Ficha Corrida

03/11/2014

Folha faz dobradinha com rei do tapetão

Filed under: Daniel Dantas,Gilmar Mendes,PSDB,Tribunal Nazista — Gilmar Crestani @ 8:46 am
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Gilmar Mendesmapa_com_modificacoes2_0A atuação militante de Gilmar Mendes em defesa de seu mentor, que o colocou no STF, é não só vergonhosa como criminosa. O rei do Habeas Corpus, que em menos de 24 horas concedeu dois a Daniel Dantas, que quando fica isolado numa decisão chama o TSE de Tribunal Nazista, não tem condições psicológicas de ser Ministro do STF. Só está lá para fazer a defesa  da gangue que destruiu o Brasil. Não é mero acaso que vieram quatro derrotas consecutivas aos seus parceiros. Vox populi, vox Dei. Se a voz do povo é a voz de Deus, o STF pode não saber todas as tramóias de Gilmar Mendes, mas Deus sabe. Foi longa sua parceria com Policarpo Jr., Carlinhos Cachoeira & Demóstenes Torres. Vem daí sua defesa enfática da Revista Veja mesmo tendo sido unânime a decisão do TSE em considerar a edição da Veja um panfleto do Aécio.

O nível de atuação institucional do Gilmar Mendes equivale ao de FHC. Atuam como se fossem donos do Estado e não servidores que deveriam respeitar a liturgia dos cargos e as instituições em que atuam. Ao invés de atuar como magistrado, no sentido mais amplo da palavra, Gilmar Mendes tem sido considerado um jagunço, como declarou outro de sua laia, Joaquim Barbosa.

ENTREVISTA – GILMAR MENDES

O STF não pode se converter em uma corte bolivariana

Ministro diz que Supremo poderia deixar de ser contrapeso institucional e apenas chancelaria o executivo caso o PT indique 10 de seus 11 membros

VALDO CRUZ

O STF (Supremo Tribunal Federal) corre o risco de tornar-se uma "corte bolivariana" com a possibilidade de governos do PT terem nomeado 10 de seus 11 membros a partir de 2016.

A afirmação é do único personagem dessa conta hipotética a não ter sido indicado pelos presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff: o ministro Gilmar Mendes, 58.

Indicado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 2002, ele teme que, a exemplo do que ocorre na Venezuela, o STF perca o papel de contrapeso institucional e passe a "cumprir e chancelar" vontades do Executivo.

A expressão bolivarianismo serve para designar as políticas intervencionistas em todas as esferas públicas preconizadas por Hugo Chávez (1954-2013) na Venezuela e por aliados seus, como Cristina Kirchner, na Argentina.

"Não tenho bola de cristal, é importante que [o STF] não se converta numa corte bolivariana", disse. "Isto tem de ser avisado e denunciado."

Sobre a eleição, Mendes fez críticas a Lula ao comentar representação do PSDB contra o uso, na propaganda do PT, de um discurso do petista em Belo Horizonte com ataques ao tucano Aécio Neves.

Lula questionou o que o Aécio fazia quando Dilma lutava pela democracia e o associou ao consumo de álcool. Ao lembrar do caso, Mendes disse: "Diante de tal absurdo, será que o autor da frase também passaria no teste do bafômetro? Porque nós sabemos, toda Brasília sabe, eu convivi com o presidente Lula, de que não se trata de um abstêmio", afirmou.

Folha — Durante a campanha, o PT acusou o senhor de ser muito partidário.

Gilmar Mendes — Não, de jeito nenhum. Eu chamei atenção do tribunal para abusos que estavam sendo cometidos de maneira sistemática e que era necessário o tribunal balizar. Caso, por exemplo, do discurso da presidente no Dia do Trabalho e propagandas de estatais com mensagem eleitoral. O resto, como sabem, sou bastante assertivo, às vezes até contundente, mas é minha forma de atuar. Acredito que animei um pouco as sessões.

Animou como?

Chamei atenção para que a gente não tivesse ali uma paz de cemitério.

O que quer dizer com isso?

Saí do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2006. Não tenho tempo de acompanhar, mas achei uma composição muito diferente daquilo com que estava acostumado. Um ambiente de certa acomodação. Talvez um conformismo. Está tudo já determinado, devemos fazer isso mesmo que o establishment quer.

Diria que o TSE estava tendendo a apoiar coisas do governo?

Fundamentalmente chegava a isso. Cheguei a apontar problemas nesse sentido.

O PT criticou sua decisão de suspender direito de resposta contra a revista "Veja".

A jurisprudência era não dar direito de resposta, especialmente contra a imprensa escrita. Quando nos assustamos, isso já estava se tornando quase normal. Uma coisa é televisão e rádio, concessões. Outra coisa é jornal ou revista. O TSE acabou ultrapassando essa jurisprudência e banalizou.

Quando diz que banalizou a interferência na imprensa, acredita que avançou sobre a liberdade de expressão?

Quanto ao direito de resposta em relação a órgãos da imprensa escrita, certamente. Mas temos de compreender o fato de se ter que decidir num ambiente de certa pressa. E todo esse jogo de pressão. A campanha se tornou muito tensa. Talvez devamos pensar numa estrutura de Justiça Eleitoral mais forte, uma composição menos juvenil.

Qual sua avaliação da eleição?

Tenho a impressão que se traça um projeto de campanha. Se alguns protagonistas não atuarem, inclusive como poder moderador, o projeto se completa. Eu estava na presidência do tribunal quando da campanha da presidente Dilma [de 2010]. O que ocorreu? Havia necessidade de torná-la conhecida. O presidente Lula, então, inaugurava tudo. Até buracos. Quando a Justiça começou a aplicar multas, ele até fez uma brincadeira: "Quem vai pagar minhas multas?" O crime compensava. Foi sendo feita propaganda antecipada, violando sistematicamente as regras. Agora havia também um projeto. Chamar redes para pronunciamentos oficiais, nos quais vamos fazer propaganda eleitoral. A mensagem do Dia do Trabalho tem na verdade uma menção ao 1º de maio. O resto é propaganda de geladeira, de projetos do governo.

O sr. não exagerou nas críticas ao ex-presidente Lula no julgamento de uma representação do PSDB, quando chegou a perguntar se ele teria feito o teste do bafômetro?

O presidente Lula, no episódio de Belo Horizonte, faz uma série de considerações. Houve uma representação [do PSDB]. Ele chegou a perguntar onde estava o Aécio enquanto a presidente Dilma estava lutando pela democracia nos movimentos da luta armada. A representação lembrava que Aécio tinha 8 ou 10 anos. Ela trouxe elementos adicionais da matéria, de que teve um texto de uma psicóloga que dizia que ele [Aécio] usava drogas, que era megalomaníaco. E Lula falou também do teste do bafômetro. Diante de tal absurdo, [eu disse] "será que o autor da frase também passaria no teste do bafômetro?" Porque sabemos, toda Brasília sabe, eu convivi com o presidente Lula, de que não se trata de um abstêmio.

O PT criticou muito suas falas sobre o ex-presidente.

Estávamos analisando só o caso. Em que ele reclamou de alguém que saiu do jardim de infância não ter atuado na defesa da presidente Dilma. Quem faz este tipo de pergunta ou quer causar um impacto enorme e contrafactual ou está com algum problema nas faculdades mentais.

Em dois anos o sr. será o único ministro do STF não indicado por um presidente petista. Muda alguma coisa na corte?

Não tenho bola de cristal, é importante que não se converta numa corte bolivariana.

Como assim?

Que perca o papel contramajoritário, que venha para cumprir e chancelar o que o governo quer.

Há mesmo este risco?

Estou dizendo que isto tem de ser avisado e denunciado.

Há algum sinal disso?

Já tivemos situações constrangedoras. Acabamos de vivenciar esta realidade triste deste caso do [Henrique] Pizzolato [a Justiça italiana negou sua extradição para cumprir pena no Brasil pela condenação no mensalão]. Muito provavelmente tem a ver com aquele outro caso vexaminoso que decidimos aqui, do [Cesare] Battisti [que o Brasil negou extraditar para Itália], em que houve clara interferência do governo.

No mensalão, um tribunal formado em sua maioria por indicados por petistas condenou a antiga cúpula do PT.

Sim, mas depois tivemos uma mudança de julgamento, com aqueles embargos, e com a adaptação, aquele caso em que você diz que há uma organização criminosa que não pode ser chamada de quadrilha.

Ao falar de risco bolivariano, não teme ser acusado de adotar posições a favor do PSDB?

Não, não tenho nem vinculação partidária. A mim me preocupa a instituição, não estou preocupado com a opinião que este ou aquele partido tenha sobre mim.

A aprovação da proposta que passa a aposentadoria compulsória de ministros do STF de 70 para 75 anos não reduz esse risco, já que menos ministros se aposentariam logo?

Não tenho segurança sobre isto, é uma questão afeita ao Congresso. O importante é que haja critérios orientados por princípios republicanos.

O STF deve analisar outro caso de corrupção, na Petrobras. Como avalia essa questão?

A única coisa que me preocupa, se de fato os elementos que estão aí são consistentes, é que enquanto estávamos julgando o mensalão já estava em pleno desenvolvimento algo semelhante, talvez até mais intenso e denso, isso que vocês estão chamando de Petrolão. É interessante, se de fato isso ocorreu, o tamanho da coragem, da ousadia.

21/09/2014

Adeus, pena de aluguel!

Enquanto os cães ladram, a caravana passa. O ódio disseminado pelos ventríloquos de aluguel é alimento para capacho. Tanto mais ódio disseminam, menos votos conseguem. É o caso clássico do comportamento que revela mais sobre quem odeia do que sobre o objeto do ódio. Por que tamanha obsessão? Por que é tão difícil usar a razão, botar os neurônios a trabalhar?

Será que eles não veem que os partidos com os quais estes magarefes se aliam tem muito, mas muito mais ficha sujas cassados pela Justiça Eleitoral? E isso que eles contam com um advogado de peso no STF, Gilmar Mendes, que, ao perder uma decisão, perde também a decência e chama o TSE de Tribunal Nazista. Tudo porque FHC lhe havia pedido para interferir a favor de José Roberto Arruda. Aliás, personagem incensado pela Veja como sendo um pessoa brilhante. Não há nos anais da corrupção alguém cujo ato de corromper tenha sido tão bem documentado, com áudio, vídeo e dinheiro, do que aquilo que se convencionou chamar de Mensalão do DEMo…. Pois este personagem mereceu a tentativa de interferência na decisão do Poder Judiciário de duas personagens muito queridas dos meios mafiomidiáticos: FHC & Gilmar Mendes.

Não é mera coincidência que o Instituto Millenium tenha partido para a tarefa de patrulhar o Poder Judiciário. De fato, terão muito trabalho para proteger tantos bandidos.

E aí, Villa? Como fica?

21 de setembro de 2014 | 13:54 Autor: Miguel do Rosário

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Há alguns meses, o historiador ultratucano Marco Antonio Villa publicou um artigo no Globo, onde tem espaço cativo, intitulado Adeus, PT.

Foi reproduzido, naturalmente, em todos os espaços tucanos. Os blogueiros da Veja o reproduziram com entusiasmo.

Pois bem, nada com um dia após o outro.

Nem vou entrar no mérito se o PT vai crescer ou não este ano. Mas é absolutamente ridículo achar que ele vai “acabar”. Provavelmente, vai crescer.

Quanto ao PSDB, faltando cerca de 2 semanas para as eleições, as previsões dos próprios tucanos, segundo informação de Ilimar Franco, são sombrias:

Para onde vai o PSDB?
Por ILIMAR FRANCO

21.9.2014 9h07m
O PSDB está mergulhando numa profunda crise. As previsões dos especialistas são as de que os tucanos vão encolher na Câmara, no Senado e nos governos estaduais. Além disso, o partido não terá mais expectativa de poder. Se a presidente Dilma for reeleita, Marina Silva será a alternativa de poder para 2018. Se Marina vencer, quem assumirá a bandeira da oposição será o PT. Uma derrota em Minas deixará o partido ainda mais paulista.

O feitiço se voltou contra o feiticeiro. Tudo que Villa havia previsto acontecer contra o PT, vai desabar contra o PSDB.

E aí, Villa? Como fica? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

13/09/2014

Biografia bonsai à moda tucana

Ô ô, o Estadão aCOCÔ!

Estadão recua em denúncia por explicação furada de Gilmar

sab, 13/09/2014 – 12:36

Atualizado em 13/09/2014 – 17:24

Luis Nassif

Na sexta-feira, 11 de setembro, o Estadão publicou matéria sobre ato do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda beneficiando enteada do Ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O título da matéria era “Enteada do Ministro Gilmar Mendes escapa da demissão Geral”.

A reportagem referia-se a um ato de Arruda excluindo a terapeuta Larisse Feitosa de um decreto de demissão em massa, em janeiro de 2007. Foram 16 mil excluídos. Dezenove dias depois, Arruda soltou outro decreto readmitindo nove pessoas. Larisse é filha de Guiomar Feitosa, atual esposa de Gilmar.

A informação era relevante para explicar a atitude atual de Gilmar, que se insurgiu com uma ferocidade inaudita contra a cassação de Arruda pela Lei da Ficha Limpa. Inclusive acusando de “tribunal nazista” todos seus colegas que – por unanimidade, contra seu voto solitário – decidiram pela cassação.

A reportagem saiu por engano, não por ser incorreta, mas por ter escapado da blindagem normalmente garantida a Gilmar.

Quem clicar no título da reportagem – na primeira página da editoria de Política – será direcionado para uma outra matéria, desmentindo a anterior (http://tinyurl.com/o6xcmxq). Em geral, o jornal tem dificuldades até para publicar direito de resposta.

A nova matéria acolhe, sem discutir, os argumentos da assessoria de Gilmar de que à época do decreto, “a mãe da servidora, a advogada Guiomar Feitosa, sequer namorava Gilmar Mendes”. Segundo a nota, o namoro teve início em janeiro de 2008 e casaram-se em outubro do mesmo ano.

Na reportagem, Gilmar apela para o álibi habitual de que “com dinheiro público financiam-se esses bandidos para fazer esse tipo de ataque baixo, vil”. Segundo o jornal, Mendes não especificou quem seriam os “bandidos”.

Bastaria uma pequena consulta ao Google para levantar um artigo célebre de Eliane Cantanhêde, no estilo “o amor é lindo”, publicado na revista Serafina da Folha (http://tinyurl.com/mthpb3f).

Segundo a reportagem, de 8 de junho de 2008, “Gil” e “Guio” “só se casaram no ano passado”, ou seja, em 2007, mas tiveram um longo “namoro espiritual”, segundo o texto romântico. “Gil” e “Guio” assumiram o namoro pela primeira vez em 2001, mas durou pouco. Reataram quatro anos depois, isto é, em 2005, depois de uma inimaginável cena de amor, na qual Gilmar, enquanto comia costelinhas, couves e farofas, cochichou em tom romântico para Guiomar: “quero mostrar uma coisa que comprei pensando em você.” Não era farofa, nem costelinha, mas um chalé no lago.

Já, naquele ano de 2008, Guiomar era comentada como uma das mulheres mais poderosas de Brasilia. Mas, segundo a cronista, ela tinha horror dessa classificação: "Não vai escrever aí que eu sou poderosa, porque não é nada disso." Então o que a senhora é? "Uma funcionária pública padrão e uma mulher apaixonada."

O Estadão aceitou o argumento de Gilmar, de que Gil e Guio não eram formalmente casados, quando Arruda beneficiou Larisse. Como se fosse necessário o vínculo formal para que Gilmar intercedesse pela namorada.

Não é a primeira blindagem a Gilmar. No ano passado, o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) assinou contrato milionário com o Tribunal de Justiça da Bahia, justamente quando o tribunal entrou na mira do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Este ano, o IDP fechou parceria com a FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), parte de inúmeras ações milionárias no STF.

Um dos principais fatores de perda de credibilidade dos jornais tem sido sua moralidade seletiva.

Estadão recua em denúncia por explicação furada de Gilmar | GGN

12/09/2014

Veja como vota o Cavalo de Tróia deixado por FHC, Gilmar Mendes

TSE mantém indeferida candidatura de Arruda

Apesar de derrota, candidato ao governo do DF recorreu ao STF e campanha continua

DE BRASÍLIA

Por seis votos a um o Tribunal Superior Eleitoral negou nesta quinta (11) recurso do ex-governador José Roberto Arruda (PR) e manteve indeferido seu registro de candidatura na disputa pelo governo do Distrito Federal.

Apesar da nova derrota na Justiça Eleitoral, Arruda já apresentou recurso Supremo Tribunal Federal e ainda poderá seguir normalmente com sua campanha.

Segundo o Datafolha, ele lidera a disputa com 37% das intenções de voto, à frente do atual governador, Agnelo Queiroz (PT), que tem 19%.

Arruda havia sido barrado pelo TSE no mês passado com base na Lei da Ficha Limpa. Primeiro governador a ser preso no exercício do mandato, ele foi condenado por improbidade administrativa nos desdobramentos da Operação Caixa de Pandora, que revelou o mensalão do DEM.

Devido a esta condenação, foi considerado "ficha-suja" e teve o registro de candidatura negado. No TSE, seus advogados disseram que, como a condenação aconteceu após ele ter apresentado pedido de registro, ela não poderia ser usada para impedi-lo de concorrer.

Os ministros, no entanto, entenderam que durante todo o processo de análise do registro de candidatura condenações podem ser usadas para barrar candidatos com base na Lei da Ficha Limpa.

Único a votar a favor de Arruda, Gilmar Mendes disse que a corte nunca havia usado condenações posteriores ao registro para barrar candidaturas.

(SEVERINO MOTTA)

11/09/2014

Os anões morais do PSDB

Aécio Neves se decompõe a olhos vivos. E não é só por culpa de sua direção embriagada nem de sua amizade com Zezé Perrella. José Serra é o grande artífice da descontrução de Aécio Neves. Nada poderia ter sido mais demolidor para o futuro político do menino das alterosas do que o fabuloso artigo “Pó pará, governador”. Neste episódio ficou evidente que se Aécio tinha a velha mídia mineira nas mãos, José Serra tinha a velha mídia paulista sob seu taco. Se a decantação do futuro político do Aécio começou com José Serra, a pá de cal coube ao magarefe da ABL, também conhecido por Prof. Cardoso. Em pleno andamento da eleição FHC deu um pontabé com meias de pelica na glúteos do Menino Maluquinho ao apoiar abertamente, a pedido do Banco Itaú, Marina Silva. Para piorar as coisas para Aécio Neves, o maior legado de FHC foi deixar Gilmar Mendes no STF para fazer o serviço sujo travestido com embalagem legal. Nada poderia ser mais devastador para um discurso moralista do que um jagunço desembestado ladeira abaixo.

A parceria de Gilmar Mendes & seu mentor para aliviar a barra do sujeito mais corrupto de Brasília sujou de vez a barra eleitoral de Aécio Neves. Afinal, como pode condenar em outros partidos quando, ali ao lado, dois próceres de seu partido se aliam para jogar para debaixo do tapete toda sujeira filmada de José Roberto Arruda?! Não há notícia de outro ato de corrupção tão bem documentado do que aquele que envolve o pivô do Mensalão do DEMo. Nada disso interesse se há no meio do caminho um pedido do Padrinho, que lembra a Cosa Nostra, para livrar o neto candango da Ficha Suja. A chave de ouro perpetrada pelo bocó foi uma pérola jurídica jogada nas atas do TSE: Tribunal Nazista!

Gilmar Mendes: o uso da chicana para garantir a candidatura de Arruda

qui, 11/09/2014 – 10:45

Atualizado em 11/09/2014 – 12:19

Por Alan Souza

Depois de FHC ter confirmado publicamente o pedido a Gilmar Mendes pra votar a favor de Arruda no TSE (e Gilmar realmente votou a favor do ex-governador do DF!), o ministro do STF parece ter perdido totalmente a compostura e o pudor. Agindo sem qualquer preocupação de disfarçar suas ações parciais, Gilmar Mendes pediu vistas do processo de Arruda e impediu que sua campanha fosse suspensa desde já.

da Agência Brasil

Gilmar Mendes pede vista de recurso de Arruda no TSE

O ministro Gilmar Mendes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu vista do recurso no qual José Roberto Arruda, candidato ao governo do Distrito Federal, pede para ter a candidatura liberada. Arruda foi barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados pela segunda instância da Justiça.

Antes da interrupção do julgamento, os ministros Henrique Neves e Admar Gonzaga votaram pela rejeição do recurso por entenderem que não houve erros ou contradições na decisão do TSE. No dia 26 de agosto, a maioria dos ministros manteve decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, que negou o registro do candidato.

Não há prazo para que o julgamento seja retomado. Até decisão final do TSE, mesmo sem ter registro de candidatura, Arruda pode continuar a campanha normalmente.

No dia 9 de julho, Arruda foi condenado por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A condenação é referente à Operação Caixa de Pandora, que investigou o esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do DEM.

Gilmar Mendes: o uso da chicana para garantir a candidatura de Arruda | GGN

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