Ficha Corrida

22/04/2016

O mundo sabe: Rede Globo, Eduardo CUnha & Michel Temer comandam o GOLPE!

Golpe latuffA explicar o nome Golpe Paraguaio está o itinerário da Embaixadora do EUA, Liliana Ayalde, de Honduras para o Paraguai, de onde saiu, via Paraná, para se instalar no Brasil. Tão logo a famiglia de frequentadores de prostitutas, comandados pelo ilibado Eduardo CUnha, deram o golpe, Aloysio 300 Nunes embarcou para os EUA. Tudo isso deve ser mera coincidência…

Copiando Paula Sicchierolli:

O The Wall Street Journal (EUA) diz que é golpe.

O Financial Times (Reino Unido) diz que é golpe.

O The Washington Post (EUA) diz que é golpe.

O La Nación (Argentina) diz que é golpe.

O Reuters (Reino Unido) diz que é golpe.

O Le Parisien (França) diz que é golpe.

O Irish Times (Irlanda) diz que é golpe.

A Al Jazeera (Qatar) diz que é golpe.

O El País (Espanha) diz que é golpe.

A FOX News Latina diz que é golpe.

O Clarín (Argentina) diz que é golpe.

O Pravda (Rússia) diz que é golpe.

O Granma (Cuba) diz que é golpe.

A CNN (EUA) diz que é golpe.

13/05/2015

Se o Brasil adotasse medida venezuelana, ex-candidato a presidente não poderia sair do Brasil

Filed under: HeliPÓptero,hiPÓcrita,Narcotráfico,Venezuela — Gilmar Crestani @ 7:56 am
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Aécio acoca_nNa luta contra a Venezuela, finanCIAda pelos EUA e com apoio pelos donos de jornal, qualquer pum é notícia. Todos estão unidos novamente contra a Venezuela porque um desertor disse que o presidente do Legislativo estaria envolvido com o tráfico. Pronto. O mundo caiu.

Lá como cá, vide Alberto Youssef, bandido vira fonte digna, para caluniar sem provas. Contrario senso, aqui como lá, quando as provas abundam, a justiça, como diria o Jorge Pozzobom e a própria Folha em editorial, passa a mão na bunda dos envolvidos. Imagine um helipóptero com 450 kg de cocaína sumindo como pó ao vento. Sim, no Brasil acontece. Aqui, na disputa pela indicação do partido para candidato a Presidente, José Serra fez Mauro Chaves publicar o antológico artigo: “Pó pará, governador”! Na época não houve celeuma na mídia entorno das drogas porque uma regras do jornalismo é o inusitado, não o corriqueiro. Mas se acontece com os inimigos, lá vem a velha Lei Rubens Ricúpero!

Acontecia também na Venezuela antes de Hugo Chávez. O que importa não é o pó nem sua quantidade, mas quem PÓde e quem não PÓde mexer com produto consumido por 9 em cada dez diretores de jornal. Ou será mero acaso que o jornal só informe funcionário do grupo somente após ele alegar que “está limpo”, e não enquanto ele está consumindo?!

A Folha assim como os demais a$$oCIAdos do Instituto Millenium fazem às vezes de filiais da CIA no serviço sujo contra a Venezuela.

A Rede onde trabalha William Waack vendeu uma informação repassada “gratuitamente” pela CIA de que uma das esposas de Bin Laden o teria entregue aos EUA. Veja aqui!

A história de agora e sempre na Venezuela funciona da mesma forma. Quando do assassinato do ex-parceiro dos EUA no Afeganistão na luta contra a Rússia, Bin Laden, a Rede Globo, para dizer que ele era um covarde, chegou a fazer uma encenação colocando Bin Laden atirando contra seus assassinos usando uma mulher como escudo. Nesta semana saiu a verdade. A CIA pago 25 milhões de dólares para o serviço secreto do Paquistão entregar Bin Laden.

Agora estou esperando uma nova encenação da Globo mostrando uma montanha de dólares encima de uma mesa…

A verdade, tão simples quanto verdadeira, é que Venezuela e Brasil têm petróleo mais a mão que não Ártico!

Venezuela proíbe saída do país de diretores de jornais

Veículos são punidos por repercutir texto que liga presidente do Legislativo ao tráfico

SAMY ADGHIRNIDE CARACAS

A Justiça da Venezuela proibiu nesta terça (12) 22 diretores de sites e jornais de oposição de sair do país, por terem repercutido relatos de supostos vínculos do presidente do Legislativo, Diosdado Cabello, com o tráfico.

A notícia foi divulgada no site dos jornais "El Nacional" e "Tal Cual", cujos executivos foram visados pela medida.

Uma fonte do "Tal Cual" disse à Folha que um dos diretores, Manuel Puyana, já foi notificado da proibição de sair do país e da obrigação de se apresentar toda semanal ao tribunal. Outro diretor do jornal está nos EUA e, diante da decisão, não retornará.

O vice-presidente editorial do "El Nacional", Argenis Martinez, disse que ainda não recebeu notificação. "Eles [membros do governo] são tão sem-vergonha que já tinham a proibição de sair do país pronta antes mesmo de começar o julgamento", diz.

O caso começou em janeiro, quando as publicações, assim como boa parte da mídia mundial, repercutiram reportagem do jornal espanhol "ABC" apontando suposto vínculo de Cabello com o tráfico internacional de cocaína.

A fonte da reportagem era o militar desertor Leamsy Salazar, ex-chefe de segurança de Cabello. Segundo Salazar, hoje protegido pelos EUA, o político comanda um cartel que opera a partir das Forças Armadas da Venezuela.

Analistas questionam a existência desse tipo de cartel, mas ressaltam que a Venezuela não teria se tornado a plataforma de narcotráfico que é hoje sem envolvimento ou conivência de autoridades.

Cabello negou as acusações e prometeu processar os responsáveis por repercutir a notícia. Também exigiu abertamente que eles fossem proibidos de deixar o país.

01/01/2015

Sistema prisional made in USA: contra negros, nos EUA, até cego vê

Filed under: Ali Kamel,Não somos racistas,Panteras Negras,Racismo,Sócrates — Gilmar Crestani @ 10:15 am
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socrates-punhoParece piada, mas não é: “Entre os presos que testemunharam contra os Panteras também está um cego que disse em depoimento ter visto Woodfox saindo do local do crime e outro diagnosticado com esquizofrenia.”

Não se trata de um problema de república de bananas, mas daquele paraíso dos coxinhas brasileiros.

Todo brasileiro com complexo de vira-lata se prostra pros EUA como muçulmano para Meca. Fazem fila para comprarem quinquilharias de fabricação chinesa em Miami. E odeiam o Brasil, claro.

Em 2014 os brasileiros foram 51% dos turistas, mas com o reatamento das relações diplomáticas com Cuba, os brasileiros agora terão pela frente a concorrência cubana. Pergunte aos brasileiros made in Miami se já ouviram falar nos Panteras Negras? Duvido que saibam sequer quem foi Sócrates, o jogador, não o filósofo grego do séc. V?!

A forma de saudação dos Panteras Negras foi adotado por Sócrates, craque do futebol brasileiro. Por terem usado a mesma saudação, nas Olimpíadas de 1967,os multi campeãs Tommie Smith e John Carlos foram condenados, pela “maior democracia das Américas”, ao ostracismo e só recentemente foram reabilitados por lá. Lá, como aqui, parece que a velha mídia continua escrevendo a história de forma sempre muito peculiar: “Não somos racistas”….

Parodiando um dos filósofos da RBS: “Miami é um paraíso encravado no inferno dos EUA.(…) Finalmente, é incrível, mas não há sequer um negro em Miami. A 1500 quilômetros da Flórida, Mississippi, há milhares de negros.” Ou, para deixar os coxinhas ainda mais irritados. Apenas 166 km separam Miami de Cuba…

Pantera na solitária

Justiça dos EUA se divide sobre caso de Albert Woodfox, membro do grupo radical Panteras Negras detido em confinamento há 42 anos

GIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

Durante 23 horas de seu dia, Albert Woodfox, 67, fica confinado numa cela de 2 metros x 3 metros em uma prisão na Louisiana, nos EUA. Nessas condições, segundo o relator especial sobre tortura da ONU, o detento pode começar a desenvolver distúrbios psicológicos irreversíveis após 15 dias. Mas Woodfox está na solitária há 42 anos.

Preso por roubo no fim da década de 1960, Woodfox fundou uma unidade do movimento Panteras Negras, grupo radical de defesa dos negros americanos, na prisão de Angola, na Louisiana. Ele pretendia lutar contra as violações dos direitos humanos que ocorriam na prisão.

Em abril de 1972, o guarda penitenciário Brent Miller, 23, foi morto a facadas enquanto fazia a ronda em um dos complexos de Angola. Woodfox e outro Pantera, Herman Wallace, foram acusados da morte e colocados na solitária no mesmo dia – condição em que Woodfox está até hoje, mesmo após transferido para outra prisão em 2010.

Em 1973, os dois foram condenados à prisão perpétua. Woodfox e Wallace nunca assumiram a autoria do crime e dizem ter sido perseguidos por causa da militância dentro da prisão.

"Em primeiro lugar, nenhum ser humano deve ser mantido em confinamento solitário indefinidamente", afirma Jasmine Heiss, membro da Anistia Internacional, que faz campanha pela libertação de Woodfox.

A defesa afirma que a principal testemunha do caso, um homem condenado por estupro chamado Hezakiah Brown, foi subornado pela diretoria da prisão para prestar seu depoimento ""ele foi perdoado e libertado mais tarde.

Entre os presos que testemunharam contra os Panteras também está um cego que disse em depoimento ter visto Woodfox saindo do local do crime e outro diagnosticado com esquizofrenia.

Desde então, a condenação de Woodfox foi revogada por três vezes na Justiça, sob o argumento de que houve discriminação racial nos julgamentos. Em todas as ocasiões, no entanto, o procurador-geral da Lousiana, Buddy Caldwell, recorreu das decisões ""ele já se referiu a Woodfox como "o homem mais perigoso do planeta."

Em novembro, um tribunal federal de apelações manteve a decisão de soltar Woodfox. Mas, novamente, o Estado recorreu, impedindo, por enquanto, sua libertação.

"Nossa posição é a de que já é o bastante. Woodfox já serviu 42 anos em tempos difíceis dentro do confinamento solitário", diz Carine Williams, do escritório de advocacia Squire Patton Boggs, que representa Woodfox.

Até mesmo a viúva do guarda assassinado, Teenie Rogers, já declarou que não acredita na culpa dos dois homens condenados.

OS TRÊS DE ANGOLA

Woodfox, Herman Wallace e um outro preso, Robert King, também membro dos Panteras Negras, ficaram conhecidos como "Os Três de Angola" por terem passado, juntos, mais de um século no confinamento solitário.

Wallace foi solto em outubro de 2013, após 42 anos na solitária. Ele morreu três dias depois, vítima de um câncer no fígado. King teve sua condenação revogada em 2001 e foi libertado, após 29 anos.

Woodfox sofre de hipertensão, insuficiência renal crônica, diabetes tipo 2 e insônia. "Se a causa é nobre o suficiente, você pode carregar o peso do mundo nas costas. E, então, eles nunca conseguirão me quebrar", afirmou Woodfox em declaração ao documentário "In the Land of the Free", de 2008.

15/12/2014

Petrobrás vira botim de guerra

Pre-sal (2)Os mercenários, dos gregos às cruzadas, passando pelos romanos e mongóis, todos lutavam pelo botim de guerra. Depois da Segunda Guerra, todas as guerras, revoluções, golpes, massacres tem como principal motivo a luta pela posse da maior fonte de energia, o PETRÓLEO.

Só para ficar no presente, veja-se o que aconteceu na Guerra Irã-Iraque, quando os EUA ficaram do lado de Saddam Hussein. A Líbia de Kadafi, o Egito de Mubarak, o Iraque, Síria, Ucrânia, Venezuela. Tudo tem a ver com o fornecimento de energia, notadamente o petróleo e seus derivados.

A Petrobrás encontra resistência desde sua criação. Fez-se necessário criar a campanha “O Petróleo é Nosso”. E sempre encontrou resistência dos EUA e, internamente, pelos filos americanos. Tanto que o melhor amigo do Bush, FHC, tentou transforma-la em Petrobrax. Durante o segundo turno de Lula e José Serra, FHC encontrou-se, em Foz do Iguaçu, com representante da Chevrou e prometeu, caso Serra vencesse, a Petrobrás.

A descoberta do Pré-sal foi vista com algo ruim por todos os que querem se desfazer das riquezas nacionais. O Brasil, com os amigos de sempre finanCIAdos pelo orçamento mais secreto do mundo, os velhos Grupos MafioMidiáticos são os primeiros a atacarem a Petrobrás para desvaloriza-la e assim ser entregue de mão-beijada.

Os gaúchos temos um exemplo relativamente recente. Dia e noite o governo do Estado sucateava a CRT e a RBS atacava a empresa, não o sucateamento. Antonio Britto, o sempre amigo da RBS, fez a entrega um leilão simbólico e a entregou à RBS. Se pagássemos à CRT os preços que pagamos hoje à Telefônica, Oi, Tim, Claro, teríamos serviços muito melhores.

Na Itália, com a criação da ENI, as mesmas petrolíferas (Le sette sorelle) que hoje sobrevoam a Petrobrás, fizeram com que o avião em que viajava Enrico Mattei explodisse no ar. 

Globo amplia pressão para abrir o pré-sal a gringos

Um dia depois de defender, em editorial, que empresas internacionais, como Shell, BP, Exxon e Chevron, assumissem a liderança da exploração das reservas brasileiras de petróleo no pré-sal, o jornal O Globo agora produz reportagem sobre a mudança iminente nas regras, em razão dos problemas vividos pela Petrobras; "essa reflexão vai acontecer", disse, em off, uma suposta fonte governamental ao governo; não se sabe ainda nem quem será o novo ministro de Minas e Energia, mas o Globo já vende a tese de que o segundo governo Dilma adotará o programa de Aécio Neves no petróleo

Brasil 24/7

A incrível resistência da Petrobrás

14 de dezembro de 2014 | 16:04 Autor: Miguel do Rosário

Na última sexta-feira, a Petrobrás divulgou um balanço provisório.

O definitivo foi adiado para janeiro, para aguardar os desdobramentos da Operação Lava Jato.

Mas os dados mais importantes já foram postos na mesa.

Apesar de todos os ataques, externos e internos, da cobiça dos corruptos e corruptores, do oportunismo dos especuladores, da gana privatista da mídia, a Petrobrás resiste.

O faturamento continua crescendo. A produção de petróleo continua crescendo. O refino continua crescendo. A construção de sondas, plataformas e navios continua avançando.

Quando o assunto é produção, refino e distribuição de petróleo e derivados, e exploração em águas ultra-profundas, a Petrobrás continua nota 10.

E agora passa por um doloroso mas importante processo de expurgo interno, que deverá resultar numa empresa mais transparente, mais sólida e mais forte, com padrões corporativos que servirão de modelo para o setor mundial de petróleo.

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O faturamento da Petrobrás totalizou R$ 252 bilhões no acumulado de janeiro a setembro deste ano, alta de 13% sobre o período anterior.

O caixa da empresa cresceu 59%, para R$ 62,4 bilhões, mostrando a prudência da estatal, já preparando-se para eventuais tempos difíceis no futuro.

A produção de petróleo e gás também aumentou, atingindo níveis recordes, de 2,62 milhões barris por dia em Jan/Set 2014, alta de 3% sobre igual período do ano anterior.

A Petrobrás, que nasceu como fruto da luta de trabalhadores, estudantes e intelectuais progressistas, contra aqueles que não queriam a independência energética do país, aos poucos vai superando todos os obstáculos, e se afirmando como um dos principais esteios da nossa soberania.

O aumento da produção de petróleo e do refino já se reflete em queda nas importações e melhora na balança comercial.

A crise na estatal, vítima hoje de um violento ataque especulativo, terá um fim.

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A incrível resistência da Petrobrás | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

02/10/2014

Liberdade made in USA!

Filed under: Liberdade made in USA!,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 9:12 am
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Cuando todo queda al revés

Por David Brooks *

A veces parece que todo está al revés. Durante los últimos días han surgido una serie de ejemplos que hacen pensar que el observador está de cabeza, o las cosas que observa son lo opuesto de lo que dicen ser. El país que se proclama como el faro de la libertad mundial tiene la mayor población encarcelada en el planeta: 2,2 millones de reos. Estados Unidos tiene menos de 5 por ciento de la población mundial, pero casi 25 por ciento de la población encarcelada del mundo. Esta semana, un informe del Consejo Nacional de Investigaciones, grupo científico de élite de la Academia Nacional de Ciencias, reportó que casi uno de cada 100 adultos en el país está en prisión, tasa de 5 a 10 veces más alta que las de Europa y otras democracias. De los encarcelados, 60 por ciento son afroestadounidenses o latinos. El informe señala que la explosión en la cantidad de población encarcelada es en parte resultado de la llamada guerra contra las drogas durante los últimos 40 años.

El país que se considera ejemplo de democracia, o sea, de un gobierno electo y que gobierna en nombre del pueblo, una vez más mostró que el pueblo tiene muy poca influencia sobre sus representantes. A pesar de que la opinión pública está abrumadoramente a favor de un incremento del salario mínimo (en algunos sondeos más de 75 por ciento lo apoya), el Senado, del que más de la mitad de sus integrantes son millonarios, rechazó esa medida. No fue inusual, ya que recientemente, al analizar sondeos de opinión pública y compararlos con la toma de decisiones políticas en los últimos 30 años, investigadores comprobaron que los intereses de los más ricos casi siempre prevalecen sobre la voluntad e influencia de las mayorías.

En el país que se proclama campeón del mundo civilizado, el Estado sigue asesinando legalmente a reos, incluso en violación al derecho internacional en el caso de varios mexicanos y otros extranjeros. La semana del 31/04 al 6/05 el mundo fue testigo de una barbaridad sobre otra en Oklahoma: no sólo se trató de una ejecución, sino de algo que fue más una muerte por tortura, por fallas al ejecutar a un reo, en el intento por matarlo humanamente, acto que el alto comisionado de derechos humanos de la Organización de Naciones Unidas condenó como probable castigo cruel, inhumano y degradante. En Estados Unidos se han realizado 1379 ejecuciones desde 1976, y esta fue la número 20 este año. Más allá de la brutalidad, entre 1973 y la actualidad, 144 reos que esperaban en las celdas de la muerte han sido exculpados (no hay cifras sobre cuántos ejecutados eran inocentes y habían sido víctimas de procesos fallidos), y se calcula que más de 4 por ciento de los que están en espera de ejecución podrían haber sido condenados erróneamente.

Con su autoelogio de ser un país en el cual la justicia impera para todos, en Nueva York se realizó uno de los últimos juicios relacionados con participantes del movimiento Ocupa Wall Street. Cecily McMillan, estudiante de la Universidad New School, firme promotora de la acción no violenta, está acusada de golpear a un policía debajo del ojo cuando éste intentó arrestarla, acusación que implica una condena potencial hasta de siete años de cárcel. Ella afirma que el policía la agarró por atrás y le lastimó los pechos, y que ella no sabía que el agresor era un oficial cuando le dio un codazo como reacción espontánea de defensa. No importa que el policía haya sido acusado anteriormente de uso excesivo de fuerza, ni que McMillan no tenga antecedentes penales, ni que la policía empleara tácticas de agresión física múltiples veces contra los Ocupa. Como suele suceder, los que denuncian o son víctimas de la injusticia aquí se encuentran en el banquillo de los acusados. (N. de la R.: Fue condenada a 60 días en la prisión de Rikers Island y cinco años en libertad condicional.)

Mientras tanto, como señala el periodista Matt Taibbi en su nuevo libro sobre la aplicación de la Justicia en la época de la mayor brecha de riqueza en un siglo, los más ricos se han vuelto intocables por la Justicia, mientras se aplica de manera cada vez más agresiva contra disidentes y delincuentes pobres. Subraya, como otros, que ningún ejecutivo de los bancos más grandes, responsables del fraude masivo que detonó la peor crisis financiera desde la Gran Depresión, ha sido encarcelado por este hecho que ha impactado en millones de ciudadanos.

En lo que el presidente Barack Obama proclamó desde sus primeros días como el gobierno más transparente de la historia, el director de Inteligencia nacional, James Clapper, ha ordenado a todo empleado en el sector de Inteligencia y seguridad nacional no tener contacto ni comentar nada con ningún periodista. Por otro lado, la Casa Blanca logró, con sus aliados en el Senado, anular una medida que hubiera obligado a Obama a reportar al público el número de personas muertas o heridas por sus operaciones con uso de fuerza letal, como drones en Pakistán y otros países.

El 1º de mayo es el Día de los Trabajores en casi todo el mundo menos aquí, el país donde se originó con la lucha sindical de los mártires de Chicago por la jornada de ocho horas, a finales del siglo XIX. En años recientes la fecha ha sido resucitada por inmigrantes en lucha por sus derechos básicos, pero ahora fue oficialmente cambiada a algo que no tiene nada que ver con sus orígenes. El presidente Obama, quien considera a Chicago como su ciudad de origen y quien como organizador comunitario seguramente conoce la referencia histórica, justo el mismo día en que inmigrantes y sindicatos se movilizaban por el país en demanda de derechos laborales y civiles, emitió un decreto para designar el 1º de mayo “Día de la Lealtad, fecha en la cual renovamos nuestras convicciones y principios de libertad, igualdad y justicia”, y llamó a que todos celebren este día desplegando la bandera estadounidense o jurando lealtad a la república.

A veces es como esas salas de espejos que distorsionan todo e incluso logran invertir el reflejo hasta que todo queda al revés.

* De La Jornada, de México. Especial para Página/12. David Brooks es periodista mexicano, corresponsal en los Estados Unidos.

Página/12 :: Contratapa :: Cuando todo queda al revés

16/08/2014

Alemanha copio o pior dos EUA

Filed under: Alemanha,BND,Espionagem,Turquia — Gilmar Crestani @ 1:04 pm
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Turquía, diana del espionaje alemán

El servicio de inteligencia de Berlín utiliza los mismos criticados métodos que EE UU

Enrique Müller Berlín 16 AGO 2014 – 14:04 CEST11

La canciller alemana, Angela Merkel, y el primer ministro turco, Recep Tayyip Erdogan. / reuters

El servicio Federal de Inteligencia alemán (BND) recibió la orden del gobierno alemán de espiar sistemáticamente a Turquía, un miembro de la OTAN y, por lo tanto, un aliado estratégico de Alemania. La orden fue incluida en el llamado “perfil de orden del gobierno federal (APB en sus siglas en alemán)”, que se actualiza cada cuatro años y que está vigente desde 2009.

El trabajo secreto del BND en Turquía fue revelado este sábado por la revista Der Spiegel, que también señala que el servicio de inteligencia interceptó y grabó al menos una llamada telefónica realizada por el secretario de Estado, John Kerry, en 2013. La llamada de Kerry fue captada por una red de escuchas que posee el BND en Oriente Medio.

Según Der Spiegel, la red de escuchas del BND también captó en 2012, una conversación telefónica que sostuvo Hillary Clinton con el ex secretario general de Naciones Unidas, Koffi Annan. Las conversaciones interceptadas por el BND, según la revista, fueron captadas de casualidad y ambas fueron realizadas en el marco de una operación destinada a vigilar organizaciones terroristas en Oriente Medio.

Las escuchas ilegales realizadas por el BND, que aún tiene su sede en la localidad bávara de Pullach, y el espionaje que lleva a cabo en Turquía, además de provocar un revuelo diplomático en Berlín, deja al desnudo que el controvertido Servicio Federal de Inteligencia alemán utiliza los mismos métodos de la Agencia Nacional de Seguridad (NSA), que llevó a cabo desde la embajada de Estados Unidos en Berlín una escucha sistemática del móvil de la canciller, Angela Merkel y posiblemente de toda la familia política alemana.

más información

La “captura” de las conversaciones realizadas por Clinton y Kerry, fueron analizadas en forma discreta por la cúpula del BND que, después de leer las transcripciones, ordenó su destrucción. Pero, en una rara jugarreta del destino que marca el mundo del espionaje, la orden de destruir los documentos recayó en Markus R, un funcionario medio del BND, que trabajaba como agente doble para la CIA. Antes de destruir los documentos, el topo hizo sendas copias que entregó posteriormente a sus contactos de la CIA.

Gracias al trabajo del topo alemán, la CIA también tiene en su poder una copia del “perfil de orden del gobierno federal”, un confidencial “cuaderno de tareas” redactado por los ministerios de Asuntos Exteriores, Interior, Defensa, Economía, Finanzas y Desarrollo, junto con la cancillería, y que resume las informaciones que desea obtener el gobierno en el exterior.

El APB detalla, por ejemplo, metas precisas como someter a vigilancia organizaciones terroristas, producción y utilización de armas de destrucción masivas, Oriente Medio, Rusia y China, pero el documento da luz verde al BND para vigilar las comunicaciones en todos los países donde se sospecha que existen focos de terrorismo, pero supuestamente excluye del monitoreo a los países miembros de la Union Europea y de la OTAN, una faceta del documento que hace honor a la filosofia de la canciller Merkel que señaló que el espionaje entre países amigos era “inaceptable”, durante una conversación telefónica con Barack Obama.

Pero, a causa del escándalo de escuchas realizado por el BND y la revelación de que Turquía está siendo espiada sistemáticamente por la agencia de inteligencia alemana, la protesta de Merkel ha perdido toda su fuerza y validez.

“Las más recientes revelaciones confirman nuestras sospechas que los servicios alemanes también están involucrados en un juego ilegal de contraespionaje”, dijo Konstantin von Notz, un influyente diputado de los Verdes. “La canciller debe aclarar de inmediato desde cuando está al corriente y si las llamadas de Clinton y Kerry fueron sometidas a un análisis de inteligencia”, añadió.

La canciller y el BND, por el momento guardan silencio.

Turquía, diana del espionaje alemán | Internacional | EL PAÍS

20/05/2014

Como se escreve Edward Snowden em mandarim?

Filed under: Arapongagem made in USA,Arapongas,Edward Snowden — Gilmar Crestani @ 8:13 am
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espiaEUA acusam China de espionagem industrial

Cinco pessoas trabalhariam numa unidade especial do Exército e teriam hackeado empresas americanas

Denúncia é ‘absurda’, diz Pequim; chineses lembram revelações de Snowden: ‘é ladrão gritando pega-ladrão’

RAUL JUSTE LORESDE WASHINGTON

O governo dos EUA anunciou nesta segunda-feira (19) a abertura de uma ação criminal contra cinco militares chineses, acusados de espionagem industrial e invasão de computadores de grandes empresas americanas.

O secretário de Justiça, Eric Holder, anunciou o processo dizendo que o indiciamento é a "primeira acusação contra membros do Estado chinês por infiltrar alvos comerciais americanos por meios tecnológicos".

"Temos que dar um basta. O governo não vai tolerar atos de nenhum país que procure sabotar empresas americanas e minar a integridade da livre concorrência", disse Holder em entrevista coletiva.

As acusações se referem a seis casos envolvendo grandes empresas americanas, como Westinghouse, Alcoa e US Steel –indústrias dos setores de energia nuclear, solar e de mineração.

Se julgados, os chineses podem sofrer sentenças de dois a 15 anos de prisão –algo hipotético, porém, dado que dependeria de extradição pelo governo chinês aos EUA, o que é bastante improvável.

Os cinco militares chineses, segundo a investigação do governo americano, são membros de uma unidade especial 61938 do Exército Popular de Libertação.

Sediada em Xangai, a instalação foi descoberta no ano passado como especial por empresas privadas de segurança cibernética como uma das centrais de espionagem industrial da China.

EFEITO SNOWDEN

No ano passado, o presidente Barack Obama falou publicamente sobre a espionagem industrial chinesa, tema que dominou seu primeiro encontro com o colega chinês, Xi Jinping, em junho.

Dias antes, entretanto, estourou o escândalo da espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), revelada pelo ex-técnico Edward Snowden, o que fez com que as autoridades americanas deixassem a controvérsia com a China de lado, ao menos publicamente.

Durante o período das denúncias de Snowden, o governo americano repetiu algumas vezes que seu foco era "segurança", não "espionagem industrial".

RESPOSTA CHINESA

Em resposta postada no site do Ministério das Relações Exteriores da China, o porta-voz Qin Gang disse que as acusações são "absurdas" e "sem fundamento".

Qin pediu ao governo americano que retire o processo imediatamente e acrescentou que o governo chinês estava suspendendo a participação chinesa em uma comissão bilateral sobre internet.

"Estão fabricando fatos e usando desculpas para nos acusar de roubar segredos".

Nas redes sociais chinesas, internautas chamaram os hackers de "heróis" e disseram que se tratava de "um ladrão gritando pega-ladrão".

Muitos também lembraram que, nas acusações feitas por Snowden, a NSA teria espionado a gigante empresa de telecomunicações Huawei.

27/04/2014

Só podia ser coisa de brasileiro: vou embora deste país!

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Frazier Glenn Miller,Ku Klux Kan,Nazismo,Sexo,Sexualidade — Gilmar Crestani @ 9:05 am
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Ex-líder da Ku Klux Klan é flagrado fazendo sexo com negro

Por Charles Nisz | Vi na Internetsex, 25 de abr de 2014

Foto: Divulgação/Kansas Police

Durante as investigações sobre sobre Frazier Glenn Miller, um dos líderes da Ku Klux Klan, a polícia descobriu alguns detalhes sobre a história pessoal do homem preso por matar três pessoas numa comunidade judaica no estado americano do Kansas em abril de 2014. Nos anos 1980, Miller ficou famoso por declarar guerra contra minorias ao fundar o Partido Patriota Branco. Preso, Miller acabou testemunhando contra alguns de seus comparsas.

A promotoria pediu pena de morte para Miller. Algumas descobertas das investigações colocam em xeque as ideias de Miller. Segundo os registros da polícia americana, ele foi flagrado fazendo sexo com um negro. O acompanhante de Miller estava vestido de mulher, de acordo com o documento obtido pela rede de televisão ABC. As informações são da revista Slate.

Quando indagado sobre o porquê de estar na companhia de um travesti negro, Miller alegou que ia "bater na bunda" do acompanhante. Miller é acusado da morte de três pessoas: um médico de 69 anos e seu neto adolescente e de uma mulher de 53 anos que visitava sua mãe em uma residência para idosos. Ele teria gritado "Heil Hitler!" ao ser detido pelos policiais. Será que a psicologia explica?

05/11/2013

SUS made in USA

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Saúde,SUS — Gilmar Crestani @ 7:26 am
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Se vira-latas lessem não se tornariam vira-bostas… “Entre os membros da OCDE, apenas México, Chile e Turquia tinham índices piores” do que os EUA. Pesquisando, encontrei, no G1, da Globo: Cuba registra taxa mais baixa da história de mortalidade infantil. Ainda no GI: No Brasil, taxa de mortalidade infantil cai 75% desde 1990, aponta ONU, assim resumida: “Se, em 1990, o país registrou 52 mortes de crianças a cada mil nascidos vivos, em 2012, a taxa foi de 13 mortes a cada mil nascidos vivos.” Como dizem os críticos do Mais Médicos, “não basta mais médicos, precisa de estrutura”. Significaria dizer  que os EUA são desestruturados…. só rindo…

Nova lei de saúde nos EUA combate mortalidade infantil

Por EDUARDO PORTER

O setor médico privado dos Estados Unidos oferece o atendimento mais avançado do mundo para bebês prematuros.

Mas esse fato não tem ajudado a diminuir um dos estigmas mais notórios do país: sua taxa de mortalidade infantil, persistentemente alta, que não condiz com um dos países mais ricos e mais tecnologicamente avançados do mundo.

"Não é um problema de tecnologia", disse o economista Gaetan Lafortune, da divisão de saúde da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico. "O problema é que no país há muitas partos prematuros."

A Affordable Care Act de Obama -a lei de reforma da saúde- pode trazer alívio. A lei prevê que, pela primeira vez, gestantes de todo o país, independentemente de sua renda, terão acesso a um seguro-saúde que garanta um padrão mínimo de atendimento, que ajudará a manter vivos seus bebês.

Nem sempre os EUA estiveram em posição baixa nos índices. Quatro décadas atrás, os americanos perdiam proporcionalmente menos bebês que a média dos países industrializados. Os EUA perdiam mais que a França, mas menos que a Alemanha, mais que a Suécia, mas não tantos quanto Luxemburgo.

Em 2010, porém, virtualmente todos os outros países avançados já tinham superado os EUA. Em Portugal, 2,5 bebês em cada mil nascidos vivos morriam antes de chegar a um ano de idade. Na Finlândia e no Japão, morriam 2,3. Apesar de os Estados Unidos terem feito progresso recentemente, sua taxa de mortalidade infantil ainda era de 6,1. Entre os membros da OCDE, apenas México, Chile e Turquia tinham índices piores.

Não está claro em que medida a lei da reforma da saúde nos EUA poderia ter ajudado a prevenir essas mortes precoces. Mas a experiência de outros países sugere que garantir às mulheres amplo acesso à saúde antes, durante e após a gestação pode ajudar.

"Esta é uma mudança fundamental", comentou Genevieve Kenney, diretora do Centro de Políticas de Saúde do Instituto Urbano, centro não partidário de pesquisas em Washington. "A situação pode mudar."

Considere-se o caso da Finlândia. Mika Gessler, professor pesquisador do Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar, em Helsinque, contou que a Finlândia decidiu empreender ações contra a mortalidade infantil ainda na década de 1940, quando a economia nacional era agrária e pobre.

Hoje o governo finlandês oferece atendimento pré-natal gratuito a todas as mulheres que o querem. De cada mil gestantes, cerca de 997, incluindo imigrantes ilegais, passam por clínicas de maternidade entre 13 e 15 vezes durante a gravidez, em média. A taxa de mortalidade infantil caiu para um sexto do que era em 1970. Apenas 5,7 partos em cada cem são prematuros, a mesma proporção da de um quarto de século atrás.

Esse tipo de atendimento a gestantes e mães é raro nos Estados Unidos. Os planos de saúde individuais normalmente não cobrem a gravidez. Menos de duas em cada três grávidas no Texas ou em Maryland tiveram uma consulta de pré-natal no primeiro trimestre de gravidez. E quase 12 em cada cem bebês americanos nascem prematuros, mais de duas vezes o índice da Finlândia e 18% mais que 25 anos atrás.

O atendimento pré-natal não basta. As causas do alto índice de mortalidade dos bebês americanos ainda são nebulosas, até certo ponto, mas é provável que o fator mais importante seja o grande número de partos prematuros, maior que no resto do mundo desenvolvido.

Os especialistas não têm uma visão clara do que leva tantos bebês a nascer antes de completadas 37 semanas de gestação. As grávidas que apresentam diabetes ou hipertensão têm mais probabilidade de dar à luz filhos prematuros, os quais têm tendência a morrer precocemente. A mesma coisa acontece com mulheres obesas, fumantes, adolescentes e mulheres que têm seu segundo filho logo após o primeiro.

A mortalidade infantil é muito mais alta entre bebês negros que entre os brancos. Os filhos de mulheres com nível de instrução mais baixo morrem em índice maior que os de mulheres com grau de instrução mais alto. Mas os bebês brancos também morrem em taxa mais alta na Finlândia.

A lei da reforma da saúde promulgada por Obama oferece a todas as mulheres acesso mais amplo e consistente à saúde. Ela dá muita ênfase à prevenção e ao fomento de comportamentos saudáveis. Pode ajudar a reduzir os casos de gravidez indesejada, que com frequência levam a partos prematuros, ou até aliviar o estresse financeiro de passar sem atendimento adequado à saúde.

"As mulheres de nível de renda e instrução mais baixos e cujos empregos não lhes garantem acesso à saúde terão atendimento médico mais padronizado e constante", disse Kenney. "Para as mulheres em idade reprodutiva, é uma mudança fundamental."

Se a lei da reforma da saúde reduzir a taxa de mortalidade infantil dos EUA, poderá trazer uma nova visão da capacidade do governo de cuidar da saúde da nação e, quem sabe, de lidar com outras disfunções sociais.

    03/10/2013

    Como o Tio Sam USAria a lei para cuidar das suas Yoani Sánchez

    Filed under: Panteras Negras,Terrorismo de Estado,Yoani Sánchez — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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    Sócrates, da democracia corintiana, e o gesto de apoio aos Panteras Negras

    É até engraçado a condenação dos Panteras Negras por reagirem de modo violento ao sistema que os trava como escravos. Prender, torturar, matar simplesmente porque eram de cor preta, raça negra, era considerado normal. Aguentar em silêncio é coisa de Martin Luther King. Defender o direito dos seus nos EUA é crime. Com prisão perpétua, em solitária. Imagine se Cuba fizesse isso com Yoani Sánchez…

    Se os brasileiros quiserem entender um pouco do que foi os Panteras Negras não é difícil. A internet está cheia de informações.

    Na Olimpíada da Cidade do México, Tommie Smith e John Carlos, dois atletas medalhistas dos EUA, fizeram a saudação "black power", braço estendido com o punho enluvado e fechado, durante a cerimônia de premiação da modalidade. O Comitê Olímpico Internacional (COI) baniu-os dos jogos.

    O punho erguido ("Raised Fist") foi usado como símbolo de propaganda do Black Panther Party.

    Reinaldo, Eusébio e Sócrates (futebolista), todos ex-jogadores de futebol comemoravam seus gols com o braço erguido e punho fechado assim como os Panteras.

    USA, scarcerato Black Panther da 40 anni in cella d’isolamento

    Herman Wallace ha passato gli ultimi 41 dei suoi 71 anni in una cella d’isolamento di 3 metri per 2, ventitré ore al giorno, tutti i giorni. Novecentomila ore di solitudine senza poter leggere, studiare o lavorare.

    Nel 1971 Herman Wallace, Albert Woodfox e Robert Hillary King (conosciuti come gli Angola 3, dal nome della prigione dove sono detenuti) erano tre giovani membri delle Black Panthers, l’organizzazione rivoluzionaria che lottava per i diritti dei neri americani. Vennero condannati per rapina a mano armata e spediti al Penitenziario di Stato della Louisiana, anche detto "Angola prison".

    Le Pantere Nere continuarono l’attività politica da dietro le sbarre, studiando, fornendo supporto legale (Wallace e Woodfox divennero "jailhouse lawyers", esperti di questioni giudiziarie per i loro compagni di cella), organizzando scioperi e assemblee carcerarie. Nel 1972, durante una rivolta, la guardia carceraria Brent Miller venne pugnalata a morte. Le accuse ricaddero sui tre, che vennero giudicati colpevoli e condannati ad una vita d’isolamento.

    Herman Wallace sta morendo. Ha quasi 72 anni, un tumore al fegato allo stadio terminale e gli restano poche settimane di vita, forse appena qualche giorno. Il giudice Brian Jackson ne ha ordinato la scarcerazione immediata, non per motivi di salute (che pure sarebbero stati sufficienti al rilascio), ma perché ha stabilito che la sentenza di condanna emessa 40 anni fa è incostituzionale: viola il XIV emendamento della Costituzione americana, quello che tutela l’eguale protezione di ogni cittadino americano. Il nostro "giusto processo", che a Wallace è sempre stato negato.

    Andrew Cohen, giornalista del The Atlantic, ha studiato a fondo il caso Wallace ed è arrivato alla conclusione che non esiste neppure una prova che dimostri la sua colpevolezza nell’omicidio di Miller. Cohen racconta come l’indagine condotta sia stata del tutto "inadeguata" e perlopiù viziata da pregiudizi razziali. Ma il giornalista soprattutto denuncia l’enormità della pena inflitta: un unicum nel sistema giudiziario americano che il reporter, cronista di giudiziaria e attivitista contro la pena di morte, giudica "crudele quanto inusuale".

    Amnesty International, che si occupa del caso degli Angola 3 da diversi anni, ha rilasciato un comunicato che giunge alle stesse conclusioni: "Non esiste nessuna prova che leghi i due al delitto; le tracce di DNA che avrebbero potuto scagionare Woodfox e Wallace sono andate perdute e le deposizioni dei testimoni oculari screditate".

    L’ultimo appello con il quale si chiedeva la scarcerazione di Wallace risale a luglio scorso. Ora, finalmente, un giudice ha deciso di fare quello che è giusto, anche se con 40 anni di ritardo. Herman Wallace è libero, anche se la sua libertà equivale a morire fuori dalla cella nella quale ha passato tutta la sua vita. Non è molto. Non è molto per la "patria dei diritti civili", non è molto per la giustizia, non è molto per chi si è battuto per anni contro questa condanna assurda. Ma siamo sicuri significhi molto per Herman Wallace e la sua famiglia.

    USA, scarcerato Black Panther da 40 anni in cella d’isolamento – AgoraVox Italia

    03/04/2013

    EUA x Correia do Norte

    É bem provável que tudo o que disserem a respeito da Correia do Norte e seus políticos seja verdadeiro. Tão verdadeiro seria se o mesmo fosse dito a respeito dos EUA. Não me consta que a Correia do Norte tenha invadido algum país com a informação falsa de que possuísse armas de destruição em massa. Não me consta que a Correia do Norte tenha jogado bombas sobre cidades matando milhares de civis, como Hiroshima e Nagasaki. Então porque todo esta celeuma entorno do afaire EUA x Correia do Norte. Simples. Nossos vira-bostas e vira-latas ganham enlatado, e a bom preço, o que divulgam. Se for para cumprir resoluções da ONU, então porque não falam de Israel e do próprio EUA que nunca cuamprem?

    No Brasil, como as notícias chegam prontas via CIA, fala-se que a Correia do Norte está a ponto de abrir uma guerra nuclear. E ninguém diz contra quem. Por que será?

    EE UU hace evidente su implicación en la seguridad y el futuro de Asia

    Washington está decidido a demostrar a Corea del Norte que actuará de forma contundente en caso de agresión

    Antonio Caño Washington3 ABR 2013 – 13:48 CET12

    Un coro durante la sesión de la Suprema Asamblea del Pueblo de Corea del Norte. / EFE

    Aunque Estados Unidos sigue dudando de que Corea del Norte tenga la capacidad tecnológica, incluso la voluntad real, de convertir sus estruendosas amenazas en hechos, la diplomacia y la fuerza militar norteamericanas están alertas y en plena disposición de demostrar que Washington actuará de forma contundente en el que caso de una agresión.

    El secretario de Estado, John Kerry, se ha reunido este martes en Washington con su colega de Corea del Sur, Yun Byung-se, con el fin de diseñar una estrategia conjunta y para ratificar el pleno compromiso de EE UU en la defensa de ese país ante cualquier ataque de su vecino. "EE UU no va a permitir que Corea del Norte sea un país nuclear", ha asegurado Kerry en una conferencia de prensa tras el encuentro. "Haremos todo lo que sea necesario para proteger a nuestro aliados, estamos preparados y el Gobierno norcoreano lo sabe", ha advertido.

    Kerry tiene previsto viajar la próxima semana a Asia para recordar a amigos y enemigos los fuertes intereses norteamericanos en esa región, donde EE UU incrementará en los próximos años su presencia militar y donde, como han recordado reiteradamente los más altos responsables de la Administración, tiene planes de jugar un papel relevante en las próximas décadas.

    El duelo dialéctico que actualmente libra con Corea del Norte es, entre otras cosas, una oportunidad para EE UU de demostrar su implicación en un área en la que, probablemente, se dirimirá el liderazgo mundial a lo largo del presente siglo.

    John Kerry se ha reunido en Washington con su colega de Corea del Sur, Yun Byung-se, con el fin de diseñar una estrategia conjunta y para ratificar el pleno compromiso de EE UU en la defensa de ese país ante cualquier ataque de su vecino

    Washington confía, no obstante, en que será capaz de probar su hegemonía sin necesidad de disparar un solo tiro. El Gobierno estadounidense confía en que, en realidad, nadie quiere una guerra. No la quiere, desde luego, EE UU ni su gran aliado regional, Corea del Sur. Pero tampoco parece desearla el único aliado internacional de Corea del Norte, China, que el mes pasado votó en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas a favor de una condena y de nuevas sanciones contra el régimen estalinista norcoreano.

    El único que parece buscar un conflicto es el líder de ese aislado país, Kim Jong-un, quien podría estar haciendo maniobras propagandísticas para consolidar su poder dentro de un sistema de cuyo funcionamiento y equilibrios internos se conoce bastante poco.

    En todo caso, EE UU duda de que el joven Kim sea capaz de cumplir con sus amenazas. Aunque el anuncio de que Corea del Norte aumentaba la capacidad de producir material nuclear para sus misiles ha creado la justificable alarma, los expertos en este país siguen creyendo que los técnicos norcoreanos no disponen aún de armamento atómico con garantías, mucho menos para alcanzar territorio norteamericano.

    El duelo dialéctico que actualmente libra con Corea del Norte es, entre otras cosas, una oportunidad para EEUU de demostrar su implicación en un área en la que, probablemente, se dirimirá el liderazgo mundial a lo largo del presente siglo

    Tantos los portavoces de la Casa Blanca como del Pentágono han insistido este martes en la versión oficial de que la Administración está atenta y vigilante, pero no preocupada por un ataque inminente. Los servicios secretos norteamericanos siguen los movimientos de tropas y de material en Corea del Norte y, aparentemente, no han detectado signos que sean motivo de alarma.

    EE UU, no obstante, ha situado un segundo destructor armado con misiles frente a las costas norcoreanas y ha coordinado con su socio surcoreano otras medidas de protección. EE UU celebra periódicamente maniobras militares con Corea del Sur y asume su protección desde el final de la guerra que dividió a la península de Corea, por lo que un ataque contra ese país significaría, automáticamente, la entrada de EE UU en el conflicto. Eso daría lugar, al menos, a una difícil fase de tensión con China.

    El secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, de nacionalidad surcoreana, alertó este jueves sobre el riesgo que supone una escalada dialéctica de esta naturaleza. “Las amenazas nucleares no son un juego”, advirtió Ban en declaraciones a la prensa. “La retórica agresiva y militar provoca acciones de repuesta e inestabilidad”, añadió.

    EE UU ha situado un segundo destructor armado con misiles frente a las costas norcoreanas y ha coordinado con su socio surcoreano otras medidas de protección

    De momento, EE UU no está contribuyendo a esa escalada. Pese a los menores y simbólicos movimientos militares, la nota dominante en Washington es la de la prudencia. El portavoz de la Casa Blanca, Jay Carney, dijo este martes que Corea del Norte debería de renunciar a las provocaciones y volver a la mesa de negociaciones sobre su programa nuclear.

    Para Washington, el programa nuclear norcoreano, no solo es un riesgo por la amenaza que representa para Corea del Sur y su otro gran aliado asiático, Japón, sino porque contribuye a la proliferación atómica. El régimen norcoreano puede ayudar al desarrollo de la tecnología nuclear en Irán, así como apoyar a otros países y organizaciones enemigos de EE UU.

    En el pasado, el problema de Corea del Norte, en sí mismo, era mayor por lo que representaba de obstáculo en las relaciones con China. Hoy ese inconveniente parece haber disminuido en la medida en que, al menos oficialmente, Pekín se ha distanciado de su aliado y discrepa públicamente de su actitud belicosa.

    FE DE ERRORES

    El nombre del ministro de Exteriores de Corea del Sur, con el que Kerry se reunión el martes, es Yun Byung-se y no Kim Sung-hwan como decía una versión anterior de esta información.

    EE UU hace evidente su implicación en la seguridad y el futuro de Asia | Internacional | EL PAÍS

    10/03/2013

    Então é esta a tal da “civilização ocidental”

    Filed under: Civilidade,Iraque,Liberdade made in USA! — Gilmar Crestani @ 10:13 am
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    AYAD ALAUI | Líder de Iraquiya y ex primer ministro iraquí

    “La comunidad internacional tiene una responsabilidad moral con Irak”

    El político iraquí se muestra muy crítico con el actual primer ministro, Nuri al Maliki, pero también con los errores de la ocupación. "Se desmantelaron las instituciones del Estado", explica

    Ángeles Espinosa ENVIADA ESPECIAL / Bagdad9 MAR 2013 – 23:21 CET14

    Ayad Alaui, ex primer ministro iraquí y líder de Iraquiya. / JAMAL SAIDI (REUTERS)

    “Irak ha estado navegando en medio de una tormenta sin dirección, e incluso sin sistema de navegación”, afirma Ayad Alaui para abrir boca. Diez años después del derribo de Sadam Husein, este exbaazista que combatió su dictadura desde el exilio encuentra poco de lo que los iraquíes puedan sentirse satisfechos. Habla de un proceso político viciado desde sus orígenes; siente que la comunidad internacional les ha fallado, pero sobre todo responsabiliza al primer ministro, Nuri al Maliki, de la parálisis política e institucional que tiene al país atrapado en sus propias contradicciones. “Irak solo tiene un problema: Al Maliki”, sentencia repitiendo las palabras de un conocido clérigo.

    “Tenemos un proceso político estancado, instituciones estancadas, un Gobierno dividido, violaciones graves de derechos humanos, violaciones de la Constitución, carecemos de política exterior…”, describe Alaui. “Si estuviera en el lugar de Al Maliki, dejaría el poder ahora que el Parlamento ha votado un límite de dos legislaturas para el primer ministro, pero él ha recurrido la decisión. Así es como maneja las cosas, él y el equipo que le rodea”, añade.

    A nadie pueden sorprenderle los recelos de Alaui (Bagdad, 1945) hacia el hombre que le arrebató la posibilidad de gobernar tras las elecciones de marzo de 2010. Tras un ajustado recuento, el Tribunal Supremo confirmó que Iraquiya, la lista que encabezaba Alaui, había quedado en cabeza con 91 escaños, dos más que su inmediata seguidora, el Estado de la Ley de Al Maliki. Ninguno de los dos tenía mayoría suficiente para formar Gobierno. Y ahí jugó la astucia, y la ventaja de estar en ese momento en el poder, de Al Maliki.

    “Se tenía que haber respetado la Constitución y la democracia, y permitido formar Gobierno al ganador”, defiende Alaui en su oficina de la calle Zeitún, dentro de un recinto fortificado fuera de la Zona Verde.

    Nuestros amigos de EEUU han guardado silencio sobre la intromisión de Irán

    Pero no fue así. Al cálculo político, se añadía en Irak el elemento sectario. Al Maliki es un chií que se presentaba al frente de un bloque político chií en un país donde dos tercios de la población siguen esa rama del islam. Mientras que Alaui, un chií laico, lo hizo con una lista pluriconfesional que sus rivales vieron como una tapadera para los simpatizantes del antiguo régimen, ya para entonces estereotipados en la minoría árabe suní. Solo hizo falta la purga, acusados de baazistas, de media docena de sus electos para que la balanza se inclinara claramente del lado del primer ministro. El Baaz (en árabe, renacimiento) era el partido de Sadam, de ahí que ser acusado de simpatías con el Baaz se convirtiera en anatema en el nuevo Irak.

    “Por respeto a los iraquíes, decidimos renunciar a nuestros derechos y aceptamos compartir el poder. Al Maliki, [el líder kurdo Masud] Barzani y yo mismo firmamos el acuerdo y nos comprometimos a llevar a cabo una reforma política, de acuerdo con la Constitución. Pero nada de aquello se ha ejecutado”, constata atribuyendo la responsabilidad al primer ministro. Aunque añade: “Nuestros amigos estadounidenses tampoco mantuvieron sus promesas. Han guardado silencio sobre la intromisión de Irán en la política iraquí”. Ahora le preocupa que se hable de que los intereses de Washington y Teherán en Irak coinciden. “Espero que no”.

    Alaui, que dirigió el Gobierno provisional entre junio de 2004 y mayo de 2005, atribuye la situación actual tanto a la herencia de la dictadura como a los errores de la ocupación. “Se desmantelaron las instituciones del Estado y el nuevo proceso político dividió a la gente, utilizando la desbaazificación como un instrumento político. Los ocupantes decidieron que había gente a la que etiquetaron como terroristas, sin distinguir entre resistencia y terrorismo”, declara remitiendo a la casilla de salida.

    “Lo que empezó de forma equivocada, sigue estando equivocado”, dice. En su opinión, eso “ha impedido la reconstrucción del Estado sobre la base de instituciones sólidas y de integridad; y lo que se ha creado han sido instituciones sectarias incapaces de facilitar servicios, asegurar el país o garantizar la estabilidad”. De ahí que subraye que “la comunidad internacional, a pesar de todos los sacrificios realizados, tiene una responsabilidad moral hacia lo que está ocurriendo en Irak”.

    Los ocupantes decidieron que solo había terroristas, no distinguieron entre resistencia y terrorismo

    Alaui denuncia una operación de acoso y derribo “contra destacados dirigentes políticos de grupos que no son parte de la Alianza Nacional [la coalición que apoya a Al Maliki]. Aunque entre ellos menciona a Múqtada al Sadr, el resto son líderes suníes que siguen atrapados en el embrollo de la poco transparente Comisión de Desbaazificación o que, como el vicepresidente Tarek al Hashemi, han sido vinculados a asesinatos políticos. El último, el recién dimitido ministro de Hacienda Rafi al Essawi, cuyo intento de detención en diciembre desató un movimiento de protesta suní que amenaza con reactivar la violencia sectaria que llevó al país al borde de la guerra civil entre 2006 y 2008.

    “Por supuesto que apoyo a los manifestantes. Solo en Irak, no sé si tal vez en Corea del Norte, existe una ley de informantes secretos [que fomenta la delación]. Mucha gente es encarcelada, torturada y amenazada con esa ley”, se indigna Alaui.

    Sin embargo, este neurólogo de formación y político por tradición familiar (su abuelo participó en la negociación de la independencia de Reino Unido y su padre fue diputado) trata de enmarcar las manifestaciones en un marco más amplio que el descontento suní. Sin mencionarla hace referencia a la primavera árabe cuando asegura que empezaron “hace dos años, el 25 de febrero de 2011, en Bagdad”. Y asegura que trascienden las zonas suníes, pero que en las chiíes “el Ejército las reprime”.

    Lo que nadie puede negarle es que las medidas policiales son insuficientes para acabar con el terrorismo que al hilo del descontento (y de las elecciones provinciales del próximo abril) está resurgiendo.

    Lo que empezó de modo equivocado, sigue estando equivocado, dice en referencia a la ocupación

    “Eso exige acabar con el sectarismo, desarrollar el Estado, crear puestos de trabajo, mejorar la economía y tener un poder judicial fuerte e independiente, lo que no es nuestro caso”, defiende. Además, se muestra convencido de que las “fuerzas de seguridad están formadas por gente muy capaz, pero están construidas sobre bases sectarias”. “No es normal que a un año de las próximas legislativas sigamos sin ministro de Defensa, sin ministro de Interior, sin jefe de Seguridad Nacional y sin jefe de los servicios secretos”, añade apuntando de nuevo a Al Maliki, que concentra todos esos cargos.

    “La comunidad internacional tiene una responsabilidad moral con Irak” | Internacional | EL PAÍS

    08/03/2013

    Errado!

    Filed under: Assassinato,Isto é EUA!,Tortura,Violência — Gilmar Crestani @ 10:09 am
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    Errado! O pentágono não esteve ligado apenas à tortura, mas também à morte de civis e assassinato de um chefe de Estado. Saddam Hussein foi assassinado pelos EUA. Tivesse o Pentágono qualquer laivo de honestidade procuraria julga-lo com direito à defesa. Os EUA preferiram queimar arquivo, já que Saddam Hussein havia sido parceiro dos EUA contra o Irã. Conhecia todas as “artimanhas” da “maior democracia do ocidente”… E mais, não é só no Iraque que os EUA sentem volúpia em torturar. Onde houver uma embaixada dos EUA haverá sempre espaço para golpes, torturas, assassinatos.

    O filme ARGO, que ganhou os maiores prêmios, mostra qual era a principal preocupação da embaixada no Irã. Não era com a segurança de seus funcionários, mas em esconder tudo o que faziam por lá. Chega a ser hilária a sofreguidão com que tentam picotar, queimar, destruir provas de seus crimes no Irã. E filme também mostra que não é apenas o Estado, a nação, mas a sociedade norte-americana que é cúmplice do triste papel que desempenham no mundo. Desde a indústria do cinema, os grupos de mídia, como se viu recentemente com a FOX do Murdoch, mas também as empresas transnacionais e seu corpo de funcionários pelo mundo.

    Jornal liga Pentágono a tortura no Iraque

    DE SÃO PAULO

    O Pentágono esteve diretamente ligado aos centros de detenção onde ocorreram práticas de tortura no Iraque durante a ocupação do país, segundo o jornal britânico "The Guardian".

    O órgão responsável pela Defesa nos EUA teria enviado, em 2004, o coronel James Steele, um veterano das intervenções americanas na América Central na década de 1980, para supervisionar os comandos policiais que instalaram centros secretos para conseguir informações de insurgentes.

    De acordo com o jornal, as unidades conduziram alguns dos piores atos de tortura durante a ocupação e aceleraram a entrada do país numa guerra civil.

    Steele era um veterano das forças especiais aposentado quando foi indicado por Donald Rumsfeld, então secretário da Defesa de George W. Bush, segundo revelou a investigação do "Guardian" com a BBC Arabic.

    Um segundo conselheiro especial, o também coronel aposentado James H. Coffman, trabalhou com Steele em centros de detenção que foram instalados com fundos americanos.

    Coffman se reportava diretamente ao general David Petraeus -que foi depois diretor da CIA e teve de renunciar depois de seu envolvimento num escândalo sexual, em novembro passado.

    Steele, que ficou no Iraque de 2003 a 2005 e voltou ao país em 2006, respondia diretamente a Rumsfeld.

    As alegações, feitas por testemunhas americanas e iraquianas, implicam pela primeira vez conselheiros americanos em abusos aos direitos humanos cometidos por esses comandos.

    Também é a primeira vez que Petraeus é ligado, por meio de um conselheiro, aos abusos cometidos no Iraque.

    "Eles [Coffman e Petraeus] trabalhavam lado a lado", disse o general Muntadher Al-Samari, que trabalhou com Steele e Coffman. "Eles sabiam de tudo o que acontecia lá… a tortura, as mais horríveis formas de tortura", disse. "Todos os centros de detenção tinham seu próprio comitê de interrogatórios."

    30/03/2011

    Trocando o óleo do Carter

    Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:13 am
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    Carter se entrevista con Raúl Castro y con representantes de la disidencia

    La segunda visita del expresidente de EE UU a la isla llega en vísperas del VI Congreso del Partido Comunista.- La relación entre ambos países está caldeada por la condena de un contratista estadounidense por "subversión". -El mandatario cubano se declara dispuesto a dialogar con Washington pero en igualdad de condiciones

    MAURICIO VICENT | La Habana 29/03/2011

    El expresidente de Estados Unidos Jimmy Carter se ha entrevistado con Raúl Castro en el Palacio de la Revolución durante su segundo día de estancia en La Habana. Según la información que ha trascendido del encuentro, el presidente cubano reiteró a Carter la disposición de su Gobierno a dialogar con Washington pero en términos de igualdad, sin condicionamientos y con respeto a la independencia y soberanía de la isla.

    Hoy también está previsto que el antiguo presidente estadounidense se reúna con un grupo de antiguos presos políticos, blogueros y representantes de la disidencia. Carter visitó el lunes la sede del Patronato de la Comunidad Hebrea de Cuba y después se encontró con el cardenal Jaime Ortega, a quien expresó su "complacencia" por el proceso de dialogo entre la Iglesia Católica y las autoridades, que ha posibilitado la reciente excarcelación de más de un centenar de presos políticos, incluidos los 52 prisioneros de conciencia del denominado Grupo de los 75.

    La visita del expresidente demócrata, en momentos de un recrudecimiento de las tensiones con Washington tras la condena a 15 años de cárcel por subversión del contratista norteamericano Alan Gross, tiene por objetivo "contribuir" a mejorar las relaciones, pero no pretende conseguir la liberación inmediata de Gross, según declaró tras visitar el antiguo convento de Belén en La Habana Vieja. "Hemos hablado con algunos de los oficiales de su caso, pero no estoy aquí para sacarlo del país", aseguró. "Estamos aquí para visitar a los cubanos, los jefes del Gobierno y los ciudadanos privados (…) y espero que podamos contribuir a mejorar las relaciones entre los dos países", agregó.

    Carter, de 86 años, visitó Cuba por primera vez en 2002 y llega ahora invitado por el Gobierno de Raúl Castro. El objetivo de su viaje es recibir información sobre "las nuevas políticas económicas" y los preparativos "del próximo Congreso del Partido Comunista", así como "discutir las vías para mejorar las relaciones entre Estados Unidos y Cuba", según informó la semana pasada el Centro Carter.

    Ya está confirmado el encuentro con representantes de la oposición: participarán Yoani Sánchez y varios blogeros críticos, integrantes del movimiento de las Damas de Blanco, exprisioneros del Grupo de los 75 recientemente liberados y representantes de diversos grupos de oposición, todos considerados por el Gobierno como mercenarios al servicio de Washington. En un hecho inédito, en su primer viaje a Cuba Carter apoyó públicamente en televisión el Proyecto Varela, del disidente democristiano Oswaldo Payá.

    Tras el encuentro con los opositores, Carter dará una conferencia de prensa en el Palacio de las Convenciones de La Habana. Todavía no se sabe si se reunirá con Fidel Castro, su anfitrión durante su anterior visita, quien permanece alejado del poder desde que una grave enfermedad lo obligó a renunciar a todos sus cargos en julio de 2006

    18/03/2011

    Democracia made in USA

    Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 10:07 pm
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    Estados Unidos criam programa para manipular com perfis falsos o que é dito em redes sociais

    Publicada em 18/03/2011 às 09h31m

    O Globo

    RIO – Os que acreditam em teorias da conspiração ganharam mais um incentivo à crença nesta sexta-feira. Reportagem do jornal britânico "The Guardian" revelou que as Forças Armadas americanas estão desenvolvendo um software para manipular redes sociais como Twitter e Facebook por meio de perfis falsos. O objetivo é influenciar no que é dito nesses sites, disseminando propaganda pró-EUA e combatendo discursos "extremistas" e contrários ao país.

    Contratada por US$ 2,76 milhões pela United States Central Command (Centcom), órgão que supervisiona operações militares dos EUA no Oriente Médio e na Ásia Central, a empresa californiana Ntrepid está criando o programa, que permitirá que cada agente americano controle dez perfis na rede.

    O contrato exige do software que os perfis tenham origem em servidores baseados em vários lugares do mundo e possuam uma "história convincente" (ou seja, detalhes que passem a impressão de se tratar de uma pessoa real). A Centcom também pediu que o sistema permita que mais de 50 agentes sejam capazes de controlar as contas desde suas estações de trabalho nos EUA, "sem o medo de serem descobertos por adversários sofisticados".

    O governo americano designará um local – provavelmente na toda-poderosa base aérea MacDill, na Flórida – onde os agentes trabalharão exclusivamente nas redes sociais. Acredita-se que o contrato esteja dentro da Operação Earnest Voice (OEV), um colosso de estimados US$ 200 milhões criado originalmente para combater a presença on-line de apoiadores da al-Qaeda na guerra do Iraque e que estendeu sua atuação para o restante do Oriente Médio.

    Por considerar ilegal direcionar o uso da tecnologia contra audiências americanas, a Centcom decidiu que toda ação será feita em línguas estrangeiras, entre elas árabe, farsi, urdo e pachto.

    – A tecnologia suporta atividades blogueiras secretas de sites em línguas estrangeiras de modo a permitir que a Centcom combata extremistas violentos e propaganda inimiga fora dos Estados Unidos – afirmou o comandante Bill Speaks, porta-voz da Centcom.

    O analista especializado em novas tecnologias Jeff Jarvis afirmou ao "Guardian" que o projeto é contrário à liberdade de expressão na internet e que seu único objetivo é controlar a sociedade.

    Estados Unidos criam programa para manipular com perfis falsos o que é dito em redes sociais – O Globo

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