Ficha Corrida

04/04/2015

Um caso para entender o MBL e Chequer

bandeira-manifestanteMais fácil para entender como funciona o terrorismo de estado made in USA só desenhando. A pátria que usa a bandeira em todas as cenas que contém emoção, sentimentalismo, na máquina de propaganda chamada Hollywood condena o nacionalismo em todos os demais países.

Por aí também se explica porque Bradley Manning, Julian Assange, Edward Snowden e tantos outros purgam a liberdade de expressão na prisão, sujeitos à pena de morte. A bandeira americana cobre todos os corpos dos assassinos que retornam. Fazem filmes para vender a bandeira norte americana, como Cartas de Iwo Jima, onde o personagem principal é a bandeira ianque hasteada em outro país. Ou como aquela na Lua…

Luis Posada Carriles, Michael Townley  e tantos outros assassinos glorificados em filmes como “Sniper Americano” são assassinos de aluguel para matarem quem ousa atravessar o caminho dos EUA. Na frente sai a NSA, a DEA, a CIA com suas arapongagens na Petrobrás e no Governo. Depois vem os profissionais finanCIAdos para causarem tumulto e fomentarem manifestações antidemocráticas.

O MBL e Rogério Chequer são típicos mercenários recrutados para executarem o papel que antes eram feitos por agentes da CIA diretamente. A CIA se resume a financiar e instrumentalizar com seu know-how em fomentação de golpes. O Movimento Brasil Livre – MBL foi criado e é finanCIAdo para atacar interesses nacionais e facilitar a entrada e a defesa de interesses dos EUA.

O caso trazido pelo El País ajuda a entender porque a marcha dos zumbis tem tanto apoio dos golpistas instalados no Instituto Millenium, um puteiro finanCIAdo pela Gerdau.

Juiz norte-americano confirma proteção legal a Michael Townley

Ex-agente da ditadura chilena é acusado do matar o ex-diplomata espanhol Carmelo Soria

Antonieta Cádiz Houston 3 ABR 2015 – 14:20 BRT

Michael Townley.

“Não podemos obrigar Michael Townley a pagar”, disse o juiz norte-americano John Bates neste mês. Nem mesmo 75 dólares (240 reais) por semana. A família do ex-diplomata espanhol Carmelo Soria tentou em vão que o ex-agente da Diretoria Nacional de Inteligência do Chile (DINA) – testemunha sob proteção nos Estados Unidos – pague sete milhões de dólares como indenização pela tortura e morte de Soria, enquanto no Chile e na Espanha os tribunais ainda discutem o caso.

Em sentença de 13 páginas a que o EL PAÍS teve acesso, o juiz distrital John Bates reconheceu que seu veredicto “não ajuda nada” Laura González-Vera, viúva de Soria, apesar de a Justiça ter anteriormente determinado que Townley pagasse o dinheiro.

Townley, de nacionalidade norte-americana, foi agente da DINA, a polícia secreta do ditador Augusto Pinochet, e participou do sequestro e assassinato do diplomata espanhol em 1976. Há mais de 30 anos vive nos EUA sob o programa de proteção a testemunhas do Governo federal. Antes passou cinco anos preso pelo assassinato do embaixador chileno nos EUA, Orlando Letelier.

O fato de estar no programa de proteção a testemunhas impede informar seu paradeiro, situação financeira, atividades etc. Isso limita a capacidade, por parte dos advogados, de forçar o pagamento. Embora a família tenha pedido ao Governo dos EUA que entregue dados do ex-agente, até agora o Gabinete do Promotor Geral insiste em que fazer isso põe em risco a vida da testemunha.

Em 2005, a Justiça determinou que Tonwley pagasse a González-Vera, mas ele se negou. Depois de uma batalha legal que durou pelo menos cinco anos, fez o primeiro pagamento. Só que deixou de pagar de junho de 2013 a janeiro de 2014.

A viúva de Soria voltou a pedir o pagamento, mas agora o juiz Bates respaldou a posição do Governo dos EUA: “A Lei de Reforma da Segurança para Testemunhas não autoriza os tribunais a interpretar as atividades do promotor geral em relação a uma pessoa sob proteção”. “Seria perigoso divulgar a identidade e localização de uma testemunha protegida, inclusive a um tutor”, explicou o magistrado.

Ali Beydoun, o advogado nos Estados Unidos da família do diplomata espanhol morto, assegurou que insistirão para a se faça justiça. “Cada vez que fomos ao tribunal ou enviamos cartas ao Departamento de Justiça nos dizem que o risco à segurança é muito alto. Mas continuaremos pedindo à agência que considere a injustiça que prevalece nesta situação. Não se trata do dinheiro, e sim de que Townley esteja em liberdade.”

Carmelo Soria (leia sobre sua morte aqui, em espanhol) era editor-chefe na sede da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) em Santiago do Chile e militava no Partido Comunista da Espanha (PCE). Em 1976 foi sequestrado na rua por militares vestidos de carabineiros (policiais). Seu cadáver foi encontrado dois dias depois, com sinais de tortura.

Desde o início dos anos noventa, sua família tenta em vão mandar para a prisão os responsáveis pelo crime, encontrando barreiras como a lei de anistia chilena ou a condição de testemunhas sob proteção.

Em 2002, o Governo do Chile concordou com uma indenização de 1,5 milhão de dólares para a família, depois que ela interpelou o Estado na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A ratificação pelo Congresso demorou cinco anos. Em 2013 o juiz chileno Lamberto Cisternas determinou que fosse reaberto o caso do assassinato de Soria, mas o nome de Townley foi o grande ausente entre os acusados. “No Chile não se julga Townley. Nâo sabemos por quê e esperamos que façam uma emenda para mudar isso”, afirma Beydoun.

Enquanto isso, na Espanha a Audiência Nacional processou vários agentes pelo assassinato de Soria e alegou que não havia sido efetivo o processo contra esses crimes no Chile. Os agentes foram responsabilizados pelos crimes de genocídio, assassinato e prisão ilegal.

A Espanha pediu ao Chile a extradição de José Ríos San Martin; Jaime Lepe Orellana; Pablo Belmar Labbé; Guillermo Salinas Torres; René Quilhot Palma e Manuel Contreras Sepúlveda, ex-diretor da DINA, mas a Justiça chilena rejeitou o pedido porque o caso estava sob investigação no país. Em 2014 a Audiência Nacional espanhola pediu aos EUA, sem sucesso, a extradição de Townley.

Em 7 de abril o Tribunal Supremo da Espanha decidirá se arquiva ou não os casos ligados à “Justiça universal”, ou seja, a capacidade dos juízes espanhóis de investigar crimes cometidos fora do território do país, entre os quais está o caso do diplomata Carlos Soria. A reforma legal promulgada na Espanha no ano passado pelo Governo do presidente Mariano Rajoy limitou o alcance da Justiça universal. O Supremo deverá deliberar se os tribunais espanhóis têm a competência legal para investigar esses casos.

Juiz norte-americano confirma proteção legal a Michael Townley | Internacional | EL PAÍS Brasil

04/02/2015

Quem finanCIA o tapetão voador na Argentina e Brasil?

Filed under: Alberto Nisman,CIA,DEA & DAS,FHC,Golpismo,Golpistas,Impeachment,Ives Gandra,NSA,Tapetão — Gilmar Crestani @ 9:12 am
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tio samO papel desempenhado por Ives Gandra Martins, a pedido de FHC, faz-me lembrar de um registro preservado pela erupção do Vesúvio nas paredes do banheiro da Cassa della Gemma, em Herculano: “Apollinaris medicus Titi Imp. hic cacavit bene”(Apolinário, médico do Imperador Tito, deu uma bela cagada aqui). Ives Gandra, a pedido de FHC, perpetrou, em bom juridiquês, uma bela cagada golpista.

Acabou a era dos candidatos capachos e só os EUA não viram. O Tio Sam vem perdendo todas abaixo do Caribe. Mas o monstro não descansa. Quando não é a DEA, na Colômbia e Venezuela, é a NSA na Argentina e no Brasil. Por trás de ambas, a CIA. As espionagens reveladas por Edward Snowden continuam. Na Argentina, para derrubar Cristina Kirchner, a CIA conta com a SIP. No Brasil, com o Instituto Millenium.

Estão em andamento novas eleições na Argentina sem que as oposições, favoráveis aos EUA, tenham demonstrado viabilidade eleitoral. Como na Venezuela, os EUA busca influir no rumo das eleições na Argentina e no Brasil. Instrumentado pela CIA e Mossad, um procurador ao melhor estilo Peter Sellers, o Pantera Cor-de-rosa, buscou jogar nas costas da Cristina Kirchner um atentado terrorista ocorrido no governo de um ventríloquo dos EUA, Carlos Menem. Se num primeiro momento servia de álibi para a campanha dos EUA contra o Irã, passou a servir também para vitaminizar a campanha de seus aliados, bons nos grupos mafiomidiáticos mas ruis de votos.

No tempo de FHC, o WikiLeaks revelou como se davam as trocas de informações entre os EUA e o seus vira-bostas. William Waack não gostou, mas os “cables” não deixam dúvida. Quer símbolo pior do capachismo made in PSDB do que se sujeitar a tirar os sapatos para poder entrar nos EUA?! Na Argentina aconteceu o mesmo. Cables vazaram mostrando que todas as informações reunidas pelo procurador Alberto Nisman foram-lhe “produzidas pela CIA”, na embaixada dos EUA em Buenos Aires.

As tentativas golpistas se dão por intere$$e dos EUA, mas também por despeito de pústulas nacionais. Execrado pelo povo, que o quer longe dos cofres públicos, FHC revela-se uma Cassandra, um PÓte até aqui de mágoas. Repete-se a história, traído até pela amante, Miriam Dutra, como provou o exame de DNA, FHC é mais uma vez traído pelas inconfidências de seu advogado, Ives Gandra. É o tal de rabo que sai pelo fraque ou das orelhas que fogem pela cartola…

Alberto Nisman buscava cumprir, sozinho, na Argentina, o que Gilmar Mendes, Ives Gandra, FHC et caeterva querem fazer no Brasil. São apenas instrumentos para interesses escusos. São ventríloquos das petrolíferas. São elas que finanCIAm o tapetão voador daqueles que não tem votos.

PETROLÃO

Advogado de FHC solicitou parecer sobre impeachment

Peça diz haver razões para pedir afastamento de Dilma por desvios em estatal

Ex-presidente diz que só soube do documento pelo jornal e que impeachment ‘não é matéria política’

MARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

O parecer jurídico que diz haver fundamentos para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) por causa dos escândalos na Petrobras foi encomendado por um advogado que trabalha para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e integra o conselho do Instituto FHC.

O documento, escrito pelo advogado Ives Gandra da Silva Martins, foi solicitado por José de Oliveira Costa. O próprio Costa confirmou à Folha que trabalha para FHC: "Sou advogado dele".

Ele nega, no entanto, que o ex-presidente soubesse do parecer. Refuta também que o documento tenha caráter político: "Não tenho ligação nenhuma com o PSDB. Nem sei onde fica o diretório."

Martins nega que a peça tenha pretensões políticas: "Meu parecer é absolutamente técnico. Para mim, é indiferente se o cliente é o Fernando Henrique Cardoso ou uma empreiteira".

O parecerista diz que cobrou pela peça, mas não revela o valor. Advogados ouvidos pela Folha dizem que uma peça dessas assinada por Martins pode custar de R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Questionado pela reportagem, FHC disse em nota que soube nesta terça (3) pela Folha que Costa encomendara o parecer –Martins citou o nome do advogado em artigo publicado nesta terça no jornal. Para o ex-presidente, "neste momento", o impeachment "não é uma matéria de interesse político".

ATÉ O FIM

Em artigo publicado neste domingo (1º), FHC incita juízes, procuradores e a mídia a ir até as últimas consequências na apuração dos desvios da Petrobras: "Que tenham a ousadia de chegar até aos mais altos hierarcas, desde que efetivamente culpados".

O parecer de Martins conclui que há elementos para que seja aberto o processo de impeachment contra Dilma por improbidade administrativa "não decorrente de dolo [intenção], mas de culpa".

Culpa, em direito, detalha Martins, são as figuras da "omissão, imperícia, negligência e imprudência".

Segundo ele, Dilma tem culpa nesse campo porque ocupava a presidência do conselho da Petrobras em 2006 quando foi comprada a refinaria de Pasadena, nos EUA, por um valor que chegaria a US$ 1,18 bilhão dois anos depois. No ano passado, a presidente disse que não aprovaria a compra se tivesse melhores informações sobre a refinaria.

A compra resultou num prejuízo de US$ 792 milhões, de acordo com o TCU (Tribunal de Contas da União).

A presidente, para o parecerista, manteve uma diretoria na estatal "que levou à destruição da Petrobras".

O advogado de FHC diz que encomendou o parecer a partir de uma dúvida que surgiu numa reunião: "Juridicamente é possível iniciar um processo de impeachment por responsabilidade civil, ou seja, por culpa?" Segundo ele, a peça seria usada se algum cliente tivesse interesse por essa mesma dúvida.

EMPREITEIRA

Costa nega que haja alguma empreiteira investigada na Operação Lava Jato por trás do pedido.

A legislação prevê que tanto as empreiteiras quanto os seus diretores sejam condenados se a Justiça concluir que houve fraude em licitações da Petrobras e que as empresas agiam como um cartel.

03/12/2014

Drogas, tô fora!

Filed under: Aécio Neves,AécioPorto,ADPF,DEA & DAS,Helicóptero,Narcotráfico — Gilmar Crestani @ 9:56 am
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Matéria divulgada pela Associação dos Delegados da Polícia Federal – ADPF dava conta de que Minas havia se tornado em centro de distribuição, a partir de Juiz de Fora, para o Nordeste. A construção de aeroportos (em Cláudio e Montezuma) clandestinos talvez explique tamanho sucesso de logística.

Eis o cara das melhores festas para turbinar as melhores carreiras…

02/12/2014 – Departamento Antidrogas americano investiga AÉCIO por suposto tráfico internacional de drogas (reprod)

americano

Depois das denúncias a respeito das irregularidades em relação ao aeroporto de Cláudio (MG) envolvendo a polêmica pista de pouso com o tráfico de drogas, a Drug Enforcement Administration (DEA) esteve no Brasil no mês de novembro.

(reprodução integral – PlantãoBrasil)

Depois da repercussão nacional e internacional envolvendo o nome do senador Aécio Neves (PSDB) com helicóptero pertencente, a Agropecuária Limeira, preenchido com 450 quilos de cocaína, no qual foi divulgado amplamente pelo canal Telesur e um dos sites mais famosos dos EUA, o TMZ. O juiz federal Marcus Vinícius Figueiredo de Oliveira Costa do Espirito Santo, recebeu em seu gabinete o agente da Polícia Federal Rafael Pacheco. Ele estava acompanhado de dois homens que falavam português com sotaque.

Apresentaram-se ao juiz como agentes da DEA – a agência antidrogas americana. Os investigadores estrangeiros queriam saber o local do pouso do helicóptero que trouxe de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, pelo menos 445 quilos de pasta base de cocaína. O local do pouso estava registrado no GPS da aeronave.

A conversa era informal e se alongou. Os agentes da DEA contaram ao juiz que, assim como o México é a rota da droga para os Estados Unidos, o Brasil se transformou no principal corredor da cocaína exportada para a Europa, e assim como no México o tráfico de drogas alimenta a política, no Brasil não seria diferente, e essa especulação que envolve o nome do Senador Aécio Neves, “os interessa e muito”!.

Telesur é um dos maiores canais de televisão da America Latina, já TMZ ganhou notoriedade quando o artista Michael Jackson faleceu. O TMZ foi a primeira mídia a divulgar sua morte superando grandes redes de notícias mundiais. 4 Horas mais tarde, a informação foi confirmada e o TMZ se tornou oficialmente uma referência de informações sobre celebridades.

Foco da investigação do DEA

A policia investiga se o aeroporto de Cláudio foi utilizado como rota para o tráfico de drogas, uma vez que já é pública a informação de que o helicóptero da empresa Limeira Agropecuária, da família do senador Zezé Perrela, apreendido no Espírito Santo transportando 445 quilos de cocaína em novembro passado, chegou a pousar antes em um ponto do povoado de Sabarazinho (apenas 14 km de distância do aeroporto mineiro de Cláudio), três horas antes de seguir viagem para um sítio na cidade capixaba de Afonso Cláudio. A PF chegou a tal confirmação baseando-se no rastreamento do GPS do helicóptero, assim como nas anotações do plano de voo dos pilotos. e apreendido pela Polícia Federal do Espírito Santo, no sudeste do país, no último ano.

▼ link do site americano ▼

Departamento Antidrogas americano investiga AÉCIO por suposto tráfico internacional de drogas (reprod) « Poços10 – Poder e Política

23/03/2014

Terrorismo made in USA & CIA

São vários os organismos já usados pela CIA para influenciarem nos destinos internos do Brasil. São já sabidos os intere$$es que moveram malas cheias de dinheiro para corromper generais em 1964. Agora Frei Betto revela que os EUA finanCIAram a Igreja Católica para que participasse do golpe. Afinal, são caras as ideias importadas dos EUA. Além dos impostos, claro…  Empresas, como a Ultragás do Boilesen, participaram ativamente, em dinheiro, com logística e pessoalmente, já que o cidadão este ejaculava vendo pessoas com pés e mãos atados sendo torturados. Dizem inclusive, que ele fazia questão de dar o tiro de misericórdia… A Folha, por exemplo, emprestava as peruas que distribuíam os jornais para que os torturadores pudessem desovar na madrugada os presuntos fabricados na véspera. O que foi a a$$oCIAção que resultou na criação do Instituto Millenium senão uma versão atualizada do velho IPES e IBAD

A bem da verdade, o Brasil não foi a única vítima do apego norte-americano pelo ódio e expropriação das riquezas internas dos países. Não há, desde o fim da Segunda Guerra, nenhum golpe que não tenha a participação ativa e efetiva dos EUA. E, convenhamos, tem sido barbada. Há um exército de brasileiros querendo acabar com o Brasil e dariam a vida para que os EUA pudessem fazer o que bem entendessem. Eles estão todo lugar, inclusive e principalmente nos meios de comunicação. É só ouvir a forma como William Waack argumenta, como Bóris Casoy fala do CCC, ou ódio do Lasier Martins sempre que há algum movimento social pelas ruas e avenidas do RS.

Sabem porque a CIA vendeu a ideia, e os idiotas compraram, de que comunista come criancinha? Por que era exatamente o que faziam os partidários da CIA na Espanha, Argentina, Uruguai e Brasil. O roubo de bebês para suprir a demanda das mulheres estéreis com as quais eram casados não era exatamente um canibalismo, mas era um fato. A recente confissão de uma atriz argentina, Haydée Padilla, sem saber que estava sendo transmitida por tv, confirma uma prática que vinha sendo denunciada pelas Madres da Plaza de Mayo.

A relação entre a CIA e a intervenção militar, por jns

dom, 23/03/2014 – 14:27

Enviado por jns

DERRUBANDO GOVERNOS

A TFP taí ….

OPERAÇÕES DE DESESTABILIZAÇÃO INTERNA

A relação de governos que foram derrubados pela CIA: Irã (1953), Tibet (1950), Guatemala (1954), Cuba (1959), Congo (1960), Iraque (1963), Brasil (1964), Gana (1966), Iraque (1968), Chile (1973), Afeganistão (1973-1974), Iraque (1973-1975), Argentina (1976), Irã (1980), Nicarágua (1981-1990), El Salvador (1980-1992), Camboja (1980-1995), Angola (1980), Filipinas (1986), Irã (2001- até o presente), Iraque (1992-1995), Guatemala (1993), Sérvia (2000), Venezuela (2002), Haiti (2004), Ucrânia (2014).

Observando os acontecimentos envolvendo o Irã e a Líbia, nota-se uma repetição de um “modus operandi” de comprovado sucesso , quando se deseja justificar uma intervenção militar ou a imposição de bloqueio econômico em um determinado país, visando enfraquecê-lo e assim tornar possível a queda do regime vigente, para ser, posteriormente, substituído por uma equipe de governo aliado aos da nação (ou grupo) que mantém interesses no chamado ‘país-alvo’.

As motivações para tais operações são:

Interesses de ordem econômica;

Interesses de ordem política;

Manutenção ou obtenção de áreas de influência, entre outras.

O ex-agente da CIA, Philip Agee reconheceu, em seu livro Inside the Company: Cia Diary, que essas operações são arriscadas porque quase sempre significam intervenção, pois visam a influenciar, por meios encobertos, os assuntos internos de outro país, com o qual os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas. A técnica consiste essencialmente na “penetration” (inserção de agentes no país), buscando aliados desejosos de colaborar com a CIA e dissidentes do governo estabelecido. Daí que a regra mais importante na sua execução é a possibilidade de “plausible denial” (capacidade de negar um fato ou alegação), ou seja, negar convincentemente a responsabilidade e a cumplicidade dos Estados Unidos com o golpe de Estado ou outra operação, uma vez que se fosse descoberto seu patrocínio, as consequências no campo diplomático seriam graves.

Embora as principais potências mundiais (Rússia, China, Inglaterra, França, Espanha e várias outras) utilizem á séculos tal expediente em vários momentos de sua história, analisaremos somente algumas ações atribuídas aos Estados Unidos devido a sua relevância no contexto das Américas Central e Sul, as quais são sua esfera de influência e onde se localiza o nosso país.

1.  GOLPES DE ESTADO

Tal medida existe desde os primórdios da civilização humana. A técnica do “golpe de estado”, principalmente quando provocada por um governo externo, sempre foi utilizada quando pretende-se evitar o confronto direto, poupando assim recursos materiais e vidas humanas, além de manter ilibada a reputação da nação estrangeira que provocou (ou somente apoiou) o referido golpe, pois assim torna-se difícil, mas não impossível, a comprovação nos períodos iniciais do golpe, da efetiva participação desta nação estrangeira.

Para tanto, certos elementos são necessários para a eficácia do golpe de estado (não necessariamente obrigatórios, pois cada caso é um caso):

A existência dissidências internas no governo do país-alvo, o que faz com que o referido governo não tenha a coesão necessária para resistir ao golpe;

A centralização do poder decisório do país em um único local;

A realização de políticas pelo país-alvo que desagradem certas parcelas da população em detrimento á outras;

A existência de um clima de deterioração e caos político reinante no país, antecedendo ao golpe;

Hostilidade da população contra o governo, o qual se manifestará a favor da queda do regime;

A perda do crédito nas instituições-chave do país pela população;

Movimentação popular contra o regime a ser deposto.

A reunião de uma ou mais condicionantes fazem com que o país-alvo esteja vulnerável. Estas mesmas condicionantes servem de material a ser manipulado pelo país interessado na queda de regime, o qual se utilizará de técnicas especializadas que visam a produção de um ambiente que favoreça tal operação.

“Ora, um dos remédios mais eficazes que um príncipe possui contra as conspirações é não se tornar odiado pela população, pois quem conspira julga sempre que vai satisfazer os desejos do povo com a morte do príncipe; se julgar, porém, que com isso ofenderá o povo, não terá coragem de tomar tal partido, porque as dificuldades com que os conspiradores teriam que lutar seriam infinitas. A um príncipe pouco devem importar as conspirações se ele é querido do povo, porém se este é seu inimigo e o odeia, deve temer tudo e todos” – Nicolau Maquiavel

Devido a isto, certos governos ditatoriais tiveram seu fim antecipado assim que a população teve acesso a liberdade de expressão e a um estado de direito, os quais são utilizados como pretexto para a consecução de manobras de desestabilização interna do país-alvo (veja doutrina de intervenção humanitária), as quais são movidas quando nações estrangeiras tem interesses econômicos e políticos neste país.

2. DESESTABILIZAÇÃO INTERNA

Operações de desestabilização interna são ações que antecipam e fornecem condições para que um golpe de estado ocorra, propiciando o caos político, a agitação social, e a descrença nas instituições nacionais do país-alvo. São por vezes utilizados o terrorismo, operações psicológicas e os chamados “ataques de falsa bandeira’, para confundir e amedrontar a opinião pública (nacional e internacional), criando um clima de guerra civil e justificando assim uma intervenção no referido país.

Um exemplo atual de ataque de falsa bandeira seria a suposta tentativa de assassinato do embaixador saudita por agentes iranianos em território americano, sendo utilizado para isto um traficante mexicano (tentar matar dois pássaros com uma só pedra?), mesmo o Irã tendo assassinos treinados na chamada ‘Força Quds’ que poderiam facilmente levar a cabo a tal missão em qualquer país do oriente médio.  Esta foi uma trama comparada pelo próprio diretor do FBI, Robert Mueller, a “um roteiro de Hollywood”.

E o que dizer sobre as armas nucleares de destruição em massa iraquianas (2003) tão propagadas e que nunca foram de fato encontradas?

E o incidente do Golfo de Tonquim (1965), que iniciou a escalada da guerra do Vietnam?

O afundamento do USS Maine, ancorado em Cuba (1898) resultando na guerra Americano-Espanhola.

As operações Nortwood e Mongoose (1962), as quais não chegaram a ser executadas, quando a invasão da Baía dos Porcos (Girón) orquestrada pela CIA falhou?

Existem até os dias de hoje tentativas de organizações norte-americanas a favor de uma melhor explicação do que aconteceu no 11/09, algo que provavelmente nunca saberemos ao certo o que ocorreu. Existem outras operações do tipo, as quais devido a quantidade não poderiam ser abordadas de forma resumida.

Uma operação de desestabilização interna em um país inicia-se através de várias ações, como por exemplo:

Infiltração de indivíduos especializados na montagem de uma rede subversiva, os quais irão orientar, treinar e equipar a força dissidente do governo, visando a queda do mesmo (operadores do SAS capturados na Líbia);

Montagem de grandes manifestações populares contra o governo (Marcha da Família com Deus pela Liberdade no Brasil);

Estabelecimento de centros de pesquisa de opinião pública, visando analisar as características do público-alvo e definir quais os melhores procedimentos para manipular a formação da opinião pública e a mídia, voltando-as para a finalidade do país interessado (IPES);

Desmoralização nacional e internacional de figuras importantes do governo-alvo (classificação como comunista no passado, nos dias atuais, como terrorista).

São vários exemplos de operações de desestabilização interna na América Latina no passado, como por exemplo a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, ocorrida no Brasil no ano de 1964, a qual foi organizada por elementos conservadores e dissidentes do governo João Goulart e o padre católico conhecido como Patrick Peyton chamado de “padre Hollywood”, fundador do Movimento da Cruzada do Rosário pela Família, o qual era ligado a CIA (Central de Inteligência Americana).

Tais manifestações tinham como objetivo desestabilizar o governo de João Goulart, através de características inerentes do brasileiro (religião), propiciando assim um clima favorável a sua derrubada do poder, principalmente depois que o mesmo apresentou seu programa de ‘reformas de base’, os quais eram tidos como revolucionários pelo setor conservador da sociedade brasileira, além dos EUA que consideravam Goulart com tendências de esquerda.

O Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais – IPES tinha como principal tarefa a organização de estudos e movimentos contra o presidente João Goulart. Era patrocinado por grandes conglomerados empresariais nacionais e multinacionais, e entidades de classe. Realizava levantamento da maneira de expressão do brasileiro de forma a mapear o comportamento social do público alvo, que era a classe média baixa da população, além dos formadores de opinião, como entidades religiosas diversas, para elaborar filmes publicitários, documentários, confecção de panfletos e propagandas.

E o que dizer então das operações Brother Sam e Popeye, as quais praticamente selaram o destino de João Goulart e mergulharam o país em 21 anos de regime militar?

3. OPERAÇÕES BEM SUCEDIDAS

Guatemala 1954 – Operação PBSUCESS

Jacobo Arbenz Guzman, presidente da Guatemala  eleito democraticamente, foi deposto num golpe orquestrado e financiado pela CIA, que o substituiu por uma brutal ditadura militar. O seu programa de reforma agrária ameaçou os interesses comerciais dos EUA, em particular os da United Fruit Company. As preocupações dos EUA se uniram em planos secretos para destruir o governo de Arbenz.

Jacobo Arbenz Guzman foi eleito democraticamente presidente da Guatemala e governou o país entre 1951 e 1954, quando foi deposto pela junta militar patrocinada pelos EUA.

A United Fruit Company, uma empresa em que tinham interesses pessoais o secretário de estado do governo dos EUA, John Foster Dulles e seu irmão Allen Dulles, então diretor da CIA, além de várias instituições bancárias, trabalharam com a CIA para proteger seus interesses no país, instigando que Arbenz era uma ameaça comunista e criando um clima desestabilizador no país.

A operação PBSUCCESS foi autorizada pelo presidente Eisenhower em agosto de 1953, com um orçamento de US $ 2,7 milhões para “guerra psicológica, ação política e subversão” para poder viabilizar a tomada do poder pelos militares, além de um pequeno exército paramilitar, comandado pelo general Carlos Castillo Armas.

Carlos Castillo Armas (4 de Novembro de 1914 – 26 de Julho de 1957) foi presidente da Guatemala de 8 de Julho de 1954 a 26 de Julho de 1957, data em que foi assassinado.

Depois de uma pequena insurgência desenvolvida na sequência do golpe, os líderes militares da Guatemala, desenvolvidos e aperfeiçoados na “Escola das Américas” com a assistência dos EUA, realizaram uma campanha maciça de contra-insurgência que deixou dezenas de milhares de guatemaltecos mortos, mutilados e desaparecidos. A violência subsequente causou a morte e desaparecimento de mais de 140 mil guatemaltecos. Alguns ativistas de direitos humanos colocam o número de mortos em cerca de 250.000.

United Fruit Company

A United Fruit Company (1889-1970) era uma empresa multinacional americana que enriqueceu explorando o comércio de frutas tropicais (principalmente bananas) em regiões do terceiro mundo. Com a ajuda do governo dos EUA, derrubou vários governos de países do terceiro mundo que iam contra seus interesses, e impondo líderes locais alinhados com sua política empresarial. Daí surgiu o termo ‘República das Bananas’.

Em Cuba, era uma das empresas que controlavam a produção de açúcar e que foram expulsas em 1959, devido á revolução cubana que um ano mais tarde, em 01 de janeiro de 1960, nacionalizaria todas as suas possessões.

Em 1969 foi comprada por Zapata Corporation, empresa relacionada com o ex-presidente americano George H. W. Bush. A empresa modificou sua razão social para Chiquita Brands e até hoje opera com esse nome.

Em 2007, a Chiquita Brands enfrentou um julgamento nos EUA por haver financiado grupos paramilitares na Colômbia que foram responsáveis pelo massacre de sindicalistas e camponeses. A companhia teve que pagar multa às autoridades de seu país. As autoridades colombianas buscam cooperação dos EUA para que extraditem os funcionários responsáveis por esses delitos para que sejam julgados em território colombiano.

Operação Fulbelt

O golpe de estado de 11 de Setembro, ocorrido no Chile em 1973, consistiu na derrubada do governo eleito democraticamente do Chile e de seu presidente, Salvador Allende, tendo sido articulado por oficiais da marinha e do exército chileno, com apoio militar e financeiro do governo dos Estados Unidos através da CIA, bem como de organizações extremistas chilenas, como a Patria y Libertad, de tendências nacionalistas e neofacistas, tendo sido encabeçado pelo general Augusto Pinochet, que se proclamou presidente.

Allende foi o primeiro presidente marxista a ser eleito democraticamente e decidiu tomar medidas para redistribuir riqueza e terras em Chile. Aumento de salários de cerca de 40 por cento foram introduzidas. Ao mesmo tempo, as empresas não foram autorizadas a aumentar os preços. A indústria do cobre foi nacionalizada, assim como os bancos.

Para impedir Allende de chegar ao poder ou para derrubá-lo, o presidente Richard Nixon tinha ordenado a CIA para “fazer gritar de dor” a economia chilena, através de sanções econômicas visando desestabilizar a economia do país.

Com a queda do presidente Salvador Allende, subiu ao poder o general Augusto Pinochet, o qual levou a nação chilena a dezessete anos de regime militar, onde foram mortas cerca de 40 mil pessoas mortas, presas ou torturadas.

Quatro meses depois do golpe, seu balanço já era atroz: quase 20 000 pessoas assassinadas, 30 000 prisioneiros políticos submetidos a torturas selvagens, 25 000 estudantes expulsos de escolas e 200 000 operários demitidos. A etapa mais dura, sem dúvida; ainda não havia terminado.

Operação Ajax

Foi assim chamada a operação de desestabilização que levou á queda do presidente iraniano democraticamente eleito, Mohammed Mosaddeq. Foi realizada uma operação conjunta entre a CIA (EUA) e o MI6 (Inglaterra), apoiados por iranianos pró-ocidentais e militares dissidentes.

Mossadeq nacionalizou a extração de petróleo visando condições mais justas, pois as anteriores favoreciam enormemente a Anglo-Iranian Oil Company (AIOC).  Em 1947, por exemplo, AIOC relatou lucros após impostos de £ 40 milhões (US $ 112 milhões), e foram repassados ao Irã apenas £ 7.000.000. Foram realizadas operações de desestabilização e terrorismo na capital Teerã por operativos da CIA através de movimentação de massas, culminando na derrubada do poder do democraticamente eleito Mossaddeq.

Em seu lugar assumiu o Shah Reza Pahlavi, escolhido pela CIA e pelo MI6 para governar o país com mão de ferro, garantindo os interesses dos EUA e da Inglaterra. Após o golpe de 1953, o governo do Xá formou a Savak (polícia secreta iraniana), cujos agentes foram treinados nos Estados Unidos. A Savak foi dado “carta branca” para torturar dissidentes suspeitos.

Revolução Islâmica

A impopularidade do regime tirânico de Reza Pahlavi e de sua Savak, além de políticas fracassadas voltadas para o povo, foram exploradas pelos clérigos islâmicos, os quais eram a única frente organizada contra o Shah. Através de manifestações contra o ocidente e o governo, Reza Pahlavi fugiu de Teerã e buscou refúgio nos EUA, abrindo caminho assim para o Aiatolá Ruhollah Khomeini, o qual instaurou a República Islâmica do Irã, com forte tendências antiocidentais.

Muitos historiadores entendem que o atual extremismo religioso antiocidental iraniano, é resultado das ações dos EUA/GB no país na década de 50. E o caso de se pensar se o termo “grande satã” cunhado por Khomeini em relação aos EUA seria realmente tão injusto…

Anglo Persian Oil Company

Fundada em 1908, foi rebatizada Anglo-Iranian Oil Company – AIOC, em 1935, e atualmente é conhecida como British Petroleum – BP. Durante a operação Ajax, foi a responsável direta pelo envolvimento da CIA e do MI6 que depuseram o presidente democraticamente eleito Mohammed Mossadeq. Em 2010, foi considerada a terceira maior empresa de energia do mundo e a quarta maior empresa do mundo, com valores agregados de cerca de 308 bilhões de dólares.

Governos Derrubados pela CIA

Irã (1953), Tibet (1950), Guatemala (1954), Cuba (1959), Congo (1960), Iraque (1963), Brasil (1964), Gana (1966), Iraque (1968), Chile (1973), Afeganistão (1973-1974), Iraque (1973-1975), Argentina (1976), Irã (1980), Nicarágua (1981-1990), El Salvador (1980-1992), Camboja (1980-1995), Angola (1980), Filipinas (1986), Irã (2001- até o presente), Iraque (1992-1995), Guatemala (1993), Sérvia (2000), Venezuela (2002), Haiti (2004).

4. TRABALHO DE CONVENCIMENTO

Os chamados “trabalhos de convencimento” são operações que visam convencer a mídia nacional e internacional da legitimidade de uma operação militar ou de um bloqueio econômico contra determinado país, mesmo que suas razões não sejam provadas explicitamente. Visam desqualificar o país-alvo e seus governantes em relação as suas políticas de gerenciamento nacional ao mesmo tempo que convencem a mídia nacional e internacional de que “algo precisa ser feito”. A população é exposta diuturnamente á versão que interessa ao país interessado na queda do regime, formando assim opinião favorável á operação.

O Brasil sofreu este tipo de pressão nas décadas de 80 e 90, quando da tentativa de se justificar a internacionalização da Amazônia, chamada na época de ”pulmão do mundo”. Nesse período, a mídia televisiva exibia constantemente a derrubada de árvores e a queimada de partes da floresta, além da questão indígena. A repetição destas imagens na mídia causou uma comoção internacional, resultando em debates acalorados por vários setores da sociedade mundial, sendo que alguns desses setores defendiam uma imediata internacionalização da floresta tropical brasileira. A questão indígena também é explorada por estes países, mesmo que estes tenham exterminado todos os seus índios no passado.

A ameaça direta ao nosso amado Brasil:

“O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”. François Mitterrand, 1989, então presidente da França;

“As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecologistas internacionais que visam à limitação das soberanias nacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandística para dar início a uma fase operativa, que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”. John Major, 1992, então primeiro ministro da Inglaterra;

“Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”. Al Gore, ex-Vice-Presidente norte-americano:

“A Amazônia é um patrimônio da humanidade. A posse dessa imensa > área pelos países mencionados (Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador) é meramente Circunstancial”. Conselho Mundial de Igrejas Cristãs reunidas em Genebra, 1992.

5. INTERESSES GLOBAIS

Os EUA é a nação que dominou o cenário no século XX, com interesses globais que respondem pelo seu modo de vida e sua compreensão com relação ao resto do mundo. Simplesmente nada de novo, pois os grandes impérios sempre fizeram o mesmo em seu auge. Para manter o que consideram a paz em seus termos (Pax Americana), promoveram intervenções em várias nações, muitas delas democráticas ou não, visando defender os seus interesses econômicos e estratégicos. Esse acúmulo de poder e interesses globais gerou uma nação que interfere em todas as grandes questões mundiais, para o bem ou para o mal.

Cabe a nós, brasileiros, entender o que se passa no mundo, pois a verdade está bem além do que se vê na mídia ou que é recebida dos órgãos federais. Devemos, como povo instruído, entender os mecanismos utilizados por aqueles que podem um dia tornar-se o nosso algoz, intervindo nos nossos assuntos internos, sobre os quais só cabem á nós mesmos decidir. Com o potencial energético, humano, industrial e econômico que o Brasil possui, somos alvos da cobiça internacional travestida de “operações humanitárias ou ecológicas” as quais estão em andamento atualmente.

Felizmente o Brasil, possui uma situação um pouco diferente dos demais países que são alvos fáceis para este tipo de operações, por ter uma capacidade real de crescimento e ser uma democracia real, podendo se tornar uma potência com capacidade de decisão em um futuro próximo.

Mas isso não é nada que um bom ‘trabalho de convencimento’ não possa vir a mudar…

Fonte: PLANO BRASIL, 29 OUTUBRO 2011

A relação entre a CIA e a intervenção militar, por jns | GGN

21/03/2014

Terrorismo de Estado made in USA

 

Guerras Sujas: como os Estados Unidos assassinam inocentes

Guerra Suja trata de ações militares dos Estados Unidos contra civis em países estrangeiros. Entre as vítimas estão crianças e mulheres grávidas.


Gérson Trajano

reprodução

Guerras Sujas, dirigido por Rick Rowley, trata de ações militares dos Estados Unidos contra civis no Afeganistão, no Iêmen e na Somália, e que não são justificadas e nem reconhecidas pelo governo americano. Entre as vítimas estão crianças, mulheres grávidas e até um cidadão americano.  
O documentário questiona a declaração oficial de que as forças armadas estariam nessas regiões apenas para garantir a segurança e não para atuarem em combate. O longa-metragem foi indicado ao Oscar 2014 de melhor documentário, mas perdeu a estatueta para A Um Passo do Estrelato.
Logo no início do filme,  o jornalista Jeremy Scahill, correspondente da revista The Nation, promete revelar os verdadeiros interesses dos EUA. Contudo, não consegue relacionar claramente o envolvimento ilícito do governo americano em atividades militares supostamente clandestinas. O final do filme é inconclusivo.
Autor do livro Blackwater, sobre uma companhia de mercenários no Iraque que teria contratos de 600 milhões de dólares com o Washington, Scahill investiga principalmente as ações do Comando de Operações Especiais Conjuntas (J-SOC), grupo de elite do exército americano acusado de executar supostos inimigos em nome do combate ao terror, desencadeado após o 11 de setembro.
Para contar a sua história, ele reúne em uma sala vazia, que se transforma em uma verdadeira base de operações, mapas, fotografias, e-mails, gráficos e dossiês. Scahill vai montando o seu quebra-cabeças, conectando dados históricos com as suas anotações de repórter.  
O documentário ganha ares de um thriller de conspiração. Os cenários sombrios, estradas desertas, a narração que conduz ao suspense e enquadramento próximo ao rosto do repórter reforçam o clima de que tudo tenha sido planejado secretamente pelo governo americano.
Mas, sendo um filme documentário, Scahill entrevista ex-oficiais, congressistas, parentes das vítimas, visita os locais dos ataques, mostra fotografias dos mortos e até descobre uma suposta lista com alvos civis do J-SOC. 
O trabalho de investigação começa em Gardez, no Afeganistão, onde uma família tem sua casa invadida durante à noite por uma unidade militar americana. Um homem e duas mulheres grávidas são mortos. Em princípio, não há razão para a operação, pois nenhum membro da família afegã era suspeito de terrorismo.
Em seguida, Scahill viaja para o Iêmen, onde visita um vilarejo destruído por mísseis de fabricação americana. Na ocasião, 46 pessoas foram mortas, entre elas, 21 crianças e 14 mulheres. Ironicamente, os habitantes do local passaram a usar o termo “talibã americano” ao se referirem os soldados americanos, responsabilizados pelo ataque.
Um dos alvos no Iêmen seria Anwar Al-Awlaki, cidadão americano e simpatizante dos tabilãs. Al-Awlaki comandava um programa de rádio que fazia propaganda contra a política dos EUA. A partir desse momento, o filme de Rowlei passa a questionar o fato de o governo assassinar um cidadão americano sem antes tê-lo julgado formalmente, o que, em principio, a Constituição proíbe.
De acordo com o documentário,  o J-SOC também foi o responsável pela morte de Abdul-Rahman Al-Awlaki, de 16 anos, filho de Al-Awlaki. Um foguete, disparado por um drone teria matado o rapaz.
A força militar sintetiza o valor da extensão territorial e do poder econômico da grande potência americana. Gérald Lebrun, em  O que é Poder  (editora brasiliense.1991), citando Max Weber, define potência como toda a oportunidade de impor a sua própria vontade, no interior de uma relação social, até mesmo contra resistências, pouco importando em que repouse tal oportunidade.
Segundo o filósofo francês, existe poder quando a potência, determinada por uma certa força, se explicita de uma maneira precisa. Não sobre o modo da ameaça, da chantagem, mas sob o modo da ordem dirigida a alguém que presume-se, deve cumpri-la. Guerra Suja é uma mostra dos Estado Unidos exercendo o seu poder como potência.

Guerras Sujas: como os Estados Unidos assassinam inocentes – Carta Maior

16/10/2013

Eles chamam isso de “serviço de inteligência”…

Filed under: CIA,DEA & DAS,Isto é EUA!,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 9:26 am
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Se eles erram até entre si, se matando uns aos outros, imagina o que não fazem com quem não conhecem?!

“Camarena fue asesinado por la CIA”

Funcionarios estadounidenses sostienen ahora que la muerte del agente de la DEA en 1985 no fue obra del narco Caro Quintero

Juan Diego Quesada México 15 OCT 2013 – 01:34 CET111

Enrique ‘Kiki’ Camarena

La historia criminal de México podría estar a punto de reescribirse. Las declaraciones de tres agentes federales que sostienen que el exagente de la DEA Enrique Kiki Camarena fue asesinado por un miembro de la CIA, y no por el narcotraficante Rafael Caro Quintero, cambian radicalmente la versión oficial desde hace casi tres décadas. La banda Los Broncos de Reynosa ya apuntaban a esta teoría hace 25 años en uno de sus narcocorridos pero se tomó como un chisme de cantina regado con tequila.

Hasta ahora se pensaba que Camarena había sido asesinado por orden de los fundadores del cartel de Guadalajara, entre ellos El Príncipe Caro Quintero. El funcionario estadounidense había desmantelado con sus investigaciones una gigantesca plantación de marihuana de un rancho llamado El Búfalo y en represalia los capos habían ordenado su secuestro y asesinato. Se han escrito ríos de tinta sobre estos hechos, narrados exactamente de esta manera. Estas nuevas revelaciones apuntan, en cambio, a que trabajadores vinculados con el Gobierno de EE UU encargaron el asesinato de Camarena a un personaje novelesco, Félix Ismael Rodríguez, alias El Gato, un cubano que participó en la frustrada invasión de Bahía de Cochinos y en la muerte de Ernesto Che Guevara en Bolivia en 1967.

El giro a la historia corre a cargo de Phil Jordan, exdirector del Centro de Inteligencia de El Paso (EPIC); Héctor Berrellez, exagente de la DEA; y Tosh Plumlee, expiloto que en ocasiones realizó trabajó para las agencias federales. Los tres detallaron a la cadena Fox News que policías mexicanos y particulares estadounidenses relacionados con la CIA participaron en las torturas a Camarena en 1985 y que incluso las grabaron en video. Un portavoz de la CIA lo negó rotundamente: “Es ridículo”.

La revista mexicana Proceso hizo su propia investigación y fue más allá. “Fin de un mito”, titula en su portada de esta semana. La publicación, con base en el testimonio de los tres funcionarios estadounidenses, sostiene que El Gato Rodríguez introdujo en México al hondureño Juan Matta, quien servía de enlace entre los narcos colombianos y el cartel de Guadalajara en los años ochenta. En esa época Caro Quintero era “el mero mero”, el jefe de jefes. Matta contaba con la aprobación de las autoridades (o al menos se hacían la vista gorda) como operador de la CIA y traficaba asiduamente con cocaína y marihuana. Parte de las ganancias las recibía la CIA, que a su vez las destinaba a los contrarrevolucionarios de Nicaragua, que lo utilizaban para comprar armamento. Era una forma indirecta para EE UU de financiar la lucha contra el régimen sandinista.

Camarena descubrió estos tejemanejes. Eso fue, según los entrevistados, su sentencia de muerte. “La CIA mandó levantar y torturar a Kiki Camarena, y cuando lo mataron nos hicieron creer que fue Caro Quintero para así tapar las cosas ilegales que estaban haciendo en México”, le contó Jordan al periodista Jesús Esquivel. Jordan no es un cualquiera. Como jefe de la EPIC en El Paso fue el encargado del centro más poderoso de EE UU para vigilar la frontera común. Fue un funcionario de alto rango, de ahí que su testimonio tenga valor. “El caso tiene una enorme relevancia pero pasó desapercibido en EE UU, donde andan a otra cosa. Solo una investigación sólida de una corte penal podría sacarnos de dudas pero hay pocas posibilidades de que eso vaya a ocurrir”, cuenta Esquivel desde Washington por teléfono.

La DEA sigue persiguiendo a Caro Quintero, que técnicamente no puede volver a ser juzgado por el caso Camarena pero la administración estadounidense puede que formalice cargos en su contra por lavado de dinero. El departamento del Tesoro ha aplicado sanciones contra empresas y familiares de Quintero. Los agentes antinarcóticos nunca dieron por cerrada la investigación y, de hecho, llegaron a tomarse la justicia por su cuenta. Secuestraron y trasladaron a El Paso en 1990 al médico mexicano Humberto Álvarez Machain por supuestamente haber proporcionado a Camarena fármacos para mantenerlo despierto durante las torturas. La detención ilegal desencadenó un conflicto diplomático entre México y EE UU. El doctor fue liberado en 1992 por un juez que anuló los cargos en su contra.

El asesinato de Camarena se convirtió en leyenda y la figura de Caro Quintera ha sido retratada por el escritor norteamericano Don Winslow en el libro El poder del perro. La historia de uno y otro había quedado zanjada con el ingreso en prisión de Quintero, detenido en Costa Rica en 1985. Allí se había refugiado de la DEA, que prometió buscarlo hasta el fin del mundo. Camarena era el primero de sus agentes que había sido asesinado.

El considerado como el primer gran narcotraficante mexicano fue condenado por el crimen a 40 años de cárcel y ahí debería de seguir si no fuera por un tecnicismo legal, aprovechado por sus abogados, que le abrió las puertas de la celda en agosto de este año. La liberación revivió el caso y las nuevas revelaciones aportan más confusión si cabe a un hecho (en un sentido u otro) que ya forma parte de la historia del narcotráfico. El dúo que formaban Los Broncos de Reynosa en su día había dado pistas pero nadie había prestado atención a unos hombres con sombrero blanco y acordeón.

“Camarena fue asesinado por la CIA” | Internacional | EL PAÍS

09/11/2011

EE UU tiene cinco comandos antidroga operativos en Latinoamérica

Filed under: DEA & DAS,Democracia made in USA,FAST,Narcotráfico — Gilmar Crestani @ 7:45 am
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No Brasil eles reuniram os Fernandos, o que não é consumidor é defensor: Fernando Collor, Fernando Gabeira & Fernando Henrique. Muito suspeita a repentina conversão do prof. Cardoso em defensor da maconha. Alguém está pagando suas palestras…

EE UU tiene cinco comandos antidroga operativos en Latinoamérica

Creados para operqar en Afganistán, Obama autorizó el despliegue de los escuadrones de la DEA en el continente

David Alandete washington 8 NOV 2011 – 05:56 CET20

La agencia antidroga estadounidense tiene cinco comandos operativos que llevan a cabo misiones secretas en países de Centroamérica, Sudamérica y el Caribe, según ha revelado el diario The New York Times. Ese pequeño ejército de operaciones especiales se creó hace seis años para combatir el cultivo de opio por parte de los talibanes en Afganistán, pero en los años recientes, y en el contexto de la oleada de muertes que han provocado en México la actividades de los carteles de la droga, la Casa Blanca ha autorizado que se envíe al cuerpo en misiones a países vecinos.

Hasta la fecha, y según ha revelado el diario citando fuentes anónimas de la Administración norteamericana, estos soldados han llevado a cabo misiones en Honduras, Haití, La República Dominicana, Guatemala, y Belize, entre otras naciones. Fue el expresidente George W. Bush quien creó los cinco comandos secretos bajo el nombre de Equipo de Apoyo y Asesoramiento de Despliegue Extranjero (FAST, por sus siglas en inglés). Cada escuadrón cuenta con 10 soldados.

En 2005, el entonces jefe de operaciones de la agencia antidroga (DEA, por sus siglas en inglés) Michael A. Braun, admitió la existencia de ese programa ante la Cámara de Representantes. “Cada uno de los cinco grupos de FAST estará compuesto por un agente especial que es el supervisor, cuatro agentes especiales, y un especialista de investigación en inteligencia. Los grupos FAST, que recibirán formación especializada, serán desplegados en Afganistán, dos grupos simultáneamente y rotarán cada 120 días”, dijo.

Fue el actual presidente Barack Obama quien autorizó, después de su llegada al poder en 2009, el despliegue de esos cinco escuadrones de la DEA en Latinoamérica, más allá de las zonas de cultivo de opio en Afganistán. La Casa Blanca no ha admitido abiertamente ese cambio en operaciones. El entrenamiento y el material de los soldados está a cargo del Pentágono.

Los soldados estadounidenses no tienen la potestad de arrestar a ciudadanos extranjeros en países con los que no están en guerra, por eso, en este caso, suelen ir acompañados de grupos militares nacionales, que les asisten en sus misiones. Algunos países se han negado a la presencia de tropas estadounidenses en su suelo nacional. Ese el caso de México, que, sin embargo, sí ha aceptado otro tipo de asistencia, como el espionaje de narcotraficantes a través de aeronaves no tripuladas, o drones.

Ya en los años 80 del siglo pasado, bajo la supervisión del expresidente Ronald Reagan, la DEA protagonizó misiones en alianza con Gobiernos en países como Bolivia o Perú. El programa se dio por terminado en 1994 cuando una avioneta ocupada por cinco agentes se estrelló en Perú sin supervivientes. Según revela el Times, en marzo un escuadrón ayudó a la policía hondureña a interceptar una avioneta venezolana cargada de cocaína. Los soldados estadounidenses entraron en combate cuerpo a cuerpo junto a los hondureños

EE UU tiene cinco comandos antidroga operativos en Latinoamérica | Internacional | EL PAÍS

02/11/2011

Herança da a$$oCIAção de Álvaro Uribe & EUA

Filed under: A$$oCIAdos,CIA,DEA & DAS,Democracia made in USA,Juan Manuel Santos — Gilmar Crestani @ 8:55 am
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Agora compare com o que publicou o Estadão hoje: EUA tinham elo com o DAS… De notar que o atual presidente colombiano é da mesma cepa política de Álvaro Uribe, só que com um pouco mais brio.

El presidente ordena la “liquidación” del DAS por los escándalos de espionaje

Armando Neira Bogotá 1 NOV 2011 – 20:21 CET12

El presidente colombiano, Juan Manuel Santos. / EFE

En Colombia es normal que un político, un periodista o un activista de derechos humanos hable en clave cuando utiliza un teléfono bien sea móvil o aparato fijo. ¿La razón? Tiene la convicción de que alguien más lo está escuchando y, lo que es peor, grabándolo. En el argot popular se conoce como “estar chuzado”, una de las actividades ilegales que puso en práctica el servicio de inteligencia, el Departamento Administrativo de Seguridad (DAS), durante el Gobierno de Álvaro Uribe. El presidente Juan Manuel Santos lo cerró el lunes en la tarde. “Firmé el decreto de liquidación”, expresó y para despejar cualquier duda recalcó: “El caso del DAS no es de una transformación, no es una reforma; el caso del DAS es una liquidación, se suprime el DAS”.

Las tareas del servicio de inteligencia serán asumidas por una nueva organización que será dirigida por un almirante. La Armada colombiana tiene amplia experiencia y formación en tareas de inteligencia.

La noticia fue recibida con alivio por una sociedad que durante varios años vio estupefacta cómo esta entidad de 5.000 funcionarios se había salido de control. “Se puso al servicio de los criminales”, dictaminó la Corte Suprema de Justicia cuando condenó a 25 años de prisión al abogado Jorge Noguera Cotes, antiguo jefe del DAS, por haber filtrado a grupos paramilitares información para que ejecutaran crímenes y profirieran amenazas.

Su caso no es la excepción. Al contrario, la totalidad de directores nombrados por el entonces presidente Uribe están frente a los estrados judiciales. Noguera, condenado; María del Pilar Hurtado, prófuga en Panamá; Andrés Peñate y Felipe Muñoz en investigación. Todos, de una u otra manera, se encuentran involucrados en los casos de interceptaciones ilegales. Sin embargo, la situación más grave es la de Noguera y Hurtado.

Respecto de Noguera, la Corte demostró que este puso al servicio del poderoso Bloque Norte de las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC), una agrupación de extrema derecha autora de decenas de crímenes y envíos de embarques de cocaína al exterior. El caso más visible es el del prestigioso profesor y defensor de derechos humanos Alfredo Correa de Andreis, que fue asesinado en 2004 en Barranquilla, en el Caribe, por los paramilitares en complicidad con el DAS.

Y en cuanto a Hurtado la situación también es delicada porque ella huyó a Panamá donde el presidente Ricardo Alberto Martinelli le concedió asilo tras hablar con su amigo Uribe.

Uribe se ha empleado a fondo porque todo este episodio apunta a su entorno. Así, Bernardo Moreno, su secretario general en la Presidencia, está hoy en la cárcel no solo acusado de haber ordenado las interceptaciones ilegales sino de “concierto para delinquir”, esto es haber formado e impulsado a un grupo para ejecutar acciones criminales. Otros altos funcionarios de la Casa de Nariño durante el gobierno del expresidente son objeto de investigación.

Los seguimientos e interceptaciones a periodistas, líderes de derechos humanos, magistrados y políticos de oposición se hicieron más frecuentes, precisamente, cuando se discutía en el país la posibilidad de cambiar la Constitución para posibilitar la reelección de Uribe. Santos ha calificado estas prácticas de “aberrantes”.

Juan Manuel Santos disuelve el servicio colombiano de inteligencia | Internacional | EL PAÍS

Qual é a notícia?

jornalismoEstadao

Quando se trata de mostrar os podres dos EUA e seu papel na desestruturação dos estados Latino-Americanos,o Estadão é econômico. Ontem gastou um editorial para jogar rancor contra a política econômica da adversária do seu parceiro na SIP, o Grupo Clarin. Hoje na página eletrônica do Estadão a informação de que os EUA estavam envolvidos com os traficantes colombianos compete com a propaganda do novo Amarok 2012. É uma anúncio classificado que funciona quase com álibi: divulga sem informar.

Ontem saiu a informação de que o atual Presidente Colombiano, Juan Manuel Santos, quer se desvencilhar de todos os esqueletos deixados pelo queridinho do PIG, Álvaro Uribe. No domingo foi a notícia de que Álvaro Uribe sofria duro revés na disputa pela prefeitura de Bogotá. O nervosismo dos colonistas atrelados aos orçamentos secretos tem crescido ultimamente.

Claro, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium recebem regiamente para defenderem o terrorismo de estado norte-americano. Para isso precisam sair atacando os que não se submetem a este tipo de chantagem. Agora também fica mais claro porque o mascote do Instituto Millenium, Rodrigo Constantino, ganhou espaço n’O Globo de ontem para, ao som da cúmbia colombiana, atacar o “tango argentino”. Deveria haver CPMF só para a conta dessa gente, pois há mais tráfego que no antigo Café Millenium

EUA tinham elo com o DAS – internacional – versaoimpressa – Estadão

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