Ficha Corrida

29/12/2014

“Suguem mais um pouco e venham para o nosso lado”

Si vis pacem para bellum, ou em livre tradução tucana: “Suguem mais um pouco e venham para o nosso lado”. Quando Lula ameaçou limpar os dejetos deixados pelo PSDB, a velha mídia golpista abraçou a causa e acusou o golpe: “aparelhamento do Estado”. As tentativas de limpeza barraram na proteção que a velha mídia sempre dá ao PSDB. Paulo Roberto Costa, funcionário de carreira da Petrobrás, ganhou o primeiro cargo com FHC. Precisou chegar Dilma para despacha-lo. Outra, parceira de todas as horas do PSDB, Venina Velosa, está sendo alcovitada pela velha mídia golpista. A partir do momento em que são pegos, basta se voltarem contra o PT para que a velha mídia endosse e passa a beatifica-los.

Depois de fritarem Aécio Neves em banho de pó, já que em São Paulo Cantareira virou pó, a mídia paulista começa a preparar o terreno para sedimentar o caminho de seus pupilos, Geraldo Alckmin ou José Serra. O problema não é só Lula pela frente. O ataque também virá de trás. Será a vez de Aécio mandar O Estado de Minas publicar um artigo para desancar o pó do Sistema Cantareira: Pó pará, governador Geraldo Alckmin… E a Veja ver-se-á na contingência de revidar: São Paulo a reboque, não. Se o Instituto Millenium abraçou com unhas e dentes o Senador com a pior nota de avaliação, com certeza terá menos dificuldade ainda para se assoCIAr aos dois tucanos paulistas.

O problema é que até 2018 não haverá mais revistas nem jornais. A internet estará ainda mais popular e não sobrará pedra sobre pedra. Tudo virará pó! Além do que a operação Mani pulite na Petrobrás poderá catapultar um Silvio Berlusconi para abrilhantar as noites de Bunga Bunga nos trópicos…

29/12/2014 – Ex-Presidente do PSDB telefonava para doleiro Youssef cobrando propinas “atrasadas” da Petrobrás

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O empresário Leonardo Meirelles afirmou, em depoimento na 13ª Vara Federal de Curitiba, que outros políticos do PSDB, além do ex-presidente do partido Sérgio Guerra, receberam dinheiro desviado da Petrobras pela organização do doleiro Alberto Youssef. Meirelles aparece como um dos donos do Labogen, o laboratório usado por Youssef para mandar aproximadamente US$ 130 milhões para o exterior a partir de falsos contratos de importação e exportação.

O empresário falou sobre o suposto envolvimento de políticos do PSDB em perguntas de seu advogado Haroldo Nater durante audiência oficiada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, na segunda-feira. O advogado perguntou se outros partidos, além do PP, PT e PMDB foram beneficiados com desvios de dinheiro da Petrobras pelo grupo de Youssef.

– Acredito eu que o PSDB e eventualmente algum padrinho político do passado e provável conterrâneo ou da região do senhor Alberto – disse Meirelles.

Quando o advogado pediu mais detalhes, Moro interveio. Para o juiz, Meirelles não precisaria identificar os personagens sobre os quais estava falando. Se mencionasse o envolvimento de políticos com foro privilegiados, Moro teria que interromper o processo e mandar os autos para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Na sequência da conversa, também em resposta a pergunta de Nater, Meirelles confirmou que presenciou uma conversa por telefone entre Youssef e Sérgio Guerra. O ex-senador estaria cobrando uma promessa não devidamente cumprida pelo doleiro.

– Um ajuste, não uma reclamação, de coisas do passado – disse Meirelles.

Em um dos depoimentos da delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que pagou R$ 10 milhões para Sérgio Guerra com o objetivo de esvaziar a CPI da Petrobras em 2009. A CPI, que começou de forma ruidosa para investigar supostas fraudes na construção da refinaria de Abreu e Lima, entre outras obras da Petrobras, terminou sem qualquer resultado concreto. Guerra morreu em março deste ano e foi substituído na presidência do PSDB pelo senador Aécio Neves, candidato do partido à presidência da República. Na semana passada, a direção do partido disse que todas as denúncias têm que ser investigadas.

(Estadão)

Ex-Presidente do PSDB telefonava para doleiro Youssef cobrando propinas “atrasadas” da Petrobrás « Poços10 – Poder e Política

26/12/2014

Graças à Venina, venenosa!

Filed under: Graça Foster,Petrobrax,Petrobrás,Venina Velosa da Fonseca — Gilmar Crestani @ 11:03 am
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petrobras-x-petrobrax_tucano

Não há nenhum diferença entre Graça Foster e Venina Velosa, a não ser a mentira… É a mesma diferença que há entre Petrobrás x Petrobrax

As conclusões de uma empresa de análise de voz sobre a entrevista de Venina

Postado em 24 de dezembro de 2014 às 2:44 pm

Uma empresa especializada em análise de voz, a Truster, examinou a entrevista que Venina Fonseca concedeu ao Fantástico.

A Truster é representante oficial, no Brasil, da Nemesysco, empresa israelense de análise de voz.

As principais conclusões:

#”Muitas afirmações são fantasiosas e apelativas, como se ela estivesse seguindo um script.”

#”Em diversos momentos ela foge à pergunta formulada, ou não responde.”

#”Ela parece estar buscando uma vingança e não fazer justiça em nome dos funcionários da Petrobras.”

#”A senhora Venina não foi verdadeira ao tentar envolver algumas pessoas em sua denúncia.”

Aqui, você pode ver a análise completa.

Diário do Centro do Mundo » As conclusões de uma empresa de análise de voz sobre a entrevista de Venina

O relatório de uma empresa de análise de voz sobre Graça no JN

Postado em 26 de dezembro de 2014 às 12:00 am

A Truster, empresa especializada em análise de voz, examinou a entrevista que Graça Foster concedeu ao Jornal Nacional.

A Truster representa no Brasil a Nemesysco, líder mundial neste segmento.

Graça, segundo a Truster, fez um “esforço massivo” para responder às perguntas. “Ela foi verdadeira na maior parte de suas respostas”, diz o laudo.

O relatório completo você pode ver aqui.

Diário do Centro do Mundo » O relatório de uma empresa de análise de voz sobre Graça no JN

22/12/2014

A Santinha da Globo

A beatificação de Venina tem precedentes na história religiosa. Santo Agostinho trilhou os mesmos atalhos da nova heroína da Globo. Também ela, como o Bispo de Hipona, perpetra suas confissões. Descoberto seu “pecado original” no casal Adão e Eva da Petrobrás, Paulo Roberto Costa e Graça Foster, Venina vai fazer sua purgação em público. A casa santa escolhida para receber a bênção e o perdão foi o prostíbulo da Globo. A conversão de vários personagens desta história, ou reconversão como o é aquela do eterno colaborador da Justiça e do PSDB, Alberto Youssef. Tanto que sua profissão de conversor se confunde com a de delator. Não me espantaria se, pelas reincidências, pedisse vínculo empregatício pelos “serviços prestados”.

A vida imita a arte. A informação trazida pelo Tijolaço traz-me à lembrança o grande poeta português, Fernando Pessoa:

Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.

A heroína do Fantástico e a Venina do Linkedin…Duas vidas diferentes?

22 de dezembro de 2014 | 09:07 Autor: Fernando Brito

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Depois de aceitar que Paulo Roberto Costa passou ao menos três anos roubando “enojado” e “enojado” continuava recebendo parcelas de propinas por contratos mesmo depois de ter sido afastado da empresa, agora temos a história mais que capciosa de D. Venina Fonseca, a quem não posso, por desconhecimento – a Petrobras não abriu os detalhes dos processos interno que correm contra ela, embora ela tenha ido ao Fantástico acusar a presidente da empresa de cúmplice de todos os malfeitos da empresa.

Mas posso, como qualquer jornalista deveria fazer, comparar o que ela disse na televisão com o que é, segundo ela própria, sua carreira na empresa.

Segundo a transcrição da entrevista feita pelo Diário do Centro do Mundo, ela diz que “eu trabalhei junto com Paulo Roberto, isso eu não posso negar. Na diretoria de abastecimento, a partir de 2005″.

Não é verdade, segundo a própria Venina informa em seu currículo no Linkedin.

Lá, consta que ela era – o texto eu cito em inglês, como está escrito – “Manager, Implementation of Integrated Management Systems at Natural Gas Logistics Supervision Centre. De “May 2002 – May 2004 (2 years 1 month)“.

Ora, de 2001 a 2003, Paulo Roberto Costa era responsável pela Gerência Geral de Logística da Unidade de Negócios Gás Natural da Petrobras…

Depois, segundo a própria Venina, em  seu Linkedin, foi ser “Assistant Manager to the Downstream Director’s Office” (diretor de abastecimento), em maio de  2004.

Paulo Roberto Costa assumiu a diretoria de abastecimento em…14 de maio de 2004.

Não seria justo inferir ligações anteriores, mas é a própria Venina quem documenta que não foi “na diretoria de Abastecimento, a partir de 2005″, mas durante ao menos sete anos era auxiliar de confiança de Paulo Roberto Costa.

Mais adiante, Venina diz:

“A opção que eles fizeram em 2009 foi realimente me mandar para o lugar mais longe possível, isso está entre aspas, onde eu tivesse o menor contato possível. Com a empresa, aparentemente eu estaria ganhando um prêmio indo para Cingapura, mas o que aconteceu foi que realmente quando eu cheguei lá me foi dito que eu não poderia trabalhar, que eu não poderia ter contato com o negócio, era para eu procurar um curso”.

De fato, Venina foi para Cingapura, como “Chief Executive Officer, PM Bio Trading Pte Ltd”, uma joint-venture entre a Petrobras, a Mitsui e a empreiteira Camargo Correia, empresa subordinada a….Paulo Roberto Costa, o diretor de Abastecimento enojado …

Quando PRC cai, Venina não é perseguida, mas promovida.

Passa a diretora-gerente (“Managing Director, Petrobras Singapore Private Limited”).

E, segundo ela própria, com amplos poderes pois assim ela define suas funções, desde então:

“Responsável por conduzir o aumento das receitas junto com as margens de lucro e ser responsável por todos os contratos, a evolução dos negócios, as principais partes interessadas e clientes. – Reestruturação de toda a unidade, que resultou em significativa redução de custos e aumentando o lucro líquido três vezes nos primeiros seis meses de nomeação. – Liderou s Petrobras Singapore (PSPL) para atingir um lucro líquido recorde de US 59,5 milhões  em 2012 de US $ 18 milhões em 2011, e, posteriormente, outro avanço no lucro líquido, de US $ 184 milhões em 2013″

Nada de ficar “encostada”, portanto. E muito menos de viver trancada, numa situação de quase “escrava branca”, algo que justificasse a melodramática declaração ao Fantástico de que ” me afastar(am) do meu país, das empresas que eu tanto gostava, dos meus colegas de trabalho. Eu fui para Cingapura, eu não vi minha mãe adoecendo. Minha mãe ficou cega, transplante de coração, eu não pude acompanhar minha mãe. Meu marido não pôde mais trabalhar, ele teve que retornar.”

O marido de Venina, Mauricio Luz, também segundo o seu Linkedin, “had been lived in Singapore from january 2010 to june 2012, working as a consultant and helping to implement the Braskem office in Singapore“.

A Braskem é uma empresa que tem, entre os principais acionistas …a Petrobras, com 47% e a Odebrecht, com 50%.

A saída de Luz, também casualmente, coincide com a queda de Paulo Roberto Costa.

Não se faz aqui, como se viu, nenhuma acusação a Venina, porque seria um absurdo acusar, como ela faz, alguém de irregularidades e cumplicidadessem ter provas cabais disto.

Mas não é possível afasta-la de todo este caso. Ela estava dentro dos esquemas de Paulo Roberto ou, pelo menos, aceitou-os.

O Brasil está mesmo virando uma fábrica de “santinhos”

A heroína do Fantástico e a Venina do Linkedin…Duas vidas diferentes? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

21/12/2014

Globo usa uma heroína Veninosa

delatora A última aventura da Globo a própria admitiu que “foi um erro” ; mas não devolveu nada do que faturou com aquilo que foi um erro. Pelo contrário, usa das gorduras adquiridas com a ditadura para continuar faturando na democracia. Neste caso em particular, A Globo sabe escolher imagens. A Globo usa uma foto da moça de quando a Petrobrás foi criada, quando ela entregou contratos milionários ao próprio marido, até a textura do cabelo havia mudado. Como todo alcaguete, só na Globo sai bem na foto. Principalmente porque levanta do dedo sujo, sabe-se lá de onde tirou, para apontar nos outros os próprios mal0feitos.

Ex-quase-heroína da mídia, Venina pode terminar vilã

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"Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho", anunciava pelo Twitter a jornalista Leilane Neubarth, da Globonews, antes de apresentá-la ao distinto público; agora, sabe-se que Venina fez dois contratos sem licitação com a empresa do ex-marido, que somam R$ 7,8 milhões; o que Leilane diria a respeito?

21 de Dezembro de 2014 às 16:09

247 – "Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho. Vamos falar dela na Ed. Das Seis", anunciou a jornalista Leilane Neubarth, apresentadora da Globonews, em sua conta no Twitter, no dia 12 de dezembro deste ano.

A geóloga Venina Velosa, que, na semana passada, depôs diante da equipe do juiz Sergio Moro, no Paraná, parecia ser, aos olhos da imprensa familiar, o personagem capaz de demitir Graça Foster da Petrobras, pelo fato de, supostamente, tê-la alertado dos desvios na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Nove dias depois, no entanto, Venina já se vê em outra posição: não mais de estilingue, mas sim de vidraça. Ontem, o jornalista Jorge Bastos Moreno revelou que ela contratou, sem licitação, a empresa do ex-marido por R$ 7,8 milhões, em dois contratos: um de R$ 2,4 milhões e outro de R$ 5,4 milhões. Leia abaixo a nota:

Entre o mar e a terra

A direção da Petrobras insiste em chamar, em notas, a sua ex-gerente Venina Velosa de “a empregada”. Percebe-se aí uma sutil tentativa de desqualificação, que se torna mais contundente, na medida em que tenta mostrar o seu envolvimento com o caso da refinaria Abreu e Lima, por exemplo. Tentar desqualificar a funcionária não é o melhor caminho para defender-se de suas denúncias.
Mas nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Não se pode demonizá-la, nem endeusá-la, pois o foco não é ela, mas as suas denúncias. Independentemente disso, Venina tem muita coisa nebulosa também a esclarecer, como a contratação, sem licitação, da empresa Salvaterra, do hoje ex-marido, Maurício Luz, em 2004 (R$ 2,4 milhões) e 2006 (R$ 5,4 milhões), para serviços de consultoria; e também a de Nílvia Vogel como funcionária local, mas custeando sua mudança, quando exercia a representação em Cingapura. Há outros processos contra ela na empresa.

Ex-quase-heroína da mídia, Venina pode terminar vilã | Brasil 24/7

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