Ficha Corrida

16/08/2015

Marcha dos Zumbis II

OBScena: sonegadores amestrados pela RBS cantam “sirvam nossas patranhas de modelo a toda terra”

sonegar é legitima defesaO Napoleão das Alterosas teve de botar o rabo entre as pernas e voltar correndo para seu hospício. A louca cavalgada em busca do golpe paraguaio acabou como sói acontecer com cavalo paraguaio. Ninguém melhor do que o povo mineiro para falar do toxicômano de casa. Não por acaso, perdeu em Minas. Quem o conhece, não vota nele. Em todo caso, Aécio Neves trabalhou mais hoje do que nestes oito meses de Senado.

As imagens disponibilizadas pelos sites que patrocinam a marcha dos zumbis são elucidativas. Temos desde as vivandeiras dos quartéis, as tais de viúvas dos estupros nos porões do DOI-CODI pedindo um golpe militar. Temos os golpistas paraguaios, que pediam um simulacro de justiça para que o Napoleão das Alterosas possa, enfim, tomar posse. E, como das outras oportunidades, não foi possível distinguir um negro na marcha dos zumbis, nem mesmo na Bahia, o que prova que se trata de uma classe média ressentida em ter de disputar espaços com uma classe social ascendente.

A PEC das domésticas revoltou as senhoras dos bairros Bela Vista e Moinhos de Porto Alegre que saíram do Parcão, onde normalmente levam os poodles e gatos para fazerem em público o que as senhoras fazem na privada, em marcha até Meca, a sede da RBS.

Nos bairros Restinga, Lomba do Pinheiro e IAPI não se viu ninguém fantasiado com camisetas da CBF. Tivemos hoje um autêntico movimento Padrão FIFA, incluindo a bandeira da sonegação, tudo em busca de legitimar os crimes arrolados na Lista Falciani do HSBC e dos envolvidos na Operação Zelotes.

Sob gritos de "ladrão", Aécio bate em retirada da manifestação.

#CarnaCoxinha
A aparição do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na manifestação dos coxinhas a favor da ditadura, do golpe e da corrupção tucana foi relâmpago.
Apesar do ambiente controlado e do cordão de isolamento formado pela assessoria tucana em Belo Horizonte, o que seus assessores temiam ocorreu.
Ao ver a presença do tucano, um manifestante gritou: "Eu quero é o povo na rua, não político ladrão".
Aécio mal ficou meia hora na manifestação. Chegou por vota das 11h30 em um carro que parou perto de um caminhão de som, caminhou alguns metros, cercado de seguranças e assessores tucanos. Subiu no caminhão e falou pouco, logo batendo em retirada, com medo de sua presença atrair hostilidade como ocorreu com o manifestante que gritou "político ladrão".
Em uma área mais reservada dos olhares do público, protegido pela claque tucana, gravou cenas para os telejornais, posou para fotos e falou rapidamente para a imprensa. Foi embora às 12hs. (Com informações de "O Tempo").

Sob gritos de "ladrão", Aécio bate em retirada da manifestação. | Os Amigos do Presidente Lula

21/04/2015

Saiba de onde vem a inspiração para o tapetão golpista do Aécio Neves

Filed under: Aécio Neves,George W. Bush,Quinta Coluna,Tapetão,x-9 — Gilmar Crestani @ 8:51 pm
Tags:

aecio -tapeto-golpistaA louca cavalgada golpista do Aécio Neves tem origem, data e endereço. Foram as eleições de 2000, nos EUA. Tendo perdido em votos, George W. Bush ganhou no tapetão. Há um filme que vez por outra passa nos canais HBO: W, do Oliver Stone. Mas o que melhor explica a vergonhosa manipulação daquela eleição é um documentário do Michael Moore: “Fahrenheit 9/11”.

Nas eleições de 2000 houve a maior fraude eleitoral da história dos EUA. Virou piada mundial. Mesmo tendo recebido 500 mil votos a menos que seu adversário, Al Gore, W Bush foi alçado pelo tapetão da Suprema Corte. Por 5 x 4, validaram a apuração irregular na Flórida.  E para fazer este papel, lá estava o Gilmar Mendes deles, Katherine Harris, Secretária de Estado. Numa apuração que demorou 40 dias, em que, coincidentemente, a então secretária de Estado era também co-presidente do comitê de campanha do partido de Bush no Estado, governado por Jeb Bush, irmão do W.

Dizem que o Aécio teria contratado o advogado que fez o Fluminense subir da segunda para a primeira divisão. Até agora parece que o Napoleão das alterosas não encontrou sua Katherine…

Agora fica mais fácil de entender porque Aécio montou no tapete voador da anulação da eleição. Um quinta coluna é sempre reconhecido pela carreira…

Marco Aurélio Carone: Dilma, solicite ao Itamaraty informações sobre a Carta de Intenções que Aécio assinou em Londres em 2004

publicado em 21 de abril de 2015 às 14:01

Bush e Aécio

Em 2004, durante encontro com a elite financeira internacional em Londres,  o ex-presidente dos EUA, George Bush, afirmou: “Este será o próximo presidente do Brasil”, referindo-se a Aécio

por Marco Aurélio Carone, especial para o Viomundo

A história acontece primeiro como tragédia, depois se repete como farsa.

A frase acima é de Karl Marx na sua obra O 18 Brumário de Luís Bonaparte. Referia-se à sucessão de dois Bonaparte à frente de governos de exceção na França. O primeiro, Napoleão, foi uma tragédia. O segundo, Luís, uma farsa.

O momento em que vivemos no Brasil nos obriga a refletir sobre o passado em busca de respostas para entender o presente.

É preciso remontar ao início do século XX. Nessa época, reinava absoluta a política “café com leite”, que vinha desde o governo Campos Sales (1898-1902), seguido por Rodrigues Alves (1902-1906) e Afonso Pena (1906-1909). Café com leite significava a alternância na presidência da República entre os políticos de São Paulo e de Minas Gerais.

A primeira quebra deste acordo ocorreu no quatriênio presidido pelo marechal Hermes da Fonseca (1910-1914),  embora alguns historiadores afirmem o contrário. O movimento denominado Civilista decidiu defender a candidatura de um civil em oposição à de um militar, o Marechal Hermes da Fonseca, candidato apoiado pelo então presidente da República.

O intelectual Rui Barbosa foi o escolhido pelos civilistas para disputar o cargo. Ele percorreu o Brasil, realizando discursos e comícios, em busca de apoio popular, fato até então inédito na vida republicana brasileira. Foi a primeira campanha presidencial moderna realizada no país. Mesmo assim, Hermes da Fonseca foi eleito presidente.

O período de 1918-1922 seria do paulista Rodrigues Alves, mas, devido à sua morte, foi ocupado, excepcionalmente, pelo paraibano Epitácio Pessoa.

A política “café com leite” gerava, claro, descontentamento entre as oligarquias dos demais estados, provocando eventos como a chamada Reação Republicana, surgida em 1922, quando da sucessão de Epitácio Pessoa.

A Reação Republicana era formada pelos estados de Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Ela ocorreu em resposta ao veto feito pelo governador Borges de Medeiros, do Rio Grande do Sul, à candidatura de Artur Bernardes.

Para o dirigente gaúcho, a candidatura de Bernardes, significava a garantia da valorização do café, “quando a nação carecia de equilibrar todo o seu sistema financeiro”.  Atentem ao o que as oligarquias já alegavam em 1922.

A Reação Republicana apresentou como candidatos a presidente e a vice-presidente da República, respectivamente, Nilo Peçanha, do estado do Rio de Janeiro, e J.J. Seabra, da Bahia.

A insatisfação referida por Borges de Medeiros fez brotar entre setores outros da sociedade, principalmente nos mais jovens, a convicção da necessidade imperiosa de total e completa reformulação na conduta política, fazendo-a condizente com os processos de governo efetivamente democrático.

Como acontece agora, a crise financeira mundial de 1929 atingiu em cheio a economia do Brasil, muito dependente das exportações de um produto, o café. Mais do que gerar dificuldades econômicas, o crash, que completa 86 anos, provocou uma mudança no foco de poder no país, acabando com a política “café com leite”. Um pacto político interno que já durava mais de trinta anos.

A crise arruinou a oligarquia cafeeira, que já sofria pressões e contestações dos diferentes grupos urbanos e das oligarquias dissidentes de outros Estados, que almejavam o controle político do Brasil.

Aproveitando a crise internacional que fragilizara a economia do País e diante do rompimento pelos paulistas da tradicional política “café com leite”, os políticos mineiros resolveram reativar a Reação Republicana e o foco do poder no país foi deslocado para o gaúcho Getúlio Vargas, que se tornou presidente da República após o golpe de 1930.

Do ponto de vista político e das elites, a crise foi importante porque desviou o foco do poder para Getúlio Vargas e para um projeto de industrialização.

O golpe de Estado, denominado pelos historiadores de “Revolução de 1930”, e o papel desempenhado por políticos de então inspiram os que hoje tentam derrubar a presidenta Dilma Rousseff.

Naquela época, os perdedores da eleição presidencial arguiram ilegitimidade do pleito, embora fossem os autores da legislação e regras eleitorais. E, aproveitando-se da crise econômica e das divergências políticas regionais, derrubaram o presidente eleito.

Esse movimento levou o País a uma ditadura selvagem de 15 anos. Os motivos alegados para o golpe era o de estabelecer uma nova ordem constitucional. Porém, ocorreu o  contrário. Vieram a dissolução do Congresso Nacional e a intervenção federal nos governos estaduais, dando início à denominada “Era Vargas”.

A deposição de Getúlio Vargas e o término do “Estado Novo” só ocorreram em 1945, com a posterior redemocratização do país e adoção de uma nova Constituição em 1946, marcando em definitivo o fim da “Era Vargas”. Teve início, então, o período conhecido como “Quarta República Brasileira”.

Saltando para os dias atuais. É inegável a existência de uma crise de representatividade. Ela demonstra que o modelo de Democracia Representativa esgotou-se e deve ser aprimorado com a introdução gradual da Democracia Participativa, modelo que as atuais lideranças políticas fogem como o diabo foge da cruz.

Uma das razões pelas quais a presidenta Dilma está sendo ferozmente combatida é justamente porque deu início a essas mudanças, propondo a adoção do Plebiscito e Referendo, institutos da Democracia Participativa.

As eleições de Eduardo Cunha, para a presidência da Câmara dos Deputados, e a de Renan Calheiros, para comandar o Senado, demonstram claramente o medo dos parlamentares dessa transformação.

É inegável que a crise de representação não está no Executivo, e sim no Legislativo,  embora a mídia insista em afirmar o contrário. Todas as medidas encaminhadas pela presidente Dilma ao Congresso têm sido rejeitadas, numa clara atitude de quanto pior melhor.

Aproveitando-se do receio de seus colegas congressistas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) busca a repetição do golpe de 1930. Ele tenta se colocar como principal ator, representando o empoeirado roteiro.

Só que existe um detalhe. Aécio não tem liderança nem o necessário conhecimento e vivência politica para exercer tal posição por ser fruto de milionárias campanhas publicitárias.

Sua liderança existe apenas nos noticiários de jornais, rádios e TV, pois não tem sequer território político. Ele só nasceu em Minas. Foi criado no Rio de Janeiro. E mesmo como governador,  ele morou na cidade do Rio de Janeiro.

Aécio conhece o Estado de Minas Gerais apenas por cima, quando de avião dirige-se a Brasília. Procedimento idêntico tomou toda sua equipe de governo e família, após as eleições de 2014.

Aécio tornou-se um bufão, adotando técnicas semelhantes às do excelente apresentador Sílvio Santos no quadro: “Quem quer dinheiro”. Evidente que seu auditório composto pela grande imprensa o aplaude na espera dos “aviõezinhos”.

A sua atitude pode parecer inocente, mas infelizmente não é. O bufão não sabe o que está fazendo, mas seus patrocinadores sabem. Eles querem conseguir audiência e apoio popular para atingir seus interesses nas águas turvas.

O senador precisa saber que perdeu a última eleição para ele mesmo, foi derrotado no Estado que ditatorialmente governou.

Quem conhece a política mineira sabe que a origem de Aécio está intimamente ligada à defesa e à representação do capital financeiro internacional.

Isso desde os anos 30, quando seu avô Tancredo Neves era extremamente próximo ao  americano  Percival Farquhar, que ocupou a presidência da Itabira Iron Ore Company. Na época, era dono do que hoje é conhecido como Cia Vale do Rio Doce.

Com a saída de cena de Farquhar — devido à nacionalização do setor de mineração para cumprir um acordo de fornecimento de minério aos EUA durante a Segunda Guerra e à fundação em junho de 1942 da Vale do Rio Doce — os interesses multinacionais até então representados no País por Percival foram transferidos para Moreira Salles, banqueiro igualmente próximo de Tancredo.

Posteriormente, no Governo de Juscelino Kubitschek, de 1956 a 1958, Tancredo ocupou a Carteira de Redescontos do Banco do Brasil, implantando os alicerces do Banco Central. Uma antiga exigência do capital internacional, que lhe foi demandada quando era ministro da Justiça no governo de Getúlio Vargas (de 26 de junho de 1953 a 24 de agosto de 1954, quando o presidente se suicidou).

A presidenta Dilma ocupa legitimamente a Presidência da República, pois foi eleita pelo voto popular para o mais alto cargo político do País.

Só que, no meu entender, ela necessita identificar com quem e a serviço de quais interesses a classe política nacional articula.

A presidenta precisa entender — e só ela, pois grande parte dos integrantes do seu governo oriundos de outras siglas partidárias já entende —  que lidar com o mundo político é o mesmo que participar de um baile de máscaras, onde a fisionomia não identifica quem a usa. Muito menos sua “alma”.

Infelizmente, para a esquerda e felizmente para a direita, os primeiros sempre imaginam ser capazes de cooptar os segundos, enquanto os segundos só lidam com os primeiros já cooptados.

Nesse contexto, gostaria de dar uma sugestão: Presidenta Dilma, solicite ao Itamaraty informações sobre a existência de uma autorização legislativa ou dispositivo constitucional para que o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves, celebrasse uma “Carta de Intenções”, durante encontro com a elite financeira internacional na Spencer House, em Londres. A carta foi  assinada em 16 de maio de 2004.

Na ocasião, portanto dez anos atrás, George Bush, ex-presidente do EUA, afirmou: “Este será o próximo presidente do Brasil”, referindo-se a Aécio.

Seria igualmente importante que o Senado solicitasse cópia dessa mesma carta, pois um de seus membros, na condição de Governador do Estado, talvez tenha cometido um crime de lesa-pátria.

Crime de lesa-pátria é qualquer aliança política, traiçoeira, que cause prejuízos ao País, acabando com a Democracia, Soberania e Liberdade de seu povo. Assim como, desviando fraudulentamente recursos dos cofres públicos, impondo regime autoritário fundamentado na esquerda ou direita, radical ou não, aparelhando o Estado e subjugando e enganando o povo em busca de poder.

Nos anos 30, o ocorrido foi uma tragédia. Sua repetição agora será uma farsa.

Marco Aurélio Carone é ex-presidente do Jornal de Minas e do Diário de Minas. É o responsável pelo site mineiro Novojornal, retirado duas vezes do ar por decisão judicial. Preso sem qualquer condenação por 10 meses em penitenciária de segurança máxima sob a alegação de garantia da ordem pública. Só que, verdade, a prisão foi para evitar que suas matérias interferissem nas eleições presidenciais de 2014.

Leia também:

Ignacio Delgado: A trajetória de Aécio é uma tremenda fraude

Marco Aurélio Carone: Dilma, solicite ao Itamaraty informações sobre a Carta de Intenções que Aécio assinou em Londres em 2004 – Viomundo – O que você não vê na mídia

23/02/2015

Perdeu, playboy! De novo e sempre!

Filed under: Aécio Neves,Agripino Maia,Golpismo,Golpistas,PSDB,Tapetão — Gilmar Crestani @ 3:51 pm
Tags:

O genial Chico Buarque, no Fado Tropical, matou dois coelhos com um belo fado: acertou uma martelada na homenagem à Revolução dos Cravos e outra na ferradura que nossos militares usavam na condução do país:

Oh, musa do meu fado,
Oh, minha mãe gentil,
Te deixo consternado
No primeiro abril,

Mas não sê tão ingrata!
Não esquece quem te amou
E em tua densa mata
Se perdeu e se encontrou.
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal!

A sentença que se pedia bruta, como um estupro com incesto, é típico de um tapetão à moda tucana. No momento de uma tentativa rasteira do PSDB no tapetão, só deslizando pelo lirismo para entender tanta asneira. Já que Aécio está convencido que a eleição, ao contrário do HeliPÓptero, era dele, sinto no meu peito a mesma sensação que acometeu o personagem do soneto do Ruy Guerra que faz parte da música do Chico:

"Meu coração tem um sereno jeito
E as minhas mãos o golpe duro e presto,
De tal maneira que, depois de feito,
Desencontrado, eu mesmo me contesto.

Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se o meu coração nas mãos estreito,
Me assombra a súbita impressão de incesto.

Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadora à proa,
Mas meu peito se desabotoa.

E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa,
Pois que senão o coração perdoa".

Convenhamos. O sujeito perde nos dois estados onde era melhor conhecido, Minas, onde foi governador, e Rio, sua segunda casa. Pior, o ranking da Veja, insuspeita posto que advogou pelo gazeteiro, colocou Aécio Neves como o pior Senador da República. Faz sentido que toda direita, grupos mafiomidiáticos e parte do Judiciário o tenham sufragado. A mediocridade é uma panaceia nacional.

A impagável imagem do Aécio Neves e Agripino Maia, homenageado em rede nacional pelo Fantástico, vai virar, para alegria de uns e lucro de outros, pó antes que o golpe para colocá-lo no planalto se realize.

TSE nega pedido Aécio Neves para cassar mandato de Dilma

Aécio Neves, que já deu ordens para o PSDB entrar com pedido de cassação do mandato da  no  TSE (Tribunal Superior Eleitoral)  e  pediu  que o tribunal diplomasse Aécio  e Aloysio Nunes para os cargos de presidente e vice-presidente da República, respectivamente, levou um fora agora oficial. Recebeu um não a seu golpe

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou pedido feito pelo PSDB – a pedido de Aécio -  para cassar o diploma da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer para o mandato iniciado neste ano. No entendimento da ministra, os tucanos apresentaram "de forma genérica supostos fatos ensejadores de abuso de poder econômico e fraude" e não apresentam "início de prova que pudesse justificar o prosseguimento de ação tão cara à manutenção da harmonia do sistema democrático".

Ela negou o prosseguimento da ação de impugnação de mandato, apresentada pelo PSDB no dia 2 de janeiro. "Como justificado no início desta decisão, entendo que a inicial apresenta uma série de ilações sobre diversos fatos pinçados de campanha eleitoral realizada num país de dimensões continentais, sobre os quais não é possível vislumbrar a objetividade necessária a atender o referido dispositivo constitucional", apontou a ministra.

O partido alegava na justiça eleitoral que houve abuso de poder político na campanha de Dilma, com convocação de rede nacional de rádio e televisão, na divulgação de indicadores sociais e por Dilma ter falado sobre  o dia do trabalho e outras datas comemorativas

Também era apontado suposto abuso de poder econômico com realização de gastos de campanha acima do valor limite, financiamento de campanha com doações oficiais.  Aécio solicitava que a justiça eleitoral requisitasse, entre outras coisas, cópias dos inquéritos policiais produzidos no âmbito da Operação Lava Jato.

Ao analisar o pedido do PSDB, a ministra do TSE considerou que há "elevado grau de subjetivismo" nas informações prestadas, "a demonstrar a enorme distância existente entre os fatos de que dispõem e a descrição que deles fazem".

O despacho foi dado no último dia 4 e publicado na quarta-feira, 18, pela Justiça Eleitoral.

TSE nega pedido Aécio Neves para cassar mandato de Dilma | Os Amigos do Presidente Lula

04/02/2015

Quem finanCIA o tapetão voador na Argentina e Brasil?

Filed under: Alberto Nisman,CIA,DEA & DAS,FHC,Golpismo,Golpistas,Impeachment,Ives Gandra,NSA,Tapetão — Gilmar Crestani @ 9:12 am
Tags:

tio samO papel desempenhado por Ives Gandra Martins, a pedido de FHC, faz-me lembrar de um registro preservado pela erupção do Vesúvio nas paredes do banheiro da Cassa della Gemma, em Herculano: “Apollinaris medicus Titi Imp. hic cacavit bene”(Apolinário, médico do Imperador Tito, deu uma bela cagada aqui). Ives Gandra, a pedido de FHC, perpetrou, em bom juridiquês, uma bela cagada golpista.

Acabou a era dos candidatos capachos e só os EUA não viram. O Tio Sam vem perdendo todas abaixo do Caribe. Mas o monstro não descansa. Quando não é a DEA, na Colômbia e Venezuela, é a NSA na Argentina e no Brasil. Por trás de ambas, a CIA. As espionagens reveladas por Edward Snowden continuam. Na Argentina, para derrubar Cristina Kirchner, a CIA conta com a SIP. No Brasil, com o Instituto Millenium.

Estão em andamento novas eleições na Argentina sem que as oposições, favoráveis aos EUA, tenham demonstrado viabilidade eleitoral. Como na Venezuela, os EUA busca influir no rumo das eleições na Argentina e no Brasil. Instrumentado pela CIA e Mossad, um procurador ao melhor estilo Peter Sellers, o Pantera Cor-de-rosa, buscou jogar nas costas da Cristina Kirchner um atentado terrorista ocorrido no governo de um ventríloquo dos EUA, Carlos Menem. Se num primeiro momento servia de álibi para a campanha dos EUA contra o Irã, passou a servir também para vitaminizar a campanha de seus aliados, bons nos grupos mafiomidiáticos mas ruis de votos.

No tempo de FHC, o WikiLeaks revelou como se davam as trocas de informações entre os EUA e o seus vira-bostas. William Waack não gostou, mas os “cables” não deixam dúvida. Quer símbolo pior do capachismo made in PSDB do que se sujeitar a tirar os sapatos para poder entrar nos EUA?! Na Argentina aconteceu o mesmo. Cables vazaram mostrando que todas as informações reunidas pelo procurador Alberto Nisman foram-lhe “produzidas pela CIA”, na embaixada dos EUA em Buenos Aires.

As tentativas golpistas se dão por intere$$e dos EUA, mas também por despeito de pústulas nacionais. Execrado pelo povo, que o quer longe dos cofres públicos, FHC revela-se uma Cassandra, um PÓte até aqui de mágoas. Repete-se a história, traído até pela amante, Miriam Dutra, como provou o exame de DNA, FHC é mais uma vez traído pelas inconfidências de seu advogado, Ives Gandra. É o tal de rabo que sai pelo fraque ou das orelhas que fogem pela cartola…

Alberto Nisman buscava cumprir, sozinho, na Argentina, o que Gilmar Mendes, Ives Gandra, FHC et caeterva querem fazer no Brasil. São apenas instrumentos para interesses escusos. São ventríloquos das petrolíferas. São elas que finanCIAm o tapetão voador daqueles que não tem votos.

PETROLÃO

Advogado de FHC solicitou parecer sobre impeachment

Peça diz haver razões para pedir afastamento de Dilma por desvios em estatal

Ex-presidente diz que só soube do documento pelo jornal e que impeachment ‘não é matéria política’

MARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

O parecer jurídico que diz haver fundamentos para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) por causa dos escândalos na Petrobras foi encomendado por um advogado que trabalha para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e integra o conselho do Instituto FHC.

O documento, escrito pelo advogado Ives Gandra da Silva Martins, foi solicitado por José de Oliveira Costa. O próprio Costa confirmou à Folha que trabalha para FHC: "Sou advogado dele".

Ele nega, no entanto, que o ex-presidente soubesse do parecer. Refuta também que o documento tenha caráter político: "Não tenho ligação nenhuma com o PSDB. Nem sei onde fica o diretório."

Martins nega que a peça tenha pretensões políticas: "Meu parecer é absolutamente técnico. Para mim, é indiferente se o cliente é o Fernando Henrique Cardoso ou uma empreiteira".

O parecerista diz que cobrou pela peça, mas não revela o valor. Advogados ouvidos pela Folha dizem que uma peça dessas assinada por Martins pode custar de R$ 100 mil a R$ 150 mil.

Questionado pela reportagem, FHC disse em nota que soube nesta terça (3) pela Folha que Costa encomendara o parecer –Martins citou o nome do advogado em artigo publicado nesta terça no jornal. Para o ex-presidente, "neste momento", o impeachment "não é uma matéria de interesse político".

ATÉ O FIM

Em artigo publicado neste domingo (1º), FHC incita juízes, procuradores e a mídia a ir até as últimas consequências na apuração dos desvios da Petrobras: "Que tenham a ousadia de chegar até aos mais altos hierarcas, desde que efetivamente culpados".

O parecer de Martins conclui que há elementos para que seja aberto o processo de impeachment contra Dilma por improbidade administrativa "não decorrente de dolo [intenção], mas de culpa".

Culpa, em direito, detalha Martins, são as figuras da "omissão, imperícia, negligência e imprudência".

Segundo ele, Dilma tem culpa nesse campo porque ocupava a presidência do conselho da Petrobras em 2006 quando foi comprada a refinaria de Pasadena, nos EUA, por um valor que chegaria a US$ 1,18 bilhão dois anos depois. No ano passado, a presidente disse que não aprovaria a compra se tivesse melhores informações sobre a refinaria.

A compra resultou num prejuízo de US$ 792 milhões, de acordo com o TCU (Tribunal de Contas da União).

A presidente, para o parecerista, manteve uma diretoria na estatal "que levou à destruição da Petrobras".

O advogado de FHC diz que encomendou o parecer a partir de uma dúvida que surgiu numa reunião: "Juridicamente é possível iniciar um processo de impeachment por responsabilidade civil, ou seja, por culpa?" Segundo ele, a peça seria usada se algum cliente tivesse interesse por essa mesma dúvida.

EMPREITEIRA

Costa nega que haja alguma empreiteira investigada na Operação Lava Jato por trás do pedido.

A legislação prevê que tanto as empreiteiras quanto os seus diretores sejam condenados se a Justiça concluir que houve fraude em licitações da Petrobras e que as empresas agiam como um cartel.

21/01/2015

A viagem do tapetão voador

Tucanos amestrandoO PSDB está cada vez mais ridículo, o que é um alento. Tanto mais perdem eleições, mais se expõem como partido de débeis mentais. O chefe da matilha deveria verificar nas páginas daquela revista que devota amores e páginas ao PSDB para verificar quem ele deveria convocar ao trabalho. A insuspeita Veja, posto que linha auxiliar do PSDB, mostrou para quem quisesse ver que o Senador Aécio Neves conseguiu a proeza, diante de tantos colegas gazeteiros, abocanhar o título de pior senador no ranking da Veja.

Diante da informação da Veja o senhor Carlos Sampaio viu-se numa encruzilhada ética: ou convoca seu colega gazeteiro ao trabalho, se não por outros motivos pelo menos para fazer jus ao altíssimo salário que religiosamente recebe dos cofres públicos, ou deixa ele curtindo a vida adoidada no Rio, dando as famosas festas que causou espécie à revista norte-americana, TMZ

O PSDB deveria apresentar projetos que o credenciasse como via alternativa viável ao que eles tanto contestam. Há 12 anos na oposição e tudo o que fizeram foi tentarem esconder o pior governo que este país já teve. Todo candidato do PSDB que tenta colar sua imagem ao ex-presidente se dá mal. Muito mal!

Geraldo Alckmin só se deu bem em São Paulo por que o esquema montado pela ala paulista do PSDB conseguiu uma jogada de mestre no tapetão. José Serra e Fernando Henrique Cardoso, com o apoio aberto e escancarado do Instituto Millenium promoveram uma caça ao petistas paulistas, pensado que, aos alijarem da briga, poderiam assim chegar mais facilmente ao Planalto. A Ação 470 “foi feita pra isso, sim”. Todos os principais petistas caçados pela sanha ensandecida do capitão de mato do STF são paulistas. A fala da ministra Rosa Weber é por demais esclarecedora em relação nível, à fundamentação jurídica da caçada aos líderes paulistas: “Não tenho prova cabal contra Dirceu – mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite”. Se ela não tinha em relação ao José Dirceu, o que se dirá do José Genoíno? Simples, era do PT paulista! A importação, via mercado paraguaio, da teoria do Domínio do Fato, vilipendiada a ponto de o próprio autor, Claus Roxin, vir a público denunciar a distorção. E de que adiantou? Faltou combinar com os russos, o povo. A história do treinador Vicente Feola com Garrincha, na copa de 1958, é ilustrativa:

Na Copa de 1958, conta a história que, antes do jogo com a URSS, vencido pelo Brasil por 2×0, o treinador Vicente Feola fazia sua preleção, incentivando os jogadores até que olhou para o ponta-direita Garrincha, o anjo das pernas tortas, onde se prosseguiu o seguinte diálogo:

– Garrincha, é o seguinte: você pega a bola e dribla o primeiro beque. Quando chegar o segundo, você dribla também. Aí vai até a linha de fundo, cruza forte para trás, para o Vavá marcar (o gol)”.

Garrincha, calado, assustado com as instruções, falou:

– Tudo bem, Feola, mas o senhor já combinou com os russos?

O PSDB dá uma de Vicente Feola, tem seus garrinchas incrustrados no Instituto Millenium, MP e STF, mas não tem nenhum intimidade com os russos. São eles que votam. E os russos estão rindo deste tapetão voador, que pousa de galho em galho, com pilotos de bico grande mas de pouco cérebro.

Sampaio acusa Planalto e tenta interromper eleição

:

"É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa", acusou o deputado do PSDB, em nota, ao comentar a denúncia de que o ministro Pepe Vargas, das Relações Institucionais, "prometeu vantagem indevida a parlamentares para votarem em favor da candidatura do Deputado Arlindo Chinaglia à Presidência da Câmara dos Deputados"; tucano apresentou requerimento de convocação de Vargas ao Congresso e diz que "não podemos conceber que a legislatura do período 2015/2019 se inicie sob suspeição"; candidato de Sampaio parece ser Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

20 de Janeiro de 2015 às 18:36

247 – O deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP) acusou, em nota, o governo federal de "interferir" na disputa à presidência da Câmara e de cometer "atos que constituem prática de crime de corrupção ativa" ao comentar a acusação de que o ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, prometeu vantagem a parlamentar em troca de voto ao candidato do PT, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

"É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa", acusou Sampaio. O tucano diz ter apresentado requerimento de convocação de Vargas ao Congresso para esclarecer o episódio. Leia abaixo a íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

É estarrecedora a informação de que o Poder Executivo Federal está interferindo na eleição para Presidente da Câmara dos Deputados, em inegável violação à separação de Poderes, por meio de atos que constituem prática de crime de corrupção ativa (art. 333, do CP).

As informações até aqui disponíveis revelam que o Ministro Chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, prometeu vantagem indevida a parlamentares para votarem em favor da candidatura do Deputado Arlindo Chinaglia à Presidência da Câmara dos Deputados.

Com esse proceder, a lisura do processo de eleição do Presidente da Câmara está maculada pela forma imoral e ilegal de atuação do Poder Executivo, que faz uso de suas prerrogativas para aliciar cargos perante Prefeitos de Municípios dirigidos pelo Partido dos Trabalhadores e oferecê-los a parlamentares, para votar em favor de seu candidato à Presidência.

Por estas razões, na qualidade de Deputado Federal e coordenador jurídico do PSDB nacional, apresentei no dia de hoje (20/01/2015) requerimento de convocação do Ministro Pepe Vargas, junto à Comissão Representativa do Congresso Nacional, objetivando obter esclarecimentos dos fatos, especialmente para garantir a lisura do processo de eleição do Presidente da Câmara dos Deputados.

Não podemos conceber que a legislatura do período 2015/2019 se inicie sob suspeição, notadamente por meio do já useiro e veseiro proceder do Governo dos Partidos dos Trabalhadores, cooptando parlamentares mediante entrega de vantagens, como reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do Mensalão e comprovado pela Polícia Federal nas investigações da operação Lava Jato.

Coordenador Jurídico do PSDB e deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP)

Sampaio acusa Planalto e tenta interromper eleição | Brasil 24/7

16/11/2014

Tapetão do PSDB pegou 9 corruptores

A Operação Lava Jato começou em março contra lavagem de dinheiro operada por antigo parceiro do PSDB desde os tempos do BANESTADO, Alberto Youssef. Em determinado momento das eleições, com a delação premiada em andamento, fizeram vazar que Álvaro Dias e Sérgio Guerra também teriam sido abastecidos pelo esquema. Como se trata de políticos do PSDB, a notícia passou batida. Talvez porque se tratava de preparar a capa da Veja que viria na véspera do segundo turno das eleições

Tudo muito nebuloso? Nebuloso nada. Jogada ensaiada, com a internação de Youssef na véspera para preparar a capa da Veja com o “eles sabiam de tudo” era a explicação que faltava para entender do inxerto de um morto do PSDB.

Os delegados da Operação Lava Jato e dublês de cabos eleitorais de Aécio Neves ainda precisam provar se são ou não apenas instrumentos golpistas de um Álvaro Dias, de um Aécio Neves ou de um FHC. Terão pela frente a chance de mostrar que a prisão dos grandes empresários não é mais uma jogada ensaiada para servir de álibi para as verdadeiras intenções golpistas.

Será que a prisão dos empresários serviria apenas para criar uma aura de legitimidade, de modo que a próxima tacada viria escudada por esta de agora, com vistas a alcançar um objetivo caro à cúpula do PSDB, o golpe?!

O que não podemos esquecer é que desde o momento em que FHC passou a faixa para o Lula há uma frustração muito grande na direita brasileira. FHC pensava igual Janio Quadros (para quem perdeu as eleições paulistanas e sofreu o vexame da cadeira desinfetada), que Lula seria um péssimo presidente a ponto de achar que voltaria ao Planalto nos braços do povo. Quando viu que as coisas não eram bem assim, o Instituto Millenium criou o clima para que Lula sofresse impeachment. FHC deu uma declaração em 2005 que traduz muito bem o tamanho de seu caráter: “se Lula for retirado do poder, assume o Vice, José Alencar, então vamos deixá-lo sangrando e assim ganharemos fácil em 2006”.

Mas Lula deu a volta por cima e se reelegeu apesar das idênticas tentativas de golpe naquela reeleição como às de agora, com Dilma. O famoso caso dos aloprados montados pelo núcleo do José Serra na Polícia Federal, com o famoso delegado Bruno estrelando o golpe, levou aquelas eleições de 2006 ao segundo turno. A única punição ao vazador das fotos vazadas à Globo, Delegado Bruno, foi uma suspensão de 9 dias.

O Mote Golpista

lacerdismo

O que está acontecendo agora não é nada diferente do que já houve antes em vários momentos destes país. Pelo menos desde Getúlio há um projeto de golpe muito bem sintetizado por Lacerda, que a direita traz à tona toda vez que perde uma eleição. José Aníbal foi quem se encarregou de ressuscitar o lema de sempre dos dos golpistas sem votos. Neste momento eles estão no estágio do “se eleito, não pode tomar posse”. Ainda terão pela frente ainda o “se tomar posse, não pode governar”, como, aliás, fizeram todo o tempo. Basta lembrar que os mesmos que aprovaram a CPMF durante o governo FHC foram os mesmos que acabaram com a CPMF no governo LULA…

No estágio atual dos eventos relacionados ao golpe em andamento o que chama mais a atenção é total ausência de acusações aos executivos da maiores empresas brasileiras presos. Não há uma linha de acusação em relação às 9 empreiteiras: Camargo Corrêa, OAS, Odebrecht, UTC, Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Engevix e Iesa. OAS, Odebrecht. Até parece que foram petistas e não executivos de grandes empresas os presos pela Operação Lava Jato…

Por que nestas horas não pedem pena de morte aos empresários presos?

Ouvi de um jornalista esportivo, Farid Germano Filho, de famosa famiglia envolvida no Escândalo do Detran Gaúcho, acusações ensandecidas contra Dilma simplesmente porque durante a operação de prisão dos principais dirigentes da empresas ela estava na Austrália participando do G20. Como se Dilma e não os agentes da Polícia Federal tem autoridade para prender.

Não disse nenhuma palavra, por exemplo, em relação à OAS, com quem o time e de sua famiglia fez a ARENA, e que está sendo acusada no desvio de dinheiro em esquema montado na Petrobrás. Os veículos de comunicação da velha mídia ainda não assimilaram a derrota e, por isso, não desceram do palanque. Por que será que não há uma única linha na velha imprensa pedindo severas punições a estes grupos empresariais.  Simplesmente porque são elas que os finanCIAm! Por que Farid Germano Filho não falou nos executivos das maiores empreiteiras do Brasil presos por corrupção. Claro, por diversionismo, prefere atacar Dilma do que defender seus corruptos, simplesmente porque Dilma não fará nada contra ele, enquanto as empresas poderiam cortar financiamento eleitoral à famglia Germano ou ao Grupo Pampa, dona d’O Sul, TV Pampa e Rádio Grenal, dentre outras. Farid pode ser mau caráter, mas burro ele não é…

Duas imagens que não cabem no cérebro de um Germano, seja pai, filho ou bastardo:

dilma_brics_capa

A Odebrecht e a Queiróz Galvão, por exemplo, estão envolvidas no tremsalão também conhecido propinoduto tucano nos trens em São Paulo. Engraçado como as coisas que envolvem os tucanos andam mais devagar que a perfuração dos túneis, graças à parceria com gente como Rodrigo de Grandis. Mesmo que as justiças da Alemanha e Suíça tenham condenados respectivamente Siemens e Alstom, no Brasil o PSDB sofre de liberdade. Até parece que os ataques ao PT se deve única e exclusivamente para eliminar a concorrência, jamais eliminar a corrupção.

Gilmar Mendes tem parte na culpa dos corruptores

Para eliminar os principais focos de corrupção envolvendo as empreiteiras há, primeiro, que se mudar a cultura que impera no STF. Quando no STF a votação estava 6 x 1 a favor do financiamento público das eleições, Gilmar Mendes pediu vistas e até agora não tirou o traseiro de cima. É compreensível. Como líder do PSDB no STF, o que o PSDB pensa, Gilmar executa. Roberto Requião cobrou de Gilmar Mendes o retorno ao Plenário do STF para que concluísse a ação a tempo de influenciar nas eleições de 2014, mas o representante do PSDB no STF entendeu por bem que esta seria a grande chance de seu partido retornar ao Planalto. Deu no que deu, mas o PSDB não se desistiu. Por isso o tapetão, para o PSDB, é sua última e única chance de retornar ao poder. Quando ao nível de Gilmar Mendes basta dizer que chamou o TSE de Tribunal Nazista, e seus colegas de STF (Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Luiz Fux, Barroso e Teori Zavascki) de bolivarianos). Nada mal para um jagunço de Diamantino.

Vamos lembrar que as principais iniciativas para que se diminua o nível de corrupção partiram do Governo Federal. Contrariamente ao tempo de FHC, não mais se engaveta ou se impede a Polícia Federal de atuar. Graças à Lei nº. 12.846 sancionada pela Dilma em 2013 e que começou a vigorar a partir de janeiro deste ano. Esta lei define melhor os corruptores, pessoas físicas ou jurídicas. A nova lei permite aplicar aos sócios e executivos das empresas multas que variam de 0,1% a 20% sobre o faturamento, podendo inclusive resultar na  extinção da empresa, vindas a figurar no Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP).

Se Gilmar Mendes não tivesse sentado num processo já decidido, com o único intuito de tirar uma carta na manga para tentar reverter um escorre irreversível, um dos principais caminhos para acabar com a corrupção já estaria em andamento. A quem não interessa funcionamento público senão àqueles que são movidos pelos interesses das grandes empresas. Hoje o Congresso é escolhido pelos que mais recebem dinheiro privado para a campanha.

Financiamento Privado das Campanhas 

Vou pegar dois casos, Eduardo Cunha, no Rio de Janeiro, e Beto Albuquerque no RS.

Eduardo Cunha é o representante da grandes empresas de telecomunicações, aos quais se aliou para tentar derrotar o marco civil da Internet. Matéria da Carta Capital de março dava conta que “Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara, e apontado como o mais ferrenho defensor dos interesses das empresas de Telefonia nessa questão”. Na edição de ontem, 15/11/2014, a Carta Capital atualiza e dá sentido à informação de março: “Líder do PMDB e candidato a presidente da Câmara gastou 6,4 milhões de reais para reeleger-se. Empresas de setores defendidos por ele estão entre principais financiadores”. Como defender o interesse público se o político é financiado pelo interesse privado?! E o que é pior, com poderes suficiente para disputar a presidência do Congresso…. Elucidativo, não?!

Beto Albuquerque foi financiado pelo agronegócio e por isso defendeu a liberação dos transgênicos. Mas isso só se tornou público graças à sua participação como vice da Marina Silva. Coube à Folha o papel de revelar a relação do socialista com os transgênicos. Ao financiamento cabe a reciprocidade no Congresso.

Houvesse o financiamento público, este tipo de relação direta entre financiador e financiado deixaria de existir e nem por isso haveria mais prejuízo aos cofres públicos.

 

01/11/2014

O pedido não é sério, mas o golpismo é

Filed under: Golpismo,Golpistas,PSDB,Tapetão,TSE — Gilmar Crestani @ 11:22 pm
Tags:

PSDB Tapetão GolpistaO único argumento do PSDB é sua derrota. Convenhamos, é muito pouco. Portanto, por este rumo não andamos. Além de mau perdedor, péssimo em argumentos.

O que chama atenção é a desfaçatez. O PSDB não se importa em botar as instituições em cheque simplesmente porque está se lixando para o fortalecimento das instituições. Pior, a ousadia indica que o PSDB vê no Poder Judiciário, incluindo o TSE, instrumentos manejáveis. De onde o PSDB tirou a ideia de que basta pedir que o Judiciário atende? Será que eles pensam que todo mundo no Judiciário é igual ao Gilmar Mendes ao Joaquim Barbosa?! Se a Veja consegue o por que o PSDB não conseguiria manobrista para estacionar sua falta de escrúpulo?!

Até quando o PSDB fará do Poder Judiciário instrumento dos seus interesses?!

Entraria para o folclore dos derrotados não fosse o assunto muito sério. Tão sério que o Ministro Corregedor redigiu o despacho mais curto e, ao mesmo tempo, mais contundente de sua vida: “Não é sério”.

Pedido do PSDB para auditoria na eleição ‘não é sério’, diz ministro

Segundo corregedor do TSE, sigla não aponta falhas que possam colocar processo em xeque

João Otávio de Noronha diz que todo o sistema já foi auditado, mas que disponibilizará mais informações ao partido

DE BRASÍLIADE SÃO PAULODA ENVIADA A ARARAQUARA (SP)

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, afirmou nesta sexta (31) que o pedido do PSDB para "auditoria especial" no resultado das eleições presidenciais não apresenta fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral.

Para ele, a ação protocolada na quinta (30) pela sigla no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é "incabível" e pode arranhar a imagem do país.

O texto, assinado pelo coordenador jurídico nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), afirma que, após anunciada a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), desconfianças propagadas nas "redes sociais" motivaram "descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à infalibilidade da urna eletrônica".

"O que ele não apresenta são fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral. Está colocando en passant [de passagem]. Isso não é sério, então, não me parece razoável", afirmou o corregedor à Folha.

"O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar."

Na ação, o tucano argumentou que a "diferença" de três horas entre o encerramento da votação no Acre e os demais Estados que seguem o horário de Brasília e a margem apertada de diferença "acabaram por fomentar ainda mais as desconfianças".

Dilma foi reeleita na disputa presidencial mais acirrada desde a redemocratização, derrotando Aécio Neves (PSDB) por 51,64% dos votos válidos (54,5 milhões de votos) a 48,36% (51 milhões).

Noronha disse que "parece grave" que a petição tenha sido protocolada na Justiça Eleitoral sem assinatura de Aécio e outros integrantes do partido. O ministro afirmou ainda que todo o processo para depósito das urnas, com códigos e chaves, foi devidamente acompanhado, sendo que todo o sistema foi verificado e auditado.

Segundo o corregedor, as informações referentes ao processo eleitoral já estão disponíveis na internet ou serão disponibilizados ao PSDB.

Noronha, no entanto, afirmou que não vê motivo para autorizar a criação de uma comissão formada por técnicos indicados pelos partidos políticos para a fiscalização de todo o processo eleitoral.

Nesta sexta, Sampaio afirmou que o PSDB não está pedindo recontagem de votos. "Se quiséssemos pedir a impugnação da eleição, teríamos que ter feito isso em até 48 horas após o resultado", disse. "Uma auditoria sobre o sistema faz bem, inclusive ao TSE, porque atesta sua segurança."

Segundo Sampaio, Aécio, que está recolhido em seu sítio em Minas, foi "comunicado" sobre a "decisão da coordenadoria jurídica" e "respondeu que não iria se opor".

"A decisão não partiu dele e ele não foi consultado sobre ela. Apenas disse que havia a decisão na coordenadoria jurídica e ele me falou que não se opunha", disse.

Diversos integrantes do PSDB reprovaram o pedido. A iniciativa está sendo chamada internamente de "infantil" e "desastrada".

REAÇÕES

Um dos líderes do PSDB, o governador reeleito Geraldo Alckmin (SP) afirmou não ter conhecimento sobre os documentos que embasaram o pedido do partido: "Eu não sei se existem fatos que podem indicar algum problema. Mas não tenho conhecimento detalhado sobre isso [o pedido de auditoria]", disse.

O presidente do PT, Rui Falcão, criticou a oposição, afirmando que ela não reconhece a derrota nas urnas: "O PSDB está parecendo time que perde e depois põe a culpa no juiz", afirmou em nota.

31/10/2014

Sina do PSDB: igual a FHC, Aécio cantou vitória antes da hora

Filed under: Aécio Neves,FHC,Galinha,Jânio Quadros,PSDB,Tapetão — Gilmar Crestani @ 8:23 am
Tags:

PSDB conta vitória com ovo no cu da galinha. 

Aécio, apesar de viver rodeado de galinhas, não entende nada de aviário e cantou vitória antes da hora, como vazou no WhatApp. Aliás, sina do PSDB. Fernando Henrique Cardoso também comemorou vitória sobre Jânio Quadros antes da hora. Até posou para foto sentado na cadeira de prefeito na Prefeitura de São Paulo. Desde aquelas eleições os adversários do PSDB estão acostumados a terem de desinfetar a cadeira de governante.

FHC posando na cadeira  de Prefeito

Jânio Quadros desinfetando a cadeira no dia da posse
FHC-prefeito JANIO desinfetando a cadeira

O PSDB não conseguiu assimilar sequer a lição dada pelas galinhas. Qualquer pessoa sabe que a galinha canta depois de por o ovo. Ela canta a dor, de por o ovo, e a vitória, de ter conseguido. Enquanto ela não fizer isso, não se sabe se pode contar nem cantar. Outra lição dos galináceos que Aécio e o PSDB ainda não assimilaram: galinha não voa.

Ao tentarem, passadas as eleições, ganharem no tapetão, fazem lembrar de outra história. Esta envolvendo o mau perdedor, o famoso apresentador Miele. Miele apostou com Ronaldo Bôscoli que galinha voa. E perdeu, claro, mas não recorreu ao tapetão…

O Brasil seria o país mais rico do mundo se comprasse o PSDB pelo que vale e vendesse pelo que eles pensam que valem.

Aecio com o ovo no cu da galinha

PSDB questiona o que nunca foi questionado, critica corregedor-geral

Beatriz Bulla – O Estado de S. Paulo

30 Outubro 2014 | 22h 34

Ministro João Otávio de Noronha diz considerar ‘prejudicial a democracia’ pedido de auditoria feito por tucanos ao TSE

O pedido de auditoria feito pelo PSDB ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode ser considerado "prejudicial" à democracia, entende o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha. O ministro lembra que a coligação e a campanha do tucano Aécio Neves "tiveram toda a oportunidade, estiveram acompanhando a divulgação" e diz "nada foi impugnado em momento algum". "Perde (a eleição) por pouco e aí fica questionando o sistema eleitoral, que nunca foi questionado no Brasil", critica o ministro.

Relacionadas

Ele chegou a se encontrar com o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, na noite desta quinta-feira e os dois falaram sobre o tema. A percepção, de acordo com Noronha, é de que "não há nada que comprometa" a lisura do processo de eleição presidencial deste ano. A auditoria foi remetida diretamente ao presidente do TSE, que deve ouvir a parte técnica e encaminhar o caso ao plenário na terça-feira (4), segundo Noronha.

MINISTRO JOãO OTáVIO DE NORONHA

"Vão dizer que não confiam na urna eletrônica? E confiariam em quê? Na urna de papel?", questiona o ministro. Mineiro, Noronha é ministro efetivo do TSE desde 2013. Faz parte das vagas destinadas a ministros do Superior Tribunal de Justiça para compor a Corte Eleitoral. O ministro faz parte do corpo do STJ desde o final de 2002, quando foi indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Alguns documentos solicitados pelo PSDB fazem parte do acervo disponibilizado pelo TSE na internet, como os boletins de urna, e outros podem ser entregues, de acordo com regimento do próprio tribunal, explicou.

O ministro aponta ainda um empecilho processual na auditoria: quem deveria fazer o requerimento é a coligação de Aécio, a Muda Brasil, que contempla todos os partidos que se uniram ao PSDB. A petição é assinada pelo coordenador jurídico nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio.

PSDB questiona o que nunca foi questionado, critica corregedor-geral – Política – Estadão

16/09/2013

Ah, se fosse o José Dirceu…

Filed under: ALSTOM,Golpismo,Grupos Mafiomidiáticos,Perseguição,Siemens,STF,Tapetão — Gilmar Crestani @ 7:51 am
Tags:

Não digo que José Dirceu não seja culpado. Até porque vida longa na política, como a de Pedro Simon, para ficar num exemplo gaúcho, é resultado de muito compadrio e pouca serventia. A questão toda tem a ver com os pesos e medidas, tanto da imprensa quanto do STF. Ambos criminalizam tudo o que tenha a ver com movimentos sociais, mas aliviam para todos os que são anti-petistas. Se José Genuíno fosse banqueiro, como Índio da Costa, Salvatore Cacciola ou Daniel Dantas, Gilmar Mendes ou Marco Aurélio Mello arrumariam habeas corpus a mancheia. Se José Dirceu fosse um estuprador como o médico Roger Abdelmassih, poderia viver tranquilo em qualquer lugar com o beneplácito destes mesmos ministros. E, para concluir, se ao invés de trabalharem com Caixa 2 estes petistas tivesse comprado uma reeleição para o Lula, aí sim seriam levados ao paraíso em vida. No mínimo à Academia Brasileira de Letras.

Secretário se reuniu 73 vezes com grupos citados em cartel

Auxiliar de Alckmin recebeu emissários de 8 empresas acusadas pela Siemens

Agenda de responsável por gerenciar metrô e trens em São Paulo também aponta três conversas com lobista

PAULO GAMA, DE SÃO PAULO, para a FOLHA

O secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo se reuniu, desde o início da atual gestão, 73 vezes com representantes de oito companhias que foram citadas pela Siemens como integrantes de cartéis que atuaram em licitações da CPTM e do Metrô, empresas públicas vinculadas à pasta.

Dos 15 executivos dessas empresas que foram apontados pela multinacional alemã como "envolvidos na infração" relatada, seis tiveram audiências com o secretário nos últimos dois anos e meio.

Os encontros estão registrados na agenda de audiências concedidas por Jurandir Fernandes (PSDB) entre janeiro de 2011 e agosto de 2013, encaminhada à Folha via Lei de Acesso à Informação.

As reuniões, portanto, são posteriores às licitações em que o cartel agiu –entre 1998 e 2008–, de acordo com o relato feito pela Siemens ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A secretaria disse, em nota, que da agenda "constam encontros óbvia e obrigatoriamente ligados ao cargo" que "trataram de assuntos de interesse público, como a apresentação de projetos e o andamento de obras".

Fernandes diz não ver anormalidade nos encontros. Segundo ele, as reuniões com empresários da área servem para "vender o peixe" da secretaria e cobrar os executivos por eventuais atrasos.

Nos documentos que entregou ao Cade, a Siemens diz que o governo soube e deu aval à formação do cartel.

Os encontros não configuram ilegalidade, mas a legislação impede a atuação de agente público que frustre o caráter competitivo de uma licitação e favoreça empresa.

LOBBY

Quando as reuniões aconteceram, ao menos 6 das 8 empresas já eram investigadas pelo Ministério Público por suspeita de fraudes em licitações da pasta. Nesse intervalo, Fernandes também recebeu o lobista Arthur Teixeira três vezes.

Teixeira é apontado na investigação do Cade como intermediador do encontro que definiu o acerto que superfaturou contratos de manutenção dos trens da CPTM. Nas reuniões com Jurandir, ele esteve com representantes do grupo Efacec, de Portugal.

Na maior parte dos encontros, que duravam cerca de uma hora, Fernandes estava acompanhado dos presidentes do Metrô e da CPTM.

Nesse período, as duas empresas públicas firmaram seis contratos, no total de R$ 1,9 bilhão com duas dessas companhias, a T’Trans e a CAF, ou com consórcios dos quais elas participaram.

No intervalo, Fernandes também fez visitas a fábricas e escritórios de quatro dessas empresas –Alstom, Siemens, CAF e Bombardier.

Procuradas pela Folha, Alstom, Siemens, Tejofran, T’Trans e Bombardier informaram que as reuniões trataram de obras e projetos da pasta e fazem parte do contato normal entre contratantes e contratadas.

A Mitsui disse que não se pronunciaria porque as investigações do Cade ainda estão em curso. A CAF não respondeu, e a Balfour Beatty Brazil não quis se pronunciar.

Colaborou BRUNO BOGHOSSIAN, do Painel

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: