Ficha Corrida

25/04/2015

Folha: “SP tem 37 roubos por hora. Sem contar os dos tucanos!”

meritocraciaOs três principais grupos de comunicação paulistas, Abril(Veja), Estadão e Folha, estão demitindo jornalistas todos os dias. Até que ponto estas demissões engrossam as estatísticas dos roubos em São Paulo não se sabe. O certo é que saem de grupos que não ensinam honestidade, razão pela qual é de se supor que continuem fazendo fora o que aprenderam lá.

Quem tem cara de pau para esconder notícias ou promover políticos afinados com os patrões pode fazer qualquer coisa, inclusive roubar. Ora, se não necessitando consegue roubar a informação correta, imagine desempregado e com filho para cuidar. Não é todo mundo que consegue uma ajuda mensal de R$ 70 mil reais do Geraldo Alckmin. Afinal, nem todo mundo é Fernando Gouveia

O fato concreto é que além da criação do PCC, o PSDB deixa um legado em roubos que faz parecer choque de gestão o sumiço de um helipóptero com 450 kg de cocaína. O milagre do sumiço do pó só é comparável com o sumiço, depois de mais de 20 anos de gestão do PSDB, ao da segurança. Mas não vive só disso a manada de anencefálicos amestrados pelos assoCIAdos do Instituto Millenium. Além da insegurança também desfrutam de uma longa temporada de racionamento d’água, premiada com uma epidemia de dengue.

O descalabro é tão grande que o MBL montou um grupo de desocupados para a marcha dos zumbis em direção à Brasília. Eles quebraram São Paulo e agora querem fazer o mesmo em Brasília. Some_se ao choque de gestão legado pelo Aécio Neves, a situação da república das araucárias perpetrada pela dupla Beto Richa & Fernando Francischini, es teremos um retrato quase completo de como o PSDB consegue não só não legar uma obra sequer com use tijolo e cimento, como também conseguem fazer pó o que gerações construíram.

 

Após dois meses de queda, roubos voltam a aumentar em São Paulo

Alta foi puxada pela região metropolitana, onde assaltos tiveram disparada de 24% no mês passado

Governo exalta queda de 2% dos casos no Estado no trimestre, mas cenário de março frustrou expectativa

REYNALDO TUROLLO JR. – FOLHA DE SÃO PAULO

Após uma trégua de dois meses, os roubos voltaram a subir tanto no Estado como na cidade de São Paulo.

O crescimento em março –em relação ao mesmo mês de 2014– foi puxado principalmente pela Grande SP.

Os dados revertem a expectativa diante dos dois primeiros meses do atual mandato de Geraldo Alckmin (PSDB).

Depois de uma escalada de 19 meses seguidos de alta de assaltos, as quedas em janeiro e fevereiro foram comemoradas pela gestão tucana.

Segundo Samira Bueno, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, é preciso que um tipo de crime tenha quedas seguidas por ao menos três meses para comprovar uma tendência. A alta de março, portanto, indica que a "epidemia" de roubos não freou.

Apesar disso, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, destacou que, no acumulado do primeiro trimestre, as queixas caíram 2% no conjunto do Estado.

No mês passado, os assaltos cresceram 0,9% na capital e 3,6% na soma de todos os municípios de São Paulo. Já nas 38 cidades da região metropolitana, excluindo a capital, os roubos saltaram 24,1%.

"[A Grande SP] Merece uma análise maior. Pedi para abrir os dados delegacia por delegacia", disse Moraes.

Para ele, uma das possíveis razões do crescimento foi a elevação de 41,8% das queixas de roubo de celular, depois de campanhas televisivas do governo explicando que a polícia está bloqueando aparelhos roubados.

HOMICÍDIOS

O número de vítimas de homicídio na capital cresceu de 110, em março de 2014, para 113 no mês passado, uma alta de 2,7%. Já no Estado, a quantidade de pessoas mortas caiu 12,5%, de 416 para 364.

O aumento na cidade vem num momento em que mortes em série têm assustado moradores de alguns bairros, como o Jardim São Luiz, no Campo Limpo (zona sul).

Ali, dez pessoas foram mortas a tiros em uma série de ataques na noite de 6 de março. Essas vítimas já foram contabilizadas nas estatísticas divulgadas nesta sexta (24).

O secretário da Segurança destacou que os dados do trimestre estão no patamar mais baixo do Estado desde 2001, ano do início da série histórica –taxa de 9,75 mortes por 100 mil habitantes, abaixo do índice recomendado pela ONU (de 10 por 100 mil).

Vítimas de latrocínio aumentaram na capital de 9, em março do ano passado, para 12, neste ano. No Estado, caíram de 36 para 32. Roubos de carga tiveram alta de 37,8% na capital. Já os roubos de veículos diminuíram 27,5%.

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