Ficha Corrida

26/06/2015

O atirador de bosta

Filed under: Ódio de Classe,Energúmenos,Imbecilidade,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 9:10 am
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Os franco-atiradores são muito comuns nos EUA. É só botar no google e lá vem uma fila interminável. Só que lá eles usam balas de verdade por que a cultura da bala é muito forte por lá. Aqui nos franco-atiradores são bem diferentes. Por serem frutos do lodo, usam somente sujeira. São atiradores de bosta. E, convenhamos, depois da briga de bugio com Demóstenes Torres, não poderíamos esperar nada diferente de Ronaldo Caiado. A direita brasileira tem tudo, menos a característica mais elementar que distingue seres humanos de animais: educação. A condição de aprender com os erros, que resulta no processo civilizatório, é algo tão estranho quando abominável entre os representantes da nossa elite obscurantista. Por aqui não há limite na descida ao mais baixo degrau da civilidade porque este é exatamente o comportamento esperado pelos grupos mafiomidiáticos e sua manada de amestrados.

Lá como cá, os atiradores não são resultado do acaso. É produto bem pensado todo dia reforçado nos mesmos meios que promoveram a ditadura. Se observarmos bem, não há a menor diferença entre as boçalidades da Folha de São Paulo, Veja, Globo, Estadão & RBS em comparação com as sucessivas imbecilidades de Ronaldo Caiado. E eles só fazem isso porque as instituições que poderiam coibir é, no mínimo por omissão, também partícipe.  Onde estão o Conselho de Ética do Congresso, a Polícia Federal e o Poder Judiciário? Em relação ao Caiado, nem precisa partir das agressões a Lula. Podem começar a partir das pistas deixadas por seu correligionário, Demóstenes Torres.

Ronaldo Caiado é um subproduto de um Reinaldo Azevedo. É ovo chocado pelos assoCIAdos do Instituto Millenium. E como seu alvo preferencial é Lula, a cada nova bandidagem praticada por ele, as paneleiras de Higienópolis têm orgasmos múltiplos. Devido à inoperância de quem deveria coibir, a história nos ensina onde isso vai terminar.

Procure sobre a repercussão das agressões de Caiado nos jornais de hoje e entenda como funciona a Lei Rubens Ricúpero.

Histeria contra Lula expõe baixarias de Caiado

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Líder do DEM multiplica mentiras e acusações irreais numa cruzada insana pela criminalização do ex-presidente da República; senador ofende o decoro e rebaixa ao subterrâneo o debate político (que deve ser duro, porém democrático e sensato) ao insistir em relacionar o petista à Operação Lava Jato, à revelia mesmo das declarações do juiz Sérgio Moro de que o petista sequer é investigado na 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná; espalhafato com que divulgou a informações sobre o habeas corpus forjado em suas redes sociais levanta suspeita de que ele, Caiado, é o verdadeiro artífice dessa armação; cada vez mais caricato, ruralista mais ou menos dia entrará no Senado montado em seu cavalo branco à procura do cérebro que o ex-aliado Demóstenes Torres garante que ele nunca teve

25 de Junho de 2015 às 20:43

Goiás 247 – Estreante no Senado, o líder do DEM Ronaldo Caiado incorporou nesta quinta-feira (25) mais uma gafe para a sua coleção de equívocos na insistência de fazer uma oposição raivosa ao governo federal e aliados. Foi o parlamentar goiano que espalhou a mentira de que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva teria entrado com um pedido de habeas corpus na Justiça, temendo ser preso pelos desdobramentos da Operação Lava Jato. O próprio juiz Sérgio Moro divulgou nota informando que o petista sequer é alvo da investigação.

Deputados e senadores aliados do PT também já desmentiram a informação. O autor do habeas corpus é uma figura estranha, Maurício Ramos Thomaz, conhecido por ter feito o mesmo procedimento a favor de Nestor Cerveró. O pedido não tem autorização nem de Lula nem dos advogados do ex-presidente, como insinuou Caiado.

O Instituto Lula divulgou comunicado negando autoria do habeas corpus e lançou suspeitas sobre o Caiado. "O ex-presidente já instruiu seus advogados para que ingressem nos autos e requeiram expressamente o não conhecimento do Habeas Corpus. Estranhamos que a notícia tenha partido do Twitter e Facebook do senador Ronaldo Caiado".

Nas redes sociais, Ronaldo Caiado virou alvo de críticas e chacota. O jornalista Carlos Lindenberg escreveu em seu Twitter: "Que papelão o do senador Caiado! Isso não é coisa que um senador da República possa fazer impunemente. E o decoro? Caiado está na obrigação moral de pedir desculpas não apenas a Lula,mas ao país pela mentira espalhada aos 4 cantos".

Visto como um dos parlamentares mais espalhafatosos e contestadores do governo federal nos últimos anos, a figura de Caiado está se tornando uma mera caricatura na sua passagem pelo Senado. O goiano embarcou na fracassada missão dos senadores até a Venezuela e voltou do país com uma mão na frente e outra atrás. Caiado, que em Goiás sempre vendeu a fama de corajoso e destemido, não ousou em enfrentar os venezuelanos que protestaram contra a turma brasileira em Caracas. Literalmente, Caiado voltou com uma mão na frente e outra atrás.

Ódio a Lula

A obsessão em destruir a imagem de Lula também já colocou Ronaldo Caiado em situações vergonhosas e embaraçosas. Nas passeatas contra o governo federal, Caiado vestiu e lançou uma camiseta fascista que fazia alusão à deficiência física do ex-presidente. Novamente, o senador foi torpedeado nas redes sociais e chamada de nazista.

Em outro arroubo de ódio, Ronaldo Caiado usou o aplicativo Instagram para atacar o ex-presidente. Sem provas e sem qualquer sustentação, escreveu que o petista roubou a Petrobras e chamou o petista de "bandido frouxo". Antes encarado como parlamentar atuante e contestador, Caiado se transforma cada vez mais numa figura caricata e surreal, tal qual a cena em que aparecia montado num cavalo branco quando se arriscou na disputa pela presidência da República, em 1989.

Histeria contra Lula expõe baixarias de Caiado | Brasil 24/7

19/06/2015

O incrível exército de “branca” leone

branca leoneQuando li que Aécio Neves comandaria o Exército de “Branca” Leone que invadiria a Venezuela, lembrei-me logo do José Serra. Só pode ter sido uma artimanha do vampiro paulista. Deve ter pedido para alguém entregar ao bêbado das alterosas um mapa da Venezuela com a planta do Palácio de Los Lopez e outro com a planta do Palácio de Miraflores em Assunção. Em todo caso, vê-se que Álvaro Dias passou o bastão dos golpistas paraguaios ao ainda em síndrome de abstinência, Aécio Neves. Nestas horas Aécio já deve estar rumo ao Chile. Para assumir o lugar do Neymar. Onde houver a possibilidade de alguém cair, lá estão os soldados do Exército de Brancaleone em prontidão, prontos a passarem a perna.

E eu que pensava que depois da marcha dos zumbis e da marcha dos vadios o ridículo já havia subido ao telhado. De fato, não conheço a alma dos ventríloquos. Como diz um amigo meu, “é muita chinelagem emplumada”. A trupe do PSDB foi buscar lã e saiu tosquiada.

Viva Simón Bolívar!!!

Nem a genialidade do Mário Monicelli poderia imaginar uma marcha mais histriônica do que a destas cavalgaduras medievais sobre a Venezuela. Como Napoleão e e Hitler sobre Moscou, chegaram mas não entraram.

Alguém ainda há de lembrar de uma matéria da Folha de São Paulo de março de 2009: “Governo de SP manda recolher 500 mil livros de geografia com 2 Paraguais”.   Eram os tempos de José Serra, esta mente sombria que endoidece Aécio Neves.  Só ele poderia induzir Aécio a esta louca cavalgada.

Senadores são hostilizados por governistas na Venezuela

Comitiva de senadores volta ao Brasil sem obter reunião com políticos presos; militantes cercaram veículo do grupo

Bloqueio frustra visita de Aécio à Venezuela

Comitiva de senadores volta ao Brasil sem obter reunião com políticos presos; militantes cercaram veículo do grupo

Chegada de extraditado e lavagem de túnel atrapalharam saída de aeroporto; policial admite ‘sabotagem’

SAMY ADGHIRNIDE CARACAS

Uma comitiva de oito senadores brasileiros foi a Caracas nesta quinta (18) e, após seis horas de espera, voltou sem conseguir se reunir com opositores do governo.

O veículo que levava o grupo, liderado por Aécio Neves (PSDB-MG) e pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ficou parado na saída do aeroporto Simón Bolívar, devido a um congestionamento causado por um bloqueio policial.

Na saída do terminal, o micro-ônibus foi cercado por dezenas de partidários do governo, que bateram no veículo gritando: "Chávez não morreu, multiplicou-se".

Neste momento, batedores fecharam o caminho, alegando que não havia condições de a comitiva prosseguir.

Sem poder sair do aeroporto, os senadores acabaram voltando ao Brasil no fim da tarde. Segundo a Folha apurou, a embaixada brasileira ofereceu um helicóptero para levá-los até o aeroporto militar La Carlota, na região central de Caracas, mas a alternativa foi recusada pela comitiva. Oficialmente, a embaixada nega ter feito a oferta.

Os senadores não puderam ser ouvidos porque estavam no voo de volta, que chegou a Brasília apenas nos primeiros minutos desta sexta (19).

Autoridades que escoltavam a comitiva alegaram que o bloqueio se devia a obras na pista, limpeza de túneis e segurança para o translado de um prisioneiro recém-extraditado da Colômbia. Mais cedo, o trânsito parou por um derramamento de carga –esta foi a razão apontada pelo presidente Nicolás Maduro para o tráfego impedido.

O avião com Yonny Bolívar, acusado de matar uma manifestante grávida nos protestos de 2104, aterrissou em Caracas às 11h (12h30, em Brasília), uma hora antes da chegada da aeronave da FAB que levou a comitiva.

À Folha, porém, um dos agentes da Polícia Nacional Bolivariana admitiu haver uma ação orquestrada para bloquear a passagem do veículo com os brasileiros.

Como o micro-ônibus não passou pelo acesso à estrada que leva a Caracas, a comitiva de senadores voltou ao aeroporto. Lá, foram recebidos pelas mulheres de opositores e pela deputada cassada María Corina Machado.

O deputado João Daniel (PT-SE), que foi a Caracas a convite do governo, disse que ficou preso no trânsito devido a um acidente, mas chegou à capital após quatro horas, por uma rota alternativa.

A Folha viu María Corina cogitar a rota alternativa, que passa por uma zona perigosa, mas o oficial do governo que acompanhava a comitiva disse que não poderia garantir a segurança do grupo, e os senadores recuaram.

"Nós fomos sitiados e impedidos de cumprir o objetivo da nossa missão. Isto é um claro incidente diplomático da mais alta gravidade, e vamos exigir que a presidente Dilma convoque para consultas o embaixador em Caracas [Ruy Pereira] e tome outras providências cabíveis", afirmou Aécio à Folha.

Para o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), "eles [manifestantes] foram claramente pagos pelo governo".

Integravam a comitiva José Agripino (DEM), Ronaldo Caiado (DEM), Ricardo Ferraço (PMDB), José Medeiros (PPS) e Sérgio Petecão (PSD).

A previsão era que os senadores fossem ao presídio de Ramo Verde, onde tentariam visitar o opositor Leopoldo López, detido há mais de um ano acusado de instigar protestos contra o governo. Planejavam também visitar o prefeito metropolitano de Caracas, Antonio Ledezma, em prisão domiciliar.

Colaboraram MÔNICA BERGAMO, colunista da Folha, e FABIANO MAISONNAVE, de São Paulo

20/05/2015

Magna apologia da malta

Definição de malta: “conjunto ou reunião de pessoas de baixa extração social; escória, ralé.”

O elogio é uma forma antiga de homenagear personagem emblemáticos. A mais famosa é a Apologia de Sócrates. E não é uma, são duas. A de Platão e a de Xenofonte. Há também famosos elogios fúnebres, como aquele do Péricles a respeito dos atenienses caídos na guerra com Esparta.

No Brasil, há toda sorte de discurso fúnebre. Há o editorial da Rede Globo saudando a chegada da ditadura. Aliás, na Globo, o mais fúnebre de todos os discursos foi o direito de reposta de Leonel Brizola lido por um âncora com cara de defunto, Cid Moreira. Há o editorial da Folha de São Paulo chamando a ditadura de ditabranda.

Mas o mais emblemático dos tempos atuais é a Apologia do Pó! Para rivalizar com o famoso elogio fúnebre de Aécio Neves, escrito por Mauro Chaves, agora aparece mais um bípede para fazer jus à homenagem feita por Kiko Nogueira. Magno Malta não poderia ter recebido um nome mais apropriado. O nome é Magno, mas o cérebro é Mícron. Malta é malta em qualquer circunstância.

Nunca houve antes na história deste país um político com a capacidade de dizer em curto espaço de tempo o maior número de asneiras de que se tem notícia.

Magno Malta é o exemplo a um tempo exacerbado quanto verdadeiro no que se transformou a direita hidrófoba. Ele faz questão de se dizer contra a pedofilia mas ao mesmo tempo quer a maioridade penal. Nem se precisa de Freud para entender o que se passa na cabeça de quem vive falando em pedofilia e por isso quer ver menor preso…

O discurso de Magno Malta fez-me lembrar da única frase que pode resumir seu caráter: “Se não trepa e come merda, de que a hiena ri?”

Taí ó, o discurso de Magno Malta se inscreve no que se pode resumir numa Apologia do Bestiário!

Malta é a anomalia que quer combater

A Aécio: “V. Excia não perdeu a eleição. Recebeu um livramento…”

O Conversa Afiada reproduz artigo do Kiko Nogueira no DCM:

Magno Malta é ele mesmo a “anomalia” que quer combater

por Kiko Nogueira
O senador Magno Malta contém, em si mesmo, todas as interpretações possíveis do termo picareta. Na noite em que o plenário do Senado aprovou o nome de Luiz Edson Fachin para o STF por um placar de 52 a 27, Malta pediu a palavra.
Citando a Bíblia e a expressão “profissão de fé” a cada 30 segundos, pôs-se a justificar seu voto numa confissão de ignorância e maldade de dar gosto a Belzebu.
Ele tinha “dificuldade de votar” porque, na sabatina, Fachin só respondeu com “‘rolando lero’ jurídico”. O indicado de Dilma teve “escorregões jurídicos” ao escrever, por exemplo, o prefácio de um livro sobre poligamia.
Do púlpito, agitando os braços, detonou a marcha da maconha e a posição de Fachin sobre ela, segundo ele, favorável à liberdade de expressão. E se os pedófilos quiserem marchar, perguntava, apoplético.
“Se você não aplaude o homossexualismo, é homofóbico. Somos todos homofóbicos, então”, gritou. E a chave de ouro que não poderia faltar a um evangélico fundamentalista: “Fui eleito pelos que acreditam em família nos moldes de Deus, macho e fêmea. Fora isso é anomalia.”
MM já havia chamado de “anomalia” a PL 122, que incentiva, diz ele, a criação de um “império homossexual”.
Seu currículo de imbecilidades já havia sido alçado a um novo patamar em janeiro, quando enterrou o nariz no saco de Aécio Neves em seu retorno ao Senado depois da derrota na campanha presidencial. “Vossa Excelência não perdeu as eleições. Vossa Excelência recebeu um livramento da parte de Deus”, falou, num aparte antológico.
O medo e a raiva dos gays é parte do que Freud chamava de “formação reativa”, o conflito contra os símbolos externos de um sentimento que está sendo sufocado internamente.
Em seu teatro sobre Luiz Fachin, Malta foi sincero num ato falho. “Diziam ‘amanhã ele vira ministro do Supremo, caí um processo seu na mão dele e você estará arrebentado’”.
É esse seu receio, é essa a razão de toda sua conversa baseada no ódio e no preconceito: que seja julgado por Fachin no Supremo. Malta é a anomalia de que tanto fala. Onde está Deus que não opera um livramento onde é necessário?

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Malta é a anomalia que quer combater | Conversa Afiada

06/03/2015

Fundo do poço: assassinos e estupradores da ditadura agora cobram moralidade

Filed under: Aracely,Clube Militar,Ditadura,Energúmenos,Estupro,Gorilas — Gilmar Crestani @ 8:28 am
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ditadura aracelyCORRUPÇÃO

Clube Militar lançará campanha pela ‘moralidade nacional’

DO RIO – O Clube Militar, no Rio, lança no próximo dia 19 uma campanha pela "moralidade nacional". A intenção é realizar debates e divulgar textos na internet com o combate à corrupção como tema principal.

O clube divulgou uma lista com 31 nomes, entre militares da reserva, jornalistas e políticos que, de acordo com a associação, aderiram à ideia.

Em uma carta, o grupo diz que a iniciativa surgiu "com a constatação de que valores da sociedade apresentam diversas distorções". "Os direitos de minorias prevalecendo sobre os da maioria" seriam uma delas, segundo o clube.

A informação surpreendeu o jornalista Fernando Gabeira, que aparece como signatário."Autorizei a utilização de meus textos no site. sobre esta questão não estou sabendo de nada. Não li o documento."

Para o general Gilberto Pimentel, presidente do clube, a pretensão é que a iniciativa "seja de todos que amam, verdadeiramente, o Brasil".

23/10/2014

O dedo fedorento de FHC

Filed under: Anencéfalos,Demagogo,Energúmenos,FHC,Imbecilidade,Incompetente,Maucaratismo — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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A “podridão” segundo FHC, o Demagogo

Postado em 22 out 2014 – por : Paulo Nogueira

Indignado

Indignado

Passou despercebida, em meio ao alarido eleitoral, uma declaração de apoio do jurista Eros Grau, ex-STF, a Aécio.

Grau, aos 74 anos, é um dos signatários de um manifesto chamado “Esquerda democrática com Aécio Neves”.

Ao jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, ele disse que será um “soldado” num eventual governo Aécio. Sem nenhum cargo, afirma, por razões etárias.

“É uma coisa muito engraçada. A maioria das pessoas acha que pelo fato de o presidente Lula ter indicado a mim, ao Joaquim Barbosa e ao Cezar Peluso ao Supremo, nós seríamos ligado ao PT. Mas nenhum de nós é. Eu sempre fui ligado ao PSDB e minha origem lá atrás é sabida”, diz Eros.

É uma frase curta, simples – mas sobre a qual os historiadores terão que se debruçar quando escreverem alguma biografia de Lula.

Lula, o Rei do Aparelhamento segundo seus opositores, nomeou então para o STF três juízes que nada tinham a ver com o PT, conforme palavras de um deles.

Um pouco mais que isso. Eros era, como ele mesmo conta, sabidamente ligado ao PSDB, nêmesis do PT.

Agora compare a indicação de Eros, fiquemos nele, com uma de FHC: Gilmar Mendes.

Num perfil de Gilmar Mendes e sua mulher, alguns anos atrás, a colunista da Folha Eliane Tucanhede lembrou – em tom quase de congratulação – a alma tucana do juiz.

Este foi o padrão FHC de nomeações no STF. Em seus anos no STF, Gilmar Mendes não decepcionou quem o colocou lá. Ele tem se comportado muito mais como um militante do PSDB do que como um juiz propriamente dito.

Em pleno Mensalão, Gilmar não se embaraçou ao ir, festivo, ao lançamento de um livro de Reinaldo Azevedo sobre os “petralhas”.

Abraçou o autor, posou para fotos – fez enfim tudo aquilo que um juiz não deveria fazer, em nome da imparcialidade.

Recentemente, no STF, vetou um direito de resposta do PT na Veja e desfez  assim uma decisão unânime do TSE sob a alegação de que os acusados deveriam antes provar sua inocência.

Gilmar foi e é um soldado de FHC, o mesmo FHC que conclamou as multidões a comparecer a uma manifestação contra essa “podridão” para a qual nem ele próprio confirmou participação.

No marketing, você logo aprende que um autoelogio tem determinado valor. Um elogio partido de outra pessoa vale muito mais. Se esta pessoa está do outro lado que não o seu, como é o caso de Eros Grau em relação a Lula, o valor é ainda maior.

Quanto a FHC, há uma palavra exata para políticos que falam uma coisa e fazem outra.

Demagogo.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » A “podridão” segundo FHC, o Demagogo

27/09/2014

Como funciona uma cabeça sem cérebro?

ditadura era issoVou explicar. O bandido chega na casa do general. Prende o sujeito no banheiro, tortura, estupra, e depois faz guisado dele para que possa descer pela privada. O filho do general reage aos bandidos. Na cabeça destes gorilas, o culpado é filho que reage, não o bandido que invade a casa, expulsa os inquilinos, prende, tortura, estupra, mata e desova o resto em covas clandestinas. Vou dar de barbada que o gorila tenha razão, que a violência partiu da esquerda. Derrubar um governo com uso de tanques não é violência? Só na cabeça de um anencefálico cabe um raciocínio destes. Estes caras não são nada sem uma arma na mão. E com uma arma na mão até o Fernandinho Beira-Mar era macho!

Meu deus, estes caras, com uma arma na mão se acharam reis da cocada preta. São excremento no lixo!

Generais recusam desculpas por ditadura

Manifesto ataca Defesa e Comissão da Verdade

DE SÃO PAULO

Um grupo de generais da reserva do Exército divulgou, na sexta (26), manifesto de repúdio ao ministro da Defesa, Celso Amorim, e com duras críticas à atuação da Comissão Nacional da Verdade.

Assinado por 27 oficiais que tiveram postos de comando durante a ditadura militar (1964-85), o documento diz que Exército, Marinha e Aeronáutica não devem qualquer pedido de desculpas pelos crimes cometidos no período.

"Abominamos peremptoriamente a recente declaração do senhor ministro da Defesa à Comissão da Verdade de que as Forças Armadas aprovaram e praticaram atos que violaram direitos humanos no período", afirma a nota.

A manifestação é uma resposta a um ofício encaminhado por Amorim à Comissão da Verdade admitindo, pela primeira vez, que as Forças Armadas não têm condições de negar a ocorrência de mortes e crimes na ditadura.

O manifesto dos generais diz que a violência no período partiu da esquerda armada e que a Comissão da Verdade "açula" as Forças Armadas ao investigar somente os crimes cometidos pelo Estado. "Temos orgulho do passado e do presente de nossas Forças Armadas. Se houver pedido de desculpas, será por parte do ministro. Do Exército de Caxias não virão! Nós sempre externaremos a nossa convicção de que salvamos o Brasil!", conclui a nota.

A presidente Dilma Rousseff limitou-se a dizer que as leis precisam ser cumpridas.

21/09/2014

Professora de Semiótica só tem um olho, e não vou dizer qual…

Se a professora tem este QI, fico assustado com o que possam ser seus alunos. Se uma espécie de Rodrigo de Constantino já é uma aberração da natureza, nem por clones se poderia inserir uma dose do cientificismo à la Malafaia. Já tinha ouvido falar que o símbolo da Copa, em vermelho, era coisa do comunismo. Agora aparece esta dublê de professora com jeito de paraninfa da turma do CCC para esculhambar de vez minha higiene mental.

Direita escrota é uma coisa, mas com tanta burrice acumulada só pode advir de anos de leitura da Veja. Com tamanho baixo nível na direita, qualquer um de esquerda deita e rola. Não admira que Dilma, sem ter feito um grande governo, esteja anos-luz à frente desta escumalha. Só não digo que sinta vergonha alheia por que não tenho pena de gente safada.

Deve ser a poluição ou a crise d’água que torna São Paulo incubadora de coisas do tipo Santaella, Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf. Ô RAÇA!

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça

dom, 21/09/2014 – 11:19

Uma ciclovia em Amsterdam

Enviado por Reinaldo Melo

Do seu blog

Lúcia Santaella, em seu livro A Assinatura das Coisas, afirma que "o mundo não está dividido entre coisas, de um lado, e signos de um outro. Isto quer dizer: não há nada que não possa ser um signo, ou melhor, tudo é signo, ou melhor ainda, todas as coisas têm a sua própria assinatura."

Coerente com sua própria teoria, a professora, uma das maiores especialistas em semiótica do Brasil, posta em seu Facebook uma análise sobre as ciclofaixas na cidade de SP:

Coadunando a mensagem com a teoria, pode-se afirmar que vemos um signo cujo significado revela como são discutidas as questões coletivas em nossa sociedade: por meio do ponto de vista individualista, que produz um unilateralismo em que se fecha o olhar para a multiplicidade mais óbvia do mundo que o rodeia.

A mensagem poderia passar por imperceptível, como qualquer outro comentário de alguém que vê o mundo com o fígado, mas, por ser de uma professora PHD que já lecionou em Berlim, é de se espantar com o fato de que intelectualidade e sensatez não são irmãos siameses.

Primeiramente a falta de compostura para com o prefeito de uma cidade, chamando-o de pintor de ruas e dizendo que as ciclofaixas foram encomendadas do "diabo em pessoa". Interessante, como a professora estabelece a política de criação de ciclofaixas como uma política demoníaca.

Um dado importante: em 2012, morreram na cidade de Sp 52 ciclistas, um por semana. Fora os casos de atropelamento. Em Março de 2013, a mídia deu destaque para o caso do ciclista David Santos Souza, que teve seu braço arrancado. O motorista não o socorreu e jogou o braço num córrego.

O ciclista David Santos Souza

Certamente, a professora se utilizou apenas do seu olhar unilateral de motorista de uma sociedade em que as grandes cidades são estruturadas para comportar o símbolo mor do individualismo contemporâneo, o automóvel, oprimindo e excluindo qualquer cidadão que se locomova por outros meios: o pedestre, o ciclista, os passageiros de ônibus.

A professora recomenda ao prefeito o estudo ("só um pouquinho") de semiótica para o conhecimento de efeitos das cores em nosso sistema nervoso central, dizendo que a cor vermelha da ciclo faixa se caracteriza como poluição visual. E destila o fel da incompreensão afirmando que é uma propaganda política de um partido político cuja cor característica é vermelha. E para completar tal azedume, a cereja do bolo é asseverar que São Paulo não é uma cidade como a capital holandesa Amsterdam para que haja ciclofaixas a torto e a direito.

Santaella deveria deixar de analisar o fato através de sua semiótica estática e estudar um pouquinho mais para constatar que a cor vermelha foi estabelecida pelas normas nacionais de  trânsito, no intuito de chamar a atenção do motorista mesmo, não se compondo como poluição visual. De onde se conclui também que não se caracteriza como propaganda política partidária.

Ao mesmo tempo, o sentimento de vira-lata também surpreende, vindo de uma estudiosa como Santaella. A elite paulistana sempre teve a Europa como modelo em educação, política, arte, etc. Afirmar que São Paulo não é Amsterdam é dizer que as políticas de lá nunca dariam certo aqui porque não temos a "evolução" do europeu.

A mensagem de Lúcia Santaella poderia passar como algo inocente, como apenas uma expressão natural de uma cultura mal humorada do paulistano que nunca está contente com nada do que é feito em sua cidade, mesmo que seja algo positivo. Mas revela-se como algo gravíssimo: ao se discutir política se enfoca mais no caráter privado do que no público.

Dane-se o fato de morrer um ciclista atropelado por semana, que se exploda as mais de 4500 pessoas que morrem por causa da poluição de veículos em São Paulo, que se seja indiferente ao efeito estufa e com a desertificação da região metropolitana paulista.

Este desprezo pelo bem comum é consequência da visão torpe e individualista de parte do eleitorado que discute a política partidária com as enzimas do fígado.

Não é à toa que uma recente pesquisa demonstrou que os candidatos favoritos para ocuparem uma cadeira na Câmara dos Deputados sejam Tiririca, Marcos Feliciano e Paulo Maluf.

O eleitor de Tiririca mal sabe de sua trajetória nestes quatro anos em que exerceu o cargo de deputado, mas se seduz com a estratégia de riso que o candidato adota em sua campanha, ou seja vota-se no candidato por que ele causa o riso zombando da política, a única ciência capaz de engendrar caminhos para o bem estar coletivo. Troca-se o voto pelo riso individual, anulação da política ou de qualquer reflexão ou conhecimento sobre ela.

No caso de Marcos Feliciano, desemboca-se na mesma gravidade, sem a "inocência" humorística de Tiririca.

Feliciano ficou famoso por conta de sua postura frente à presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, onde obstruiu projetos que favoreciam minorias, ao mesmo tempo dando declarações racistas, homofóbicas e machistas, contrastando com o cargo que ocupava.

O eleitor de Feliciano combina sua visão fundamentalista com a visão sobre a política: para ele não há diferença entre o seu moralismo e o Estado. Um deputado tem de aliciar, subornar, chantagear o Estado para que este se torne imóvel em sua obrigação: formular políticas para uma sociedade heterogênea e multicultural. Com a eleição de Feliciano e, consequentemente, com o aumento da bancada evangélica, o que se estabelece é a crise do Estado, prestes a se transformar num templo em que uma parcela religiosa da sociedade impede que políticas públicas e laicas, que favorecem todo o coletivo, sejam barradas e até revogadas.

O eleitor de Paulo Maluf é o retrato perfeito que vemos por meio das afirmações da professora Santaella: o bordão "foi Maluf que fez" coaduna com a visão de progresso que o paulista possui. Concreto, asfalto e viadutos foram a herança que Maluf deixou através de suas gestões pautadas pela visão futurista utópica de uma São Paulo sempre em movimento. A cidade feita para o carro e para o cidadão de bem. Se há engarrafamento, Maluf projeta um viaduto ali, um minhocão aqui para resolver o fluxo. Há problemas de ordem social, salientando as contradições do projeto futurista com os anseios dos mais pobres? Não há o porquê de se preocupar, Maluf botará a Rota na rua.

Além do fascismo claro, há ainda a indiferença para com o fato de Maluf ser réu em vários processos de corrupção e não poder sair do país por estar sendo caçado pela Interpol. A indignação seletiva é um dos traços de um povo que elege aqueles que fazem faltar água nas torneiras, mas que se ferramenta do ódio contra políticos preocupados com a diminuição da taxa de poluição e da imobilidade urbana.

Tal natureza do eleitor e das figuras centrais destas eleições é consequência de uma visão publicitária ideológica, que quer atingir o indivíduo eleitor como mero consumidor a escolher um candidato conforme seus desejos íntimos e sua visão unilateral do mundo. Mas isso fica para outro texto.

O que se pode concluir é que candidatos e eleitores são signos que fazem da política algo totalmente surreal. Há uma imobilidade do pensamento crítico e reflexivo que poderia contribuir com a construção de uma sociedade harmônica, mas o que se vê é uma indiferença para com os problemas sociais e com as decisões que possam solucionar alguns desses problemas. E quando não há a indiferença, depara-se, constantemente, com o fel destilado contra qualquer mecanismo que queira discutir ou resolver tais questões.

A professora Santaella, dentro de seu véu de cidadã crítica, não percebe que seu discurso favorece a armação de um circo no palco das discussões sobre políticas públicas e faz com que a democracia seja vista através da miopia que favorece os donos do picadeiros, fazendo de nós, PHD’s ou não, nos verdadeiros palhaços dessa ilusão de (semi)ótica chamada democracia.

A Semiótica da Imobilidade e a Democracia Palhaça | GGN

13/09/2014

A ética da malandragem

Collor_de_Mello_Cacador_de_MarajasA partir do momento em que a Constituição obrigou a realização de concurso público pessoas com a ética da Ana Amélia Lemos começaram a bater no servidor público. Houve até uma orquestração da Veja com Globo, RBS e demais membros do Instituto Millenium para eleger o tal de caçador de marajás…

Fazer concurso público para preencher cargos virou aparelhamento do Estado. Quando o marido empregava a mulher para ganhar, por mês, R$ 8.115,00, para não fazer nada, a RBS e seus colegas de Instituto Millenium não tinham fixação no serviço público. Tanto que a RBS terceirizou o pagamento do salário de sua funcionária ao Senado Federal e não se viu na obrigação tornar público esta pilantragem.

Aliás, pilantragem deve ser, a julgar pela prática política de Antonio Britto, Yeda Crusis, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, a única coisa que se aprende na RBS.  O grupo sempre disposto a apontar o dedo na ferida alheia “não enxerga” o que se passa embaixo do seu nariz.

Vivem acusando Dilma de não saber o que se passa na Petrobrás mas vamos ver dois casos escandalosos nos que estão sempre de dedo em riste para acusar: a RBS, que não via, não sabia o que sua diretora da Sucursal de Brasília fazia. O outro caso aconteceu no Estadão: Pimenta Neves era o Diretor de Redação. Assediava moral e sexualmente a colega de redação, Sandra Gomide. O miopismo da família Mesquita com o que acontecia sob seus olhos resultou no assassinato, pelas costas, de Sandra Gomide, pelo Diretor de Redação.

E um outro caso, ainda mais emblemático. Miriam Dutra, jornalista da Rede Globo, era amante de FHC. E dizia ter dele um filho. A Globo escondeu o fato e escondeu a funcionária na Espanha para não atrapalhar suas relações com o então Presidente. Apesar de ter tantos meios de informar, a Rede Globo se recusou a falar sobre isso. A ironia da história é que os filhos da D. Ruth Cardoso, ex-mulher de FHC, conheciam tão bem o pai que têm que resolveram pedir exame de DNA e aí descobrem que o filho que a Globo e sua jornalista dizerem ser dele, não era.

São estes grupos mafiomidiáticos que querem nos ensinar ética na política, que querem falar aparelhamento do Estado.

Eu sempre suspeito do moralismo exacerbado e a cada dia que passa descubro que as pessoas de dedo em riste para apontar a mazela dos outros, e por isso ocupam espaço na velha mídia, são os piores que existe. Nestas horas, e só nestas horas, lamento que não exista inferno.

Ana Amélia Lemos é da mesma escola, a escola do mau caratismo, de um Pimenta Neves, Lasier Martins, Antonio Britto, Augusto Nunes, Demóstenes Torres, Silas Malafaia, Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde, Arnaldo Jabor et caeterva…

12/set/2014, 17h31min

Ana Amélia divulga nota mas não explica como conciliava cargo no Senado e emprego na RBS

Ana Amélia Lemos foi a primeira a se pronunciar | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Amélia Lemos divulgou nota sobre o emprego no Senado | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Ávila

A candidata ao governo do Estado pelo PP, Ana Amélia Lemos, divulgou nota sobre o período em que ocupou Cargo em Comissão no gabinete do marido, o senador biônico Octávio Cardoso, entre 1986 e 1987, ao mesmo tempo em que dirigia a sucursal do Grupo RBS em Brasília. No entanto, na declaração, a candidata não responde a questões como de que modo conciliava os empregos. Desde a tarde de quinta-feira (11), o Sul21 tenta falar com a progressista, mas conseguiu contato apenas com seus assessores e com o presidente do PP, Celso Bernardi. Ana Amélia concedeu entrevistas a outros veículos na manhã desta sexta (12), mas sua assessoria informou que ela está cumprindo agenda de campanha no interior do Estado, e não pode falar com o Sul21.

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Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

Ana Amélia não informou até agora, nem na nota oficial, nem nas declarações à imprensa, como cumpria a carga de 40 horas semanais de trabalho como CC, que deveriam ser atestadas pelo titular do Gabinete, juntamente com a função de diretora da sucursal da empresa de comunicação gaúcha em Brasília.

Questionado sobre o assunto, o presidente o PP, Celso Bernardi, disse que ainda não havia conversado com Ana Amélia, mas falou um pouco sobre o modo como acredita que seja cumprida a carga horária pelos CCs. “Essa exigência de oito horas é meio interessante”, disse Bernardi. “O CC é Cargo em Comissão. Muitas vezes, a pessoa tem escritório fora, trabalha de noite. Por exemplo, o deputado que tem escritório em Porto Alegre, tu achas que oito horas é uma exigência? É muito mais, é a campanha, viajando junto. Eu não sei. Tu estás pegando um ponto que não fazia oito horas. Eu não sei. Na época, quem controlava isso é que tinha que avaliar se a pessoa fazia, ou não fazia”, afirmou o presidente do PP.

Ao ouvir que seria de interesse público saber se o funcionário cumpria as horas pelas quais recebia, Bernardi disse que “desde 1988, foi bem mais assegurado isso aí. Eu não posso avaliar um assunto que aconteceu há 28 anos. Eu não estou em Brasília, eu não estou no Senado”.

Na nota que divulgou nesta sexta (12), Ana Amélia também se refere à Lei do Nepotismo, de 1988, que passou a coibir a prática. “Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações!”, diz o texto, sem entrar na discussão do aspecto moral.

A candidata afirmou também, em entrevista ao Portal Terra, que não havia incompatibilidade na função que desempenhava: “Fiz uma assessoria com um ‘salariozinho’ para o meu marido. Não havia nenhuma incompatibilidade porque o salário na época era baixo”, disse Ana Amélia. O salário ao qual Ana Amélia se refere era de Cr$ 9 mil, (cerca de R$ 8.115,00 em valores atualizados). A quantia corresponderia hoje a mais de nove salários mínimos regionais.

Segundo Ato da Comissão Diretora do Senado nº12, de 1978, a função de Secretária Parlamentar exercida pela então jornalista tinha como tarefa prestar “apoio administrativo ao titular do Gabinete, preparar e expedir sua correspondência, atender as partes que solicitam audiência, executar trabalhos datilográficos, realizar pesquisas, acompanhar junto às repartições públicas assuntos de interesse do Parlamentar e desempenhar outras atividades peculiares à função”.

Confira a nota na íntegra:

“Na política brasileira, alguns partidos se especializaram em tentar destruir reputações, como ocorreu recentemente com as biografias de dois conhecidos jornalistas. Agora, vasculham minha vida e o que encontram? Trabalho! Um contrato de 1986, no qual prestei por 11 meses assessoria parlamentar no Senado quando era jornalista em Brasília! Naquela época, não havia a tecnologia de hoje e eu fazia pautas e clipagens, que não eram incompatíveis com a minha função na RBS! Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações! Meu gabinete é a prova que valorizo os CCs porque a maior parte deles está nessa condição! Lembro também que esses cargos não têm direito a FGTS, assistência médica, etc! O que critico é o excesso de CCs no Rio Grande do Sul, pois o atual governo possui 6 mil funções comissionadas! Com gasto mensal de R$ 10,5 milhões mensais, não incluindo aí todas as despesas desse contingente com diárias, telefone e outros gastos inerentes às funções desempenhadas. Em quatro anos, o atual governo terá gasto mais de meio bilhão de reais somente com CCs! Devo ser avaliada pelo meu mandato no Senado e não por um fato de 30 anos que não possui ilegalidade!”

Senador biônico

Octávio Omar Cardoso, marido de Ana Amélia, morto em 2011, era filiado à Arena, partido que dava apoio aos governos da ditadura. Ele foi vereador entre 1950 e 1954, deputado estadual entre 1962 e 1966 e suplente de Nelson Marchezan na Câmara, em 1974. Durante o regime militar, foi suplente do senador Tarso Dutra, em 1978, também ele senador biônico. Em 1983, quando o partido já se chamava PDS, assumiu definitivamente o cargo de senador, após a morte de Dutra. Cardoso foi secretário de Economia do governador Ildo Meneghetti e ocupou diretorias na Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM) e na Caixa Econômica Federal.

A inclusão de um percentual de senadores eleitos indiretamente por colégio eleitoral foi instituída pela chamada Emenda Constitucional n° 8 , de 1977, que também ampliou o mandato presidencial de cinco para seis anos, instituiu governadores e prefeitos biônicos e ampliou o número de deputados federais nos estados menos populosos. O dispositivo garantiu maioria aos militares no Congresso Nacional.

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08/09/2014

Marcelo Tas saiu do hospício

Filed under: Eleições 2014,Energúmenos,Ignorante!,Ignorância,Marcelo Tas — Gilmar Crestani @ 8:35 am
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Marcelo Tas

O ataque populista de Marcelo Tas a Eduardo Jorge

Postado em 07 set 2014

por : Kiko Nogueira

Tas

Tas que é um nojo, o pá!

Em tempos de intolerância, truculência e intimidação — vide a ação que Aécio Neves move contra o Twitter para obter os dados cadastrais de 66 perfis, inclusive o do DCM –, Eduardo Jorge acaba de dar uma breve lição de civilidade.

O apresentador do CQC Marcelo Tas quis, inexplicavelmente, crescer para cima do candidato do PV no Twitter. Uma cotovelada gratuita, vinda do nada, sabe-se lá para quê.

“Eduardo Jorge sugere q paremos de usar carro. E quem não tem a vida mansa como ele, como fazer?”

Bem, não apenas Eduardo Jorge, mas o mundo anda sugerindo transportes alternativos e discutindo a questão da mobilidade nas cidades. “Vida mansa” significa o quê? Que o homem é um vagabundo, ao contrário de Tas?

Eduardo Jorge respondeu de maneira objetiva: “Uso metrô, trem, ônibus e bicicleta no dia a dia. Sou médico sanitarista, trabalho e me locomovo como a maioria dos brasileiros”.

Tas não se deu por vencido. “Você é candidato a presidente do Brasil. Ao dizer que não usa carro, além de populista, você se torna um mentiroso”.

“Não disse que não uso carro, e sim que uso transporte público e bike nos deslocamentos do dia a dia sempre que possível”, foi a resposta.

A chantagem do apresentador prosseguiu com uma ameaça de publicar fotos de EJ num automóvel (!!), como se isso pudesse provar alguma coisa.

O ataque de Tas é uma trolagem mal informada e mal intencionada, supostamente esperta, de um candidato “menor” à presidência da República.

De alguma maneira, ele deve considerar que está combatendo um mal. É preciso desmascarar os “picaretas” propondo uma tese absurda e inaceitável como usar transporte público ou bicicleta.

(É um sintoma de uma perda de estribeiras generalizada, também. Há dias, alguém deixou um comentário no DCM acusando o site de receber dinheiro ilegal. Acusar com provas ou qualquer coisa assim estão fora de questão).

O populismo autoritário de gente como Marcelo Tas é muito mais nocivo e perigoso que o de Eduardo Jorge.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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19/06/2014

Habemus Jumentum

 

Los Angeles Times tira “sarro” de colunista da revista Veja

Da Redação
Revista Fórum

A teoria da conspiração do colunista Rodrigo Constantino, da revista Veja, sobre o “2014” em cor vermelha no logo da Copa do Mundo ser uma propaganda subliminar em pleno ano eleitoral pode ter sido considerada uma genial sacada por muitos dos leitores do autor, na rede, no entanto, o texto virou motivo de discussão e Constantino virou piada.

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O correspondente do periódico Los Angeles Times, Vincent Bevins, leu o texto “O logo vermelho da Copa”, e postou em seu Twitter: “Oh Deus. Colunista brasileiro defendendo que o vermelho 2014 na logo da Copa do Mundo é obviamente uma propaganda socialista”.

Não demorou muito para que seus seguidores caíssem na risada e sugerissem que a Coca-Cola também deve ser socialista.

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“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também"

“Quase certo que a Coca Cola seja socialista raivosa também”

Ao passo que um dos seguidores tentou argumentar que o Brasil, sendo governado pelo PT vermelho, deve ter tido alguma influência na escolha, Bevins aponta que o colunista da Veja deveria ter no mínimo consultado o Google para saber quem de fato fez a criação do logo antes de escrever um texto inflamatório.

O logo em verde, amarelo e o subliminar vermelho foi criado pela agência de publicidade África – que concorreu com outros cinco logos também criados por agências. Segundo a “Gazeta Press”, o logo foi escolhido por uma equipe de notáveis formada pelo presidente do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira, o secretário da Fifa, Jerome Valcke, Oscar Niemeyer, Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Hans Donner

Como apontou o site Muda Mais, provavelmente a maior má impressão que ficará para a imprensa estrangeira nessa Copa, será a “duvidosa” linha editorial de alguns dos periódicos brasileiros.

Los Angeles Times tira "sarro" de colunista da revista Veja « Sul 21

31/12/2013

Quem apostou nos jornais, perdeu na Bovespa

 

Guerra psicológica de 2013 terminou em fracasso

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Ontem, em cadeia nacional de rádio e televisão, a presidente Dilma Rousseff fez um alerta; disse que a "guerra psicológica" que tenta infundir desânimo e pessimismo pode inibir investimentos e retardar o crescimento; na virada de 2012 para 2013, aconteceu um desses fenômenos, quando os jornais Folha e Globo tentaram convencer a opinião pública que havia risco iminente de racionamento de energia elétrica; nesta segunda-feira, o jornal Valor Econômico, que pertence aos grupos Globo e Folha, informa que a expansão do sistema elétrico em 2013 foi a maior em três anos

Brasil 24/7

Índice Bovespa fecha o ano com queda de 15,5%

Reprodução:

Foi o pior desempenho entre os principais índices acionários globais e, em meio a um cenário repleto de incertezas, especialistas estão pouco otimistas em relação a 2014

Brasil 24/7

24/09/2013

Os sinais de ressaca na campanha sobre a AP 470

Mas como dizer isso a um beócio? À manada que se faz de tapete para os golpistas passarem? Às marionetes que estufam o peito para repetirem ideias pré-concebidas pelos espertalhões de sempre? Os principais coveiros da Ação 470 não foram petistas nem seus advogados. Foram exatamente pessoas ideologicamente ligadas à direita, como Celso de Mello, Ives Gandra, Cláudio Lembo.  Mas vai dizer isso a quem vive de destilar ódio contra pessoas simplesmente porque a velha mídia apontou como alvo? Pelo nível do argumento pode-se verificar com muita tranquilidade que se trata apenas de recurso para superarem frustrações profissionais, sexuais e intelectuais.

Os sinais de ressaca na campanha sobre a AP 470

seg, 23/09/2013 – 17:11 – Atualizado em 24/09/2013 – 08:35

Luis Nassif

É curioso o estágio atual da mídia frente a AP 470. Ainda há espaço para os carniceiros, os estimuladores da manada. Mas, em momentos cada vez mais frequentes percebe-se um cansaço, uma certa lassidão que sucede os grandes episódios orgiásticos, seja na guerras sangrentas ou na pornografia. São sentimentos similares, denotadores da falta de limites.

A manifestação de Ives Gandra da Silva Martins – que, antes da Folha, já externara o mesmo desconforto na insuspeita revista da Associação Comercial de São Paulo – é significativa, por partir de uma das fontes preferenciais do  establishment midiático.

O desconforto não é apenas em relação à teoria do domínio do fato – que poderá reverter contra os advogados em suas causas futuras. É também em relação à postura de magistrados, à perda de referenciais de cortesia, ao deslumbramento com os refletores.

A ele se somam manifestações de colunistas mais independente, pequenas brechas na muralha para abrigar o desconforto de outros juristas, advogados, análises mostrando a inutilidade do carnaval para as eleições de 2014.

Os objetivos não alcançados

A ofensiva midiática teve dois objetivos. O primeiro, desviar o foco da cobertura da CPMI de Carlinhos Cachoeira. O segundo, o de não apenas condenar, mas liquidar, humilhar, destruir, salgar a terra por onde passasse José Dirceu, pelo desplante de ter afrontado a mídia em diversas ocasiões.

Faz parte de uma lógica imperial: quem ousar se interpor no caminho da mídia precisa ser totalmente destruído como tática de disuasão.

Ninguém ganhou com essa demonstração irresponsável de poder.

Perdeu a mídia, perdeu o país e, principalmente, perdeu o Supremo.

Em nome da vingança atropelaram-se normas básicas de direito individual. Caminham para transformar réus em vítimas. Se preso, Dirceu se tornará herói em vida, ao invés da pessoa que, para garantir  a governabilidade ao partido, singrou por águas turvas

O que era para ser a punição exemplar de práticas políticas condenáveis, transformou-se no oportunismo mais rasteiro, revelando a outra face da mesma moeda de corrupção política: quando agentes se valem seletivamente dos vícios do sistema para jogadas oportunísticas.

A hipócrita política brasileira

De fato, não há diferença entre réus e alguns dos julgadores. Todos fazem parte da mesma tradição de hipocrisia do modelo político brasileiro.

O jogo sempre é o mesmo. Há um conjunto de vícios no modelo. Partidos de oposição se fortalecem denunciando os vícios de quem está no poder. Quando conquistam o poder, repetem os mesmos vícios. Aí a nova oposição passa a criticar os vícios, utilizando-os de escada para reconquistar o Poder. Mas ninguém se preocupa em corrigir os vícios, porque todos se beneficiam deles – quem pratica e quem denuncia.

Ao julgar seletivamente os vícios do PT, ministros do Supremo agiram com a mesma hipocrisia dos partidos políticos. Não há diferença. Pertencem todos ao mesmo lodo institucional, no qual impera a esperteza, jamais o compromisso de aprimorar as regras do jogo.

A ressaca

Agora, tem-se essa lassidão. Há um incômodo generalizado no sistema judiciário, pelo fato da face pública do poder ser um Gilmar Mendes, um Luiz Fux, um Joaquim Barbosa, e nao mais um Moreira Alves ou mesmo um Celso de Mello. Um incômodo generalizado entre jornalistas independentes – que trabalham ainda na velha mídia – pelo fato de, na fase mais dura do macartismo, nao terem podido externar sua indignação com o antijornalismo praticado.

À medida que cessa o álibi da guerra total, vai caindo a ficha geral sobre o estrago que esses tempos de devassidão jurídica provocaram na imagem do Judiciário e na esperança daqueles que ainda acreditavam que o escândalo é a espoleta para as mudanças. No país da jaboticaba, não é: é apenas o holofote para levantar o ego togado de ministros de pouca grandeza.

Os sinais de ressaca na campanha sobre a AP 470 | GGN

08/09/2013

Conhece-te a ti mesmo

Filed under: Boçal,Energúmenos,Olavo de Carvalho — Gilmar Crestani @ 10:01 am
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Em entrevista publicada na Folha deste domingo, 08/09/2013, o guru da Direita se despe e confessa:

FOLHA – Em quais pontos suas ideias podem ser classificadas de direita e em quais não?

Olavo de Carvalho – Não tenho a menor ideia, nem me interessa. O coeficiente de esquerdismo ou direitismo está antes nos olhos do observador e varia conforme as épocas e os lugares.

Só gente muito estúpida –isto é, a esquerda brasileira praticamente inteira– imagina que direita e esquerda são categorias metafísicas imutáveis, a chave suprema para a catalogação de todos os pensamentos.”

Depois de uma filosofada destas só gente muito estúpida pode pagar para publicar e energúmenos maiores ainda para comprar. Uma raciocinada destas desconhece, no mínimo, a máxima do pai da Filosofia, Sócrates, e o Oráculo de Delfos, cuja portada ostentava:  “Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo.” Gente do naipe de um Olavo de Carvalho existem em função dos finanCIAdores ideológicos. Isto é, são pagos para serem boçais porque a boçalidade intere$$a a quem os finanCIAm! Não é sintomático que todo ventríloquo do pensamento direitista vive mais nos EUA que no Brasil? Quem os finanCIA?!

09/08/2013

Presunta é o cacete!

Filed under: Corrupção,Corruptores,Energúmenos,FHC,Juan Árias,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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O colonista amigo do CANSEI e començal da Rede Globo, Juan Árias não tem o mesmo cuidado quando se trata de atacar Dilma e Lula. Quando envolve corruptos seus aliados, vira presunto. Presunto é o caralho, Juan Árias!

Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil

Siemens acusa a los socialistas de permitir la creación de un cartel de empresas para adjudicarse las obras del metro de São Paulo

Juan Arias Río de Janeiro 8 AGO 2013 – 17:39 CET10

Manifestación contra la gestión del gobernador de São Paulo. / Sebastião Moreira (EFE)

Un nuevo caso de presunta corrupción política llama esta vez a las puertas del mayor partido de la oposición, el Partido Socialista Democrático de Brasil (PSDB), después del golpe que supuso el caso Mensalão para el Partido de los Trabajadores (PT).

Los líderes del PSDB del Estado de São Paulo, que gobiernan desde 1995, los exgobernadores Mario Covas y José Serra y el actual gobernador Geraldo Alckmin han sido acusados por la empresa alemana Siemens de haber permitido en la construcción del metro de la ciudad de Sâo Paulo la creación de un cartel entre empresas para adjudicarse las obras, lo que habría llevado a una superfacturación y a un aumento de los pasajes.

Tanto la Fiscalía como la policía están investigando si existen pruebas de las acusaciones hechas por Siemens y si el partido de la oposición se lucró con el presunto cartel. El exgobernador Mario Covas, con el que habría comenzado la creación del cartel de empresas, murió en el año 2001 y en Brasil se le considera una de las personalidades políticas más ejemplares por no haberse enriquecido.

El exgobernador José Serra, que fue un importante ministro de Sanidad destacado por haber quebrado las patentes farmacéuticas para ofrecer medicinas gratis a los pacientes de sida y que se presentó dos veces a las presidenciales, primero contra Lula da Silva y después contra Dilma Rousseff, ha rechazado las acusaciones de que él conociera la trama organizada por las empresas. El actual gobernador de Sâo Paulo, Gerardo Alckmin, ha afirmado que su gobierno es el primero que desea que se esclarezcan todas las presuntas acusaciones de Siemens.

El PSDB cree que el que estas acusaciones hayan salido ahora a la luz es una jugada política, justamente cuando dentro de unos días tendrá lugar la última fase del Mensalào, considerado el mayor escándalo de corrupción política de la democracia brasileña, y a un año de las presidenciales.

El PT, por su parte, insiste en que se apuren todas las denuncias. Este miércoles líderes del partido del Gobierno y del PSDB se enzarzaron con duras y mutuas acusaciones y los políticos del PT amenazaron a la oposición con crear una Comisión Parlamentaría de Investigación.

El escándalo comienza mientras las protestas callejeras anuncian ya nuevas manifestaciones masivas para el 7 de septiembre y mientras se discute la reforma política, en la que un punto neurálgico es la financiación de los partidos y de las campañas electorales. El caso, por sus dimensiones, ya que al parecer el cartel podría haber actuado en varios Estados y con líderes políticos de diferentes partidos, está llamado a crear aún mucha polvareda política.

Un nuevo caso de presunta corrupción política sacude a Brasil | Internacional | EL PAÍS

09/07/2013

Biografia não autorizada do Paulo Santana

E depois a associação dos cronistas esportivos fica furiosa quando Dunga põe o dedo na ferida. Gostaria de ver a dita associação apontar o dedo para este moleque de recados da RBS. Todo mundo sabe que a RBS não faz jornalismo, faz negócios. E é por isso que está envolvida em todos os empreendimentos imobiliários de porte desde que seu outro moleque de recados, Fogaça, chegou à prefeitura. A dupla Fo-Fo ganhou todos os aplausos e o compadrio da RBS. Nem Yeda Crusius, cria da casa como Antonio Britto, prestou tantos serviços aos interesses da RBS. E pode-se botar na conta a tentativa de melar o contrato do Inter com a Andrade Gutierrez, buscando impor o que havia conseguido com a OAS. A parceria da OAS com a RBS fez com que Roberto Carlos tenha preferência ao Grêmio no uso da Arena. E quem não lembra que o jogo contra a miséria foi uma “promoção” da RBS? Se alguém acha que a RBS começou a se imiscuir sem qualquer pudor no patrimônio do Estado com a migração da CRT para seu condomínio está muito enganado. A RBS é  fruto de uma relação bastarda com ditadura. Só continua de pé porque a gloriosa Brigada Militar tem sua razão de ser na defesa patrimonial dos que a conquistaram mediante regabofe e alguns minutos de fama à luz dos holofotes. É por isso que a famiglia Sirotlsky pode dizer em alto e boa transmissão: Obrigada, Militar!

Uma ideia estúpida: implodir o Mercado Público

Postado por Juremir em 8 de julho de 2013

Há momentos em que a franqueza deve ser brutal: a ideia, defendida por um comunicador razoavelmente conhecido abaixo do Mampituba, de que seria o momento de se aproveitar o incêndio para derrubar o Mercado Público e construir outro prédio com estacionamento, fazendo surgir da cinzas um edifício moderno, é a coisa mais idiota que li nos últimos anos. Há quem diga que essa estupidez tem por objetivo favorecer os interesses imobiliários da empresa onde o jornalista trabalha, mas eu não acredito. É senilidade mesmo. Não escrevo a palavra senilidade como uma injúria nem como uma marca de desprezo pelos senis, mas como uma constatação, um fato triste da vida do qual só escapamos pela morte. Alguns, prudentes, retiram-se antes da cena pública. Farei isso.

O Mercado Público é um patrimônio histórico. Até um néscio entende isso. Patrimônios históricos têm uma função simbólica que vai além das suas funcionalidades primárias. O Mercado Público não é um shopping popular. É muito mais do que isso. É uma marca estética, cultural, social, política e imaginária. É isso. O Mercado Público é um imaginário. O imaginário é uma aura, uma atmosfera, um excedente, uma cobertura que dá sentido, que produz significação. Só a obtusidade intelectual profunda pode impedir de perceber esse elemento fundamental da estrutura de um imaginário. Eu fico me perguntando: como alguém ainda lê um sujeito que escreve uma coisa dessas? O fulano é conhecido pela sua prepotência, pela sua arrogância, pela sua violência verbal, por ser rasteiro. Agora já não é rasteiro, é subterrâneo mesmo. O Rio Grande do Sul merece muito mais.

Há tempo eu não lia algo tão pobre intelectualmente. Já tivemos grandes colunistas, cronistas e poetas. Chegamos ao fundo do poço. Um sapo teria mais a dizer. Nem a tentativa de ironizar um pouco ao final salva o autor da proposta da inépcia em que se meteu por conta própria. Triste é saber que não lhe faltarão adeptos. Os sedentos por negócios devem estar esfregando as mãos. Felizmente a ideia é tão ridícula que não irá adiante. O simples fato de ter sido concebida revela algo terrível: a senilidade destrói até os cérebros pouco privilegiados. Como dizia a velha Nésia, em Palomas:

– A caduquice revela a natureza das pessoas.

Há, porém, caducos generosos e caducos do mal.

Tem gente sugerindo uma saída para o Santana: dizer que foi uma genial ironia. Como ele terminou dizendo que até o Olímpico será implodido, por que não teria o mesmo destino um simples mercado público?

E poderia ir além: se o Olímpico será implodido, até o Coliseu mereceria o mesmo fim. E, num relincho, concluiria: “É a prova de que o Grêmio está acima de tudo para mim”. Pura belela! Está lá o corpo no meio do campo.

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