Ficha Corrida

16/03/2016

É deste Brasil que eu gosto

OBScena: mascotes da Operação Zelotes e do Operação Ouro Verde (Portocred)

gerdau e nelsonNão gosto do Brasil com filas de virar o quarteirão em busca de emprego por salário mínimo. E isso quando o salário mínimo era U$ 98 dólares. Neste momento, quando o desemprego alcança sua maior taxa depois de FHC, de 9%, índice inferior a maioria dos países europeus.

Não gosto do Brasil que via crime nas manifestações populares. Não gosto daquele Brasil em que os meios de comunicação de massa usavam do poder de uma concessão pública para derrubar governos democraticamente eleitos. Não gosto daquele Brasil em que estes mesmos meios de comunicação faziam parceria com os ditadores, seja para se beneficiarem economicamente, seja para participarem das sessões de tortura de presos clandestinos. Sou contra a volta a um Brasil em que os financiadores do DOI-CODI podiam participar das sessões de estupro, morte e esquartejamento de quem pensava diferente deles. São contra a volta ao tempo em que se escondiam da família os restos mortais das vítimas vilipendiadas clandestinamente, como faziam as peruas da Folha de São Paulo que auxiliavam no transporte para as valas comuns do Cemitério de Perus, em São Paulo. Mesmo que a Folha entenda que isso não fora uma ditadura mas uma ditabranda, mesmo que a Globo admita, em editorial, que foi um erro ter apoiado ditadores, ainda assim e por isso mesmo, não gosto do Brasil que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium querem nos impor novamente. Não quero este Brasil de volta. O normal é andar para frente. Poucos animais andam para trás. A volta para trás pedidas pela marcha dos zumbis é piada como aquela contada em livro pelo professor e escritor Dionísio da Silva: Avante, soldados: para trás!

Gosto de vira-lata, mas não suporto pessoas com Complexo de Vira-Lata. Quem vive falando mal do Brasil ou nunca viajou ao exterior, ou de nada serviram suas viagens. O que é uma pena. Em que lugar do mundo se pode produzir durante o ano todo, sem catástrofes naturais? Quantos países do mundo tem o potencial energético do Brasil? Quantos países do mundo tem a quantidade de praias tão belas quanto o Brasil? Quantos países do mundo tem uma pluralidade de raças e religiões que convivem tão bem uma com as outras? Apesar de que o WikiLeaks vazou dados de que os EUA estavam tentando insuflar ódio religioso no Brasil. Ainda não conseguiram implantar o ódio entre as diversas religiões, mas conseguiram disseminar o ódio político. É a velha tática usada em relação aos países africanos, dividir para escravizar. Que não é nova, pois até os persas insuflavam o ódio entre Atenas e Esparta de modo a enfraquece-los ambos e assim mais facilmente lhes tomar terra e água.

Se temos tanta pobreza não é por culpa da vítima, mas destas elites que saem a rua porque seus filhos têm de disputar vaga na universidade com alunos de classes. Se nosso racismo é renitente culpe-se quem, para criminalizar as cotas, perpetra um petardo de obscenidades com o sugestivo título “Não somos racistas”. Se temos tanta pobreza é porque as pessoas e empresas que criminalizam as políticas sociais são as mesmas que tomam empréstimo no BNDES, na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil. Por que eles buscam crédito no Bradesco ou no Santander. Esta mesma classe média financia seus apartamentos na Caixa, por que não usam um banco particular?

As manifestações vestidas com camisas com o escudo da CBF provam não sua ignorância, mas sua moral seletiva. Não sei se é falta de caráter ou mau caratismo, mas eles acham chic em chamar pragmatismo. A melhor herança das manifestações estão registradas nas justificativas do banqueiro Cláudio Procownick, o dinheiro é a medida de todas as coisas. Isso não explica apenas a prostituição, mas principalmente o renitente trabalho escravo.

Todo vez que ouço um sacoleiro de Miami falando mal do Brasil porque pode comprar ternos chineses mais baratos em terras ianques lembro de Nelson Rodrigues e do Complexo de Vira-Latas da nossa classe média. Digo classe média porque a elite não compra em Miami. Nossos ricos, não nossa classe média, compram na Via Mazzini, onde um simples par de sapato pode custar mais de U$ 2.500 dólares. Só o Diabo Veste Prada

É claro que o Brasil tem problemas, sendo que o maior deles é nossa herança colonial, a República dos Doutores. Deste período também herdamos a ideologia do “melhores quadros”, transformada pela reengenharia do PSDB em meritocracia ou choque de gestão. Todos sabemos em que consiste a meritocracia no PSDB, Aécio Neves é melhor exemplo disso. Nunca teve outra atividade além de político, embora aos 17, quando ainda era estudante no Rio de Janeiro, já tinha um emprego fixo no Gabinete do Tio, em Brasília. Quais eram seus méritos para ganhar emprego de gerente na Caixa Econômica Federal? Se fosse pelos méritos, quem deveria ter ganho estes empregos seria sua irmã, Andrea Neves. Aliás, o cabide em que José Serra pendurou a irmã da amante de FHC, Margrit Dutra Schmidt, explica um bocado a respeito da elite que troca o Brasil pela Avenue Foch. Esta meritocracia esqueceu Luciana Cardoso, irmã de FHC, por longos anos no gabinete do Heráclito Fortes. O choque de gestão ficou claro quando FHC entregou para seu genro, David Zylbersztajn, a administração da Agência Nacional de Petróleo.

Nossos vira-latas adoram citar “o Brasil não é um país sério”, porque tomam a si por medida. Atribuem a frase, por ignorância ou má-fé, ao estadista francês Charles De Gaulle. Uma frase destas jamais sairia da boca de um estadista como Charles de Gaulle. É frase típica do vira-latismo das nossas elites, que vestem camisas da CBF para protestarem contra a corrupção. Referendar a CBF não é coisa de ignorante, é comportamento de mau caráter.

Gosto do Brasil porque até corvos como Carlos Lacerda e seu clone, Aécio Neves, podem, de tanto cuspirem pra cima, se afogarem no próprio cuspe.

Gosto do Brasil porque, por vezes, até no STF há republicanismo, como faz agora Teori Albino Zavaschi, liberando integramente, sem vazamentos seletivos, a felação premiada do Delcídio Amaral. A seletividade continua existindo na velha mídia, divulgando seletivamente apenas as partes que endossam seu golpismo. E é compreensível, porque o golpismo está no DNA das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS). Elas não sobrevivem, como prova a falência da RBS em Santa Catarina, sem os dutos públicos. Veja que no RS o governo Sartori parcela o salário dos funcionários mas paga em dia a publicidade na RBS. Quem empresa deixaria de pagar seus funcionários para investir a publicidade? Para ficar no âmbito do Tiririca da Serra,  nem a Tumeleiro.

Gosto deste Brasil republicano dos governos de esquerda, que fortalecem as instituições. Só assim para que ocorra operações como Zelotes, a Ouro Verde e a Pavlova (entenda também porque não sai na imprensa gaúcha). Só deste modo ficamos sabendo das atividades do Delcídio Amaral, Eduardo CUnha, Márcio Fortes, Aécio Neves, famiglia Sirotsky, Gerdau, Nardes, Capez, dos coxinhas do Parcão, além da extensa Lista Falciani do HSBC

03/10/2014

Cardápio do PT

Filed under: Cardápio,Eleições 2014,Nominata,PT — Gilmar Crestani @ 9:45 pm
Tags:

Presidente

Aécio Neves é candidato ao cargo de Presidente da República pelo PSDB. Natural da capital mineira de Belo Horizonte, Aécio Neves da Cunha nasceu em 1960 e é formado em Economia pela Pontifícia Universidade …

Dilma 13Dilma 13

PT/BR

Dilma é candidata à reeleição ao cargo de Presidente da República pelo PT. Nascida na capital mineira de Belo Horizonte em 1947, Dilma Vana Rousseff é formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do …

Candidato a Governador do Rio Grande do Sul

Tarso Genro 13Tarso Genro 13

PT / RS

Tarso Genro é candidato à reeleição ao cargo de Governador do Rio Grande do Sul pelo PT. Natural do município gaúcho de São Borja, Tarso Fernando Herz Genro nasceu em 1947, é formado em Direito pela …

Candidato a Senador pelo Rio Grande do Sul

Vagas para Senador pelo RS em disputa: 1. Estão listados os candidatos ao Senado Federal:

Olívio Dutra 131Olívio Dutra 131

PT / RS

Olívio Dutra é candidato ao cargo de Senador do Rio Grande do Sul pelo PT. Olívio de Oliveira Dutra nasceu em 1941 no município gaúcho de Bossoroca, é formado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do …

Candidatos a Deputado pelo PT no Rio Grande do Sul

Vagas para Deputados Estaduais do RS em disputa: 55. Estão listados os candidatos à Assembléia Legislativa pelo Partido dos Trabalhadores:

Aldacir Oliboni 13580Aldacir Oliboni 13580

PT / RS

Aldacir Oliboni é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Sananduva, Aldacir Oliboni tem 57 anos.

Alfredo Tatto 13654Alfredo Tatto 13654

PT / RS

Alfredo Tatto é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Nova Pádua, Alfredo Tatto tem 52 anos.

Ana Affonso 13813Ana Affonso 13813

PT / RS

Ana Affonso é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de ZZ-MALDONADO – URUGUAI, Ana Affonso tem 41 anos.

Ari Thessing 13510Ari Thessing 13510

PT / RS

Ari Thessing é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Cruz do Sul, Ari Thessing tem 51 anos.

Aurio Scherer 13690Aurio Scherer 13690

PT / RS

Aurio Scherer é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Arroio do Meio, Aurio Scherer tem 47 anos.

Bara-Exu Olumide Betinho 13877Bara-Exu Olumide Betinho 13877

PT / RS

Bara-Exu Olumide Betinho é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Gravataí, Bara-Exu Olumide Betinho tem 40 anos.

Bira 13285Bira 13285

PT / RS

Bira é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Três Passos, Bira tem 41 anos.

Carlito Nicolait 13313Carlito Nicolait 13313

PT / RS

Carlito Nicolait é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Cachoeirinha, Carlito Nicolait tem 46 anos.

Carol 13888Carol 13888

PT / RS

Carol é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Carol tem 39 anos.

Casagrande 13666Casagrande 13666

PT / RS

Casagrande é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Bento Goncalves, Casagrande tem 61 anos.

Claudia Antonini 13200Claudia Antonini 13200

PT / RS

Claudia Antonini é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Claudia Antonini tem 47 anos.

Clemente 13190Clemente 13190

PT / RS

Clemente é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Uruguaiana, Clemente tem 49 anos.

Cristiano Aquino 13607Cristiano Aquino 13607

PT / RS

Cristiano Aquino é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Tupanciretã, Cristiano Aquino tem 38 anos.

Daniel Bordignon 13456Daniel Bordignon 13456

PT / RS

Daniel Bordignon é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Nova Prata, Daniel Bordignon tem 55 anos.

Denis Remi 13600Denis Remi 13600

PT / RS

Denis Remi é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Denis Remi tem 51 anos.

Dr. Link 13130Dr. Link 13130

PT / RS

Dr. Link é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Maria, Dr. Link tem 54 anos.

Duda Calvin 13051Duda Calvin 13051

PT / RS

Duda Calvin é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Duda Calvin tem 43 anos.

Eberson Fernandes 13777Eberson Fernandes 13777

PT / RS

Eberson Fernandes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santo Angelo, Eberson Fernandes tem 39 anos.

Edegar Pretto 13655Edegar Pretto 13655

PT / RS

Edegar Pretto é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Tenente Portela, Edegar Pretto tem 43 anos.

Ediana Krohn 13088Ediana Krohn 13088

PT / RS

Ediana Krohn é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Novo Hamburgo, Ediana Krohn tem 27 anos.

Fernando Menezes 13070Fernando Menezes 13070

PT / RS

Fernando Menezes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Restinga Seca, Fernando Menezes tem 47 anos.

Giovane Wickert 13213Giovane Wickert 13213

PT / RS

Giovane Wickert é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT. O vice-prefeito de Venâncio Aires renunciou o cargo de secretário de Cultura, Esporte e Turismo em abril de 2014, em virtude das …

Helen Cabral 13307Helen Cabral 13307

PT / RS

Helen Cabral é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Uruguaiana, Helen Cabral tem 44 anos.

Jeferson Fernandes 13120Jeferson Fernandes 13120

PT / RS

Jeferson Fernandes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santo Angelo, Jeferson Fernandes tem 43 anos.

João da Moto 13700João da Moto 13700

PT / RS

João da Moto é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, João da Moto tem 46 anos.

Júlio Garcia 13323Júlio Garcia 13323

PT / RS

Júlio Garcia é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santiago, Júlio Garcia tem 57 anos.

Laura Sito 13300Laura Sito 13300

PT / RS

Laura Sito é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Laura Sito tem 22 anos.

Lelinho Lopes 13800Lelinho Lopes 13800

PT / RS

Lelinho Lopes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Bage, Lelinho Lopes tem 28 anos.

Loreni Maciel 13614Loreni Maciel 13614

PT / RS

Loreni Maciel é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – São Pedro do Sul, Loreni Maciel tem 51 anos.

Luciana Alvez 13142Luciana Alvez 13142

PT / RS

Luciana Alvez é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santana do Livramento, Luciana Alvez tem 37 anos.

Luisa Stern 13163Luisa Stern 13163

PT / RS

Luisa Stern é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Luisa Stern tem 48 anos.

Lunelli 13913Lunelli 13913

PT / RS

Lunelli é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Bento Gonçalves, Lunelli tem 47 anos.

Mainardi 13555Mainardi 13555

PT / RS

Mainardi é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Sobradinho, Mainardi tem 53 anos.

Maninho Fauri 13789Maninho Fauri 13789

PT / RS

Maninho Fauri é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Viamao, Maninho Fauri tem 32 anos.

Marcio Espindola 13077Marcio Espindola 13077

PT / RS

Marcio Espindola é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Osorio, Marcio Espindola tem 44 anos.

Marcos Daneluz 13010Marcos Daneluz 13010

PT / RS

Marcos Daneluz é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Caxias do Sul, Marcos Daneluz tem 52 anos.

Marilei de Araujo 13031Marilei de Araujo 13031

PT / RS

Marilei de Araujo é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Esteio, Marilei de Araujo tem 43 anos.

Marisa Formolo 13123Marisa Formolo 13123

PT / RS

Marisa Formolo é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Caxias do Sul, Marisa Formolo tem 67 anos.

Miriam Marroni 13631Miriam Marroni 13631

PT / RS

Miriam Marroni é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Pelotas, Miriam Marroni tem 58 anos.

Monica Dias 13751Monica Dias 13751

PT / RS

Monica Dias é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Pelotas, Monica Dias tem 47 anos.

Nelsinho Metalúrgico 13630Nelsinho Metalúrgico 13630

PT / RS

Nelsinho Metalúrgico é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Esteio, Nelsinho Metalúrgico tem 54 anos.

Nelson Spolaor 13000Nelson Spolaor 13000

PT / RS

Nelson Spolaor é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Mata, Nelson Spolaor tem 46 anos.

Nestor Schwertner 13413Nestor Schwertner 13413

PT / RS

Nestor Schwertner é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de SC – Itapiranga, Nestor Schwertner tem 56 anos.

Otto Gerhardt 13011Otto Gerhardt 13011

PT / RS

Otto Gerhardt é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Carazinho, Otto Gerhardt tem 44 anos.

Reginete Bispo 13477Reginete Bispo 13477

PT / RS

Reginete Bispo é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Marau, Reginete Bispo tem 51 anos.

Rene Cecconello 13001Rene Cecconello 13001

PT / RS

Rene Cecconello é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT. Natural do município gaúcho de Sertão, Rene Luiz Cecconello nasceu em 1966 e é formado em Filosofia pelo Instituto Superior de …

Ricardo Carpes 13131Ricardo Carpes 13131

PT / RS

Ricardo Carpes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Itaqui, Ricardo Carpes tem 34 anos.

Rodrigo Beltrao 13333Rodrigo Beltrao 13333

PT / RS

Rodrigo Beltrao é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Caxias do Sul, Rodrigo Beltrao tem 35 anos.

Serginho 13100Serginho 13100

PT / RS

Serginho é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Chapada, Serginho tem 53 anos.

Sergio Kniphoff 13714Sergio Kniphoff 13714

PT / RS

Sofia Cavedon 13400Sofia Cavedon 13400

PT / RS

Sofia Cavedon é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Veranopolis, Sofia Cavedon tem 51 anos.

Spotorno 13132Spotorno 13132

PT / RS

Spotorno é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Rio Grande, Spotorno tem 57 anos.

Stela 13113Stela 13113

PT / RS

Stela é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Ibirubá, Stela tem 49 anos.

Tâmara Biolo Soares 13773Tâmara Biolo Soares 13773

PT / RS

Tâmara Biolo Soares é candidata ao cargo de Deputada Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Tâmara Biolo Soares tem 33 anos.

Tarcisio Zimmermann 13003Tarcisio Zimmermann 13003

PT / RS

Tarcisio Zimmermann é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santo Cristo, Tarcisio Zimmermann tem 60 anos.

Tortelli 13030Tortelli 13030

PT / RS

Tortelli é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Jacutinga, Tortelli tem 49 anos.

Valdeci Oliveira 13713Valdeci Oliveira 13713

PT / RS

Valdeci Oliveira é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Maria, Valdeci Oliveira tem 57 anos.

Villa 13013Villa 13013

PT / RS

Villa é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Alegrete, Villa tem 56 anos.

Vilson Roberto 13513Vilson Roberto 13513

PT / RS

Vilson Roberto é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Cruz Alta, Vilson Roberto tem 50 anos.

Zé Nunes 13500Zé Nunes 13500

PT / RS

Zé Nunes é candidato ao cargo de Deputado Estadual do Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – São Lourenço do Sul, Zé Nunes tem 49 anos.

Vagas para Deputados Federais pelo RS em disputa: 31. Estão listados os candidatos à Câmara dos Deputados pelo Partido dos Trabalhadores:

Bohn Gass 1320Bohn Gass 1320

PT / RS

Bohn Gass é candidato à reeleição ao cargo de Deputado Federal do Rio Grande do Sul pelo PT. Nascido no município de Santo Cristo no Rio Grande do Sul em 1962, Elvino José Bohn Gass é formado em História pela …

Clarice Araguaia 1340Clarice Araguaia 1340

PT / RS

Clarice Araguaia é candidata ao cargo de Deputada Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Clarice Araguaia tem 46 anos.

Claudia Kohler 1323Claudia Kohler 1323

PT / RS

Claudia Kohler é candidata ao cargo de Deputada Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Bom Retiro do Sul, Claudia Kohler tem 46 anos.

Fabiano Pereira 1373Fabiano Pereira 1373

PT / RS

Fabiano Pereira é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Maria, Fabiano Pereira tem 41 anos.

Fernando Marroni 1345Fernando Marroni 1345

PT / RS

Fernando Marroni é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Pelotas, Fernando Marroni tem 58 anos.

Henrique Fontana 1313Henrique Fontana 1313

PT / RS

Henrique Fontana é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Porto Alegre, Henrique Fontana tem 54 anos.

Ivar Pavan 1330Ivar Pavan 1330

PT / RS

Ivar Pavan é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Aratiba, Ivar Pavan tem 62 anos.

João Sem Medo 1388João Sem Medo 1388

PT / RS

João Sem Medo é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de AL – Maceio, João Sem Medo tem 26 anos.

Lauro Alemão 1390Lauro Alemão 1390

PT / RS

Lauro Alemão é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Amaral Ferrador, Lauro Alemão tem 53 anos.

Luci Mari Jorge 1303Luci Mari Jorge 1303

PT / RS

Luci Mari Jorge é candidata ao cargo de Deputada Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santana do Livramento, Luci Mari Jorge tem 47 anos.

Marco Maia 1314Marco Maia 1314

PT / RS

Marco Maia é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Canoas, Marco Maia tem 48 anos.

Marcon 1355Marcon 1355

PT / RS

Marcon é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Ronda Alta, Marcon tem 50 anos.

Maria do Rosário 1370Maria do Rosário 1370

PT / RS

Maria do Rosário é candidata ao cargo de Deputada Federal do Rio Grande do Sul pelo PT. Natural do município de Veranópolis no Rio Grande do Sul, Maria do Rosário Nunes nasceu em 1966, é formada em Pedagogia pela …

Paulo Ferreira 1351Paulo Ferreira 1351

PT / RS

Paulo Ferreira é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santiago, Paulo Ferreira tem 55 anos.

Paulo Pimenta 1307Paulo Pimenta 1307

PT / RS

Paulo Pimenta é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Maria, Paulo Pimenta tem 49 anos.

Pepe Vargas 1301Pepe Vargas 1301

PT / RS

Pepe Vargas é candidato à reeleição ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT. Natural do município de Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, Gilberto José Spier Vargas, o Pepe Vargas, é …

Ronaldo Zulke 1300Ronaldo Zulke 1300

PT / RS

Ronaldo Zulke é candidato ao cargo de Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Natural de RS – Santa Rosa, Ronaldo Zulke tem 59 anos.

16/12/2013

BMW

Filed under: BMW,Complexo de Vira-Lata,Fracassomaníacos — Gilmar Crestani @ 10:50 pm
Tags: ,

Esse alemães são malucos. Então eles não sabem que o Brasil quebrou. Que amanhã vai faltar luz, depois pão, e no ano que vem haverá um Golpe Comunista? Enquanto os grupos mafiomidiáticos parecem um Lada atolado ao Tietê ou no Arroio Dilúvio, o Brasil de Lula e Dilma é, para o mundo, um BMW. Depois do leilão do campo de Libra, do arrendamento dos aeroportos por 30 anos por valores superiores ao que FHC vendeu a Vale do Rio Doce, com a diferença que a Vale não volta mais para a União, o leilão das estradas, a derrama de médicos pelo interior, os fracassomaníacos vão se afogar na própria bílis. Enquanto o Brasil se consolida aos olhos do mundo, aos vira-latas e vira-bostas resta o consolo da cocaína.

Não vai faltar quem nos queira convencer que melhor que uma BMW é um helicóptero com 450 kg de pó. Esta é a diferença entre Lula e Dilma e seus detratores. BMW x Pó!

Mas, como diria Aécio à Eliane Cantanhêde, cada um deve seguir sua carreira!

Da BMW para derrotistas: "o Brasil é um BMW"

Edição/247 Fotos: Reprodução | Roberto Stuckert Filho/PR:

Num editorial histórico, publicado nos jornais brasileiros, que hoje exercem um pessimismo militante, a montadora alemã BMW dá uma lição aos fracassomaníacos. "O Brasil passou de mero espectador a vibrante realizador. Deixou de ser aquele sujeito que ficava à beira da estrada, só assistindo aos carros passarem, para virar motor do seu próprio destino", diz o texto; "Se alguns duvidam do Brasil, nós investimos 200 milhões de euros"; ao que tudo indica, os alemães não se informam pela imprensa brasileira

16 de Dezembro de 2013 às 20:18

247 – Se os executivos alemães que comandam a BMW, uma das maiores montadoras do mundo, se informassem pela imprensa brasileira, que exerce o que o jornalista Luis Nassif definiu como "pessimismo militante", dificilmente a fábrica de 200 milhões de euros, inaugurada hoje na cidade de Araquari, em Santa Catarina, sairia do papel.

Felizmente, os alemães tomam suas decisões levando em conta suas próprias análises sobre a economia brasileira e suas perspectivas futuras. O resultado é uma fábrica moderna, que está gerando 3,5 mil empregos.

Os alemães, no entanto, decidiram também mandar um recado à imprensa brasileira, num anúncio histórico, publicado hoje na Folha de S. Paulo – o mais pessimista dos meios de comunicação – e também em outros veículos. Eis a íntegra do texto, que também deveria ser lido pelos compradores de BMWs, outros militantes profissionais do pessimismo:

O Brasil é um BMW.

Nova fábrica BMW em Araquari, SC.

Nasce hoje, para um Brasil maior amanhã.

Ultimamente, parece que está na moda questionar a capacidade do Brasil.

A capacidade do País de realizar, de crescer, de ser grande, de ser o país que todo mundo espera e precisa.

Permitam-nos discordar inteiramente dessa percepção. Para nós, o Brasil é um BMW.

Poucos países no mundo cresceram como este.

Cresceram em riqueza, cresceram em possibilidades, em autoafirmação e em plena liberdade.

O Brasil passou de mero espectador a vibrante realizador. Deixou de ser aquele sujeito que ficava à beira da estrada, só assistindo aos carros passarem, para virar motor do seu próprio destino.

Este país é único. Pensa novo. É original de fábrica na sua natureza, na sua língua, no seu povo.

Nenhum país hoje no mundo pode escolher um caminho que não passe pelo Brasil. Nada mais natural do que a BMW estar aqui.

Se alguns duvidam do Brasil, nós investimos 200 milhões de euros.

Se ficam com o pé atrás, nós pisamos no acelerador: vamos gerar mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, numa fábrica com capacidade para produzir 32 mil carros por ano: BMW Série 1, Série 3, BMW X1, X3 e MINI Countryman.

Esta fábrica que hoje nasce em Araquari. Que vai incorporar o mesmo modelo de produção, excelência e controle de qualidade com que a BMW produz na Alemanha, trazendo mais know-how e tecnologia a este grande país.

A BMW acredita tanto no Brasil que este será um dos poucos países do mundo a poder fabricar os carros da marca. Um privilégio de pouquíssimos. Aliás, permitam-nos hoje também o privilégio de nos sentir um pouco brasileiros.

O Brasil não se compara a nenhum outro.

Seu estilo não tem igual no mundo. E breve, muito breve, ele vai estar ultrapassando, deixando para trás, falando sozinhos os que há pouco duvidavam da sua capacidade.

O Brasil é um BMW.

Por isso a gente já está se sentindo em casa.

Da BMW para derrotistas: "o Brasil é um BMW" | Brasil 24/7

01/06/2013

FHC visita Folha, Estadão, Veja & Globo, já Lula…

Filed under: FHC,Lula Seja Louvado — Gilmar Crestani @ 9:48 am
Tags: , , ,

Enquanto Lula viaja como chefe de Estado e é recebido por todos os presidentes em atividade, da esquerda à direita, FHC só teria Menem & Fujimori para visitar… na prisão…

AMÉRICA LATINA

Ex-presidente Lula viaja a Equador, Peru e Colômbia na próxima semana

DE SÃO PAULO – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue, na próxima semana, com seu giro pela América Latina. Ele será recebido pelos presidentes Juan Manuel Santos, na Colômbia, Ollanta Humala, no Peru, e Rafael Correa, no Equador.

Há duas semanas, Lula esteve em Buenos Aires, onde se encontrou com a presidente Cristina Kirchner e falou a empresários. Desde janeiro, ele já passou por Cuba, Uruguai e México. Em Brasília, se reuniu com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, por quase duas horas no início de maio.

Agora, a passagem mais rápida será pela Colômbia, onde Lula chega na terça-feira para um encontro com Santos e faz uma palestra a empresários e autoridades sobre integração na América Latina –tema que é um dos motes de sua peregrinação pela região.

Colômbia e Peru fazem parte da Aliança do Pacífico, bloco visto como a opção pró-mercado da região, em contraponto ao Mercosul.

No Equador, a visita ganha um tom mais político e Lula participa de um evento com Correa e integrantes do movimento de esquerda "Alianza País". Na quinta, o anfitrião oferece um jantar ao ex-presidente.

25/05/2013

A diferença entre capacho e líder

Filed under: Complexo de Vira-Lata,FHC,Lula — Gilmar Crestani @ 10:44 am
Tags:

 

Quem vende melhor o Brasil no exterior, FHC ou Lula?

:

Ex-presidentes têm discursos diametralmente diferentes diante de plateias formadas por autoridades estrangeiras e potenciais investidores; na China, ano passado, Fernando Henrique lembrou que "a corrupção aumentou em relação ao meu governo"; na Alemanha, também em 2012, Lula garantiu que "até 2020 o futuro do Brasil é de crescimento do emprego e de conquistas da sociedade"; nesta semana, ambos voltaram a expor visões totalmente distintas do País; qual delas é mais efetiva para atrair investimentos?

25 de Maio de 2013 às 07:15

247 – Num intervalo de tempo não superior a 48 horas, os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula mostraram o quanto são díspares a visão de um e outro na apresentação do Brasil a investidores estrangeiros.

O primeiro a falar foi Lula, na quarta-feira 22, num seminário sobre as relações entre o Brasil e a África, organizado pelo jornal Valor Econômico.

– Não cobrarei um centavo de ninguém para defender empresas brasileiras em qualquer lugar do mundo, disse ele, que ia sendo acusado, em reportagens do jornal Folha de S. Paulo, de receber cachês pela feitura de lobbies para empreiteiras como a Odebrecht.

Segundo o Instituto Lula, o ex-presidente recebe apenas para realizar palestras, e não ganha dinheiro de companhias que cita em seus discursos e entrevistas.

É consenso que Lula, quando está ou se dirige ao público do exterior, vira um propagandista do Brasil e, claro, de seu governo.

– Até 2020, o futuro do Brasil é o do crescimento do emprego e das conquistas da sociedade brasileira, garantiu ele, no ano passado, em Berlim, falando a sindicalistas alemães.

Nos Estados Unidos, em outubro de 2011, deu outra parte de seu recado:

– A combinação de uma agenda de inclusão social com um período de forte crescimento econômico, impulsionado pelos investimentos públicos e privados, contribuiu para gerar 16,5 milhões de empregos formais de 2003 até junho deste ano, disse.

No 5º Fórum Ministerial de Desenvolvimento, diante de representantes da América Latina e da África, em Brasilia, Lula voltou a fazer um resumo bastante positivo da economia brasileira:

– Aumentaram os investimentos e os empregos na indústria e no comércio. O Brasil conseguiu um crescimento sustentado pela ascensão de populações antes marginalizadas do mercado consumidor.

Mais do que uma diferença de estilo, é mesmo uma interpretação do Brasil que leva o ex-presidente Fernando Henrique a ter, diante do público estrangeiro, uma postura diversa:

– Houve uma espécie de confiança demasiada em que o impulso que tinha sido dado pela estabilidade e pelo mundo (…) tinha sido suficiente para assegurar o bem-estar ‘ad aeternum’", avaliou FHC, nesta sexta-feira 24, no seleto Reuters Latin American Investment Summit, em São Paulo.

Se ficou no ar alguma dúvida a respeito se isso foi uma crítica, em Doha, em maio do ano passado, em seminário patrocinado pelo banco Itaú, o ex-presidente foi direto em sua opinião em relação a um dos aspectos do quadro nacional:

– A corrupção cresceu em relação ao meu governo, descreveu aos potenciais investidores.

Na China, no mesmo período, FHC alfinetou a política do Banco Cetral de reduzir a taxa Selic:

– Baixar a taxa de juros é importante, mas tem de se olhar as consequências, alertou. Por fim, resumiu à platéia do outro lado do mundo:

– Não se pode crescer a qualquer preço.

Em novembro de 2012, falando de São Paulo a convidados do banco J.P. Morgan, FHC outra vez criticou o momento do País:

– O Brasil está pagando o preço por não ter dado continuidade aos avanços implementados.

Ambos os ex-presidentes são, com certeza sinceros em seus discursos a plateias estrangeiras de potenciais investidores. Mas, colocando-se no lugar dos ouvintes, seria FHC ou Lula quem mais estimularia você a aplicar dinheiro e fazer negócios dentro dentro do Brasil?

Cartas para a redação.

Quem vende melhor o Brasil no exterior, FHC ou Lula? | Brasil 24/7

23/05/2013

Hecatombe de vira-latas

Filed under: Vira-bosta,Vira-latas — Gilmar Crestani @ 9:00 pm
Tags:

Hoje os vira-latas e os vira-bostas cortam os pulsos. Até o autor da Teoria da Dependência, FHC, segundo o qual só seremos independentes se dependermos dos EUA, deve estar pedindo asilo a Miami.

Brasil exhibe su pujanza económica en su relación con EE UU

El presidente del Parlamento, Henrique Eduardo Alves, destaca en Washington la importancia de la inversión brasileña en este país

Eva Saiz Washington 22 MAY 2013 – 18:50 CET

El presidente del Parlamento de Brasil, Henrique Eduardo Alves.

El presidente del Parlamento brasileño, Henrique Eduardo Alves, ha defendido este miércoles en Washington la creciente magnitud de la inversión económica de Brasil en Estados Unidos y la pujanza económica de su país a nivel internacional como elementos esenciales para equilibrar la relación bilateral entre ambos estados. Aunque el vínculo que une a los dos países es cordial, las divergencias políticas y económicas entre sus Gobiernos han lastrado la fluidez entre las dos economías más importantes de América. Alves se encuentra en la capital estadounidense para reforzar la colaboración con el Congreso de este país. Su estancia tiene lugar a menos de una semana de que el vicepresidente Joe Biden viaje a Sao Paulo y precede a la visita de Estado que Dilma Rouseff realizará en octubre, la primera de ese carácter de un líder brasileño a EE UU en casi 20 años.

“En 2000 por cada dólar que Brasil invertía en EE UU, Washington invertía 47, una década después, por cada dólar, EE UU invierte 7,1. Esto es un ejemplo de cómo se ha incrementado la presencia de nuestro país aquí”, ha indicado Alves en un encuentro organizado por el Instituto de Brasil del Centro Woodrow Wilson y el US Businness Council. Para Alves, el crecimiento de Brasil debe dejar de ser considerado como “un fenómeno” y EE UU debería consolidar su relación bilateral no desde el punto de vista de una “economía emergente”, sino como una “potencia consolidada”. “Antes, cuando venía a EE UU, sólo me preguntaban por Pelé y el fútbol, ahora quieren saber cómo hacemos para tener una tasa de paro tan baja. Eso es señal del respeto que hemos adquirido en los últimos años”, ha señalado el presidente del Parlamento brasileño.

Para Alves, el crecimiento de Brasil debe dejar de ser considerado como “un fenómeno” y EE UU debería consolidar su relación bilateral no desde el punto de vista de una “economía emergente”, sino como una “potencia consolidada”

EE UU es consciente de la dimensión alcanzada por Brasil en los últimos años y de su relevancia para el impulso de su sector turístico. El comercio bilateral entre ambos ambos países ascendió en 2012 a 59.000 millones de dólares. El acceso a la clase media de casi 40 millones de brasileños en los últimos 10 años y un real fuerte han abierto la senda al consumo internacional de sus habitantes. Los brasileños son los extranjeros que más gastan en EE UU. “El año pasado visitaron este país 1,5 millones de brasileño y desembolsaron entre 10 y 11 millones de dólares”, ha indicado Alves. Brasil se ha convertido en uno de los principales impulsores del turismo estadounidense. La presencia de brasileños en Miami, uno de sus destinos favoritos, ha contribuido a reactivar el renqueante mercado inmobiliario de Florida.

Ambos países están trabajando para eliminar las visas para viajes entre ambos países, un obstáculo para la afluencia de brasileños a EE UU. “Sería una buenísima noticia para nosotros que se consiguiera”, ha reconocido Alves. El mercado de 192 millones de brasileños también resulta atractivo para las empresas estadounidenses, pero la relativa opacidad de la economía brasileña a las importaciones hace difícil expandir la presencia de EE UU en ese país.

Pese a que las relaciones entre ambos países han mejorado considerablemente, tras la etapa de desencuentro que marcó la presidencia de Luis Inácio Lula da Silva, su cooperación ha estado marcada por los desencuentros. En estos últimos meses, Rousseff ha evitado tratar con Irán y ha mantenido cierta distancia con Venezuela, uno de los países más críticos con Washington. Una mejora de los lazos diplomáticos podría resucitar las esperanzas de un tratado para evitar las doble tributación entre las empresas brasileñas y estadounidenses, unas negociaciones que Alves espera que se impulsen con la visita de Rousseff a Washington, o una mayor colaboración a nivel energético.

Una mejora de los lazos diplomáticos podría resucitar las esperanzas de un tratado para evitar las doble tributación entre las empresas brasileñas y estadounidenses o una mayor colaboración a nivel energético

El hecho de que Rousseff vaya a ser recibida en la Casa Blanca con el tratamiento que se otorga a las visitas más ilustres -cena de gala y ceremonia militar a su llegada-, a diferencia de su último viaje a Washington, el pasado mes de abril, donde tuvo que cenar en la Embajada, es una muestra del reconocimiento de EE UU hacia Brasil y su influencia en la región.

Brasil exhibe su pujanza económica en su relación con EE UU | Internacional | EL PAÍS

21/03/2013

Dilma en el cielo

Filed under: Dilma,Papa Francisco — Gilmar Crestani @ 9:38 am
Tags:

Por: Juan Arias| 20 de marzo de 2013

Dilma y el papa Francisco
La Presidenta Dilma debe estar en el cielo.
No sólo porque
el papa Francisco, recién estrenado, la recibió en su biblioteca particular durante media hora, sino porque en ese mismo momento el último sondeo nacional sobre su gobierno la colocó en las estrellas.

¿Le dio suerte el hecho de haber querido ir a Roma, al revés de otros presidentes que prefirieron quedarse en casa, con una delegación que ocupó 54 cuartos de un hotel de la capital italiana?

Dilma, que fue católica sólo en su primera infancia y que no es ninguna teóloga pues llegó a llamar a la Virgen de “diosa”, ha confesado que se emocionó mucho en la Misa de inauguración del pontificado del papa Francisco.

La víspera de encontrarse con el papa, Dilma llamó la atención por haberse atrevido a dar un consejo al papa: “No debe limitarse sólo a defender a los pobres, sino que deberá también respetar todas las diferencias”.

Quizás, en su coloquio privado con el papa Francisco llegara a concretar el significado de sus palabras. Se sabe que con el papa abordó el tema del hambre en el mundo y el problema que acucia a Brasil de los dependientes del crack.

De vuelta a Brasil, bendecida por el Papa, que es muy posible que visite a Brasil antes aún que a Argentina con motivo de la Jornada Mundial de la Juventud que tendrá lugar el próximo julio en Rio de Janeiro, Dilma se ha encontrado con el regalo del aumento de su popularidad.

Es posible que de Brasil, el país con mayor número de católicos del mundo, el papa Francisco continúe viaje hacia su patria chica.

Una visita papal que si Dilma lo necesitara le iría de perillas al año exacto de la disputa de su reelección a la presidencia de la República.

Aún sin el papa, Dilma ha aumentado, desde el último sondeo todos los indices de aprobación tanto de su forma de gobernar como de su mismo gobierno.

Y eso a pesar de que el PIB de Brasil haya crecido este año menos de un uno por ciento, que la inflación esté más alta que nunca y la industria con dificultades.

La aprobación de Dilma, de su gobierno y de su forma de gobernar ha superado todos los records anteriores: el 79% aprueban su forma de gobernar; el 63% a su gobierno y en el nordeste pobre, su aprobación ha llegado a las estrellas con un 85%, cifra que ni el carismático Lula había nunca conseguido.
Lo cierto es que el papa Francisco, cuyo lema es la defensa de los más pobres no dejará de reconocer que Brasil ha hecho grandes esfuerzos para luchar contra la pobreza y la miseria de millones de ciudadanos.

En este sentido se entiende la perplejidad de Dilma cuando le preguntaron si no se había sentido frustrada al no haber conseguido Brasil la elección del papa.

“No entiendo esa pregunta. ?Es que el papa Francisco no es latinoamericano?” respondió a los periodistas.

Un día Brasil tuvo uno de los episcopados más abiertos socialmente del continente, que durante la dictadura militar se opuso frontalmente a los militares.Y sus obispo y cardenales se distinguieron hace 50 años en el Concilio Vaticano II apoyando al ala más progresita de la Iglesia.

Después, los nombramientos de obispos de Juan Pblo II y Benedicto XVI, la conviertieron en una iglesia sin aquella chispa de apertura de antaño.

Ahora toca al papa Francisco renovar a ese episcopado y nombrar nuevos cardenales. Uno de ellos, de la vieja guardia avanzada de la Iglesia, el ya jubilado arzobispo de São Paulo, Claudio Hummes, ha sido, al parecer, el articulador de la candidatura del papa argentino y quien le inspiró su nombre  de Francisco, en recuerdo del Poverello de Asís, como ha revelado el papa a los periodistas. "No se olvide de los pobres", le había dicho abrazándolo nada más alcanzar el cardenal bergoglio, los votos suficientes para su elección.

En una entrevista al diario Folha de São Paulo, Hummes ha llegado a firmar que la Iglesia, así como es hoy "no funciona" y que no basta con cambiar a la Curia, sino que es toda la estructura la que debe ser modificada para "ser cfreible".

Por ello, el nuevo papa quiso, quebrando todos los protocolos, que Hummes estuviera a su lado la tarde que apareció por primera vez como papa en el balcón de la Basílica de San Pablo.

El papa Francisco y el cardenal HummesEl papa Fracisco aparece al lado del cardenal brasileño Hummes

Dilma en el cielo >> Vientos de Brasil >> Blogs Internacional EL PAÍS

17/08/2011

Página/12, com alegria

Filed under: Cristina Kirchner,Página12 — Gilmar Crestani @ 9:16 am
Tags: , ,

 

También los vecinos consagran las primarias

tapagnEn un gesto que refleja el impacto regional de la diferencia en las primarias entre la Presidenta y quien la siguió, la saludaron Dilma Rousseff, Evo Morales, Rafael Correa, Juan Manuel Santos, Hugo Chávez y Pepe Mujica.

Por Martín Granovsky

Mientras la economía alemana crecía menos de lo esperado y la pareja Nicolás Sarkozy-Angela Merkel proponía un cinturón de castidad forjado en hierro macizo para el gasto fiscal de cada país de Europa, incluyendo reformas constitucionales, Cristina Fernández de Kirchner recibió felicitaciones de sus colegas. La cantidad y diversidad de llamados puede deberse a una interpretación común: quizá también ellos piensen que el 50,7 por ciento obtenido por CFK el domingo y la diferencia de casi 38 puntos sobre el segundo son dos datos que ya adelantaron, de hecho, las presidenciales del 23 de octubre. Si no, ¿por qué levantar el teléfono por una primaria?

La Presidenta ya había informado en su conferencia de prensa del lunes que el uruguayo José “Pepe” Mujica fue el primer dirigente que la saludó. Lo mencionó cuando dijo que la Argentina podía seguir, internamente, el modelo de Unasur, donde presidentes de orígenes políticos diferentes acordaron que coordinarán medidas para resguardarse del granizo que cae sobre los Estados Unidos y Europa.

En diálogo con Víctor Hugo Morales por radio (ver aparte), Mujica retomó ese argumento. “Tenemos bancos que los manejan los Estados de la región (con los que) podremos golpear algunas puertas y administrar cualquier crisis que nos pueda caer”, dijo el presidente uruguayo.

Funcionarios del gobierno argentino que pidieron reserva de su identidad revelaron una frase de la conversación de la brasileña Dilma Rousseff: “Felicitaciones para vos, Cristina. Me puse muy feliz cuando vi los resultados”. Rousseff había sido mencionada por Cristina Kirchner el lunes como “presidenta y compañera”.

Otro de los recordados el lunes, el colombiano Juan Manuel Santos, llamó a Cristina Kirchner para saludarla. Se adelantó, porque la verá mañana en su primera visita oficial a la Argentina desde que asumió la presidencia, el 7 de agosto de 2010 (ver recuadro). CFK citó a Santos cuando indicó, confirmando la primicia de este diario, que fue el presidente de Colombia quien el 28 de julio último en Lima sugirió discutir a fondo la crisis financiera mundial. Colombia coloca el 40 por ciento de sus exportaciones en los Estados Unidos.

También saludó el boliviano Evo Morales. Y lo mismo el ecuatoriano Rafael Correa.

Cristina Kirchner se encontrará mañana con el paraguayo Fernando Lugo por video desde un stand de Tecnópolis. Anunciarán la obra de Aña Cuá, complementaria de Yacyretá.

El venezolano Hugo Chávez ya había puesto un tweet en @cha vezcandanga, su cuenta, el mismo domingo de las primarias: “Bravo querida Cristina! Bravo! Viva Néstor! Viva Argentina! Desde Caracas, contigo, con Uds, con la Patria Argentina!”. La Presidencia de Venezuela informó, en varios tweets separados, que “Presidente Chávez felicitó a su homóloga Argentina (CFK) por la contundente victoria electoral” el lunes por la mañana. “Chávez manifestó a Cristina Fernández su felicidad por encontrarse de nuevo en Venezuela, tras cumplir con la segunda etapa de quimioterapia”, dice otro texto. Y sigue la secuencia: “Se refirió el comandante Chávez a que en Cuba constató científicamente la positiva evolución del proceso de recuperación plena de su salud”. Expresa el comunicado de Cancillería venezolana que “la presidenta Cristina (Fernández) recibió con emoción esta grata noticia”. La mandataria argentina “reiteró al presidente Chávez sus mejores deseos de pronto reestablecimiento. Insistió la presidenta Cristina al comandante Chávez en la necesidad de no perder de vista el cuidado de su salud. Fernández y Chávez coincidieron en que los Pueblos de Nuestra América han escogido, definitivamente, la senda de la soberanía y la justicia. Los presidentes se mostraron satisfechos con los avances en las reuniones de Unasur (arquitectura financiera regional propia e independiente)”.

Los ministros de Economía y los presidentes de los bancos centrales se reunieron el viernes último en Buenos Aires para discutir el uso del monto de reservas en eventuales salvatajes de un vecino en aprietos y se comprometieron a intensificar el comercio regional sin pasar por el dólar. El anfitrión fue Amado Boudou, ministro de Economía a punto entonces de ser consagrado candidato a la vicepresidencia por el oficialismo. La secretaria general de la Unasur, María Emma Mejía, que ayer visitó a Chávez en Caracas, trabajó junto al ex consejero de Néstor Kirchner en la Unasur, Rafael Follonier, que sigue cerca de la Presidenta. Y el ministro de Relaciones Exteriores, Héctor Timerman, prepara, como mínimo, dos iniciativas regionales con vencimiento inmediato. El 24, la reunión de cancilleres de la Unasur en Buenos Aires. Y el 29 de agosto, el encuentro Cristina-Mujica durante la inauguración del tren que cruzará el Uruguay desde Concordia.

El 29 de julio último, en Brasilia, delante de las presidentas argentina y brasileña, Lula dijo que cambiaría de residencia para votar por Cristina Kirchner. Un gesto fuerte para quien tiene buenas relaciones personales con Eduardo Duhalde (de cuando el ex presidente encabezó el Mercosur a comienzos del gobierno de Néstor Kirchner), con Ricardo Alfonsín por la transferencia de cariño que Lula siente por su padre y con Hermes Binner por la relación orgánica entre el Partido Socialista y el Partido de los Trabajadores.

Los jefes de Estado y los ex suelen sentirse cómodos cuando tienen vecinos estables, y más aún si la afinidad es política y personal, como en el caso de Brasil y la Argentina.

Al frente de la principal economía de Sudamérica, Dilma acaba de afirmar al semanario Carta Capital que no tolerará la corrupción por motivos éticos y de eficiencia, pero tampoco admitirá que algunos medios pauten sus temas de preocupación. Y dio mucha importancia al mundo. Criticó lo que definió como “penalización” después de años de oferta de créditos y productos por parte de las economías centrales y citó al economista Luiz Gonzaga Belluzzo, uno de sus entrevistadores, al recordar que Europa y los Estados Unidos “intentan responder a la crisis con aquello que la provocó”. Una encuesta de CNT/Census indicó que Dilma goza de una aprobación personal del 70 por ciento.

Cristina Kirchner dijo el lunes que ella y la presidenta brasileña coordinarán posiciones comunes antes de la reunión del Grupo de los 20 en Cannes, en noviembre próximo.

Al mismo tiempo que acordaban un cepo para el déficit fiscal de las economías europeas, el francés Sarkozy y la alemana Merkel arreglaron ayer instaurar un impuesto a las transacciones financieras. Hasta ahora la insistencia en tomar medidas contra la volatilidad de los capitales era una propuesta de los países emergentes.

Página/12 :: El país :: También los vecinos consagran las primarias

22/05/2011

Ou de como os a$$oCIAdos do Instituto Millenium agem

Filed under: Cosa Nostra,Direita — Gilmar Crestani @ 10:52 am
Tags: ,

Tendo Palocci como um dos mais fiéis representantes dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium, as descobertas de suas falcatruas, como já fiz questão de registrar anteriormente porque aqui, só prejudica a direita. Para Dilma, é uma ocasião de outro para fazer da limonada um limão. A queima de Palocci em fogo brando permite fazer o que Lula fez com o mensalão. Se Palocci é igual a Armínio Fraga ou Pérsio Arida, ou mesmo Pedro Parente, também é verdade que o mensalão atribuído ao PT vinha das searas do PSDB, de quem descende por pai e mãe. Eduardo Azeredo que o diga. Ninguém na esquerda, como já aconteceu com José Dirceu, reconhece neles qualquer atributo de esquerda. Estiveram ou estão no governo por interesses menores, ou maiores segundo o ponto de vista. Mas nunca a favor do povo. Lula deu a volta por cima e partiu para políticas em prol dos mais necessitados. Palocci está lá para ajudar os menos necessitados.

Dilma enfrenta fogo amigo disparado pelo PT

Maria Lima e Adriana Vasconcelos, O Globo

Ainda em lua de mel com a população depois de cinco meses de mandato, a presidente Dilma Rousseff enfrenta sua mais difícil batalha no próprio governo: a guerra interna contra sua tentativa de moralizar a ocupação de cargos e as cobranças infernais não só das correntes do PT, mas também do PMDB e de outros aliados.

O fato de barrar pleitos que considera impossíveis de engolir e retardar decisões nessa seara está despertando uma luta fratricida no próprio PT. Para ajudá-la a enfrentar essa guerrilha, entrou em campo o maior conhecedor da alma petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O caso do vazamento do enriquecimento relâmpago do seu braço direito, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, é apontado como mais um caso do fogo amigo em que grupos petistas que perdem espaço tentam mostrar a ela que será derrotada no cabo de força.

– A presidente Dilma está pagando um preço alto justamente por tentar impor no governo uma de suas qualidades: a intolerância com o fisiologismo e a vontade de dar um basta no balcão – avalia uma fonte do governo que tem constante interlocução com a presidente.

Para compensar as dificuldades de Dilma de conter as crises geradas pela guerra de grupos no PT, o ex-presidente Lula assumiu, quase que formalmente, o papel de "intermediário, administrador das questões do partido com a presidente".

Ele esteve em contato permanente com Dilma ao longo da semana, discutindo o episódio do ministro Palocci. Tinha até agendada uma visita a ela, no Alvorada, sexta-feira, que não teria se concretizado.

– Dilma conduziu e foi firme, não cedeu em coisas menores. Tem uma certa dificuldade com o varejo, com as coisas menores da política. Quando se trata de projetos, ela desperta. Mas quando entra na seara política, deixa claro que não é a praia dela – reconhece um importante líder petista, dizendo que cabe a Palocci – ou cabia – matar tudo no peito e dizer os "nãos" que Dilma não diz.

Blog de Ricardo Noblat: colunista do jornal O Globo com notícias sobre política direto de Brasília – Ricardo Noblat: O Globo

15/04/2011

Um Brasil já incomoda muita gente…

Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 9:06 am
Tags: , ,

Um Perú independente incomoda muito mais…

Brasil ya actúa como potencia regional

Lula abandona su política de no injerencia en América Latina y trabaja activamente por la victoria de Ollanta Humala en las presidenciales de Perú

FERNANDO GUALDONI (ENVIADO ESPECIAL) – Lima – 13/04/2011

Brasil se ha estrenado en Perú como auténtica potencia regional al influir sin tapujos en la victoria del candidato nacionalista Ollanta Humala en la primera vuelta de las presidenciales. Dos asesores, ambos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores (PT), trabajan desde enero en Lima para moderar el discurso radical de Humala, con el fin de ampliar la base electoral del candidato. Hasta ahora Brasil había sido árbitro en varios conflictos regionales, como los que hubo entre Venezuela y Colombia, la crisis interna boliviana y el golpe de Estado hondureño, pero nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial extranjera.

    Brasilia nunca se había implicado tan directamente en una carrera presidencial

    Dos miembros del gobernante Partido de los Trabajadores asesoran a Humala

    Los asesores brasileños Luis Favre y Valdemir Garreta imitaron la llamada estrategia de "paz y amor" ideada por el experto João Santana para los comicios de octubre de 2002 en los que Lula logró la presidencia tras tres intentos fallidos. La táctica fue simple: evitar las confrontaciones y las propuestas radicales para quebrar la resistencia a la imagen de líder sindical de Lula. Con Humala el trabajo ha sido más duro porque es un exmilitar golpista y se le considera un discípulo del chavismo.

    "Yo pensaba que Ollanta tenía que comenzar la campaña fortaleciendo su base de apoyo con promesas radicales. Pero los estrategas brasileños dijeron que había que hacer lo contrario, que era necesario reducir la resistencia al proyecto nacionalista. Y tuvieron razón", explica Sinesio López, un colaborador muy cercano a Humala. "Ollanta está lejos de Hugo Chávez. Admira a países como Brasil y Uruguay. Él sería un presidente de perfil similar al de José Mujica en Uruguay o de Lula en Brasil", subraya.

    El sociólogo cuenta que los asesores también le sugirieron a Humala que incluyera en su lista para el Congreso a políticos de izquierda moderada. Fue el caso de Javier Diez Canseco, uno de los principales opositores al Gobierno de Fujimori. El político es asiduo del Foro de São Paulo, el encuentro anual de partidos de izquierda fundado por el PT en 1990. El foro incluye a todo el arco de grupos, desde los más radicales a los más moderados, que gobiernan en una decena de países de la región o son la principal oposición en otros cinco.

    Tras el triunfo del domingo y con vistas a una segunda vuelta muy dura ante Keiko Fujimori, el entorno de Humala ha filtrado que no descartan ofrecer a Beatriz Merino la jefatura de Gabinete del hipotético futuro Gobierno. Ella ya ocupó ese puesto durante el mandato de Toledo y acaba de cerrar su etapa como Defensora del Pueblo. Tiene el mismo perfil que uno de los ministros estrella de la era Lula, el extitular de Economía y actual jefe de Gabinete de la presidenta Dilma Rousseff, Antonio Palocci, nada sospechoso de militar en el extremismo de izquierda. Merino es además del círculo de amigos del Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa.

    A finales de marzo la periodista Jacqueline Fowks, de IDL-Reporteros, advirtió que la Carta Compromiso con el Pueblo Peruano, presentada por Humala para tranquilizar a los empresarios y las clases conservadoras sobre su plan de gobierno, era idéntica a la Carta ao Povo Brasileiro utilizada con el mismo fin por Lula en junio de 2002. "Humala ha estado varias veces en Brasil para reunirse con Lula. La última vez fue en febrero, con motivo del 31º aniversario del PT, al que fue invitado por expresa orden de la cúpula del partido", explica Fowks.

    "Hay muchas empresas brasileñas de construcción que ya han hecho grandes negocios con el Gobierno de Alan García a las que les interesa mantener esos privilegios. Brasil y Perú firmaron un acuerdo de cooperación energética del que los peruanos nos enteramos por los medios brasileños. El pacto prevé la construcción de varias centrales hidroeléctricas para proveer de energía a Brasil, entre ellas la de Inambari, la más próxima a la frontera", añade la periodista. Brasilia además ha invertido mucho en el trazado de dos carreteras interoceánicas (una terminada y la otra en construcción) para tener acceso a los puertos del Pacífico peruano y de ahí saltar al mercado asiático.

    Brasil ya actúa como potencia regional · ELPAÍS.com

    22/03/2011

    Clinton humilha FHC; Obama elogia Lula

    Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 9:40 pm
    Tags: , , ,

     

    Obama pone a Brasil como modelo global

    El presidente de EE UU destaca el sistema de progreso con libertad del país

    ANTONIO CAÑO (ENVIADO ESPECIAL) | Río de Janeiro 21/03/2011

    La favela Ciudad de Dios, que ayer visitó Barack Obama, es, como tantas otras de Río, el reflejo de las grandezas y miserias que definen a Brasil: una población acosada por la pobreza y el crimen que se defiende con un admirable espíritu emprendedor. Junto a la miseria, proliferan hoy bancos, restaurantes y recorridos turísticos que alimentan la artesanía y los pequeños negocios. "La gente no debería mirar a las favelas con compasión", dijo el presidente norteamericano, "sino como fuente de presidentes, abogados, doctores, artistas y gente con soluciones".

      Fue uno de los ejemplos que Obama utilizó para remarcar las virtudes del Brasil actual, una democracia dinámica y orgullosa, como modelo de los tiempos presentes no solo en América Latina, donde otros países avanzan ya por caminos semejantes, sino en otras regiones, como el mundo árabe, en plena fase de incierta transformación.

      A diferente escala, Brasil es como China, una nación sobre cuya grandeza siempre se ha especulado como un mero pronóstico. La frase "cuando China despierte" es perfectamente aplicable a Brasil. Obviamente, China ha despertado, y Obama constató ayer que Brasil también.

      "Este ya no es el país del futuro. Para el pueblo de Brasil el futuro ya ha llegado", dijo el presidente en un discurso en el Teatro Municipal. Originalmente el escenario planeado era la plaza de Cinelandia, pero se cambió a última hora, probablemente por las protestas de 48 horas antes.

      No hubo signos de protestas ayer. Obama fue muy bien acogido en la favela y en el resto de su recorrido. El presidente aludió a su peculiar biografía para declararse sentimentalmente muy próximo al multirracial pueblo brasileño, donde no parece haber hecho más enemigos que Luiz Inácio Lula da Silva, que se negó a comer con él en Brasilia.

      Lo que Lula tenga contra Obama no pueden ser recelos del presidente norteamericano hacia su alineación izquierdista. Más izquierdista es el historial de la actual presidenta, Dilma Rousseff, una exguerrillera que tenía prohibida su entrada en EE UU, y Obama la elogió ayer sin empacho: "Ella sabe lo que es vivir sin los más básicos derechos humanos, pero también sabe lo que es perseverar y sabe lo que es vencer".

      El tránsito de Rousseff desde la militancia política hacia el pragmatismo es también, según Obama, la prueba de un país que ha sabido construir un sistema político participativo y abierto. "Están prosperando como un pueblo libre, con mercados abiertos y un Gobierno que responde a sus ciudadanos. Están demostrando que el objetivo de la justicia social se puede conseguir a través de la libertad, que la democracia es el mejor socio del progreso humano", afirmó.

      Pero Obama no está en Brasil solo para elogiar su sistema político. Está, como reconoció en su discurso, para hacer acuerdos comerciales y participar, como socio o beneficiario, de su boyante economía. "En la última década el progreso hecho por Brasil ha inspirado al mundo", dijo. Le faltó añadir que ha atraído inversores y vendedores. Obama ha hablado con Rousseff sobre la venta de aviones F-18. Ningún acuerdo aún.

      Obama pone a Brasil como modelo global · ELPAÍS.com

      07/03/2011

      Positivo operante

      Filed under: Instituto Millenium,PIG — Gilmar Crestani @ 11:00 am
      Tags: ,

      A crescente visão positiva que se tem do Brasil no exterior não encontra explicação no comportamento da velha mídia. Se um deste pesquisados na Alemanha ou na China buscasse informação nos veículos sentados entorno da foqueira das vaidades do Instituto Millenium, ficaria boiando na maior enxaqueca. Lula deixou a Presidência com 86% de popularidade. Nunca antes nem depois um mandatária baterá esta marca. Mas para o PIG, a desconstrução de Lula é uma meta sem fim. Todos os dias, os jornalões amanhecem envelhecidos com tentativas reiteradas de desconstrução. No entanto, as placas tectônicas se movimentam, e no exterior os sismógrafos da imparcialidade captam os sinais dos acontecimentos com menos ódio e mais compreensão.  

      Popularidade do Brasil é a que mais cresce em pesquisa global

      João Fellet

      Da BBC Brasil em São Paulo

      Protesto contra construção de usinas na Amazônia

      Ativismo do Brasil na área ambiental favorece visão do país, diz pesquisador

      Uma pesquisa anual do Serviço Mundial da BBC conduzida em 27 países revela que as opiniões positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior aumento entre as nações pesquisadas, passando de 40% a 49%.

      Já as visões negativas sobre a atuação brasileira caíram três pontos percentuais, para 20%. Somente em um país, a Alemanha, as opiniões negativas sobre o Brasil suplantam as positivas (32% a 31%).

      Outra nação a destoar do resultado geral foi a China, maior parceiro comercial do Brasil, onde a visão positiva da influência brasileira caiu 10 pontos percentuais, para 45%, e a opinião negativa subiu 29 pontos, para 41%.

      O levantamento, coordenado pelo instituto de pesquisas GlobeScan e pelo Programa de Atitudes em Política Internacional (PIPA, na sigla em inglês) da Universidade de Maryland (EUA), foi feito entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011 com 28.619 pessoas, que opinaram sobre a influência de 16 países e da União Europeia.

      Para Fabián Echegaray, diretor do Market Analysis, empresa que realizou a pesquisa no Brasil, a melhor avaliação do país pode ser atribuída à aprovação à diplomacia brasileira, à popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à atuação de empresas e ONGs brasileiras no exterior.

      “Nos últimos dois, três anos, ONGs brasileiras tiveram grande destaque na discussão sobre as mudanças climáticas. Esse papel é bastante percebido lá fora e acaba projetando a imagem do país”, diz ele à BBC Brasil.

      Segundo Echegaray, o bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos, período em que muitos países sofreram intensamente os efeitos da crise financeira, também contou pontos a favor do Brasil, principalmente entre nações europeias.

      A melhora na avaliação sobre o Brasil fez com que o país igualasse o desempenho obtido pelos Estados Unidos, cuja influência também foi considerada positiva por 49% dos entrevistados.

      Os dois países ocupam posições intermediárias no ranking da pesquisa, que tem a Alemanha (com 62% de aprovação) e a Grã-Bretanha (58%) nos primeiros lugares e Irã e Coreia do Norte (ambos com 16% de aprovação) nas últimas colocações.

      Clique Leia mais: Para Patriota, modelo democrático e ações contra pobreza explicam popularidade

      Clique Leia mais: Imagem positiva dos EUA cresce no Brasil e chega a 64%

      Auto-imagem

      Echegaray destaca ainda, entre os resultados da pesquisa, a excelente opinião que os brasileiros têm da influência do próprio país, só comparável à dos sul-coreanos.

      De acordo com o levantamento, 84% dos brasileiros acham que o Brasil tem influência positiva com o mundo, mesma porcentagem medida em 2009 e mesmo índice da Coreia do Sul.

      Em 2008, ano em que o Brasil passou a figurar no questionário, 74% aprovavam a atuação do país.

      Neste ano, a aprovação à influência do próprio país atingiu 77% na China e na Índia, 69% na Grã-Bretanha, 68% na França, 64% nos Estados Unidos e 39% no Japão.

      Para o pesquisador, a boa avaliação do Brasil entre seus cidadãos indica como o brasileiro está processando o acúmulo de notícias no exterior a respeito do país.

      “Os dados revelam um apoio à atuação externa do Brasil, seja via políticas públicas ou iniciativas de setores da sociedade.”

      O levantamento no Brasil foi feito com 800 adultos moradores de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

      Projeção

      A pesquisa revela ainda que a imagem do Brasil ao redor do mundo ganhou mais clareza no último ano: o número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência do país caiu seis pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

      A visão positiva do Brasil cresceu principalmente na Nigéria (22 pontos percentuais, chegando a 60% do total), na Turquia (29 pontos, 48%), Coreia do Sul (17 pontos, 68%) e Egito (19 pontos, 37%).

      Na Europa, as maiores aprovações ocorreram em Portugal (76%) e na Itália (55%). Na Grã-Bretanha, embora a avaliação positiva do Brasil tenha crescido 12 pontos, chegando a 47%, a opinião negativa aumentou 13 pontos, atingindo 33%.

      Além de ser o único país onde a avaliação favorável ao Brasil foi inferior à desfavorável, a Alemanha foi a única nação europeia a registrar aumento no número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência brasileira.

      Entre os países latino-americanos pesquisados, a aprovação à influência do Brasil chegou a 65% no México, 63% no Peru e 70% no Chile, ainda que neste país a opinião positiva tenha caído sete pontos, e a negativa, aumentado em seis.

      Outros países onde as opiniões favoráveis ao Brasil cresceram foram a Austrália (50%, ante 32 na pesquisa anterior), Estados Unidos (60%, ante 42%), Canadá (53%, ante 38%) e Indonésia (50%, ante 42%).

      BBC Brasil – Notícias – Popularidade do Brasil é a que mais cresce em pesquisa global

      27/02/2011

      Brasil, potência petrolífera

      Filed under: Tio Sam — Gilmar Crestani @ 8:03 am
      Tags: , ,

      EE.UU. quiere a Brasil como proveedor de petróleo

      26/02/11 Lo aseguró el canciller brasileño. En 10 años sería uno de los principales socios.

      VISITA. EL CANCILLER DE BRASIL, PATRIOTA: DIPLOMACIA Y NEGOCIOS.

      VISITA. EL CANCILLER DE BRASIL, PATRIOTA: DIPLOMACIA Y NEGOCIOS.

      Brasil se perfila para ser, dentro de una década, uno de los proveedores de petróleo más importantes de EE.UU., en un escenario actual con las revueltas en el mundo árabe y la desconfianza de Washington hacia Venezuela.

      El canciller brasileño, Antonio Patriota, afirmó que Estados Unidos anunció su intención de convertir a Brasil en algunos años en uno de sus principales proveedores de petróleo.

      “Los estadounidenses manifestaron interés en importar petróleo de Brasil en el futuro y mencionaron que podemos convertirnos en un importante proveedor a raíz de las reservas submarinas”, dijo el canciller brasileño, Antonio Patriota.

      Patriota discutió la cuestión con el asesor del Consejo de Seguridad Nacional norteamericano, Michael Froman, durante la gira de dos días realizada a Washington para preparar la visita que el presidente Barack Obama realizará el 19 y 20 de marzo a Brasil.

      Para analistas consultados, Brasil es visto por Estados Unidos como un aliado con estabilidad democrática y con peso regional y global que garantizará el flujo energético cuando se convierta, con la extracción del crudo submarino de la Cuenca de Santos, en un ‘top-ten’ de productores de petróleo.

      “Hoy por hoy Brasil es confiable para Estados Unidos . Venezuela no lo es. Brasil es el país más importante de la región sudamericana, en términos económicos y políticos”, dijo a la agencia de noticias ANSA la experta en geopolítica Cristina Pecequilo, profesora de la Universidad Federal de Sao Paulo (Unifesp).

      Las rebeliones en los países del mundo árabe que son una suerte de bomba de gasolina de Estados Unidos y Europa, según Pecequilo, abre un importante capítulo para Brasil, que deberá esperar una década para producir a niveles de ser uno de los actores importantes de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

      “Es importante porque en estrategia Brasil es visto como una alternativa a Medio Oriente, siempre con controversias. Hay un rediseño geopolítico en los países árabes al margen del interés norteamericano. Estados Unidos tuvo un error de cálculo político y la válvula de escape a futuro sería Brasil”, opinó la especialista en Relaciones Internacionales.

      Las reservas brasileñas en la Cuenca de Santos, ubicada a unos 6 kilómetros de profundidad, en la capa geológica pre-sal, están estimadas entre 50 mil millones y 60 mil millones de barriles.

      18/02/2011

      É melhor um Peru à mão do que…

      Filed under: WikiLeaks — Gilmar Crestani @ 7:49 am
      Tags: ,

       

      Peru disse que preferia hegemonia brasileira à dos EUA

      Posted on 17/02/2011 by Natalia Viana| Deixar um comentário

      Em 13 junho de 2006, o presidente peruano Alan García visitou o Brasil e foi recebido pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Era a primeira visita de García após sua eleição, em 4 de junho daquele ano – ainda antes, portanto, de sua posse no cargo.

      Além da conversa com Lula sobre oportunidades em comércio bilateral, o ex-chanceler Celso Amorim ofereceu um almoço a García no Palácio do Itamaraty. Com a forte demonstração da intenção peruana de se aproximar do Brasil, a recepção acabou se tornando um  verdadeiro “festival do amor”, segundo o então subsecretário para assuntos políticos do Ministério do Exterior peruano, Pablo Portugal.

      Portugal, que hoje segue carreira diplomática, segundo documento obtido pelo Wikileaks, ao qual o Opera Mundi teve acesso, se encontrou com o embaixador norte-americano em Lima no dia 14 de junho para um café-da-manhã, acompanhado do subsecretário para Américas Luis Sandoval. No despacho confidencial, intitulado “Encontro Lula-Garcia é um festival de amor”, o ex-embaixador James Curtis Struble comenta que Portugal passou a maior parte dos 90 minutos do encontro “relembrando a atmosfera” da reunião entre os dois presidentes.

      Portugal disse que Lula e García “retomaram sua “calorosa amizade de duas décadas” e adicionou: “Se a relação entre Toledo e Lula era de ‘parceria’, a relação García-Lula vai ser um ‘casamento’”. Para ele, o ‘casamento’ seria cimentado com a visita oficial de García ao Brasil no final de agosto. A visita acabaria ocorrendo apenas em novembro.

      Etanol e Gerdau

      Na visita, os dois conversaram sobre possíveis parcerias, como a estrada interoceânica, a cooperação em programas de erradicação da pobreza, a possibilidade de ajuda do Brasil para o Peru desenvolver etanol e biodiesel e participação brasileira na construção de rodovias e com a Petrobrás no país.

      Segundo o despacho, Lula abriu as portas para o grupo Gerdau, observando que o grupo brasileiro estava interessado em comprar a metalúrgica Siderperu. Em 9 de fevereiro de 2011, a empresa brasileira anunciou um investimento de US$ 120 milhões durante os próximos três anos na siderúrgica, depois de reunião com Alan García.

      Já García pediu uma visita de Pelé ao Peru para promover atividades esportivas.

      “Lula enfatizou que o Brasil não buscava ‘hegemonia’ através de uma aliança com o Peru, mas via isso como um veículo para unir a América do Sul para que toda a região pudesse virar um ator global em igualdade com a China e a Índia”, relata o documento

      Em resposta García teria deixado claro seu apoio à liderança brasileira. “García reassegurou Lula sobre as ambições brasileiras para a liderança regional, dizendo que ele preferia a hegemonia do Brasil à dos EUA”.

      Chávez

      Em seguida, Portugal enfatizou o “valor” de uma forte relação entre Brasil e Peru “para se contrapor a Chávez” – e disse que o Itamaraty pensava da mesma maneira. “A esse respeito, disse ele, o governo brasileiro, e o Itamaraty em particular, estava muito satisfeito de ver o triunfo de García sobre Ollanta Humala, vendo isso como uma reviravolta muito necessária contra Chávez e a ‘restauração do equilíbrio regional’”.

      Para Portugal, o Brasil tentava lidar com Chávez ignorando seus arroubos mais agressivos. Mas, para o embaixador James Curtis Struble, essa política tinha “limitações”, já que não havia impedido o venezuelano de “incitar Evo” a nacionalizar bens da Petrobras. Em resposta, Portugual responde que o Peru poderia enfrentar Chávez “quando ele cruzar a linha”, por não ter interesses comerciais no país.

      Stuble conclui o documento analisando que García estava “interessado não somente em coordenar com colegas socialistas no Brasil e no Chile, com quem ele sente uma afinidade, mas em projetar liderança vis-à-vis a Venezuela” – o que não significaria uma grande mudança quanto ao seu antecessor em termos de afinidade com os EUA.

      O governo de Alan García é visto até hoje como um dos maiores aliados dos EUA na América Latina. Ele tem pedido mais apoio norte-americano no combate ao narcotráfico, e chegou a afirmar que não teria problemas em aceitar tropas norte-americanas no Peru para esse fim.

      Natalia Viana | Em parceria com CartaCapital, conteúdo do WikiLeaks em primeira mão

      04/10/2010

      Comparação entre Brasil e Argentina

      Filed under: PIG — Gilmar Crestani @ 10:08 pm
      Tags: , ,

      Las tres transiciones de Brasil

      Por José Natanson, do Pagina12

      El ascenso de Brasil es innegable: Brasil es hoy un país más rico, más estable y más justo que hace una o dos décadas. Su despegue es parte de una tendencia mundial, cuya explicación los economistas del desarrollo siguen buscando, hacia el ascenso de los países-continente, como China, India y Rusia, que también han logrado progresar en casi todos los aspectos y que hoy, cómodamente instalados como potencias intermedias, lideran sus respectivas subregiones. Pero el ascenso de Brasil no se explica sólo por esta ley casi natural sobre el progreso de los megapaíses. La clave interna del éxito reside en las tres transiciones realizadas en el último cuarto de siglo.

      Veamos una por una.

      La transición política

      A diferencia de Argentina, donde la dictadura combinó una represión salvaje con los primeros pasos de la reforma neoliberal, los militares brasileños respetaron los lineamientos básicos del modelo desarrollista construido por Vargas desde 1930: no alteraron los rasgos esenciales del Estado Novo e incluso apostaron a algunas reformas visionarias, como el impuesto a los latifundios improductivos que luego daría origen al boom de los biocombustibles. Los resultados económicos oscilaron entre lo bueno y lo excelente (entre 1969 y 1973, los años del milagro, el país creció 11,2 por ciento anual). Y aunque desde luego se trató de un régimen autoritario y represor, también es verdad que no lanzó un plan de exterminio al estilo argentino y que tuvo la inteligencia de aceptar ciertas concesiones controladas a la democracia: el Congreso, por ejemplo, permaneció abierto.

      En contraste con la Argentina, donde la dictadura cayó ruidosamente tras la derrota de Malvinas y en medio de una severa crisis económica, dando forma a una transición vía derrumbe, el advenimiento de la democracia fue en Brasil un proceso de largo aliento: comenzó en 1974 y demoró una década en proclamar a un presidente civil y cinco años más en elegir a un jefe de Estado por voto directo.

      Detrás de este ritmo pausado se encuentra la continuidad del Estado varguista y la tradición de pactos entre elites que históricamente ha caracterizado a Brasil. Si en Argentina la segunda mitad del siglo XX estuvo marcada por la alternancia entre gobiernos civiles y militares, la potencia política del peronismo y el poder de los sindicatos, en Brasil el gobierno militar logró quebrar la espina dorsal del sindicalismo varguista, que desapareció de escena después del golpe, aplastó rápidamente a las organizaciones guerrilleras, cuya inserción social era muy limitada, y durante una década y media prácticamente no tuvo que enfrentar movimientos de resistencia importantes. Y así, amparado en los éxitos económicos y la histórica exclusión de los sectores populares, los militares lograron conservar su incidencia en la transición.

      Al final, sin embargo, el resultado fue, como en el resto de los países de la región, una democracia sólida desde el punto de vista institucional, pero renga en sus aspectos sociales. Como en Argentina, el problema era la distancia entre política y economía, el hecho de que la transición democrática no se tradujera en una transición económica igualmente exitosa, lo que explica que la Nova República no haya logrado articular un sistema de poder estable, capaz de conservar el proyecto desarrollista bajo las nuevas condiciones políticas. Esta tensión entre optimismo político y desencanto económico motivó la decepción posterior que culminó, en 1989, con el triunfo de Fernando Collor de Mello, quien dio los primeros pasos hacia un nuevo modelo económico.

      La transición económica

      En 1994, tras un largo período de inestabilidad y en plena recesión, Fernando Henrique Cardoso, intelectual prestigioso y senador socialdemócrata, fue designado ministro de Hacienda. Desde el comienzo, Cardoso entendió que había que dejar de lado los congelamientos de precios y los shocks sorpresivos y desarrollar un programa de largo aliento que, partiendo de los primeros trazos ensayados por Collor, reconfigurara la estructura económica en base a un diseño completamente nuevo, al que llamó Plan Real: una nueva moneda atada al dólar como ancla antiinflacionaria y una serie de reformas estructurales que lo acompañaron.

      Los tiempos lo ayudaron. Como por milagro, el Real logró estabilizar la economía y relanzar el crecimiento, por lo que rápidamente se convirtió en la plataforma perfecta para la candidatura presidencial de Cardoso en las elecciones del año siguiente, en las que se impuso cómodamente. Una vez en el poder, y dotado de un fuerte mandato de cambio, Cardoso inició una serie de reformas estructurales –apertura comercial, desregulación y un ambicioso programa de privatizaciones– que marcaron el fin del modelo desarrollista y una transformación sustancial del Estado varguista.

      Es interesante señalar las diferencias temporales con Argentina. La reforma neoliberal comenzó aquí en 1976, con Martínez de Hoz, y se completó a partir de 1989, con Menem. En Brasil, en cambio, tuvo que esperar hasta 1990, con Collor, o 1994, con Cardoso. De modo inverso, el ciclo desarrollista comenzó en 1930 en Brasil y recién en 1945 en Argentina, lo que demuestra la mayor fuerza del desarrollismo brasileño frente a la constante puja con la tradición liberal en Argentina.

      Quizá por ello, el neoliberalismo brasileño fue un neoliberalismo relativamente suave: las privatizaciones no llegaron a las jubilaciones ni a la salud, como en Argentina o Chile, y empresas consideradas clave, como Petrobras, quedaron bajo el control público. El Estado logró mantener cierta orientación estratégica del sector productivo por vía crediticia, en el marco de un esquema monetario menos rígido.

      Cuando llegó al gobierno, en enero de 2003, Lula desplegó una serie de políticas orientadas a garantizar la estabilidad económica: superávit fiscal del 4,25 por ciento, recorte del gasto público de 4 mil millones y el dudoso record de fijar la tasa de interés más alta del mundo: 26,5 por ciento. Durante todo este tiempo, Brasil registró un período de crecimiento bajo pero con una economía que, pese a todo, nunca explotó, en una sobreactuación de ortodoxia que fue parcialmente corregida tras obtener su reelección, cuando el gobierno ensayó un giro parcial hacia una estrategia más desarrollista basada en el Plan de Aceleración del Crecimiento, un megaprograma de inversiones públicas capitaneado justamente por su ministra coordinadora, Dilma Rousseff.

      La transición social

      La desigualdad es un rasgo archiconocido de Brasil, quizá su principal marca de fábrica. Desde su triunfo electoral, Lula se propuso no acabar con la inequidad pero sí garantizar el alimento a todos los brasileños, para lo cual lanzó el Bolsa Familia, una transferencia de ingresos a las familias en situación de pobreza y pobreza extrema (de 120 reales como máximo) a cambio de algunas contraprestaciones (educativas y de salud). Típico ejemplo de plan de transferencia de renta (como el Oportunidades mexicano o el Ingreso Universal argentino), el Bolsa Familia se destaca por su masividad: en 2003, cuando Lula asumió el gobierno, había unos 3,4 millones de familias beneficiarias. Hoy, según los últimos datos oficiales, el programa llega a 11,3 millones de familias, lo que equivale a 46 millones de personas, cifra que se estira a casi 12 millones de familias –50 millones de personas–, según los datos de la Cepal de 2009.

      Considerado como programa y no como “sistema de bienestar”, es el plan social más grande de la historia del mundo. Ni en países hiperpoblados y de extrema pobreza como India existen planes de semejante alcance. Pero como a los brasileños pobres no les importa tanto la comparación internacional como el doloroso recuerdo de los años anteriores, el Bolsa Familia es también el primer gran esfuerzo que hace el Estado brasileño para enfrentar el problema de la pobreza.

      Por otra parte, el hecho de que todas las familias pobres puedan reclamarlo rompe la tradición asistencialista de las políticas sociales anteriores (y prefiero no entrar aquí en el debate universalidad-focalización: prácticamente no existe ningún derecho que sea universal en sentido puro. El voto, por ejemplo, es universal, pero sólo para los mayores de 18 años… Todos los derechos, aun los más amplios, tienen límites. En este sentido, contentémonos con decir que el Bolsa Familia es un plan focalizado… que llega a 50 millones de personas).

      Como resultado del Bolsa Familia, pero también de los incrementos del salario mínimo, las campañas contra el empleo en negro y otras iniciativas que parecen menores pero que han ayudado a dinamizar la economía popular, como las líneas de créditos para hogares de bajos recursos implementadas por los bancos estatales, la pobreza disminuyó 22 por ciento entre 2003 y 2009 (hoy se sitúa alrededor del 25 por ciento), mientras que la pobreza extrema se redujo todavía más y algunos de sus signos –desnutrición, analfabetismo– están desapareciendo lentamente del horizonte.

      El Bolsa Familia ha sido muy efectivo en sus objetivos más inmediatos, pero sus efectos han sido menos notables –o incluso neutros– en las metas de largo plazo, aquellas que se miden en términos de conductas: por ejemplo, el programa contribuye a extender la asistencia escolar pero no mejora el rendimiento, o aumenta el consumo de alimentos pero no cambia los hábitos alimenticios. A nivel de ingresos, ha contribuido a reducir la pobreza extrema, pero ha sido menos eficaz a la hora de combatir la desigualdad: aunque hubo algunos avances, el Gini brasileño sigue siendo uno de los altos del mundo (0,52).

      Futuro

      Las tres transiciones están encadenadas. No, desde luego, porque alguien haya pensado, allá por los ’80, que primero venía la democracia, después la estabilidad económica y finalmente el progreso social: la historia rara vez procede con esta prolijidad de mecánica darwiniania. Sin embargo, parece razonable afirmar que el inicio de la democracia era una condición necesaria para la transformación económica impulsada por Cardoso: sólo un gobierno dotado de un alto consenso social podía desarmar un diseño de medio siglo que todavía arrastraba una importante legitimidad en la sociedad y en las elites. Y también parece evidente que un plan de transferencia de ingresos como el Bolsa Familia nunca hubiera podido funcionar en un contexto de alta inflación, por lo que la estabilidad funciona a su vez como condición para las conquistas sociales de los últimos años.

      Brasil está parado sobre bases firmes, pero está lejos de haber dejado atrás todos sus problemas. El eje de esta nota no es identificar los enormes déficits de desarrollo que aún enfrenta el país –de la inequidad a la violencia urbana, de la sobrevaluación del tipo de cambio al racismo–, sino analizar, en una mirada de largo plazo, los factores que explican el ascenso de Brasil. Por eso, las tres grandes conquistas descriptas aquí no deberían leerse como la celebración apresurada de un triunfo, sino como los pilares para un despegue que todavía no se realizó del todo. Brasil podrá ser, como en el best-seller de Stefan Zweig, el país del futuro, y el triunfo de Dilma en las elecciones de ayer va en este sentido, pero el futuro nunca está asegurado.

      Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

      %d blogueiros gostam disto: