Ficha Corrida

21/03/2019

Laurício

Filed under: Futebol,PIG — Gilmar Crestani @ 5:09 pm

Conheço Laurício Apolônio Pinto Brandão desde 1989, quando nos tornamos colegas de trabalho.

Após perambular como atleta, Laurício fez concurso para Justiça Federal onde ingressou em 1980.

Aposentado desde 1998, por força da natureza do meu trabalho, vejo-o com certa frequência, mas a cada ano que passa, cada vez menos. E toda vez que nos encontramos, sempre faço recordar seus tempos de Inter.

Laurício - 1990

Laurício – 1990

Nascido em Campos dos Goytacazes, em 09/02/1943, se destacou no futebol carioca, primeiro pelo Madureira e depois, com muito sucesso, pelo Fluminense, de onde saiu para vir jogar no Inter.

Lateral de direito de muita marcação, se vangloria de ter sido um grande adversário do Grêmio, tanto que atribui a sua saída a intrigas que teriam sido arquitetadas por gremistas.

Jogou na lateral direita de 1966 a 1970. Passou pelos Eucaliptos e inaugurou o Beira-Rio.

Lauricio 1972

Lauricio 1972

Quando lembra do time, abre um largo sorriso para falar do Escurinho:

– O negão me deu muitos bichos…

Os “bichos” a que se refere não são animais de estimação, mas o prêmio pelas vitórias.

Escurinho “deu” bichos ao Laurício e me tornou colorado. Mas esta é outra história….

Na inauguração do Beira-Rio, contra o Benfica, Daltro Menezes escalou o Inter com Gainete no gol, Laurício, Scala, Pontes e Sadi; Tovar e Dorinho; Valdomiro (Urruzmendi), Bráulio (Sérgio), Claudiomiro e Gilson Porto.

Foi uma grande vitória, 2 X1, que selou a sorte da nova casa.

Só não gosta de falar da saída, que teria sido provocada por uma intriga arrumada por gremistas, mas joga toda responsabilidade nas costas do Daltro Menezes, que preferiu ir atrás de intrigas do que confiar na sua palavra. Prova que quem bate esquece mas quem apanha, não…

Depois do Inter, só jogou, por apenas um ano, no Londrina.

Voltou pra Porto Alegre onde fixou residência definitiva.

Com Laurício, em março de 2019

Com Laurício, em março de 2019

Fico ainda mais feliz pelo atleta ao saber que Laurício tinha como sonho, se não fosse jogador de futebol, se tornar militar. Sonhava em se tornar general. E foi. Felizmente, na zaga do Inter…

06/09/2018

13

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 8:39 am

Vamos lá, cola para usar na eleição, na ordem de votação na urna eletrônica:

  • Deputado federal: 1307 [4 dígitos] – Nome: Paulo Pimenta
  • Deputado estadual: 13300 [5 dígitos] – Nome: Moisés Mendes
  • 1º senador: 131 [3 dígitos] – Nome: Paulo Paim
  • 2º senador: 651 [3 dígitos] – Nome: Abigail Pereira
  • Governador: 13 [2 dígitos] – Nome: Miguel Rossetto
  • Presidente: 13 [2 dígitos] – Nome: Fernando Haddad

 

PT tem Estrela 13

09/09/2016

Para anencefálico entender

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 6:08 pm

golpe-desenhado

07/06/2016

E se… ou a marcha da insensatez

globo golpistanE se um amigo do Lula tivesse um heliPÓptero aprendido com 450 kg de pasta base de cocaína?

E se Lula estiver na Lista de Furnas? Ela seria verdadeira?

E se Lula estiver na Lista Falciani da lavagem de dinheiro do HSBC?

E se Lula estiver na Lista Odebrecht? Se ele não estiver, seria possível exigir sua inclusão sob pena de não aceitar delação?

E se Lula não estiver no Panama Papers? A Mossack & Fonseca poderia, a pedido de seus caçadores, substituir um tríplex da famiglia Marinho por um que nunca lhe pertenceu?

E se Lula tivesse orquestrado para derrubar Dilma para, com isso, tentar barrar a Lava Jato?

E se Lula fosse amigo do José Sarney, tivesse com ele de uma rede de televisão, se reunisse com ele na ABL?

E se o Michelzinho fosse filho do Lula? Pois é, Lula e seus filhos seriam donos da Friboi, da Boing, de hotéis e ressortes. Tudo isso foi vendido e difundido com a omissão da comissão dos golpistas instalados nas cinco irmãs (Globo, Veja, Estadão, Folha & RBS).

E se Lula não fosse um estadista reconhecido e admirado, a ponto de ter uma das mais extensas listas de títulos Honoris Causa jamais concedidos por universidades públicas e particulares espalhadas nos quatro cantos do mundo?

Lula não só teria sido preso. Teria sido enforcado, esquartejado e exposto em praça pública. Sobre seu corpo Marchariam os Zumbis vestindo camisas verde-amarelas com escudo da CBF, padrão FIFA. Em Porto Alegre seus membros esquartejados seriam expostos no Parcão para que os manifestantes arrebanhados pela RBS, fiel da Rede Globo, pudessem fazer com ele o que índios fizeram com o Bispo Sardinha!

O ódio em relação ao Lula atualizou uma prática dos grupos mafiomidiáticos, cujo expoente em seu tempo foi Carlos Lacerda, em relação às pessoas de esquerda que assumem Executivos, de Getúlio, Brizola, Lula, Olívio & Dilma: “Esse homem não pode ser candidato; se for é capaz de vencer; se vencer será impossível impedi-lo de assumir; se assumir pode fazer outro grande governo.”

Como o ódio atual, um função das redes sociais, é exponencial, eles não se resumem em destituí-lo. Há que se caça-lo, a ele, seus filhos, seu partido, seus amigos. Não se trata da crítica, salutar em qualquer circunstância. É puro ódio em estado bruto. Brutal!

E o estofo de seus críticos pode ser medido pelos que eles, por formas heterodoxas, buscam colocar em seu lugar. A plutocracia amestrada pelas velhas mídias preferem um toxicômano, com lavagem de dinheiro em paraísos fiscais, que usa do dinheiro público para construir aeroportos em terra de familiares. Esta mesma plutocracia conduz uma manada de beócios a ocuparem praças públicas para destituir uma presidente honesta e colocar em seu lugar uma autêntica cleptocracia, um sindicato de ladrões.

Não basta prender os golpistas contra a democracia e os interesses nacionais e seus finanCIAdores ideológicos. Há que se atentar para os que sempre estão de tocaia para impor golpes. Hoje sabemos que está incrustado no DNA da Rede Globo o autêntico golpismo de uma República das Bananas. Há precedentes, há jurisprudência golpista em seus cromossomas. Se não se fizer nada para corrigir esta anomalia, de nada adianta prender Temer, Calheiros ou Sarney. A Rede Globo, ao amadrinhar com tanta facilidade uma manada de beócios, tem uma capacidade infinita de produzir Collor e CUnhas. E para distrair seus ventríloquos e seus métodos, o jeito é criar uma cortina de fumaça. Caçar Lula é sempre um bom subterfúgio. Um par de pedalinhos são introduzidos, em horário noturno, sob o nome de Jornal Nacional, como autênticos cavalos de troia, convertendo-os em cavalo de batalha para tirar o foco de cima dos corruptos que tomaram o Planalto Central de assalto.

A historiadora Barbara Tuchman escreveu um livro chamado A Marcha da Insensatez. Trata do seguinte: como os governantes (homens públicos), em certos momentos, cometem erros homéricos, destruindo sua nação ou sua reputação. Quatro grandes acontecimentos da história são detalhadamente abordados no livro: como puderam os troianos imbecilmente puxar o famigerado cavalo de madeira para dentro dos muros de Tróia, como os papas da Renascença toscamente não foram capazes de captar as forças reformistas, impedindo a cisão protestante, como a arrogância dos lordes ingleses forjaram a libertação da América do Norte e como os americanos nesciamente se meteram na guerra do Vietnã.

A Marcha da Insensatez brasileira está sendo conduzida pela Rede Globo, secundada pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Como pode grupos nacionais trabalharem tão arduamente contra os interesses do povo brasileiro?

De um lado a Rede Globo persegue Lula, sua família e seus amigos. De outro alcovita  Eduardo CUnha, Aécio Neves, Andrea Neves, José Serra, FHC & Famiglia, José Sarney, Romero Jucá, Fernando Collor de Mello. A dependência dos cofres públicos pode ser medida pelo fato de que, pela Lei Rouanet, sempre usada para atacar Dilma, a Rede Globo capturou R$ 147 milhões.

Estes varões não seriam o que são não fosse um grupo monopolista de mídia chamado Grupo Globo. Felizmente, a imprensa internacional, por incrível que pareça, furou o bloqueio e está divulgando que GOLPE é GOLPE!

18/05/2016

Cadê os indignados com a corrupção? Foram todos corrompidos!

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 3:28 pm

giphy1

06/04/2016

Meus Heróis Morreram de Overdose

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 12:41 pm

patoOs deles, de corrupção.

Qual foi o primeiro herói erguido pela turba golpista?

  • A corrupção!

Mas aí descobriram que a corrupção é teúda e manteúda por quem segurava o mastro da bandeira “Somos todos CUnha”.

Os propulsores do combate à corrupção atendem por Rede Baita Sonegadora, Rede Globo de Sonegação, Augusto “Zelotes” Nardes e Aroldo  & Thiago Cedraz, ambos do teuCU…

Aécio Neves, octa delatado nas premiadas da Vaza à Jato, apareceu, com a irmã Andrea, em todas as listas posteriores a de Schindler…

O menino pobre que mudou o Brasil, Joaquim Barbosa, é assíduo frequentador das lavanderias panamenhas… Coincidentemente, aparece em dobradinha de quem com ele fez atuou na Ação 470. Pela teoria do domínio do fato, pois a “literatura jurídica me permite”, há mais elementos incriminadores nos fatos envolvendo o Batman da Rede Globo do que contra José Genoíno…

O japonês da federal, outro herói dos golpistas, com seus olhinhos orientais, tinha mais visão que seus adoradores. Pelo menos em relação ao “descaminho” de Foz do Iguaçu…

Não poderia faltar na lista um representante do MPF, o procurador Douglas Kirchner, da mesma seara que pariu Rodrigo de Grandis, que, em breve, deve mudar de profissão. Vai virar pastor…

E o pato da FIESP tem a cara do seu feitor. Dizem que o presidente-candidato é holandês, sem royalties… Skaf! Skaf! Skaf!

E aí chegamos na pomba-gira, Janaína Paschoal. Convenhamos, essa moça só é motivo de vergonha alheia. Nem em sonhos banhados e viajados pelo heliPÓptero sairia uma quixotada mais fiespina.

Só uma alucinação coletiva justifica que pessoas, dotadas de bom senso, ainda vistam a camisa amarela Padrão FIFA, com escudo da CBF brilhantemente bordado por Ricardo Teixeira e pintado por José Maria Marin, para pedir um golpe contra a única que não aparece em nenhuma das listas que correm por aí.

Neste manicômio que se transformou o Brasil, só o Dr. José Bacamarte ainda permanece fora da Casa Verde.

Eu, que há muito me ressentia, pois meus heróis morreram de overdose, já estou pensando em fugir desta planeta.

Dos lunáticos…

16/08/2015

J’Accuse

Janio de Freitas é nosso Émile Zola. Da mesma sorte que o fascismo que brotava na França nos estertores do século XIX, também hoje vivemos as vicissitudes de um processo Dreyfus. A lucidez com que dá nome aos bois deveria chamar os golpistas à razão. Se não forem quebrados agora os ovos desovados pelas serpentes fascistas, poderemos ter logo ali uma guerra civil. O ódio de classe destilado pela direita hidrófoba devido à síndrome de abstinência eleitoral já foi visto na Alemanha. E deu no que deu. A conclusão do artigo é uma constatação deste momento com os atores e autores do Incêndio no Reichstag: "As redes sociais amplificam e a mídia quintuplica". Entregou. Delação de dar inveja aos gatunos da Petrobras.”

Janio ataca golpismo da Câmara e da mídia

:

Em duro artigo publicado neste domingo (16), o jornalista Janio de Freitas, da Folha, acusa "falsos democratas instalados no Congresso e em meios de comunicação" de tentar dar um golpe na democracia brasileira usando justamente como argumento os princípios democráticos; "O que se passa hoje na Câmara, como método e objetivos da atividade, não é próprio de Congresso de regime democrático. Em muitos sentidos, restaura a Câmara controlada e subserviente da ditadura", alerta; ele critica inclusive o STF, com referência direta ao ministro Gilmar Mendes, que congelou a discussão sobre o financiamento das campanhas eleitorais; "Um juiz pode impedir a conclusão de um julgamento tão significativo como o financiamento das eleições dos governantes e congressistas. É uma evidência perfeita da prepotência primária, apenas ilusoriamente culta, que sobreviveu muito bem à ruína do seu sistema escravocrata", diz

16 de Agosto de 2015 às 07:24

247 – Em duro artigo publicado neste domingo (16), o jornalista Janio de Freitas, da Folha, acusa "falsos democratas instalados no Congresso e em meios de comunicação" de tentar dar um golpe na democracia brasileira usando justamente como argumento os princípios democráticos.

Aqui o texto na íntegra.

JANIO DE FREITAS

Em nome da democracia

As regras existem, precisas e claras na Constituição, mas o respeito é negado por quem mais deveria fortalecê-las

"Isso é democracia". Não é, não. Um dos componentes essenciais e inflexíveis da democracia é o respeito às regras que a instituem. As regras existem no Brasil, precisas e claras na Constituição, mas o respeito é negado onde e por quem mais deveria fortalecê-las. O que está sob ataque não é mandato algum, são as regras da democracia e, portanto, a própria democracia que se vinha construindo.

Não há disfarce capaz de encobrir o propósito difundido por falsos democratas instalados no Congresso e em meios de comunicação: reverter a decisão eleitoral para a Presidência sem respeitar as exigências e regras para tanto fixadas pela Constituição e pela democracia. Há mais de nove meses, a cada dia surge novo pretexto em busca de uma brecha –no Congresso, em um dos diferentes tribunais, nas ruas– na qual enfim prospere o intuito de derrubar o resultado eleitoral.

O regime democrático é tratado na Constituição como "cláusula pétrea", que se pretende com solidez granítica. O que não significa ser impossível transgredi-lo. Mas significa que quem o faça ou tente fazê-lo comete crime. E quem o comete criminoso é de fato, haja ou não a condenação que assim o defina. Tal é a condição que muitos ostentam e outros tantos elaboram para si.

A pregação de parlamentares identificáveis como um núcleo de agitação e provocação atenta contra a democracia. A excitação de hostilidades que esses parlamentares propagam pelo país é indução de animosidade antidemocrática –sem que isso suscite reação alguma, o que é, por si mesmo, indício da precária condição da democracia e da Constituição.

O que se passa hoje na Câmara, como método e objetivos da atividade, não é próprio de Congresso de regime democrático. Em muitos sentidos, restaura a Câmara controlada e subserviente da ditadura. Em outros aspectos, assume presunções autoritárias, de típico teor antidemocrático, ao ameaçar até aprovações do Senado de punitivas suspensões da sua tramitação.

Afinal, um dos focos da corrupção é arrombado. Os procuradores e juízes do caso receberam tarefa de importância extraordinária. Mas não é garantido que estejam plenamente respeitados nessa tarefa os limites das regras democráticas. À parte condutas funcionais que não cabe considerar neste sobrevoo do momento do país, é notória no grupo, e dele difundida, uma incitação a ânimos não condizentes com investigações e justiça na democracia. Pôr-se como salvadores da pátria, a partir dos quais "o Brasil agora será outro", não é só um equívoco da ingenuidade. É uma ameaça, senão já algumas práticas, de poderes e atitudes exacerbados que fogem às regras.

Um exemplo que recebeu tolerância incompatível com sua importância: difundir informações inverídicas e sensacionalistas à imprensa, e ao país, "para estimular mais informantes" –como feito e dito por um procurador–, não é ético nem democrático. É autopermissão abusiva. E incitação a ânimos públicos que já recebem das realidades circundantes o bastante para serem exaltados.

O espírito antidemocrático não é alheio nem ao Supremo Tribunal Federal. É nele que um juiz pode impedir a conclusão de um julgamento tão significativo como o financiamento das eleições dos governantes e congressistas. Ou seja, dos que determinam os destinos do país e de seus mais de 200 milhões habitantes. Se alguém achar que é deboche, não vale a pena contestar. Mas convém lembrar que é uma evidência perfeita da prepotência primária, apenas ilusoriamente culta, que sobreviveu muito bem à ruína do seu sistema escravocrata.

Movimentos de ocupações urbanas e rurais são acusados de violar a democracia. É engano. Ilegais, sim, mas não são democráticos nem antidemocráticos. Sequer estão incluídos na democracia, desprovidos que são, todos os padecentes de grandes desigualdades econômicas sociais, de meios democráticos para obter os direitos que a Constituição lhes destina.

E os jornais, a TV, as revistas, o rádio –na verdade, os jornalistas que os fazem– nesse país que concebe a democracia como uma bola, tanto a ser chutada sempre, como a oferecer grandes e efêmeras euforias? Agradeço à sogra de um jogador de futebol, Rosangela Lyra, que me dispensa de alguns desagrados. Disse ela, à Folha, das pequenas e iradas manifestações que organiza pela derrubada do resultado da eleição presidencial: "As redes sociais amplificam e a mídia quintuplica". Entregou. Delação de dar inveja aos gatunos da Petrobras.

"Isso é democracia" como slogan de antidemocracia só indica que o Brasil ainda não é ou já não é democracia.

    Janio ataca golpismo da Câmara e da mídia | Brasil 24/7

    Os piromaníacos da Globo elegem Nero para bombeiro

    PIG1O PIG se move. Jogaram a toalha do impeachment da Dilma para concentrar esforços na caça ao grande molusco.

    A matéria da Folha de São Paulo de hoje serve apenas para confirmar quem é a égua madrinha dos golpistas que estão desembarcando, a Rede Globo. A opção pela coordenação da Globo, via Instituto Millenium, deve-se ao know how adquirido em golpes anteriores bem sucedidos.

    Tanto é verdade que o a Globo era a principal fomentadora da marcha dos zumbis que após desembarcar do roteiro, o movimento arrefeceu. O que só aumentou a síndrome de abstinência do Napoleão das Alterosas.

    Aécio Neves, que via o cavalo paraguaio passar encilhando, acabou caindo por um golpe paraguaio aplicado pela égua madrinha de suas loucas cavalgadas.

    Grupo Globo pediu moderação a políticos

    Família Marinho teve reuniões com ministros e líderes de partidos

    João Roberto Marinho expressou preocupação com a crise política e seus efeitos para a atividade econômica

    DANIELA LIMA, DE SÃO PAULO, para a FOLHA

    O vice-presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, procurou nas últimas semanas líderes das principais forças políticas do país e integrantes do governo para expressar preocupação com o agravamento da crise e pedir moderação para evitar que ela se aprofunde ainda mais.

    Um dos proprietários do maior grupo de comunicação do país, que inclui a maior rede de televisão e o jornal "O Globo", Marinho encontrou-se com três ministros do governo Dilma Rousseff (PT) e reuniu-se com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) na semana passada.

    No dia 5, quando o Senado organizou uma sessão solene em homenagem aos 50 anos da TV Globo, Marinho se reuniu com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e conversou reservadamente com as bancadas do PT e do PSDB no Senado.

    Segundo um integrante do governo, Marinho também esteve com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, principal auxiliar de Dilma, o chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, e o ministro do Turismo, Henrique Alves, dono de uma afiliada da TV Globo no Rio Grande do Norte.

    Na conversa com Temer, que ocorreu na última terça (11), Marinho pediu uma avaliação das chances de o Planalto conseguir recompor sua base no Congresso e questionou o vice sobre os caminhos que o PMDB vê para o país.

    O empresário esteve ainda com o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), na reunião com a bancada do PSDB, e falou com outros dois líderes de prestígio na sigla, o governador paulista, Geraldo Alckmin, e o senador José Serra (SP).

    Conforme relatos obtidos pela Folha sobre essas conversas, Marinho manifestou em todos os encontros preocupação com a situação econômica, mencionando a queda acentuada do faturamento dos grupos de mídia e de outros setores da economia.

    Outros líderes empresariais transmitiram mensagens semelhantes nas últimas semanas, mas os apelos de Marinho tiveram ressonância maior entre os políticos por causa da influência da Globo na opinião pública. Por meio de sua assessoria, ele disse à Folha que preferia não comentar o assunto.

    O empresário já manifestava preocupação com o cenário econômico e o risco de descontrole no ambiente político há cerca de dois meses, quando recebeu o governador Geraldo Alckmin na sede da Globo, no Rio.

    A preocupação dos empresários aumentou após a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de romper com o governo e patrocinar projetos que ameaçam o equilíbrio das finanças públicas.

    Nos últimos dias, porém, o governo começou a discutir com líderes do PMDB no Senado uma agenda de reformas e ganhou fôlego para enfrentar os opositores que defendem a saída de Dilma como solução para a crise.

    30/06/2015

    O que pesa mais, uma alforria ou 450 kg de cocaína?

    Filed under: Alforria,Grupos Mafiomidiáticos,Manipulação,PIG,PSDB,Ricardo Pessoa,UTC — Gilmar Crestani @ 9:53 am

    A manipulação golpista vê tudo com dois pesos e duas medidas. E assim se descobre que na UTC dos outros é refresco. Deve ser por isso que os grupos mafiomidiáticos transformam alforria em colírio para Aécio Neves.

    Aécio se delata: Doação da UTC foi para dar "alforria" a empreiteiros. Na CPI? Igual Sérgio Guerra?

    Em inacreditável ato falho, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) confessou que só tinha a oferecer "alforria" (livrar) a empreiteira UTC em troca das doações eleitorais para sua campanha.
    Aécio disse "alforria" do governo do PT, mas a expressão cai como uma luva na prática delatada de tucanos pedirem CPI’s da Petrobras e depois exigirem propinas dos empreiteiros envolvidos para enterrar a investigação.
    O ex-diretor corrupto da Petrobras, Paulo Roberto Costa, delatou o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra. Declarou que o tucano exigiu R$ 10 milhões de propina para dar "alforria" na CPI da Petrobras, realizada em 2009. Costa confirmou no depoimento da CPI atual.
    Aécio Neves é sucessor de Sérgio Guerra na presidência do PSDB, e promoveu outra CPI em 2013.
    Anotações apreendidas pela PF na sede da UTC apontam Aécio negociando "alforria" a empreiteiros na CPI.
    Anotações apreendidas pela PF no escritório da UTC em São Paulo, no ano passado, apontam negociações de bastidores de empreiteiros com o senador Aécio Neves para não aprofundar na CPI. As anotações dizem que Aécio teria escalado Mario Couto (PSDB-PA) e Álvaro Dias (PSDB-PR) para “fazer circo”.
    Uma das anotações diz que no Senado a apuração estava esvaziada e que o problema maior seria no Judiciário. E ainda destacava que objetivo da CPI não era apurar, somente “gerar noticiário” (só contra o PT, é claro).

    Os Amigos do Presidente Lula

    16/05/2015

    Instituto Millenium lança manual de jornalismo para estagiários

    23/12/2014

    Brasil quebrado e dólar alto dá nisso

    piguentosA manipulação dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium é escandalosa. É claro que o Brasil não vive o melhor dos mundos, que há muito que melhorar, que a corrupção continua escandalosamente grande. Mas é também verdade que há avanços evidentes na qualidade de vida, no combate à corrupção, no fortalecimento das instituições. Só há algo que não muda. O comportamento golpista da velha mídia. Não é sintomático que tenham sido exatamente as cinco irmãs que tenham dado suporte à ditadura que agora  combatem diuturnamente qualquer avanço social?!

    O exemplo paradigmático do quanto a melhoria econômica dos menos privilegiados prova ojeriza aos privilegiados de sempre foi dado por Danusa Leão, ex-articulista da Folha: “Ir a Nova York já teve sua graça, mas, agora, o porteiro do prédio também pode ir, então qual a graça?” Ou daquele comentário do funcionário da RBS, Luis Carlos Prates, atacando a facilidade com que os pobres agora podem adquirir carro… O ódio de classe, o fascismo golpista tem raízes plantadas bem fundas pela velha mídia.

    Os mesmos que mamam nas tetas públicas mas agridem qualquer chance de que outros mais necessitados possam também ser atendidos pelo Estado. Como na corrupção, a velha mídia não combate a corrupção, apenas combate a concorrência.

    Não fosse assim dariam o mesmo tratamento aos casos de corrupção envolvendo administrações do PT, PMDB, PSDB, DEM.

    MERCADO ABERTO

    MARIA CRISTINA FRIAS cristina.frias@uol.com.br

    Fluxo na TAM para o Natal sobe 10% ante 2013

    O movimento no embarque internacional de Guarulhos, em São Paulo, cresceu 22% em voos da TAM no período de 16 até a segunda-feira, 22 de dezembro, em comparação à média observada no início deste mês.

    Foram cerca de 6.000 passageiros por dia nos voos internacionais da companhia, que é responsável por boa parte das decolagens do aeroporto, considerado seu principal "hub".

    A média diária registrada entre os dias 4 e 10 de dezembro foi de pouco menos de 5.000 passageiros por dia.

    Na comparação com o período próximo ao Natal no ano passado, o aumento foi de 10% no volume de passageiros que viajaram.

    Ao longo dos dias restantes no período das festas, a demanda fica menos concentrada, segundo Claudia Sender, CEO da TAM.

    A executiva afirma não ter observado cancelamentos em razão da alta do dólar. "Pessoas que procuram passagens no último momento apareceram menos", diz. "O mais complicado para o setor não é o aumento da taxa de câmbio, e sim a variação muito forte da moeda americana." A volatilidade deixa o passageiro inseguro para viajar.

    "Se o turista sabe que o dólar está alto, ele se organiza, fica em hotel mais barato."

    Dos embarques no período, cerca de 40% são de menores de 18 anos, o que dificulta as partidas, afirma.

    29/09/2014

    Por que não fala do 20 anos de PSDB em São Paulo?

    VINICIUS MOTA

    Joguinho do Juventus

    SÃO PAULO – Não é fácil evitar a reeleição de um presidente da República, dadas as prerrogativas e as condições de disputa extraordinárias do mandatário no Brasil. Quando, além disso, a continuidade é defendida por um partido forte, como o PT, destroná-lo torna-se uma façanha.

    A supremacia da campanha de Dilma Rousseff neste primeiro turno sobre a de Marina Silva faz imaginar uma partida de futebol entre o Barcelona de Messi e Neymar, de um lado, e o Juventus de Osman e Fernandinho, do outro.

    Não se trata da poderosa Juventus de Turim. Falo do clube paulistano da rua Javari, na Mooca, da camisa púrpura, pelo qual tantas lágrimas derramou o professor Pasquale, colunista desta Folha.

    Meu avô tinha uma definição para o estilo de jogo dos times que atuavam com 11 atletas recuados, apenas para se defender, destruir os lances do rival e mandar a bola para o mato. Chamava de "joguinho do Juventus". Zero a zero era o objetivo.

    Uma bobeada do adversário mais forte e habilidoso às vezes rendia uma magnífica vitória por 1 a 0. Daí vem a fama adquirida pela esquadra juventina, carinhosamente apelidada de Moleque Travesso.

    Marina Silva não tinha alternativa a não ser praticar o joguinho do Juventus no primeiro turno. Nanica no rádio e na TV, desarticulada das principais campanhas estaduais e carente de penetração partidária, a candidata do PSB recuou e tenta aguentar o tranco do ataque barcelonista.

    Tome bola na área da independência do Banco Central, tabelinha contra programas sociais, lançamento na relação com banqueiros. A zaga de Marina está com a cabeça inchada de tanto rebater bolas do acachapante volume de jogo adversário.

    A seis dias da eleição, o Juventus entretanto ainda resiste ao Barcelona. Se não terminar o primeiro tempo em grande desvantagem, talvez ainda se mantenha capaz de fazer travessura na etapa final.

    vinimota@uol.com.br

      13/09/2014

      Quem ria em velório agora chora com simples queda

       

      Nova estratégia da mídia: vitimizar Marina

      13 de setembro de 2014 | 08:52 Autor: Miguel do Rosário

      marina_coitada

      Veja, Folha, Globo, os grandalhões da mídia, aparentemente resignados que o seu candidato dos sonhos, Aécio Neves, não tem chances de ir ao segundo turno (e mesmo se fosse, perderia fácil), iniciaram uma nova estratégia.

      Pintar Marina Silva como uma coitadinha.

      Uma vítima.

      E o PT – e os blogueiros, claro, esses lobos malvados – como um vilão do mal que tenta “destruir” sua imagem.

      A ideia partiu da própria Marina.

      Ela não deu um pio contra as ameaças do Pastor Malafaia.

      Horas depois do pastor, hoje o principal símbolo da homofobia no país, agredir-lhe violentamente no twitter, Marina Silva veio à público dizer que o capítulo de seu programa que trazia referências à política LGBT tinha sido um “erro processual de editoração”.

      Erro processual de editoração…

      Em seguida, o coordenador do setor LGBT de sua campanha pediu as contas e saiu.

      O Pastor Malafaia, então, aderiu entusiasticamente à sua campanha, tecendo elogios à Marina e gabando-se de sua vitória.

      Desde então, Malafaia, sentindo-se fortalecido, intensificou seus impropérios contra o que chama de “ativismo gay” e contra Dilma e o PT.

      Nem Dilma, nem o PT, nem os ativistas LGBT, porém, vieram à público “chorar” e lamentar estarem sendo perseguidos por Malafaia.

      Para Marina, contudo, o vilão é o PT, o partido no qual militou por mais de 20 anos, e que foi responsável por tudo que ela conquistou na vida.

      Marina elegeu-se como a senadora mais jovem do país, em 1994, com recursos financeiros, partidários e humanos do PT. Lula a nomeou ministra de Estado em 2003, por ser então um importante quadro petista.

      Seu guru, Chico Mendes, foi fundador do PT no Acre e candidato a deputado estadual pelo partido.

      E agora, aí está Marina. Posando de coitadinha injustiçada na Folha, no Globo e na Veja.

      E tudo porque, tadinha, 83% dos recursos (R$ 1 milhão) que abasteceram o Instituto Marina vieram de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, que hoje é coordenadora de seu programa de governo.

      Só porque, pobrezinha, vive num apartamento pertencente a um dono de postos de gasolina e de fazendas no Mato Grosso e Pará.

      Só porque, ó vida, andou “algumas poucas vezes” (para lembrar a expressão usada por Aécio quando confessou ter usado, ilegalmente, o aeroporto de Claudio) no jatinho sem dono do PSB.

      Quanta injustiça! Quanta difamação!

      A nova injustiçada da sociedade vem recebendo manifestações comovidas de solidariedade de Reinaldo Azevedo, Demétrio, Merval Pereira, Roberto Freire, Marcos Feliciano e… Silas Malafaia.

      Só os melhores.

      Nova estratégia da mídia: vitimizar Marina | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

      25/07/2014

      Se a culpa é Federal, porque quebrou só a de São Paulo?

      Filed under: Folha de São Paulo,Geraldo Alckmin,PIG,PSDB,Saúde,Velha Mídia — Gilmar Crestani @ 7:19 am
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      Nem vou entrar nesta história da Saúde, que, apesar de ter melhorado extraordinariamente em comparação aos tempos de FHC, pode e deve melhorar ainda mais. Quem tem dúvida, pode assistir ao documentário S.O.S. Saúde, com Michel Moore (segue abaixo o filme completo para quem quiser ter parâmetros de primeiro mundo). Alguém que não seja retardado há de lembrar que no tempo de FHC foi criado a tal de CPMF, aliás, um grande invento do Adib Jatene. Os mesmos que a criaram, quando Lula assumiu e passou a destinar seus recursos à Saúde, deram um jeito de extingui-la.

      O que chama atenção é a abordagem que a velha mídia faz. Quando o assunto é o aeroporto superfaturado construído na terra do tio, a culpa é de Minas. Não entra nem sai o nome do dito cujo governante de Minas. Já, quando se trata da compra da refinaria de Pasadena, o nome de uma das pessoas envolvidas, aquela que o TCU inocentou, aparece sempre como a grande culpada.

      No episódio da Santa Casa de São Paulo a Folha abre o debate sobre o financiamento da saúde, para retirar o nome de quem tomou do Governo Federal e não repassou o montante recebido à instituição. Aí vem quem ficou com a parte do leão e diz que a culpa da quebra é do Governo Federal. Como são políticos e estamos em ano de eleição, vou dar de barato que seja assim mesmo. O que chama a atenção são os pesos e medidas da Folha. Será que o jornalista, seu chefe, o Diretor de Redação, o dono não vêem que não conseguem ir além do que diz o parceiro político local. Fosse culpa exclusiva dos repasses federais, caberia a pergunta que o jornalista não faz: por que só a de São Paulo quebrou?

      Os jornalistas da velha mídia tem este vezo de não fazerem a pergunta certa quando parceiros se enleiam nos controvérsias. Não fazem a fatídica pergunta porque teriam de fazer tantas outras, como por exemplo: Por que, desbancando o Rio, São Paulo se tornou o Estado mais violento do Brasil? Aliás, por que o CV quase foi extinto no Rio e o PCC nasceu em São Paulo? Por que a crise d’água só está provocando racionamento em São Paulo?

      Como disse o Fernando Haddad ontem em entrevista ao jornal espanhol El País: “Sou mais cobrado por 18 meses que o Governo paulista por 20 anos”.

      O que chateia não é a patota de políticos se acusando mutuamente, mas ver a manada abestalhada que não enxerga a parcialidade da velha mídia. Se a culpa é Federal, porque só São Paulo, onde o “choque de gestão” deveria fazer milagres, quebra?

      O PSDB está também quebrando o que restava de credibilidade da velha mídia. Santa paciência!

      Crise na Santa Casa abre debate sobre financiamento da saúde

      Defasagem na tabela SUS chega a 600% em alguns procedimentos; ministro nega subfinanciamento

      Ministério da Saúde cobrou esclarecimentos sobre a diferença entre valores repassados e utilizados no hospital

      DE SÃO PAULO

      A crise na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, que nesta semana chegou a interromper os atendimentos de urgência e emergência, trouxe à tona a discussão sobre o financiamento da saúde e abriu uma disputa entre os governos federal e estadual.

      Desde o início do mês, um inquérito do Ministério Público Federal em São Paulo investiga a queda percentual do financiamento federal na saúde e a defasagem da tabela básica do SUS de remuneração de procedimentos médicos.

      Para a procuradora do Ministério Público de Contas Elida Graziani Pinto, as dívidas das instituições filantrópicas, como a Santa Casa, estão ligadas ao "subfinanciamento" federal ao setor.

      Em 2000, a União respondia por 59,8% dos gastos com ações e serviços públicos na área. Em 2011, o índice passou para 44,7%, segundo pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada).

      No mesmo período, a participação de Estados e municípios passou de 18,5% para 25,7% e de 21,7% para 29,6%, respectivamente.

      Segundo a procuradora, a disparidade se intensificou com a aprovação da Emenda 29, em 2000.

      A emenda, regulamentada em 2012, prevê que o investimento da União na saúde deve ser equivalente ao total do ano anterior mais a variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Os Estados devem aplicar 12% dos impostos, e os municípios, 15%.

      "A falta de recursos públicos para o SUS decorre de um cenário onde a sociedade perde e os agentes públicos tentam postergar o problema, sem resolvê-lo", afirma.

      Segundo a pesquisadora do Ipea Luciana Servo, a queda percentual nos investimentos federais era esperada após a emenda, uma vez que os gastos de Estados e municípios eram menores e tendiam a aumentar. Porém, ela afirma, os valores destinados ainda são menores do que o necessário.

      TABELA SUS

      Apontada na quarta-feira (23) pelo Estado e pela Santa Casa como uma das causas da crise na instituição, a defasagem da tabela SUS chega, em alguns casos, a 600% entre o que é pago e o valor preconizado por entidades médicas.

      Segundo a Associação Paulista de Medicina, o SUS repassa por uma consulta R$ 10. Já os planos de saúde pagam entre R$25 e R$70, valor este recomendado pela entidade.

      O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirma que o país vem criando alternativas de financiamento para substituir a tabela. "A tabela está em fase de extinção", diz ele.

      "Um parto que o SUS paga cerca de R$ 440, a Santa Casa recebe R$ 800. O valor dobra com os incentivos", afirma ele, referindo-se ao programa federal que complementa o repasse da tabela com igual valor a 762 hospitais filantrópicos.

      Segundo ele, não há subfinanciamento e nos últimos sete anos, a tabela foi reajustada 37 vezes –o que atualizou mil dos 2.400 procedimentos.

      REPASSES

      Na quinta-feira (24), o governo federal cobrou em ofício uma explicação sobre R$ 74,7 milhões enviados pelo ministério e que não foram repassados pelo Estado à Santa Casa entre 2013 e este ano.

      Em nota, o governo do Estado diz que "está rigorosamente em dia com a entidade [Santa Casa] e não deixou de repassar um centavo sequer dos recursos do SUS encaminhados pelo ministério."

      21/06/2014

      Big Barriga, não, PIG Bosta!

      Filed under: Big Barriga,PIG,Sósia de Felipão — Gilmar Crestani @ 11:30 am
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      Resumindo: a patacoada, como dizem os gaúchos, só foi publicada por que merda é uma especialidade da velha mídia. E, acima de tudo, credibilidade é algo que passa ao largo dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Mário Sérgio Conti é figurinha repetida no álbum da velha mídia, graças aos seus serviços presados como pena de aluguel.

      A velha mídia é o que há de mais parecido com os Reis dos Camarotes VIP, aquela massa cheirosa, cheia de educação, que mostrou ao mundo como se deve se comportar em público diante da presidente do seu país. Como disse o Veríssimo, teus dias em que a única coisa correta num jornal é data.

      Big Barriga, por Flavio Gomes

      sex, 20/06/2014 – 14:44 Do blog do Flavio Gomes BIG BARRIGA

      RIO (jeeeesuis) – Quarta-feira, ponte aérea Rio-SP. O jornalista experiente, ácido e implacável (acusou o autor de “Privataria Tucana” de má-fé, leviandade, incompetência…), ex-diretor da ex-revista “Veja”, famoso, tanto que arrumou um trabalho de colunista nos dois maiores diários do país, “Folha” e “O Globo”, nota duas presenças familiares. Sim, são eles: Felipão e Neymar. As duas pessoas mais midiáticas, procuradas e assediadas do Brasil. Discretamente, se aproxima do técnico da seleção brasileira, seu vizinho de poltrona. E faz uma entrevista exclusiva.

      Manda para os jornais. O texto diz, entre outras coisas, que a defesa da seleção, segundo o técnico, é o maior problema do time. Neymar, estranhamente pouco requisitado pelos demais passageiros, não falou nada e nem foi incomodado por ninguém.

      Os jornais publicam. Em suas edições impressas e eletrônicas. No fim da entrevista, o jornalista relata um momento de descontração. Convida Felipão para seu programa na GloboNews, sim, ele tem um programa na GloboNews. Felipão diz que não pode agora, afinal anda muito ocupado, e lhe dá um cartão, sugerindo que, enquanto a Copa não termina, ele tente com a pessoa indicada: um sósia.

      Oh, que simpático foi o Felipão! Fez uma brincadeira e indicou um sósia entregando um cartão! Kkk.

      Bem, vivemos hoje o dia da maior “barriga” da história do jornalismo esportivo do Brasil. Talvez a maior “barriga” da história do jornalismo do Brasil. “Barriga” é a palavra que usamos, nós jornalistas, para “cagada”. Mario Sergio Conti foi o autor da entrevista. Felipão, evidentemente, não era Felipão. Era um certo Vladimir Palomo, que ganha uns trocados trabalhando como sósia de Felipão em programas humorísticos de TV ou aparições públicas — como diz seu cartão de visitas, inclusive. Assim como ele, há vários Neymares, Ronaldinhos Gaúchos, Elvis Presleys e papas Franciscos circulando por aí. Fico imaginando se Conti cruza, numa ponte aérea qualquer, com Inri Cristo…

      Durante a conversa no avião, segundo Palomo, Conti não disse que era jornalista. Só no final revelou que era repórter. Achou que estava abafando, certamente. Descolou, no papo, uma exclusiva. Palomo não se sentiu na obrigação de dizer que era um sósia. Afinal, não tinha dado entrevista alguma, tinha apenas conversado com o vizinho de poltrona sobre futebol — todo mundo só faz isso por estes dias. Depois, porque lhe deu o cartão onde estava escrito que ele trabalhava como sósia de Felipão. Mais claro, impossível. Não?

      Não.

      barrigao

      A grande cagada acabou sendo notada, sabe-se lá depois de quanto tempo. Os textos foram retirados dos sites dos jornais e possivelmente de exemplares que rodaram mais tarde, o que a gente chama de segundo clichê. Mas o estrago estava feito. Os dois periódicos publicaram erratas com o mesmíssimo teor, pedindo desculpas pelo que foidefinido como “confusão”.

      Todo mundo erra. É frase feita, mas vale para perdoar muita coisa. Essa barriga (já posso tirar as aspas? Obrigado), no entanto, não é perdoável.

      Se o colunista cometeu uma gafe inacreditável (não distinguir Felipão de um sósia, não identificar a ausência de sotaque, não perceber que ninguém lhe pediu autógrafos, não notar que não havia nenhuma câmera de TV ou outros jornalistas cercando os caras mais famosos do Brasil, não estranhar que era absolutamente improvável que ele E NEYMAR estivessem num avião de carreira a esta altura da vida do planeta), é porque não tem a menor condição de escrever sobre futebol nem hoje, nem nunca. Talvez não possa escrever sobre nada, porque a um jornalista não é dado o direito de ostentar tal grau de alienação no meio de uma Copa do Mundo no seu país.

      Mas a coisa é ainda pior. Alguém recebe, lê, edita e fecha esse material. Em geral, um editor. Sendo o assunto importante, uma exclusiva com o cara mais visado do país até o dia 13 de julho (ou até o Brasil cair fora da Copa, se isso acontecer antes da final), é de se imaginar que as maiores autoridades em esportes dos jornais leiam o que vão publicar.

      E como é que um editor engole isso sem questionar: 1) o Felipão numa ponte Rio-SP junto com Neymar, e nenhuma câmera de TV por perto? 2) Neymar num voo de carreira, sem multidões enlouquecidas tirando fotos e pedindo autógrafos? 3) a declaração mais sem sentido do mundo, que o problema é a zaga da seleção, justamente o que de melhor o time tem? 4) a pura impossibilidade de um técnico de seleção criticar abertamente, no meio de uma Copa do Mundo, seus jogadores? e 5) quem é o sósia do tal cartão mencionado no fim da matéria (um Google impediria essa catástrofe)?

      Pois tudo isso passou batido. Ninguém nas redações dos dois jornais notou nada de esquisito e a entrevista foi publicada alegremente. Grande furo, grande cara, esse colunista! Sempre na hora certa, no lugar certo! Em tempo: ele admitiu, em entrevista à “Zero Hora”, que achou mesmo que era Felipão. E minimizou a patacoada, dizendo que “não afetará a Bolsa, a Copa ou as eleições”.

      Os jornais estão acabando, como se diz, mas não é por causa da internet.

      Big Barriga, por Flavio Gomes | GGN

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