Ficha Corrida

18/08/2012

Matando Brizola: o PDT virou isso, capacho das máfias midiáticas

Filed under: CPI da Veja,Miro Teixeira,PDT,Rede Globo de Corrupção — Gilmar Crestani @ 12:39 pm

No RS foi o Vieira da Cunha se a$$oCIAndo à RBS para atacar Olívio Dutra. Como prêmio, entrava ao vivo no Jornal Nacional durante a CPI da Segurança, criada para derrubar Olívio Dutra. Como diria o Aparício Torelly, também conhecido como Barão de Itararé, quem se vende sempre recebe mais do que vale… Agora o Fortunati, como Prefeito de Porto Alegre, sempre priorizou os interesses imobiliários da RBS. Em contrapartida, leva sua medíocre administração como se fosse o administrador do paraíso.

Brizola, que sempre lutou contra as máfias midiáticas, em especial sua carrasca, Rede Globo, deve estar se remexendo no túmulo. Capachos!

Em agradecimento, Veja presta tributo a Miro

Em agradecimento, Veja presta tributo a MiroFoto: Edição/247

Deputado que subiu à tribuna para evitar a convocação de Policarpo Júnior pela CPI do caso Cachoeira mereceu espaço de destaque na revista deste fim de semana: foi retratado como um dos principais defensores da liberdade de expressão no País; isso é que é gratidão

18 de Agosto de 2012 às 09:06

247 – No cálculo político do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), deve ter valido a pena. Na terça-feira passada, quando a CPI do caso Cachoeira discutia se deveria convocar ou não o jornalista Policarpo Júnior, editor de Veja, ele subiu à tribuna e foi o único a condenar o requerimento apresentado pelo deputado Doutor Rosinha (PT-PR) – amparado na evidência de que o jornalista solicitara ao bicheiro Carlos Cachoeira, especialista em grampos ilegais, que levantasse ligações do deputado Jovair Arantes (PTB/GO).

Os que pretendiam ver Policarpo na CPI perderam. Miro, além de ter ganho a disputa, também recebeu uma retribuição da revista Veja neste fim de semana. Na seção de frases da publicação, as três com maior destaque, com direito a foto bem editada no alto de página, são do deputado carioca. A elas:

“Quando vejo o líder do PT assumindo um discurso de restrição, de coação ao exercício da profissão de jornalista, me sinto no dever de falar. Estamos falando de um grande partido. É assim que começam os estados policiais.”

“É assim que começa um movimento, não é uma questão pessoal. Esse seria o primeiro, e outros virão atrás. A intimidação, a coação poderá ir até o plano estadual, ao plano municipal. A imprensa é a única entidade que investiga o poder. O resto é tudo chapa-branca.”

“O Brasil está se preparando para ser um estado policial como a Argentina. Querem correr atrás de quem grita ´pega ladrão´ao invés de pegar o ladrão”.

Miro Teixeira, que já era amigo das Organizações Globo, como foi na época em que esteve ministro das Comunicações, agora é também amici da Editora Abril.

O Brasil, na sua visão, estava prestes a se transformar numa ditadura apenas porque um jornalista, que mantinha relações íntimas com um contraventor especializado em grampos ilegais, falaria diante de uma CPI. Na Inglaterra, berço da liberdade, a editora Rebekah Brooks, uma das principais jornalistas do país, se tornou ré porque seu jornal, o já fechado News of the World, se envolveu em grampos ilegais. O dono, Rupert Murdoch, foi convocado e não escalou lobistas para evitar seu depoimento.

Lá, o parlamentar carioca não teria vez.

No Brasil, a imprensa deve ser livre até para grampear deputados como Miro Teixeira. (leia aqui reportagem anterior do 247 a respeito do caso)

Em agradecimento, Veja presta tributo a Miro | Brasil 247

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