Ficha Corrida

23/01/2016

Povo que tem preconceito acaba por ser escravo da mídia golpista

No auge dos combates da elite branca sulista contra o ENEM, a RBS tangeu um bando de patricinhas e mauricinhos com nariz de palhaço pelas ruas de Porto Alegre. Coincidentemente, não havia nenhuma branca na tropa que seguia bovinamente a campanha contra a instituição do Exame Nacional de Ensino Médio. Nem poderia ser diferente num estado que tivera recém excluído de uma competição nacional um clube de futebol.

Aliás, é sintomático que no início das políticas de inclusão social, um amestrado da Rede Globo, um capitão-de-mato do coronelismo eletrônico, tenha perpetrado um torpedo intitulado “Não somos racistas”. Na esteira dos combates contra as políticas de cotas estava um ódio de classe jamais visto e bem comprovado. A principal alegação vendida aos seus midiotas amestrados era de que as cotas raciais criaria racismo inverso. Nem precisavam ter ido tão longe neste raciocínio canhestro, bastava atentarem para o que dizia Danusa Leão, Luis Carlos Prates, Lasier Martins e Luis Carlos Heinze. Eles tornaram público o que antes hibernava nos corredores da casa grande. De repente a desfaçatez, a boçalidade foi perdendo a contenção e avançou para que o mundo visse o tamanho do mau caratismo. Não trata de pessoas sem educação formal, mas de falta de caráter!

Ao xingarem a Presidenta Dilma na abertura da Copa do Mundo, deram mostras ao mundo de que escolaridade não guarda nenhuma relação com caráter, e que educação não rima com dinheiro. O ápice da canalhice aconteceu na marcha dos zumbis, quando desinformados com diploma de curso superior se assumiram “somos todos Cunha”. Era o compromisso público de que estavam ao lado dos corruptos para combaterem a continuidade de políticas sociais. O ódio foi ganhando espaço a partir das a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Sob a coordenação da Rede Globo, os bovinos foram embretados em direção ao golpe paraguaio. Para os que sempre mamaram nas tetas do erário, dividir espaço em aeroportos, faculdades já havia passado dos limites. Quando viram que o PROUNI não tinha mais volta, começaram a desovar as Mayara Petruso. O pior do preconceito é sua sublimação de instituições que endossam o golpismo com a justificativa de combater a corrupção… dos outros…

O Hino Rio-Grandense, cantado pelos gaúchos enquanto é executado o Hino Nacional, prova porque os gaúchos desejam que suas patranhas sirvam de modelo a toda terra: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”. O hino quer nos convencer que os negros foram feitos escravos, pelo virtuoso homem branco, porque não tinham virtude…

A história deste menino de ASSU, abaixo, se soma aquele de Sergipe, mais abaixo, que, achincalhado por ter passado, com 14 anos, repetiu o exame este ano e passou com nota ainda melhor.

Bem, agora fica fácil entender o ódio às políticas de inclusão social…

De Assu, no Rio Grande do Norte, o aluno nota mil na redação do ENEM

De Assu, no Rio Grande do Norte, o aluno nota mil na redação do ENEM

qui, 21/01/2016 – 14:26

Do Instituto Federal do Rio Grande do Norte

Aluno do Campus Ipanguaçu obtem nota mil na redação do ENEM

Fábio Constantino fez o técnico integrado em Agroecologia e foi um dos 104 estudantes de todo Brasil a conquistar a nota máxima

Fábio Constantino Lopes Júnior terminou em 2015 o curso técnico integrado em Agroecologia do Campus Ipanguaçu. Com os conhecimentos e experiências adquiridos durante o curso, se identificou com a disciplina de Biologia e viu nascer um sonho: tornar-se médico. Após uma rotina de estudos de cerca de 10 horas diárias, conseguiu um feito realizado apenas por 104 estudantes em todo Brasil, obter mil, a pontuação máxima, na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2015. Com a nota, ele vê se aproximar a concretização do seu sonho.

Fábio é de Assu, cidade do Rio Grande do Norte próxima de Ipanguaçu, onde fica o Campus do IFRN no qual ele viria a fazer o ensino médio integrado ao técnico. Ele tentou o processo seletivo para o Instituto porque viu a oportunidade de ingressar em uma instituição pública, com ensino de excelência e que lhe daria ainda no ensino médio uma formação profissional. "Ouvia muito falar da qualidade do ensino da instituição", disse o estudante.

O assuense fazia o ensino fundamental em uma escola privada, com bolsa. Ao passar para o ensino médio, além de perder a bolsa, a família teria de arcar com os custos dos livros. Fábio é filho de Elione Rosa de Farias e do também Fábio Constantino, empregada doméstica e vendedor de materiais de construção que nunca mediram esforços para garantir uma boa educação ao filho. "Eles sempre me apoiaram nos estudos. A educação era prioridade máxima na minha casa. Para que eu estudasse com livros de qualidade, minha mãe já aceitou trabalhar em três turnos, abandonando prazeres individuais e dedicando a vida em minha função. Meus pais são tudo para mim", comentou emocionado.

O carinho com o qual fala dos pais também é direcionado ao IFRN. "Estudar no IF me fez a pessoa que sou hoje. Parafraseando Viola Davis na cerimônia do Emmy, o que separa a população negra da população branca são as oportunidades. Elas são mais raras quando você considera uma pessoa pobre e do interior do Nordeste. No entanto, o IF me ofereceu tais oportunidades de crescer. Desde cedo aproveitei todas as chances de melhorar minha experiência como estudante, participando de congressos, palestras, fazendo pesquisa e aproveitando as aulas e a disponibilidade dos professores e da instituição de nos ajudar", declarou.

Fábio cita com destaque especial os professores do Instituto Efraim de Alcântara Matos, seu orientador, ao qual ele chama de melhor amigo, e Adriano Jorge Meireles de Holanda, do Campus Mossoró do IFRN. Segundo o estudante, os 2 professores ajudaram tanto na trajetória acadêmica no IFRN quanto na preparação para o ENEM. "O professor Adriano, inclusive, mesmo trabalhando em outro campus, acreditou na minha capacidade e lutou para conseguir uma bolsa em um bom cursinho para mim. Sobre Efraim, nossas discussões, trabalhos e seus ensinamentos foram fundamentais para meu bom desempenho na redação", destacou o aluno, que também fez questão de falar dos professores Ana Mônica Britto Costa, Tiago Medeiros, Aurélia Alexandre, Fabio Duarte, Alexandre Barros, Aline Peixoto e Rodrigo Cavalcanti. "Eles me construíram como cidadão", completou.

Para Belchior Rocha, reitor do IFRN, Fábio seguirá a trajetória de Everton Frutuoso, que fez o técnico integrado em Informática também no Campus Ipanguaçu e foi aprovado na primeira colocação das cotas para o curso de Medicina da UFRN, através da nota do ENEM, em 2014. "Tenho certeza que serão médicos humanos, que darão muito orgulho aos seus familiares, colegas de profissão e pacientes", disse o reitor.

O tema da redação do ENEM 2015 foi "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira". Em seu perfil em uma rede social, Fábio compartilhou uma imagem da personagem Val, interpretada por Regina Casé, do filme "Que horas ela volta", da diretora Anna Muylaert. O filme tem personagens femininas bastante fortes e conta a história de Jéssica, que sai do Nordeste para tentar ingressar na faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), considerada uma das melhores do país. Jéssica é filha de Val, que trabalha como empregada doméstica em São Paulo. Perguntado se se identificava de alguma forma com o filme, Fábio foi rápido em responder. "Eu me enxergo muito na personagem Jéssica, como pobre, nordestino, que sonha em entrar em uma faculdade, filho de empregada doméstica. Val também lembra muito minha mãe em sua simplicidade, dedicação e amor para com a filha. Aquele filme é uma metáfora da minha vida!", afirmou.

Fábio Constantino fez o ENEM no ano de conclusão do IFRN e, com a nota, começou a cursar Engenharia Química na UFRN. Mas decidiu abrir mão do curso para realizar o sonho de fazer medicina. Como resultado dos estudos, de acordo com o site do SiSU, ele está entre os primeiros colocados para as vagas de cotistas destinadas ao curso na UFRN. O resultado final sai no dia 18 de janeiro.

"Minha meta como profissional é tratar os meus pacientes como meus familiares. Fico muito preocupado com a qualidade dos médicos que se formam apenas movidos por interesses pessoais e ganância. Medicina é por a vida do outro em nossas mãos. Quero retribuir o esforço dos meus pais, dando-os orgulho de mim e mostrando que tanta dedicação por minha educação valeu a pena. Quero ajudar a minha mãe, oferecendo uma vida melhor, pois ela merece muito! Anseio ajudar pessoas que necessitam tanto quanto a gente", revelou o técnico em Agroecologia pelo IFRN.

O Instituto também teve outros alunos com destaque no ENEM 2015, como Bruno Maximiliano e Gabriel Dantas, do Campus Mossoró, que obtiveram notas acima de 900 na redação do Exame.

De Assu, no Rio Grande do Norte, o aluno nota mil na redação do ENEM | GGN

 

Aos 15 anos, "bovino" passa de novo em Medicina

Será que o Mainardi já recebeu aquele e-mail?

publicado 21/01/2016

jose victor

Quanto mais o José Victor (na direita, com rosto pintado) estuda, mais ele tem sorte… (Foto: Jadilson Simões/UOL)

Saiu no UOL:
Sergipano passa de novo em medicina: "Fiz para mostrar que não foi sorte"

E a história se repete. O sergipano José Victor Menezes Teles, agora com 15 anos, está entre os aprovados do curso de medicina da UFS (Universidade Federal de Sergipe). No ano passado, ele conquistou a vaga no mesmo curso, aos 14 anos. O garoto, natural de Itabaiana, diz que resolveu fazer mais uma vez um Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), para mostrar que no primeiro sucesso não foi uma questão de sorte.
"O pessoal não disse que foi sorte? Então pensei: vamos ver se essa sorte acontece duas vezes. Ouvia piadas de que passei na sorte. Resolvi fazer e está aí o resultado e com mais intensidade", comemorou o garoto. No Enem 2015, José Victor obteve 767,74 pontos na média final contra 751,16 do ano passado. Na redação foram 940 pontos no Enem 2015 contra 960 pontos do ano anterior.
Com esta média final, José Victor obteria vaga nos cursos de medicina nas universidades federais do Ceará, de Goiás, de Viçosa (MG), e da própria UFS, porém descartou a possibilidade de se transferir para uma dessas universidades. "Como disse, só fiz para mostrar que minha aprovação no Enem do ano passado não foi uma questão de sorte. Fiz 16 pontos a mais", afirmou.
Junto com o resultado da aprovação do Enem 2015, José Victor iniciou na última segunda (18) as aulas do curso de Medicina na UFS. As aulas deveriam ser iniciadas em agosto do ano passado, mas a greve de quase cinco meses dos professores e de servidores técnicos administrativos da Universidade atrasaram o início do ano letivo. Mas isso não tirou a alegria do garoto. "Um desafio na minha vida. A turma é muito jovem e mostra que os jovens vêm conquistando espaço e isso mostra que não devemos julgar pela idade, mas pela maturidade", analisou.
Apesar da correria de se deslocar os cerca de 55 quilômetros entre Itabaiana e o Campus da UFS, na cidade de São Cristóvão, José Victor avisa que não deixará de realizar palestras que fez ao longo deste intervalo entre a aprovação no Enem e o início da aulas, como também pretende divulgar o livro lançado no final do ano passado "Como vencer aos 14".

30/09/2015

Maucaratismo e golpismo, duas faces da mesma moeda

golpistas da ciaQuanto Antônio Britto era governador do RS, entregou a CRT para a RBS. O Correio do Povo, por semanas, bateu em editoriais e na capa, sem-vergonhice do estafeta da RBS. De nada adiantou. Ninguém investigou, ninguém mais se importou e hoje temos a telefonia de pior qualidade aliada aos preços mais escorchantes.

O mesmo Antônio Britto deu dinheiro público para que a GM se instalar em Gravataí. Quando Olívio Dutra se elegeu governador, interrompeu a derrama de dinheiro público para que uma das maiores montadoras do mundo, a FORD, se instalasse me Guaíba. Até hoje a mesma direita golpista, insuflada pela Rede Baita Sonegora, incriminam Olívio Dutra por ter impedido a derrama de recursos públicos numa empresa que tem faturamento mundial superior ao próprio RS. Hoje o RS está quebrado, e a mesma RBS e seus ventríloquos jogam a culpa no Tarso Genro. Não lembram dos recursos públicos jogado nas privadas.  Sem contar o FUNDOPEM, que até a GERDAU, pega na Operação Zelotes, recebia para fabricar parafusos.

Agora, quando o Lula faz isso, sem jogar dinheiro público, vira crime. É perseguido como um cão sarnento, como se tivesse cometido um crime de lesa pátria.

Recentemente o governado do RS esteve na Europa com um grupo de empresários gaúchos. Nas dependência da Veja, em São Paulo, juntamente com outros governadores, Sartori se reuniu com empresários para traze-los ao RS. Para a RBS, por exemplo, quando a viagem é feita por seus apadrinhados, viajar se torna importante

Por que ninguém se escandalizou com a concessão do SIVAM aos EUA para vigiarem nossa Amazônia? Caíram até alguns envolvidos(o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra), mas nem por isso houve investigação, muito menos criminalizaram FHC. O convescote em Foz do Iguaçu em que FHC e José Serra prometem a entrega da Petrobrás à Chevron caso Serra vencesse as eleições é o quê? Sínodo?

Udenismo golpista do PSDB

Os fatos aqui apontados me levam a pensar que o ódio a Lula só será aplacado quando ele se filiar ao PSDB. Como estamos cansados de ver, o PSDB detém, desde sempre, uma licença especial para roubar e para entregar nossas riquezas às empresas estrangeiras e, por extensão, destruir nosso país. O PSDB, como diria Jorge Pozzobom, tem licença para tudo porque o Judiciário lhe dá salvo-conduto. Quando alguém ligado ao governo federal compra tapioca com cartão de crédito, é malhado como Judas em Sábado de Aleluia. Já o Aécio Neves pode construir aeroporto em terras de familiares, fazer 124 viagens pagas com dinheiro público, de Minas para o Rio, que nenhum golpista se escandaliza.

Quando Lula, ao contrário de FHC, sai em defesa das empresas brasileiras, vira criminoso e passa a ser perseguido. Como não acreditar de que seus caçadores sejam instrumentos dos EUA para manter nosso país como nos tempos em que ditavam, via FMI, as meditas econômicas que deveríamos adotar?!

Reportagem da Revista Istoé de 2002 mostrava a atuação da CIA, infiltrada na Polícia Federal, no Brasil. As revelações de espionagem feita pelo funcionário da NSA, Edward Snowden comprovam a continuidade da espionagem bem como o alvo, a Petrobrás. Será que deu pra entender ou precise que desenhe? Chevron + Petrobrax + Foz do Iguaçu + José Serra + Projeto de entrega do Pré-sal no Senado…

PF tenta mais um tiro contra ex-presidente Lula

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E-mail interceptado pela Polícia Federal na fase Erga Omnes da Operação Lava Jato envolve o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula, Miguel Jorge, que escreveu a dois executivos da Odebrecht, em fevereiro de 2009, que "PR fez o lobby" para a empreiteira ao presidente da Namíbia, com quem havia se encontrado na época; para os investigadores, a frase é uma "provável referência" ao Presidente da República; ao comentar o caso, Miguel Jorge foi tranquilo e defendeu que fazer lobby para as empresas do país é papel dos chefes de Estado e ministros; "A primeira visita da rainha da Inglaterra ao Brasil nos anos 70 foi especificamente para vender aviões ingleses, de uma empresa que depois foi uma das que formaram a Airbus. Acho que esse é o papel dos governantes, de realmente se esforçarem para ter um comércio exterior maior para os seus países", disse

29 de Setembro de 2015 às 19:26

247 – A Polícia Federal acaba de disparar mais um petardo contra o ex-presidente Lula. Um e-mail interceptado na fase Erga Omnes da Operação Lava Jato e divulgado nesta terça-feira 29 no blog do jornalista Fausto Macedo envolve o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula, Miguel Jorge, que teria revelado a dois executivos da Odebrecht que o petista fez lobby para a empreiteira em um encontro com o presidente da Namíbia em fevereiro de 2009, na época Hifikepunye Pohamba.

"PR fez o lobby", escreveu Miguel Jorge a Marcos Wilson e Luiz Antonio Mameri, dois executivos da Odebrecht. A empresa também tem o seu presidente, Marcelo Odebrecht, preso no âmbito da Lava Jato. "Miguel Jorge afirma que esteve com os presidentes (do Brasil e da Namíbia) e que ‘PR fez o lobby’, provável referência ao presidente Lula", registra trecho da análise da PF.

Ao comentar o caso, segundo o Estadão, Miguel Jorge foi tranquilo e defendeu que fazer lobby para as empresas do país é papel dos chefes de Estado e ministros. "A primeira visita da rainha da Inglaterra ao Brasil nos anos 70 foi especificamente para vender aviões ingleses, de uma empresa que depois foi uma das que formaram a Airbus. Acho que esse é o papel dos governantes, de realmente se esforçarem para ter um comércio exterior maior para os seus países", lembrou o ex-ministro.

Questionado especificamente sobe o episódio envolvendo Lula e o presidente da Namíbia, o ex-ministro disse não se recordar.

02/07/2015

A desfaçatez é o único legado tucano

Filed under: Cássio Cunha Lima,Maucaratismo — Gilmar Crestani @ 10:16 pm
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Depois que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium perderam qualquer prurido em defender os golpista, todo mau caráter agora quer dar lição de moral. Cássio Cunha Lima é apenas mais um boçal sem noção do ridículo.

É como se pedófilo pudesse cuidar de creche.

Depois que 450 kg de cocaína, num passe de mágica, sumiu dos noticiários, ainda veremos Fernandinho Beira-Mar anunciando seus serviços no Jornal Nacional.

Todo bandido tem lições de moral na ponta da língua. Os sujeitos de mais longa ficha corrida, tendo inclusive comprado a própria reeleição, têm abundantes espaços nos grupos mafiomidiáticos para falar de corrupção.

O mau caratismo virou moeda corrente da nossa direita. Eles perderam qualquer respeito pela inteligência alheia.

Cassado por compra de voto, Cunha Lima vê Dilma como ‘mancha a ser limpa’

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Político cassado por ter distribuído 35 mil cheques a cidadãos carentes durante a campanha eleitoral em 2006 na Paraíba, o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, voltou, nesta quinta (2), a elevar o tom contra a presidente Dilma Rousseff; segundo ele, o mandato dela está com os dias contados. "Não há como ela escapar", disse; ele declarou que o governo do PT será limpo com benzina porque é uma "mancha"; "Acabou o jogo. O que Dilma poderia fazer? Renunciar ao mandato para termos novas eleições", afirmou

2 de Julho de 2015 às 19:40

247 – Político cassado por abuso abuso de poder político por, segundo a justiça, ter realizado um programa de assistência social sem lei específica, o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado, voltou, nesta quinta-feira (2), a elevar o tom contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o mandato dela está com os dias contados. "Não há como ela escapar", disse.

Para o tucano, o PT faz ataques de "desespero" ao PSDB e que não há como piorar ainda ainda mais o Brasil do que os petistas fizeram. Num duro pronunciamento, ele declarou que o governo do PT será limpo com benzina porque é uma "mancha".

Ao defender novamente a saída espontânea de Dilma do cargo, Cássio afirmou que o dono da UTC, Ricardo Pessoa, vai confirmar no próximo dia 14 ao Tribunal Superior Eleitoral que deu dinheiro ilegal para a campanha à reeleição da presidente. Ele citou ainda a investigação das "pedaladas" fiscais no Tribunal de Contas da União e os pedidos de apuração feitos pela oposição no Ministério Público Federal contra Dilma para mostrar que o suposto certo está se fechando.

"Acabou o jogo. O que Dilma poderia fazer? Renunciar ao mandato para termos novas eleições", afirmou ele, ao ressaltar que fala em nome do PSDB. Ele disse que o presidente do seu partido, senador Aécio Neves (MG), não vai assumir o mandato e frisou que os tucanos querem novas eleições presidenciais. Ele mencionou ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá disputar o pleito.

Cassação do tucano

Governador reeleito da Paraíba em 2006, Cássio Cunha Lima teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob a acusação de ter distribuído 35 mil cheques a cidadãos carentes durante a campanha eleitoral daquele ano, por meio de programa assistencial da Fundação Ação Comunitária (FAC), vinculada ao governo estadual. Segundo a denúncia, os cheques totalizam cerca de R$ 4 milhões.

Cassado por compra de voto, Cunha Lima vê Dilma como ‘mancha a ser limpa’ | Brasil 24/7

14/04/2015

#AceitaDilmaVez

FHC armado pra derrubar um cacto na Avenida Paulista

plants e zombiesO golpismo parece ter se instalado e tomado conta do corpo peessedebista, é o que mostra a Folha de hoje na Coluna Painel.

O jus sperneandis é um recurso que direito proporciona ao inconformados. Mas, no caso, nem parece comportamento de pessoas com algum nível de instrução. Estão mais para um videogame que meu filho de 5 anos adora: Plants x Zombies. Tanto mais zumbis ele mata, mais aparecem.

Se há algo de bom no comportamento dos zumbis é esta capacidade de renascer nas cinzas e perambular pelos cemitérios dos tribunais em busca do golpe amigo nas horas difíceis. Pertos da extinção, vão buscar, ad nauseam, fazer valer a lei Jorge Pozzobom, segundo a qual o Poder Judiciário é a tábua de salvação do PSDB. Felizmente, nem todo mundo no Poder Judiciário é Gilmar Mendes. Rodrigo Janot não é Rodrigo de Grandis nem Geraldo Brindeiro, mas há no STJ, mesmo ministros com perfil de direita, como Marco Aurélio Mello, que já rechaçaram o golpe paraguaio ensaiado pelo amante de Miriam Dutra.

Se o STF falhar, o PSDB ainda poderá contar com o MBL, a CIA e alguns milicos de pijama. O golpismo parece ter se instalado e tomado conta do corpo peessedebista.

É não ter vergonha na cara continuar com cutucando com golpes baixos. Pior, é não ter senso do ridículo. Se em plena luz das liberdades institucionais, quando a menor mentira cai em questão de segundos, os estertores desta imundície parecem não ter fim. FHC tem o dom de manter o hashtag #AceitaDilmaVez à tona dos trend topics, para que não nos esqueçamos de onde vem o golpismo paraguaio dos que não tem votos.

Ou será que o PSDB pegou dengue na marcha dos zumbis, na avenida paulista, neste 12/04/2015?!

 

PSDB encomenda ação contra petista motivado por apoio a impeachment

O PSDB pediu a Miguel Reale Jr., ministro da Justiça no governo FHC, que elabore ação penal contra Dilma pela "pedalada fiscal" do governo em 2014

VERA MAGALHÃES folha.com/painel

Pé no acelerador

O PSDB pediu que Miguel Reale Júnior, ministro da Justiça no governo FHC, elabore uma ação penal contra Dilma Rousseff pela "pedalada fiscal" que o governo realizou em 2014. Se for julgada pelo Senado por crime de responsabilidade, a presidente poderia sofrer impeachment. Os tucanos resolveram agir embalados pela pesquisa Datafolha que mostrou que 63% apoiam a abertura de processo contra Dilma. Reale ainda analisa o caso para ver se há viabilidade jurídica.

No papel O partido quer embasar a ação em pareceres de auditores e do Ministério Público junto ao TCU que apontam que o governo descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao adiar repasses a bancos públicos para melhorar as contas em 2014.

Agora ou nunca Depois da queda significativa de público nos atos do domingo, parte do tucanato avaliou que, se o partido não for ao ataque, perderá o timing, repetindo a trégua que deu a Lula após o mensalão, em 2005.

Melhor não Diante da nova diretriz do PSDB, o encontro de Michel Temer e Fernando Henrique Cardoso, previsto para estar terça-feira, foi adiado "sine die".

Sinais Aécio Neves convenceu FHC de que uma coisa seria conversar com o presidente do PMDB sobre reforma política. Outra, bem diferente, seria se encontrar com o articulador político de Dilma e passar a ideia de um "pacto" de governabilidade.

23/10/2014

O dedo fedorento de FHC

Filed under: Anencéfalos,Demagogo,Energúmenos,FHC,Imbecilidade,Incompetente,Maucaratismo — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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A “podridão” segundo FHC, o Demagogo

Postado em 22 out 2014 – por : Paulo Nogueira

Indignado

Indignado

Passou despercebida, em meio ao alarido eleitoral, uma declaração de apoio do jurista Eros Grau, ex-STF, a Aécio.

Grau, aos 74 anos, é um dos signatários de um manifesto chamado “Esquerda democrática com Aécio Neves”.

Ao jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, ele disse que será um “soldado” num eventual governo Aécio. Sem nenhum cargo, afirma, por razões etárias.

“É uma coisa muito engraçada. A maioria das pessoas acha que pelo fato de o presidente Lula ter indicado a mim, ao Joaquim Barbosa e ao Cezar Peluso ao Supremo, nós seríamos ligado ao PT. Mas nenhum de nós é. Eu sempre fui ligado ao PSDB e minha origem lá atrás é sabida”, diz Eros.

É uma frase curta, simples – mas sobre a qual os historiadores terão que se debruçar quando escreverem alguma biografia de Lula.

Lula, o Rei do Aparelhamento segundo seus opositores, nomeou então para o STF três juízes que nada tinham a ver com o PT, conforme palavras de um deles.

Um pouco mais que isso. Eros era, como ele mesmo conta, sabidamente ligado ao PSDB, nêmesis do PT.

Agora compare a indicação de Eros, fiquemos nele, com uma de FHC: Gilmar Mendes.

Num perfil de Gilmar Mendes e sua mulher, alguns anos atrás, a colunista da Folha Eliane Tucanhede lembrou – em tom quase de congratulação – a alma tucana do juiz.

Este foi o padrão FHC de nomeações no STF. Em seus anos no STF, Gilmar Mendes não decepcionou quem o colocou lá. Ele tem se comportado muito mais como um militante do PSDB do que como um juiz propriamente dito.

Em pleno Mensalão, Gilmar não se embaraçou ao ir, festivo, ao lançamento de um livro de Reinaldo Azevedo sobre os “petralhas”.

Abraçou o autor, posou para fotos – fez enfim tudo aquilo que um juiz não deveria fazer, em nome da imparcialidade.

Recentemente, no STF, vetou um direito de resposta do PT na Veja e desfez  assim uma decisão unânime do TSE sob a alegação de que os acusados deveriam antes provar sua inocência.

Gilmar foi e é um soldado de FHC, o mesmo FHC que conclamou as multidões a comparecer a uma manifestação contra essa “podridão” para a qual nem ele próprio confirmou participação.

No marketing, você logo aprende que um autoelogio tem determinado valor. Um elogio partido de outra pessoa vale muito mais. Se esta pessoa está do outro lado que não o seu, como é o caso de Eros Grau em relação a Lula, o valor é ainda maior.

Quanto a FHC, há uma palavra exata para políticos que falam uma coisa e fazem outra.

Demagogo.

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Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Diário do Centro do Mundo » A “podridão” segundo FHC, o Demagogo

13/09/2014

A ética da malandragem

Collor_de_Mello_Cacador_de_MarajasA partir do momento em que a Constituição obrigou a realização de concurso público pessoas com a ética da Ana Amélia Lemos começaram a bater no servidor público. Houve até uma orquestração da Veja com Globo, RBS e demais membros do Instituto Millenium para eleger o tal de caçador de marajás…

Fazer concurso público para preencher cargos virou aparelhamento do Estado. Quando o marido empregava a mulher para ganhar, por mês, R$ 8.115,00, para não fazer nada, a RBS e seus colegas de Instituto Millenium não tinham fixação no serviço público. Tanto que a RBS terceirizou o pagamento do salário de sua funcionária ao Senado Federal e não se viu na obrigação tornar público esta pilantragem.

Aliás, pilantragem deve ser, a julgar pela prática política de Antonio Britto, Yeda Crusis, Ana Amélia Lemos, Lasier Martins, a única coisa que se aprende na RBS.  O grupo sempre disposto a apontar o dedo na ferida alheia “não enxerga” o que se passa embaixo do seu nariz.

Vivem acusando Dilma de não saber o que se passa na Petrobrás mas vamos ver dois casos escandalosos nos que estão sempre de dedo em riste para acusar: a RBS, que não via, não sabia o que sua diretora da Sucursal de Brasília fazia. O outro caso aconteceu no Estadão: Pimenta Neves era o Diretor de Redação. Assediava moral e sexualmente a colega de redação, Sandra Gomide. O miopismo da família Mesquita com o que acontecia sob seus olhos resultou no assassinato, pelas costas, de Sandra Gomide, pelo Diretor de Redação.

E um outro caso, ainda mais emblemático. Miriam Dutra, jornalista da Rede Globo, era amante de FHC. E dizia ter dele um filho. A Globo escondeu o fato e escondeu a funcionária na Espanha para não atrapalhar suas relações com o então Presidente. Apesar de ter tantos meios de informar, a Rede Globo se recusou a falar sobre isso. A ironia da história é que os filhos da D. Ruth Cardoso, ex-mulher de FHC, conheciam tão bem o pai que têm que resolveram pedir exame de DNA e aí descobrem que o filho que a Globo e sua jornalista dizerem ser dele, não era.

São estes grupos mafiomidiáticos que querem nos ensinar ética na política, que querem falar aparelhamento do Estado.

Eu sempre suspeito do moralismo exacerbado e a cada dia que passa descubro que as pessoas de dedo em riste para apontar a mazela dos outros, e por isso ocupam espaço na velha mídia, são os piores que existe. Nestas horas, e só nestas horas, lamento que não exista inferno.

Ana Amélia Lemos é da mesma escola, a escola do mau caratismo, de um Pimenta Neves, Lasier Martins, Antonio Britto, Augusto Nunes, Demóstenes Torres, Silas Malafaia, Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde, Arnaldo Jabor et caeterva…

12/set/2014, 17h31min

Ana Amélia divulga nota mas não explica como conciliava cargo no Senado e emprego na RBS

Ana Amélia Lemos foi a primeira a se pronunciar | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Amélia Lemos divulgou nota sobre o emprego no Senado | Foto: Camila Cabrera/OABRS

Ana Ávila

A candidata ao governo do Estado pelo PP, Ana Amélia Lemos, divulgou nota sobre o período em que ocupou Cargo em Comissão no gabinete do marido, o senador biônico Octávio Cardoso, entre 1986 e 1987, ao mesmo tempo em que dirigia a sucursal do Grupo RBS em Brasília. No entanto, na declaração, a candidata não responde a questões como de que modo conciliava os empregos. Desde a tarde de quinta-feira (11), o Sul21 tenta falar com a progressista, mas conseguiu contato apenas com seus assessores e com o presidente do PP, Celso Bernardi. Ana Amélia concedeu entrevistas a outros veículos na manhã desta sexta (12), mas sua assessoria informou que ela está cumprindo agenda de campanha no interior do Estado, e não pode falar com o Sul21.

Leia também:
Ana Amélia foi CC do marido no Senado enquanto era diretora da RBS

Ana Amélia não informou até agora, nem na nota oficial, nem nas declarações à imprensa, como cumpria a carga de 40 horas semanais de trabalho como CC, que deveriam ser atestadas pelo titular do Gabinete, juntamente com a função de diretora da sucursal da empresa de comunicação gaúcha em Brasília.

Questionado sobre o assunto, o presidente o PP, Celso Bernardi, disse que ainda não havia conversado com Ana Amélia, mas falou um pouco sobre o modo como acredita que seja cumprida a carga horária pelos CCs. “Essa exigência de oito horas é meio interessante”, disse Bernardi. “O CC é Cargo em Comissão. Muitas vezes, a pessoa tem escritório fora, trabalha de noite. Por exemplo, o deputado que tem escritório em Porto Alegre, tu achas que oito horas é uma exigência? É muito mais, é a campanha, viajando junto. Eu não sei. Tu estás pegando um ponto que não fazia oito horas. Eu não sei. Na época, quem controlava isso é que tinha que avaliar se a pessoa fazia, ou não fazia”, afirmou o presidente do PP.

Ao ouvir que seria de interesse público saber se o funcionário cumpria as horas pelas quais recebia, Bernardi disse que “desde 1988, foi bem mais assegurado isso aí. Eu não posso avaliar um assunto que aconteceu há 28 anos. Eu não estou em Brasília, eu não estou no Senado”.

Na nota que divulgou nesta sexta (12), Ana Amélia também se refere à Lei do Nepotismo, de 1988, que passou a coibir a prática. “Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações!”, diz o texto, sem entrar na discussão do aspecto moral.

A candidata afirmou também, em entrevista ao Portal Terra, que não havia incompatibilidade na função que desempenhava: “Fiz uma assessoria com um ‘salariozinho’ para o meu marido. Não havia nenhuma incompatibilidade porque o salário na época era baixo”, disse Ana Amélia. O salário ao qual Ana Amélia se refere era de Cr$ 9 mil, (cerca de R$ 8.115,00 em valores atualizados). A quantia corresponderia hoje a mais de nove salários mínimos regionais.

Segundo Ato da Comissão Diretora do Senado nº12, de 1978, a função de Secretária Parlamentar exercida pela então jornalista tinha como tarefa prestar “apoio administrativo ao titular do Gabinete, preparar e expedir sua correspondência, atender as partes que solicitam audiência, executar trabalhos datilográficos, realizar pesquisas, acompanhar junto às repartições públicas assuntos de interesse do Parlamentar e desempenhar outras atividades peculiares à função”.

Confira a nota na íntegra:

“Na política brasileira, alguns partidos se especializaram em tentar destruir reputações, como ocorreu recentemente com as biografias de dois conhecidos jornalistas. Agora, vasculham minha vida e o que encontram? Trabalho! Um contrato de 1986, no qual prestei por 11 meses assessoria parlamentar no Senado quando era jornalista em Brasília! Naquela época, não havia a tecnologia de hoje e eu fazia pautas e clipagens, que não eram incompatíveis com a minha função na RBS! Após a Constituição de 1988 é que foi admitido o impedimento de parentes no setor público! O fato de ter ocupado esse cargo não me proíbe, hoje, de criticar os abusos nessas contratações! Meu gabinete é a prova que valorizo os CCs porque a maior parte deles está nessa condição! Lembro também que esses cargos não têm direito a FGTS, assistência médica, etc! O que critico é o excesso de CCs no Rio Grande do Sul, pois o atual governo possui 6 mil funções comissionadas! Com gasto mensal de R$ 10,5 milhões mensais, não incluindo aí todas as despesas desse contingente com diárias, telefone e outros gastos inerentes às funções desempenhadas. Em quatro anos, o atual governo terá gasto mais de meio bilhão de reais somente com CCs! Devo ser avaliada pelo meu mandato no Senado e não por um fato de 30 anos que não possui ilegalidade!”

Senador biônico

Octávio Omar Cardoso, marido de Ana Amélia, morto em 2011, era filiado à Arena, partido que dava apoio aos governos da ditadura. Ele foi vereador entre 1950 e 1954, deputado estadual entre 1962 e 1966 e suplente de Nelson Marchezan na Câmara, em 1974. Durante o regime militar, foi suplente do senador Tarso Dutra, em 1978, também ele senador biônico. Em 1983, quando o partido já se chamava PDS, assumiu definitivamente o cargo de senador, após a morte de Dutra. Cardoso foi secretário de Economia do governador Ildo Meneghetti e ocupou diretorias na Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM) e na Caixa Econômica Federal.

A inclusão de um percentual de senadores eleitos indiretamente por colégio eleitoral foi instituída pela chamada Emenda Constitucional n° 8 , de 1977, que também ampliou o mandato presidencial de cinco para seis anos, instituiu governadores e prefeitos biônicos e ampliou o número de deputados federais nos estados menos populosos. O dispositivo garantiu maioria aos militares no Congresso Nacional.

Ana Amélia divulga nota mas não explica como conciliava cargo no Senado e emprego na RBS « Sul 21

21/06/2014

Veja bunda e cara do Felipão

A Veja é um portfolio de negócios. Pagou, lavou e levou. Basta estar embrulhado, pagou, a Veja limpa a Ficha. E se precisar sujar, a Veja escala Policarpo Jr e limpa a barra do Carlinhos Cachoeira.  Hoje a Veja só tem dois tipos de consumidores: os safados e os ignorantes. Depois do Boimate, da Nueva Konigsberg, o Sócia de Felipão

Mário Sérgio Conti entra para a história como a pena de aluguel que converte em realidade a profecia do Barão de Itararé: “O homem que se vende sempre recebe mais do que vale.”

DCM: Conti inaugurou o padrão Veja de jornalismo

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"Por trás de tudo, de todas as maldades jornalísticas praticadas pela Veja, estava Mario Sergio Conti, uma das figuras mais amplamente detestadas pelos jornalistas brasileiros", diz Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, ao comentar a entrevista de Conti com um sósia de Felipão; "a origem do horror em que a Veja se transformou nos últimos anos estava ali, sob as mãos malévolas de Mario Sergio Conti, o cara do Felipão"

21 de Junho de 2014 às 06:37

247 – O jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo e ex-diretor da Exame na mesma época em que Mario Sergio Conti dirigiu a revista Veja, ambas do grupo Abril, comenta a falsa entrevista que Conti publicou com um sósia de Felipão. Segundo Nogueira, Conti criou, com suas "mãos malévolas", o atual padrão Veja de jornalismo. Leia abaixo:

Por Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo

A entrevista com o falso Felipão entra na crônica do jornalismo brasileiro como uma das maiores besteiras já cometidas.

A pergunta que emerge para o autor, Mario Sergio Conti, é a seguinte: em que planeta ele vive?

Mas é algo no terreno da anedota.

Conti tem razão quando diz que ninguém morreu por conta do erro, e nem a bolsa se movimentou, ou coisas do gênero.

Conti, é verdade, vai passar para a história como aquele jornalista do Felipão.

Mas seu real pecado, na carreira, é algo muito mais sério.

Conti, como diretor de redação da Veja, comandou uma das coberturas mais abjetas e mais canalhas do jornalismo nacional: a que levou ao impedimento de Collor.

Ali a Veja mostrou, sem que ninguém percebesse, o que faria depois: o abandono completo do compromisso com os fatos na sede de derrubar inimigos.

É uma opinião que tenho desde sempre, e a compartilhei várias vezes com jornalistas da Abril nos anos em que trabalhei lá – durante e depois  do crime jornalístico feito pela Veja.

A Veja se baseou, essencialmente, em declarações. Mais que tudo, o depoimento envenenado e raivoso de Pedro Collor foi vital no material jornalístico que a revista produziu naqueles dias.

Nasceu da vingança de Pedro a célebre capa cujo título era: “Pedro Collor conta tudo”.

Meu ponto, desde o início, era o seguinte. Imagine que o irmão do presidente dos Estados Unidos batesse na porta do diretor de redação da revista Time e dissesse que tinha coisas hirríveis para contar.

A Time publicaria?

Jamais. Antes, caso achasse que ali coisas críveis, investigaria profundamente as acusações. Só publicaria com provas, primeiro porque de outra forma sua imagem jornalística ficaria arranhada. Depois porque a Justiça americana, ao contrário da brasileira, não aceita blablablás como evidências.

Num caso notável, Paulo Francis chamou diretores da Petrobras de corruptos. Como a acusação foi feita no Manhattan Connection, os executivos puderam processar Francis na Justiça americana, a despeito da pressão de FHC, então presidente, para que não agissem assim.

Os americanos pediram provas a Francis e ele nada tinha além de sua verve. Na iminência de uma multa que talvez o arruinasse, ele se atormentou. Morreu de enfarto durante o processo, e amigos atribuíram o coração quebrado ao pavor da sentença iminente.

Não espanta que, anos depois da queda de Collor, ele tenha sido absolvido no STF por ausência de provas.

Este fato é, em si, uma prova espetacular da inconsistência da cobertura da Veja.

Por trás de tudo, de todas as maldades jornalísticas praticadas pela Veja, estava Mario Sergio Conti, uma das figuras mais amplamente detestadas pelos jornalistas brasileiros.

Mario Sergio posaria, depois, como “derrubador de presidente”, o que não fez bem a sua carreira na Veja.

O dono da Veja, Roberto Civita, também gostou do título de “derrubador de presidente”, e a revista, embora grande, era pequena demais para dois derrubadores.

RC, pouco depois, deu um jeito de mandar embora Conti. (Antes de ser demitido, ele teve a chance de inventar Mainardi como colunista.) Foi uma demissão florida: Conti teve dois anos remunerados ao longo dos quais escreveu Notícias do Planalto, um livro sobre o episódio Collor.

É um livro no qual ele bajulava todos os donos de jornais e revistas, e ao mesmo tempo atacava jornalistas dos quais não gostava, a começar pelo homem a quem devia o cargo de diretor da Veja, JR Guzzo.

Um dia o jornalismo brasileiro haverá de realizar um trabalho arqueológico sobre o caso Collor.

E então se perceberá que a origem do horror em que a Veja se transformou nos últimos anos estava ali, sob as mãos malévolas de Mario Sergio Conti, o cara do Felipão.

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