Ficha Corrida

11/07/2014

Aécio pagará pelo esconderijo político do helipóptero?

Ron aldo aexcio_nFaz bem Aécio acusar Dilma pelo uso do que ela faz da Copa. Bastará Dilma dizer que Aécio ganhará pelo que ele fez. Então, vamos comparar o que Aécio e Dilma fizeram pelo Mundial. Podemos começar, Aécio, pela queda do viaduto de Belo Horizonte, que matou duas pessoas? Ou quiçá pelo tal de helicóptero com 450 kg de cocaína que a mídia teima em esconder para que não lembremos dele sempre que vimos sua cara?

Até o início da Copa, Aécio e sua turma diziam que tínhamos seleção mas não tínhamos estádio. Agora, temos estádio e a seleção do Aécio se resume a um comedor de travesti. Faltando poucas horas para começar o mundial, o técnico Aécio recrutou Ronaldo para declarar que a organização estava péssima, que passaríamos vergonha. Tudo correu bem, até o xingamento à Dilma pelos Reis dos Camarotes do Itaú, no Itaquerão. O mundo viu o tipo de caranguejo que faz parte do staff de Aécio Neves. É notória a história do balde de caranguejo, sempre que um busca sair do balde, outro o prende e puxa para baixo. É o comportamento típico dos urubus que torcem contra o Brasil para, talvez com isso, terem alguma chance de derrotarem Dilma. Urubu torce que o boi morra para comer. Dizem que as hienas riem como a turma do Aécio está rindo porque a Seleção tomou uma goleada da Alemanha. Hora, hiena ri, como ensinam os livros de biologia, comendo merda.

Pó pará, governador! O senhor declarou, a respeito da má educação de seu time  de torcedores no Itaquerão, que Dilma colhe o que plantou, o senhor vai cheirar o que os Perrellas plantaram?

Nesta copa, uma das imagens que fica é a da Rede Globo, com seu ufanismo de ocasião e oportunismo na derrota, com seu Galvão Bueno rodeado por dois ex-jogadores: um cocainômano e um que dá calote até em travesti. Ao invés de ficar desancando a seleção brasileira, Ronaldo poderia ter esclarecido se o amarelão dele, na França, foi ou não provocado pelo Pedro Bial. Ou se ele viu mais bolas entrando no jogo do Brasil com a Alemanha ou quando ele se envolveu com três travestis.

Afinal, para concluir, quem é mesmo que está tentando usar a Copa para se beneficiar politicamente?!

 

ronaldoAécio diz que Dilma ‘pagará’ pelo uso político do Mundial

Para tucano, quem esperava fazer a Copa influenciar a eleição vai se frustrar

Eduardo Campos, do PSB, disse que futebol brasileiro, ‘assim como muitas coisas no Brasil, precisa se renovar’

DE SÃO PAULODO RIO

Dois dias após a eliminação da seleção brasileira da Copa, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse nesta quinta-feira (10) que o governo da presidente Dilma "pagará o preço" e irá se "frustrar" pelo uso político do Mundial.

Em visita a Vila Velha (ES), o principal adversário de Dilma até o momento foi questionado tanto sobre o suposto uso político da organização da Copa quanto sobre a derrota da seleção.

"Quando vieram as manifestações, ela [Dilma] não tinha nada a ver com Copa do Mundo. Quando a Copa dá certo, parecia até que era ela a artilheira da seleção. Acho que quem vai pagar o preço são aqueles que tentaram se apropriar de um evento que é de todos os brasileiros", disse.

Vaiada e hostilizada por torcedores na abertura da Copa, em São Paulo, a presidente passou a falar mais sobre o evento nas últimas semanas, quando a aprovação popular ao torneio foi crescendo.

Ela criticou os que previam um fracasso na organização do Mundial e divulgou mensagem para Neymar, após ele ter ficado de fora da competição devido a uma contusão.

Com a eliminação da seleção brasileira, goleada por 7 a 1 pela Alemanha, Dilma busca agora minimizar o efeito negativo da derrota no futebol sobre o humor da população.

Aécio assistiu à derrota da seleção no Mineirão, em Belo Horizonte, mas evitou divulgar sua presença no estádio, temendo vaias e críticas.

Após a partida, apenas divulgou nota em que disse compartilhar, "como torcedor e como brasileiro", a frustração diante do resultado. Nesta quinta, no Espírito Santo, o tucano voltou ao tema.

"Todos nós estamos tristes com o resultado. Estive lá, como torcedor, atônito com o resultado, e nunca misturei as coisas. Mas aqueles que esperavam fazer da Copa, como disse a presidente, uma belezura para influenciar nas eleições, vão se frustrar."

O termo "belezura" citado pelo tucano foi usado pela presidente na véspera da eliminação da Copa, em um bate-papo com internautas.

Ao responder a uma eleitora que chamou a realização do Mundial de "belezura" contra "tanto urubu agourento", Dilma disse: "Belezura mesmo. Azar dos urubus".

O Planalto não quis se manifestar sobre as declarações de Aécio. No Rio, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) disse não ver sentido no vínculo entre Copa e eleição. "Acho totalmente desprezível esse tipo de fala, própria de quem precisa arrumar uma linha por dia para aparecer na imprensa", disse.

Para Carvalho, "vai se dar mal quem acha que uma derrota dessa muda a eleição".

Na quarta-feira (9), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez avaliação semelhante e afirmou que a população sabe separar eleição e futebol. "Não tem nada a ver com eleição. Há um momento de ressaca e tristeza, mas a eleição é só daqui a três meses."

ATAQUES NA COPA

Os ataques de Aécio são mais um capítulo da troca de farpas entre o Planalto e oposição durante a Copa.

Em junho, quando Dilma foi xingada no Itaquerão, o tucano primeiro disse que a petista "colhia um pouco daquilo que plantou". Diante da repercussão negativa dos palavrões contra a presidente, ele baixou o tom e disse que nenhuma crítica poderia ultrapassar o "respeito pessoal".

Pesquisa Datafolha do início deste mês mostrou Dilma com 38% das intenções de voto, 18 pontos à frente de Aécio (20%). Eduardo Campos (PSB) vem a seguir, com 9%.

Nesta quinta-feira, Campos afirmou que a hora é de ver o que deu errado: "O futebol brasileiro, assim como muitas coisas no Brasil, precisa se renovar".

(DIÓGENES CAMPANHA, LUCAS VETTORAZZO, MARINA DIAS E GABRIELA GUERREIRO)

25/06/2014

Bem vindo à realidade, Ruy Castro!

Nunca a frase de Abraão Lincoln esteve tão atual como no ocaso da velha imprensa brasileira: "Pode-se enganar a alguns o tempo todo e a todos por algum tempo, mas não se pode enganar a todos o tem­po todo." Aos poucos, o bloqueio ferreamente construído pela cinco famílias (Sirotsky, Marinho, Frias, Civita & Marinho) entorno do Instituto Millenium vem sofrendo arranhaduras.  Mesmo que não houvesse, pessoas que conseguem pensar sem ajuda de aparelhos, têm condição suficiente para ver o óbvio.

Ruy Castro: "nossa imprensa foi espírito de porco antes da Copa"

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Em programa da Sportv, canal fechado da Rede Globo, jornalista e escritor Ruy Castro menciona "cobertura com enorme má vontade, o tempo inteiro, de uma exigência absurda, que acabou enfatizando o movimento ‘Imagina na copa’"; segundo ele, "não se deu nem chance de que se pusesse as coisas em ordem"

25 de Junho de 2014 às 09:55

247 – Ao comentar a Copa do Mundo no programa Redação Sportv, do canal fechado da Rede Globo, o jornalista e escritor Ruy Castro fez duras críticas à imprensa brasileira. Segundo ele, houve uma "enorme má vontade o tempo inteiro", com "exigência absurda", o que acabou fazendo crescer o movimento "imagina na Copa". Para o jornalista, "a nossa imprensa foi rigorosamente espírito de porco antes de o evento começar". Leia abaixo o post do blog Escrevinhador e assista aqui ao comentário de Ruy Castro.

Ruy Castro: "Nossa imprensa foi espírito de porco antes da Copa"

A Copa do Mundo no Brasil começou 11 dias atrás e as expectativas apocalípticas criadas na velha imprensa não aconteceram.

Com isso, a máscara dos grandes meios de comunicação brasileiros vai caindo, com impacto na imprensa internacional.

"Nossa imprensa foi rigorosamente espírito de porco antes do evento começar", acusa o escritor Ruy Castro, em programa da SporTV.

Espírito de porco é uma expressão para classificar pessoa cruel e ranzinza, que se dedica a complicar situações para causar constrangimentos.

Jornais alemães, espanhóis, franceses e ingleses, que refletiam o quadro catastrófico pintado pelos canais de televisão, redes de rádio e jornais de grande circulação no Brasil, desfazem o mito criado antes da Copa.

"Na imprensa estrangeira, era totalmente normal que se tivesse uma versão tão ‘apreensiva’, porque ela espelhava o que acontecia na nossa imprensa, que foi de uma critica permanente, à priori. Uma cobertura com enorme má vontade, o tempo inteiro, de uma exigência absurda, que acabou enfatizando o movimento ‘Imagina na copa’", critica o escritor.

"Ah, mas faz parte da imprensa? Isso eu sei: má notícia quer notícia. Mas a má notícia nem tinha acontecido ainda… Não se deu nem chance de que se pusesse as coisas em ordem", avalia Castro.

Ruy Castro é um jornalista reconhecido, que começou a trabalhar na imprensa na década de 60. A partir de 1988, passou a se dedicar a escrever livros, como "Chega de Saudade" (sobre a Bossa nova) e "Ela é Carioca" (sobre o bairro de Ipanema, no Rio), além das biografias "O Anjo Pornográfico" (Nelson Rodrigues), "Estrela Solitária" (Garrincha) e "Carmen" ( Carmen Miranda).

Ruy Castro: "nossa imprensa foi espírito de porco antes da Copa" | Brasil 24/7

21/06/2014

Dez micos e um doente mental

Filed under: Complexo de Vira-Lata,Copa 2014,Dez Micos — Gilmar Crestani @ 5:58 pm
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Os 10 maiores micos da Copa do Mundo do Brasil

Na Copa do Mundo do Brasil, foram embora pro chuveiro mais cedo aqueles que torceram pelo fracasso do país. Confira alguns micos da elite e da mídia.

Najla Passos

A Copa do Mundo do Brasil ainda não passou da primeira fase, mas já são fartas as gafes, foras e barrigadas do mundial, especialmente fora do campo.

E, curiosamente, elas nada têm a ver com as previsões das “cartomantes do apocalipse” que alardeavam que o país não seria capaz de organizar o evento e receber bem os turistas estrangeiros. Muito pelo contrário.

Os estádios ficaram prontos, os aeroportos estão funcionando, as manifestações perderam força, os gringos estão encantados com a receptividade brasileira e a imprensa estrangeira já fala em “Copa das Copas”.

Confira, então, os principais micos do mundial… pelo menos até agora!

1 – O fracasso do #NãoVaiTerCopa

Mesmo com o apoio da direita conservadora, da esquerda radicalizada, da mídia monopolista e dos black blocs, o movimento #NãoVaiTerCopa se revelou uma grande falácia. As categorias de trabalhadores que aproveitam a visibilidade do evento para reivindicar suas pautas históricas de forma pacífica preferiram apostar na hashtag #NaCopaTemLuta, bem menos antipática e alarmista. E os que continuaram a torcer contra o evento e o país, por motivações eleitoreiras ou ideológicas, amargam o fracasso: políticos perdem credibilidade, veículos de imprensa, audiência e o empresariado, dinheiro!

2 – A vênus platinada ladeira abaixo

Desde os protestos de junho de 2013, a TV Globo vem amargando uma rejeição crescente da população. E se apostava no #NãoVaiTerCopa para enfraquecer o governo, acabou foi vendo sua própria audiência desabar. Uma pesquisa publicada pela coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, com base em dados do Ibope, mostra que no jogo de abertura da Copa de 2006, na Alemanha, a audiência da Globo foi de 65,7 pontos. No primeiro jogo da Copa de 2010, na África do Sul, caiu para 45,2 pontos. Já na estreia do Brasil na Copa, neste ano, despencou para 37,5 pontos.

3 – #CalaABocaGalvão

Principal ícone da TV Globo, o narrador esportivo Galvão Bueno é o homem mais bem pago da televisão brasileira, com salário mensal de R$ 5 milhões. Mas, tal como o veículo que paga seu salário, está com o prestígio cada vez mais baixo. Criticar suas narrações virou febre entre os fãs do bom futebol. E a própria seleção brasileira optou por assistir os jogos da copa pela concorrente, a TV Band. O movimento #CalaABocaGalvão ganhou ainda mais força! O #ForaGlobo também!

4 – A enquadrada na The Economist

A revista britânica The Economist, que vem liderando o ranking da imprensa “gringa” que torce contra o sucesso do Brasil, acabou enquadrada por seus leitores. A reportagem "Traffic and tempers", publicada no último dia 10, exaltando os problemas de mobilidade de São Paulo às vésperas de receber o mundial, foi rechaçada por leitores dos EUA, Japão, Holanda, Inglaterra e Argentina, dentre vários outros. Em contraposição aos argumentos da revista, esses leitores relataram problemas muito semelhantes nos seus países e exaltaram as qualidades brasileiras, em especial a hospitalidade do povo.

5 – O assassinato da semiótica – doente mental

Guru da direita brasileira, o colunista da revista Veja, Rodrigo Constantino, provocou risos com o texto “O logo vermelho da Copa”, em que acusa o PT de usar a logomarca oficial do mundial da Fifa para fazer propaganda subliminar do comunismo. Virou chacota, claro. O correspondente do Los Angeles Times, Vincent Bevins, postou em seu Twitter: “Oh Deus. Colunista brasileiro defendendo que o vermelho 2014 na logo da Copa do Mundo é obviamente uma propaganda socialista”. Seus leitores se divertiram usando a mesma lógica para apontar outros pretensos ícones comunistas, como a Coca-Cola (lol)!

6 – A entrevista com o “falso” Felipão

Ex-diretor da Veja e repórter experiente, Mário Sérgio Conti achou que tivesse tirado a sorte grande ao encontrar o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, em um voo comercial, após o empate com o México. Escreveu uma matéria e a vendeu para os jornais Folha de S. Paulo e O Globo, que a publicaram com destaque. O entrevistado, porém, era o ator Wladimir Palomo, que interpreta Felipão no programa humorístico Zorra Total. No final da conversa, Palomo chegou a passar seu cartão à Conti, onde está escrito: “Wladimir Palomo – sósia de Felipão – eventos”. Mas, tão confiante que estava no seu “furo de reportagem”, o jornalista achou que era uma “brincadeirinha” do técnico…

7 – A “morte do pai” do jogador marfinense

O jogador da costa do Marfim, Serey Die, caiu no choro quando o hino do seu país soou no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Imediatamente, a imprensa do Brasil e do mundo passou a noticiar que o pai dele havia morrido poucas horas antes. A comoção vias redes sociais foi intensa. O jogador, porém, desmentiu a notícia assim que pode. Seu pai havia morrido, de fato. Mas há dez anos. As lágrimas se deveram a outros fatores. "Também pensei no meu pai, mas é por tudo que vivi e por ter conseguido chegar a uma copa do mundo”, explicou.

8 – “Vai pra casa, Renan!”

Cheio de boas intenções, o estudante Renan Baldi, 16 anos, escolheu uma forma bastante condenável de reivindicar mais saúde e educação para o país: cobriu o rosto e se juntou aos black block paulistas para depredar patrimônio público na estreia do mundial. Foi retirado do meio do protesto pelo pai, que encantou o país ao reafirmar seu amor pelo filho, mas condenar sua postura violenta e antidemocrática. A hashtag #VaiPraCasaRenan fez história nas redes sociais!

9 – O fiasco do “padrão Fifa”

Pelos menos 40 voluntários da Copa em Brasília passaram mal após consumir as refeições servidas pela Fifa, no sábado (14), um dia antes do estádio Mané Garrincha estrear no mundial com a partida entre Suíça e Equador. Depois disso, não apareceu mais nenhum manifestante desavisado para pedir saúde e educação “padrão Fifa” no país!

10 – Sou “coxinha” e passo recibo!

Enquanto o Brasil e o mundo criticavam a falta de educação da “elite branca” que xingou a presidenta Dilma no Itaquerão, a empresária Isabela Raposeiras decidiu protestar pela causa oposta: publicou no seu facebook um post contra o preconceito e à discriminação dirigidos ao que ela chamou de “minoria de brasileiros que descente da elite branco-europeia”. “Não sentirei vergonha pelas minhas conquistas, pelo meu status social, pela minha pele branca”, afirmou. Virou, automaticamente, a musa da “elite coxinha”.

31/05/2014

Bispo da Folha acusa Jesus de ter usado a multiplicação dos pães de forma eleitoreira

comunistanSegundo o Bispo, Jesus só pensava em ser Deus. Fazia milagres só para se promover. Onde já se viu, dar peixe e pão sem antes ensinar os seguidores a pescarem  e amassarem o próprio pão. Ponho reza braba que esse Bispo aí, quando morrer, vai é comer o pão que o diabo amassou…

Quando a Folha vai fazer uma boa reportagem a respeito do racionamento de água em São Paulo?!

 

Inacabada, transposição deve ter dois novos eixos

Órgão do governo diz que usará regime diferenciado de contratação

Crítico da obra no São Francisco, o bispo dom Luiz Cappio diz que possíveis novos canais são eleitoreiros

JOÃO PEDRO PITOMBODE SALVADOR

Apesar de obras da transposição ainda estarem em andamento, com orçamento quase dobrado e ao menos três anos de atraso, o governo já prepara a construção de dois novos canais que desviarão água do rio São Francisco.

Os projetos dos eixos sul e oeste deverão ser contemplados na terceira etapa do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a ser lançado em agosto deste ano.

A principal novidade será a opção pela contratação do projeto via RDC (Regime Diferenciado de Contratação), com o objetivo de "evitar erros" cometidos nos eixos leste e norte, cuja obra foi dividida em vários lotes, todos contratados pela lei de licitação.

O RDC permite que todas etapas de um mesmo empreendimento possam ser tocadas por uma única empresa.

"O governo reconhece que a estratégia adotada inicialmente [com a lei de licitações] se mostrou pouco adequada", diz Elmo Vaz, presidente da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).

As deficiências contratuais e de gestão na construção dos eixos atuais fizeram o preço da obra saltar de uma estimativa inicial de R$ 4,6 bilhões para os atuais R$ 8,2 bilhões. O prazo de entrega da obra da transposição foi adiado de 2012 para 2015.

A decisão pelo RDC foi tomada no momento em que o governo tenta emplacar no Congresso mudanças na legislação para permitir o uso do modelo em todas as licitações e contratos federais, de Estados e de municípios.

Com a previsão de ter 350 km de canais, o eixo sul da transposição vai atender a Bahia e Sergipe com a perenização dos rios Vaza-Barris e Itapicuru.

Segundo a Codevasf, a água servirá para garantir o abastecimento em cidades como Senhor do Bonfim e Capim Grosso (BA), além de levar água para os perímetros irrigados existentes na região. O anteprojeto já foi licitado, e os estudos de viabilidade estão em curso.

O eixo oeste, com estudos em fase de licitação, vai abastecer o Piauí e deverá ser composto por mais de um canal.

Além da água do rio São Francisco, existe a possibilidade de retirar água do aquíferos do vale do rio Gurgéia, no sul do Piauí.

O objetivo principal é fazer a água chegar à barragem de Petrônio Portela, que fica numa das regiões mais secas e pobres do Estado nordestino.

Um dos principais críticos da transposição, o bispo da cidade de Barra (BA), dom Luiz Cappio, que chegou a fazer greve de fome em 2005 e 2007 contra os desvios no São Francisco, chama de "eleitoreira" a possibilidade de construção dos novos canais.

Enquanto EUA caem 1%, Brasil cresce 0,2%

Filed under: Brasil,Complexo de Vira-Lata,Economia,EUA,PIBe — Gilmar Crestani @ 9:37 am
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EUAGloboOntem a Folha publicou que o PIB dos EUA teve uma retração de 1%. Em bom português, caíram…

Considerando que se trata, segundo nossos vira-latas, de um país de primeiro mundo, com economistas, governos e povo de primeiro mundo, como admitir que não consigam crescer, eles que são tão inteligentes e melhores do que nós?! Pior, eles nem podem botar a culpa na Copa ou José Genoíno…

A mesma matéria dizia que economistas tipo primeiro mundo, do mundo civilizado, esperava uma contração de apenas 0,5%. Significa que os economistas made in USA, sonho de todo vira-lata tupiniquim, erraram na previsão em … 50%. Será que os jornais e colonistas ianques falam em PIBinho?! Será que por lá a oposição também torce pelo quanto pior, melhor? Duvido que a oposição de lá seja turbinada pelas velhas mídias e se envolva com helicópteros cheios de cocaína…

Só para refrescar a memória (de quem tem), quando soprava vento nos Tigres Asiáticos, FHC(1997-98) passava o pires no FMI. Se no México (1995) usavam um pouco mais de milho para tratar seus porcos, o Brasil do prof. Cardoso contraía o mal de Montezuma

O Brasil ainda não é o que gostaríamos que fosse, mas estaria muito melhor se não tivéssemos tanta gente com o Complexo de Vira-lata

Investimento e consumo desaceleram PIB

No primeiro trimestre, economia brasileira cresceu 0,2% sobre o trimestre anterior; indústria teve terceira queda

Juros mais altos, crédito mais restrito e cenário de insegurança com ano eleitoral fazem encolher os gastos privados

PEDRO SOARESSAMANTHA LIMADO RIO

Motor do PIB na última década, o consumo das famílias demonstrou seu esgotamento no resultado do primeiro trimestre, anunciado nesta sexta-feira (30): caiu 0,1% em relação a igual período de 2013, pior resultado desde o terceiro trimestre de 2011.

Tolhido por inflação em alta e menor vigor no mercado de trabalho, o consumo foi afetado ainda pelo crédito mais caro e restrito.

Os juros mais altos, que ajudaram a retrair as compras, também afetaram os investimentos das empresas. A queda foi de 2,1% tanto na comparação com o quarto trimestre quanto em relação aos três primeiros meses de 2013 –resultado mais fraco em dois anos.

Como resultado, o PIB –uma medida de crescimento da economia nacional– se expandiu 0,2% de janeiro a março –em linha com as previsões médias do mercado. Sobre o primeiro trimestre de 2013, o avanço foi de 1,9%.

O cenário à frente não é animador: a confiança de empresários e consumidores está nos níveis mais baixos desde a crise global de 2009.

Após o resultado, analistas revisaram projeções para baixo. Creem agora numa expansão mais perto de 1% do que de 2%.

A FGV estima algo próximo de 1,5%. "O PIB neste ano manterá o padrão de voo de galinha, mas numa decolagem ainda mais baixa", diz Vinícius Botelho, da FGV.

Trata-se de um baixo crescimento para um país ainda em desenvolvimento, que precisa aumentar a renda per capita de sua população.

No primeiro trimestre, dentre 29 países que já divulgaram dados, o Brasil ficou em 21º. Até o Japão, estagnado há mais de uma década, cresceu mais.

INVESTIMENTOS

A queda dos investimentos é um dos fatores que indicam um vigor menor da economia nos próximos trimestres, porque é por meio deles que as empresas ampliam sua capacidade produtiva e que o país expande sua infraestrutura.

A deterioração revelada no primeiro trimestre deste ano decorre do tombo da construção civil –o setor apresentou a maior retração desde o primeiro trimestre de 2009, auge da crise global.

Inserido na indústria, o segmento ajudou o desempenho do setor a descer ladeira abaixo e acumular três trimestres de contração, o que pode ser considerado uma recessão.

"A indústria vive um momento trágico, e as expectativas são ainda piores", disse o economista Sérgio Vale, da consultoria MB Associados.

Para Rebecca Palis, gerente do IBGE, a queda da construção veio em resposta à perda de ritmo de obras de infraestrutura, que caíram apesar das novas concessões públicas (rodovias, portos, aeroportos) e da Copa –cujo pico dos projetos de estádios e melhorias no entorno ficou para trás, em 2013.

Além da construção, a compra de máquinas e equipamentos pela indústria (que integra também o investimento) se enfraqueceu –um sinal de que empresários não esperam mais consumo para seus produtos nem uma retomada breve da produção.

04/05/2014

Copa 2014, coisa de brasileiro

O assunto é trivial, mas quem gosta de banana, descasca. Esse negócio de manada de ficar engolindo sem mastigar, porque alguém GRITA banana!, não faz parte do meu cardápio. Não somos todos macacos nem comemos banana do mesmo jeito. Até porque as bananas variam de tipo e tamanho, inclusive no mesmo cacho. Para quem não pensa como manada, sabemos que não somos todos iguais. E nisso está a beleza de ser, a  individualidade. Esta é que deve ser respeitada. Querer que o outro seja igual a nós isso, sim, é coisa de manada. Isso é fruto de pessoas que comem (banana!) pelas mãos dos outros. Na hora da violência, ninguém lembra da loira Sheherazade incitando a violência!?

Se isso é ruim, o que se dizer do tipo de jornalismo praticado no Brasil? Somos todos iguais é bordão do Instituto Millenium, afinal, as cinco famílias que coordenam o que e como devemos ser informados, publicam, desde sempre, tudo do mesmo jeito e com o mesmo viés. Uma das manchetes que enfeitam a capa da Folha deste domingo é auto-explicativa: A 41 dias da Copa, torcedor é atingido por privada e morre. É o espírito de manada para associar tudo de ruim que acontece à Copa e aos brasileiros. Afinal, o complexo de vira-lata é a única certeza dos fracassomaníacos.

Fico a imaginar como seria a manchete se os jornais italianos adotassem o estilo Folha de dar notícias:

– 2767 anos depois de sua fundação, Roma tem pelo menos 4 feridos em final da Copa Itália…

– A 41 dias da Copa do Brasil, italianos se ferem em confronto futebolístico…

-  Roma Nun Fa’ La Stupida Stasera…

EM ROMA

Confrontos deixam ao menos 4 feridos em final na Itália

DE SÃO PAULO – Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas, uma em estado grave, em confrontos antes da final da Copa da Itália, disputada entre Napoli e Fiorentina, no estádio Olímpico, em Roma, ontem.

Um homem de aproximadamente 30 anos foi hospitalizado em estado grave depois de receber um tiro no tórax.

Segundo a imprensa italiana, entre os feridos, há um policial que estava à paisana e que teria viajado de Nápoles para a capital, a fim de ver a partida.

Antes de a bola rolar, dirigentes e integrantes da comissão técnica das duas equipes se reuniram por vários minutos.

Depois de cerca de 45 minutos, o jogo começou. O Napoli venceu por 3 a 1 e foi campeão.

20/04/2014

Enquanto isso, o PSDB conduz Robson Marinho ao TCE/SP

Filed under: Corrupção,Corruptômetro,Isto é PSDB!,PSDB,Robson Marinho — Gilmar Crestani @ 9:00 am
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robsonmarinho1

Enquanto o Governo Federal pune os servidores que cometem algum tipo de deslize contra a administração pública, o PSDB pega exatamente aqueles que mais corromperam e conduzem sabe pra onde? Para controlarem as contas do Governo? Robson Marinho é o exemplo das atitudes do tucanato, como fez Yeda Crusius no RS, conduzindo exatamente o mais desequilibrados dos milicos ao Tribunal de Justiça Militar, o Cel. Mendes!

Punições no governo atingem 26% dos casos

Taxa refere-se a processos para apurar irregularidades no serviço público

Das quase 11 mil investigações abertas no âmbito federal, cerca de 2.800 resultaram em punições, aponta CGU

FLÁVIA FOREQUEDE BRASÍLIA

Do total de investigações realizadas nos últimos cinco anos para apurar irregularidades cometidas em serviço por servidores públicos federais, 26% resultaram em punição efetiva.

Desde 2010, foram concluídos 10.948 processos administrativos, dos quais 2.837 tiveram algum tipo de penalidade aplicada –desde advertência a demissão do cargo.

A apuração de eventuais condutas ilícitas se dá por ordem do próprio ministério ao qual o servidor é subordinado ou por fatores externos, como denúncias, informações do Coaf (órgão de inteligência financeira do Ministério da Fazenda) e auditorias da CGU (Controladoria-Geral da União).

Uma comissão formada por três servidores é então criada para analisar o caso. A investigação inclui oitivas de testemunhas e interrogatório do acusado.

Dados da CGU apontam que em cinco anos foram aplicadas pouco mais de 4.000 penalidades (um servidor pode ser penalizado mais de uma vez em processos distintos). Ao todo, a administração pública federal reúne 544,3 mil servidores ativos.

Pouco mais de 72% dos processos que resultaram em punições se concentram nos ministérios da Justiça, Previdência Social e Educação.

Casos de corrupção entre agentes de segurança pública, como Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, são os mais recorrentes na pasta da Justiça. Na Previdência, as irregularidades se referem principalmente à inclusão de dados fraudulentos em cadastro do INSS.

O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, diz ser "razoável" o percentual de processos que resultaram em punição nos últimos anos. Mas ele avalia que é preciso melhorar os critérios para abertura de processo e aperfeiçoar a lei que trata das punições.

"Muitas vezes os gestores têm receio de pecar por omissão e de amanhã serem responsabilizados por isso. Tenho certeza que isso está na base da discrepância [entre o número de investigações e punições]", afirma.

PROPOSTA

A CGU está formulando um projeto de lei com mudanças na atual legislação, da década de 90. Entre elas, a inclusão de condutas não contempladas atualmente, como assédio moral e sexual e ilícitos praticados pela internet.

A intenção é fixar ainda um limite –hoje inexistente– de testemunhas a serem ouvidas num processo administrativo. Outra mudança, segundo Hage, diz respeito aos prazos para conclusão dos processos, atualmente "irrealistas", na avaliação do ministro.

Pela lei, as investigações têm prazo de dois meses, podendo se estender por mais 60 dias –mas, na prática, as prorrogações são ilimitadas.

Em maio do ano passado, o Itamaraty abriu investigação para apurar a conduta de dois diplomatas que atuaram no Consulado-Geral do Brasil em Sydney, na Austrália, acusados de assédio moral e sexual, racismo e homofobia. A suspensão deles foi divulgada apenas dez meses depois.

    Se correr o bicho pega, se parar o bicho come

    cp20042014A Folha não dá trégua. Se as prefeituras não investirem em obras de infraestrutura, que são o “legado da copa”, é porque a Copa não deixará legado. Se investem, aumentam a dívida pública. Afinal, quem faz obras sem contrair dívidas? E obra pública não é gasto, é investimento. Nestas horas a dívida social não conta?

    Agora, vá dizer isso a quem torce contra o Brasil e, por extensão, contra a COPA!? Tudo seria informação jornalística se a Folha se preocupasse em apontar mau uso, ou desvio. Não, simplesmente porque as prefeituras resolveram investirem em obras de mobilidade urbana. E aí, vem outra confirmação por vias transversas. Se as obras estão sendo financiadas pelo Governo Federal, por que as constantes acusações contra o Governo Federal. E tudo isso poderia ser simplesmente concluído apontando qual será o ganho das cidades que investiram em obras de infraestrutura. Será que as pontes, ruas, avenidas, viadutos irão embora com o término da Copa? E os demais ganhos, com vinda de turistas, gastos no comércio, hotéis e imagem das cidades? ´

    Ocupar a metade superior da capa para promover a rainha do medo, a conde drácula das oposições, em oposição à manchete relativa ao crescimento da dívida com a União, convenhamos, é coisa típica de ditabranda!

    E levar demais ao pé da letra as orientações de D. Judith Brito. O torcidômetro do contra, a pedido das oposições, já que esta é a única bandeira que a direita tem para as eleições, a torcida contra o Brasil, eis o último refúgio dos fracassomaníacos. Nunca o complexo de vira-lata ficou tão evidente!

    Dívida pública sobe mais em cidades-sedes da Copa

    As 12 capitais que receberão evento elevaram débitos em 51%, em média

    Municípios investiram principalmente em projetos de transporte desengavetados com o pretexto do Mundial

    FELIPE BÄCHTOLDDE PORTO ALEGRE

    Às vésperas da Copa do Mundo, o torneio apresenta mais uma conta: as cidades que receberão os jogos se endividaram em ritmo bem superior ao de capitais que ficaram fora do evento.

    Levantamento da Folha em dados do Banco Central aponta que, em dois anos, as dívidas das 12 sedes do Mundial com o Tesouro Nacional ou bancos públicos cresceram, em média, 51%.

    Nas capitais sem Copa, no mesmo período, a taxa cresceu 20%. Dos municípios com jogos, apenas um –Salvador– conseguiu baixar sua dívida com o governo federal no período. Nas demais capitais, quatro reduziram.

    No período pré-Copa, os municípios investiram, sobretudo, em projetos de transporte desengavetados com o pretexto do Mundial.

    O governo federal estima os custos dessas obras em aproximadamente R$ 8 bilhões –valor equivalente ao que foi gasto na construção e na reforma dos 12 estádios.

    A construção das arenas ficou majoritariamente com os governos estaduais. Já na área de mobilidade urbana, a maior parte dos gastos é financiada com recursos do governo federal.

    MAIOR PROPORÇÃO

    Em 11 capitais, o endividamento com a União subiu entre 3% e 256% desde o início de 2012. Em cinco das 12 cidades também houve expressiva mudança na proporção da dívida em relação à receita.

    Em Fortaleza, por exemplo, o município tem hoje débito equivalente a 15% de sua receita corrente. No fim de 2011, o índice era zero.

    Em Porto Alegre, a dívida zerada foi bandeira da campanha do prefeito reeleito José Fortunati (PDT).

    Agora o débito caminha para alcançar 30% da receita –o próprio balanço do município atribui a alta ao "crescimento nos financiamentos visando a Copa".

    CONSEQUÊNCIAS

    Para o professor de administração pública José Matias-Pereira, da Universidade de Brasília, o endividamento preocupa porque as capitais terão pouca capacidade de investimento à frente.

    "São muitos anos para pagar, e débitos ficam para gerações futuras. Por isso, é preciso um freio para que, no futuro, não paguem por descontrole de um ou outro gestor", afirmou Aécio Prado Júnior, vice-presidente do Conselho Federal de Contabilidade.

    O caso mais emblemático é o de Curitiba, governada por Gustavo Fruet (PDT).

    Com o empenho de recursos nas obras, a prefeitura contraiu outros empréstimos para bancar dívidas com fornecedores. O endividamento foi de 3,2% da receita no fim de 2011 para 9,8% hoje.

    O Planalto diz que as intervenções em mobilidade urbana serão o legado do evento. A lista de obras, contudo, sofreu sucessivas alterações nos últimos anos. Projetos foram excluídos e outros continuam pendentes a menos de dois meses do evento.

    DEBATE POLÍTICO

    Se durante a eleição de 2012 o tema Copa foi destaque nos debates municipais, passada a onda de protestos de 2013, as prefeituras tentam evitar a vinculação dos gastos com o Mundial.

    "O BRT passa a um quilômetro do [estádio] Mineirão. Não tem sentido dizer que [a obra] é por causa da Copa", disse o secretário das Finanças de Belo Horizonte, Marcelo Piancastelli.

    Em Porto Alegre, durante o auge das manifestações do ano passado, o município tirou do pacote para o evento a maior parte dos projetos –a liberação de recursos atrasou e a cidade passou meses com vias interditadas devido a obras paralisadas.

    Nas 12 cidades, a única que ultrapassa o limite de endividamento previsto em lei é São Paulo. A cidade hoje tem dívida equivalente a 200% da receita corrente líquida, enquanto o limite é de 120%.

    A prefeitura, no entanto, não buscou financiamento federal para as obras de mobilidade urbana.

    06/04/2014

    A Folha está com “forte desejo de mudança”

    Filed under: Datafolha,Eleições 2014,Folha de São Paulo — Gilmar Crestani @ 9:37 am
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    Pessimismo da mídia com a economia e o otimismo com seus candidatos me deixam otimista

    A esquizofrenia de um jornalismo panfletário conduzido por golpistas sem lastro com a realidade. A Bolsa Sobe, na Veja, na mesma proporção com que o pessimismo na Folha. Pleno emprego, bolsa subindo. Só há um motivo para tanto pessimismo no pessoal que inventou a ditabranda: está sendo em vão os esforços dos funcionários da d. Judith Brito para transformar propaganda em voto. Dilma oscila para baixo, mas os candidatos dos bancos, dos grupos mafiomidiáticos, dos que defendem os intere$$es dos EUA em prejuízo dos do povo brasileiro não sobem. Qualquer poste do Lula vence a escumalha financiada pela máfia bancária e midiática. Soma daqui, diminui dali, e os votos em Dilma continua superando a soma do RESTO!

    E por aí se explica o pessimismo de aluguel…

     

    Segundo o Datafolha, intenções de voto na presidente caíram de 44% para 38%, mas ela venceria no 1º turno

    Apesar do forte desejo de mudança, Aécio e Campos não cresceram; Marina é a única que forçaria um 2º turno

    RICARDO MENDONÇADE SÃO PAULO

    Num ambiente dominado por crescente pessimismo com a economia e forte desejo de mudança, as intenções de voto na presidente Dilma Rousseff no principal cenário eleitoral caíram seis pontos desde o final de fevereiro.

    Apesar disso, os principais adversários da petista, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), não cresceram.

    Assim, a pesquisa Datafolha de 2 e 3 de abril mostra que Dilma seria reeleita no primeiro turno com 38% dos votos. Aécio teria 16%. Campos, 10%. Candidatos de partidos menores somam 6%.

    Nos cinco cenários testados, a única candidata que forçaria um segundo turno seria a ex-senadora Marina Silva (PSB), com 27% dos votos, 4 pontos a mais que em fevereiro. Marina fica 12 pontos atrás de Dilma.

    Com um desempenho melhor que o de Dilma só o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu maior cabo eleitoral. Lula, que sempre repete não ter interesse em disputar neste ano, apresenta leve tendência de queda em relação às pesquisas anteriores, mas ainda lidera todos os cenários com grande vantagem.

    A deterioração das expectativas com inflação, emprego e poder de compra dos salários também ajuda a explicar a queda na aprovação do governo (confira na pág. A9).

    A atual pesquisa detectou uma disparada do sentimento de frustração com as realizações da presidente Dilma. Hoje, 63% dos brasileiros dizem que ela faz pelo país menos do que eles esperavam. Há pouco mais de um ano essa taxa era de 34%.

    MUDANÇA

    O levantamento também identificou um alto e crescente desejo de mudança. Agora, 72% querem que as ações do próximo presidente sejam diferentes das de Dilma.

    O índice é parecido com o de 2002, sob o governo Fernando Henrique Cardoso, quando o então oposicionista Lula venceu sua primeira eleição presidencial.

    O problema de Aécio e Campos é que eles não são identificados como os mais preparados para a mudança.

    Para 32%, Lula é o mais apto para mudar. Para 17%, Marina. Aécio, o principal líder da oposição no Senado, é citado por apenas 13%. Campos obtém 7%. Até Dilma atinge índice maior, 16%.

    O cenário com Dilma, Aécio, Campos e os nanicos mostra ainda acentuadas diferenças regionais. No Nordeste, Dilma alcança 54%. Na região Sudeste, ela tem 29%. Em dois segmentos, Aécio aparece liderando a disputa, com Dilma em segundo lugar. Ocorre entre as pessoas com renda familiar acima de dez salários mínimos (34% a 20% para o tucano) e entre os eleitores que têm nível superior de escolaridade (25% a 22%).

    A essa altura da competição, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos tem uma desvantagem em relação aos rivais que, do ponto de vista da propaganda, ainda pode ser vista como uma vantagem. Ele é o menos conhecido dos postulantes: 42% dizem não conhecê-lo.

    Se isso faz com que suas intenções de voto sejam menores hoje, faz também com que ele seja visto no meio político como o candidato com maior potencial de crescimento. Com recursos e algum tempo de TV, tornar alguém conhecido é mais fácil do que remodelar a imagem desgastada de alguém já conhecido.

    O Datafolha fez 2.637 entrevistas em 162 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça eleitoral com o código BR 00064/2014.

    03/04/2014

    Como nasce um boato?

    Nos períodos pré eleitorais, a mídia mostra suas garras e aposta tudo contra seus adversários na inversa proporção em que expõe seus correligionários. É assim que se explicam manchetes negativas à Dilma e silêncios sobre as incompetências e roubos na gestão Alckmin. Onde estão as manchetes a respeito do racionamento de água em São Paulo?

    Mas o assunto é como nasce um boato.

    A Folha mostra, abaixo.

    No final de um texto sobre a Bolsa de Valores, aparece um nome para atribuir à Dilma a “culpa” pela baixa dos combustíveis, como se manter o preço dos combustíveis sem aumento fosse um mal em si mesmo. O que querem é que os combustíveis aumentem para que possam dizer que na gestão Dilma os combustíveis aumentaram, e com eles a inflação. Qualquer sujeito com dois neurônios sabem que o Brasil é movido a caminhões. Afinal, a locomotiva está nas estradas, não nos trilhos. O que não explicam é que a retenção do preços dos combustíveis se explica porque a Petrobras continua Petrobras e não Petrobrax nem Chevron… Traduzindo, esta é a vantagem de o governo deter o controle sobre a principal empresa de produção de combustível: controla produção é preço. E é por isso também que as Sete Irmãs conseguem finanCIAr uma oposição para detonar o que é… brasileiro, a Petrobrás. O ódio à Petrobrás é finanCIAdo pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. O ódio a todo petróleo que não é controlado pelos EUA só provoca guerra. Vide Irã em 1953 e 1973, recentemente Iraque, Egito, Líbia, Síria, agora Ucrânia e sempre Venezuela…

    No Brasil, os maiores grupos de comunicação continuam com os pés atolados no período ditatorial, atribuindo ao Brasil os problemas brasileiros, com o sentido de que se fôssemos entregues aos EUA estaríamos melhor. Os sinais de subserviência estão espalhados pelas capas de jornais e revistas. Não é imitação, é capachismo mesmo, que só o complexo de vira-lata explica.

    Estatais disparam e Bolsa passa a ter ganho em 2014

    No acumulado do ano, Ibovespa tem primeiro resultado positivo, de 0,38%

    Mercado atribui altas a rumores sobre pesquisa de intenção de voto; eleições aumentam a oscilação de preços

    ANDERSON FIGODE SÃO PAULO

    Rumores de que a presidente Dilma Rousseff perderá espaço em próxima pesquisa eleitoral voltaram a impulsionar as ações de estatais ontem, ajudando a Bolsa brasileira a reverter o desempenho negativo de 2014.

    O Ibovespa, principal índice do mercado, subiu 2,85% ontem, para 51.701 pontos, e passou a ter ganho anual de 0,38%. A pontuação também é a maior desde 29 de novembro do ano passado.

    As ações mais negociadas (preferenciais) da Petrobras subiram 4,74%, enquanto as ordinárias (menos negociadas), 4,05%. Os papéis preferenciais da Eletrobras tiveram alta de 5,89% (veja quadro).

    Analistas atribuíram a oscilação ao registro, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de uma pesquisa a ser realizada pelo Datafolha com data de divulgação prevista para o dia 5 de abril.

    Há duas semanas, os papéis das estatais já haviam registrado forte alta com os mesmos rumores em relação à pesquisa eleitoral Ibope.

    O resultado do levantamento, no entanto, mostrou que as intenções de voto na presidente Dilma ficaram inalteradas, e que ela poderia vencer as eleições de outubro já no primeiro turno.

    Tradicionalmente, períodos que antecedem eleições presidenciais registram fortes oscilações nos preços de ações. Segundo Julio Hegedus, economista-chefe da consultoria Lopes Filho, notícias ruins para o governo provocam alta nas ações de estatais porque o mercado passa a acreditar que pode haver menos "ingerência do governo" sobre as empresas.

    Filipe Machado, analista da Geral Investimentos, diz que a Petrobras é especialmente afetada, porque, "para não ferir a política de preços da gestão Dilma, tem sofrido com o valor dos combustíveis abaixo do que deveria cobrar".

    Bolsas do mundo sobem
    folha.com/no1434900

    19/03/2014

    Saúde pública made in Spain

    Filed under: Complexo de Vira-Lata,Espanha,Saúde,SAMU,SUS — Gilmar Crestani @ 9:09 am
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    samuPara lembrar os que vivem de criticar nosso sistema de saúde, SUS, SAMU…

    Diez sábanas para 30 pacientes

    Los presupuestos de Sanidad retroceden a niveles de 2007

    Tras los grandes recortes, llegan ajustes al detalle: personal, material, comidas u horarios

    María R. Sahuquillo / Elena G. Sevillano Madrid 19 MAR 2014 – 00:03 CET48

    Después de cuatro años de grandes recortes presupuestarios en los que la sanidad pública española ha perdido casi 7.200 millones de euros, las autonomías han relajado los ajustes. Al menos sobre el papel de las cuentas anuales. La inversión destinada a sanidad en 2014 se mantiene prácticamente estable en la mayoría de las autonomías. El sistema, que tradicionalmente ha estado infrafinanciado —se calcula que gasta más de un 7% de lo presupuestado—, ya no soporta más tijeretazos en las grandes partidas. Pero las facturas aprietan. Así, además de continuar con los recortes en recursos humanos —que, junto con farmacia, se llevan un gran pedazo de la tarta presupuestaria— , los gestores se están centrando en el pequeño ajuste. Se mira hasta el más mínimo detalle: desde revisar los horarios de los centros, a recortar material —sanitario y no sanitario—, en la comida o en limpieza.

    Los retrasos en la entrada en quirófano se agudizan por la falta de personal. / Christopher Furlong (Getty Images)

    Estos elementos se podrían considerar complementarios o secundarios, pero también conforman la calidad del sistema nacional de salud; y unidos a factores centrales, como el impacto del copago farmacéutico, el aumento de las listas de espera —que alcanzaron la cifra récord de 100 días de media para operarse— o al retraso de las innovaciones, amenazan con deteriorar la atención. Los expertos alertan de que, tras los grandes hachazos de los últimos años, si estos microrrecortes no se hacen con cuidado pueden causar mucho daño. “Lo único que podría salvar la situación sería un buen acuerdo de cambios estructurales; en particular la gestión clínica, a partir de una alianza con los médicos y un cambio en la forma de organizar los servicios”, dice José Ramón Repullo, profesor de la Escuela Nacional de Sanidad.

    Tráigase la manta de casa. En el hospital general de Alicante los servicios periféricos —hostelería, lavandería, etcétera— se están degradando. Mientras el consejero de Sanidad, Manuel Llombart, inauguraba un escáner de última generación, algunos pacientes se veían obligados a llevarse de sus casas ropa de cama. En el centro, referencia para 1,9 millones de personas, han llegado a faltar mantas, almohadas, sábanas y pijamas, como han denunciado los sindicatos, debido a los recortes en el departamento de lencería. Este servicio del hospital ha pasado de tener diez lavanderas y costureras en 2009 a solo cinco para tratar las cuatro toneladas diarias de sábanas que se mueven en un centro de más de 800 camas. La carencia se nota también en los pequeños detalles: si ingresa un paciente de dimensiones superiores a la media no hay nadie que pueda adaptarle la bata.

    Los facultativos del hospital se quejan también de que hay días en los que recorren varias plantas para buscar un pijama que ponerse. “Hace unas semanas, las enfermeras de Neumología estaban que trinaban. Les dieron 10 juegos de cama para 30 pacientes, hay que sortear quien se queda con un cambio y quién no. Dicen que es generalizado, pero para cambios diarios no hay, solo para los dos pacientes de gripe A”, cuenta Paloma Serrano, que ha estado ingresada una semana en la planta. Una portavoz del centro asegura sin embargo que no se ha detectado ningún problema de falta de material.

    Pero no es la única región donde la ropa de cama escasea. En el servicio de diálisis del hospital Clínico de Valladolid apareció en febrero pasado un cartel —con membrete y sello oficial del servico de salud de la región— que informaba a los pacientes de que debían “traer de sus casas las almohadas que cada uno estime oportuno”. “Solo se proporcionarán”, añadía, a los pacientes que “estén ingresados” en el hospital. Tras saltar a las redes sociales, una portavoz del servicio castellanoleonés señaló que el cartel se colocó en el centro “sin contar con la dirección del hospital”. “En cuanto se tuvo conocimiento de ello, se retiró inmediatamente y el servicio sigue funcionando como siempre”, afirmó.

    Fuentes: Ministerio de Sanidad, comunidades autónomas y Ministerio de Hacienda. / EL PAÍS

    Sin pañales ni compresas. En el hospital Vall d’Hebron de Barcelona, los recién nacidos ya no tienen pañales gratis durante su estancia. A los bebés se les pone uno cuando nacen, pero luego son las familias las que se tienen que encargar de llevar el resto. “Se les avisa por escrito cuando ingresan”, explicó una portavoz del centro, quien aclaró que a los que llegan con alguna patología y se les deja ingresados sí se les suministran todos los pañales. Este recorte, explican fuentes sanitarias, se ha generalizado ya en la mayoría de los hospitales gestionados por el Instituto Catalán de la Salud (ICS).

    Lo mismo sucede con las compresas que utilizan las madres cuando acaban de parir, que antes también se daban en abundancia. Responsables del centro afirman que el hospital ha instalado varias máquinas dispensadoras con material para recién nacidos —como pañales, toallitas, tetinas y baberos— a “precios reducidos”.

    Sopa con cucharillas de postre. Los cocineros y pinches del Hospital San Pedro de Alcántara, en Cáceres, denunciaron en enero a la gerencia la preocupante falta de cubertería (cucharas, cuchillos…) que sufrían. La situación en días puntuales fue tal que los enfermos tuvieron que comerse la sopa con cucharillas de postre de material desechable. El sindicato UGT asegura que no es un hecho aislado, que en otras ocasiones han faltado tapas de las tazas de desayuno o material de limpieza en las cocinas.

    Los recortes o la falta de liquidez están provocando ajustes bastante cicateros. En algunos ambulatorios del centro de Alicante los facultativos aseguran incluso que falta papel para limpiar el gel conductor que se utiliza en las ecografías. Pequeñas carencias que complican el trabajo y suponen, también, una pérdida de calidad en la atención. “El material desechable ha bajado una barbaridad en los últimos dos años. A veces no hay ni folios para recetar. Antes siempre había stock de medicamentos y ahora el suministro de fármacos ha caído estrepitosamente. Si viene un paciente con un golpe no le puedes dar un gelocatil, has de recetárselo”, cuenta el responsable de Atención Primaria del sindicato médico CESM en Alicante, Víctor Pedrera.

    ¿Y si enferma el único celador? A los responsables de un centro de salud de la provincia de Sevilla se les planteó hace unas semanas una disyuntiva: o hacían una excepción en la política instalada en los últimos años de no suplir con contratos de sustituciones la inmensa mayoría de las bajas laborales o no podían abrir el centro. El celador estaba de baja, no lo habían sustituido, y el administrativo que hacía sus funciones se puso enfermo. Al final se acabó contratando a un sustituto, y el centro abrió, pero la anécdota, revelada por el secretario general de Servicios Sociales y Sanitarios de UGT en Andalucía, Antonio Macías, ilustra el principal problema del que alertan los profesionales, no solo del Servicio Andaluz de Salud, sino de toda España: la escasez de recursos humanos. “El nivel de sustituciones es ínfimo, como nunca se ha conocido”, asegura Macías.

    La percepción de los sanitarios que están sobre el terreno cuando miran a su alrededor es acertada. Los datos de la Encuesta de Población Activa, indica el experto José Ramón Repullo, muestran un descenso del empleo en el sector sanitario y social de entre 40.000 y 50.000 personas.

    En todas las comunidades autónomas hay quejas porque no se sustituyen las bajas. Con las plantillas de médicos, enfermeros y técnicos ya en mínimos, se sigue recortando en otras categorías laborales, como en los celadores en el Hospital 12 de Octubre de Madrid. El sindicato CSI-F denunció hace unas semanas que de los 444 trabajadores de la plantilla oficial del centro, solo estaban cubiertas 350 plazas. Los celadores, como explican fuentes del hospital, son los que trasladan a los pacientes a las pruebas diagnósticas o al quirófano. De que estén cuando se les necesita depende que se cumplan los horarios. “Ha habido retrasos de hora y medio respecto a la entrada en quirófano por la falta de trabajadores”, señalan. Pese a que el hospital inicialmente lo negó, poco después anunció la contratación de seis nuevos celadores.

    Diálisis a medianoche

    Con las listas de espera disparadas y las facturas de las clínicas concertadas engordando, los servicios de salud regionales han ido eliminando las conocidas como peonadas —jornadas extraordinarias de tarde con personal propio— y tratando de tener en funcionamiento los quirófanos y los aparatos diagnósticos públicos el mayor tiempo posible sin tener que pagar horas extra. Madrid, por ejemplo, empieza a contratar equipos quirúrgicos solo para horario de tarde. Algunas comunidades ensayan la atención a los pacientes en horario nocturno.

    El consejero de Sanidad castellanomanchego, José Ignacio Echániz, explicó la semana pasada que el hospital Virgen de la Salud, en Toledo, ya hace radiografías desde las seis de la mañana y hasta las dos de la madrugada, también en fines de semana. El horario nocturno es opcional, añadió. Según sus datos, en febrero se han hecho casi 400 pruebas más que en el mismo mes de 2013. Una portavoz del servicio de salud afirmó ayer que se está estudiando extender esta medida a otros hospitales.

    En Andalucía, el servicio de hemodiálisis del hospital Regional y el Virgen de la Victoria de Málaga se va a unificar en marzo en una nueva sede. La Consejería ha anunciado ya que el turno de tarde se va a ampliar hasta las dos de la mañana, lo que ha suscitado las críticas de los profesionales, que entienden que ese horario impedirá a los pacientes llevar una vida normalizada e incluso puede perjudicar a su salud al romper el ciclo del sueño. La Consejería aclara que el turno que termina a las dos es para los profesionales y que los enfermos acabarán su tratamiento a las 24.00. Añade que la diálisis nocturna se ha creado para pacientes laboralmente activos y estudiantes que prefieren mantener su rutina de día. Desde que se dio a conocer, asegura el SAS, 17 pacientes lo han solicitado.

    Pacientes sin merienda. Hace más de un año que los enfermos del Hospital Josep Trueta de Girona ya no reciben un tentempié que les suministraba el hospital para aguantar entre la cena —que se sirve alrededor de las siete de la tarde— y el desayuno, a las ocho de la mañana. Ese resopor(como se le llama en catalán) consistía en un yogur, un vaso de leche caliente con galletas, un zumo de frutas o un flan, según el día. “Ahora solo se les da a los diabéticos”, cuenta María Àngels Rodríguez, delegada de CC OO en el centro. Los trabajadores del turno de noche del centro ya no pueden contar con el bocadillo, ensalada o caldo, con fruta o magdalena, que el hospital les daba de cenar. Dejó de suministrar este avituallamiento en junio del año pasado, y calcula que con esta medida se ahorra unos 90.000 euros al año. El hospital declinó comentar su decisión.

    Y sanitarios de guardia sin cena. La Junta de Castilla y León asegura haber ahorrado ya seis millones desde que en 2012 dejó de facilitar las comidas de los sanitarios que hacen guardia en los hospitales y los centros de salud de la región. Ahora, después de las protestas de muchos trabajadores, que consideraban que el ahorro era mínimo para la molestia que generaba — “las cafeterías de los hospitales tienen horario reducido, y nadie en su sano juicio abandona a un paciente para irse a cenar”, decía una médica—, ha decidido reponer este servicio. “En todos los hospitales”, precisa una portavoz, frente a las acusaciones de que solo ha ocurrido en algunos. “Pero solo en los hospitales, no en atención primaria”, precisa. Los seis millones de ahorro corresponden, según el servicio de salud Sacyl, a cinco de primaria y uno de hospitalaria. Ahora estas comidas vuelven a los hospitales “a coste cero, a través de la propia cocina del hospital, y en los que no se pueda, al menor coste posible (prácticamente simbólico) gestionado con las cafeterías de los centros”, añade la portavoz.

    En el Hospital Josep Trueta de Girona se han quedado sin cena y de momento no hay vista de recuperarla. Los trabajadores del turno de noche del centro ya no pueden contar con el bocadillo, ensalada o caldo, con fruta o magdalena, que el hospital les daba de cenar. Dejó de suministrar este avituallamiento en junio del año pasado, y calcula que con esta medida se ahorra unos 90.000 euros al año. “Pedimos que nos dieran unos tickets para café con leche y pastas, pero nada”, dice María Àngels Rodríguez, delegada de CC OO en el centro.

    Cobrar por la tarjeta sanitaria. Los pacientes de Baleares, Galicia, Madrid y Cataluña tienen que pagar ya por los duplicados de sus tarjetas sanitarias. En estas dos últimas autonomías, además, también se exige el pago —Madrid 10 euros y Cataluña siete— aunque sea por robo.

    Un tercio menos para la limpieza. Los gestores tienden a considerarlo un servicio secundario, complementario al de la asistencia sanitaria, pero la limpieza de centros de salud y hospitales es vital. Hace unos meses, Madrid sacó a concurso la limpieza de los cerca de 300 centros de salud de la región. Recortó el precio de la adjudicación un 30% sobre lo que costaba anteriormente. El resultado: a las pocas semanas los profesionales estaban denunciando la higiene deficiente, la acumulación de residuos, las jornadas sin personal de limpieza…

    La propia Consejería de Sanidad levantó actas de sanción por más de 70.000 euros contra la empresa por incumplimiento parcial del contrato. La empresa ha pagado, dice Sanidad, pero ha presentado un recurso de reposición. La Inspección de Trabajo determinó que la dedicación de personal de limpieza era “insuficiente” y encontró en las inspecciones “suciedad generalizada en suelos, paredes y camillas” y “riesgo biológico por la falta de higiene en consultas donde se deben hacer curas”, entre otras muchas deficiencias.

    En Castilla-La Mancha también se ha querido ahorrar con la limpieza. Los nuevos contratos que han salido a concurso ofrecían a los licitadores un 15% menos de media. Algo que, según denuncia Sinforiano Madroñal, de UGT, equivale a pérdida de puestos de trabajo. Una de las empresas, Clece, que entre otros centros iba a limpiar el Hospital de Parapléjicos de Toledo, acabó renunciando al contrato. Según CC OO, por el “recorte temerario” en los presupuestos, que pone en peligro la calidad del servicio. Desde el servicio de salud (Sescam) aseguran que la limpieza se está prestando sin problemas.

    También en Cataluña los gestores se han fijado en la limpieza como partida recortable. En el centro de atención primaria Cirera Molins, de Mataró, se ha prescindido de la persona que cubría el turno de mañana. Algunos trabajadores se han quejado al comité de empresa del Consorcio Sanitario del Maresme, que gestiona este dispositivo, de que el ambulatorio está más sucio y de que, si algún enfermo vomita o sufre pérdidas de sangre, no hay personal que lo pueda limpiar.

    Material de peor calidad. En el hospital 12 de Octubre, en Madrid, el personal de enfermería ha notado que las gasas ya no son lo que eran. “Hasta ahora eran de algodón cien por cien; ahora no, son de material sintético y no empapan ni absorben como las de antes”, señala una fuente sindical que ha recogido las quejas de los trabajadores. “El personal empieza a negarse a usarlas porque no funcionan como deberían”, añade. Una portavoz del hospital reconoce que sí hubo un problema con el anterior proveedor (se llegó a resolver el contrato), pero afirma que está resuelto y que ahora “el artículo denominado tejido sin tejer [sic]” solo ha recibido una queja de un médico.

    Algunos profesionales andaluces destacan también que en los dos últimos años ha caído la calidad del parte del material, como los guantes, el esparadrapo o las jeringuillas y abunda el made in china. “Nos quejamos y cuando es muy evidente a veces se ha cambiado. Pero otras veces han hecho una compra grande y hay que acabarlo” cuenta el secretario de Satse de Andalucía.

    La lavandería, más barata. Los servicios de salud esperan a que concluyan los contratos vigentes para sacar nuevos concursos a la baja, o bien toman un camino más directo y privatizan la gestión del servicio. Es lo que ha sucedido en la Comunidad de Madrid, cuyo Gobierno decidió en octubre adjudicar el servicio de lavandería de ropa hospitalaria —atiende a 19 hospitales públicos de la región— por 46 millones de euros. Según presumía el propio Gobierno regional, iba a ahorrar 36 millones de euros con respecto al coste anterior. ¿Qué hizo la UTE ganadora —Flisa y Lavandería Industrial Laundry Center, ambas de la Fundación ONCE?— Ofrecer a los trabajadores pasar de un sueldo medio de 1.100 euros a 660. Los empleados hicieron 42 días de huelga y consiguieron mejorar —un 25%— su sueldo. La Inspección de Trabajo comprobó que las empresas habían incurrido en una infracción “muy grave” por haber contratado empleados para sustituir a los que hacían huelga. Han recurrido.

    Centro cerrado por la tarde. Además de los recortes de personal, los gestores de algunas autonomías también han decidido reducir los horarios de algunos centros de salud, e incluso cerrar algunos puntos de urgencias rurales. Es el caso de Extremadura, donde los centros de salud ya no tienen horario de tarde, o de Murcia, donde los pocos centros que lo ofrecían ya no lo hacen. El último que, según un portavoz de la Consejería, abría en horario vespertino para atender a los pacientes de otro ambulatorio de la zona, que estaba en obras, cerrará los próximos días. Un recorte que para la Asociación de Usuarios de la Sanidad de Murcia contribuye a recortar la calidad asistencial. Esta organización de sanitarios y pacientes explica que por las tardes los centros de salud que abrían atendían urgencias, vacunas, curas…

    En la región de Murcia, además, se han cerrado cinco centros de atención continuada. Los vecinos de Portman, Librilla, La Parroquia, Campos del Río y Moratalla tienen que viajar a otro municipio cuando tienen alguna urgencia. Un portavoz de la consejería de Murcia asegura que la decisión de acortar los horarios se ha tomado por criterios de eficiencia. “Todos estos centros están a menos de 15 minutos de otro que abre las 24 horas, así que viendo que la actividad en todos ellos era residual se tomó la decisión de cambiar el horario”, indica.

    Con información de Antía Castedo, Rubén Esquitino, Reyes Rincón.

    Diez sábanas para 30 pacientes | Sociedad | EL PAÍS

    18/03/2014

    Jornalismo internado com Síndrome da Parabólica

    Ficou famosa e rodou o mundo a confissão involuntária, na Rede Globo, de Rubens Ricúpero: o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde! Aquilo que ficou conhecido, em 1994, como o Escândalo da Parabólica era, na verdade, a revelação do modus operandi do sistema mafiomidiático brasileiro. Pelas páginas dos jornais de hoje o Brasil está na iminência da quebra, à beira do poço. Escondido, como álibi da sonegação da informação, a notícia que interessa ao povo, mas causa ódio aos financiadores ideológicos do golpismo. Criação de emprego causa calafrios à direita. Bom mesmo é na Espanha, onde o desemprego beira os 27%, porque aí a fila de emprego é grande, dando mais opções por salários menores.

    Por incrível que pareça, a principal manchete da Folha de hoje é um jogo que já eles entraram perdendo:   a Copa 2014. Enquanto tentam jogar a copa contra a população e o governo, o povo fatura, o emprego, exatamente em função da Copa, cresce, e Dilma pode levar a eleição ainda no primeiro turno.  A situação no jornalismo da Folha é tão alarmante que ela já cobra uma dívida futura do setor elétrico mas esquece de lembrar aos paulistanos que o PSDB pode deixar São Paulo sem água durante a Copa. Isso não é jornalismo nem aqui nem em Cuba!

    Se em Cuba não há liberdade para fazer jornalismo, aqui as empresas deixaram de lado, por excesso de liberdade, o ramo do jornalismo e se dedicam a sugar os financiadores ideológicos. Viraram pena de aluguel! Tanto é verdade que um assunto relevante como este do pleno emprego, com economia em alta, a Folha se vale de uma agência alemã, a REUTERS. Não deixa de ser uma espécie de confissão: a REUTERS sabe mais sobre o Brasil do que a FOLHA!

    Brasil dobra criação de empregos formais em fevereiro

    Contratações em serviços apresentam resultado recorde para o mês; no total, 260,8 mil vagas foram geradas no mês passado

    DA REUTERS

    O Brasil registrou a abertura de 260.823 vagas de trabalho no mês passado, melhor resultado para meses de fevereiro desde 2011 e segundo melhor para o mês na série histórica do dado, influenciada por altas contratações no setor de serviços, na indústria e na construção civil.

    O número, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apresentado ontem pelo Ministério do Trabalho, é mais que o dobro dos 123,4 mil postos gerados em fevereiro do ano passado.

    Em janeiro deste ano foram criados 30 mil postos com carteira assinada, de acordo com dados ajustados.

    Entre os Estados, 23 tiveram mais contratações do que demissões no mês passado. O destaque em números absolutos foi São Paulo, que registrou quase 78 mil vagas a mais em fevereiro.

    Pesquisa da Reuters feita com analistas de merca- do mostrou que a expectativa era de abertura de 110 mil vagas, com as projeções variando de 91 mil a 130 mil novos postos.

    Em fevereiro, as contratações foram lideradas pela forte expansão do emprego no setor de serviços, que apresentou contratação líquida de 143,3 mil pessoas –o melhor resultado do setor para um mês de fevereiro.

    Por subsetores destacaram-se as instituições de ensino e os segmentos de alimentação, de transportes, de comunicação e de saúde.

    A indústria da transformação mostrou contratação líquida de 51,9 mil trabalhadores, enquanto a construção civil teve admissão líquida de 25 mil operários.

    O comércio gerou 19,3 mil novas vagas, e a agricultura, mais 6.000 postos.

    A elevada geração de vagas ocorre em um mês de fevereiro que não contou com o feriado do Carnaval.

    A economia brasileira mostra os primeiros sinais de que a atividade neste início de 2014 está em ritmo positivo, com produção industrial e varejo em alta. Mas, segundo o boletim Focus, do Banco Central, o mercado espera alta de apenas 1,7% no PIB (Produto Interno Bruto) deste ano.

    Com São Paulo

    09/02/2014

    Da série os que querem ensinar o que não sabem fazer

    Filed under: Marina Silva,Natura — Gilmar Crestani @ 12:36 pm
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    Por que a entrevista do homem da Natura cheira mal?

    9 de fevereiro de 2014 | 03:36 Autor: Fernando Brito

    esgotou

    O engenheiro Pedro Passos, presidente do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Industrial, ocupa duas páginas, hoje, no Estadão.

    E decreta: acabou a confiança dos empresários no Governo brasileiro!

    E passa a ditar um conjunto de ações que deveriam ser tomadas.

    Conjunto bastante estranho para quem deveria representar a indústria brasileira.

    Choque de juros.

    Liberação total das importações de automóveis.

    Fim dos incentivos de queda no IPI para a linha branca (fogões, lavadoras, geladeiras…).

    Ele diz que o modelo de consumo (popular) está esgotado.

    Mas o Dr. Pedro Passos não é um mero estudioso dos problemas da indústria.

    É um dos sócios da Natura, junto com Guilherme Leal (que foi o vice da chapa de Marina Silva, em 2010 ) e Antonio Seabra.

    E a Natura, depois de um crescimento fulgurante vai mal, muito mal.

    Seu modelo de negócios, à base de consultoras mal pagas e que têm de arcar com o custo do giro do comércio dos produtos e enfrentam a concorrência das compras diretamente via web, ficou ultrapassado.

    cosmeticos2O crescimento da Mary Kay, que entrara timidamente no Brasil em 1998 e cresceu muito e a concorrência d’O Boticário e da velha Avon, repaginada.

    O mercado de cosméticos no Brasil cresceu muito – veja a tabela – e as demandas mudaram. Em uma delas, a entrada de pessoas com menor poder aquisitivo no mercado, a Natura foi extremamente lenta em adaptar-se e seus produtos adquiriram a fama de caros demais, mesmo queando, em alguns casos, se equiparavam aos concorrentes.

    A empresa  , perdeu 2,9 %  participação de mercado no primeiro semestre de 2013, o segmento de cosméticos e fragrâncias, carro-chefe da companhia. Em 2012, já tinha perdido uma fatia do segmento de produtos de higiene.

    partmercado

    Entre 2011 e 2012 foi a única grande empresa do setor que perdeu mercado, como você no quadro ao lado.

    Ninguém duvida que o segmento industrial brasileiro tem problemas e o maior deles é a dificuldade de inovar e de acessar mercados externos, que não deveriam ser problemas para a Natura e são, porque com todo o glamour ecológico que a empresa procurou emprestar-se – até participando de uma candidatura “verde”, ela não conseguiu fazer isso em grande escala.

    Segunda-feira a Natura apresenta seus resultados de 2013.

    Vamos ver, então, que tipo de modelo “está esgotado”.

    E lá na Natura, o Dr. Passos não precisa nem de eleição para mudar, basta mandar.

    Porque lá ele é o dono.

    Coisa que, apesar da arrogância de suas opiniões, ele não é do Brasil.

    Por que a entrevista do homem da Natura cheira mal? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    02/02/2014

    O Brasil está péssimo para quem compra casa por U$ 10 (dez dólares) em Miami

    Filed under: Brasil,Economia — Gilmar Crestani @ 8:46 am
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    Pleno emprego, renda em alta, diminuição da desigualdade social só podia dar nisso. Fuga em balsa para Miami…

    ENTREVISTA BERNARDO PARNES

    Incluir o Brasil entre os ‘cinco frágeis’ é injusto

    País precisa de ajustes, mas não tem problema estrutural, diz executivo do Deutsche Bank

    Para Parnes, Dilma disse em Davos tudo o que os investidores queriam ouvir, mas precisa mostrar serviço

    DAVID FRIEDLANDERDE SÃO PAULO

    O Brasil não deveria estar no grupo dos "cinco frágeis", apelido do momento no mercado financeiro, criado para apontar os países emergentes que seriam mais vulneráveis a um movimento de fuga de capitais (Turquia, Índia, Indonésia e África do Sul, além do Brasil).

    "Acho injusto. O país nunca foi a maravilha que diziam anos atrás, mas também não está ruim como falam agora", afirma Bernardo Parnes, presidente na América Latina do Deutsche Bank, um dos maiores bancos do mundo.

    Ainda assim, segundo ele, o governo precisa arrumar suas contas para recuperar a confiança dos investidores –que andam com o pé atrás em relação ao Brasil.

    A recente presença da presidente Dilma Rousseff no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, ajuda, mas não é suficiente. "Ela falou o que os investidores queriam ouvir. Agora, mostra."

    A seguir, os principais trechos da entrevista.

    Folha – A tensão financeira que tomou conta dos países emergentes nos últimos dias pode se transformar em uma crise?

    Bernardo Parnes – A redução dos estímulos à economia americana e as dúvidas em relação ao ritmo de crescimento da China vão sugar dólares que já estavam ou que iriam para os emergentes. Esses países vão ter que se arranjar com menos dinheiro disponível no mercado internacional.

    Se isso vai virar crise ou não, ainda não dá para saber. Não está claro se, além dos fatores Estados Unidos e China, os emergentes estão perdendo dólares também por causa de uma onda de desconfiança em suas economias ou se é um movimento financeiro, de especulação com moedas e taxas de juros. Ou se são as duas coisas misturadas.

    O que o sr. acha?

    Neste momento, parece questão financeira. Se for isso, será passageiro. Se for desconfiança, será mais sério.

    Pode afetar o Brasil?

    Se a instabilidade persistir, pode. Nesse cenário, o dólar subiria, pressionaria a inflação e a consequência seria um aumento da taxa de juros, que inibiria o crescimento. Olha a Turquia. Eles aumentaram a taxa de juros em 5,5 pontos percentuais de uma só vez, para evitar uma desvalorização maior da moeda deles. Nunca tinha visto algo assim antes.

    A presidente Dilma Rousseff foi ao Fórum Econômico Mundial de Davos [Suíça] na tentativa de diminuir o sentimento negativo que muitos investidores desenvolveram em relação ao Brasil. O sr. acha que ela conseguiu?

    A presença dela foi muito importante, mas não é suficiente. A presidente foi lá e disse que está preocupada com a política fiscal, a inflação, os investimentos e as concessões. Ótimo. Era tudo o que os investidores queriam ouvir. Agora, mostra.

    Por que os investidores estão com o pé tão atrás em relação ao Brasil?

    O pessoal está cético, porque a gente vem de um ano com deficit fiscal maior que o esperado, gasto excessivo do setor público, deficit em conta-corrente e inflação alta. Não temos um problema estrutural, mas os fundamentos da economia precisam melhorar.

    E agora colocaram o Brasil entre os "cinco frágeis"…

    Mas o Brasil é um dos "cinco frágeis"?

    Acho injusto dizer isso. O país nunca foi aquela maravilha que diziam alguns anos atrás, mas também não está tão ruim como dizem agora.

    A economia está crescendo, embora bem abaixo do seu potencial. Dá para melhorar. É preciso focar a redução do gasto público e o controle efetivo da inflação e se esforçar mais para atrair investimento privado para a área de infraestrutura.

    Um sinal de que não há medo estrutural no Brasil é que na nossa mesa de renda fixa há mais estrangeiros investindo do que brasileiros. Na renda variável, tem muito estrangeiro voltando para fazer compras seletivas. O Brasil não é um dos frágeis. Mas precisa melhorar.

    A Argentina está quebrando?

    Ao contrário, acho que a Argentina está caindo na real. Eles liberaram o câmbio e acho que a médio prazo isso vai ser bom. O Brasil pode sentir reflexo da crise deles, porque vendemos aos argentinos 8% de nossas exportações, principalmente automóveis. Podemos ser afetados. Mas acho que pouco.

    O que o sr. espera da economia neste ano?

    Inflação mais perto do teto que do centro da meta, na casa dos 6%. Crescimento de 2% do PIB (Produto Interno Bruto), o que, para o Brasil, é pouco.

    O consumo vai crescer moderadamente, devido à desaceleração da renda, do trabalho e do crédito.

    O investimento deverá se beneficiar dos programas de concessões, mas pode ser afetado negativamente pela alta dos juros e pela volatilidade dos mercados internacionais. Sobretudo devido à política monetária dos EUA e à incerteza sobre o crescimento da China.

    Será um ano complexo.

    21/01/2014

    Mais um motivo para odiar Lula e Dilma

    Filed under: Crise Financeira Européia,Desemprego,Lula Seja Louvado,Marolinha — Gilmar Crestani @ 8:51 am
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    Desde a crise de 2008, 62 milhões de pessoas perderam o emprego mundo afora. No Brasil, graças ao Lula e, depois, ao seu poste, aconteceu tudo ao contrário.

    Pleno emprego, é tudo o que os senhores de escravo odeiam.

    Afinal, por que pagar um salário mínimo se poderia ter pago meio? Mesmo pequena, também houve distribuição de riqueza. Milhões saíram da miséria absoluta para um vida menos indigna.Tudo bem, não viraram milionários nem passaram a ter uma vida dos sonhos, mas será que alguém ainda preferiria que continuassem onde estavam?!

    Sim, infelizmente, a se julgar pelo que se lê nos grupos mafiomidiáticos, Lula e Dilma deram um golpe comunista e destruíram o Brasil. Como prova a declaração da dona do Magazine Luíza: “mídia só vê o copo do lado vazio”. Seria engraçado não fosse trágica a desfaçatez destes energúmenos. Como reza a lenda nas redações, se os fatos não estiverem de acordo com os interesses deles, pior para os fatos!

     

    Mundo perde 62 milhões de empregos

    Desde 2008, número de desempregados cresceu e concentração de riqueza aumentou: 85 pessoas têm renda equivalente a 50% da população global

    20 de janeiro de 2014 | 22h 07

    Jamil Chade – O Estado de S. Paulo

    A crise financeira iniciada em 2008 expulsou do mercado de trabalho 62 milhões de pessoas no mundo e, hoje, 202 milhões de pessoas estão desempregadas, o equivalente a um Brasil inteiro. Enquanto isso, uma elite composta por apenas 85 indivíduos controla o equivalente à renda de 3,5 bilhões de pessoas no mundo.

    Dados divulgados nesta segunda-feira pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela entidade Oxfam revelam o impacto social da crise de 2008. Meia década depois do colapso dos mercados, os ricos estão mais ricos e a luta contra a pobreza sofreu forte abalo. Hoje, 1% da população mundial tem metade da riqueza global.

    Os levantamentos foram publicados na véspera do Fórum Econômico Mundial, que começa amanhã em Davos. Pela primeira vez nos mais de 40 anos da entidade, os organizadores reconhecem a desigualdade como o maior risco para o planeta.

    Para a OIT e a Oxfam, a crise mundial gerou uma concentração de renda inédita no mundo rico nos últimos 70 anos e fez o número de desempregados bater recorde. O que mais preocupa as entidades é que a recuperação da economia não está sendo seguida por uma geração de postos de trabalho e a previsão é de que, em 2018, 215 milhões de pessoas não terão emprego. "A crise é muito séria e o número de desempregados continua a subir", disse Guy Ryder, diretor-geral da OIT. "Precisamos repensar todas as políticas. A crise não vai acabar até que as pessoas voltem a trabalhar."

    Em 2013, mais 5 milhões perderam o emprego, principalmente na Ásia. Desde 2008, um volume extra de 32 milhões de pessoas busca trabalho, sem sucesso. Mas outras 30 milhões de pessoas simplesmente abandonaram o mercado de trabalho e desistiram de procurar empregos. Só em 2013, foram 23 milhões. "Essas são taxas inaceitáveis", disse Ryder. Hoje, a taxa de desemprego global é de 6%. Por enquanto, não há sinal de queda do desemprego na Europa, enquanto outras regiões começaram a registrar aumento.

    Jovens. Outra preocupação da OIT é com o fato de que 13,1% dos jovens do mundo continuam sem emprego – 74,5 milhões de pessoas. Apenas em 2013, 1 milhão de jovens perderam seus trabalhos. Mesmo entre os empregados, a situação nem sempre é adequada. Segundo a OIT, 375 milhões de pessoas ganham menos de US$ 1,25 por dia. Outros 839 milhões ganham menos de US$ 2.

    O que a OIT registrou ainda é que os esforços de redução da pobreza foram afetados pela crise. Em média, o número de pessoas que ganhavam menos de US$ 2 por dia caía em média 12% ao ano. Em 2013, a redução foi de apenas 2,7%.

    Enquanto a luta contra a pobreza perde força, dados da Oxfam mostram que a disparidade social no planeta ganhou força desde 2008, quando a crise mundial afetou em especial as classes médias. Hoje, as 85 maiores fortunas do mundo somam US$ 1,7 trilhão, a mesma renda de metade da população. O grupo de 1% mais rico tem renda 65 vezes superior aos 50% mais pobres. 70% da população vive hoje em países onde a desigualdade aumentou nos últimos 30 anos. "As elites globais estão mais ricas e a maioria da população mundial está excluída", diz o informe.

    Cerca de 10% da população mundial controla 86% dos ativos do planeta. Os 70% mais pobres controlam apenas 3%. Nos EUA, 95% do crescimento gerado após a crise de 2008 ficou nas mãos de 1% da população. Os dez mais ricos da Europa mantêm fortunas equivalentes a todos os pacotes de resgate aos países da região entre 2008 e 2010 – cerca de 200 bilhões.

    No que se refere ao Brasil, a Oxfam aponta para o "significativo sucesso" em reduzir as desigualdades graças a investimentos públicos e aumento de salário mínimo em mais de 50% desde 2003. Ainda assim, o Brasil é a economia onde a renda dos pais mais determina o sucesso dos filhos. A Dinamarca e Suécia estão no lado oposto da tabela.

    Para Winnie Byanyima, diretora da Oxfam, o controle da economia mundial por um pequeno grupo não ocorreu por acaso. "A concentração de renda aconteceu por um processo em que a elite levou o processo político a desenhar regras no sistema econômico que a favorecessem."

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