Ficha Corrida

13/10/2016

Paraná, longe de Deus e perto do Paraguai

Filed under: Paraguai,Paraná,República das Araucárias — Gilmar Crestani @ 7:49 am
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Meus parentes do oeste paranaense que me perdoem, mas a terra das araucárias virou um pastelão ao estilo d’A Praça é Nossa. Nunca a primeira sílaba de uma capital se verifica tão adequada ao que acontece naquele Estado. Eles deveriam adotar por hino a música do Língua de Trapo, Tudo para o Paraguai:

Parodiando o político mexicano, Porfírio Diaz, o que faz do Paraná paraná é a sua proximidade com o Paraguai. O que seria do Golpe Paraguaio não fosse a proximidade do Paraná com o Paraguai de Curuguaty? Onde mais condenados por contrabando, com tornozeleira eletrônica, viram imagem institucional de conduta senão no Paraná?

Aí talvez mora a explicação porque os separatistas incluíram o Paraná para engrandecer o país dos gaúchos.

Compre direto do Paraná – Título de doutor honoris causa por R$ 1.300 em 12 x no cartão

07/10/201607/10/2016 Bajonas Teixeira

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Por Bajonas Teixeira, colunista de política do Cafezinho

Caros leitores, vejam que interessante e oportuna é essa venda online de título de doutor honoris causa. A instituição que fica no estado do Paraná, onde esse título anda muito cobiçado ultimamente, oferece o acesso facinho, por R$ 1.300.00  com aquisição online e pagamento em até 12 vezes no cartão. É só declarar de próprio punho, sem nenhuma certificação, algo sobre os ‘próprios’ méritos nas áreas contempladas, a saber: Parapsicologia, Terapias Holísticas, Psicanálise, Teologia, Capelania, Pedagogia, Educação e Administração. Talvez os profissionais sérios, de algumas dessas áreas, tomem alguma providência. Descubram aqui como tudo funciona, no Instituto Nacional de PARAPSICOLOGIA. (Observem a enorme diferença entre essa oferta a baixo custo e os títulos de doutor honoris causa recebidos por Lula de algumas das mais respeitadas universidades do Brasil e do exterior, como a Universidade de Coimbra e a Science Po, de Paris.)

Seguem os detalhes:

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"Para receber este título honorífico basta nos enviar via email suas qualificações de qualquer uma destas áreas: Parapsicologia, Terapias Holísticas, Psicanálise, Teologia, Capelania, Pedagogia, Educação, Administração. Depois fazer seu pagamento via Pagseguro Uol e seu Diploma de "Doutor Honoris Causa" será entregue em sua residência.

Comprovação de Mérito:

Para pleitear o Título basta ser uma pessoa com trabalhos comprovados na área que almeja, seja com formação acadêmica ou com comprovação de já ter feito algum trabalho na área desejada. Nesta modalidade não há provas ou curso. É um Título Honorífico de mérito por trabalhos prestados em um determindao tema ou assunto. Faça ainda hoje seu pedido pelo Título. é fácil e rápido, não há muita burocracia.

O Diploma de Doutor Honoris Causa é concedido a pessoas que tenham grande importância nos âmbitos social, cultural, científico, religioso/eclesiástico, filosófico, ou do melhor entendimento entre as comunidades, as Culturas, os povos e nações. Não é um Diploma Universitário de Graduação, Nem Técnico, Não necessita de ser Reconhecido pelo MEC. Têm a finalidade de Cárater Cultural de Reconhecimento livre para a Honra de Notório Saber; tal como exemplo é exercida a Psicanálise ou a Terapia Holística; também outras Ocupações e Profissões do Mundo Civilizado. O Diploma Doutor Honoris Causa "significa" que é um Diploma de Honra e para a Honra de Reconhecimento de Notório Saber concedido a: determinada pessoa sem discriminação de graduação, formação, raça, cor, partidarismo ou ideologia política. O Diploma Doutor Honoris Causa é concedido pela Honra, para a Honra e pelo reconhecimento de um Ser Humano do bem e que seja um Multiplicador do Bem através de seu Caráter, sua Cultura e de Sabedoria Humanitária Universal

D.H.C. DIPLOMA HONORIS CAUSA.

Taxa de emolumentos emissão: (Consulte/aqui/Tabela) – ou Solicite no Menu (Contato) do site mais Informações

Após aprovação da ficha é necessária a apresentação de documentação específica,  o prazo é de  30 dias (úteis) para emissão e entrega,  contando da data do recebimento da documentação no protocolo interno e administrativo da FANEH;

Primeiro procedimento é solicitar por escrito, através de email: contato@inppnet.com.br a ficha para concessão de Diploma Honoris Causa.

Apresentar documentos de formação ou graduação, entre outros cursos

Apresentar cópia dos documentos pessoais: CPF, RG e comprovante de residência

Apresentar declaração de quantidade de horas atendimento ou serviço social

Comprovar local de atendimento ou do trabalho trabalho Social ou da sua Comunidade

Apresentar declarações e certificados de palestras ou atividades realizadas e outras honrarias recebidas"

Caro leitor, O convidamos para visitar e curtir a página MÁQUINA CRÍTICA. Abraços.

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18/11/2015

Golpe paraguaio cruzou a Ponte da Amizade e se fixou no Paraná

PMDBO golpe paraguaio não é contra Dilma. Nem contra Lula, é contra o Brasil. Não foi por acaso que a NSA, conforme denúncias do Edward Snowden, grampeou Dilma e a Petrobrás. Também não é mera coincidência que a entrega da Petrobrás pelos golpistas tenha sido acordada em convescote em Foz do Iguaçu. Foi lá que FHC prometeu entregar a Petrobrás à Chevron. José Serra, quando apresentou seu projeto no Senado, cumpriu com o acordado. Todos os passos para transformar a Petrobrás numa Vale do Rio Doce e ser entregue de bandeja sem sendo dados de forma muito bem arquitetada. Inclusive a mudança de nome para Petrobrax.

O golpe paraguaio consiste em passar um verniz legal na capa do golpe. Primeiro buscam denegrir a imagem da empresa, depois caçam todo aquele que sair a público para defende-la, por último se aliam à CIA e grupos mafiomidiáticos para criar no público ódio à empresa e a quem luta por ela. Se observarmos bem, todos os conflitos no Oriente Médio só existem em função do petróleo. Na América Latina os problemas internos são frutos de influência externa também devido ao petróleo. O que tem em comum os seguintes países: Líbia, Egito, Síria, Iraque, Ucrânia, Venezuela e Brasil? Petróleo.

Na história da humanidade, pelo menos desde os registros bíblicos e as lutas entre medos e persas, sempre há quinta coluna que, por trinta dinheiros, se voltam contra o próprio país. Tanto Xerxes como Dario contaram com mercenários gregos. Atenienses e espartanos venais se juntaram aos exércitos persas para lutarem contra os gregos. Alexandre Magno teve de primeiro sufocar os golpistas internos para só depois botar abaixo o império persa. E na sua luta contra os persas, por onde andou, sempre tinha um contingente de mercenários persas à serviço dos império persa. Antes como agora, lá como cá, os cães ladram mas caravana passa.

Não é sintomático que ninguém criminalize o PMBD por abrigar tanto corrupto, mas odeiam o PT e sempre relacionam qualquer problema à sigla. Tanto ou tantos mais acusam, mais claro fica que se trata de estratagema para aligar quem ousa impedir a contínua apropriação do Estado. O que os corruptos querem é eliminar a concorrência. Eduardo CUnha é a prova mais evidente deste estratagema. Todos o elevaram a condição de salvador da pátria. Claro, a corrupção só consegue eleger para herói um dos seus… corruptos! Quem está chocando o ovo da serpente peemedebista são os grupos mafiomidiáticos a$$oCIAdos à parcela golpista do MPF/PF.

Ódio de classe é o outro nome que se pode dar ao golpe paraguaio. Em qualquer caso, deve-se à abstinência eleitoral. É choro de derrotado!

Poder econômico troca impeachment de Aécio por golpe do PMDB

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A jornalista Helena Sthephanowitz, da Rede Brasil Atual, afirma que "depois de passar um ano só tentando reverter a derrota nas urnas, sem sucesso, o senador Aécio Neves e o PSDB, descobrem que foram destituídos do posto de principais representantes do poder econômico em Brasília"; ela avalia que "bastou os primeiros sinais da derrocada do movimento pelo impeachment de Dilma para o PMDB "roubar" a agenda política original dos tucanos e lançar um documento com propostas pretensamente "pensadas" para o país retomar o crescimento de sua economia"; para a jornalista, "a capa da revista Veja desta semana é sintomática da nova confrontação de forças dos bastidores da política"; "A semanal da Abril destitui Aécio do posto de líder do impeachment e aposta tudo nas propostas peemedebistas, que chama até de Plano Temer", ressalta

17 de Novembro de 2015 às 21:32

Helena Sthephanowitz, da RBA – Depois de passar um ano só tentando reverter a derrota nas urnas, sem sucesso, o senador Aécio Neves (MG) e seu partido, o PSDB, descobrem agora que foram destituídos do posto de principais representantes do poder econômico em Brasília.

Desde a proclamação do resultado das eleições presidenciais no ano passado, Aécio passou o tempo todo ora estimulando e recebendo o apoio de tresloucados como os grupos "Revoltados Online" e "Vem Pra Rua", em sua tentativa de emplacar um golpe paraguaio contra um governo legitimamente eleito, ora comandando os parlamentares do PSDB para votar medidas que sabotam a economia do Brasil, na base do "quanto pior, melhor".

A barca dos "impichadores" furou, como já se sabe.

E bastou os primeiros sinais da derrocada do movimento pelo impeachment de Dilma para que o PMDB "roubar" a agenda política original dos tucanos e lançar um documento com propostas pretensamente "pensadas" para o país retomar o crescimento de sua economia.

O estudo peemedebista, é pomposamente chamado "Uma ponte para o futuro", mas há controvérsias quanto a chamar de futuro o que aconteria no país, em caso de aplicação incondicional das políticas neoliberais dos anos 1990 que quebraram o Brasil três vezes durante os anos FHC.

O que se vê agora é as raposas políticas do PMDB cada vez mais tomando os postos dos tucanos nos salões da Febraban (Federação de Bancos Brasileiros) e da Fesp (Federação da Indústrias do Estado de São Paulo) .

A capa da revista Veja desta semana é sintomática da nova confrontação de forças dos bastidores da política. A semanal da Abril destitui Aécio do posto de líder do impeachment e aposta tudo nas propostas peemedebistas, que chama até de "Plano Temer".

Com a experiência que tem, Michel Temer sabe que o sonho de destituir e interromper o mandato de Dilma Rousseff, para que ele assuma a Presidência da República, está cada vez mais longe da realidade. O próprio documento tem propostas impopulares demais, como congelar o salário mínimo, para serem implementadas por um vice que chegasse à Presidência sem o respaldo das urnas.

Mas Temer e o PMDB têm muito mais sangue frio para esperar por 2018 do que o ansioso Aécio. O jogo do PMDB agora é ganhar terreno nos redutos conservadores de domínio tucano e buscar resultados já nas eleições de 2016.

O PSDB sentiu o golpe. O senador José Serra (SP) criticou publicamente Aécio por ter imposto aos tucanos a agenda do "quanto pior, melhor". O próprio Aécio fala, tardiamente, em apresentar também uma versão tucana de propostas para vencer a crise econômica – nem quem votou nele aguenta vê-lo falando só de impeachment e pesquisas de opinião pública já apontam o desgaste e a rejeição das principais liderança tucanas.

Maquiavel recomendava fazer o mal de uma vez e o bem aos poucos. A oposição, com ajuda da ala do PMDB comandada por Eduardo Cunha, sabotou o ajuste fiscal – por si só impopular – para impor a Dilma o "sangramento" de fazer "o mal" aos poucos, na certeza de que a levariam ao impeachment.

Mas o impeachment também é um mal que só beneficiaria os banqueiros e empresários golpistas se fosse feito de uma vez. Ao fracassar neste tento e ver Aécio passar um ano tentando fazê-lo, os golpistas do poder econômico também passaram a ver seus negócios "sangrarem" com a crise e, para que seus negócios sobrevivam, abandonaram essa agenda política tucana para sobreviver.

Voltando ao PMDB, há uma boa dose de cara de pau do partido ao apresentar propostas completamente diferentes daquelas defendidas na campanha eleitoral há apenas um ano atrás. Mais cara de pau ainda negar as políticas populares bem sucedidas nos governos Lula e Dilma, das quais os peemedebistas se aproveitaram nos palanques para eleger prefeitos, governadores e parlamentares peemedebistas.

E o PMDB não propõe medidas apenas emergenciais e transitórias, como é o caso do ajuste fiscal em curso no governo Dilma. O PMDB propõe reformas neoliberais permanentes, retirando direitos trabalhistas, dos aposentados, arrochando o salário mínimo, retirando verbas da educação e saúde, e adotando políticas que levam à ainda maior concentração de renda nas mãos dos mais ricos e à submissão do Brasil à acordos comerciais do interesse de países imperialistas, inclusive no pré-sal.

O documento poderia (e talvez devesse) se chamar "Marcha a ré ao passado, na contramão da história".

Mais do que cara de pau, é um documento que os governadores e prefeitos eleitos pelo partido simplesmente não aplicam em suas gestões. No papel, para agradar banqueiros, empresários e "barões da mídia", o PMDB fala em reduzir impostos, mas o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, está aumentando impostos estaduais para fazer frente à queda de arrecadação. Ele também defende a volta da CPMF. O prefeito Eduardo Paes aumentou o IPTU acima da inflação durante seu governo. O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, também aumenta impostos estaduais para equilibrar as contas gaúchas.

Mas quem disse que cara-de-pau é problema para o PMDB? Basta o "plano Temer" fazer trocar a agenda do "quanto pior, melhor" no Congresso Nacional pela agenda neoliberal pregada pela Febraban, Fiesp e pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV), que o golpe paraguaio deixa de ser interessante para o poder econômico.

Afinal, vem muito a calhar que Dilma pague o pato da impopularidade de medidas tomadas no Congresso, mesmo com ela sendo contra, enquanto a imprensa tradicional, antes demotucana, agora escreve uma narrativa favorável ao PMDB para 2018.

Poder econômico troca impeachment de Aécio por golpe do PMDB | Brasil 24/7

17/11/2015

Caça a jato

Se houvesse um mínimo de imparcialidade, não digo Eduardo CUnha, mas a mulher dele já teria sido presa. Eduardo CUnha era o sonho do golpista para tirar Dilma e emplacar o Napoleão das Alterosas. Com Aécio na Presidência, toda cidade paraense seria candidata a um aeroporto clandestino. A irmã, Andrea Neves, seria a presidente do Banco Central e da CECON. Veja, Globo, Folha, Estadão e RBS ganhariam alguns anos de sobrevida e todos diriam que o Brasil, enfim, estaria no paraíso. Bem, qualquer viciado em cocaína tem momento em que delira estar no paraíso…

A caça ao Lula faz lembrar de outro famoso caçador, Collor de Mello. Não por acaso também em parceria com os grupos mafiomidiáticos. Deu no que deu, mas o ódio de classe impede que se aprenda com a história.

Porque a Lava Jato já condenou Lula

ter, 17/11/2015 – 20:28

Luis Nassif

 

Procuradores, delegados e o juiz Sérgio Moro têm certeza de que o esquema de corrupção esteve sob o comando de Lula. A prisão de Lula tornou-se ideia fixa para a Lava Jato. Não se trata de suspeita tratada como suspeita.

Quando o procurador grisalho, de olhos rútilos afirma que já pegaram Dirceu e agora vão pegar quem está acima de Dirceu, certamente não está pensando no Divino Espírito Santo.

Há três fatores alimentando essa obsessão: um de caráter penal, dois de fundo psicológico.

O de caráter penal é a simplificação que acomete procuradores, delegados e repórteres policiais, de tratar a organização política com a mesma ótica com que tratam as organizações criminosas: uma estrutura hierárquica em que todos os comandos emanam do chefe e todos os favores visam benefícios pessoais.

Há uma estrutura hierárquica e o comando geral é do primeiro da hierarquia. Sua cabeça persecutória não consegue entender as nuances do jogo político, muito mais fluido e descentralizado que nas organizações criminosas.

Não é de hoje, nem restrito ao Brasil, esse conflito entre a maior permissividade da política e dos negócios, e a visão branco-preto dos órgãos de fiscalização e controle.

No caso da Lava Jato soma-se a essa visão um conhecimento pobre sobre procedimentos bancários e ferramentas de estímulo à economia, tanto da parte de procuradores e delegados quanto de repórteres policiais. Melhoraram muito a percepção sobre crime financeiro e em nada sobre as ferramentas convencionais de política econômica.

Essa desinformação faz com que se proceda à criminalização de qualquer fato, desde financiamentos à exportação até a diplomacia comercial.

As prerrogativas do poder

Outra complicação é a dificuldade que têm para separar as chamadas prerrogativas do poder dos crimes de corrupção.

A imagem e as relações criadas por um ex-presidente é um ativo pessoal seu.  Cada qual dá o uso que bem entende. Podem usar em palestras, facilitar negócios para familiares, até afrontar alguns limites éticos sem configurar crime.

E quando o palestrante tem projeção internacional – casos de Fernando Henrique Cardoso e Lula – o valor do cachê é igualmente elevado.

Logo que deixou a presidência, a primeira palestra de Fernando Henrique Cardoso foi para a Ambev – beneficiada por ele através do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O cachê foi de US$ 150 mil na época e serviu de parâmetro para os cachês subsequentes.

No seu governo, seu filho Paulo Henrique conseguiu um belo emprego na CSN, em ONGs ambientais e, depois de sua saída tornou-se sócio da Disney em uma rádio paulistana. Quais os atributos profissionais de Paulo Henrique? Filho de ex-presidente.

A mesma métrica vale para Lula. Acumulou um amplo patrimônio palestrando e fazendo lobby (legítimo) na África e América Latina para empreiteiras beneficiadas por obras e financiamentos em seu período de governo.

Seu filho emplacou um patrocínio de R$ 2,4 milhões junto a um lobista da indústria automobilística. Quais seus atributos profissionais? Ser filho de ex-presidente.

Não fizeram nada diferente do que fazem ex-presidentes dos Estados Unidos, França e Inglaterra. A tentativa de criminalizar um – e esquecer o outro – se deve ao atual viés político do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, mas também a dois outros fatores.

A busca do Santo Graal

O segundo fator é a busca do Santo Graal, a vitória final para a imortalidade: a prisão de Lula, que se tornou uma obsessão para a Lava Jato, seja por suas inclinações partidárias, seja por disputa profissional.

Se não conseguir, ao menos atenda-se ao terceiro fator, dar sobrevida à Lava Jato nas manchetes de jornais.

No jornalismo, não há tema que resista ao desgaste da repetição reiterada, nem atentado na França, nem lama de Mariana.

A Lava Jato esgotou seu potencial midiático. Não ganha mais as manchetes principais, e quando ganha é por mera solidariedade partidária dos jornais. Mas não desperta mais o interesse do leitor porque tornou-se uma repetição menor dos procedimentos inciais: anuncia-se uma nova etapa, prende-se a arraia miúda (porque a graúda já foi presa), vaza-se uma delação do delator que ouviu dizer que fulano ouviu dizer que beltrano ouviu dizer que Lula sabia de tudo. Aí o Instituto Lula solta um desmentido que não é desmentido e a vida continua.

Diga-se em favor da Lava Jato, que o modelo de atuação impediu parcialmente o excesso de protagonismo individual de procuradores e delegados. Digo parcialmente porque a imagem de procuradores percorrendo o país com uma lanterna acesa e pregando o fim da corrupção constrangeu públicos mais sofisticados.

Mas, enfim, atuam em equipe, vazam as notícias em equipe e se defendem mutuamente: quando um corregedor da PF ousou colocar em dúvida o grampo na cela de Alberto Yousseff, procuradores da Lava Jato correram para processá-lo por calúnia, injúria e difamação antes mesmo de terminar a sindicância.

Depois de conhecer a luz, deter o poder de comandar as manchetes, montar coletivas aguardadíssimas, o maior temor é a volta à normalidade do trabalho burocrático e das operações invisíveis, pois sem viés político.

Não bastasse o gradativo esgotamento do potencial feérico da Lava Jato, a partir de agora os holofotes terão que ser divididos com colegas que atuarão em outros estados. A divisão da Lava Jato em várias frentes aumentará sua eficácia investigativa, saindo do rame-rame da delação premiada e da quebra de sigilos para ações de inteligência; mas aumentará a disputa pelas manchetes, em um mercado que deixou de ser ofertante.

E aí a Força Tarefa e o juiz Sérgio Moro são vítimas de um problema que acomete toda pessoa que experimentou os holofotes da mídia: a síndrome da abstinência.

O fator Lula

É esse o pano de fundo para essa caçada implacável a Lula. Enfiaram na cabeça e passaram publicamente a expressar esse desejo: querem a cabeça de Lula. Todas suas energias estão a serviço da sua tese. Mas como não pronunciam a palavra Lula, limitando-se a se referir ao “chefe do Dirceu”, atendem aos requerimentos republicanos do Ministro José Eduardo Cardozo.

E aí cria-se um quadro de autoconvencimento que está longe de ser profissional:

  • Já tem a conclusão antes das provas: o culpado é Lula.

  • Tem o poder de aceitar ou não a delação do delator. E o delator sabe o que os procuradores querem: Lula. E esse desejo expresso, público, notório dos procuradores é a condição para a aceitação da delação do delator. Então, se é isso que eles querem….

  • Como o operador não tem provas, provavelmente jamais viu Lula pessoalmente, recorre ao “ouvi dizer”. A delação, então, é vazada para a mídia e o “ouvi dizer” torna-se matéria diária, com procuradores e delegados iludindo-se de que isto é investigação e a imprensa iludindo-se que isto é notícia, e ambos banalizando o conceito de investigação séria que deveria permear a Lava Jato.

Porque a Lava Jato já condenou Lula | GGN

O narcotráfico estaria migrando de Minas para o Paraná?

Filed under: Narcotráfico,Paraguai,Paraná,República das Araucárias — Gilmar Crestani @ 9:31 pm
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FHC apologia às drogasNo ano passado a Associação dos Delegados da Polícia Federal divulgou em seu site que “Cocaína saía da Bolívia, passava pelo Paraguai, Triângulo e interior de São Paulo e seguia para Juiz de Fora, onde era distribuída para Rio e Nordeste.” Minas havia se transformado de ponto de distribuição para o Nordeste. Até recentemente, devido à fartura de aeroportos clandestinos construídos por conhecido usuário, o narcotráfico tinha pouso suave nas alterosas. A apreensão do heliPÓptero de propriedade de um amigo do Napoleão das Alterosas não ganhou repercussão na mídia  alinhada à política tóxica do PSDB. Não é sem motivo que ninguém cobra de FHC por abraçar a causa da maconha.

Agora imagine se Lula ao invés de defender políticas sociais, defendesse a regulamentação da maconha… a Veja trataria de chama-lo de Pablo Escobar. Como se trata de parceiros, a Veja silencia.

Cocaína e maconha são drogas ilícitas. Fazer campanha pela liberação é apenas tentativa de legitimar o narcotráfico. E isso explica porque 450 kg de cocaína, como num passe de mágica, vira pó. Folha, Estadão, Globo, Veja, RBS dizem que “amigo Lula” foi denunciado por isso ou aquilo, mas eles não dizem que o helicóptero com 450 kg de cocaína era de amigo do Aécio. Por que esta diferença de tratamento? Porque nossa mídia é toxicômana!

 Agora surge a informação de que a FAB se viu na contingência de interceptar voo suspeito. É que no Paraná parece que a Polícia Federal e o MPF estão mais preocupados em caçar Lula do que narcotraficante.

Há outra coincidência: enquanto foi saído o governador do PSDB em Minas, no Paraná  a República das Araucárias continua sob a batuta do Beto Richa.

O mais engraçado nesta história é que os toxicômanos golpistas costumam imprecar contra Lula, por gostar de uma biritas, chamando-o de Brahma.

FAB intercepta avião, dá tiro de advertência e força pouso em SP

De acordo com a nota, o procedimento foi adotado por se tratar de "uma aeronave suspeita de tráfico de drogas que desobedeceu as orientações iniciais determinadas pela defesa aeroespacial brasileira"

postado em 17/11/2015 08:29

Agência Estado

Reprodução/Internet - 25/9/12Avião do modelo Sêneca EMB-810C, um aparelho igual a este fez pouso forçado no interior de São Paulo

O Comando da Aeronáutica distribuiu nota oficial na segunda-feira (16/11) informando que caças da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptaram o avião Sêneca EMB-810C, matrícula PT-WHM, no nordeste do Mato Grosso do Sul, e o acompanharam até as proximidades da cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo, obrigando-a pousar.
De acordo com a nota, o procedimento foi adotado por se tratar de "uma aeronave suspeita de tráfico de drogas que desobedeceu as orientações iniciais determinadas pela defesa aeroespacial brasileira". O caso está sendo investigado pelas autoridades policiais.
A Força Aérea explicou, em nota, que o tiro de advertência foi dado para obrigar o avião suspeito a pousar. Lembra ainda que o processo seguiu todos os trâmites legais previstos no decreto nº 5.144, de 16/07/2004, inclusive com a realização do tiro de aviso, recurso que tem como objetivo alertar o piloto para a obrigação de atender às determinações dos caças da FAB.
Em 24 de outubro, a FAB perseguiu e atirou em uma outra aeronave que voava sem plano de voo e fazia uma rota "conhecida por ser utilizada para atividades ilícitas", conforme informação divulgada pela Aeronáutica, na época. Neste caso, no entanto, o piloto não atendeu ao tiro de advertência para que descesse em local determinado pela FAB e "evadiu-se pela fronteira com o Paraguai", não sendo localizado, naquele momento.
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No dia 26 de outubro, no entanto, um avião monomotor com várias marcas de tiros foi encontrado pela Polícia Civil no aeroporto municipal de Paranavaí, no noroeste do Paraná. A suspeita era que esta era a mesma aeronave perseguida pela Força Aérea Brasileira (FAB) dois dias antes, em Japorã, Mato Grosso do Sul. Este avião apreendido, foi levado para o pátio da Delegacia da Polícia Civil de Paranavaí e os documentos encontrados na cabine foram enviados à Polícia Federal (PF).

FAB intercepta avião, dá tiro de advertência e força pouso em SP – Correio Braziliense – Política e Brasil

29/09/2015

Corrupção generalizada na República das Araucárias

PARANÁDe cabo a rabo, de fio a pavio, a República das Araucárias não é República, é Ré Pública. Então, ai que ódio do PT!

Tudo culpa do PT, da Dilma e do Grande Molusco. A Folha até mostra a corrupção, mas não criminaliza os corruptos. Tudo é lavado, no melhor estilo HSBC, na linguagem mais asséptica possível. Quase como se estivesse pedindo perdão por mostrar o de sempre. Como não há ninguém do PT na reportagem, faz-se de conta que é um problema menor. Agora comparece-se o que está nas entrelinhas da reportagem com a condenação à José Genoíno. Pelo teoria do domínio do fato aplicada ao José Dirceu teriam de fechar o Estado do Paraná entrega-lo ao Paraguai. E ainda pedirem desculpas pelo presente de grego…

Não é que não haja corruptos no PT. Não se trata de tapar o sol com a peneira, mas observa-se o tratamento diferenciado quando a corrupção é praticada pelos queridinhos da grupos mafiomidiáticos. Não criminalização dos partidos envolvidos, muito menos e cobrado dos líderes partidários explicações a respeito da corrupção praticada por seus membros.

Por que ninguém cobra do Fernando Francischini que explique o que seu partido, o Solidariedade, está fazendo no Paraná para punir seus corruptos. Neste caso, não é só a mídia que de forma vexaminosa se mostra solidária com os corruptos, o partido do Francischini também faz jus ao nome. Por que não cobram do governador Beto Richa? Seria porque ele é do PSDB?

Fica por demais evidente que a obsessão em marcar na paleta do PT como partido corrupto diz respeito à uma prática surrada de julgar os outros tomando a si por medida. É diversionismo, uma cortina de fumaça para encobrir os que sempre se locupletaram com a corrupção. Quando atacam o PT, não se trata de combater a corrupção, querem apenas eliminar a concorrência da corrupção.

ONGs fraudulentas fazem papel de prefeituras no PR

TCE quer devolução de R$ 82 mi repassados a entidades por municípios

Entre casos examinados pelo tribunal de contas estão organizações com endereços fictícios ou conexões políticas

ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

Elas recebem milhões do poder público. Não pagam impostos, e algumas não têm sequer funcionários. Formaram no interior do Paraná o que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) classificou de "indústria de ONGs", que assumem tarefas de prefeituras e atuam de forma fraudulenta.

Nos últimos três anos, organizações sem fins lucrativos movimentaram ao menos R$ 400 milhões em contratos com prefeituras do Estado. O TCE ordenou que 12 delas devolvam R$ 82 milhões e aplicou R$ 7 milhões em multas.

"É um filão. O dinheiro escoou diretamente para o bolso de alguém", diz o presidente do TCE, Ivan Bonilha.

Na prática, as Oscips (organizações de interesse público) administram hospitais, contratam médicos e assistentes sociais, fazem a limpeza das ruas e cuidam de campanhas contra a dengue.

Tudo é feito sem licitação, por termos de parceria, que são previstos em lei.

"O modelo é constitucional, isso foi resolvido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]", diz o advogado e consultor em terceiro setor Fernando Mânica. "O problema é que há uma lacuna legislativa, que abre caminho para a apropriação indevida por pessoas mal-intencionadas."

Entre as 12 Oscips condenadas pelo TCE, em pelo menos um caso, do Instituto Confiancce, auditores identificaram a subcontratação de empresas fantasmas, que ficavam no meio de um matagal ou em endereços fictícios.

Em outros casos, há vínculos políticos entre as organizações e gestores públicos.

Em São Miguel do Iguaçu, o Instituto Confiancce subcontratou, em 2010, a empresa de um vereador, Marquinhos Murbak (SD), para a limpeza das ruas da cidade.

O prefeito à época, Armando Polita (PMDB), orientava como e quando seriam feitos os pagamentos. Eles negam irregularidades.

Em Corbélia, a fundação da Indecorb foi prestigiada pelo então prefeito Eliezer Fontana (PP) –que, em seguida, firmou com a ONG parceria de R$ 5,8 milhões nas áreas de saúde e assistência social.

"Fica evidente que ela foi criada para atender os interesses da administração municipal", escreveram os auditores. O ex-prefeito, que deve recorrer, nega e diz que a prestação de serviços foi comprovada.

Nesta semana, o TCE encaminhou ao Ministério da Justiça pedido para que oito Oscips tenham sua certificação cancelada –o que, atualmente, as isenta de impostos.

A lista inclui organizações que foram multadas pelo órgão 18 anos atrás. Pelo menos seis delas já foram acionadas na Justiça estadual.

08/07/2015

Crime premeditado: cacetada pode; pedalada, não!

Beto BurristaQuem é o sujeito de “Geha foi repreendido e destituído do comando da ação”? Lula, claro, ou a Dilma. Se não foi nenhum destes, certamente foi alguém do PT, diria Fernando Francischini, Beto Richa, Aécio Neves, Álvaro Dias, FHC, José Serra, Geraldo Alckmin ou a Folha. Claro, e onde mais isto poderia estar acontecendo senão no Estado onde os sociopatas estão na vitrine?!

Como foi premeditado no seio do partido queridinho da mídia, Poder Judiciário, Polícia Federal e Ministério Público, o jornal porta-voz da bandidagem tucana também se encarrega de construir, no meio da reportagem, a justificativa: “A lei gerou uma economia bilionária ao governo, que enfrenta uma crise financeira.” Quer dizer dar pedaladas fiscais é crime, se feitas pela Dilma, mas se forem pauladas nos professores, pelo PSDB, pode? Esse é o sentido da frase da Folha. A voz passiva empregada é a sentença de absolvição de quem exonerou o comandante: “Na terça, porém, após conduzir negociação para aproximar o carro de som dos manifestantes da Assembleia, Geha foi repreendido e destituído do comando da ação.” Embora o tCU ainda sequer tenha se manifestado, todo dia a velha mídia insiste em dizer que Dilma deu uma pedala fiscal. Criam na cabeça das pessoas aquilo que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium querem usar de subterfúgio lacerdista para cassar o poder, e quiçá o mandato, e colocar no lugar o toxicômano das alterosas. Aquele que acha que a Presidência lhe pertence por direito divino.

Lei Rubens Ricúpero 

O que me deixa indignado em relação ao comportamento de nossa velha mídia é este tergiversionismo quanto envolve violência de seus parceiros ideológicos. E é um comportamento que vem desde sempre, a começar pelo Massacre de Eldorado dos Carajás

Fosse um governo de esquerda, no título já estaria a criminalização do partido e o nome de quem os coxinhas precisariam linchar. Para o PSDB, continua a aplicação da lei perpetrada nos estúdios da Rede Globo, entre Carlos Monforte e Rubens Ricúpero: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”.

Estou convencido que os bandidos mais perigosos não são os entregadores de pó, como Fernandinho Beira-Mar. Estes só entregam aos celerados que consomem. Quem, além de consumir o produto do Beira-Mar endossa crimes e incentiva golpe, criminaliza inocentes e alcovita bandidos é criminoso infinitamente mais perigoso. Afinal, o que é pior, entregar cocaína ao Casagrande ou insuflar golpe de Estado? Até porque Casagrande se limpou, mas seus patrões, não. Continuam fazendo editorial clamando por golpe de Estado.

Como no caso do helipóptero, que, num passe de mágica, virou pó no noticiário, as barbaridades do PSDB em direção ao golpe, inclusive o massacre de professores, são todas perdoadas. É por isso que um Napoleão de hospício, como Aécio Neves, como um alucinado pela síndrome de abstinência, perpetra os mais absurdos atropelos éticos, linguísticos e institucionais e, como se fosse um inimputável, nada lhe é cobrado, como se o aloprado das alterosas não fosse um ex-candidato à Presidência e Presidente do PSDB.

Ou o Brasil acaba com as bestas golpistas encasteladas nos grupos mafiomidiáticos, ou eles ainda vão reimplantar outra ditabranda, digo, ditadura.

Coronel alertou sobre ‘abuso’ antes de ação policial no Paraná

Geha foi afastado no dia anterior ao confronto com professores

ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

Comandante inicial da operação que deixou quase 200 feridos num protesto contra o governo Beto Richa (PSDB), o coronel da Polícia Militar do Paraná Chehade Elias Geha alertou os superiores sobre o "flagrante abuso de autoridade" da ação e acabou afastado um dia antes do confronto, em abril.

Geha depôs ao Ministério Público do Estado sobre o episódio, no qual manifestantes, a maioria professores, foram alvos de balas de borracha.

Ele era um dos militares a cargo da operação, que pretendia impedir a invasão da Assembleia e permitir a votação do projeto que alterou a previdência dos servidores. A lei gerou uma economia bilionária ao governo, que enfrenta uma crise financeira.

Em mensagem de celular ao então subcomandante-geral da PM, Geha disse que impedir o acesso aos arredores do prédio criaria "um grave problema" para "a imagem do Estado, governo, PM e da segurança da Assembleia".

"Não vejo como impedir o acesso de pessoas, caminhão de som, montagem de barracas. Nossa missão é garantir que a Assembleia não seja invadida e, caso ocorra, reintegrar a mesma. Outras providências caracterizam abuso de autoridade", escreveu ele.

O plano das autoridades era impedir a circulação e manifestação de pessoas no entorno da Assembleia. O governo queria "blindar" o prédio, invadido no início do ano por manifestantes.

Geha se opôs ao plano. "Gostaria que reestudassem o que planejaram anteriormente", escreveu no domingo, a três dias da operação.

Na segunda, Geha se reuniu com o então secretário de Segurança, Fernando Francischini, e com o comando da polícia e fez novos alertas.

Na terça, porém, após conduzir negociação para aproximar o carro de som dos manifestantes da Assembleia, Geha foi repreendido e destituído do comando da ação.

Segundo a Promotoria, a "abrupta e temerária" mudança no comando mostra que as autoridades estavam dispostas "a utilizar seu poderio militar para impedir qualquer manifestação democrática".

Na semana passada, o órgão ingressou com ação de improbidade contra Richa, Francischini e quatro comandantes da operação, por violarem o direito à reunião e à livre manifestação.

OUTRO LADO

A PM informou que não iria comentar a troca de comando, pois investiga a operação num inquérito próprio, que deve ser concluído até o final do mês. Richa refuta as acusações. Geha não quis dar entrevista.

30/06/2015

Objetivo alcançado: Aécio poderá ser enfaixado

Parece que, enfim, Aécio poderá se enfaixar de Presidente. O dinheiro da campanha da Dilma, como não existe almoço grátis, teria fins corruptos.  Mas só aquele destinado à Dilma.

Mas, e o dinheiro à campanha do Aécio? Bem, aí são muitas as hipóteses. Pode ser para ampliar os aeroportos de Cláudio e Montezuma. Ou seria para comprar um frota de helicópteros para a famiglia Perrella?

De repente o dinheiro que vai para a campanha da Dilma é sujo. Limpo, só aquele que foi para a campanha do Beto Richa! E o dinheiro que foi para o Ronaldo Caiado!? Não tem a mesma origem daquele doado ao Eduardo CUnha?!

E assim a República das Araucárias descobriu que há tipos de moedas: a limpa, que vai para o PSDB/PMDB/DEM/PDT/PSB/PSTU/PSOL; e a suja, que foi doada ao PT. Desculpe o palavrão, mas uma Felação Premiada só Leva Jato!

Gentes, esta piada está ficando longa demais. Perdeu toda graça. Tem que ser doido varrido ou analfabeto de pai e mãe para não ver tanta imbecilidade. Tem tanta verossimilhança quanto a cruza de Boi com Tomate.

Boimate, só na Veja!

Se a delação virou piada, o negócio é rir com Bezerra da Silva:

Caguete é mesmo um tremendo canalha
Nem morto não dá sossego
Chegou no inferno entregou o Diabo
E lá no céu caguetou São Pedro
Ainda disse que não adianta
Por que a onda dele era mesmo entregar
Quando o caguete é um bom caguete
Ele cagueta em qualquer lugar
Era caguete sim .. Era caguete sim ..
Eu só sei que a polícia pintou no velório e o dedão do safado apontava pra mim

Dilma pode anular benefícios de delator

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Presidente Dilma Rousseff se diz disposta a "anular os benefícios da delação premiada" do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, provando que ele mente em relação às doações feitas à sua campanha em 2014; "Eu não tenho rabo preso com ninguém", teria dito Dilma em reunião interna; nesta segunda-feira, em Nova York, ela afirmou que “não respeita delator” e ressaltou que a empreiteira também doou para seu adversário na disputa à presidência em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos", rebateu

30 de Junho de 2015 às 05:23

247 – Depois de reagir publicamente, na visita aos EUA, às acusações do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, a presidente Dilma Rousseff se diz disposta a "anular os benefícios da delação premiada" do empresário.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ela afirma a interlocutores que pode provar que ele mente em relação às doações feitas à sua campanha em 2014.

"Eu não tenho rabo preso com ninguém", disse Dilma.

Pessoa disse aos investigadores da Operação Lava Jato que doou R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma em 2014 e que o dinheiro seria fruto do esquema de corrupção na Petrobras. As doações a campanhas feitas pela UTC, no entanto, incluem parlamentares da oposição e foram maiores à campanha presidencial do senador Aécio Neves, do PSDB (R$ 8,7 milhões).

Em Nova York, Dilma disse que “não respeita delator”. “Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora", afirmou. A presidente ressaltou que a empreiteira também doou para seu adversário na disputa à presidência em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos", rebateu.

Dilma pode anular benefícios de delator | Brasil 24/7

Casa Verde

Filed under: Alienista,República das Araucárias — Gilmar Crestani @ 7:55 am
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AlienistaNa Casa Verde os fins justificam os meios. Por isso a dose ministrada à Veja vaza sempre às sextas-ferias. É hora então de relembrar as sábias palavras do Dr. Simão Bacamarte, n‘O Alienista, do Bruxo de Cosme Velho:

“(…)Estando os loucos divididos por classes, segundo a perfeição moral que em cada um deles excedia às outras, Simão Bacamarte cuidou em atacar de frente a qualidade predominante. Suponhamos um modesto. Ele aplicava a medicação que pudesse incutir-lhe o sentimento oposto; e não ia logo às doses máximas,—graduava-as, conforme o estado, a idade, o temperamento, a posição social do enfermo. Às vezes bastava uma casaca, uma fita, uma cabeleira, uma bengala, para restituir a razão ao alienado; em outros casos a moléstia era mais rebelde; recorria então aos anéis de brilhantes, às distinções honoríficas, etc. Houve um doente poeta que resistiu a tudo.
Simão Bacamarte começava a desesperar da cura, quando teve a ideia de mandar correr matraca para o fim de o apregoar como um rival de Garção e de Píndaro.

—Foi um santo remédio, contava a mãe do infeliz a uma comadre; foi um santo remédio.”

JANIO DE FREITAS, na Folha de São Paulo

Meios e fins

Não havia necessidade de que a divulgação da delação de Pessoa coincidisse com a visita de Dilma aos EUA

Mais um esmero indicativo do estilo e de propósitos inexplícitos da Lava Jato: a divulgação da populosa lista de acusados pelo superdelator Ricardo Pessoa deu-se precisamente no dia, a sexta passada, em que a presidente da República viajava para o encontro com o presidente dos Estados Unidos. Também prevista a presença, em sua comitiva, de ministros citados pelo empreiteiro.

As citações não foram expelidas por Ricardo Pessoa nas vésperas da divulgação. Saíram em interrogatórios numerosos e que vêm de longe, como provam já antigas acusações, divulgações e insinuações. Assim se evidenciaram tanto a reunião de citações que avolumaram, quanto a lista e o propósito de uma divulgação determinada, o que não foi feito com qualquer dos superdelatores precedentes.

Mesmo que houvesse algum exótico motivo para a edição das obras completas de Ricardo Pessoa, não houve sinal algum da necessidade de que isso, apesar do infeliz acaso, coincidisse com a visita oficial de Dilma aos Estados Unidos. Os efeitos políticos internos seriam pouco diferentes se protelada a divulgação por uns poucos dias, mas os efeitos externos e, em particular, nos Estados Unidos, não –como sabe todo procurador da República e todo juiz.

Bem, não é novidade que a Lava Jato tem peculiaridades. Outra delas, também reiterada nestes dias: a contradição entre a torrente de vazamentos e a permanente ausência da informação essencial em cada jato.

A recente prisão de Marcelo Odebrecht contém uma interrogação que vem intacta desde o primeiro momento. A prisão deveu-se, para explicação pública, à necessidade de evitar possível fuga do presidente da Odebrecht e, a seu mando, a destruição de provas e pressões sobre terceiros ou vigésimos. Mas a explicação precisava ser outra: nos já 15 meses de duração da Lava Jato, o que não faltou a Marcelo Odebrecht foi tempo para destruir provas e meios para fugir –por que só faria agora? A súbita preocupação que acometeu a Lava Jato não explica sua despreocupação de 15 meses. Nem a explicação atual no caso Odebrecht responde ao essencial.

Há mais do que o dito e o não dito em torno da Odebrecht. Parece mesmo que o simples nome Odebrecht já causa reações especiais. A ponto de uma publicidade explicativa da empresa, como fizeram outras empreiteiras, receber resposta especial e escrita do juiz da Lava Jato, honra negada às demais.

Resposta que mereceu comentários respeitáveis e elegantes da advogada da empresa, Dora Cavalcanti, com a compreensível estranheza de que o juiz Sergio Moro chegasse a considerar que o ideal seria a interrupção de todos os contratos e atividades da Odebrecht. O que, lembrou Dora Cavalcanti, além de não permitido por lei, lhe sugere ser talvez necessário, com apoio em princípios dos direitos humanos, recorrer à Corte Internacional.

Daí uma nota dos procuradores em que atribuem à advogada a sugestão de que a polícia, o Ministério Público, até o Supremo Tribunal Federal estejam "mancomunados para violar direitos humanos", sugestão que seria um sinal de desespero.

Suponho não ser anormal o desespero de um advogado de defesa. Mas, no caso, não é a advogada que o demonstra. A atribuição que lhe foi feita é excessivamente exorbitante e maldosa. Das tais que a Lava Jato não tem o direito legal e ético de fazer: é tempo de entender que os seus poderes não são absolutos.

24/05/2015

Vietnã? Não, Paraná!

OBScenas: o Vietnã é logo ali no Paraná!

Para Fernando Francischini e Beto Richa, professor é inimigo! E contra inimigo tanto faz Napalm ou Gás de Pimenta. Ou, como diria o velho Führer parodiando seu conterrâneo, Goethe: “Lich, mehr licht; gás, mais gás!”

Vietnã - Phan Thị Kim Phúc

Vietná das aruacárias
Vietna 2 Vietnã das Araucárias 2

16/05/2015

Peter Sellers ressuscita na jato

A República das Araucárias ressuscitou o inesquecível Inspetor Clouseau. No Paraná em se plantando tudo dá. Planta-se ódio e nasce perseguição. Planta-se professor, nasce porrada. Planta-se corrupto, nasce acusador. No Paraná bandido vira parceiro da Justiça.  Planta-se procurador e nasce cabo eleitoral. Planta-se policial, nasce grampeador. Está na hora de trocar de nome, ao invés de República das Araucárias, República de Bananas. Tudo sob o patrocínio da Rede Golpista.

Eu te escuto, você me escuta. A PF do Paraná e a tragicomédia dos grampos

15 de maio de 2015 | 19:03 Autor: Fernando Brito

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Os grandes sites deram a notícia sem detalhes, apenas de que tinha sido encontrado um “aparelho de escuta” prédio da superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.

Ponto, mais nada.

Só o repórter Diego Ribeiro, do paranaense Gazeta do Povo, foi um pouco além. E vejam que pérolas que grifei:

“Um grupo de policiais federais descobriu um grampo ilegal dentro da sede da PF em Curitiba. A descoberta foi feita por acaso, enquanto os policias conversavam no cafezinho da PF sobre outra escuta ilegal descoberta na carceragem do ano passado.

O grampo a que eles se referiam foi descoberto na cela de Alberto Youssef. Na semana passada, um agente da PF admitiu que foi ele quem colocou a escuta. E disse que o fez a mando de três delegados que participam da Operação Lava Jato.

Na conversa informal, no cafezinho, os policiais se tocaram de que sempre os agente usam aquele lugar para conversar. E pensaram se não poderia ter alguém ouvindo aquilo ilegalmente. Começaram a procurar e acharam em seguida. A escuta estava em uma caixa de lâmpada de emergência.

Imediatamente, os policiais fizeram o registro da descoberta. Nos depoimentos que prestaram, consta que foi descoberto um aparelho “envolto em fita adesiva”, “aparentemente para captação de sinais sonoros” e “aparentando ter microfones nas pontas”. Curiosamente, um adesivo indicava o número “6”.

A história fica entre a comédia e a tragédia.

Quem entraria na sede da Polícia Federal para colocar um “grampo”? O Ed Mort, do Veríssimo? O detetive de infidelidade conjugal? Os repórteres-grampeadores da Veja?

A escuta na cela de Youssef era para escutar ele falando com as paredes? Ou para saber se ele falava dormindo?

Este policial foi preso? Os delegados que teriam mandado fazer a escuta estão afastados e respondendo a inquérito?

E os agentes, assim, casualmente, enquanto comentam o jogo do Barcelona no cafezinho, têm um estalo de Vieira e saem metendo a chave de fenda nas luminárias, com o “palpite” de que ouviam suas conversas amenas no lanche?

As imundícies da Lava-Jato não se resume, todos estão vendo, aos corruptos. Quando a sede da Polícia Federal vira palco de bandidagem desta natureza e a imprensa se cala está claro que lá, entre as araucárias, está implantado o vale-tudo.

Eu te escuto, você me escuta. A PF do Paraná e a tragicomédia dos grampos | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

05/05/2015

Francischini: valentão num dia, cagão no outro

O valentão das araucárias, que dava entrevista de revólver na cintura, Fernando Francischini, é um Revoltado Online… Na vida real, um cagão incompetente.

É como, como todo Fernandinho Beira-mar, um valentão com arma na mão. Apertou, afrouxa. São sempre assim estes valentões de araque. Como na ditadura, bate em quem não pode se defender. No mano a mano, amarela.

Estes cafajestes que, ao invés de assumirem postos de comando, deveriam ser mandados para reformatórios. Primeiro festeja o massacre, quando a sociedade descobre sua covardia, prova a própria covardia. Não assume os próprios e joga a culpa para cima dos comandados. Prova que não tem comando. E se não tem comando não passa de ventríloquo dos comandados.

A escolha do Fascistinha das Araucárias é prova pronta e acabada da meritocraCIA  made in PSDB. O choque de gestão do PSDB é deixar a sociedade chocada. O que aconteceu no Paraná não é diferente do que aconteceu no RS com Yeda Crusius, com uma diferença. Aqui no RS a RBS deu total apoio à violência perpetrada pela funcionária e seus subordinados a Cel. Mendes.

Francischini: ‘Nada justifica ação da PM do PR’

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Depois que o presidente do PSDB-PR, Valdir Rossoni, pediu sua cabeça em nota, secretário de Segurança do Estado, Fernando Francischini, muda postura para se manter no cargo e condena a violência da PM contra professores: "Não tem justificativa. Nós lamentamos, as imagens são terríveis. Nunca imaginávamos que ia acabar nisso"; ele prometeu uma "apuração rigorosa", com acompanhamento do Ministério Público; apontado por inimigos como ‘fascischini’, ele é pressionado pela mídia a assumir a responsabilidade pelo ato para ‘salvar’ a pele do governador tucano Beto Richa

5 de Maio de 2015 às 05:28

247 – Ameaçado por nota do presidente do PSDB-PR, Valdir Rossoni, que pede ‘sua cabeça’, o secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini, mudou de postura sobre o massacre da PM contra professores para se manter no cargo.

"Não tem justificativa. Nós lamentamos, as imagens são terríveis. Nunca imaginávamos que ia acabar nisso", disse em entrevista coletiva. Ele prometeu uma "apuração rigorosa", com acompanhamento do Ministério Público.

Rossoni pediu nas redes sociais que os responsáveis pela ação policial "sejam demitidos ou peçam para sair". Eke classificou o episódio de "desproporcional e desnecessário".

Apontado por inimigos como ‘fascischini’, ele é pressionado pela mídia a assumir a responsabilidade pelo ato para ‘salvar’ a pele do governador tucano Beto Richa.

Segundo o Blog do Esmael, desde a manhã de domingo, trama-se no Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, a queda do secretário. "Francischini está deitado no caixão, com algodão no nariz. A demissão é questão de horas. É o método Beto Richa de exonerar auxiliares", avaliou para o Blog do Esmael um deputado governista.

Francischini: ‘Nada justifica ação da PM do PR’ | Brasil 24/7

04/05/2015

República das Araucárias made in PSDB

O sonho da República das Araucárias é botar no Governo do Estado Alberto Youssef. Há uma tentativa clara de se metamorfosear Youssef de bandido confesso em herói. Isso só poderia acontecer sob a bandeira do PSDB. A falta de viabilidade política pelo voto leva ao golpismo paraguaio. O verdadeiro choque de gestão  do PSDB é o choque pela violência, choque elétrico. A meritocracia made in PSDB é a prática do filho da mãe, do Beto Richa em relação à própria mãe…

Felizmente, até as torcidas de futebol conseguem ter uma visão menos manipulada do que sonha o vã golpismo dos grupos mafiomidiáticos. Sob fogo cerrado da bandidagem golpista instalado nos assoCIAdos do Instituto Millenium, ainda sobra  a internet para desmentir todas as montagens da mentalidade nazi-fascista que se instalou nos anencefálicos da direita hidrófoba.

Apesar de ser um Estado em que a mídia guinda a heróis Fernando Francischini, Beto Richa, Álvaro Dias e Alberto Youssef, ainda há esperança. Na República das Araucárias, vê-se, pelas manifestações das torcidas e pela reação dos professores, que na pinha tem pinhão.

‘Fora, Beto Richa’ pedem torcedores na final do Campeonato Paranaense

Quatro dias depois do violento confronto travado entre professores em greve e policiais militares no Centro de Curitiba, o governador Beto Richa (PSDB) foi vaiado e criticado neste domingo por cerca de 25 mil pessoas que assistiam à final do Campeonato Paranaense. Juntas, no Estádio Couto Pereira, as torcidas do Operário e do Coritiba gritaram em coro frases como “Fora, Beto Richa!”.

A manifestação não foi, no entanto, a primeira a acontecer num estádio de futebol e a ter como alvo o tucano. No sábado, na Arena da Baixada, a torcida do Atlético Paranaense também se manifestou de forma contrária a Richa e em apoio aos professores. Na quinta-feira, na comemoração do título do Londrina, que conquistou o Campeonato do Interior do Paraná, o meia Rafael Bastos, reserva do time, pegou um cartaz na torcida e o ergueu em campo. Nele, liam-se as frases “Beto Richa tirano! Que vergonha bater em trabalhador. #ForçaProfessores!”.

As vaias de hoje — capazes de unir as duas torcidas — aconteceram quando as equipes do Operário e do Coritiba já estavam alinhadas para ouvir a execução do Hino Nacional. Pouco antes, na arquibancada, uma faixa que dizia “Todo apoio aos professores” foi estendida, mas precisou ser recolhida em seguida, já que o regulamento da competição proíbe a exibição de faixas com teor político.

Os policiais militares que faziam a segurança da final do campeonato também foram verbalmente hostilizados pela torcida. Vídeos com gravações desses momentos foram postados na internet e geraram repercussão nas redes sociais. Havia no Couto Pereira cerca de 25 mil pessoas.

No sábado, o público que foi assistir ao show do rapper Criolo, no Teatro Guaíra, em Curitiba, também pediram fora, Beto Richa durante o espetáculo.

Na última quarta-feira, a Polícia Militar do Paraná lançou bombas de efeito moral e disparou balas de borracha contra professores e manifestantes que tentaram invadir o prédio da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública, 62 pessoas ficaram feridas, entre elas 22 policiais. De acordo com a prefeitura de Curitiba, no entanto, foram 213.

Ao comentar o episódio, Richa disse que os policiais agiram para proteger suas próprias vidas e o comando da PM, que seus homens não cometeram qualquer erro.

Em meio a uma crise financeira, Richa enviou à Alep uma proposta que muda as regras de pagamento do fundo de previdência estadual, o Paraná Previdência. O projeto propõe que 33 mil beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, mantido pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, bancado por contribuições dos servidores e do poder público. O governo deixaria, assim, de pagar sozinho essas aposentadorias e dividiria a conta com os servidores, que são contra a medida. O Globo

Secretário de Segurança do PR se cala após 200 feridos em protesto
Fernando Francischini (SD),é do partido do Paulinho da Força Sindical
O secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini (SD), gosta de falar em público e dar entrevistas. Mas desde a operação policial que deixou quase 200 feridos –a maioria professores– em um protesto de servidores, na quarta (29), ele anda calado.

Secretário de Segurança do Paraná ostenta arma na cintura em programa de TV
Deputado federal licenciado e delegado da PF, Fransischini, 45, usa o mote "tolerância zero". Assumiu a pasta a convite do governador Beto Richa (PSDB) em dezembro e, como ex-PM, ganhou apoio da corporação.

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Os Amigos do Presidente Lula

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