandidos”.

Bastaria uma pequena consulta ao Google para levantar um artigo célebre de Eliane Cantanhêde, no estilo “o amor é lindo”, publicado na revista Serafina da Folha (http://tinyurl.com/mthpb3f).

Segundo a reportagem, de 8 de junho de 2008, “Gil” e “Guio” “só se casaram no ano passado”, ou seja, em 2007, mas tiveram um longo “namoro espiritual”, segundo o texto romântico. “Gil” e “Guio” assumiram o namoro pela primeira vez em 2001, mas durou pouco. Reataram quatro anos depois, isto é, em 2005, depois de uma inimaginável cena de amor, na qual Gilmar, enquanto comia costelinhas, couves e farofas, cochichou em tom romântico para Guiomar: “quero mostrar uma coisa que comprei pensando em você.” Não era farofa, nem costelinha, mas um chalé no lago.

Já, naquele ano de 2008, Guiomar era comentada como uma das mulheres mais poderosas de Brasilia. Mas, segundo a cronista, ela tinha horror dessa classificação: "Não vai escrever aí que eu sou poderosa, porque não é nada disso." Então o que a senhora é? "Uma funcionária pública padrão e uma mulher apaixonada."

O Estadão aceitou o argumento de Gilmar, de que Gil e Guio não eram formalmente casados, quando Arruda beneficiou Larisse. Como se fosse necessário o vínculo formal para que Gilmar intercedesse pela namorada.

Não é a primeira blindagem a Gilmar. No ano passado, o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) assinou contrato milionário com o Tribunal de Justiça da Bahia, justamente quando o tribunal entrou na mira do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Este ano, o IDP fechou parceria com a FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), parte de inúmeras ações milionárias no STF.

Um dos principais fatores de perda de credibilidade dos jornais tem sido sua moralidade seletiva.

Estadão recua em denúncia por explicação furada de Gilmar | GGN

A ética da malandragem

Collor_de_Mello_Cacador_de_MarajasA partir do momento em que a Constituição obrigou a realização de concurso público pessoas com a ética da Ana Amélia Lemos começaram a bater no servidor público. Houve até uma orquestração da Veja com Globo, RBS e demais membros do Instituto Millenium para eleger o tal de caçador de marajás…

Fazer concurso público para preencher cargos virou aparelhamento do Estado. Quando o marido empregava a mulher para ganhar, por mês, R$ 8.115,00, para não fazer nada, a RBS e seus colegas de Instituto Millenium não tinham fixação no serviço público. Tanto que a RBS terceirizou o pagamento do salário de sua funcionária ao Senado Federal e não se viu na obrigação tornar público esta pilantragem.

Aliás, pilantragem deve ser, a julgar pela prática política de Antonio Britto, Yeda Crusis, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, a única coisa que se aprende na RBS.  O grupo sempre disposto a apontar o dedo na ferida alheia “não enxerga” o que se passa embaixo do seu nariz.

Vivem acusando Dilma de não saber o que se passa na Petrobrás mas vamos ver dois casos escandalosos nos que estão sempre de dedo em riste para acusar: a RBS, que não via, não sabia o que sua diretora da Sucursal de Brasília fazia. O outro caso aconteceu no Estadão: Pimenta Neves era o Diretor de Redação. Assediava moral e sexualmente a colega de redação, Sandra Gomide. O miopismo da família Mesquita com o que acontecia sob seus olhos resultou no assassinato, pelas costas, de Sandra Gomide, pelo Diretor de Redação.

E um outro caso, ainda mais emblemático. Miriam Dutra, jornalista da Rede Globo, era amante de FHC. E dizia ter dele um filho. A Globo escondeu o fato e escondeu a funcionária na Espanha para não atrapalhar suas relações com o então Presidente. Apesar de ter tantos meios de informar, a Rede Globo se recusou a falar sobre isso. A ironia da história é que os filhos da D. Ruth Cardoso, ex-mulher de FHC, conheciam tão bem o pai que têm que resolveram pedir exame de DNA e aí descobrem que o filho que a Globo e sua jornalista dizerem ser dele, não era.

São estes grupos mafiomidiáticos que querem nos ensinar ética na política, que querem falar aparelhamento do Estado.

Eu sempre suspeito do moralismo exacerbado e a cada dia que passa descubro que as pessoas de dedo em riste para apontar a mazela dos outros, e por isso ocupam espaço na velha mídia, são os piores que existe. Nestas horas, e só nestas horas, lamento que não exista inferno.

Ana Amélia Lemos é da mesma escola, a escola do mau caratismo, de um Pimenta Neves, Lasier Martins, Antonio Britto, Augusto Nunes, Demóstenes Torres, Silas Malafaia, Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde, Arnaldo Jabor et caeterva…

12/set/2014, 17h31min

Ana Amélia divulga nota mas não explica como conciliava cargo no Senado e emprego na RBS

Ana Amélia Lemos foi a primeira a se pronunciar | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Amélia Lemos divulgou nota sobre o emprego no Senado | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Ávila

A candidata ao governo do Estado pelo PP, Ana Amélia Lemos, divulgou nota sobre o período em que ocupou Cargo em Comissão no gabinete do marido, o senador biônico Octávio Cardoso, entre 1986 e 1987, ao mesmo tempo em que dirigia a sucursal do Grupo RBS em Brasília. No entanto, na declaração, a candidata não responde a questões como de que modo conciliava os empregos. Desde a tarde de quinta-feira (11), o Sul21 tenta falar com a progressista, mas conseguiu contato apenas com seus assessores e com o presidente do PP, Celso Bernardi. Ana Amélia concedeu entrevistas a outros veículos na manhã desta sexta (12), mas sua assessoria informou que ela está cumprindo agenda de campanha no interior do Estado, e não pode falar com o Sul21.

Leia também:
Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

Ana Amélia não informou até agora, nem na nota oficial, nem nas declarações à imprensa, como cumpria a carga de 40 horas semanais de trabalho como CC, que deveriam ser atestadas pelo titular do Gabinete, juntamente com a função de diretora da sucursal da empresa de comunicação gaúcha em Brasília.

Questionado sobre o assunto, o presidente o PP, Celso Bernardi, disse que ainda não havia conversado com Ana Amélia, mas falou um pouco sobre o modo como acredita que seja cumprida a carga horária pelos CCs. “Essa exigência de oito horas é meio interessante”, disse Bernardi. “O CC é Cargo em Comissão. Muitas vezes, a pessoa tem escritório fora, trabalha de noite. Por exemplo, o deputado que tem escritório em Porto Alegre, tu achas que oito horas é uma exigência? É muito mais, é a campanha, viajando junto. Eu não sei. Tu estás pegando um ponto que não fazia oito horas. Eu não sei. Na época, quem controlava isso é que tinha que avaliar se a pessoa fazia, ou não fazia”, afirmou o presidente do PP.

Ao ouvir que seria de interesse público saber se o funcionário cumpria as horas pelas quais recebia, Bernardi disse que “desde 1988, foi bem mais assegurado isso aí. Eu não posso avaliar um assunto que aconteceu há 28 anos. Eu não estou em Brasília, eu não estou no Senado”.

Na nota que divulgou nesta sexta (12), Ana Amélia também se refere à Lei do Nepotismo, de 1988, que passou a coibir a prática. “Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações!”, diz o texto, sem entrar na discussão do aspecto moral.

A candidata afirmou também, em entrevista ao Portal Terra, que não havia incompatibilidade na função que desempenhava: “Fiz uma assessoria com um ‘salariozinho’ para o meu marido. Não havia nenhuma incompatibilidade porque o salário na época era baixo”, disse Ana Amélia. O salário ao qual Ana Amélia se refere era de Cr$ 9 mil, (cerca de R$ 8.115,00 em valores atualizados). A quantia corresponderia hoje a mais de nove salários mínimos regionais.

Segundo Ato da Comissão Diretora do Senado nº12, de 1978, a função de Secretária Parlamentar exercida pela então jornalista tinha como tarefa prestar “apoio administrativo ao titular do Gabinete, preparar e expedir sua correspondência, atender as partes que solicitam audiência, executar trabalhos datilográficos, realizar pesquisas, acompanhar junto às repartições públicas assuntos de interesse do Parlamentar e desempenhar outras atividades peculiares à função”.

Confira a nota na íntegra:

“Na política brasileira, alguns partidos se especializaram em tentar destruir reputações, como ocorreu recentemente com as biografias de dois conhecidos jornalistas. Agora, vasculham minha vida e o que encontram? Trabalho! Um contrato de 1986, no qual prestei por 11 meses assessoria parlamentar no Senado quando era jornalista em Brasília! Naquela época, não havia a tecnologia de hoje e eu fazia pautas e clipagens, que não eram incompatíveis com a minha função na RBS! Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações! Meu gabinete é a prova que valorizo os CCs porque a maior parte deles está nessa condição! Lembro também que esses cargos não têm direito a FGTS, assistência médica, etc! O que critico é o excesso de CCs no Rio Grande do Sul, pois o atual governo possui 6 mil funções comissionadas! Com gasto mensal de R$ 10,5 milhões mensais, não incluindo aí todas as despesas desse contingente com diárias, telefone e outros gastos inerentes às funções desempenhadas. Em quatro anos, o atual governo terá gasto mais de meio bilhão de reais somente com CCs! Devo ser avaliada pelo meu mandato no Senado e não por um fato de 30 anos que não possui ilegalidade!”

Senador biônico

Octávio Omar Cardoso, marido de Ana Amélia, morto em 2011, era filiado à Arena, partido que dava apoio aos governos da ditadura. Ele foi vereador entre 1950 e 1954, deputado estadual entre 1962 e 1966 e suplente de Nelson Marchezan na Câmara, em 1974. Durante o regime militar, foi suplente do senador Tarso Dutra, em 1978, também ele senador biônico. Em 1983, quando o partido já se chamava PDS, assumiu definitivamente o cargo de senador, após a morte de Dutra. Cardoso foi secretário de Economia do governador Ildo Meneghetti e ocupou diretorias na Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM) e na Caixa Econômica Federal.

A inclusão de um percentual de senadores eleitos indiretamente por colégio eleitoral foi instituída pela chamada Emenda Constitucional n° 8 , de 1977, que também ampliou o mandato presidencial de cinco para seis anos, instituiu governadores e prefeitos biônicos e ampliou o número de deputados federais nos estados menos populosos. O dispositivo garantiu maioria aos militares no Congresso Nacional.

Ana Amélia divulga nota mas não explica como conciliava cargo no Senado e emprego na RBS « Sul 21

07/09/2014

Dobradinha à moda da Folha

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Na capa, a FOLHA, seguindo o que preconizava Judith Brito, criminaliza a instituição (petistas). Na página interna, ameniza para “Ex-diretor da Petrobras cita propina a ministro e Renan”. A Folha faz isso de propósito porque sabe que a maioria de seus leitores para na manchete. O antipetismo incrustado na velha mídia (não é por acaso que criaram o Instituto Millenium para coordenar a luta antipetista) é velho e criou uma manada de seguidores. A manada nem sabe porque, mas é antipetista. E isto basta. Que a Eliane Cantanhêde fizesse isso, tudo bem, ela tem fortes razões familiares (é casada com o PSDB), que os partidos façam isso, é da lógica política, mas que as cinco irmãs (Veja, Estadão, Folha, Globo & RBS) o façam, é porque a máfia sabe quem pode cortar os dutos que a sustenta. Não é mero acaso que o PSDB distribui milhares de assinaturas da Veja e Folha nas escolas públicas de São Paulo… E por aí também se explica porque nada de negativo em relação ao PSDB sai, e quando sai escondem o partido e as pessoas, como se a corrupção fosse do órgão onde ocorreu. Alstom, Siemens, Robson Marinho parecem que não tem nada a ver com o PSDB nem com políticos do PSDB, tudo ocorre como se fosse na Suíça ou na Alemanha, onde ambos foram condenados.

Naspers & Veja: aquela dava suporte ao apartheid; esta, aos antipetistas

apartheid_africa_do_sul1_optO Estadão, um pouco mais sóbrio, também encontra um forma criativa de botar PT no meio da manchete. A pergunta é porque, quando há políticos envolvidos em algum escândalo, só aparece o partido PT? Aliás, neste caso, as principais figuras nem são do PT. Antes pelo contrário. Eduardo Campos não é nem nunca foi do PT. Renan Calheiros é do PMDB dos Honoráveis Bandidos José Sarney e Pedro Simon… A maior parte dos envolvidos na reportagem são de outros partidos, mas, para a máfia da mídia, isso não tem a menor importância e por isso não vai para a manchete.

Que a Veja fizesse isso, seria compreensível, ela recebe dinheiro da NASPERS, o grupo sul-africano que dava suporte ao apartheid,  e todos seus maiores anunciantes já foram condenados pelos fiscais do Ministério do Trabalho por trabalho escravo.  Mais, como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da parceria da Veja com o submundo da arapongagem toda eleição lançar ataques ao PT.  Alguém que não seja anencefálico ainda deve lembrar do Delegado Bruno. As relações de alguns arapongas com a Veja, cujos frutos amadurecem sempre às vésperas de eleições e com rotineira parceria dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, são cultivadas durante o ano, como a repentina morte do caso do helicóptero com 450 kg de cocaína…

O erro do PT tem sido este, de ir ao cadafalso de cabeça baixa, sem reação. Fazer como a ovelha, berrar depois de passada a faca no pescoço, só acelera o efeito da degola. Não adianta contar apenas com a capacidade de discernimento dos leitores e eleitores, a velha mídia consegue vender como bom até leite contaminado, agrotóxico como remédio e transgênico como se fosse algo saudável.

NO ESTADÃO

Delator cita Campos e aliados do PT; campanha de Dilma teme prejuízos

RICARDO GALHARDO E ANDREZA MATAIS
Ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto da Costa vincula governadores, ministros e parlamentares ao escândalo de propina na estatal

NA FOLHA

Ex-diretor da Petrobras cita propina a ministro e Renan

Paulo Roberto Costa menciona ainda Eduardo Campos e o tesoureiro do PT

De acordo com a revista ‘Veja’, ex-executivo relaciona também Roseana Sarney e o ex-governador Cabral

DE SÃO PAULO

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), e os presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Alves (PMDB-RN), foram citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiários de propina em esquema na estatal, relata a revista "Veja".

A reportagem não traz detalhes, documentos nem valores sobre o esquema.

Os ex-governadores do Rio e de Pernambuco, Sérgio Cabral (PMDB) e Eduardo Campos (PSB), morto em agosto, e a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), também foram citados, assim como o ex-ministro das Cidades de Dilma Mário Negromonte (PP-BA).

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que aparece em outros episódios da investigação da Operação Lava Jato, é mencionado como o elo entre o esquema e o partido.

A revista também traz como beneficiários de propina os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP) e João Pizzolatti (PP-SC).

Os nomes, segundo a revista, surgiram no acordo de delação premiada que Costa fez com procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato.

O ex-diretor decidiu fazer a delação para tentar deixar a prisão, onde está há quase três meses. Se as informações que prestar forem relevantes para esclarecer outros crimes, ele pode ser solto.

A Operação Lava Jato foi deflagrada em março com a prisão do doleiro Alberto Youssef, acusado de liderar o esquema de lavagem que movimentou R$ 10 bilhões.

Costa é apontado como o chefe de um esquema de desvio de verbas da Petrobras no período em que foi diretor da estatal, de 2004 a 2012, nos governos de Lula e de Dilma Rousseff, ambos do PT. O doleiro cuidaria da lavagem do dinheiro para que o recurso chegasse aos políticos.

A compra da refinaria de Pasadena, no Texas, sobre a qual o Tribunal de Contas da União já apontou uma série de indícios de superfaturamento, também envolveu o pagamento de suborno, segundo o relato de Costa.

O ex-diretor da estatal já havia citado o nome do ex-governador Eduardo Campos, mas como sua testemunha de defesa. O ato foi interpretado como envio de um recado para os políticos de que outros nomes poderiam ser revelados por Costa.

APOIO

O advogado do ex-diretor à época, Nelio Machado, escreveu numa petição que poderia solicitar a convocação do ex-presidente Lula e da presidente Dilma.

Lula é apontado como uma espécie de protetor de Costa na Petrobras. Ele foi indicado ao cargo pelo PP, ganhou o apoio do PT e do PMDB, mas sentia-se abandonado pelos parlamentares após ter sido preso pela Polícia Federal.

Como diretor de distribuição da Petrobras, Costa foi responsável pela obra mais cara da estatal, a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cujo preço final deve passar de R$ 40 bilhões.

O depoimento com os nomes dos políticos terá de ser analisado pelo ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), porque eles têm foro privilegiado.

02/09/2014

Depois de enquadrar o STF, Instituto Millenium vai patrulhar Poder Judiciário

Não é só preocupante a revelação de que o STF votou de acordo com o que a velha mídia esperava. O fato que parecia decorrer apenas do fato de que lá estavam velhos parceiros da direita e novos empregados dos grupos mafiomidiáticos, revela-se agora, pela nova investida do Instituto Millenium, ser um atitude deliberada para controlar tudo e todos. Como disse ontem, o Instituto Millenium acusa, julga e condena Poder Judiciário.

Em evento, Lewandowski fala sobre influência da mídia e ‘domínio do fato’

ter, 02/09/2014 – 08:16

Atualizado em 02/09/2014 – 08:57

Jornal GGN – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowsk, durante o Congresso Internacional de Direito Penal, afirmou que a é uma grande preocupação dele e de magistrados a "influência da mídia nos julgamentos penais". Lewandowski participou, neste Congresso, da homenagem a Claus Roxin, estudioso da tese do domínio do fato e que teria expressado também sua preocupação quanto à influência da mídia.

“Pelo que fui informado", disse Lewandowski, "Sua Excelência, professor Claus Roxin, tem dedicado seus últimos estudos a esse complexo tema que é a relação entre a publicidade dos julgamentos criminais, que é algo que garante a imparcialidade, mas as distorções que isso pode causar numa sociedade de massas".

A teoria do domínio do fato foi o mote para grandes embates entre Lewandowski e Joaquim Barbosa, por ocasião do julgamento da AP 470, o dito mensalão. José Dirceu foi o grande atingido pela teoria. Lewandowski explicou, aos presentes, que quando o professor Claus Roxin, veio ao Brasil, por ocasião do julgamento do mensalão, "esclareceu algo importante, que a teoria do domínio do fato não pode ser empregada no regime democrático, não pode ser empregada para uma organização que esteja atuando dentro da lei, mas só pode ser utilizada num momento de exceção ou para organizações criminosas, que atuem à margem da ordem jurídica.”

Leia a seguir a matéria em questão.

do Estadão / Blog de Fausto Macedo

Lewandowski diz que ‘juiz não pode se curvar à opinião das ruas’

Em evento de homenagem ao jurista alemão Claus Roxin, estudioso da teoria do domínio do fato, presidente do STF diz que o preocupa “a influência da mídia nos julgamentos penais’

Fausto Macedo

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente eleito do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta segunda feira, 1, em São Paulo, que é preocupação dele, e de todos os magistrados, “a influência da mídia nos julgamentos penais”.

Durante o Congresso Internacional de Direito Penal, na Faculdade de Direito Mackenzie, em que foi prestada homenagem ao jurista e professor alemão Claus Roxin, estudioso da teoria do domínio do fato, o ministro do STF afirmou.

“Uma de suas (de Claus Roxin) últimas preocupações, acho que é a preocupação de todos nós, magistrados, juristas, professores que atuam no Direito penal, criminalistas, advogados especializados, é a influência da mídia nos julgamentos penais.”

Atribuindo a afirmação a Claus Roxin, o presidente eleito do Supremo observou que “o juiz não pode e não deve se curvar à opinião pública, à opinião das ruas, o juiz deve ser absolutamente imparcial e julgar de acordo com os autos.”

“Pelo que fui informado (prosseguiu Lewandowski), Sua Excelência, professor Claus Roxin, tem dedicado seus últimos estudos a esse complexo tema que é a relação entre a publicidade dos julgamentos criminais, que é algo que garante a imparcialidade, mas as distorções que isso pode causar numa sociedade de massas.”

A teoria do domínio do fato foi um dos pontos mais polêmicos do julgamento do Mensalão, escândalo que abalou o governo Lula, e fez subir a temperatura na mais alta Corte do País. Ministros adotaram a teoria para condenar réus do Mensalão. O ex-ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, foi o principal alvo da teoria do domínio do fato.

No evento desta segunda feira, no Mackenzie, o ministro Lewandowski, que travou um tenso duelo com o ministro Joaquim Barbosa, falou sobre esse tema.

Voltando-se para o jurista alemão, a quem reverenciou inúmeras vezes durante o evento, o presidente eleito do Supremo disse. “Permito-me dizer que, ao menos no Brasil, o professor Claus Roxin ficou famoso por aprofundar a teoria do direito do fato, desenvolvida por Sua Excelência quando se buscava apenar os crimes praticados pelos hierarcas do regime nazista, ou seja, punir aqueles que estavam na retaguarda, aqueles que não puxavam o gatilho diretamente contra as vítimas inocentes.”

Segundo Lewandowski, essa teoria foi depois aplicada “com sucesso para punir os mandantes dos crimes da antiga República Democrática Alemã, foi depois empregada também para punir o ditador Fujimori no Peru, mais tarde os membros da Junta Militar Argentina que atuaram na retaguarda cometendo os crimes de desaparecimento durante o regime autoritário e, hoje, é uma teoria amplamente consagrada e incorporada ao tribunal penal internacional que, como sabemos, é um órgão da Organização das Nações Unidas”.

O presidente eleito do Supremo transferiu seu relato para o emblemático julgamento do Mensalão. “Algo que parece extremamente significante, e não foi muito bem compreendido no Brasil, sobretudo no passado recente, quando se discutiu na Suprema corte do País um caso rumoroso que envolvia políticos do governo passado em que o Ministério Público esgrimiu a teoria do domínio do fato, Sua Excelência, professor Claus Roxin, vindo ao Brasil, (na época do julgamento dos mensaleiros), para receber um titulo, esclareceu algo importante, que a teoria do domínio do fato não pode ser empregada no regime democrático, não pode ser empregada para uma organização que esteja atuando dentro da lei, mas só pode ser utilizada num momento de exceção ou para organizações criminosas, que atuem à margem da ordem jurídica.”

“Não basta supor que alguém tivesse que saber que um delito estava cometido, é preciso, disse ele (Claus Roxin), sem entrar evidentemente (no mérito do julgamento), exige-se sim a prova cabal de que o mandante tenha ordenado os crimes.”

Em evento, Lewandowski fala sobre influência da mídia e ‘domínio do fato’ | GGN

01/09/2014

Instituto Millenium acusa, julga e condena Poder Judiciário

Foi mais rápido do que eu pensava. Chegou o dia em que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium dispensam a intermediação do Poder Judiciário nos conflitos sociais. A velha mídia tomou para si o papel de polícia, promotora, defesa e juiz. Por isso pode desde logo botar o Poder Judiciário contra a parece e baixar a sentença: condenado. A pergunta que não quer calar é porque estes mesmos veículos não se juntaram para denunciar a censura na ditadura? Claro, foram eles os responsáveis pela implantação da ditadura. Conviveram pacificamente com a ditadura. Tanto que a ditadura para a Folha foi ditabranda.

Não contentes e ditarem que pode falar e quem deve silenciar, agora também querem julgar.

Ou a democracia acaba com o entulho da ditadura das cinco irmãs (Abril, Folha, Estado, Globo & RBS) ou elas ainda vão reimplantar a ditadura.  A RBS, em franca decadência, sobrevive por aparelhos: aparelhos ideológicos… Graças a finanCIAdores, a RBS sobrevive vendendo vinho (wine), especulação imobiliária (Nex Group), eventos (Engage Eventos).  Para consolidar o poder desova, todos os anos, agentes para se infiltrarem no poder público para drenarem recursos para a RBS. Foi assim com Antonio Britto, que deu de mão beijada a CRT para a RBS. Com Yeda o negócio foi outro, tentou mas não conseguiu: transferir o Asilo Padre Cacique para a RBS construir um amplo complexo imobiliário. Depois, tentou derrotar o Inter com a Andrade Gutierrez para poder se aliar a um grupo de empresários gaúchos para construir um shopping e um complexo hoteleiro. Deram com os burro n’água.

Aí a RBS vende dois gatos por lebre numa única tacada: Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. Conta com os dois e senso de manada que por vezes ataca o povo bovino gaúcho para voltar a controlar os cofres públicos gaúchos. Será a chance de sobreviver. Se a funcionária não vencer o Piratini, a RBS vai virar uma grande loja vendedora de vinhos. Tão falsos quanto o noticiário de sexta que ela vende no domingo.

Me apontem uma única pessoa inteligente que ainda assina Zero Hora?

A “liberdade de expressão” da grande imprensa nas eleições

seg, 01/09/2014 – 17:46

Atualizado em 01/09/2014 – 17:46

Patricia Faermann

Jornal GGN – Folha, Estadão, Uol, Zero Hora, Gazeta do Povo, Google, Ibope e Datafolha uniram-se para lançar um portal que monitora processos judiciais contra publicações da imprensa sobre candidatos às eleições de 2014. A ideia original e, em um primeiro momento, de interesse público busca mostrar a censura judicial praticada por candidatos, de acordo com partidos e regiões brasileiras, tornando-se um censo e mapeamento de postulantes aos cargos representativos que bloqueiam a ampla e livre divulgação das informações que os eleitores têm o direito de saber.

Entretanto, os únicos veículos de comunicação que podem fazer o registro das ações sofridas são os parceiros, acima descritos, ou seja, restrito à grande imprensa. A ideia passa a ser, portanto, fazer um balanço das tentativas de bloqueio de informações da grande mídia.

"Os casos de censura judicial aumentam durante o período de eleições, quando candidatos tentam evitar que portais, redes sociais, blogs e publicações on-line noticiem informações que consideram negativas a suas candidaturas", informa a abertura da nota oficial do projeto "Eleição Transparente", uma contradição ao que de fato ocorre.

A base de dados é fornecida e atualizada diariamente pelas empresas, que se cadastram e preenchem um formulário com detalhes sobre a notificação judicial. Mas os nomes desses meios de comunicação não são divulgados na plataforma do projeto.

"Quem alimenta a base de dados são representantes legais de empresas que foram intimadas pela Justiça Eleitoral por causa de publicação de informações", é a explicação. "O portal Eleição Transparente é organizado pela Abraji com a ajuda de empresas de mídia e tecnologia que costumam ser alvos de processos de supressão de informações em período eleitoral", diz outra descrição sobre o projeto.

O segundo ponto em observação é que os únicos candidatos a presidência apresentados pela plataforma que entraram com processo contra a divulgação de informações, até o dia de hoje (01), são Luciana Genro (PSOL) e Dilma Rousseff (PT). Aécio Neves, candidato pelo PSDB, que possui, no mínimo, duas ações contra o Google, não consta no monitor. A ausência de um dos processos poderia ser explicado pelo fato tramitar em segredo de Justiça – informação esta que deveria estar exposta na plataforma.

O Jornal GGN entrou em contato com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativa (Abraji), a responsável por reunir as empresas e consolidar o projeto, para verificar o motivo. Enviamos o seguinte email a José Roberto de Toledo, jornalista do Estadão e presidente da Abraji:

"Olá, Toledo.

Estava conversando com Laury Bueno, que me tirou algumas dúvidas sobre o projeto ‘Eleição Transparente’. Em primeiro lugar, parabéns pela iniciativa.

Mas tive uma dúvida com relação a ações de candidatos que correm em segredo de justiça. Laury me respondeu que esses processos não são inseridos no sistema pelas empresas parceiras.

Entendo o teor do sigilo, mas questionei se omitir essas ações, mesmo que sem apresentar detalhes (apenas divulgando os nomes das partes, por exemplo), não seria ir na contramão do projeto, que busca deixar transparente as tentativas de censura.

Ele me passou o seu contato e agradeceria se pudesse me fornecer um posicionamento.

Obrigada, e aguardo o retorno".

A Abraji não respondeu ao questionamento de se omitir ações em segredo de Justiça, e enviou o seguinte posicionamento:

"Se não acreditássemos que o projeto ajudaria a medir o volume e dar publicidade aos casos, obviamente, não teríamos nos dado ao trabalho de fazê-lo. O site dá o link para o repórter minimamente investido no assunto ler tudo sobre o processo no próprio site da justiça eleitoral: não só ver do que se trata, mas também ter um acompanhamento em tempo real do seu andamento. Tudo a um clique de distância. Se isso é ir na contramão da transparência, eu gostaria de saber o que é a mão.

Atenciosamente

Jose Roberto de Toledo".

Ainda assim, outra ação de Aécio Neves (PSDB) contra o Google e uma contra o Facebook não estão em sigilo e não constam no portal.

A fim de entender a ajuda de "medir o volume e dar publicidade aos casos", o Jornal GGN testou a plataforma e pesquisou as ações sofridas pela empresa Folha da Manhã S/A, do jornal Folha de S. Paulo. O grupo tem 2 processos, um pelo PSB e outro não especificado o partido. Quando clicado, o cargo do candidato também não foi especificado. Quando a ação é acessada, verifica-se que o processo é da coligação Juntos com o Povo, liderada pelo PSDB, com PSD, PSB, PP, SD, PRB, PSC, PTB, PPS, PEN, PMN, PTC, PSDC, PTDOB, PRP.

Ainda que a ação de Aécio Neves não estivesse em sigilo, seu nome ainda poderia não aparecer na lista de candidatos, por se utilizar da coligação ou nome do partido em ações judiciais, como foi o caso da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) 5136 contra a Lei Geral da Copa, sancionada pela presidente Dilma Rousseff. O processo foi protocolado em nome do partido, e não do candidato.

Mais uma curiosidade sobre a plataforma: os dados são compilados e visualizados por Partido, Cargo, Candidato, Empresa ou por Unidade Federativa. Neste último, logo verifica-se que o balanço é imparcial, uma vez que a maioria das publicações concentram-se na região sul e sudeste.

Como informado por José Roberto de Toledo, o objetivo da publicidade será alcançado. Da liberdade de expressão, não.

A “liberdade de expressão” da grande imprensa nas eleições | GGN

24/07/2014

Estadão é o ó!

Filed under: Estadão,Fernão Lara Mesquita,Instituto Millenium — Gilmar Crestani @ 12:03 am
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Dentre outras coisas, o Estadão também precisa explicar porque tinha como Diretor de Redação um celerado, hoje preso: Pimenta Neves. Sob os olhos dos Mesquitas, no posto mais alto do jornal, lá estava um ser que assediava moral e sexualmente uma colega de trabalho a ponto de vir a assassina-la, pelas costas. Coisas que só acontece sob as barbas da famíglia Mesquita. São estes seres invertebrados que querem nos ensinar decência, educação e ética. Sifaisgavor, seu Fernão! Xô, energúmeno!

Getúlio, Lula, as eleições e o Estadão

Postado em 23 jul 2014-por : Paulo Nogueira

 

Fernão e os demônios

Fernão e os demônios

A boa notícia, para Fernão Lara Mesquita, um dos herdeiros do Estadão, é que nunca um artigo seu repercutiu tanto na internet.

A má é que a repercussão se deu na forma de gargalhadas.

Fernão é, neste momento, uma piada digital.

Merecidamente.

Num texto pomposo e pretensamente profundo, Fernão atribuiu todos os problemas do Brasil a Getúlio Vargas.

Getúlio se matou e entrou para a história em 1954, mas segundo Fernão ele reencarnou em Lula.

Num universo distópico, há um foco de resistência aos dois demônios: São Paulo.

São Paulo, diz Fernão, resistiu primeiro a Getúlio, na fracassada rebelião de 1932. E, mais recentemente, vem resistindo ao PT.

Um capítulo importante dessa saga paulista contra o mal se dará, avisa Fernão, nas eleições de outubro.

Bem, já foi dito que editores ruins fazem mais mal aos jornais que a internet. Antes que a internet varresse a mídia impressa, o Estadão já fora vítima disso, dos maus editores.

Mais especificamente, maus donos, uma vez que os Mesquitas sempre se puseram na condição de jornalistas.

Nos anos 1980, a Folha passou o Estadão muito mais pelos defeitos deste do que por seus próprios méritos.

O Estadão não enxergou a importância do movimento das Diretas Já, e sofreu uma humilhante ultrapassagem sem retorno.

Compare as contribuições de Getúlio e dos Mesquitas, para voltarmos a Fernão.

Getúlio deu o voto para as mulheres. Eliminou o voto de cabresto. Criou leis trabalhistas que civilizaram o ambiente do trabalho no Brasil: limite de jornada, férias, fundo de garantia foram algumas das conquistas.

Estimulou a formação de sindicatos, para que os trabalhadores não ficassem à mercê das empresas. Industrializou o Brasil. Criou a Petrobras.

Também de extrema importância, Getúlio derrotou os paulistas em 1932.

Se São Paulo tivesse vencido, o Brasil retrocederia aos tempos brutalmente arcaicos da República Velha.

Getúlio, numa frase, inaugurou o Brasil moderno.

Mais?

Por coisas assim, os barões da mídia jamais perdoaram Getúlio. Há uma passagem significativa em sua história, contada por seu biógrafo, Lira Neto.

Deposto pela direita em 1945, Getúlio foi se recuperar do desgaste em seu berço, no sul. Recebeu, um dia, jornalistas.

Perguntou a um deles o que achava de um decreto do governo que estipulava um piso para o trabalho dos jornalistas.

O jornalista teceu grandes elogios à medida.

Getúlio então disse que fora exatamente por causa do piso para os jornalistas que os barões da imprensa se bateram tanto para derrubá-lo.

Olhemos agora para o outro lado: as contribuições do Estadão.

A passagem mais marcante dos Mesquitas, na história recente, foi a participação ativa na conspiração que levou à ditadura militar.

Mas, para Fernão, o mal está em Getúlio Vargas, agora reencarnado em Lula.

Para o Estadão, portanto, a luta continua.

Enquanto essa luta épica, sem fim e sem sentido consome a energia do jornal e de seus donos, outras coisas acontecem sem serem notadas.

A passagem do tempo, por exemplo. A mudança de mentalidade das pessoas.

E, nos últimos anos, a internet.

Se você se absorve completamente numa guerra, não consegue administrar outros problemas. Pior: não os vê.

O Estadão está condenado a morrer lutando, ontem, hoje, sempre, contra um fantasma, o de GV – sem enxergar a realidade que vai liquidá-lo.

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » Getúlio, Lula, as eleições e o Estadão

12/07/2014

Copa, imagine sem os vira-latas!

A questão não se resume aos turistas que vieram, mas ao que significa a vinda de um turista. A campanha para difamar o Brasil e, com isso, diminuir a vinda de turistas, tinha e tem a ver com o interesse em que as pessoas de outros países não ficassem sabendo como estão as coisas por aqui. Quanto menos pessoas viessem, menos chances de que ficassem sabendo da verdade. Precisou a mídia externa dizer que esta é a Copa das Copas para que a nossa velha mídia golpista desse a mão à palmatória.

Não seria o caso de se cobrar na justiça quem espalho que teríamos caos nos aeroportos, que haveria epidemia de dente e febre amarela. Por onde andam aqueles que diziam que teríamos seleção mas não teríamos estádios?

Quem vai ressarcir aqueles donos de bares, restaurantes, lojas hotéis que poderiam ter faturado ainda mais não fosse o complexo de vira-lata. Não foi só o complexo de vira-lata, mas do vira-lata que contraiu raiva e, por isso, virou hiena hidrófoba.

Todos os que se voltavam contra a Copa estavam ou foram contratados para trabalharem na velha mídia. O Instituto Millenium sabe onde há canil abarrotado de vira-lata. Basta olhar para os que ocupam postos de visibilidade nas cinco irmãs (Globo, Veja, Folha, Estadão & RBS). Sempre foram vira-latas, antes da Copa viraram hienas, e agora, após o sucesso, estão vestidos com peles de Luluzinhos da Pomerânia.

copa oA COPA COMO ELA É

Copa mais do que dobra número de turistas no país

Quase 700 mil estrangeiros entraram no Brasil em junho; em compensação, turismo interno de negócios reduziu

SP recebeu 500 mil turistas, de acordo com prefeitura, que reconheceu problemas na Vila Madalena

DE SÃO PAULO

Quase 700 mil turistas estrangeiros (691.940) de 203 nacionalidades entraram no Brasil em junho por terra, mar ou ar –a grande maioria atraída pela Copa– segundo dados da Polícia Federal.

O volume é 132% maior que o registrado no mesmo mês de 2013, quando 298 mil estrangeiros ingressaram no país.

Os argentinos, com 101 mil turistas, são a maioria. Americanos (83 mil), chilenos (44 mil), colombianos (41 mil) e mexicanos (34 mil) completam o topo desse ranking.

O número superou a estimativa feita pelo governo para todo o Mundial (600 mil). Não foram computados os dados de julho, que devem ser divulgados nos próximos dias.

Em 2010, cerca de 1,4 milhão de estrangeiros entraram na África do Sul no período da Copa –310 mil deles exclusivamente para o evento. Na Alemanha, em 2006, foram cerca de dois milhões, a metade atraída pela Copa. Os dados são das agências de turismo dos dois países.

A cidade de São Paulo recebeu cerca de 500 mil visitantes, afirmou nesta sexta (11) a prefeitura. Dos turistas, 299 mil eram brasileiros e 197 mil, estrangeiros –a exemplo do fluxo no restante do país, a maioria veio da Argentina.

FEIRAS

Segundo a SPTuris (empresa de turismo da cidade), o volume é 8,6% superior à média de pessoas que vêm a cidade no mesmo período para feiras de negócios –eventos que deixaram de ser realizados na primeira fase da Copa.

Embora não haja dados disponíveis, a cidade perdeu outros turistas de negócio, atividade que visivelmente esfriou durante o Mundial.

Os turistas que estiveram São Paulo gastaram cerca de R$ 1 bilhão entre 12 de junho e 10 de julho, ainda de acordo com a prefeitura.

Em média, o turista estrangeiro despendeu R$ 4.800 por dia; o brasileiro, R$ 2.500.

Segundo a prefeitura, os dados são de uma pesquisa feita nos principais pontos de concentração de turistas, com cerca de 5.000 entrevistas.

Em seu balanço, a gestão fez um mea-culpa e reconheceu ao menos dois problemas. O primeiro foi a superlotação da Vila Madalena, point’ de brasileiros e estrangeiros, que pegou a administração de surpresa e resultou em trânsito, brigas e até venda de drogas ao ar livre.

A prefeitura também não previu o gigantesco engarrafamento –pico de 302km, terceiro maior da história– no segundo jogo do Brasil, contra o México, em 17 de junho. Foi obrigada a ampliar o horário do rodízio de veículos nos demais jogos da seleção.

A gestão diz ter gasto de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões com o "custo operacional" do evento. Mas não contabilizou obras, como os R$ 150 milhões das intervenções viárias no entorno do Itaquerão.

(CÉSAR ROSATI E ANDRÉ MONTEIRO)

18/06/2014

A Copa é um fracasso, graças ao PSOL, DEM, PSDB, Folha, Estadão, Veja, RBS, Globo

 

A Copa é um fracasso, por Francisco Costa

18 de junho de 2014 | 11:19 Autor: Fernando Brito

pesquisaveja

Nada é mais demolidor do que um sorriso.

Não conheço o autor, sei apenas que se chama Francisco Costa e é professor e artista.

Chegou-me pelo Facebook e compartilho com vocês, pela qualidade do texto e pelo bom-humor.

E pela cara-de-pau de certos (ou incertos) jornalistas e jornalecos que coram diante das mentiras que propagaram por meses e meses.

A direita estava certa, sou obrigado a concordar

Hoje está fazendo uma semana que a Copa do Mundo se iniciou.

Conforme prognosticaram os jornalistas, embasados em vasta experiência jornalística, honestidade de propósitos, compromisso com a verdade e isenção política, infelizmente está tudo acontecendo como o esperado.

Parabéns às tevês Globo e Band, à revista Veja, aos jornais Folha de São Paulo e O Globo, pela perfeita percepção da realidade, o que só os que fazem jornalismo sério, não corrompido por interesses políticos e pecuniários, podem ter.

Como era esperado, o vexame é total, o que enxovalha o Brasil aos olhos do mundo e mostra toda a incompetência política e administrativa desse governo, nos expondo assim a humilhante situação, da qual demoraremos muitos anos para nos livrarmos.

Para fazer as afirmações que se seguem, pautei-me pelo que tenho lido na imprensa internacional, a partir de jornalistas estrangeiros e turistas do mundo todo, e postado pelos bravos militantes da direita, intelectualizados e precisos nas suas análises e críticas.

Os estádios todos inacabados, de arquitetura no mínimo duvidosa, feios, mal iluminados… Acertaram os que disseram que só ficariam prontos na próxima década.

As chamadas obras de infrestrutura, no entorno dos estádios, foram uma balela. Os engarrafamentos, nos momentos que antecedem os jogos, são quilométricos, com os torcedores chegando atrasados, inclusive com muitos deles desistindo de entrar nos estádios.

Os aeroportos superlotados, com voos atrasados e cancelados, filas imensas nos guichês, bagagens extraviadas… Com todos os aeroportos por terminar, cheios de materiais de obras espalhados, numa imundície só.

Um outro fiasco que não poderia passar em branco é o das comunicações, com os correspondentes sem poder fazer contatos com suas bases, os links interrompidos ou com interferências, nos isolando nos momentos de pico, que antecedem e durante os jogos.


E o apagão, a suprema humilhação? Como é que em pleno século XXI um país inteiro pode ficar sem energia elétrica por horas, em silêncio, no escuro, envergonhado?

O apontado infelizmente aconteceu: um surto de dengue em pleno inverno, com os hospitais lotados, sem ambulâncias para transportar doentes, medicamentos em quantidade insuficiente, com muitos turistas debandando, voltando para os seus países, com medo.

Mas… O que mais temíamos e tínhamos certeza que aconteceria e ficaria fora de controle… A violência generalizou-se de tal maneira que nem mesmo as Forças Armadas estão tendo força suficiente para, se não debelar, pelo menos minorizar: brigas generalizadas entre torcidas, resultado de um serviço de segurança ineficiente, pequeno no número de homens, e despreparados.

As delegacias policiais já não dão conta de tantos registros de ocorrências de roubos, assaltos e sequestros, com balas perdidas em grandes aglomerações de turistas, os arrastões, promovidos por facções criminosas, com gente descida dos morros e vindas dos subúrbios.

Perdeu-se a conta de ônibus queimados, vitrines quebradas, lojas comerciais saqueadas…

Claro que uma situação dessa, e que só surpreendeu aos mal informados, não leitores de nossos jornais e revistas e telespectadores, só poderia gerar protestos, indignação, e então o que se viu foi o coro, em São Paulo, usando palavras de baixo calão, dirigidas à presidente da república.

Não passou pela cabeça de ninguém que deixar o povo ter acesso aos estádios seria uma temeridade? Como esperar civilidade, educação, postura, respeito e até caráter de pessoas de pouco estudo, baixos salários, residindo em áreas longínquas? Como esperar dessa gente qualquer coisa como simpatia, hospitalidade, cortesia? São ogros.

Só deveriam ter acesso aos camarotes vips dos estádios os grandes empresários, os políticos de direita, os artistas e apresentadores da televisão, gente polida, educada, respeitadora, como não mostram no vídeo, em pleno exercício de monetário cinismo.

O país está um caos, e não foi por falta de aviso: a mídia avisou que seria assim, a oposição ao governo provou que seria assim, uma multidão de internautas inteligentes e bem informados mostraram todas as evidências de que seria assim, mas o governo não quis ouvir e pôs avante esse sonho megalômano de realizar uma Copa do Mundo aqui.

O Brasil nunca mais será o mesmo aos olhos do mundo, que agora entendeu que, aqui, a mídia e os partidos de direita (Dem, PSOL, PSDB…) são mais criminosos que o Comando Vermelho e o PCC.

A Copa é um fracasso, por Francisco Costa | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

11/05/2014

Estadão só é favorável a mais médicos fora das fronteiras brasileiras

Filed under: Estadão,Mais Médicos,Médicos Sem Fronteira — Gilmar Crestani @ 8:52 am
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Mais Médicos e CPMFUm programa de mais médicos para brasileiros é constantemente bombardeado como algo negativo. Negativo só porque é uma iniciativa do Governo Federal, adversário político dos grupos mafiomidiáticos. Na contramão, estes mesmos grupos mafiomidiáticos empunham bandeiras que levam mais médicos para outras fronteiras. A ditadura largou as redações mas o cachimbo da ditadura não larga as Redações.

08.maio.2014 15:40:48

Projeto Jornalismo Humanitário: ‘Estado’ e blog ‘do front’ anunciam parceria com Médicos Sem Fronteiras

Na última coluna, falei sobre algumas das guerras esquecidas da África. É com enorme alegria, portanto, que anuncio o projeto Jornalismo Humanitário, uma parceria do Estado e do blog “do front” com a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras. O objetivo dessa parceria é estimular nos estudantes de jornalismo o interesse pela cobertura de crises humanitárias que recebem pouca atenção da imprensa mundial e, ao mesmo tempo, aumentar o espaço dedicado às notícias e discussões sobre essas crises.

Nesse sentido, o blog abrirá espaço para a publicação do material apurado em uma visita a campos de refugiados em Uganda pela estudante Talissa Monteiro, ganhadora do concurso de reportagem promovido por MSF e do qual o blog “do front” e o Estado participaram como jurados. A reportagem escrita por Talissa para o concurso, sobre refugiados de países como Iraque que viviam na Síria e tiveram mais uma vez de se deslocar diante do novo conflito, foi considerada a melhor entre os trabalhos de 25 estudantes que cursaram a Oficina de Jornalismo de MSF, da qual fui uma das palestrantes. Foi dessa experiência que surgiu a ideia da parceria.

Os estudantes que participaram da Oficinaes de Jornalismo foram selecionados entre 387 inscritos. São jovens talentosos e dispostos a usar esse talento para o bem. Entre os finalistas do concurso de reportagem, além de Talissa Monteiro, estiveram os estudantes Janaina Luiza Rodrigues Dorea, Mariana Pitasse Fragoso e Pedro Rêgo Henriques. A eles, parabéns e sucesso. Tenho certeza de que nos encontraremos em campo!

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Médicos Sem Fronteiras é uma das mais ativas organizações humanitárias. São poucas as que de fato testemunhei atuando nos lugares mais remotos e complicados do mundo, em condições de trabalho e de vida inimagináveis para a maioria dos médicos e enfermeiros e outros profissionais estrangeiros que atuam em campo.

Falo de vilarejos na República Democrática do Congo onde vacinas, remédios e os profissionais só chegam após oito horas de voo em um pequeno avião de Kinshasa, a capital, a Goma, principal cidade do leste devastado por conflitos. E, de lá, outras cinco ou seis horas em um jipe, seguidas de mais cinco horas na garupa de uma motocicleta por uma picada onde a circulação é dificultada pela mata densa, uma espessa camada de lama e a presença de dezenas de rebeldes armados. Acompanhei em outubro o atendimento a vítimas de um ataque em Lwibo e foi assim nosso trajeto. Falo do Haiti três meses depois do terremoto, quando muitas das organizações humanitárias já tinham deixado o país. Do cinturão tribal da fronteira entre Paquistão e Afeganistão, um dos lugares mais perigosos para estrangeiros. Do Sudão do Sul, num momento em que os funcionários das embaixadas dos EUA e da Grã-Bretanha e de muitas entidades estrangeiras batiam em retirada. E falo apenas do que testemunhei com os próprios olhos. Essa parceria é para mim, portanto, importante e é com enorme satisfação que abro o espaço deste blog para a cobertura de temas humanitários.

Como repórter do Estadão, a minha viagem e todos os custos da cobertura, é importante ressaltar, foram financiados pelo jornal.

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Talissa Monteiro tem 21 anos e é aluna do Centro Universitário de Volta Redonda. Durante três dias, ela me acompanhou na cobertura da crise humanitária no norte de Uganda, região que recebeu o maior número de refugiados da nova guerra civil no vizinho Sudão do Sul, deflagrada em dezembro. Essa foi sua primeira cobertura internacional. De Uganda, Talissa voltou ao Brasil para escrever e produzir os vídeos que serão publicados neste blog ao longo das próximas duas semanas, a partir de segunda-feira.

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A parceria que permitiu à estudante me acompanhar nessa cobertura e ter seu material publicado neste espaço foi, para mim, inspirada em um concurso anual promovido pelo blog de Nicholas Kristoff, colunista do New York Times, a quem admiro, e em iniciativas semelhantes que têm o objetivo de promover a cobertura de crises esquecidas como a do Pulitzer Center for Crisis Reporting.

Vem de Joseph Pulitzer uma de minhas frases favoritas sobre a função do jornalista:

“Iluminar os lugares escuros e, com um profundo censo de responsabilidade, interpretar esses tempos conturbados.”

Este é um projeto piloto. Mas a ideia é realizá-lo anualmente, dando a um estudante a cada ano a oportunidade de cobrir uma crise humanitária.

É também minha intenção abrir este espaço para estudantes e profissionais de jornalismo, relações internacionais, direito e outras áreas, com interesse em temas como direito humanitário internacional e direitos humanos.

Acompanhem aqui no blog!

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Ao Estadão, minha casa nos últimos 12 anos, meu sincero agradecimento pela coragem de investir na viagem de uma repórter a lugares como República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul para testemunhar in loco algumas das maiores tragédias humanas atuais, que tantos outros escolhem ignorar.

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LEIA MAIS:

Foto: Pacientes aguardam atendimento na clínica operada por MSF no campo de Nyumanzi, onde é feita a triagem dos refugiados sul sudaneses que chegam a Adjumani, no Norte de Uganda / Adriana Carranca

Depois de visitar os campos de refugiados na região de Adjumani, eu continuei a viagem sozinha pelo norte de Uganda, seguindo os passos do líder do Exército da Resistência do Senhor, Joseph Kony, que matou, mutilou e sequestrou milhares de crianças, mulheres e homens na região, seu reduto. Leia nos links:

Por dentro da mente de um genocida
Uma cidade assombrada pelo passado
Vídeo: O comandante de Joseph Kony
Vídeo: A vida depois da guerrilha

Do norte de Uganda, atravessei a fronteira para o Sudão do Sul e cruzei o país por terra até a capital, Juba. Leia algumas das reportagens publicadas por mim sobre a guerra no Sudão do Sul e a crise em Uganda aqui:  

Guerra étnica oculta interesse por riqueza
Refugiados lutam pela sobrevivência
Marcas étnicas são sentenças de morte
Conflito no Sudão do Sul expulsou um milhão de pessoas
Viúvas e crianças são maioria entre os que deixam o Sudão do Sul
Transtornos psicológicos são comuns

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