Ficha Corrida

13/05/2015

Se o Brasil adotasse medida venezuelana, ex-candidato a presidente não poderia sair do Brasil

Filed under: HeliPÓptero,hiPÓcrita,Narcotráfico,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:56 am
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Aécio acoca_nNa luta contra a Venezuela, finanCIAda pelos EUA e com apoio pelos donos de jornal, qualquer pum é notícia. Todos estão unidos novamente contra a Venezuela porque um desertor disse que o presidente do Legislativo estaria envolvido com o tráfico. Pronto. O mundo caiu.

Lá como cá, vide Alberto Youssef, bandido vira fonte digna, para caluniar sem provas. Contrario senso, aqui como lá, quando as provas abundam, a justiça, como diria o Jorge Pozzobom e a própria Folha em editorial, passa a mão na bunda dos envolvidos. Imagine um helipóptero com 450 kg de cocaína sumindo como pó ao vento. Sim, no Brasil acontece. Aqui, na disputa pela indicação do partido para candidato a Presidente, José Serra fez Mauro Chaves publicar o antológico artigo: “Pó pará, governador”! Na época não houve celeuma na mídia entorno das drogas porque uma regras do jornalismo é o inusitado, não o corriqueiro. Mas se acontece com os inimigos, lá vem a velha Lei Rubens Ricúpero!

Acontecia também na Venezuela antes de Hugo Chávez. O que importa não é o pó nem sua quantidade, mas quem PÓde e quem não PÓde mexer com produto consumido por 9 em cada dez diretores de jornal. Ou será mero acaso que o jornal só informe funcionário do grupo somente após ele alegar que “está limpo”, e não enquanto ele está consumindo?!

A Folha assim como os demais a$$oCIAdos do Instituto Millenium fazem às vezes de filiais da CIA no serviço sujo contra a Venezuela.

A Rede onde trabalha William Waack vendeu uma informação repassada “gratuitamente” pela CIA de que uma das esposas de Bin Laden o teria entregue aos EUA. Veja aqui!

A história de agora e sempre na Venezuela funciona da mesma forma. Quando do assassinato do ex-parceiro dos EUA no Afeganistão na luta contra a Rússia, Bin Laden, a Rede Globo, para dizer que ele era um covarde, chegou a fazer uma encenação colocando Bin Laden atirando contra seus assassinos usando uma mulher como escudo. Nesta semana saiu a verdade. A CIA pago 25 milhões de dólares para o serviço secreto do Paquistão entregar Bin Laden.

Agora estou esperando uma nova encenação da Globo mostrando uma montanha de dólares encima de uma mesa…

A verdade, tão simples quanto verdadeira, é que Venezuela e Brasil têm petróleo mais a mão que não Ártico!

Venezuela proíbe saída do país de diretores de jornais

Veículos são punidos por repercutir texto que liga presidente do Legislativo ao tráfico

SAMY ADGHIRNIDE CARACAS

A Justiça da Venezuela proibiu nesta terça (12) 22 diretores de sites e jornais de oposição de sair do país, por terem repercutido relatos de supostos vínculos do presidente do Legislativo, Diosdado Cabello, com o tráfico.

A notícia foi divulgada no site dos jornais "El Nacional" e "Tal Cual", cujos executivos foram visados pela medida.

Uma fonte do "Tal Cual" disse à Folha que um dos diretores, Manuel Puyana, já foi notificado da proibição de sair do país e da obrigação de se apresentar toda semanal ao tribunal. Outro diretor do jornal está nos EUA e, diante da decisão, não retornará.

O vice-presidente editorial do "El Nacional", Argenis Martinez, disse que ainda não recebeu notificação. "Eles [membros do governo] são tão sem-vergonha que já tinham a proibição de sair do país pronta antes mesmo de começar o julgamento", diz.

O caso começou em janeiro, quando as publicações, assim como boa parte da mídia mundial, repercutiram reportagem do jornal espanhol "ABC" apontando suposto vínculo de Cabello com o tráfico internacional de cocaína.

A fonte da reportagem era o militar desertor Leamsy Salazar, ex-chefe de segurança de Cabello. Segundo Salazar, hoje protegido pelos EUA, o político comanda um cartel que opera a partir das Forças Armadas da Venezuela.

Analistas questionam a existência desse tipo de cartel, mas ressaltam que a Venezuela não teria se tornado a plataforma de narcotráfico que é hoje sem envolvimento ou conivência de autoridades.

Cabello negou as acusações e prometeu processar os responsáveis por repercutir a notícia. Também exigiu abertamente que eles fossem proibidos de deixar o país.

26/12/2014

Graças à Venina, venenosa!

Filed under: Graça Foster,Petrobrax,Petrobrás,Venina Velosa da Fonseca — Gilmar Crestani @ 11:03 am
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petrobras-x-petrobrax_tucano

Não há nenhum diferença entre Graça Foster e Venina Velosa, a não ser a mentira… É a mesma diferença que há entre Petrobrás x Petrobrax

As conclusões de uma empresa de análise de voz sobre a entrevista de Venina

Postado em 24 de dezembro de 2014 às 2:44 pm

Uma empresa especializada em análise de voz, a Truster, examinou a entrevista que Venina Fonseca concedeu ao Fantástico.

A Truster é representante oficial, no Brasil, da Nemesysco, empresa israelense de análise de voz.

As principais conclusões:

#”Muitas afirmações são fantasiosas e apelativas, como se ela estivesse seguindo um script.”

#”Em diversos momentos ela foge à pergunta formulada, ou não responde.”

#”Ela parece estar buscando uma vingança e não fazer justiça em nome dos funcionários da Petrobras.”

#”A senhora Venina não foi verdadeira ao tentar envolver algumas pessoas em sua denúncia.”

Aqui, você pode ver a análise completa.

Diário do Centro do Mundo » As conclusões de uma empresa de análise de voz sobre a entrevista de Venina

O relatório de uma empresa de análise de voz sobre Graça no JN

Postado em 26 de dezembro de 2014 às 12:00 am

A Truster, empresa especializada em análise de voz, examinou a entrevista que Graça Foster concedeu ao Jornal Nacional.

A Truster representa no Brasil a Nemesysco, líder mundial neste segmento.

Graça, segundo a Truster, fez um “esforço massivo” para responder às perguntas. “Ela foi verdadeira na maior parte de suas respostas”, diz o laudo.

O relatório completo você pode ver aqui.

Diário do Centro do Mundo » O relatório de uma empresa de análise de voz sobre Graça no JN

12/04/2014

O “problema” Pasadena se chama ódio à Petrobras

Filed under: Guerra do Petróleo,Pasadena,Plataforma P-36,Pré-Sal,Reuters — Gilmar Crestani @ 11:47 am
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Petrobras lucrou

Exclua quem sempre é contra o Brasil, e só fala nos nossos problemas, mas está sempre disposto a elogiar os EUA e aí terás descoberto o verdadeiro problema de Pasadena. A constatação é tão simples que bastaria comparar o que escreveram a respeito do afundamento da Plataforma P-36, que está no fundo do mar enquanto aquela está dando lucro, para conhecer o caráter de tudo o que está por trás do ódio à Petrobras: o Pré-sal!

Reuters: Pasadena foi ótimo negócio

12 de abril de 2014 | 03:13 Autor: Miguel do Rosário

Refinaria Pasadena

Uma matéria da Reuters, assinada por Jeb Blount, com base em opiniões de especialistas em petróleo de Nova York, Chicago e São Paulo, corrobora nossa argumentação, de que a compra da refinaria de Pasadena foi um ótimo negócio.

Diz o repórter:  ”a refinaria de Pasadena pode ter sido o melhor negócio com refinaria que a empresa já fez em três décadas”.

Logo em seguida, o repórter explica que, na verdade, a Petrobrás não pagou um preço excessivo.

A matéria não é “chapa branca”. É feita por um repórter americano ou inglês com gana de falar mal da Petrobrás. Só que, após entrevistar especialistas em pelo menos três praças comerciais importantes, ele conclui que a Petrobrás pode ter mil outros problemas, mas não é Pasadena.

O foco da matéria é falar mal da refinaria Abreu Lima, que a Petrobrás está construindo em Pernambuco, comparando seus custos com a de outras refinarias no mundo. Só que o repórter mesmo admite que é difícil comparar refinarias. Uma coisa é construir uma refinaria numa área já dotada de logística e infra-estrutura. Outra é montar uma no meio do nada.

O repórter observa, além disso, que investigações sobre Abreu Lima podem trazer mais prejuízos a Eduardo Campos, candidato de oposição, do que a Dilma Rousseff.

Blount também observa que o preço de US$ 1,2 bilhão pago por Pasadena superestima o valor da refinaria porque inclui quase US$ 600 milhões em ativos não ligados à refinaria, como estoques, custos bancários e o braço comercial da Astra.

O preço pago pela Petrobrás pela refinaria em si, segundo a matéria, com base na avaliação de uma firma de Chicago, a Good and Margolin, foi US$ 486 milhões.

Entretanto, mesmo considerando os US$ 1,2 bilhão, trata-se de um valor que Pasadena poderá pagar em apenas cinco anos de operação, estima o jornalista, em virtude do fantástico momento vivido pelas refinarias norte-americanas, principalmente as situadas no Texas.

O novo boom de produção de petróleo de xisto nos EUA reduziu os custos da matéria-prima, e ao mesmo tempo o preço dos derivados está alto, por causa da recuperação econômica do país, de maneira que as margens de lucro das refinarias nunca foram tão altas.

Espero que os deputados e senadores que cometem o equívoco de não ler o Cafezinho, ou se lêem, de não acreditarem no que escrevo, apesar de trazer sempre a fonte, ao menos leiam a Reuters.

*

Trechos da matéria

ANÁLISE-Brasil investiga Pasadena, mas Refinaria do Nordeste é problema maior

sexta-feira, 11 de abril de 2014 13:52 BRT Imprimir [-] Texto [+]

Por Jeb Blount, Reuters Brasil

SÃO PAULO, 11 Abr (Reuters) – A compra de uma refinaria nos Estados Unidos pela Petrobras por 1,2 bilhão de dólares virou tema de campanha eleitoral, com a oposição afirmando que a estatal pagou 20 vezes mais que o valor justo pela unidade no Texas e que Dilma Rousseff errou ao aprovar o negócio quando era presidente do Conselho da empresa em 2006.

A investigação, porém, está provavelmente mirando na refinaria errada: mesmo que a Petrobras tenha pago caro, a refinaria de Pasadena, com capacidade para processar 100 mil barris por dia, pode ter sido o melhor negócio em refino que a petroleira já fez em pelo menos três décadas.

(…) A Petrobras não quis comentar sobre Pasadena, pois está conduzindo sua própria investigação, mas José Sergio Gabrielli, que era presidente da Petrobras na época da aquisição, disse nesta semana que a compra de Pasadena foi “um grande investimento”.

(…) Para efeito de comparação, a saudita Aramco e a francesa Total construíram em Jubail (Arábia Saudita) uma refinaria para 400 mil barris diários por 10 bilhões de dólares, ou 25 mil dólares por barril –menos de um terço do custo da Rnest (refinaria do Nordeste, a Abreu Lima).

A chinesa Sinopec planeja concluir no ano que vem em Guangdong uma refinaria para 200 mil barris diários ao preço de 9 bilhões de dólares (45 mil dólares por barril), quase metade do custo da refinaria no Nordeste.

Em Port Arthur (Texas), a Aramco e a anglo-holandesa Royal Dutch Shell gastaram 10 bilhões de dólares por uma refinaria para 350 mil barris/dia, o que também equivale a um terço do valor em Pernambuco.

Em nível mundial, refinarias novas para o processamento de petróleo pesado estão custando “no máximo” 38 a 45 mil dólares por barril, segundo um consultor de refino dos EUA que trabalhou em refinarias da América do Norte, Oriente Médio, América Latina e Ásia.

(…) As refinarias na costa norte-americana do Golfo do México, onde fica Pasadena, geralmente lucram cerca de 10 dólares por barril refinado, segundo Margolin, da Cowan and Company, e Alen Good, analista de ações de empresas de petróleo e refino na Morningstar, em Chicago.

(…) Com base no desembolso de 1,2 bilhão de dólares, a Petrobras provavelmente conseguiria reaver o investimento de Pasadena em cinco anos, segundo Good.

Isso pode se dever mais à sorte do que a um investimento inteligente. Quando a compra foi aprovada, em 2006, a Petrobras estava procurando formas de refinar seu petróleo nos EUA, pois havia a expectativa de que esse país passaria a comprar mais petróleo bruto do Brasil.

Desde então, o boom do petróleo de xisto nos EUA aumentou a demanda pelo refino de petróleo, tornando mais valiosas as refinarias na costa do Golfo.

A cifra de 1,2 bilhão de dólares também pode representar um valor superestimado em relação ao verdadeiro custo de Pasadena, já que o total incluía 595 milhões de dólares em outros itens, como uma parte do estoque de petróleo da empresa Astra já presente na unidade, além de multas e taxas legais. Good e Margolin disseram que esses custos deveriam ser excluídos da avaliação da refinaria.

Quando isso é feito, chega-se ao valor de 486 milhões de dólares pela refinaria propriamente dita, ou 4.860 dólares por barril –valor que pode ser recuperado em um ano de operação a plena capacidade. Ainda para efeito de comparação, 18 vezes menos que a Rnest.

“Faz pouco sentido se comover com Pasadena quando você considera o que a Petrobras está pagando mais pela capacidade de refino no Brasil”, disse Good. “Com esses preços, faz mais sentido para a Petrobras comprar refinarias nos EUA do que construí-las no Brasil.”

Gabrielli também questionou a cifra de 1,2 bilhão de dólares, alegando que na verdade a refinaria texana custou menos de 500 milhões de dólares.

GASOLINA POLÍTICA

Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora, de São Paulo, disse que os investigadores deveriam se voltar muito mais para a Rnest do que para Pasadena.

“Todas as refinarias da Petrobras são, de alguma forma, fora da norma, e tenho poucas dúvidas de que, se uma CPI for realmente instalada, isso vai aparecer muito claramente”, disse ele. “Houve uma séria má gestão.”

A refinaria Rnest surgiu de um acordo entre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez, da Venezuela.

A ideia inicial era que a unidade recebesse 60 por cento do petróleo do Brasil e 40 por cento da Venezuela, numa demonstração de amizade internacional e como forma de impulsionar a indústria regional.

Mas para lidar com petróleo venezuelano, que é mais pesado e com poluentes tóxicos do que o produto brasileiro, a Petrobras precisava de duas linhas de refino separadas, e por isso foi preciso acrescentar instalações adicionais.

Funcionários do governo já alertaram aos críticos de Pasadena que uma investigação mais ampla poderá respingar sobre eles próprios. Pernambuco, afinal, é um Estado que já foi governado por Eduardo Campos, ex-aliado e hoje rival eleitoral de Dilma. (…)

Reuters: Pasadena foi ótimo negócio | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

22/10/2013

Reaparece o especialista em Marcola

Filed under: Diogo Marcola,Pré-Sal — Gilmar Crestani @ 8:23 am
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Fugido do Brasil por suas especialidades em Marcola, Diogo Mainardi dá o ar de sua desgraça a pedido de seus financiadores. As gigantes norte-americanas não participaram do leilão, mas seus anões saíram do armário…

Mainardi reaparece no Twitter. Contra a Petrobras

Edição247-Reprodução Twitter / Divulgação:

Ex-colunista de Veja, Diogo Mainardi deu o ar da graça no Twitter, logo após o leilão do pré-sal. "Os diretores da PetroChina (CNPC) estão na cadeia, acusados de suborno. Para comprar o pré-sal, terão de usar o método do Marcola", disse ele, numa de suas postagens

Brasil 24/7

01/09/2011

A verdade sobre a Líbia

Filed under: Kadafi,Revolução Jasmim — Gilmar Crestani @ 8:59 am
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Já não se usa mais subterfúgios. O Petróleo ainda é o principal álibi da “civilização  ocidental”.

Potências definem em Paris futuro da Líbia, de olho em contratos e petróleo

Cúpula decidirá sobre status do CNT, fundos de Kadafi antes congelados e volta da democracia

Jamil Chade, correspondente

GENEBRA – Emissários de pelo menos 60 países discutirão nesta quinta-feira, 1º, em Paris a nova página da história da Líbia, o status do Conselho Nacional de Transição (CNT) e como organizar a reconstrução da nação africana. Ao mesmo tempo, governos disputam contratos para o fornecimento de produtos e serviços para a Líbia pós-Kadafi e a influência sobre o novo regime de Trípoli.

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ARQUIVO: ‘Os líbios deveriam chorar’, dizia Kadafi

Parte do dinheiro nas contas congeladas do ditador Muamar Kadafi está sendo usada para fechar contratos justamente com os governos que lideraram a ofensiva da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Convocada pela França, a reunião deverá formalizar a liberação de quase US$ 5 bilhões em ativos de Kadafi, os quais agora serão destinados à "reconstrução" da Líbia. A União Europeia deverá ainda revogar as sanções unilaterais contra portos e companhias petrolíferas líbias. Um calendário para o estabelecimento da democracia em Trípoli deverá ainda ser divulgado. O encontro foi organizado por europeus, sob críticas do Brasil, China e Rússia. Os emergentes defendem que o tema seja tratado no âmbito da ONU.

Diplomatas brasileiros disseram ao Estado que um dos pontos centrais dessa reconstrução será a liberação da fortuna de Kadafi. China e Rússia não escondem a irritação com a cúpula convocada pelos europeus. Mas os emissários de Brasília, Pequim e Moscou admitem que um de seus objetivos na reunião é garantir que os contratos da era Kadafi sejam mantidos.

Líderes como o presidente francês, Nicolas Sarkozy, o premiê britânico, David Cameron, a chanceler alemã, Angela Merkel, e a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, querem transformar a cúpula no "nascimento internacional" da Líbia pós-Kadafi.

Eldorado

Na quarta, a França anunciou que mantinha bloqueados US$ 7,5 bilhões em seus bancos e pediu que a ONU já libere US$ 1,5 bilhão. A Grã-Bretanha já tinha feito isso dois dias atrás – um voo com o equivalente a US$ 211 milhões partiu para a Líbia – e a Itália anunciou ontem a liberação de mais US$ 500 milhões. Esse dinheiro está beneficiando justamente os países que haviam promovido resoluções na ONU pedindo que a fortuna fosse descongelada – europeus, alguns países árabes e os EUA.

Nesta semana, por exemplo, rebeldes líbios usaram US$ 44 milhões de Kadafi para comprar trigo de produtores franceses. O pacto fechado com Paris prevê que alimentos e gêneros de primeira necessidade sejam comprados de empresas francesas. A França também emplacou a venda de escolas pré-fabricadas. O ponto mais sensível, porém, continua a ser a indústria do petróleo.

Franceses

No regime de Kadafi, 35 empresas estrangeiras operavam no país. Em abril, o CNT havia prometido a Sarkozy que um terço dos contratos de petróleo ficaria com empresas francesas. A esperança de Paris é que a França seja "recompensada" por ter liderado os ataques da Otan.

Na semana que vem, uma missão com empresários da Total, Alstom e outras empresas francesas vai desembarcar em Trípoli para debater com a nova administração contratos para ajudar na reconstrução da Líbia. Em julho, executivos da Total já tinham visitado Benghazi e, com o apoio do governo em Paris, fecharam contatos com rebeldes.

O Estado apurou que os novos "ministros" líbios voltarão a Paris no dia 6 para uma reunião com empresários.

Potências definem em Paris futuro da Líbia, de olho em contratos e petróleo – internacional – geral – Estadão

21/04/2011

A história se repete, senão como farsa, pelo menos com violência

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:34 am
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Um ano antes da invasão, óleo do Iraque era repartido

O jornal inglês  The Independent está publicando uma série de matérias e documentos que provam que, um ano antes de ser ordenada a invasão do Iraque, no dia 20 de março de 2003, ministros do governo inglês já discutiam com as grandes petroleiras como ia ser repartido o petróleo do país.

O jornal reproduz um memorando do Ministério dos Negócios Estrangeiros, do dia 13 novembro de 2002, após reunião com a BP:

“O Iraque é a perspectiva das grandes petrolíferas. BP está desesperados para chegar lá e ansiosa que acordos políticos não deverão negar-lhes a oportunidade de competir a longo… prazo potencial é enorme.. .

Em outubro, segundo outros documentos, o governo inglês admite que  pressionou o presidente americano George W. Bush em nome da BP,  porque a gigante do petróleo “estava preocupada por considerar-se bloqueada dos negócios os EUA estavam fazendo com as empresas de energia e de outros governos estrangeiros.

No mesmo mês, outro documento revela que Edward Chaplin. alto dirigente da chancelaria inglesa admite que está determinado “a conseguir uma fatia justa do recurso para empresas do Reino Unido em um Iraque pós-Saddam. ”

O jornal baseia a reportagem em mais de mil documentos governamentais foram obtidos sob o Freedom of Information Act por Greg Muttitt, que escreveu um livro  “Fuel on the Fire”. Os arquivos revelam que eles foram pelo menos cinco reuniões entre os ministros, funcionários e empresas petrolíferas BP e Shell, no final de 2002.

O gráfico publicado pelo The Independent dá ideia da repartição dos campos de petróleo iraquianos, hoje.

Claro que não é por isso que a gente vai pensar que no caso da Líbia há algum outro interesse senão as “razões humanitárias”, não é?

Tijolaço – O Blog do Brizola Neto

21/03/2011

A 4ª Guerra Púnica

Filed under: Cosa Nostra — Gilmar Crestani @ 8:36 am
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Sílvio Berlusconi, à testa. Grifo em vermelho alguns pontos relevantes da matéria do Corriere della Sera.

L’ITALIA E LA LIBIA / Il Capo dello Stato: «Repressioni forsennate da parte di gheddafi»

«Otto aerei italiani operativi in Libia»
Napolitano: «Ma non siamo in guerra»

La Russa in tv: «I velivoli compiranno azioni da oggi, nessuna limitazione all’intervento italiano

L’ITALIA E LA LIBIA / Il Capo dello Stato: «Repressioni forsennate da parte di gheddafi»

«Otto aerei italiani operativi in Libia»
Napolitano: «Ma non siamo in guerra»

La Russa in tv: «I velivoli compiranno azioni da oggi, nessuna limitazione all’intervento italiano»

Il presidente della Repubblica, Giorgio Napolitano, durante la visita milanese (Cattaneo)

Il presidente della Repubblica, Giorgio Napolitano, durante la visita milanese (Cattaneo)

MILANO – Oltre alle sette basi, l’Italia ha messo anche otto aerei a disposizione della coalizione che sta intervenendo in Libia, il primo dei quali è poi decollato da Trapani attorno alle 20, praticamente in concomitanza con l’inizio di un cessate-il-fuoco annunciato da un rappresentante del governo libico. Ospite di Lucia Annunziata su Raitre, Ignazio La Russa ha spiegato che i velivoli «si aggiungono agli altri assetti forniti dalle altre nazioni che partecipano e da oggi compiranno le loro azioni sotto un unico comando che è a Napoli». Il ministro ha sottolineato che il nostro Paese ha aderito alla coalizione, «trasferendo sotto il comando della coalizione stessa, otto aerei, ma se fra un minuto ci chiedessero altri tipi di aerei valuteremmo. Una cosa è certa: non è intenzione dell’Italia mettere caveat al proprio intervento». «Vogliamo partecipare alla pari a questa operazione – ha aggiunto – finalizzata alla salvaguardia della popolazione libica».

UNA PRESENZA «PARI» – La partecipazione alla missione internazionale in Libia dimostra che «l’Italia non è seconda a nessuno» e che «aldilà delle basi, l’eventuale impiego di assetti militari, come gli aerei, è la dimostrazione che vogliamo essere al pari di altri, non partner di serie B». È quanto ha dichiarato il ministro degli Esteri Franco Frattini ai microfoni del TG5. Interpellato sulle critiche mosse oggi dalla Lega araba ai raid della comunità internazionale, Frattini ammette che «c’è un dibattito interno alla Lega araba, probabilmente determinato dall’accelerazione dell’intervento francese». Tuttavia, il ministro ricorda che la Lega araba «partecipa attivamente alla missione». «Ha approvato la no-fly zone e alcuni Paesi arabi, Qatar ed Emirati, hanno garantito il loro sostegno – ha aggiunto – si tratta di una preoccupazione sulla modalità, non sui fini della missione». E una precisazione sulla natura della partecipazione italiana è arrivata nel pomeriggio anche dal capo dello Stato, Giorgio Napolitano, a margine della sua visita a Milano: «Non siamo entrati in guerra. Siamo impegnati in un’azione autorizzata dal Consiglio di sicurezza delle Nazioni Unite». E ancora: «Tutti siamo preoccupati per quello che succede in Libia dove ci sono repressioni forsennate e violente rivolte contro la stessa popolazione libica da parte del governo e del suo leader Gheddafi».

BENI LIBICI «CONGELATI»L’Italia, si è poi appreso dall’ambasciatore Cesare Maria Ragaglini, rappresentante permanente presso l’Onu, in attuazione della risoluzione 1973, ha congelato beni di Gheddafi o di entità libiche per 6-7 miliardi di euro. «Per quanto riguarda gli aspetti non militari della pressione esercitata su Gheddafi – ha reso noto la Missione Permanente d’Italia all’Onu – il nostro Paese ha applicato rigorosamente le sanzioni/"asset freeze" su individui ed entità libiche; fino a questo momento sono stati infatti congelati beni per un valore di circa 6/7 miliardi di euro, cifra soggetta ad ulteriori verifiche da parte del Comitato di Sicurezza finanziaria». Para a Itália, o botim de Guerra são os bens líbios na Itália, incluindo times de futebol. Para os demais países, basta o Petróleo. Ah! essa civilização ocidental!!!!

«Ci sono anche i nostri aerei»

«RICHIESTA FORMALE» – Il ministro della Difesa ha spiegato nel dettaglio la nuova fase dell’operazione. «Ieri sera intorno alle ore 23 abbiamo avuto richiesta formale di assetti da parte di altri Paesi e dalle 23.59 abbiamo dato la disponibilità di 8 aerei: 4 caccia e 4 tornado in grado di neutralizzare radar» ha detto La Russa in tv, spiegando che gli aerei italiani potranno essere impiegati dal comando della coalizione «in ogni momento».

IMMIGRAZIONE – Quanto all’emergenza migranti, il ministro ha chiarito in tv che Roma chiederà alla comunità internazionale «di non lasciare sola l’Italia». Una volta «messa a tacere la contraerea libica, si dovrà attuare una no fly zone per tutelare le vite dei cittadini libici. E in questo – ha specificato La Russa – siamo partecipi alla pari con gli altri Paesi. Con la stessa forza chiederemo alla comunità internazionale di non lasciare sola l’Italia nella gestione dei flussi migratori». «La risoluzione Onu – ha aggiunto – non pone il problema di cosa accadrà a Gheddafi. Peraltro quello è un aspetto che non dipende direttamente da noi, ma anche da una situazione diplomatica».

I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella I caccia danesi a Sigonella

BASI ITALIANE – Cosa sta avvenendo intanto nelle basi italiane? A Trapani sono arrivati quattro aerei Eurofighter provenienti da Grosseto, che l’Aeronautica militare ha rischierato in Sicilia in vista di un possibile impiego nella missione, e tre tornado provenienti dalla base militare del sesto stormo di Ghedi, nel bresciano. L’aeroporto di Trapani Birgi, confermano all’Ansa fonti dell’Enac, entro poche ore verrà chiuso al traffico aereo civile a causa delle operazioni dell’aeronautica militare che riguardano la Libia. I voli saranno dirottati su altri aeroporti. Da Decimomannu, nel corso della giornata, potrebbero alzarsi in volo i caccia spagnoli giunti sabato in Sardegna. Il ministro della Difesa britannico Liam Fox ha detto alla Bbc che tornado e typhoon della Raf si sposteranno «presto» in una base nell’Italia meridionale. Da Sigonella sono pronti a decollare sei caccia danesi F16 arrivati sabato.

Redazione online
20 marzo 2011© RIPRODUZIONE RISERVATA

«Otto aerei italiani operativi in Libia» Napolitano: «Ma non siamo in guerra» – Corriere della Sera

10/03/2011

Oilbama

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:42 am
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Oilbama

01/03/2011

Eu sou você amanhã

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 11:00 am
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Não se sabe se Chávez está servindo de porta-voz do ditador Líbio ou está apenas se precavendo contra alguma tentativa futura de invasão da Venezuela pelos EUA. De minha parte entendo que Chávez não bate muito bem da bola. Eu também não bateria se vivesse atacado por todos os lados tendo sob os pés jazidas inesgotávies de petróleo. De outra banda, os EUA são useiros e vezeiros da máquina de Guerra. Tudo se resolve na mira de um arma. Tanto dentro qjuanto fora de casa. Os fatos estão aí para provar. E guerra é tudo que a economia combalida precisa para ensaiar uma saída da crise doméstica. E tem o atrativo extra: PETRÓLEO.

‘Eu optaria por buscar uma formula política’, disse Chávez

01 de março de 2011 | 2h 45

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou na segunda-feira, 28, que invadir a Líbia seria uma catástrofe, acusou os Estados Unidos de estarem enlouquecidos pelo petróleo líbio e defendeu uma solução política com a criação de uma comissão de países para dialogar com as partes no país africano.

Chávez indicou em um ato público que não irá condenar a distância o líder líbio, Muammar Kadafi, sem saber o que está ocorrendo na nação africana, afirmando ter a certeza de que os Estados Unidos estão exagerando e distorcendo a realidade do que ocorre na Líbia.

"Eu optaria por buscar uma formula política. Em vez de mandar soldados e aviões, por que não enviamos uma comissão de boa vontade que vá ajudar para que não sigam matando na Líbia?", disse Chávez.

O presidente venezuelano disse que a Líbia é um paiol e que, no caso de uma invasão militar, pode haver uma tragédia maior em forma de guerra civil ou uma invasão que desembocará em outra guerra internacional que se estenderá pelo norte da África.

"Os Estados Unidos já disseram que estão prontos para invadir a Líbia. E quase todos os países da Europa condenando à Líbia, o que querem? Claro, esfregam as mãos com o petróleo da Líbia", disse Chávez.

"Eu acho que estão enlouquecidos pelo petróleo líbio. Isto pode ser uma catástrofe muito maior do que as que já estamos vivendo", afirmou.

Chávez indicou que "pelo pouco" que sabe seu governo sobre a situação na Líbia, há elementos que configuram o quadro de uma guerra civil, com um país dividido e uma zona controlada por opositores ao governo, algo que, assinalou, se tentou fazer na Venezuela durante o golpe de Estado de 2002.

"Tomara que não se imponha a política dos canhões, dos tambores de guerra, e que alcancemos articular uma comissão que vá à Líbia para conversar com o governo e com os lideres da oposição", insistiu.

Chávez diz que invasão à Líbia pode gerar uma guerra internacional – internacional – Estadao.com.br

27/02/2011

Brasil, potência petrolífera

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 8:03 am
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EE.UU. quiere a Brasil como proveedor de petróleo

26/02/11 Lo aseguró el canciller brasileño. En 10 años sería uno de los principales socios.

VISITA. EL CANCILLER DE BRASIL, PATRIOTA: DIPLOMACIA Y NEGOCIOS.

VISITA. EL CANCILLER DE BRASIL, PATRIOTA: DIPLOMACIA Y NEGOCIOS.

Brasil se perfila para ser, dentro de una década, uno de los proveedores de petróleo más importantes de EE.UU., en un escenario actual con las revueltas en el mundo árabe y la desconfianza de Washington hacia Venezuela.

El canciller brasileño, Antonio Patriota, afirmó que Estados Unidos anunció su intención de convertir a Brasil en algunos años en uno de sus principales proveedores de petróleo.

“Los estadounidenses manifestaron interés en importar petróleo de Brasil en el futuro y mencionaron que podemos convertirnos en un importante proveedor a raíz de las reservas submarinas”, dijo el canciller brasileño, Antonio Patriota.

Patriota discutió la cuestión con el asesor del Consejo de Seguridad Nacional norteamericano, Michael Froman, durante la gira de dos días realizada a Washington para preparar la visita que el presidente Barack Obama realizará el 19 y 20 de marzo a Brasil.

Para analistas consultados, Brasil es visto por Estados Unidos como un aliado con estabilidad democrática y con peso regional y global que garantizará el flujo energético cuando se convierta, con la extracción del crudo submarino de la Cuenca de Santos, en un ‘top-ten’ de productores de petróleo.

“Hoy por hoy Brasil es confiable para Estados Unidos . Venezuela no lo es. Brasil es el país más importante de la región sudamericana, en términos económicos y políticos”, dijo a la agencia de noticias ANSA la experta en geopolítica Cristina Pecequilo, profesora de la Universidad Federal de Sao Paulo (Unifesp).

Las rebeliones en los países del mundo árabe que son una suerte de bomba de gasolina de Estados Unidos y Europa, según Pecequilo, abre un importante capítulo para Brasil, que deberá esperar una década para producir a niveles de ser uno de los actores importantes de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

“Es importante porque en estrategia Brasil es visto como una alternativa a Medio Oriente, siempre con controversias. Hay un rediseño geopolítico en los países árabes al margen del interés norteamericano. Estados Unidos tuvo un error de cálculo político y la válvula de escape a futuro sería Brasil”, opinó la especialista en Relaciones Internacionales.

Las reservas brasileñas en la Cuenca de Santos, ubicada a unos 6 kilómetros de profundidad, en la capa geológica pre-sal, están estimadas entre 50 mil millones y 60 mil millones de barriles.

16/02/2011

A ONU esquenta o clima

Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 7:05 pm
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Primeiro foi a história da preservação da Amazônias. Exatamente os países que destruíram suas matas querem que o Brasil sirva de pulmão para eles. Agora que o Brasil descobriu o Pré-Sal, quando as economias do norte dependem cada vez mais do Petróleo, querem nos condenar por termos. Oh raça!

La ONU alerta de que Latinoamérica se ‘fosiliza’ en vez de usar renovables

La jefa de Cambio Climático dice que China está ganando "la carrera verde"

PABLO XIMÉNEZ DE SANDOVAL – Madrid – 16/02/2011

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La secretaria ejecutiva de la Convención Marco de la ONU sobre Cambio Climático, Christiana Figueres, alertó ayer del riesgo de que Latinoamérica se quede estancada en tecnologías energéticas obsoletas cuando tiene enormes recursos naturales con los que puede "sacar provecho" económico de la reducción de gases contaminantes. Según Figueres, el continente posee el 35% de las aguas del mundo y sin embrago se da una "alarmante fosilización de las matrices energéticas". El resultado es que la región solo explota el 25% de la capacidad energética de su agua.

      La noticia en otros webs

      "Los beneficios para la economía van a ser para aquellos países que logren adaptar su legislación nacional al marco regulatorio de (la conferencia internacional de) Cancún", según afirmó Figueres. Se refería al riesgo de que la economía sufre lo que en inglés se llama lock in, o quedarse encerrado en "tecnología obsoleta", como llamó al gas natural y las centrales térmicas. "Chile ya alcanza niveles de emisiones de gases propios de los países europeos", alertó Figueres, como ejemplo de la senda para el crecimiento económico del continente. Latinoamérica "tiene el reto de explotar todas las opciones de energías renovables para el futuro", afirmó Figueres. Entre ellas, destacó la utilización sostenible de los bosques en lugar de la deforestación. Para Christiana Figueres, implementar los acuerdos contra el cambio climático no supone solo un reto para Latinoamérica, sino también una oportunidad económica, sobre todo a través del desarrollo de tecnologías para lo que se llama "mitigación" del impacto del cambio climático.

      La experta costarricense, que fue asesora de Endesa para Latinoamérica, nombrada el año pasado para el cargo de máxima responsable sobre el Cambio Climático en Naciones Unidas, lanzó esta advertencia durante unas jornadas de trabajo en al Secretaría General Iberoamericana ayer en Madrid. Junto a ella estuvieron la secretaria de Estado de Medio Ambiente de España, Teresa Ribera, y el secretario general iberoamericano, Enrique V. Iglesias.

      Al ser interpelada sobre la aportación de China contra el cambio climático, Figueres aseguró que este país está haciendo "esfuerzos domésticos impresionantes". "Otro gallo nos cantaría" si todos los países actuaran como China, llegó a afirmar. El gigante asiático "es líder en la industria solar y lo será en la eólica". Y recuperó su argumento para animar a Latinoamérica a abrazar cuanto antes la implementación de energías renovables como un nicho de actividad económica y desarrollo tecnológico. "China no lo hace por amor al planeta, sino por su propio interés. Quieren tener la tecnología para ganar la carrera de la economía verde".

      Durante la conferencia, Figueres explicó la trascendencia de los acuerdos de la cumbre de Cancún, celebrada a finales de noviembre pasado en la ciudad caribeña, unos acuerdos que resumió como "un gran paso para las naciones, pero un pequeño paso para el planeta". Según Figueres, en aquella cumbre se sentaron "los cimientos del esfuerzo colectivo más importante de la historia en reducción de gases contaminantes". Se consiguieron objetivos concretos de todos los países industrializados y de 37 países en desarrollo.

      Sin embargo, al hablar de que era un pequeño paso para el planeta se refería a que "todo el esfuerzo comprometido por esos 80 países sólo supone el 60% de lo necesario para cumplir los compromisos [de Cancún]". Es decir, en palabras de Figueres, "hay una brecha en el mismo acuerdo". La alta responsable de las Naciones Unidas se mostró también muy cauta sobre sus esperanzas para avanzar en mayores compromisos en la próxima cumbre, que se celebrará en Durban y dijo que era "un cuento de hadas" pensar que se pudiera alcanzar un acuerdo "vinculante, justo y ambicioso".

      En la sala se encontraba Juan López de Uralde, exdirector de Greenpeace en España que actualmente promueve un partido político ecologista, quien interpretó como pesimistas las palabras de Figueres. Esta le respondió que no veía "geopolíticamente posible" un compromiso mayor. "Estamos construyendo una catedral", dijo la experta. "El problema se formó durante 100 años. Ahora estamos paso a paso, ladrillo a ladrillo". En la lucha contra el cambio climático, "estamos construyendo catedrales", recalcó.

      La ONU alerta de que Latinoamérica se ‘fosiliza’ en vez de usar renovables · ELPAÍS.com

      20/03/2010

      Petrobras versus Petrobrax

      Filed under: Cultura,PIG — Gilmar Crestani @ 5:47 am
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      petrobras-x-petrobrax, você decide!

      petrobras-x-petrobrax, você decide!

      Quem estiver interessado em saber o porquê dos ataques das grandes corporações mediáticas brasileira e seus representes políticos deverá estudar a biografia de alguns personagens internacionais. Em destaque estão Mosaddeq, do Irã;Nasser, no Egito; Mattei, da Itália; Pérez Alfonzo, da Venezuela e Abdullah al-Tariki, da Arábia Saudita.

      A cobiça pelo petróleo é tanta que durante a Segunda Guerra Hitler abriu várias frentes em sua busca no cáucaso. A Batalha de Estalingrado deu-se com este objetivo. E foi o início da desgraça de Hitler. Os Aliados, só foram contar com a participação dos EUA depois que Hitler perdeu Estalingrado. E ainda assim chegaram atrasados em Berlim. Aliás, os Russos só chegaram antes que os Aliados em Berlim porque estes estavam muito mais ocupados em destruir todas as refinadoras de petróleo francesas do que em combaterem o nazismo. No livro Berlim 1945: A Queda, o historiador inglês, Antony Beevor, relata o medo atávido que os nazistas tinham dos russos. Quando viram que seriam derrotados foram logo correndo se jogarem nos braços dos americanos, e assim a CIA os recrutou os principais criminosos nazistas e os espalhou pela América do Sul. Quem duvida poderá conferir no documentário Inimigo de meu Inimigo, de Kevin Macdonald

      Mohammed Mosaddeq

      Mohammed Mosaddeq, o incorruptível, foi Primeiro Ministro do Irã, sendo o responsável pela nacionalização da exploração do petróleo, e só saiu derrubado com a ajuda da CIA. No seu lugar foi instalado um governo títere dos EUA. A 15 de Agosto de 1953, instigado pela CIA, o xá Mohammad Reza Pahlavi demitiu Mosaddeq. Mosaddeq permaneceu no seu cargo até ao dia 19 de Agosto, quando um golpe de estado instalou o general Fazlollah Zahedi como novo primeiro-ministro. Pahlavi só foi deposto com Revolução Iraniana de 1979, que provocou a fuga do xá a instalação do Aiatolá Ruhollah Khomeini como chefe máximo do país.  Em 1979, o Irã deixa para trás o regime imperial e proclama a República Islâmica do Irã. No regime odiado pelos EUA, a participação feminina no parlamento passa de 0%, na época do despótico xá, para 4,1%. No Brasil havia (8,8%), EUA (16,3%) e Inglaterra (19,7%). O perigoso Khomeini levou os EUA, em 1980, a se associarem ao anjo Saddam Hussein e deflagrarem a Guerra Irã-Iraque. Em 1941 – em plena Segunda guerra mundial – o xá se inclinava para o regime nazista. Ante esta situação, tropas britânicas e soviéticas invadem o país, para não perder a principal fonte de abastecimento de petróleo. Reza Pahlevi se exila na ilha Maurício e abdica em favor de seu filho
      Mohamed Reza Pahlevi
      .
      O hoje perigoso Irã, como nos querem fazer crer os agentes do PIG financiados pela CIA, nunca deflagrou guerra contra outros países. Sempre usou de seus recursos militares exclusivamente para sua defesa contra Russos, Ingleses, Americanos & Iraquianos.

      Gamal Abdel Nasser

      Derrubou, 1952, a monarquia egípcia de Faruk I e implantou uma República. Em questão, o controle da própria produção de petróleo. Foi considerado um modelo para os presidentes do Terceiro Mundo. Dizem que o presidente brasileiro Jânio Quadros governava com uma foto do líder egípcio em seu gabinete. Foi o responsável pela nacionalização do Canal de Suez, que era explorado por ingleses e franceses. Em Campo Grande, Mato Grosso do Sul há um bairro chamado Nasser.

      Enrico Mattei

      Após a Segunda Guerra, como Ministro da Energia, transformou a Azienda Generale Italiana Petroli Agip em Ente Nacionale Idrocarburi (ENI). Sob sua batuta teve início uma nova relação, mais justa, com os países produtores de petróleo. Propôs acordos muita mais vantajosos com os países do Oriente Médio  e com a antiga União Soviética, ajudando a quebrar o oligopólio do petróleo das “Sete Irmãs. Foi dele a iniciativa segundo a qual o país das reservas exploradas receberia 75% dos lucros. Lembremos que no início a companhia Inglesa expulsa do Irã pagava 15%!! A luta de Enrico de Mattei rendeu a auto-sustentabilidades energética à Itália, mas cobrou seu preço. Um acordo entre a Máfia e a CIA explodiu o avião em que viajava em 1962. É o caso emblemático, sempre citado, dos que se opõem aos interesses das empresas petrolíferas americanas. Troque máfia por PIG e entenderás o consórcio que hoje luta pela entrega do Pré-Sal aos americanos.

       

      Juan Pablo Pérez Alfonzo
      Político democrático da Venezuela, Pérez Alfonzo foi Ministro de Minas e Hidrocarburetos (Petróleo) durante o qual implementou a polícia de petróleo do  "Fifty’Fifty". Por esta, a participação do lucros do Estado nos ganhos das petrolíferas não poderia ser inferior a 50%. Entabulou boas relações com os demais países produtores de petróleo com os quais criou a OPEP para defender os interesses dos países produtores frente às grandes companhias de petróleo. Por sua persistência e métodos para conseguir defender os interesses de seu país foi apelidado pela CIA de Senhor Guerrilheiro. Deixou a OPEP quando esta virou um simples cartel na mão das grandes companhias.

       

      Abdullah al-Tariki
      Foi o primeiro Ministro do Petrólio da Arábia Saude que, junto com Pérez Alfonzo, criou a OPEP, para defender os países produtores. Depois ajudou, com incentivo da CIA, a transformar a OPEP em boneco de ventríloquo das grandes companhias de petróleo.

      OPEP

      No 1º Congresso Árabe, 1960, ao qual Alfonzo se convidou, já que não era árabe, realizado no Egito, Tariki e Alfonzo promoveram reuniões secretas. As reuniões ocorriam no Resort Maadi e ficou conhecido como Pacto de Maadi. Os encontros secretos deveram-se em virtude de que a CIA e as companhias petrolíferas patrulhavam e davam "consultoria gratuita" a membros árabes dome$sticáveis. Os países signatários do pacto visavam proteger os países produtores frente às companhias petrolíferas, já que o preço do petróleo baixava, mas o preço dos combustíveis vendidos pelas companhias, não. A formulação da OPEP acabou acontecendo em Bagdá, no Iraque.

      Como nos dias de hoje, os jornais que defendiam os interesses americanos não levaram a séria a criação dos países produtores, profetizando um mês de vida para a OPEP. O jornal Washington Post não se pejou em afirmar que se tratava de um encontro de um  briguento conglomerado de emirados, de jóqueis de camelo e de república de bananas. Mudaram os tempos e os países, mas a imprensa continua sempre golpista e favor dos donos do capital. E a opinião pública que se lixe!

      Os dois principais mentores da OPEP, Tariki e Alonzo não duraram. No lugar deles foram colocados "pe$$oas de bem", com facilidade para o diálogo com as empresas americanas.

      Na história da OPEP tem-se ainda de levar em conta o papel da Argélia e da Líbia. A Argélia, com o Acordo de Evian  estava se desvencilhando da França, que detinha 90% do petróleo encontrado no Saara. Com a liberdade garantida, a Argélia deu um passo a frente e impôs uma desapropriação de 51% do capital para poder controlar o que era dela. Já na Líbia, como declarou um assessor de Nixon, o regime do Rei Idris era
      confiável pois era corrupto. Mas aí Kadafi (Muammar al-Gaddafi) em 1969 acabou com a festa do Rei. Declarou ilegais as bebidas alcoólicas e os jogos de azar, exigiu e obteve a retirada americana e inglesa de bases militares, expulsou as comunidades judaicas e aumentou decididamente a participação das mulheres na sociedade. Recentemente, a partir de 2006, pa$$ou a se entro$sar melhor com os EUA, de modo que ninguém mais condena seu governo, nem mesmo os já quarenta anos de mandato. Ninguém mais ousa chamá-lo de ditador. Como dizem os colonistas títeres da CIA, ditador é só Fidel, Kadafi já foi dome$ticado, é só um amigo confiável. Mui inte$$ante!

       

      José Bento Renato Monteiro Lobato

      O homem que desencadeou a luta pela exploração do petróleo no Brasil também foi perseguido por suas idéias. Preso várias vezes, nunca deixou de lutar por suas convicções, principalmente no que diz respeito à possibilidade de o Brasil ser um auto-suficiente produtor de petróleo. Sua luta ficou registrada em livros e na memória do povo brasileiro, mas principalmente porque suas professias se concretizaram e da forma mais bonita possível. Tanto é que, por ironia da história, o primeiro poço de petróleo encontrado no Brasil foi em Lobato, Salvador.

      Curiosamente, um dos livros de Lobato, O Presidente Negro, profetiza o surgimento da internet para 2228 (- Ainda havia jornais neste tempo? – Sim, mas jornais nada relembrativos dos dias de hoje. Eram radiados e impressos em caracteres luminosos num quadro mural existente em todas casas.), de teletrabalho ("em vez de ir todos os dias o empregado para o escritorio e voltar pendurado num bonde que desliza sobre barulhentas rodas de aço, fará ele o seu serviço em casa e o radiará para o escritorio. Em suma: trabalhar-se-á à distancia".) , e da escolha de Obama, negro, para presidente dos EUA.

      Hugo Chávez

      As hostilidades da Casa Branca com Hugo Chávez se inserem neste contexto do Petróleo. Como o Rei Idris da Líbia, os EUA sempre tinham muitas facilidades de conver$ar com os mandatários venezuelanos. A partir do momento que Hugo Chávez passou a defender os interesses venezuelanos, os as empresas jornalísticas e os seus colonistas amestrados por todos os cantos, que os há e aos montes, passaram a chamá-lo de ditador. Para democratizar a Venezuela a CIA, junto com a RCTV, de Gustavo Cisneros patrocinou um golpe de estado. Pôs Pedro Carmona para ensinar democracia aos venezuelanos. Durou apenas dois dias mas foi o suficiente para fechar o Congresso Nacional e a Suprema Corte daquele país. O sucesso foi
      tanto que o Instituto Millenium pediu sua consultoria. Cisneros foi o convidado de honra dos "falsos democratas" do PIG.

      Bras ou Brax?

      No Brasil, temos dois personagens, um de cada lado da trincheira. Monteiro Lobato e sua luta "O Petróleo é Nosso" e Fernando Henrique Cardoso, com a tentativa de entregar a Petrobras aos EUA, na vã tentativa de ser aclamado Secretário Geral da ONU. O primeiro passo do PSDB foi retirar da companhia brasileira o monopólio da exploração para entregar de mão beijada aos americanos. Isto é, aquilo que a Petrobrás havia descoberto por seus méritos e serviços, foi entregue como um mimo, um panetone de final de ano, às grandes petrolíferas.

      Na continuidade, buscou exterminar de vez a companhia, dando um novo nome, Petrobrax, mais palatável internacionalmente. Com a mudança do nome da companhia garantiria de vez a dissociação com o nome Brasil, esse país caipira, indigno de ter uma companhia de exploração do petróleo.

      Como no Primeiro Congresso Árabe do Egito, a descoberta do Pré-Sal fez com Álvaro Dias obtivesse seu brinde à la Milton Friedman ("Não há almoço grátis!"). Uma empresa americana de Houston, Texas, se prontificou em dar "consultoria gratuita" ao PSDB. Álvaro Dias (PSDB/PR) declarou que Foi a única empresa até agora que topou nos ajudar porque não é daqui e deve trabalhar para as concorrentes da Petrobrás. Na próxima semana devemos ter muito mais munição”.

       

      Não se deixe enganar. Quem só sabe vender o que outros conseguiram nunca passará de camelô. Estadista é aquele que constrói, jamais aquele destrói, vende ou doa.

      Alguém poderia me informar o endereço das refinarias da Shell, Texaco, Esso, Ipiranga no Brasil? Uminha só?

      Download História do Petróleo, documentário da History  Channel.

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