Ficha Corrida

06/08/2016

Temer está para a Rede Globo como Sartori para a RBS

Filed under: José Ivo Sartori,RBS,RS,Safado,Tiririca,Tiririca Gaudério — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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sartori & nepotismoNão precisa ser inteligente para perceber. Basta apenas não ser burro. Aliás, até os muares têm percebido isso ultimamente. Michel Temer e o Tiririca da Serra não existiram sem a mão leve da Rede Globo & RBS que balançam o berço das manipulações.

Como diz o Tarso, se os atrasos salariais se devem aos aumentos dados pelo PT, porque o correligionário do Eduardo CUnha, Eliseu Padilha e Michel Temer, que teve as dívidas do Estado perdoadas, não paga pelo menos a integralidade dos salários sem os aumentos dados no governo anterior?!

Ora, porque se pagasse a integralidade enterraria o discurso para entregar os bens públicos por preço de banana. Se não tem dinheiro para pagar sequer o salário mínimo, tanto que a primeira parcela foi de R$ 600 reais, porque há tanta propaganda do Governo do RS nos veículos da RBS?

Este dinheiro entregue à RBS para fazer propaganda do seu desgoverno não seria melhor empregado entregando a quem faz jus pelos serviços prestados?

Um Governador que despreza de maneira tão solene seu maior patrimônio, o funcionalismo, não tem condições de conduzir sequer uma carrocinha de pipocas. Iria à falência. A manada de gaúchos que segue bovinamente a égua madrinha RBS bem que merece ter um Tiririca com sotaque de gringo tirando sarro encima das próprias safadezas.

Imobilidade é escolha, incompetência é modo: o “Governo Tumelero”

Por jloeffler – No dia 05/08/2016

4/ago/2016, 9h05min

“Uma resposta dada pelo atual governador mandando os professores buscarem o “piso nacional” no Tumelero, foi uma síntese brilhante do que seria o seu Governo”. (Reprodução)

Por Tarso Genro

Uma resposta dada pelo atual governador, na campanha eleitoral, mandando os professores buscarem o “piso nacional” no Tumelero, foi uma síntese brilhante do que, se ganhasse as eleições, como ganhou, deixando claro – desde aquela época -, seria o seu governo: uma sucessão de desculpas por não ter feito, de evasivas por não ter projeto e um desrespeito completo às funções públicas do Estado por desconhecer completamente a natureza da crise nacional e mundial.
O governador Sartori fez pronunciamento culpando o governo anterior pela caótica situação financeira do Estado e pela paralisia completa da sua gestão, nas áreas da segurança pública, saúde e educação. Não apresentou programa para governar e agora demonstra, mais uma vez, que não está preparado para tanto. Quando assumimos o governo, o fizemos na mesma situação de crise financeira e endividamento que ainda permanece e pagamos em dia os salários do servidores.
Exemplo: se o governador Sartori não está pagando os salários aos servidores do Estado em função das correções salariais dadas pelo nosso governo – que visaram apenas repor as perdas de longo tempo de arrocho -, por que não paga, então, numa primeira parcela, o salário integral dos servidores sem os aumentos concedidos pelo nosso governo? Seria menos humilhante e menos doloroso para as milhares de famílias gaúchas que dependem destes recursos para sobreviver dignamente.
Não o faz porque não sabe governar dentro de uma crise, como fizeram vários governos anteriores que, mesmo tendo adotado programas diferentes, tinham os salários dos servidores como primeira e fundamental obrigação. Todos os governos estaduais pagaram um preço elevado pelo acordo imposto aos Estados, pelo governo FHC-Malan, que acentuou gravemente as nossas finanças públicas. Cada governo respondeu, a seu modo, a esta crise.
O governador atual disse, na campanha eleitoral, que não usaria os depósitos judiciais no “caixa único” do Estado para responder a estas dificuldades. Não só usou valores proporcionalmente maiores aos que estavam depositados nas épocas respectivas, como aprovou – na Assembleia- um percentual superior, daqueles depósitos, para uso livre do Tesouro do Estado.
O governador atual obteve uma suspensão temporária do pagamento da rolagem da dívida, apoiada numa Lei que o nosso Estado liderou, nacionalmente, a sua aprovação e obteve, portanto, recursos que nenhum governador obteve até o presente.
O governador atual aumentou impostos, faltando com a palavra dada durante a campanha eleitoral, inclusive sem qualquer resistência significativa do empresariado local, que lhe foi solidário nesta empreitada. Nada disso adiantou, porque não tem gestão técnica da Fazenda e porque não tem voz forte no cenário nacional para liberar recursos da União e de agências internacionais para projetos de interesse do Estado.
Governar dentro de uma crise, que as pessoas de bom senso sabem não ser somente nacional, não é uma questão “ideológica”. É uma questão de capacitação técnica e política de qualquer governo, que é obrigado a agir rapidamente, fazer escolhas, realizar alianças, dialogar com a sociedade e buscar soluções para o imediato, combinando-as com as soluções de longo curso.
Nossa opção foi: não se sai de uma crise sem crescer e sem valorizar o setor público, como indutor-programador do desenvolvimento. Não se sai da crise sem reduzir a dívida pública, como aliás fizemos, abatendo do seu montante 14 bilhões de reais. Não se sai de uma crise respondendo perguntas sérias com piadas de gosto duvidoso e culpando os servidores públicos, cuja minoria percebe mais do que o Estado pode lhes pagar, mas cuja ampla maioria percebe menos que o Estado lhes paga.
À crise financeira do Estado, agora, se somará uma crise brutal de funcionamento dos serviços públicos, que prejudicará, como sempre, os assalariados, os setores médios, o emprego no comércio e na indústria. As duas crises somadas – em crescente – levarão o Estado a situação inédita de falência política e financeira, porque, pela primeira vez a imobilidade como escolha, se soma à incompetência e a grosseria como modo de governo.

Fonte: http://www.sul21.com.br/jornal/imobilidade-e-escolha-incompetencia-e-modo-o-governo-tumelero/

Praia de Xangri-Lá – Saiba tudo o que REALMENTE acontece em Xangri-Lá

25/04/2015

Folha: “SP tem 37 roubos por hora. Sem contar os dos tucanos!”

meritocraciaOs três principais grupos de comunicação paulistas, Abril(Veja), Estadão e Folha, estão demitindo jornalistas todos os dias. Até que ponto estas demissões engrossam as estatísticas dos roubos em São Paulo não se sabe. O certo é que saem de grupos que não ensinam honestidade, razão pela qual é de se supor que continuem fazendo fora o que aprenderam lá.

Quem tem cara de pau para esconder notícias ou promover políticos afinados com os patrões pode fazer qualquer coisa, inclusive roubar. Ora, se não necessitando consegue roubar a informação correta, imagine desempregado e com filho para cuidar. Não é todo mundo que consegue uma ajuda mensal de R$ 70 mil reais do Geraldo Alckmin. Afinal, nem todo mundo é Fernando Gouveia

O fato concreto é que além da criação do PCC, o PSDB deixa um legado em roubos que faz parecer choque de gestão o sumiço de um helipóptero com 450 kg de cocaína. O milagre do sumiço do pó só é comparável com o sumiço, depois de mais de 20 anos de gestão do PSDB, ao da segurança. Mas não vive só disso a manada de anencefálicos amestrados pelos assoCIAdos do Instituto Millenium. Além da insegurança também desfrutam de uma longa temporada de racionamento d’água, premiada com uma epidemia de dengue.

O descalabro é tão grande que o MBL montou um grupo de desocupados para a marcha dos zumbis em direção à Brasília. Eles quebraram São Paulo e agora querem fazer o mesmo em Brasília. Some_se ao choque de gestão legado pelo Aécio Neves, a situação da república das araucárias perpetrada pela dupla Beto Richa & Fernando Francischini, es teremos um retrato quase completo de como o PSDB consegue não só não legar uma obra sequer com use tijolo e cimento, como também conseguem fazer pó o que gerações construíram.

 

Após dois meses de queda, roubos voltam a aumentar em São Paulo

Alta foi puxada pela região metropolitana, onde assaltos tiveram disparada de 24% no mês passado

Governo exalta queda de 2% dos casos no Estado no trimestre, mas cenário de março frustrou expectativa

REYNALDO TUROLLO JR. – FOLHA DE SÃO PAULO

Após uma trégua de dois meses, os roubos voltaram a subir tanto no Estado como na cidade de São Paulo.

O crescimento em março –em relação ao mesmo mês de 2014– foi puxado principalmente pela Grande SP.

Os dados revertem a expectativa diante dos dois primeiros meses do atual mandato de Geraldo Alckmin (PSDB).

Depois de uma escalada de 19 meses seguidos de alta de assaltos, as quedas em janeiro e fevereiro foram comemoradas pela gestão tucana.

Segundo Samira Bueno, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, é preciso que um tipo de crime tenha quedas seguidas por ao menos três meses para comprovar uma tendência. A alta de março, portanto, indica que a "epidemia" de roubos não freou.

Apesar disso, o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, destacou que, no acumulado do primeiro trimestre, as queixas caíram 2% no conjunto do Estado.

No mês passado, os assaltos cresceram 0,9% na capital e 3,6% na soma de todos os municípios de São Paulo. Já nas 38 cidades da região metropolitana, excluindo a capital, os roubos saltaram 24,1%.

"[A Grande SP] Merece uma análise maior. Pedi para abrir os dados delegacia por delegacia", disse Moraes.

Para ele, uma das possíveis razões do crescimento foi a elevação de 41,8% das queixas de roubo de celular, depois de campanhas televisivas do governo explicando que a polícia está bloqueando aparelhos roubados.

HOMICÍDIOS

O número de vítimas de homicídio na capital cresceu de 110, em março de 2014, para 113 no mês passado, uma alta de 2,7%. Já no Estado, a quantidade de pessoas mortas caiu 12,5%, de 416 para 364.

O aumento na cidade vem num momento em que mortes em série têm assustado moradores de alguns bairros, como o Jardim São Luiz, no Campo Limpo (zona sul).

Ali, dez pessoas foram mortas a tiros em uma série de ataques na noite de 6 de março. Essas vítimas já foram contabilizadas nas estatísticas divulgadas nesta sexta (24).

O secretário da Segurança destacou que os dados do trimestre estão no patamar mais baixo do Estado desde 2001, ano do início da série histórica –taxa de 9,75 mortes por 100 mil habitantes, abaixo do índice recomendado pela ONU (de 10 por 100 mil).

Vítimas de latrocínio aumentaram na capital de 9, em março do ano passado, para 12, neste ano. No Estado, caíram de 36 para 32. Roubos de carga tiveram alta de 37,8% na capital. Já os roubos de veículos diminuíram 27,5%.

24/02/2015

Por onde andam Álvaro Dias & Fernando Francischini?

Filed under: Álvaro Dias,Choque de Gestão,Fernando Francischini,Paraná — Gilmar Crestani @ 11:06 pm
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O PSDB continua fazendo história. E só continua porque os grupos mafiomidiáticos deram proteção a FHC. Nos demais países, elementos como FHC estão presos, vide Carlos Menem e Alberto Fujimori. No Brasil, com o compadrio do Poder Judiciário e do coronelismo eletrônico, não só safou-se de todas as safadezas, como foi entronizado pelos que não tem voto como príncipe, esta excrescência da Idade Média.

Depois da Paraíba, que viu Cassio Cunha Lima ser preso, do Aécio Neves ser rejeitado pelo Estado que faliu, dos 30 anos do PSDB em São Paulo que resultaram em racionamento d’água e na criação do PCC, agora o Paraná brilha pelas mesmas razões. Na terra das araucárias erva daninha é inço. Todos os males mais recentes do Brasil têm raízes paranaenses. Por que será? Seria a proximidade com o Paraguai?!

Choque de gestão made in PSDB? O Paraná tem!

Universidades do Paraná em estado de alerta máximo

ter, 24/02/2015 – 09:23

Jornal GGN – O Paraná não está em seu melhor momento. As Universidades estão ameaçando cortar bolsas e até mesmo água para fazer frente aos cortes prometidos por Beto Richa, o governador reeleito. As instituições precisam de R$ 124 milhões para se manterem em 2015, o estado oferece R$ 9 milhões para que as sete universidades dividam entre si. Segundo os reitores, este valor não cobre nem o Pasep, que é uma contribuição obrigatória. Além disso, é bom lembrar que os professores e servidores continuam em greve. Leia a matéria da Folha.

da Folha

Universidades do PR ameaçam cortar bolsas e até água

As sete instituições calculam que precisam de R$ 124 milhões para o custeio; governo Richa quer repassar no máximo R$ 9 milhões

LUCAS REIS, DE SÃO PAULO

Atingidas pelo corte de gastos da gestão Beto Richa (PSDB), as sete universidades públicas do Paraná ameaçam cortar bolsas de estudo, compra de materiais e até o pagamento de contas de água.

Somadas, as instituições de ensino calculam que necessitam, em 2015, de R$ 124 milhões para custeio, que são utilizados também para incentivo à pesquisa, gastos com estagiários, entre outros.

O governo paranaense, porém, sinalizou que poderá disponibilizar menos de 10% deste montante e ofereceu R$ 9 milhões a serem repartidos entre as universidades.

Este valor, afirmam as instituições, não seria suficiente nem mesmo para o pagamento do Pasep, cuja contribuição é obrigatória. Nesta terça (24), os sete reitores vão se reunir com o governador Beto Richa, reeleito no ano passado, munidos de relatórios que apontam a impossibilidade de começar as aulas por falta de recursos.

Além disso, professores e servidores estão em greve, completando o cenário caótico no ensino superior.

"Se for mantida essa decisão do governo, não é exagero dizer que algumas universidades serão obrigadas a fechar. Não falo em extinguí-las, mas, sem recursos, é impossível trabalhar", disse Aldo Nelson Bona, reitor da Unicentro e presidente da Apiesp (Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público).

Sem o custeio, a UEL (Universidade Estadual de Londrina) teme o corte de pelo menos 500 bolsas científicas, 300 estagiários e auxílio-moradia. "Atualmente não fazemos a manutenção predial adequadamente e não tivemos reposição de estoque. Não temos uma fonte alternativa para substituir este custeio", disse a reitora Berenice Quinzani Jordão.

Em 2015, a UEL calcula um custeio de R$ 29,3 milhões, além de outros R$ 4,2 milhões para o hospital universitário. Na semana passada o governo liberou R$ 2,7 milhões para os quatro hospitais universitários. "Recebemos R$ 333 mil, o equivalente a apenas um mês de custeio do hospital", afirmou Berenice.

Na Unespar (Universidade do Estado do Paraná), a crise interrompeu até a reforma dos banheiros, inacabados. A Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste) ameaça suspender o pagamento de serviços prestados por estatais e de contratos firmados com terceirizadas, dispensar todos os estagiários e cortar bolsas científicas.

Em nota, a Secretaria da Fazenda informou que o imbróglio deverá ser resolvido na reunião desta terça-feira.

Universidades do Paraná em estado de alerta máximo | GGN

21/01/2015

Folha lava a seco cara do PSDB

sabestanComo porta-voz do PSDB, a Folha está fazendo das tripas coração. A crise de abastecimento é em São Paulo, mas Folha nacionaliza o problema. Ao invés de tratar do desperdício onde há racionamento a Folha mistifica, tentando fazer do problema dos pais do tal místico “choque de gestão”, da meritocracia, um problema que afeta o Brasil. Assumir a manipulação mequetrefe ficaria menos ridículo do que tentar dividir com outros um problema do seu partido. Não basta à Folha tentar matar Lula de câncer, também precisa enaltecer e livrar a cara de seus correligionários.

A própria SABESP admitiu que havia um desperdício de 45% de água em São Paulo. Diante disso o que faz a Folha, empurra o problema para fora da geografia.

Se há algo louvável em mais esta tentativa da Folha em livrar a cara de quem está há quase trinta anos governando São Paulo são as contínuas tentativas de jogar os próprios problemas para os outros.

É comovente o contorcionismo, o diversionismo da Folha para humanizar seus representes no Bandeirantes. Não seria tão engraçado se os que mais ridicularizaram a transposição do São Francisco não fossem exatamente os que não têm água sequer para lavar a boca antes de falar.

CRISE DA ÁGUA

Brasil desperdiça 37% da água tratada

Em meio à crise hídrica, relatório de ministério aponta estagnação para conter perdas com falhas em tubulações

Taxa de perdas passou de 36,9%, em 2012, para 37%, em 2013, e segue muito acima da de países desenvolvidos

FABRÍCIO LOBELDE SÃO PAULO

Em meio a uma das mais graves crises de abastecimento no Brasil, um relatório do governo federal mostra que 37% da água tratada para consumo é perdida antes de chegar às torneiras da população.

Essa água potável é desperdiçada principalmente devido às falhas das tubulações. Além disso, também há perdas com fraudes e ligações clandestinas no caminho.

Os dados de dezembro de 2013 foram incluídos no Sistema Nacional de Informações de Saneamento Básico do Ministério das Cidades.

O relatório (concluído em dezembro de 2014) é a maior base de dados do gênero e aponta ainda aumento de consumo de água per capita na maioria dos Estados.

No levantamento anterior, referente a 2012, as perdas de água no país estavam em 36,9%. Isso significa que não houve nenhuma melhoria, durante um ano, no que é considerado por especialistas como uma das principais ações contra a escassez hídrica.

A tendência, ao longo do tempo, tem sido de queda nesse desperdício, mas em um ritmo considerado ainda muito lento diante das altas taxas verificadas nos Estados.

Em 2008, 41,1% da água captada e tratada era perdida. O índice mais recente, de 37%, ainda é muito alto em relação ao de países desenvolvidos –em cidades alemãs, por exemplo, ele é próximo de 7%.

O volume de água perdida somente na Grande São Paulo –considerando a captação em todas as represas– é semelhante à produção atual do sistema Cantareira, que abastece 6,5 milhões de moradores e estava nesta terça (20) com 5,6% de sua capacidade.

INVESTIMENTO

A forma como cada Estado trata do assunto também varia bastante. Enquanto no Distrito Federal as perdas nas tubulações e fraudes são da ordem de 27,3%, no Amapá esse índice chega aos 76,5%.

As empresas de saneamento argumentam que as ações de combate às perdas de água exigem um grande investimento em trocas de válvulas e encanamentos das cidades.

Elas afirmam ainda ser inviável zerar essas perdas –já que os investimentos em trocas no sistema não justificariam a economia feita.

No Estado de São Paulo, as perdas no final de 2013 estavam 34%, segundo levantamento do ministério. Na região metropolitana, a taxa é próxima de 30% –e a Sabesp tem a meta de 26% em 2020.

"De todos os índices de saneamento, o que menos avança no Brasil é o de redução de perdas das tubulações", diz Edison Carlos, engenheiro e presidente do Instituto Trata Brasil, que estuda esse tema.

O instituto aponta que, das 100 maiores cidades do país, 90 não melhoraram de forma significativa seus índices de perdas nos últimos anos.

Ele já estimou em R$ 1,3 bilhão os custos da água perdida em 2010. "É dinheiro que poderia ter sido revertido para mais investimentos."

Especialistas afirmam que, sem esse nível de perdas, muitas represas do país não estariam sofrendo com a atual estiagem.

06/01/2015

Política de Segurança made in PSDB: botar a culpa nos menores

segurança publicaO elemento está de brincadeira. A polícia que mais mata agora quer licença para matar?! Deixa-me ver se entendi. O menor não ganha do Estado para defender a população. A polícia é treinada e paga para defender o cidadão. Não está em nenhum regulamento, agui ou em qualquer lugar do mundo, que a polícia tem licença para matar. Só na ditadura havia isso. Tinha até quem se comprazia com as sessões de tortura, como o dono da Ultragás, Cidadão Boilesen, que viro filme.

A desculpa para a incompetência é eliminar o menor. Ressuscita a campanha para eliminar o menor das ruas. A dupla gazeteira do Congresso, Aécio Neves & Aloysio Nunes, tiveram na “menoridade penal” a única bandeira da última campanha. Agora me digam, quem merece uma bala na testa? Quem trafica, numa única carga, 450 kg de cocaína ou quem rouba um par de tênis. Por que ninguém advoga que estes empreiteiros presos roubando a Petrobrás sejam sumariamente executados? Por que ninguém pede pena de morte a estes muitos empresários gaúchos e catarinenses que botam toda sorte de veneno no leite que nossas crianças tomam?

O aumento consecutivo de 16 meses de roubo em São Paulo mostra que não a culpa é dos comandantes. Ou é só em São Paulo que há menor infrator?!

Não tem vergonha na cara um marmanjão, chefe de corporação, jogar a culpa da própria incompetência nos menos de idade. O governador que bota para cuidar da segurança quem terceiriza a a responsabilidade, também é um irresponsável.

Quando a Polícia, ao invés de dar segurança, patrocina uma campanha para a converte em carrasco vemos que estamos quase chegando lá, na Idade Média…

E, para finalizar, a maioridade penal eliminou os crimes praticados por adultos?

Menores têm ‘licença para matar’, diz chefe da polícia

Novo delegado-geral prega punição mais dura de jovens contra alta de roubos

Entidades questionam discurso de nomeado por governo Alckmin; secretário fará pressão para mudança no ECA

DE SÃO PAULO

O novo chefe da Polícia Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Youssef Abou Chahin, 51, tomou posse nesta segunda (5) defendendo um endurecimento da punição de jovens infratores para ajudar a conter a escalada de roubos em São Paulo.

"Os menores [de idade] hoje são 007: têm licença para matar. Por quê? Porque ele não vai preso. Fica na Fundação Casa por um período e [depois] sai", afirmou Chahin, em uma menção ao personagem James Bond.

O ataque, um dos mais duros já feitos pela cúpula da segurança ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), foi criticado por entidades de proteção de direitos humanos.

As declarações reforçam uma prioridade já elencada pelo novo secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, de aumentar a pressão por mudanças no ECA.

Atualmente, a lei prevê um tempo de internação máximo de três anos de adolescentes. Desde 2014, Alckmin defende, em projeto enviado ao Congresso, que a internação seja ampliada para até oito anos –ao completarem 18 anos, os infratores continuariam presos, mas em cela separada da população carcerária comum.

"Nós temos que trabalhar na causa também. Nós temos de fazer esse lobby", disse Chahin, nomeado delegado-geral, posto mais alto da hierarquia da Polícia Civil.

As afirmações foram feitas após ele ser questionado sobre as medidas que podem ser adotadas para tentar conter 18 meses de aumentos seguidos de crimes contra patrimônio –os roubos bateram recorde no ano passado.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, Martim de Almeida Sampaio, classificou as declarações de "lamentáveis", um "chamado à violência".

"A legislação do Brasil não é branda. O problema é outro. Nós temos uma polícia incompetente, que não investiga, que prende, mas prende mal", disse, em referência ao esclarecimento de só 2% dos roubos pela polícia paulista. "Daqui a pouco vai ser mais fácil matar no ventre. Acaba com marginal no ventre."

Para Marcos Fuchs, da ONG Conectas, a fala é "estarrecedora", pois "menos de 1% dos crimes hediondos é praticado por adolescentes".

Além de Chahin, que substituirá Maurício Blazeck, a gestão Alckmin apresentou Ricardo Gambaroni como novo comandante da PM –antes, ele cuidava do grupamento de rádio-patrulha aérea.

Em 2007, Chahin foi investigado pela Corregedoria por suposta ligação com empresa de segurança. Mas, segundo a Secretaria da Segurança, "nenhuma irregularidade foi encontrada".

(FELIPE SOUZA E ROGÉRIO PAGNAN)

28/10/2014

Passadas as eleições, a realidade sem maquiagem cobra seu preço

O choque de gestão do PSDB importou do Nordeste um prática que, com a transposição do São Francisco e com a distribuição de reservatórios d’água, vai coisa do passado. Imagine isso acontecendo numa administração do PT…

SABESP ITU SPCRISE D’ÁGUA 

ONGs apontam má gestão do Cantareira

Produção de água foi mantida em nível alto mesmo nos 5 meses de seca atípica em período de chuvas, dizem organizações

Aliança pela Água de SP reúne 20 entidades para combater inação do governo e falta de informação ao público

MARCELO LEITEDE SÃO PAULO

Duas dezenas de organizações lançam na quarta (29) uma Aliança pela Água de São Paulo. A articulação surge para combater o que avaliam como falta de ação do poder público e erros na administração dos sistemas de produção, sobretudo o Cantareira.

Para as ONGs, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) e a Sabesp se omitem e escondem informações. Segundo dados do ISA (Instituto Socioambiental), a retirada do Cantareira na seca sem precedentes da estação chuvosa de 2013/14 foi mantida inalterada por cinco meses, de outubro a fevereiro.

De um lado, as chuvas encolheram até 72% abaixo da média histórica nesse período. O volume armazenado no Cantareira despencou de 37% para 16,4%, mas a produção seguiu em torno de 32 m³/s.

"A crise deve se agravar em 2015, uma vez que todos os mananciais estarão depreciados, e não só o Cantareira", diz Marússia Whately, do ISA.

Também criticam o aumento apenas contábil da reservação. Além do volume morto, apontam a portaria 1.213 do Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica), de 2004, que permitiu incorporar volumes de reserva para enchente e estiagem ao volume útil, um adicional fictício de 17%.

A nova articulação pretende melhorar a qualidade e a disseminação das informações para enfrentar a crise.

O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), um dos participantes, entrou com um pedido, por meio da Lei de Acesso à Informação, para que a Sabesp divulgue onde e quando vai faltar água na Grande São Paulo como resultado do racionamento branco –a "redução de pressão"– que a empresa vem praticando.

Após recursos e atrasos, conseguiu na sexta (24) 13 mapas com curvas de nível críticas que favorecem a interrupção do abastecimento. "Sabemos que a área afetada é muito maior que isso. É um desserviço", diz Carlos Thadeu de Oliveira, do Idec.

OUTRO LADO

A Sabesp diz que encaminhou todas as informações pedidas pelo Idec. Sobre a retirada do Cantareira, afirma que executa as determinações da ANA (Agência Nacional de Águas). Em relação à redução de pressão, a companhia reitera que controla perdas de água usando essa técnica desde 2007.

23/10/2014

Precisão e eficiência made in USA

A única coisa que os EUA sabem fazer, distribuir armas, e ainda conseguem ser ineficientes. Cadê a precisão de todo aquele aparato tecnológico quer serve para bisbilhotar a Petrobrás mas não ajuda a entregar armas. Se os EUA tivessem lançados médicos ou remédios, independentemente das mãos em que caíssem, não fariam mal a ninguém, mas os EUA só sabem lidar com armas. Por isso Cuba é sempre acionada quando se precisa de ajuda humanitária.

22 de outubro de 2014 • 08h32

Armas americanas caem nas mãos de jihadistas do EI, diz ONG

Fontes americanas afirmaram que estão divulgando um vídeo para comprovar se isso realmente aconteceu

Curdos observam bombardeios americanos contra Estado Islâmico na cidade de Kobane

Foto: Kai Pfaffenbach / Reuters

Um lançamento aéreo de armas e medicamentos destinados aos combatentes curdos caiu nas mãos dos jihadistas perto da cidade síria de Kobane, informou o Observatório Sírio do Direitos Humanos (OSDH).

Fontes militares americanas não confirmaram a notícia, mas afirmaram que estavam examinando o vídeo divulgado na internet que mostra homens encapuzados armados com o que parecem caixas amarradas a um paraquedas.

Caixas anexadas a paraquedas americanos com armas, munições e medicamentos foram lançadas no domingo à noite para ajudar os curdos a defender a cidade curda síria de Kobane dos ataques do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

"Uma carga foi levada pelo EI e existem informações contraditórias sobre uma segunda carga", afirma um comunicado o OSDH.

Saiba Mais

Estado Islâmico ataca cidade de Kobane com caminhão-bomba

EI lança ataques para tentar ganhar terreno em Kobani

Ofensiva do EI contra Kobani deixa 662 mortos em 1 mês

Jihadistas já controlam um terço da cidade curda de Kobani

Algumas fontes afirmaram que duas cargas caíram em uma área dominada pelo EI, mas outras destacaram que os aviões da coalizão internacional destruíram uma delas quando o erro foi detectado.

Na segunda-feira, o Comando Central do Estados Unidos, que coordena as ações das forças americanas no Oriente Médio, informou que apenas uma das 27 cargas foi extraviada, mas que foi destruída por aviões americanos para evitar que fossem levadas pelo EI.

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Em um vídeo divulgado na internet, um homem encapuzado mostra o que parece ser uma das cargas lançadas por aviões americanos.

"Esta é a ajuda americana lançada aos infiéis. Louvado seja Deus, isto é um espólio para os mujahedines", afirma o homem, que abre caixa com foguetes e granadas.

Armas americanas caem nas mãos de jihadistas do EI, diz ONG – Terra Brasil

22/09/2014

Choque de gestão ou meritocracia à moda tucana

 

A hora da verdade da crise hídrica em São Paulo, por Sérgio Reis

sergiorgreis

seg, 22/09/2014 – 07:32

Sergio Reis

A hora da verdade da crise hídrica em São Paulo

Sérgio Reis

Como vimos, na última Sexta-feira a saga da crise hídrica passou por mais um momento relevante e, dessa vez, de cunho institucional: diante da recusa da SABESP em cumprir um acordo firmado no âmbito do comitê anticrise a respeito da redução das vazões de saída de água do Sistema Cantareira, a ANA, órgão regulador federal, optou por sair do grupo, solicitando ainda o seu cancelamento. É difícil, ainda, saber com clareza quais serão as consequências desse acontecimento, mas é possível conjecturar que, a partir de agora, a SABESP poderá ter maior autonomia na determinação do quanto deverá ser retirado das represas. Isso poderia significar, na prática, a aceleração do volume de água retirado, caso levemos em conta o raciocínio eleitoral de se buscar evitar ao máximo a realização de um cenário de escassez. De fato, verificamos um crescimento de quase 20% da quantidade de água retirada nesse fim de semana (as médias passaram de 18 para aproximadamente 21,5 m³ por segundo). Contudo, apostar na continuidade dessa tendência não parece ser uma obviedade. De todo modo, o caso nos dá indícios para pensarmos sobre a eventual inadequação de modelos de governança como o comitê anticrise para lidar com situações como essa, especialmente em um contexto em que o componente eleitoral é vital para se explicar decisões que foram tomadas ao longo do tempo.

Na verdade, a SABESP pode estar lidando com uma imensa “sinuca de bico” na gestão operacional da crise: a extração do volume morto do Atibainha já se encontra em seus últimos momentos. Resta pouco mais de 1 metro, ou cerca de 15 bilhões de litros de água para serem extraídos. Salvo a existência de precipitações de mais de 100 mm nos próximos dias – o que é extremamente improvável -, será inevitável que, ainda antes do primeiro turno o Governo de São Paulo seja obrigado a voltar a buscar captar o volume morto da represa Jaguari-Jacareí. Como sabemos, há cerca de 30 bilhões de litros da primeira cota dessa “reserva técnica” ainda por serem retirados, além de 106 bilhões de litros de uma segunda cota. Para quem acompanha diariamente os dados de transparência da SABESP e da ANA, foi possível verificar que, desde que começou a extração do volume morto do Atibainha, a empresa pública paulista passou a preservar ao máximo a represa Jaguari-Jacareí, em geral adotando a estratégia de manter seu volume remanescente estável (equalizando a vazão transferida para a represa Cachoeira com o total que entrava, naturalmente, por dia, reduzida da vazão transferida a jusante para o PCJ, por determinação da outorga).

No entanto, uma notícia publicada pelo Estadão neste Sábado – a qual teve pouquíssima repercussão – faz acender o alerta vermelho para quem está acompanhando a crise. De acordo com a matéria (disponível aqui: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,seca-dificulta-captacao-de-volume-morto-do-sistema-cantareira,1563152), a companhia de abastecimento de São Paulo estaria tendo dificuldades para retirar essa pequena parte que resta da primeira cota do volume morto, aparentemente em razão da insuficiência das vazões de entrada. Em outras palavras, aquele improviso montado para retirar o volume morto e lançado pomposamente por Alckmin (em um dos atos políticos mais surreais da história republicana brasileira) não é mais capaz de cumprir a sua função. A cota da represa alcançou um nível tão baixo que as bombas não mais consequem alcançá-las para captar a água com eficiência. A SABESP, então, tem passado a fazer as dragagens de terra e os canais de interligação para tentar levar a água que resta da represa para aquela região da captação – algumas dessas “artes” puderam ser vistas nos vídeos do Du Dias compartilhados na semana passada.

A situação é desesperadora porque será absolutamente necessário retirar esses 30 bilhões de litros restantes daqui a menos de 15 dias, e neste momento ainda não sabemos se a SABESP dará conta de fazê-lo. Ou seja, no mínimo 10 milhões de pessoas poderão enfrentar um racionamento no curto prazo e poderão vir a ficar sabendo disso com pouquíssima antecedência. É por isso que causa espanto que a notícia do Estadão tenha tido tão pouca repercussão.

Nesta matéria do G1 de Sábado, por sinal (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/09/sistema-cantareira-tem-nova-queda-e-opera-com-82-da-sua-capacidade.html), ficamos sabendo que só nesta semana é que a SABESP passou a realizar as obras para buscar extrair o segundo volume morto do Jaguari-Jacareí (as quais demandarão com que um nível muito mais profundo da represa possa ser captado, haja vista que hoje ela se encontra pouco abaixo da cota 817 e, caso toda essa reserva seja extraída, ela chegaria à cota 806). A reportagem do G1, por sinal, é interessante por se arriscar um pouco mais – do ponto de vista da grande mídia – na apresentação de imagens do estado atual (dramático) do reservatório.

O Estadão, na matéria supracitada, entrevista o professor Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp, o qual explica que a parcela d’água correspondente ao segundo volume morto se encontra, é claro, não só em um nível inferior, mas em uma parte mais baixa do reservatório – uma desvantagem topográfica sensível, visto que essa condição demanda que dragagens sejam feitas continuamente (de outra forma, em razão da diferença de altura entre as porções de água e os canais, tende a ocorrer a sedimentação da terra). Em síntese, será particularmente difícil extrair essa segunda cota do volume morto – isso, é claro, se conseguirem, realmente, retirar a primeira cota.

Estamos chegando, então, a uma espécie de “hora da verdade” na crise hídrica, a qual coincide, curiosamente ou não, com as eleições para o Governo do Estado de São Paulo. Parece que nos aproximamos, lamentavelmente, do momento em que nem mais os improvisos de engenharia poderão dar conta de contornar o cenário trágico da indisponibilidade hídrica para milhões de pessoas, nem mais serão eles capazes de escamotear o imenso estelionato eleitoral em curso. A não ser, é claro, que Alckmin seja reeleito já no primeiro turno. De outra forma, contudo, talvez até possamos ser testemunhas da falência do Cantareira antes de 26 de Outubro. Que a água vai acabar e que o estrago (à cidadania, ao meio ambiente, à produção industrial, aos serviços, etc) já está feito, parece claro – não está evidente, contudo, o grau de responsabilidade do governo Alckmin, tão brilhantemente blindado pelos meios de comunicação. A questão é quando ocorrerá, qual será a reação das pessoas e como poderemos, quem sabe, superar esse quadro? E, a partir da hora em que todo mundo ficar sem água, será que a população realmente continuará a acreditar no discurso de que é tudo culpa de São Pedro? Uma hora, a paciência acaba.

A hora da verdade da crise hídrica em São Paulo, por Sérgio Reis | GGN

16/09/2014

Lillo porque qui-lo!

Filed under: Lillo,Recall — Gilmar Crestani @ 6:55 am
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Quando a incompetência iniciativa privada chega ao público, a imprensa usa um termo inglês, recall, que em tradução livre significa cagada! O termo foi usado pela pesada máquina de propaganda dos fabricantes de veículos. Sempre que esqueciam uma peça, ou trocavam uma pela outra, ou mesmo quando a peça justa se desajustava, lá vem recall.

Recentemente botaram veneno no leite. O que disse a imprensa? Adulteraram. Quem bota soda cáustica ou detergente no leite não adultera, comete crime e é bandido. Por que esta dificuldade de dar nome aos bois quando a manda é rica se quando pegam um garoto com um cigarro de maconha o chamam de traficante, bandido?

Esta semana Editora Globo, um dos braços do polvo Rede Globo, defecou uma revista, a Vogue, com crianças em poses sensuais. A pedido do Ministério Público, o Poder Judiciário mandou recolher. Por que o Ministério Público não mandou recolher aqueles que responsáveis pela Revista? Não é a Rede Globo que diz que Dilma tem de sabe tudo o que acontece sob seu governo? Por que a Rede Globo, que tem três irmãos no comando da empresa, não podem respondem por este crime.

No Brasil, infelizmente, há uma parcela da população que exime os ricos e poderosos de qualquer responsabilidade. Geralmente, aqueles que se comprazem com uma direita hidrófoba, sempre pronta em disseminar o ódio aos movimentos sociais e partidos de esquerda.

A troca de Yeda Crusius por Ana Amélia Lemos não é recall, é merda mesmo!

Lillo anuncia recall de lote de mais de 6.000 chupetas

DE SÃO PAULO – A empresa Lillo anunciou nesta segunda (15) um recall de 6.432 chupetas devido ao risco de elas se desmontarem e partes pequenas serem engolidas pelos bebês.

O comunicado da empresa informa que as partes pequenas podem causar risco de engasgamento.

A empresa diz que, após testes de fervura e tração, constatou problemas no modelo Lillo Funny, coleção Bichos Ortodôntica, tamanho 2. O lote com problema é o 13137, código 6701110, com data de fabricação do dia 17 de maio de 2013.

Os consumidores devem procurar a empresa para fazer a troca do produto.

Para isso, pode-se contatar o SAC (Serviço de Atendimento Consumidor) da Lillo pelo telefone 0800 025-4415 de segunda a sexta-feira das 9h às 17h ou pelo e-mailsac.lillo@lillo.com.br.

A empresa afirma que com exceção desse lote com problema, os outros produtos da marca estão em boas condições satisfatórias de uso.

29/08/2014

Racionamento d’água: quem vota em Alckmin não poupa!

SABESPnBairros ricos de SP poupam menos água em meio à crise

Segundo a Sabesp, economia foi menor em região que inclui Jardins e Perdizes

Em toda a cidade, gasto foi reduzido em 16,2% neste ano após adoção de bônus, que deve ser mantido em 2015

FERNANDA PEREIRA NEVESHELOISA BRENHADE SÃO PAULO

Em meio à severa crise hídrica que atinge São Paulo, uma região rica e prioritariamente atendida pelo sistema Cantareira foi a que menos economizou água na cidade.

Designada "Jardins" na divisão por setores de abastecimento da Sabesp, a área se situa na zona oeste e abrange não só os jardins Paulista, Europa e América, mas também Alto de Pinheiros, Boaçava, Lapa, Sumaré e Perdizes.

Nesses locais, o consumo médio por residência caiu apenas 7,4% entre janeiro e junho, passando de 19.550 para 18.110 litros, segundo levantamento divulgado pela Sabesp nesta quinta (28).

O gasto nessa região é 39% maior do que a média da cidade, que em junho foi de 13.010 litros por residência.

São bairros onde predominam moradores das classes A e B, de acordo com a última pesquisa DNA Paulistano, feita pelo Datafolha em 2012.

Por outro lado, a região que mais poupou água no primeiro semestre foi o "Jaçanã", que abrange Jaçanã, Edu Chaves, Jardim Brasil, Vila Mazzei, Jardim Guançã e parte da Vila Gustavo, todos na zona norte.

Ali, onde praticamente metade da população tem renda familiar de até três salários mínimos, segundo o Datafolha, o consumo residencial caiu 20,4%, alcançando uma média 11.420 litros em junho.

Em seguida vêm Perus e Pirituba (zona norte), onde o gasto de água diminuiu 20,1% e 19,8%, respectivamente.

Embora desigual entre os bairros, a economia de água ocorreu em toda a cidade, que reduziu seu consumo de água em 16,2% de janeiro a junho.

O índice contrasta com o da região metropolitana, que terminou o primeiro semestre deste ano aumentando seu consumo de água em 1,1%, segundo a Sabesp.

A companhia afirma que no período o número de ligações de água aumentou 5% na região metropolitana, mas o gasto não cresceu na mesma proporção, o que indica redução no consumo.

Os dados se referem a 43 cidades: 31 da Grande São Paulo (incluindo a capital) mais 12 da região de Bragança (a 85 km de SP).

Desde o início do ano, clientes da Sabesp nessas regiões que reduzirem em 20% seu consumo de água têm bônus de 30% na conta.

Na semana passada, o secretário Mauro Arce (Recursos Hídricos) disse que será preciso manter o desconto em 2015, se não chover acima da média nos próximos meses.

Neste ano, choveu 58% da média histórica sobre o sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 9 milhões de pessoas na região metropolitana. Ontem (28/8), seu nível atingiu 11,4%.

15/06/2014

Folha segue, endoidecida, a carreira do Aécio e produz gráficos com overdose

Depois da noitada, amanhã algum estagiário levará a culpa e será jogado ao pó das calçadas para aprender a manipular com a mão do patrão. O desvario gráfico faz lembrar aquele artigo publicado no Estadão, a pedido do José Serra: Pó pará, governador!!!

PSDB lança Aécio Neves à Presidência, em convenção em SP

Do UOL, em São Paulo

14/06/201413h42 > Atualizada 14/06/201416h11

  • Nelson Antoine/Fotoarena/Estadão Conteúdo

    O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo

    O pré-candidato à Presidência pelo PSDB Aécio Neves cumprimenta o público ao lado do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso durante convenção do partido em São Paulo

Agora é oficial. Aécio Neves foi oficializado como candidato do PSDB à Presidência da República, durante convenção nacional do partido em São Paulo.

Seu nome teve a aprovação de 447 dos 451 delegados da convenção. Na última pesquisa Datafolha, divulgada dia 6 deste mês, Aécio tem 19% das intenções de voto, contra 37% da presidente Dilma, que venceria no primeiro turno. Em terceiro, vem Eduardo Campos (PSB), com 7%.

Principal candidato de oposição até agora e segundo colocado nas pesquisas eleitorais, Aécio será o terceiro tucano a tentar chegar ao Palácio do Planalto desde a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em 2002.

Antes dele, Geraldo Alckmin, em 2006, e José Serra, em 2010, fracassaram na tentativa. Mas desta vez as condições são mais favoráveis para Aécio, já que a candidatura petista será da presidente Dilma Rousseff, que busca a reeleição num momento de baixa popularidade, crescimento econômico fraco, inflação alta e queda nas pesquisas eleitorais.

Pesquisa padrão fifa do fiofó da Folha

Datafolha / Folha de S.PauloPesquisa do dia 06/04/2014: realizada entre os dias 02 e 03/04/2014;
Registro nº:
BR-00064/2014; Entrevistados: 2637 – Margem de erro: 2 pontos percentuais Exibir margem de erro

O ex-governador de São Paulo José Serra elogiou a capacidade de gestão do candidato do PSDB à Presidência da República e afirmou que o "espírito de mudanças" converge para Aécio Neves.

Por um bom tempo, houve sinais de que Serra queria ser novamente o candidato do PSDB à Presidência –tentou, e perdeu, em 2002 e 2010. Embora improvável, ainda é um dos nomes mencionados para compor como vice de Aécio.

"O Aécio sempre teve a habilidade de juntar as melhores pessoas para seu governo", afirmou ele. "Chegou a hora de pôr as mãos à obra. E esse espírito de mudanças, que agora converge na sua candidatura, é o desdobramento de uma jornada já longa do Brasil."

Serra também fez amplas críticas à gestão do atual governo, ressaltando a inflação elevada, o crescimento econômico lento e as denúncias envolvendo a Petrobras e afirmando que o modelo de gestão do país caminha para a "esclerose".  (Com agências internacionais)

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Convenções partidárias definem candidatos e alianças22 fotos

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10.jun.2014 – O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) faz sinal de vitória durante Convenção Nacional do PMDB, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, nesta terça-feira (10). O partido decidiu manter a aliança com o PT firmada em 2010 e o apoio à presidente Dilma Rousseff à reeleição nas eleições de outubro Leia mais José Cruz/Agência Senado

PSDB lança Aécio Neves à Presidência, em convenção em SP – Notícias – Política

03/06/2014

Choque de gestão? Vamos conversar, Aécio…

Filed under: Aécio Neves,Choque de Gestão,Geraldo Alckmin,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 7:49 am
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Aecio o nomePolícia de SP abriu só 51 inquéritos para 18 mil desaparecidos

Número corresponde a 0,3% do total; delegada afirma que só abre o procedimento quando vê indício de crime

Em 2012, garoto foi visto por vizinhos entrando à força em carro; não há inquérito para investigar o caso

REYNALDO TUROLLO JR.ROGÉRIO PAGNANDE SÃO PAULO

A Polícia Civil de São Paulo registrou mais de 18 mil boletins de pessoas desaparecidas na capital em 2012 e 2013, mas em apenas 51 casos os policiais instauraram inquéritos para investigar as circunstâncias dos sumiços e fazer buscas –ou 0,3% do total.

Os dados foram obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação.

Eles revelam que a delegacia criada pelo DHPP (departamento de homicídios) especialmente para investigar desaparecimentos, com uma equipe de dois delegados e cerca de 35 policiais, instaurou apenas 11 inquéritos nesses dois anos.

Ainda assim, sete desses casos continuam abertos, sem solução.

Os outros 40 inquéritos instaurados em 2012 e 2013 estão espalhados pelos distritos da capital. A Polícia Civil não informou o andamento deles.

Inquérito é o procedimento de investigação formal, previsto em lei, que garante que o Ministério Público e a Justiça acompanhem a apuração, incluindo prazos e diligências realizadas pela polícia.

A polícia alega que só abre inquéritos quando há indícios de crime –pois, pela lei, desaparecimento não é crime.

Afirma, porém, que nenhum caso deixa de ser investigado, porque são abertos "procedimentos de investigação", uma apuração preliminar que consiste em contatar hospitais e o IML (Instituto Médico Legal), por exemplo.

Esses procedimentos, no entanto, não têm qualquer acompanhamento externo.

"Não instauramos inquérito porque não há crime. Se houver indício de crime no decorrer da apuração, instaura-se inquérito", diz a delegada Elisabete Sato, do DHPP.

SUMIÇO FORÇADO

Boletins de ocorrência encontrados pela Folha demonstram que a polícia não segue a própria regra à risca.

É o caso do estoquista Guilherme Abraão Ramos da Silva, que desapareceu em 14 de dezembro de 2012, aos 20 anos de idade, no parque Fernanda, na zona sul.

De acordo com o boletim, registrado no dia seguinte no 47º DP (Capão Redondo), os vizinhos viram Guilherme sendo "colocado à força" dentro de um carro.

Mesmo assim, a polícia não instaurou inquérito. O caso continua sem solução.

"Tem um ano que não sei como anda a investigação. Quem vai fazer eles investigarem? Se você fala alguma coisa na delegacia é desacato", diz Maria de Fátima Oliveira, 43, mãe do rapaz.

O caso de uma idosa do Rio Grande do Sul que desapareceu no santuário de Aparecida, no interior paulista durante uma excursão em outubro de 2012, recebeu da polícia tratamento diferente.

Beatriz Joanna Wink, à época com 77 anos, visitava o local com o marido quando se perdeu dele e desapareceu.

Na ocasião, o delegado de Aparecida disse trabalhar com a hipótese de a idosa ter perdido a memória e estar "vagando sem rumo".

O drama da família foi exibido pelo "Fantástico", da TV Globo, em dezembro de 2012. Mesmo sem indício de crime, a polícia instaurou inquérito após a reportagem ir ao ar.

MUDANÇAS

"A questão é: por que fazem para uns e não fazem para outros? Ninguém pode escolher o que vai ser investigado", diz a promotora Eliana Vendramini, que exige mudanças da polícia e promete ir à Justiça se o governo paulista não as adotar.

"Quando você vai à delegacia, o que você espera? Que haja investigação. Agora, dizer que não é obrigada a investigar? Por que, então, fez o registro?", diz Vendramini.

A promotora pediu à polícia explicações sobre as investigações de uma série de casos com "graves indícios de crime", inclusive o de Guilherme, mas não obteve resposta.

NORMATIZAÇÃO

Embora afirme não haver irregularidades no trabalho que vem sendo feito, o governo paulista informou na noite de ontem que publicaria nesta terça-feira (3) uma normatização sobre o assunto.

As novas regras, segundo a Secretaria da Segurança, resultaram de discussões com o Ministério Público.

    17/05/2014

    Para livrar a cara do PSDB, jornais culpam o sistema… Cantareira!

    agua sp

    Crise d’água ou falta de caráter!

    Quando as empresas que faturam encima do cidadão, por não darem os mesmos descontos que as demais companhias de energia elétrica, a manchete bota tucanos no meio. As ações dos grupos máfio midiáticos são orquestradas e coordenadas pelo Instituto Millenium, respaldadas economicamente pelos financiadores ideológicos. Se mesmo não havendo crise energética, bombardearam o governo federal, porque já faltando água em São Paulo teimam e aliviar para cima dos incompetentes que nada fizeram para evitar este vexame.

    Quando o racionamento atinge o cidadão, a crise é psiquiátrica. Para os jornais defensores do PSDB, a crie é hídrica e não de gestão…. O mais legal nesta história da incompetência administrativa do PSDB, é a tentativa de drible linguístico. Afinal, como diria o chupador, língua é poder!

    Chupa essa, paulista que há vinte anos vota no PSDB!!

    Crise do Cantareira já afeta comércio e impõe medidas de economia de água

    Contratação de caminhões-pipa e compra de caixas maiores são estratégias adotadas por comerciantes de SP; em lava-rápidos, movimento cresce com clientes que buscam bônus da Sabesp. Escola usa lenço umedecido para garantir banho de bebês

    17 de maio de 2014 | 3h 00

    Bárbara Ferreira Santos e Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

    SÃO PAULO – A crise hídrica já afeta o dia a dia do comércio abastecido pelo Sistema Cantareira, o principal reservatório da Grande São Paulo. Compra de caixas maiores, contratação de caminhões-pipa e aquisição de equipamentos para reúso de água, por exemplo, já são gastos extras impostos pelo baixo nível das represas. Há comerciantes, porém, como os do setor de lavagem de automóveis, que têm visto o movimento aumentar.

    Edival trocou jato por balde de água para poupar - Nilton Fukuda/Estadão

    Nilton Fukuda/Estadão

    Edival trocou jato por balde de água para poupar

    Em um posto de gasolina da Vila Santa Maria, na zona norte, a demanda pelo serviço de lavagem cresceu 50% desde que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) começou a aplicar o bônus para quem economizar. "Ninguém quer mais lavar o carro em casa", disse o frentista Genilson dos Santos, de 33 anos. Para garantir o serviço, os donos do posto já começaram a comprar caminhões-pipa e cortaram o gasto com água da rua.

    Contra o desperdício, Edival Severino, de 63 anos, de um lava-rápido do Bairro do Limão, na zona norte, mudou a estratégia de trabalho. "Uso balde de água e não o jato para lavar os tapetes. Ensaboo o carro primeiro e depois passo o jato de uma só vez", disse. "É importante economizar. Na minha casa já falta água toda semana."

    Economia. O cabeleireiro Marcelo Ribeiro, de 31 anos, dono de um salão na Vila Romana, na zona oeste, passou a fechar o registro à noite para evitar vazamentos pela pressão da água nos lavatórios. "Lavo rápido o cabelo das clientes e até tive redução na conta." Se faltar água, ele disse que voltará para o interior. "Vou para a minha cidade, que, não à toa, chama Fartura."

    No Colégio Progresso Santa Maria, na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte, o banho das crianças de 2 e 3 anos agora é com lenços umedecidos. "No maternal não tem jeito, tem de dar dois banhos por dia", disse a coordenadora, Erika da Silva, de 28 anos.

    Segundo o presidente do Conselho de Sustentabilidade da Fecomercio-SP, José Goldemberg, pequenos comerciantes têm poucas alternativas além de racionar o uso da água. "O grande comércio até pode se defender com poço artesiano ou reúso, mas os menores têm de seguir as dicas de economia."

    A Associação Comercial de São Paulo vai fazer, até o fim do mês, uma campanha no Estado sobre o uso racional de água.

    20/04/2014

    SABESP ou SABESTA?

    O plano emergencial do PSDB para resolver a “crise d’água” é apropriada para a semana da Páscoa. Enfim, voltamos ao tempo de Jesus e a cerimônia do Lava-pés. Com bacias… E pensar que a mídia e sua manada quer reconduzir estes “jênios” ao Governo Federal. Parabéns a você, paulista, que vive criticando Lula e Dilma. Você merece uma bacia destas!

    Choque de questão, fala o Aético Never. Realmente, quem não fica chocado com um gestão destas!

    Bacias hidrográficas de SP não têm plano de emergência contra falta d’água

    SABESTAAntes da crise do Cantareira, Plano Diretor da Macrometrópole, que abriga 78% da população paulista, apontou para ausência de planejamento em caso seca ou cheia

    19 de abril de 2014 | 22h 55

    Fabio Leite, de O Estado de S.Paulo

    Mesmo com a previsão de possíveis cenários de escassez, nenhuma das principais bacias hidrográficas paulistas tem plano de contingência para eventos críticos como o vivido hoje pelo Sistema Cantareira. A constatação é do Plano Diretor de Recursos Hídricos da Macrometrópole, concluído em outubro do ano passado pelo governo estadual. Segundo o documento, a necessidade de planejamento prévio para situações de emergência – secas ou cheias – está prevista na lei federal da Política Nacional de Saneamento, de 2007.

    O estudo traçou um diagnóstico da oferta de água na região formada por 180 cidades ao redor da capital, apresentou propostas para suprir o aumento da demanda até 2035 e avaliou os planos das oito bacias que compreendem as Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas, Baixada Santista, Vale do Paraíba, Vale do Ribeira, Sorocaba e litoral norte, onde reside 74% da população do Estado. Entre elas, estão a do Alto Tietê, e a dos Rios Piracicaba, Capivari, Jundiaí (PCJ), que dividem a água do Cantareira.

    "Em função do crescimento das demandas, todos os planos preveem o agravamento das condições da oferta hídrica e alertam para a possibilidade de ocorrência de situações de escassez de água. No entanto, não estabelecem medidas específicas para serem administradas na ocorrência de eventos críticos", afirma o documento. "As únicas ações constantes nos planos referem-se a medidas preventivas, como o uso racional da água, gestão de demanda e o reúso", diz o estudo.

    Os planos de bacias são feitos pelos comitês formados por gestores públicos da área de recursos hídricos e das cidades da região, além de entidades da sociedade civil. De acordo com o especialista em Hidrologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Antônio Carlos Zuffo, a ausência de um repertório com ações de emergência previamente definido e integrado entre os municípios e as concessionárias de saneamento dá margem para que decisões políticas se sobreponham às medidas técnicas.

    "Ao contrário de outros países, especialmente do Hemisfério Norte, onde a própria população se prepara para os cenários críticos, aqui no Brasil nos acostumamos a acreditar que esses eventos nunca vão acontecer. Hoje, estamos enfrentando uma grave crise de abastecimento de água e de energia e não temos planos capazes de gerenciar esses riscos. No caso do Cantareira, a população tinha de estar envolvida há muito mais tempo, e o racionamento deveria ter sido adotado há pelo menos três meses. Mas ao contrário. Nós continuamos a retirar mais água do que se pode", afirmou Zuffo.

    Segundo o Plano Diretor, a Bacia do PCJ, que compreende a região de Campinas, até tem um programa de Prevenção e Defesa Contra Eventos Hidrológicos Extremos, mas "nenhuma das ações propostas corresponde ao detalhamento especificamente voltado a um plano de contingência".

    No caso do Alto Tietê, onde fica a Grande São Paulo, o plano aponta o problema da escassez hídrica, mas não indica medidas de emergência em caso de colapso. Os gestores das Bacias do PCJ, Alto Tietê e Paraíba do Sul foram procurados, mas não foram localizados para comentar a ausência de planos de contingência.

    Urgência. No mês passado, o comitê anticrise que monitora o Cantareira recomendou à Agência Nacional de Águas (ANA) e ao Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE) que apoiem as cidades abastecidas pelo manancial na Bacia do PCJ na elaboração de um plano de contingência.

    O mesmo pedido foi feito à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que deve informar o volume de água que vai captar até o fim do ano. Desde janeiro, a empresa já adotou o remanejamento de água de outros sistemas, lançou bônus para quem reduzir o consumo e diminuiu a pressão da água nas madrugadas. No próximo mês, deve começar a captar água do chamado "volume morto" do Cantareira e cobrar multa por aumento do consumo.

    01/04/2014

    Crise é da água, mas o PSDB vai bem, abrigado, pela Folha!

    Pó pará, governador! Na São Paulo do PSDB, da Folha, Veja, Estadão, onde antes havia as águas de março, agora “é pau, é pedra, é o fim do caminho”… Profético este Tom Jobim. Como ele adivinhou que Judith Brito, Mário Covas, Geraldo Alckmin, José Serra e FHC usam óleo de peroba do campo como loção pós barba?!

    É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho
    É um caco de vidro, é a vida, é o sol
    É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
    É peroba do campo, o nó da madeira
    Caingá candeia, é o Matita-Pereira

    Ou o Brasil acaba com o PSDB ou o PSDB ainda acabará com o Brasil!

    Sabesp corta investimentos para compensar desconto a consumidor

    Para evitar racionamento, governo estende a 31 cidades da Grande SP bônus para quem economizar

    Perda de receita com os descontos obrigou empresa a rever os investimentos; chuvas não devem ajudar

    EDUARDO GERAQUEHELOISA BRENHADE SÃO PAULO

    Com a expectativa frustrada pelas águas de março e o início da temporada mais seca do ano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou a ampliação do programa que dá bônus na conta de água de quem economizar seu consumo, como antecipou a coluna "Painel", da Folha.

    No mesmo dia, a Sabesp revelou a suspensão de R$ 700 milhões do seu plano de investimentos para este ano. Esses recursos servirão para atenuar os prejuízos causados pela crise de abastecimento da Grande São Paulo.

    A partir de hoje, toda a capital e mais 30 municípios da região metropolitana terão acesso ao benefício, que dá 30% de desconto na conta de quem reduz em 20% seu consumo de água.

    Antes restrito aos 9 milhões de usuários do sistema Cantareira, o desconto passa a atingir 17 milhões de pessoas.

    A Sabesp e o governo não informaram a estimativa do impacto que o bônus terá sobre sua receita anual.

    "Tivemos uma excelente resposta dos consumidores. Conseguimos uma economia de 4,1 m³/s e por isso estenderemos o bônus", disse Alckmin. Com a ampliação, a expectativa da Sabesp é que se economizem 6 m³/s.

    ELEIÇÃO

    A medida faz parte de uma estratégia do governo para evitar o racionamento ao menos até outubro –mês em que ocorrem as eleições e, historicamente, a volta das chuvas.

    Para especialistas, a expansão do bônus, apesar de positiva, não evita o risco de racionamento. "Pela situação do Cantareira, deveríamos estar em rodízio desde dezembro. Esperou-se pela chuva e ela não veio", afirmou Antonio Carlos Zuffo, professor de engenharia da Unicamp.

    Ele diz que a única chance de evitar o desabastecimento da região é bombear a água do fundo dos reservatórios, o volume morto, obra que só deve ficar pronta no fim de junho.

    "Qualquer coisa que atrasar essa obra uma ou duas semanas, parte da Grande São Paulo vai ficar sem água."

    Se não chover acima da média, estima Zuffo, o nível do Cantareira chegará a zero até dia 26 de junho.

    A partir de abril, as precipitações deverão ser ainda menores. Por mais que chova além da média, a chuva não será suficiente para recuperar o nível do sistema.

    De acordo com os institutos de meteorologia, os meses de inverno terão chuvas normais para o período.

    A crise da água deve provocar impacto financeiro de ao menos R$ 1 bilhão (valor superior aos gastos do estádio do Itaquerão), segundo estimativa feita pela Folha a partir de dados do Estado. Com ampliação da política de bônus, esse valor deve subir.

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