Ficha Corrida

17/08/2016

Entenda porque Marta Suplicy odeia Dilma e ama CUnha

Ninguém dá cavalinho de pau na política a menos que seja Marta Suplicy, que de seu não tem sequer o sobrenome, e com culpa em cartório. A Folha de São Paulo entrega as explicações do repentino apoio a Eduardo CUnha e Michel Temer no Golpe Paraguaio. Uma revelação como esta em relação ao primeiro a ser comido, ou mesmo envolvendo João Dória Jr não espantaria e seria tratado como um evento da natureza, mas em relação aos recém convertidos à cleptocracia desenfreada abala qualquer esperança na humanidade. Não há necessidade de mais nenhuma vírgula para entender o verdadeiro caráter desta alpinista.

Em delação, Odebrecht cita caixa 2 de R$ 500 mil para Marta em 2010

Lucas Lima/UOL/Folhapress

A senadora Marta Suplicy (PMDB), pré-candidata a Prefeitura de São Paulo, participa de sabatina no estúdio do UOL, na capital paulista

A senadora Marta Suplicy (PMDB), candidata à Prefeitura de São Paulo

BELA MEGALE
DE BRASÍLIA

17/08/2016 02h00

A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) recebeu doação de R$ 500 mil via caixa dois da Odebrecht na campanha de 2010, segundo informação prestada durante processo de delação premiada de executivos da empresa.

Corrigido pela inflação do período, o valor seria hoje de R$ 757 mil.

Na época, Marta concorreu ao cargo pelo PT, partido que deixou em 2015 para se filiar ao PMDB, legenda pela qual disputa este ano a Prefeitura de São Paulo.

A senadora nega a acusação e diz não ter recebido doações da Odebrecht na eleição de 2010. Não constam registros de contribuição da empreiteira à campanha dela na Justiça Eleitoral naquele ano.

A informação foi prestada há cerca de duas semanas aos procuradores da República em Curitiba, que conduzem o processo de delação.

A negociação com os executivos ocorre paralelamente às conversas sobre a leniência com a Odebrecht, espécie de delação para pessoas jurídicas.

A citação a Marta integra um dos volumes preliminares da negociação com os procuradores. Caso o acordo de delação seja fechado, essas informações poderão ou não entrar na versão final.

Segundo depoimento prestado aos procuradores, a negociação sobre os R$ 500 mil foi feita com o empresário Márcio Toledo, hoje marido de Marta e namorado da senadora em 2010.

Toledo atuou nos bastidores da coordenação daquela campanha, inclusive na articulação para buscar potenciais doadores.

É a primeira vez que Marta Suplicy aparece como suposta beneficiária de caixa dois na investigação da Lava Jato.

Em junho do ano passado, o nome da senadora apareceu em laudo da Polícia Federal mostrando que sua campanha para o Senado recebeu R$ 100 mil em doações oficiais de duas empresas do lobista Julio Camargo, outro delator da Lava Jato.

Essas empresas se tornaram alvo de investigação por receber dinheiro da empreiteira Camargo Corrêa sem ter prestado serviço.

Na mesma semana em que o diretor da Odebrecht mencionou Marta, Marcelo Odebrecht, herdeiro do grupo e preso há mais de um ano no Paraná, teve uma conversa de mais de sete horas com os investigadores.

Um dos pontos que têm trazido dificuldades para a delação da empreiteira ser selada é que, como no caso de Marta e em outros, os executivos adotaram a versão de que a maioria pagamentos foi caixa dois, doação não declarada, e não propina.

Para fechar um acordo, os procuradores cobram dados sobre corrupção, incluindo repasse a campanhas eleitorais de recursos desviados dos cofres públicos.

A Folha revelou, no dia 7 de agosto, que executivos da Odebrecht afirmaram aos investigadores da Lava Jato que a campanha do hoje ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), à Presidência, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira via caixa dois.
Corrigido pela inflação do período, o valor atualmente equivale a R$ 34,5 milhões.

Marta Suplicy se elegeu senadora em 2010 por São Paulo com 22% dos votos, atrás de Aloysio Nunes (PSDB), que teve 30%.

Em abril de 2015, após ser ministra de Dilma Rousseff, ela entregou carta de desfiliação acusando o PT de limitar sua atuação. Cinco meses depois, se filiou ao PMDB com o objetivo de concorrer à prefeitura. Em pesquisa Datafolha em julho, ela apareceu em segundo lugar, com 16%.

OUTRO LADO

Procurada pela reportagem, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) afirmou, por meio de sua assessoria, que "não houve nenhuma doação da Odebrecht" à sua campanha nas eleições de 2010.

"Os responsáveis pela arrecadação e prestação de contas foram o tesoureiro da campanha e o Comitê Financeiro Único do PT", afirmou. "Todas as doações da campanha foram contabilizadas oficialmente e declaradas à Justiça Eleitoral", completou.

Apontado pela empreiteira investigada na Lava Jato como intermediário da negociação para o suposto repasse, o marido dela, Márcio Toledo, declarou ser "leviana e mentirosa a afirmação de que negociei com a Odebrecht doação de recursos para a campanha de Marta Suplicy ao Senado em 2010".

26/03/2016

Os golpistas estão na mídia

No início dos anos 2000 o Rio Grande estava cansado de governos corruptos aliados a grupos corruptos. A manipulação das informações sempre foi um produto típico, D.O.C., made in RBS. Foi a partir da manipulação das pesquisas eleitoras, quando a RBS pretendia novamente montar seu cavalo paraguaio, que criamos o movimento Zero Fora, que pedia Mid@ética.

Na época já propúnhamos que a esquerda boicotasse os grupos golpistas. Conseguimos o cancelamento, conforme admitiu a própria Rosane de Oliveira em debate na Fabico, de 25 mil assinaturas da Zero Hora. De lá para cá a esquerda continuou dando, com suas entrevistas, legitimidade aos golpistas.

Se a esquerda parasse de aparecer no monopólio comandado pela Rede Bunda Suja, pega na Operação Zelotes, mas também presente na Operação Pavlova e Operação Ouro Verde (Portocred), o golpismo seria menos convincente. A massa de midiotas, que seguem abestalhados e amestrados como bovinos, já teria se dado conta de tamanha parcialidade.

A velha mídia, sempre salva pelos cofres públicos, está pendurada no pincel. Neste momento depende dos corruptos. Um golpe comandado por Eduardo CUnha tem tudo a ver com os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. E se as cinco irmãs (Folha, Veja, Estadão, Globo & RBS) ainda conseguem comandar a marcha dos zumbis é porque a esquerda, como mariposas nos holofotes, fez parecer que é imparcial.

O Brasil só mudará de patamar quando golpe paraguaio for palavrão. Quando uma concessão pública seja punida por incitar o ódio, como faz a Rede Globo. Quando os maiores golpistas e seus financiadores ideológicos sejam punidos, e não premiados (delação premiada), pela corrupção diturna que praticam.

Leia aqui artigo de 2002 que escrevi para o Observatório da Imprensa, e que foi republicado por vários sites, mas da Zero Hora só recebi, como é de costume, ameaças de processos judiciais.

Ou acabemos com os golpistas, ou os golpistas, de golpe em golpe, escravizam todo o Brasil. E os escravos, como se pelos exemplos dos midiotas, acabem gostando da ideia…

 

João Feres Jr: Boicote a grande mídia!

Joao_Feres

sab, 26/03/2016 – 07:12

João Feres Jr: Boicote a grande mídia!

O título acima é assim mesmo, sem crase. A frase é um chamamento! Nela boicote é verbo transitivo direto, e não o substantivo boicote, que seria regido pela preposição a.

Sou professor universitário e coordenador de dois grupos de pesquisa: o GEMAA, dedicado ao estudo de políticas de ação afirmativa, raça e gênero — provavelmente a maior referência no país na produção de análises sobre estas políticas — e o LEMEP, que enfoca a interação entre mídia e esfera pública, e produz o site Manchetômetro e o boletim Congresso em Notas — o primeiro com análises diárias da cobertura de política e economia da grande mídia e o segundo com notícias semanais sobre pautas importantes no Congresso Nacional.

Regularmente divulgamos os resultados das pesquisas do GEMAA, e tais resultados são frequentemente publicados na grande mídia. Essa mesma mídia nunca publicou uma linha sobre o Manchetômetro, a despeito do sucesso que o site fez na eleição de 2014 na mídia estrangeira,  internet, blogs e redes sociais. A única tentativa feita foi uma entrevista por  telefone que a ombudsman da Folha começou a fazer comigo, mas que foi abortada quando ela percebeu que não conseguiria usar minhas declarações para referendar uma imagem de equilíbrio da cobertura do jornal, episódio que narrei em detalhes em artigo na época.

Ao longo dos anos tenho dado muitas entrevistas a jornais, revistas e programas televisivos, do Brasil e do exterior. Participo também regularmente de programas de TV e rádio. Há algumas eleições venho também escrevendo pequenos artigos de análise política e desde a eleição de 2010 passei a ser bastante procurado por todo tipo de mídia para comentar política. Sou cientista político de formação. A análise política é uma vocação central da nossa profissão. Uma à qual não me furto.

Já comentei e dei entrevistas para um sem número de órgãos de imprensa do Brasil e do exterior, inclusive para todos os três grandes jornais do Sudeste, Folha, O Globo e Estado, para seus sites noticiosos, para os principais canais da TV aberta e para alguns canais de cabo. Contudo, a partir da crise política que se instalou nos últimos meses em nosso pais, não mais colaborarei com esses meios de comunicação. O assalto à democracia brasileira patrocinada pela grande mídia brasileira é tamanho, sua disposição de distorcer os fatos e versões tão pronunciada, sua adesão política reacionária tão gritante, sua insistência em sempre ouvir somente um lado da contenda, ou de sub-representar desonestamente a opinião legalista, sua incitação a movimentos sociais fascistas e golpistas, que resolvi dizer um basta.

Há quinze dias tomei a decisão de não mais cooperar com qualquer meio de comunicação que estivesse em campanha aberta contra as instituições democráticas de nossos país. Fiz então um post no Facebook conclamando todos meus face-amigos, e particularmente os acadêmicos, a interromper a colaboração com a grande mídia. Dias depois, fui procurado por jornalista do Estadão por telefone para comentar o programa de ação afirmativa da USP, a universidade que mais resiste a democratizar o acesso no pais, me neguei dizendo não cooperar com um meio que ataca a democracia brasileira. Logo em seguida recebi e-mail de jornalista do site G1, da Globo, fazendo convite similar. Também neguei, usando o mesmo argumento.

No mesmo dia, um amigo, Reginaldo Nasser, provavelmente sem sequer ter visto meu chamamento, negou convite para participar de programa da Globonews e postou sua resposta no Facebook: Não dou entrevista para um canal que além de não fazer jornalismo incita a população ao ódio num grave momento como esse. Achei a ideia muito boa, e postei minha troca de e-mails com a jornalista da G1. O post viralizou na web e em poucas horas tínhamos uma campanha pública pelo boicote da mídia.

Professores universitários são uma das categorias que têm a razão mais baixa entre salário e número de anos de estudo necessários à profissionalização. Contudo, a elite da carreira, à qual pertenço, formada em grande parte por professores das escolas públicas, recebe salários que lhes proporciona uma vida confortável de classe média. Em uma sociedade tão desigual quanto a nossa, isso é um privilégio. Mas somos também privilegiados por desfrutarmos de grande autonomia de escolha de objetos de estudo e de opinião, diferentemente de outras carreiras também focadas na escrita, como a de jornalista.

Fato é que somos assalariados e nossa profissão não é orientada para a aquisição de bens e dinheiro. Quem escolhe a carreira acadêmica e tem alguma ambição de ser reconhecido socialmente sabe que esse reconhecimento não virá das riquezas que adquirimos como prêmio pelo nosso trabalho, mas da circulação social das ideias que produzimos e articulamos. Sim, temos uma vocação para o debate público. Contribuir para a discussão racional e pública acerca das escolhas coletivas que fazemos em sociedade (políticas públicas, leis, eleições, etc) é um dos maiores objetivos de realização profissional do cientista social. O problema é que a circulação social de nossas intervenções, para além dos círculos das publicações e eventos acadêmicos, dependia até há pouco tempo quase que exclusivamente da grande mídia.

Era comum ver um colega postar nas redes sociais ou mesmo mandar por e-mail entrevista ou artigo que publicara em algum órgão da grande imprensa. Isso era até há pouco motivo de orgulho: vejam como meu trabalho está recebendo reconhecimento público, queriam dizer com tal ato. E tinham certa razão.

O conservadorismo das editorias dos grandes órgãos noticiosos brasileiros vem de várias décadas, mas é preciso dizer que, apesar deste viés (liberal, pró-mercado, anti-movimentos sociais) havia ao longo do processo de democratização bastante espaço na grande mídia para o debate de ideias, com a participação ativa e frequente de intelectuais. Essa esfera pública plural foi, contudo, se fechando, particularmente a partir da primeira vitória de Lula, na eleição presidencial de 2002.

A crise econômica das empresas privadas de jornalismo, cujos assinantes e anunciantes foram sugados pela internet, contribuiu para este estado de coisas, eliminando ou minguando os cadernos de cultura, mas está longe de explicá-lo inteiramente. Aos poucos, os grandes jornais foram substituindo seus colunistas e articulistas progressistas por conservadores, alguns com biografias abertamente ligadas ao principal partido da oposição, PSDB, ou por publicistas vitriolicamente reacionários, como Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo, Diego Escosteguy e um rol imenso de outras figuras da mesma laia.

Mesmo com o progressivo avanço da mídia em direção ao reacionarismo, alguns colegas, inclusive eu, ainda insistiam em colaborar com estes órgãos, quando instados. O motivo não era mais propriamente orgulho, mas uma posição de defesa estratégica de posições progressistas. Pensávamos: ainda que a barra esteja pesada neste jornal; ainda que meu texto seja publicado cercado por artigos de gente desqualificada e maliciosa; ainda assim, talvez consiga atingir alguns leitores, expondo-os a informações e pontos de vista que os façam pensar mais criticamente.

Nada mais disso é possível. Com a radicalização política absurda em que nossa grande mídia embarcou não pode haver mais orgulho, não há mais espaço para posições estratégicas, a única coisa que resta é a vergonha. Repito mais claramente: colaborar com a grande mídia reacionária nos dias de hoje é motivo de vergonha. Quem ainda faz isso  está compactuando com o ataque à democracia encetado por estes meios. Não há inocentes úteis.

Revistas como Veja, Época e IstoÉ adotam a postura franca de banir tudo que não seja reacionário em suas páginas da cobertura política. O Globo está praticamente igual, com raríssimas exceções. O jornal é um apanhado de reportagens, colunas de opinião, e editoriais militantemente oposicionistas, com imagens, títulos e manchetes cuidadosamente editados para produzir o maior efeito no leitor. Estadão, idem, em quase tudo.

A Folha de S. Paulo também apela fartamente para estratégias editorias para apresentar as ações do governo, do PT, de Lula e Dilma da pior maneira possível, enquanto noticia generosamente a agenda da direita oposicionista. Já analisei aspectos desta estratégia em alguns artigos e vou escrever mais um sobre material recente publicado pelo jornal em breve. Mas no uso dos articulistas ela é um pouquinho diferente. Há um número bem maior de oposicionistas, entre eles Aécio Neves, Marina Silva e até gente do naipe de Reinaldo Azevedo, mas a Folha conta também com um pequeno time de intelectuais de esquerda, bem minoritário, mas que cumpre uma função importante para o jornal: permite que seus editores, ombudsman e demais jornalistas defensores da agenda patronal digam que o jornal é plural pois reproduz várias perspectivas e opiniões. Em inglês há um termo para isso. Eles são the tolken liberals. Estão lá para prestar este serviço, que o velho marxismo chamaria de ideológico. Pois este jornal, assim como todos os outros supracitados, já sacrificaram qualquer semblante de esfera pública habermasiana ou mesmo de pluralismo liberal, se me permitem um intelectualismo escolástico.

O pequeno exército de acadêmicos que presta esse serviço de reportar seus resultados de pesquisa e opiniões para artigos e reportagens da grande mídia não recebe qualquer compensação monetária. Às vezes são até tratados por jornalistas como se tivessem obrigação de trabalhar de graça para seus senhores, os grandes proprietários da mídia nacional. Os poucos acadêmicos colunistas ou não recebem nada ou ganham uma merreca, como se diz por aí, para fazerem o que fazem. Não há mais razão para ambos os grupos continuarem essa colaboração voluntária. Não há orgulho em fazer isso, mas vergonha; não há mais semblante de debate público com posições para serem ocupadas; o que há é uma guerra política na qual a grande mídia já deu provas de sobra que está disposta a jogar as instituições democráticas que criamos com a luta de gerações de brasileiros na lata do lixo.

Por isso faço o chamamento: BOICOTE A MÍDIA. E de quebra, cancele todas assinaturas de jornais e revistas que tiver em casa ou em suas instituições.

30/12/2015

A Folha sabia de tudo

FSP 30-12-2015

A pergunta que não quer calar: se a Folha já dispõe desta e de tantas outras informações a respeito do Aécio Neves, porque ela o mantém como colunista, inclusiva trazendo seus ataques na parte de cima da capa? A citação ao Aécio Neves é também uma denúncia contra o jornalismo praticado pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Onde está o histerismo anti-corrupção dos grupos mafiomidiáticos? Por que só agora, quando o impeachment afundou com seus ratos?!

Se tivesse sido o Lula citado na delação premiada, estaria na parte de cima do jornal em nota de pé de página?

Será que as pesquisas do DataFalha, mostrando Aécio como carta fora do baralho, não está precipitando o lixo ao mar?

O que o José Serra, notório articulista de bastidores e esperança de melhores dias da Folha, tem a ver com isso? Para refrescar a memória, José Serra é mão que balança os ataques contra Aécio Neves. Basta lembrar do notório artigo do Mauro Chaves no Estadão: “Pó pará, governador”. O qual foi prontamente rebatido pelo ventríloquos da Andrea Neves: “Minas a reboque, não”.

Por que denúncias contra o Presidente do PSDB ficam relegadas a um segundo plano, sem condenar toda agremiação, diferentemente do que fazem contra o PT?

Entendi!

O 3 com um ou dois zeros é coisa sagrada. Veja que Jesus também foi traído por “trinta dinheiros”. Aloysio 300 Nunes é bordão na internet em relação a outro PSDBista. Aliás, estes trezentos visa criar alguma relação com os 300 de Esparta?

O que chama a atenção é a diferença de tratamento, os pesos e medidas, tanto da Polícia Federal como do militante Ministério Público. Se tivesse aparecido Lula ou Dilma numa citação destas, por mais que induzam os delatores a tanto. Até o Estadão, que de petista não tem nada, se escandalizou com o modus operandi da PF em sua enlouquecida cavalgada de caça ao grande molusco: “PF põe 18 vezes nome de Lula em interrogatório de Bumlai”.

A repentina denúncia envergonhada da Folha, em canto de pé de página, em relação ao seu funcionário das segundas faz-me lembrar de outro brasileiro, Machado de Assis, que pode explicar a relação entre ambos (Folha & Aécio): “Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis.” Ou seriam 300?!

A lembrança de Machado de Assis me vem associada a outro livro do bardo carioca: O Alienista. Ninguém mais parecido com o médico da casa verde do que o Napoleão das Alterosas. Quer prender todo mundo por corrupção, não porque seja contra a corrupção, mas para eliminar a concorrência na corrupção. O playboy dos aeroportos, o pior senador no ranking da Veja, quer facilidades até na corrupção.

Aliás, também precisamos falar sobre a Lista de Furnas….

21/10/2015

A Lava Jato só tem 1 objetivo: caçar Lula

Há um único dado que prova que a Lava Jato conduz tudo de forma a caçar Lula: prendeu a cunhada do Vaccari mas deixou solta a mulher e filha de Eduardo CUnha. Se isso não bastasse, o inquérito foi conduzido de forma a impedir a livre manifestação. Toda vez que o depoente menciona alguém com foro privilegiado, o depoimento é cortado. Além disso, mantém preso como forma de barganha: se entregar algum petista, é premiado.

Agora, com a confissão em livro de que FHC não só sabia como nomeou ladrões, fica por demais evidente a proteção mafiosa em relação ao PSDB, como já dizia o deputado do PSDB, o gaúcho Jorge Pozzobom, e a criminalização constante em relação ao PT.

Nova denúncia de delator tenta atingir Lula

:

Lobista Fernando Baiano afirma em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula; diz que o dinheiro foi repassado pelo pecuarista José Carlos Bumlai após encontros de Lula com seu amigo e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil, para tratar de negócios relativos à estatal, investigados pela operação Lava Jato; em nota, eles negam as acusações

21 de Outubro de 2015 às 05:53

247 – O lobista Fernando Baiano, operador de propina do PMDB, afirmou em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula.

“O depoente se compromete a tentar identificar a operação bancária referente aos fatos”, registrou a força-tarefa da Lava Jato no termo de delação.

Ele acusa Lula de ter tratado de negócios relativos à estatal, investigados pela operação, duas vezes, com seu amigo, o pecuarista José Carlos Bumlai, e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil.

Os encontros teriam ocorrido no primeiro semestre de 2011, na sede do Instituto Lula, em São Paulo, antes da cobrança de R$ 3 milhões por Bumlai para supostamente pagar uma dívida de imóvel de uma nora do ex-presidente.

Eles negam. Em nota, o Instituto Lula reitera “que o ex-presidente Lula nunca atuou como intermediário de empresas em contratos, antes, durante ou depois de seu governo”. “Jamais autorizou que o sr. José Carlos Bumlai ou qualquer pessoa utilizasse seu nome em qualquer espécie de lobby. Não existe a dívida de 2 milhões supostamente mencionada na delação”, afirmou.

Bumlai afirma também que “nunca atuou em nome de OSX ou de Fernando Baiano em quaisquer demandas, nem pediu dinheiro usando o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou seus familiares, para beneficiar quem quer que fosse”. “Mais uma vez, informações já contestadas por nós são misturadas irresponsavelmente, na tentativa de criar novos fatos que, na prática, não existem”, disse.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

Nova denúncia de delator tenta atingir Lula | Brasil 24/7

30/06/2015

Objetivo alcançado: Aécio poderá ser enfaixado

Parece que, enfim, Aécio poderá se enfaixar de Presidente. O dinheiro da campanha da Dilma, como não existe almoço grátis, teria fins corruptos.  Mas só aquele destinado à Dilma.

Mas, e o dinheiro à campanha do Aécio? Bem, aí são muitas as hipóteses. Pode ser para ampliar os aeroportos de Cláudio e Montezuma. Ou seria para comprar um frota de helicópteros para a famiglia Perrella?

De repente o dinheiro que vai para a campanha da Dilma é sujo. Limpo, só aquele que foi para a campanha do Beto Richa! E o dinheiro que foi para o Ronaldo Caiado!? Não tem a mesma origem daquele doado ao Eduardo CUnha?!

E assim a República das Araucárias descobriu que há tipos de moedas: a limpa, que vai para o PSDB/PMDB/DEM/PDT/PSB/PSTU/PSOL; e a suja, que foi doada ao PT. Desculpe o palavrão, mas uma Felação Premiada só Leva Jato!

Gentes, esta piada está ficando longa demais. Perdeu toda graça. Tem que ser doido varrido ou analfabeto de pai e mãe para não ver tanta imbecilidade. Tem tanta verossimilhança quanto a cruza de Boi com Tomate.

Boimate, só na Veja!

Se a delação virou piada, o negócio é rir com Bezerra da Silva:

Caguete é mesmo um tremendo canalha
Nem morto não dá sossego
Chegou no inferno entregou o Diabo
E lá no céu caguetou São Pedro
Ainda disse que não adianta
Por que a onda dele era mesmo entregar
Quando o caguete é um bom caguete
Ele cagueta em qualquer lugar
Era caguete sim .. Era caguete sim ..
Eu só sei que a polícia pintou no velório e o dedão do safado apontava pra mim

Dilma pode anular benefícios de delator

:

Presidente Dilma Rousseff se diz disposta a "anular os benefícios da delação premiada" do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, provando que ele mente em relação às doações feitas à sua campanha em 2014; "Eu não tenho rabo preso com ninguém", teria dito Dilma em reunião interna; nesta segunda-feira, em Nova York, ela afirmou que “não respeita delator” e ressaltou que a empreiteira também doou para seu adversário na disputa à presidência em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos", rebateu

30 de Junho de 2015 às 05:23

247 – Depois de reagir publicamente, na visita aos EUA, às acusações do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, a presidente Dilma Rousseff se diz disposta a "anular os benefícios da delação premiada" do empresário.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ela afirma a interlocutores que pode provar que ele mente em relação às doações feitas à sua campanha em 2014.

"Eu não tenho rabo preso com ninguém", disse Dilma.

Pessoa disse aos investigadores da Operação Lava Jato que doou R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma em 2014 e que o dinheiro seria fruto do esquema de corrupção na Petrobras. As doações a campanhas feitas pela UTC, no entanto, incluem parlamentares da oposição e foram maiores à campanha presidencial do senador Aécio Neves, do PSDB (R$ 8,7 milhões).

Em Nova York, Dilma disse que “não respeita delator”. “Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora", afirmou. A presidente ressaltou que a empreiteira também doou para seu adversário na disputa à presidência em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos", rebateu.

Dilma pode anular benefícios de delator | Brasil 24/7

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