Ficha Corrida

11/05/2015

No covil

CORRUPAÕ2As hienas se reuniram para preparar o próximo bote. Depois da Petrobrás, vem aí a destruição do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e tantas empresas que ainda sobraram do quebra-quebra perpetrado pelos black-block comandados por FHC. A participação do líder mor da Operação Zelotes, Gerdau, dá a entender quanto aos rumos que as investigações tomarão. Não será de admirar se no fim da Zelotes seja a compra da operação pelo filho do Lula. Como diria o líder da Lide, Cansei. Já não está fácil para ninguém,  e aí ainda temos de lutar desarmados com bandidos armados até os dentes?!

Para quem pensava que o clima que deu origem ao golpe de 1964 estava enterrado no tempo, está enganado. A marcha dos zumbis pelas ruas e seus finanCIAdores pelos palácios, só falta a Folha vir com mais uma história de golpe brando. Para quem, como revelou a Comissão da Verdade, presenciava as sessões de tortura, estupro e esquartejamento, não seria de admirar se em tais regabofes aparecessem anões besuntados pela Opus Dei.

No Brasil há três assuntos terminantemente proibidos de serem seriamente abordados pelos grupos mafiomidiáticos: 1) o narcotráfico, principalmente se ultrapassar os 450 kg; 2) a lavagem de dinheiro, principalmente se for no HSBC e 3) a sonegação fiscal, se for perpetrada por quem pode finanCIAr o golpismo.  Numa prova de multa escolha, a RBS em qual grupo? Ou em todos?

É por isso que se diz que não são há nenhum interesse em acabar com a corrupção. O que eles querem é acabar com a concorrência na corrupção. Eles odeiam concorrentes. Como até o reino mineral já entendeu, o PSDB já conseguiu imunidade para roubar. Primeiro a Folha, em editorial, admitiu; depois Jorge Pozzobom, do PSDB gaúcho, confirmou.

Pelo andar da carruagem não haverá outra solução senão pela luta armada.  Ou haverá uma revolução com muito sangue ou o golpismo, via coronelismo eletrônico, continuará ditando os rumos do Brasil.

Governador tucano convida investigado na Operação Lava Jato para jantar

A colunista da Folha de São Paulo  Mônica Bergamo, publicou ontem que, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), reuniu para um jantar os ricos e poderosos  Palácio dos Bandeirantes.

No entanto, chama atenção um detalhe: Imagine você querido leitor se, o Lula, ou algum outro parlamentar petista ou a presidente Dilma,  tivesse convidado para jantar  no Palácio do Planalto o Marcelo Odebrecht da Construtora Odebrecht,  e Jorge Gerdau, do grupo Gerdau.

A Monica Bergamo não citou  o fato de a construtora Odebrecht ser um dos investigada na Operação Lava Jato.
Também não citou que o Gerdau é alvo na Operação Zelotes, que apura  sonegação fiscal no valor de 19 bilhões de reais, valor superior ao apurado nos desvios da Lava Jato.

Parece que quando se trata de político do PSDB, vale tudo e pode tudo. Eles estão sempre acima da lei. Ministério Público, Policia Federal, STF, e outros órgãos da  lei, dão carta branca para os tucanos agirem como quiser.
  Como no caso da última campanha eleitoral que, alguns jornais deram a notícia: Empresas suspeitas de cartel doam 70% do arrecadado por Alckmin.

As doações  foram feitas por empresas suspeitas de participar do propinão tucano (fraude, corrupção, superfaturamento) do Metrô e da CPTM para as campanhas do governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, e do ex-governador José Serra (PSDB), que concorreu ao Senado.

Mais da metade da campanha do governador do Estado de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), foi bancada por empresas investigadas por fraudes e propinas em licitações do metrô de São Paulo e do Distrito Federal. No total, as quatro empresas suspeitas doaram R$ 8,3 milhões, 56% do total arrecadado (R$ 14,7 milhões).

Três das empresas doadoras já são rés em processos na Justiça: a construtora Queiroz Galvão, a CR Almeida S/A Engenharia de Obras e a construtora OAS S/A, que doaram respectivamente R$ 4,1 milhões, R$ 1 milhão e R$ 860 mil ao comitê financeiro estadual para governador do PSDB.
Do dinheiro oferecido pela Queiroz Galvão, R$ 2,1 milhões foram pagos por uma subsidiária, a Queiroz Galvão Alimentos S/A.
A Queiroz Galvão e a OAS também são investigadas pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato. As empresas são suspeitas de superfaturar obras contratadas pela Petrobras e pagar propinas a políticos.
O candidato também recebeu R$ 500 mil da UTC, outra companhia investigada na mesma operação. Reportagem publicada pelo UOL mostrou que as empresas envolvidas na Lava Jato doaram ao menos R$ 60 milhões para os presidenciáveis e seus partidos.
A Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, que é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), colaborou com R$ 2 milhões.
Executivos de consórcios integrados pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, pela OAS S/A e pela Queiroz Galvão foram denunciados em 2012 por  fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do Metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) — ele deixou o cargo em 2010 para disputar a Presidência da República. José Serra ganhou uma vaga no Senado. Em 2013, Serra divulgou nota para afirmar que o governo de São Paulo não teve conhecimento e não deu aval para cartel em licitações do metrô.
A Serveng é investigada pelo Cade por suspeita de fraude em licitações realizadas em 2007 para compra de equipamento ferroviário e manutenção de linhas de metrô no Distrito Federal.Como sabemos, Alckmin ganhou a eleição para governar o  Estado  de São Paulo.

Mas, ninguém questionou o fato de  o valor doado pelas construtoras Queiroz Galvão, CR Almeida Engenharia e Serveng Civilsan corresponder a 70% dos R$ 5,7 milhões declarados pelo tucano na primeira parcial da prestação de contas.  Serra recebeu R$ 1,6 milhão de empresas investigadas. Nem PF, Nem TRE, nem MP, quiseram saber se foi ou não legal essas doações

As empresas estão sendo investigadas por superfaturamento das obras nos transportes de São Paulo e estão proibidas de participar de obras desta natureza em todo o Estado. Contudo, seguem financiando as campanhas dos candidatos tucanos que estavam no governo quando essas irregularidades aconteceram.

Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF),  uma ação pedindo a proibição deste tipo de financiamento de campanha. Seis dos onze ministros do STF já votaram contra o financiamento privado e só não vale para estas eleições, pois o ministro Gilmar Mendes pediu vistas do processo, suspendendo o julgamento. Até o momento, o ministro continua sentado no processo…Talvez por que ele saiba que isso prejudica o PSDB
Lei que não vale para o PSDB
O promotor de Justiça Marcelo Mendroni aponta superfaturamento de R$ 110 milhões em três contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), firmados em 2007 e 2008, durante o  governo do Estado de São Paulo  José Serra (PSDB) , e denunciou o o ex-presidente da Comissão de Licitações da CPTM no governo Serra por fraudes, em prejuízo da Fazenda Pública, crimes contra a administração pública, e "ter aderido" ao cartel metroferroviário: “As empresas só montam cartel para superfaturar contratos. No caso desses três contratos, que somam R$ 550 milhões, em valores de 2007, estimamos que o superfaturamento tenha sido de 20%, ou R$ 110 milhões”, disse Mendroni. A acusação se refere a contratos da CPTM, três ao todo, firmados no governo José Serra (PSDB)

Os Amigos do Presidente Lula

1 Comentário »

  1. […] Source: fichacorrida.wordpress.com […]

    Pingback por No covil | psiu... — 12/05/2015 @ 1:42 pm | Responder


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