Ficha Corrida

11/01/2015

Fujimori, um FHC do Peru

fhc submissoDos três patetas, dois já foram presos; um continua e um terceiro continua acobertado pelos mesmos grupos que legitimaram a ditadura. Eram três sabujos que aplicavam, na América Latina, o Consenso de Washington.

Alberto Fujimori, no Peru, Carlos Menem, na Argentina e FHC, no Brasil.

Tudo o que os EUA precisavam de governos ventríloquos. Deu no que deu. FHC não deixou nenhum legado que se use cimento e tijolo. Mas conseguiu desfazer-se de muitos cuja cor do dinheiro só bancos suíços e os paraísos fiscais viram.

Destruíram o patrimônio público local, se fizeram de tapeta para os EUA desfilar e passaram o pires inúmeras vezes no FMI. Os que vieram depois pagaram o pato e o FMI. A única diferença entre os três patetas é que o brasileiro tinham um engavetador geral e um jagunço de Diamantino no STF. Capturado pela Rede Globo, via Miriam Dutra, FHC foi feito de gato e sapato. Aliás, por falar em sapatos, foi somente durante seu governo que os diplomatas brasileiros tiveram de tirar os sapatos para entrarem nos EUA. Isso é ou não é vira-lata?!

Fujimori é condenado por comprar a mídia

11 de janeiro de 2015 | 12:26 Autor: Miguel do Rosário

Olha que caso interessante.

A notícia que nos chega do Peru revela claramente que a briga entre governantes e mídia, na América Latina, vai além de uma simples luta ideológica entre “bolivarianismo” e “imprensa livre”.

A tal imprensa livre acostumou-se, ao longo das últimas décadas, a vender seu apoio aos governos.

Quer dizer, primeiro apoiou toda espécie de ditadura. Em seguida, aliou-se promiscuamente ao neoliberalismo corrupto e antipopular que dominou o continente a partir da década de 90.

Com o advento de governos populares, a mamata acabou.

Daí o ódio ideológico se soma ao desespero por dinheiro.

Condenado por “corromper” jornais

fujimori-fhcPor Altamiro Borges, em seu blog.

Não ocorreu no Brasil nem se refere ao ex-presidente FHC, ao cambaleante Aécio Neves ou a outros direitistas que sempre mantiveram relações promíscuas com os donos da mídia. O fato aconteceu no Peru na semana passada. A Justiça do país vizinho condenou o ex-presidente Alberto Fujimori a mais oito anos de prisão pelo desvio de dinheiro público para a “compra” de jornais que deram apoio à sua candidatura no ano 2000. Além de bajularem o neoliberal peruano, estes veículos fizeram campanhas sujas contra os seus rivais políticos. O golpe não deu resultado e Fujimori perdeu as eleições, após ser vencido três pleitos seguidos. Na sequência, ele foi acusado de inúmeros escândalos de corrupção e de cruéis atentados aos direitos humanos – e segue preso até hoje.

Segundo a agência de notícias EFE, Fujimori ordenou o desvio de 122 milhões de sóis (cerca de US$ 40 milhões) para a compra da linha editorial de jornais sensacionalistas, conhecidos como “chichas”. Ele foi condenado pelo crime de peculato doloso, foi multado em US$ 1 milhão e não poderá exercer cargos públicos por mais três anos. A sentença, a quinta contra o direitista desde a sua extradição do Chile, em 2007, deverá ser cumprida a partir de 2021. Aos 76 anos de idade, Fujimori está na cadeia desde 2009. Ele foi condenado a 25 anos de prisão por crimes contra a humanidade nos massacres de camponeses de Bairros Altos e La Cantuta. Ele também coleciona três penas por corrupção.

No Brasil, a mídia privada também manteve relações promíscuas com os neoliberais da plantão – que seguiam a mesma cartilha de Alberto Fujimori. Não se sabe, ainda, se isto ocorreu por dinheiro, numa corrupção direta, ou por razões políticas e ideológicas. A chamada grande imprensa deu total apoio ao processo de privatização das estatais imposto por FHC. Quase nada foi denunciado sobre o desvio de grana da “privataria” – inclusive com o desvio de recursos públicos para contas secretas em paraísos fiscais no exterior. Até o processo de reeleição de FHC, similar ao ocorrido no Peru, foi abafado pela mídia. A Folha tucana até denunciou a compra de votos, mas logo arquivou o escândalo.

Durante o reinado tucano, a mídia privada sempre foi subserviente e dócil. Tudo foi feito para blindar a vida “bastarda” de FHC e para satanizar as forças oposicionistas. “Calunistas” de aluguel atacaram os sindicatos, o MST e o movimento estudantil. A aliança do PSDB com o DEM – reunindo políticos mais sujos do que pau de galinheiro – sempre foi poupada. Nada de cruzadas moralistas pela ética e contra a corrupção. Na fase mais recente, o cambaleante Aécio Neves, esperança dos barões da mídia, também foi protegido. Nada sobre o “choque de indigestão” em Minas Gerais, sobre o “aecioporto”, sobre a sua nota zero no Senado ou sobre a badalada carreira do senador mineiro-carioca.

Fica a suspeita: será que os tucanos também “compraram” alguns jornais e emissoras de rádio e TV?

*

PS Tijolaço: Leia também essa notícia, sobre o apoio da mídia peruana à filha de Fujimori, candidata nas últimas eleições presidenciais do Peru.

Fujimori é condenado por comprar a mídia | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

05/01/2015

Globo não consegue explicar sequer o escândalo Miriam Dutra & FHC

Não há nada mais escandaloso do que envolver uma funcionária com o Presidente da República. Não bastasse isso, a Globo capturou FHC dizendo que Miriam Dutra estava grávida do amante, e assim a esconderam na Espanha. Quem pagou as contas dela na Espanha? Quanto a Globo levou do então Presidente pelo silêncio? Por que ninguém fala que o Brasil de FHC ficou refém da Rede Globo? Se alguém ainda tem dúvida, basta lembrar o Escândalo da Parabólica, envolvendo outro funcionário da Globo, Carlos Monforte e o estafeta de FHC, Rubens Ricúpero.

Depois de apeado do Governo, os filhos de d. Ruth Cardoso exigiram exame de DNA e provaram, desnudando o estratagema da Globo, que o rebento era só filho da mãe.

Se tudo isso, que é muito mas não é tudo, não bastasse, vamos lembrar que a Globo saudou a chegada da ditadura com editorial. No ano passado a Globo reconheceu que o apoio foi um erro. Foi um erro mas não pagou pelo erro, não pediu perdão, nem devolveu o dinheiro que ganhou mancomunada coma ditadura.

Globo já usou ‘empresa de papel’ para não falir

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O grupo Globo, que neste fim de semana acusou a Petrobras, em mais um escândalo artificial, de usar uma "empresa de papel" na obra do Gasene, o gasoduto do Nordeste, utilizou estrutura semelhante, em 2004, para receber uma injeção de recursos do grupo mexicano Telmex, do bilionário Carlos Slim, para salvar a NET e escapar, ela própria, do risco de falência que rondava o grupo naquele ano; ignorância ou má-fé?

5 de Janeiro de 2015 às 07:05

247 – O grupo Globo, que neste fim de semana acusou a Petrobras, em mais um escândalo artificial, de usar uma "empresa de papel" na obra do Gasene, o gasoduto do Nordeste, utilizou estrutura semelhante, em 2004, para receber uma injeção de recursos do grupo mexicano Telmex, do bilionário Carlos Slim, para salvar a NET e escapar, ela própria, a Globo, do risco de falência que rondava o grupo naquele ano

Na denúncia do fim de semana, que já alimenta novos pedidos de CPI contra a Petrobras, foi utilizada uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), como acontece em parcerias entre grupos privados ou em parcerias público-privadas, as PPPs. No caso do Gasene, a SPE seguiu parâmetros normais de mercado (leia aqui a legislação aplicável a esse tipo de operação e também aqui a resposta da Petrobras).

Curiosamente, foi também por meio de uma SPE que o grupo Globo, dos irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho, recebeu uma injeção de capital do grupo mexicano Telmex para salvar da falência a Net (empresa de TV a cabo do grupo) e a própria Globopar (Globo Participações), em 2004 – naquele ano, altamente endividadas em dólar, as empresas dos Marinho renegociavam suas dívidas com credores num calote técnico.

A operação da SPE utilizada no resgate da Net, no entanto, não foi totalmente regular – como aconteceu no caso do Gasene. A da Globo driblou a legislação sobre o controle acionário de empresas de comunicação no Brasil. A formação da SPE Globo-Telmex foi divulgada pela imprensa em julho e comunicada ao mercado pela NET em “fato relevante” de outubro daquele ano (leia aqui o fato relevante e aqui reportagens do Observatório da Imprensa sobre o drible na lei feito pela Globo e pelos mexicanos).

A denúncia vazia do Globo, neste fim de semana, já atiça parlamentares da oposição, que propõem uma CPI da Petrobras (leia aqui). Não seria o caso de se investigar a ‘empresa de papel’ usada pelos Marinho e pelo bilionário Carlos Slim?

Globo já usou ‘empresa de papel’ para não falir | Brasil 24/7

18/05/2013

Os três patetas

Filed under: Ayres Britto,Gilmar Mendes,Merval Pereira,Os 3 patetas — Gilmar Crestani @ 9:13 pm
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Merval, com Gilmar Mendes e Ayres de Britto

23/04/2013

Escalada democrática

Filed under: Golpismo,Os 3 patetas — Gilmar Crestani @ 8:49 am
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Honduras, Paraguai, Venezuela. Falta um Golpe !

O julgamento do mensalão e a prisão do Lula mantêm sua “funcionalidade eleitoral”, diz Saul Leblon.

Na foto, a "funcionalidade eleitoral"

Saiu na Carta Maior excelente artigo de Saul Leblon:

A ‘escalada democrática’


Episódios recentes na vida política da América Latina indicam que estamos diante de uma ‘escalada democrática’ .
Em junho de 2012, numa sexta-feira, deu-se o golpe democrático’ contra Fernando Lugo, presidente eleito do Paraguai.
Processado e derrubado pelo Congresso em 33 horas, seu afastamento consolidou-se na eleição deste domingo, que devolveu o poder à direita paraguaia.
Três anos antes, a modalidade já havia sido testada em Honduras.
O Presidente Manuel Zelaya foi ‘impedido legalmente’ em 29 de junho de 2009.
Seis meses depois, uma nova eleição dava sua vaga ao conservador Porfírio Lobo, derrotado por Zelaya em 2005.
Enfim, se você perde nas urnas o jeito é afastar quem ganha para liberar o caminho.
Isso lembra alguma coisa chamado ‘mensalão’?
Deflagrado em 2005 com o objetivo de levar Lula ao impeachment e impedir sua reeleição no ano seguinte, a AP 470 mantém sua ‘funcionalidade eleitoral’ e é assim que entra em fase decisiva de recursos esta semana (leia o editorial de Carta Maior: “Mais 250 dias ou Fux vai matar no peito?”)
A contrapelo do cerco conservador, Lula foi reeleito em 2006 e repeliu o golpe contra Zelaya, em 2009. A embaixada brasileira em Honduras concedeu asilo ao presidente deposto.
O conjunto foi duramente criticado pelo dispositivo midiático
No caso de Lugo, as emissões conservadoras se alvoroçaram de maneira ainda mais ostensiva.
A frente pró-golpe manifestar-se-ia, primeiro, no Congresso brasileiro.
Expoentes tucanos e emissários do agronegócio brasileiro, que anexou extensões escandalosas de terras do país vizinho, em prejuízo dos camponeses locais, desfraldariam o lobby.
Queriam o ‘reconhecimento imediato do novo governo amigável’ por parte da Presidenta Dilma.
Rechaçados, entrou em campo a cavalaria midiática.
A Folha disparou um editorial sugestivamente intitulado ‘Paraguai soberano’(26-06). Curioso que não tenha produzido título equivalente no caso recente da Venezuela.
O texto esbravejava antecipadamente contra a reunião do Mercosul que ocorreria em Mendoza, três dias depois, para examinar a crise.
O jornal da família Frias recomendava , quer dizer, ordenava: ‘o melhor que o Itamaraty tem a fazer é calar-se e respeitar a soberania do vizinho’.
Como os presidentes do Brasil, Argentina e Uruguai não se pautaram pelos editoriais e, ademais de suspender o Paraguai golpista, incorporaram a Venezuela ao bloco, as cepas e esporões direitistas passaram a reproduzir-se com furor lacerdista no noticiário.
A política externa brasileira foi reduzida à posição de linha auxiliar do chavismo e do kichnerismo.
No caso recente da eleição venezuelana, o diapasão conservador arremeteu direto contra as urnas
A margem estreita que marcou a vitória de Nicolas Maduro contra o direitista Enrique Capriles foi a senha para a contestação do processo democrático.
A ordem unida veio dos EUA: não legitimar Maduro enquanto uma recontagem não ‘esclarecesse melhor o quadro’.
A mesma cautela não se verificou quando dos golpes em Honduras e no Paraguai, imediatamente reconhecidos como legítimos por Washington.
Enquanto o governo Obama dava corda à reação interna venezuelana, o jogral brasileiro disparava obuses na tentativa de acuar o Itamaraty e a Presidenta Dilma.
Não funcionou.
O governo brasileiro foi um dos primeiros a parabenizar Maduro pela vitória e a felicitar a democracia venezuelana.
Não só. Sob a liderança conjunta do Brasil e da Argentina, a Unasul foi convocada e respaldou o processo democrático venezuelano.
Colocou-se mais uma vez como uma pedra no sapato da ingerência norte-americana na região.
A transparência eleitoral na Venezuela é reconhecida por observadores internacionais insuspeitos.
O eleitor venezuelano registra seu voto na urna eletrônica, que lhe fornece um recibo da escolha feita. Depois de conferido, ele o deposita em caixas lacradas.
“Ao final da jornada, 54% dessas caixas são sorteadas e submetidas à auditoria. Prática que, em tamanha porcentagem, não é feita por nenhum outro país do mundo”, informa o enviado de Carta Maior à Venezuela, Vinicius Mansur (leia nesta pág).
O Departamento de Estado norte-americano e o conservadorismo brasileiro sabem desses procedimentos.
De fato, não é a lisura do pleito que os mobilizava. E sim a possibilidade de ampliar ‘a ofensiva democrática’ na região, desautorizando Maduro para conduzir Capriles ao poder.
Nos três episódios, a pronta intervenção da Unasul e do Mercosul atrapalhou a vida do golpismo, seccionando o oxigênio externo fornecido pelos EUA.
Essa capacidade de defender a soberania democrática é uma novidade histórica que incomoda os interesses conservadores na região.
A liderança brasileira é o combustível que injeta coesão a essa nova institucionalidade.
Não incorre em erro quem suspeitar que esse papel incômodo pesará nos arranjos, no financiamento e na intensidade do cerco para afastar o PT do caminho, em 2014.

Honduras, Paraguai, Venezuela. Falta um Golpe ! | Conversa Afiada

24/08/2012

Os três patetas

 

Por que, afinal, eles não estão no STF?

Juízes dos réus da Ação Penal 470 e dos próprios ministros da corte, jornalistas que se pretendem porta-vozes da opinião pública, como Merval Pereira, Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, só aceitam uma sentença: a condenação. O problema é que, por melhor que seja a retórica, seus argumentos jurídicos nem sempre ficam de pé

24 de Agosto de 2012 às 18:11

247 – Ainda em 2012, três vagas serão abertas no Supremo Tribunal Federal. Estão de saída Cezar Peluso, que se aposenta compulsoriamente em 3 de setembro, o decano Celso de Mello, que antecipará sua aposentadoria por motivos de saúde e o presidente da corte, Carlos Ayres Britto, que cogita uma candidatura ao Senado, pelo estado de Sergipe, em 2014.

Ainda não se sabe que nomes serão submetidos à presidente Dilma Rousseff, mas há três candidatos na imprensa brasileira. São eles os jornalistas Merval Pereira, do Globo, Reinaldo Azevedo, de Veja, e Augusto Nunes, também da editora Abril.

Mais do que meros repórteres e observadores da realidade, eles são juízes não apenas dos réus, mas dos próprios ministros da suprema corte. Os três estão possessos com o voto do ministro Ricardo Lewandowski que, ontem, absolveu João Paulo Cunha. Mas por melhor que seja a retórica, os argumentos jurídicos nem sempre ficam de pé.

Merval Pereira, por exemplo, publica nesta sexta-feira a coluna “Sem nexo”, cujo título sobre o voto de Lewandowski é autoexplicativo. “O voto de ontem confirma as piores expectativas com relação ao trabalho do revisor do processo”, diz Merval. O colunista argumenta que não há nexo no voto de Lewandovski porque, na véspera, ele condenou Henrique Pizzolato, que, no Banco do Brasil, contratou a DNA e recebeu R$ 326 mil e, no dia seguinte, absolveu João Paulo Cunha, que, na Câmara dos Deputados, também contratou a DNA e recebeu R$ 50 mil.

O erro na argumentação, no entanto, é simples. Se todos os saques no Banco Rural estivessem ligados a supostas contratações dirigidas de serviços publicitários, como explicar então as retiradas feitas por personagens como Paulo Rocha, Professor Luizinho e tantos outros políticos? A razão é simples: os saques, determinados pelo então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, estão vinculados a gastos de campanha – como era o caso de João Paulo Cunha.

Reinaldo Azevedo, por sua vez, coloca-se acima do juízo dos réus e dos ministros do STF. Ele é juiz da própria história. Também possesso com o voto de Lewandowski, ele argumenta que “maior do que o PT, a história espreita suas respectivas biografias” (leia mais aqui). Diz Reinaldo: “a única diferença entre os casos João Paulo Cunha e Henrique Pizzolato é a soma de dinheiro envolvida na tramoia. Aquele repassou para a agência do Valério pouco mais de R$ 76 milhões pertencentes ao banco; o deputado, pouco mais de R$ 10 milhões. Aquele recebeu R$ 326 mil da agência do empresário (diz ter repassado a alguém do PT…); o deputado, R$ 50 mil. Aquele estava pessoalmente envolvido na liberação dos recursos; o deputado também.” O argumento cai da mesma maneira. Fosse propina pela contratação de serviços publicitários, como explicar os saques dos demais políticos?

Dos três candidatos ao STF, no entanto, o que menos argumenta e mais adjetiva em seus artigos é Augusto Nunes. Na sua visão, a absolvição de João Paulo Cunha proposta por Ricardo Lewandowski foi “absurda” e o ministro revisor, em vez de juiz digno, não passa de um “afilhado de Marisa Letícia” (leia mais aqui), como se tivesse chegado ao STF apenas pela indicação de uma ex-primeira-dama.

Por que, afinal, eles não estão no STF? | Brasil 247

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