Ficha Corrida

21/02/2016

Briga de bugio: Álvaro Dias rifa José Serra

fantasma

Cerra, outro farsante!

Janio expõe a farsa de Cerra com a irmã de Mirian

publicado 21/02/2016

O Conversa Afiada reproduz passagem do artigo de Janio de Freitas na Fel-lha:


FANTASMAGÓRICOS

(…)
Indagado para o blog de Lauro Jardim sobre uma funcionária fantasma do seu gabinete, Margrit Dutra Schmidt, "num primeiro momento" José Serra "afirmou não saber ao certo" se a sua fantasma "trabalha ou não em casa". Informado de que ninguém no seu gabinete sequer a conhece, disse "imaginar" que ela trabalhe em casa. Mas ninguém no gabinete soube, jamais, de algum trabalho dela. Então Serra decidiu que "ela trabalha" em casa.
O trabalho de funcionário do Senado "em casa" é ilegal. A cessão para tal, por parte do senador, também é.
Serra é um dos mais ferrenhos cobradores de "ajuste fiscal", ou seja, do corte de gastos públicos. Desde, percebe-se, que não atinjam os seus gastos de dinheiro público, mesmo para fantasmas que, aliás, com o Congresso funcionando, estão na República Dominicana. Talvez Serra tenha casa por lá.
Margrit Dutra Schmidt era casada com um dos mais antigos e vorazes lobistas de Brasília, Fernando Lemos. Parente próximo de Roberto Campos, inteligente e engraçado, já era lobista de Mario Andreazza, entre outros, nos tempos de Figueiredo, abastecendo muitos jornalistas em aparente segredo ou às claras mesmo. Aparente porque segredos, em tal fornecimento, não eram do seu agrado.
A funcionária fantasma, "lotada" em sucessivos gabinetes do PSDB, foi acolhida por José Serra porque o senador Álvaro Dias demitiu-a, quando assumiu a liderança e identificou-a. Álvaro Dias deixou há pouco o PSDB.

Cerra, outro farsante! — Conversa Afiada

05/04/2015

O repente dos bugios

Filed under: Demagogo,Demóstenes Torres,DEMo,Ronaldo Caiado — Gilmar Crestani @ 11:52 pm
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Dia 12 de abril a HBO retorna com a 5ª Temporada de Game of Thrones. Enquanto isso, não perca o game entre Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres. Do pescoço pra baixo é canela. O melhor é que dá para acreditar em tudo o que um diz do outros. São correligionários, tocavam juntos e afinados sob a batuta de FHC. Para se ter uma idéia do nível do que se passa na cabeça dos dois, o melhor amigo de Demóstenes Torres é Gilmar Mendes. Por aí já se pode ter uma idéia do que rola nessa briga de bugio. Diz-se, inclusive, que o Agripino Maia é juiz mais isento para esta contenda…

Demóstenes dá a tréplica. Avisa que senador perderá mandato. Caiado foge e se cala.

A briga dos "demos" de Goiás, esquentou. Depois do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) dizer que o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) rouba e foi financiado por Cachoeira, e depois da resposta o acusando de bandido, psicopata, corrupto, Demóstenes deu a tréplica.

Disse que Caiado "reconheceu quase todos os fatos que apresentei, tentando lhes dar um ar de normalidade (…) O senador comete um ato falho. Eu jamais disse que Agripino Maia teve qualquer esquema com o Detran. Ou teve, Caiado?"
E fechou com um enigmático recado:

… o decorrer dos dias próximos o fará perder o mandato
(…)
A partir de agora a Justiça vai resolver a minha situação e a dele. Reafirmo tudo o que disse. A minha agonia está no fim e a de Ronaldo Caiado apenas se iniciando.

Depois disso, Caiado fugiu da briga e se calou. Emitiu apenas três linhas dizendo que "Prefiro combater em vez de bater boca com bandido…".

Eis a íntegra da nota de Demóstenes:

Ronaldo Caiado, à míngua de qualquer argumento, partiu para a adjetivação. Deu uma sapituca, reconheceu quase todos os fatos que apresentei, tentando lhes dar um ar de normalidade. Traz apenas três pontos novos e inverídicos: que eu tenha chorado perante ele e dispensado sua lealdade; que tenha Eurípedes Barsanulfo contido o então diretor-Geral da Polícia Civil, Marcos Martins, em uma suposta invasão do meu gabinete na Secretaria de Segurança Pública; e que o meu suplente de senador José Eduardo Fleury tenha tentado me chantagear.
Quanto ao primeiro, ninguém jamais me verá nessas condições. Além do quê, Caiado acredita que o sentimento de lealdade é apenas uma doença de cachorro. No segundo, ainda que fosse verdade, o que nego, nunca pedi para que comprassem minhas brigas. Sempre fui homem o suficiente para enfrentar os meus próprios desafios. O terceiro é apenas mais uma da safra caiadista de invencionices. José Eduardo Fleury foi um suplente honesto e dedicado, a quem sempre respeitei.
O senador comete um ato falho. Eu jamais disse que Agripino Maia teve qualquer esquema com o Detran. Ou teve, Caiado? Sua mitomania atravessa todas as frases e se consubstancia na afirmação de que os integrantes da CPI ouviram 250 mil horas de gravações e o inocentaram. Isso seria o equivalente a passar mais de 28 anos ouvindo, 24 horas por dia, todos os grampos da Operação Monte Carlo. É apenas mais uma fantasia construída para dar ar de veracidade à personagem que o senador canastrão representa.
Essa madrugada fez Ronaldo perder a voz, mas o decorrer dos dias próximos o fará perder o mandato. Não adianta grunhir porque se gritaria resultasse em algo, os porcos não morreriam daquela forma. E repito: comigo é nos termos que já propus, exceto em uma disputa intelectual, porque cérebro Caiado não possui. Aguarde. Quem viver, verá.
A partir de agora a Justiça vai resolver a minha situação e a dele. Reafirmo tudo o que disse. A minha agonia está no fim e a de Ronaldo Caiado apenas se iniciando. Tenho dito.

Demóstenes dá a tréplica. Avisa que senador perderá mandato. Caiado foge e se cala. | Os Amigos do Presidente Lula

 

Caiado xinga, mas veste carapuça e confirma o que Demóstenes disse.

Depois de ser acusado por Demóstenes Torres de roubar e ser financiado pelo bicheiro Cachoeira, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), chamou o seu ex-colega do DEMos de bandido, rato, corrupto, bicheiro. Mas …

Caiado acabou confirmando boa parte do que disse Demóstenes. Eis trechos da resposta:
1) Proximidade com a família Cachoeira:
Caiado: Como médico, atendi um filho dele [de Cachoeira] a pedido de Demóstenes. A criança, que possuía uma displasia, foi a meu encontro acompanhada apenas de sua mãe, ex-mulher de Cachoeira. Encaminhei o paciente para o professor Carlos Giesta, especialista nesse assunto.
Comento: Desde a década de 1980 Caiado se dedica mais à política do que à medicina. Essa consulta foi em encontros sociais com a família Cachoeira?
2) Ex-delegado que supostamente exploraria caça-níqueis:
Caiado: Eurípedes Barsanulfo, amigo de meu pai, tem o hábito de jogar, mas eu jamais soube da participação dele em esquema de caça-níqueis. Não acredito que ele tenha envolvimento com isso.
3) Cortesias da empreiteira OAS:
Caiado: Há vários anos passo o Réveillon na companhia de Carlos Suarez, meu amigo e padrinho de minha filha caçula, que há anos não faz mais parte da OAS. Nossas esposas são amigas fraternas, desde a infância na Bahia.
4) Rolos com o senador José Agripino (DEM-RN):
Caiado: Essas mentiras de que intermediei contatos para o senador José Agripino são descabidas e sem sentido. Até porque de Detran quem entende é Demóstenes e sua turma.
Comento: Demóstenes não tinha falado em Detran. Caiado vestiu a carapuça. Carlos Suarez (ex-OAS) é dono da Controlar, empresa de inspeção veicular enrolada com o escândalo das propinas para Agripino na eleição de 2010.

Caiado xinga, mas veste carapuça e confirma o que Demóstenes disse. | Os Amigos do Presidente Lula

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai”

31 de março de 2015 | 13:38 Autor: Fernando Brito

caiado

Hoje, no Diário da Manhã, de Goiânia, o ex-senador Demóstenes Torres, que perdeu o mandato por conta de suas ligações com o banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira, publica um violentíssimo artigo contra o líder ruralista Ronaldo Caiado.

Torres despeja todo o seu ódio ao ex-colega de DEM que, segundo ele, é “o Judas Ronaldo”, que viu em sua desgraça a oportunidade de “afundar-me no buraco”.

“(…)Caiado se passava como uma espécie de irmão mais velho pra mim, falava da afinidade de nossas teses, que era um conservador não beligerante, pra isso não poupando sequer seus antepassados, e que desejava um futuro liberal para o Brasil. Ronaldo fazia sim, parte da rede de amigos de Carlos Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho. Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente   nas campanhas  de 2002, 2006  e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído. Siga o dinheiro”. (…)

“Ronaldo Caiado é chefe de um dos mais nocivos vagabundos de Goiás, o delegado de polícia civil aposentado, Eurípedes Barsanulfo, que era o melhor amigo de Deuselino Valadares, o delegado de polícia federal que fez um “relato”, segundo “Carta Capital”, onde me acusava de ser beneficiário do jogo do bicho. Esse relato jamais apareceu oficialmente, mas serviu para que o PSOL dele se utilizasse para representar-me perante o conselho de ética do Senado. No final do ano passado, o jornal Diário da Manhã de Goiânia, publicou uma matéria assinada em que acusa o dito delegado de ter forjado o documento a mando de um seu chefe político. Quem era ele? Ronaldo Caiado, todos sabem. Aliás, Eurípedes Barsanulfo, este sim, era prócer das máquinas caça-níqueis em Goiás. Ronaldo uma vez, inclusive, me pediu para interferir junto a Carlos Cachoeira para ampliar a atividade de Eurípedes no jogo ilícito”.(…)

“Ano passado sua degradação se expandiu. Ronaldo Caiado, no afã de ser candidato a Senador ao lado de Marconi Perillo, foi atrás de Aécio Neves e Agripino Maia (este dependente financeiro de Perillo) para que eles compusessem a chapa com coerência nacional, apesar de todo histórico de desavenças com o carcamano. Um pouco mais vexatório, mandou a própria esposa num evento na cidade de Americano do Brasil, onde a apedeuta, além de usar a palavra, pregou o voto em Perillo, alegando que ele era um grande estadista e que esperava sua reeleição para o bem de Goiás. Relembre-se: quem teve negócios com Cachoeira foi Perillo, eu não.”

“Na fusão do DEM com o PTB irá para o PMDB, possibilidade constitucionalmente aceita de adesão partidária. Irá, oficialmente, se opor. Parecerá até o fim um coerente, um habanero puro. Seguirá as ordens de seu chefe político ACM Neto, que financiou sua última campanha em Goiás e que lhe assegurou, caso perdesse a eleição, o confortável posto de secretário de saúde em Salvador, em cuja região Caiado  costuma passar suas férias às expensas da empresa OAS.”

“Pois agora, Ronaldo Caiado, quero ver se você é homem mesmo. Nos mesmos termos que você mandou oferecer ao frouxo Marconi Perillo, eu me exponho.(…) Você diz em seus discursos que Caiado não rouba, não mente e não trai. Você rouba, mente e trai.”

É pouco? Tem mais no catatau de Demóstenes. Aquele clássico “Duelo em OK Corral” é fichinha.

Mas como Caiado é peça importante na aliança oposicionista, silêncio quase total na mídia.

01/04/2015

Briga de bugio

Filed under: Corrupção,Demóstenes Torres,DEMo,Gilmar Mendes,Ronaldo Caiado,Veja — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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Gilmar Mendes, Demóstenes Torres & Ronaldo Caiado

morcegosOs paladinos da moralidade alheia, e por isso frequentadores das páginas amarelas da Veja, Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres fazem em público o que os bugios fazem nas florestas: brigam jogando merda um no outro. E não é que ambos têm razão! E são sujos porque dormem da mesma forma, pendurados no pau do DEMo.

Como duvidar do melhor amigo de Gilmar Mendes, Demóstenes Torres, de que "Ronaldo Caiado: uma voz à procura de um cérebro". O líder do DEM no Senado está sendo acusado, só agora, de tudo o que sempre se soube mas os jornais não se interessam porque são parceiros ideológicos. Colega de Agripino Maia, Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres eram os paladinos da moralidade, os varões de Plutarco que se revezavam com Gilmar Mendes nos ataques a Lula.

Um a um os arautos da moralidade alheia vão deslizando pescoço abaixo como cocô de morcego. É sabido que morcegos dormem dependurados, de modo que as fezes acabam escorrendo pela boca. É como morcegos que eles se alimentam, chupando o sangue de suas vítimas. Ao viverem de ataques sorrateiros, noturnos, ganham espaço na mídia por que as vítimas, no escuro, não têm direito à defesa.

O que espanta é alguém do Ministério Público, Demóstenes Torres, vir a pública agora em 2015, para acusar colegas de crimes cometidos em 2010. Onde ele guardou estas informações por tanto tempo? Por que, enquanto permanecia na tribuna do Senado não fez as denúncias que só agora faz?

Tirando seus familiares, os anencefálicos e seus amestrados na mídia, qualquer outra pessoa sabe que são farinha do mesmo saco roubado. O caráter bateu na cabeça e não entrou.

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai

31 de março de 2015 | 13:38 Autor: Fernando Brito

Hoje, no Diário da Manhã, de Goiânia, o ex-senador Demóstenes Torres, que perdeu o mandato por conta de suas ligações com o banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira, publica um violentíssimo artigo contra o líder ruralista Ronaldo Caiado.

Torres despeja todo o seu ódio ao ex-colega de DEM que, segundo ele, é “o Judas Ronaldo”, que viu em sua desgraça a oportunidade de “afundar-me no buraco”.

“(…)Caiado se passava como uma espécie de irmão mais velho pra mim, falava da afinidade de nossas teses, que era um conservador não beligerante, pra isso não poupando sequer seus antepassados, e que desejava um futuro liberal para o Brasil. Ronaldo fazia sim, parte da rede de amigos de Carlos Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho. Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente   nas campanhas  de 2002, 2006  e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído. Siga o dinheiro”. (…)

“Ronaldo Caiado é chefe de um dos mais nocivos vagabundos de Goiás, o delegado de polícia civil aposentado, Eurípedes Barsanulfo, que era o melhor amigo de Deuselino Valadares, o delegado de polícia federal que fez um “relato”, segundo “Carta Capital”, onde me acusava de ser beneficiário do jogo do bicho. Esse relato jamais apareceu oficialmente, mas serviu para que o PSOL dele se utilizasse para representar-me perante o conselho de ética do Senado. No final do ano passado, o jornal Diário da Manhã de Goiânia, publicou uma matéria assinada em que acusa o dito delegado de ter forjado o documento a mando de um seu chefe político. Quem era ele? Ronaldo Caiado, todos sabem. Aliás, Eurípedes Barsanulfo, este sim, era prócer das máquinas caça-níqueis em Goiás. Ronaldo uma vez, inclusive, me pediu para interferir junto a Carlos Cachoeira para ampliar a atividade de Eurípedes no jogo ilícito”.(…)

“Ano passado sua degradação se expandiu. Ronaldo Caiado, no afã de ser candidato a Senador ao lado de Marconi Perillo, foi atrás de Aécio Neves e Agripino Maia (este dependente financeiro de Perillo) para que eles compusessem a chapa com coerência nacional, apesar de todo histórico de desavenças com o carcamano. Um pouco mais vexatório, mandou a própria esposa num evento na cidade de Americano do Brasil, onde a apedeuta, além de usar a palavra, pregou o voto em Perillo, alegando que ele era um grande estadista e que esperava sua reeleição para o bem de Goiás. Relembre-se: quem teve negócios com Cachoeira foi Perillo, eu não.”

“Na fusão do DEM com o PTB irá para o PMDB, possibilidade constitucionalmente aceita de adesão partidária. Irá, oficialmente, se opor. Parecerá até o fim um coerente, um habanero puro. Seguirá as ordens de seu chefe político ACM Neto, que financiou sua última campanha em Goiás e que lhe assegurou, caso perdesse a eleição, o confortável posto de secretário de saúde em Salvador, em cuja região Caiado  costuma passar suas férias às expensas da empresa OAS.”

“Pois agora, Ronaldo Caiado, quero ver se você é homem mesmo. Nos mesmos termos que você mandou oferecer ao frouxo Marconi Perillo, eu me exponho.(…) Você diz em seus discursos que Caiado não rouba, não mente e não trai. Você rouba, mente e trai.”

É pouco? Tem mais no catatau de Demóstenes. Aquele clássico “Duelo em OK Corral” é fichinha.

Mas como Caiado é peça importante na aliança oposicionista, silêncio quase total na mídia.

Ronaldo Caiado, pelo ex-paladino Demóstenes Torres: “rouba, mente e trai” | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

 

NA FOLHA:

Ex-senador cassado em 2012 acusa ex-colegas do DEM

Demóstenes Torres diz que Caiado teve campanhas pagas por Cachoeira

Em nota, o líder da sigla no Senado rebateu dizendo que o acusador possui comportamento ‘típico de um psicopata’

DE BELÉM

O ex-senador Demóstenes Torres (sem partido) publicou um artigo na imprensa goiana repleto de críticas a colegas do DEM, seu último partido. O líder da sigla no Senado, Ronaldo Caiado (GO), é o principal alvo dos ataques.

No texto "Ronaldo Caiado: uma voz à procura de um cérebro", no jornal "Diário da Manhã", Demóstenes afirma que Caiado teve suas campanhas de 2002, 2006 e 2010 financiadas por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar o jogo ilegal em Goiás.

Diz ainda que o presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), foi beneficiados em 2010 por um "esquema goiano" com intermediação de Caiado.

"Ronaldo fazia sim parte da rede de amigos de Cachoeira, era, inclusive, médico de seu filho", afirma. "Mas não era só de amizade que se nutria Ronaldo Caiado, peguem as contas de seus gastos gráficos, aéreos e de pessoal, notadamente nas campanhas de 2002, 2006 e 2010, que qualquer um verá as impressões digitais do anjo caído."

Demóstenes diz ainda que Caiado pediu a ele que abordasse Cachoeira em favor de Eurípedes Barsanulfo, um delegado aposentado que supostamente também tinha esquema de jogos ilegais. O ex-senador não nega ser amigo de Cachoeira. Diz, no entanto, que quem fez negócios com o ele foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Flagrado pela PF em diálogos com Cachoeira, Demóstenes foi cassado do Senado em 2012 e acusado de peculato, corrupção e formação de quadrilha. Sua defesa diz que as provas são ilegais e recorre.

No artigo, ele afirma que pretendia ficar em silêncio até a Justiça dar o veredito final, mas foi provocado quando Caiado declarou à revista "Veja" que ele era uma "grande decepção" em sua vida.

‘PSICOPATA’

Em nota, Caiado negou as acusações e disse que Demóstenes tem comportamento "típico de um psicopata".

"Em seus momentos de alucinação, por não suportar a sua derrocada política e moral, ele tenta lançar mentiras contra mim", afirmou.

Disse também que nunca intermediou contatos para Agripino, que, por meio de sua assessoria, reafirmou a posição de Caiado.

Sobre Barsanulfo, Caiado afirmou que o delegado é amigo de seu pai e "tem o hábito de jogar", mas "jamais soube da participação dele em esquema de caça-níqueis".

Perillo afirmou, por meio de sua assessoria, que já prestou todos os esclarecimentos a respeito do assunto.

A Folha não conseguiu localizar Barsanulfo.

14/11/2014

Síndrome de Abstinência e seus sintomas

Filed under: Aécio Neves,Geraldo Alckmin,PSDB,Síndrome de Abstinência — Gilmar Crestani @ 8:29 am
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psdb escolher-o-povoO PSDB está numa encruzilhada. A perda que quatro eleições seguidas está acirrando os ânimos no interior da sigla. Enquanto em Aécio Neves a perda levou a  querer fazer pó do Governo Dilma, Geraldo Alckmin prefere passar o pires de R$ 3,5 bilhões e pedir água à Dilma. E assim se descobre a diferença entre eles: Aécio está carente de abastecedor; Alckmin só quer fazer negócio que abasteça seus reservatórios… de dinheiro!

Em pré-colapso psicológico, Aécio não se vexa em seus delírios de Calígula: “No Congresso, a percepção que se tem é que quem ganhou fomos nós.” De fato, o que prejudica o PSDB não são os conchavos no Congresso, mas convencer os eleitores. Todo vez que um candidato do PSDB cola na imagem de FHC, naufraga. É difícil nadar com uma bola de ferro amarrada aos pés. Tirando os devotos da religião vendida pela velha mídia, FHC deixou uma imagem que, fosse no Peru ou na Argentina, estaria preso como o foram seus parceiros de aventura Fujimori e Menem.

O esperneio de mau perdedor, sua insuperável síndrome de abstinência, está deixando Aécio Neves órfão de seus principais apoiadores na velha mídia, como Kennedy Alencar: Falar em crime de responsabilidade é irresponsável e golpista.

Alckmin e Aécio adotam táticas distintas para 2018

Mineiro promete uma oposição aguerrida; paulista manterá relação respeitosa

Disputa entre os dois tucanos pela vaga de candidato a presidente será discreta e só deve se acirrar após 2016

DANIELA LIMADE SÃO PAULO

Os dois homens que vão disputar internamente a vaga de presidenciável do PSDB em 2018 lançarão mão de perfis e estratégias diferentes para tomar a dianteira na sigla.

A disputa será discreta e só deverá se acirrar após 2016. Até lá, ambos trabalharão juntos, mas desempenhando papeis distintos. Uma amostra desse percurso será dada nesta sexta-feira (14), quando o senador Aécio Neves (MG) e o governador Geraldo Alckmin (SP) se encontrarão publicamente pela primeira vez desde o fim da eleição.

Aécio, que disputou e perdeu a corrida pelo Planalto neste ano, virá a São Paulo para "agradecer" os votos que recebeu no Estado (64% dos eleitores paulistas optaram por ele).

O convite foi feito por Alckmin, que estrela situação inversa. Reeleito com facilidade no primeiro turno, o tucano é o anfitrião do Estado mais longevo para o seu partido –com ele, o PSDB chegará a 24 anos no poder.

Aécio, que descansou apenas sete dias desde a derrota, ainda não tirou o figurino de candidato ao Planalto.

Desde o fim da disputa, vive uma espécie de terceiro turno permanente. "Esse governo já começa com um certo sabor de final de festa. No Congresso, a percepção que se tem é que quem ganhou fomos nós. O PT está envergonhado pela campanha torpe que fez", disse, por exemplo, nesta quinta (13), em entrevista à rádio Jovem Pan.

O mineiro promete fazer a oposição mais aguerrida que o PT já enfrentou desde que chegou à Presidência, em 2003. "Será a oposição mais qualificada que qualquer governo já enfrentou no Brasil. Uma oposição profundamente conectada com a sociedade. O brasileiro não aguenta mais. Ele acordou", concluiu.

Esse é o roteiro que seus aliados pregam: crítica aberta ao governo nas pautas que já lhe renderam frutos durante a disputa, como combate à corrupção, além de viagens pelo país, especialmente no Nordeste, para ampliar seu índice de conhecimento e divulgar duas propostas na região em que teve a menor votação.

Caberá a Alckmin, de perfil historicamente mais moderado, o que tem sido chamado em seu entorno de "oposição diplomática".

Ele manterá uma relação respeitosa com Dilma, para não enfraquecer projetos de parceria entre a União e o Estado, mas trabalhará para liderar o bloco de governadores de seu partido, tornando-se uma espécie de "porta-voz" da frente tucana.

Aliados esperam ainda uma postura mais "nacionalizada" e "otimista". Um integrante do governo avalia, por exemplo, que ao criticar o pessimismo com o país Alckmin já mira a eleição presidencial. Para esse aliado, o paulista mostrou que "quem quer comandar o Brasil não fala contra o próprio país".

18/10/2014

Por que todas as denúncias contra Aécio partem de São Paulo, onde José Serra é rei?

Filed under: Aécio Neves,Corrupção,José Serra,PSDB — Gilmar Crestani @ 10:15 am
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A primeira insinuação do uso de pó veio com aquele artigo do Mauro Chaves, Pó pará, governador!. As digitais de José Serra eram tão escancaradas que o Estado de Minas, dos Diários A$$oCIAdos ao Aécio, respondeu: Minas a reboque, não! Depois, a agressão, em público, à ex-mulher, partiu de um colunista da Folha, do PSDB, e amigo de José Serra: Juca Kfouri. Recentemente Juca Kfouri voltou a carga contra Aécio Neves.

De repente, quando as pesquisas davam Aécio à frente da Dilma, eis que de São Paulo, do grupo mais identificado com José Serra, a Folha de São Paulo, sai a acusação de que o operador da Petrobrás deixado lá por FHC havia sido extorquido pelo Presidente do PSDB, Sérgio Guerra, em R$ 10 milhões.

Agora aparece, também em São Paulo, a denúncia de que Aécio levantou R$ 166 milhões para as campanhas de 2012 e 2014.

Seria porque, em sendo eleito Aécio, Serra não teria chances de concorrer no próximo pleito?!

Foi assim que Aécio levantou R$ 166 milhões para 2012-2014?

Aécio Neves e Eduardo Campos estariam unidos desde a eleição de 2012

Cartório autenticou assinatura de Danilo de Castro

O Procurador Federal de Minas Gerais, Eduardo Morato Fonseca, recebeu do Sindicato dos Auditores Fiscais de Minas Gerais (SINDIFISCO-MG), um documento que mostra uma lista de políticos, partidos e empresas numa operação para, supostamente,  financiar as campanhas eleitorais de 2012 para prefeitos e vereadores.
O Conversa Afiada tem a informação de que o promotor Morato Fonseca encaminhou a documentação à Procuradoria Geral da República, já que entre os suspeitos estão políticos com direito a foro privilegiado.
No documento, onde se lê “consórcio” é possível entender que dele façam parte operações à margem da legislação eleitoral.
O arquivo teria sido enviado ao candidato a Presidente Aécio Neves (PSDB), em 4 de setembro de 2012, por Danilo de Castro, à época Secretário de Estado de Governo de Minas e possível operador do esquema. Nessas eleições, Castro coordenou a campanha de Pimenta da Veiga (PSDB) ao Governo de Minas.
A movimentação financeira teria beneficiado partidos e políticos – principalmente prefeitos e vereadores – nas eleições de 2012. Entre eles, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que faleceu este ano em acidente de avião. Teriam sido destinados R$ 2 milhões e 500 mil a Campos, conforme teria determinado Aécio Neves, como mostra o documento, o que mostra uma suposta ligação entre ambos há, pelos menos, dois anos.
Ao todo, 19 siglas teriam o caixa abastecido com o esquema, como PSDB, PSB, DEM, PPS, PSD, PV, PP, PRB. Entre os políticos citados, estão José Serra (PSDB), então candidato a prefeito em São Paulo, que teria recebido R$ 3 milhões e 600 mil, o prefeito de Belo Horizonte (MG), Marcio Lacerda (PSB), R$ 7 milhões, Arthur Virgilio (PSDB), prefeito de Manaus (AM), R$ 600 mil, Geraldo Julio (PSB), prefeito de Recife (PE) R$ 550 mil e o senador José Agripino Maia (DEM), R$ 2 milhões e 300 mil “por intermédio” do deputado Gustavo Correia (DEM-MG), de acordo com o documento.
Os recursos podem ter saído de mais de 150 empresas dos mais diversos setores, como alimentação, construção civil, bancos, associações e sindicatos. Algumas foram citadas recentemente pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em seu depoimento à Justiça Federal: Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Camargo Correa.
Chamam a atenção supostas doações de grupos como Conselho Federal de Medicina, que se envolveu na polêmica do programa Mais Médicos, que teria cedido R$ 40 mil, Federação Mineira dos Hospitais R$ 45 mil, Federação das Santas Casas de MG com R$ 100 mil, Associação Espírita o Consolador com R$ 160 mil, Associação dos cuidadores de idosos de MG, com R$ 200 mil, UGT (União Geral dos Trabalhadores) R$ 50 mil e Sindicato dos ferroviários R$ 55 mil. Além de bancos como o BMG, BGT Pactual, Santander, Itaú e Mercantil do Brasil.
Outras que aparecem são empresas ligadas a governos, como a CEMIG, companhia de energia de Minas, que teria doado R$ 6 milhões, a CODEMIG (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) R$ 3 milhões e a Fundep (Fundação de desenvolvimento da Pesquisa) instituição que realiza a gestão de projetos de ensino, pesquisa e extensão da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
Alguns dos doadores já são denunciados por participar de esquemas polêmicos. Um deles é o dono da Stillus Alimentação Ldta, Alvimar Perrela, ex-presidente do Cruzeiro e irmão do deputado Zezé Perrela. Segundo matéria de O Globo, “ele é acusado de liderar um esquema de fraudes que o fez vencedor em 32 licitações com o governo de Minas para o fornecimento de quentinhas para presídios do estado. No período de janeiro de 2009 a agosto de 2011, o grupo de empresas ligadas a Stillus Alimentação recebeu cerca R$ 80 milhões em contratos firmados com a Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas”.

A Construtora Cowan, uma das responsáveis pela construção do viaduto que caiu em Belo Horizonte, de acordo com os documentos, teria cedido ao esquema R$ 650 mil.
Consta ainda a quantia de R$ 36 milhões e 800 mil que teria vindo de “outras fontes”, não esclarecidas.
O dinheiro arrecado teria irrigado, principalmente, as campanhas de PSDB, DEM e PSB.

Abaixo, o documento na íntegra:








Em tempo: membros da oposição na Assembleia Legislativa de Minas chegaram a convocar uma coletiva para divulgar esse documento. Mas cancelaram, sobretudo, porque ele menciona  nomes que fazem parte de um grupo que pode vir a apoiar o Governo de Fernando Pimentel.
Em tempo2: Na ilustração do alto, o amigo navegante pode observar que o documento com o timbre do 7o ofício de notas de Belo Horizonte, situado à Rua dos Goytacases, número 43, centro,  datado de 04/09/2012, teve a assinatura de Danilo de Castro reconhecida no dia 02/10/2012, pelo escrevente Gustavo Correia Eunapio Borges no 7o ofício de notas de Belo Horizonte.
Filiado ao PSDB-MG, foi Secretário de Estado do Governo de Minas Gerais e Deputado Federal, eleito por três vezes consecutivas.
Em tempo3: O Conversa Afiada encaminhou este post ao Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ministro Dias Toffoli, com a pergunta: se for verdade, que Democracia e que eleições são essas?
Em tempo4: atento amigo navegante liga para observar que a cidade de Cláudio teriam sido destinados R$ 300 mil , possivelmente ao Titio, e, talvez, antes de ele manter a guarda da chave do aeroporto….
Paulo Henrique Amorim com Alisson Matos

Danilo é o pau para toda obra dos Neves

Foi assim que Aécio levantou R$ 166 milhões para 2012-2014? | Conversa Afiada

22/10/2013

Sem essa, Aranha

O “choque de (indi)gestão” que o PSDB promete em seus governos acabam assim, como no filme do Sgarzela (Sem essa, Aranha)… Mas não se deve à incompetência gerencial dos tucanos que a Folha pretende examinar. Como antes já fez o Estadão (Pó pará, governador) a Folha simplesmente, para ajudar José Serra, está desconstruindo Aécio Neves. Impressiona mesmo a capacidade de José Serra de arregimentar os grupos de mídia como Estadão, Folha, Civita e Globo. Claro, as assinaturas destes grupos entregues nas escolas de São Paulo ajuda, mas a mão que balança o berço também entrega papelotes. É até engraçado que não tocam no crescimento pífio de São Paulo, há tantos anos nas mãos do PSDB. O PIBinho nacional cresceu 1,5%, mas na terra da Folha, Estadão, Veja & CIA o crescimento foi de 1,2%. E sobre isso ninguém comenta…

Se é verdade que o RS (6,4%), com Tarso Genro, cresceu mais que a maioria dos Estados brasileiros, também é verdade que qualquer coisa que viesse depois de Yeda Crusius seria melhor. Nada pode ser pior que um ex-funcionário da RBS sentado no Piratini. Afinal, é lá que põem em prática tudo o que aprenderam na privada. E o mau cheiro continua mesmo depois de desinfetado.

Economia fraca arranha vitrine de Aécio em Minas

Desempenho abaixo da média nacional torna gestão tucana alvo de críticas

Adversários falam em ‘pibinho’, usando o mesmo termo adotado pelo senador para atacar governo Dilma

PAULO PEIXOTODE BELO HORIZONTEFELIPE BÄCHTOLDDE PORTO ALEGRE

Vitrine do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) para a corrida presidencial do próximo ano, Minas Gerais está com a economia estagnada e com índices piores do que a média nacional e de Estados vizinhos há mais de um ano.

No segundo trimestre de 2013 (último dado disponível), o Estado governado pelos tucanos desde 2003 recuou 0,1% –já o PIB nacional surpreendeu e subiu 1,5%.

O tema entrou na pré-campanha, e a oposição liderada pelo PT já fala em "pibinho".

Pernambuco, berço do pré-candidato do PSB, Eduardo Campos, tem um crescimento acumulado nos últimos 12 meses maior do que o do país, segundo dados do Estado.

Ainda no segundo trimestre, o Rio Grande do Sul, puxado pelo desempenho da agricultura, cresceu 6,4%. Em São Paulo, o crescimento foi de 1,2% e, na Bahia, 2,2%.

A agropecuária é uma das causas do mau desempenho em Minas Gerais, terceiro Estado mais rico do país, enquanto a supersafra do Centro-Oeste e do Sul ajudou a alavancar o PIB nacional.

Também pesa contra o Estado a dependência de poucos setores, como mineração.Levantado pela oposição, o tema já chegou ao debate político nesta pré-campanha.

Vice-líder do PT no Legislativo mineiro, Rogério Correia usou nos seus boletins informativos a expressão "pibinho" –mesmo termo empregado por Aécio para criticar o desempenho da política econômica da presidente Dilma Rousseff.

O deputado peemedebista Sávio Souza Cruz, líder da oposição, diz que a economia mineira corre o risco de se tornar ainda mais "primária", dependente de matérias primas básicas, se não houver impulso à industrialização.

No próximo ano, o PT deve lançar o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento e Indústria) como candidato ao governo de Minas. No PSDB de Aécio e do governador Antonio Anastasia, o ex-ministro Pimenta da Veiga tenta viabilizar seu nome.

DEPENDÊNCIA

A diversificação da atividade econômica tem sido o centro da discussão. O PIB dependente de produtos como minérios e café deixa o Estado mais vulnerável a incertezas externas, como agora.

Segundo a Fundação João Pinheiro, centro de estudos ligado ao governo estadual, a baixa na produção do café contribuiu para a queda de abril a junho. No primeiro trimestre do ano, em que a economia mineira recuou 0,2%, pesou a menor demanda internacional por minérios.

O economista Edson Domingues, da Universidade Federal de Minas, diz que o Estado não tem conseguido atrair investimentos como outras regiões do país e que há problemas de infraestrutura, como na malha rodoviária e em ferrovias.

"Algumas indústrias do Estado não têm um dinamismo tão grande quanto em outras regiões", afirma o professor.

Às vésperas do ano eleitoral, o PSDB se move para tentar anular o discurso da oposição e vai preparar um documento mostrando que Minas cresceu mais do que a média do país na década passada.

25/09/2013

Os Santos diabólicos

Filed under: Colômbia,Francisco Santos,Juan Manuel Santos — Gilmar Crestani @ 9:17 pm
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Brigas em público para abarrotarem a privada!

Santos arremete contra Santos

El candidato Francisco Santos escribe un libro contra su primo hermano, el presidente Juan Manuel Santos

CRISTINA CASTRO Bogotá 25 SEP 2013 – 03:12 CET10

Francisco ‘Pacho’ Santos, en 2009 en Madrid. / ÁLVARO GARCÍA

Esta semana ocurrió otro ‘round’ en la pelea Santos versus Santos, una de las reyertas políticas más interesantes de la política colombiana en los últimos tiempos. El candidato a la presidencia del uribismo, Francisco Santos, publicó un libro con las memorias de su vida. En una larga entrevista con el periodista Jaime Jaramillo Panesso habla de su trayectoria política, de su secuestro a manos de Pablo Escobar, y de su familia, una de las más influyentes de Colombia. En el texto, Francisco Santos no tiene reparos en hablar de su primo, el presidente Juan Manuel Santos. Asegura que es un hombre que “no tiene carácter ni lealtad ni convicciones” y lo define como uno de “esos típicos bogotanos que viven del que dirán”.

Pacho, como le dicen coloquialmente en Colombia, cuenta que antes de las elecciones presidenciales él dijo a Uribe que “Juan Manuel lo iba a traicionar al segundo día. Pero me equivoqué. Lo traicionó al primer día”. Y unos párrafos más adelante hace una confesión: “Le reconozco [a su entrevistador] que el sucesor de Uribe debí ser yo, pero en ese momento estaba agotado, cansado, no estaba bien”.

El hecho tiene tanto de largo como de ancho. Por un lado porque Pacho fue durante ocho años vicepresidente de Álvaro Uribe, y hoy es el candidato del movimiento político liderado por el exmandatario para atajar la reelección de Juan Manuel Santos, quien fue ministro de Defensa de Uribe y se eligió con sus banderas. El actual presidente está distanciado de su antecesor, pues este lo acusa de no continuar con las políticas de seguridad democrática del uribismo, de adelantar un proceso de paz con las FARC (en vez de continuar con su estrategia militar) y de reconciliarse con el chavismo. Por otro lado, ambos personajes pertenecen a una de las familias políticas más importantes del país. No solamente son primos hermanos, sino primos hermanos por partida doble. Sus padres, los hermanos Enrique y Hernando Santos Castillo se casaron con dos hermanas, Elena y Clemencia Calderón.

El primo del presidente afirma que advirtió a Uribe de que “Juan Manuel lo iba a traicionar al segundo día. Pero me equivoqué. Fue al primer día"

El libro es apenas otro episodio en la disputa que mantienen los dos primos. Ambos se han dado fuertes estocadas. Francisco Santos ha calificado al actual presidente de saltimbanqui, de desleal y de traidor. Como anticipo de lo que será su campaña ha puesto vallas en diferentes lugares del país con fuertes críticas al proceso de paz. En una de ellas aparecen las fotos de Iván Márquez, el máximo líder de las FARC, y de Pablo Escobar, el gran capo del narcotráfico colombiano, al lado de la pregunta “¿Adivine quién ha matado más policías? Queremos la paz sin impunidad”. El presidente Juan Manuel Santos no se ha quedado atrás. En una reciente entrevista dijo que Pacho tenía “sida en el alma” pues se había dejado llevar por el resentimiento y el odio. Y luego agregó: “Imagínese usted este país manejado por Pacho Santos… Ojalá gane mi primo dentro del Centro Democrático (el movimiento del uribismo). Es la mejor persona para tener en contra en una eventual campaña, y no lo digo por mí, sino por cualquier candidato que este ahí”.

¿Qué tan viable es ese escenario Santos contra Santos en las próximas elecciones presidenciales? Lo primero que hay que hay aclarar es que Francisco Santos no es todavía el candidato del uribismo, aunque es quien más ventaja le lleva a sus copartidarios en las encuestas. El expresidente Uribe se enfrenta a una paradoja y es que no tiene un partido político con el que pueda inscribir candidato para las próximas elecciones. Como el Partido de la U, bautizado así por la inicial de su apellido, hoy le pertenece a Juan Manuel Santos (pues fue el que lo eligió presidente), Uribe ha congregado a sus fieles en un movimiento denominado Puro Centro Democrático. Esta formación tendrá que recoger antes del próximo 9 de diciembre cerca de un millón y medio de firmas para poder inscribir un candidato. El nombre de este resultará de una consulta interna del movimiento que se llevará a cabo en marzo en las elecciones legislativas en las que el mismo Álvaro Uribe será la cabeza de la lista al Senado.

Las posibilidades de que Francisco Santos sea el ganador de esa consulta son altas. Por un lado, fue el vicepresidente durante ocho años de uno de los gobiernos más populares que ha tenido Colombia. Y por el otro, ha sido un periodista con trayectoria y reconocimiento. Se desempeñó como jefe de redacción del diario El Tiempo, propiedad en ese momento de su familia, y una vez retirado del Gobierno fue director de noticias RCN radio, una cadena que maneja más de 140 emisoras. Aunque se dice que el candidato del expresidente Uribe sería su exministro de Hacienda, Oscar Iván Zuluaga, y hay otros nombres en el partidor, el nombre de Francisco Santos suena hoy como una alternativa viable.

El mandatario dijo en una entrevista que su primo tenía “sida en el alma”

Pero para el expresidente Álvaro Uribe, un hombre que siempre demostró desprecio por lo que él denominaba los “cócteles bogotanos”, es decir la aristocracia capitalina a la que pertenece tanto su exministro de Defensa y actual presidente como su exvicepresidente, no sería la alternativa que más le agrade. La escena de dos primos hermanos enfrentados por su legado tendría también algo de realismo mágico. Como reconoció Francisco Santos hace unos meses en una entrevista con la periodista María Jimena Duzán: “Un país donde el presidente es un Santos, el director del primer periódico del país está casado con una Santos, el director de la revista más importante es un Santos, el que está trabajando tras bambalinas por la paz es un Santos y el que le hace la oposición es un Santos, no existe ni en África”.

Santos arremete contra Santos | Internacional | EL PAÍS

18/04/2013

O que um disser do outro, conte pra polícia…

Filed under: Geraldo Alckmin,Isto é PSDB!,José Serra — Gilmar Crestani @ 8:57 am
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Grupo de Serra acusa Alckmin de ‘omissão’ em disputa interna

Secretários do governador derrotaram serrista em eleição; para alckmistas, ele foi contrariado

DANIELA LIMADE SÃO PAULOCATIA SEABRADE BRASÍLIA

Aliados do ex-governador José Serra acusam o governador Geraldo Alckmin de ter se omitido da disputa pelo controle municipal da sigla em São Paulo, que terminou com a derrota do vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP).

A derrocada da candidatura do vereador –amigo e aliado de Serra– foi provocada por uma articulação de três secretários de Alckmin: José Aníbal (Energia), Bruno Covas (Meio Ambiente) e Júlio Semeghini (Planejamento).

Os três romperam acordo firmado entre o governador, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e Matarazzo, segundo o qual o vereador seria eleito presidente e os demais cargos da sigla seriam divididos entre os grupos de Semeghini, Aníbal e Covas.

A dissolução do trato se deu durante votação tumultuada. Matarazzo retirou a candidatura e o ex-deputado Milton Flávio, hoje funcionário de Aníbal na secretaria, foi eleito por aclamação.

O vereador deixou o local debaixo de gritos de "traidor" e "judas". Segundo aliados, no auge da crise, Matarazzo telefonou para Alckmin, que não atendeu. Aliados do governador negam que ele tenha se omitido. Afirmam que ele se empenhou para promover um acordo pró-Matarazzo.

"Estranho o fato de um governador manifestar preferência em um processo partidário e três de seus secretários trabalharem no sentido oposto", ironizou o ex-governador Alberto Goldman.

Alckmin chegou a manifestar publicamente apoio a Matarazzo e determinou que os envolvidos na negociação fossem informados de sua predileção. A manobra teria irritado os secretários.

Preocupados com uma crise, alckmistas sustentam que os subordinados "passaram por cima do governador".

O apoio de Alckmin era visto como um gesto ao grupo de Serra, que estuda deixar o PSDB. Ontem, FHC, chamou o episódio de "lamentável". "Havia acordo. Conversei com o governador e ele disse que estava satisfeito, que seria uma divisão de todas as forças."

Matarazzo, que havia eximido Alckmin de responsabilidade, disse ontem que ele "não interferiu nem por um nem por outro" e insinuou a possibilidade de deixar o PSDB. "É desagradável querer ser sócio de um clube que não te aceita ou te hostiliza."

Questionado, Alckmin não falou. O secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, afirmou que "para o governador, era natural a candidatura do Andrea, para que a bancada de vereadores fosse prestigiada".

Aníbal, principal articulador do nome de Milton Flávio, disse que a eleição foi definida pela "militância". "Há uma mobilização muito forte nas bases do partido."

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