Ficha Corrida

22/02/2016

Saiba quem são e como trabalham os caçadores do grande molusco

Os pontos em comum entre a mansão em Paraty, FHC, a Brasif e a Globo

seg, 22/02/2016 – 11:20

Da Revista Fórum

Entenda em 10 passos como FHC e Globo se tornaram um único escândalo

Mansão da família Marinho ilegal em Paraty (RJ), mesadão de FHC para Mirian Dutra, Brasif e Globo. O que esses elementos têm em comum? Confira o passo a passo da Fórum e ajude a mídia livre a montar esse ‘quebra-cabeças’ de escândalos

Por Redação

Baseada em apurações feitas pela mídia livre – com o silêncio da imprensa tradicional diante das recentes informações que envolvem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sua ex-amante Mirian Dutra, a mansão da família Marinho em Paraty e a Brasif, empresa de Jonas Barcellos – a Fórum montou um passo a passo das últimas descobertas desse assunto e de como elas se relacionam entre si.

>> No dia 11 de fevereiro, o Diário do Centro do Mundo publica uma reportagem sobre o triplex da família Marinho em Paraty e aponta que este imóvel foi construído em área de preservação ambiental. Ao mesmo tempo informa que a casa estava em nome da Agropecuária Veine.

>> No mesmo dia, na Revista Fórum é publicada a matéria revelando que a nova esposa de FHC comprou um imóvel de R$ 950 mil reais e que, no mercado imobiliário, dizia-se que ele havia sido um presente do ex-presidente.

>> A Rede Brasil Atual publica uma reportagem onde explica que a casa dos Marinho em Paraty estava em nome de uma offshore do Panamá, a MF Corporate Servic, empresa do Grupo Mossack Fonseca.

>> O Tijolaço mostra que o helicóptero utilizado pelos Marinho era operado, até dezembro do ano passado, pelo Consórcio Veine – Santa Amália.

>> O Viomundo apresenta documentos de que o registro da Veine, na Anac, foi tranferido para a Vattne Administração, companhia que funciona na mesma sala da Cia Bracif Consórcio Empreendimento Luziania, empresa da Brasif.

>> O Tijolaço informa que a a Santa Amália, empresa que fazia consórcio com a Veine na operação do helicóptero dos Marinho, tem sede na fazenda do dono da Brasif, Jonas Barcelos.

>> Jonas Barcellos é pecuarista e dono da Brasif, multinacional que atua em setores diversos como venda de máquinas pesadas, biotecnologia animal e varejo de roupas.

>> Mirian Dutra dá uma entrevista no jornal digital Brazil com Z na Espanha e fala, entre outras coisas, que se ‘autoexilou’ para não atrapalhar a reeleição de FHC e que teria sido forçada a dizer em entrevista que o filho Tomás não era dele, mas de um biólogo.

>> No dia seguinte ela fala com Natuza Nery e Mônica Bergamo, ambas da Folha de S. Paulo e conta que recebia de FHC, por intermédio da Brasif, uma mesada de 3 mil dólares por mês.

>> FHC dá respostas contraditórias. Primeiro ele diz, a Natuza Nery, que nunca enviou recursos por empresas para Mirian Dutra. No dia seguinte, com a matéria de Mônica Bergamo, ele afirma que isso foi há 13 anos e que vai esperar a empresa, a mesma Brasil de Jonas Barcelos, em que está registrado o helicóptero da Globo, se manifestar.

>> Brasif: anote este nome. Ela é a ligação entre FHC, a Globo, o helicóptero da Globo, o triplex dos Marinho e o mesadão de 3 mil dólares de Mirian Dutra.

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Arte: Raphael Sanchez/Revista Fórum

Teoria da dependência

OBScena: Don Corleone e il capo di tutti i capi

FHC & MarinhoE assim fica demonstrada e provada a teoria da dependência vendida por FHC e comprada por beócios de todos os naipes. A independência de FHC, e não é só na teoria, depende da Brasif, da Miriam Dutra, do Fernando Lemos, do Rodrigo de Grandis, da RBS, da Folha, do Estadão, do Instituto Millenium, da Globo, do Merval Pereira, do Noblat, e da ignorância dos midiotas.

O que deu errado no crime perfeito da dupla FHC e Globo. Por Paulo Nogueira

por Paulo Nogueira 21 de fevereiro de 2016

Roberto Marinho celebra um feito do companheiro FHC

FHC e a Globo cometeram um crime quase perfeito.

Tiraram Mírian Dutra de cena numa operação ganha-ganha. FHC ganhou a presidência. A Globo ganhou o controle sobre um presidente que reinou oito anos.

Alguém pode imaginar o que significa esse controle? Num país cujas verbas publicitárias federais são brutalmente altas, é a garantia de dinheiro fácil e farto para uma emissora.

E o acesso ao dinheiro do BNDES? Um presidente nas mãos da Globo abriria os cofres do BNDES. Mírian tocou nisso em sua entrevista ao DCM. É repulsiva a foto na qual FHC e Roberto Marinho estão abraçados na inauguração de uma supergráfica do Globo financiada pelo BNDES, no final dos anos 90.

A descarada confraternização mostrava que as duas partes estavam certas de que o crime era perfeito.

E foi – até aparecer uma coisa chamada internet.

A internet rompeu o monopólio da mídia nas informações que chegam aos brasileiros.

Não fosse isso, Mírian não teria como publicar sua história. Bater na Folha? Esqueça. Na Veja? Conte outra piada. No Estadão? Hahaha.

Mas a barreira do silêncio não vigora na internet. E uma modesta revista digital, a Brazil com Z, se incumbiu de dar voz a Mírian.

Era tão forte o que ela tinha a dizer que a mídia foi obrigada a correr atrás – com vergonhoso atraso.

O pretexto usado por mais de vinte anos para não tocar no assunto era o triunfo da hipocrisia: era uma “questão privada”.

Ora, era privada apenas porque ninguém investigou o assunto.

Quem acredita que um pacto entre um presidente e a Globo é questão privada acredita em tudo, para usar a celebrada frase de Wellington.

A Globo protegeria FHC por simpatia e amizade?

Ora, ora, ora.

A Globo vendeu caro seu apoio aos militares em plena ditadura. Num livro com os documentos de Geisel, Roberto Marinho surge a certa altura cobrando novas concessões da ditadura com o argumento de que era seu “melhor amigo” na imprensa.

No livro o que se vê é um Roberto Marinho paranoico, para o qual uma empresa que não cresce logo declina.

Se com os generais foi assim, como terá sido com um presidente fraco?

FHC viveu o bastante – 83 anos agora – para ver a lama enfim emergir e lhe roubar a possibilidade de continuar a posar como um moralista perante brasileiros ingênuos e desinformados.

Quanto à Globo, o caso mostra quanto é ruim para uma empresa ser mimada com privilégios e vantagens infames.

A Globo jamais teve que ser competente. Caiu tudo para ela no colo.

Fosse competente, continuaria a pagar o mensalão de Mírian Dutra até o final de sua vida.

É monstruoso o preço da economia de custo que algum burocrata da Globo vislumbrou com a supressão do salário de Mírian.

A Globo é uma história de muita esperteza e pouca inteligência.

Mas, como diz o provérbio, a esperteza quando é demais come o dono.

Neste caso, comeu não só a Globo como FHC.

Roberto Marinho celebra um feito do companheiro FHC

Roberto Marinho celebra um feito do companheiro FHC

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-que-deu-errado-no-crime-perfeito-da-dupla-fhc-e-globo-por-paulo-nogueira/

FHC e Aécio não têm amigos

Quem tem amigo é Lula, por isso sou amigo do grande molusco. A caçada ao nine (nove dedos) equivale à queima das bruxas da Inquisição. Só mentes obtusas e desvairadas pelo ódio cego para não perceberam tamanho pesos e medidas.

Lobista foi marqueteiro informal de FHC em 94

:

Fernando Lemos, cunhado de Mirian Dutra, ex-amante de FHC, não fazia apenas o contato entre ela e o tucano; segundo a colunista Mônica Bergamo, ele era também conselheiro de FHC e chegou montar equipe paralela de marketing na campanha dele à Presidência em 1994; ‘Lemos, que morreu em 2012, contratou o marqueteiro espanhol Carlos Pedregal para ser uma espécie de ombudsman do marketing de FHC. Ele falou tão mal do trabalho da equipe, comandada por Nizan Guanaes, que os dois tiveram briga "com direito a cadeiradas"’

22 de Fevereiro de 2016 às 05:59

247 – O jornalista Fernando Lemos, cunhado de Mirian Dutra, ex-amante de FHC, não fazia apenas o contato entre ela e o tucano. Segundo a colunista Mônica Bergamo, ele era também conselheiro de FHC e chegou montar equipe paralela de marketing na campanha dele à Presidência em 1994:

‘Lemos, que morreu em 2012, contratou o marqueteiro espanhol Carlos Pedregal, considerado "bruxo", para ser uma espécie de ombudsman do marketing de FHC. Ele falou tão mal do trabalho da equipe, comandada por Nizan Guanaes, que os dois, segundo relato da Folha na época, tiveram briga "com direito a cadeiradas"’, diz ela.

De acordo com a jornalista, a gota d’água, segundo lembrança de profissional do grupo, foi quando Pedregal viu um dos anúncios da campanha de TV de FHC e perguntou: "Mas o que é essa pelota azul no meio desse pano?". Era simplesmente a bandeira do Brasil (leia aqui).

Lobista foi marqueteiro informal de FHC em 94 | Brasil 24/7

21/02/2016

Briga de bugio: Álvaro Dias rifa José Serra

fantasma

Cerra, outro farsante!

Janio expõe a farsa de Cerra com a irmã de Mirian

publicado 21/02/2016

O Conversa Afiada reproduz passagem do artigo de Janio de Freitas na Fel-lha:


FANTASMAGÓRICOS

(…)
Indagado para o blog de Lauro Jardim sobre uma funcionária fantasma do seu gabinete, Margrit Dutra Schmidt, "num primeiro momento" José Serra "afirmou não saber ao certo" se a sua fantasma "trabalha ou não em casa". Informado de que ninguém no seu gabinete sequer a conhece, disse "imaginar" que ela trabalhe em casa. Mas ninguém no gabinete soube, jamais, de algum trabalho dela. Então Serra decidiu que "ela trabalha" em casa.
O trabalho de funcionário do Senado "em casa" é ilegal. A cessão para tal, por parte do senador, também é.
Serra é um dos mais ferrenhos cobradores de "ajuste fiscal", ou seja, do corte de gastos públicos. Desde, percebe-se, que não atinjam os seus gastos de dinheiro público, mesmo para fantasmas que, aliás, com o Congresso funcionando, estão na República Dominicana. Talvez Serra tenha casa por lá.
Margrit Dutra Schmidt era casada com um dos mais antigos e vorazes lobistas de Brasília, Fernando Lemos. Parente próximo de Roberto Campos, inteligente e engraçado, já era lobista de Mario Andreazza, entre outros, nos tempos de Figueiredo, abastecendo muitos jornalistas em aparente segredo ou às claras mesmo. Aparente porque segredos, em tal fornecimento, não eram do seu agrado.
A funcionária fantasma, "lotada" em sucessivos gabinetes do PSDB, foi acolhida por José Serra porque o senador Álvaro Dias demitiu-a, quando assumiu a liderança e identificou-a. Álvaro Dias deixou há pouco o PSDB.

Cerra, outro farsante! — Conversa Afiada

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