Ficha Corrida

29/03/2016

Sob a batuta da Globo, MPF conduz o Golpe

pozzobomA seletividade do MPF é serventia da casa. Desde os tempos de Geraldo Brindeiro, mais conhecido como Engavetador Geral, o MPF vem caçando uns para acobertar outros.

Rodrigo de Grandis levou este lema ao paroxismo.

Queremos um MPF padrão Suíça e não artífices do Golpe Paraguaio!

Na terra onde se lavava mais branco, agora se apura mais rápido. José Maria Marin foi preso na Suíça. Dependesse do MPF brasileiro estaria por aqui ainda roubando medalhas. Paulo Salim Maluf, desde sempre notório larápio, embora não possa sair do Brasil, continua agindo como impoluto Varão de Plutarco, participando das atividades políticas devidamente salvaguardado pelo MPF.

E o que se dizer do Eduardo CUnha, ardoroso golpista, festejado e amplamente respaldado desde os tempos de PC Farias?! A Suíça fez seu trabalho, colheu provas e mandou material encadernado e o MPF… nada. Quantos minutos o Jornal Nazional Socialista dedicou ao seu bendito fruto? Quantas capas a Veja propôs em homenagem ao seu dileto filho? Nadica de nada. Por isso o MPF é tão indigente com os meios protegem. Se não sai na Veja, se o JN não manda, o silêncio dos grupos mafiomidiáticos é o melhor comparsa do engavetamento.

O Aécio Neves é octa delatado. Cadê as capas da Veja e os sagrados minutos da Rede Goebbels? Silêncio conspícuo! E o MPF dobrando a esquina do compadrio. E tudo isso é compreensível pela revelação, uma parte esnobe outra parte uma bofetada, do deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, no Poder Judiciário.

Só o compadrio de instituições que recebem religiosamente dos cofres públicos pode explicar porque uma decisão contra Lula sai em 28 segundos, mas contra Eduardo Cunha, Aécio Neves, RBS, Gerdau, Rede Globo, Paulo Maluf, José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Andrea Neves, Agripino Maia, Fernando Francischini, José “Tarja Preta” Serra, Geraldo Merenda Alckmin, Beto Richa, Augusto Nardes… NUNCA!

A verdade é que a Casa Grande sempre pode contar com seus capitães de mato no MPF.

24/11/2015

Goodfellação

Ontem mesmo fiz estes registro: Os Bons Companheiros. O título Os Bons Companheiros é uma homenagem ao clássico Goodfellas, de Martin Scorcese. O Brasil, graças ao Complexo de Vira-lata de nossos golpistas também tem esta tendência norte-americana de valorizar os que ascendem usando de métodos mafiosos, incluindo narcotráfico, pisando sobre tudo e todos. Os jornais apostam nos playboys que têm por trás famiglias acostumadas à apropriação do Estado. Construir aeroportos com dinheiro público em terras da famiglia é condição necessária e suficiente para merecer a Presidência, se não pelas vias legais, pela vias transversas, que sempre foram serventias da casa. A desfaçatez é o único atributo imprescindível para ser ungido vencedor pelos energúmenos, tenha ou não votos.

O que a Folha diz em editorial o deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, também já tinha dito com orgulho, pompa e circunstância. O PSDB, com o garoto Henry Hill do filme, foi adotado pela parcela podre do MPF/PF e Judiciário. O exemplo paradigmático da captura do MPF atende pelo nome Rodrigo De Grandis. Nem a Folha, desde sempre órgão vital e acessório do PSDB, está aguentando tanta hiPÓcrisia.

Falando em hiPÓcrisia, imagine se o dono do heliPÓptero fosse amigo do Lula… Teria rendido manchetes e capas de jornais e revistas por anos a fio. O Jornal Nacional dedicaria mais tempo que as novelas. O MPF teria pedido a prisão do Lula, da cunhada do Lula, das noras do Lula. A Lava Jato já teria premiado uns dez Alberto Youssef delatando a importação, refino e distribuição pelos Lula da Silva. Ao cabo, ainda “provariam” que o Lulinha seria o dono do helicóptero.

A babação de ovo, para não dizer felação, em relação ao PSDB é diametralmente oposta à perseguição é caça ao Lula e ao PT. Mesmo sem investigar, a ficha corrida do Aécio Neves impressiona. Lula, apesar da constante e persistente perseguição, até hoje não há um fiapo de prova. Isso não impede que diuturnamente os grupos mafiomidiáticos se ocupem em destruir sua imagem.

A conclusão não poderia ser diferente: só um sociedade viciada prefere um toxicômano na Presidência.

Folha reconhece que processos contra o PT andam mais rápido

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Jornal de Otavio Frias critica a morosidade nas investigações do cartel de trem e metrô em São Paulo, em governos tucanos desde 1998 e sinaliza favorecimento ao PSDB: “Como estas atingem governos do PSDB, se cristaliza em parte da opinião pública a suspeita de que os processos andam mais rápido quando na mira se acha o PT; a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça têm a obrigação de demonstrar que esse não é o caso; os sinais, no entanto, não são alentadores”

24 de Novembro de 2015 às 05:17

247 – A ‘Folha de S. Paulo’ critica a lentidão nas investigações do cartel de trem e metrô em São Paulo, em governos tucanos desde 1998, e sinaliza favorecimento ao PSDB:

“Como estas atingem governos do PSDB, se cristaliza em parte da opinião pública a suspeita de que os processos andam mais rápido quando na mira se acha o PT; a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça têm a obrigação de demonstrar que esse não é o caso; os sinais, no entanto, não são alentadores”.

Leia abaixo o editorial:

O lento trem do PSDB

Diante da celeridade com que transcorreram investigações do mensalão e do petrolão, causa espécie a modorra com que são apuradas as alegadas fraudes em serviços ferroviários metropolitanos no Estado de São Paulo.

Como estas atingem governos do PSDB, se cristaliza em parte da opinião pública a suspeita de que os processos andam mais rápido quando na mira se acha o PT.

A Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça têm a obrigação de demonstrar que esse não é o caso. Os sinais, no entanto, não são alentadores.

Completou-se um ano, afinal, desde que a PF concluiu o alentado inquérito criminal sobre o cartel que manipulou licitações de trens nas administrações dos tucanos Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, de 1998 a 2008. O processo, contudo, estacionou no MPF.

Ao todo, 33 pessoas foram indiciadas pela PF por diversos crimes, como corrupção ativa e passiva, formação de cartel e fraude a licitações. Entre elas figuram ex-dirigentes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e das suas fornecedoras Siemens, Alstom, CAF, Bombardier, Daimler-Chrysler, Mitsui e TTrans.

Para o procurador da República encarregado do caso, Rodrigo de Grandis, a demora em apresentar denúncia à Justiça decorre da necessidade de aguardar documentos de países estrangeiros que comprovem lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Faltariam provas para fechar o cerco a contas bancárias no exterior e empresas offshore.

O procurador, evidentemente, não deve atropelar procedimentos. O problema é que Grandis já esteve na berlinda, inclusive com processo disciplinar na corregedoria do MPF depois suspenso pelo Supremo Tribunal Federal, por atrasar por quase três anos resposta a pedido da Suíça para colaborar na investigação da companhia Alstom.

Para a PF, já há indícios suficientes para uma ação penal. A inclinação da Justiça a instaurá-la já teria sido evidenciada com sua decisão de decretar o bloqueio de R$ 600 milhões das empresas envolvidas.

A precipitação nunca garantiu –ao contrário– que um processo será bem instruído e levará à condenação dos culpados e ao ressarcimento dos prejuízos. O mesmo, ou ainda mais, se deve dizer da morosidade na investigação, sobretudo quando pode ser entendida como proteção a certo partido político.

Folha reconhece que processos contra o PT andam mais rápido | Brasil 24/7

21/10/2015

A Lava Jato só tem 1 objetivo: caçar Lula

Há um único dado que prova que a Lava Jato conduz tudo de forma a caçar Lula: prendeu a cunhada do Vaccari mas deixou solta a mulher e filha de Eduardo CUnha. Se isso não bastasse, o inquérito foi conduzido de forma a impedir a livre manifestação. Toda vez que o depoente menciona alguém com foro privilegiado, o depoimento é cortado. Além disso, mantém preso como forma de barganha: se entregar algum petista, é premiado.

Agora, com a confissão em livro de que FHC não só sabia como nomeou ladrões, fica por demais evidente a proteção mafiosa em relação ao PSDB, como já dizia o deputado do PSDB, o gaúcho Jorge Pozzobom, e a criminalização constante em relação ao PT.

Nova denúncia de delator tenta atingir Lula

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Lobista Fernando Baiano afirma em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula; diz que o dinheiro foi repassado pelo pecuarista José Carlos Bumlai após encontros de Lula com seu amigo e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil, para tratar de negócios relativos à estatal, investigados pela operação Lava Jato; em nota, eles negam as acusações

21 de Outubro de 2015 às 05:53

247 – O lobista Fernando Baiano, operador de propina do PMDB, afirmou em delação premiada que pode apresentar documentos bancários que comprovem a suposta transferência de valores para uma das noras do ex-presidente Lula.

“O depoente se compromete a tentar identificar a operação bancária referente aos fatos”, registrou a força-tarefa da Lava Jato no termo de delação.

Ele acusa Lula de ter tratado de negócios relativos à estatal, investigados pela operação, duas vezes, com seu amigo, o pecuarista José Carlos Bumlai, e com João Carlos Ferraz, então presidente da Sete Brasil.

Os encontros teriam ocorrido no primeiro semestre de 2011, na sede do Instituto Lula, em São Paulo, antes da cobrança de R$ 3 milhões por Bumlai para supostamente pagar uma dívida de imóvel de uma nora do ex-presidente.

Eles negam. Em nota, o Instituto Lula reitera “que o ex-presidente Lula nunca atuou como intermediário de empresas em contratos, antes, durante ou depois de seu governo”. “Jamais autorizou que o sr. José Carlos Bumlai ou qualquer pessoa utilizasse seu nome em qualquer espécie de lobby. Não existe a dívida de 2 milhões supostamente mencionada na delação”, afirmou.

Bumlai afirma também que “nunca atuou em nome de OSX ou de Fernando Baiano em quaisquer demandas, nem pediu dinheiro usando o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou seus familiares, para beneficiar quem quer que fosse”. “Mais uma vez, informações já contestadas por nós são misturadas irresponsavelmente, na tentativa de criar novos fatos que, na prática, não existem”, disse.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

Nova denúncia de delator tenta atingir Lula | Brasil 24/7

30/07/2015

Paulo Preto, podemos tirar ser achar melhor

Por que o jornalismo tarja preta tem urticária quando ouve o nome de Paulo Preto? Por que significaria tocar na hagiografia de José Serra e demais membros do panteão tucano.

Como sabemos, na velha lição do deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, o PSDB ganhou imunidade judicial para roubar. Tanto que a trupe da CBF e até o Eduardo CUnha já estão providenciando filiação ao PSDB como forma de não mais serem importunados por inoportunas perseguições judiciais….

Diante das obscenas parcialidades da velha mídia e da parcela do Poder Judiciário caudatário dos interesses midiáticos, o negócio é rir. Rir para não chorar. Como diria a Marta Suplicy, a nova musa do PCC, o negócio é relaxar e gozar. Gozar, apesar do excrementos em forma de jornalismo, jogados na nossa cara, como se fôssemos estátuas sem compreensão e sentimento. A seletividade dos assoCIAdos do Instituto Millenium é maior prova de que não combatem a corrupção, combatem, sim, a concorrência na corrupção.

Não admira que os velhos grupos mafiomidiáticos estejam se decompondo em praça pública. Como afogados, se grudam em qualquer merda para não afundarem.

As relações de Paulo Preto com as empresas investigadas na Lava Jato

qua, 29/07/2015 – 20:22

Por esquiber

Nassif,  acho que temos obrigação de contribuir com as investigações da Lava Jato apontando para Moro um arrecadador tucano que ficou esquecido, apagado pela poeira do tempo. Trata-se do engenheiro Paulo Vieira de Sousa, vulgo Paulo Preto, que segundo reportagem da Istoé,  "possuía relações estreitas com as empreiteiras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Mendes Júnior, Carioca e Engevix." As mesma investigadas na Lava Jato, com exceção da carioca.

Paulo Preto teria sumido com quase 5 milhões em dinheiro vivo da campanha tucana a presidente de José Serra, dinheiro arrecadado de empreiteiras. Moro talvez ignore este fato, embora não esqueça de João Vaccari Neto, o qual mantém trancafiado por razões de campanha de 2010, a mesma que Paulo Preto apareceu numa citação pra lá de criminosa.

Nos tempos áureos de Paulo Preto, "em São Paulo, foi responsável pela medição de obras e pagamentos a empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, que custou 5 bilhões de reais, a expansão da avenida Jacu-Pêssego e a reforma na Marginal do Tietê, estimada em 1,5 bilhão, diz reportagem de Carta Capital, assinada por Cynara Menezes.

Quando é que Moro vai mandar prender Paulo Preto para que este faça uma delação premiada contando tudo que sabe sobre as relações das empreiteiras com os governos tucanos? Corrupção de empreiteira só é crime se for no governo federal?

Da Carta Capital

Quem é Paulo Preto

por Cynara Menezes

Levada à campanha por Dilma Rousseff, a história do ex-diretor da Dersa causa constrangimento no tucanato e gera versões desencontradas de Serra

Na noite do domingo 10, ao fim do primeiro bloco do debate da TV Bandeirantes, o mais acalorado da campanha presidencial até agora, cobrada pelo adversário tucano José Serra sobre as denúncias contra a ex-ministra Erenice Guerra, a petista Dilma Rousseff revidou: “Fico indignada com a questão da Erenice. Agora, acho que você também deveria responder sobre Paulo Vieira de Souza, seu assessor, que fugiu com 4 milhões de reais de sua campanha”. Serra nada disse – ou “tergiversou”, como acusou a adversária durante todo o encontro televisivo –, e o País inteiro ficou à espera de uma resposta: quem é Paulo Vieira de Souza?

Numa eleição em que o jornalismo dito investigativo só atuou contra a candidata do governo, Dilma Rousseff serviu como “pauteira” para a imprensa. O pauteiro é quem indica quais reportagens devem ser feitas – e, se não fosse por causa de Dilma, Vieira de Souza nunca chegaria ao noticiário. Nos dias seguintes ao debate, finalmente jornais e tevês se preocuparam em escarafunchar, mesmo sem o ímpeto habitual quando se trata de denúncias a atingir a candidatura governista, um escândalo que envolvia o tucanato. A acusação contra Vieira de Souza, vulgo “Paulo Preto” ou “Negão”, apareceu pela primeira vez em agosto, na revista IstoÉ.

No texto, que obviamente teve pouquíssima repercussão na época, o engenheiro Paulo Preto era apontado como arrecadador do PSDB e acusado pelos próprios tucanos de sumir com dinheiro da campanha. “Como se trata de dinheiro sem origem declarada, o partido não tem sequer como mover um processo judicial”, dizia a reportagem, segundo a qual o engenheiro possuía relações estreitas com as empreiteiras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Mendes Júnior, Carioca e Engevix.

Após a citação feita por Dilma, os jornalistas cuidaram de cercar Serra para tentar extrair a resposta que ele não deu no debate. De saída, o candidato disse não conhecê-lo. “Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factoide criado para que vocês fiquem perguntando”, declarou, na segunda-feira 11.

No dia seguinte, ameaças veladas feitas pelo ex-arrecadador em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo foram capazes de refrescar a memória de Serra. “Não somos amigos, mas ele me conhece muito bem. Até por uma questão de satisfação ao País, ele tem de responder. Não tem atitude minha que não tenha sido informada a ele”, disse Paulo Preto. “Não se larga um líder ferido na estrada em troca de nada. Não cometam esse erro.”

A partir da insinuação de que o já apelidado “homem-bomba do tucanato” possui fartos segredos a revelar, Serra não só se lembrou do desconhecido como o defendeu e o elogiou. “A acusação contra ele é injusta. Não houve desvio de dinheiro de campanha por parte de ninguém, nem do Paulo Souza”, afirmou o tucano, fazendo questão de dizer que o apelido “Preto” é preconceituoso. “Ele é considerado uma pessoa muito competente e ganhou até o prêmio de Engenheiro do Ano (em 2009). Nunca recebi nenhuma acusação a respeito dele durante sua atuação no governo.”

O último cargo público do engenheiro em governos do PSDB foi como diretor de engenharia da empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), cargo do qual foi demitido em abril, poucos dias após Serra se lançar à Presidência. Mas sua folha de serviços prestados ao PSDB é extensa. Há 11 anos ocupava cargos de confiança em governos tucanos e era diretor da Dersa desde 2005, primeiro nas Relações Institucionais e depois na engenharia, nomeado por Serra. Trabalhou no Palácio do Planalto durante os quatro anos do segundo governo Fernando Henrique Cardoso como assessor especial da Presidência, no programa Brasil Empreendedor Rural. Em São Paulo, foi responsável pela medição de obras e pagamentos a empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, que custou 5 bilhões de reais, a expansão da avenida Jacu-Pêssego e a reforma na Marginal do Tietê, estimada em 1,5 bilhão.

Quem levou Vieira de Souza para o Planalto foi Aloysio Nunes Ferreira, recém-eleito senador pelo PSDB, de quem Paulo Preto se diz amigo há mais de 20 anos. Ferreira dispensa apresentações. Em 3 de outubro foi o candidato ao Senado mais votado do Brasil, depois de ter sido chefe da Casa Civil no governo paulista.

De acordo com a IstoÉ, familiares de Vieira de Souza chegaram a emprestar 300 mil reais para Ferreira, quantia -assumidamente utilizada pelo novo senador para quitar o pagamento do apartamento onde vive, em Higienópolis. O engenheiro mantém, aliás, um padrão de vida elevado, muito acima de quem passou boa parte da carreira em cargos públicos. É dono de um apartamento na Vila Nova Conceição em um edifício duplex com dez vagas na garagem, sauna privê e habitado por banqueiros e socialites. Pela média de preços da região, um apartamento no prédio não custa menos de 9 milhões de reais.

Vieira de Souza foi demitido da Dersa oito dias após aparecer ao lado de tucanos graduados na festa de inauguração do Rodoanel e atribuiu sua saída a diferenças de estilo com o novo governador, Alberto Gold-man, que assumiu na qualidade de vice.

Goldman parecia, de fato, incomodado com a desenvoltura, para dizer o mínimo, de Paulo Preto no governo, e deixou esse descontentamento claro em um e-mail enviado a Serra, em novembro do ano passado, no qual acusava o então diretor da Dersa de ser “vaidoso” e “arrogante”, como revelou a Folha de S.Paulo. “Parece que ninguém consegue controlá-lo. Julga-se o Super-Homem”, escreveu o atual governador na mensagem ao antecessor, também encaminhada ao secretário estadual de Transportes, Mauro Arce. Mas Paulo Preto só deixou o governo quando Serra saiu.

Dois meses após sua exoneração, em junho, Vieira de Souza seria preso em São Paulo, acusado de receptação de joia roubada. O ex-diretor da Dersa alega ter comprado de um desconhecido um bracelete de brilhantes da marca Gucci por 18 mil reais. Ao levar a joia a uma loja do Shopping Iguatemi para avaliar se era verdadeira, foi preso em flagrante, após ser constatado pelo gerente que o objeto havia sido furtado ali mesmo no mês anterior. Solto no dia seguinte, passou a responder à acusação em liberdade. Hoje, ele atribui o imbróglio a “uma armação”.

Seu nome aparece ainda na investigação feita pela Polícia Federal que resultou na Operação Castelo de Areia. Na ação, -executivos da construtora Camargo Corrêa são acusados de comandar um esquema de propinas em obras públicas. A empresa nega. No relatório da PF há várias referências ao trecho sul do Rodoanel, responsabilidade de Paulo Preto, que teria recebido quatro pagamentos mensais de 416 mil reais da empreiteira. Vieira de Souza também nega. “A mim nunca ninguém entregou absolutamente nada. O lote da Camargo Corrêa na obra era de 700 milhões de reais e a obra foi entregue no prazo, só com 6,52% de acréscimo. É o menor aditivo que já houve em obra pública no Brasil.”

À revista Época, que publicou uma pequena reportagem sobre o caso em maio, Ferreira reconheceu a amizade antiga com Paulo Preto, mas negou ter recebido doações ilegais da construtora. Afirmou ainda que o Rodoanel foi aprovado pelos órgãos fiscalizadores. “O Rodoanel teve apenas um aditivo de 5% de seu valor total, um recorde para os padrões do Brasil”, disse o senador eleito. Atualmente, a operação Castelo de Areia encontra-se paralisada em virtude de uma liminar deferida pelo ministro Cesar Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), até que seja julgado o pedido da defesa da Camargo Corrêa, que reclama de irregularidades na investigação.

O vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, que teria servido de fonte para a reportagem da IstoÉ, deu entrevista nos últimos dias na qual nega ter afirmado que Paulo Preto arrecadara, por conta própria, “no mínimo” 4 milhões de reais – o próprio engenheiro diz que esse número foi subestimado. Segundo Eduardo Jorge, não existe nenhum esquema de “arrecadação paralela”, o famoso caixa 2, entre os tucanos. Paulo Preto processa EJ, o tesoureiro-adjunto Evandro Losacco e o deputado federal reeleito José Aníbal, chamados por ele de “aloprados” por tê-lo denunciado à revista. Curiosamente, na entrevista à imprensa, Eduardo Jorge faz mistério sobre os nomes dos reais arrecadadores da campanha tucana, a quem chama de “fulano” e “sicrano”.

Na quinta-feira 14, a bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo entrou com uma representação no Ministério Público Estadual. Solicita uma investigação contra o ex-diretor da Dersa por improbidade administrativa. Além da acusação sobre os 4 milhões de reais arrecadados irregularmente para a campanha tucana, os parlamentares petistas acusam a filha de Paulo Preto, a advogada Priscila Arana de Souza, de tráfico de influência, por representar as empreiteiras que tinham negócios com a empresa pública desde 2006, quando o pai era responsável pelo acompanhamento e fiscalização das principais obras viárias do governo paulista, como o Rodoanel e a Nova Marginal, vitrines da campanha tucana na corrida presidencial.

Documentos do Tribunal de Contas da União revelam que Priscila Souza era uma das advogadas das empreiteiras no processo que analisou as contas da construção do trecho sul do Rodoanel. Ao contrário do que disse o ex-chefe da Casa Civil de Serra, uma auditoria da empresa Fiscobras apontou diversas irregularidades na obra, entre elas um superfaturamento de 32 milhões de reais em relação ao contrato inicial, despesa que teria sido repassada ao Ministério dos Transportes, parceiro no projeto. A filha do engenheiro aparece ainda em uma procuração, datada de maio de 2009, na qual os responsáveis da construtora Andrade Gutierrez autorizam os advogados do escritório Edgard Leite Advogados Associados a representarem a empresa em demandas judiciais.

“Já havíamos encaminhado ao MP uma representação, em maio, pedindo investigação sobre a suposta arrecadação ilegal de dinheiro para a campanha tucana, com base nas denúncias da IstoÉ. Conversei com o procurador-geral, Fernando Grella, e ele me garantiu que a investigação foi aberta, mas corre em sigilo de Justiça, por ter sido anexada aos autos da Operação Castelo de Areia, que está suspensa”, disse o deputado estadual do PT Antonio Mentor.
Para o presidente estadual do PT, Edinho Silva, há indícios suficientes de uma relação “pouco lícita” entre o ex-diretor da Dersa e as construtoras. “Como pode a filha representar as mesmas empresas que são fiscalizadas pelo pai? O poder público não pode se relacionar dessa forma com a iniciativa privada”, afirmou Silva, recém-eleito deputado estadual. “Além disso, é preciso apurar essa história do dinheiro arrecadado ilegalmente pelo engenheiro. Quem denunciou isso não foi a gente, foi o PSDB, que não viu a cor do dinheiro e reclamou à imprensa.”

Por meio de nota, o escritório de -advocacia classificou de “inconsistentes e maldosas” as acusações do PT. “A advogada Priscila Arana de Souza ingressou no escritório em 1º de junho de 2006. O escritório presta, há mais de dez anos, serviços jurídicos a praticamente todas as empresas privadas que compõem os consórcios contratados para a execução do trecho sul do Rodoanel de São Paulo”, registra o texto.

Procurado por CartaCapital, Paulo Preto não foi encontrado. Seus assessores informaram, na quinta-feira 14, que o engenheiro estava viajando. Na entrevista que deu à Folha, o engenheiro insinuou que sua função era a de facilitar as doações de empresas privadas com contratos com o governo de São Paulo ao PSDB. “Ninguém nesse governo deu condições de as empresas apoiarem (sic) mais recursos politicamente do que eu”, disse. Isso porque, sustentou, cumpriu todos os prazos e pagamentos acertados com as empreiteiras nas obras sob seu comando.

Nos últimos dias, Serra tem se mostrado irritado com as perguntas de jornalistas sobre o tucano honorário Paulo Preto. Em Porto Alegre, na quarta-feira 13, chegou a acusar o jornal Valor Econômico de atuar em favor da campanha de Dilma Rousseff. Perguntado por um repórter do diário, o presidenciável disse que o veículo, pertencente aos grupos Folha e Globo, “faz manchete para o PT colocar no horário eleitoral gratuito”, evidenciando como se incomoda de provar do próprio remédio. O destempero deu-se minutos depois de o candidato declarar seu apreço pela liberdade de imprensa. Além do mais, a reclamação é estranha: as manchetes de jornais e capas de revistas com críticas e denúncias contra Dilma Rousseff são matéria-prima do programa eleitoral do PSDB.

No domingo 17, Dilma e Serra voltam a se enfrentar no debate promovido pela Rede TV! Ninguém espera que se cumpra o vaticínio frustrado de “paz e amor” dado pelos jornais antes do primeiro confronto. A petista vai, ao que tudo indica, continuar a questionar Serra sobre as privatizações do governo Fernando Henrique e insistirá na comparação dos feitos do governo Lula com aqueles de seu antecessor. Segundo a pesquisa CNT-Sensus divulgada na quinta 14, os entrevistados consideraram Dilma Rousseff a vencedora do debate na Band.

Durante o debate, Serra nem sequer defendeu a própria mulher, Mônica, apontada por Dilma como uma das líderes de uma campanha difamatória de cunho religioso contra o PT, ao declarar a um evangélico no Rio de Janeiro que a candidata governista “gosta de matar criancinhas”. O fez depois, em seu programa eleitoral, ao tentar assumir o papel de vítima (segundo ele, a adversária tinha partido para a baixaria e atacado até a sua família).

As relações de Paulo Preto com as empresas investigadas na Lava Jato | GGN

24/07/2015

O rei da tarja preta

Boi da Cara Preta
Boi, boi, boi,
Boi da cara preta
Pega esse menino (ou o nome do bebê)
Que tem medo de careta

Facebook também põe tarja preta no Cerra !

Vamos ver o Moro dizer que não sabe quem é o “JS”.




requiao-jose-serra_thumb

Paulo Preto

#CiteUmFilmeComTarjaPreta: 50 Tons de Tarjas Pretas. Dizem que este filme é quente! hahaha (Ilustração de Randley, no Twitter)

O editor do Conversa Afiada, Alisson Matos, fez minuciosa e exaustiva pesquisa no Facebook e garimpou algumas preciosidades sobre a última aventura do autor da patranha da Bolinha de Papel.
O Ciro Gomes disse que o Eduardo Cunha só está aí ainda todo lampeiro, porque, como dizia Ruy Barbosa, o Judiciário é o poder que mais tem faltado à Republica.
O mesmo se diria – diante da denúncia do Flavio Bierrambach, nos anos 80 do século passado ! – que o mesmo se aplica ao Cerra: só está aí, todo lampeiro, entregando a Petrobrax à Chevron, porque o Judiciário nos falta…
Imagine se o Judiciário resolve ler “Privataria Tucana”, do Amaury Ribeiro Junior?
Não sobrava um do clã Cerra !
E o “Operação Banqueiro”, do valente Rubens Valente ?
O livro que revelou que, sem o Gilmar Mendes não existiria Daniel Dantas?
E quem é o Gilmar para o Cerra ?
“Meu presidente !”
(Sobre questão remotamente correlata, assistir à TV Afiada.)
O Cerra pode fugir do Judiciário – ou o Judiciário dele …
Mas, do Facebook e do Alisson ele não escapa !
Paulo Henrique Amorim

25/04/2015

Operação Mãos Sujas

Filed under: Eduardo Cunha,Operação Mãos Sujas,PMDB,Proteção Mafiosa — Gilmar Crestani @ 1:34 pm
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EDUARDO CUNHA PC FARIAS pccunha Nestas horas ninguém houve Pedro Simon, nem José Ivo Sartori. Ninguém criminaliza o PMDB por abrigar Eduardo Cunha em suas hostes.  Pelo contrário, para atacar Dilma e o PT, a direita abraçou a candidatura deste sujeito à Presidência da Câmara dos Deputados. Sim, eles se dizem contra a corrupção. Os discursos irados do Pedro Simon nunca atacava Padilha, Eduardo Cunha, Renan Calheiros ou José Sarney. Os honoráveis bandidos são preservados quando estão a serviço do golpismo.

Estes são os heróis do MBL. Por que a marcha dos zumbis não lembrou de confeccionar um cartaz pedido apuração de todas as acusações que pesam contra Eduardo Cunha?! Por que será que Eduardo CUnha, em atuação desde a parceria com PC Farias nunca foi condenado pelo Poder Judiciário? Por que será o Ministério Público nunca conseguiu investigar Eduardo Cunha?

Eles conseguem prender a cunhada do Vaccari, como se ser cunhada fosse crime, mas não conseguem sequer investigar Eduardo Cunha. Parece que querem, na verdade, é eliminar a concorrência, não a corrupção!

Por que será que Eduardo Cunha goza de proteção?!

PF quer ouvir PMDB sobre suposto envolvimento de Eduardo Cunha na Lava Jato

Solicitação ainda não foi deferida pelo ministro Teori Zavascki

Prorrogação de prazo deve ser atendida pelo ministro relator do Supremo na próxima semana | Foto: Samuel Maciel / CP Memória

  • AE

  • A Polícia Federal encaminhou ao ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de autorização de coleta e mais duas testemunhas a fim de esclarecer pontos na investigação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
    No documento encaminhado ao STF no dia 15 de abril, o delegado da Polícia Federal Thiago Machado Delabary esclarece ao ministro o andamento das diligências referentes ao inquérito do qual Cunha é alvo, solicitando a extensão de prazo de 60 dias. É pedido ainda que sejam ouvidos o advogado Francisco José Reis, e o presidente do PMDB no Rio de Janeiro, Jorge Picciani, pai do líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani. Um endereço atribuído a Reis, que é ex-assessor de Jorge Picciani, é apontado como um dos destinos de entrega de dinheiro proveniente do esquema de corrupção apurado na Lava Jato.
    A solicitação feita pela Polícia Federal ainda não foi deferida por Zavascki. Diante de um desentendimento entre a polícia e a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a condução das investigações da Lava Jato, os pedidos de extensão de prazo feitos pela PF foram indeferidos pelo STF e as oitivas marcadas para os dias 16 e 17 de abril foram suspensas. A prorrogação de prazo deve ser atendida pelo ministro relator do Supremo na próxima semana. A PGR encaminhou entre segunda e quarta-feira desta semana pedidos de prorrogação de prazo ao STF para cumprimento das diligências.
    De acordo com a PF, entre os pedidos de diligências solicitados no inquérito que tem Cunha como alvo, foi realizada a oitiva da ex-deputada federal Solange Pereira de Almeida, atualmente prefeita da cidade de Rio Bonito (RJ). Solange abriu, em julho de 2011, dois requerimentos junto à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, demandando auditorias no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Ministério das Minas e Energia para apurar a relação da Petrobras com a empresa Mitsui.
    A Procuradoria suspeita que as representações feitas por Solange tenham sido arquitetadas por Cunha, com base em depoimento do doleiro Alberto Youssef. De acordo com o delator, o presidente da Câmara seria um dos beneficiários das propinas vindas do esquema envolvendo contrato de aluguel de um navio-plataforma das empresas Samsung e Mitsui. Ele teria encomendado os pedidos de auditoria dos contratos após o pagamento de propina ter sido suspenso. Cunha tem negado qualquer favorecimento no esquema.
    Em depoimento prestado na prefeitura de Rio Bonito em 18 de março, Solange diz que "não se lembra" das motivações que a fizeram assinar os requerimentos apresentados à Comissão, alegando ainda que o tema de tal requerimento envolvendo a Petrobras "não se inseria em suas pautas de atuação parlamentar; que suas pautas principais eram a saúde pública, havendo fundado a frente parlamentar em defesa dos hospitais universitários". A prefeita diz ainda ter uma boa relação com Cunha, mas nega que o presidente da Câmara tenha pedido que ela formulasse o requerimento sobre a Petrobras.

    01/04/2015

    Por que a Folha insiste transformar corrupção em discussão genealógica?

    beto richa e o primo luiz abiA manchete da Folha “Suposto Primo” rendeu na internet. Até a ombudsman se manifestou. Se os fatos estiverem em desacordo com os intere$$es comerCIAis e ideológicos da Folha, pior para os fatos. O engraçado, se é que se pode rir do mau caratismo da folha e da cara de pau da dupla de primos corruptos, é que os dois estiveram nas manifestações de 15 de março pedindo o fim da corrupção e o golpe militar na Dilma.

    O texto da Folha termina dizendo que não localizou o empresário. Hilário. Eu também não localizei jornalismo nessa informação, até porque o empresário está preso…

    Pior, nesta quarta-feira a Folha retorna ao seu autismo peessedebista. Por quê? Porque o envolvido é do PSDB. Simples assim. O governador Beto Richa o trata como primo. Todos os que conhecem ambos os tratam por primos. Só a Folha enfiou um “suposto” primo. Pega na trampa, a Folha retorna o local do crime para dizer que o empresário corrupto é que se diz primo. Ué, mas Beto Richa também o trata por primo. Por que a Folha não diz que o próprio suposto governador do Paraná chama o empresário por primo. Será que a Folha pensa que insistindo em questão periférica ela distrai sua manada do essencial, que é a corrupção nos governos do PSDB. Por que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium fazem tanta questão de proteger o PSDB? Não basta o que o Poder Judiciário, no dizer do deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom, proteja o PSDB?

    Seriam as milhares de assinaturas que os governos do PSDB distribui nas escolas públicas de São Paulo? Não houvesse esta proteção sem vergonha, obscena, que varre a putaria tucana para debaixo do jornal será que o problema da corrupção política não teria uma solução mais rápida?! Será que a Folha vai continuar insistindo que só o PSDB pode corromper impunemente? Por que, do jeito que a Folha está tratando, fica parecendo que há corrupção boa, quando é pratica pelos parceiros da Folha, e corrupção ruim, quando é praticada pelos que a Folha odeia.

    A desfaçatez da Folha se torna ainda mais despudorada quando basta escrever no “google” as palavras “beto richa e luiz abi” e aparecerá uma infinidade de informações, inclusive a forma de tratamento com que conhecidos até a prisão.

    Pois bem, vamos ver como e o que dizem o que não estão subordinados a d. Judith Brito nem têm rabo preso com o PSDB:

    Revista Veja: “Beto Richa defende primo preso e acusa Ministério Público de perseguição

    Jornal GGN: “O álbum da família Richa, por Celso Nascimento

    Paraná Online: “O fotógrafo Marcelo Caramori, ex-assessor especial do governo do Paraná, afirmou em depoimento ao Ministério Público que Luiz Abi Antoun seria o grande “caixa financeiro” de Beto Richa, sendo responsável por arrecadar dinheiro para campanhas eleitorais. Caramori foi preso em janeiro sob acusação de envolvimento em um esquema de exploração sexual de adolescentes.”

    Gazeta do Povo: “Gaeco prende Luiz Abi, primo do governador Beto Richa” e “O parentesco entre Abi e Richa é confirmado pelo site do PSDB.

    247: “Ao noticiar pela primeira vez uma delação premiada contra o governador tucano Beto Richa, do Paraná, a Folha inverte seus próprios padrões. Notica antes a defesa de Richa e só depois a acusação – e faz tudo isso numa tripa escondida no jornal.” e “Polícia prende Luiz Abi, primo e homem forte de Richa

    O Cafezinho: “O suposto primo de Beto Richa e o suposto jornalismo da Folha

    Huff Post Brasil:”Com primo investigado e crise das universidades, Beto Richa reenvia polêmico ‘pacotaço’ para Assembleia do Paraná”. 

    Carta Capital: “Paraná: primo de Beto Richa é preso em Londrina”

     

     

    Mas hoje, na Folha, você vai se deparar com este lixo aí abaixo:

    PARANÁ

    Empresário que se diz primo de tucano e mais seis tornam-se réus

    DE SÃO PAULO – A Justiça tornou réus o empresário Luiz Abi Antoun, que se apresenta como primo do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e outras seis pessoas. Eles são acusados de formação de organização criminosa, falsidade ideológica e fraude a licitação.

    O empresário usaria a proximidade com Richa para demonstrar influência política.

    O governo paranaense diz que a bisavó do tucano era irmã da avó de Abi Antoun e que, pelo Código Civil, isso não configura parentesco. A Folha não localizou o empresário.

    31/03/2015

    PSDB serve de biombo para sonegação

    É assim que se revelam os amigos; o PSDB é a mão amiga na hora difícil. Sempre que grandes grupos estiverem em apuro, o PSDB aparece para dar um empurrãozinho. Tem sido assim em São Paulo, com as milhares de assinaturas da Veja, Estadão e Folha distribuídas pelas escolas públicas do Estado. Graças ao PSDB o antigo puteiro sobrevive com ajuda de aparelhos com o nome Instituto Millenium. Judith Brito deixou isso bem claro. De nada adianta a Folha fazer editoriais para atacar o Poder Judiciário das mesmas coisas que ela faz: proteção mafiosa ao PSDB. O silêncio da Folha de nada serve porque os facínoras ocupam microfones o que ela faz na surdina.

    Líder do PSDB se diz contra CPI da sonegação

    :

    “Por mais escandaloso que seja, nossas prioridades são BNDES, Energia e Fundos de Pensão”, afirma o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP); atualmente, quatro CPIs funcionam na Câmara e só há espaço para mais uma; nesse contexto, segundo o colunista Ilimar Franco, o tucano diz que propor a criação desta CPI sobre a operação Zelotes “é jogar para a plateia”

    31 de Março de 2015 às 07:15

    247 – O líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP) descartou um pedido de abertura de CPI pela oposição sobre casos de corrupção ocorridos no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

    “Por mais escandaloso que seja, nossas prioridades são BNDES, Energia e Fundos de Pensão”, argumenta.

    Na Câmara já funcionam quatro CPIs, e só pode ser criada mais uma. Nesse contexto, segundo o colunista Ilimar Franco, o tucano diz que propor a criação desta CPI “é jogar para a plateia”.

    Segundo a operação Zelotes, esquema de fraude contra a Receita Federal é estimado em R$ 19 bilhões.

    Líder do PSDB se diz contra CPI da sonegação | Brasil 24/7

    Folha de São Paulo acusa judiciário pelo que ela também faz: proteção mafiosa ao PSDB

    Ninguém lerá um editorial da Folha atacando a RBS ou Rede Globo pelas respectivas sonegações. Judith Brito já admitiu publicamente que a Folha exerce o papel de oposição. Faz das tripas coração, como na ditadura, para defender seus interesses comerciais. A Folha só tem um inimigo e o combate ferozmente deste seu (do inimigo) nascimento: o PT!

    folhasangueEditorial: Justiça tarda e falha

    30/03/2015 02h00

    Prescrição, atrasos, incúria e engavetamento beneficiam políticos do PSDB acusados de irregularidades, inclusive no dito mensalão tucano

    A liberdade, como ensina o lema dos inconfidentes, será sempre desejável, mesmo que tardia. Nem sempre se pode dizer o mesmo, contudo, da Justiça.

    Uma decisão tardia pode bem ser o equivalente da iniquidade completa, e um processo que se arrasta sem condenados nem absolvidos só pode resultar no opróbrio de todos –inocentes e culpados, juízes e réus, advogados e acusadores.

    Há um ano, o Supremo Tribunal Federal encaminhou à primeira instância da Justiça de Minas Gerais o julgamento do ex-senador Eduardo Azeredo, do PSDB. Nada aconteceu desde então.

    Ex-presidente de seu partido, Azeredo é acusado de ter abastecido sua campanha ao governo de Minas, em 1998, com verbas desviadas de estatais, valendo-se de empréstimos fictícios.

    Não são mera coincidência as semelhanças desse episódio com o que viria a ser revelado no escândalo do mensalão petista, alguns anos depois. Um de seus principais personagens, o empresário Marcos Valério, havia sido também responsável pelo esquema tucano.

    Apesar de inúmeros adiamentos e dificuldades, o caso petista foi julgado no STF. Natural que inspire movimentos de revolta e consternação o fato de que, embora ocorrido alguns anos antes, seu equivalente tucano continue a repousar no regaço da Justiça mineira.

    Correndo inicialmente no Supremo, uma vez que parlamentares como Clésio Andrade (PMDB) e o próprio Azeredo figuravam entre os implicados, o processo teve de ser enviado à primeira instância: os réus tinham renunciado a seus cargos no Congresso.

    A decisão do STF, remetendo o caso a Minas Gerais, foi tomada em março de 2014. O trajeto de Brasília a Belo Horizonte consumiu cinco meses. Em 22 de agosto, o processo chega à 9ª vara criminal. Era só proceder ao julgamento; nenhuma instrução, nenhuma audiência, nada mais se requeria. Que o juiz examinasse os autos.

    Juiz? Que juiz? A titular da vara aposentou-se em janeiro; não se nomeou ninguém em seu lugar.

    Havia –e ainda há– pressa: alguns réus, dentre eles Azeredo, podem beneficiar-se da prescrição; outros envolvidos já escaparam por esse motivo.

    A lentidão mineira se soma ao caso de entravamento da Justiça ocorrido em São Paulo, para benefício de outro político do PSDB.

    Por três anos, um desembargador retardou o exame de irregularidades na gestão do hoje deputado estadual Barros Munhoz à frente da Prefeitura de Itapira. Veio a prescrição, e as suspeitas sobre crimes como formação de quadrilha e omissão de informações nem chegaram a ser julgadas.

    Não se trata, claro está, da "liberdade ainda que tardia" ostentada na bandeira de Minas Gerais. Entre essas figuras do PSDB, "impunidade na última hora" há de ser lema bem mais adequado.

     

    12 empresas negociaram propina no Carf, diz PF

    Investigação aponta suborno para reduzir ou zerar débitos com Receita

    Empresas negam irregularidades; operação desmantelou esquema de compra de sentenças em conselho

    NATUZA NERYGABRIEL MASCARENHASDE BRASÍLIA

    A Polícia Federal vê fortes indícios de que ao menos 12 empresas negociaram ou pagaram propina para reduzir e, em alguns casos, zerar débitos com a Receita Federal.

    A Folha teve acesso à relação dos 74 processos que estão na mira da PF. Cada uma das empresas tem diferentes níveis de envolvimento no esquema de compra de sentenças desvendado pela Operação Zelotes, deflagrada na semana passada.

    Segundo investigadores, muitas subornaram integrantes do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), colegiado responsável por julgar, em segunda instância, recursos de contribuintes autuados pela Receita. Outras, porém, foram procuradas por facilitadores que intermediavam o suborno a conselheiros do órgão, mas ainda não há contra elas elementos que comprovem o pagamento da propina.

    Os casos que os investigadores consideram ter indícios mais consistentes atingem processos dos grupos Gerdau e RBS; das companhias Cimento Penha, Boston Negócios (parte do antigo BankBoston), J.G. Rodrigues, Café Irmãos Julio, Mundial-Eberle; das empresas do setor automotivo Ford e Mitsubishi, além de instituições financeiras, como Santander e Safra.

    As companhias negam irregularidades (leia abaixo).

    Embora o nome do Bradesco também esteja nessa lista, até agora os policiais conseguiram detectar apenas que funcionários do banco foram procurados por consultorias que intermediavam o acesso aos conselheiros do Carf.

    A Folha apurou que, para o Ministério Público, até o momento os casos em que há indícios mais fortes de eventuais irregularidades envolvem a RBS e o grupo Gerdau.

    O esquema de sonegação, de acordo com as investigações, é um dos maiores já identificados no país. O Carf julga hoje processos que correspondem aproximadamente a R$ 580 bilhões.

    Além das empresas, a apuração chegou a nomes de lobistas que faziam a ponte entre os contribuintes e os conselheiros suspeitos de integrar o esquema. Um é Alexandre Paes do Santos. Ele foi sócio do ex-conselheiro do Carf José Ricardo da Silva, até 2012. Os nomes deles aparecem no quadro societário da Davos Energia Ltda., sediada em São Paulo. Silva deixou a empresa em agosto de 2012, e o lobista, em março de 2013.

    A PF cumpriu mandado de busca e apreensão na casa e no escritório de Alexandre Santos. O empresário ainda não foi localizado.

    Procurada, a assessoria de imprensa da PF informou que não comenta investigações que correm sob sigilo.

    CADEIRA NO CONSELHO

    Um aspecto do funcionamento do Carf chamou a atenção do Ministério Público. "Havia uma série de advogados pleiteando uma cadeira no conselho, embora a função não seja remunerada", diz o procurador federal Frederico Paiva, responsável pelo caso.

    Os 74 processos da Zelotes somam R$ 19 bilhões. A PF diz que "já foram, efetivamente, identificados prejuízos de quase R$ 6 bilhões".

    Mais de R$ 2 milhões foram apreendidos em Brasília e em São Paulo pela PF. Segundo balanço divulgado na sexta-feira (27), além de dinheiro (R$ 1,8 milhão, US$ 9.000 e € 1.500), foram apreendidos em Brasília 16 carros nacionais e importados, além de joias.

    Em São Paulo, foram apreendidos dez veículos e R$ 240 mil (em moeda nacional e estrangeira), e, no Ceará, dois veículos.

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