Ficha Corrida

24/09/2011

Editorial d’O Globo

Filed under: Corrupção,Corruptores,Editorial,Rede Globo — Gilmar Crestani @ 10:13 am
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RESSURGE A DEMOCRACIA

Figueiredo e seu cavalo Marinho!Na imagem, Figueiredo e seu cavalo Marinho!

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas,
independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes aos seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições. Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada. Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo. Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez. Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos.

Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo. As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei. Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo. A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País. Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.

67 Comentários »

  1. […] pilantragem dos congêneres tupiniquins? O que aconteceria na Suécia se um jornal publicasse um editorial saudando a chegada da […]

    Pingback por Comparativismopor Gilmar Crestani  O Brasil formador de opinião, com diploma | SUSCETÍVEL FEBRIL — 04/07/2013 @ 1:27 pm | Responder

  2. […] pilantragem dos congêneres tupiniquins? O que aconteceria na Suécia se um jornal publicasse um editorial saudando a chegada da […]

    Pingback por Comparativismo | Ficha Corrida — 04/07/2013 @ 9:34 am | Responder

  3. […] para me dizerem o que é bom para mim? Só há uma palavra: da impunidade. A Globo já tem editorial pronto para o […]

    Pingback por E depois não entendem porque, para saírem às ruas, tem de usar camuflagem | Ficha Corrida — 25/06/2013 @ 9:15 am | Responder

  4. […] Editorial  do Globo: isso foi longe demais […]

    Pingback por Se for um movimento apartidário contra a Globo, tô nessa! | Ficha Corrida — 22/06/2013 @ 9:36 pm | Responder

  5. […] Ao se dar o poder ao MP se esvazia o da Polícia. Mas o problema, para mim que sou leigo, não é isso. Pior, quem fiscalizaria o MP? Aliás, alguém já se perguntou quem fiscaliza o MP? E não gosto principalmente porque os principais aliados do MP contra a PEC 37 é a Rede Globo. Ninguém considerado honesto pode se aliar impunemente à Rede Globo. Ou o MP não conhece as relações da Globo com a ditadura? Será que eles não leram o famoso editorial? […]

    Pingback por Sou a favor da PEC 37 | Ficha Corrida — 22/06/2013 @ 9:23 am | Responder

  6. […] “Ressurge a Democracia” Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições. Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada. Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo. Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez. Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo. As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.” No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei. Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal. Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo. A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País. Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.” – Acerto de Contas […]

    Pingback por Golpe Militar, já! | Ficha Corrida — 21/06/2013 @ 8:55 am | Responder

  7. […] de Deus na Terra. Ao invés de dizer Rede Globo, aquele grupo que saudou a chegada da ditadura em editorial… Nem o Aldo Rabelo, com seu nacionalismo linguístico, chegaria a a  tanto. Mas, como diria o […]

    Pingback por A guerra esquecida no Iraque | SCOMBROS — 31/05/2013 @ 12:35 pm | Responder

  8. […] de Deus na Terra. Ao invés de dizer Rede Globo, aquele grupo que saudou a chegada da ditadura em editorial… Nem o Aldo Rabelo, com seu nacionalismo linguístico, chegaria a a  tanto. Mas, como diria […]

    Pingback por Informação, segundo a Globo, é isso | Ficha Corrida — 31/05/2013 @ 7:56 am | Responder

  9. […] de ter atuado ativa e passivamente, a Folha publica editorial para pedir perdão pelos crimes cometidos por seus parceiros. Nem a máfia, a verdadeira, ousaria […]

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  10. […] definem o que teremos acesso a título de informação, temos O Globo, que escreveu um editorial saudando a chegada da Ditadura. A Folha de São Paulo que emprestava carros aos torturadores para […]

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  11. […] Millenium e definem o que teremos acesso a título de informação, temos O Globo, que escreveu um editorial saudando a chegada da Ditadura. A Folha de São Paulo que emprestava carros aos torturadores para […]

    Pingback por Pimenta Neves | Ficha Corrida — 25/05/2013 @ 10:14 pm | Responder

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  13. […] sabemos, também O Globo publicou editorial saudando a chegada da ditadura. A Folha empresou os carros para os torturadores desovarem seus […]

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  15. […] os carros da Folha, transportados para algum lugar clandestino. Aí talvez O Globo publicaria um editorial saudando a chegada do […]

    Pingback por Boatos da CIA, via Instituto Millenium, cui prodest? | Ficha Corrida — 20/05/2013 @ 7:50 am | Responder

  16. […] Globo preparou o golpe e saudou a chegada da ditadura em editorial. Que agora, patrocinada pelo Banco Itaú que comprou do Citibank a Credicard, patrocine […]

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  17. […] Globo preparou o golpe e saudou a chegada da ditadura em editorial. Que agora, patrocinada pelo Banco Itaú que comprou do Citibank a Credicard, patrocine desemprego […]

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  18. […] os movimentos sociais. Que os grupos mafiomidiáticos tenham preparado, dado as boas-vindas, em editorial, à Ditadura e que hoje a preferem chamar de ditabranda, tudo bem. O problema é gente como […]

    Pingback por A ditadura espraiada agora se esconde em caixaspor Gilmar | SCOMBROS — 27/04/2013 @ 12:25 pm | Responder

  19. […] os movimentos sociais. Que os grupos mafiomidiáticos tenham preparado, dado as boas-vindas, em editorial, à Ditadura e que hoje a preferem chamar de ditabranda, tudo bem. O problema é gente como […]

    Pingback por Quinta coluna | Ficha Corrida — 27/04/2013 @ 9:40 am | Responder

  20. […] da ditadura. O Globo não só lutou pela instalação como saudou a chegada da ditadura com editorial. As cinco famiglias que hoje dominam o mercado da informação não seriam ninguém sem o […]

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  21. […] transforma bolinha de papel em objeto contundente, em que os grupos mafiomidiáticos escreveram editoriais saudando a chegada da ditadura, não é de admirar que um bêbado ganhe espaço privilegiado nos […]

    Pingback por PICTURES — 06/04/2013 @ 6:34 am | Responder

  22. […] que transforma bolinha de papel em objeto contundente, em que os grupos mafiomidiáticos escreveram editoriais saudando a chegada da ditadura, não é de admirar que um bêbado ganhe espaço privilegiado nos […]

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  23. […] são especialistas em cobrar comportamento ético dos outros. Sim, todos sabemos que a Globo fez editorial dando boas vindas à ditadura. Que fez a novela Proconsult, um case de permanente sucesso nas […]

    Pingback por Rede Globo e a ética dos que não tem | Ficha Corrida — 03/04/2013 @ 9:21 am | Responder

  24. […] Marinho & Sirotsky! Até porque foram os grupos mafiomidiáticos que mais se empenharam, em editorial, preparando o golpe. E, dado o golpe, se locupletaram. A Folha, inclusive, emprestava suas peruas […]

    Pingback por Que venha a verdade | Ficha Corrida — 03/04/2013 @ 8:50 am | Responder

  25. […] fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal. O Globo, 2 de abril de 1964. “Ressurge a democracia! Vive a nação dias gloriosos… Graças à decisão e ao heroísmo […]

    Pingback por A mídia e o golpe militar de 1964 | Ficha Corrida — 30/03/2013 @ 7:17 pm | Responder

  26. […] terem lutado pela derrubada de um governo eleito para instalarem estes energúmenos. O Globo fez editorial dando as boas vindas. A Folha emprestou furgões para transportar presos clandestinos. Não […]

    Pingback por Lembrem-se, os associados do Instituto Millenium apoiaram tudo isso « Ficha Corrida — 04/02/2013 @ 7:17 am | Responder

  27. […] oca, que cheira à pocilga. Ao invés do programa de índio, a Folha se reinventa e dá cria ao editorial de […]

    Pingback por Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia. « ( E.V.S. ) — 23/01/2013 @ 12:44 pm | Responder

  28. […] oca, que cheira à pocilga. Ao invés do programa de índio, a Folha se reinventa e dá cria ao editorial de […]

    Pingback por Editorial de índio « Ficha Corrida — 23/01/2013 @ 8:21 am | Responder

  29. […] a sequer lembra do editorial que escreveu saudando a chegada da ditadura, nem fala que ajudou a manter Antonio Britto lendo […]

    Pingback por FICHA CORRIDA « FATOS & FOTOS — 18/01/2013 @ 12:32 pm | Responder

  30. […] a sequer lembra do editorial que escreveu saudando a chegada da ditadura, nem fala que ajudou a manter Antonio Britto lendo […]

    Pingback por Exemplo de manipulação da informação « Ficha Corrida — 17/01/2013 @ 9:04 am | Responder

  31. […] de expressão da autora do famoso Caso Proconsult. Será que trabalhar na empresa que saudou, em editorial, a chegada dos ditadores, é mais estimulante que ser ator […]

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  32. […] de expressão da autora do famoso Caso Proconsult. Será que trabalhar na empresa que saudou, em editorial, a chegada dos ditadores, é mais estimulante que ser ator […]

    Pingback por Non phode, Kamel! « Ficha Corrida — 16/01/2013 @ 11:16 pm | Responder

  33. […] outra instituição garantidora da democracia”, pode chamar ditadura de ditabranda ou publicar um editorial saudando a chegada da ditadura. Menas, […]

    Pingback por Quando as instituições funcionam… não precisam de propaganda! « Ficha Corrida — 15/01/2013 @ 8:04 am | Responder

  34. […] maneiras de se meter na vida de outros países. Como por exemplo no Golpe de 1964. O Globo fez um editorial saudando a chegada da ditadura. Se fez de moto próprio já é suficiente, mas pode também ter […]

    Pingback por O enrolation do Gaspari « Ficha Corrida — 13/01/2013 @ 8:51 am | Responder

  35. […] primeiro editorial do Globo foi saudando a chegada da ditadura. O segundo é a continuidade e foi escrito pelos pés, […]

    Pingback por O Segundo Editorial « Ficha Corrida — 21/12/2012 @ 9:06 am | Responder

  36. […] Pior,nem precisa ser investigado. Não é a declaração de um criminoso condenado a 40 anos de prisão. Não vão fazer nenhum editorial? […]

    Pingback por Alckmin pega família em aeroporto com helicóptero oficial « Ficha Corrida — 12/12/2012 @ 6:41 am | Responder

  37. […] pedido de investigação. E, tendo sido investigados, o resultado dorme no fundo da gaveta. Nenhum editorial cobrando investigação. Em nenhum momento deu-se continuidade nas investigações a respeito da […]

    Pingback por As investigações, contra Lula, nunca pararam nem podem parar « Ficha Corrida — 12/12/2012 @ 6:32 am | Responder

  38. […] quando os doutos não sabem somar, dividir ou multiplicar. E aí vem o porta-voz dos golpistas, via editorial, pedir “critérios objetivos”, que é preferível ao “açodamento […]

    Pingback por Folha, agora, contra o “açodamento punitivo” « Ficha Corrida — 10/12/2012 @ 7:28 am | Responder

  39. […] quem ajudou a dar o golpe(editorial) e depois deu sustentação à ditadura emprestando carros, de modo a torna-la ditabranda, apoiar […]

    Pingback por O resgate do soldado Policarpo « Ficha Corrida — 22/11/2012 @ 11:41 pm | Responder

  40. […] editorial da Folha entra definitivamente, juntamente com aquele da Globo (AQUI) saudando a chegada da ditadura, para a história do editorialismo de proteção à bandidagem […]

    Pingback por A máfia vai retaliar « Ficha Corrida — 22/11/2012 @ 7:17 am | Responder

  41. […] Hediondo. É bandidagem com requintes de crueldade. Nada de novo para quem publicou aquele famoso editorial saudando a chegada da ditadura. Como diria o Barão de Itararé, de onde menos se espera de lá […]

    Pingback por Tudo está no mesmo lugar na Rede Globo de Corrupção « Ficha Corrida — 24/10/2012 @ 9:40 pm | Responder

  42. […] ideologia. O Merval Pereira, por exemplo, escolheu ficar ao lado do patrão, aquele que escreveu editorial saudando a chegada da ditadura. Isto não o incomoda. Roberto Marinho & famiglia continuam […]

    Pingback por Prag(a)matismo exacerbado « Ficha Corrida — 19/06/2012 @ 9:00 am | Responder

  43. […] de um leitor a imagem que ilustra este editorial. Primeira página de O Globo pós-golpe de 1964, Presidência interina de Ranieri Mazzilli, […]

    Pingback por O jornalismo nativo entre a hipocrisia e a prepotência « Ficha Corrida — 09/06/2012 @ 12:46 pm | Responder

  44. […] parceira da ditadura, agora chama de ditabranda. O Globo, que saudou a chegada da ditadura em editorial, vive publicando editoriais golpistas. Pelo que se tem visto até parece que as máfias italianas, […]

    Pingback por Televisa, a Veja do México « Ficha Corrida — 09/06/2012 @ 11:53 am | Responder

  45. […] Globo saudou a vinda da ditadura em editorial, e, vários editoriais depois, continua sonegando informações e distorcendo a verdade. Se, como […]

    Pingback por "A pessoa para torturar, ou é doente mental ou está animalizada" « Ficha Corrida — 03/06/2012 @ 8:02 am | Responder

  46. […] a Rede Globo é golpista, não há dúvida. Além do editorial que saudou a chegada da ditadura, há outros editoriais que a caracterizam. Agora a pergunta: é […]

    Pingback por Globo golpista « Ficha Corrida — 31/05/2012 @ 9:40 am | Responder

  47. […] promover a desestabilização e dar golpes na Bolívia. A respeito a Globo basta saber que fez um editorial saudando a chegada da ditadura. Carta Capital responde a editorial de O Globo em defesa de […]

    Pingback por Inimigo de meu inimigo é meu amigo « Ficha Corrida — 11/05/2012 @ 10:19 pm | Responder

  48. […] editoriais d’O Globo são sempre ou a favor de ditaduras, cujo famoso editorial os blogs trouxeram à luz para que não se perca de vista, ou a favor de parceiros a$$oCIAdos do […]

    Pingback por Editoriais « Ficha Corrida — 10/05/2012 @ 8:20 am | Responder

  49. […] os partícipes das ditaduras escrevem editoriais, chamam ditadura de ditabranda. Não por acaso, são os mesmos que agora saem em defesa da Veja e […]

    Pingback por Roubo de bebês, especialidade das ditaduras « Ficha Corrida — 10/05/2012 @ 7:52 am | Responder

  50. […] editoriais da Globo estão ficando famosos. Primeiro aquele editorial saudando a vinda da ditadura. Depois este defendendo a corrupção da Veja, e na sequência outro […]

    Pingback por Globo faz defesa inepta de Civita e aumenta suspeitas « Ficha Corrida — 09/05/2012 @ 8:34 am | Responder

  51. […] importante a opinião dele sobre a vinculação de Policarpo Junior com Capo dei Capi. Ou sobre o editorial do jornal O Globo que defende os juros altos e ataca a decisão do Governo Federal de baixar os […]

    Pingback por STF espanhol também não é exemplo « Ficha Corrida — 09/05/2012 @ 8:13 am | Responder

  52. […] ditadura a$$oCIAda a outra ditadura através da Operação Condor. Aliás, uma ditadura saudada em editorial pelo O Globo e, graças a ela, Roberto Marinho construiu um império. É por informações como […]

    Pingback por Brasil apoyó el envío de armas a Argentina durante la guerra de las Malvinas « Ficha Corrida — 23/04/2012 @ 8:12 am | Responder

  53. […] transportar presos clandestinos para serem torturados e mortos, como o foi Vladimir Herzog, ou em editorial, com fez o Globo. Ou dando emprego a “policiais”, como fez a RBS com Paulo Sant’ana. A RBS […]

    Pingback por Cordão dos puxa-sacos « Ficha Corrida — 01/04/2012 @ 8:21 am | Responder

  54. […] Demóstenes & seus interlocutores associados).O Estadão, para arrematar, refere-se a 1964 –que ajudou a eclodir- como ‘o golpe’ de 64. Sintomático, a renovação do vocabulário se dá justamente na […]

    Pingback por Novilíngua « Ficha Corrida — 30/03/2012 @ 9:06 am | Responder

  55. […] numa Ditabranda fazem isso, imagine numa ditadura… O Globo, com seu editorial saudando a vinda da ditadura, ajudou a colocar a corda no pescoço do Vladimir Herzog, depois de […]

    Pingback por OEA notifica Brasil sobre morte de Vladimir Herzog na ditadura « Ficha Corrida — 30/03/2012 @ 7:55 am | Responder

  56. […] 1964 a mídia tinha golpistas armados para usarem contra o governo. E conseguiram. O editorial do Globo, saudando a chegada dos gorilas, é suficientemente claro para saber quem eram os […]

    Pingback por Golpe, a repetição como farsa « Ficha Corrida — 29/03/2012 @ 8:42 am | Responder

  57. […] serão julgados no DOI-CODI. Curió, no Araguaia. O Globo, na sala de redação do famoso editorial. E a Folha de São Paulo, dentro dos carros que emprestou ao torturadores para transportar […]

    Pingback por El lugar donde juzgar al terror « Ficha Corrida — 22/03/2012 @ 8:28 am | Responder

  58. […] crimes sejam trazidos à luz. Como é que é mesmo aquele ditado: quem não deve não teme… O editorial da Folha se soma àquele editorial do Globo, saudando a chegada da […]

    Pingback por A Folha de São Paulo apóia ocultação de cadáver « Ficha Corrida — 20/03/2012 @ 12:21 pm | Responder

  59. […] derrubarem os eleitos democraticamente. Locupletaram-se com a ditadura. Globo fez aquele famoso editorial conclamando pela vinda dos coturnos. A Folha de São Paulo nem chama de ditadura, mas […]

    Pingback por Uruguai pedirá desculpas, e o Brasil? « Ficha Corrida — 06/03/2012 @ 6:28 am | Responder

  60. […] apego pela verdade factual sempre foi o forte das organizações globo. Desde o famoso editorial que dá boas vindas aos ditadores, o caso Proconsult e a cobertura das Diretas-Já. Não vou listar […]

    Pingback por Rede Grobo de Corrupção « Ficha Corrida — 25/01/2012 @ 9:29 am | Responder

  61. […] primeiro de abril. A Folha de São Paulo, que junto com outros grupos mafiomidiáticos (O Globo, editorial) saudou, ajudou e se beneficiou da ditadura, tentou rebatiza-la de ditabranda. A direita e os […]

    Pingback por Chile: dictadura o régimen militar « Ficha Corrida — 16/01/2012 @ 8:58 am | Responder

  62. […] papel na desestruturação dos estados Latino-Americanos,o Estadão é econômico. Ontem gastou um editorial para jogar rancor contra a política econômica da adversária do seu parceiro na SIP, o Grupo […]

    Pingback por Qual é a notícia? « Ficha Corrida — 02/11/2011 @ 7:53 am | Responder

  63. […] a cometer. Ao financiar o Nazismo e com ele formar parceria, fizeram escola. Quem não lembra do editorial que a Globo fez saudando e dando boas vindas à ditadura. Que se investigue a relação das […]

    Pingback por E os financiadores ideológicos? « Ficha Corrida — 18/10/2011 @ 7:38 am | Responder

  64. […] editorial do El País de hoje é de embasbacar. Eles parecem ter constatado só agora que os indígenas não […]

    Pingback por Chora, El País « Ficha Corrida — 28/09/2011 @ 7:08 am | Responder

  65. Brilhante! O que seria da democracia brasileira se não fosse a Rede Globo?

    Comentário por César Bento — 24/09/2011 @ 12:01 pm | Responder

  66. […] a “Marcha da Família”, que preparou o terreno para a ditadura, que culminou com aquele famoso editorial de boas vindas aos ditadores. Com as Diretas Já foi a mesma coisa. Agora inventou manifestações […]

    Pingback por Notícia relevante « Ficha Corrida — 24/09/2011 @ 10:28 am | Responder


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